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ESCOLHI VIVER MODO AVIÃO ��✈

Ola Tripulante, quero desejar as boas vindas!


ficamos felizes pela confiança que depositou em nós
e na nossa apostila, esse matérial foi montado com
muita dedicação e avaliado por professores da
aviação. Aproveite cada conteúdo que contém aqui.
vamos está anciosos para receber boas notícias de
você!

Boa Dedicação!
Para cada esforço, há uma recompensa

Direção Escolhi Viver Modo Avião


@escolhivivermodoaviao
BLOCO 1
Bloco 1 - 402 Resumos
Questões B1
Anotações - B1(Emergência, evacuação e sobrevivência)

BlOCO 2
BLOCO 2 - 400 Resumos
Questões B2
Anotações - B2 ( Direito do trabalho/CBA)

BLOCO 3
BLOCO 3 - 400 Resumos
Questões B3
Anotações - B3 ( Aspectos aeromédico relacionados a pressão atmosférica na aeronave)

BLOCO 4
BLOCO 4 - 400 Resumos
Questões B4
Anotações - B4 ( METEOROLOGIA/ CGA / NAVEGAÇÃO PARA AVIAÇÃO)

BONUS : Lei Nova resumida para estudo.


EMERGÊNCIAS
É uma situação anormal, que pode ocorrer em voo, terra, mar, decolagem ou
pouso, e que coloca em risco a segurança da aeronave e de seus ocupantes.

Autoridade a bordo

O comandante ou piloto em comando é o responsável, e é a autoridade final na


operação da aeronave.

Hierarquia a bordo

• Piloto em comando – CMTE;

• Co-piloto;

• Engenheiro de voo – FE;

• 1° Comissário;

• Tripulantes de cabine (em ordem hierárquica).

Cockpit Estéril

Período no qual os pilotos não devem ser interrompidos em suas atividades. Se


ativa em terra imediatamente antes da decolagem e continua durante o
Ascenso até 10.000 FT (aproximadamente 10 min.), durante o descenso, ao
cruzar 10.000 FT se reinicia até o abandono da pista depois do pouso.

Briefing

Procedimento prévio ao voo que realiza em coordenação entre comandante, 1°


comissário e tripulação de cabine.

Procedimentos rotineiros de segurança

É de responsabilidade de cada tripulante de cabine efetuar um rigoroso cheque


pré-voo dos equipamentos de emergência na cabine de passageiro, condizente
a localização, fixação, integridade, validade, etc.

Pré-Voo – Check List

• Portas;

• Manômetro Scape Slide ;

o Pressão (2700 a 3000 PSI)

• Jump Seats;

• Equipamento de emergência;
• Painel de CMS;

• Equipamento de demonstração;

• Assento passageiro;

• P.S.U – Unidade de serviço do passageiro;

• Janelas de emergência;

• Visor do trem de pouso (limpeza);

• Overhead bins (abertos).

• Toilettes;

• Cortinas;

• Galleys

• Cheque terminado reporte de obs. ou ok ao 1° comissário.

Embarque de passageiros

Alguns passageiros necessitam de uma atenção especial, portanto terão


embarque prioritário e não poderão ocupar os assentos das saídas de
emergências. São eles:

• Menores desacompanhados;

• Gestantes;

• Deficientes físicos, visuais, auditivos;

• Enfermos;

• Idosos;

• Presos;

• Acompanhados de crianças de colo;

• Em maca;

• Que não dominam o idioma (cartão de instrução de segurança).

Demonstração de segurança aos passageiros

• Proibição do uso de equipamentos eletrônicos;

• Uso dos cintos de segurança;


• Proibição de fumar;

• Encosto das poltronas na posição vertical;

• Obrigação de colocar a equipagem de mão em lugares adequados;

• Localização das saídas de emergência;

• Uso das mascaras de oxigênio;

• Colete salva-vidas (voos sobre o mar, mais de 50 milhas náuticas da


costa);

• Cartão de instrução de segurança.

Equipamento eletrônico

É proibida a utilização a bordo de qualquer aparelho eletrônico emissor de


energia eletromagnética, sendo obrigatória a realização do anuncio respectivo
antes da decolagem.

Equipamentos de emergência

São equipamentos que estão dispostos a bordo em locais de fácil acesso, em


numero e quantidade de acordo com a especificação de cada aeronave e
numero de assentos disponíveis dentro das mesmas. Tem a finalidade de
auxiliar os tripulantes em situações adversas que poderão vir a suceder.

Sistema fixo de oxigênio

As aeronaves pressurizadas possuem um sistema de fornecimento de oxigênio


em caso de perda de pressão de dois tipos:

• Gasoso: Oxigênio armazenado em cilindros – para PAX e TRIP;

• Químico: Oxigênio resultado de uma reação química que ocorre dentro


de geradores para PAX e CMS.

Este oxigênio estará disponível através de mascaras oro nasais que caem
automaticamente dos compartimentos da PSU, quando a altitude interna da
cabine atinge 14.000 FT.

O fornecimento Gasoso dá-se o fluxo de oxigênio somente para a mascara


puxada.

O fornecimento Químico dá-se o fluxo de oxigênio para todas as mascaras do


conjunto, esse fluxo não poderá ser interrompido e terá a duração aproximada
de 15 min.
O sistema fixo de oxigênio que supre a cabine de PAX pode ser ativado:
automaticamente, eletricamente e manualmente.

Sistema portátil de oxigênio com máscaras oro nasais

As garrafas portáteis estão localizadas na cabine principal para atender PAX e


TRIP com insuficiência respiratória e estão equipadas com mascaras oro
nasais.

Os cilindros tem capacidade de 311 litros e proporciona oxigênio em 2 fluxos:

FLUXO LITROS x MINUTO DURAÇÃO APLICAÇÃO


HI 4 77’ = 1h, 17 min. Adulto e PAX traqueotômico
LO 2 154’ = 2h, 34 min. Crianças e bebes

Pressão: 1600/ 1800 PSI

Sistema portátil de oxigênio com máscara full-face

São cilindros portáteis para proteção no combate ao fogo. Seu fluxo é a pedido.

Extintores de incêndio

Durante a ocorrência de fumaça ou fogo, a coordenação entre os tripulantes é


essencial para um combate efetivo, havendo a intervenção mínima de três
tripulantes de cabine:

• Operador;

• Transmissor;

• Assistente.

Localize o fogo, Combata o fogo, Avise o CMTE, Divida as tarefas, Nunca


abandone o fogo e Previna o pânico.

C.A.F – Capuz anti fumaça ou P.B.E – Protective Breathing Equipment

Equipamento de emergência para proteção dos órgãos da respiração e visão.

Proporciona oxigênio por aproximadamente 15 min. E seu visor tem a cor azul
celeste.

Machadinha

Usada para cortar fuselagem, abrir passagem em certas áreas quando as


saídas normais estiverem bloqueadas.
Luvas de amianto

Utilizadas para proteger-se em incêndio, pegar peças ou objetos com alta


temperatura.

Óculos anti-fumaça

São óculos plásticos que servem como proteção contra a fumaça.

Detector de fumaça

Sistema que detecta a fumaça, localizado no teto de cada lavatório. Funciona


com bateria e se ativa automaticamente, emitindo um sinal auditivo, quando
houver moléculas de fumaça. Verificar se a luz verde esta acesa (sistema
energizado).

Megafone

Amplificador de voz portátil, que permite a comunicação em situação de


Emergência ou, falta de sistema P.A.

Funciona com bateria própria, possui um gatilho, um microfone e um


amplificador.

Rádio Beacon

Cilindro metálico, vermelho, portátil, resistente à água e flutuante. Tem bateria


própria, antena, bolsa plástica e corda. A bateria é ativada em contato com ma
água , transmitindo sinais de emergência através de duas frequências
internacionais, por um período de 48h. Os sinais são interrompidos ao retira-lo
da água ou coloca-lo na horizontal. Caso necessário funciona em terra, desde
que introduzido em um recipiente com liquido.

As frequências internacionais são:

• Civil: 121,5 Mhz;

• Militar: 243 Mhz.

Em água salgada transmite em 5 seg., em água doce em 5 minutos.

Luzes de emergência

Quando houver falha no sistema normal de iluminação, as luzes de emergência


serão acesas automaticamente. Estão localizadas no interior e exterior da
cabine, as internas são fixas e portáteis e podem ser usadas como lanterna.

Coletes salva-vidas
Equipamento de auxilio a flutuação exigidos para aeronaves que efetuam voos
sobre o mar, disponíveis a baixo de todas as poltronas.

Assentos flutuantes

Todos os assentos de passageiros, o encosto e assento do banco duplo de


CMS, o assento do banco do observador e o encosto dos assentos da cabine
de comando são flutuantes.

Cordas

Encontram-se cordas no batente das janelas do cockpit e das janelas de


emergência sobre a asa, que auxiliam a saída rápida.

Escape-Slide (Rampa de abandono)

As portas principais e de serviço estão equipadas. Possui um visor de


manômetro de pressão de 2700 a 3000 PSI.

Bote

Os slides botes são usados para evacuação e amerrisagem, permitindo a saída


de duas pessoas ao mesmo tempo.

Kit de sobrevivência

A quantidade de kits de emergência é calculada na proporção de 1 kit para


cada 50 passageiros, localizado sempre atrás das ultimas fileiras.

Kit médico

Uso exclusivo de médicos.

First Aid kit

Os medicamentos contemplados poderão ser administrados aos passageiros


durante ocorrência de pouca gravidade, durante o voo, pelos tripulantes de
cabine.

Saídas de emergência

Toda abertura onde possam passar com relativa facilidade uma ou mais
pessoas que se encontram bloqueadas em determinado especo em uma
situação determinada.

• Portas principais e de serviço;

• Janelas

• Escotilhas.
Todas saídas de emergência operam internamente e externamente, exceto a
janela do CMTE.

Portas principais e de serviços

Em situação de emergência, como equipamento de evacuação, são usadas as


portas como escorregadeiras.

Janelas de emergência

Localizam-se na direção da asa uma de cada lado ou mesmo duas de cada


lado conforme a aeronave.

Sequencia correta para sair por uma janela de emergência:

• Perna;

• Cabeça;

• Tronco;

• Perna.

Escotilhas

Geralmente localizadas na cabine de comando, possuindo cordas de escape


rápido.

Operatividade de uma saída de emergência

Uma saída só será considerada operativa quando:

• Aeronave e motores estiverem completamente parados;

• Área adjacente estiver livre;

• Ser possível abri-la;

• Equipamento auxiliar operando.

Não completando uma das condições acima a mesma será considerada


inoperante.

Estação de emergência

Compreende o lugar de uma ou mais saídas de emergência, deverá ter:

• Assentos de tripulantes (simples ou duplos);

• Equipamentos auxiliares para evacuação;

• Sistema de comunicação.
Evacuação da aeronave

Compreende o abandono dos seus ocupantes diante de uma situação de


emergência. 90 segundos é o tempo considerado para que todos os
ocupantes de uma aeronave, após pouso em emergência, tenham
condições de abandoná-la.

Tipos de saídas/ coeficientes de evacuação

É o numero de ocupantes de uma aeronave que possam sair por uma saída
operativa obedecendo ao tempo padrão de 90 segundos.

Tipo Saída Número de Tempo (seg.)


PAX
Tipo I Escorregadeiras infláveis 50 a 55 90
Tipo II Escorregadeiras não infláveis 30 a 40 90
Tipo III Janelas sobre a asa 20 a 30 90
Tipo IV Janelas de cabine de 15 a 20 90
comando
Classe Escorregadeiras infláveis 90 a 100 90
A duplas

Sequencia de comando

• Comandante;

• Qualquer membro da tripulação técnica na incapacidade do


comandante;

• Qualquer comissário, quando haja evidencia da necessidade de


evacuação da aeronave.

Evacuação evidente

• Alta concentração de fumaça ou gases tóxicos na cabine;

• Quebra do trem de pouso;

• Fogo incontrolável;

• Grandes danos estruturais;

• Explosões;

• Pouso na água.
Procedimentos de emergência

Despressurização

Quando a altitude da cabine interna atingir 10000 Ft (pés) soara um


alarme no cockpit, alertando os pilotos que a aeronave entrou no
processo de despressurização.

Se a cabine atingir 14000 Ft ocorrera a queda automática das mascaras


de oxigênio, com fluxo de 1 litro por minuto:

• 15000 Ft = 2 litros por minuto;

• 16000 Ft = 3 litros por minuto;

• 17000 Ft = 4 litros por minuto, 4 é o fluxo máximo.

Vazamento de pressão

Tire todos os PAX da área e avise ao Cockipit.

Sequestro

Acate os pedidos dos sequestradores.

Comportamento anormal

Notifique ao cockipit e tente conter o PAX;

Se o comportamento anormal do PAX não colocar em risco a segurança de


outros PAX e da tripulação, trate-o como achar mais conveniente.

Bomba

Se você ouvir comentários de que há bomba ou ameaça de sabotagem, ou se


você suspeitar de qualquer dispositivo avise imediatamente o cockpit.

Fumaça na luz fluorescente

O superaquecimento deste filtro pode causar fumaça antes que o fusível


interrompa o circuito, sem necessariamente provocar fogo. Neste caso os
comissários devem lembrar que o uso desnecessário do extintor pode gerar
confusão e tumulto, espere que um tripulante técnico venha verificar a causa.

Fogo interno – Aeronave em voo

Lute contra o fogo e notifique o cockpit. Jogue liquido na área do fogo para
impedir o seu reinicio, monitore a área durante o restante do voo.

Fogo interno – Aeronave no solo


Lute contra o fogo e notifique o cockpit. Só inicie a evacuação após a parada
total da aeronave. Saídas na área do fogo são consideradas inoperantes.

A.P.U – Auxiliary Power Unit ( Unidade de força auxiliar)

É um motor instalado no cone de cauda da aeronave, que supre dois tipos de


energia para a aeronane: força elétrica e pneumática. Tem seus controles na
cabine de comando. A APU funciona no solo, em muitas aeronaves pode ser
usada também em voo.

Fatores que originam um acidente

• Fator Humano: Ocasionado por erro humano. EX: Erro de rota;

• Fator Técnico: Ocasionado por erro técnico. EX: Motores pararam de


funcionar;

• Fator Operacional: Ocasionado por erro operacional. EX: Má informação


da torre de controle.

• Fator Meteorológico: Ocasionado por fenômeno da natureza. EX: Neve,


ventania, etc;

• Fator Casual: Ocasionado pelo acaso. EX: Pássaro na turbina;

• Fator Desconhecido: Ocasionado pelo desconhecido. EX: Triangulo das


bermudas.

Consequências após um acidente

• Fogo;

• Calor;

• Fumaça;

• Gases tóxicos;

• Ação das forças de impacto.

Emergência preparada

Quando há tempo para os comissários prepararem a cabine e orientar os


passageiros para o pouso.

O comandante avisara aos comissários da situação, informando, dentro do


possível, os seguintes itens:

• Natureza da emergência;

• Tempo disponível a preparação;


• Local do pouso;

• Zonas da aeronave provavelmente mais atingidas, havendo impacto;

• Quem comunica na emergência aos PAX:

• Sinal convencional para a posição de impacto.

De frente para a cabine os comissários:

• Cinto de segurança apertado;

• Braços cruzados;

• Queixo baixo apertando contra o pescoço.

• De frente para a cabine os comissários:

De costas para a cabine de comando os comissários:

• Cinto de segurança apertado;

• Braços cruzados;

• Cabeça pressionada para trás.

PAX:

• Cinto de segurança apertado;

• Cabeça abaixada.

Ditching – Pouso no mar

Selecione e coloque junto às saídas de emergência PAX com condições de


opera-las (devem saber nadar) e instrua-os quanto à operação da mesma.
Saídas utilizáveis são as sobre a asa e acima do nível d’água. Após o pouso
deverão permanecer juntos utilizando os equipamentos de flutuação. Os botes
só deverão ser retirados do alojamento após a parada total da aeronave. Os
coletes salva vidas deverão ser inflados na soleira da porta.

Emergência imprevista

Quando provocada por quebra do trem de pouso, saída da aeronave da pista


com danos estruturais, toque no solo fora da pista e paradas em altitude
anormal. Com a parada da aeronave, verificar a operatividade da saída e sair o
mais depressa possível e afastar-se o mais longe possível.

Dinâmica geral de evacuação de aeronave

• Abrir os cintos;
• Verificar a operatividade da saída;

• Abrir a porta;

• Conduzia a evacuação com rapidez e segurança;

• Verificar a cabine após a evacuação;

• Abandonar a aeronave.

Evacuação de pessoas inválidas

• Segurar o inválido por trás e de costas;

• Mantenha as mãos do invalido seguras e na altura da cintura;

• Levante as suas costas de modo que fique sentado;

• Coloque suas mãos abaixo dos braços do invalido, segurando-o pelo


pulso.

“O MELHOR EQUIPAMENTO DE SEGURANÇA A BORDO DE UMA


AERONAVE É UM TRIPULANTE BEM TREINADO”.

SOBREVIVÊNCIA NA SELVA
Princípios

• Afastar-se da aeronave e voltar somente após evaporar o combustível e


esfriar o motor e se possível permanecer próximo a ela;

• Tratar os feridos;

• Acionar o rádio transmissor de emergência;

• Planejamento de como agir;

• Grupo organizado;

• Descansar física e mentalmente;

• Construir um abrigo;

• Construir fogueiras.

Tripé de sobrevivência:

• Água

• Alimentação
• Sono

Maior inimigo na selva: Mosquitos e insetos transmissores de doenças;

Sinalização

• Usar partes brilhantes ou de coloração viva da aeronave, sob a asa do


avião e ao redor dele;

• Fazer fogueiras num raio de 50 a 100 metros do avião;

De dia produzir fumaça negra = óleo ou pedaços de borracha

Fumaça branca = por fogo em folhas verdes, musgo ou pouca água.

• Espelho de sinalização= para uso diurno alcance de 10 milhas.

Sinais de busca e salvamento:

1 – Necessitamos assistência = V

2- Necessitamos assistência médica = X

3 – Não ou Negativo = N

4 – Sim ou afirmativo = Y

5 – Avançado nesta direção = ↑

SAR = Serviço de busca e salvamento (Search And Rescue)

Sinalização Aeronaves SAR /Sobreviventes:

Mensagem recebida e entendida

De dia ou luar forte = balançando as asas;

De noite = fazendo sinais verdes com lâmpadas ou com pirotécnicos.

Mensagem recebida e não entendida

De dia ou luar forte = Fazendo uma curva de 360º pela direita;

De noite = Fazendo sinais vermelhos com lâmpadas ou com pirotécnicos.

Rádio de Emergência BEACON

Emite SOS na frequência CIVIL = 121,5 Mhz / MILITAR = 243 Mhz ( mantendo
sempre alerta, principalmente no período internacional de silencio) que vai:

15 aos 18 / 45 aos 48 minutos (no ocidente)

00 aos 03 / 30 aos 33 minutos (no oriente)


• Na água salgada começa a transmitir em = 5 segundos

• Na água doce = em 5 minutos

Alcance:

• Vertical = 40.000 pés (aprox. 13.000 metros)

• Horizontal = 250 milhas náuticas (aprox. 460 quilômetros)

• Duração = 48 horas (ininterrupta)

Abrigos

• O local ideal deverá ser um ponto um pouco elevado, seco, a mais de


100 metros de curso de água (rios ou correntes), para se evitar riscos de
inundação e oferecer facilidades de obter água e lenha.

Sapé ou folhas largas = Cobrir uma estrutura em formato de A, com folhas


de palmeiras ou folhas largas, pedaços de casca de arvores ou sapé (feixes
de capim).

Tarimba = Estacas que suportam estrados e suportam adequadamente um


mosquiteiro, o estrado é coberto com folhas largas 4 ou 5 camadas de
folhas.

Água

Purificação:

• Pela fervura, durante pelo menos 1 minuto;

• Pelo adicionamento de 8 gotas de tintura de iodo em um litro de


água,esperando 30 minutos para beber;

• Ou juntando a água o purificador existente no equipamento de primeiros


socorros.

• Nunca beba de um cipó que produza liquido leitoso e amargo.

Alimentação

Provisões 3 partes:

• Separe duas terças partes (2/3) para a primeira metade do período que
calculou até o salvamento

• Deixe a ultima terça parte (1/3) das provisões para a segunda metade
deste período.
Alimento silvestre

• Nunca comer sapos, nem peixes estragados.

Alimento animal

Peixes perigosos:

• Bagres e mandis= possuem 3 ferroes, um em cada nadadeira. (uma


ferroada resulta em inflamação, às vezes acompanhada de febre).

• Piranhas= O peixe mais perigoso que existe, vive em cardumes e


tem 3 tipos (branca, acaju ou preta e vermelha).

• Arraias= Possuem o corpo romboidal, comprido de cima para baixo,


com a calda muito delgada e armada de um ferrão bi farpeado, com
aspas retorcidas em formas de punhal.

• Baiacus= São perigosos devido aos espinhos, são extremamentes


venenosos.

• Poraquê= Peixe elétrico, devido ao efeito produzido por uma


descarga elétrica para sua defesa, habita na região Amazonas, Pará
e Mato Grosso.

• Candiru= Minúsculo peixe, até 3 cm. Facilidade em penetrar no anûs


ou uretra de banhistas de rios.

(Somente comer peixes que obtenham escamas de revestimento e


não comer os de pele espinhosa e lisa.)

Insetos = Cupins (as fêmeas) tirando as asas podem ser comidas, Gafanhotos
e grilos (escaravelhos).

Alimento vegetal

• Nunca comer alimento desconhecido sem antes testar uma prova,


cozinhar uma pequena amostra, por na boca e mastigar sem engolir em
torno de 5 minutos. Regra (CAL) toda substancia cabeluda, amarga ou
leitosa deverá ser abandonada.

• Podemos comer qualquer alimento procurado por roedores ou macacos.

• O cozimento ao fogo elimina o veneno de todos os vegetais, exceto do


cogumelo.

• Todos alimentos devem ser cozidos para eliminar riscos de intoxicação.


• Não comer sapos, peixes estragados, baiacus e animais mortos.

• Todo alimento que contem amido deverá ser cozido pois cru é
indigestivo

Frutas

• Nenhuma espécie de banana é venenosa;

• Com exceção do mamão, qualquer fruta leitosa deverá ser refogada;

Nozes, castanhas e pinhões (são os alimentos mais nutritivos que a floresta


oferece).

• Algumas castanhas, como os pinhões ficam melhor cozidas.

Palmeira (praticamente todas contem palmito (miolo), que pode ser comido cru
ou cozido, também produzem coquinhos, que nenhuma espécie é venenosa).

Casca de arvores

• Evitando aquelas de coloração marrom por serem muito amargas, a


parte comestível é a casca interna, geralmente esbranquiçada, que deve
ser cozida em varias águas e depois consumida ou transformada em
farinha.

Armadilhas

• O alimento de origem animal tem a vantagem de fornecer um teor


bastante elevado de proteínas, sendo o de maior valor nutritivo por quilo
de peso.

• A melhor hora para caçar é pela manha bem cedo, ou no final da tarde, à
noitinha. A armadilha deve ser colocada nas trilhas de animais.

• A caça noturna costuma dar bons resultados, coloque as armadilhas no


final da tarde/inicio da noite e pela manha examine-as para conferir o
resultado.

Animais que podem ser comidos = aves, lagartos, roedores, tartarugas,


macacos, cobras (jogando fora aproximadamente um palmo da região da
cabeça e um palmo da região da calda).

Cuidados especiais= Todas as cobras exceto as cobras do mar servem para


comer.

Métodos para preparar alimentos


Assar= É mais vagaroso do que fogueira ao ar livre, mas exige menos atenção
e protege contra moscas e outras pragas o alimento;

Moquear= Armar sobre a fogueira uma grade de madeira verde (bambu),


distando mais ou menos 50 cm do fogo;

Cozimento indireto sob o fogo= Cozimento em uma escavação debaixo do


fogo; alimento envolvido a folhas, cobrir com areia e acima acender o fogo;

Cozimento por meio de pedras aquecidas= Aquecer várias pedras dentro de


uma fogueira, e deixe-os ficar até desaparecerem as chamas e restarem
brasas.

Fervura por meio de pedras quentes= Fazer um buraco no chão e forrar com
lona coloque dentro água e o alimento, colocar pedras aquecidas ao rubro, até
a água ferver, cobrir a vasilha com folhas grandes pelo período de 1 hora, até
preparar a comida.

Fogo

Pode-se acender o fogo utilizando:

• Fósforos/ Isqueiros/ Pederneira de aço/ Lente de vidro/Atrito/Taquara de


bambu e Correia.

Insetos

Formigas = podem-se combatê-las com gasolina ou fogo;

Mutucas= espremer com as unhas;

Sanguessugas= Aplicar uma pitada de sal ou tocá-las com fósforo aceso ou


ponta de cigarro;

Carrapatos= tirar cuidadosamente, nunca espremer contra a pele;

Métodos de orientação

Orientação por bussola

• Quem determina o NORTE é a agulha e não o limbo;

• O primeiro passo é colocar o NORTE do limbo de maneira que coincida


com o NORTE da agulha;

• A direção a ser seguida será marcada a partir do local do acidente;

• A bussola da aeronave poderá ser utilizada, retirando-se os magnetos


compensadores que vêm acoplados a ela.

Orientação por relógio


• Coloque o numero 12 do mostrador na direção do sol, a bissetriz do
ângulo formado entre 12 e o ponteiro de horas indicara o norte a
qualquer hora do dia.

Orientação pelo sol

• Estende-se o braço direito para o nascente, à esquerda teremos o


Oeste, à frente o Norte, e as costas o Sul.

• Falso cruzeiro do sul= tem uma estrela bem no centro, completando


cinco estrelas no total;

• O cruzeiro do sul verdadeiro= tem uma estrela bem no centro,


completando cinco estrelas no total (uma delas é excêntrica, duas
contam-se entre as mais brilhantes nos céus. São as estrelas dos
braços sul e leste da cruz, as estrelas dos braços norte e oeste, embora
brilhantes são menores.

Navegação terrestre diurna

Equipe de navegação (compõe-se de quatro homens):

• HOMEM PONTO= Será aquele lançado a frente para servir de ponto de


referencia, portando um facão para abrir a picada;

• HOMEM BUSSOLA= Será o portador da bussola e deslocar-se a


imediatamente a retaguarda do homem ponto, devendo manter a
bussola amarrada ao corpo para não perde-la, a bussola deve estar
fechada quando não utilizada;

• HOMEM PASSO= atrás do homem bussola, com a missão de contar os


passos percorridos e transformá-los em metros.

• HOMEM CARTA= conduzira a carta e auxiliara na identificação de


pontos de referencia, ao mesmo tempo em que nela lançara outros
pontos que merecem ser locados.

SOBREVIVÊNCIA NO MAR
Cuidados imediatos para sobrevivência no mar:

• Manter-se afastado da aeronave sinistrada, até que ela afunde, (mas


não em excesso);

• Evitar flutuar em água coberta de combustível;

• Procure imediatamente os desaparecidos;


• Salve tudo o que puder dos equipamentos que estiverem flutuando;

• Verifique se o bote não esta vazando ou se não apresenta zonas


esfoladas;

• Retire a água do mar que estiver dentro do bote;

• Proteja o bote contra arranhaduras provocadas por sapatos ou objetos


pontiagudos e cortantes;

• Arme um toldo sobre o bote e procure instalar um “quebra vento” para


evitar salpicos de água do mar;

• Mantenha os náufragos juntos para se aquecerem;

• Movimente-se com regularidade para manter ativa a circulação;

• Socorra os que necessitarem de primeiros socorros. Coloque os feridos


de comprido dentro do bote;

• Se houver mais de um bote, ligue-os por meio de amarras, fixando-as a


corda salva-vidas que circunda o bote;

• Ponha para funcionar o radio de emergência e prepare todos os demais


meios de sinalização;

• Proteja bussolas relógios, fósforos e isqueiros contra umidade;

• Proteja-se contra raios solares por meio de toldo, de vestes, de óculos,


de cera protetora de lábios;

• Avalie a quantidade de água disponível, levando em conta que, em


media, um naufrago necessita de Meio litro de água por dia (500ml).

Cuidados especiais com o bote salva-vidas:

• Se houver mais de uma embarcação coletiva, elas deverão ser unidas


por uma corda, de no mínimo 8 a 10 metros, para evitar abalroamento
entre elas e para que as embarcações não derivem para rumos
diferentes, facilitando o resgate pelo SAR.

• Ocorrendo um esvaziamento do bote, procure corrigir com o auxilio de


bomba manual, em dias frios coloque mais ar no bote e em dias quentes
retire um pouco o ar, necessário devido à expansão dos gases;

• Evite objetos cortantes no fundo do bote;

• Conserve o bote seco e em constante estado de equilíbrio;


• Não deixe de usar uma biruta de água ligada ao bote, se não tiver,
providencie uma por meio de balde de lona, uma camisa ou pedaço de
lona. Ela manterá o bote próximo ao local do acidente e facilitara o
trabalho do salvamento; tomar cuidado para que a biruta não fique presa
a aeronave ou partes dela;

• Use tampões para vedar infiltrações;

• Cuidados com a saúde dos náufragos;

Sinalização

Poderá ser feita por meio de:

• Espelho (apropriado ou improvisado);

• Pedidos de socorro nos horários internacionais de silencio de 15 a 18,45


a 48 minutos depois de cada hora cheia. A palavra “MAYDAY” em 121,5
MHz é emitida em radio telefonia ou por qualquer emissor de voz
humana;

• Artifícios pirotécnicos= sinais de fumaça durante o dia/sinais de luz


vermelha durante a noite;

• Corantes de marcação, usados durante o dia, produz uma mancha


sinalizadora que permanece ativa durante 3 horas e pode ser vista a
uma distancia de 10NM;

• Sinais luminosos à noite (por meio de lanternas);

• Apitos (à noite ou em nevoeiro) atraem a atenção de navios ou pessoas


na praia.

Água = Se não tiver água não coma.

Para reduzir a necessidade de água procure:

• Reduzir a alimentação/Conservar o corpo bem protegido do sol e do


reflexo dele na água/Mantendo as roupas molhadas ou úmidas com a
água do mar (nos dias quentes), apenas se obter um toldo protetor/
Sempre que puder fique quieto e procure cochilar um pouco.

Utilização do aparelho destilador atuado pelo sol, se existir a bordo:

• Leia com atenção as instruções/ Monte sem perda de tempo,


amarrando-o firmemente no bote/Não tendo o aparelho, nem contando
com água da chuva, utilize o dessalgante.

Utilização da água da chuva:


• Deverá ser coletada em vasilhas, no toldo, ou recipiente feito com lona.
Sempre que chover beber o tanto de água que o estomago aguentar. Se
utilizar o bote para recolher água, use o lado azul do dossel (teto) do
bote.

Água salgada: Não tomar a água do mar, pois só dara mais sede, até o
naufrago perder o autodomínio.

Alimentos

Não se deve comer:

• Mariscos e ostras agarrados a cascos de navios ou qualquer objeto


metálico (provocam intoxicação), nem mariscos pertencentes a colônias
com moluscos mortos ou quase mortos e mal cheirosos;

• Medusas, águas vivas, caravelas, cobras do mar e holotúrias;

• Vísceras ou ovos de qualquer peixe desconhecido;

• Baiacus lisos ou de espinhos.

Como pescar em pleno mar:

• Se no bote não existir um material de pesca, improvise um anzol com


alfinetes, clipes, pregos de sapatos e canivetes, devem ser pequenos e
a linha de pesca muito leve;

• Improvise a linha de pescar com cordão de sapatos ou fios de roupa;

• Improvise um arpão, amarrando uma faca a um remo;

• Utilize tudo que possa funcionar como uma rede;

• Empregue um facho de luz a noite fazendo incidir sobre a água, a luz


atrairá os peixes, antes de trazê-lo para bordo mate com uma pancada
na cabeça.

Peixes venenosos:

• Baiacu de espinho e Baiacu

Animais marinhos perigosos:

• Moréia, Barracuda, Arraia, Medusa, Ouriço e Anêmona, Caracol


venenoso, Tubarões.

Peixes comestíveis de alto mar:


• Albacora, Agulha, Cavala, Xaréu, Dourado, Sardinha, Atum, Enchova,
Bonito, Voador.

Fatores adversos ao sobrevivente

Fatores Subjetivos: Pânico, Solidão, Tédio.

Fatores Objetivos: Frio, Congelamento, Queimaduras.

SOBREVIVÊNCIA NO DESERTO
As dificuldades de sobrevivência em áreas desérticas baseiam-se,
principalmente, na obtenção de água e na resistência as temperaturas
extremamente altas destas regiões.

Abrigo

Dia = Protegera de calor e raios solares (cavar sobre pedras para se obter
sombras);

Noite= protegera do frio (utilizar a aeronave).

Sinalização

• Fogueiras em forma de triangulo equilátero (aproximadamente 30 metros


uma da outra); sempre mantê-las acessa.

Água

• Necessitara de 4 a 6 litros de água para sobreviver no deserto;

• Não beber água nas primeiras 24horas após o pouso, exceto feridos e
doentes;

• Se houver menos de ½ litro de água por dia não comer;

• Cavar ao redor de plantas para procurar água;

Alimento

• Ao encontrar vegetais secos, cavar em busca da raiz, pois


provavelmente servira como fonte de alimento;

• Favos e grãos (se tornam comestíveis se ficarem imersos em água por


tempo prolongado);

• Frutos de cactos são comestíveis;


• Roedores, coiotes, lagartos e cobras, o mais fácil de capturar é o roedor
que durante o dia fica escondido em tocas.

Cuidados

• Roupas frouxas suportam melhor o calor;

• Usar pano sobre a cabeça para proteger principalmente os olhos;

• Roupas compridas;

• Não abandonar o local do acidente.

SOBREVIVÊNCIA NO GELO
• Manter-se com o máximo de roupas possível;

• As extremidades (Mãos, pés, orelhas, nariz), mucosas e faces devem


ser muito protegidas.

Ação Imediata

• Prestação de primeiros socorros e acionamento de rádios e faróis de


emergência;

• Providenciar abrigo imediatamente;

• Acender um fogo para iluminar e aquecer.

Abrigo

• Não utilizar o interior da aeronave, pois sua temperatura também estará


muito reduzida;

• Manter acessa uma vela ou outra fonte de calor, para manter a


temperatura próxima a 0º C;

• O teto deve ser liso para evitar que a neve derretida fique gotejando

• TRINCHEIRA = Construída rapidamente, proteção eficiente.

• CAVERNA DE NEVE= Cômoda, porem de difícil construção.

Fogo

• Únicos combustíveis são provenientes da aeronave (querosene e óleo),


ou de origem animal.

Água
• Derretendo o gelo, não utilizar gelo proveniente de água onde haja
pinguins ou concentração de outros animais;

• Água de fonte natural, de degelo.

Alimento

• Encontrados na aeronave;

• Focas são a principal fonte de alimento;

Cuidados especiais

• Fogo: Providenciar abertura do abrigo para não se intoxicar;

• Congelamento: Qualquer sensação de amortecimento ou


anestesiamento deve ser encarada como congelamento.

• Evitar ao Maximo a transpiração, pois o suar congelara ocasionando a


hipotermia;

• Cegueira: utilizar óculos, vedar a região ocular ou se proteger num


abrigo com pouca iluminação;

• Gretas e Fendas= Encobertas de neve e que constituem perigo em


potencial para quem caminha sobre o gelo.
ANIMAIS PEÇONHENTOS
Ofidismo = O conjunto de acidentes causados por picadas de cobras.

Classificação:

• Serpentes venenosas: Tomam uma posição de ataque quando são


perseguidas; Cabeça achatada, triangular e bem destacada do corpo por
um pescoço estreito com escamas semelhantes as do corpo, a fosseta é
entre o olho e na narina, os olhos são pequenos com pupila em fenda
vertical e as escamas são alongadas, em ponta, imbricadas e ásperas
ao tato, tendo carenas medianas.

• Serpentes não venenosas: Perdem-se em fuga; Cabeça estreita,


alongada e mal se destaca do corpo, sem pescoço, recoberta por placas
ao invés de escamas, não tem fosseta, os olhos são grandes, com
pupilas arredondadas, escamas são achatadas, sem carenas, dando a
impressão de serem lisas ao tato.

Identificação das serpentes peçonhentas

CROTALIDAE

• Gênero Lachesis – Veneno laquético (Surucucus)

As surucucus são as maiores serpentes peçonhentas da América do Sul,


podendo chegar a 4,5 metros quando adulta. Numero de acidentes
provocados por elas chega a 3% do total. OBS: cor alaranjada e
desenhos pretos no dorso, encontrada em florestas tropicais.

• Gênero Crotalus – Veneno crotálio (Cascavéis)

As cascavéis possuem guizo (chocalho) na ponta da calda. Podem


chegar a 1,6 metros de comprimento. Responsáveis por 8% de
acidentes ofídicos no país. OBS: possuem cor amarelada e se
encontram em locais secos.

• Gênero Bothrops – Veneno botrópico (Jararacas)

As jararacas possuem uma calda lisa. Seu tamanho varia de 40


centímetros a 2 metros de comprimento. São responsáveis por 88% dos
acidentes ofídicos. OBS: encontra-se em locais úmidos.
ELAPIDAE

• Gênero Micruros – Veneno micrúrio (Coral)

As corais possuem no máximo 1,60 metros de comprimento.


Responsáveis por cerca de menos de 1% dos acidentes. OBS: Atenção
a ausência de fosseta na coral apenas não é característica de que não
seja venenosa, possui coloração em anéis vermelhos, pretos, brancos e
amarelos, possuem hábitos subterrâneos.

Características das lesões cutâneas produzidas por picadas de serpentes

• Picadas de cobras venenosas = dois orifícios bem nítidos, separados por


mais de um centímetro de distancia.

• Picadas de cobras não venenosas= duas ou mais linhas de escoriações,


muito sangrentas, pouco ou muito doloridas, com pequeno edema.

Modo de ação dos venenos de serpentes

Envenenamento Laquético ( Surucucus)

• Reações= inchaço no local, diarréia e hemorragia.

Envenenamento Crotálico (Cascavéis)

• Sinais e sintomas= dificuldade em abrir os olhos, cara de bêbado, visão


turva, dor muscular e urina avermelhada. Escurecimento da urina.
Insuficiência renal aguda.

Envenenamento Botrópico( Jararacas)

• Reações = dor imediata, inchaço, calor e rubor no local, hemorragia no


local da picada distante dele.

• Complicações= bolhas, gangrenas, abscessos, insuficiência renal


aguda.

Envevenamento Elapídico (Corais)

• Principais sintomas e sinais= dificuldade em abrir os olhos, falta de ar,


dificuldade em engolir, insuficiência respiratória aguda.

Tratamento do Ofidismo

• Não se deve amarrar ou fazer torniquete;

• Não se deve cortar o local da picada;

• Manter o acidentado deitado e em repouso;


• Dispondo de soro e não sendo identificado o tipo de cobra, aplicar
imediatamente uma quantidade suficiente para neutralizar 100mg de
veneno.

Escorpianismo = Conjunto de acidentes causados por escorpiões.

Consequências causadas pelo escorpianismo

• Dor local, ou irradiada, lancinante (é capaz de causar até a morte por


colapso);

• Mal estar geral (indefinível);

• Dormência que surge depois do período doloroso;

• Sudorese acentuada;

• Calafrios;

• Quedas de temperatura corporal;

• Sensação de cansaço e sonolência;

• Taquicardia (aumento da frequência dos batimentos cardíacos) inicial;

• Bradicardia (redução da frequência dos batimentos cardíacos) final;

• Náuseas e vômitos.

