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Diocese de Lins

Instituto Teológico de Lins “Dom Pedro Paulo Koop, MSC”


Região Pastoral de Pirajuí
Curso de Teologia para Leigos

Elevação da Paróquia Nossa Senhora Aparecida de Pirajuí à Dignidade


de Santuário Diocesano

Edna Miranda Pedrozo Araújo


Fábio Luís Araújo
Josiane Oliveira Franco
Karina Moreti de Camargo
Naira Marina Maia
Pedro Bonfim Panício

Pirajuí/2018
Elevação da Paróquia Nossa Senhora Aparecida de Pirajuí à Dignidade
de Santuário Diocesano

Trabalho de aproveitamento para a


Disciplina de História de Igreja Particular de Lins
Do Curso de Teologia para Leigos.
Região Pastoral de Pirajuí
Prof. Ms. Pe. Washington Lair Urbano Alves

Pirajuí/2018
Sumário

Introdução .......................................................................................................................... 1
1. Breve Histórico ........................................................................................................... 1
1.1 Criação das igrejas em Pirajuí .......................................................................................... 1
1.2 Divisão da Paróquia ......................................................................................................... 3
2. Diferenças entre Paróquia e Santuário .................................................................... 3
2.1 A Configuração da Paróquia no cenário da Igreja ................................................................. 3
2.2 A Configuração de Santuário no Cenário da Igreja ............................................................... 4
2.3 Diferenças entre uma Paróquia e um Santuário ..................................................................... 4
3. Elevação....................................................................................................................... 5
4. Considerações Finais .................................................................................................. 7
5. Referências Bibliográficas ......................................................................................... 8
ANEXO I – Fotos da construção ...................................................................................... 9
ANEXO II – Decreto de Elevação da Paróquia Nossa Senhora Aparecida em Pirajuí
a Santuário Diocesano ..................................................................................................... 10
ANEXO III – Brasão do Santuário de Pirajuí .............................................................. 12
ANEXO IV – Placa de inauguração............................................................................... 12
ANEXO V – Fotos atuais ................................................................................................ 13
ANEXO VI – Presentes na Solenidade de Elevação ..................................................... 15
Introdução

A Elevação da Paróquia Nossa Senhora Aparecida a dignidade de Santuário


Mariano Diocesano ocorreu em comemoração aos oitenta anos de existência desta Igreja,
a data escolhida, fez-se em celebração do dia da Imaculada Conceição de Maria. O ano de
dois mil e dezesseis antecede o ano em que a Imagem de Nossa Senhora Aparecida
comemorará trezentos anos do encontro da imagem pelos três pescadores Domingos
Garcia, João Alves e Filipe Pedroso nas águas do Rio Paraíba. O fato da imagem surgindo
das águas fortifica a essência da mesma, onde a água é fonte de vida, pureza, e a imagem
surgiram no período de escravidão, época de muito sofrimento, principalmente para a
população afro descendente presente no país, até o presente momento colônia de Portugal.
Nossa Senhora da Conceição Aparecida, Rainha do Brasil, em 16 de julho de 1930 pelo
Papa Pio XI, o Brasil rende-se ao amor incondicional da “Mãe negra” no dia 12 de outubro,
data que marcou, em 1980, a proclamação de feriado e consagração do Santuário Nacional
de Aparecida pelo Papa João Paulo II. A Elevação de Santuário Diocesano efetuou-se no
dia oito de dezembro de dois mil e dezesseis, Ano Mariano 2016/2017.

1. Breve Histórico

Criação das igrejas em Pirajuí

Com o grande desenvolvimento da economia cafeeira no oeste paulista,


rapidamente o Povoado de São Sebastião do Pouso Alegre viu suas fronteiras expandirem-
se e tornar-se crescente e pujante. Neste período, logo após a fundação do povoado São
Sebastião do Pouso Alegre em 1902 e da celebração de sua primeira missa, o Distrito de
Paz construiu sua primeira capela em 1904 dedicada ao Glorioso Mártir São Sebastião,
cuja primeira missa foi celebrada no dia 25 de novembro de 1904, pelo Padre Francisco
Elias Vártolo, Vigário da Paróquia Divino Espírito Santo de Bauru, hoje Catedral
Diocesana.

