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DIÁLOGOS DE PLATÃO

AUTÊNTICOS
399-390 período em torno da morte de Sócrates
01 Hípias Menor o falso
02 Laques a coragem
03 Eutifron a piedade
04 Íon sobre a Ilíada, a inspiração poética
05 Protágoras os sofistas, a educação, a virtude
06 Cármides a sabedoria prática
390-385 período de fundação da Academia
07 Apologia a defesa de Sócrates
08 Críton o dever
09 Lísis a amizade
10 Górgias a retórica
11 Menexeno a oração fúnebre
12 Eutidemo a erística
13 Mênon a virtude, a teoria da reminiscência
14 Crátilo a justeza dos nomes, a linguagem
385-370 período da maturidade
15 Fédon a imortalidade da alma
16 Banquete o amor, o belo
17 República a justiça na alma e na cidade, o bem
18 Fedro o amor, a alma, a retórica, a dialética
370-348 período de velhice
19 Teeteto o conhecimento
20 Parmênides o uno e o múltiplo, as formas inteligíveis
21 Sofista o sofista, o ser, o outro, a dialética, o falso
22 Filebo o prazer, a vida boa
23 Político a arte de governar
24 Crítias Atlântida
25 Timeu a cosmologia
26 Leis o sistema político, a legislação

POLÊMICOS autenticidade não admitida unanimemente


27 Hípias Maior o belo
28 Alcibíades I a natureza do homem
29 Epinomis o conselho noturno, o filósofo
Carta VII
Cartas I-VI, VIII-XII

DUVIDOSOS considerados autênticos pelos antigos


30 Alcibíades II a oração
31 Hiparco a avidez pelo lucro
32 Rivais o amor pelo saber
33 Teáges a sabedoria
34 Minos a lei
35 Clitofonte Protréptico

APÓCRIFOS considerados inautênticos já pelos antigos


36 Eríxias a riqueza
37 Axíoco a morte
38 Demódoco a deliberação
39 Sísifo a deliberação
40 Do justo
41 Da virtude
Definições
OS MANUSCRITOS CONTENDO OS DIÁLOGOS PLATÔNICOS

Parisinus graecus 1807 – Biblioteca Nacional, Paris – fim do séc. IX, início do séc. X . Omont, M. Oeuvres philosophiques de Platon,
A facsímile, 2 vol. Paris: Ém. Leroux, 1908. Segunda metade do corpus platônico, Timeu, República e Leis. Reproducão de um
arquétipo do séc. VI
T Venetus, Append. class.4, cod.I, Bibl. de São Marcos, Veneza – séc. XI . 1100, cópia do Parisinus A
T Correções do T
Bodleianus ou Clarkianus – Oxoniensis Clarkianus 39, Biblioteca Bodléiana, Oxford – fim do séc IX (895) – início do séc. X . As 6
B primeiras tetralogias – reprodução de um arquétipo do século VI. Plato, Codex Oxoniensis Clarkianus 39, phototypice editus;
praefatus est Thomas Guilelmus Allen; 2 vol. fo, Ludgduni Batavorum. Sijthoff, 1898.
B2 Correções manuscritas do Bodleianus 39
W Vindobonensis 54 - séc. XII ? - Viena
F Vindobonensis 55 - séc. XIII ? - Viena
Y Vindobonensis 21 - séc. XIV - Viena

