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Curso de Mecânica Estatística

Curso de Mecânica Estatística segunda-feira, 30 de janeiro de 2012 curso de verão 2012 departamento de

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

curso de verão 2012 departamento de física - ufpe

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Curso de Mecânica Estatística segunda-feira, 30 de janeiro de 2012 curso de verão 2012 departamento de
Curso de Mecânica Estatística segunda-feira, 30 de janeiro de 2012 curso de verão 2012 departamento de

Programa

Programa

1. Por que e para que saber Mecânica Estatística.

2. Um pouco sobre Termodinâmica de equilíbrio

Conceitos básicos.

Equação de Estado. Exemplos.

Leis da Termodinâmica. Equações Fundamentais.

Potenciais Termodinâmicos. Relações de Maxwell.

Funções Resposta. Estabilidade dos estados de equilíbrio.

3. Alguns conceitos de teoria das probabilidades

4. Os ensembles estatísticos e a função densidade de probabilidades

5. Os ensembles estatísticos clássicos: microcanônico, canônico e grão- canônico

6. Mecânica estatística para sistemas quânticos - o ensemble misto

7. Os sistemas de Férmions e os sistemas de Bósons

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Bibliografia e Avaliação

Bibliografia e Avaliação

Bibliografia:

Mario José de Oliveira, TERMODINÂMICA , EdUsp, (2005), Cap. 1-6 TERMODINÂMICA, EdUsp, (2005), Cap. 1-6

Complementar:

Callen, Herbert B. Thermodynamics and an Introduction to Themostatistics (2nd ed.). New York: John Wiley

Callen, Herbert B. Thermodynamics and an Introduction to Themostatistics (2nd ed.). New York: John Wiley & Sons, (1985), capílulos 1-7.

L. E. Reichl, A Modern Course of Statistical Mechanics, 2 Ed. J. Wiley & Sons

L.

E. Reichl, A Modern Course of Statistical Mechanics, 2 Ed. J. Wiley & Sons (1998),

capítulo 2, (2.A-2.G)

K. Huang, Statistical Mechanics, 2nd Ed. J. Wiley & Sons (1987), Capítulo 1.

K.

Huang, Statistical Mechanics, 2nd Ed. J. Wiley & Sons (1987), Capítulo 1.

Avaliação:

Exame com 3 questões (uma delas das listas) + questão bônus.Ed. J. Wiley & Sons (1987), Capítulo 1. Avaliação: Duas listas de exercícios: entregue em 1/2

Duas listas de exercícios:com 3 questões (uma delas das listas) + questão bônus. entregue em 1/2 para 8/2, com

entregue em 1/2 para 8/2, com 5 questões.das listas) + questão bônus. Duas listas de exercícios: entregue em 8/2 para 15/2, com 5

entregue em 8/2 para 15/2, com 5 questões.bônus. Duas listas de exercícios: entregue em 1/2 para 8/2, com 5 questões. segunda-feira, 30 de

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Por que e para que saber Mecânica Estatística

Por que e para que saber Mecânica Estatística

Entender e justificar a Termodinâmica(*)

Teoria fenomenológica universal para a matéria agregada (macroscópica) em equilíbrio térmico . universal para a matéria agregada (macroscópica) em equilíbrio térmico.

É uma decorrência das propriedades de simetria da natureza , i.e. de suas leis de conservação . simetria da natureza, i.e. de suas leis de conservação.

Por razões históricas: e.g. a máquina à vapor , seu impacto tecnológico e a teoria de Carnot . máquina à vapor, seu impacto tecnológico e a teoria de Carnot.

Teoria (fechada e robusta), de larga aplicação em várias escalas espaciais. Pode ser aplicada em vários (fechada e robusta), de larga aplicação em várias escalas espaciais. Pode ser aplicada em vários ramos das ciências e engenharias como máquinas, transições de fase, reações químicas, fenômenos de transporte etc.

(*) Termodinâmica [do grego,Θερ µ η =therme (calor) + υ vα µ ι ϛ =dynamis (potência)]:

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Por que e para que saber Mecânica Estatística

Por que e para que saber Mecânica Estatística

Os resultados são essenciais para outros campos da física e da química, da biologia e ciência de materiais.Por que e para que saber Mecânica Estatística introdução dos conceitos de calor, temperatura e entropia

introdução dos conceitos de calor, temperatura e entropia não presentes em qualquer outra teoria física, clássica ou quântica.física e da química, da biologia e ciência de materiais. Relaciona o mundo macro com o

Relaciona o mundo macro com o mundo microscópico. macro com o mundo microscópico.

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A máquina a vapor

A máquina a vapor Até a invenção da máquina a vapor praticamente só se dispunha de

Até a invenção da máquina a vapor praticamente só se dispunha de duas máquinas como fonte de energia na máquina a vapor praticamente só se dispunha de duas máquinas como fonte de energia na Europa: a roda hidráulica e o moinho de vento, que quando muito ofereciam 10 cavalos de energia.

