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R: Entre os dez mandamentos que Moisés deu aos hebreus (judeus) havia os que tratavam de religião:
³Não terás outros deuses diante de mim´ (Ex 20,3) e os relativos à ética: ³Não matarás´ (Ex 20,13).

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R: Os agentes morais são indivíduos concretos, insertos numa comunidade. Além de atos morais,
seus atos são também psíquicos, derivados de motivação, impulso e consciência. Antes de produzir
efeito em relação às demais pessoas, o ato moral é produzido na psique de seu agente. Ele pode
escolher entre agir e deixar de agir. E cumpre conhecer os motivos que o impulsionaram a se
conduzir de uma ou outra forma.

Íntimas, portanto, as relações entre a Ética e a Psicologia. Esta elucida a razão de convencimento
interno, permite que se conheça o caráter e a personalidade do agente moral.´ A explicação
psicológica do comportamento humano possibilita a compreensão das condições subjetivas dos atos
dos indivíduos e, deste modo, contribuiu para a compreensão da sua dimensão moral.No estudo
ético, a psicologia é ciência auxiliar.Tensão continua a existir no relacionamento ética-psiclogia, pois
nesta é latente a tendência a se convencer em metapsicologia, o que Rangel Rodrigues Luño chama
de teoria explicativa geral de caráter filosófico ou antropológico. Multiplicam-se as escolas
psiquiátricas, de acordo com uma concepção filosófica, eis que grande parte das anomalias da mente
ainda não tem definição científica definida.Assim é difícil o relacionamento da ética-ciência da
liberdade, com a Psicologia-ciência da determinação.

Não é difícil o confronto entre algumas atitudes. A Ética pode considerar algumas condutas boas e a
psicologia rotulá-las como sintomas preocupantes de enfermidade. Quando não, frutos de ilusões ou
motivações imaturas. Todavia, o contrário também é raro. O aprofundamento do estudo, a abertura de
espírito de parte a parte, o reconhecimento de que é inegável a necessidade de se conciliarem as
várias perspectivas é fundamental. A tolerância é um valor ético e pode auxiliar o convívio hoje nada
ameno entre as duas ciências.

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R: Para Agostinho, todo homem quer a felicidade e sai á sua procura. Se não chega a alcançá-la, não
é feliz. Mas as coisas materiais e humanas não trazem a felicidade. O homem foi feito para DEUS e
só nele encontrará a verdadeira alegria. De qualquer forma, cumpre ao ser humano perseguir o bem-
estar terreno.

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R: As noções centrais da moral agostiniana são o Amor e a Vontade. Sua fórmula célebre diz: ´Ama
e faz o que quiser´. Expressão bastante divulgada, muito invocada por quem acredita que o Amor
Sensual, o Amor Paixão, o Amor Carnal, é superior a tudo. A frase deve ser adequadamente
analisada. O amor verdadeiro é o criador. Deus não se autodefiniu apenas como Caminho, Verdade e
Vida. Também admitiu, pela palavra dos profetas e do Evangelho, identificar-se com o amor. A
caminhada dos homens pelo Planeta é a busca do verdadeiro amor.

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R: E no caminho para Deus o cristão ascenderá por vários degraus.¶¶A fé,que dá a crença em Deus, é
o começo da sabedoria A piedade, que corresponde a virtude da justiça, nos trará o saber, a ciência, a
prudência, a força, isto é, a coragem, a pureza de coração. A sabedoria nos conduzirá a contemplação
A temperança, a força ou coragem, e a justiça são definidas em função do amor. A temperança é o
amor que se doa inteiramente aquele que ama. A força ó amor que tolera tudo por aquele que ama´.

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R: As relações entre a religião e a moral são postas por Tomás de Aquino da seguinte maneira:

1-Deus é o legislador e os padres são intérpretes da lei.A lei divina não deve ser considerada injusta.
Ela não pode ser criticada, mas interpretada de forma a ser adaptada as circunstância as do caso
concreto.