Tratamento de escorpianismo

• Especifico= Aplicação intramuscular, endovenosa ou intra-raquiana do


soro antiescorpiônico, nos casos graves.

• Sintomático= Por meio de analgésicos, sedativos, cardiotônicos/


diuréticos. (O tratamento especifico só é utilizado quando o acidentado
apresentar mal-estar geral.)

• Local= Por meio de curativos locais, analgésicos e anti-sépticos.

Principais diferenças entre os escorpiões

• Tityus serrulatus= Amarelo, abdômen marrom escuro, tíbia amarela,


cauda serrilhada e veneno muito ativo (neurotóxico).

• Tityus bahiensis= Marrom/preto, abdômen marrom quase preto, tíbia


com mancha escura, cauda sem serrilha e veneno ativo (neurotóxico).

Araneismo= Conjunto de acidentes causados por picadas de aranhas.

Características das aranhas


• Aranhas ARMADEIRAS (Phoneutria) = Muito agressiva, responsável
por 75% dos acidentes frequentes, não faz teia. Sintomas: dor
intensa no local da picada.

• MARRON (Loxoceles)= Pouco agressiva, responsável por 6,25% dos


acidentes frequentes, teia irregular. Sintomas: na hora da picada, dor
pequena e despercebida após 12 a 24 horas, dor local com inchaço,
mal estar geral, náuseas, e, às vezes febre. Pode causar necrose
local. Caso grave: urina cor de café.

• TARÂNTULA (licosa) = Aranha pouco agressiva, responsável por


18,75% dos acidentes frequentes, não faz teia. Sintomas: geralmente
sem sintomas, pode haver pequena dor local, havendo a
possibilidade de evoluir para necrose local.

• CARANGUEJEIRAS= São grandes e algumas muito agressivas.


Acidentes pouco frequentes.

Consequências causadas pelo araneismo

Fenômenos neurotóxicos (causados pelas armadeiras) surgem rapidamente e


duram de 5 a 6 horas. Depois da picada muito dolorida, aparece um quadro
caracterizado por:

• Dores em todo o corpo;

• Câimbras;

• Sensação de angustia;

• Convulsões;

• Calafrios;

• Sudorese intensa;

• Perturbações visuais e até cegueira;

• Retenção de urina;

• Corisa e salorréia e queda da temperatura corporal.

Tratamento do Araneismo

Tratamento do araneismo neurotóxico:

• Aplicação do soro antictenico, por via subcutânea ou intramuscular, na


dose de 1 a 3 ampolas de 5 cm³;

• Analgésicos por via injetável ou oral;


• Injeções de prostigmine;

• Cardiotonicos;

• Injeções de gluconato de cálcio a 10% na veia;

• Aplicações no local da picada, de uma solução de anil.

Tratamento do araneismo necrosante:

• Aplicação de soro antilicósico ao redor da região atingida, na dose de 5


cm³ para crianças;

• Analgésicos\;

• Curativos locais, anti-sépticos e cicatrizantes.


COMBATE AO FOGO
Fogo= Fenômeno químico que se caracteriza pela presença de luz e calor.

Definição

Fogo ou Combustão é um processo de transformação química quando


materiais combustíveis e inflamáveis, combinados com um comburente
(geralmente oxigênio) e ativados por uma força calorífica, iniciam a reação em
cadeia, produzindo energia na forma de luz e calor.

Elementos Essenciais ao Fogo

Inicialmente, dizia-se que para haver a combustão, três desses elementos se


faziam imprescindíveis:

• Combustível

• Comburente

• Calor

Recentemente, estudos mais aperfeiçoados chegaram a conclusão da


existência de um 4º elemento igualmente necessário ao processo de
combustão:

• Reação em cadeia

Este conjunto é o TRIANGULO DO FOGO.

A) Combustível= É o material que alimenta o fogo (papel, madeira, tecido,


gasolina, álcool, etc.)

B) Comburente= É o elemento ativador do fogo, que da vida e intensifica o


fenômeno de combustão. O oxigênio (O2) é o principal.

C) Calor= É o elemento que serve para dar inicio a combustão, mantê-la e


incentivar sua propagação.

Aos diferentes estágios de temperaturas atingidos por um combustível,


daremos o nome de:

• Ponto de Fulgor (Flash Point) = É a temperatura mínima na qual um


corpo combustível começa desprender gases ou vapores que se
queimam em contato com uma fonte externa de calor. (Há um clarão e
logo se apaga).

• Ponto de Combustão (Fire Point) = É a temperatura mínima necessária


para que um corpo emita vapores (gases) em quantidade suficiente para
que haja chama permanente.
• Ponto de Ignição (Ignition Temperature) = É a temperatura mínima em
que os gases (vapores) desprendidos por um corpo entram em
combustão sem o auxilio de fonte externa de calor.

D) Reação em cadeia= O produto de uma transformação gerando outra


transformação.

Diferentes formas de combustão

A) Combustão Ativa= O fogo, além de produzir calor, produz chama, isto é,


luz. (Ambiente rico em oxigênio).

B) Combustão Lenta= O fogo só produz calor, não apresentando chamas.


(Ambiente pobre em oxigênio)

C) Explosão= Combustão rápida e que atinge altas temperaturas.

D) Combustão Espontânea= Determinados produtos, quando em contato


com outros, reagem quimicamente gerando calor e, consequentemente,
uma combustão.

Propagação do fogo

A) Por contato direto da chama sobre materiais;

B) Pelo deslocamento de partículas incandescentes que se desprendem de


outros materiais já em combustão;

C) Ação do calor (energia ou movimento de moléculas de um corpo), que


pode ocorrer por:

• Condução = Quando se transmite de molécula a molécula, pelo


simples contato dos corpos (Combustão em uma fogueira);

• Convecção= É feita por meio de deslocamento de massa de ar


aquecido, a qual se desloca do local em chamas levando energia
calorífica suficiente para que outros materiais combustíveis
atinjam seus pontos de combustão (Chama no topo de
chaminés).

• Irradiação ou Radiação= Transmissão de energia calorífica se dá


por meio de ondas através do espaço (Calor da energia solar).

Métodos de Extinção do fogo

A) Retirada do material= Também conhecido como isolamento, remoção ou


corte do suprimento combustível. Retirada, diminuição ou interrupção do
campo de propagação do fogo.
B) Resfriamento= Diminuição da temperatura até o ponto em que o material
não queime ou emita gases inflamáveis.

C) Abafamento= Evitar que o oxigênio (comburente) contido no ar se


misture com os gases emanados do combustível, tornando-o um produto
inflamável.

D) Extinção Química= Interrupção da reação em cadeia através de


substancias cujas moléculas se desassociam pela ação do calor e se
unem com uma mistura inflamável, formando outra mistura não
inflamável.

Causas de Incêndio

A) Causas Humanas

• Causas culposas= devido a ação direta do homem por omissão,


imprudência, negligência, descuido, imperícia ou
irresponsabilidade.

• Causas dolosas= devido a ação direta do homem que, por


motivos psicológicos ou materiais, podem provocar
voluntariamente um incêndio.

B) Causas Naturais= Provocadas por fenômenos naturais que se sobrepõe


as providências de prevenções adotadas pelo homem.

C) Causas Acidentais= Falhas ocasionais quando embora o homem tenha


se prevenido, por fatores alheios a sua vontade, incêndios e explosões
acabam por ocorrer.

D) Energia Eletrostática= O atrito de uma aeronave com o ar faz com que


grande quantidade de energia estática seja acumulada, produzindo
cargas que, se estiverem ‘’isoladas’’ poderão saltar em forma de
centelha para um ponto aterrado.

Classes de incêndio

A) Classe A (Combustíveis Sólidos) = Queimam em superfície e


profundidade, deixando resíduos. (Madeira, papel, tecido, espuma, etc.)

B) Classe B (Combustíveis Líquidos – Líquidos Inflamáveis) = Queimam


somente em superfície, deixando poucos resíduos. (Gasolina, álcool,
GLP (gás liquefeito do petróleo), etc.)

C) Classe C (Materiais energizados ou elétricos) = Presença de energia


elétrica (Televisão, computador, gerador, etc.)
D) Classe D (Materiais Pirofóricos) = Inflama-se em contato com outro
produto químico, em geral o próprio ar. (Limalhas de ferro para o
combate de incêndio em magnésio).

Agentes extintores

A) Água = Age naturalmente por resfriamento, podendo também agir por


abafamento.

B) Pó Químico Seco (PQS) = Age por abafamento.

C) Carbônico (CO2) = Age por abafamento, sendo secundado por uma


ação auxiliar de resfriamento.

D) Compostos Halogenados = HALON, atuam por abafamento ou


eliminação da reação em cadeia.

Equipamentos Extintores

Quanto à forma de condução e utilização, são divididos em:

• Portáteis (utilizado por uma única pessoa)

• Carretas= de rodas, operado por mais de uma pessoa.

Os extintores pressurizados podem ser divididos em:

A) de pressão interna (pressurizados) = Já possuem o gás expelente


dentro do recipiente.

B) de pressão injetada (pressurizável) = Recebem o gás expelente


somente no instante do uso.

Quanto à ação pode ser:

A) De ação DIRETA = Vasilhas com água, café, chá, suco, etc.

B) De ação INDIRETA = Equipamentos específicos para extinção


(extintor, mangueiras, etc).

Sistemas de combate a incêndios em aeronaves

Nas aeronaves encontramos dois sistemas distintos, a saber:

A) Sistema Fixo = O acionamento pode ser manual (motores e APU) e


automático (toaletes). Os manuais deverão ser acionados pelo
Comandante (cabine de comando). Nos toaletes os sistemas fixos de
extinção automaticamente entram em ação quando a temperatura
registrada no local atingir 170º F.

B) Sistema Portátil = Constituído de extintores manuais que variam de


acordo com o porte das aeronaves.

Utilização dos extintores de bordo (Portáteis e Manuais)

Água

• Retirar o extintor da alça de fixação;

• Conduzi-lo pelo punho até as proximidades do fogo;

• Girar o punho no sentido horário (rompendo o lacre) até que o mesmo


encontre o batente, liberando o gatilho;

• Acionar o gatilho;

• Dirigir o jato de água para a base das chamas.

Gás Carbônico (CO2)

• Utilizar a mascara full-face acoplada à garrafa de oxigênio;

• Retirar o extintor da alça de fixação;

• Conduzi-lo pelo punho até a proximidade do fogo;

• Posicionar o tubo difusor, apontando-o para a base das chamas;

• Apertar o gatilho, rompendo o lacre e disparando assim o extintor.

Pó Químico Seco (PQS) e Bromoclorodifluormetano (BCF)

• Utilizar a mascara full-face acoplada à garrafa de oxigênio;

• Retirar o extintor da alça de fixação;

• Conduzi-lo pelo punho até a proximidade do fogo;

• Apontar para a base das chamas;

• Apertar o gatilho, rompendo o lacre e disparando assim o extintor.

O combate ao fogo

Deve-se ter em mente três frases fundamentais:


• PREPARAÇÂO = Compreende os meios e disposições preventivas
contra incêndio.

• TÁTICA = Estudo do emprego adequado, no momento do fogo, de todos


os meios providenciados na preparação, de modo a se obter o máximo
de eficiência no mais curto período possível.

• TÉCNICA= Maneira como são usados acertadamente todos os meios


disponíveis. Este sistema devera estar dividido em fases que obedecem
a um critério lógico de desenvolvimento:

1º Analise da situação: Feita por um líder frente a um incêndio que o


habilite a determinar as ações a serem postas em pratica no
cumprimento de uma missão.

2º Salvamento: Remoção de pessoas em perigo.

3º Isolamento: Impedir a propagação de um incêndio.

4º Confinamento: Impedir a propagação de um incêndio, as partes não


atingidas, dentro de uma estrutura.

5º Extinção: Ataque e extinção do foco ou focos principais de um


incêndio.

6º Rescaldo: Completar a extinção, impedir seu reinicio e colocar o local


em condições de segurança.

7º Ventilação: Substituir, mediante precauções adequadas, a atmosfera


excessivamente quente e com gases tóxicos de ambientes confinados,
por ar fresco.

8º Proteção: Proteger o local sinistrado e seus conteúdos contra os


prejuízos causados pelo fogo, calor irradiado, fumaça, água, etc.

Procedimentos a bordo de uma aeronave

Antes do embarque de passageiros deve ser efetuada a checagem dos


equipamentos de prevenção e combate a incêndios, verificando:

• Localização adequada dos aparelhos;

• Condições de usos dos extintores, certificando-se de sua capacidade de


pronta intervenção.
BLOCO 1 - Resumo

Resumo - B1

1.A emergência em que há tempo hábil para se determinar a posição que minimiza os efeitos do
impacto sobre os passageiros denomina-se preparada;

2.Despressurização significa a saída do ar de um meio de maior, para um de menor pressão;

3.O oxigênio terapêutico (máscara oro-nasal) tem como finalidade atender a passageiros e
tripulantes com insuficiência respiratória;

4.O conjunto de sobrevivência no mar é um equipamento obrigatório para aeronaves que efetuam
vôos transoceânicos;

5.A forma mais correta para utilização dos megafones existentes à bordo será em pane do
sistema P.A. e para orientar os passageiros em pousos de emergência;

6.Durante o vôo, cheque nos toaletes e monitoramento da cabine de passageiros, devem ser
feitos frequentemente, como medida de rotina e segurança;

7.Nos casos de um pouso de emergência, para se evitar ferimentos, todo material solto na cabine
deve ser recolhido e guardado nos toaletes, travando-os;

8.Morte de passageiro a bordo não determina necessidade de um pouso de emergência;

9.Quando ocorre falha no sistema normal de iluminação é acionado automaticamente um sistema


de emergência. Na maior parte das aeronaves há, externamente, iluminação junto às saídas
principais e de serviço e nas áreas sobre a asa;

10.As aeronaves, em caso de despressurização, estão equipadas com um sistema fixo de


oxigênio (PSU);

11.Os equipamentos auxiliares de evacuação, para a homologação das portas como saídas de
emergência, são as escorregadeiras infláveis;

12.Qualquer passageiro que estiver recebendo oxigênio terapêutico por tempo prolongado,
sofrerá um ressecamento no rosto e nas mucosas. Para minimizar os efeitos deste ressecamento,
deve-se promover, a cada 10 minutos, a umidificação da área, verificando a necessidade de
continuar a aplicação de oxigênio;
13.Em uma situação de emergência real, a instrução que deverá ser dada aos passageiros, em
relação à utilização dos coletes salva-vidas, orienta para que estes sejam inflados na soleira da
porta ou sobre a asa, antes de abandonar a aeronave;

14.Durante uma turbulência os comissários devem ficar em seus assentos com os cintos
afivelados;

15.O uso de cigarros é expressamente proibido em todas as fases do voo, no solo e nas escalas;

16.Visando a segurança dos passageiros, ao serem comunicados que passarão por turbulência,
os comissários deverão suspender o serviço de bordo, travar os compartimentos da galley e
avisar os pax´s;

17.Num pouso de emergência em terra, ao checar a operatividade da saída de emergência de


sua responsabilidade, o comissário verifica que a mesma está emperrada. O seu procedimento a
seguir deverá ser abandonar sua saída e ir ajudar um colega na saída operativa mais próxima;

18.Ao verificar os equipamentos de sobrevivência no pré-voo, o comissário deverá ter em mente


que a relação quantidade de kits/pax deverá ser de 1 para cada 50 passageiros, desprezando-se
as frações;

19.Para que o comissário possa atuar com sucesso em uma situação de emergência deve-se,
antes de tudo estar familiarizado com os equipamentos de emergência disponíveis a bordo;

20.O sistema de oxigênio fixo existente na aeronave é dividido em dois, sendo um para a cabine
de comando e um para a cabine de passageiros;

21.Quando ocorrer qualquer incidente na cabine de pax, é dever do comissário avisar o


comandante e manter os pax´s sob controle;

22.Preparando-se para um pouso de emergência, os comissários deverão verificar pax com cinto
atado, mesinhas travadas, encostos das poltronas na posição vertical;

23.Nos lavatórios das aeronaves, sob a pia, há extintores de gás freon;

24.A posição de impacto que o comissário deve adotar num pouso de emergência, estando
sentado de frente para o nariz da aeronave é cinto de inércia, braços cruzados e cabeça baixa;

25.A existência de uma máscara de oxigênio a mais na unidade de serviço de pax (PSU) é caso
haja um colo ou para o comissário numa situação de despressurização;
26.Por medida de segurança em pousos e decolagens, a iluminação deve ser reduzida, deixando-
se mínima luminosidade possível;

27.Os pax´s devem iniciar a evacuação numa situação de emergência imediatamente após a
parada total da aeronave e o corte dos motores;

28.Numa situação de emergência “não evidente”, o comando da evacuação na ordem hierárquica


deverá ser comandante, qualquer membro técnico, chefe de equipe e comissários;

29.Em caso de despressurização da cabine de pax´s os procedimentos que os comissários


deverão adotar são: - sentar na poltrona mais próxima, pegar a máscara sobressalente e atender
pax´s próximos;

30.Antes de um pouso de emergência, a distribuição de mantas e travesseiros será para colocar


sobre os joelhos para a proteção do rosto na posição de impacto;

31.É vedado o uso de aparelhos celulares para pax´s e tripulantes em qualquer fase do voo;

32.Para ativar o sistema de oxigênio da PSU, deve-se puxar a máscara para baixo;

33.No pré-voo a prioridade do check-list deverá ser com relação a equipamentos de emergência;

34.Um procedimento de segurança adotado pelos comissários em voos noturnos é, durante os


pousos e decolagens, manter a lanterna elétrica de mão acesa, discretamente, e sem que os
pax´s percebam;

35.Em uma emergência preparada, o motivo pelo qual os comissários mandam retirar brincos e
objetos pontiagudos, é para evitar ferimentos no pouso;

36.Em caso de falha no sistema elétrico da APU, os comissários deverão se comunicar com os
pax´s, em caso de emergência, através do megafone;

37.A bordo das aeronaves, os equipamentos que auxiliam, além dos extintores, em situação de
incêndio são a machadinha, CAF, luvas de amianto, óculos contra fumaça;

38.Durante uma evacuação de emergência o comissário percebe fogo do lado externo da


aeronave. O mesmo deverá permanecer junto à saída e direcionar os pax´s para outra saída;

39.No check pré-voo os comissários deverão observar que a posição do manômetro do extintor
de halon esteja na posição “faixa verde”;
40.Para atuar com sucesso numa situação de emergência deve-se, antes, estar familiarizado com
todo o equipamento que se tem à disposição;

41.Durante a preparação dos passageiros para pouso de emergência na água, os mesmos


deverão ser instruídos para retirar os sapatos, óculos e outros objetos pontiagudos e vestir os
coletes salva-vidas, mantendo-se sentados com os cintos atados;

42.O procedimento que os comissários deverão adotar antes de ser comunicado aos pax´s uma
situação de emergência é posicionar-se ao longo da cabine para conter as primeiras
manifestações de pânico;

43.O momento adequado para se abrir as saídas de emergência, quando uma evacuação se
tornar evidente, é após a parada total da aeronave, após efetuar o corte dos motores e a
verificação da área externa;

44.Ao se utilizar a escorregadeira numa evacuação em terra, o procedimento correto é saltar e


deslizar após a constatação da inflação total da mesma;

45.Os pax´s não poderão, em hipótese alguma, fumar, acender fósforos, isqueiros e quaisquer
objetos que produzam faíscas;

46.Num pouso de emergência preparado, havendo um pax paralítico a bordo, o comissário


deverá sentá-lo em poltrona próxima a uma porta, designando um pax para que assista-o durante
o pouso;

47.As aeronaves comerciais são, obrigatoriamente, equipadas com um sistema de iluminação


normal e outro de emergência;

48.Em situação normal, durante as operações de decolagem e pouso, os comissários, por medida
de segurança, devem executar com rigor os cheques preparatórios com relação à pax´s, cabines,
galleys e toaletes;

49.As portas de uma aeronave podem ser operadas interna e externamente tanto em situação
normal quanto em emergência;

50.A maneira correta para se utilizar o megafone é pressionar o botão enquanto fala;

51.A dinâmica de impacto em pouso ou decolagem será verificar a operatividade da saída e abrir
a porta, inflar escorregadeira, gritar para que os pax´s saltem;

52.Para melhor acomodação dos pax´s, em situação normal, e como prevenção contra uma
possível emergência, as bagagens de mão devem ser acomodadas embaixo da poltrona à frente
do pax e nos compartimentos apropriados (gavetões);

53.Em uma evacuação, constatando-se que em uma saída não deve ser aberta por haver
condições externas adversas, o comissário responsável pela mesma deverá permanecer junto à
saída em questão e direcionar os pax´s;

54.De acordo com o RBHA-121, as aeronaves com capacidade para até 180 pax´s, deverão
possuir a bordo, para casos de emergência, 01 conjunto de primeiros socorros;

55.As saídas de emergência com coeficiente de evacuação de 30-40 pax´s em 90 segundos, são
as saídas do tipo II;

56.Nos toaletes, como sistema preventivo de fogo, existe um dispositivo em seu interior, que é o
detector de fumaça;

57.A seqüência correta para uma pessoa abandonar a aeronave através das janelas de
emergência da cabine de comando é passar, inicialmente, uma das pernas, a cabeça, a parte
superior do tronco e por fim, a outra perna;

58.Nas aeronaves equipadas com escorregadeiras, o instante adequado para armá-las será no
momento em que as portas forem fechadas, antes da partida dos motores;

59.Na maioria das aeronaves, o equipamento auxiliar de evacuação existente nas janelas de
emergência, tanto na cabine de comando quanto na cabine principal, são as cordas ou tiras de
escape rápido;

60.Havendo necessidade de utilização de botes ou escorregadeiras-barco, o equipamento de


sobrevivência no mar localiza-se no próprio bote;

61.Os botes salva-vidas ou escorregadeiras-barco e os equipamentos individuais de flutuação


são obrigatórios para aeronaves que efetuam voos transoceânicos;

62.No cheque pré-voo do extintor de gás freon, verifica-se porta corta fogo fechada;

63.Quando houver falha no sistema normal de iluminação, nas aeronaves em geral, ocorrerá que
as luzes de emergência serão acesas automaticamente;

64.No caso do cinto de segurança não ser suficiente para travar ao redor da cintura do pax, o
comissário deverá providenciar um cinto extensório;
65.As saídas que, normalmente, oferecem maiores restrições numa evacuação de emergência
em terra são as janelas sobre as asas;

66.Em locais com fumaça ou gases, os itens necessários para o combate a focos de incêndio,
além do extintor adequado e luvas de amianto são cilindro de oxigênio, com máscara full-face ou
C.A.F.;

67.O colete salva-vidas, em adultos, deve ser ajustado nos ombros e na cintura;

68.Havendo vazamento de pressão por uma das portas da aeronave, o comissário deve avisar ao
comandante e retirar os pax´s da área;

69.Na eventualidade de se promover o embarque ou desembarque dos pax´s com um dos


motores em funcionamento, em qualquer tipo de aeronave, deve-se direcionar os pax´s para o
lado oposto do motor em questão;

70.Havendo uma despressurização da cabine, as máscaras do sistema fixo de oxigênio ficarão


disponíveis para uso quando a cabine atingir 14.000 pés;

71.Havendo necessidade de preparar a cabine para um pouso de emergência na água, deve-se


selecionar ajudantes que saibam nadar e pedir aos pax´s que coloquem coletes, sem inflá-los no
interior da aeronave;

72.Na preparação de cabine para um pouso de emergência, os pax´s são instruídos para assumir
a posição de impacto ao sinal do comandante e quando ouvirem a ordem “posição de impacto”,
mantendo esta posição até a parada total da aeronave;

73.Informações claras, objetivas, usando frases curtas e afirmativas acompanhadas de mímicas,


são procedimentos de emergência imprevista ou preparada com evacuação de cabine;

74.Para inflar o colete salva-vidas pode-se puxar as alças de inflação de cor vermelha ou inflar
pelos tubos;

75.Portas do tipo “A”, tem-se como coeficiente de evacuações para saída de emergência
operativa 90 a 100 pessoas em 90 segundos;

76.Para um tripulante utilizar CAF em casos de emergência, antes de vesti-lo, deverá puxar a
alça de liberação de O2;

77.Os extintores de gás freon estão localizados em compartimentos sob a pia dos lavatórios, nos
motores e em aeronaves maiores, no compartimento de carga;
78.Os fatores que podem originar um acidente são técnicos, humanos, meteorológicos, casuais e
desconhecidos;

79.Os coletes salva-vida em crianças deverá ser ajustado nos ombros e na cintura entre as
pernas;

80.O tempo de uso da CAF será de 15 minutos;

81.Havendo uma evacuação com utilização de janelas de emergência sobre a asa, tem-se como
equipamento auxiliar de evacuação tiras ou cordas de escape que são embutidas ao encaixe
superior da janela, ficando aparente somente com a retirada da janela;

82.Ao operar o escape slide em uma evacuação, percebe-se que não inflou automaticamente. O
procedimento imediato deverá ser puxar a alça de inflação manual de cor vermelha que se
encontra do lado direito do mesmo;

83.Para que uma pessoa possa segurar com firmeza o assento flutuante, existem na parte inferior
2 alças vermelhas;

84.O sistema de pressurização tem como finalidade manter o interior da aeronave a uma altitude
de 8.000 pés, mesmo variando em real altitude;

85.Quando a aeronave estiver em processo de despressurização, soará um alarme na cabine de


comando quando a altitude da cabine atingir 10.000 pés;

86.Os procedimentos rotineiros de segurança antes do pouso incluem guardar e travar os


compartimentos de galleys, efetuar alocução de segurança e checar a cabine;

87.Um dos itens da NOSER IAC – sobre abastecimento de aeronaves com pax a bordo, será
alocução apropriada sobre os procedimentos e medidas de segurança pertinentes;

88.Considera-se urna funerária, perecíveis e animais vivos como carregamento especial;

89.Havendo alijamento de combustível, o comissário deverá avisar aos pax´s quanto a não
acender e nem ligar luzes individuais ou usar objeto que produza faísca;

90.A aeronave boeing 737 tem 4 saídas de emergência com escape slide;

91.São procedimentos rotineiros de segurança não entrar na cabine de comando 5 minutos antes
do pouso e 10 minutos após a decolagem;
92.Os comissários deverão fechar portas e armar escape slide antes da decolagem;

93.Explosivos inflamáveis, oxidantes, venenosos, materiais radioativos, corrosivos, são artigos


considerados perigosos e classificados como carga restrita, sendo o seu transporte efetuado de
acordo com a determinação de órgãos competentes;

94.Pode-se dizer que em uma despressurização há perda de pressão interna para o exterior da
aeronave, equalizando as pressões interna e externa;

95.Em caso de evacuação da cabine, as ordens dadas aos pax´s devem ser acompanhadas de
mímica, pois é uma linguagem internacional e atende a pax´s surdos;

96.Como prevenção de pânico a bordo, mediante “receio de voar”, realiza-se serviço de bordo,
desenvolvimento de programa de diversão a bordo;

97.Pode-se dizer que uma emergência imprevista é o acontecimento imprevisto, sem


conhecimento prévio, com evacuação da cabine;

98.A posição de impacto para gestante, além do cinto de segurança no baixo ventre, deve ser
protegida com travesseiros e cabeça lateralizada;

99.A necessidade de atenção constante durante pousos e decolagens tem como objetivo estar
atento caso haja alguma anormalidade;

100.Se durante uma evacuação, ao olhar o visor, o comissário perceber que há fogo, o
procedimento correto para esta situação será não abrir a porta, permanecer junto a ela, gritando
“FOGO” e reorientar para outras saídas;

101.O sistema de oxigênio fixo quando gerado por geradores químicos tem a duração de 15
minutos;

102.As poltronas da cabine de pax´s são equipadas com cintos de segurança com retenção
abdominal;

103.O sistema de detectores de fumaça dos lavatórios tem como finalidade indicar qualquer tipo
de fumaça no interior do lavatório;

104.Os equipamentos de combate ao fogo existentes no cockpit são: garrafa de O2, máscaras full
face ou CAF, extintor halon, óculos para fumaça e luvas de amianto;
105.Considera-se como uso principal para as machadinhas colocadas a bordo cortar fios
energizados;

106.As luvas de amianto servem para proteção das mãos em situações de combate a incêndio a
bordo;

107.O CAF deve ser utilizado por comissários, como uso em situações de emergência;

108.A descrição de uma garrafa portátil de oxigênio, com máscara full face, indica que ela possui
uma válvula de fluxo sob demanda e uma máscara de proteção visual e respiratório;

109.Para que as luzes de emergência possam funcionar automaticamente, as posições das


chaves devem estar ARMED na cabine de comando – NORMAL na cabine de pax;

110.A duração das luzes de emergência será de 20 minutos;

111.Para que uma aeronave receba a homologação para voo considera-se o número de saídas
de emergência compatível com o número de assentos oferecidos;

112.O procedimento certo para se abrir uma janela de emergência da cabine de pax (Boeing
737), será puxar o comando superior para baixo, com a outra mão levantar um pouco e retirar a
janela;

113.No boeing 737, em caso de pouso forçado no mar, as saídas que devem ser usadas são as
que estiverem acima do nível da água;

114.Para abrir uma saída de emergência sobre a asa, pelo lado de fora, deve-se pressionar o
retângulo acima do visor da janela para dentro;

115.Quanto ao uso de assentos flutuantes, deve-se informar aos pax´s que eles devem levá-los
consigo e abraçar usando as tiras;

116.O preparo de tripulantes através de cursos, treinamentos e reciclagens visa a manutenção de


segurança, como também minimizar as conseqüências de um acidente;

117.O comandante, quando no exercício da sua função é responsável pela integridade física de
pax e tripulantes e pela segurança da aeronave desde o momento que assume o voo até o final
do mesmo;

118.O procedimento correto em relação à utilização de equipamento auxilar de evacuação, para


janelas de emergência da cabine de passageiros, é retirar a corda ou tira do compartimento, levá-
la para fora da aeronave e prender o gancho na argola no extradorso da asa;

119.Nenhuma pessoa pode atuar como membro de uma tripulação de aeronave civil brasileira se
nas últimas 8 horas houver ingerido bebida alcoólica ou similares;

120.Durante o voo, o comissário não deve permitir que os pax´s permaneçam por muito tempo
fora de seus lugares, alegando que, se houver uma despressurização de cabine, as máscaras de
oxigênio encontram-se nas PSU;

121.São considerados líquidos voláteis e devem ser retirados do pax quando encontrados: -
álcool – benzina – éter – acetona;

122.O código internacional que poderá ser dado ao comandante através de interfone, avisando
que há um sequestro em andamento na cabine de pax é 7500;

123.Havendo aviso de sabotagem ou bomba a bordo, estando a aeronave no solo, será


providenciado o desembarque de todos os pax´s, devendo o comissário recomendar que deverão
levar consigo todos os pertences de mão trazidos a bordo;

124.“Coeficiente de evacuação” corresponde ao número de pessoas que podem sair por uma
saída de emergência operativa em 90 segundos;

125.O tipo 1 de saída de emergência corresponde a portas com escape slide pista simples;

126.Os fatores que podem originar um acidente são: - desconhecidos – meteorológicos –


operacionais – casuais – técnicos e humanos;

127.Na cabine de pax, o extintor de gás freon localiza-se embaixo da pia dos lavatórios;

128.Ao sair da aeronave por uma saída de emergência sobre a asa deve-se escorregar pelo
(boeing 737-300) flap do bordo de fuga da asa;

129.O equipamento auxiliar de evacuação para a cabine de comando é cordas de escape rápido;

130.Os cintos de segurança para tripulantes abrangem a região torácica-abdominal através do


cinto de inércia;

131.Para se capturar aves que se aproximem do bote, numa sobrevivência no mar, deve-se
esperar que pousem, fechem as asas e então pegá-las com as mãos;

132.Estando os sobreviventes, após um pouso efetuado no mar, dentro do bote salva-vidas,


como medida de segurança, em dias frios, deve-se, com relação ao bote, repor o ar nas câmaras;

133.Os maiores perigos que os sobreviventes irão encontrar na selva estão relacionados aos
insetos e parasitas transmissores de doenças;

134.O material a ser utilizado para fazer fumaça branca, durante uma sobrevivência na selva é
folhas verdes, musgos e pequena quantidade de água;

135.Durante uma sobrevivência na selva, com a quantidade de água diminuta, os sobreviventes


deverão dar preferência para comer vegetais;

136.Durante uma sobrevivência na selva, se houver necessidade de se empreender uma jornada,


a pessoa a deslocar-se deverá levar consigo, no que se refere à quantidade de provisões, em
relação ao grupo, o dobro;

137.Numa sobrevivência na selva, em tempo frio, o corpo necessita, no mínimo, por dia para
manter a sua eficiência, 2 litros de água;

138.Numa sobrevivência na selva, após descansar física e mentalmente, um dos tripulantes


deverá dar a cada indivíduo válido uma tarefa a cumprir;

139.Dentre as cobras peçonhentas das Américas a única que não possui fosseta loreal é a coral;

140.Na sobrevivência no mar, poder-se-á diminuir o espaço entre os botes, encurtando-se as


cordas que os unem somente quando as águas estiverem calmas;

141.Estando os sobreviventes no bote, após uma amerrissagem, o procedimento correto com


relação aos coletes salva-vidas será permanecer com eles inflados até a equipe de resgate
chegar;

142.Nas costas marítimas, o local apropriado para encontrar água potável é acima das marés
altas;

143.Em caso de sobrevivência no mar, estando no bote, o sobrevivente deverá utilizar para
proteção contra pingos de água do mar e raios solares corpo totalmente recoberto, óculos, batom
protetor, chapéu e toldo sempre armado;

144.Estando os sobreviventes em uma ilha, o local em que poderá encontrar caranguejos com
maior facilidade será nos baixios dos mangues;

145.Numa sobrevivência no mar, durante o dia os sobreviventes saberão que a aeronave de


busca e salvamento os avistou quando a mesma fizer um sinal balançando as asas;

146.Numa sobrevivência na selva, para se sinalizar com foguete pirotécnico, deve-se segurá-lo a
45 graus em relação à linha do horizonte e a favor do vento;

147.Os apitos deverão ser usados, durante uma sobrevivência no mar quando for ouvido ou
avistado algum avião ou embarcação, para atrair a atenção de pessoas na praia, durante
nevoeiro;

148.Durante uma sobrevivência no mar, os sobreviventes deverão liberar um pouco de ar das


câmaras nos dias quentes;

149.Os equipamentos que poderão ser danificados com a umidade do bote, numa sobrevivência
no mar são bússola, relógio, fósforo e sinalizador pirotécnico;

150.O cuidado que se deve ter com a biruta d´água no caso de uma sobrevivência no mar é
verificar que não fique presa nos destroços da aeronave;

151.Numa sobrevivência na selva os sobreviventes poderão utilizar-se de brotos de algumas


plantas para sua alimentação, com relação aos brotos de samambaia, após a primeira fervura,
deve-se fervê-los por mais 40 minutos;

152.Numa sobrevivência na selva para facilitar a localização durante o dia, os sobreviventes


poderão produzir fumaça negra utilizando borracha e óleo de motor;

153.Depois de um pouso forçado na selva o sobrevivente poderá voltar ao interior da aeronave


somente quando os motores estiverem esfriado e o combustível derramado evaporar;

154.O pó marcador deve ser utilizado numa sobrevivência no mar ao avistar ou ouvir uma
aeronave, durante o dia;

155.A forma de obtenção de água, numa sobrevivência no mar, que dispensa purificação é a
água da chuva colhida diretamente em recipientes limpos;

156.Quando no combate a incêndio de equipamentos elétricos energizados se corta a fonte de


energia, o objetivo é transformar o incêndio classe “C” em “A” e ter-se mais opções de combate
ao fogo;

157.No que se refere aos procedimentos dos sobreviventes numa situação de pouso de
emergência em terra, após a parada da aeronave, os principais são afastar-se da aeronave e
prestar os primeiros socorros;
158.Numa situação de sobrevivência, com relação à sinalização, os pirotécnicos, pó marcador e
espelho deverão ser usados quando ouvir ou avistar uma aeronave durante o dia;

159.Os equipamentos de flutuação para pax/trips em voos continentais (domésticos) são,


respectivamente assentos flutuantes e encostos flutuantes;

160.São exemplos de materiais combustíveis pertencentes a classe “B”: - gasolina – álcool – e


querosene;

161.Observa-se por trás das térmicas da galley o desprendimento de fumaça. Caso tal ocorrência
evolua para um incêndio este será de classe “C”;

162.O sobrevivente ao pescar deverá evitar alimentar-se de peixes que possuam boca
semelhante a bico de papagaio;

163.Alguns peixes dos rios brasileiros são perigosos. Em especial, o sobrevivente que estiver na
água deverá tomar cuidado com o poraquê porque este peixe possui como arma de defesa e
ataque descarga elétrica violenta;

164.As formas de extinção do fogo são retirada do material, resfriamento e abafamento;

165.Uma das causas mais comuns de incêndio em uma aeronave está relacionada a curtos
circuitos devido a materiais elétricos e eletrônicos;

166.Um dos peixes mais perigosos de nossos rios, carnívoro e extremamente feroz é a piranha;

167.O extintor de água é indicado para a classe de incêndio “A”;

168.A combustão resultante da fermentação natural de materiais orgânicos que com o calor
proporcional atingem o ponto de ignição é a espontânea;

169.A propagação do calor pode ocorrer por condução – convecção – irradiação;

170.No caso de incêndio, retirando-se o material combustível, o fogo extinguirá pelo

método de isolamento;

171.O tipo de material combustível que, em locais fechados, emana gases tóxicos e explosões, é
o do tipo “D”;
172.Ao combater o fogo deve-se direcionar o extintor para a base da chama;

173.O extintor pó químico, utilizado em ambientes fechados, pode causar dificuldade para
respirar;

174.Os combustíveis que compõem o fogo podem ser sólidos, líquidos e gasosos;

175.Os elementos indispensáveis para a eclosão do fogo são calor, combustível, oxigênio e
reação em cadeia;

176.O tipo de extintor que pode ser usado na classe “C”, mesmo se sabendo que possui um
agente extintor corrosivo e aderente após um determinado tempo é o pó químico;

177.Combatendo-se um incêndio, utilizando o sufocamento do combustível, por exemplo, o


extintor de espuma, o método empregado é o de abafamento;

178.Em um incêndio, a extinção do fogo por abafamento é o método aplicado para se retirar o
comburente;

179.Entre os peixes perigosos de nossos rios deve-se ter cuidado com os mandis porque
possuem ferrão junto às nadadeiras dorsais e peitorais;

180.Numa sobrevivência na selva, os sobreviventes que encontrarem a “Árvore da Providência”


poderão obter água, comida, entre outras utilidades que a mesma proporciona. Esta árvore é a
palmeira;

181.Ao passar um avião sobre o local do acidente, pode-se usar a lanterna. A aeronave de busca
e salvamento, durante a noite, acusará o recebimento e entendimento da mensagem utilizando o
sinalizador verde;

182.O melhor lugar para procurar abrigo, após um pouso forçado na selva, é em local próximo à
aeronave, alto, plano, afastado de grandes árvores e também dos coqueiros;

183.Os alimentos de origem vegetal que devem ser assados, afim de se tornarem mais digeríveis
e agradáveis ao paladar são grãos e sementes;

184.No caso de pouso forçado na selva, o procedimento adequado dos sobreviventes, com
relação aos agasalhos e roupas de frio, ainda a bordo, será levá-los consigo;

185.A biruta d´água (âncora) tem por finalidade evitar que o bote se afaste muito do local do
acidente;
186.O método de extinção de fogo, mais utilizado, e que consiste em se retirar calor do material
em combustão, é o método de resfriamento;