O desenvolvimento da máquina a vapor deu um grande impulso na indústria têxtil que tem sido considerada um máquina a vapor deu um grande impulso na indústria têxtil que tem sido considerada um exemplo clássico de

têxtil que tem sido considerada um exemplo clássico de Máquina de vapor de Watt, que propiciou

Máquina de vapor de Watt, que propiciou o desenvolvimento de motores e máquinas cada vez mais modernas. Localizada no lobby do Higher Technical School of Industrial Engineering em Madri

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A máquina a vapor

A máquina a vapor Datas e Fatos Importantes : 1698 - Thomas Newcomen inventa uma máquina
A máquina a vapor Datas e Fatos Importantes : 1698 - Thomas Newcomen inventa uma máquina

Datas e Fatos Importantes:

1698 - Thomas Newcomen inventa uma máquina para drenar a água acumulada nas minas de carvão. Patenteada em 1705, foi a primeira máquina movida a vapor.

1765 - James Watt aperfeiçoa o modelo de Newcomen. Seu invento deflagra a revolução industrial e serve de base para a mecanização de toda a indústria. George Stephenson revoluciona os transportes com a invenção da locomotiva a vapor.

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Stephenson revoluciona os transportes com a invenção da locomotiva a vapor. segunda-feira, 30 de janeiro de

A máquina a vapor

A máquina a vapor Marshall Brain. "HowStuffWorks - Como funcionam os motores a vapor".
A máquina a vapor Marshall Brain. "HowStuffWorks - Como funcionam os motores a vapor".
A máquina a vapor Marshall Brain. "HowStuffWorks - Como funcionam os motores a vapor".

Marshall Brain. "HowStuffWorks - Como funcionam os motores a vapor".

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Máquina de Carnot

Máquina de Carnot

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Máquina de Carnot

Máquina de Carnot
Máquina de Carnot segunda-feira, 30 de janeiro de 2012 9

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Máquina de Carnot

Máquina de Carnot
Máquina de Carnot segunda-feira, 30 de janeiro de 2012 9

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Máquina de Carnot segunda-feira, 30 de janeiro de 2012 9
Nicolas Léonard Sadi Carnot (1796-1832)
Nicolas Léonard Sadi Carnot (1796-1832)

Engenheiro militar francês que teve grande papel na descoberta da segunda lei de termodinâmica. Em 1824, escreveu em sua monografia [1]:Nicolas Léonard Sadi Carnot (1796-1832) “ Every one knows that heat can produce motion. That it

Every one knows that heat can produce motion. That it possesses vast motive power no one can doubt, in these days when steam engine is everywhere so well known. The study of these engines is of great interest, their importance is enormous, their use is continually increasing and they seem destined to produce a great revolution in the civilized world.”

Acreditava que a eficiência da máquina a vapor poderia ajudar a França a ganhar as guerras napoleônicas (1803-1815). ganhar as guerras napoleônicas (1803-1815).

[1] Réflexions sur la puissance motrice du feu et sur les machines propres à développer cette puissance.

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Máquinas Térmicas

Máquinas Térmicas

Substância física = vapor d’águaMáquinas Térmicas Grandezas relevantes: pressão temperatura volume calor absorvido calor cedido trabalho realizado

Grandezas relevantes:Máquinas Térmicas Substância física = vapor d’água pressão temperatura volume calor absorvido calor cedido

pressãoSubstância física = vapor d’água Grandezas relevantes: temperatura volume calor absorvido calor cedido trabalho

temperaturafísica = vapor d’água Grandezas relevantes: pressão volume calor absorvido calor cedido trabalho realizado

volume= vapor d’água Grandezas relevantes: pressão temperatura calor absorvido calor cedido trabalho realizado Eficiência

calor absorvidod’água Grandezas relevantes: pressão temperatura volume calor cedido trabalho realizado Eficiência da máquina

calor cedidorelevantes: pressão temperatura volume calor absorvido trabalho realizado Eficiência da máquina térmica: η =

trabalho realizadopressão temperatura volume calor absorvido calor cedido Eficiência da máquina térmica: η = trabalho total

Eficiência da máquina térmica:

cedido trabalho realizado Eficiência da máquina térmica: η = trabalho total realizado calor absorvido ∆ W

η = trabalho total realizado calor absorvido

W tot

=

Q 12

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Máquinas Térmicas

Máquinas Térmicas

Substância física = vapor d’águaMáquinas Térmicas Grandezas relevantes: pressão temperatura volume calor absorvido calor cedido trabalho realizado

Grandezas relevantes:Máquinas Térmicas Substância física = vapor d’água pressão temperatura volume calor absorvido calor cedido

pressãoSubstância física = vapor d’água Grandezas relevantes: temperatura volume calor absorvido calor cedido trabalho

temperaturafísica = vapor d’água Grandezas relevantes: pressão volume calor absorvido calor cedido trabalho realizado

volume= vapor d’água Grandezas relevantes: pressão temperatura calor absorvido calor cedido trabalho realizado Eficiência

calor absorvidod’água Grandezas relevantes: pressão temperatura volume calor cedido trabalho realizado Eficiência da máquina

calor cedidorelevantes: pressão temperatura volume calor absorvido trabalho realizado Eficiência da máquina térmica: η =

trabalho realizadopressão temperatura volume calor absorvido calor cedido Eficiência da máquina térmica: η = trabalho total

