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A COR NO AMBIENTE INDUSTRIAL

Neis, Giovani Nascimento


UFSM-Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção
Cep:97119-900 Santa Maria-RS-Brasil

Godoy, Leoni Pentiado


UFSM-Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção
Cep:97119-900 Santa Maria-RS-Brasil

Ramachandran Radharamanan - Pesquisador visitante do CNPq


UFSM-Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção
Cep: 97119-900 Santa Maria-RS-Brasil

ABSTRACT

Considerig that the vision represents, possibly, the most important source of contact of
human being with the environment and the principal form of information, the aim is to
guide the correct use of colors in an industrial environment. The principal purpose is to
improve the work environment and adapt to the natural abilities and the works’ needs. The
main objective is to defend the physical and mental health of workers and to improve
productivity. The objective of this study is to improve the working conditions, and as a
result, to improve the workers’ quality of life.

Keywords: ergonomy, industrial environment, correct use of colors

1. INTRODUÇÃO

O ambiente industrial escolhido para o presente estudo foi o galpão de


engarrafamento de GLP (gás liqüefeito de petróleo), da AGIPLIQUIGÁS S.A., situada em
Camobi - Santa Maria/RS.
O primeiro impacto negativo observado foi a fraca luminosidade existente no fundo
do ambiente, o que, mesmo com toda a iluminação artificial permanentemente ligada, não
oferecia as melhores condições de conforto e bem-estar necessárias à produção.
Sendo um ambiente de alto risco, pelo perigo permanente no manuseio de um gás
inflamável, pretendeu-se melhorar a atmosfera de trabalho pelo uso de cores que
transmitam mais tranqüilidade e segurança, beneficiando o estado geral do trabalhador.
A análise de utilização de cores no atendimento às normas de sinalização de
segurança não foi objetivo desta pesquisa, mesmo porque a AGIPLIQUIGÁS S.A. de Santa
Maria é modelo nesse sentido.
As características do ambiente de trabalho são as seguintes:

LOCAL MATERIAL COR ACABAMENTO


PISO madeira sem pintura fosco
PAREDES alvenariaaté 2,10m - cinza platina fosco
2,10 até o teto - branco gelo
COBERTURA cimento amianto sem pintura fosco
(sem forro)
PILARES E concreto armado “concreto aparente” fosco
VIGAS
UNIFORMES algodão azul fosco

MAQUINÁRIO metal “cinza médio” fosco

TABELA 01 - Características do ambiente

Para embasar esse estudo, recorremos a bibliografia especializada, onde os


fundamentos da teoria das cores foram pesquisados na sua íntegra, sempre na intenção de
uma aplicação prática.
Para alcançar nosso objetivo de promover um melhoramento geral na atmosfera de
trabalho, um levantamento das cores então utilizadas no referido ambiente foi feito. Para
facilitar trabalho de análise e recomendação de novas cores, o método utilizado foi o de
analisar separadamente segundo requisitos específicos, o piso, teto, paresdes e colunas, e
maquinário; já que cada um destes itens requer que critérios próprios de emprego de cores
sejam seguidos, segundo a natureza de suas funções no exercçio laboral; sendo que os
efeitos sobre o todo das cores empregadas em cada item mencionado sempre devem ser
considerados.
Feitas as análises conforme os efeitos psicológicos e fisiológicos sobre o
trabalhador, e efeitos sobre a luminosidade no local, das cores então empregadas, algumas
modificações foram sugeridas, visando a obtenção de inúmeros benefícios, tais como:
reações psicológicas positivas, redução no índice de acidentes e doenças do trabalho e
menor fadiga visual, refletindo esse planejamento numa maior produtividade e melhor
qualidade de vida para o trabalhador.