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Em 1916, após a criação da Diocese de Botucatu, acontecida em 1908, o Distrito
de Paz de São Sebastião do Pouso Alegre foi elevado a Capellania de Pirajuhy. Nesta nova
jurisdição eclesiástica, passaram a fazer parte desta capelania as Capelas de Pirajuí, como
sede, Presidente Alves, São Benedito da Corredeira e São José do Sucury. Como Capelão
de Pirajuí foi nomeado o Reverendo Padre Arnaldo Geerts, MSC.
A primeira Visita Pastoral a Capelania de Pirajuí ocorreu nos dias 12 a 16 de março
de 1917, pelo Bispo Dom Lúcio Antunes de Sousa e nesta oportunidade foi criada uma
comissão para a construção de uma nova igreja para se tornar a Igreja Matriz de São
Sebastião.
Elevada a Paróquia em 31 de maio de 1925, ao fim do ano de 1931, estavam
subordinadas a sua jurisdição as capelas São Benedito da Corredeira, São José do Sucury
e Capela São João Batista de Balbinos, que ficaram sob os cuidados do Vigário de Pirajuí,
o então Padre José Willing, MSC.
Com o retorno do Vigário Padre José Willing, MSC, da Alemanha em 20 de abril
de 1933, foi em 28 de agosto de 1933 que começaram os preparativos para a construção da
Igreja Nossa Senhora Aparecida na chamada Vila Batista. Naquela época, havia a
preocupação em trazer o povo distante da Igreja Matriz de São Sebastião para as
celebrações eucarísticas e também uma forma de interromper o crescimento do
protestantismo e o espiritismo, já alertado pelo Bispo Dom Áttico a todas as paróquias
através de ofício circular em 26 de novembro de 1931.
Apesar das dificuldades financeiras, coube às irmandades o levantamento de fundos
e a escolha do padroeiro na nova igreja. Em uma votação realizada na casa paroquial, por
856 votos, Nossa Senhora Aparecida foi a escolhida, ficando São Benedito com 546 votos.
A pedra fundamental foi abençoada pelo Bispo Dom Áttico no dia 04 de novembro
de 1934 e as comemorações a Padroeira seria realizada em 08 de dezembro.
Em 08 de dezembro de 1936, é inaugurado o Santuário Nossa Senhora Aparecida
com missa solene de inauguração presidida pelo Padre José Willing, MSC, vindo de
Itajubá, e com a presença do Bispo Dom Henrique Cesar Fernandes Mourão. Também
participaram como “padrinhos” os benfeitores Antônio Santarosa, Fábio Junqueira
Meirelles e Candido Junqueira Andrade.

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1.2 Divisão da Paróquia

A primeira tentativa em realizar a divisão da paróquia de Pirajuí ocorreu no ano de


1976, com a visita do Bispo Dom Paulo Koop, MSC, contudo, restaram infrutíferas as
tentativas.
Após a posse do novo Bispo Dom Luiz Colussi, em Visita Pastoral realizada nos
dias 01 e 02 de outubro de 1980, o Bispo deixou claro que não seria realizada a criação da
Paróquia Nossa Senhora Aparecida, mas que se criasse um Conselho Pastoral para os
trabalhos na Paróquia de São Sebastião.
Apesar da cidade de Pirajuí possuir duas igrejas de grandes dimensões, foi a vontade
do Bispo Dom Walter Bini, SDB, que se mantivesse a Paróquia se São Sebastião com um
a finalidade de manter um trabalho mais unificado e rebaixar de Reitoria para Capela o
futuro Santuário de Nossa Senhora Aparecida.