Eficiência da máquina térmica:

cedido trabalho realizado Eficiência da máquina térmica: η = trabalho total realizado calor absorvido ∆ W

η = trabalho total realizado calor absorvido

W tot

=

Q 12

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η = trabalho total realizado calor absorvido ∆ W tot = ∆ Q 12 segunda-feira, 30

Termodinâmica

Termodinâmica

Fundadores da termodinâmica estatística e respectivas escolas:

Sadi Carnot (1796-1832) - École Polytechniqueda termodinâmica estatística e respectivas escolas: William Thomson (Lord Kelvin) (1824-1907) - Escola de

William Thomson (Lord Kelvin) (1824-1907) - Escola de Glasgowescolas: Sadi Carnot (1796-1832) - École Polytechnique Rudolf Clausius (1822-1888) - Escola de Berlin James Maxwell

Rudolf Clausius (1822-1888) - Escola de BerlinThomson (Lord Kelvin) (1824-1907) - Escola de Glasgow James Maxwell (1831-1879) - Escola de Edinburgh Ludwig

James Maxwell (1831-1879) - Escola de Edinburghde Glasgow Rudolf Clausius (1822-1888) - Escola de Berlin Ludwig Boltzmann (1844-1906) - Escola de Viena

Ludwig Boltzmann (1844-1906) - Escola de Vienade Berlin James Maxwell (1831-1879) - Escola de Edinburgh Williard Gibbs (1839-1903) - Escola Gibbsiana Gustav

Williard Gibbs (1839-1903) - Escola Gibbsianade Edinburgh Ludwig Boltzmann (1844-1906) - Escola de Viena Gustav Zeuner (1828-1907) - Escola de Dresden

Gustav Zeuner (1828-1907) - Escola de Dresdende Viena Williard Gibbs (1839-1903) - Escola Gibbsiana Johannes der Walls (1837-1923) - Escola Holandesa

Johannes der Walls (1837-1923) - Escola HolandesaGibbs (1839-1903) - Escola Gibbsiana Gustav Zeuner (1828-1907) - Escola de Dresden segunda-feira, 30 de janeiro

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Termodinâmica

Termodinâmica

Fundadores da termodinâmica estatística e respectivas escolas:

Sadi Carnot (1796-1832) - École Polytechniqueda termodinâmica estatística e respectivas escolas: William Thomson (Lord Kelvin) (1824-1907) - Escola de

William Thomson (Lord Kelvin) (1824-1907) - Escola de Glasgowescolas: Sadi Carnot (1796-1832) - École Polytechnique Rudolf Clausius (1822-1888) - Escola de Berlin James Maxwell

Rudolf Clausius (1822-1888) - Escola de BerlinThomson (Lord Kelvin) (1824-1907) - Escola de Glasgow James Maxwell (1831-1879) - Escola de Edinburgh Ludwig

James Maxwell (1831-1879) - Escola de Edinburghde Glasgow Rudolf Clausius (1822-1888) - Escola de Berlin Ludwig Boltzmann (1844-1906) - Escola de Viena

Ludwig Boltzmann (1844-1906) - Escola de Vienade Berlin James Maxwell (1831-1879) - Escola de Edinburgh Williard Gibbs (1839-1903) - Escola Gibbsiana Gustav

Williard Gibbs (1839-1903) - Escola Gibbsianade Edinburgh Ludwig Boltzmann (1844-1906) - Escola de Viena Gustav Zeuner (1828-1907) - Escola de Dresden

Gustav Zeuner (1828-1907) - Escola de Dresdende Viena Williard Gibbs (1839-1903) - Escola Gibbsiana Johannes der Walls (1837-1923) - Escola Holandesa

Johannes der Walls (1837-1923) - Escola HolandesaGibbs (1839-1903) - Escola Gibbsiana Gustav Zeuner (1828-1907) - Escola de Dresden segunda-feira, 30 de janeiro

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(1828-1907) - Escola de Dresden Johannes der Walls (1837-1923) - Escola Holandesa segunda-feira, 30 de janeiro

Termodinâmica

Termodinâmica

A termodinâmica é a ciência física que estuda os efeitos da transferência de calor e/ou realização de trabalho sobre substâncias materiais e sobre a radiação em transferência de calor e/ou realização de trabalho sobre substâncias materiais e sobre a radiação em regiões do espaço.

Interelaciona o comportamento de grandezas macroscópicas que descrevem as propriedades físicas da substância ou radiação quando em equilíbrio . Por macroscópicas que descrevem as propriedades físicas da substância ou radiação quando em equilíbrio. Por exemplo: a pressão, volume e temperatura de um gás.