187.Em caso de incêndio a bordo, havendo fumaça densa na cabine, a melhor maneira de se
deslocar rumo a saída de emergência será arrastando-se pelo chão, pois junto a este permanece
uma camada de ar menos contaminada;

188.Após um extintor de halon ou de pó químico, para apagar fogo em poltrona, cortina,


revestimento ou papel, deverá ser adotado o procedimento de rescaldar os resíduos, para que
não haja reignição do fogo;

189.Para casos de emergência no mar, as aeronaves que operam em voos transoceânicos tem
obrigatoriedade de portar equipamentos de flutuação individuais e coletivos, como o colete salva-
vidas e barcos salva-vidas;

190.Após um pouso de emergência na selva, várias ações deverão ser executadas imediata e
simultaneamente. Para melhor organização dessas ações, um tripulante, como líder deverá
assumir o comando e distribuir tarefas;

191.O abrigo improvisado mais fácil de se armar, em caso de sobrevivência na selva, para o caso
de um sobrevivente consiste em lona ou pára-quedas, estendidos sobre corda ou vara,
amarrados a estacas ou árvores;

192.Para purificar a água encontrada na selva, utilizando-se tintura de iodo, o tempo de espera
antes de bebê-la será de 30 minutos;

193.Após um pouso forçado na selva, calculando-se o tempo para ser resgatado, as provisões
disponíveis deverão ser divididas em 3 partes;

194.Vestes frouxas e proteção sobre a cabeça é uma atenção especial que se deve ter, em caso
de sobrevivência, no deserto. Tais medidas visam a prevenção contra perda demasiada de
líquidos;

195.Ao ser percebido o cheiro de queimado e/ou fumaça saindo de um forno, a ação imediata do
comissário deverá ser fechar a porta do forno e desconectar os disjuntores correspondentes;

196.Para acionar manualmente o radiofarol de emergência, modelo RESCUE99, é necessário


soltar a antena, retirar o invólucro inferior de plástico e adicionar qualquer líquido à base de água;

197.O procedimento a ser seguido em caso de haver mais de um bote salva-vidas lançados ao
mar, será de ligá-los por meio de amarras;

198.Para facilitar o uso pelo sobrevivente, identifica-se o lado da sinalização noturna do foguete
pirotécnico, através da superfície em alto relevo;

199.Os tipos de cipó que fornecem água fresca e cristalina são os de casca grossa;

200.Após o pouso forçado e a evacuação de emergência, e tendo os sobreviventes afastados da


aeronave visando já a operação de sobrevivência na selva, a seqüência correta a ser seguida é
socorrer os feridos e acionar o rádio de emergência, procurar abrigo, descansar física e
mentalmente e procurar fonte de água;

201.Para se tornar mais fácil a localização dos sobreviventes, em um pouso de emergência na


selva deve-se permanecer junto à aeronave e fazer todas as sinalizações que forem possíveis;

202.Para serem comidos, os brotos de bambu de todas as espécies devem ser fervidos afim de
remover-lhes o gosto amargo;

203.Em caso de falta do recipiente para o cozimento da caça, o sobrevivente deverá assar a
carne da melhor maneira possível;

204.A fim de facilitar a localização à noite, do bote salva-vidas no mar, utiliza-se apito, sinais de
luz vermelha e lanterna;

205.O sobrevivente de um pouso forçado, deve-se aproximar do helicóptero de salvamento


curvado e em direção ao piloto ou co-piloto;

206.Os peixes marinhos que “não” devem ser ingeridos, por apresentarem riscos de
envenenamento, são os que apresentam pele com espinhos;

207.Ao identificar um foco de incêndio a bordo, o comissário deverá, prioritariamente, extinguir o


fogo;

208.O extintor de água deverá ser utilizado para combater incêndio causado por madeira,
estofamento, papel e tecido;

209.Os incêndios em reservatórios de querosene, aparelhos de um centro de computação em


funcionamento e transformadores de energia fora de uso, possuem, respectivamente, a
classificação “B”, “C” e “A”;

210.De frente para uma fogueira, o calor chega até o sobrevivente por irradiação;
211.As regras básicas para utilização dos recursos de sinalização, em uma sobrevivência na
selva são, com exceção do rádio transmissor, conservar os demais para quando se ouvir ou
avistar aeronave ou embarcação;

212.O agente extintor do tipo BCF é conhecido na aeronave no sistema portátil interno;

213.Num pouso de emergência no mar os barcos salva-vidas deverão estar dobrados

e guardados nos seus respectivos lugares;

214.Em um pouso forçado em terra, a decisão de abandonar o local do acidente deverá ser
tomada quando houver certeza de ser encontrado socorro;

215.A água da chuva, quando retirada do gravatá deverá ser coada e purificada;

216.Na caça, em uma sobrevivência na selva, poderão ser utilizadas armadilhas do tipo arapucas
e laços;

217.Todas as cobras podem servir como alimento, excetuando-se a esta regra, a cobra do mar;

218.Os equipamentos coletivos de flutuação possuem um componente de grande importância,


que retarda a deriva da embarcação, que é a biruta d´água;

219.O corante marcador d´água é um recurso utilizado para se fazer sinalização apenas durante
o dia;

220.Havendo um foco de incêndio em um toalete e estando a porta do mesmo muito quente,


antes de abri-la para combater o fogo deve-se abrir uma fresta ou fazer um furo na parte superior
da porta do toalete, e descarregar um extintor de halon, de preferência;

221.As conseqüências de um incêndio em um ambiente fechado serão aumento de temperatura e


pressão;

222.Após o pouso forçado na selva e conseqüente evacuação de emergência, o melhor


procedimento a ser adotado pelos sobreviventes será, se possível, usar a aeronave como abrigo
e esperar o salvamento;

223.Dentre os peixes de rio, o que é considerado mais perigoso é o candiru;

224.O maior problema que um sobrevivente enfrenta em uma área gelada está relacionado a
manutenção da temperatura corporal;

225.Em uma sobrevivência no mar, caso o sobrevivente consiga alcançar uma gaivota ou pescar
um peixe, ele deve mascar a sua carne e beber o seu sangue;

226.Em uma sobrevivência no mar as vísceras dos peixes ou aves capturados e abatidos,
servirão como iscas para pescarias;

227.Em uma sobrevivência no mar, a quantidade mínima de água que o sobrevivente necessita
por dia, é de aproximadamente 500 ml;

228.É aconselhável a utilização, no caso de sobreviventes que estejam em um bote no mar, usar
corretamente o toldo de proteção lateral, dossel de cobertura e vestimenta que cubra todo o
corpo;

229.O agente extintor, que, devido à sua baixa temperatura poderá provocar queimaduras
quando em contato com a pele é o CO2;

230.Em locais com fumaça ou gases, os itens necessários para o combate a focos de incêndio,
além do extintor adequado e luvas de amianto, são o cilindro de oxigênio com máscara full-face
ou C.A.F.;

231.Os sobreviventes de um pouso de emergência em terra, devem dar preferência aos


alimentos de origem animal, pois possuem maior valor nutritivo;

232.Em uma sobrevivência na selva, pode-se obter água de alguns cipós, porém, dentre estes,
deve-se evitar os que produzam líquido leitoso e amargo;

233.Em uma sobrevivência na selva, ao se preparar o local para a montagem de uma fogueira,
deve-se observar que a área esteja limpa e a terra seca;

234.A classe de incêndio que queima em superfície e em profundidade, deixando resíduos após o
processo de queima é do tipo “A”;

235.O extintor de dióxido de carbono tem como princípios de extinção do fogo abafamento e
resfriamento;

236.Numa sobrevivência na selva, pode-se fazer fogão montado a 50 cm acima da fogueira,


formando um tripé que é chamado de moquém;

237.Numa sobrevivência na selva, para purificar 3 litros de água utilizando-se tintura de iodo, é
necessário 24 gotas;

238.Num pouso forçado na selva o alimento mais abundante e fácil de conseguir é de origem
vegetal;

239.O agente extintor utilizado no PQS é sulfato de alumínio ou bicarbonato de sódio;

240.A principal causa porque não se deve aproximar por trás do helicóptero é o rotor girando em
alta rotação;

241.É indispensável para uma sobrevivência em terra sono, comida e água;

242.Os carrapatos são encontrados frequentemente em capinzais;

243.O serviço de busca e salvamento é conhecido mundialmente pela sigla SAR;

244.Numa sobrevivência em terra, com relação ao vestuário, deve-se usar o máximo de roupa
possível, protegendo-se todo o corpo, inclusive extremidades e rosto;

245.Numa situação de pouso forçado em terra, ainda a bordo, o procedimento com relação aos
agasalhos e roupas de frio será levá-los consigo, uma vez que à noite a temperatura sempre é
bem mais baixa;

246.Procure acampar sempre que possível em pequenas elevações a mais de 100 metros de um
curso de água;

247.Quando o sobrevivente for dormir, deve procurar construir a cama utilizando folhas e sobre
estas, colocar mais folhas largas, ficando distante do solo;

248.Num pouso forçado no deserto, durante a noite o local mais seguro para o sobrevivente será
dentro da aeronave;

249.Em regiões desérticas, a melhor proteção para o calor do dia é encontrada à sombra das
dunas;

250.Numa sobrevivência no gelo, o tipo de abrigo que se deve ter certo cuidado ao utilizá-lo é a
caverna;

251.Numa sobrevivência no gelo, o tipo de abrigo mais fácil de se improvisar é a trincheira;

252.Numa sobrevivência no deserto, a temperatura caracteriza-se elevada durante o dia e queda


brusca à noite;

253.Numa sobrevivência na selva, a aeronave, no que se refere a abrigos poderá ser utilizada se
estiver aproveitável, ou usar suas partes para improvisá-los;

254.Para melhor localização na selva, durante o dia, deve-se colocar na asa e ao redor do avião
objetos brilhantes e de coloração viva;

255.Na visualização visual terra e ar, a letra “X” significa necessitamos assistência médica;

256.Nunca deixe de providenciar em seu acampamento fogueiras num raio de 50 e 100 metros;

257.Numa sinalização visual terra e ar, a letra “N” significa não ou negativo;

258.Uma aeronave SAR localizou um acampamento de sobreviventes e estes fizeram


sinalizações. A aeronave SAR fez curva de 360 graus pela direita. Isto significa que recebeu a
mensagem e não entendeu;

259.Na sinalização visual terra e ar, o sinal “” significa que estamos avançando nesta direção;

260.Na sinalização visual terra e ar, a letra “Y” significa sim ou positivo;

261.Para se fazer sinalização com cartuchos pirotécnicos, usa-se o lado da fumaça durante o dia
e a tocha vermelha à noite;

262.Os períodos internacionais de silêncio correspondem, no hemisfério ocidental, dos 15 aos 18


min e dos 45 aos 48 min e no hemisfério oriental, dos 00 aos 03 min e dos 30 aos 33 min de cada
hora cheia;

263.Pode-se dizer que fogo seja uma reação química que se caracteriza pela presença de luz e
calor;

264.Pode-se improvisar um espelho de sinalização, utilizando-se pedaço de carenagem do avião,


com o lado sem pintura virado para cima;

265.Na sinalização visual terra e ar, a letra “F” significa que necessitamos alimento e água;

266.As freqüências do radio transmissor de emergência são 121.5 MHz (civil) e 243 MHz (militar);

267.Nas regiões desérticas, as fontes de água potável poderão ser mais facilmente encontradas
onde houver vegetação;
268.A água de riachos, rios, lagos, nascentes, mananciais e brejos pode ser bebida sem risco
após ter sido purificada;

269.Quando na preparação para um pouso de emergência em locais desabitados, tripulantes e


pax´s devem saciar completamente a sede antes do pouso;

270.As trilhas de animais poderão conduzir os sobreviventes a um corrente ou nascente de água;

271.Os sobreviventes não dispõem de muita água. Neste caso, deverão preferir os alimentos
hidrocarbonetos;

272.Em caso de emergência, a água pode ser purificada através de itens encontrados no
conjunto de sobrevivência, a saber iodo ou halazone;

273.O cuidado que se deverá ter em relação à agua antes de ser bebida é a devida purificação,
com exceção da água da chuva ou de origem vegetal;

274.A água a ser purificada por meio de fervura, deve-se fazê-lo durante, pelo menos, 1 minuto;

275.Numa sobrevivência no deserto, o calor do corpo humano é normalmente eliminado e


transferido para o ambiente, pelos processos de irradiação, condução e convecção;

276.Para se obter água na selva, não se encontrando um regato ou rio, deve-se cavar o chão
pelo menos ½ metro de profundidade;

277.Durante uma sobrevivência em regiões geladas, poder-se-á obter água através do degelo;

278.A existência de grave e iminente risco e a necessidade de socorro imediata é indicada em


radiotelefonia (ou qualquer outro processo de transmissão de voz humana) pela enunciação das
palavras MAYDAY;

279.Alimentos que contenham amido devem ser ingeridos somente cozidos;

280.Os órgãos de caça que possuem vitaminas essenciais são coração, fígado e rins;

281.Durante uma sobrevivência na selva, alguns insetos poderão ser ingeridos, tais como
escaravelhos, cupins, gafanhotos e grilos;

282.Acaju, arraia, poraquê, baiacu, são alguns dos peixes considerados mais perigosos dos rios
brasileiros;
283.O baiacu é um peixe de água doce e de água salgada, sendo venenoso;

284.Tendo de permanecer 6 dias na selva, após um pouso de emergência, devemos distribuir as


provisões 2/3 para os 3 primeiros dias e 1/3 para os outros 3 dias;

285.Durante uma sobrevivência na selva, o sobrevivente poderá usar o arpão de ponta dupla e
feito de bambu para pescar;

286.Pode-se ingerir carne da caça fervida durante 2 ou 3 minutos;

287.Qualquer vegetal ou frutos encontrados na selva, se houver dúvidas em comê-los deve-se


cozinhá-los antes;

288.Os alimentos silvestres antes de serem ingeridos devem ser cozidos porque mantém certo
valor nutritivo e oferecem menos perigo;

289.Os vegetais que os macacos e pássaros utilizam para comer são os que devem ser comidos;

290.Dentre os peixes fluviais perigosos, pode-se destacar bagres, mandis, acaju, arraia, candiru e
poraquê;

291.Uma das plantas mais completas é a palmeira, também chamada árvore da providência.
Dela, um sobrevivente poderá utilizar como alimento frutos, seiva e palmito;

292.Encontrando-se brotos de coco caídos no chão, germinando podem ser comidos e tem sabor
de aipo;

293.Encontrando-se ostras e mariscos, a melhor forma de lavá-los é deixando-os dentro de uma


vasilha com água durante a noite. No dia seguinte estão limpos, pois eles se limpam sozinhos;

294.Na selva os alimentos são abundantes, entre os frutos, destacam-se maçã do mato, ameixa
selvagem, coco, manga, amora e sapoti;

295.Para manutenção do fogo na ausência de vegetação e na impossibilidade de utilizar os


destroços da aeronave, o sobrevivente de um pouso forçado no gelo, poderá usar gordura animal;

296.As armadilhas e alçapões para pássaros e pequenos animais deverão ser armados à tarde e
recolhidos pela manhã;

297.As marchas deverão ser iniciadas pela manhã e interrompidas para acampar às 15 horas;
298.O deslocamento na selva poderá ser feito, desde que o trajeto percorrido seja marcado;

299.Durante uma jornada, deve-se caminhar por 3 horas e descansar por 1 hora;

300.Tendo decidido encetar marcha, ao abandonar o local do acidente, deslocando-se pela selva
à procura de socorro, encontrando o sobrevivente à sua frente uma elevação muito acentuada, o
melhor procedimento será subir em zigue-zague para facilitar o acesso e cansar menos;

301.Para locomover-se na floresta, se possível, deve-se orientar pelos altímetros e bússolas,


retirados do avião, não esquecendo de remover os ímãs de compensação;

302.O deslocamento na floresta deve ser feito seguindo-se um curso de um rio ou trilha de índios;

303.Ao se deslocar pela selva, o trajeto percorrido deverá ser marcado por meio de cortes de
árvores, galhos quebrados, setas desenhadas e tiras amarradas em árvores;

304.Antes de se iniciar um voo sobre grandes extensões de floresta, deve-se checar todo
equipamento de salvamento a ser transportado pelo avião;

305.O conjunto de sobrevivência de lona impermeável, cor laranja, a ser transportado pela
aeronave em voo sobre a selva, deve conter uma bolsa de sobrevivência e uma de primeiros
socorros;

306.A bolsa de primeiros socorros contém o mínimo de equipamento de primeiros socorros,


necessários ao atendimento e tratamento de emergência dos sobreviventes de acidentes
aeronáuticos. O número de bolsas adicionais que devem existir a bordo é calculado na base de 1
para cada 10 pessoas, desprezando-se as frações de 10;

307.Os soros específicos para picada de cascavel e de urutu são respectivamente, soro anti-
crotálico e soro anti-botrópico;

308.Uma cobra picou uma criança e fugiu. No local da picada, há linhas de escoriações
sangrentas, sem orifícios nítidos. Trata-se de picada de jibóia;

309.Na selva, o sobrevivente deverá procurar pelo alimento vegetal porque é o que há em maior
quantidade, e é mais fácil de se obter. Entretanto, deverá ter cuidado com algumas espécies, que
somente poderão ser ingeridas cozidas, pois cruas são venenosas. Têm como representante
mandioca brava;

310.Uma aeronave com capacidade para 90 pax´s deve levar a bordo, 01 kit farmácia médica;
311.O veneno da cobra coral é do tipo neurotóxico;

312.Em caso de acidente por cascavel, deve-se manter a vítima em repouso;

313.O soro eficaz para picada de cobra surucucu é antilaquético;

314.Quando em uma vítima picada por escorpião, coloca-se no local da lesão compressas
mornas, tem-se por objetivo abrandar a dor;

315.A quantidade de soro contra picada de qualquer cobra venenosa, em média, visa neutralizar
100 miligramas de veneno;

316.Ao avistar um grupo de indígenas, deve-se deixar que os mesmos se aproximem, partindo
deles o entendimento;

317.O soro específico para picada da cobra coral venenosa é o soro antimicrúrico;

318.Nas picadas de cobras venenosas, escorpiões e aranhas, deve-se retirar a maior quantidade
possível do veneno, através da sucção, de preferência pela própria vítima;

319.No caso de picada de escorpião da espécie serrulatus, o soro específico é o soro


antiaracnídeo ou antiescorpiônico;

320.O garroteamento ou o torniquete, no caso de picada de cobras do grupo Bothrops, poderá


gangrenar o local afetado;

321.Quando estiver num acampamento indígena, deve-se respeitar os costumes e hábitos dos
índios, principalmente, os religiosos;

322.No hemisfério sul, os sobreviventes poderão orientar-se pela constelação cruzeiro do sul;

323.Levando-se em conta a rosa dos ventos, estendendo-se o braço direito na direção que o sol
nasce, tem-se que o norte fica na direção do rosto;

324.O transmissor de emergência, quando jogado na água, emite sinal de SOS;

325.Em uma sobrevivência no mar, em função da eficiência e da segurança, o sistema de


vigilância por turno nos botes salva-vidas, não deverá ultrapassar o período de 2 horas;

326.As saídas que, normalmente oferecem maiores restrições numa evacuação de emergência
no mar, na maior parte das aeronaves, são as portas dianteiras;

327.Após um pouso no mar, a primeira providência que os sobreviventes deverão fazer é se


afastar da aeronave;

328.A evacuação da aeronave, após um pouso de emergência no mar, deverá ser iniciada
quando o avião estiver totalmente parado;

329.Antes de lançar o bote deve-se fixá-lo no avião em local apropriado na soleira da porta ou
sobre a asa;

330.Os pax´s na iminência de pouso no mar, deverão ser orientados a como colocar, usar e inflar
os coletes;

331.Normalmente, nas aeronaves, os coletes salva-vidas dos pax´s localizam-se sob os assentos
na cabine principal;

332.No caso de um bote salva-vidas inflar, acidentalmente, dentro da aeronave, o comissário


deverá rasgá-lo imediatamente;

333.O balde de lona do bote servirá para guardar vísceras de aves, peixes, ossos, como vaso
sanitário ou armazenar água;

334.A esponja desidratada, que faz parte do equipamento do bote, servirá para manter seco o
fundo do bote;

335.Os métodos de purificação da água do mar são purificador químico e destilador solar;

336.Quando for pescar, o sobrevivente que estiver com a linha de pesca deverá mantê-la segura
com as mãos;

337.Poderá ser improvisado para pescar no bote numa sobrevivência no mar uma faca amarrada
a um estol ou montante;

338.Pode-se saber que há terra próxima pelo tom mais claro da água do mar;

339.Deve-se usar o corante de marcação ao se ouvir/vir uma aeronave/navio durante o dia;

340.Numa sobrevivência na selva, utilizando-se o método da estaca, é possível achar-se o meio


dia aparente, e também o meridiano norte-sul;
341.A melhor maneira de se construir uma fogueira, de maneira eficiente e protegida do vento é
próximo a uma rocha ou de um anteparo feito de tronco;

342.Algumas árvores tem cascas comestíveis. Destas, a parte com a qual se faz farinha é a
interna branca;

343.Em princípio não devem ser comidos alimentos que apresentam as características: amargo –
cabeludo – leitoso;

344.As ostras e mariscos agarrados aos cascos enferrujados dos navios jamais devem ser
comidos;

345.Um dos maiores perigos que o sobrevivente enfrentará, está relacionado com os insetos
transmissores de doença. Deve-se proteger da malária ingerindo comprimidos de atebrina ou
aralen;

346.O veneno do escorpião é doloroso de 4 a 6 horas;

347.Em uma sobrevivência no mar é importante observar a velocidade média diária das correntes
oceânicas, que varia normalmente entre 6 a 8 milhas;

348.O procedimento adequado no caso de enjôo marítimo é suspender a alimentação e repouso;

349.Em um pouso no mar a evacuação é comandada pelo comandante;

350.Uma vez afastados do avião, os barcos deverão ser reunidos e amarrados uns aos outros
com uma distância mínima de 8 metros;

351.O tempo em que é visível a sinalização produzida pelo pó marcador de água, são,
aproximadamente 3 horas e a distância em que é visível são, aproximadamente, 10 milhas
náuticas;

352.Os soros específicos para picadas das cobras venenosas são: coral (antimicrúrico), jararaca
(antibotrópico), surucucu (antilaquético) e cascavel (anticrotálico);

353.Os animais peçonhentos mais importantes da selva compreendem: - aranhas – escorpiões –


cobras e marimbondos;

354.Havendo a necessidade do comissário permanecer no solo, o melhor ângulo que ele deverá
ficar em relação ao piloto do helicóptero de resgate é estar olhando para o mesmo mantendo um
ângulo aproximado de 45 graus;
355.Para manutenção do fogo na ausência da vegetação e na impossibilidade de utilizar
destroços da aeronave, o sobrevivente de um pouso forçado poderá usar breu vegetal;

356.Deve-se utilizar o pirotécnico fora do bote na posição horizontal, a favor do vento;

357.No caso de desidratação, durante uma sobrevivência no mar, deve-se suspender a


alimentação, dar bastante líquido e manter a pessoa em repouso;

358.Não é permitida a utilização do extintor de pó químico na cabine de comando por ser agente
corrosivo;

359.Na utilização do extintor de água pressurizada, antes de apertar o gatilho, deve-se remover a
trava de segurança;

360.A maneira de se evitar a combustão espontânea é arrumar os produtos sujeitos a essas


reações, em compartimentos frescos e ventilados;

361.Os extintores nas aeronaves estão alojados em locais de fácil acesso e rápido alcance, e os
tipos mais comuns são: - água (classe A) – CO2, Halon (BCF) e pó químico (classes B e C);

362.As combustões podem classificar-se quanto à sua velocidade em ativa, lenta, explosão e
espontânea;

363.Ponto de fulgor é a temperatura mínima na qual o corpo combustível começa a desprender


gases ou vapores, não havendo constância na chama;

364.Abafamento está para CO2 assim como abafamento está para pó químico;

365.Para se utilizar o extintor de CO2, deve-se posicionar o tubo difusor, apertar o gatilho e dirigir
o jato para a base da chama;

366.O extintor de BCF é do tipo pressurizado;

367.Para se utilizar o extintor de BCF, deve-se puxar o pino e/ou pressionar a trava de
segurança, apertar o gatilho e dirigir o jato para a chama, formando uma nuvem;

368.As verificações a serem feitas com relação aos extintores portáteis de bordo são verificar o
lacre, validade e, eventualmente, manômetro, quando o extintor o possuir;

369.A combustão, além do combustível, é uma reação química que depende de oxigênio e calor;
370.Deve-se proteger dos respingos de água do mar numa sobrevivência porque o sal contido na
água do mar poderá provocar ulcerações na pele;

371.Ponto de combustão é a temperatura mínima necessária para que um corpo emita vapores
em quantidade suficiente para que a chama seja permanente;

372.Combustível é o elemento que é possível de queimar, alimenta a combustão e serve de


campo para a propagação;

373.Combustão ativa é aquela em que o fogo, além de produzir calor, produz chama, porque o
ambiente é rico em oxigênio;

374.Condução é a forma de transmissão de calor que ocorre através da proximidade de uma


molécula a outra molécula do material combustível;

375.Para se extinguir o fogo em combustível gasoso, deve-se cortar o fornecimento do gás,


quebrando-se o equilíbrio do triângulo, pela retirada do material combustível;

376.Um comissário deve ter em mente 3 princípios básicos para atuar com segurança em caso
de fogo a bordo: - prevenção – salvamento – combate;

377.A reunião de combustível, calor e comburente, forma o triângulo do fogo;

378.Quando se lança determinados agentes extintores ao fogo, para combater a reação em


cadeia, está-se agindo por extinção química;

379.Todos os extintores quando usados deverão estar na posição vertical;

380.Existem combustíveis que pela sua grande velocidade de queima, criam uma enorme
produção de gases e quando inflamados em compartimentos fechados produzem o fenômeno da
explosão;

381.Em caso de incêndio a bordo, havendo fumaça densa na cabine, a melhor maneira de se
deslocar rumo à saída de emergência será arrastando-se com o rosto próximo ao chão;

382.Fogo é um fenômeno químico que se caracteriza pela presença de luz e calor;

383.O elemento ativador do fogo é o comburente;

384.Condução é a transmissão de calor molécula a molécula;


385.A temperatura mínima na qual um combustível desprende vapores e em contato com o
oxigênio e com uma fonte externa de calor ele se incendeia, porém sem constância na chama é o
ponto de fulgor;

386.O sistema fixo de extinção dos toaletes é acionado automaticamente quando a temperatura
atingir 174 graus F;

387.Oxigênio portátil com máscara full face ou CAF, extintor apropriado à classe de incêndio e
luvas e amianto são necessários no combate ao fogo na cabine de comando;

388.Os extintores dos motores ou reatores de uma aeronave estão localizados no alojamento do
trem de pouso principal, cone de cauda e compartimento de carga;

389.O fogo gera calor. O calor desprende vapores e gases que se inflamam, gerando mais calor,
mais vapores e mais fogo. Tal fenômeno é conhecido como reação em cadeia;

390.Combustão na qual o fogo só produz calor, não tem chamas e onde o ambiente é pobre em
oxigênio é a lenta;

391.Um extintor pressurizado apresenta exteriormente um manômetro;

392.Extintores portáteis são aparelhos operados por uma única pessoa no combate a princípio de
incêndio;

393.O oxigênio é um comburente;

394.O extintor de PQS age por abafamento;

395.Na maioria das aeronaves, na cabine de comando existe extintor de BCF;

396.O agente extintor mais usado é a água;

397.O fogo nos motores ou reatores de uma aeronave, durante o voo, será extinto através de
sistemas fixos de acionamento manual;

398.Abafamento está para BCF assim como abafamento está para CO2;

399.Os agentes extintores mais utilizados são: - água – pó químico – compostos halogenados –
gás carbônico – espuma;
400.As temperaturas que atuam na combustão são: - fulgor – combustão – ignição – espontânea;

401.O elemento que dá início a combustão é o calor;

402.Pode-se dizer que agentes extintores são toda substância ou material que pode ser utilizado
para apagar um incêndio;
Questões B1

EMERGÊNCIA

1- As saídas de emergência que exercem função dupla,isto é, servem de entrada e saída de


pessoas, materiais, e quando necessário em saídas de emergência, são as;

porta principal e serviço

2- Quanto a operações das portas, elas podem ser operadas;

Podem ser operadas internamente e externamente, tanto em situação normal quanto em situação
de emergência

3- Quais são os equipamentos auxiliares de evacuação das portas ?

Escorregadeiras

4- Qual o tempo máximo de permanência a bordo de pax's em uma aeronaves em caso de


evacuação?

90''

5- Quais os tipos de saídas, levando em conta o coeficiente de evacuação de 90"?

Saídas tipo I, II, III, IV e A

6) Saídas primárias são consideradas as de aeronaves com escape inflado ( pista única) e seu
coeficiente de evacuação é de 50 a 55 pessoas em 90''. O tipo de saída é;

Saída tipo I
7- Saídas secundárias são consideradas as portas da aeronave com escape desinflado e seu
coeficiente de evacuação é 30 a 40 pessoas em 90”. O tipo de saída é;

Saída tipo II

8- Saídas terciárias são consideradas as saídas sobre as asas e seu coeficiente de evacuação é
de 20 a 30 pessoas em 90''. O tipo de saída é;

Saída tipo III

9- Saídas quartenárias, são as janelas da cabine de comando e coeficiente de evacuação é de 15


a 20 pessoas em 90''. O tipo de saída é;

Saída tipo IV

10- Portas da aeronave equipadas com escape de pista dupla e coeficiente de evacuação de 90 a
100 pessoas em 90'', se refere a que tipo de saída;

Saída tipo A

11- Qual é a principal função do comissário de bordo, a bordo de uma aeronave?

agir com eficiência, rapidez, conhecimento e bom senso, em uma possível situação de
emergência

12- Quais são os dois tipo de emergência?

emergência preparada e imprevista


13- O que é emergência Preparada?

tomada de conhecimento prévio com a tripulação informando; tipo de emergência, tempo


disponível para preparação da cabine, saídas operacionais prováveis, confirmar que o
comandante efetuará speech sobre a natureza da emergência aos pax's, solicitar tempo para
briefing com a equipe

14- Em que lugar os equipamentos de EMERGÊNCIA deverão estar localizados

em locais de fácil acesso e sempre próximos as estações de comissários e saídas da aeronave

15- Um acidente ou a falta de segurança poderiam se definidos das mais variadas maneiras,
podendo ser simplificada em ;

a combinação dos três fatores

16- Quais são os fatores que dão origem a um acidente ?

técnicos, operacionais, humanos, casuais, meteorológicos e desconhecidos

17- O projeto que uma aeronave tem que atender é;

alternativa A e B estão corretas

18- Onde estão localizados as cordas de escape;

na cabine de comado uma em cada janela e nas janelas de emergência da cabine de passageiros
19- As saídas que são exclusivamente saídas de emergência, sendo utilizadas somente para
esta função são;

janelas sobre as asas

20- Qual a sequência para a saída pelas janelas de emergência de cabine de comando;

perna, cabeça, tronco e perna

21- De _____a_____ passageiros em 90 segundos, saída sobre a asa do tipo ____;

a) 50 a 55 / II
b) 90 a 100 / III
c) 15 a 20 / III
d) 20 a 30 / III

22- Durante a preparação dos passageiros para pouso de emergência na água, os mesmos
deverão ser instruídos para;

retirarem os sapatos, óculos e outros objetos pontiagudos e vestirem o colete salva-vidas,


mantendo-se com os cintos de segurança atados

23- Saída que se encontra próxima do tanque de combustível e que terá um menor fluxo de
evacuação quando necessário. Com tal sentença estamos caracterizando;

janelas de emergência sobre as asas

24- De acordo com o RBHA 121 podemos definir como emergência;

toda situação anormal que pões em risco a segurança da aeronave e de seus ocupantes

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COMBATE AO FOGO
1- É o conjunto de meios com o qual se pode dar início á ação de extinção do fogo quado da
ocorrência de incêndios em aeronaves;

sistemas de combate a incêndios em aeronaves

2- Quais os elementos essenciais para a existência do fogo?

calor, combustível, comburente (O2) e reação em cadeia

3- Os combustíveis podem ser:

gasosos, líquidos, sólidos

4- É o sistema de combate a incêndios localizados nos toaletes das aeronaves;

sistema fixo automático

5- A fase quem compreende o estudo do emprego adequado, no momento do fogo de todos os


meios providenciados na preparação, para se obter o máximo de eficiência, e seu emprego no
mais curto tempo possível para o combate ao fogo;

tática

6- Em incêndios de classe "C", não devemos usar extintor de;


espuma e água

7- O elemento que alimenta o fogo e serve de campo para sua propagação;

combustível

8- Temperatura mínima na qual um corpo combustível começa a desprender gases ou vapores


que se queimam em contato com uma fonte externa de calor, porém ao se retirar a fonte externa
de calor a chama se apaga;

ponto de fulgor

9- O extintor que não devemos segurar no difusor e sim no punho isolante é o ;

CO2

10- O que queima em um combustível sólido ou líquido;

o gás ( vapor) desprendido do combustível pela ação do calor

11- São métodos de extinção do fogo;

abafamento, resfriamento , retirada de material e quebra da reação em cadeia


12- É uma reação em química geralmente exotérmica , acompanhada de luz e elevação de
temperatura;

combustão

13- Uma combustão ativa se processa em ;

ambientes ricos em oxigênio

14- Qual o lado do triângulo (quadrado) do fogo será eliminado o abafamento;

comburente (O2)

15- Ondas caloríferas irradiadas de um corpo combustível em chamar que atravessam o ar


podendo provocar novos focos de incêndio;

irradiação

16- Um equipamento elétrico energizado pegando fogo será classificado como incêndio de;

classe C

17- É a temperatura em que o sistema fixo de combate a incêndios localizados dentro do toalete
da aeronave entra em funcionamento automaticamente;
77°C

18- É constituído de detectores de fogo e superaquecimento, garrafas extintoras para os motores


e APU e garrafas extintoras para proteção de toaletes;

sistema de combate a incêndios fixo

19- Em locais de incêndio que precisam ser evacuados, qual a atitude correta a tomar visando
minimizar os efeitos nocivos do calor e da fumaça sobre nosso organismo?

manter a calma, improvisar um pano úmido junto ao nariz e boca e rastejar em direção a uma
saída respirando o mais próximo possível ao chão, onde o ar estará mais frio e puro

20- A fase que compreende a maneira como são usados acertadamente todos os meios
disponíveis para o combate ao incêndio. Este sistema deverá estar também dividido em fases que
obedecem a um critério lógico de desenvolvimento

técnica

21- Fogo é;

um fenômeno químico que se caracteriza pela presença de luz e calor

------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

SOBREVIVÊNCIA NA SELVA

1- Após uma evacuação na selva , quanta horas devemos ficar sem ingerir água?
24h

2- Após uma aterrissagem forçada na selva, sua prioridade é;

a) estabelecer uma comunicação


b) preparar sinalizações visuais
c) todas acima
d) nenhuma das anteriores

3- Na falta de um espelho sinalizador, deve ser usado;

a) espelho comum
b) tampa de lata
c) pedaço de fuselagem
d) todas acima

6- Achando-se o curso de água, deve-se estabelecer sua localização em relação ao avião,


porque;

servirá como fonte suficiente de água e que ajudará como diretriz para a volta

7- Após o pouso de emergência em terra, afastadas as pessoas , a primeira providência a ser


tomada é;

ministrar os primeiros socorros aos feridos

8- Quais os procedimentos imediatos após a queda da aeronave;

evacuar a aeronave; afastar-se á um local seguro; verificar entre os acidentados a natureza dos
ferimentos e prestar os primeiros socorros

9- Considerando-se que o local de pouso é de mata densa, aponte uma ou mais vantagens de se
permanecer no sítio do acidente;

a) o avião serve de abrido em caso de tempestade


b) o avião é mais facilmente localizado do que pessoas isoladas
c) o avião e suas partes poderão servir como material de sinalização
d) todas acima

10- Para melhorar a localização na selva, deve-se colocar sobre as asas e ao redor do avião;

a) objetos brilhantes e de coloração viva


b) objetos que contraste com o verde das árvores
c) chapas de aeronave postas com o lado sem pintura virado para cima, pois constituem bons
refletores
d) todas as alternativas

11- Das alternativas abaixo, em relação a um sobrevivente na selva, o mais importante é;


o autocontrole

12- Para sobrevivência na selva, logo após o pouso, uma série de medidas deve ser adotada,
prioritariamente, deve-se providenciar;

primeiros socorros, acionamento do radiofarol e preparação dos equipamentos de sinalização


SISTEMA DA AVIAÇÃO CIVIL

Convenções Internacionais de Aviação


PaHaVaRoChi

Convenção de Paris (Convenção da Paz) – 1919

Regulamentação uniforme das regras de voo.

COMISSÃO INTERNACIONAL DE NAVEGAÇÃO AÉREA (CINA)

*Padronização

*Processo de internacionalização da aviação civil

#Inspiração Inglesa – SOBERANIA

#Inspiração Francesa – LIVRE CIRCULAÇÃO

Convenção de Havana ( 1928 ) – importante

Assuntos de interesses regionais

Convenção de Varsóvia ( 1929 )

Padronização do transporte de bagagem, bilhete de passagem.

Convenção de Roma ( 1933 ) pouco importante

Regular a responsabilidade dos danos causados a superfície.

Convenção de Chicago ( 1944 ) + importante

Criada, OACI - Organização de Aviação Civil Internacional = ICAO

CINA destituída pela ICAO

Cada ESTADO (País) tem soberania de seu espaço aéreo. Serviços


Internacionais precisam de seu consentimento.

*Liberdade do ar – Acordos Bilaterais

Sede: Montreal, Canadá.

PICAO – Pré ICAO criada em 1945 após Convenção de Chicago.

ICAO oficializada em 4 de abril de 1947.

ICAO (Objetivo: Paz Mundial)

190 Estados Contratantes

ASSEMBLÉIA (SOBERANA)
Reuni-se 3 em 3 anos (extraordinária)

Cada estado direito 1 voto

CONSELHO (DIRETIVO)

Órgão permanente

36 estados eleitos pela Assembleia por 3 anos

Dever do Conselho adotar Padrões e Práticas recomendadas (SARIS) e


incorporá-las em ANEXOS (são 18)

Comissões Técnicas e Secretariado

a) Comissão Navegação Aérea – questões técnicas

b) Comitê Transporte Aéreo – interesses comerciais

c) Comitê Jurídico – novos instrumentos jurídicos e aperfeiçoamento dos


existentes

d) Comitê Ajuda Coletiva para Serviços de Navegação Aérea – apoiar


Estados carentes

e) Comitê Finanças – planejamento e controle de gastos

f) Comitê Interferência Ilícita – melhoria de segurança contra


atos de risco

Práticas recomendadas são regras e não pode ser totalmente


asseguradas no plano internacional.

Diferenças – não são oficializados pelo conselho (Bilateral)

Sede Regional: LIMA, Peru

RNA – Regiões de Navegação Aérea (9)

Brasil – SAM, Região Sulamérica/Atlântico Meridional

DOS 18 ANEXOS:

01 – Licença Pessoal

11 – Serviço de Tráfego Aéreo – ATS

13 – Investigação de Acidentes Aéreos – IAA

17 – Interferência Ilícita – crimes

18 – Transporte sem risco de Mercadoria perigosa por Via Aérea


CLAC – Comissão Latino Americana da Aviação Civil

Mesmas funções da OATI mas regional, decisões em blocos.

Sede: Lima, Peru

IATA – Associação Internacional de Transporte Aéreo Privado.

Aspectos econômicos e comerciais.

