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Aula 12

Edificações p/ TRF 2ª Região (Analista Judiciário - Engenharia Civil) Com videoaulas

Professor: Marcus Campiteli


Edificações TRF-2/2017
Teoria e Questões
Profs. Marcus V. Campiteli Aula 12

AULA 12: Esquadrias

SUMÁRIO PÁGINA

CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES 2

1. JANELAS 3

2. PORTA 6

3. ESQUADRIAS DE FERRO 9

4. ESQUADRIAS DE ALUMÍNIO 11

5. QUESTÕES COMENTADAS 13

6. LISTA DE QUESTÕES APRESENTADAS 30

7. GABARITO 36

Olá pessoal, nesta aula apresentamos o assunto Esquadrias,


tentando selecionar o máximo de informações na parte teórica para
tentar acertar o que será cobrado na prova de vocês.

De qualquer forma, sempre citamos a fonte, seja no próprio


texto, seja na bibliografia. Com isso, vocês podem recorrer a elas
para estudar mais detalhes.

Devido à pequena quantidade, apresento também questões de


outras bancas. Os comentários das questões da FCC são do professor
Paulo Affonso.

Bons estudos e bom foco !

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ESQUADRIAS

1 – Janelas

Janela é um conjunto composto por batente (marco) e folhas,


que controlam o fechamento de um vão à iluminação e á ventilação.
Classificam-se as janelas nos seguintes tipos:

- de correr: uma ou mais folhas móveis por translação


horizontal no seu plano;

Fonte: <http://portasdemadeira.net/janelas-de-correr-modelos-e-precos/>

- de guilhotina: uma ou mais folhas móveis por translação


vertical no seu plano;

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Fonte:<clarisportasejanelas.com.br>

- de abrir: uma ou duas folhas giratórias de eixo vertical ao


longo de uma extremidade da folha;

Fonte: <aprendaaconstruirereformar.blogspot.com>

- pivotante: folha móvel por rotação em torno de um eixo


vertical, não situado nas bordas da folha;

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Fonte: <http://www.portalconstruir.com.br>

- basculante: uma ou mais folhas móveis por rotação em


torno de um eixo horizontal qualquer, não situado nas bordas da
folha.

Fonte: <aprendaaconstruirereformar.blogspot.com>

- projetante e de tombar: folha móvel por projeção para o


exterior ou o interior do ambiente.

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Fonte: <http://www.arquitetandonanet.blogspot.com>

Poderão ser fabricadas em madeira, PVC, ferro ou alumínio.

2 – Porta

Conjunto funcional formado por batente (ou marco), alisar


(eventual, também denominado guarnição) e folha (na qual são
fixadas as ferragens).

O batente é o elemento fixo que guarnece o vão da parede


onde se prende a folha de porta, e que tem um rebaixo contra o qual
a folha de porta se fecha.

O marco pode ser confeccionado com madeira ou com chapa


dobrada de aço galvanizado. A folha é a parte móvel da porta (que se
abre e se fecha). O alisar (ou guarnição) é a peça fixada ao batente e
destinada a emoldurá-lo (para arremate junto da parede).

O sentido de abertura da folha é à direita ou à esquerda de


quem olha a porta do lado em que não aparecem as dobradiças (ou
seja, do lado oposto ao qual a folha se abre).

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A fabricação das folhas de porta poderá ser dos tipos:

- lisa: constituída de um núcleo e capeada nas duas faces;

- almofadada: confeccionada com madeira maciça, com


duplo rebaixo;

- calha ou mexicana: feita com sarrafos do tipo macho-e-


fêmea, presos por meio de travessas respectivamente sobrepostas ou
embutidas, tarugadas ou parafusadas.

O núcleo de portas e elementos afins será, dentre outros, dos


seguintes tipos:

- núcleo semi-oco, de colmeia de papel Kraft: terá de ser


utilizado em portas não sujeitas à umidade;

- núcleo de raspas de madeira selecionada, aglutinadas com


cola sintética à base de ureia-formol, secas em estufa. Deverá ser
usado em portas não sujeitas a molhaduras constantes;

- núcleo de sarrafos, compensados, aglutinados com cola à


prova de água. Poderá de ser utilizado em portas instaladas em locais
sujeitos a molhaduras constantes;

- núcleo de lâminas, compensadas. Será aplicado em portas e


elementos afins instalados em locais não sujeitos a molhaduras
constantes.

a) Instalação:

A alvenaria deve estar concluída, com vãos prontos para o


recebimento dos batentes (faces planas e aprumadas e vão com 10
mm a 15 mm de folga de cada lado, medido da face externa do
batente, para o encaixe do batente montado). Este pode ser fixado
por meio de grapas ou por parafusos com bucha de náilon.