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Conceitos básicos

Conceitos básicos

Estado termodinâmico:

comportamento macroscópico que resulta dos processos de interação entre os graus de liberdade dos componentes microscópicos, quando observado em escalas de tempo suficientemente longas para que quaisquer efeitos de coerência tenham sido perdidos ou dissipados.

caracterizado pelos valores dos parâmetros termodinâmicos (ou variáveis de estado) necessários para descrever o seu comportamento macroscópico. Exemplo tradicional : um gás com N moléculas, confinado em um volume V, sob pressão P e temperatura T. Variáveis de estado:

conjunto de parâmetros mensuráveis e definidos experimentalmente que descrevem o estado macroscópico de um sistema em equilíbrio termodinâmico. (Pressão, volume e temperatura no caso de um gás)

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Conceitos básicos

Conceitos básicos

Equilíbrio Termodinâmico:

Situação que ocorre quando as variáveis de estado não variam no tempo, i.e. quando observadas em escalas de tempo suficientemente longas para que os efeitos de coerência tenham se dissipado. Paredes:

Isolantes Térmicas ou adiabáticas: dispositivo que impede a transferência de energia térmica (calor) Mecânicas: dispositivo que impede a transferência de trabalho mecânico.

Condutoras ou diatérmicas: permite a transferência de energia térmica e/ou trabalho mecânico, mas impede a transferência de matéria, partículas ou modificação no número de graus de liberdade do sistema.

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partículas ou modificação no número de graus de liberdade do sistema. segunda-feira, 30 de janeiro de
partículas ou modificação no número de graus de liberdade do sistema. segunda-feira, 30 de janeiro de
partículas ou modificação no número de graus de liberdade do sistema. segunda-feira, 30 de janeiro de
partículas ou modificação no número de graus de liberdade do sistema. segunda-feira, 30 de janeiro de

Conceitos básicos

Conceitos básicos

Variáveis extensivas e intensivas conjugadas:

Extensivas: quando são proporcionais ao tamanho do sistema, i.e. ao volume, área, comprimento, número de partículas ou graus de liberdade, etc

Intensivas: quando são independentes do tamanho.

extensivas

intensivas

VOLUME

PRESSÃO

COMPRIMENTO

TENSÃO

ÁREA

TENSÃO SUPERFICIAL

POLARIZAÇÃO

CAMPO ELÉTRICO

MAGNETIZAÇÃO

CAMPO MAGNÉTICO

ENTROPIA

TEMPERATURA ABSOLUTA

NÚMERO DE PARTÍCULAS

POTENCIAL QUÍMICO

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Equações de Estado

Equações de Estado

Rela¸c˜oes matem´aticas funcionais entre as vari´aveis de estado de um sistema em equil´ıbrio . Em geral, as equa¸c˜oes de estado permitem deixar apenas 2 ou 3 vari´aveis livres ou independentes, as quais s˜ao acess´ıveis experimentalmente.

Por exemplo: para um g´as a equa¸c˜ao de estado tem a forma

f ( P, V, T, N )=0
f ( P, V, T, N )=0

que reduz o n´umero de vari´aveis independentes de 4 para 3.

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Equações de Estado - exemplos

Equações de Estado - exemplos

Exemplos tradicionais:

G´as Ideal

P

´e a press˜ao em Pascals,

V

´e o volume em m 3 .

n = n´umero de moles,

R =8.314 J/mol K

P V = nRT
P V = nRT

Outra forma comum ´e escrever

P V = N k B T
P V = N k B T

N ´e o n´umero de mol´eculas, k B = R/N A = 1 . 38 × 10 23 J K 1 (no S.I. ) ´e a constante de Boltzmann e N A 6 . 022 × 10 23 mol 1 ´e o n´umero de Avogadro.

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Equações de Estado - exemplos

Equações de Estado - exemplos

G´as Imperfeito

P V = nRT 1 + B 2 ( T ) V + B 3 ( T ) V 2 +

n

n

expans˜ao em (n/V )

B i ( T ) s˜ao ditos coeficientes viriais . Dependem apenas da temperatura e podem ser calculados em termos do potencial inter-part´ıcula.

No g´as ideal cl´assico B i ( T )=0 , i 2.

No g´as ideal quˆantico B i ( T ) = 0, quˆanticos.

i 2, por´em devido aos efeitos

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Equações de Estado - exemplos

Equações de Estado - exemplos

G´as Imperfeito

n n P V = nRT 1 + B 2 ( T ) V +
n
n
P V = nRT 1 + B 2 ( T ) V + B 3 ( T ) V 2 +
expans˜ao em (n/V )

B i ( T ) s˜ao ditos coeficientes viriais . Dependem apenas da temperatura e podem ser calculados em termos do potencial inter-part´ıcula.

No g´as ideal cl´assico B i ( T )=0 , i 2.

No g´as ideal quˆantico B i ( T ) = 0, quˆanticos.

i 2, por´em devido aos efeitos

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Equações de Estado - exemplos

Equações de Estado - exemplos

G´as Imperfeito

n n P V = nRT 1 + B 2 ( T ) V +
n
n
P V = nRT 1 + B 2 ( T ) V + B 3 ( T ) V 2 +
expans˜ao em (n/V )

B i ( T ) s˜ao ditos coeficientes viriais . Dependem apenas da temperatura e podem ser calculados em termos do potencial inter-part´ıcula.