Constituída Conferencia de Havana mas surge na Conferencia de


Chicago e oficializada em 1945.

Sede: Montreal, Canadá

Regulamenta os serviços de tráfego, padronização e passageiros/cargas.

270 empresas aéreas.

ALTA/AITAL – Associação Internacional de Transporte Aéreo Latino-


Americano

Criado em abril de 1980 em Bogotá.

Privada, efeito bloco.

Sede Itinerante, varia conforme presidência.

HISTÓRICO NACIONAL

23/10/1906 1927 1941 1969 27/09/2005

I-----I-----I-----I-----I-----I-----I-----I-----I-----I----

1920 1931 1944 1999


HOJE

1920 – IF, INSPEÇÃO FLUVIAL

1927 – EA, 1as. EMPRESAS AÉREAS

1931 – DAC, DIRETORIA AERONÁUTICA (DO MVOP – MINISTÉRIO DA


VIAÇÃO E OBRAS PÚBLICAS)

1941 – MAER, MINISTÉRIO DA AERONÁUTICA (DAC, PASSA A SER


DEPARTAMENTO DE CUIDADO MILITAR)

1944 – ICAO

1969 – SAC, SISTEMA DA AVIAÇÃO CIVIL (DAC COMO ÓRGÃO CENTRAL)

1999 – MD, MINISTÉRIO DA DEFESA, órgão máximo COMAER, COMANDO


MILITAR DA AERONÚTICA  DAC
27/09/2005 – ANAC, AGENCIA NACIONAL DA AVIAÇÃO CIVIL pela lei
11.182

HOJE – MD, MINISTÉRIO DA DEFESA  ANAC (vinculada)  COMAER


(subordinada)

Poder Aeroespacial = poder da Nação do controle do espaço aéreo.

SAC é composto pela ANAC e todos órgãos que exploram serviços


públicos com relação Aviação Civil.

Finalidade: Organizar atividades necessárias ao funcionamento e ao


desenvolvimento da AC brasileira, fonte e sede de sua reserva
mobiliável.

EMPRESAS E ÓRGÃOS VINCULADOS COMAER:

CELMA: Companhia Eletromecânica, revisão de motores

CERNAI: Comissão de Estudos Relativos a Navegação Aérea


Internacional, absorvido pela ANAC se tornando SRI, Superintendência de
Relações Internacionais.

COMAR: Comando Aéreo Regional, órgão regional da COMAER.

COMARA: Comissão de Aeroportos da Região Amazônica, atividades


clandestinas na Amazônia.

CTA: Comando Tecnológico Aeroespacial, homologação da fabricação de


peças e equipamentos.

DECEA: Departamento de Controle do Espaço Aéreo, operação e


manutenção de equipamentos para controle do tráfego aéreo.

DIRENG: Diretoria de Engenharia, homologação de aeroportos. Não


administra, quem administra é a INFRAERO.

DIRSA: Diretoria de Saúde Aeronáutica, exames. CCF, Certificado de


Capacidade Física e Mental.

EMBRAER: Empresa Brasileira da Aeronáutica, construtora de


aeronaves.

GER: Gerencia Regional da Aviação Civil, representante da ANAC nas


regiões. NÂO EXISTE MAIS.

IAC: Instituto da Aviação Civil, estudo, formação e capacitação. Cursos.

INFRAERO: Empresa Brasileira de Infra Estrutura Aeroportuária, toda


infra-estrutura de aeroportos.
ANAC

Criada em 27/set/2005 pela lei 11.182

Ela é uma Autarquia

Superintendências da ANAC:

SAF: Sup. de Administração e Finanças, administra patrimônio da ANAC,


$$.

SAR: Sup. de Aeronavegabilidade, identificação/certificados. DETRAN da


aviação.

SCD: Sup. de Capacitação e Desenvolvimento de Pessoas, manuais.

SIA: Sup. de Infraestrutura Aeroportuária, toda infra-estrutura dos


aeroportos.

SRI: Sup. de Relações Internacionais, acordos bilaterais (Liberdade do


Ar).

SSO: Sup. de Segurança Operacional, fiscalização operacional,


segurança. (CHETA- Certificado de Homologação de Empresas Aéreas,
bandeiras e CT – Certificado de Tripulação).

SRE: Sup. de Regulação Econômica e Acompanhamento de


Mercado, as empresas nascem, crescem e morrem de acordo com o
mercado. Altera preços, linhas, concessões, promoções.

STI: Sup. de Tecnologia da Informação, controle de dados.

SPI: Sup. de Planejamento Institucional, relacionamentos com órgãos


governamentais.
Regulamentação da Aviação Civil
Lei 7565/86 (19 de dezembro de 1986)

Classificação da aeronave:

- Militar (defesa)
- Civil
* Pública (entidades)
* Privada (empresas)

Direito aeronáutico é direito internacional

• Convenção de Chicago (1944)


- Após o final da II Grande Guerra Mundial
- Criação da ICAO (fundada em 1947, ligada à ONU)

• Convenção de Varsóvia (1929)


- Responsável pelo transporte de pessoas e cargas
- Atualizado em 2005

• Convenção de Genebra (1948)


- Direito referente à aeronave

O Brasil faz parte do primeiro grupo da ICAO

Autoridades competentes atuais:


COMAER
SAC/PR -> Secretaria da Aviação Civil / Presidência da República.

Licença (permanente) -> ANAC


CMA (5 anos) ou CCF (1 ano)
CHT (2 anos)

Atividades da aviação civil:


• Comercial
• Privada
• Desportiva

Classificação dos aeródromos (cadastrados pela ANAC)


• Militar
• Civil
- Particular (registrado)
- Públicas (homologadas)

Extraterritorialidade:
• Militar
• Civil pública

Art. 216 -> Os serviços aéreos de transporte público domésticos são


reservados às pessoas jurídicas brasileiras.
Regulamentação da Profissão De Aeronauta
N° 7.183 de 05 de abril de 1984
Profissão aeronauta

Aeronauta:
Contrato de trabalho
Empresa estrangeira (contrato de trabalho)

Comissários estrangeiros só operam em linhas internacionais e não podem


ultrapassar 1/3 da tripulação. Na falta de instrutor brasileiro, pode-se
contratar estrangeiro por tempo máximo de 6 meses.

Tripulante: é o aeronauta em exercício da função


Tripulante extra: se desloca a serviço da empresa sem exercer função.

Comandante: lado esquerdo


Co-piloto: lado direito

Segurança de voo > Comandante > Co-Piloto > Chefe de Equipe

Mecânico de voo -> voo de carga


- só se houver necessidade do equipamento (se o equipamento exigir)

Tripulação:
Mínima: 1 comandante + 1 co-piloto
Simples: 1 comandante + 1 co-piloto + comissários necessários
Composta: 2 comandantes + 1 co-piloto + 25% de comissários
Revezamento: 2 comandantes + 2 co-pilotos + 50% de comissários
1 comissário para cada 50 pessoas.

Horário:
Mínima: 11-10hs / 9:30
Simples: 11-10hs / 9:30
Composta: 14hs / 12hs
Revezamento: 20hs / 15hs

CCT: Certificado de Capacidade Teórica


CMA: Certificado Médico Aeronáutico
CHT: Certificado de Habilidade Técnica

Licença -> quem dá é o INSPAC (ANAC)


- Só 4 equipamentos (aviões) ativos

INSPAC: Inspetor da Aeronáutica Civil

A mudança de escala é feita pelo escalados. Só 3 horas para mudar de uma


tripulação para outra (ex.: de simples para composta)

Reserva: local é escolhido pelo empregador. Normalmente é no Despacho


Operacional (D.O.) do aeroporto.
Sobreaviso: escolhido pelo empregado o local e fica a disposição da
empresa. Se solicitado, deve chegar em 90 minutos. Até 12h. 2 vezes por
semana, 8 vezes por mês.
Escala
1º escala do mês -> 2 dias antes
Sequentes -> 7 dias antes.

Escala é rodízio

É de responsabilidade do aeronauta manter em dia a documentação e


informar a escala com 30 dias de antecedência.

Mulheres gestantes são afastadas desde que descobrem a gravidez. Há uma


escala especial para quando a mulher volta da licença maternidade,
esquema bate-volta.

Jornada de trabalho

Jornada:
Base: hora que se apresenta no local de trabalho
Fora da base: hora que se apresenta no local estabelecido pelo empregador.
Geralmente é no aeroporto e não deve ser inferior a 30 minutos antes
da hora do voo.

Cada voo é uma tripulação.


A base é o local onde você foi contratado.

- A jornada pode ser ampliada em 60 minutos a critério do Comandante.


1) inexistência de acomodações para a tripulação ou passageiros.
2) condições meteorológicas ou de manutenção.
3) por imperiosa necessidade
O comandante comunica a empresa em 24hs e a empresa comunica o
Ministério da Aeronáutica em 15 dias.
Obs.: Helicóptero pode ter a jornada ampliada em 1h.

Escala
Da apresentação até 30 minutos após o corte dos motores.
1h noturna = 52min30seg
- Noturno: do pôr ao nascer do sol (das 18 às 06h)

Jornada:
Manhã: 11h
Noturno: 10h

Jornada:
60h semanais
85h mensais
230h trimestrais
850h anuais

Viagem: da saída ao regresso à base.

Hora de voo
Da partida ao corte dos motores

Pouso:
Tripulação mínima ou simples: 5 pousos
Tripulação composta: 6 pousos
Tripulação de revezamento: 4 pousos

Em caso de desvio para alternativa, é permitido acrescentar mais um pouso.

Helicóptero: 8h de voo sem limite de pouso


90h/mês; 270h/trimestre; 960h/ano.

Repouso
Depende da jornada
12h/jornada -> 12hs/repouso
12h-15h/jornada -> 16h/repouso
+ 15h/jornada -> 24h/repouso

Cruzamento de 3 ou mais fusos em um sentido da viagem, a tripulação terá


– na sua base domiciliar – o repouso acrescido em 2h por fuso.
Obs.: Antes da folga, tem repouso.

Direito do Trabalho
Igualdade: a ideia é sermos todos iguais.
Liberdade: fazer o que quer.
Fraternidade: todos somos irmãos

CLT -> Leis Trabalhistas


Direito individual do trabalho: objetiva os problemas decorrentes da
prestação pessoa do trabalho.
Ex.: reclamação trabalhista
O contrato de trabalho: é o negócio jurídico por uma pessoa física que se
obriga, mediante o recebimento de uma contraprestação.

Pode ser:
Verbal -> pessoalmente
Expresso -> escrito
Tácito -> imaginário

SIGLA -> Sistema Integrado de Gestão de Linhas Aéreas.

Requisito da prestação do trabalho

Pode ser:
Pessoal -> prestado pelo empregado
Contínuo -> não é esporádico ou eventual
Oneroso -> remunerado
Subordinado -> sob dependência jurídica do empregador

Deveres por parte do empregado:


Sujeição: submeter-se ao poder disciplinar do empregador
Boa-fé: compromisso com a verdade
Degligência: dar o melhor de si
Fidelidade: segredos da empresa
Assiduidade: pontualidade, uniformizado
Colaboração
Concorrência

Deveres do empregador: responsabilidade com o empregado.

O aborto espontâneo tem licença de 2 semanas.


Férias são remuneradas

CIPA -> Trabalha para evitar acidentes de trabalho

CTPS -> Para comprovar que você trabalha em determinada empresa e para
ter direito quando for se aposentar, ou seja, ter direito à previdência social.

Sindicato -> ninguém é obrigado a ser sindicalizado, ou seja, pagar ou não


pagar o sindicato.

PPP -> Perfil Profissional


Acidente de trabalho -> 12 meses depois da alta
SEGURANÇA DE VOO

Segurança -> diminuir a possibilidade de riscos de acidente.

SIPAER -> Criado pela OACI (Anexo 13)


Cada país pode acrescentar regras ao anexo
Manutenção / treinamento / revisão do manual e das normas.

Segurança de voo é responsabilidade do Ministério da Aeronáutica

SIPAER
CENIPA (órgão central) -> normatizador, coordenador e orientador.

Intenção de voo -> acidente aéreo.

OSV -> Fazer relatório de segurança, prevenção e investigação


ASV -> Comissário / inspac
MAER
- 1941
- Responsável por toda aviação civil e militar no Brasil

Responsabilidades: todos os Estados contratantes, filiados a OACI


FATOR HUMANO NA AVIAÇÃO CIVIL
Fator humano é o comportamento das pessoas nas suas mais diversas
relações.

Um acidente nunca acontece por um único motivo.

Reason (queijo suíço) -> quando erros “se alinham” ocorre um acidente.

SHELL

Humano X Humano
Humano X Suporte Lógico
Humano X Equipamento
Humano X Ambiente

CRM -> Corporate Resource Mangement


EMCRM -> Error Mangement CRM

Comunicação -> é o processo pelo qual a informação, os pensamentos ou


sentimentos são trocados, de uma maneira clara e compreensível.

Comunicação é diferente de Informação


Comunicação tem feedback (feedback = retorno)

Barreiras que impedem a comunicação na cabine:


- desnível de autoridade;
- Desnível de experiência;
- Crença da não-necessidade;
- Medo de perguntar / Insegurança;
- Estresse.

Filtros que impedem a comunicação clara na cabine:


- Dificuldade em ouvir (barulho / falta de hábito);
- Mensagem confusa;
- Não padronização da comunicação (gírias);
- Preconceito;
- Distração;
- Comunicação mediada (por rádio);
- Visão canalizada;
- Conflitos emocionais.

Aspectos serem trabalhados para a melhora da comunicação:


- Briefing;
- Saber ouvir;
- Indagação;
- Assertividade;
- Resolução de conflitos;
- Críticas.

Briefing
- Fazer planejamento;
- Estabelece as expectativas sobre o que será feito no futuro;
- Facilita a comunicação e estabelece o tom sobre como será o trabalho
em equipe;
- Identifica problemas potenciais, determina comportamento, prevê
alternativas, estimula os tripulantes e sana dúvidas.

Indagar / ouvir
- Estar aberto ao que será falado;
- Fazer perguntas;
- Concordar, discordar ou cotejar (comparar);
- Colocar-se na posição de quem está falando.

Assertividade
- Expressar posição de maneira clara e defender seu ponto de vista. É o
meio termo entre a imposição e a omissão;
- O tripulante deve expor suas ideias com ou sem solicitação;
- Transferência de informações;
- Mudar de acordo com o nível de perigo (não reação, sugestão, crítica,
confronto e ação).

Comunicação: como ser assertivo.


- Abertura;
- Nível de preocupação;
- Exposição do problema;
- Oferecimento de sugestão;
- Busca de concordância (“o que você acha?”).

- Fazer perguntas sobre a tarefa;


- Sugerir alternativa;
- Expor opinião sobre decisões e procedimentos;
- Não permitir que diferenças de graduação interfiram na segurança do
voo;
- Manter seu ponto de vista até estar convencido pelos fatos;
- Enfrentar ambiguidades e conflitos, pedir assistência quando
sobrecarregado.

O nível de assertividade se adapta à proximidade do perigo.

Crítica:
- Em todo voo existirão pontos a serem melhorados;
- A crítica ajuda a melhorar o desempenho;
- Todos deverão esperar pela crítica;
- Peça pela crítica;

Ao criticar:
- Esteja presente (empatia);
- Elogie primeiro;
- Seja específico;
- Ofereça solução.

“Se você está em posição para criticar, você tem que ter
soluções.”

Estresse
Reação do organismo à tensão física ou psicológica, atingindo cada
pessoa de forma particular.

Pode ser: agudo (momentâneo) ou crônico (constante).


E os sinais podem ser: físicos (dor de cabeça, queda de cabelo) ou
psicológicos (memória fraca, irritabilidade, hipersensibilidade emotiva)

Fadiga
Resultado do acúmulo de estímulos que ao longo de determinado
período conduzem à sensações de exaustão e esgotamento.

- Aguda
* Falta de atenção / concentração;
* Distração;
* Erro de rotina;
* Negligência;
* Descontrole da coordenação motora.

- Crônica
* Intervalo maior entre pergunta e resposta;
* Julgamento deficiente;
* Irritação;
* Perda de apetite / peso;
* Insônia.

Como administrar?
- Autoconsciência;
- Alimentação;
- Sono e repouso;
- Exercício físico;
- Lazer.

Consciência situacional
- Percebe o que está acontecendo;
- Posiciona-se no contexto maior;
- Projeta as implicações no futuro.

Diminuição situacional
- Estresse;
- Inexperiência;
- Distração;
- Conflitos interpessoais;
- Complacência (confiabilidade).

Resolução de conflitos
- Limitar-se aos assuntos da cabine;
- Concentrar-se no que e não em quem está certo;
- Em caso de discordância, adotar a solução mais conservadora em prol
da segurança;
- Descartar o pensamento indutor.

Tomada de decisão
- Reconhecer uma necessidade;
- Identificar o problema claramente;
- Reunir toda a informação possível;
- Executar a ação;
- Acompanhar os resultados.

Modelo de erro: Helmerich (1999)


- Não aderência intencional (não faz porque não quer);
- Procedimentos (falhas);
- Comunicação;
- Proficiência (inexperiência);
- Decisão operacional fora do padrão;

Carga de trabalho: 85hs de voo por mês.

10 segundos de revisão mental.

Equipe Grupo

Equipe -> Motivação (coletivo)


Grupo -> Objetivo em comum (individual)

Equipe: conhecimento, afinidade, confiança, envolvimento com a tarefa.

Tarefa (autoridade) X Responsabilidade (Liderança)

Liderança situacional:
- Depende do nível de maturidade;
- Naquele momento se torna líder.

Prejudicial para a equipe:


- Individualismo;
- Desinteresse;
- Característica do líder.

Um bom parceiro é essencial.

Automoção -> facilita o trabalho e dá mais segurança.


BLOCO 2 - Resumo

Resumão

1.A convenção de Chicago, na qual tomaram parte representantes de 54 nações, e que resultou
na criação da OACI, foi realizada em 1944;

2.Os anexos à convenção de Chicago definem normas técnicas padronizadas para disciplinar o
exercício de transporte aéreo. Os países membros que por motivo técnicos ou discordância de
legislação interna não puderem cumpri-las, deverão levar o fato ao conhecimento dos demais
membros, através da apresentação de diferenças;

3.Nos termos do artigo 37 da Convenção de Chicago, a OACI estabeleceu normas de caráter


técnico em instrumentos denominados anexos à convenção;

4.A uniformização dos critérios relativos ao transporte aéreo, no que se refere aos documentos de
transporte (bilhete de passagem, nota de bagagem, etc) foi conseguida na Convenção de
Varsóvia;

5.Na Convenção de Varsóvia foram estabelecidas regras que não são seguidas até hoje.
Articulações de rotas e métodos comerciais numa rede única de serviço público mundial não diz
respeito à convenção de Varsóvia;

6.Estudar os problemas da aviação civil internacional e estabelecer padrões e regulamentos


internacionais para a aviação civil são algumas das finalidades da OACI;

7.A OACI estabeleceu normas de caráter técnico, através de anexos. O que estabelece normas
para licenciamento de pessoal é o anexo 1;

8.A sigla ONU significa Organização das Nações Unidas;

9.A organização internacional, responsável pela elaboração de normas, métodos e procedimentos


relativos à aviação, do qual o Brasil é integrante, chama-se ICAO;

10.As empresas de transporte aéreo latino-americanas criaram em 1980 uma associação privada,
para tratar dos problemas de transporte aéreo, tarifas, etc. Dentro de sua área de atuação é
denominada AITAL;

11.As normas e recomendações que foram adotadas pela OACI, como padrão mínimo para a
concessão de licenças e instrução do pessoal aeronáutico (aeronautas e aeroviários), estão
contidas no anexo I;

12.A simplificação das formalidades aduaneiras, de imigração e saúde pública, no que se refere
ao tráfego aéreo internacional, bem como o tratamento dos múltiplos aspectos econômicos do
tráfego aéreo, foi conseguido pela OACI;

13.A OACI tem em sua estrutura, um órgão considerado como o poder máximo da organização. É
constituído por todos os países membros, e denominado assembléia;

14.Em 1945 foi criada a Internacional Air Transport Association (IATA) e sua sede atual fica em
Montreal – Canadá;

15.A IATA, através de seus diversos setores, desenvolve, dentre outras atividades, a promoção
de um constante intercâmbio de informações, padronizações e disciplina de atuação, como por
exemplo, publicação de manuais, documentos de transporte de

passageiros e cargas, etc;

16.A sigla FAA significa Federal Aviation Administration;

17.O órgão eminentemente político, de assessoramento de alto nível, incumbido de estudar,


planejar e coordenar os assuntos que dizem respeito à aviação civil internacional e que trabalha
coordenadamente com a ANAC é o CERNAI – Comissão de Estudos Relativos à Navegação
Aérea Internacional;

18.A segurança a bordo de aeronaves civis, porte e transporte de cargas perigosas compete à
Superintendência de Segurança Operacional (SSO);

19.As autoridades aeronáuticas da América do Sul, Central e Caribe, dispõem de uma


organização adequada, para tratar de assuntos relativos à aviação civil latino-americana,
denominada CLAC;

20.Com relação às atividades específicas da aviação civil. As GER, dentro de sua área de
jurisdição, tem como finalidade executar diretamente ou assegurar sua execução;

21.O inspetor da Agência Nacional de Aviação Civil é conhecido como INSPAC;

22.Sempre que o voo se realize de acordo com as normas vigentes, ninguém poderá opor-se, em
razão de propriedade na superfície, ao sobrevoo;
23.Consideram-se situadas no território do Estado de sua nacionalidade, onde quer que se
encontrem, as aeronaves públicas e militares;

24.Uma aeronave privada brasileira pousada ou sobrevoando águas ou território neutro, é


brasileira;

25.O título de propriedade de uma aeronave é representado, salvo prova em contrário, pelo
certificado de matrícula;

26.A designação de empresas brasileiras para os serviços de transporte aéreo internacional cabe
ao governo brasileiro;

27.Recreio ou desporto é uma atividade enquadrada como serviço aéreo privado;

28.Os serviços aéreos classificam-se em públicos e privados;

29.O Brasil exerce completa soberania sobre o espaço aéreo acima de seu território e mar
territorial;

30.Os transportes domésticos poderão ser efetuados em aeronaves de matrícula estrangeira,


arrendadas, desde que seja vedado esse tipo de transporte em aeronaves com matrícula
estrangeira;

31.Poderão ter natureza comercial, quando autorizadas para fins lucrativos, as aeronaves
privadas;

32.A exploração dos serviços aéreos públicos será permitida pela autoridade competente através
de autorização, nos casos de transporte aéreo não regular/serviços aéreos especializados e
concessão, nos casos de transporte aéreo

regular;

33.Para a exploração dos serviços aéreos públicos, quando se tratar de transporte aéreo regular,
haverá a necessidade de prévia concessão;

34.O “SICONFAC” (Sistema Integrado de Controle e Fiscalização de Aviação Civil) assegura as


condições necessárias à operação e ao desenvolvimento das atividades de aviação civil, de
forma ordenada, eficiente e econômica. Os órgãos que compõem o

sistema são: - ANAC, - DECEA, - INFRAERO;


35.Os 3 fatores básicos considerados numa investigação de acidente ou incidente aeronáutico
são: - humano, material e operacional;

36.A ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) é o órgão do Ministério da Defesa, cuja finalidade
é tratar das questões relativas a aviação comercial em todo o território nacional;

37.A organização das atividades necessárias ao funcionamento e ao desenvolvimento da aviação


civil é finalidade precípua do SAC (Sistema de Aviação Civil);

38.A instrução técnica especializada e os estudos e pesquisas na área da aviação civil são
coordenados pelo SEP;

39.O estabelecimento de regras e procedimentos de tráfego aéreo cabe ao DECEA


(Departamento de Controle do Espaço Aéreo);

40.O órgão do Sistema de Aviação Civil (SAC) que tem por finalidade executar as atividades
relacionadas com a aviação civil, nas áreas dos respectivos comandos aéreos regionais, tem
como sigla GER;

41.A criação do Sistema de Aviação Civil, pelo Ministério da Aeronáutica, foi instituída pelo
decreto número 65.144, de 12 de setembro de 1969;

42.A autoridade competente em assuntos de aviação civil no Brasil é o Ministério da Defesa;

43.A homologação de equipamentos aeronáuticos, da fabricação de peças e equipamentos e a


formação de técnicos e engenheiros com destino à aviação civil, é uma das atividades do CTA;

44.A organização do Ministério da Defesa que tem por finalidade a consecução dos objetivos da
política aeroespacial nacional no setor da aviação civil é a ANAC;

45.As empresas de manutenção, a indústria aeronáutica e as empresas de transporte aéreo, em


relação ao sistema de aviação civil, são elos executivos;

46.A empresa pública, vinculada ao Ministério da Defesa, que cuida da infra-estrutura


aeroportuária dos principais aeroportos do país é denominada INFRAERO;

47.A seleção e o controle médico periódico do pessoal aeronavegante é a principal função do


CEMAL;

48.Os documentos que habilitam os tripulantes ao exercício das respectivas funções, são: -
licença – habilitação técnica – capacidade física;
49.O exercício legal das atividades aeronáuticas a bordo de aeronaves é estabelecido por
licenças de tripulantes;

50.As condições especiais, atribuições ou restrições referentes ao exercício das prerrogativas


estabelecidas por uma licença, se acham especificados nos certificados de habilitação técnica
(CHT);

51.Cessada a validade do CHT ou do CCF, o titular da licença ficará impedido do exercício da


função nele especificada;

52.No caso de óbito a bordo, o comandante deverá providenciar na próxima escala o


comparecimento de autoridade policial;

53.No serviço aéreo internacional poderão ser empregados comissários (as) estrangeiros (as) até
a fração de 1/3;

54.O comandante poderá delegar a outro membro da tripulação as atribuições que lhe competem,
menos as que se relacionem com segurança de voo;

55.As pessoas devidamente habilitadas, que exercem função a bordo de aeronaves civis
brasileiras, são denominadas tripulantes;

56.Se o tripulante ficar incapacitado fisicamente, em condição permanente, ele terá seu
certificado cassado;

57.Se for comprovado em processo administrativo ou em exame de saúde que o titular de uma
licença não possui idoneidade profissional ou não está capacitado para as funções especificadas,
a autoridade aeronáutica poderá cassar qualquer dos

certificados;

58.Sempre que o titular de uma licença apresentar indícios comprometedores de sua aptidão
técnica ou condições físicas, poderá ser submetido a novos exames técnicos ou físicos, mesmo
que ainda estejam válidos seus certificados;

59.Tripular aeronave com o certificado de habilitação técnica (CHT) vencido, poderá implicar em
multa e interdição da aeronave;

60.Permitir a composição da tripulação por aeronauta sem habilitação é infração imputável a


concessionária ou permissionária de serviços aéreos;
61.Na prática reiterada de infrações graves o tripulante estará sujeito a pena de cassação e
suspensão do CHT e multa de até 1000 valores de referência;

62.O certificado de capacidade física (CCF) exigido para que um comissário de voo exerça suas
prerrogativas é o de 2a classe;

63.Transportar carga, material perigoso ou proibido sem autorização, poderá implicar em multa e
interdição da aeronave;

64.O CBAer, ao tratar da responsabilidade civil, estabelece que para garantir eventual
indenização de riscos futuros em relação a tripulantes, passageiros, carga, entre outros, todo
explorador é obrigado a contratar seguro;

65.A prática de contrabando poderá acarretar ao aeronauta infrator, a pena de cassação do


certificado;

66.No caso de suspensão do certificado, o aeronauta ficará impedido de exercer suas funções
por um prazo inicial de, no máximo, 180 dias;

67.Todo transporte em que os pontos de partida, intermediário e de destino estejam em território


nacional, é considerado transporte doméstico;

68.Para fins de garantia de responsabilidade, a expedição ou renovação do certificado de


aeronavegabilidade só ocorrerá se o proprietário ou explorador da aeronave comprovar ter
contratado o seguro previsto;

69.A cassação de um CHT dependerá de um inquérito administrativo, no curso do qual será


assegurada ampla defesa do infrator;

70.No caso dos tripulantes, as punições que poderão ocorrer pelo código brasileiro de
aeronáutica são: - multa, suspensão e cassação;

71.O lançamento de coisas de bordo de aeronaves, dependerá de prévia permissão da


autoridade aeronáutica competente, exceto nas situações de emergência;

72.No caso de pouso de emergência ou forçado, o proprietário ou possuidor do solo não poderá
opor-se à retirada da aeronave ou sua partida, desde que lhe seja dada garantia de reparação
dos danos;

73.Salvo permissão especial, nenhuma aeronave poderá voar no espaço aéreo brasileiro,
aterrissar no território subjacente ou dele decolar, a não ser que tenha marcas de matrícula e
nacionalidade e esteja munida dos respectivos certificados de matrícula e aeronavegabilidade;

74.A aeronave é considerada da nacionalidade do Estado em que estiver matriculada;

75.Toda aeronave proveniente ou com destino ao exterior fará, respectivamente, o primeiro pouso
ou a última decolagem, em aeroporto internacional;

76.Tripulantes são pessoas devidamente habilitadas que exercem função a bordo de aeronaves;

77.O Código Brasileiro de Aeronáutica (CBAer) classifica os aeródromos em civis e militares;

78.Toda área definida, destinada a chegada, partida e movimento de aeronaves, é aeródromo;

79.As aeronaves brasileiras são classificadas em civis e militares;

80.O surgimento do direito aeronáutico se deve à necessidade de regulamentar o emprego do


avião, após ter sido considerado o veículo de transporte aéreo;

81.No Brasil, a legislação básica do direito aeronáutico está consubstanciada na lei no 7565, de
19 de dezembro de 1986, que sancionou o Código Brasileiro de Aeronáutica;

82.O aeródromo destinado exclusivamente a operações de helicópteros é denominado heliponto;

83.Todo aparelho manobrável em voo, que possa sustentar-se e circular no espaço aéreo
mediante reações aerodinâmicas, apto a transportar pessoas ou coisas é considerado aeronave;

84.O órgão de Sistema de Aviação Civil (SAC) que está diretamente subordinado ao diretor
presidente da ANAC é a Superintendência de Estudos, Pesquisas e Capacitação para a Aviação
Civil (SEP);

85.O relatório preliminar, referente aos acidentes ocorridos com aeronaves civis, tem, em
princípio, caráter reservado;

86.O sistema de investigação e prevenção de acidentes aeronáuticos tem como sigla SIPAER;

87.Em caso de acidente, a guarda da aeronave ou de seus destroços, objetivando preservar os


indícios e evidências, são responsabilidade do proprietário ou operador da aeronave;

88.Cabe ao SIPAA da GER, a investigação de acidente aeronáutico ocorrido com aeronave


pertencente a aviação geral;
89.Todos os acidentes aeronáuticos podem ser evitados; a prevenção de acidentes requer
mobilização geral; todo acidente aeronáutico tem um precedente;

90.O documento que contém o relato de fatos considerados potencialmente perigosos à aviação
e que permite a adoção de medidas corretivas pelas autoridades aeronáuticas, é denominado de
perigo;

91.Se durante uma investigação de acidente aeronáutico houver índices de crime ou


contravenção, poderá ser instaurado um inquérito policial, paralelamente à investigação;

92.O proprietário ou explorador da aeronave, em caso de acidente aeronáutico, não tem


nenhuma responsabilidade no que diz respeito à investigação de acidente;

93.As investigações de acidentes e incidentes aeronáuticos tem por finalidade prevenir acidentes
aeronáuticos, eliminando fatores para sua ocorrência, orientando com normas de segurança;

94.Havendo deficiências em auxílio à navegação, deve-se preencher um relatório de perigo;

95.Os destroços de uma aeronave acidentada que não puderem ser removidos deverão ser
marcados com tinta amarela e pelo operador da aeronave;

96.A pessoa que tiver conhecimento de acidente aeronáutico, ou da existência de destroços de


aeronaves, deverá comunicar a autoridade competente pelo meio mais rápido;

97.O responsável pela destinação dos restos mortais das vítimas de incidente aeronáutico é o
operador da aeronave;

98.Quando o operador da aeronave envolvida num incidente aeronáutico não dispuser de agente
de segurança de voo (ASV) e não puder utilizar o de outro operador, deverá

solicitar a GER da área a referida investigação;

99.A comunicação de um acidente aeronáutico, ou da existência de destroços de aeronaves é


obrigação de qualquer pessoa;

100.O proprietário, explorador, arrendatário ou tripulantes deverão comunicar o acidente ocorrido


com aeronave sob sua responsabilidade, pelo meio mais rápido disponível a organização do
Comando da Aeronáutica mais próxima;

101.A guarda dos bens envolvidos no acidente, a bordo da aeronave acidentada, ou de terceiros
envolvidos, é da responsabilidade do piloto em comando ou tripulante que não estiver
incapacitado;

102.Toda pessoa que tiver conhecimento de acidente aeronáutico, deverá comunicar o fato pelo
meio mais rápido à autoridade pública mais próxima;

103.Um acidente aeronáutico ocorrido com aeronave não pertencente a empresa aérea regular,
será investigado pela Gerência Regional de Aviação Civil;

104.A legislação referente às atividades do SIPAER, é regulamentada através de normas de


sistema do Comando da Aeronáutica;

105.O órgão central do SIPAER que investiga os acidentes é o CENIPA;

106.No caso de um acidente aeronáutico, o comandante, logo que possível, deverá avisar o
Comando da Aeronáutica;

107.Toda ocorrência com intenção de voo, onde não haja danos na aeronave nem vítimas, é
considerado incidente aeronáutico;

108.O SIPAER tem como princípio filosófico prevenção de acidentes;

109.A responsabilidade de treinamento de tripulantes da aeronave após um pouso de


emergência, antes da chegada do serviço de salvamento, compete ao explorador da aeronave;

110.O documento formal destinado ao registro e a divulgação de informações de incidente


aeronáutico, é designado como RELIN;

111.O elemento civil credenciado para investigação de acidentes aeronáuticos envolvendo


aeronave civil brasileira pertencente a companhia aérea regular, é designado ASV da companhia
aérea;

112.O grupo de pessoas designado a investigar um acidente aeronáutico específico, convocado


de acordo com as características daquele acidente denomina-se CIAA;

113.A afirmativa “todo acidente pode ser evitado” faz parte dos conceitos filosóficos do SIPAER;

114.No caso de aeronave desaparecida ou em local inacessível, considera-se acidente


aeronáutico;

115.No caso de vazamento de combustível, alarme de fogo falso, sem danos graves para a
aeronave ou passageiros, é considerado como incidente aeronáutico;

116.São alguns dos elementos do SIPAER: CNPAA, CIAA e ASV;

117.Quando em voo ocorrer algo como colisão de pássaros com a aeronave, sem prejuízos ou
danos físicos e materiais, caracteriza-se um incidente aeronáutico;

118.No que se refere a segurança de voo no Brasil, o órgão de caráter diretivo responsável pela
proteção ao voo é o Departamento de Controle do Espaço Aéreo;

119.O órgão subordinado Agência Nacional de Aviação Civil, responsável pela investigação de
acidentes com aeronaves civis de transporte aéreo regular é o DIPAA;

120.Em toda empresa ou organização envolvida com a operação, manutenção, fabricação,


circulação de aeronaves, deverá existir SPAA;

121.Comissão responsável por planejar e desenvolver a navegação aérea internacional é o


CERNAI;

122.Quando ocorrer um abalroamento com aeronaves brasileiras em país estrangeiro, serão


aplicadas as leis do país onde ocorreu;

123.Não tendo GER no estado, o órgão existente em todos os aeroportos que irá representá-lo é
o SAC;

124.O CEMAL é um órgão do sistema de aviação civil, relacionado a seleção e exame médico
periódico do pessoal aeronavegante;

125.A aviação civil, serviços especializados e serviços de manutenção, fazem parte do sistema
executivo;

126.O anexo da OACI, de número 13, está relacionado com investigação de acidentes de
aeronaves;

127.Os documentos técnicos onde estão definidas as normas internacionais e métodos


recomendados da OACI denominam-se anexos;

128.O órgão brasileiro que juntamente com o Ministério da Defesa, tem a atribuição de cuidar das
relações da aviação internacional é o CERNAI;

129.O órgão que tem por atribuição executar diretamente ou assegurar a execução de atividade
relacionada com a aviação civil, na área de jurisdição, é o GER;

130.A organização que administra direta ou indiretamente as empresas aéreas em termos de


concordância entre elas e que foi criada para atender internacionalmente o interesse dessas
empresas é a IATA;

131.A empresa pública destinada a administrar os principais aeroportos do país com eficiência,
rapidez, conforto e segurança é a INFRAERO;

132.A indústria aeronáutica e as empresas de transporte aéreo, em relação ao sistema de


aviação civil, são elos executivos;

133.No caso de erro de projeto, falha de manuseio, fadiga de material, é considerado fator
material;

134.O relatório reservado e sigiloso que contém dados detalhados para uma investigação, é o de
investigação de acidente aeronáutico;

135.Os órgãos das superintendências da ANAC são órgãos normativos;

136.Os aeródromos civis são classificados em públicos e privados;

137.Uma aeronave estrangeira poderá sobrevoar o território brasileiro desde que haja autorização
do governo brasileiro;

138.A homologação e registro das aeronaves civis brasileiras são feitos no RAB;

139.As atividades aéreas que tem a finalidade de atendimento ao povo, são denominadas
serviços públicos;

140.O transporte aéreo regular no Brasil pode ser doméstico e internacional;

141.O órgão que realiza, através do centro de medicina aeroespacial, a seleção e o controle
médico periódico dos aeronautas, ligados ao Sistema de Aviação Civil responsável pelos exames
médicos é o DIRSA;

142.A Convenção que substituiu a Convenção de Paris foi a de Chicago;

143.Nenhuma aeronave poderá transportar explosivo, munição ou substância perigosa sem


autorização da autoridade competente;
144.Uma aeronave privada brasileira, sobrevoando a cidade de Londres, será considerada em
território inglês;

145.As normas para o empresário, com relação ao dever de transportar passageiros, malas
postais, bagagens, está estabelecido pelo Contrato de Transporte;

146.Nas tripulações simples, o substituto eventual do comandante, é o co-piloto;

147.O tripulante devidamente habilitado que exerce função a bordo de aeronave civil, mediante
contrato de trabalho, é denominado aeronauta;

148.O tripulante auxiliar do comandante que auxilia na operação e no controle de sistemas


diversos é o mecânico de voo;

149.Os certificados CHT e CCF vigoram por prazos estabelecidos. Já as licenças tem caráter
permanente;

150.O comandante é responsável pelos passageiros e bagagens desde o momento que se


apresenta para o voo até o término da viagem;

151.A organização da Aviação Civil Internacional (OACI), tem sua sede localizada em Montreal;

152.A associação internacional que tem como objetivo principal assegurar transportes aéreos
rápidos, cômodos, seguros e econômicos, tanto para as empresas aéreas como

para o público tem como sigla IATA;

153.Os ASV são elementos das empresas, com cursos de segurança de voo, ministrado pelo
CENIPA;

154.Ocorrendo um acidente aeronáutico, envolvendo aeronave de empresa aérea regular, com


vítimas fatais, os familiares das vítimas deverão ser notificados pelo proprietário ou operador da
aeronave;

155.Para que se caracterize um acidente ou incidente aeronáutico, a ocorrência deverá estar


relacionada a intenção de voo;

156.O anexo 1 da convenção de Chicago trata de licenças de pessoal;

157.O sistema que tem por objetivo específico o controle e a fiscalização das atividades dos
aeroportos e a operação das aeronaves civis é o SICONFAC;
158.A empresa que projeta e constrói aviões civis e militares no Brasil, considerada como uma
das maiores no seu gênero é a EMBRAER;