2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA: CORES NO AMBIENTE DE TRABALHO

O estudo das cores é um tema bastante atraente, pelo fascínio que as cores exercem
sobre a humanidade desde a antiguidade até os dias de hoje, e pela sua aplicação prática
nos mais diversos segmentos de atividades humanas, desde o lazer, a Medicina, o trabalho,
o estudo; de uma forma que não é mais mágica, mas provada pelos métodos científicos em
que está fundada.
A cor é uma força poderosa que age de acordo com certas leis, capaz de influenciar
o comportamento dos seres humanos, animais e vegetais. A cor tem uma tríplice ação:
Impressionar, Expressar e Construir. É vista: impressiona a retina, é sentida: provoca uma
emoção, e é construtiva, pois tem um valor de símbolo, um significado próprio e uma
capacidade de construir uma linguagem, comunicando uma idéia.
Goldman(1964) nos diz: “Cor é Dimensão, porque aumenta ou diminui,
aparentemente, os ambientes. Cor é Peso, porque pode tornar, aparentemente, os volumes
mais leves ou mais pesados. Cor é Iluminação, porque absorve uma parte da luz recebida e
reflete a outra. Cor é Temperatura, porque imprime a idéia subjetiva de “quente” e “frio”.
Cor é simbolismo, porque se relaciona com as tradições. Cor é Emoção, porque se associa
ao nosso psiquismo.”(p.271,vol.1).
Desde a antigüidade, povos egípcios, chineses, druídas (habitavam a Grã-Bretanha),
gregos e alquimistas medievais observavam que as cores afetam o comportamento humano.
Pitágoras e Galeno praticaram a terapia pelas cores. Em 1665, o físico Isaac Newton
descobriu que o vermelho, o laranja, o amarelo, o verde, o azul, o índigo e o violeta, nada
mais são do que radiações eletromagnéticas, de comprimentos de ondas diferentes. O poeta
e cientista alemão Goethe, durante 40 anos pesquisou as impressões que a cor causa no
psiquismo do homem. Ele observou entre outras coisas, que o vermelho agita, o azul dá
serenidade, o amarelo gera alegria, e o verde é repousante. Efeitos que podem ser
atenuados ou intensificados dependendo da tonalidade usada.
Mesmo sendo antigo o estudo das cores, Pedrosa (1977) lembra: “Em nenhuma
outra época a cor foi tão utilizada como em nosso século. As grandes indústrias de corantes
e iluminação, tornam cada vez mais ricas as possibilidades cromáticas, por meio de nopvas
tintas sintéticas, plásticas e acrílicas, e de luzes incandescentes comuns, gás neon, luzes de
mercúrio, fluorescentes, etc.”(p.107)
Ë oportuno lembrar que hoje em dia, tintas à base de água, permitem que estas
sejam aplicadas nas fábricas sem a interrupção das atividades e sem riscos para os
trabalhadores.
A aplicação prática da cor precisa ser ressaltada, para que se desmistifique aquela
imagem de cor ligada exclusivamente à decoração ou moda. Farina (1987) cita:”O impacto
causado pela cor não pode ser analisado arbitrariamente pela mera sensação estética, mas
sim ligado ao uso que se fará do elemento cor. Uso que está em relação direta com as
exigências do campo que o explora, seja na área da Educação, Medicina, produtividade e
outras “(p. 26).
Segundo Goldman (1964), cores, quando adequadamente planejadas, na indústria,
indicam um maior índice de eficiência dos operários; aumentando a produtividade, a cor