2. Diferenças entre Paróquia e Santuário

2.1 A Configuração da Paróquia no cenário da Igreja

No início da era cristã existiam somente as Catedrais com os Bispos e os Presbíteros


nas celebrações para os fiéis, com a expansão das missões da Igreja, surgem às paróquias
para atender as necessidades do Povo de Deus, as paróquias atribuídas por vigários
nomeados pelos Bispos, geograficamente encontravam-se longe das catedrais, mas em
comunhão com o Bispo, as paróquias surgiram como alternativas por grandes centros,
marcando presença em sítios ou povoados.
No interior do Estado de São Paulo, as paróquias foram construídas conforme a
expansão cafeeira crescia, através do trabalho da catequese e para atender o chamado dos
Barões do Café e da propagação da Fé do Povo de Deus.
Após o Concílio Vaticano II, a paróquia passou a ser autônoma, o pároco deixou de
ser vigário do Bispo, e passou a ser representante pleno, nomeado pelo próprio Bispo.
Obedecendo as normas do Código de Direito Canônico de 1983, a Conferência Nacional
dos Bispos no Brasil - CNBB aconselha que o Bispo nomeie os párocos por um período de
seis anos para as comunidades paroquiais.

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2.2 A Configuração de Santuário no Cenário da Igreja

A palavra Santuário vem do latim Sanctuarium, onde romeiros e peregrinos são


atraídos por devoção ao Santo (a), na presença de Deus, denominado na Bíblia como
santíssimo (Lv 16,16).

Fará assim o rito de expiação pelo santuário, pelas impurezas dos


israelitas, pelas suas transgressões e por todos os seus pecados.
Assim procederá para com a Tenda da Reunião que permanece com eles,
no meio das impurezas.

No interior dos Santuários há uma parte reservada ao tabernáculo, como no templo


de Jerusalém. A elevação está relacionada a uma imagem, ou uma relíquia, ou um milagre
presenciado no lugar.

2.3 Diferenças entre uma Paróquia e um Santuário

Segundo o blogger paroquia virtual, as paróquias são lugares onde os fiéis


frequentam e se associam, através do dízimo ou outra forma de manutenção. Ela necessita
de uma estrutura colegiada para o seu gerenciamento, como os conselhos pastorais
paroquiais e comunitários, conselhos econômicos, da estruturação das várias pastorais e
movimentos, onde o pároco e os vigários ocupam grande parte do tempo para o seu
gerenciamento de compromissos, que praticamente os impedem ao atendimento das
confissões, aconselhamentos, visitas, bênçãos.
As paroquias tem uma forte estrutura voltada aos sacramentos, com cursos
preparatórios, livros de registros e celebrações. Ela também está atrelada às reuniões da
diocese, bem como às taxas que são estipuladas pela mitra diocesana.
O povo que frequenta a paróquia é local, e normalmente reside em seus entornos.
Já os santuários vivem, sobretudo, das intenções de missas, das esmolas e das
doações depositadas em seus cofres, ele dedica todo o seu tempo para as celebrações
eucarísticas, confissões, bênçãos, atendimento personalizado e até para algumas visitas
domiciliares aos fiéis;
Os santuários têm mais tempo para o atendimento de seus fiéis, salvo restando o
tempo dedicado nos eventos comuns da diocese e das contribuições que eventualmente são

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solicitadas pelo ordinário local. Acolhe os peregrinos e romeiros de longe e de perto, que
via de regra, são itinerantes no local.