2-Deus é o juiz supremo, que tudo vê e controla todos os nossos atos. A noção da felicidade,
fundamental na filosofia grega se transforma em noção de beatitude. A felicidade terrestre se opõe
uma felicidade eterna que deve ser determinar nossa obediência á lei de Deus.Essa idéia estimula o
comportamento moral, pois um ser perfeitos ±advinha até os pensamentos-está nos acompanhando e
verificando a compatibilidade de nossa conduta com a reta via em direção á beatitude.

3-Deus nos serve de modelo.Um Deus personificado.Deus amor, razão, luz eterna, onisciência.Ele
conhece a solução para todos os problemas e devemos procurar essa solução que é a única
absolutamente válida.Diante da verdade divina, não a lugar para a tolerância nem para o pluralismo.

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R: A classificação Ética dos valores representa uma aparente inversão da tese Kantiana. Para Kant, o
valor de uma ação depende da relação da conduta com o princípio do dever, o imperativo categórico.
Kant pretendeu evitar o relativismo histórico e eudemonismo através de uma ética formal.

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R: Adquire especial relevo na doutrina da realização de valores a noção dos dever ser. É uma noção
Kantiana suprema e, portanto, indefinível. Todo valor ético deriva da subordinação da vontade ao
imperativo categórico. Já Scheler e Hartmann invertem a proposição: o valor moral não se funda no
dever, mas ocorre o inverso: Todo dever pressupõe a existência dos valores.

Para eles, não haveria sentido dizer que algo deve ser se o que se postula como devido não fosse
valioso.Caridade, justiça, temperança e outras virtudes devem ser, enquanto valem. Carecessem de
valor e não deveriam ser.

O dever ser hartmanniano tem os seguintes elementos: a)- A existência de um valor; b)-O dever ser
ideal do mesmo;c)- A atualização de tal dever (dever ser atual);d)-A existência de um ser capaz de
realizar o valioso.O mundo real não é em si plenamente valioso, nem completamente desvalioso.Nele
se realizam múltiplos valores outros quedam irrealizáveis. Mas há sempre a possibilidade de novas
realizações valorativas.

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R: Realizar o valioso consiste, para o homem, num dever. E o dever impõe uma conduta teleológica.
Se quero acatar uma norma, devo converter tal acatamento em finalidade de minha conduta. A
realização de valores se consuma através de um processo de dúplice etapa: a determinação primária e
a determinação secundária. A primeira á a intuição; a segunda,a deliberação da vontade.

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R: A liberdade moral não se confunde com a liberdade jurídica. Esta é a faculdade puramente
normativa. A liberdade jurídica é mais um âmbito espacial de atividade exterior, que a lei limita e
protege. Já a liberdade moral é atributo real da vontade.

³A jurídica termina onde o dever principia; a moral é pensada como um poder capaz de traspassar o
linde do permitido.´ Nem se confunda livre-arbítrio com liberdade de ação.Esta e m é mero atributo
de decisão .Aquele é capaz de decidir.

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R: A moral cristã orientou as formulações éticas elaboradas a partir da nova era (a era antiga é hoje
conhecida como A.C.-antes de Cristo)e exerceu nítida influência sobre outras éticas não cristãs. Não
há quem possa recusar valia ao pensamento de Santo Agostinho, de Santo Tomás de Aquino, de
Teilhard de Chardin, de Jacques Maritain e, recentemente, de Karol Woytile ,Jiseph
Ratzinger.No Brasil,o pensamentos de Gustavo Corção, Alceu Amoroso Lima ,D.Hélder Câmara,
Frei Beto, dentre muitos outros, evidencia a contribuição cristã para o redesenho do convívio social


   


 
  
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R: A ética se propõe a tornar o homem cada vez melhor. Procura explicitar para ele o que é
verdadeiramente bom para o seu crescimento integral, na plenitude possível para a escala contingente
das possibilidades humanas.