A ordem na qual foram classificados os diferentes escritos de Platão variou durante os séculos. Pouco após sua morte, Filipe de Oponto
se teria encarregado de editar as Leis, que ele teria dividido em doze livros e complementado com o Epínomis. Uma edição acadêmica
foi feita ainda na época em que Xenócrates era escolarca, ou seja, trinta anos após a morte de Platão. Um trabalho de edição e revisão
foi efetuado em Alexandria por Aristófanes de Bizâncio (2570-180 aC.); nesta edição, dita Alexandrina, os diálogos foram classificadas
por grupos de três (trilogias). Já a divisão em grupos de quatro (tetralogias) poderia remontar à edição anotada encomendada, em
Roma, por T. Pomponius Atticus, amigo de Cícero.
Em 1483-1484, Marsílio Ficino traduz toda a obra de Platão. A primeira edição do texto grego data de 1534. Em Genebra, em 1578,
Henri Estienne (ou Henricus Stephanus), o impressor do rei Henrique III, publica a edição a partir da qual foi convencionado o modo
como nos referimos aos textos de Platão. Nos três tomos que compõem essa edição, cada página tem duas colunas: na da direita está
impresso o texto grego, e na da esquerda a tradução latina de Jean de Serres. No meio, entre as duas colunas, encontramos cinco letras:
a, b, c, d e e, que dividem cada coluna em cinco parágrafos. Essa disposição explica o modo pelo qual citamos Platão: o título do
diálogo (em itálico), o número do livro (se for o caso), a página, o parágrafo (letras) e as linhas. Por exemplo: República VII 532A1-B5 ,
Sofista 253C6-8.

Comentários, sínteses e escólios antigos


Comentários
1. Anônimo médio-platônico – comentário anônimo ao Teeteto, de inspiração médio-platônica, que chegou-nos em papiro. Edição:
Anonymer Kommentar zu Platons Theaetet (Papyrus 9782), nebst drei Bruchstücken philosophischen Inhalts (Pap. n.8; Papp. 9766, 9569), unter
Mitwirkung von J. L. Heiberg, bearbeitet von H. Diels und W. Schubert, ("Berliner Klassikertext hrsg. von der Generalverwaltung der kgl.
Museen zu Berlin", Herft II), Weidmann, Berlim, 1905 (sobre o qual ver a recensão de Praechter, em "Göttingische Gelehrte Anzeigen",
171 [1909], p.530-547, agora em Kleine Schriften, Herausgegeben von H. Dörrie, Hildesheim, 1973, p.264-281).
2. Calcídio – filósofo neoplatônico do séc. IV dC.; de sua obra, chegou-nos uma tradução (parcial) em latim com comentário do Timeu.
Edição crítica: J. H. Waszink; P. J. Jensen. Timaeus a Calcidio translatus commnetarioque instructus ("Platus Latinus", vol. IV). Brill, Leiden,