3. Elevação

Essa comunidade de devotos a Nossa Senhora Aparecida, localizada na Avenida


Rui Barbosa Lima, 864, Pirajuí- SP, CEP:16600-000, que por um dia foi sede do governo
do Estado de São Paulo em meados do século XX, sendo considerado o maior município
cafeeiro do planeta, hoje compõe a mesorregião e microrregião de Bauru a Noroeste da
Capital São Paulo/SP, recebeu o acolhimento da Imagem Peregrina de Nossa Senhora
Aparecida, onde o Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida enviou Imagens
peregrinas a diversas arquidioceses e dioceses, e, Missionários Redentoristas levaram a
cada capital do país uma réplica original da Padroeira do Brasil em comemoração aos
trezentos anos da imagem milagrosa encontrada no rio Paraíba do Sul no ano de mil,
setecentos e dezessete. A festividade teve seu início no ano de dois mil e quatorze, cujo
principal objetivo foi promover a evangelização.
A Imagem Peregrina passou por todas as comunidades pertencentes à Diocese da
cidade de Lins e chegando à cidade de Pirajuí no dia seis de dezembro do ano de 2016.
Neste caso o Bispo Dom Francisco Carlos escolheu a comunidade de Pirajuí para
ser casa da Imagem Peregrina devido a Paróquia de Nossa Senhora Aparecida ser elevada
à Condição de Santuário Diocesano no dia oito de dezembro, onde comemorasse o dia da
Imaculada Conceição de Maria Santíssima.
No dia oito de dezembro de 2016, dando início a liturgia, o comentarista acolhendo
o povo de Deus no qual é dedicado à Imaculada Conceição de Maria, Mãe de Jesus e nossa,
com louvores e bem-aventurada sempre Virgem, em ocasião elevar esta igreja a ela
dedicada, à dignidade de Santuário Mariano Diocesano Nossa Senhora Aparecida,
instalamos solenemente o marco jubilar da Diocese de Lins rumo aos trezentos anos da
aparição da imagem de Nossa Senhora Aparecida, na acolhedora cidade de Pirajuí, a
procissão de entrada caminhou cumprimentando os fiéis, sorrindo, como se estivessem
entrando em uma festa, rumo ao altar, com elegância, classe, distinção, e mãos postas.
Durante o ato litúrgico ocorreu a abertura da Porta Santa, isso acontece quando o
Bispo vai elevar a Santuário uma Igreja; realização de uma missa para posse do Reitor

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entregando a chave da porta principal da Igreja; Paróquia ou Santuário, o Bispo bate o
Báculo na porta dedicando o presente local a Nossa Senhora Aparecida, padroeira do
Brasil. Nesse caso.
Nessa cerimônia de elevação da Paróquia Nossa Senhora Aparecida à dignidade de
Santuário Mariano Diocesano, ocorreu à benção da água, ela como fórmula química H2O,
é elemento fundamental para a vida humana, a humanidade precisa do uso diário da água
para sua subsistência. Conforme na Sagrada Escritura, a água é considerada símbolo de
purificação (cf. Sal 51,4; Jo 13,8) e de vida (cf. Jo 3,5; Gal 3,27), no Ritual Romano da
celebração recordamos Cristo, que é a Água Viva, e o sacramento do batismo, que nos fez
renascer pela água e pelo Espírito Santo. O sentido da água benta é um sinal concreto e
efetivo utilizado com fé e piedade pelo povo de Deus, evocando o mistério de Cristo, em
plenitude de bênção divina. Desta forma o Bispo, presidente da cerimônia aspergiu o povo,
a igreja e o altar que é um solo sagrado e protegido, enquanto isso a orações e cânticos
fortalece a presente ocasião. A água benta serve para atrair a presença do Espírito Santo,
para o bem de nossa alma, de nosso corpo e do nosso templo, elevado à Santuário.
Por meio da fala do Bispo Dom Francisco Carlos:

“Irmãos e irmãs, tendo acolhido Maria, nesta pequena imagem de


Aparecida que peregrinou entre nós; que passou por nossas paróquias e
comunidades e hoje recebe esta homenagem, sendo elevada a sua igreja
a dignidade de santuário rende ao Pai, por meio de seu Filho, nascido de
Maria, por obra do Santo Espírito”.

Após a solenidade de Elevação o Santuário recebeu o seu Brasão.


Em continuidade a cerimônia o Bispo Dom Francisco Carlos realizou a
Entronização da Imagem Peregrina de Nossa Senhora Aparecida no seu devido trono, para
que possa ser visitada pelos fies deste santuário e demais romeiros e peregrinos que aqui
vier visitar, para ser venerada por todos os seus devotos, pois esta igreja se torna casa de
peregrinação, de encontro com a Mãe que ofereceu seu Filho, Jesus, nosso Senhor e
Salvador, neste momento os pés da Virgem foi coberto por botões de rosas comemorando
o aniversário de oitenta anos de existência desta Igreja.