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Em se tratando de fixação do batente por parafusos em blocos


cerâmicos vazados, os que estiverem posicionados na altura em que
será parafusado o batente têm de estar preenchidos com argamassa.

No caso de fixação com espuma de poliuretano, os blocos


precisam estar chapiscados.

Os níveis finais do piso acabado necessitam estar definidos. Os


batentes de madeira, quando for o caso, devem estar montados no
esquadro, travados com sarrafos e com os furos abertos para os
parafusos de sua fixação.

Pode-se fixar as ombreiras com cunhas de madeira


pressionadas contra as faces da alvenaria do vão para travar o
conjunto, afastadas cerca de 10 cm dos pontos de fixação (por
parafusos ou espuma).

Fonte: <http://www.fazfacil.com.br>

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No caso de batente lixado com parafusos, assentá-lo na


alvenaria utilizando furadeira, broca, parafusos e buchas e, no caso
de batente de madeira, colar, após a fixação as cavilhas nos furos de
parafuso de fixação com cola branca, cortando-as rentes à face do
batente com utilização de formão.

Logo após a fixação, preencher o vão entre o batente e a


parede (chumbar) com argamassa de areia e cimento. No caso de
batente ou conjunto porta pronta fixados com espuma de poliuretano,
é preciso aplicar a espuma em uma faixa de 25 cm, em três pontos
de cada ombreira, sendo um próximo ao pé, outro ao centro e o
terceiro junto da travessa. Transcorridas 24 h, retirar o excedente de
espuma endurecida com um estilete.

Fonte: <http://www.fazfacil.com.br>

3 – Esquadrias de Ferro

Todos os perfis laminados (cantoneiras) e chapas dobradas a


serem utilizados nos serviços de serralheria terão de apresentar
dimensões compatíveis com o vão e com a função da esquadria, de

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modo a constituírem peças suficientemente rígidas, não sendo


permitida a execução de emendas intermediárias para a
obtenção de perfis com maior comprimento.

A fixação de esquadrias em alvenaria será feita com grapas, de


ferro chato bipartido tipo cauda de andorinha ou com parafusos
apropriados, fixados com buchas plásticas expansíveis. As grapas
serão solidamente chumbadas com argamassa de cimento e areia no
traço 1:3, distantes entre si não mais que 60 cm e em número
mínimo de duas unidades por montante.

Fonte: <http://www.fazfacil.com.br>

Eventuais vãos formados entre os montantes contíguos de duas


peças de caixilharia justapostas, e entre os montantes perimetrais do
conjunto e o concreto ou a alvenaria aparentes deverão ser
integralmente calafetados com massa plástica à base de
silicone, assegurando total estanqueidade ao conjunto contra a
infiltração de água pluvial.

Nas esquadrias com folhas de correr, as guias deverão


obrigatoriamente ser executadas em latão e, no montante horizontal
de suporte das folhas, o fechamento interno, desmontável, para
permitira lubrificação e manutenção geral das roldanas.

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4 – Esquadrias de Alumínio

A maioria dos metais, quando expostos ao meio ambiente, sofre


um processo de oxidação. Esse processo, vulgarmente denominado
de corrosão, que pode atingir diversos graus de severidade,
transforma a superfície do metal, modificando o seu aspecto e as
suas propriedades mecânicas.

A anodização é um excelente meio de proteger o alumínio, mas


para obter resultados satisfatórios deverão ser utilizadas ligas de
alumínio que tenham sido produzidas por controles rigorosos e que,
consequentemente, assegurem um tratamento superficial eficaz.

A camada anódica formada eletroliticamente sobre a superfície


do alumínio, denominada anodização, assegura uma proteção
eficiente desse metal contra as intempéries, conferindo-lhe
paralelamente aspecto uniforme e mais estético.

A espessura da camada anódica é função da agressividade da


atmosfera da região. Assim sendo, a escolha da classe de espessura
terá de obedecer aos seguintes critérios:

- classe de 25 micrometros: para combinação de atmosferas


marítima e industrial severa;

- classe de 15 micrometros: para atmosfera marítima ou


industrial bastante severa ou ainda atmosfera de regiões
medianamente industriais (urbanas) não muito próximas do mar;

- classe de 10 micrometros: para atmosfera de região rural,


praticamente sem poluição industrial ou marítima, ou atmosfera
urbana moderada longe do mar;

- classe de 8 micrometros: para atmosfera rural, em clima seco


c quente, ou ambientes interiores ligeiramente úmidos.