passa assim a proporcionar lucros (p.139,vol. 2). Por outro lado, o emprego, em muitos
casos, de cores suaves nas escolas, auxilia o estudo, a reflexão. Diminuindo a excitação
nervosa , o cansaço visual, a cor tem um grande valor em clínicas e hospitais, acelerando a
convalescença, pois imprime ao enfermo sensação de calma e confiança.
Para Neto (1980) a boa iluminação de um local de trabalho deve levar em conta a
cor a ser empregada nas paredes, piso e teto. Por outro lado, com o uso adequado das cores
torna-se possível criar melhores condições psicológicas para o trabalhador (p. 99).
Cores podem e devem ser usadas como incremento ao processo produtivo, e uma
escolha aleatória pode muitas vezes trazer resultados indesejados sem que se saiba ao certo
de onde se originam certos distúrbios de comportamento, conforme relata Iida (1973) o
exemplo de uma indústria de produtos fotográficos onde problemas disciplinares
desapareceram assim que a luz vermelha foi substituída por verde, nas salas que o processo
de fabricação exigia luz especial (p. 228). Iida (1973) sugere ainda que a pintura de uma
forjaria em azul proporciona uma sensação de frescor, puramente psicológica, apesar do
calor reinante. Também a sensação de frio em lavabos, vestiários, etc. pode ser eliminada
pelo uso racional de cores quentes (p. 228). Onde se vêem claramente as influências
fisiológicas das cores, sendo imperioso que se use essas propriedades de acordo com
nossos objetivos, para que não fiquemos a sua mercê, de uma forma quase inconsciente.
Goldman (1964) relata o caso da ponte "Blackfriar`s Bridge" sobre o rio Tâmisa em
Londres, em que a substituição de tonalidades pardas e pretas por verde brilhante fez com
que diminuísse o número de suicídios naquele local para uma terça parte (p. 53, vol. 1).
Neste exemplo, verificamos a profundidade e gravidade que o estímulo visual oriundo das
cores pode ter em nossas vidas.
No estudo das cores encontramos muitas sutilezas que precisam ser mais estudadas
e aplicadas, como as diferenças de “cor-luz”e “cor-pigmento”.Farina (1987) refere que
investigações feitas por cientistas cromoterapeutas confirmam os seguintes efeitos das
cores nos reinos vegetal e animal : Luz verde : acaba com as larvas das moscas e dos
besouros. Luz azulada : acaba com as plantas. Luz vermelha : torna as plantas mais
vigorosas. Cor na fruta : índice de maturação, que provém da luz e do calor do Sol. Cor
violeta : poderoso germicida (p. 32).
Numa pessoa normal o sentido da visão ocupa 87% da percepção, o auditivo 7%, o
do olfato 3%, ficando o paladar e o tato com 1,5% cada (Goldman, p.51, vol. 1). E quando
se fala em sentido visual fala-se em luz, consequentemente em cores, e em todo o seu
potencial de transmissão de mensagens para a mente do trabalhador, seu principal órgão
diretivo no exercício laboral.
A Psicodinâmica das Cores, é atualmente uma ciência indispensável ao
planejamento de qualquer setor, seja ele industrial, comercial, recreativo ou de habitação.
Buscar orientar a correta utilização de cores nos ambientes de trabalho é uma
necessidade, com reflexos imediatos na saúde física e mental do trabalhador, e com
resultados diretos na sua qualidade de vida e produtividade.