Para bem cumprir sua missão, a Ética precisa responder: o que é o homem?

Que coisa é o homem? Essa resposta só poder ser fornecida pela Antropologia. ³Não se pode fazer
uma Antropologia sem fazer referências á Ética´. Uma Antropologia na qual não se recolha o fato de
que o homem tem uma dimensão ética ou moral é uma Antropologia manca. Ao inverso, uma Ética
em que não se levasse em conta a natureza humana, o ser mesmo do homem, seria uma ética utópica,
superetérea, vagarosa, sem raízes na realidade. Tanto é necessário estabelecer contato com a
Antropologia Social. Esta responde ás indagações sobre os atos humanos no decorrer da experiência
terrestre. Os pressupostos antropológicos serão essenciais para que a Ética possa atender ás suas
finalidades.

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R: A coação é interna em relação à moral e externa no tangente ao direito. O descumprimento de


preceito moral pode ensejar a reação da consciência, o remorso, ou uma reação tênue do grupo, a
reprovação social. Ambos podem não constranger o agente. Já a inobservância da regra jurídica
impõe conseqüências exteriores: a prisão na esfera penal, a repercussão patrimonial no cível ou a
substituição da vontade do agente pela vontade do Estado, que, em nome dele, pratica o ato a que se
recusou. Existe uma sanção concreta em relação à norma jurídica e uma sanção virtual no que
concerne á norma moral.

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R:

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R: ³I - Preservar, em sua conduta, a honra, a nobreza e a dignidade da profissão, zelando pelo seu
caráter de essencialidade e de indispensabilidade;

II-Atuar com destemor, independência, honestidade, decoro, veracidade, lealdade, dignidade e boa-
fé;

III-Velar por sua reputação pessoal e profissional;

IV-Empenhar-se, permanentemente, em seu aperfeiçoamento pessoal e profissional;

V-Contribuir para o aprimoramento das instituições, do Direito e das leis;

VI-Estimular a conciliação entre os litigantes, prevenindo, sempre que possível, a instauração de


litígios;

VII-Aconselhar o cliente a não ingressar em aventura judicial;


VIII-Abster-se de a) utilizar de influência indevida, em seu benefício ou do cliente; b) patrocinar
interesses ligados a outras atividades estranhas à advocacia , em que também atue;c) vincular o seu
nome a empreendimentos de cunho manifestamente duvidoso; d) emprestar concurso aos que
atendem contra a ética , a moral, a honestidade e a dignidade da pessoa humana ; e) entender-se
diretamente com a parte adversa que tenha patrono constituído, sem o assentimento deste;

IX-Pugnar pela solução dos problemas da cidadania e pela efetivação dos seus direitos individuais,
coletivos e difusos, no âmbito da comunidade´

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R: Podemos dizer que o Direito Penal é o ramo que funciona como seleção das condutas mais sérias e
prejudiciais ao corpo coletivo.Os comportamentos que podem colocar em perigo princípios e valores
essenciais para a coletividade são tipificados (em crimes ou contravenções)e suas sanções (penas,
penalidades)são cominadas.O Direito Penal também estabelece as normas que complementam e dão
fundamentação ao cumprimento de suas prescrições.
Desse modo, o Direito Penal tem uma função social e ética cujo objetivo é dar proteção aos valores
ou bens jurídicos fundamentais (vida, liberdade, saúde, propriedade...) para a manutenção da
sociedade. Ou seja, ao fazer as prescrições e estabelecer os castigos em relação a lesões aos
comandos éticos e sociais, O Direito Penal funciona como um formador do juízo ético da sociedade,
em nome da convivência ordenada e pacífica. Como objetivo desse ramo do direito, portanto,
destaca-se o controle social das condutas, com base na constitucionalidade de sua aplicação, no
âmbito do Estado Democrático de Direito, em que se insere o Direito Penal brasileiro.Podemos citar
como exemplo no crime de furto,o resultado é representado pela ofensa ao bem
jurídico´´patrimônio``,já no homicídio,há lesão ao valor jurídico ´´vida humana``,na coação há uma
liberdade individual.