159.Toda área destinada a pouso, decolagem e movimentação de aeronaves, é denominada


aeródromo;

160.O comandante deve anotar decisões, notificações de nascimentos e óbitos, entre outras
informações, no diário de bordo;

161.O Certificado de Capacidade Física é o documento imprescindível para a obtenção da licença


e CHT;

162.O tripulante responsável pela operação e segurança da aeronave e que exerce a autoridade
que a legislação aeronáutica lhe atribui é o comandante;

163.Para a obtenção da licença de comissário, a ANAC exige o cumprimento de alguns pré-


requisitos, entre estes, a conclusão do curso homologado com aproveitamento;

164.Em termos de segurança de voo, torna-se necessário o cumprimento das normas


estabelecidas nos anexos da OACI;

165.Juntamente com os princípios filosóficos e conceitos do SIPAER, encontra-se a


recomendação de reportar incidentes, ou ao menos preencher um formulário chamado de
relatório de perigo;

166.Com relação a estrutura do SIPAER, o órgão que está diretamente ligado a estrutura do
SERAC é a SIPAA;

167.Os militares credenciados pelo CENIPA, designados para o desempenho das atividades de
prevenção e investigação de acidentes aeronáuticos, denominam-se OSV;

168.Uma aeronave acidentada poderá ser removida sem autorização da autoridade aeronáutica
investigadora, quando o objetivo for salvar vidas humanas;

169.Um acidente aeronáutico ocorrido com aeronave pertencente à empresa de Transporte Aéreo
Regular, terá como órgão investigador a Divisão de Investigação e Prevenção de Acidentes
Aeronáuticos;

170.Investigar os incidentes aeronáuticos de uma empresa aérea é de responsabilidade do ASV


da empresa envolvida;
171.Na ocorrência de um acidente aeronáutico, o certificado de capacidade física dos tripulantes
envolvidos perde a validade automaticamente;

172.A Convenção de Varsóvia unifica regras relativas ao transporte aéreo internacional;

173.Na Organização de Aviação Civil Internacional (OACI) inúmeros países fazem-se


representar, inclusive o Brasil, através de seus governos;

174.As publicações da Organização de Aviação Civil Internacional (OACI), que tratam das
normas internacionais e práticas recomendadas, são chamadas de anexos;

175.Criar os meios necessários para a colaboração entre empresas de transporte aéreo


internacional é um dos objetivos da IATA (Associação Internacional de Transporte

Aéreo);

176.A licença, o CHT e o CCF dos tripulantes, são concedidos na forma da regulamentação
específica, pela autoridade aeronáutica competente;

177.O princípio “Segurança de voo não é responsabilidade de todos” não faz parte da filosofia
SIPAER;

178.Toda ocorrência relacionada a operação de uma aeronave, com intenção de voo, mas que
não implique em danos graves à aeronave, nem lesões das pessoas envolvidas, caracteriza um
incidente aeronáutico;

179.A legislação referente às atividades do SIPAER, é regulamentada através de normas de


sistema do Comando da Aeronáutica;

180.O relatório de caráter ostensivo, onde são divulgadas as conclusões, referente a acidente
ocorrido com aeronave civil, é denominado relatório final;

181.A CERNAI é o órgão de assessoramento do Comando da Aeronáutica, que tem por


finalidade estudar, planejar, orientar e coordenar os assuntos relativos à Aviação Civil
Internacional;

182.A organização responsável pela instalação, operação e manutenção de órgãos e


equipamentos para controle de tráfego aéreo, estabelecendo regras e procedimentos de tráfego
aéreo é o Departamento de Controle do Espaço Aéreo;
183.No caso de pouso forçado, a autoridade do comandante sobre a aeronave se encerra quando
as autoridades competentes assumirem tal responsabilidade;

184.A afirmativa “todo acidente tem um precedente”, faz parte dos princípios e conceitos do
SIPAER;

185.O CENIPA, DIPAA e CNPAA fazem parte da estrutura do SIPAER;

186.O documento formal de extrema importância na prevenção de acidentes aeronáuticos, que


contém, de forma simplificada, informações detalhadas sobre um acidente aeronáutico,
denomina-se RP;

187.A pesquisa de fatores em potencial de perigo é uma técnica de prevenção de acidentes


denominada vistorias de segurança;

188.O Ministério da Defesa, através da ANAC, adota normas internacionais e práticas


recomendadas pela OACI;

189.Com a finalidade de organizar atividades necessárias ao funcionamento e ao


desenvolvimento da aviação civil no Brasil, foi instituído o Sistema de Aviação Civil;

190.Dentro da ANAC, o órgão responsável pela emissão e controle de licenças e certificados, é a


Superintendência da Segurança Operacional – SSO;

191.Na constituição da infra-estrutura aeroportuária brasileira, o Serviço de Busca e Salvamento


pertence ao Sistema de Proteção ao Voo;

192.O tráfego no espaço aéreo brasileiro está sujeito às normas e condições estabelecidas no
CBAer. Tais normas e condições serão aplicadas a qualquer aeronave;

193.A aviação civil abrange as atividades comercial, privada e desportiva;

194.A Organização da Aviação Civil Internacional (OACI), foi instituída através da Convenção de
Chicago;

195.A Organização da Aviação Civil Internacional (OACI) é uma entidade filiada a ONU;

196.Estabelecer regras uniformes, relativas à responsabilidade dos transportes aéreos, no que se


refere aos passageiros em caso de morte ou lesão por acidente, é uma das finalidades da
Convenção de Varsóvia;
197.Ocorrendo um acidente aeronáutico, a investigação final do mesmo, feita pelo CENIPA, será
concluída no prazo de 90 dias;

198.O relatório final referente a acidente ocorrido com aeronave civil, tem, em princípio, caráter
ostensivo;

199.O porte de aparelhos cinematográficos, fotográficos, eletrônicos ou nucleares, a bordo de


aeronave, pode ser impedido por razões de segurança da navegação aérea;

200.A função remunerada a bordo de aeronaves nacionais é privativa de brasileiros nato ou


naturalizados, desde que possuam licença, CHT e CCF;

201.O contrato que regulamenta as atividades não eventuais entre empregado e empregador é o
de trabalho;

202.Após a contratação, o contratante deverá registrar a carteira num período máximo de 48


horas;

203.Entre os benefícios da previdência, o auxílio doença é pago ao acidentado que ficar


incapacitado para o trabalho. Este benefício será pago ao segurado afastado do serviço a partir
de 15 dias;

204.Numa empresa o prazo máximo do contrato do período de experiência não poderá ser
superior a 90 dias;

205.O benefício atualmente vigente relativo à indenização a ser paga ao trabalhador por tempo
de serviço será FGTS;

206.O tempo de mandato da CIPA será de 1 ano;

207.A CIPA é composta por representantes dos empregados e do empregador;

208.Havendo pedido de demissão por parte do empregado, ele perde o direito a movimentação
do FGTS + 40% do FGTS;

209.Os chamados “atos inseguros” podem ser caracterizados por imprudência, imperícia ou
negligência;

210.Será considerado acidente de trajeto quando acontece com o empregado no percurso de ida
e volta do local de trabalho;
211.O registro da CIPA deverá ser feito na delegacia de regional do trabalho;

212.A compilação de normas editadas pela União, que regulam as relações trabalhistas, é
denominada CLT;

213.A jornada de trabalho tem normalmente, na falta de acordos, convenções ou regulamentos


especiais, uma duração de 8 horas;

214.São deveres do empregador segurança e não discriminação;

215.O aeronauta fará jus a aposentadoria de legislação especial quando completar 25 anos de
serviço, tendo, no mínimo, 45 anos de idade;

216.Uma das condições que o contribuinte pode fazer uso do FGTS é para adquirir a casa
própria;

217.Constitui justa causa para rescisão de contrato de trabalho pelo empregador, se o


empregado em serviço, ofender fisicamente outrem, sem que consiga provar legítima

defesa;

218.Com relação ao contrato de trabalho fica ajustado que este deverá ser de caráter pessoal,
oneroso, contínuo e subordinado;

219.A documentação do menor desacompanhado fica em poder do comissário;

220.O salário família é um benefício devido ao segurado da previdência social, que sustenta filho
de qualquer condição, com idade até 14 anos;

221.A sigla CIPA significa Comissão Interna de Prevenção de Acidentes;

222.A sigla EPI significa Equipamento de Proteção Individual;

223.Segundo a CLT, o pagamento da remuneração de férias do comissário deverá ser feito pelo
empregador até 2 dias antes do início do respectivo período;

224.Para trabalhos realizados em turnos ininterruptos de revezamento, a jornada de trabalho,


salvo negociação coletiva, é de 6 horas;

225.As normas que regem a legislação entre trabalhador e empregador encontram-se na CLT;
226.Um funcionário terá direito a 30 dias de férias desde que tenha no ano menos de 5 faltas;

227.De acordo com a CLT, mediante acordo ou contrato coletivo de trabalho, uma jornada poderá
ser acrescida de um período suplementar, não excedente a 2 horas;

228.Mudança de residência, sem aviso prévio ao empregador não é motivo para rescisão do
contrato de trabalho por justa causa;

229.Com base na CLT, em caso de acidente do trabalho, o empregado afastado receberá


remuneração, a contar do dia da ocorrência, paga pela empresa;

230.A compilação de normas editadas pela união que regulam as relações trabalhistas, é
denominada CLT;

231.O aeronauta, através de legislação especial, assegura sua aposentadoria após ter prestado
serviço durante 25 anos;

232.O auxílio férias não é de obrigatoriedade da previdência social para com o segurado;

233.O conjunto de princípios e normas que regulam as relações individuais e coletivas entre
empregados e empregadores, decorrente do trabalho, denomina-se Direito do Trabalho;

234.Para que um empregado, contratado segundo a CLT, tenha a condição para o recebimento
do salário família, é necessário apresentar certidão de nascimento do dependente;

235.A aposentadoria do aeronauta é regida pela respectiva legislação especial. Se este for
licenciado para exercer cargos de administração na empresa ou no sindicato, estes períodos
serão computados integralmente;

236.Durante o período de aviso prévio o horário de trabalho é reduzido em 2 horas;

237.Um tripulante extra cai e machuca a perna ao se deslocar na aeronave. Caracteriza-se esta
situação como acidente de trabalho;

238.Para a jornada de trabalho semanal, na falta de regulamentos especiais, esta deverá ser de
44 horas;

239.Os benefícios por acidente de trabalho ou auxílio doença, será devido ao acidentado que
ficar incapacitado para o trabalho, a partir de 15 dias;

240.O auxílio natalidade deverá ser pago a mulher, se ambos os cônjuges forem segurados;
241.O trabalhador que, não sendo aeronauta, exerce função remunerada nos serviços terrestres
de empresa de transporte aéreo é considerado aeroviário;

242.Quando a rescisão de contrato de trabalho tiver sido promovida pelo empregador e não
houver a redução de duas horas diárias, o empregado de aviso prévio poderá faltar ao serviço por
7 dias consecutivos;

243.O trabalhador terá direito a apenas 24 dias corridos de férias, quando durante os 12 meses
de trabalho teve de 06 a 14 faltas injustificadas;

244.O período de licença paternidade é de 5 dias consecutivos após o nascimento da criança;

245.O acidente sofrido nos períodos destinados à refeição ou descanso é considerado acidente
de trabalho;

246.O trabalhador poderá requerer seu FGTS em casos especiais como a compra da casa
própria;

247.A principal prova do contrato bilateral efetuado entre empregado e empregador é a carteira
de trabalho;

248.A violação de segredos da empresa poderá acarretar ao empregado a sua despedida por
justa causa;

249.É considerado motivo para dispensa do empregado por justa causa, o ato de improbidade;

250.Em caso de parto antecipado, a mulher terá direito a uma licença de 16 semanas;

251.Uma tripulação mínima acrescida dos tripulantes necessários para efetuar voo, transforma-se
em uma tripulação simples;

252.A jornada de trabalho que poderá efetuar uma tripulação de revezamento é de 20 horas;

253.Uma tripulação simples poderá ser transformada em composta somente na origem do voo;

254.De acordo com o determinado pela Lei 7.183 e Portaria Interministerial, um tripulante deverá
apresentar-se no local de trabalho para início da jornada com uma antecedência mínima de 30
minutos;

255.Na condição de tripulante extra não há limites de pousos, desde que obedeça o limite de
horas de trabalho;

256.De acordo com a Lei 7.183, o profissional habilitado pelo Ministério da Defesa, que exerce
atividade a bordo de aeronave civil, mediante contrato de trabalho, é o

aeronauta;

257.Antes de iniciar um voo, o comandante deve anotar o seu nome, o dos demais tripulantes do
voo, decisões, notificações de nascimento e óbitos, entre outras informações no diário de bordo;

258.Para a obtenção da licença de comissário, a ANAC exige o cumprimento de alguns pré-


requisitos como instrução prática com 15 horas de voo e aprovação em curso

homologado;

259.Uma tripulação composta poderá efetuar, no máximo, 6 pousos durante uma jornada;

260.A tripulação que pode efetuar uma jornada de, no máximo 12 horas de voo e 6 pousos é do
tipo composta;

261.Jornada de trabalho é a duração do trabalho do aeronauta contado da apresentação no local


de trabalho e a hora que o mesmo é encerrado;

262.Os limites das horas de voo para aviões a jato, por mês, trimestre ou ano, não poderão
exceder respectivamente a 85, 230 e 850;

263.O empregador deverá comunicar ao aeronauta que ele irá participar de uma transferência
provisória com antecedência de 15 dias;

264.A contratação de instrutores estrangeiros admitidos como tripulantes, em caráter provisório,


não poderá exceder a 6 meses;

265.O tripulante auxiliar do comandante responsável pela operação e controle de sistemas


diversos é o mecânico de voo;

266.Nas tripulações simples, o substituto eventual do comandante é o co-piloto;

267.O comandante não poderá delegar delegar a outro tripulante a responsabilidade sobre a
segurança de voo;

268.Cessada a validade dos certificados de capacidade física e de habilitação técnica, a licença


do tripulante não lhe permite exercer função a bordo;

269.A função, remunerada, a bordo de aeronaves nacionais e privativa de titulares de licenças


específicas, emitidas pelo Ministério da Defesa, é reservada a brasileiros natos e naturalizados;

270.Para aeronaves de asas rotativas, o tempo de voo é definido como sendo o período
compreendido entre a partida e o corte dos motores;

271.Uma tripulação de revezamento, que tenha trabalhado durante 13 horas e 15 minutos, terá
direito a um repouso de 16 horas;

272.As refeições do aeronauta, quando em voo, deverão ser servidas a intervalos máximos de 4
horas;

273.A duração do trabalho do aeronauta, computados os tempos de todos e quaisquer serviços,


em uma semana, não poderá exceder a 60 horas;

274.O comandante é responsável pelos passageiros e bagagens desde o momento que se


apresenta para voo até o término da viagem;

275.Quando uma tripulação simples, a critério do empregador, tiver que realizar 6 pousos, terá
uma hora a mais o repouso que precede a jornada;

276.A alimentação do aeronauta em reserva será entre 12 e 14 horas e 19 e 21 horas;

277.Os limites de tempo de voo para aeronautas de empresas de transporte aéreo regular, que
tenham trabalho num período inferior a 30 dias serão proporcionais ao

limite mensal mais 10 horas;

278.Não há limites estabelecidos estabelecidos pela regulamentação do aeronauta, no que se


refere à reserva;

279.Um tripulante base SAO efetuou a seguinte programação:

4a SAO – GYN – BSB – THE – SLZ

5a SLZ – BEL – MCP – STM – MAO

6a MAO
Sab. MAO – PVH – CGR – SAO – BHZ

Dom. BHZ – SAO – BHZ – SAO

Respectivamente, ele efetuou 4 jornadas e 3 viagens;

280.Se o tripulante ficar incapacitado, física e permanentemente, ele terá seu certificado de
capacidade física cassado;

281.A duração do trabalho do aeronauta, contado entre a hora da apresentação no local de


trabalho e a hora em que o mesmo é encerrado, denomina-se jornada;

282.O trabalho noturno não poderá ultrapassar 10 horas, no que se refere a uma tripulação
simples;

283.O período de tempo não inferior a 24 horas consecutivas, em que o aeronauta em sua base
contratual e sem prejuízo da remuneração, está desobrigado de qualquer atividade relacionada
com seu trabalho denomina-se folga;

284.Numa transferência provisória a empresa deverá proporcionar ao tripulante alimentação,


acomodação, transporte aeroporto – hotel – aeroporto, assistência médica e transporte até o
local;

285.No caso da impossibilidade para comparecer para efetuar um voo, o tripulante deverá
comunicar a empresa com a maior antecedência possível;

286.Uma empresa poderá operar com uma tripulação de revezamento nas seguintes condições: -
por escala normalmente (quando a empresa tem a concessão do voo); - atrasos devido a
problemas de manutenção ou de meteorologia; - com autorização do órgão do COMAER;

287.Ao ser admitido numa empresa aérea, o comissário deve efetuar o curso do equipamento
que irá tripular e do serviço de bordo da empresa;

288.Após aprovação na banca da ANAC, e antes de iniciar a voar em uma empresa, o comissário
precisa passar pelas seguintes etapas: - seleção na empresa; - curso de equipamento que irá
tripular; - exame da ANAC para obtenção do CHT;

289.O Certificado de Habilitação Técnica (CHT) é válido por 2 anos;

290.O comissário pode ter, no máximo, CHT dos equipamentos que tripular, em número de 4;
291.Para tripular um novo tipo de equipamento, o comissário deve fazer curso e prestar prova do
novo equipamento;

292.A empresa tem necessidade que um comissário, que já concorra à escala de quatro
equipamentos diferentes comece a tripular uma nova aeronave. Para tal, torna-se mister que seja
eliminado um dos equipamentos registrados no CHT do comissário para dar lugar ao novo
equipamento;

293.O pré-requisito para obtenção da licença de comissário é ter concluído curso de formação
específico;

294.A licença, o CCF e o CHT dos tripulantes são concedidos na forma de regulamentação
específica pela autoridade aeronáutica competente;

295.Após o embarque, a documentação de um passageiro deportado permanece com o


comissário;

296.Se durante um voo houver necessidade de auxílio médico o comissário deve solicitar através
do interfone, a presença de um médico que por ventura esteja a bordo. Nesse caso, o comissário
deve auxiliar no que for necessário, anotar seu nome e o seu CRM e colocar à sua disposição
todo o material necessário existente a bordo;

297.O desembarque de passageiro que esteja colocando a aeronave em perigo não é de


responsabilidade do comissário;

298.É proibido ao aeronauta o uso de bebidas alcoólicas durante o voo. Também deverá abster-
se antes de um voo por um período de pelo menos 8 horas;

299.A profissão de aeronauta está regulamentada pela lei e portaria interministerial;

300.O exercício da profissão do aeronauta é regulado pelos Regulamentos da Profissão;

301.A lei que regulamenta a profissão de aeronauta é a Lei no 7183;

302.A pessoa devidamente habilitada para o exercício de uma função específica a bordo é
denominada de tripulante;

303.Em um voo São Paulo – Nova York, com 12 comissários, a empresa pode operar com 4
comissários estrangeiros a bordo;

304.A responsabilidade pelos limites de jornada, limites de voo, intervalos de repouso e


fornecimento de alimentos durante a viagem, é do comandante;

305.As empresas brasileiras que operam em linhas internacionais poderão utilizar comissários
estrangeiros, desde que o número não exceda a 1/3 dos comissários existentes a bordo da
aeronave;

306.O responsável pela operação e segurança da aeronave durante a viagem é o comandante;

307.As atividades dos tripulantes, a bordo, estão classificadas em técnica e não técnica;

308.O aeronauta deverá ter domicílio e prestar serviços em sua base;

309.O aeronauta de empresa de transporte aéreo regular que se desloca, a serviço desta, sem
exercer função a bordo da aeronave, tem a designação de tripulante extra;

310.Tripulante-extra é o aeronauta de uma empresa de transporte aéreo regular, que se desloca


a serviço da referida empresa, sem exercer função a bordo;

311.Um tripulante de uma tripulação simples que inicie a sua jornada às 11 horas, poderá
trabalhar até as 21:30 horas;

312.Numa tripulação com 2 comandantes, um deles assume a responsabilidade do voo e é


denominado de master ou mor;

313.Uma tripulação mínima é constituída basicamente de um comandante mais co-piloto e


mecânico de voo, se o equipamento assim exigir;

314.Uma tripulação composta possui 2 pilotos, 1 co-piloto, 2 mecânicos de voo e comissários;

315.Uma tripulação simples acrescida de 1 piloto, 1 co-piloto, 1 mecânico de voo e 50% do


número de comissários, constitui uma tripulação de revezamento;

316.Uma tripulação de revezamento é constituída basicamente de uma tripulação mínima, uma


simples e 50% comissários;

317.Uma tripulação simples, de um Boeing 747, contém 1 comandante, 1 co-piloto, 1 mecânico


de voo, e 9 comissários. Transformando-se esta tripulação para composta, ficará com 2
comandantes, 1 co-piloto, 2 mecânicos de voo e 12 comissários;

318.No que se refere à composição, as tripulações poderão ser mínima, simples, composta e
revezamento;
319.Os tripulantes que compõem uma tripulação de revezamento terão direito a descanso na
horizontal, para os tripulantes técnicos acrescidos e poltronas reclináveis para 50% dos não
técnicos;

320.Os tripulantes que compõem uma tripulação composta terão direito a descanso em poltronas
reclináveis, em número igual ao número de tripulantes acrescidos;

321.Além de outras situações permitidas por lei, também se utiliza uma tripulação mínima em voo
de experiência e de instrução;

322.Uma tripulação simples poderá ser transformada em composta em voos domésticos para
atender a atrasos ocasionados por condições meteorológicas desfavoráveis ou trabalhos de
manutenção, na origem do voo e até 3 horas a partir da apresentação da tripulação original do
voo;

323.Uma tripulação simples apresentou-se na origem do voo, às 9 horas. Devido a um atraso por
condições meteorológicas desfavoráveis, esta tripulação poderá ser transformada em composta
até o limite horário de 12 horas;

324.A jornada do aeronauta é encerrada 30 minutos após a parada dos motores, na escala final;

325.O artigo 22 da regulamentação diz que os limites da jornada de trabalho poderão ser
ampliados em alguns casos e a critério exclusivo do comandante por 60 minutos;

326.O aeronauta tem direito a férias anualmente e em período não inferior a 30 dias;

327.A duração do trabalho do aeronauta, computado os tempos de voo, de serviços em terra


durante a viagem, reserva e 1/3 do sobreaviso, não poderá exceder a 60 horas

semanais e 176 mensais;

328.O espaço de tempo compreendido entre o início do deslocamento da aeronave, antes da


decolagem, e o momento em que a mesma se imobiliza após o pouso, é denominado de calço-a-
calço;

329.O limite de horas de trabalho de uma tripulação simples não deverá exceder a 11 horas;

330.Um tripulante de uma tripulação simples apresentou-se para uma jornada às 15 horas.
Poderá trabalhar até à 1 hora;
331.A duração do trabalho do aeronauta em que permanece em local de sua escolha por um
período de, no máximo, 12 horas à disposição do empregador, denomina-se sobreaviso;

332.Para facilitar a comunicação entre as aeronaves e os funcionários da torre de controle dos


diferentes países do mundo, foi criado um alfabeto fonético. As letras “A, K, L, N, T, X e Y” são
enunciadas, respectivamente por alfa, kilo, lima, november, tango, x-ray, yankee;

333.Não se consideram como integrantes da remuneração, as importâncias pagas como ajuda de


custo, diárias de hospedagem, alimentação e transporte fora de base;

334.O trabalho noturno não poderá exceder a 10 horas para as tripulações simples;

335.O trabalho realizado pelo aeronauta, contado desde o momento em que sai de sua base até
o regresso à mesma, denomina-se viagem;

336.Uma tripulação base RIO efetuou a seguinte programação:

5a RIO/BSB/BEL

6a BEL/RIO/POA

Sab. POA/RIO

Nesta situação, esta tripulação efetuou 3 jornadas e 2 viagens;

337.Uma tripulação base SAO efetuou a seguinte programação:

2a SAO/SSA/FOR

3a FOR/BEL/MAO

4a MAO (inativo)

5a MAO/BSB/GIG

6a GIG/SAO

Nesta situação, esta tripulação efetuou 4 jornadas e 1 viagens;

338.Ocorrendo o regresso de viagem de uma tripulação simples entre 23:00 e 6:00 horas tendo
havido pelo menos 3 horas de jornada, o tripulante não poderá ser escalado para trabalho dentro
desse espaço de tempo no período noturno subseqüente;

339.Para uma jornada de trabalho de 15 horas deverá ser escalada uma tripulação de
revezamento;

340.Quando, a critério do comandante, houver ampliação dos limites das horas de trabalho, este
deverá comunicar o fato ao empregador, após a viagem, no máximo até 24horas;

341.Ao passar por sua base em um voo, o aeronauta pode continuar o voo desde que esteja em
escala, ou lhe seja solicitado pela empresa, e que não altere a sua programação subseqüente;

342.A situação do comissário que permanece em local de trabalho por um período determinado,
pronto para assumir as funções em qualquer voo, caso haja necessidade, é denominado reserva;

343.A situação do comissário que permanece em casa por um período determinado, pronto para
assumir qualquer voo dentro de 90 minutos, caso seja necessário, denomina-se sobreaviso;

344.O período de reserva para aeronautas de empresa de transporte aéreo regular não poderá
exceder a 6 horas;

345.Um aeronauta não poderá exceder a 2 sobreavisos semanais e 8 mensais;

346.A situação do aeronauta que permanece em local de sua escolha, dentro do

perímetro urbano, por um período determinado, pronto para assumir uma nova tarefa num prazo
de 90 minutos, caso seja necessário, denomina-se sobreaviso;

347.O empregador deverá assegurar ao aeronauta acomodações adequadas para seu descanso,
se o período de reserva for superior a 3 horas;

348.Em uma jornada, 15 horas é o limite de horas de voo de uma tripulação de revezamento;

349.Hora de voo ou tempo de voo para aeronave de asa fixa, é o período compreendido entre o
início do deslocamento, com fins de decolagem, até o estacionamento, quando do término do voo
(calço a calço);

350.Em uma jornada, o limite de horas de voo de uma tripulação simples é de 9:30 horas;

351.A duração de horas de trabalho e o limite de tempo de voo permitido para um aeronauta,
integrante de uma tripulação composta, é de 14 e 12 horas de voo;
352.Não há limites de horas de voo para aeronauta na condição de tripulante extra, desde que
obedeça ao limite das horas de trabalho;

353.Se um tripulante (que voa aviões à jato) efetuou 85 horas de voo em janeiro, 85 horas em
fevereiro, este tripulante poderá fazer 60 horas em março;

354.Quando o aeronauta tripular diferentes tipos de aeronaves à jato e aviões turboélice, deverá
ser observado com relação ao limite de hora de voo o menor limite;

355.O limite de horas de voo que um tripulante poderá efetuar, se trabalhasse apenas 18 dias e
voasse aviões à jato seria 61 horas;

356.Para uma jornada de uma tripulação de revezamento, os limites de horas de voo e

pousos é, respectivamente, 15 horas e 4 pousos;

357.Um tripulante, ao retornar de uma transferência provisória, terá direito a dois dias de licença
remunerada referente ao 1o mês e 1 dia para cada mês subseqüente ou fração de mês, sendo
que no mínimo 2 dias não poderão coincidir com

sábado/domingo/feriado;

358.Os limites de tempo de voo para aeronautas de empresas de transporte aéreo regular em
espaço inferior a 30 dias, serão proporcionais ao limite mensal mais 10 horas;

359.O limite de horas de voo de uma tripulação composta não deverá exceder a 12 horas;

360.Os limites de horas de voo e pousos permitidos na hipótese de integrante de tripulação


mínima ou simples serão, respectivamente, 9:30 horas e 5 pousos;

361.O interstício entre uma transferência permanente e outra é de no mínimo 2 anos;

362.Voo noturno é aquele realizado entre o pôr e o nascer do sol;

363.Para uma tripulação simples nos horários mistos, a hora noturna será computada como
52'30'';

364.Considera-se reserva o período em que o aeronauta permanece em local de trabalho, à


disposição do empregador;

365.Às 10 horas de uma segunda-feira, um tripulante apresentou-se para dar início às suas
atividades. Sua folga obrigatória será no domingo, às 22 horas;

366.O tripulante poderá gozar folga fora de base quando estiver efetuando um curso fora da
base;

367.O repouso após uma jornada inicia-se depois de passados os 30 minutos que se seguem à
parada final dos motores;

368.A folga tem início após a conclusão do repouso da jornada;

369.Entende-se por jornada mista a que abrange períodos diurnos e noturnos de trabalho;

370.O número de folgas mensais não poderá ser inferior a 8 períodos de 24 horas;

371.O número máximo de períodos consecutivos que um aeronauta poderá efetuar, sem
acarretar danos na sua regulamentação, é de 6 períodos;

372.O espaço de tempo entre duas jornadas denomina-se repouso;

373.O repouso assegurado ao aeronauta de uma tripulação de revezamento, após uma jornada
de 9 horas será de 12 horas;

374.O repouso assegurado ao aeronauta de uma tripulação simples, para uma jornada de até 12
horas será de, no mínimo 12 horas;

375.O repouso assegurado ao aeronauta de uma tripulação composta, após uma jornada de até
15 horas será de, no mínimo, 16 horas;

376.O repouso está diretamente ligado à horas de jornada anterior;

377.O espaço de tempo em que o aeronauta fica dispensado de qualquer atividade relacionada
com seu trabalho, denomina-se folga e deverá ser, no mínimo, de 24 horas semanais;

378.Ocorrendo o cruzamento de 3 fusos horários ou mais em um dos sentidos da viagem, o


tripulante terá direito a 2 horas a mais de repouso por fuso cruzado quando do seu retorno à
base;

379.Um comissário de tripulação simples retornou à 1 hora de uma segunda-feira e teve uma
jornada superior a 3 horas. Este comissário poderia voar na segunda-feira até as 22 horas,
respeitando seu repouso;
380.O último período de folga deve terminar dentro do mês, ou seja, até a 24a hora do último dia
do respectivo mês, caso contrário, o aeronauta não completará o minimo legal. Portanto, para que
isso ocorra, sabendo-se que esta tripulação é simples, o

corte dos motores deverá ser às 11:30 horas do penúltimo dia do mês;

381.O aeronauta é responsável pela revalidação de seus certificados, portanto, deverá informar à
escala de voo as respectivas datas de vencimento de seus certificados com uma antecedência de
60 dias, por escrito;

382.Uma tripulação efetuou uma jornada de trabalho de 16 horas. Logo, terá assegurado um
repouso de 24 horas;

383.Uma tripulação apresenta-se para dar início à sua jornada às 4:30 horas e a mesma é
encerrada às 17:30 horas. O repouso desta tripulação deverá ser de 16 horas;

384.Fora de base contratual, o aeronauta tem acomodação para repouso e transporte, por conta
da empresa;

385.Em um voo internacional de longa distância, o número máximo de períodos trabalhados pode
ser estendido a 7, em casos de pane ou aeroportos fechados;

386.Nas situações em que o comandante precisa aumentar em 60 minutos o limite de uma


jornada de sua tripulação, após ter sido entregue à empresa o seu relatório, esta deverá
encaminhar para a ANAC no prazo de 15 dias;

387.Quando o tripulante tem folga fora da base, em caso de curso de mais de 30 dias, a empresa
deverá assegurar no seu regresso uma licença de 1 dia para cada 15 dias fora da base, não
podendo ser sábado, domingo ou feriado;

388.Do limite mínimo de 8 folgas por mês, duas terão que, obrigatoriamente, abranger um sábado
ou domingo integralmente (folga social);

389.É permitido ao aeronauta converter suas férias em abono pecuniário com exceção dos casos
de rescisão de contrato;

390.A alimentação assegurada ao tripulante, quando em voo, deverá ser servida com intervalos
máximos de 4 horas e quando em terra e após a parada total dos motores, terá a duração mínima
de 45 minutos e máxima de 60 minutos;

391.A remuneração do aeronauta além do salário é composta por gratificação de cargo e hora
extra;

392.Transferência permanente é o deslocamento do aeronauta de sua base, por período superior


a 120 dias com mudança de domicílio;

393.Transferência provisória, para efeitos legais, é o deslocamento do aeronauta de sua base,


por período mínimo de 30 dias, e máximo de 120 dias;

394.A publicação da escala de voo deverá ser, no mínimo semanal;

395.Quando o comissário não puder cumprir sua programação por motivos particulares, deverá
avisar a escala de voo com a maior antecedência possível;

396.As peças do uniforme do aeronauta e os equipamentos exigidos em sua atividade


profissional, serão fornecidos pela empresa, sem ônus para o aeronauta;

397.O tempo de deslocamento de sua base por um período superior a 120 dias, é para o
aeronauta, transferência permanente com mudança de domicílio;

398.A escala de voo de um tripulante é divulgada com antecedência mínima de 2 dias para a
primeira semana e 7 dias para as demais;

399.Segundo a Lei no 7183, a notificação a ser feita pelo empregador ao aeronauta em caso de
uma transferência provisória, deverá ser dada com antecedência mínima de 15 dias;

400.Os limites das horas de voo para aviões turboélice, por mês, trimestre ou ano, não poderá
exceder respectivamente a 100 horas – 255 horas – 935 horas.
Questões B2

REGULAMENTAÇÃO DA PROFISSÃO

1- Durante o trabalho noturno dos tripulantes, sabendo que a hora cheia não tem exatamente 60
minutos, tem;

52'min e 30''seg

2- O trabalho realizado pelo aeronauta, contado desde o momento em que sai da sua base até o
regresso á mesma, denomina-se;

viagem

3- Qual o limite de jornada de trabalho de um tripulante anualmente?

850

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SAFETY

1- Em que ano teve início a pesquisa dos aspectos básicos dos fatores humanos, materiais e
operacionais, relacionados á prevenção na atividade aeronáutica?

1965

2- Atualmente, o objetivo principal das investigações de acidente aeronáutico é a (o);

prevenção de acidentes

3- Chovia muito e quando do embarque do passageiro na aeronave, o mesmo ainda na escada


do avião, perdeu o equilíbrio vindo a cair no solo, batendo a cabeça e apresentando traumatismo
craniano. Este fato caracteriza;

um acidente aeronáutico

4- É correto afirmar que um dos princípios que fundamentam a ação do SIPAER é;

todo acidente tem um precedente


5- Com o intuito de manter elevado o nível de prevenção, todos os operadores de aeronaves no
Brasil, devem manter em sua organização um setor encarregado de ministrar um programa de
prevenção de acidentes conhecido como;

PPAA(MGSO)

6- Dentre várias atribuições do CENIPA podemos destacar;

emitir, depois de cumpridas todas as etapas legais, o relatório final de acidente

7- São fatores influentes em acidentes e incidentes aeronáuticos ;

humanos, materiais e operacionais

8- Com a ativação do SIPAER, ficou definido que o órgão central do sistema seria o responsável
pelos assuntos relativos á investigação e prevenção de acidentes no Brasil. Pode-se afirmar que
é a (o);

CENIPA

9- O órgão regional de investigação pertencente á estrutura do SIPAER e de algumas


organizações militares da aeronáutica é o (a);

SERIPA

10- O comando investigador que designa a Comissão de investigação de Acidentes Aeronáuticos


- CIAA ou OSV, em caso de acidente com aeronave civil de transporte aéreo regular é o /a;

DIPAA

11- Detre as técnicas de prevenção para evitar acidentes, podemos destacar a (s) seguinte (s)
ferramenta (s);

a) vistorias de segurança de vôo


b) relatório de perigo
c) programa de prevenção de acidentes aeronáuticos
d) Todas estão corretas

12- Documento oficial que contém o relato e informações á determinada circunstância que possa
constituir risco á segurança de vôo, no entanto, é confidencial e preserva a identidade do relator,
podemos dizer que é um;
RCSV

13- As normas de Sistema do Comando a Aeronáutica que são regidas pelo SIPAER, atualmente
é conhecido pela abreviatura;

NSCA

14- De acordo com o anexo 13 da OACI, todos os países signatários utilizam como padrão de
segurança as Normas de Sistema do Comando da Aeronáutica, o entanto existem atualmente;

13 normas

15- De quem é a responsabilidade de comunicar aos parentes das vítimas e ao público em geral,
a ocorrência de acidente e a relação dos passageiros?

do proprietário da aeronave

16- A comunicação de um Acidente Aeronáutico, deverá ser feita pelo meio mais rápido
disponível e mais próxima, á organização do (a);

comando da aeronáutica

17- Com relação ao comando investigador - CI, um acidente na aviação civil ocorrido com uma
aeronave de transporte aéreo regular o CI será o;

DIPAA

18- É um documento formal que reúne informações detalhadas e conclusões sobre todos os
aspectos de um acidente aeronáutico, tendo um caráter reservado, podemos dizer que é o;

RELIAA

19- Uma aeronave ao sofrer um acidente aeronáutico, terá qual documento suspenso;

CMA

20- Um relatório de Investigação de Acidente Aeronáutico, possui um prazo máximo para ser
elaborado, no entanto é de;

60 dias
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CBAER

1- Compete a autoridade aeronáutica as atribuições a ela designadas por lei. Pois bem, segundo
o CBAER qual órgão compete esta autoridade;

COMAR

2- Em razão da soberania Brasileira o Código Brasileiro Aeronáutico, lei n° 7565, de 19 de


Dezembro de 1986, será aplicada;

em todo território nacional e nos casas de extraterritorialidade

3- Dentre a classificação das aeronaves entre Militares e Civis, temos uma subdivisão em
públicas e privadas. Aeronave Pública será?

militares, de propriedade do estado ou a serviço dele

4- As aeronaves de outros países, que estiverem realizando serviço aéreo público, para entrarem
no espaço aéreo brasileiro ;

dependem de autorização, sempre

5- Os aeródromos destinados exclusivamente á operação de helicópteros;


heliponto

6- Os certificados de habilitação técnica e de capacidade física vigoram por um prazo


estabelecido; as licenças;

tem caráter permanente

7- A função remunerada a bordo de aeronaves civis nacionais é reservada a;

brasileiros natos ou naturalizados

8- O título de propriedade de uma aeronave emitido pelo RAB, é representado pelo certificado de
aeronavegabilidade;

matrícula e nacionalidade

9- Sempre que um voo se realiza de acordo com as normas vigentes, ninguém poderá opor-se,
em razão de propriedade na superfície, a (ao);

sobrevoo

10- Aeronauta estrangeiro poderá compor tripulação internacional, limitado a;

um terço

11- O comandante poderá delegar outro membro da tripulação as atribuições que lhe competem,
menos as que se relacionem com;

segurança de voo

12- As penalidades de MULTA, SUSPENSÃO E CASSAÇÃO poderão ser aplicadas;

aeronautas , aeroviários, concessionárias e autorizadas

13- No caso de suspensão do certificado, o aeronauta ficará impedido de exercer atividades pelo
prazo de até 180 dias, podendo chegar prorrogar até;

360 dias

14- Função principal do comissário de voo

segurança do voo e dos passageiros

15- No caso de pouso forçado ou emergência, o proprietário ou possuidor do solo ão poderá


opor-se á retirada da aeronave ou sua partida, desde que;

lhe seja dada garantia de reparação dos danos

16- O serviço público aéreo destinado ao transporte de pessoas, bagagens e cargas, realizado
regularmente é possível por meio de ____________ as empresas privadas para explorarem
aviação comercial;
concessão

17- Poderão ter natureza comercial, quando autorizadas para fins lucrativos, as aeronaves ;

privadas

18- Aeronave proveniente do exterior, por regra, terá seu primeiro pouso onde?

aeroporto internacional

19- Quanto á prestação de assistência a quem se encontre em perigo de vida no mar, no ar ou na


terra, caso avistado é de responsabilidade do (a)

comandante, desde que possa fazer sem perigo para a aeronave e seus passageiros

20- Consideram- se situadas no território brasileiro, mesmo quando em voo no estrangeiro, as


aeronaves;

civis á serviço do estado; e militares brasileiras

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S.A.C. BRASILEIRO

1- Com o avanço do número de aviões após a 1° Guerra Mundial, a aviação brasileira, começou a
vivenciar uma despadronização quanto ao uso do espaço aéreo. Assim tal situação foi amenizada
no Governo provisório de Getúlio Vargas em 1931, com a criação de um órgão conhecido como;

Departamento de Aeronáutica
2- Indique um fator que incentivou a criação do Ministério da Aeronáutica;

o início da 2° Guerra Mundial

3- A necessidade imperiosa, na década de 40, de unir, em um único órgão governamental, a infra


- estrutura, os meios e a formação de recursos humanos, para a aviação, contribuiu com a
criação do;

Ministério da Aeronáutica

4- Qual o órgão central do sistema de Aviação Civil;

ANAC

5- A aviação civil é uma reserva mobilizável do;

Comando da Aeronáutica

6- A Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC, veio ser concretizada pela lei n°;

11.182 de 02 de Setembro de 2005

7- Estudar, planejar e incentivar a aviação civil, são atribuições de que órgão governamental?