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4. Considerações Finais

Durante o governo da República Velha no Brasil no auge do desenvolvimento da


economia cafeeira no oeste paulista, o país era marcado pelo governo da Política do café-
com-leite. Rapidamente o povoado de São Sebastião do Pouso Alegre em 1902 expandiu-
se no decorrer do ano de 1916, após a criação da Diocese de Botucatu, o Distrito de Paz de
São Sebastião do Pouso Alegre foi elevado a Capellania de Pirajuhy (Capelas de Pirajuí).
No dia de 28 de agosto de 1933 teve início os preparativos para a construção da Igreja
Nossa Senhora Aparecida na chamada Vila Batista como uma forma de interromper o
crescimento do protestantismo e o espiritismo e sendo assim por um total de 856 votos,
Nossa Senhora Aparecida foi a escolhida para levar seu santo nome na mais nova casa de
Deus neste pequeno povoado, ficando São Benedito com 546 votos. A pedra fundamental
foi abençoada pelo Bispo Dom Áttico Eusébio da Rocha no dia 04 de novembro de 1934 e
as comemorações a Padroeira seriam realizadas em 08 de dezembro. Respeitando a vontade
do Bispo Dom Valter Bini que se mantivesse a Paróquia de São Sebastião com um trabalho
mais unificado e rebaixar de Reitoria para Igreja o futuro Santuário de Nossa Senhora
Aparecida.
A cidade de Pirajuí, que por um dia foi sede do governo do estado de São Paulo em
meados do século XX, no dia oito de dezembro de dois mil e dezesseis presenciou a
Elevação da Paróquia de Nossa Senhora Aparecida ao Título de Santuário Mariano
Diocesano de Nossa Senhora Aparecida, o Bispo Dom Francisco Carlos em solenidade
dedicou o presente local a Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil e por fim o
Santuário recebeu o seu Brasão.

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5. Referências Bibliográficas

LIMA, Rafael Zagatto. Paróquia de São Sebastião: Uma Realidade No Início do Século
XX. 2009. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em filosofia) - Centro de Estudos
da Arquidiocese de Ribeirão Preto.

Acesso à Internet:

http://paroquiavirtualfreiivo.blogspot.com/2010/08/diferenca-entre-paroquia-e-
santuario.html Acesso em: 04/06/2018

http://www.mitranh.org.br/s1/index.php/liturgia/555-missa-parte-por-parte-da-procissao-
de-entrada-a-saudacao Acesso em: 04/06/2018

http://www.liturgia.pt/rituais/Bencaos.pdf Acesso em: 04/06/2018

https://formacao.cancaonova.com/liturgia/catequese-liturgica/agua-benta-e-seu-sentido-na-
vida-crista/ Acesso em: 04/06/2018

https://www.portalcatolico.org.br/single-post/2016/10/12/OS-300-ANOS-DA-
DEVO%C3%87%C3%83O-A-NOSSA-SENHORA-APARECIDA Acesso em:
04/06/2018

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ANEXO I – Fotos da construção

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ANEXO II – Decreto de Elevação da Paróquia Nossa Senhora