2.1 ERGONOMIA

Ergonomia, basicamente, é a ciência que estuda as relações entre o trabalhador e o


seu ambiente de trabalho. A ergonomia visa promover o conforto e bem-estar do homem
nas suas atividades diárias e protegê-lo do cansaço, velhice precoce e acidentes tão
comumente presentes nos locais de trabalho. São considerados aspectos anatômicos,
fisiológicos e psicológicos do ser humano e demandados esforços na intenção de adaptar
ferramentas, métodos de trabalho, arranjo de instrumentos e locais de trabalho, às
características físicas e mentais próprios do homem.
Melhorando as condições de trabalho, a ergonomia, como conseqüência natural,
oferece ao trabalhador as melhores chances possíveis de que este aumente o seu
desempenho e rendimento. O estudo do melhor arranjo cromático é sem dúvida um dos
recursos de menor custo e de resultados mais imediatos que a ergonomia tem a oferecer às
empresas no sentido de que estas invistam na saúde e na produtividade dos seus
funcionários.

2.2 CONCEITO DE LUZ

Luz é energia radiante visível. Há inúmeras formas de energia radiante. Desde os


infinitamente pequenos raios cósmicos, raios X, até os raios de calor, raios de televisão, de
rádio - enfim, todas estas emanações constituem ondas de energia eletromagnética, com
uma freqüência extremamente rápida, isto é, de muitos bilhões de vibrações por segundo e
diferentes entre si. Por tal motivo, não conseguimos enxergar todos os tipos de ondas. A
luz é o mais comum dos estímulos ou causas das sensações de cores.
Das radiações solares apenas uma pequena parte é visível, já que os raios
infravermelhos e ultravioletas fogem ao espectro colorido.
As ondas eletromagnéticas são idênticas em quase todos os aspectos, excluídas
naturalmente suas freqüências de oscilações, velocidades e comprimentos. O olho humano
funciona então como um aparelho ultra-especializado para receber somente ondas de
energia radiante de certos comprimentos, ou sejam, ondas de luz. A figura 01, ao final do
trabalho, ilustra melhor o que foi dito.

3. CONCLUSÕES E SUGESTÕES

O principal objetivo deste trabalho foi trazer à tona novamente este tema tão
importante, que é a influência das cores no ambiente de trabalho. E para melhor ilustrá-lo,
fizemos o estudo de uma aplicação prática em um ambiente industrial, sabedores que no
Brasil as condições ambientais dos diferentes locais de trabalho continuam carentes em
relação a muitos aspectos, particularmente naqueles que se relacionam com o bem-estar do
trabalhador e na preservação de sua saúde física e mental, fatores intrinsecamente ligados à
qualidade do produto e à quantidade da produção.
As cores com suas influências psicológicas, suas propriedades fisiológicas e com os
índices de reflexão convenientemente aplicados tem o poder de proporcionar uma
atmosfera mais apropriada às diferentes tarefas desempenhadas nos diversos setores
produtivos da sociedade em geral, oferecendo mais conforto ao trabalhador, diminuindo a
fadiga visual, os acidentes e as doenças do trabalho, e influindo na sua própria motivação.
A preocupação em evitar contrastes insuficientes ou excessivos, quando se muda a
direção do olhar, já constitui uma ótima medida de segurança contra enfermidades da
visão. Cuidados em se evitar a monotonia, iluminação inadequada, reflexos indesejados,
cores mal empregadas; devem ser medidas adotadas por todos os encarregados de setores
industriais, e por todas as pessoas interessadas em aumentar a produtividade de suas
empresas, com uma evidente queda dos índices de acidentes e das doenças do trabalho.
De modo geral, os ambientes industriais apresentam um ritmo intenso de produção
e um alto ruído, e o galpão de engarrafamento da AGIPLIQUIGÁS S.A. de Santa Maria,
não é exceção neste caso, o local ainda apresenta um alto risco pelo manuseio permanente
de GLP (gás liqüefeito de petróleo), gás altamente inflamável, o que naturalmente gera uma
atmosfera mais tensa. Por tudo isso, a cor dominante em cinza é desaconselhada, devendo
ser alterada para o verde, que psicologicamente traz segurança e tranqüilidade,
fisiologicamente, como cor fria, compensa o alto ruído e o ritmo intenso e aumenta os
espaços, aliviando a sensação de confinamento (produzida pelo cinza ); e com índice de
reflexão em torno de 60% contribui para uma boa luminosidade do local.
A iluminação sul, embora propicie menos luminosidade, compensa o clima
“quente” propiciado pelos esforços dispendidos no trabalho que são psicologicamente
“vermelhos”.
A escolha de mudança de cor das paredes e colunas e não do maquinário, se deu por
uma questão de economia e praticidade, já que é muito mais simples e barato mudar as
cores das paredes e colunas que das máquinas, sem prejuízo da combinação verde-cinza
recomendada por Iida (p. 230).
O “cinza aluminizado” , cor em que são pintados cerca de 10% dos botijões, como
o próprio nome diz, é cinza, diferindo bastante do alumínio recomendado pela NR-26. Por
esse motivo, pelo menos em relação às cores usadas na segurança do trabalho, é
imprescindível que haja uma padronização, de preferência internacional, em relação a
tonalidades de cores que precisam ter uma fórmula específica, e não ficar a cargo dos
fabricantes, que por razões de mercado, desenvolvem suas próprias tonalidades e as
denominam de forma a serem reconhecidas comercialmente apenas.
Imprimir um clima de tranqüilidade e eficiência, evitando-se dessa maneira os
motivos de distração, de desequilíbrio na atenção da tarefa, é a principal finalidade de um
esquema cromático bem elaborado nos prédios industriais, lembrando que, o planejamento
de cores não vai, por si só, incitar as pessoas a produzirem mais ou trabalhar com mais
precisão, porém um estudo inteligente e uma análise rigorosa, feitos numa pesquisa mais
profunda e prolongada, poderão dar à cor um papel mais relevante e respeitado no desafio
de tornar os ambientes de trabalho menos agressivos e mais seguros.
A crescente urbanização acabou com os espaços verdes, sendo necessário evitar as
neuroses e declínio físico que assolam o homem moderno. É imprescindível que pelo
menos o ambiente industrial esteja à altura do que um ser humano precisa para desenvolver
com satisfação e proveito as suas tarefas, já que este sofre invariavelmente por não viver
numa sociedade economicamente equilibrada que lhe ofereça as condições mínimas de
uma vida com dignidade. E o uso de cores adequadas é uma técnica simples, de baixo custo
e resultados imediatos no que se refere à produtividade, qualidade e segurança do trabalho.

