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ÍNDICE

INTRODUÇÃO ......................................................................................................................... 2
1 OBJECTIVOS..................................................................................................................... 2
1.1 Objectivo Geral ....................................................................................................................... 2
1.2 Objectivo Específico ............................................................................................................... 2
LISTA DE FIGURAS… ............................................................................................................ 3
2 METODOLOGIA ............................................................................................................... 4
2.1 Tipo de pesquisa ...................................................................................................................... 4
2.2 Método .................................................................................................................................... 4
2.3 Instrumento de coleta de dados ............................................................................................... 4
2.4 Procedimentos ......................................................................................................................... 4
3 FUNDAMENTAÇÃO TEORICA ...................................................................................... 5
3.1 Turbinas ................................................................................................................................... 5
3.2 Tipos de Turbinas .................................................................................................................... 5
3.3 Descrição geral e condições de instalação de turbinas ............................................................ 5
3.3.1 Turbinas de Pelton ........................................................................................................... 5
3.3.2 Turbinas de Francis ......................................................................................................... 6
3.3.3 Turbinas Kaplan .............................................................................................................. 7
3.3.4 Condições de instalação de Turbinas .............................................................................. 8
3.4 Bombas Hidraulicas ................................................................................................................ 8
3.5 Tipos de bombas...................................................................................................................... 8
3.5.1 Bombas Alternativas ....................................................................................................... 9
3.5.2 Bombas Centrifugas ........................................................................................................ 9
3.5.3 Bombas axiais (hélice ou Kaplan) ................................................................................. 10
3.6 Teoria elementar de turbomáquinas ...................................................................................... 11
3.6.1 Velocidades específicas ................................................................................................. 12
3.7 Numero especifico de rotações de turbina............................................................................. 13
CONCLUSÃO ......................................................................................................................... 14
REFERENCIA BIBLIOGRAFICA ......................................................................................... 15
INTRODUÇÃO
As máquinas hidráulicas promovem a troca de energia mecânica entra a água (ou outro liquido)
e um dos seus órgãos. Estuda-se a constituição geral de turbinas e de bombas de vários tipos e
as respectivas condições de aplicação e de funcionamento, tendo em vista os aspectos daquelas
de centrais de hidroelétricas e de estacoes de bombagem.

1 OBJECTIVOS
1.1 Objectivo Geral
 Compreender as máquinas hidráulicas (turbinas e as bombas)
1.2 Objectivo Específico
 Identificar os tipos de turbinas e bombas
 Explicar o funcionamento de turbinas e bombas

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LISTA DE FIGURAS…
Figura 1.0: Turbinas de accao (Pelton, Turgo, Michell-Blanki)……………….......…………..5
Figura 1.1: Turbinas de reaccao (Francis, Kaplan e Helice)…………………………………...5
Figura 1.2: Turbinas de tipo Pelton…………………………………………………………….6
Figura 1.3: Turbinas de tipo Francis……………………...……………………………………7
Figura 1.4: Turbinas de tipo Kaplan……………………………...……………………………8
Figura 2.0: Bombas Alternativas………………………………………………………………9
Figura 2.1: Bomba Centrifuga…………………………………………………………………9
Figura 2.2: Bomba Axial……………………………………………………………………...10

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2 METODOLOGIA
2.1 Tipo de pesquisa
Foi utilizada a pesquisa bibliográfica para elaboração deste trabalho
2.2 Método
Foi utlizado o método dedutivo porque é um processo mental por intermedio do qual, partindo
de dados particulares suficientemente constatados, infere-se uma verdade geral ou universal,
não contida nas partes examinadas.
2.3 Instrumento de coleta de dados
Não foi utilizada nenhum instrumento para coleta de dados porque a pesquisa escolhida é a
bibliográfica.
2.4 Procedimentos
Não teve procedimentos porque não houve coleta de dados.

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3 FUNDAMENTAÇÃO TEORICA
3.1 Turbinas
Turbinas são equipamentos que tem por finalidade transformar a energia de escoamento
(hidráulica) em trabalho mecânico. Pela definição, inicialmente dada, são máquinas motoras.

