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INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO,

CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO AMAPÁ


CAMPUS MACAPÁ

Prof. Ederaldo da Silva Azevedo


Graduação: Engenheiro Civil – UFPA
Bacharel em Direito – UNIFAP
Pós-Graduado em Engenharia de Segurança do Trabalho – FINOM
Pós-Graduando em Segurança Ambiental – Estácio

e-mail: ederaldoazevedo@yahoo.com.br
Telefone: (096)9971-9939
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Disciplina: Estabilidade das Construções


Assunto: Apresentação da Disciplina/Introdução
Prof. Ederaldo Azevedo
Aula 1

e-mail: ederaldoazevedo@yahoo.com.br
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PLANO DA DISCIPLINA
1. Ementa

 Estudo:

 Dos princípios gerais, elementares, da Estática Clássica


quando são introduzidos os conceitos de forças, ponto
material e corpo rígido;

 Das formas estruturais e sua classificação a partir da


geometria de seus componentes;

 Dos vínculos entre os elementos componentes das


estruturas planas e destas com a terra;
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PLANO DA DISCIPLINA
1. Ementa

 Do equilíbrio dos sistemas planos de estruturas


isostáticas, cargas aplicadas, classificação, esforços
solicitantes, diagramas de estado, representação gráfica
dos esforços internos, esforço cortante e momento fletor.
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PLANO DA DISCIPLINA
2. Competência

Reunir conhecimentos sobre a determinação dos


esforços que atuam nas estruturas isostáticas, seus
diagramas cuja finalidade é de se projetar e executar
obras com estruturas estáveis.

Pretende-se nesta etapa, fornecer aos alunos todos os


elementos necessários para a análise completa das
estruturas isostáticas.
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PLANO DA DISCIPLINA
3. Habilidades

1) Aprender os princípios gerais, elementares, da Estática


Clássica quando são introduzidos os conceitos de
forças, ponto material e corpo rígido;

2) Conhecer as formas estruturais e sua classificação a


partir da geometria de seus componentes;

3) Aprender a identificar os vínculos entre os elementos


componentes das estruturas planas e destas com a terra;

.
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PLANO DA DISCIPLINA
3. Habilidades

4) Identificar o tipo de cargas para cálculo dos esforços


solicitantes e equilíbrio dos sistemas planos de
estruturas isostáticas, como vigas, pórticos, treliças,
bem como a classificação, diagramas de estado,
representação gráfica dos esforços internos, esforço
cortante e o momento fletor.

.
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PLANO DA DISCIPLINA
4. Procedimentos Metodológicos

As aulas teóricas presenciais serão expositivas e


dialogadas com a utilização de recursos audiovisuais tipo
retro-projetor;

As aulas práticas serão desenvolvidas em grupo em


etapas seqüenciais com acompanhamento do professor
com a utilização do laboratório de materiais de
construção e visitas técnicas a obras, acompanhando o
desenvolvimento do programa;
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PLANO DA DISCIPLINA
4. Procedimentos Metodológicos

Como complementação a realização de seminários e


palestras com consultores, profissionais da área e/ou
docentes especializados nas áreas afins.
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PLANO DA DISCIPLINA
4. Sistema de avaliação:
Ao longo do semestre serão realizadas 3 avaliações,
com a distribuição da seguinte pontuação:

1a. Avaliação Parcial (AVP1)  10 pontos


2a. Avaliação Parcial (AVP2)  10 pontos
3a. Avaliação Geral(AVG)  10 pontos

Avaliação de Recuperação  10 pontos

Notas:
1) As Avaliações Parciais serão compostas de testes individuais (40%),
trabalhos, visitas técnicas à obras, seminários e laboratórios individual
ou em grupo (60%);
2) A Avaliação Geral será uma prova individual contendo questões
relativas ao conteúdo estudado ao longo do semestre letivo;
3) A Avaliação de Recuperação poderá ser uma prova ou trabalho
individual, aplicado após aulas de reforço;
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PLANO DA DISCIPLINA
4. Sistema de avaliação:

4) A nota final é extraída da média obtida pela seguinte fórmula: MC =


3(N1 + N2) + 4N3/10, sendo, MC = Média do Componente Curricular, N1
= Nota da Avaliação Parcial 1, N2 = Nota da Avaliação Parcial 2 e N3 =
Nota da Avaliação Geral;

5) Para aprovação na disciplina o aluno deverá obter com nota final no


mínimo 6,00 pts;

6) O aluno que não conseguir a nota mínima deverá passar por uma
avaliação de recuperação;
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PLANO DA DISCIPLINA
5.Referências Bibliográficas

ALMEIDA, Maria Cascão Ferreira


de. Estruturas Isostáticas. São
Paulo: Oficina de Textos,2009.
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PLANO DA DISCIPLINA
5.Referências Bibliográficas

VIERO, Edison Humberto.