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Nas esquadrias de alumínio em geral, encontram utilização três


tipos de guarnição:

- guarnições para vidros: colocadas entre o perfil de alumínio


e o vidro, asseguram a hermeticidade ao ar e à água; mantém o
vidro isolado do metal, impedindo dessa forma a transmissão de
ruídos e vibrações; preenchem o espaço vazio entre alumínio e vidro,
possibilitando a utilização de diferentes espessuras de vidros nas
cavidades-padrão de perfis de alumínio;

- guarnições de encosto: aplicadas entre o quadro fixo e o


quadro móvel (folha), asseguram a hermeticidade ao ar e á água,
proporcionando ainda atenuação acústica; essas guarnições corrigem
e melhoram os acoplamentos que os perfis, pelas próprias
características construtivas e dos mesmos materiais, não poderiam
garantir;

- guarnições de estanqueidade: aplicadas entre quadros


fixos e concreto, são inseridas para evitar passagem do ar e da água,
e cobrir ou vedar espaços (de tolerâncias de fabricação) entre
esquadrias e o contramarco e o vão de concreto.

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5 – QUESTÕES COMENTADAS

1) (18 – CGU/2008 – ESAF) Considerando-se a


especificação e a execução do serviço referente à fixação de
portais, é correto afirmar que:

a) para a fixação de porta pronta, utiliza-se o poliestireno


expandido.

Fonte: <http://anuario.piniweb.com.br/construcao-servicos/2012/porta-pronta-aumento-da-
produtividade-e-melhoria-da-qualidade-253686-1.asp>

O sistema de porta pronta é vendido em kits com batentes,


guarnições, dobradiças e fechadura. Agiliza a instalação e reduz a
mão de obra e a geração de resíduos.
Para aproveitar os benefícios, o uso deve constar dos projetos
de arquitetura e vedações, com detalhes como espessura da parede,
dimensões da porta, tipo de marco, de folha e acabamento e o
processo de instalação dos marcos (parafusos e buchas ou
poliuretano expandido).
O sistema deve ser montado na fase final da obra, quando
pisos, soleiras, forros e tetos já estiverem concluídos e as esquadrias
externas, já com os vidros, estiverem instaladas. O ideal é que a
pintura nas paredes esteja com, no mínimo, uma demão de tinta ou
com revestimento final. O local de instalação deve estar limpo e sem
resíduos da obra.
Para a fixação, retira-se a embalagem e encaixa-se o kit no vão
da parede, fixando-o com duas cunhas de madeira na parte
superior. Em seguida, confira esquadro, prumo e nível da porta e
seu funcionamento (abrir e fechar), utilizando mais cunhas nas
laterais para o ajuste final. Após a conferência, trave a porta e

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coloque o espaçador para garantir a folga da porta com o marco


(batente).

Gabarito: Errada

b) para o acabamento entre a alvenaria e o portal, utilizam-se


batentes de madeira de lei.

Para o acabamento entre a alvenaria e o portal adota-se o


alizar (ou guarnição), que é uma peça fixada ao batente e destinada
a emoldurá-lo (para arremate junto da parede).
De acordo com a norma NBR 8037, o alizar é uma régua ou
sarrafo que se usa para cobrir a junta presente entre a parede e o
marco, emoldurando o vão. O alizar também é conhecido por
guarnição, cercadura, cobre-junta ou mata-junta.

Gabarito: Errada

c) no uso de dry-wall, a fixação dos portais é realizada


diretamente nas chapas de gesso acartonado.
Fonte: <http://www.drywall.org.br/index1.php/7/parede>

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A parede drywall é constituída por uma estrutura de perfis de


aço galvanizado na qual são parafusadas, em ambos os lados, chapas
de gesso para drywall.

Fonte: < http://www.dm2.com.br/pdf/manual_batente_drywall.pdf>

De acordo com os fabricantes de dry-wall, qualquer porta acima


de 25kg deve receber um reforço estrutural no montante com a
finalidade de receber a carga excedente. A não estruturação poderá
ocasionar no desprendimento do conjunto e seu mal funcionamento.
Portanto, a fixação dos portais não se realiza diretamente nas
chapas de gesso acartonado, pois antes precisa da instalação de um
reforço estrutural.

Gabarito: Errada

d) na fixação com parafusos, fura-se o portal com broca de


vídea de 8 mm de diâmetro em dois pontos escolhidos da sua
altura.

O erro está na utilização de broca de vídea para perfuração de


portal, pois este tipo de broca destina-se à perfuração de concreto.
Gabarito: Errada

e) na especificação para a compra de portais, recomenda-se


que a sua umidade, no ato de entrega, não ultrapasse 18%.