No g´as ideal cl´assico B i ( T )=0 , i 2.

No g´as ideal quˆantico B i ( T ) = 0, quˆanticos.

i 2, por´em devido aos efeitos

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Equações de Estado - exemplos

Equações de Estado - exemplos

G´as de van der Waals

n P + a V 2 V − b n = nRT
n
P + a V 2 V − b n = nRT

a = constante em unidades apropriadas.

b = volume ocupado por uma mol´ecula.

Tem importˆancia hist´orica e descreve a transi¸c˜ao l´ıquido-g´as.

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Equações de Estado - exemplos

Equações de Estado - exemplos
descreve um decr´escimo na press˜ao devido `a parte atrativa do potencial.
descreve um decr´escimo na press˜ao
devido `a parte atrativa do potencial.

G´as de van der Waals

n P + a V 2 V − b n = nRT
n
P + a V 2 V − b n = nRT

a = constante em unidades apropriadas.

b = volume ocupado por uma mol´ecula.

Tem importˆancia hist´orica e descreve a transi¸c˜ao l´ıquido-g´as.

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Equações de Estado - exemplos

Equações de Estado - exemplos
descreve um decr´escimo na press˜ao devido `a parte atrativa do potencial.
descreve um decr´escimo na press˜ao
devido `a parte atrativa do potencial.

G´as de van der Waals

n P + a V 2 V − b n = nRT indica o volume
n
P + a V 2 V − b n = nRT
indica o volume f´ısico
ocupado pelas mol´eculas

a = constante em unidades apropriadas.

b = volume ocupado por uma mol´ecula.

Tem importˆancia hist´orica e descreve a transi¸c˜ao l´ıquido-g´as.

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Equações de Estado - exemplos

Equações de Estado - exemplos
descreve um decr´escimo na press˜ao devido `a parte atrativa do potencial.
descreve um decr´escimo na press˜ao
devido `a parte atrativa do potencial.

G´as de van der Waals

n P + a V 2 V − b n = nRT indica o volume
n
P + a V 2 V − b n = nRT
indica o volume f´ısico
ocupado pelas mol´eculas
T Tc
Tc
1
2
3
4
5
a = constante em unidades apropriadas.
T Tc
b = volume ocupado por uma mol´ecula.
Equaç ã o de estado de van der Waals

Tem importˆancia hist´orica e descreve a transi¸c˜ao l´ıquido-g´as.

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Equações de Estado - exemplos

Equações de Estado - exemplos

S´olidos 3d

ν = ν 0 (1 + α P T − κ T P )
ν = ν 0 (1 + α P T − κ T P )
Equações de Estado - exemplos S´olidos 3d ν = ν 0 (1 + α P T

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Equações de Estado - exemplos

Equações de Estado - exemplos

S´olidos 3d

ν = ν 0 (1 + α P T − κ T P ) volume
ν = ν 0 (1 + α P T − κ T P )
volume molar
de Estado - exemplos S´olidos 3d ν = ν 0 (1 + α P T −

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Equações de Estado - exemplos

Equações de Estado - exemplos

S´olidos 3d

ν = ν 0 (1 + α P T − κ T P ) ∂ν
ν = ν 0 (1 + α P T − κ T P )
∂ν
volume molar
− 1
T = compressibilidade isot´ermica
ν ∂ P
T P ) ∂ν volume molar − 1 T = compressibilidade isot´ermica ν ∂ P segunda-feira,

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Equações de Estado - exemplos

Equações de Estado - exemplos

S´olidos 3d

ν = ν 0 (1 + α P T − κ T P ) ∂ν
ν = ν 0 (1 + α P T − κ T P )
∂ν
volume molar
− 1
T = compressibilidade isot´ermica
ν ∂ P
1 ∂ν
P = coeficiente de expans˜ao t´ermica
ν ∂ T
ν ∂ P 1 ∂ν P = coeficiente de expans˜ao t´ermica ν ∂ T segunda-feira, 30

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Equações de Estado - exemplos

Equações de Estado - exemplos

S´olidos 3d

ν = ν 0 (1 + α P T − κ T P ) ∂ν
ν = ν 0 (1 + α P T − κ T P )
∂ν
volume molar
− 1
T = compressibilidade isot´ermica
ν ∂ P
1 ∂ν
P = coeficiente de expans˜ao t´ermica
ν ∂ T
∂ν P = coeficiente de expans˜ao t´ermica ν ∂ T Fio el´astico ou varreta: T L

Fio el´astico ou varreta:

T L = A( T )( L − L 0 )
T L = A( T )( L − L 0 )

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(Lei de Hooke no limite el´astico)

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Equações de Estado - exemplos

Equações de Estado - exemplos

S´olidos 3d

ν = ν 0 (1 + α P T − κ T P ) ∂ν
ν = ν 0 (1 + α P T − κ T P )
∂ν
volume molar
− 1
T = compressibilidade isot´ermica
ν ∂ P
1 ∂ν
P = coeficiente de expans˜ao t´ermica
ν ∂ T
∂ν P = coeficiente de expans˜ao t´ermica ν ∂ T Fio el´astico ou varreta: T L