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R: Podemos dizer que ética seria uma espécie de teoria sobre a prática moral,isto é o que implica a
ética a definição da ética é uma reflexão teórica que analisa,critica os fundamentos e princípios que
regem um sistema moral,pois a ética é a teoria ou ciência do comportamento moral dos homens em
sociedade.

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R: Podemos dizer que a infração moral é uma penalidade cobrada ao ser humano quando o mesmo
não apresenta com comportamento moral perante a sociedade.

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R: A sanção pela infração moral é uma penalidade cometida pelo homem,no qual ele deve ser punido
por ter descumprido a lei,portando esta sanção pode ocorrer de várias formas como por exemplo se
você comete um homicídio,você deverá responder processo perante a lei e pagar pelo seu erro,como
neste caso provavelmante você deverá cumprar uma pena como forma de sanção.


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R: A evolução da ética tem sido determinada pela mudança de hábitos,costumes sociais e padrões
morais que determinam a conduta dos indivíduos perante a sociedade onde se inserem,ao longo das
várias épocas históricas .

A ética na civilização grega apresentava uma relação muito estreita com a política,tendo como base a
cidadania e a forma de organização social,onde a conduta do indivíduo era determinada para se
alcançar o bem estar coletivo.Apesar das diferentes correntes filosóficas,pode-se falar de uma ética
aristotélica,socrática ou platónica,onde todas apresentam um denominador comum que é o
homem,onde o mesmo deve apresentar seus conhecimentos ao serviço da sociedade,de modo que
cada um possa ser feliz.A ética na civilização grega era apenas normativa.Após a conquistas de
Alexandre Magno ,a ética passa a sustentar suas teorias individuais que analisam de diversas formas
o modo mais agradável de se viver a vida.

Já na Idade Média,o conceito de ética altera-se radicalmente,onde se desliga da natureza para se unir
a moral cristã.A ética se afasta das normas que ela própria dita:Deus é identificado com o BOM,a
justiça e verdade,o modelo que todos devem seguir para atinguir afelicidade e a salvação.Santo
Agostinho e São Tomas de Aquino são expoentes máximos da Idade Média,conincidindo na defesa
do princípio de que só o encontro do homem com Deus nós permite atingir a felicidade.

No final do século XIV,com Renascimento,a moeda passa a ser um instrumento poderoso de


troca,exigindo nova concepção de Homem como centro do universo,pois a ética começa a assumir
contornos diferentes,tendo como referência alguns valores da Antiguidade Clássica.Apartir daí
afasta-se a teoria ética dos valores do cristianismo gerando assim alguns conflitos.

Na Idade Contemporânea,começa a definir alguns ramos diferenciados no campo do saber e das


atividades do ser humano.No século XIX a ética deixa de ser apenas normativa,de se limitar a
classificação das ações humanas como boa e má,surgindo assim a noção de ética aplicada que
estabelece regras específicas e analisa o comportamento adequado em situação concreta.

Na segunda metade do século XX já não se fala de uma ética normativa universal,comum a qualquer
ser humano,mas sim de uma multiplicidade de ética,onde a ética do seu campo de atividade
multiplica-se os códigos de ética ou de conduta e os deontológicos,surgindo uma nova fórmula como
a auto regulação,criando normativos específicos para cada setor de atividade.Podemos dizer que estes
códigos expressam os princípios éticos em normas e princípios universais,adaptando-se
particulariedade de cada país e cada grupo profissional,propondo assim sanções para os infratores.

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R: O autor Carlos Barbosa de Oliveira relata na revista para Chefias e Quadros em junho de 2007,na
edição nº98, que a evolução da ética tem sido determinada pela mudança de hábitos,costumes sociais
e padrões morais que determinam a conduta dos indivíduos perante a sociedade onde se inserem,ao
longo das várias épocas históricas .