1962; 1975. Bibliografia: BOEFT, J. den. Calcidius on Demons, Leiden, 1977. BOEFT, J. den. Calcidius on fate, his doctrine and sources.
Leiden, 1970. WINDEN, J. C. M. van. Calcidius on matter, his doctrine and sources. A chapter in the history of Platonism. Leiden, 1959, 1965.
3. Damácio de Damasco – filósofo neoplatônico, do séc. VI d.C., último diádoco da escola de Atenas. Obras: Problemas e soluções sobre
os primeiros princípios e um Comentário ao Parmênides; extratos e fragmentos da Vida de Isidoro, conservados sobretudo por Fócio;
estudos recentes atribuem a Damácio o Comentário ao Filebo, antes atribuído a Olimpiodoro; boa parte do Comentário ao Fédon de
Platão, também atribuído a Olimpiodoro, é agora atribuído a Damácio.
4. Hérmias de Alexandria – filósofo neo-platônico, séc. V d.C., autor de um comentário ao Fedro
5. Jâmblico de Cálcides – filósofo neo-platônico, fundador da escola siríaca; n. circa met. séc III d.C. / m. terceiro decênio do séc. IV. Por
autores diversos, foram conservados fragmentos de comentários aos diálogos platônicos: Alcibíades Maior, Fédon, Crátilo, Sofista, Fedro,
Filebo, Timeu, Parmênides. LARSEN, Dalsgaard B. Jamblique de Chalcis exégète et philosophe,. Appendice: Testimonia et fragmenta exegetica,
Universitetsforlaget i Aarhus 1972. (reúne tanto os fragmentos dos comentários aos esotéricos de Aristóteles como os dos comentários
aos diálogos platônicos) DILLON, J. M. Iamblichi Chalcidensis in Platonis dialogos commentariorum fragmenta ("Philosophia antica" 23),
Brill, Leiden 1973. (recolhe o que existe dos comentários aos diálogos de Platão, traduzidos para o inglês)
6. Olimpiodoro de Alexandria – filósofo neoplatônico, séc. VI dC., discípulo de Amônio filho de Hérmias Obras: Comentário ao Fédon (
atribuição questionável; hoje atribuído a Damácio); Comentário ao Alcibíades Maior; Comentário ao Górgias. WESTERINK, L. G. The
Greek commentaries on Plato's Phaedo, Vol. I: Olympiodorus. Amsterdã-Oxford-Nova Iorque: North-Holland Publishing Company, 1976.
WESTERLINK, L. G. Olympiodorus commentary on the First Alcibiades of Plato, Critical texts and indices. Amsterdã: North-Holland
Publishing Company,1956. WESTERLINK, L. G. Olympiodory in Platonis Gorgiam commentaira. Lípsia, 1970 (col. teubneriana).
7. Proclo de Constantinopla – filósofo neo-platônico da escola de Atenas, n.410-m.485 dC. Obras: Comentários aos seguintes diálogos:
Timeu, República, Parmênides, Alcibíades e Crátilo. Teologia platônica, em 6 livros