Fio el´astico ou varreta:

T L = A( T )( L − L 0 )
T L = A( T )( L − L 0 )
, coeficiente dependente da temperatura. = A 0 + A 1 T + A 2
,
coeficiente dependente da temperatura.
= A 0 + A 1 T + A 2 T 2 +

(Lei de Hooke no limite el´astico)

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Equações de Estado - exemplos

Equações de Estado - exemplos

S´olidos 3d

ν = ν 0 (1 + α P T − κ T P ) ∂ν
ν = ν 0 (1 + α P T − κ T P )
∂ν
volume molar
− 1
T = compressibilidade isot´ermica
ν ∂ P
1 ∂ν
P = coeficiente de expans˜ao t´ermica
ν ∂ T
∂ν P = coeficiente de expans˜ao t´ermica ν ∂ T Fio el´astico ou varreta: T L

Fio el´astico ou varreta:

T L = A( T )( L − L 0 )
T L = A( T )( L − L 0 )
, coeficiente dependente da temperatura. = A 0 + A 1 T + A 2
,
coeficiente dependente da temperatura.
= A 0 + A 1 T + A 2 T 2 +

(Lei de Hooke no limite el´astico)

Em geral, A 1 = 0 e pode ser positivo ou negativo.

L 0 ´e o comprimento natural na ausˆencia de tens˜ao.

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Equações de Estado - exemplos

Equações de Estado - exemplos

Substˆancia diel´etrica

b P = a + E T
b
P = a +
E
T
Equações de Estado - exemplos Substˆancia diel´etrica b P = a + E T segunda-feira, 30

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Equações de Estado - exemplos

Equações de Estado - exemplos

Substˆancia diel´etrica

b P = a + E T Polariza¸c˜ao el´etrica
b
P = a +
E
T
Polariza¸c˜ao el´etrica
exemplos Substˆancia diel´etrica b P = a + E T Polariza¸c˜ao el´etrica segunda-feira, 30 de janeiro

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

22

Equações de Estado - exemplos

Equações de Estado - exemplos

Substˆancia diel´etrica

b P = a + E T Polariza¸c˜ao el´etrica Campos el´etricos gerados por fontes externas
b
P = a +
E
T
Polariza¸c˜ao el´etrica
Campos el´etricos gerados por fontes
externas e/ou cargas superf´ıciais.
Campos el´etricos gerados por fontes externas e/ou cargas superf´ıciais. segunda-feira, 30 de janeiro de 2012 22

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

22

Equações de Estado - exemplos

Equações de Estado - exemplos

Substˆancia diel´etrica

b P = a + E T Polariza¸c˜ao el´etrica Campos el´etricos gerados por fontes externas
b
P = a +
E
T
Polariza¸c˜ao el´etrica
Campos el´etricos gerados por fontes
externas e/ou cargas superf´ıciais.
Temperaturas n˜ao muito baixas
por fontes externas e/ou cargas superf´ıciais. Temperaturas n˜ao muito baixas segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

22

Equações de Estado - exemplos

Equações de Estado - exemplos

Substˆancia diel´etrica

b P = a + E T Polariza¸c˜ao el´etrica Campos el´etricos gerados por fontes externas
b
P = a +
E
T
Polariza¸c˜ao el´etrica
Campos el´etricos gerados por fontes
externas e/ou cargas superf´ıciais.
Temperaturas n˜ao muito baixas
cargas superf´ıciais. Temperaturas n˜ao muito baixas Substˆancia Paramagn´etica segunda-feira, 30 de janeiro de

Substˆancia Paramagn´etica

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

M = n D H T
M = n D H
T

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Equações de Estado - exemplos

Equações de Estado - exemplos

Substˆancia diel´etrica

b P = a + E T Polariza¸c˜ao el´etrica Campos el´etricos gerados por fontes externas
b
P = a +
E
T
Polariza¸c˜ao el´etrica
Campos el´etricos gerados por fontes
externas e/ou cargas superf´ıciais.
Temperaturas n˜ao muito baixas
cargas superf´ıciais. Temperaturas n˜ao muito baixas Substˆancia Paramagn´etica M = n D H T

Substˆancia Paramagn´etica

M = n D H T magnetiza¸c˜ao
M = n D H
T
magnetiza¸c˜ao

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Equações de Estado - exemplos

Equações de Estado - exemplos

Substˆancia diel´etrica

b P = a + E T Polariza¸c˜ao el´etrica Campos el´etricos gerados por fontes externas
b
P = a +
E
T
Polariza¸c˜ao el´etrica
Campos el´etricos gerados por fontes
externas e/ou cargas superf´ıciais.
Temperaturas n˜ao muito baixas
n´umero de moles Substˆancia Paramagn´etica M = n D H T magnetiza¸c˜ao
n´umero de moles
Substˆancia Paramagn´etica
M = n D H
T
magnetiza¸c˜ao

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

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Equações de Estado - exemplos