3.2 Tipos de Turbinas


As turbinas podem ser classificadas em turbinas de ação (ou impulso) e em turbinas de reação.
Esta forma de classificação leva em conta a variação de pressão estática. No primeiro grupo a
pressão estática permanece constante entre a entrada e saída do rotor. Exemplos do primeiro
grupo são as turbinas Pelton, Turgo e Michell‐Blanki

Fig.1.0: Tubinas de accao (Pelton, Turgo, Michell-Blanki)

Já no segundo grupo ocorre redução da pressão estática ao atravessar o rotor. Exemplos são as
turbinas Francis, Kaplan e Hélice

Fig.1.1: Turbinas de reaccao (Francis, Kaplan e Helice)

3.3 Descrição geral e condições de instalação de turbinas


3.3.1 Turbinas de Pelton
Também chamada de roda Pelton, recebeu o nome do engenheiro estadunidense Lester Allen
Pelton (1829‐1908) que a patenteou em 1880.
São turbinas de acção porque utilizam a velocidade do fluxo de água para provocar o
movimento de rotação. A sua constituição física consiste numa roda circular que na sua periferia
possui um conjunto de copos ou conchas sobre os quais incide(m), tangencialmente, um(s)

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jacto(s) de água dirigido(s) por um ou mais injetores distribuídos de forma uniforme na periferia
da roda.
A potência mecânica fornecida por estas turbinas é regulada pela actuação nas válvulas de
agulha dos injectores.
Estas turbinas podem ser de eixo vertical ou horizontal e são utilizadas em aproveitamentos
hidroelétricos caracterizados por pequenos caudais e elevadas quedas úteis (250 a 2500 m). São
turbinas caracterizadas por terem um baixo número de rotações, tendo, no entanto, um
rendimento até 93%.

Fig.1.2: Turbinas de tipo Pelton

3.3.2 Turbinas de Francis


Essa turbina recebe o nome do engenheiro inglês James Bicheno Francis (1815‐1892) que a
concebeu em 1848. Foi resultado do aperfeiçoamento da turbina Dowd, patenteada em 1838
por Samuel Dowd (1804‐1879). É uma turbina de reação, com eficiência na faixa de 90%.
São turbinas de reacção porque o escoamento na zona da roda se processa a uma pressão inferior
á pressão atmosférica. Esta turbina é caracterizada por ter uma roda formada por uma coroa de
aletas fixas, as quais constituem uma série de canais hidráulicos que recebem a água
radialmente e a orientam para a saída do rotor numa direcção axial.
A entrada na turbina ocorre simultaneamente por múltiplas comportas de admissão dispostas
ao redor da roda, e o trabalho exerce-se sobre todas as aletas ao mesmo tempo para fazer rodar
a turbina e o gerador.
Os outros componentes desta turbina são a câmara de entrada, a qual pode ser aberta ou fechada
com uma forma espiral, o distribuidor constituído por uma roda de aletas fixas ou móveis que
regulam o caudal e o tubo de saída da água.

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Estas turbinas utilizam-se em quedas úteis superiores aos 20 metros, e possuem uma grande
adaptabilidade a diferentes quedas e caudais.
As turbinas Francis, relativamente às Pelton, têm um rendimento máximo mais elevado,
velocidades maiores e menores dimensões.

Fig.1.3: Turbinas de tipo Francis

3.3.3 Turbinas Kaplan


Essa turbina recebe o nome do engenheiro austríaco Victor Kaplan (1876‐1934) que a concebeu
em 1912.
Foi resultado do aperfeiçoamento da turbina Hélice. Ao contrário das turbinas Hélice, cujas pás
são fixas, no sistema
de Kaplan elas podem ser orientadas, variando a inclinação das pás, com base na descarga.
São turbinas de reacção, adaptadas ás quedas fracas e caudais elevados. São constituídas por
uma câmara de entrada que pode ser aberta ou fechada, por um distribuidor epor uma roda com
quatro ou cinco pás em forma de hélice.
Quando estas pás são fixas diz-se que a turbina é do tipo Hélice.
Se as pás são móveis o que permite variar o ângulo de ataque pormeio de um mecanismo de
orientação que é controlado pelo regulador da turbina, diz-se que a turbina é do tipo Kaplan.
As turbinas Kaplan são reguladas através da acção do distribuidor e com auxílio da variação do
ângulo de ataque das pás do rotor o que lhes confere uma grande capacidade de regulação.
As turbinas Kaplan e Hélice têm normalmente o eixo vertical, mas podem existir turbinas deste
tipo com eixo horizontal, as quais se designam por turbinas Bolbo.

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Fig.1.4: Turbinas de tipo Kaplan

3.3.4 Condições de instalação de Turbinas


 As turbinas de Pelton são instaladas nas barragens onde a altura das quedas desde o
reservatório de água ate a turbina tem que ser acima de 200m.
 As turbinas de Francis são instaladas onde a altura das quedas de água tem que ser
entre 30 e 200m.
 As turbinas de Kaplan são instaladas onde a altura das quedas de água tem que ser
inferior a 30m.

3.4 Bombas Hidraulicas


São dispositivos que adiciona energia aos líquidos, tomando energia mecânica de um eixo, de
uma haste ou de outro fluido: ar comprimido e vapor são os mais usuais. As formas de
transmissão de energia podem ser: aumento de pressão, aumento de velocidade ou aumento de
elevação – ou qualquer combinação destas formas de energia.

