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Nome: Ana Carolina Gomes Illas Perez.

Matricula: 18032722

O mal-estar na civilização. Edição Standard Brasileira das Obras Completas de


Sigmund Freud, vol. XXI. Rio de Janeiro: Imago, 1996.

Neste texto, Freud possibilitou compreender a diferença entre a civilização de


cultura, e compreende que o estar em civilização se diferencia do homem e da vida
animal, que não está em contato com a sua natureza. No entanto, já a civilização
adentra as questões do desenvolvimento do homem e controle que o mesmo
estabelece com a natureza e como regem e regulam o relacionamento com os
envolvidos nesse sistema.
Em sua argumentação o autor faz um link com o seu artigo “totem e tabu”
(1921) que faz a descrição a uma passagem da natureza e sobre à cultura, também
busco uma caracterização com o mito da “horda primavera”, ondem em sua
compreensão a mesma apresenta em sua narrativa, uma figura paterna onipotente,
que é possuidor de todas a mulheres ao seu alcanço com sua vontade única e
arbitrária absolutista. Então esse pai possivelmente e assassinado pelos seus filhos,
para que assim possível entrar em contato com a realidade social para que não
tomem o seu lugar de autoridade patriarcal. O incesto e o tabu surgem uma primeira
lei que emergem a origem da civilização, uma vez que considera o incesto é de
natureza antissocial ao meio cultural.
O mal-estar da Civilização é um tema que foi explorado por Freud
(1930)apresenta o que foi percebido em pesquisa a ideia de uma mal-estar que está
sendo produzindo na realidade cultural dos seres-humanos, visto as singularidades
antagônicas que se apresentam entre a pulsão como exigência na civilização. Então
percebe a necessidade do sacrifício individual para um bem social, ou então, o
homem tem que pagar um preço “a cultura” por renunciar as questões pulsionais. A
ideia do mesmo busca apresentar a rivalidade da civilização para com o indivíduo,
onde o homem há em si tendências destrutivas, antissociais e anti-culturais. A
civilização então, busca a todo instante travar uma luta com o homem e sua
liberdade, alternando o poder do indivíduo pelo poder da comunidade.
Freud em sua obra (1927) o “futuro de uma ilusão”, o mesmo ressalta que a
sociedade em seus esforços, sempre ocorrerá o desenvolvimento da humanidade,
em que se meio se desenvolve as suas funções alguma de modo patológico e ao
excesso de pulsão, permanecera associal.
Uns dos pontos principais explorados por Freud e a função da religião como
um dos pilares de conservação da sociedade. O mesmo buscou fundamentar que a
base, ou melhor, a raiz de toda a religião buscando a amenizar o estado de solidão
infantil que pode estar se perpetuando em sua vida adulta. Assim quando se
referência a necessidade de um superior que manter o cuidado, a segurança, e
proteção. Freud em seu postulado acrescenta que a necessidade e a natureza do
homem necessitam que controle para que se consiga viver em sociedade, a
presença ou não da religião, possibilitaria o desenvolvimento de novas doutrinas ou
sistema para que possibilitem manter suas próprias defesas.
A civilização busca como objetivo garantir a inexistência sofrimento,
desenvolvendo segurança, buscando não se desenvolver por via do prazer, mas a
existência a partir da segurança. Para Freud a função da satisfação pulsional pode
se apresentar de periódicas, sendo que as possibilidades das felicidades se tornam
restritas. Para Freud o sofrimento humano pode-se advim de alguns fatores: os
relacionamento, o corpo e o mundo externos.
O texto, apresenta a existências de métodos em meio humano para buscar
amenizar o sofrimento buscando sempre a felicidade “ideal” mesmo que por breves
períodos. Atualmente a utilização de drogas, e compreendido como formas
expressivas de sublimação e um possivelmente remodelamento da realidade que se
apresenta, a efemeridade e o amor neurótico. Freud aponta que a sublimação como
uma metodologia diferente metapsicológico, para que seja acessível a todos quando
meio de sofrimento que possivelmente provem do mesmo corpo para ocorrer a
sublimação e pulsão fundamental no desenvolvimento cultural que se torna possível
os desenvolvimentos psíquicos superiores.
O autor também enfatiza as questões sobre o amor como um dos fundamentos
que se desenvolve na comunidade. Assevera relação do amor na sociedade e bem
ambígua: em uma instância a oposição aos interesses da sociedade ao outro, já a
civilização tem suas restrições e possíveis satisfações pulsionis. Assim Freud
trabalhara três fundamentais aspectos; a angústia, agressividade e o sentimento de
culpa. Em seu texto (1920) “Mais Além do Princípio do Prazer”, onde enfatiza a
existência da pulsão de morte, transcrevera a pulsão uma continua repetição, em se
conduzir diretivamente ao estado inorgânico, assim para o autor, a pulsão de morte
vem sendo um impedimento para os indivíduos na civilização.
Freud contextualiza que a pulsão agressiva onde os homens encontram os
seus limites. Quando a agressividade não pode ser externalizada sendo que está
introjetada, e que se dirige ao ego. Então, a parte do ego que se coloca contra o
resto do ego, na forma que se apresenta no superego. A conceituação do superego
Freud desenvolveu o termo fundamentado como sentimento de culpa, colocado com
um aspecto central a relação entre o indivíduo e a cultura.
O autor delimita e denomina como sentimento de culpa e a tensão, entre os
aparelhos psíquicos egos e superego, onde desenvolve a necessidade de punição,
busca delimitar procedência das duas origens da culpa; a primeira e por parte do
medo que uma autoridade exterior (antecede a formação do superego) e a medo do
superego. A necessidade de renúncia pulsional seria necessária para que se chegue
ao sentimento de culpa, no entanto estarenúncia não basta, já que o desejo sempre
persiste e possivelmente sempre aparece (possíveis ações e intenções não são
distintas).
Freud, faz uma estreita relação entre a civilização e o sentimento de culpa. A
possibilidade de alcançar o objetivo de continuar os seres humanos interligado
através de um possível crescente do sentimento de culpa, e o desenvolvimento de
um superego qual desenvolve uma influência que produz uma evolução cultural.