Você está na página 1de 4

Universidade do Sul de Santa Catarina – Unisul

Campus Virtual
Curso: Gestão Pública

Aluno: Wladimir de Lima Monte

Atividade de avaliação a distância (AD)


x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
x
Recife
2013
Universidade do Sul de Santa Catarina – Unisul
Campus Virtual

Curso: Gestão Pública

Atividade de avaliação a distância (AD)

Atividade de avaliação a distância (AD) ao Curso de Gestão


Pública (Tecnólogo) Universidade do Sul de Santa Catarina
Disciplina: Política e Planejamento Econômico.
Nome do aluno: Wladimir de Lima Monte
Data: 25 de setembro de 2013

Professor: Leandro Luís Darós

Recife
2013

2
1. Como nós vimos, as privatizações podem ser adotadas como uma estratégia de
política industrial. Recentemente nós, brasileiros, passamos por esse processo e
importantes estatais foram privatizadas. Qual sua opinião sobre essa estratégia?
Escolha uma empresa ou setor e selecione indicadores antes e após a privatização
para fundamentar sua resposta, entre 10 a 20 linhas. (5,0 pontos)

As privatizações adotadas como estratégias de política industrial foram


fundamentais e essenciais em prol de benefícios econômicos, sociais e
reestruturação tecnológica do Estado com infraestrutura. Na verdade quebrou-se o
monopólio de algumas estatais e a abertura da economia brasileira ao capital
internacional, antes ocupado exclusivamente por este, para que os setores privados
assumissem a prestação de serviços ao público, onde, optou-se por adotar políticas
fiscais fortes, restringindo os gastos, com o intuito de economizar e gerar superávits.
Cito a própria telefonia (setor de telecomunicações), que além dos avanços
tecnológicos, obtenção de novas receitas e o mercado brasileiro deu um saltou
tecnológico nesse setor, proporcionaram melhorias em todos os sentidos, é só
lembrar-se desse setor há 20 anos (telefone de ficha e de cartão). Além disso,
ocorreram abertura e expansão de novos mercados como o comércio eletrônico tais
como (compras e serviços solicitados por telefone e/ou internet, como passagens
aéreas, remédios, eletroeletrônico, entre outros), economizando-se tempo com
praticidade. O Estado foi modernizado, criando-se e gerando-se novos setores de
emprego, impulsionando a ação estatal para aspectos relevantes à sociedade, como
educação e saúde. Existem grupos que são e foram contra as privatizações, mas sem
dúvida, a privatização desse setor impulsionou o Brasil para novos mercados,
avanços e inovações tecnológicas. Contudo, foram criadas as primeiras Agências
Reguladoras, para assumir nova postura de “Estado Regulador”, atuante e
responsável pela fiscalização, legislação e planejamento, ou seja, não está nada sem
controle. Por fim, ainda vejo que as privatizações só trouxeram progresso e
desenvolvimento para o nosso País, embora não esteja ainda, no desejável, todavia
se estivessem nas mãos do governo estariam falidas, sucateadas, e os cidadãos
pagando um alto preço, pela incompetência e falta de gestão gerencial do Estado,
que só sabe estabelecer impostos.

2. O Brasil é reconhecido internacionalmente por processos de Orçamento


Participativo para elaboração da Lei Orçamentária Anual. Na teoria, as metodologias
de Planejamento Público Local são muito semelhantes às de Orçamento Participativo.
Mas, na prática, os resultados podem ser bem diferentes. Faça uma pesquisa na
3
internet, identifique cidades que realizam o Orçamento Participativo no Brasil e
comente sobre os resultados encontrados, entre 10 a 20 linhas. (5,0 pontos)

O orçamento participativo (OP) é um importante instrumento de


complementação da democracia representativa, cuja finalidade é o emprego dos
recursos públicos de forma eficiente e eficaz de acordo com os interesses da
sociedade, pois permite que o cidadão discuta e defina junto com os governantes as
prioridades de investimentos, obras e serviços a serem realizados pela cidade. Esses
recursos do orçamento estimula o cidadão a exercer seu direito de cidadania, se
comprometendo com o bem público e se envolvendo com as ações do governo sobre
a gestão de sua cidade. No Brasil, a adoção de programas de OP no Brasil foi
inicialmente movida pelo sucesso eleitoral e pela disciplina interna do Partido dos
Trabalhadores (PT), que resultou no fato de que todos os grandes municípios
administrados pelo PT acabassem adotando o programa. Cabe ressaltar que, essa
ferramenta originou-se na cidade de Porto Alegre e foi aderida por outras grandes
cidades brasileiras, onde podemos destacar Belo Horizonte, Guarulhos, Recife, e hoje
estendida pela maioria cidades. Um grande resultado originado pela influência direta
da população no planejamento governamental é que os empreendedores de políticas
públicas produzem os programas mais bem-sucedidos porque o futuro político dos
governos se vincula estreitamente ao sucesso desse programa específico, além de
orientar a Administração para que adote medidas que realmente atendam ao
interesse público e, ao mesmo tempo, possa exercer controle sobre a ação do
Estado, exigindo que o gestor público preste contas de sua gestão e atuação, ou seja,
com a ajuda da sociedade, será mais fácil controlar os gastos do Governo Federal,
Estadual, Municipal e Distrital em todo Brasil e garantir, assim, a correta aplicação
dos recursos públicos.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Livro Didático: Política e Planejamento Econômico - Palhoça UnisulVirtual 2013,
disciplina na modalidade a distância. Acesso do livro didático PDF, trabalhos
acadêmicos na Unisul: <http://aplicacoes.unisul.br/pergamum/pdf/tau_2012.pdf>
Acesso em 12 set 2013>
<Sites pesquisados: acessos em 12 e 13 set 2013>
<http://pt.wikipedia.org/wiki/Or%C3%A7amento_participativo>
<http://www.portaldatransparencia.gov.br/controleSocial/OrcamentoParticipativo.asp >
<http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0104-62762008000100003&script=sci_arttext>
4