3.5 Tipos de bombas


Classificam-se as bombas em dois principais grupos: bombas de deslocamento positivo e
bombas cinéticas. Seus nomes descrvevem o método para mover o fluido

 Bombas de deslocamento posistivo - faz o fluido se mover isolando um volume


determinado deste e aplicando forca (deslocando) aquele volume isolado para o bocal
de descarga. Podem ser classificado como Bombas Alternativas e Bombas rotativas
 Bombas cinéticas – São bombas que fornecem energia continuamente a um fluido que
escoa pelo interior dos elementos da bomba. Esta transmissão de energia é
frequentemente realizada por uma peca dotada de palhetas que recebe energia mecânica
de um eixo e onde as palhetas impulsionam o fluido, transferido energia hidráulicas. Há
diversas formas de Bombas cinéticas, que são: Bombas centrífugas, Bombas axiais,
Bombas mistas

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3.5.1 Bombas Alternativas
As bombas alternativas usam um arranjo de diafragama, pistão ou embolo e cilindro, com
válvulas de sucção e descarga integradas na bomba. Bombas desta categoria variam de
monocilíndricas (chamadas de simplex) chegando em certos casos ate nove cilindros. A maioria
das bombas alternativas são de dois (duplex) ou três (Triplex).

Fig.2.0: Bombas alternativas

3.5.2 Bombas Centrifugas


São utilizadas para transporte de fluidos através da conversão de energia cinética de rotação
para energia hidrodinâmica do fluxo de fluido. A energia rotacional normalmente vem de um
motor ou motor elétrico.

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2

1 1

Fig.2.1: Bomba Centrifuga

Uma Bomba centrífuga trabalha transferindo energia cinética para o fluido e transformando-a
em energia potencial, seja esta de posição ou, mais frequentemente, de pressão no bocal de
descarga de bomba. Esta accao e realizada empregando os conceitos de princípio de Bernoulli.

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Acionada mecanicamente por um eixo rotativo, a rotação do rotor da bomba transfere energia
para o fluido através das palhetas do rotor – uma cavidade de diâmetro menor, interna – a partir
de onde escoa em direccao ao diâmetro externo pelos canais formados entre as palhetas do rotor

3.5.3 Bombas axiais (hélice ou Kaplan)


As bombas axiais possuem um rotor com aspecto de hélice de propulsão, dotada de reduzido
número de pás (2 a 8) e possuem velocidade específica elevada. Sob uma forma simplista, diz
se que as bombas axiais ou de hélice se destinam a elevar grandes descargas a pequenas alturas.
As pás podem ser fixas, fundidas com o núcleo de fixação ou a ele soldadas, ou podem variar
o passo, graças a um mecanismo localizado no interior da ogiva onde as pás são adaptadas.

Fig.2.3.Bomba axial

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3.6 Teoria elementar de turbomáquinas
No movimento de uma partícula liquida no interior da roda de uma turbomáquina pode se
definir-se em cada instante, a velocidade absoluta, 𝑉 ⃗ , a velocidade em relação a roda (ou
⃗⃗⃗ , e a velocidade periférica (ou de transporte), 𝐶 .
velocidade relativa), 𝑊
As três velocidades referidas estão relacionadas pela equação vectorial;
⃗ =𝑊
𝑉 ⃗⃗⃗ + 𝐶

Para uma turbomáquina radial (turbina ou bomba), caso em que os triângulos de velocidades se
situam em planos normais ao eixo da roda.

Admitindo distribuições uniformes das velocidades nas secções a entrada e a saída da roda,
resulta, pela aplicação do teorema de Euler:

T = 𝜌𝑄(𝑉1 𝑟1 cos 𝛼1 − 𝑉2 𝑟2 cos 𝛼2 )

𝑇 = Binario actuante (torque)

𝜌 = Massa volúmica do liquido

𝑄 = caudal na turbina

𝑉1 , 𝑉2 = velocidade absoluta

𝛼1 , 𝛼2 = Angulo entre a velocidade absoluta e periferica

𝑟1 , 𝑟2 = raio da roda na entrada do escoamento e na saida

Atendendo a que a carga hidráulica cedida pelo escoamento à roda, ou queda útil na roda (𝐻𝑈𝑅 ),
Corresponde à energia por unidade de peso do líquido, a potência cedida pelo escoamento à
roda da turbina obedece à seguinte expressão:
𝑇𝜔 = 𝜌𝑔𝑄𝐻𝑈𝑅

Sendo:

𝜔 = Velocidade angular

𝑔 = aceleração de graviade

𝐻𝑈𝑅 = queda útil na roda

atendendo ainda às seguintes relações, válidas para um corpo rígido em rotação em torno de um
eixo:
𝜔 𝑟1 = 𝑐1 𝜔 𝑟2 = 𝑐2