De acordo com Walid Yazigi (2009), os batentes não devem


apresentar defeitos visuais sistemáticos, tais como desvios
dimensionais além dos limites tolerados, rebaixos das ombreiras
(partes verticais) e da travessa (parte horizontal) desnivelados,
rachaduras, nós, bolsas de resina, encurvamento superior a 3 mm,

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arqueamento superior a 5 mm, lascamento de cantos ou alteração da


espécie da madeira especificada. Além disso, no ato da entrega, a
umidade da madeira não poderá na média ser superior a 18%.
Gabarito: E

2) (39 – PMSP/2008 II – FCC) Considere as figuras.

Representam, respectivamente, esquadrias do tipo

(A) de correr, sanfona, guilhotina, maxim-air e pivotante.

(B) guilhotina, maxim-air, de correr, pivotante e basculante.

(C) de correr, maxim-air, guilhotina, pivotante e basculante.

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(D) guilhotina, sanfona, de correr, pivotante e basculante.

(E) comum, maxim-air, deslizante, de giro e de tombo.

Comentários:

Tal qual demonstrado em aula, as figuradas aqui apresentadas


representam as seguintes esquadrias do tipo janela:

I de guilhotina: uma ou mais folhas móveis por translação


vertical no seu plano;

II projetante e de tombar: folha móvel por projeção para o


exterior ou o interior do ambiente.

Observação: A NBR 10.821 (Caixilhos para edificação – Janelas), faz


expressa menção a este tipo, em especial no subitem 4.5.1.2, como
“projetante-deslizante (maxim-ar)”.

III de correr: uma ou mais folhas móveis por translação


horizontal no seu plano;

IV pivotante: folha móvel por rotação em torno de um eixo


vertical, não situado nas bordas da folha;

V basculante: uma ou mais folhas móveis por rotação em torno


de um eixo horizontal qualquer, não situado nas bordas da folha.

Gabarito: B

3) (34 – TJ SE/2009 – FCC) Nos projetos de arquitetura, a


figura abaixo representa caixilho tipo

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(A) guilhotina.

(B) correr.

(C) abrir − folha simples.

(D) basculante.

(E) pivotante vertical.

Comentários:

A seguir, as representações gráficas adotadas para caixilhos


pivotantes horizontais (à esquerda) e verticais (à direita):

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Gabarito: E

4) (21 – TRE PB/2007 – FCC) Considere a janela


representada abaixo.

Ela é do tipo

(A) guilhotina.

(B) projetante.

(C) pivotante horizontal.

(D) pivotante vertical.

(E) correr.

Comentários:

A seguir, as representações gráficas adotadas para caixilhos de corre


(à esquerda) e de abrir (à direita):

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Gabarito: E

5) (34 – Metrô/2009 G07 – FCC) Uma solução utilizada no


projeto de esquadrias metálicas é a adoção do sistema
unitizado, onde a coluna é dividida em duas partes, formando
módulos que apresentam a vantagem de

(A) facilitar a entrada de água pelas deformações de perfis


decorrentes da pressão exercida pelo vento.

(B) possibilitar a usinagem das junções complexas de forma


direta e artesanal.

(C) ter o vidro colado com silicone estrutural na própria


estrutura da esquadria.

(D) promover melhor performance nas montagens de vidros


simples sobre a de vidros duplos, em qualquer faixa de
frequência de ruído.

(E) utilização de fios de polipropileno, garantindo grau de


compressão exclusivo na faixa recomendada situada entre
20% e 25% de performance.

Comentários:

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A Revista FINESTRA, em artigo publicado em Edição 41 – Maio/2005,


discorre sobre o sistema unitizado:

A mais recente evolução dos sistemas de fachada são os módulos


unitizados, que chegaram ao país no final da década de 1990.
Segundo Antônio B. Cardoso, consultor da AC&D Consultoria em
Alumínio, o conceito foi desenvolvido por projetistas norte-
americanos, consistindo, basicamente, em unir os vários elementos -
gaxetas, borrachas, acessórios e vidros - em um módulo produzido
na fábrica.

No sistema unitizado, a coluna é dividida em duas partes e,


consequentemente, a esquadria configura-se em módulos. “A
vantagem é que o vidro é colado com silicone estrutural na
própria estrutura da esquadria, gerando, automaticamente, dois
ganhos de custo: no volume de alumínio utilizado e na mão de obra
necessária, pois é dispensada a etapa de requadração, que
corresponde ao recebimento do vidro colado”, afirma Cardoso. O
processo de instalação também diferencia este sistema: a montagem
dos módulos é feita pelo lado interno do edifício.