Aparecida em Pirajuí a Santuário Diocesano

Dom Francisco Carlos da Silva


Por mercê de Deus e da Santa Sé Apostólica
Bispo de Lins

Decreto de Elevação da Paróquia Nossa Senhora Aparecida em Pirajuí


a Santuário Diocesano

Aos que este DECRETO virem ou ouvirem, saudação, paz e bênçãos no Senhor.
Em previsão da comemoração dos 300 anos do encontro da Imagem de Nossa
Senhora da Conceição Aparecida - Padroeira do Brasil, a Diocese de Lins comemorando
os 90 anos de sua criação e, tendo em vista a visita da Imagem Peregrina de Nossa Senhora
da Conceição Aparecida, trazida em caravana do Santuário Nacional de Aparecida, no dia
6 de setembro do corrente ano e, realizada visita em todas as Paróquias da Diocese. Assim,
no dia 27 de novembro próspero passado, com a presença da Imagem Peregrina, celebrou-
se em nossa Catedral, Abertura do Ano Mariano Nacional em nível Diocesano, culminando
também com a comemoração do primeiro ano da tomada de posse de Dom Francisco Carlos
da Silva, como 8º Bispo Diocesano.
Para o bem, felicidade e paz nos corações dos fiéis diocesanos e de quantos
peregrinarem ao novo Santuário Mariano de Nossa Senhora da Conceição Aparecida que
erijo em conformidade com o Cânon 1.234 §§ 1 e 2do Código de Direito Canônico que
orienta: “Nos Santuários, ofereçam-se aos fiéis meios de salvação mais abundantes,
anunciando com diligência a Palavra de Deus, incentivando adequadamente a vida
litúrgica, principalmente com a Eucaristia e a Celebração da Penitência, e cultivando as
formas aprovadas de piedade popular. Os documentos votivos da arte popular e da piedade
sejam conservados em lugar visível no Santuário ou em locais adjacentes, e sejam
guardados com segurança”.
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Eis porque neste dia 8 de dezembro, Solenidade da Imaculada Conceição e 80 anos
da inauguração desta Igreja, agora dedicada e elevada à dignidade de Santuário Mariano
Diocesano, na presença do clero, seminaristas, religiosos (as) e fiéis leigos, instalamos
solenemente o marco jubilar da Diocese de Lins rumo aos 300 anos, na acolhedora cidade
de Pirajuí.
Neste ensejo comunicamos que a Penitenciaria Apostólica (Protocolo n°
1015/16/1), a mando de sua Santidade, o Papa Francisco, de boa vontade confirma o Ano
Jubilar Mariano no Brasil e concede um Ano Mariano com indulgência plenária anexa a
ser alcançada sob as condições habituais, ou seja, confissão sacramental, comunhão
eucarística e oração na intenção do Sumo Pontífice, aos fiéis que verdadeiramente
penitentes e impulsionados pela caridade, se em forma de peregrinação visitarem o novo
Santuário Diocesano de Nossa Senhora Aparecida em Pirajuí.
Por este Decreto reconhecemos e confirmamos a Elevação da Paróquia Nossa
Senhora Aparecida de Pirajuí à dignidade de Santuário Diocesano e nomeamos o
Reverendíssimo Pe. Mauro Sírico dos Santos como primeiro Reitor-Pároco e como
cooperadores os vigários paroquiais.
Dado e passado na Sé Episcopal de Lins, aos oito dias do mês de dezembro,
Solenidade da Imaculada Conceição, do ano de dois mil e dezesseis do nascimento de
Nosso Senhor Jesus Cristo.
E eu, Padre Washington Lair Urbano Alves, Chanceler do Bispado o subscrevi.

Dom Francisco Carlos da Silva


Bispo Diocesano de Lins

Pe. Washington Lair Urbano Alves


Chanceler do Bispado

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ANEXO III – Brasão do Santuário de Pirajuí

ANEXO IV – Placa de inauguração

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ANEXO V – Fotos atuais

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ANEXO VI – Presentes na Solenidade de Elevação

08.12.2016 - Elevação à condição de Santuário a Paróquia Nossa Senhora Aparecida em Pirajuí E/D 1ª
Fileira: Dom Caetano Ferrari, OFM, Bispo de Bauru, Pe. Marcelo Bezerra, Pe. Antonio Tadeu, Pe. Ademir
Ferreira, Pe. Francisco Arcanjo, Pe. Joaquim Brito, Pe. Mauro Sirico, Dom Francisco Carlos, Pe. Antônio
de Carvalho, Pe. Paulo Sérgio Ferraz, Pe. Teddy Willian e Pe. Edvaldo Rodrigues.
E/D 2ª Fileira: Pe. Sidnei Rigobelo, Fábio Donizetti (seminarista), Pe. João Geraldo Carinhena, Pe. Mauro
André, Pe. Marcos Garcia, Lenon Rodrigues (diácono), Pe. Bráz Venâncio, Diác. Perm. Angelino Ceneviva
e Rodrigo Morialli (Seminarista).
E/D 3ª Fileira: Acólito Pedro Panício, Pe. Syriac, Pe. Renato Leite e os Acólitos João Quine e Gabriel
Moraes.

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