ANAC

8- O decreto n° 65.144, de 12 de Setembro de 1969, instituiu;

o Sistema de Aviação Civil Brasileiro

9- De acordo com a estrutura da ANAC, qual é a superintendência responsável pela autorização


do funcionamento jurídico de uma empresa prestadora de serviços aéreos;

Superintendência de Segurança Operacional - SSO

10- Os novos regulamentos que esclarecem regras, requisitos e procedimentos necessários para
o desempenho das atividades de aeronautas, aeroclubes, escolas, oficinas de manutenção e
empresas aéreas certificadas pela ANAC, é conhecido como;

Regulamento Brasileiro de Aviação Civil - RBAC


11- O Departamento do Comando da Aeronáutica, responsável pelo planejamento, implantação e
fiscalização das atividades de controle aéreo brasileiro é o;

DECEA

12- a diretoria do Comando da Aeronáutica, que realiza a seleção e o controle médico do pessoal
aeronavegante;

DIRSA

13- O Centro de Investigações e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos, é conhecido como;

CENIPA

14- Empresa pública destinada a operar, manter e explorar comercialmente os aeroportos,


alocados pelo Comando da Aeronáutica é a (o);

INFRAERO

15- Órgão que tem como finalidade a execução das atividades relacionadas com a aviação civil
nas áreas e jurisdição dos COMAR, é conhecido como;

SERAC

16- Em acordo com as funções do Serviço Regional de Aviação Civil - SERAC ; a execução e
aplicação de bancas de exames aos aeronautas é de responsabilidade da Divisão;

de Serviços Aéreos - DAS

17- Nos aeroportos sob jurisdição federal e alguns estaduais,no entanto, é instalado um órgão de
fiscalização da Aviação Civil, subordinado ao SERAC, conhecido como;

SAC

18- O órgão também instalado nos aeroportos que possui a atribuição de fiscalizar o correto
funcionamento das operações de aeronaves e documentações legais dos aeronautas;

SAC

19- O fiscal titulado para o exercício nas SACs nos aeroportos brasileiros, recebe o nome de;
Fiscal de Aviação Civil

20- O inspetor de aviação Civil é conhecido como;

INSPAC

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S.A.C. INTERNACIONAL

1- Dentre as correntes surgiram quatro principais teorias, entre elas; o que deveria ter liberdade
absoluta, sem restrições por parte do Estado sobrevoado, é conhecido como;

Teoria da Liberdade do espaço Aérea

2- A Teoria que defendia a extensão da soberania do Estado e toda faixa atmosférica


sobrejacente ao mesmo conhecido como;

Teoria da Soberania Absoluta

3- A Convenção de Paris 1919, na inspiração da corrente inglesa, foi criada assim a (o);

CINA

4- Entre as convenções internacionais da aviação civil, qual teve como intuito o interesse
comercial;

Havana 1928

5- Qual das convenções abaixo substituiu a Convenção de Paris em 1919;

Chicago 1944

6- Qual das convenções abaixo estabeleceu limites da responsabilidade do transportador nos


casos de danos ocasionados por morte;

Varsóvia 1929

7- Qual dos objetivos abaixo estabeleceu como obrigatoriedade, a emissão pelo transportador a
nota de bagagem, o bilhete de passagem e o conhecimento de carga;
Varsóvia 1929

8- Hoje em dia o Brasil exerce completa soberania sobre o espaço aéreo acima de seu território e
mar territorial, assim é assegurado por lei, conhecido como;

Código Brasileiro de Aeronáutica

9- As regras e recomendações da OACI, estende somente ao campo de aplicação de aeronaves;

Civis

10- Satisfazer as necessidades dos povos do mundo relativas ao transporte aéreo segura,
regular, eficiente e econômico, é objetivo da;

OACI

11- A Conferência de Chicago estabeleceu a criação da Organização da Aviação Civil


Internacional - OACI, em ;

1944

12- De acordo com a convenção, os objetivos da OACI são;

Assegurar o desenvolvimento seguro e ordenado da aviação civil internacional no mundo

13- Todos os países signatários da OACI, utilizam como padrão de segurança as normas e
recomendações, contidas em forma de;

anexos

14- Atualmente existem vários anexos que foram criados para a padronização da aviação civil
internacional, no estado perfazem um total de;

18

15- Quando por algum motivo interno, os Estados signatários não possam cumprir as normas e
recomendações contidas nos anexos, devem apresentar á OACI, um documento formal
conhecido como;

diferenças
16- Os membros que representam todos os Estados contratantes da OACI, e reúne-se a cada 03
anos ou a qualquer tempo, quando convocado pelo conselho é conhecido como.

assembléia

17- O Órgão permanente na estrutura da OACI, vinculado ao corpo de funcionários é conhecido


como;

secretariado

18- São membros da Assembléia ou representantes dos Estados que trabalham de modo
intermitente, em um dado assunto de interesse da aviação civil, assim é conhecido como;

órgãos técnicos

19- De acordo com a estrutura da OACI, o órgão permanente que dirige a organização em nível
político, os quais são eleitos a cada triênio durante a realização da Assembléia, é conhecido
como:

conselho

20- O Brasil vem se mantendo extremamente atuante na OACI, todavia faz parte de qual grupo
do conselho;

primeiro

21- A origem da Comissão Latino - Americana de Aviação Civil - CLAC, foi a;

CRAC

22- Após as discussões das Conferências Regionais - CRAC, no entanto, ficou instituída
permanentemente , a Comissão Latino 0 Americana de Aviação Civil - CLAC, isto foi no ano de;

1973

23- A Comissão que tem como objetivo prover a estrutura adequada em seus Estados membros,
na qual possa discutir e planejar todas as medidas e atividades da Aviação Civil Latino -
Americana, é a;

CLAC
24- Os órgãos, de inúmeros países, inclusive o Brasil que se fazem representar na OACI, são;

os Governos

25- A efetivação da IATA como transporte aéreo, foi-se concretizada juntamente na época do
surgimento da OACI, isto foi no ano de;

1945

26- Órgão de assessoramento do comando da aeronáutica que tem por finalidade estudar,
planejar, orientar e coordenar os assuntos relativos á Aviação Civil Internacional, é função do (a);

CERNAI

27- Em 1945 foi fundada a International Air Transport Association (IATA) e sua sede fica em;

Montreal/Canadá

28- A Comissão de Estudos Relativos á Navegação Aérea Internacional - CERNAI, mantém


diretamente ligada ao órgão central do Sistema de Aviação Civil, conhecido como;

DAC

29- Em acordos com os regulamentos internacionais, as Convenções", são padrões que devem
ser seguidos pelos países contratantes, assim fazem parte da;

Documentação Multilateral

30- De acordo com as liberdades do ar, o direito da empresa Brasileira de transportar


passageiros entre dois outros países com pouso intermediário no Brasil é considerado como:

6° Liberdade

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DIREITO DO TRABALHO
1- Analisando o contrato de trabalho, podemos dizer que;

gera obrigações para o empregado e para o empregador

2- A regra é que o contrato de trabalho possua prazo indeterminado para sua vigência, entretanto,
em alguns casos o mesmo poderá ser por prazo determinado, mas não poderá ser superior a;

2 anos

3- Para que o contrato de trabalho tenha validade são necessários os seguintes requisitos;

agente capaz, objeto lícito, possível, determinado ou determinável e forma prescrita ou não
defesa em lei

4- Referente a CTPS ( Carteira de Trabalho e Previdência Social ) , podemos dizer que;

é obrigatória, devendo ser entregue pessoalmente ao trabalhador

5- Sabemos que a jornada de trabalho é de suma importância para o empregado e também para
o empregador, em razão disso, está previsto na Constituição Federal;

que ela não será superior a 8 horas diárias e 44 horas semanais

6- Com relação ao serviço extraordinário, é correto afirmar que cada hora extra será superior á
hora normal em no mínimo;

50%

7- Por outro lado, o adicional noturno ( período das 22:00 ás 05:00 horas) será calculado com um
percentual superior ao horário diurno em no mínimo:

20%

8- O adicional de insalubridade será calculado sobre o salário mínimo e possuirá três níveis
distintos, cabendo á perícia definir o percentual; O nível máximo será de;

40% do salário mínimo

9- O fato do empregado violar segredo da empresa, poderá ocasionar;

sua demissão por justa causa


10- licença maternidade será de;

120 dias
Anotações - B2 ( Direito do trabalho/CBA)

DIREITO DO TRABALHO

Direito do trabalho - é o ramo do direito que rege as relações trabalhistas

Contrato de trabalho - é o contrato ( acordo de vontade) firmado entre 2 pessoas com o objetivo
de que uma preste serviços á outra

Elementos do contrato de trabalho;

- empregado (pessoa física)


- empregador ( pessoa física ou jurídica)
- contraprestação ao serviço executado ( salário)
- objeto lícito
- não eventualidade

Tipos de contrato de trabalho;

- prazo determinado
- experiência (de 30 á 90 dias)
- temporário (até 2 anos)
- prazo indeterminado

Prova do contrato de trabalho;

- se faz prova da CTPS ( carteira de trabalho e previdência social), que é OBRIGATÓRIA e deve
ser devolvida, ao empregado pelo empregador no prazo de 48 horas

Remuneração;

- é constituída, basicamente, pelo SALÁRIO BASE acrescido dos eventuais ADICIONAIS.

Adicionais;

Adicional de Hora extra - corresponde ao valor da hora trabalhada além da jornada diária normal

- o valor da hora normal é acrescido de 50%


- as horas extras são limitadas a 2 horas diárias, salvo acordo ou convenção coletiva do trabalho

Adicional Noturno - corresponde ao valor da hora trabalhada em período noturno


- considera-se trabalho noturno aquele realizado entre ás 22:00 horas de um dia até as 05:00
horas do outro dia
- o valor da hora normal é acrescido de 20¢
- a hora noturna equivale a 52 minutos e 30 segundos

Adicional de insalubridade;

- quando o trabalhador exerce atividades que possam comprometer sua saúde, conforme relação
de atividades insalubres, emitida pelo MTE - Ministério do trabalho e emprego

- a perícia fica a cargo do médico do MTE

- os percentuais se projetam sobre o SALÁRIO MÍNIMO, podendo ser, 10% , 20% ou 40% ( a
porcentagem varia sobre o grau de contato e é estabelecido sobre o valor do salário mínimo)

Adicional de Periculosidade;

- quando o trabalhador exerce atividades perigosas, onde haja riscos de explosões ou com
substancia inflamável, conforme relação de atividades insalubres, emitida pelo MTE

- a perícia fica a cargo do Engenheiro do MTE

- o percentual se projeta sobre o PISO SALARIAL ( 30% em cima do salário base)

obs: os adicionais de insalubridade e de periculosidade não podem se acumular, ou seja, o


trabalhador somente terá direito a um deles, ainda que exerça atividades insalubres e perigosas.

Jornada de Trabalho - corresponde ao período trabalhado.


- o intervalo de descanso durante a jornada ( horário de almoço, por exemplo) não integra a
jornada de trabalho e, consequentemente, não é remunerado.

Jornada Normal - 8 horas diárias ou 44 horas semanais

Revezamento - em turnos ininterruptos a jornada diária é de 6 horas

Intervalo de descanso durante a jornada;

- até 4 horas não há intervalo


- mais de 4 horas até 6 horas - intervalo de 15 minutos
- mais de 6 horas - 1 ou 2 horas
Descanso entre 2 jornadas de trabalho - é de 11 horas

Repouso Semanal Remunerada (folga semanal) - é de 24 horas

Férias (salário + adiantamento de salario + 1/3)


classificação;

- integrais ou simples
- proporcionais
- em dobro

Período aquisitivo - é de 12 meses para poder ter férias

Período de concessão - é de 12 meses seguintes á aquisição

Período a ser gozado ;


- até 5 faltas - 30 dias
- de 6 a 14 faltas - 24 dias
- de 15 a 23 faltas - 18 dias
- de 24 a 32 faltas - 12 dias

Valor - salário base + 1/3

Abono de férias - corresponde á possibilidade de venda de 1/3 das férias ( 10 dias)

Pagamento - até 2 dias ates de seu início

Sindicato- é um órgão representativo da classe trabalhadora. Como exemplo podemos mencionar


o sindicato dos Aeronautas

Convenção coletiva de trabalho e acordo coletivo de trabalho - são celebrados entre o Sindicato e
os empregadores ou Sindicatos de empregadores.

Segurança e Medicina do Trabalho - a CIPA ( comissão interna de prevenção de acidentes) tem


suas regras e normas estabelecidas pelo MTE - Ministério do trabalho e emprego

Tipos de cessação do contrato de trabalho ( rescisão do contrato de trabalho);

- sem justa causa - arbitrária


- com justa causa - atitudes contrárias as leis ou normas, condenação criminal, 30 faltas
consecutivas

Art;482 - Constituem justa causa para rescisão do contrato de trabalho pelo empregador;

- ato de improbidade

- incontinência de conduta ou mau procedimento

- negociação habitual por conta própria ou alheia sem permissão do empregador, e quando
constituir ato de concorrência á empresa para a qual trabalha o empregado, ou for prejudicial ao
serviço

- condenação criminal do empregado, passada em julgado, caso não tenha havido suspensão da
execução da pena

- desídia no desempenho das respectivas funções

- embriaguez habitual ou em serviço

- violação de segredo da empresa

- ato de indisciplina ou de insubordinação

- abandono de emprego

- ato lesivo da honra da boa fama praticado no serviço contra qualquer pessoa, ou ofensas
físicas, nas mesmas condições, salvo em caso de legítima defesa, própria ou de outrem

- ato lesivo da honra ou da boa fama ou ofensas físicas praticadas contra o empregador e
superiores hierárquicos, salvo em caso de legítima defesa, própria ou de outrem

- prática constante de jogos de azar

obs: parágrafo único- constitui igualmente justa causa para dispensa de empregado a prática,
devidamente comprovada em inquérito administrativo, de atos atentatórios á segurança nacional

A Pedido do empregado;

- aviso prévio - período de 30 dias, concedido pelo Empregador . Neste caso o empregador pode
optar por faltar, durante o período de aviso prévio, por 7 dias consecutivos, sem sofrer penalidade
ou desconto, ou ainda, ter sua jornada reduzida em 2 horas diárias durante todo o período;
- somente em contratos por prazo indeterminado

Aposentadoria por idade;

- homens aos 65 anos


- mulheres aos 60 anos

Aposentadoria por tempo de contribuição;

- homens com 35 anos de contribuição


- mulheres com 30 anos de contribuição

Aposentadoria por invalidez;

- a qualquer momento

Aposentadoria Especial;

- 25 anos - Aeronautas

Dispositivos obrigatórios não trabalhados;

- falecimento de cônjuge, ascendente , descendente e irmãos, ou dependentes - 2 dias

- casamento - 3 dias

- nascimento (PATERNIDADE) - 5 dias

- alistamento eleitoral - 2 dias

- doação de sangue - 1 dia

- maternidade - 120 dias ( ou 180 a critério do empregador), sendo 28 dias antes do parto e 92
após o mesmo

- aborto não-criminoso - 2 semanas

- amamentação - 2 períodos diários de 30 minutos durante 6 meses

Estabilidade da gestante - desde a CONCEPÇÃO da gravidez até o 5° mês APÓS O PARTO.


Somente existente em contratos por prazo indeterminado

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S.A.C. BRASILEIRO

05/Janeiro/1920 - Inspetoria Federal de Aviação Marítima e Fluvial

- gerenciava os assuntos referentes á navegação e á indústria aeronáutica

1925 - França - o Ministério do Ar

- Ministério voltado para a administração geral da "Aviação Nacional"

Abril de 1931 - Pelo governo de Getúlio Vargas o Departamento de Aeronáutica Civil

- advindo da criação do Ministério de Aviação e obras públicas, incorporando o acervo material e


humano entre os dois órgãos

Janeiro de 1941 decreto / lei 2.961 - Ministério da Aeronáutica

- Explicitamente pelo surgimento da 2° Guerra Mundial, com o intuito de disciplinar e controlar as


operações aéreas sobre o território brasileiro, em face de enorme quantidade de aviões, voltados
para o transporte aérea comercial doméstico e internacional

1967 - decreto 60.521 - Departamento de Aviação Civil

- órgão de direção setorial, tendo como finalidade a consecução dos objetivos da política
aeroespacial Nacional no setor da aviação civil, pública e privada, coordenando e incentivando
tais atividades

12 de Setembro de 1969 - decreto 65.144 - Sistema de Aviação Civil

- Organiza as atividades necessárias ao funcionamento e ao desenvolvimento da Aviação Civil

Primeiro semestre de 1999 - Comando da Aeronáutica

- em prol da tendência mundial, foi criado o Ministério da Defesa, assim substituindo os três
antigos ministérios das forças armadas

27 de Setembro de 2005 - Lei 11.182 - Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC


- órgão vinculado ao Ministério da Defesa, substituindo assim o órgão setorial e central do
Sistema de Aviação Civil - SAC, (antigo DAC)

HISTÓRIA DO SISTEMA DE AVIAÇÃO CIVIL BRASILEIRA

No dia 22 de Abril de 1931, por meio do decreto n° 19.902, assinado pelo então presidente da
república, Getúlio Vargas, nasceu o Departamento de Aeronáutica Civil, com sede no Rio de
Janeiro e, na época subordinado ao Ministério da aviação e Obras públicas. Em 1941 passou
para Ministério da Aeronáutica, por ocasião da criação deste. Mais tarde, em 1967 seu nome foi
modificado para Departamento de Aviação Civil (DAC), permanecendo assim até março de 2006
quando foi extinto, sendo absorvido pela Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC;

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C.B.A.

Direito Aeronáutico ( Art,1°- CBA)

" O direito aeronáutico no Brasil é regulado pelos tratados, convenções e atos internacionais de
que o Brasil seja arte, pelo código brasileiro de aeronáutica (CBA) e pela legislação
complementar".

CBA - Código Brasileiro de Aeronáutica - LEI n° 7.565 de 19 de Dezembro de 1986

É, no Brasil, a primeira lei que regula o direito aeronáutico, e, se aplica a nacionais e estrangeiros,
em todo o território nacional, assim como no exterior até onde for admitida a sua
extraterritorialidade.

Legislação complementar (Art.2°-CBA)

A legislação complementar é toda a lei que venha regular especialmente uma matéria específica
no âmbito aeronáutico

Temos leis que regulamentam a profissão do aeronauta, a regulamentação da profissão do


aeroviário, etc. Desta forma, o código brasileiro de aeronáutica é a principal e todas as demais
possuem caráter complementar.

Espaço Aéreo Brasileiro;

O Brasil exerce soberania, completa e exclusiva, sobre todo o território nacional, sobre o mar
territorial (que estende-se até 200 milhas da costa) e sobre o espaço aéreo a eles
correspondentes.

Aeronave (Art.106-CBA)

É qualquer aparelho manobrável em voo, que possa sustentar-se e circular no espaço aérea,
mediante reações aerodinâmicas, apto a transportar pessoas e coisas, ou seja, são "máquinas"
capazes de se sustentar e de se locomover através do ar.
É um bem móvel registrável para efeito de nacionalização e matrícula.

Classificação das aeronaves (Art.107-CBA)

Militares

- aeronaves das forças armadas


- aeronaves requisitadas pelas forças armadas e, consequentemente, a seus serviços.

Civis

são as demais aeronaves, podendo ser;

- Civis públicas
- Civis privadas

Aeronaves Civis Públicas (Art.107 , p.3° , primeira parte - CBA)

- são destinadas ao serviço do poder público, inclusive as requisitadas na forma da lei.

- são de propriedade ou a serviço da união, estados, distritos federal e municípios, desde que a
utilização seja direta

Aeronaves Civis Privadas (Art.107, p.3° ,segunda parte - CBA)

- é um conceito dado por exclusão, pois, não podendo ser enquadrada no conceito de aeronave
militar ou de aeronave civil pública, será aeronave civil privada..

obs; Aeronave privada não tem extraterritorialidade, ela rege pela lei de onde ela estiver

Nacionalidade da aeronave (art.108 A 122 - CBA_

- a aeronave adquire a nacionalidade do país em que estiver matriculada


Marcas de nacionalidade e de matrícula (art.109 - CBA)

- são marcas que identificam a aeronave

- no Brasil são atribuídas através do registro aeronáutico brasileiro (rab), no ato


Medicina Aeroespacial

Biologia -> estudo da vida


Fisiologia -> ciência que trata das funções do corpo

Células < Tecido < Órgão < Sistema < Aparelho

Divisão do corpo
Cabeça
Pescoço
Tronco
Membros superiores
Membros interiores

C1 e C2 -> morte
C3 à T3 -> tetraplegia
T4 para baixo -> paraplegia

Cervical / Toráxica / Lombar

Forame pariental (furos no cérebro) -> liberar gases

Seios paranais:
- Tornar a cabeça mais leve
- Igualar o ar e pressão interna e externa
Obs.: a pressão de dentro é maior

Orelha:
Externa
Média
Interna

Posição anatômica: 1 pessoa em pé e ereta, olhando para frente, braços


estendidos para baixo e pros lados, palma da mão voltadas para frente,
pernas juntas e pés ligeiramente afastados.

Quadrantes abdominais: facilitar a localização das fraturas internas.


Obs.: se a pessoa usa marca-passo, colocar a pá do DEA dois dedos acima.

Sempre que pisa com o calcanhar, o sangue é impulsionado para cima.

mmHg -> milímetros de mercúrio


Até 8.000 pés nós conseguimos respirar (mínimo 100 pés)

Voo de cruzeiro = voo em linha reta.

Hipóxia alveolar: pouco oxigênio nos pulmões.


Hipóxia anêmica ou hipêmica: pouco oxigênio no sangue.
Hipoxistia: pouco oxigênio nos tecidos.
Hipoxicitia: pouco oxigênio nas células

Hipóxia alveolar = hipóxia hipóxica


Ocorre nos casos de pneumonia ou asma brônquica

Trombose vascular -> entupimento das veias e edema (normalmente nas


pernas)
Elefantiase Trombose

Precisa de pressão de pelo menos 100%


Óbito em aproximadamente 70%

Hipóxia Histotóxica -> inabilidade das células teciduais para utilizar o


oxigênio transportado em virtude da presença de tóxicos nas células

Tratamento: sentado ou semi-sentado, administrar oxigênio

Hiperventilação em voo
Respiramos 2% atm
Utilizamos 5% de oxigênio

Aumento da frequência respiratória = hiperpnéia


Aumento anormal do volume de ar inspirado = hiperventilação
Diminui a taxa de gás carbônico = hipocapnia ou hipocarba

Sintomas: sufocação, delírio, sonolência, formigamento das extremidades e


frio.

Disbarismos
Formação de bolhas de nitrogênio no organismo.

Pode ser:
Aeroembolismo
Aerobaropatia plasmática

A grande quantidade de nitrogênio dissolvida na correndo sanguínea que é


eliminado lentamente através da membrana alveolocapilar (3.000 pés)

Aerodilatações (aerobaropatia cavitárias)


Resultado pelas oscilações da pressão atmosférica exercida sobre os gases
contidos nos órgãos cavitários do organismo humano.

Seios paranasais -> cavidades localizadas nos ossos da face, onde ocorre a
sinusite.

Aerotobaropatia: expansão de gases em todas as cavidades ao mesmo


tempo (diminuição da pressão do ouvido)

Pressão interna:
- 3 a 5 mmHg: ensurdecimento
- 15 mmHg: ouve um estalito e normaliza
- 30 mmHg: dor de ouvido, diminuição da audição e zumbido
- 60 mmHg: manobra de valsalva (tampar o nariz e a boca e expirar
fortemente)
- 80 mmHg: dor de ouvido, náuseas, vômitos, vertigem
- 100 mmHg: ruptura do tímpano

Otite média barotraumática: inflamação nos ouvidos

Criança chorando -> chupeta ou mamadeira

Aerosinusobaropatia
Aero = ar / baro = pressão / patia: doença.
Sinuso = seios paranasais
Oxigênio expandido nos ossos maxilares e frontal (seios paranasais)

Aerogastorobaropatia
Ar no estômago. Cólicas abdominais e desconforto. Expelido por eructação
(arroto)

Aeroodontobaropatia
Dor de dente causada pela dilatação de uma bolha de ar existente na raiz
do dente.

Ruídos e vibrações
Vibração é qualquer movimento que se alterna repetidamente de direção.
Ruído é um som desagradável ao ouvido.
Ruído aerodinâmico -> Deslocamento do aparelho na atmosfera.
Sons são movimento vibratórios que se propagam pelos sólidos, líquidos e
pelo ar.
A intensidade dos sons e ruídos é medida em decibéis e a frequência em
ciclos por segundo ou hertz.
Humano -> de 18 à 12.000Hz
Abaixo de 18 -> infra-sons
Acima de 12.000 -> ultra-som

Faixa mais utilizada -> 500 à 600Hz


Limiar de conforto -> 85db

- Perturbações auditivas com intensidade superior 90 db


- Trauma acústico grave, intensidade superior 120 db

Baixa umidade do ar
Concentração ideal de vapor d’água do ar ambiente de 30% à 40%

Ulcerações -> feridas

Prevenções: creme hidratante, colírio, respirar com lenço umidecido.

Radiação:
Negativa: não ionizantes
Positiva: ionizantes

Oscilações da temperatura e luminosidade


• pés -> diminui 2°C
Alterações do Ritmo Circadino (Jet Lag)
Ritmo circardino = relógio biológico

Ultrapassa 24h = ritmos ultradinos


Dentro de 24h = ritmos circadinos, do latim diem (1 dia)
Inferior à 24h = ritmos infradinos

Até 3 dias fora -> agir como se não houvesse mudado de fuso
Mais de uma semana -> alterar relógio biológico desde o começo da
decolagem com o fuso do horário de destino.

Fadiga aérea
Pode ser:
Aguda
Crônica

Mal do ar (aerocinetose)
- enjoo a bordo

Vigilância epidemiológica (vigilância sanitária) -> controle governamental


de doenças.

Classificação enfermidades:
a) Crônicas
b) Agudas
c) Psicossomáticas
d) Infecto-contagiosas (transmissíveis)

Infecto-contagiosas
e) Endêmicas (região determinada)
f) Epidêmicas (mais que o esperado)
g) Pandêmicas (geral)

Conceitos básicos:
- Transmissor
- Agente etiológico
- Hospedeiro intermediário
- Hospedeiro definitivo
- Profilaxia (tratamento ou prevenção)
Primeiros Socorros

Atendimento Pré-Hospitalar (APH)


- da hora que a pessoa passa mal até que ela seja entregue em um hospital.

Socorrista é a pessoa que está habilitada a prestar os primeiros socorros.


Conhecimento, liderança, bom senso, compreendimento, tolerância e
paciência, saber improvisar com segurança, ter iniciativa e atitudes firmes,
ser solidário.

Pressão:
Máxima: 130x110mmHg
Mínima: 60x80mmHg
Média: 120x80mmHg

Locais para verificar pulsação:


- Artéria temporal (têmporas);
- Artéria carótica (pescoço);
- Artéria braquial (perto da axila);
- Artéria radial (pulso);
- Artéria femoral (perto da virilha);
- Artéria poplítea (atrás do joelho);
- Artéria podálica (peito do pé)

Batimento/respiração: 15x4 (1min)

Suporte Básico de Vida -> conjunto de medidas para manter a respiração e


circulação da vítima.

OVACE -> Obstrução das vias aéreas por corpos estranhos.

OVACE:
Leve (consegue falar / tossir / respirar): estimular a pessoa a tossir mais.
Grave (não consegue falar / tossir / respirar): ficar atrás, achar a região do
estômago, pressionar o peito com as mãos (5 vezes).
- Sinal universal de asfixia: mãos no pescoço.

Na prática: pé entre as pernas e quadril nos glúteos.

Bebês: de bruços, cabeça mais baixa que o corpo, 5 tapinhas entre os


ossinhos das costas, vira e vê se respira. Faça leve compressões sobre o
peito, 5 vezes.

Parada cardíaca -> cessação súbita dos batimentos cardíacos.

Procedimentos
- verificar a segurança do local;
- estímulo verbal (chamar 3 vezes com a mão no ombro);
- pedir ajuda / DEA;
- verificar se respira;

Decúbito = contato com a superfície.

Faltando oxigênio:
Cianose periférica (unhas roxas)
Cianose central o perilabial (lábios roxos) -> mais grave

Obs.: roxo = coloração violácia.

Taquipnéia: respiração acelerada e superficial.


Hiperpnéia: respiração acelerada e profunda.
Dica: P de Pulmonar.

Hipóxias (deficiência de oxigênio)

- Hipóxia: má distribuição do oxigênio.


- Anêmica ou hipênica: deficiência no transporte de oxigênio.
- Estagnado, esquêmica ou estática: problema cardiocirculatório
(taquicardia)
- Histotóxica: intoxicação
Obs.: Uma pode levar à outra.

Asma Bronquica
Obstrução das vias aéreas.

Mucosa tem espasmos (contrações)


Bronquio-constrição -> diminuição da mucosa

Afogamento

Afogado:
Pálido: mucosa fechada, laringoespasmos
Cianótico (salgada): asfixia pela água
RPC até a pessoa voltar e cabeça voltada para o lado

Infarto Agudo do Miocárdio

Miocárdio = músculo cardíaco

Suprimento de oxigênio inferior as necessidades.

Sintomas:
Angina pectoris -> de 3 à 10 minutos
- dor no peito (circulação insuficiente das artérias coronárias)
IAM -> mais de 30 minutos

Ritmia -> o coração bate em ritmo irregular

Obs.: RPC somente quando não houver batimento cardíaco.

Parada cardio-respiratória

Cardíaca:
IAM
Arritmia

Respiratória:
Patologia
OVACE
Afogamento

Vertigem
Sensação do mundo girar ao seu redor ou ao contrário.
Tratamento: deixar confortável e passar segurança.

Sincope, desmaio, lipotimia


Abolição súbita da consciência

Hipônica -> perda do tônus postural (ficar mole)


Tratamento: trazer as pernas para o abdome (pressão)

Estado de Choque
Não chega sangue nem oxigênio suficiente

Tipos:
Hipovolêmico: perda de 20% de sangue
Cardiogênico: cardíaco (IAM)
Septcêmico: infecção generalizada
Anafilático: alergia
Neurogênico: neurológico (trauma na cabeça)

Diabetes
Aumento da glicose ou falta de insulina.

Pode ser:
Tipo I
Tipo II
Tipo Gestacional

Tipo I
- Autoimune (o corpo Cia anticorpos contra a insulina)
- Pessoas magras

Tratamento: aplicar insulina


De ação lenta: ministrada ao acordar e ao ir dormir.
De ação rápida: após grandes refeições (almoço e janta).

Tipo II
- Hereditário
- A produção de insulina é normal, o problema está no funcionamento dos
receptores de insulina nas células.
- Pessoas obesas e idosos.

Gestacional
- Semelhante ao tipo II.
- Ocorre na gestação, podendo ou não continuar após o parto.
- O bebê pode ter má formação fetal, macrossomia fetal (alto peso), Poe
nascer cego ou morto, ou morrer ao nascer.

Tratamento: hipoglicemia oral (diminuição da glicose no sangue), dieta


equilibrada e exercício físico.

Alcoolismo
A crise de abstinência dura de 48 à 90h, depende da pessoa.

Obs.: midríase = dilatação das pupilas.

Agudo
Hiportemia, desidratação, convulsão, retenção ou incontinência urinária ou
fecal, taquisfigmia (batimento acima de 100 por minuto)

Tratamento:
- Suspensão de álcool, manter o passageiro sentado com a poltrona
reclinada, oferecer café forte e doce.
- Aplicar glicose EV (médico)
EV: intravenosa

Convulsão
Descarga súbita, excessiva e anormal dos neurônios em alguma parte do
sistema nervoso central.

Pode ser:
Cerebral (desconhecida)
Extra cerebral (conhecida)

Sintomas: perda da consciência, grito epilético, contrações, olhar vago,


sialorréia (aumento da saliva), descontrole esfecteriano unirário sudorese,
midriase, cianose.
Duração de 1 a 3 minutos
Tratamento: proteção conta injúria física, não conter a vítima e afrouxar as
vestes, lenço entre os dentes.

Acidente Vascular Cerebral (AVC)


Ruptura ou oclusão de um vaso.

Pode ser:
Hemorragia
Ataque Isquêmico Transicional
- 24h e pode haver sequelas.

Sintomas:
- muita dor de cabeça e não consegue repetir uma frase ou cantar.
- paralisia unilateral, cefaleia, hipoestesia, dificuldade em falar, vertigem,
distúrbio visual, perda da consciência.

Tratamento:
- Decúbito dorsal;
- Manter as vias aéreas pérvias;
- Médico voluntário;
- Oxigenioterapia se necessário.

Intermação
Ambiente superaquecido e mal ventilado.

Pode ser:
Benigno: cefaleia e vertigem.
Grave: desidratação, forte cefaleia e delírios, vertigem, rigidez na nuca,
febre alta, vômitos, convulsão, morte

Tratamento:
Beber água, hidratação EV, local fresco.

Desidratação
Perda de água no organismo.

Soro caseiro:
- 1L de água
- 2 colheres de sopa de açúcar
- 1 colher de chá de sal

Queimaduras

Agentes:
Térmico: tudo que é quente.
Químico: ácidos.
Elétrico: raios.
Radiação: luz ultra violeta.

Profundidade:
1° grau: epiderme superficial.
2° grau: epiderme e derme.
3º grau: epiderme, derme, hipoderme e tecidos.
4º grau: carborização

Sintomas:
1º grau: ardor intenso.
2º grau: dor, bolha, irritima (vermelhidão).
3º grau: escaras amarelas, tecido necrosado, ausência de sensibilidade.

Extensão
Cabeça: 09%
Pescoço: 01%
Posterior do tronco: 18%
Anterior do tronco: 18%
Membros superiores: 09% cada
Membros inferiores: 18% cada
Genitais: 01%

Complicações:
Infecção
Perda de líquido / desidratação
Choque
Hipovolêmico (perda de 80% de sangue)
Septicemico (infecção)

Tratamento:
- Retirar as vestes que forem possíveis;
- Lavar com soro fisiológico;
- Curativo com gaze estéril e vaselina líquida;
- Repouso absoluto;
- Aquecimento;
- Administrar analgésico e líquido;
Obs.: Nos olhos -> cobrir ambos com gaze umidificada com água fria,
fixando com esparadrapo sem pressão.

Traumatologia -> Trauma Fechado

Contusão (batidas)
São pancadas nos tecidos moles (músculos). Há o esmagamento do tecido e
podem ocorrer ruptura de pequenos vasos (hemorragia). É uma lesão
superficial.
Sintomas: dor localizada, equimose (nódoas avermelhadas, edema).

Tratamento: crioterapia (colocar gelo no local)


Obs.: proteger com pano, pois gelo também queima.

Entorse
Distensão dos ligamentos de uma articulação sem termos a perda do
contato ósseo. Distensão de uma junta ou articulação com ruptura total ou
parcial dos ligamentos.

Sintomas:
- Muita dor, que piora com os movimentos;
- Edema;
- Dificuldade de movimentação;
Fraturas
A quebra do tecido ósseo de forma parcial ou total.

Ferimentos:
Abertos
Fechados

Traumatismo Crânio-Encefálico (TCE)


Provocado por um agente externo, podendo atingir o couro cabeludo, caixa
craniana e o cérebro.

Cuidados:
- Lavar as mãos antes e depois;
- Instrumental esterilizado;
- Manipulação através de pinça e gases.

Ataduras
São colocadas onde o uso de esparadrapo torna-se difícil.

Articulações:
Distal (longe)
Proximal (perto)

- Distal para proximal, em espiral;


- Não cobrir os dedos;
- Nas articulações, em forma de 8;
- Nas saliências ósseas (cotovelos/joelho) e nervos periféricos devem ser
colocados algodões ortopédicos.

Traumatismo aberto
É ocasionado por um agente lesivo que pode muitas vezes conter
patagênero que contaminam o ferimento.

Escoriações ou abrasões (arranhões):


Superficiais
Superfície áspera

Punctórios ou punctiformes: perfurantes


Incisivos: instrumental afiado (bisturi)
Lacerantes: dilaceram a pele (vidro)
Transfixiante: atravessa a pele (bala de fogo)
Penetrante: penetra em uma cavidade.

Ferimentos graves
- Hemostácia (estancamento de sangue);
- Antissepsia (limpeza);
- Curativo;
- Ponto falso e gase;
- Imobilização;
- Analgésicos.

Hemorragias
Perda sanguínea resultante de uma lesão vascular
Classificação:
Arterial: vermelho vivo e jorra em jatos.
Venosa: vermelho escuro e escorre.
Capilar: ruptura de pequenos vasos coagulantes.
Externa: sangramento direto do ferimento.
Interna: ocorrem no interior do organismo e não se exterioriza.

Tipos de hemorragia externa:


- Otorragia (ouvido)
- Epistaxe ou rinoragia (nariz)
- Hemoptise (pulmões)
* Fluindo pela boca, quase sempre ao tossir
- Estomatorragia (boca)
- Hematêmese (aparelho digestivo)
- Melena (fezes/ânus) -> sangue escuro)
- Enterorragia (final do tubo digestivo / fezes) -> sangue claro
- Hematúria (urina)
- Menorragia (vaginal) de menstruação
- Mettrorragia (aborto ou cistos)

Sintomas
Externa: visível
Intern: palidez, taquicardia, pulso rápido e fino, fraqueza.

Tratamento:
- DDH
- Compressão
- Garrote
- Compressão do tronco arterial
- Elevação do membro afetado

Garrote ou torniquete
Pode ficar até 3h no membro e afroxar de 15 em 15 minutos para evitar
gangrena.

Fratura
É a ruptura total ou parcial de um osso determinado por um agente
traumático.

Tipos:
- Fechada: só o osso se move.
- Incompleta: parte do osso.
- Galho verde: quebra ao meio (crianças até 10 anos).
- Exposta: rompe a pele.

Traumatismo Crânio-Encefálico
Lesão da base do crânio. É o estado grave que apresenta um sinal tardio
denominado olhos de guaxinim. Recebe esse nome porque ao redor dos
olhos ficam hematomas.