Vidros sem caixilhos e sem silicone estrutural para fixação podem


compor uma elevação extremamente transparente e esteticamente
leve, com a utilização do sistema de fachada suspensa. Este tem
como conceito básico o mecanismo de fixação, que cumpre o papel
de sustentar pontualmente os painéis de vidro e transmitir as
solicitações de peso próprio e de cargas de vento à estrutura
portante. O envidraçamento estrutural utiliza vidro parafusado
suspenso e fixado por aranhas e rótulas, que podem ter uma, duas,
três ou quatro hastes, fixadas a uma estrutura portante. A rótula é
um dispositivo especial que permite a livre flexão do vidro, quando
submetido a cargas de vento. Os elementos de fixação dos vidros

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podem ser sustentados por diversos tipos de estrutura metálica de


perfis tubulares a levíssimos cabos de aço. Ou então elementos
verticais de vidro laminado, que fazem o sistema de
contraventamento.

Gabarito: C

6) (53 – TRF2/2012 – FCC) Para a instalação de esquadrias,


a fixação de marcos em madeira, de portas ou de janelas,
pode ser feita com tacos de madeira tratada ou naturalmente
resistente à umidade, previamente embutidos na alvenaria. Já
para esquadrias de aço, a instalação pode seguir
procedimentos distintos, tais como:

I. quando o quadro da esquadria for composto por chapas


dobradas na forma de "U", faz-se o preenchimento da
concavidade da chapa com pasta de cimento.

II. por meio de grapas (forma de "rabo de andorinha")


coladas na alvenaria.

III. com espuma de poliuretano, que se expande após


aplicação mediante reação com a umidade e o oxigênio do ar.

IV. com parafusos e buchas de náilon.

É correto o que consta em

(A) I, II, III e IV.


(B) II e IV, apenas.
(C) I e II, apenas.
(D) I e III, apenas.
(E) III e IV, apenas.

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Comentários:

No tocante à instalação de esquadrias metálicas, YAZIGI ensina o


seguinte:

“A instalação das peças de serralheria deverá ser feita com o rigor


necessário ao perfeito funcionamento de todos os seus componentes,
com alinhamento, nível e prumo exatos, e com os cuidados
necessários para que não sofram tipo algum de avaria ou torção
quando parafusadas aos elementos de fixação. Todos os perfis
laminados (cantoneiras) e chapas dobradas a serem utilizados nos
serviços de serralheria terão de apresentar dimensões compatíveis
com o vão e com a função da esquadria, de modo a constituírem
peças suficientemente rígidas, não sendo permitida a execução de
emendas intermediárias para a obtenção de perfis com maior
comprimento. As grades, gradis, portões e demais peças de grandes
dimensões precisam ser dotadas das travessas, mãos-francesas e
tirantes que se fizerem necessários para garantir perfeita rigidez e
estabilidade ao conjunto. As folgas perimetrais das partes móveis
terão de ser mínimas, apenas o suficiente para que as peças não
trabalhem sob atrito, e absolutamente uniformes em todo o conjunto.
As ferragens a serem utilizadas deverão apresentar padrão de qual
idade idêntico ao das especificadas para esquadrias de madeira,
inclusive dobradiças. A fixação de esquadrias em alvenaria será
feita com grapas de ferro chato bipartido tipo cauda de
andorinha ou com parafusos apropriados, fixados com buchas
plásticas expansíveis. As grapas serão solidamente chumbadas
com argamassa de cimento e areia no traço 1:3, distantes entre si
não mais que 60 cm e em número mínimo de duas unidades por
montante. A fixação em concreto terá de ser feita, como acima
mencionado, com parafusos apropriados, fixados com buchas

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plásticas expansíveis. Eventuais vãos formados entre os montantes


contíguos de duas peças de caixilharia justapostas, e entre os
montantes perimetrais do conjunto e o concreto ou a alvenaria
aparentes deverão ser integralmente calafetados com massa plástica
à base de silicone, assegurando total estanqueidade ao conjunto
contra a infiltração de água pluvial.

Gabarito: E

7) (54 – TJ PI/2009 – FCC) Considere.

I. Fixação da esquadria no contramarco.

II. Arremate da esquadria.

III. Pintura final da parede.

IV. Chumbamento do contramarco e acabamento da alvenaria.

V. Locação do vão da esquadria.

VI. Determinação do vão.

VII. Preparação e acabamento do vão.

VIII. Posicionamento do contramarco no vão.

Na instalação de uma esquadria de alumínio, os passos a


serem seguidos, respectivamente, são:

(A) V, VI, VII, VIII, IV, I, II e III.

(B) VI, V, VII, VIII, IV, I, II e III.

(C) VI, V, VII, VIII, IV, I, III e II.

(D) V, VI, VIII, VII, IV, I, III e II.

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(E) VI, V, VIII, VII, I, IV, III e II.