Isostática: passo a passo. – 2.
ed. – Caxias do Sul, RS: Educs,
2008.
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PLANO DA DISCIPLINA
5.Referências Bibliográficas

MACHADO JÚNIOR, Eloy Ferraz.


Introdução à Isostática. São
Carlos: EESC/USP, 1999,2007.
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PLANO DA DISCIPLINA
5.Referências Bibliográficas

BOTELHO, Manoel Henrique


Campos. Concreto Armado eu te
amo. São Paulo: Edgard Blucher,
1996.
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ESTABILIDADE DAS CONSTRUÇÕES


1. Introdução a Estabilidade das Construções
1.1. Projetos

 Os Projetos de uma edificação podem ser divididos em 2


grupos:

 Arquitetônico e Complementares.

 Projeto arquitetônico é o conjunto de peças gráficas


e escritas necessárias à definição das características
principais de uma obra de arquitetura(Zake Tacla,
1984, p.356)
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ESTABILIDADE DAS CONSTRUÇÕES


1. Introdução a Estabilidade das Construções
1.1. Projetos

 Os Projetos complementares são considerados todos os


demais que integram o projeto da obra e podem ser
divididos em dois subgrupos:

 projeto das instalações e projeto estrutural.

 Unificando diversos conceitos podemos definir projeto


como: a associação harmoniosa de elementos, com a
finalidade de atingir dois objetivos, o funcional e o de
ordem estrutural.
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ESTABILIDADE DAS CONSTRUÇÕES


1. Introdução a Estabilidade das Construções
1.1. Projetos

 Funcional: o projeto deve prever todas as áreas, espaços


necessários e instalações de tal modo que se atinja os
objetivos a que se destina.

 Ordem Estrutural: prever todos os elementos estruturais


de tal modo que tenhamos um conjunto estático, ou
seja, em equilíbrio.
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ESTABILIDADE DAS CONSTRUÇÕES


1. Introdução a Estabilidade das Construções
1.1. Projetos

 O projeto estrutural é aquele que determina, por meio de


desenhos e especificações, a configuração dos elementos
estruturais (concreto, aço, madeira, alvenaria etc.) que
suportarão os esforços físicos incidentes na edificação
(peso próprio, vento, carga acidental etc.).
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ESTABILIDADE DAS CONSTRUÇÕES


1. Introdução a Estabilidade das Construções
1.2. Estabilidade das Formas Arquitetônicas

 A ciência que estuda os fenômenos relacionados com a


estabilidade das formas arquitetônicas é a Física.

 O estudo da física foi dividido em seis ramos:

 Mecânica: estuda os fenômenos relacionados com movimento


dos corpos;
 Calor: estudados os fenômenos térmicos;
 Movimento ondulatório: estuda as propriedades das ondas que se
propagam por meio material;
 Óptica: estuda os fenômenos relacionados com a luz;
 Eletricidade: estuda os fenômenos elétricos e magnéticos;
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ESTABILIDADE DAS CONSTRUÇÕES


1. Introdução a Estabilidade das Construções
1.2. Estabilidade das Formas Arquitetônicas

 O estudo da física foi dividido em seis ramos:


 Física moderna: compreende o estudo do desenvolvimento da
Física a partir do século XX, compreende a teoria da relatividade,
a teoria quântica e a teoria do caos.

 Sendo a forma arquitetônica um espaço construído e


utilizado, não é admitido de uma maneira geral qualquer
tipo de movimento por parte da forma construída(da
estrutura), ou seja, as formas arquitetônicas devem
estar paradas, estáticas.
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ESTABILIDADE DAS CONSTRUÇÕES


1. Introdução a Estabilidade das Construções
1.2. Estabilidade das Formas Arquitetônicas

 A condição de movimento das formas arquitetônicas está


fundamentada no estudo da Mecânica (o ramo da Física que
estuda fenômenos relacionados com movimento dos corpos).

 A parte da mecânica que estuda as condições de


movimento dos corpos rígidos sob ação das forças é
chamada de mecânica dos corpos rígidos que é
dividida em estática e dinâmica.
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ESTABILIDADE DAS CONSTRUÇÕES


1. Introdução a Estabilidade das Construções
1.2. Estabilidade das Formas Arquitetônicas

 A Estática estuda as condições de repouso dos corpos;

 A Dinâmica as condições de movimento;

 O estudo das condições de repouso das formas


arquitetônicas está fundamentada na Mecânica Estática
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ESTABILIDADE DAS CONSTRUÇÕES


1. Introdução a Estabilidade das Construções
1.3. Principios Básicos da Estática e da Mecânica

 Os conceitos básicos usados na mecânica são os de:

 Espaço;
 Tempo;
 Massa(peso) e;
 Força.