Lesões encefálicas:
Hematomas;
Fraturas;
Lesões no couro cabeludo;
Hemorragias

Devemos verificar:
Nível de consciência;
Condições respiratórias;
Pupilas anisocórias (tamanhos diferentes) de midríase (dilatadas) / miose
(pequena)
Frequência cardíaca
Frequência respiratória
Presença de vômitos em jato
Descontrole esfincteriano (tanto para nº1 quanto nº2)

Tipos de lesões:
Superficiais (couro cabeludo)
Ósseas (crânio)
Encefálicas (sistema nervoso central)

Tratamento:
- Proteger as lesões com gaze esterilizada
- Capacete com faixa crepe.
* Consciente = sentado
* Inconsciente = decúbito dorsal e cabeça lateralizada

Fratura do crânio

Sintomas:
- Perda da consciência (imediata ou tardia)
- Cefalgia (dor de cabeça intensa)
- Vômitos em jatos
- Hemorragia pelos ouvidos e boca
- Convulsão

Tratamento:
- manter o acidentado acordado;
- decúbito dorsal e cabeça lateralizada;
- Curativo;
- Não administrar líquido ou medicamentos;

Traumatismo abdominal
Não há osso, então se torna vulnerável ao trauma.

Contusão abdominal Pancadas

Ferimentos:
Superficiais
Profundos

- Superficiais
* Pele
* Tecido subcutâneo
* Musculatura
- Profundos
* Peritônio (espaço entre as vísceras)
* Vísceras

Sinais e sintomas:
- Dor abdominal intensa;
- Vômitos;
- Distensão abdominal;
- Choque neurológico e hemorrágico;
- Febre (axilar e retal)
- Eviseiração (saída da víscera da cavidade abdominal)

Tratamento:
- Assepsia
- Jejum
- Não recolocar a víscera no lugar ou retirar corpos estranhos
- Limpeza cuidadosa com soro fisiológico ou água
- Cobrir com gaze esterilizada umedecida com SFO, 9% e aquecida em 37°C

Politraumatizado
Lesões em várias regiões do corpo, com risco de morte e instabilidade.

Sintomas:
- Consciência
- Pupila
* Sob a luz:
a) reage
b) não reage
* Tamanho
a) midríase
b) miose
c) anisocóricas
- Sistema cardiovascular
- Pele pálida e mucosa
- Movimentos voluntários
- Vômitos
Outros: funções renais alteradas, febre, sudorese, convulsão..

Tratamento:
- Vias aéreas pérvias
- Hemostásia (estancamento de sangue)
- Imobilização provisória
- Curativos

Envenenamento
Substância que após ingerida, absorvida ou aplicada, produz lesão.

Objetivo do tratamento:
- Remover o veneno antes de ser absorvido pelo corpo (de 2 à 4h)
- Prestar cuidados de manutenção
- Empregar o antídoto específico
- Providenciar a aceleração da eliminação do veneno

Ingeridos
- Repouso e agasalhado
- Vias aéreas pérvias
- Observação dos sinais vitais
- RPC se necessário
- Em caso de choque, administrar soro e antídoto

Conduta
- analgésicos e antitérmico se necessário
- antídoto universal:
* 2 partes de torrada queimada
* 1 parte de leite de magnésia
* 1 parte de chá forte (pouca água)

Corrosivos
- Ácidos
* Leite de magnésia ou claras de ovos batidas(4 claras para cada 1L)
- Bases
* Leite, suco de frutas ou vinagre diluído em água

Obs.: não provocar vômitos

Não corrosivos
- Leite ou água morna em grande quantidade
- Provocar vômitos
* Água morna + sal = causa vômito
- Fazer lavagem estomacal com água morna ou SFO

Inalados
Se for por monóxido de carbono (CO), administrar oxigênio à 100%, com
máscara, sob pressão

Contaminação cutânea
- Aplicar jato d’água enquanto tira as vezes da vítima.
- Lavar a pele com água abundante e corrente

Parto
Conhecer a anatomia feminina

Externa:
Períneo (entre a vagina e o ânus)
Vulva
Mamas

Interna:
Vagina
Trompas de falópia
Útero
Ovários

Fisiologia da fecundação
- Fecundação
- Placenta (ligada pelo cordão umbilical)
- Membrana amniótica (líquido amniótico -> protege o bebê)
- Cordão umbilical
- Feto

Trabalho de parto
- Dilatação 10 cm
- Tempo
* primiparas -> 8h
* multíparas -> 2 à 3h

Parto
É a expulsão do feto

- Duração de 3 à 4 minutos, podendo chegar à 10 minutos


- Dequitação ou secundamento (retirada da placenta)
- Cuidados
- Posicionamento (frango assado)
- Assepsia
* Coxas
* Ânus
* Vagina
* Períneo (cobrir com pano)
Obs.: Para cortar o cordão umbilical: medir 4 dedos a partir do recém
nascido e clipar (prender), medir mais 4 dedos e clipar novamente. Cortar
entre.

- 2 comissários (um para fazer o parto e outro para auxiliar)


- Só é permitido voar até o 7° mês de gestação. Após esse período, apenas
com autorização médica.

Fases:
1° fase: contração, dilatação, parto
2º fase: expulsão do feto
3º fase: eliminação da placenta

Urgência

Pode ser:
Extrema: remoção imediata (Hemorragia que não detém)
- Artéria
- Grandes choques
- Asfixia
- Afogamento

1º: remoção antes de 1h (garrotiamento)


2°: remoção antes de 3h (fratura)
BLOCO 3 - Resumo

1.A aerotite pode se instalar durante uma descida da aeronave devido a inadequada equalização
da pressão da cabine com a do interior do ouvido médio;

2.O tratamento adequado para quadros de hipóxia é oxigenoterapia;

3.Falta de repouso, estresse, má alimentação e cruzamento de fusos horários favorecem o


aparecimento da fadiga;

4.Havendo hipóxia anóxica em paciente consciente, o tratamento adequado será a administração


de oxigênio;

5.As alterações que surgem no organismo em decorrência das variações da pressão atmosférica,
dá-se o nome de disbarismo;

6.Em um voo que são cruzados mais de 4 fusos horários causa ao organismo alteração do ritmo
circadiano;

7.Sendo a fadiga aérea causada por excesso de tensão, tanto física quanto mental, o tripulante
para diminuí-la deverá ter um sono fisiológico de 8 horas;

8.A diminuição da pressão parcial do oxigênio no organismo é denominada hipóxia;

9.A formação de bolhas de nitrogênio em várias partes do organismo recebe o nome de


aeroembolismo;

10.Durante o voo de cruzeiro, a pressão do ouvido médio, em relação à pressão da cabine da


aeronave, deverá estar equalizada;

11.A descompressão, isto é, a diminuição progressiva ou rápida da pressão atmosférica em voo


age sobre o ouvido médio, seios da face e gases das cavidades digestivas;

12.Cefaléia, náuseas, nervosismo e transtornos menstruais pela atuação de sons supersônicos


inaudíveis, são influências causadas pelos ruídos e vibrações do avião;

13.O consumo de álcool, o tabagismo, a baixa umidade do ar e o constante cruzamento de fusos


horários podem levar os comissários a desenvolverem a fadiga aérea;
14.A diminuição da taxa de oxigênio no organismo, levando ao aumento da freqüência cardíaca e
diminuição da acuidade visual, chegando ao desmaio, chama-se hipóxia;

15.A sinusite causada pela alteração da pressão atmosférica pode acometer um passageiro
durante o voo, principalmente se este estiver gripado;

16.Baixa umidade dentro da aeronave causa perda de líquidos. Dentre as complicações


causadas, tem-se desidratação;

17.O alimento que provoca aerodilatação no aparelho digestivo durante o voo é o

feijão;

18.Os fatores que possibilitam a aposentadoria devido ao stress são os psicossomáticos;

19.Numa cabine pressurizada, com o aumento da altitude, ela permanece equalizada;

20.Sintomas de cefaléia, formigamento no corpo, falta de coordenação motora indicam


aeroembolismo;

21.São sintomas de hipóxia: euforia, belicosidade e irritabilidade;

22.Em uma turbulência onde o avião sofre uma inclinação, os passageiros podem apresentar
desorientação espacial;

23.O baixo teor de umidade relativa da cabine acarreta perda de líquido durante o voo;

24.Aeroembolismo caracteriza-se por formação de bolhas de nitrogênio pelo corpo;

25.Os sintomas mais comuns em passageiros expostos a hipóxia de altitude são alterações
visuais e leves desmaios;

26.A labirintite é uma patologia vinda do ouvido interno;

27.A deficiência de oxigênio, ao nível dos tecidos orgânicos, é melhor representada pela hipóxia;

28.Um indivíduo apresenta hipóxia por intoxicação pelo monóxido de carbono. É do tipo anêmica;

29.No caso da hipóxia hipêmica, o tratamento é oxigenoterapia e transfusão sanguínea;


30.Na tolerância à hipóxia, quanto menor a altitude, maior a tolerância;

31.Um passageiro que apresenta dispnéia deve receber de imediato oxigênio por máscara na
posição sentada;

32.No interior do ouvido médio existe ar;

33.O ouvido médio comunica-se com o exterior por meio da trompa de eustáquio;

34.Uma criança de colo, tanto no pouso quanto na decolagem da aeronave, apresenta choro
forte, com movimentação e contração dos braços. Provavelmente a causa desta

inquietação é dor de ouvido;

35.A dor de ouvido causada durante os procedimentos de subida e descida da aeronave se deve
a aerotite;

36.Radiações cósmicas não é exemplo das alterações do ciclo circadiano;

37.O medo é comum nos passageiros em viagem aérea, por isso a presença do comissário é de
suma importância, porque o medo pode levar a uma parada cardíaca;

38.A histeria da conversão deve ser tratada com respeito, devendo o comissário procurar
tranqüilizar o doente;

39.Os passageiros apresentam-se com várias características pessoais diferentes entre si. Este é
um grupo heterogêneo;

40.Passageiro que demonstra medo sempre recorre ao comissário de bordo, procurando ajuda e
apoio. Portanto, deve-se apoiá-lo moralmente, mostrando a segurança de nossas aeronaves;

41.Havendo a descompressão súbita e acidental da cabine, os passageiros deverão receber


imediatamente oxigenação por máscara;

42.A descompressão em voo age sobre o ouvido médio, os seios da face e os gases das
cavidades digestivas;

43.A melhor medida de proteção do passageiro contra o aeroembolismo é a cabine pressurizada;

44.Os dois principais gases atmosféricos que devem ser conhecidos pelo socorrista de bordo são
oxigênio e nitrogênio;
45.A medida que se ganha altura na atmosfera, a pressão atmosférica diminui;

46.A hipóxia é causada pela baixa da pressão parcial de oxigênio no ar alveolar;

47.Para minimizar a secura da mucosa nos voos de cabine pressurizada, sugere-se hidratação
abundante;

48.Os gases que participam com 21% e 78% no ar atmosférico, respectivamente, são oxigênio e
nitrogênio;

49.Os sintomas e sinais de aeroembolismo começam a manifestar-se a partir de 30.000 pés;

50.Com o aumento da altitude, a temperatura diminui;

51.As aerossinusites e aerotites são desencadeadas pelas oscilações de pressão atmosférica;

52.A medida da pressão atmosférica ao nível do mar é 760 mm. Hg;

53.É responsável pela nossa orientação espacial e equilíbrio o labirinto e canais semi-circulares;

54.A membrana timpânica situa-se no ouvido médio e externo;

55.A falta de oxigênio nos tecidos orgânicos é conhecida por anóxia;

56.A administração prolongada de oxigênio em passageiro portador de doença pulmonar pode


acarretar uma parada respiratória;

57.O mal da altitude acontece por causa da queda da pressão parcial do oxigênio;

58.Se um tripulante viaja com dente cariado ou mal obturado, pode apresentar aerodontalgia;

59.O efeito no corpo humano com a descompressão é a diminuição da pressão;

60.Um dos fatores que pode levar a desorientação espacial é a inclinação e turbulência;

61.Um passageiro apresentou hipoxemia. Pode-se dizer que esta teve origem com a queda da
pressão parcial do oxigênio em grandes altitudes;

62.Uma causa que pode determinar a fadiga aérea é o ritmo circadiano;


63.A manobra de Valsava é usada na recuperação da ventilação do ouvido médio;

64.Sensação vaga de mal-estar, palidez, sudorese, discreta hipotensão, náuseas e até vômitos
são sintomas de mal do ar;

65.É causa comum da convulsão na criança ter febre;

66.Em passageiros desmaiados que já se encontram deitados no corredor, é fundamental colocá-


los de lado com a cabeça fletida para trás, porque, no caso de vômitos, evita

a aspiração deste material para os pulmões;

67.Um passageiro apresenta dor forte e constante no tórax, podendo irradiar-se para os braços,
sudorese, agitação e aparência de sofrimento com palidez e pulso fino.

Neste caso, provavelmente está ocorrendo um infarto agudo do miocárdio;

68.Um passageiro apresenta, repentinamente, placas avermelhadas por todo o corpo,


acompanhadas de coceira e inchaço. Neste caso, provavelmente está ocorrendo uma reação
alérgica;

69.Caso um passageiro apresente enjôo intenso seguido de vômito, o atendimento adequado


será ministrar-lhe antiemético e suspender a alimentação;

70.Entre outros fatores inter-relacionados, as reações vagotônicas, hiperexcitabilidade do labirinto


e deslocamento de vísceras, são alguns dos sintomas que definem o mal do ar;

71.Em passageiros que apresentem diarréia abundante, poderá ocorrer uma grave complicação,
como a desidratação;

72.Palidez, mucosas descoradas, pulso rápido e fino e extremidades frias caracterizam a


lipotimia;

73. A situação caracterizada pela sensação de que as coisas estão girando, recebe o nome de
vertigem;

74.Um passageiro, após grande ingestão de bebidas alcoólicas, apresenta-se com sudorese
intensa. Para tratamento nesses casos deve-se administrar café com açúcar, na falta de água
açucarada;

75.Uma dor constante que não se modifica com a respiração ou posição, nem melhora com
vasodilatador coronário, durando de 30 minutos a várias horas, é um sintoma característico de
infarto do miocárdio;

76.Para o atendimento a um passageiro com enjôo, deve-se reclinar a cabeça para trás, melhorar
a ventilação e afrouxar as vestes;

77.Inicialmente em um quadro de diarréia deve-se, de modo geral suspender a alimentação e dar


líquidos;

78.Entre outros sinais, a má coordenação motora, as náuseas, os vômitos e a hipotermia são os


principais sintomas de alcoolismo agudo;

79.O uso de medicamentos que contenham em sua fórmula sulfa ou penicilina pode provocar
uma reação alérgica;

80.De modo geral, o comissário não deve ministrar medicamentos. Em alguns casos, pode-se
ministrar colírio anti-séptico, antitérmicos e analgésicos leves;

81.Uma pessoa prestes a sofrer um desmaio (lipotimia) deve ter sua cabeça mantida baixa para
que seja aumentada a irrigação cerebral;

82.A angina é um tipo de ataque cardíaco que ocorre quando o tecido cardíaco fica pobre em
oxigênio, sem que ocorra a morte celular;

83.Colocar o indivíduo em lugar fresco e bastante ventilado, protegido dos raios solares,
afrouxando suas roupas e colocando bolsa de gelo na fronte, são procedimentos adotados em
pessoas acometidas de insolação ou internação;

84.No atendimento imediato a um desmaio deve-se afrouxar as vestes e colocar a cabeça mais
baixa que o corpo;

85.A conduta realizada em um epilético será proteção do mesmo para que não se machuque ao
debater-se;

86.Nos passageiros que se excedem na bebida alcoólica e que passam a apresentar quadro de
coma artificial, podemos colocá-los deitados com a cabeça fletida para

trás e virada para o lado;

87.Em pessoa alcoolizada, porém não agressiva, deve-se oferecer líquidos bem açucarados;
88.A alergia causada por alimentos pode ser perigosa, pois em alguns passageiros podem levar à
parada respiratória;

89.São causas comuns da diarréia a bordo o medo, alimentação e abuso de bebidas alcoólicas;

90.A hipertermia pode se tornar uma grave manifestação, porque pode causar convulsões na
criança;

91.Um passageiro que apresenta “coceira” intensa no corpo, associada na garganta e tosse seca,
deve receber de imediato antialérgico (fenergan);

92.As conjuntivites são freqüentes a bordo, em virtude do ressecamento da cabine de passageiro.


Com “vermelhidão” e “coceira” nos olhos, aconselha-se o uso de colírios;

93.A asma brônquica causa dispnéia;

94.Após grande ingestão de bebida alcoólica, um passageiro apresenta-se caído e com sudorese
intensa. Deve-se administrar café com açúcar ou água açucarada;

95.Em pessoas que apresentam diarréia abundante, uma grave complicação que poderá ocorrer
será desidratação;

96.Um passageiro sente forte dor na região abdominal direita que se estende para o membro
inferior direito, fica na posição antálgica e apresenta febre alta. Estes sintomas são classificados
como urgência, pois o tratamento deve ser iniciado dentro

de poucas horas, havendo risco de complicações;

97.Em passageiros desmaiados o socorro imediato deve ser deixá-lo deitado elevando suas
pernas;

98.Hepatite, meningite e tuberculose são doenças infecto-contagiosas;

99.Existem vários fatores determinantes de diarréias a bordo. Dentre eles tem-se medo associado
ao excesso alimentar;

100.Para evitar a febre amarela deve-se ser vacinado;

101.A transmissão da hepatite não ocorre através da respiração;

102.A malária e a doença de Chagas são consideradas doenças endêmicas;


103.Icterícia é um dos sintomas de febre amarela;

104.Com relação à Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS), pode-se afirmar que não é
transmissível pelo contato interpessoal;

105.A hepatite, meningite e tuberculose são classificadas como doenças infecto-contagiosas;

106.Segundo o regulamento sanitário internacional, a única doença relacionada a atual exigência


de um certificado internacional de vacinas é a febre amarela;

107.Sarampo, tuberculose e gripe são doenças infecto-contagiosas;

108.Coqueluche, rubéola e sarampo são doenças comuns na infância;

109.As doenças endêmicas mais comuns no Brasil são malária, febre amarela e
esquistossomose;

110.Os sintomas mais comuns apresentados em uma meningite são rigidez na nuca, cefaléia e
náuseas;

111.Os principais sintomas da meningite são rigidez na nuca, cefaléia e náuseas;

112.Para combater a malária e a febre amarela é necessário combater os mosquitos, evitar águas
empoçadas e vacina contra a febre amarela;

113.Sarampo, rubéola e coqueluche são doenças contagiosas que constituem quadros


característicos da infância e está contra indicado ao voo;

114.Um passageiro apresenta dor intensa pré-cordial que se irradia para o membro superior
seguindo o pescoço, mandíbula e abdômen, durante 15 minutos. Diz-se que ele apresenta angina
pectoris. Deixá-lo de jejum, repouso absoluto e dar um vasodilatador;

115.Um passageiro apresenta distúrbio de comportamento, taquisfigmia, hipotermia, má


coordenação motora, distúrbios de consciência indo até o coma. Tudo isto porque ingeriu altas
doses de uma substância líquida que não é água. Portanto, pode-se dizer que ele tem
hipoglicemia devido a ingestão excessiva desta substância;

116.Em determinada região encontra-se um criadouro natural de mosquito do gênero anopheles.


O local é propício para malária;
117.Doença cujo vetor são os roedores do tipo ratos é a leptospirose;

118.A malária é mais comum em Amazonas, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso;

119.As patologias da boca podem ser evitadas com o hábito de escovar os dentes com pasta
dentifrício, diariamente;

120.Na higiene do corpo humano, para restabelecer a oxigenação cutânea natural, deve-se tomar
banho diariamente com sabonete comum;

121.O asseio corporal, alimentação equilibrada e descanso são fatores que contribuem para a
saúde, proporcionando também uma boa aparência pessoal;

122.O sono é uma necessidade biológica regulada pelos mecanismos autônomos do cérebro.
Portanto, a insônia forçada induz a uma redução de eficiência e dos reflexos;

123.Numa altitude de aproximadamente 25.000 pés o TUL será de aproximadamente 5 minutos;

124.O sono é primordial para a saúde, pois a insônia acarreta aumento do desgaste e diminuição
dos reflexos;

125.Dentro do ouvido médio temos ar;

126.Um dos fatores que impede a tendência dos pulmões se colarem chama-se pressão
intrapleural;

127.O bióxido de carbono é importante no estímulo do centro respiratório;

128.Segundo a Organização Mundial de Saúde, uma pessoa para ser considerada saudável deve
estar em equilíbrio mental, social e físico;

129.Deve-se manter a higiene bucal através da escovação, com escova e creme dental, sendo
que na arcada superior, em movimentos circulares e de cima para baixo;

130.Entende-se por higiene os cuidados diários como asseio corporal, alimentação e sono;

131.O processo da troca de gases entre o meio e as células que compõem o organismo chama-
se difusão;

132.Chama-se a junção do monóxido de carbono com a hemoglobina de carboxihemoglobina;


133.A substância que é secretada pelo epitélio alveolar chama-se surfactante;

134.A principal função da respiração é fornecer oxigênio aos tecidos e eliminar gás carbônico;

135.Das células que compõem o tecido sanguíneo os eritrócitos (hemácias) são responsáveis
pelo transporte de oxigênio;

136.A tuba auditiva comunica o ar contido dentro do ouvido médio com o exterior;

137.Devido à possibilidade de provocar uma emergência obstétrica, o voo deve estar contra-
indicado para gestante acima do sétimo mês;

138.Caso haja iminência de um parto a bordo, o comissário deverá, como primeira providência,
comunicar ao chefe de equipe ou ao comandante e procurar um médico a

bordo;

139.O cordão umbilical do feto deverá ser ligado a, aproximadamente, cinco dedos transversos
da parede abdominal, para favorecer-se a formação do côto umbilical;

140.Assim que o feto nascer deve-se mantê-lo de cabeça para baixo e limpar a boca e o nariz;

141.O procedimento adotado com um bebê ao nascer é limpá-lo desobstruindo as vias aéreas e
agasalhar;

142.A última fase do parto é eliminar a placenta;

143.A bordo de uma aeronave comercial em voo, a gestante deve aplicar seu cinto de segurança
no baixo ventre;

144.Se houver ruptura do períneo por ocasião do parto a bordo deve-se fazer hemostasia local
com gaze ou panos limpos, comprimindo a região;

145.O primeiro sintoma de uma passageira que se encontra em trabalho de parto são as
contrações uterinas;

146.Havendo dois comissários para prestarem, em conjunto, o mesmo tipo de socorro em uma
criança, o ritmo é 5 MCE para 1 RA (MCE= massagem cardíaca e RA= respiração boca-

a-boca);
147.Havendo um comissário para prestar primeiros socorros a um passageiro, que necessita
massagem cardíaca externa e respiração boca-a-boca, o ritmo combinado para ambas as
manobras será 15 MCE e 2 RA (MCE= massagem cardíaca e RA= respiração boca-a-

boca);

148.A um passageiro com parada respiratória deve-se, de imediato, fazer respiração boca-a-boca
numa freqüência de 12 a 20 inclusões por minuto;

149.O uso de oxigênio a bordo pode ser feito de maneira criteriosa observando-se a necessidade
para tal e o tempo ideal de uso;

150.Os passageiros que estão sob oxigenoterapia por máscara devem ser atentamente vigiados
porque podem evoluir para parada respiratória;

151.A respiração boca-a-boca está indicada na parada respiratória;

152.O uso de oxigênio por máscara está indicado nos passageiros com dispnéia e cianose;

153.A midríase paralítica é característica da parada cardio-respiratória;

154.Passageiro que apresenta ausência de movimentos respiratórios, de pulso carotídeo e


também presença de midríase, deve ser submetido de imediato a massagem cardíaca e
respiração boca-a-boca de maneira coordenada;

155.A uma vítima de asfixia por corpo estranho e que se encontra com parada respiratória, deve-
se procurar retirar o corpo estranho e, em seguida, se necessário, aplicar a respiração artificial;

156.Em um passageiro com parada cardio-respiratória, deve-se colocá-lo deitado e fazer


massagem cardíaca e respiração boca-a-boca, numa proporção de 15 massagens para cada 2
respirações (15x2) se estiver sozinho ou acompanhado;

157.No caso de parada respiratória deve-se aplicar a respiração artificial de imediato;

158.A vítima de infarto deve permanecer em repouso;

159.A respiração artificial deve ser feita com a freqüência de 16 vezes/minuto;

160.Pode-se determinar a pulsação de um passageiro preferencialmente nas artérias radiais e


carotidianas;
161.Um tripulante sofreu uma fratura de fêmur, tendo a pele rompida por um fragmento ósseo. É
uma fratura do tipo “exposta”;

162.A imobilização provisória é feita sem que se tente fazer redução do foco de fratura, ou sem
redução de luxação;

163.Ao imobilizarmos provisoriamente um caso fraturado, cujos fragmentos estejam fora do lugar,
não devemos colocá-lo na posição normal, porque evita possível ruptura de um vaso sanguíneo;

164.Um tripulante ao fazer a barba, cortou-se com a gilete. Ele realizou uma ferida incisa;

165.A imobilização de uma fratura deve ser feita através de talas rígidas;

166.Nas contusões ocorridas a bordo, o melhor analgésico é gelo no local;

167.A imobilização provisória é obrigatoriamente feita nos passageiros que tenham sofrido uma
luxação ou fratura;

168.O grande queimado é aquele que apresenta grande extensão de pele queimada acima de
20% de área;

169.Uma queimadura de segundo grau atinge epiderme e derme;

170.Nas queimaduras leves a conduta imediata é colocar compressas frias;

171.Nas queimaduras de segundo grau deve-se colocar compressas de água ou soro fisiológico
sobre a lesão;

172.O melhor meio para o transporte de acidentados é a maca;

173.Em um passageiro que apresente um ferimento por corte, da caixa de primeiros socorros,
deve-se utilizar para o atendimento sabão, mertiolate, gaze, pinça e esparadrapo;

174.Para se remover a água das vias aéreas, em caso de afogamento, a vítima deve ser
colocada em decúbito ventral;

175.A medicação adequada para que se possa combater a febre é antitérmico;

176.Manipular um membro fraturado não é um procedimento adequado. O risco que poderá


ocorrer é ruptura de uma artéria;
177.Quando for executada a RCP por somente um socorrista, a cada duas ventilações
executadas deverá ser efetuado 15 massagens;

178.Os passageiros inconscientes devem ser transportados com a cabeça lateralizada, pois no
caso de vômito, evita a aspiração;

179.Um curativo no globo ocular deve ser oclusivo;

180.Para se fazer a respiração boca-a-boca, o paciente deve ser colocado em decúbito dorsal,
com a cabeça em hiperextensão;

181.Insolação e intermação são fenômenos causados por calor;

182.A ausência de movimentos respiratórios é uma apnéia;

183.Entorse é um tipo de lesão que, devido a um movimento anormal, compromete as peças


ósseas que se articulam, sem, no entanto, acarretar perda de relação entre as mesmas;

184.A exposição excessiva ao Sol pode provocar uma queimadura de primeiro grau;

185.O tipo de hemorragia que ocorre no organismo, onde o sangue não se exterioriza, ficando
retido em alguns órgãos localizados, por exemplo, no abdômen, tórax e caixa craniana,
denomina-se hemorragia interna;

186.Caso um acidentado apresente um ferimento com hemorragia abundante em um membro, o


método de hemostasia a ser empregado será o de compressão;

187.Luxação é uma lesão que ocorre nas articulações;

188.No caso de fratura em que o osso atravesse a pele, tem-se uma fratura do tipo exposta;

189.As queimaduras de primeiro, segundo e terceiro graus atingem, respectivamente, epiderme;


epiderme e derme; epiderme, derme e tecidos profundos;

190.Na avaliação da respiração, a freqüência normal dos movimentos respiratórios é de 12 a 20


por minuto. Se o número desses movimentos estiver acima de 20 por minuto, caracteriza-se uma
taquipnéia;

191.Caso um passageiro apresente enjôo intenso, seguido de vômito, o atendimento adequado


será ministrar-lhe antiemético e suspender a alimentação;
192.Para proceder-se a massagem cardíaca externa, deve-se colocar o passageiro em lugar fixo
e duro, estando o mesmo em decúbito dorsal;

193.A gravidade de uma queimadura é determinada pela quantidade de pele queimada;

194.Um passageiro encontra-se em parada respiratória vítima de asfixia por corpo estranho. O
atendimento adequado será retirar o corpo estranho e se necessário, aplicar a respiração;

195.Uma lesão de cabeça em que haja sangramento intenso, porém sem maiores complicações,
e na qual o passageiro mantenha-se consciente, é do tipo superficial;

196.Uma fratura cujo osso se parte na totalidade de sua espessura é do tipo completa;

197.O procedimento de emergência que faz cessar a hemorragia de um ferimento, denomina-se


hemostasia;

198.As feridas provocadas por agentes cortantes afiados são do tipo incisas;

199.Identifica-se o traumatismo ocular interno quando são afetados a córnea e o globo ocular;

200.Ausência de pulso e pupilas dilatadas são sintomas para o paciente que apresenta parada
cardíaca e necessita de massagem cardíaca externa;

201.Uma queimadura de terceiro grau caracteriza-se por necrose;

202.Colocar o passageiro sentado com a cabeça para trás e apertar-lhe as narinas durante 5
minutos, é o tratamento adequado em caso de hemorragia nasal;

203.Em caso de ingestão acidental ou voluntária, de doses letais de medicamentos, deve-se fazer
uma lavagem gástrica, se o passageiro estiver consciente e se a ingestão tiver ocorrido, no
máximo, à 4 horas;

204.Na avaliação da respiração, a freqüência dos movimentos respiratórios acima do seu valor é
taquipnéia;

205.A seqüência correta no atendimento da parada cardíaca é: - desobstrução das vias aéreas –
ventilação e massagem;

206.O primeiro socorro adotado frente a uma contusão leve é a aplicação de frio no local e
analgésico;
207.Nas queimaduras de segundo grau deve-se colocar compressas geladas e não furar as
bolhas;

208.Uma hemorragia que jorra em jatos, acompanhando o ritmo da pulsação, com coloração
vermelho-vivo e aspecto espumoso, é do tipo arterial;

209.Um dos perigos da hipertermia em crianças é a convulsão;

210.Como primeira medida de assistência no caso de socorro a um passageiro que apresente


crise convulsiva epilética, deve-se lhe afrouxar as vestes e deixá-lo debater-se, protegendo-o;

211.Havendo necessidade de solicitação de médico a bordo, cabe ao comissário anotar o nome e


o CRM correspondente;

212.Para uma pessoa com parada respiratória, o método boca-a-boca é indicado, pois o ar
expirado pelo socorrista é introduzido na vítima e possui, além do oxigênio, gás carbônico, que é
estimulante do centro respiratório;

213.Um passageiro apresenta-se com cefaléia, náuseas, ânsia, mal estar epigástrico, chegando
até o vômito. Diz-se que apresenta mal do ar, devido ao movimento da aeronave;

214.Um passageiro apresenta-se com enjôo. A conduta é fletir a cabeça para trás, fechar os
olhos, respirar profundamente, administrar um antiemético;

215.Em uma construção, o servente de pedreiro acidentou-se e parte da lança do portão


atravessou seu abdômen. Esse ferimento é classificado de penetrante;

216.Politraumatizado é um indivíduo que apresenta traumas variados em vários segmentos


corpóreos;

217.A conduta que se deve adotar em caso de queimaduras é não furar as bolhas, lavar com
água em abundância, imobilizar com gaze, vaselina e ataduras, se possível;

218.Diz-se que um indivíduo é um grande queimado quando a extensão da área corporal lesada
for superior a 20%;

219.Dor de cabeça, anorexia, hipertermia, convulsões e até morte são sintomas graves de
intermação;

220.Se uma superfície áspera atritar com uma determinada área corpórea, tem-se uma
escoriação;
221.A conduta em caso de queimadura a bordo é compressas de água fria por ± 15 minutos;

222.O tratamento do quadro: formigamento, entorpecimento que pode chegar até a perda da
consciência, isto devido a queda de dióxido de carbono, é tranqüilizar a vítima e

fazê-la realizar apnéia. Caso não consiga com estas técnicas, fazê-la respirar no

saco de papel ou voo;

223.Em uma imobilização provisória, o tipo de tala adequado é rígida, sem pressão excessiva;

224.A conduta a ser adotada no atendimento dado a um passageiro com hematêmese é


lateralizar a cabeça, colocá-lo no decúbito dorsal e colocar gelo;

225.O homem sobrevive privado totalmente de oxigênio durante 5 minutos;

226.Em uma hemorragia nasal (epistaxe), deve-se fazer tamponamento das fossas nasais,
compressão das asas nasais e fletir a cabeça para trás na posição sentada;

227.O que caracteriza o tipo de hemorragia arterial são os jatos intermitentes (pulsátil), vermelha
viva e grave pela grande quantidade de sangue perdido. A venosa é contínua, vermelha escura e
em menos quantidade, e a capilar é sempre em pequenas quantidades, contínua, e, portanto, de
pouca gravidade;

228.Uma vítima sofreu um ferimento no braço direito, cuja hemorragia só pode ser coibida com
um garroteamento que foi mantido durante 6 horas, tempo que durou para chegar ao hospital. No
hospital, tiveram que lhe amputar o braço. Conclui-se que o torniquete aplicado deveria ser
afrouxado a cada 15 minutos;

229.A vítima de uma séria hemorragia, se transportada, deve ser mantida com a cabeça mais
baixa que o corpo;

230.A hemorragia resulta numa lesão vascular;

231.É norma em primeiros socorros afrouxar-se ligeiramente o garrote, num processo de


hemostasia, a cada 15 minutos;

232.A primeira medida tomada diante de uma hemorragia é comprimir o local que sangra;

233.Quando em um ferimento fazemos cessar uma hemorragia, estamos praticando a


hemostasia;

234.Passageiro que sofreu um ferimento que apresenta sangramento intenso e contínuo. Esta
hemorragia é venosa;

235.A hemorragia arterial, por ser grave, e não coibida, deve ser tratada usando-se o garrote com
afrouxamento a cada 15 minutos;

236.Nas hemorragias internas de passageiros a bordo, o único recurso que pode ser utilizado é
colocá-lo deitado com as pernas para cima, apoiadas no encosto da poltrona;

237.Em um acidente de avião, um passageiro sofreu contusão nasal que começou a sangrar pela
narina direita. O primeiro socorro será manter a vítima recostada em uma cadeira, fletir sua
cabeça para trás e comprimir a asa do nariz do lado afetado

de encontro ao septo nasal;

238.O garrote ou torniquete é uma medida de hemostasia que deve ser aplicada só se a
compressão no local não der certo, desde que seja nos membros;

239.A vítima de acidente que já perdeu mais de um litro de sangue, apresenta-se com palidez e
pulso rápido;

240.O uso de garrote tem complicações posteriores muito graves. Por isto, ao aplicá-lo, deve-se
apertá-lo por 15 minutos, deixando frouxo por 30 segundos a seguir;

241.Em termos de gravidade, a hemorragia mais importante nos humanos é a arterial;

242.As bolhas de queimadura devem ser mantidas íntegras;

243.Uma queimadura de 2o grau caracteriza-se por bolhas ou flictemas;

244.Uma queimadura de 1o grau caracteriza-se por eritemas;

245.Diz-se que um indivíduo apresenta queimadura de 3o grau quando nota-se a presença de


escaras amareladas com tecido enegrecido ao redor e não dói;

246.A insolação e intermação ocorrem, respectivamente por exposição ao Sol por períodos
prolongados e em locais sem ventilação e superaquecidos;

247.A profilaxia para insolação e intermação é ingerir líquidos em abundância, não se expor por
prolongados períodos ao Sol e lugares ventilados;

248.Em um pouso de emergência o passageiro feriu sua cabeça levantando um retalho do couro
cabeludo. O ferimento traumático produzido foi lacercontuso;

249.Ao depilar a perna uma pessoa cortou-se. O ferimento produzido foi inciso;

250.A queimadura de 2o grau atinge, respectivamente, epiderme e derme;

251.A característica da queimadura de 1o grau é eritema e dói muito (ardência);

252.A conduta em caso de trauma abdominal será colocar a vítima em decúbito dorsal e pernas
fletidas para diminuir a dor;

253.Em um acidente a vítima encontra-se com a presença de corpo estranho encravado no


abdômen. A sua conduta será imobilizar o corpo estranho e, caso haja vômito, lateralizar a
cabeça;

254.No atendimento pré-hospitalar (APH) o socorrista deverá dar o suporte básico no local para
que posteriormente seja realizado o atendimento definitivo;

255.No estado de choque, o comissário deve executar o seguinte tratamento, em benefício do


passageiro: - repouso absoluto + aquecimento + cabeça baixa;

256.Palidez + mucosas descoradas + pulso rápido e fino + extremidades frias, caracteriza-se o


estado de choque;

257.Uma vítima se encontra pálida, com pulso rápido e sudorese intensa. A suspeita do quadro
mórbido que acomete é estado de choque e o primeiro socorro que deve-se fazer é mantê-la
agasalhada e de cabeça baixa;

258.No choque hipovolêmico ocorrido por perda sanguínea arterial, como socorro imediato deve-
se colocar o passageiro no corredor, com as pernas para cima, apoiadas no assento;

259.Choque hipovolêmico se caracteriza por taquicardia, sudorese, palidez de pele, alterações da


consciência, incapacidade para ficar de pé;

260.Taquicardia caracteriza-se por freqüência do pulso arterial maior que 100 bpm;

261.Ausência de pulso e pupilas dilatadas são os sinais que um passageiro pode ter parada
cardíaca, e que deve ser feito nele massagem cardíaca externa;
262.Uma queimadura de 3o grau atinge epiderme, derme e tecidos profundos;

263.A principal complicação imediata de uma queimadura de grande extensão é a perda de


líquidos e eletrólitos;

264.Uma queimadura de 3o grau caracteriza-se por necrose de tecidos;

265.Uma queimadura de 1o grau atinge a epiderme;

266.A gravidade de uma queimadura se analisa pela extensão da lesão;

267.Os órgãos do abdômen são bastante vulneráveis a lesões por traumatismo, porque o
abdômen não apresenta arcabouço ósseo;

268.Chama-se de ITCH a presença de bolhas de nitrogênio na pele;

269.Um passageiro acidentado só pode ser removido do local onde se encontra depois de ser
devidamente examinado e se forem usadas técnicas de transporte;

270.No caso de corpo estranho nos olhos, o procedimento correto é pingar soro fisiológico,
colírio, fazer curativo oclusivo e esperar o médico;

271.No caso de um corpo estranho na laringe de um acidentado, a conduta indicada é colocá-lo


em decúbito dorsal com compressão no peito;

272.Para fazer uma respiração boca-a-boca, a cabeça da vítima deverá estar hiperestendida;

273.Nas lesões abdominais profundas deve-se deixá-lo em jejum;

274.Ao cair substância química no olho, o curativo empregado deve ser oclusivo frouxo;

275.Para estancar a hemorragia em fratura de mandíbula deve-se proteger o ferimento, apoiando


a fratura;

276.Deve-se realizar um curativo na seguinte seqüência: - hemostasia – antissepsia e


imobilização com bandagem, entre outros;

277.Lavar as mãos antes do ferimento ser tocado, desengordurar a pele, fazer a tricotomia no
local e depois realizar o curativo é a forma correta de se tratar um ferimento;
278.Em ferimento corto contuso, deve ser realizado o curativo seco, antissepsia em volta do
ferimento, ponto falso, iniciando no meio do corte para as extremidades e protegendo a área;

279.Taquipnéia se traduz em movimentos respiratórios aumentados e superficiais;

280.Um indivíduo adulto tem uma freqüência de pulso de 60 a 100 pulsações por minuto;

281.Diz-se que uma vítima que apresenta a freqüência de pulso em torno de 140 pulsações por
minuto tem taquisfigmia;