Comentários:

A consulta ao projeto de arquitetura, a fim de verificar a


determinação dos vãos de esquadrias, por certo, é o primeiro a ser
adotado.

A locação desses vão, em seguida, é medida condicionante para o


início da execução da alvenaria.

Quanto ao método executivo da instalação das esquadrias de


alumínio em si, YAZIGI considera o seguinte:

“11.4.14.3 - MÉTODO EXECUTIVO

11.4.14.3.1 - MEDIÇÃO DO VÃO

a) Condições pura inicio dos serviços:

Definição dos tipos de esquadria;


Definição dos tipos de revestimento/acabamento da alvenaria;
Definição do fechamento da esquadria (faceamento interno, central
ou externo);
Prumada, nível e taliscas fixadas e executados para cada vão;
Região de execução do serviço limpa e em condições de segurança.

b) Execução dos serviços:

Medir o vão na horizontal (superior, centro e inferior), na vertical


(esquerda, centro e direita) e as diagonais (para verificação do
esquadro);
Conferir folga para o chumbamento;

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Verificar a linha de prumo, o nível com as taliscas (se estão fixas na


posição correta);
Conferir a existência de interferência da alvenaria que possa
prejudicar a instalação da esquadria ou do arremate;
Executar esse procedimento em quantidade de vãos suficiente para
uma amostragem segura a fim de unificaras dimensões;
Obter a aprovação das dimensões pelo engenheiro da obra.

Í 1.4.14.3.2 - CHUMBAMENTO DO CONTRAMARCO

a) Condição para inicio dos serviços:

Faceamento da esquadria definido (faceamento interno, central ou


externo);
Prumada, nível e taliscas de revestimento fixadas e
executados para cada vão;
Tipos, dimensões e quantidades de contramarcos conferidos e
distribuídos nos locais de uso;
Sequência de instalação definida pelo engenheiro da obra;
Região de execução do serviço limpa e em condições de segurança.

b) Execução dos serviços:

Colocar as grapas no contramarco (100 mm das extremidades e


passo de 450 mm a 500 mm);
Prender as réguas ou gabaritos no contramarco;
Furar a viga, as laterais e a verga para fixar as barras de aço nos
locais correspondentes às grapas do contramarco;

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Posicionar o contramarco no vão e'"estroncar" com sarrafos e as


cunhas de madeira (verificar a posição interna/externa e
superior/inferior);
Conferir o prumo, o nível e a profundidade em relação à talisca:
Conferir o esquadro do contramarco pelas dimensões das diagonais
(tolerância ± 2min):
Soldar as grapas:
Chumbar o contramarco logo após soldar as grapas (não permitir
empenamentos e torções):
Verificar se o chumbamento preencheu por completo o corpo do
contramarco e se não houve deslocamento de prumo, nível e
esquadro;
Orientar para que, na requadração, sejam seguidas as referências
corretas para o revestimento da alvenaria e não afunile o vão.”

Uma vez fixada a esquadria, os procedimentos de pintura final da


parede e arremates da esquadria, são os mesmos atribuídos às
esquadrias metálicas comuns, também descritos por YAZIGI:

“Devem ser instaladas as folhas de correr somente após o término do


revestimento interno e de fachada. As peças de arremate interno têm
de ser colocadas antes da última demão de pintura.”

Gabarito: C

8) (79 – SEGER-ES/2011 - Cespe) Em uma folha de alumínio


de abrir (porta ou janela), a instalação de vidro deve ser feita
de forma a garantir o contato direto entre o vidro e o alumínio.

De acordo com Walid Yazigi (2009), nas esquadrias de alumínio


em geral, encontram utilização três tipos de guarnição:

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- guarnições para vidros: colocadas entre o perfil de


alumínio e o vidro, asseguram a hermeticidade ao ar e à água;
mantém o vidro isolado do metal, impedindo dessa forma a
transmissão de ruídos e vibrações; preenchem o espaço vazio
entre alumínio e vidro, possibilitando a utilização de diferentes
espessuras de vidros nas cavidades-padrão de perfis de alumínio;

- guarnições de encosto: aplicadas entre o quadro fixo e o


quadro móvel (folha), asseguram a hermeticidade ao ar e á água,
proporcionando ainda atenuação acústica; essas guarnições corrigem
e melhoram os acoplamentos que os perfis, pelas próprias
características construtivas e dos mesmos materiais, não poderiam
garantir;

- guarnições de estanqueidade: aplicadas entre quadros fixos e


concreto, são inseridas para evitar passagem do ar e da água, e
cobrir ou vedar espaços (de tolerâncias de fabricação) entre
esquadrias e o contramarco e o vão de concreto.