Antigas sínteses e introduções ao pensamento de Platão


1. Albino de Esmirna – filósofo médio-platônico, séc. II d.C. Obras: Prólogo; Didascálico; De qualitatibus incorporeis, geralmente atribuído
a Galeno, atualmente atribuído a Albino, por Orth.
2. Apuleio de Madaura – literato e filósofo médio-platônico, séc. II d.C. Obras: Sobre o deus de Sócrates; Em torno a Platão e sua doutrina;
Sobre o cosmo
3. Diógenes Laércio – doxógrafo, primeira metade do séc. III d.C. Obra:Vidas dos filósofos, III

Escólios
1. Hermann, Platonis Diaologi, VI, p.223-396
2. Schola Platonica contulerunt atque Investigaverunt Fredericus De Forest Allen, Johannes Burnet, Carolus Pomeroy Parker, omnia
recognita praefatione indicibusque instructa edidit Guilielmus Chase Greene, in lucem protulit Societas Philologica Americana, Haverfordiae in
civitate Pennsylvaniae 1938.
3. M. Carbonara Naddei, Gli scoli greci al Gorgia di Platone, Bolonha 1976.

Fontes
Coleção de traduções recentes dos diálogos: Platon. Paris : GF-Flammarion.
ALLINE, P. Histoire du texte de Platon. Paris : Champion, 1915. Bibl. de l’Ecole des Hautes Etudes, fasc. 218.
CANTO-SPERBER, M. (Dir.) Philosophie grecque. Paris: PUF, 1997.
REALE, G. História da Filosofia Antiga. Vol 5. Trad. H. C. L. Vaz; M. Perine. São Paulo: Loyola, 1995.
BIOGRAFIA DE PLATÃO
432 – início da Guerra do Peloponeso
– nascimento: Aristocle / alta aristocracia ateniense
– mãe: Perictíone – prima de Crítias – um dos Trinta tiranos / irmã de Cármides / pai: Ariston
428/427
– educação nobre: retórica, ginástica, pintura, poesia lírica e trágica; discípulo de Crátilo
– 3 irmãos: Adimanto, Glauco (República) e Potone, mãe de Speusipo
413 – derrota da expedição ateniense na Sicília, defendida por Alcibíades
407 – conhece Sócrates / discípulo de Sócrates por oito anos
405 – Atenas perde sua frota no conflito com Esparta
– sítio e capitulação de Atenas / aceita condições para paz impostas por Esparta/ estabelece-se a hegemonia espartana /
404 Oligarquia em Atenas: apoio de Lisandro, espartano / forçam a Assembléia a designar 30 homens para restaurar a
constituição tradicional: os Trinta Tiranos
– restauração da constituição democrática em Atenas /estabilidade política
– final da Guerra do Peloponeso: cidade empobrecida: reservas esgotadas, tesouro dos templos dissipados, fontes de
403-402 renda pública desaparecidas (colapso do império ateniense), interrupção dos tributos, abandono nas minas de prata,
comércio do Pireu interrompido, deficiência do potencial humano, fuga dos escravos
– Platão mantém suas expectativas de participar da vida política
399 – processo e condenação de Sócrates pelos democratas
399-390 Hípias Menor, Ion, Láques, Carmides, Protágoras, Eutifron
– a condenação de Sócrates faz com que Platão perca a esperança de poder participar do regime democrático no poder
– Platão se refugia em Megara, onde viviam Euclides e Terpsion / volta a Atenas – obrigações militares / talvez tenha
participado da batalha de Corinto em 394 – na qual Atenienses e Tebanos são derrotados pelos Espartanos e seus
aliados
? – viagem a Cirene (Possi e na volpvel contato com Teodoro, o matemático)
? – viagem ao Egito
390-385 Górgias, Ménon, Apologia de Sócrates, Criton, Eutidemo, Lisis, Menexeno, Crátilo
– 1ª viagem a Siracusa
388
– encontro com Arquitas de Tarento, pitagórico, filósofo, matemático e político
387 – volta a Atenas; funda a Academia
385-370 Fédon, Banquete, República, Fedro
– Atenas refaz-se – refaz muralhas e armada, mas sem muitos recursos financeiros, busca ajuda em Tebas e não
377
consegue / paz geral entre Atenas e Esparta