 Espaço: A posição de um ponto P pode ser definida por


três comprimentos, medidos a partir de um certo ponto de
referência ou de origem, segundo três direções dadas.
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ESTABILIDADE DAS CONSTRUÇÕES


1. Introdução a Estabilidade das Construções
1.3. Principios Básicos da Estática e da Mecânica

 Espaço:
 Esses comprimentos são conhecidos como as
coordenadas de P.
y
x=4 ; y=3 ; z=2
temos: P(4,3,2);
x P1(4,0,2);
P2(4,3,0);
P3(0,3,2)
z
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ESTABILIDADE DAS CONSTRUÇÕES


1. Introdução a Estabilidade das Construções
1.3. Principios Básicos da Estática e da Mecânica
 Massa:
 Se aplicamos uma força de 1 N a um determinado
corpo e nota-se que o corpo tem uma aceleração de
10 m/s²;
 Se a mesma força for aplicada em um outro corpo e
provocar uma aceleração de apenas 5 m/s², dizemos
que o segundo corpo é duas vezes mais maciço que o
primeiro.
 Logo a razão entre as massas de dois corpos é igual
ao inverso da razão entre as acelerações
provocadas nesses dois corpos pela mesma força
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ESTABILIDADE DAS CONSTRUÇÕES


1. Introdução a Estabilidade das Construções
1.3. Principios Básicos da Estática e da Mecânica
 Massa:
 Que resumindo é representado pela fórmula:
m2/m1=a1/a2.

 Foi estipulado escala de massa para diferentes corpos;

 Em seguida escolhido um determinado corpo para


servir de base para todos os outros corpos;

 Esse corpo foi denominado de corpo padrão e a ele


foi atribuído um valor unitário de massa, 1kg(SI).
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ESTABILIDADE DAS CONSTRUÇÕES


1. Introdução a Estabilidade das Construções
1.3. Principios Básicos da Estática e da Mecânica
 Massa:

 Mediante esse corpo padrão(1kg), faz-se uma


comparação direta das acelerações produzidas por
uma mesma força e então se determina a massa de
um outro corpo.

 Força:

 é a ação de um corpo sobre o outro, causando


deformação e/ou movimento.
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ESTABILIDADE DAS CONSTRUÇÕES


1. Introdução a Estabilidade das Construções
1.3. Principios Básicos da Estática e da Mecânica
 Força:

 A ação se manifesta por contato ou a distância – o


caso das forças gravitacionais - os pesos – que tem
sempre sentido vertical para baixo.

 Assim a força embora não tenha forma, não tenha


massa, nem cor, é um agente capaz de imprimir,
cessar ou desviar o movimento a um corpo, bem
como mudar a sua forma geométrica
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ESTABILIDADE DAS CONSTRUÇÕES


1. Introdução a Estabilidade das Construções
1.3. Principios Básicos da Estática e da Mecânica
 Força:

 Sendo as forças grandezas, elas podem ser medidas,


e a elas atribuída uma intensidade.

 Na Mecânica Clássica as grandezas com que se


trabalha são divididas em duas categorias:

Grandezas Escalares e Grandezas Vetoriais.


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ESTABILIDADE DAS CONSTRUÇÕES


1. Introdução a Estabilidade das Construções
1.3. Principios Básicos da Estática e da Mecânica
 Força:

 As grandezas Escalares: o valor numérico é o


suficiente para caracterizá-las;

 As grandezas Vetoriais: além do valor


numérico(intensidade) , são ainda caracterizados por
sua direção, sentido e ponto de aplicação..

 Na Mecânica Vetorial, a força é tratada como


concentrada(várias características).
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ESTABILIDADE DAS CONSTRUÇÕES


1. Introdução a Estabilidade das Construções
1.3. Principios Básicos da Estática e da Mecânica
 Força:

 A força é representado por um vetor e necessita para


sua definição da sua INTENSIDADE, DIREÇÃO,
SENTIDO, e do PONTO DE APLICAÇÃO.

 Unidade de força: no Sistema Internacional de


Unidades (SI) é o Newton (N), definido como a força
que imprime à massa de 1kg uma aceleração de 1
m/s².
 1N = (1kg) x (1m/s²)= 1k.m/s²
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ESTABILIDADE DAS CONSTRUÇÕES


1. Introdução a Estabilidade das Construções
1.3. Principios Básicos da Estática e da Mecânica
 Força:
 Para você entender de uma vez por todas:
 As forças representadas na fig. abaixo estão aplicadas em
pontos distintos, tem a mesma direção, sentidos opostos e
intensidades diferentes, sendo uma o dobro da outra.
P
8N

4N
P