Portanto, conforme negritado, as guarnições para vidro


destinam-se, entre outras finalidades, a manter o vidro isolado do
metal, de forma a imperdir a transmissão de ruídos e vibrações ao
vidro.

Gabarito: Errada

Acerca de esquadrias, julgue os itens subsequentes.

9) 98 - Entre os materiais que podem ser utilizados para a


fixação de batentes das portas de madeira nos vãos da
alvenaria, incluem-se a espuma de poliuretano.

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Exato, e, segundo Walid Yazigi (2009), no caso de fixação com


espuma de poliuretano, os blocos precisam estar chapiscados.
Para a fixação do batente ou conjunto porta pronta fixados com
espuma de poliuretano, é preciso aplicar a espuma em uma faixa de
25 cm, em três pontos de cada ombreira, sendo um próximo ao pé,
outro ao centro e o terceiro junto da travessa. Transcorridas 24 h,
retirar o excedente de espuma endurecida com um estilete.

Gabarito: Correta

10) 99 - As esquadrias de alumínio anodizado, em relação às


esquadrias de ferro, apresentam diversas vantagens, tais
como leveza, durabilidade e excelente acabamento.

Conforme listado por Walid Yazigi (2009), importantes razões


justificam o uso de esquadrias de alumínio anodizado:

- economia: dispensam lixamento, pintura, conservação


periódica e outros custos (as esquadrias padronizadas, de baixo
custo, possibilitam que um material nobre como o alumínio seja
utilizável em obras populares);

- leveza: as ligas metálicas de alumínio são resistentes e de


baixo peso específico, proporcionando que a esquadria confeccionada
com alumínio seja 2,9 vezes mais leve que a com aço. As esquadrias
feitas com alumínio são fáceis de assentar, transportáveis a baixo
custo e aliviam a carga permanente da edificação (o que possibilita
economia na sua estrutura);

- durabilidade: as esquadrias de alumínio anodizado são imunes


à ação do tempo, tendo durabilidade quase ilimitada. Essa
propriedade é particularmente importante nas regiões litorâneas, nas

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regiões industriais e grandes centros urbanos, onde o ar atmosférico


é mais agressivo;

- perfeição de acabamento: a maleabilidade do alumínio


permite que todos os detalhes que valorizam a obra possam ser
executados com perfeição. O alumínio também é indeformável, de
modo que as esquadrias não ficam sujeitas a rachaduras,
empenamentos e variações de volume;

- estética: o alumínio permite a produção de perfis com formas


capazes de assegurar excelentes efeitos visuais.

Gabarito: Correta

11) 100 - Uma das desvantagens da utilização de esquadrias


de PVC consiste no fato de, em caso de incêndio, esse material
ser propagador de chamas.

Pessoal, o PVC utilizado nas esquadrias é do tipo auto-


extinguível, ou seja, não propaga as chamas.

Gabarito: Errada

12) (143 – Câmara dos Deputados/2012 – Cespe) Define-se


sistema de porta pronta como o kit com batentes, guarnições,
dobradiças e fechadura. Os marcos são instalados por meio de
parafusos e buchas ou poliuretano expandido.

Fonte: < http://anuario.piniweb.com.br/construcao-servicos/2012/porta-pronta-aumento-da-


produtividade-e-melhoria-da-qualidade-253686-1.asp>

O sistema de porta pronta é vendido em kits com


batentes, guarnições, dobradiças e fechadura. Agiliza a

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instalação e reduz a mão de obra e a geração de resíduos. Para


aproveitar os benefícios, o uso deve constar dos projetos de
arquitetura e vedações, com detalhes como espessura da parede,
dimensões da porta, tipo de marco, de folha e acabamento e o
processo de instalação dos marcos (parafusos e buchas ou
poliuretano expandido).

Gabarito: Correta

6 – LISTA DE QUESTÕES APRESENTADAS NESTA AULA

1) (18 – CGU/2008 – ESAF) Considerando-se a


especificação e a execução do serviço referente à fixação de
portais, é correto afirmar que:

a) para a fixação de porta pronta, utiliza-se o poliestireno


expandido.
b) para o acabamento entre a alvenaria e o portal, utilizam-se
batentes de madeira de lei.
c) no uso de dry-wall, a fixação dos portais é realizada
diretamente nas chapas de gesso acartonado.
d) na fixação com parafusos, fura-se o portal com broca de
vídea de 8 mm de diâmetro em dois pontos escolhidos da sua
altura.
e) na especificação para a compra de portais, recomenda-se
que a sua umidade, no ato de entrega, não ultrapasse 18%.

2) (39 – PMSP/2008 II – FCC) Considere as figuras.