370-347/6 Teeteto, Parmênides, Sofista, Político, Timeu, Crítias, Filebo
– luta permanente pela hegemonia política / conflitos são endêmicos na Grécia / tomada de consciência dos benefícios
da paz / flexibilização das posições políticas
369 – aumento do uso de soldados mercenários / profissionalização / separação do militar e do político / liderança política
passa a fundamentar-se na oratória (e não mais no comando militar) / freqüentes julgamentos de generais
– ascensão da Macedônia / ameaça aos interesses de Atenas
– 2ª viagem a Siracusa: Dionísio II
367-366 – Dion é exilado / Platão colocado sob vigilância na cidadela de Ortygia / Dionísio II deixa Platão partir
– volta a Atenas / retoma atividades na Academia / Aristóteles na Academia
– 3ª viagem a Siracusa
– Platão quer testar a autenticidade do interesse de Dionísio II pela filosofia
361-360
– Dionísio II não cumpre suas promessas / confisca os bens de Dion
– Platão teme por sua vida / Arquitas intercede junto ao tirano para libertar Platão
– volta a Atenas / Dion prepara uma expedição armada contra Dionísio II / Platão toma posição conciliatória contra o
360
conflito armado
– 336: Filipe II da Macedônia / 354: Demóstenes com 30 anos
– 346: paz de Filocrates entre Macedônia e Atenas
359-336
– 343-342, em Atenas: Isócrates (unir a Grécia sob Filipe contra os persas) x Demóstenes (lutar contra o bárbaro Filipe)
– 340: formação da liga helênica contra Filipe
– morte de Platão aos 81 anos / estava redigindo as Leis
347/6
– sucessão na Academia: Speusipo, Xenócrates, Polemon, Crantor e Crates
BIBLIOGRAFIA - SELECIONADA
I. Edições e traduções
1. Obras completas
Platonis Opera, recognovit brevique adnotatione critica instrvxit Ioannes Burnet, Tomes I-V. Oxford: Clarendon Press, 1900-1907.
Platonis Opera - T.I tetralogias I-II continens [insunt Euthyphro, Apologia, Crito, Phaedo, Cratylus, Theaetetus, Sophista, Politicus],
recognoverunt brevique adnotatione critica instruxerunt W.A. Duke, W.F. Hicken, W.S.M. Nicoll, D.B. Robinson et J.C.G. Strachan.
Oxford : Oxford Clarendon Press, 1995.
PLATON. Œuvres complètes. Tomes I à XII. C.U.F. Paris : Les Belles Lettres, 1920-1956.
Alcibiade. Texte établi et traduit par M. Croiset, 1920.
Hippias Mineur. Texte établi et traduit par A. Croiset, 1920.
Lysis. Texte établi et traduit par A. Croiset, 1921.
Hippias Majeur. Texte établi et traduit par A. Croiset, 1921.
Charmide. Texte établi et traduit par A. Croiset, 1921.
Protagoras. Texte établi et traduit par A. Croiset, 1923.
Le Sophiste. Texte établi et traduit par A. Diès, 1925.
Ménexène. Texte établi et traduit par L. Méridier, 1931.
Le Banquet. Texte établi et traduit par P. Vicaire, 19?9.
Cratyle. Texte établi et traduit par L. Méridier, 1931.
Le Politique. Texte établi et traduit par A. Diès, 1935.
Philèbe. Texte établi et traduit par A. Diès, 1941.
Lois I-VI. Texte établi et traduit par E. des Places, 1951.
Lois VII-XII. Texte établi et traduit par A . Diès, 1956.
Epinomis. Texte établi et traduit par E. des Places, 1956.
PLATON. Œuvres Complètes. Traduction et notes par L. Robin, avec la collaboration de J. Moreau. Pléiade. 2 vol. Paris : Gallimard,
1959-1960.
PLATONE. Tutti gli scritti. A cura di G. Reale. Gli scriti di Platone sono traduti, presentati e annotati da : Reale, G.; Gatti, M.L.;
Mazzarelli, C.; Migliori, M.; Liminta, M.T.; Radice, R. Milano : Rusconi Libri, (1991) 1994.
PLATON. Obras Completas. Traducción del griego, preámbulo y notas por M. Araujo, F. G. Yagüe, L. Gil, J. A. Miguez, M. Rico, A. R.
Huescar y F. P. Samaranch. Madrid : Aguillar, (1966) 1986.
PLATÃO. Diálogos. Trad. C. A. Nunes. Belém: Univ. Federal do Pará.