Equações de Estado - exemplos

Substˆancia diel´etrica

b P = a + E T Polariza¸c˜ao el´etrica Campos el´etricos gerados por fontes externas
b
P = a +
E
T
Polariza¸c˜ao el´etrica
Campos el´etricos gerados por fontes
externas e/ou cargas superf´ıciais.
Temperaturas n˜ao muito baixas
n´umero de moles Substˆancia Paramagn´etica M = n D H T magnetiza¸c˜ao campo H =
n´umero de moles
Substˆancia Paramagn´etica
M = n D H
T
magnetiza¸c˜ao
campo
H = B/µ

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

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Equações de Estado - exemplos

Equações de Estado - exemplos

Substˆancia diel´etrica

b P = a + E T Polariza¸c˜ao el´etrica Campos el´etricos gerados por fontes externas
b
P = a +
E
T
Polariza¸c˜ao el´etrica
Campos el´etricos gerados por fontes
externas e/ou cargas superf´ıciais.
Temperaturas n˜ao muito baixas
n´umero de moles Substˆancia Paramagn´etica M = n D H T magnetiza¸c˜ao campo H =
n´umero de moles
Substˆancia Paramagn´etica
M = n D H
T
magnetiza¸c˜ao
campo
H = B/µ
Temperaturas n˜ao muito baixas

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Funções Resposta

Funções Resposta

Fun¸c˜oes resposta

Grandezas experimentalmente acess´ıveis que medem a varia¸c˜ao de um parˆametro provocada pela varia¸c˜ao controlada de outro parˆametro, com os demais manti- dos fixos.

Exemplos:

Capacidades calor´ıficas (a press˜ao ou volume constante)

Susceptibilidades isot´ermica e adiab´atica.

Compressibilidade isot´ermica e adiab´atica.

Expansividade t´ermica, etc.

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Funções Resposta

Funções Resposta

Fun¸c˜oes resposta

Grandezas experimentalmente acess´ıveis que medem a varia¸c˜ao de um parˆametro provocada pela varia¸c˜ao controlada de outro parˆametro, com os demais manti- dos fixos.

Exemplos:

Capacidades calor´ıficas (a press˜ao ou volume constante)

Susceptibilidades isot´ermica e adiab´atica.

Compressibilidade isot´ermica e adiab´atica.

Expansividade t´ermica, etc.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

23

e adiab´atica. • Expansividade t´ermica, etc. segunda-feira, 30 de janeiro de 2012 23 C V,P =
C V,P = dT dQ¯ V,P
C V,P = dT dQ¯
V,P

Funções Resposta

Funções Resposta

Fun¸c˜oes resposta

Grandezas experimentalmente acess´ıveis que medem a varia¸c˜ao de um parˆametro provocada pela varia¸c˜ao controlada de outro parˆametro, com os demais manti- dos fixos.

Exemplos:

Capacidades calor´ıficas (a press˜ao ou volume constante)

Susceptibilidades isot´ermica e adiab´atica.

Compressibilidade isot´ermica e adiab´atica.

Expansividade t´ermica, etc.

e adiab´atica. • Expansividade t´ermica, etc. segunda-feira, 30 de janeiro de 2012 23 C V,P =
e adiab´atica. • Expansividade t´ermica, etc. segunda-feira, 30 de janeiro de 2012 23 C V,P =

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

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C V,P = dT dQ¯ V,P
C V,P = dT dQ¯
V,P
κ T,S = − ∂ ∂ V P T ,S
κ T,S = − ∂ ∂ V P
T ,S

Funções Resposta

Funções Resposta

Fun¸c˜oes resposta

Grandezas experimentalmente acess´ıveis que medem a varia¸c˜ao de um parˆametro provocada pela varia¸c˜ao controlada de outro parˆametro, com os demais manti- dos fixos.

Exemplos:

Capacidades calor´ıficas (a press˜ao ou volume constante)

Susceptibilidades isot´ermica e adiab´atica.

Compressibilidade isot´ermica e adiab´atica.

Expansividade t´ermica, etc.

e adiab´atica. • Expansividade t´ermica, etc. α P = ∂ ∂ V T P segunda-feira, 30
e adiab´atica. • Expansividade t´ermica, etc. α P = ∂ ∂ V T P segunda-feira, 30
e adiab´atica. • Expansividade t´ermica, etc. α P = ∂ ∂ V T P segunda-feira, 30
α P = ∂ ∂ V T P
α P = ∂ ∂ V T P

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

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C V,P = dT dQ¯ V,P
C V,P = dT dQ¯
V,P
κ T,S = − ∂ ∂ V P T ,S
κ T,S = − ∂ ∂ V P
T ,S

Lei Zero

Lei Zero Lei Zero: dois sistemas estão em equilíbrio térmico com um terceiro sistema, estarão também
Lei Zero: dois sistemas estão em equilíbrio térmico com um terceiro sistema, estarão também em
Lei Zero: dois sistemas estão em equilíbrio térmico com um terceiro
sistema, estarão também em equilíbrio térmico entre si.