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Representam, respectivamente, esquadrias do tipo

(A) de correr, sanfona, guilhotina, maxim-air e pivotante.

(B) guilhotina, maxim-air, de correr, pivotante e basculante.

(C) de correr, maxim-air, guilhotina, pivotante e basculante.

(D) guilhotina, sanfona, de correr, pivotante e basculante.

(E) comum, maxim-air, deslizante, de giro e de tombo.

3) (34 – TJ SE/2009 – FCC) Nos projetos de arquitetura, a


figura abaixo representa caixilho tipo

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(A) guilhotina.

(B) correr.

(C) abrir − folha simples.

(D) basculante.

(E) pivotante vertical.

4) (21 – TRE PB/2007 – FCC) Considere a janela


representada abaixo.

Ela é do tipo

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(A) guilhotina.

(B) projetante.

(C) pivotante horizontal.

(D) pivotante vertical.

(E) correr.

5) (34 – Metrô/2009 G07 – FCC) Uma solução utilizada no


projeto de esquadrias metálicas é a adoção do sistema
unitizado, onde a coluna é dividida em duas partes, formando
módulos que apresentam a vantagem de

(A) facilitar a entrada de água pelas deformações de perfis


decorrentes da pressão exercida pelo vento.

(B) possibilitar a usinagem das junções complexas de forma


direta e artesanal.

(C) ter o vidro colado com silicone estrutural na própria


estrutura da esquadria.

(D) promover melhor performance nas montagens de vidros


simples sobre a de vidros duplos, em qualquer faixa de
frequência de ruído.

(E) utilização de fios de polipropileno, garantindo grau de


compressão exclusivo na faixa recomendada situada entre
20% e 25% de performance.

6) (53 – TRF2/2012 – FCC) Para a instalação de esquadrias,


a fixação de marcos em madeira, de portas ou de janelas,

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pode ser feita com tacos de madeira tratada ou naturalmente


resistente à umidade, previamente embutidos na alvenaria. Já
para esquadrias de aço, a instalação pode seguir
procedimentos distintos, tais como:

I. quando o quadro da esquadria for composto por chapas


dobradas na forma de "U", faz-se o preenchimento da
concavidade da chapa com pasta de cimento.

II. por meio de grapas (forma de "rabo de andorinha")


coladas na alvenaria.

III. com espuma de poliuretano, que se expande após


aplicação mediante reação com a umidade e o oxigênio do ar.

IV. com parafusos e buchas de náilon.

É correto o que consta em

(A) I, II, III e IV.


(B) II e IV, apenas.
(C) I e II, apenas.
(D) I e III, apenas.
(E) III e IV, apenas.

7) (54 – TJ PI/2009 – FCC) Considere.

I. Fixação da esquadria no contramarco.

II. Arremate da esquadria.

III. Pintura final da parede.

IV. Chumbamento do contramarco e acabamento da alvenaria.

V. Locação do vão da esquadria.

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VI. Determinação do vão.

VII. Preparação e acabamento do vão.

VIII. Posicionamento do contramarco no vão.

Na instalação de uma esquadria de alumínio, os passos a


serem seguidos, respectivamente, são:

(A) V, VI, VII, VIII, IV, I, II e III.

(B) VI, V, VII, VIII, IV, I, II e III.

(C) VI, V, VII, VIII, IV, I, III e II.

(D) V, VI, VIII, VII, IV, I, III e II.

(E) VI, V, VIII, VII, I, IV, III e II.

8) (79 – SEGER-ES/2011) Em uma folha de alumínio de


abrir (porta ou janela), a instalação de vidro deve ser feita de
forma a garantir o contato direto entre o vidro e o alumínio.

Acerca de esquadrias, julgue os itens subsequentes.

9) 98 - Entre os materiais que podem ser utilizados para a


fixação de batentes das portas de madeira nos vãos da
alvenaria, incluem-se a espuma de poliuretano.

10) 99 - As esquadrias de alumínio anodizado, em relação às


esquadrias de ferro, apresentam diversas vantagens, tais
como leveza, durabilidade e excelente acabamento.

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11) 100 - Uma das desvantagens da utilização de esquadrias


de PVC consiste no fato de, em caso de incêndio, esse material
ser propagador de chamas.

12) (143 – Câmara dos Deputados/2012 – Cespe) Define-se


sistema de porta pronta como o kit com batentes, guarnições,
dobradiças e fechadura. Os marcos são instalados por meio de
parafusos e buchas ou poliuretano expandido.

7 - GABARITO

1) E 2) B 3) E 4) E

5) C 6) E 7) C 8) Errada

9) Correta 10) Correta 11) Errada 12) Correta

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