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TEORIA GERAL DOS CONTRATOS (aula 01)

 Maior fonte geradora de obrigações.


 Contrato de Compra e Venda é o contrato mais utilizado.
 A natureza jurídica do contrato é o negócio jurídico.
 A maioria (NÃO TODAS) das disposições relacionadas de compra e venda refere-se
à troca.

CONTRATO CONCEITOS CHAVES:

 Acordo entre DUAS (BILATERAL) OU MAIS PARTES (PLURILATERAL) e de acordo


com a ordem jurídica.
 Troca.
 Obrigação.

CONCEITO DE CONTRATO: Acordo entre duas ou mais vontades, na conformidade de


uma ordem jurídica, destinado a estabelecer uma regulamentação de interesses entre as
partes entre as partes com o escopo de adquirir modificar ou extinguir relações jurídicas
de natureza patrimonial.

CORRENTES:

 CANONISTA.
 ESCOLA DO DIREITO NATURAL que é mais individualista.

PRINCIPIOS FUNDAMENTAIS DO DIREITO CONTRATUAL:

 AUTONOMIA DA VONTADE: Respeitar a vontade das partes, ou seja, liberdade de


contratar.
 CONSENSUALISMO: REGRA: não exigi formalidades especiais
Exemplo – comprar café no seu Luís.
EXCEÇÃO é que tem contratos que exigem esta formalidade.
 FORÇA OBRIGATÓRIA: REGRA: O contrato deve ser cumprido.
EXCEÇÃO: Teoria da imprevisão: que busca a justificativa para não cumprimento
do contrato. (PARA MELHOR ENTENDIMENTO OLHAR NO SLIDE).
 EQUILIBRIO ECONÔMICO:
 BOA FÉ (OBJETIVA): Art. 422 CC. Presume-se que existe boa fé objetiva no
contrato. No Contrato de seguro a questão da boa fé requer uma análise muito
grande.
 FUNÇÃO SOCIAL DO CONTRATO: Art. 421 CC, a vontade de contratar não é
absoluta, ou seja, as partes não podem contratar o que quiserem se houver um
desequilíbrio muito grande.

Os dois mais importantes são o principio da boa fé e o principio da função social do


contrato.

ATENÇÃO: o que é o processo de constitucionalização do direito contratual e suas


características? (QUESTÃO DE PROVA QUE ELA IRÁ COBRAR) PRESTAS ATENÇÃO NA
AULA 02 QUE IRÁ TRATAR DESDE TEMA.

09/05 Aula 02 com o professor Gonzaga


-Normas: Conjunto de princípios e regras.
-Regra: é o que esta na constituição federal.
Constitucionalização do direito: Não é regra constitucional.
*é o que não aparece
*Constituição é o “sol” pois tem muita força.
*PHD

Aula 23/05

Art 112 CC - Nas declarações de vontade se atenderá mais à intenção nelas


consubstanciada do que ao sentido literal da linguagem. (utiliza-se quando não houver
clareza, intenção)

Art 113 CC - Os negócios jurídicos devem ser interpretados conforme a boa-fé e os usos
do lugar de sua celebração. (boa – fé)

Art 422 CC - Os contratantes são obrigados a guardar, assim na conclusão do contrato,


como em sua execução, os princípios de probidade e boa-fé. (boa – fé)

• Os artigos acima se referem à manifestação de vontade.

LOCAL DA REALIZAÇÃO DO CONTRATO:

Regra: Lugar e a legislação aplicável art. 435 cc., ou seja, lugar onde foi proposto o
contrato e a legislação daquele lugar.

Exceção: Autonomia da vontade, as partes podem convencionar o foro para realização do


contrato.

INTERPRETAÇÃO:

Integração contratação: Preencher as lacunas por meio de normas subjetivas que dizem
respeito ao principio da boa-fé, função social e usos e costumes do local.

Interpretação Declaratória: Descoberta da intenção do contratante.

Interpretação Construtiva: Aproveitamento do contrato para preencher as lacunas.

OBS: direito brasileiro não exige direito sucessório. A exceção é em testamentos,


doações anti nupciais.
IMPOSSIBILIDADE DA PRESTAÇÃO ART. 106 CC: a impossibilidade inicial do objeto não
invalida o negócio jurídico se for relativa, ou se cessar antes de realizada a condição a que
ele estiver subordinado.

Exemplo – Querer comprar um pedaço da lua, querer comprar uma criança.

ARRAS (garantia): sinal – prestação do contrato – cumprimento.

$ ou bem móvel art. 417, 418,419.

Art. 420 penitenciarias confirmatórias.

Art. 417: Se, por ocasião da conclusão do contrato, uma parte der à outra, a título de arras,
dinheiro ou outro bem móvel, deverão as arras, em caso de execução, ser restituídas ou
computadas na prestação devida, se do mesmo gênero da principal.

Art. 418: Se a parte que deu as arras não executar o contrato, poderá a outra tê-lo por
desfeito, retendo-as; se a inexecução for de quem recebeu as arras, poderá quem as deu
haver o contrato por desfeito, e exigir sua devolução mais o equivalente, com atualização
monetária segundo índices oficiais regularmente estabelecidos, juros e honorários de
advogado.

Art. 419: A parte inocente pode pedir indenização suplementar, se provar maior prejuízo,
valendo as arras como taxa mínima. Pode, também, a parte inocente exigir a execução do
contrato, com as perdas e danos, valendo as arras como o mínimo da indenização.