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obtém-se a seguinte expressão (1ª Forma da Equação de Euler) para a queda útil na roda:
(𝑉1 𝐶1 cos 𝛼1 − 𝑉2 𝐶2 cos 𝛼2 )
𝐻𝑈𝑅 =
𝑔

3.6.1 Velocidades específicas


As velocidades específicas são definidas pelas relações entre as velocidades reais (V, W e C),
à entrada e à saída da roda e a velocidade√2𝑔𝐻𝑢
𝑉1 𝑉2
𝑣1 = 𝑣2 =
√2𝑔 𝐻𝑢 √2𝑔 𝐻𝑢

𝐶1 𝐶2
𝑐1 = 𝑐2 =
√2𝑔 𝐻𝑢 √2𝑔 𝐻𝑢

𝑊1 𝑊2
𝑤1 = 𝑤2 =
√2𝑔 𝐻𝑢 √2𝑔 𝐻𝑢

O rendimento hidráulico da turbina pode, assim, ser expresso do seguinte modo:

𝜂ℎ = 2(𝑣1 𝑐1 cos 𝛼1 − 𝑣2 𝑐2 cos 𝛼2 )

Para melhorar 𝜂ℎ no ponto de funcionamento óptimo, o ângulo 𝛼2 deve ser igual ou próximo
de 90°
𝜂ℎ = 2 𝑣1 𝑐1 cos 𝛼1

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3.7 Numero especifico de rotações de turbina
De acordo com a teoria da semelhança dinâmica, para duas turbinas geometricamente
semelhantes é válida a seguinte relação:
5⁄4
𝑛 𝑃 1⁄2 𝐻𝑢 ′
=( ) ( )
𝑛′ 𝑃′ 𝐻𝑢

Sendo:
n, n’ = Velocidade de rotação
P, P’ = Potencia de turbina
𝐻𝑢 , 𝐻𝑢 ′ = Queda útil
O número específico de rotações de uma turbina define-se por:

𝑃 1⁄2
𝑛𝑠 = 𝑛
𝐻𝑢 5⁄4
que corresponde a considerar em (3.38) os seguintes valores:
n’= 𝑛𝑠
𝑃′ = 1
𝐻𝑢 ′ = 1
A queda útil 𝐻𝑢 Corresponde à queda útil dos melhores rendimentos e P à potência máxima sob
esta queda. O valor de ns vai depender das unidades adoptadas:
nS m, CV = 1,17 nS m, kW = 4,45 nS ft, HP

Cada valor de ns identifica uma família de rodas (turbinas) semelhantes e é um parâmetro


fundamental na caracterização e dimensionamento das turbinas.
No caso de uma turbina Pelton com N injectores, o número específico pode ser definido do
seguinte modo:
(𝑁𝑃𝑖 )1⁄2
𝑛𝑠 = 𝑛 ⁄4
= √𝑁𝑛𝑠𝑖
𝐻𝑢5

sendo 𝑃𝑖 a potência da turbina por injector e 𝑛𝑠𝑖 o número específico referente a um injector.
Nas turbinas com rodas múltiplas (M rodas) o número específico é definido do seguinte modo:

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CONCLUSÃO
As Maquinas hidráulicas são máquinas que convertem energia mecânica dos movimentos dos
fluidos para energia elétrica, e vice-versa As máquinas hidráulicas dividem se em dois tipos
Turbinas e Bombas. As turbinas são equipamentos que tem por finalidade transformar a energia
de escoamento (hidráulica) em trabalho mecânico que pode ser usado para produção de energia
eléctrica. Existem vários tipos de turbinas as principais são Turbinas de Pelton, Francis e
kaplan, As turbinas de Pelton são para as queda altas, as de Francis são para queda médias e as
de kaplan para quedas baixas. As bombas hidráulicas são dispositivos que adiciona energia aos
líquidos, elas podem ser divididas em dois tipos Bombas de deslocamento positivo e bombas
cinéticas, As bombas de deslocamento positivo podem ser: Bombas alternativas e rotativas, as
bombas cinéticas podem ser: Bombas centrífugas, Axiais e Mistas.

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REFERENCIA BIBLIOGRAFICA
QUINTELA, António De Carvalho, Hidráulica, Fundação Calouste Gulbenkian, 11ª edição,
Lisboa, Portugal, 2009

PaginaPessoal, Cap6_Turbinas. Disponível em <http:// paginapessoal.utfpr.edu.br /eduardomg/


maquinas-de fluxo/matéria/Cap.6_2014_2.pdf/at_download/file>. Acesso em 27 de maio de
2016 as 16:35 horas
Fenix Tecnico, IH-2. Disponível em <https://fenix.tecnico.ulisboa.pt/downloadFile/377957
1249298/ IH-2.pdf > Acesso em 28 de maio de 2017 as 09:13 horas
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Wikipedia, Bombas Hidráulicas. Disponível em <https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Bomba_hidr
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