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R: A ética é uma ciência normativa por estudar os princípios que devem governar a ação humana e
moral por possuir um carater especulativo e racional.
A existência de uma ciência moral ou ética não significa a possibilidade de uma moral científica
baseada exclusivamente na observação de fatos de algum fundamento metafísico,pois perante os
fatos,jamais poderemos tirar noções de autoridade e de obrigação sem as quais a moral é
inconcebível.Portanto qualquer moral científca está condenada a não ser moral ou deixar de ser
científica.A razão é simples pois a ciência verifica a moral e portanto não se obriga.

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R: Não basta apenas conhecer o dever para cumprí-lo,é necessário ainda o esforço da vontade para
subordinar a conduta ao mesmo.

Sem duvida, nosso senso moral inato nos pode levar a praticar boas ações,mas é inegável que o
conhecimento das normas do dever facilita o seu cumprimento. A ciência moral mostra com clareza,
os princípios que devem orientar nossa conduta e justifica, racionalmente, o dever que devemos
cumprir, evitando que nossa ação seja dominada pelas reações instintivas, pelos impulsos da
afetividade e pelos sofismas da paixão.

Além disso, a moral é um complemento indispensável a todas as outras ciências. O progresso da


inteligência e da cultura seria supérfluo e até prejudicial, se não fosse para melhorar o homem e
encaminhá-lo à prática do bem. A ciência só contribui para o engrandecimento do indivíduo e da
sociedade.

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R: Podemos dizer que o conteúdo da ética seria a conduta humana,as normas de tal conduta,conduta
moral,valores,direito,a própria ética,os princípios e a ética profissional.Portanto o contéudo da
ética,é todas as regras que devem ser seguidas.

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R: Todo ser humano deve ser conduzido de acordo com três princípios éticos básicos como:respeito
pela pessoa,beneficiência e justiça.O respeito pela pessoa incorpora o respeito de que a pessoa seja
capaz de obter suas escolhas e que a pessoa seja protegida contra danos ou abusos.A beneficiência
refere-se a obrigação ética maximinizar benefícios e minimizar danos ou prejuízos.Já a justiça se
refere a obrigação ética de tratar cada pessoa de acordo com o que é moralmente certo e adequado,de
dar a cada pessoa o que lhe é devido.

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R: A Ética se relaciona com o Direito quando determinado preceito ou comportamento ético passa a
ser positivado.Podemos dizer que se ninguém tem o direito de tirar a vida de ninguém e ocorre um
homicídio,a lei nos dá o direito de penalizar tal cidadão que cometeu o homicídio,pois ele infringiu as
normas de ética e conduta do ser humano.

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  Ética?

R: Consiste em comportamento não apenas de acordo com o que é meramente correto ou


legal.Consiste em adotar atitude que desperte admiração,que sirva de verdadeiro modelo profissional.

31-Considerando-se a Ética empírica,como se pode enquadrar a mesma sob os aspectos objetivos e


subjetivos?Justificar.
R: A ética empírica é aquela que procura extrair seus princípios da observação dos fatos, Portanto
trata-se de um aspecto subjetivo pois o homem é medida de todas as coiss existentes ou inexistentes.

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R: Consiste em comportamento não apenas de acordo com o que é meramente correto ou


legal.Consiste em adotar atitude que desperte admiração,que sirva de verdadeiro modelo
profissional.Podemos citar por exemplo se sou advogado,além de seguir minha ética e conduta,tenho
obrigação de seguir a conduta como profissonal.

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R: Os costumes são regras socias resultantes de uma prática reiterada de forma generalizada e
prolongada,o que resulta numa certa convicção de obrigatoriedade,de acordo com cada sociedade e
cultura.