Equilíbrio térmico: sistemas em contato por paredes condutoras de calor e à mesma temperatura.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

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A

Lei Zero

Lei Zero Lei Zero: dois sistemas estão em equilíbrio térmico com um terceiro sistema, estarão também
Lei Zero: dois sistemas estão em equilíbrio térmico com um terceiro sistema, estarão também em
Lei Zero: dois sistemas estão em equilíbrio térmico com um terceiro
sistema, estarão também em equilíbrio térmico entre si.

Equilíbrio térmico: sistemas em contato por paredes condutoras de calor e à mesma temperatura.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

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A

A C

C

A C

Lei Zero

Lei Zero Lei Zero: dois sistemas estão em equilíbrio térmico com um terceiro sistema, estarão também
Lei Zero: dois sistemas estão em equilíbrio térmico com um terceiro sistema, estarão também em
Lei Zero: dois sistemas estão em equilíbrio térmico com um terceiro
sistema, estarão também em equilíbrio térmico entre si.

Equilíbrio térmico: sistemas em contato por paredes condutoras de calor e à mesma temperatura.

T A = T C

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

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A

A C

C

A C

Lei Zero

Lei Zero Lei Zero: dois sistemas estão em equilíbrio térmico com um terceiro sistema, estarão também
Lei Zero: dois sistemas estão em equilíbrio térmico com um terceiro sistema, estarão também em
Lei Zero: dois sistemas estão em equilíbrio térmico com um terceiro
sistema, estarão também em equilíbrio térmico entre si.

Equilíbrio térmico: sistemas em contato por paredes condutoras de calor e à mesma temperatura.

T A = T C

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

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C

Lei Zero

Lei Zero Lei Zero: dois sistemas estão em equilíbrio térmico com um terceiro sistema, estarão também
Lei Zero: dois sistemas estão em equilíbrio térmico com um terceiro sistema, estarão também em
Lei Zero: dois sistemas estão em equilíbrio térmico com um terceiro
sistema, estarão também em equilíbrio térmico entre si.

Equilíbrio térmico: sistemas em contato por paredes condutoras de calor e à mesma temperatura.

T A = T C

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

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B C

B

C

B C

Lei Zero

Lei Zero Lei Zero: dois sistemas estão em equilíbrio térmico com um terceiro sistema, estarão também
Lei Zero: dois sistemas estão em equilíbrio térmico com um terceiro sistema, estarão também em
Lei Zero: dois sistemas estão em equilíbrio térmico com um terceiro
sistema, estarão também em equilíbrio térmico entre si.

Equilíbrio térmico: sistemas em contato por paredes condutoras de calor e à mesma temperatura.

T A = T C

T B = T C

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

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B C

B

C

B C

Lei Zero

Lei Zero Lei Zero: dois sistemas estão em equilíbrio térmico com um terceiro sistema, estarão também
Lei Zero: dois sistemas estão em equilíbrio térmico com um terceiro sistema, estarão também em
Lei Zero: dois sistemas estão em equilíbrio térmico com um terceiro
sistema, estarão também em equilíbrio térmico entre si.

Equilíbrio térmico: sistemas em contato por paredes condutoras de calor e à mesma temperatura.

T A = T C

T B = T C

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A

B

C

Lei Zero

Lei Zero Lei Zero: dois sistemas estão em equilíbrio térmico com um terceiro sistema, estarão também
Lei Zero: dois sistemas estão em equilíbrio térmico com um terceiro sistema, estarão também em
Lei Zero: dois sistemas estão em equilíbrio térmico com um terceiro
sistema, estarão também em equilíbrio térmico entre si.

Equilíbrio térmico: sistemas em contato por paredes condutoras de calor e à mesma temperatura.

T A = T C

T B = T C

calor e à mesma temperatura. T A = T C T B = T C T

T A = T B

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A

B

C

Lei Zero

Lei Zero Lei Zero: dois sistemas estão em equilíbrio térmico com um terceiro sistema, estarão também
Lei Zero: dois sistemas estão em equilíbrio térmico com um terceiro sistema, estarão também em
Lei Zero: dois sistemas estão em equilíbrio térmico com um terceiro
sistema, estarão também em equilíbrio térmico entre si.

Equilíbrio térmico: sistemas em contato por paredes condutoras de calor e à mesma temperatura.

T A = T C

T B = T C

calor e à mesma temperatura. T A = T C T B = T C T

T A = T B

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

T A = T C T B = T C T A = T B segunda-feira,

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A

B

C

T A = T B = T C

Lei Zero

Lei Zero

Consequências importantes:

se as paredes permitirem a troca de energia na forma de trabalho e/ou na forma de energia química (partículas), as outras grandezas intensivas associadas também serão iguais no equilíbrio. Neste caso, os sistemas estarão, também, em equilíbrio mecânico e químico, respectivamente, ou seja em equilíbrio termodinâmico.

possibilita a introduzir o conceito de termômetro, e caracterizar a experimentalmente a variável intensiva TEMPERATURA.

o terceiro sistema (termômetro) pode ser um dispositivo que explicita, por comparação, a medida da temperatura através de uma grandeza experimental. Por exemplo, a altura da coluna de mercúrio, a resistência em um resistor, a pressão em um gás etc.

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