2. Obras selecionadas / individuais


2.1.Francês
PLATON. Collection GF - Flammarion :
Alcibiade. Traduction par Chantal Marboeuf et Jean-François Pradeau, 1999.
Apologie de Sócrates. Criton. Traduction par Luc Brisson, 1997.
Charmide. Lysis. Trad. par Louis-André Dorion, 2004.
Cratyle. Traduction par Catherine Dalimier, 1998.
Euthydème. Traduction par Monique Canto, 1989.
Gorgias. Traduction par Monique Canto, 1987.
Hippias majeur. Hippias mineur. Traduction par Jean-François Pradeau et Francesco Fronterotta, 2005.
Ion. Traduction par Monique Canto, 1989.
Lachès. Euthyphron. Traduction par Louis-André Dorion, 1997.
La République. Traduction par George Leroux, 2002.
Le Banquet. Traduction par Luc Brisson, 1998.
Le Politique. Traduction par Luc Brisson ; Jean-François. Pradeau, 2003.
Le Sophiste. Traduction par Nestor-Luis Cordero, 1993.
Les Lois I à VI. Traduction par Luc Brisson et Jean-François Pradeau, 2006.
Les Lois VII à XII. Traduction par Luc Brisson et Jean-François Pradeau, 2006.
Lettres. Traduction par Luc Brisson, 1987.
Ménexène. Traduction par Daniel Loayza, 2006.
Ménon. Traduction par Monique Canto-Sperber, 1991.
Parménide. Traduction par Luc Brisson, 1994.
Phédon. Traduction par Monique Dixsaut, 1991.
Philèbe. Traduction par Jean-François Pradeau, 2002.
Phèdre. Traduction par Luc Brisson, 1989.
Protagoras. Traduction par Frédérique Ildefonse, 1997.
Théétète. Traduction par Michel Narcy, 1994.
Timée. Critias. Traduction par Luc Brisson, 1987.
Platon par lui-même. Traduction par Louis Guillermit, 1989
Les mythes de Platon. Textes choisis par Jean-François Pradeau, 2004.
PLATON. République. Traduction de P. Pachet. Paris : Gallimard, 1993.
PLATON. Ménexène. Texte annoté et traduction par A.-M. Bacquié. Paris : Hatier / Les Belles Lettres, 1995.
PLATON. Les Lois. (Extraits). Introduction, traduction nouvelle et notes par A. Castel-Bouchouchi. Paris : Gallimard, 1997.
PLATON. République. Livres VI et VII. Traduction et commentaire par M. Dixsaut. Paris : Bordas, (1980) 1986.
2.2. Inglês
Plato’s theory of knowledge. The Theetetus and the Sophist of Plato. Translated with a running commentary by F. M. Cornford. London :
Kegan Paul, Trech, Trubner. New York : Harcourt, Brace, 1935.
The being of the beautiful. Plato’s Theaetetus, Sophist and Statesman. Translated and with commentary by S. Bernadete. Chicago / London :
1984.
PLATO. Theaetetus. Sophist. With an english translation by H. N. Fowler. London / Cambridge, Mass.: William Heinemman / Harvard
University Press, 1961.
2.3. Italiano
PLATONE. Il Sofista. Traduzione di M. Gentile. Introduzione e note di A. Plebe. Firenze : La Nuova Italia, 1965
PLATONE. Il Sofista. A cura di M. Gentile e A. Plebe. Milano : La Nuova Italia, (1965) 1994.
PLATONE. Politico. Introduzione, traduzione, note, apparati e appendice bibliografica di M. Migliori. Milano : Rusconi Libri, 1996.
PLATONE. Teeteto. Traduzione di L. Antonelli. Milano : Giangiacomo Feltrinelli Ed., 1994.
2.4. Português
PLATÃO. A República. Introdução, tradução e notas de M. H. R. Pereira. Lisboa : Fund. Calouste Gulbenkian, 1993. 7a.ed.
PLATÃO. Cartas. Tradução de C. G. Silva e M. A. Melo. Lisboa : Estampa, 1980.
PLATÃO. Diálogos. Tradução de J.C. de Souza, J. Paleikat e J. C. Costa. São Paulo : Abril Cultural, 1979. (Coleção Os Pensadores).
PLATÃO. Parmênides. Tradução, prefácio e notas de A. Lobo Vilela. Lisboa : Inquérito.
2.5. Espanhol
PLATON. Protágoras. Introducción, versión y notas de U. S. Osmanczik. Mexico, D. F.: Universidad Nacional Autónoma de México,
1993.
II. Sobre Platão
ADORNO, F. Introduzione a Platone. Roma: Laterza, 1978. Tradução portuguesa: Platão. Lisboa: Ed. 70, s.d.
ANDRADE, S. M. V. Comentário do Sofista de Platão. Belo Horizonte : UFMG, 1988.
ANDRADE, S. M. V. Música e sabedoria no Banquete. Kriterion 69 (1976) p.28-51.
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BEIERWALTER, W. Identità e differenza. Trad. S. Sini. Milano: 1988.
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Fonte: Disponível em: http://marquess56.blogspot.com.br/search/label/plat%C3%A3o. Consultado em 20 jan. 2010.