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R: Podemos dizer que a é uma característica própria a toda ação humana,tendo como objetivo
facilitar a realização das pessoas.A ciência envolve investigação e busca a verdade.Na ciência temos
ética como suporte para não haver erros,pois a responsabilidade faz parte da ética e é fundamental ao
meio científico.A produção científica não se realiza fora de um determinado contexto social e
político.

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R: Acredito que os dois mandamentos são a justiça e o amor.

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R: Podemos dizer que a essência original ética foi inserida no prêambulo da carta da República de
1988,exatamente no título I,onde se trata dos princípios fundamentais consistentes na
liberdade,igualdade e justiça:valores supremos de uma sociedade fraternampluralista e sem
preconceitos,com fulcro na harmonia social.Por tanto,cumpre destacar a cidadania, a dignidade da
pessoa humana,a construção de uma sociedade livre,justa e solidária,a erradicação da pobreza e da
marginalização,a redução das desigualdades sociais,a eliminação dos preconceitos e de qualquer
forma de descriminação.

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¦V O princípio de identidade, que evidência que um conceito é esse mesmo conceito (A é A).
¦V O princípio de não contradição, que evidência que um mesmo conceito não pode ser e
não ser ao mesmo tempo (A não é negación de A).
¦V O princípio do terceiro excluído, que evidência que entre o ser ou não ser de um conceito, não
cabe situação intermedia (ou A é, ou não o é). Utilizando estes princípios, a razão humana é
capaz de outorgar coerência ou contradição às proposições, atendendo não tanto a seu
conteúdo como a suas relações lógicas
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Moral é a fomarçao do carater individual, é aquilo que leva as pessoas a enfrentar a vida com
um estado de animo capaz de enfrentar os revezes da existencia. A familia, a religiao, a
consciencia, etc. Sao fatores, sao principios basicos que fazem parte da construçao da moral do
ser humano.

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R:Moral ± abrange os deveres do homem para com Deus, para consigo mesmo e para com os
seus semelhantes, não é ciência e sim objeto da ciência.
Ética ± É a ciência, ou seja, o campo do conhecimento que estuda a conduta humana para com
o proprio homem, em sociedade. Ética é a pratica da moral

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R:Despertar a etica para uma reaçao é premente. Urge fazer com que toda pessoa se compenetre
de sua rsponsabilidade individual, cidada e social.Esse é o papel reservado a Etica neste terceiro
milenio. Era de incertezas, que prenuncios nada corresponder as expectativas dos otimistas, mas
reservar prenuncios nada animadores para a familia humana. Hoje a etica está presente em todos
os ramos, na religiao, na economia, na medicina, no direito, na familia, no ambiente, enfim, está
em todos os lugares, so precisa ser despertada.

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R:O profissional, seja qual for o ramode atuaçao, deve tera consciencia de que sua profissao tem
que ser regida pela etica e pela moral, por valores que cada im tem entro de si e que cabe a cada
um individualmente, escolher o cminho a seguir. E como norteador, existem varios principios,
como o da conduta ilibada, da correçao profissional, da dginidade e do decoro, enfim, dentre
tantos outros que auxiliam os profissionais.

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R-A consciencia é a intuiçao mais ou menos clara que o espirito tem de seus atos. A razão é
simples: a consciencia está na raiz de todo o conhecimento. ³O que nós somos cada vez menos
quando caimos num sono sem sonhos, o que somos cada vez mais quando um ruído nos desperta
aos poucos´. A isso se chama consciencia. Segundo o argumento religioso, a consciencia está em
sua alma e independe do seu corpo físico é preciso procurá ± lo em seu cerebro. Cícero era assim,
agia de acordo com sua consciencia, determinado, sempre convicto do que queria.

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R-A ética Cristã é uma reflexao filosofica sobre uma vida moral, sobre uma cultura, sobre uma
sociedade, sobre manisfetaçoes artisticas, juridicas e literarias, etc. Que sao consequencia da
aceitaçao e pratica da fé por parte dos homens. A moral cristã orientou as formulaçoes éticas
elaboradas a partir da nova era ( a era antiga é hoje conhecida como a. C. ± antes de Cristo) e
exerceu nítida influência sobre outras éticas não cristãs.