3.1 SUGESTÕES

a) Pintura do teto em branco, que apresenta maior índice de reflexão possível o que
irá melhorar em muito a luminosidade do local.
b) Parte superior das paredes poderá continuar em branco gelo, contribuindo para
uma maior luminosidade e impressão de maior amplitude do espaço.
c) Parte inferior das paredes deverá ser pintada em verde claro (índice de reflexão
de 60%), o que além de aumentar a luminosidade do local, quebrará a monotonia pelo
excesso de cinza e ao mesmo tempo transmitirá uma maior sensação de segurança e
equilíbrio.
d) Pintura dos pilares e vigas também em verde claro, aumentando o sentimento de
espaço do local, a luminosidade, a sensação de segurança. Quebrará a monotonia em meio
às máquinas, no caso dos pilares, e de um possível excesso de branco no teto, no caso das
vigas.
e) O maquinário poderá permanecer em cinza, contrastando com o verde das
paredes e pilares conforme recomenda IIDA (1973, p.230).
f) Pintura do piso em marrom (índice de reflexão de 20%), causando uma impressão
maior de organização e limpeza no local.
g) Sugere-se que a utilização de cores nos uniformes seja objeto de uma nova
pesquisa, tendo em vista a relevância deste componente nos ambientes de trabalho.

4. BIBLIOGRAFIA

COLORINDO COM SEGURANÇA. Revista Proteção. Novo Hamburgo, p.20 a 29,


maio de 1996.
FARINA, Modesto. Psicodinâmica das Cores em Comunicação. São Paulo: Edgar
Blücher, 1987.
GOLDMAN, Simão. Psicodinâmica das Cores. vol.1. Canoas: La Salle, 1964. ___.
vol.2. Canoas: La Salle, 1964.
IIDA, Itiro & WIERZBICKI, Henri A. J. Ergonomia. São Paulo:Cultura,1973.
MANUAIS DE LEGISLAÇÃO ATLAS. Sinalização de Segurança: NR 26. São Paulo:
Atlas, Segurança e Medicina do Trabalho, vol. 16, 1995.
MÜLLER, Irene Ebling Jacques. A Influência das Cores no Ambiente de Trabalho.
Monografia de Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho. Santa Maria:
UFSM, 1990
NETO, Egydio Piloto. Cor e Iluminação nos Ambientes de Trabalho. São Paulo:
Livraria Ciência e Tecnologia Editora Ltda, 1980.
PEDROSA, Israel. Da Cor à Cor Inexistente. Rio de Janeiro: Léo Christiano Editorial,
1977.

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