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R-A primeira fonte da moral cristã é a Bíblia. Os fatos nela narrados têm intençao moralizadorae,
conforme diz Chaim, ³é muito difícil distinguir o elemento religioso do elemento moral´. Deus é
o ideal supremo a ser imitado pelo homem. Ao lado das quatros virtudes filosóficas ± a spiência,
a temperança, a coragem e a justiça ± instaura ±se uma nova moral, cacada sobre três virtudes
agora chamadas teologias: a fé, a esperança e a caridade.

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R-A Ética tem por objetivo facilitar a realizaçao das pessoas. Que o ser humano chegue a realizar
± se a si mesmo como tal , isto é, como pessoa . a Ética se ocupa e pretende a perfeiçao do ser
humano.

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R-São várias correntes que falam sobre o tema, há os que dizem que nascemos da Terra, outros
do Fogo, outros da Água.... enfim, vai da crença e da convicçao de cada um acreditar no que lhe
convier.

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R-A Ética ( do grego ethikos), ³costumes´, ³comportamento´,é a disciplina que busca refletir
sobre os sistemas morais elaborados pelos homens, buscando compreender a fundamentaçao das
normas e interdióes próprias a cada sistema moral.

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R-O advogado deve proceder de forma que o torne merecedor de respeito e que contribua para o
prestigio da classe e da advocacia.

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R-As normas morais são cumpridas de acordo com a convicçao íntima de cada indivíduo,
enquanto as normas jurídicas devem ser cumpridas havendo ou não a adesão ou não do indivíduo
a elas. A esfera da moral é mais ampla, atingindo diversos aspectos da vida humana, enquanto a
esfera do direito se restringe às questões específicas nascidas da interferencia de condutas sócias.
A moral não se traduz em um código formal, enquanto o direito sim. O direito mantém uma
relaçao estreita com o Estado, enquanto a moral nao apresenta essa vinculaçao. De todas as
diferenças talvez essa mereça maior atençao, a norma jurídica se caracteriza por sua
coercitibilidade, ou seja, ela conta com a força e a repressao potencial do Estado, já a norma
moral, se caracteriza, em tese, pela liberdade ou seja, ela depende da escolha individual para se
fazer aceita e cumprida.

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R-Ambas as normas, morais e juridicas, sao estabelecidas pelos membros da sociedade e ambas
se destinam a regulamentar as relaçoes humanas. Há varios aspectos comuns a essas duas esferas,
no que diz respeito a imperatividade das normas; a intençao de se chegar a uma convivencia
melhor e pacifica entre os indivíduos; e ambas se orientam pelos valores próprios de uma
sociedade.

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R-Consciencia é a característica que melhor distingue o homem dos outros animais. Ela permite
o desenvolvimento do saber e de toda essa racionalidade que empenha em distinguir o verdadeiro
do falso. Mas, além dessa consciencia lógica, o ser humano possui também uma consciencia
moral, isto é, a faculdade de obsevar a própria conduta e formular juizos sobre os atos passados,
presentes e as intençoes futuras.

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R-A solidariedade está implícita na noçao de coleguismo, embra possa manisfetar fora do exercicio
profissional, como por exemplo, acudir um colega doente. O coleguismo, na advocacia, manifesta ±
se dento da atividade profissional, como é o caso do advogado que si presta a substituir um colega em
uma audiência, quando este duas marcadas para o mesmo horário.

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R-Ética Empiríca, Ética dos Bens, Ética Formal, Ética Valorativa, Ética Cristã.

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R-É o estudo dos juízos de apreciação referentes a conduta humana, do ponto de vista do bem e do mal.

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Através dos comportamentos, intenções e efeitos.


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R-Consiste no ponto de vista em que o comportamento humano não deve ser julgado pelo resultado, e sim,
pela pureza da vontade e pela retidão dos propósitos.

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R-Consiste em que o comportamento humano em sociedade deve ser julgado com base em uma hierarquia
objetiva de valores absolutos.

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R-O uso da palavra se deve ao Filósofo e Jurista Inglês, Fundador da Doutrina Moral Utilitarista, Jeremy
Bentham.
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R-Através dos Princípios da Ética como: consciência, coleguismo, solidariedade, conduta ilibada, confiança,
correção profissional, desinteresse, dignidade e do decoro profissional, diligência, discricionariedade,
fidelidade, incompatibilidade, independência profissional, lealdade e verdade, reserva, cidadania, defesa das
prerrogativas profissionais, informação, função social, moderação.

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R-Também conhecida como ³discriminação inversa´ , consiste basicamente em dar um tratamento preferencial
a membros de grupos menos favorecidos.

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R-Pode ser definida como uma busca da felicidade dentro de um âmbito do ser humano se este homem se
esforçar a atingir sua excelência.

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R-entraram-se na moral e bons costumes do ser humano.Temos o dever de nos comportar perante a
sociedade,para que haja harmonia.

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R-Ética valorativa.que tende a observar o comportamento e costumes da sociedade em geral.

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R-era uma vida boa, uma vida digna.

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R-costume indica um tipo de comportamento propriamente humano que não é natural, o homem não
nasce com ele como se fosse um instinto, mas que é ³adquirido ou conquistado por hábito.
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R- Comportamentos tais como positivos (trabalhar, elogiar) ou negativos (roubar, ofender),


independentemente de qual a maneira que venha a expressar tal ação, esta por fim terá uma
repercussão para sociedade, ou seja, são ações praticadas por um individuo de forma suscetíveis,
praticadas com habitualidade tornando assim como uma referência para aquele determinado grupo
social, que na qual passam também a aderir.

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R-busca explicar e justificar os costumes de um determinado agrupamento humano, bem como


fornecer subsídios para a solução de seus dilemas mais comuns. Neste sentido, ética pode ser definida
como a ciência que estuda a conduta humana e a moral é a qualidade desta conduta, quando julga-se
do ponto de vista do Bem e do Mal.

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R-Consciencia é a característica que melhor distingue o homem dos outros animais. Ela permite o
desenvolvimento do saber e de toda essa racionalidade que empenha em distinguir o verdadeiro do
falso. Mas, além dessa consciencia lógica, o ser humano possui também uma consciencia moral, isto
é, a faculdade de obsevar a própria conduta e formular juizos sobre os atos passados, presentes e as
intençoes futuras.

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R- Aristóteles foi, talvez, o primeiro filósofo a distinguir a ética da política: centrava a ética na ação
moral e voluntária do indivíduo enquanto indivíduo e a política nos vínculos institucionais à
comunidade.

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R-sócrates

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R-A palavra ética tem origem no termo grego ethos, que significava "bom costume", "costume
superior", ou "portador de caráter". Impulsionado pelo crescimento da filosofia fora da antiga Grécia
o conceito de ethos se proliferou pelas diversas civilizações que mantiveram contato com sua cultura.
A contribuição mais relevante se deu com os filósofos latinos. Em Roma o termo grego foi traduzido
como "mor-morus" que também significava "costume mor" ou "costume superior". É dessa tradução
latina que surge a palavra "moral" em português.

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R- Na estruturação de uma a sociedade, para um convívio social em harmonia, e conseqüentemente


uma sociedade feliz e através disso, apontar a necessidade de formarmos uma comunidade ética
cidadã, como principio que esta inscrita na própria essência do homem para uma boa estruturação da
sociedade.

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R-São várias correntes que falam sobre o tema, há os que dizem que nascemos da Terra, outros do
Fogo, outros da Água.... enfim, vai da crença e da convicçao de cada um acreditar no que lhe convier.

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R -Porque ela procura a justificação racional da moral

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R -Baseou-se na felicidade.