282.A posição do socorrista ao realizar a manobra de reanimação cardio-pulmonar deverá ser ao


lado do ombro;

283.Para evitar a aerossinusite, deve-se não voar gripado ou resfriado;

284.Na aeronave um colega passa mal, pois é uma de suas primeiras viagens. Reclama do
movimento do avião, apresenta náuseas, cefaléia, ânsia e vômitos. O provável diagnóstico é
aerocinetose;

285.Ocorreu um corte com bordas e fundo irregular produzido por instrumento pouco afiado. Diz-
se que o ferimento é corto contuso;

286.Ao passar roupa com um ferro elétrico, queimou-se a mão. Esta queimadura foi do tipo
térmica;

287.Referente ao conjunto de medicamentos, o comissário deve anotar o remédio, o nome e o


CRM do médico;

288.A imobilização com maca rígida deve ser aplicada na fratura lombar;

289.Vários fragmentos ósseos sem atingir a pele é uma fratura cominutiva;

290.Em um trauma de cabeça o sistema nervoso central é atingido. Identifica-se por traumatismo
profundo;

291.Em um trauma de cabeça ocorre uma fratura óssea e o fragmento atinge o encéfalo. É um
traumatismo crânio-encefálico;

292.Em caso de evisceração deve-se deixar a víscera na forma encontrada. Colocar gaze
embebida com soro fisiológico na temperatura de mais ou menos 37o. Cobrir com saco plástico e
imobilizar a área;
293.A técnica adequada em caso de corpo estranho encravado é nunca retirá-lo, imobilizar com
gazes e ataduras;

294.A conduta em caso da presença de corpos estranhos encravados é não retirá-lo porque
diminui a lesão e não atinge tecidos vizinhos como vasos e nervos;

295.Pneumotórax, hemotórax e choque identificam complicações provenientes do trauma


torácico;

296.Para tratar um indivíduo com trauma fechado de tórax deve-se colocá-lo em decúbito elevado
e se respira bem, fazer enfaixamento torácico em apnéia expiratória;

297.A presença de evisceração é característica de lesão abdominal;

298.Ao abordar uma vítima, o primeiro procedimento será estímulo verbal;

299.Caso uma vítima apresente inconsciência com alterações dos batimentos cardíacos

e padrões respiratórios, cujo histórico é não se alimentar por um período de tempo

prolongado, o provável diagnóstico e conduta serão, respectivamente, lipotimia,

elevar as pernas 30 cm mais ou menos e dar algo forte para cheirar;

300.São sinais e sintomas da hipertensão arterial apresentar pele vermelha, quente e pulso forte;

301.No exame físico avalia-se a posição da vítima, estado geral, grau de consciência e hálito;

302.Em uma vítima cujas pupilas se apresentam de tamanhos diferentes, diz-se que são
anisocóricas;

303.Os parâmetros que representam melhor os dados vitais são freqüência de pulso, freqüência
respiratória, temperatura e pressão arterial;

304.Em adultos deve-se fazer a reanimação cardio-pulmonar (massagem cardíaca e ventilação)


na proporção de, respectivamente, 15x2;

305.A manobra tríplice ou de propulsão da mandíbula deverá ser usada quando há suspeita de
lesão de coluna; Para saber se as deflexões sobre o esterno estão corretas, peça para o outro
socorrista sentir o pulso carotídeo; Deve-se hiperestender a cabeça, desde que não haja lesão na
coluna e usar sempre anteparos de proteção, como, por exemplo, máscara oro-nasal;

306.Se uma vítima se queixa da presença de sensações onde o mundo gira ao seu redor ou ela
gira ao redor do mundo, devido à presença de grandes altitudes, diz-se que ela apresenta
vertigem;

307.O tratamento realizado para pessoas que a bordo apresentam vertigem é colocar a vítima
com a cabeça apoiada numa mesma posição no encosto da poltrona, afrouxar as vestes, fechar
os olhos e mostrar segurança da aeronave;

308.Em crianças (1 a 8 anos de idade) deve-se fazer a reanimação na seqüência de massagem


cardíaca e respiratória, respectivamente 5x1 com uma mão;

309.Um passageiro acidentou-se dentro da aeronave e produziu uma contusão abdominal. Em


pouco tempo evoluiu para alterações vitais e apresenta: palidez, sudorese, pulso

fino e acelerado (fraco), hipotensão, sede, confusão mental, entre outros. Ele apresenta choque;

310.Passageiro com discreta hipotensão, sudorese e vômito caracteriza mal do ar;

311.O passageiro bateu o braço, tendo uma contusão leve. O procedimento é a aplicação de frio
no local e enfaixamento;

312.A perda total da relação de superfície óssea de uma articulação é denominada luxação;

313.Hemorragia no couro cabeludo deve ser contida através de hemostasia e compressão suave
no local;

314.Num ferimento com lâmina cortante suja de terra, o primeiro procedimento é lavar com água
corrente e sabão neutro;

315.Ao realizar o RCP com 2 socorristas, o auxiliar que irá desobstruir as vias aéreas, deverá
ficar ao lado da vítima e na altura do ombro;

316.O tipo de queimadura que atinge apenas a epiderme é de 1o grau;

317.A um passageiro com crise asmática e aparência cianótica deve-se ministrar a


oxigenoterapia umidificada;

318.O pulso é um sinal vital que não se apresenta na parada cardíaca;


319.De acordo com o RBHA-121, dentre vários itens exigidos em um conjunto de primeiros
socorros, encontram-se antidiurético, analgésico e tesoura;

320.Um passageiro em crise convulsiva deve ter, como socorro imediato, as vestes afrouxadas e
a proteção das áreas que podem sofrer traumas;

321.A conduta imediata em caso de queimadura de 1o grau é lavar com água e sabão;

322.Contusão é um tipo de lesão na qual o tecido permanece íntegro, porém com

presença de edema;

323.O quadro que pode levar um indivíduo a uma convulsão é hipertermia;

324.Diz-se que um indivíduo que apresenta falta de ar, ou melhor, dificuldade para respirar, está
dispneico;

325.Na hiperventilação temos hipocapnia ou hipocardia;

326.Taquipnéia se traduz em movimentos respiratórios aumentados e superficiais;

327.Como técnica de biossegurança deve-se proteger os seus ferimentos, calçar luvas de


procedimentos e, se possível, usar máscara e óculos;

328.O sangramento proveniente de uma lesão pulmonar denomina-se hemoptise;

329.O cuidado que deverá ser tomado por um socorrista, caso haja um sangramento vaginal
intenso, é manter a vítima deitada e aplicar bolsa de gelo, manter as pernas mais altas que a
cabeça e aplicar oxigênio por máscara;

330.Ansiedade, medo, ambientes lotados e pouca ventilação, cenas desagradáveis, falta de


alimentação, podem desencadear síncope;

331.No início da reanimação cardio-pulmonar, percebe-se que o ar insuflado não chega aos
pulmões. A conduta será reposicionar a cabeça da vítima e depois, caso o ar continue não
entrando, realizar a manobra de compressão sub-diafragmática por 10 vezes;

332.Em bebês acima de 28 dias devemos fazer a reanimação cardio-pulmonar na proporção de


1x5, com 2 dedos no esterno e boca-a-boca nariz;

333.Superfície não rígida, posição das mãos em local incorreto, interrupções prolongadas nas
compressões, representam alguns erros que podem ser cometidos na massagem cardíaca;

334.A conduta a ser adotada em caso de epistaxe na ordem correta é compressão, compressas
frias e tamponamento;

335.A hemorragia arterial é de coloração vermelho vivo, pulsátil e é grave. A venosa é de


coloração escura, contínua e pode ser intensa dependendo do vaso lesado;

336.Um adulto apresenta melena. Dizemos que esta hemorragia é proveniente de tracto digestivo
entérico;

337.Em casos de amputação devemos preservar o membro colocando um pano limpo, saco
plástico e depois recipiente apropriado com gelo de geladeira;

338.Uma vítima inconsciente e com ausência de movimentos respiratórios está apnéica;

339.Ao transportar um acidentado, para que não haja complicações no futuro deve-se analisar a
cena do acidente amplamente e só depois usar técnicas apropriadas de transporte dando suporte
à coluna;

340.O socorro eficiente deverá ocorrer, preferencialmente, antes do 4o minuto em que o indivíduo
se encontra em parada cardio-pulmonar;

341.Respiração lenta e profunda, pulso lento, vômitos em jato, pupilas desiguais, otorragia e sinal
de batalha identificam traumatismo craniano encefálico;

342.Uma vítima apresenta-se deitada no local do acidente e observa-se saída de sangue pelo
ouvido. Na palpação constata-se sinais de afundamento craniano e sangue. A conduta do
comissário é imobilizar com faixas, deixando o sangue do ouvido sair livremente e jejum;

343.Em caso de fratura mandibular, deve-se não tracionar, deixar a mandíbula elevada mantendo
os dentes cerrados e imobilizar;

344.Ao depararmos com um corpo estranho no globo ocular, deve-se ocluir sem compressão,
mas antes lavar com abundância com água ou soro fisiológico;

345.Diz-se que o trauma de globo ocular é misto quando atinge a pálpebra e esclerótica;

346.Em caso de evisceração ocorrido após acidente aéreo e cujo socorro irá demorar, deve-se
não recolocar no lugar, umedecer com soro fisiológico e gaze, cobrir com saco plástico, imobilizar
com anel triangular e jejum absoluto;
347.Para indivíduos que sofreram um traumatismo de cabeça devido a uma queda da escada da
aeronave, o decúbito adequado é dorsal, se inconsciente, maca rígida com proteção do pescoço
(colar cervical);

348.Hipovolemia, vômitos com conteúdo fecalóide e distensão abdominal são sinais e sintomas
de trauma fechado de abdômen;

349.Diz-se que um ferimento abdominal é profundo quando atinge o peritônio e alguma víscera;

350.Politraumatizado é o indivíduo que apresenta várias lesões traumáticas em vários segmentos


corpóreos;

351.Em um trauma aberto de tórax que evidenciamos a saída de sangue aerado, deve-se realizar
curativo de três pontas, que funciona como válvula;

352.Inchaço, dor que piora com a respiração e hemoptise são sinais e sintomas que indicam uma
lesão no tórax;

353.Quando ocorre uma lesão na cabeça com sangramento abundante e atingindo o couro
cabeludo, identifica-se como lesão superficial;

354.O tratamento apropriado para um passageiro em choque é manter a cabeça mais baixa;

355.O que identifica a gravidade de uma queimadura é a extensão;

356.Não se deve ministrar líquidos a um passageiro em choque;

357.As intoxicações por gás (monóxido de carbono) podem ser fatais. Nos intoxicados que ainda
respiram deve-se aplicar oxigênio de imediato;

358.A intoxicação pelo monóxido de carbono pode causar parada respiratória;

359.Um indivíduo com infecção urinária grave apresenta hemorragia hematúria;

360.Alimentação equilibrada e descanso são algumas alternativas adequadas com relação aos
fatores que contribuem para a saúde e aparência pessoal;

361.O que atrapalha um tripulante obeso é dificuldade na locomoção em uma emergência;

362.A manobra de Hemlech deve ser usada em pessoa que aspirar um corpo estranho;
363.O oxigênio terapêutico tem como finalidade atender passageiro com insuficiência respiratória;

364.Ao se realizar a massagem cardio-respiratória (RCP), objetiva-se oxigenação e circulação


sanguínea até a chegada dos médicos;

365.Um passageiro encontra-se alcoolizado e consciente. Neste caso, a conduta adequada é dar
líquidos com açúcar;

366.Em uma imobilização provisória, o tipo de tala adequada é rígida sem pressão excessiva;

367.A conduta a ser adotada no atendimento dado a um passageiro com hematêmese é


lateralizar a cabeça, colocá-lo no decúbito dorsal e colocar gelo;

368.Palidez, hipotermia, hipotensão, sudorese e sede são sintomas de choque hipovolêmico;

369.No caso de corpo estranho nos olhos o procedimento correto é pingar soro fisiológico, colírio,
fazer curativo oclusivo e esperar o médico;

370.No caso de um afogado, a conduta indicada é colocá-lo em decúbito ventral com compressão
forte nas costas;

371.Nas lesões abdominais profundas deve-se deixá-lo em jejum;

372.Para a pessoa apresentar uma saúde adequada existem fatores que contribuem, tais como
descanso adequado e alimentação equilibrada;

373.A freqüência respiratória no adulto em condições normais é de 15 a 18 mr/min;

374.Os problemas que exigem suplemento de oxigênio é dispnéia e cianose;

375.A hipotermia no adulto ou criança pode resultar parada cardíaca;

376.A luminosidade excessiva e a baixa umidade relativa do ar dentro da aeronave,

são fatores que desencadeiam estresse;

377.O ciclo circadiano do aeronauta altera-se a partir do cruzamento de 4 fusos horários;

378.A aerossinusite ocasionada pela decolagem da aeronave tem com causa a diferença da
pressão atmosférica;
379.A despressurização rápida da aeronave e conseqüente diminuição da pressão atmosférica
acarreta hipóxia;

380.Quando inicia a pressurização com a subida da aeronave, o ouvido médio é afetado,


podendo ocasionar ensurdecimento;

381.Em caso do passageiro apresentar sintomas de cardiopatia e solicitar o remédio do kit


médico, a conduta correta é chamar o chefe de equipe para pedir um médico que

esteja a bordo;

382.Nos casos de fratura no antebraço o procedimento é colocar uma tala com fixação acima e
abaixo da lesão e uso de tipóia;

383.A metrorragia é um sangramento oriundo do aparelho genital;

384.Em caso de garroteamento da perna que apresenta hemorragia, o membro deverá manter-se
elevado;

385.Em caso de queimadura que apresente bolha, a conduta em relação à bolha deverá ser
mantida íntegra;

386.Afrouxar as vestes, colocar gelo na parte frontal e beber água potável é procedimento em
caso de intermação;

387.Em caso de parada cardio-respiratória num atendimento com apenas um socorrista, a


quantidade de massagens que deverá ser feita após a seqüência de duas respirações é de 15;

388.A malária e a febre amarela são doenças típicas da Amazônia;

389.A diarréia e a desidratação são sintomas de cólera;

390.Tuberculose, hanseníase e hepatite são doenças classificadas como infecto-contagiosas;

391.A pessoa com dificuldade em expirar e apresenta ruídos ao respirar, possui asma;

392.A primeira fase do parto é contração uterina e rompimento da bolsa;

393.Aerocinetose é um conjunto de reações relacionado com o movimento da aeronave, que leva


ao vômito;
394.A fratura de clavícula deverá ser imobilizada colocando tipóia em forma de 8 entre os
ombros;

395.São sintomas de asma brônquica chiado, bronco constrição e dispnéia;

396.No afogado pálido deve-se iniciar a respiração artificial e, caso necessário, aplicar RCP com
oxigênio;

397.Escalas intermediárias, vôos retardados, materiais inadequados e voar com limite de mau
tempo desenvolvem fadiga;

398.O politraumatizado deverá ser vigiado atentamente porque pode evoluir para complicações
como parada cardio-respiratória;

399.Um indivíduo que ingeriu grandes quantidades de álcool, apresenta hipóxia histotóxica;

400.Um indivíduo intoxicado com monóxido de carbono apresenta hipóxia hipêmica


CMS – BLOCO 3 – ASPECTOS AEROMEDICOS RELACIONADOS À PRESSÃO
ATMOSFÉRICA NA AERONAVE

Unidade 2 – Aspectos aeromédicos relacionados à pressão atmosférica na aeronave

2.1 Atmosfera terrestre (revisão)

A atmosfera terrestre é uma massa de ar inodora e incolor que envolve a Terra e tem
como principal função filtrar os raios solares.

2.1.1 Definição. Composição. Camadas. Relação pressão x altitude

No nível médio do mar (MSL), o ar é composto de:

78% de Nitrogênio21% de Oxigênio1% de outros gases

O vapor de água não é considerado na composição acima. Ele é forçado a fazer parte
do ar atmosférico devido à evaporação da água na superfície. Sua porcentagem varia de
0% (seco) a 4% (saturado).

A atmosfera terrestre possui cerca de 100 km de extensão e é dividida em cinco


camadas de acordo com a variação de temperatura, altura, processos fisioquímicos e
composição. As camadas são as seguintes:

Troposfera: camada mais baixa e mais intranqüila da atmosfera, onde acontecem quase
todos os fenômenos meteorológicos. A temperatura diminui 2ºC a cada 1000 pés
(gradiente térmico) na medida em que se sobe.Tropopausa: é a segunda camada, entre a
troposfera e a estratosfera. Sua principal característica é a Isotermia (temperatura
constante de 56,5ºC mesmo com a variação de altitude).Estratosfera: é a terceira camada.
Suas principais características são a difusão da luz solar e concentração de Ozônio, que
funciona como filtro seletivo. Ionosfera: quarta camada, onde se inicia o processo de
filtragem chamado Absorção. Absorve a radiação do sol composta de raios gama, raios X
e raio7s ultravioleta penetrantes. É onde ficam os satélites.Exosfera: quinta e última
camada, se confunde gradualmente com o espaço sideral. Não exerce nenhum efeito
direto no processo de filtragem.

Á medida que o homem subiu a altitudes cada vez maiores, na aviação, escalando
montanhas e em veículos espaciais, tornouse cada vez mais importante conhecer os
efeitos da altitude e das baixas pressões de oxigênio sobre o corpo humano.

Pressões atmosféricas a diferentes altitudes:

7 ao nível do mar a pressão atmosférica é de 760 mmHg.

A 10.000 pés, a pressão é de apenas 523 mmHg.A 50.000 pés, a pressão atmosférica é
de 87 mmHg.

Esse decréscimo de pressão atmosférica é a causa básica de todos os problemas da


hipóxia na fisiologia de grandes altitudes, porque à medida que a pressão atmosférica cai,
a pressão parcial de oxigênio diminui proporcionalmente, permanecendo sempre em 21%
da pressão atmosférica total. Ou seja, em uma pressão de 760 mmHg no nível do mar,a
pressão parcial de oxigênio será de 159 mmHg. Porém, a 50.000 pés, onde a
pressão atmosférica é de apenas 87 mmHg, a pressão parcial de oxigênio será
de somente 18 mmHg (incompatível com a vida).

2.2 Cabine pressurizada – Definição. Relação com a pressão atmosférica e a altitude

A quantidade de oxigênio diminui à medida que uma aeronave sobe, tornando mais difícil
a respiração. Até a altitude de 10.000 pés, uma pessoa consegue respirar normalmente.
Entre 10.000 e 12.000 pés o organismo ainda consegue se adaptar. Com o
desenvolvimento da aviação, tornouse necessário voar mais alto e mais rápido. Para
tanto, foram desenvolvidas aeronaves com cabine pressurizada, ou seja, a pressão interna
das cabines é mantida entre 6 e 8 mil pés, a fim de garantir a quantidade adequada de
oxigênio, permitindo que as aeronaves voem acima de 12.000 pés.

2.3 Pressurização de cabine de aeronave – Finalidade. Processo

Em aeronaves com cabine pressurizada, o sistema de pressurização retira ar dos motores


através de válvulas chamadas bleeds e injeta na cabine. Quanto mais ar for injetado,
maior será a pressão e menor será a “altitude de cabine”. Porém deve haver uma
válvula de saída de ar, pois uma injeção constante de ar poderia explodir a cabine. Por
isso, existem as válvulas chamadas out flow, que eliminam parte do ar injetado na cabine.
A pressurização permite voos em grandes altitudes sem a necessidade do uso de
equipamento auxiliar de oxigênio. Também permite controlar satisfatoriamente o
aquecimento e a ventilação da cabine, reduzir a freqüência de danos ao organismo e
diminuir os efeitos de fenômenos meteorológicos, tornando o voo mais tranquilo e seguro.
A pressurização tem como desvantagens o risco de despressurização rápida por falhas ou
alterações na estrutura da aeronave, aumento do peso da aeronave e necessidade de
equipamento de oxigênio complementar.

2.4 Despressurização de cabine – Definição. Causas. Tipos. Possíveis efeitos sobre o


ambiente da cabine. Efeitos sobre o corpo humano durante o vôo: hipóxia hipobárica,
aerodilatação e aeroembolismo

A despressurização é o maior risco que passageiros e tripulação estão expostos em


aeronaves que voam em elevadas altitudes. Pode ocorrer pela ruptura de uma janela, de
uma porta, de alguma estrutura da fuselagem ou ainda pelo colapso do sistema de
pressurização.

Fatores que interferem na velocidade de despressurização:

Tamanho da cabine: quanto menor for a cabine, mais rápido a pressão interna
escapa.Diferencial de pressão: quanto maior a diferença de pressão entre a pressão da
cabine e a pressão atmosférica externa, mais rápidos serão os efeitos da
despressurização.Tamanho do orifício por onde o ar está escapando: quanto maior
o orifício, maior será a velocidade da despressurização.

Dependendo da velocidade em que pressão interna e externa se tornem iguais na


ocorrência da despresssurização, esta pode ser classificada em:

Despressurização Explosiva: é aquela em que a perda total de pressão é instantânea,


ocorrendo em menos de 1 segundo.Despressurização Rápida: a perda total de pressão
ocorre entre 1 e 10 segundos.Despressurização Lenta: a perda total de pressão ocorre
em tempo maior que 10 segundos.

No interior da aeronave, os efeitos observados são:

Violenta queda de temperatura e pressão.Nevoeiro intenso devido condensação


provocada pela diferença de temperatura dentro e fora da aeronave. Forte e violenta
corrente de ar de dentro para fora, podendo expulsar objetos e pessoas de dentro da
aeronave (em caso de despressurização explosiva).

No corpo humano, os principais efeitos de uma despressurização são a Hipóxia


Hipobárica, as Aerodilatações e o Aeroembolismo.

2.4.1 Hipóxia Hipobárica

A Hipóxia Hipobárica, também chamada de Mal da altitude ou ainda de Hipóxia Hipóxica


é a queda da pressão parcial de oxigênio no corpo que pode acometer os passageiros e
tripulantes de uma após uma despressurização de aeronave em altitudes elevadas. Sua
ocorrência pode ser explicada pela lei de Dalton.
2.4.1.1 Definição. Lei de Dalton

Segundo a lei de Dalton, a pressão total de uma mistura de gases é igual à soma das
pressões parciais de cada gás, ou seja:

PT = P1 + P2 + … Pn

PT: pressão totalP1: pressão do gás 1P2: pressão do gás 2Pn: pressão do número de
gases dessa mistura

Exemplo: na pressão atmosférica, a pressão total ao nível do mar é de 760mmHg.

Sendo assim, proporcionalmente temos:

PT atmosférica= P1 nitrogênio (78%) + P2oxigênio (21%) + Pnoutros gases (1%)PT (760


mmHg) = 593 mmHg + 159 mmHg + 8 mmHg

Entretanto, em uma altitude de 50.000 pés, a pressão atmosférica será de apenas 87


mmHg e a proporção de gases diminuirá drasticamente:

PTatmosférica= P1nitrogênio (78%) + P2oxigênio (21%) + Pnoutros gases (1%)PT (87


mmHg) = 68 mmHg + 18 mmHg + 1 mmHg

2.4.1.2 Sinais e sintomas


Os sinais e sintomas da Hipóxia Hipobárica irão variar de acordo com os seguintes fatores:

Altitude de voo.Tempo de exposição a baixa pressão.Temperatura ambiental e corporal.Fatores


individuais: tolerância, aptidão física e aclimatação.

São sinais e sintomas que podem ser apresentados em Altitude de até 12 mil pés (Zona de
Compensação Orgânica ou Zona Fisiológica:

Aumento da frequência respiratória (taquipneia), compensando com êxito a Hipóxia.Dor de


cabeça, náuseas e enjoo em caso de longa permanência nessa altitude.

São sinais e sintomas que podem ser apresentados em Altitudes entre 12.000 e 24.000 pés
(Zona de Descompensação Orgânica ou Zona de Deficiência Fisiológica):

Bocejo, inquietação, cefaleia, vertigem.Fadiga mental e muscular, com tremores nas


extremidades e falta de coordenação motora.Diminuição da acuidade visual e da sensibilidade
tátil.Lassidão e alteração na capacidade de avaliação e julgamento.De acordo com a
personalidade, pode surgir euforia ou depressão, irritabilidade, inquietude, agressividade ou
hilaridade.Redução ou perda da coordenação dos movimentos, sendo impossível ao piloto
realizar movimentos de alta precisão.Alterações na audição, desmaio.Cianose (unhas e lábios
arroxeados).Escurecimento da periferia do campo visual até um ponto onde só permanece a
visão central (visão de túnel).

São sinais e sintomas que podem ser apresentados em Altitudes superiores a 24.000 pés (Zona
de Equivalência Espacial):

Intensificação dos sintomas já apresentados.Alterações no olfato e no paladar.Convulsão e coma


caso a quantidade de oxigênio não seja suprida.Morte dependendo do tempo de exposição à
Hipóxia hipobárica.

2.4.1.3Tempo Útil de Consciência (TUC) – Definição. Individualidade do Tempo Útil de


Consciência
O Tempo Útil de Consciência (TUC) também chamado de Tempo de tempo Útil de Lucidez (TUL)
é o tempo em que uma pessoa, sob o efeito de uma despressurização, consegue manter sua
capacidade de raciocínio e sua coordenação motora para realizar tarefas e tomar altitudes. Os
comissários serão os primeiros a sentir os efeitos da despressurização por estarem realizando
atividade física (maior consumo de oxigênio).

A tabela abaixo mostra o TUC de acordo com a altitude. Para tripulantes, os tempos registrados
deverão ser diminuídos em 50% devido atividade física.

ALTITUDETEMPO ÚTIL DE CONSCIÊNCIA18.000 pés20 a 30 minutos22.000 pés10


minutos25.000 pés3 a 5 minutos28.000 pés2,5 a 3 minutos30.000 pés1 a 2 minutos35.000 pés30
segundos a 1 minuto40.000 pés15 a 20 segundos45.000 pés9 a 15 segundos

O TUC varia de muito de pessoa para pessoa, como condicionamento físico, tabagismo e uso de
álcool. Em fumantes, a existência de monóxido de carbono nos pulmões reduz significativamente
o oxigênio disponível para os tecidos do corpo. O consumo de álcool, mesmo com antecedência
de 18 horas, também reduz o TUC.

O TUC também será menor para os comissários de voo quando estiverem atendendo uma
emergência, pois estarão sob intenso esforço físico.

2.4.1.4 Procedimentos preventivos apropriados

A pressão interna da cabine é regulada entre 6 e 8 mil pés. Se essa pressão subir e atingir 10 mil
pés, o aviso sonoro de despressurização será acionado. Se a pressão atingir 14 mil pés,
máscaras de oxigênio cairão automaticamente.

Orientações que devem ser dadas pelos Comissários:

Acompanhantes de crianças ou de portadores de necessidades especiais deverão fixar primeiro


suas máscaras.Passageiros de colo (bebês) deverão ser alocados somente onde existam
máscaras do sistema fixo de oxigênio de emergência em quantidade superior ao número de
poltronas.Não permitir que nenhum passageiro permaneça deitado junto ao piso da aeronave
uma vez que as máscaras não alcançam o chão.Não permitir que nenhum passageiro permaneça
nas galleys, uma vez que não existe número de máscaras suficientes.Inibir a permanência de
passageiros fora do seu assento.Caso algum passageiro se encontre no lavatório, duas máscaras
cairão, possibilitando atendimento de até 2 pessoas. Nesse caso, deverão permanecer no
lavatório e com as máscaras até o nivelamento da aeronave.

2.4.2 Aerodilatação ou aerobarotrauma

Aerodilatações ou Aerobarotraumas são as compressões dos gases presentes no trato


gastrointestinal, nos seios da face, no ouvido médio ou na cavidade dentária, podendo causar a
lesão dos tecidos mais próximos.

Os efeitos de uma aerodilatação irão cessar quando a aeronave atingir níveis de altitude onde a
pressão seja tolerável.

As aerodilatações são explicadas pela Lei de Boyle-Mariotte.

2.4.2.1 Definição. Lei de Boyle-Mariotte

Em temperatura constante, o volume de um gás é inversamente proporcional à sua pressão.

P1.V1 = P2.V2

P = pressão

V = volume
. = multiplicação

Exemplo: no nível do mar a pressão do Nitrogênio é de 593 mmHg. Supondo que o volume do
nitrogênio ao nível do mar seja de 10 cm3.

Exemplo: no nível do mar a pressão do Nitrogênio é de 593 mmHg. Supondo que o volume do
nitrogênio ao nível do mar seja de 10 cm3

A 50.000 pés, a pressão do Nitrogênio é de 68 mmHg

Então: P1.V1 = P2.V2

593.10 = 68.V2

5930 = 68.V2

V2 = 5930

68

V2 = 87 cm3

Ou seja, vemos que se ocorrer uma despressurização a 50.000 pés, o volume da bolha de
nitrogênio será quase 9 vezes maior (87 cm3) do que no nível do mar (10 cm3).

2.4.2.2 Aerodilatação no sistema digestivo, aerodilatação nos seios da face, aerodilatação no


ouvido médio e aerodilatação na cavidade dentária – Sinais. Sintomas. Procedimentos
preventivos apropriados

Aerodilatações no Sistema Digestivo (Aerofagias)


É o acumulo de gases provenientes dos processos de deglutição e digestão dos alimentos, da
fala, da inalação de fumaça e da fermentação com liberação de gás carbônico no sistema
digestório.

Com o aumento da altitude e menor pressão atmosférica, o volume desses gases aumenta,
causando cólicas e desconfortos abdominais, geralmente de pouca importância e que cessam
rapidamente com a expulsão dos gases.

A expulsão dos gases pode ocorrer através da boca pela eructação (arrotos) ou pelo ânus
(flatos). Não são graves.

São sintomas de Aerodilatação no Sistema Digestório:

Aerocolia (cólicas intensas).Aerogastria (dor na região gástrica).Maior acúmulo de


gases.Arrotos.Flatulência.Desconforto respiratório (dispneia).

São medidas preventivas da Aerofagia:

Evitar o consumo de bebidas alcoólicas e bebidas gasosas.Evitar alimentos que formam gases:
feijão, cebola, repolho, abóbora, couve, pepino, salsicha, melão, banana, ovo, etc.Evite refeições
pesadas ou comer muito antes do voo.Tratar alterações da flora intestinal.

São medidas para tratamento das Aerodilatações no Sistema Digestório:

Prevenção.Caminhar ou movimentar-se no interior da aeronave, a fim de expulsar os gases.Pode


ser utilizada medicação pertinente (simeticona ou luftal)

Aerodilatação nos Seios da Face (Aerosinusites)

Aerosinusite é a obstrução de um ou mais seios da face, impedindo o equilíbrio das pressões


interna e externa. Essas pressões devem estar equalizadas durante a subida e descida da
aeronave.

Os seios da face são cavidades ventiladas, situadas ao lado das fossas nasais, tendo
comunicação com estas através de orifícios. Possuem revestimento de uma mucosa. São quatro:
frontais, maxilares, esfenoidal e etmoidal.

As aerosinusites podem ser divididas em:

Obstrutiva: causada pela presença de carne esponjosa ou desvio de septo. A correção é apensa
cirúrgica.Não obstrutiva: causadas por infecções ou inflamações das vias aéreas superiores,
como gripes, resfriados, nasofaringites e rinites, que acumulam secreções nas cavidades nasais.

São sintomas das Aerosinusites:

Os seios frontais são os mais comumente atingidos, causando dor sobre os olhos, cefaleia,Seios
maxilares: dor abaixo dos olhos (semelhante a uma dor de dente).Pequena sensação de pressão
durante a descida da aeronave.Deslocamento do tecido da mucosa, causando grande perda de
sangue (em casos extremos).

São medidas preventivas das Aerosinusites:

Não voar gripado nem resfriado.Corrigir estados inflamatórios e alérgicos antes do voo.

São medidas para tratamento das Aerosinusites:

Antialérgicos, descongestionantes nasais, analgésicos e antigripais (podem causar sonolência).

Aerodilatações no Ouvido Médio (Aerotites)

Aerotites são variações de pressão que atingem especificamente o ouvido médio, quando a
pressão interna do ouvido não consegue se igualar à pressão da cabine da aeronave.

O ouvido é dividido em três partes:


Ouvido externo: localizado na orelha, capta o som através da membrana do tímpano e o direciona
para o ouvido médio.Ouvido médio: transmite as vibrações captadas pelo tímpano ao ouvido
interno. O ar existente dentro dele se comunica com o exterior (faringe) através da Trompa de
Eustáquio.Ouvido Interno: tem duas funções: auditiva e vestibular (relacionada com a nossa
orientação no espaço e equilíbrio).

A Trompa de Eustáquio faz a comunicação entre o ouvido externo e o ouvido médio. Sua função
é equalizar a pressão no tímpano (equalização das superfícies timpânicas). Devido a sua
característica anatômica, o ar sai do ouvido médio para o exterior com muito mais facilidade do
que entra.

Por isso, a Aerotite é maior na descida, quando deveria haver uma reentrada de ar no ouvido
interno para reequilibrar a pressão interna. Essa dificuldade de equalização das pressões nas
descidas aumenta possibilidade de irritação crônica e infecções no tímpano.

Na subida da aeronave, quando a cabine começa a ser pressurizada, o ar contido no ouvido


médio se dilata (diminuição da pressão e conseqüente aumento do volume do gás), podendo
provocar ensurdecimento.

Irritação nasal, da faringe, da garganta, resfriados, amidalites, infecções de ouvido podem obstruir
a Trompa de Eustáquio e dificultar ou até impedir a ventilação do ouvido médio, causando dor.

São sinais e sintomas de aerotite:

Diminuição da acuidade auditiva.Dor de ouvido.Náuseas.Vômitos.Ruptura do tímpano: presença


de liquido serossanguinolento, aliviando a pressão. Pessoa sente alívio dos sintomas, mas perde
audição.

São medidas preventivas para evitar Aerotites:

Não voar gripado ou resfriado.Mascar chicletes.Engolir a saliva e deglutir seguidamente.Efetuar


a Manobra de Valsalva: fechar a boca, tampar o nariz e ao mesmo tempo tentar soprar o ar para
fora do nariz para recuperar a ventilação do ouvido médio.

OBS: a Manobra de Valsalva não é recomendada em caso de gripe ou resfriado. Com a Trompa
de Eustáquio obstruída, o aumento da pressão dentro do ouvido médio forçará o tímpano (parte
mais frágil), que corre risco de ruptura.
São medidas para tratamento das Aerotites:

Medidas preventivas.Não voar gripado nem resfriado.Descongestionante nasal ou soro fisiológico


nas narinas.Manobra de Valsalva: equalização das superfícies timpânicas.

Aerodilatações na Cavidade Dentária (Aerodontalgias)

Os dentes também podem produzir fenômenos dolorosos em locais de elevada altitude. Porém,
não tem gravidade. O principal sintoma é a dor intensa, que se torna mais severa com o aumento
da altitude. Alivia com a redução da altitude. São causas de Aerodontalgias:

Cáries profundas atingindo a polpa dentária.Degeneração da polpa dentária.Obturações mal


feitas.Próteses dentárias.Infecções gengivais.

São medidas de prevenção a boa higienização e manutenção da saúde bucal através de visitas
periódicas ao dentista. Medidas para alívio da dor produzem pouco efeito e irão cessar apenas
após o pouso da aeronave.

2.4.3 Aeroembolismo

Aeroembolismo é quando o nitrogênio dissolvido no sangue e nos tecidos é liberado formando


bolhas gasosas (aeroembolias), que tentarão encontrar saídas.

O aeroembolismo poderá ocorrer na despressurização, que leva a queda da pressão da cabine


em altitudes elevadas. O procedimento imediato dos pilotos deve ser o de descer para o nível de
segurança.

A gravidade do aeroembolismo está diretamente relacionada a:

IdadeQuantidade de tecido gorduroso.Condições circulatórias e respiratórias.Doenças e fatores


psicológicos da vítima.Velocidade de ascensão em cabine não pressurizada.
Em um mergulho com cilindro de oxigênio, a quantidade de nitrogênio no organismo aumenta.
Para que isso não ocasione uma emergência em voo, um piloto ou passageiro que pretenda voar
após um mergulho autônomo no mar deverá aguardar:

12 horas no nível do mar: após um mergulho que não exija subida controlada (parada
descompressiva) para voltar à superfície.24 horas no nível do mar: após um mergulho que requer
subida controlada (parada descompressiva) para voltar à superfície.

2.4.3.1 Definição. Lei de Henry

O aeroembolismo pode ser explicado pela Lei de Henry, que diz que a quantidade de um gás
dissolvido em uma solução é diretamente proporcional à pressão parcial desse gás na solução.

P1.A1 = P2.A2

P = pressão

A = quantidade do gás

Podemos comparar esse fenômeno com “abrir uma garrafa de refrigerante”. Fechada, o gás
dissolvido no refrigerante está concentrado, em uma pressão maior dentro da garrafa.

Ao abrir a garrafa, o gás “escapa” pela saída. Situação semelhante ocorre no aeroembolismo. O
nitrogênio encontrará saídas e pode se alojar em alguns órgãos ou tecidos.

2.4.3.2 Aeroembolismo na forma cutânea, aeroembolismo na forma articular, aeroembolismo na


forma pulmonar e aeroembolismo na forma nervosa – Sinais. Sintomas. Procedimentos
preventivos apropriados
Aeroembolismo na Forma Cutânea

Também chamado de ITCH (do inglês “coceira”), é a manifestação do aeroembolismo na pele.

São sinais e sintomas do ITCH:

Coceiras na pele e calafrios.Reação alérgica com irritação nas terminações


nervosas.Vasodilatação com liberação de histaminaFormigamento.Prurido intenso.Placas róseas
(urticária).Sensação de calor ou frio.São incômodas, mas não são perigosas.

Aeroembolismo na Forma Articular

Também chamado de BENDS (do inglês “curvatura”), é a manifestação do aeroembolismo no


aparelho locomotor (músculos e articulações).

São sinais e sintomas de BENDS:

Movimentos tornam-se muito dolorosos.Também podem causar coceiras

Aeroembolismo na Forma Pulmonar

Também chamado de CHOCKES (“dor em facada”), é a manifestação do aeroembolismo na


região torácica (pulmões, coração e grandes vasos).

São sintomas de CHOCKES:

Sensação de queimação ou dor lancinante no peito, com tosse e dificuldade para respirar
(dispnéia).Tosse seca (sem catarro) ou hemoptise (tosse com raios de sangue).Hiperpneia
(respiração rápida e profunda.Perda da consciência devido a hipóxia e hipocapnia, podendo levar
a óbito.

Aeroembolismo na Forma Nervosa

Também chamado de STAGGERS, é a manifestação do aeroembolismo no sistema nervoso


central.

São sintomas de STAGGERS:

Cefaleia intensa.Distúrbios visuais.Parestesia (dormência ou formigamento, sensação de calor ou


frio)Paresias (perda da sensibilidade de determinada parte do corpo).Paralisias (perda da
motricidade de determinada parte do corpo).Perda da coordenação motora.Coma e morte.Muitos
desses sintomas são irreversíveis.

2.5 Sistemas de oxigênio utilizados em caso de despressurização:

Devido ao risco de despressurização, as aeronaves devem possuir um Sistema de Oxigênio, que


se divide em Sistema de Emergência e Terapêutico.

O Sistema de Oxigênio de Emergência pode ser fixo ou portátil e o Sistema de Oxigênio


Terapêutico é exclusivamente portátil (cilindros de oxigênio). O Sistema de Oxigênio de
Emergência fixo está disponível na cabine de comando e na cabine de passageiros.

2.5.1 Sistema fixo para cabine de comando – Finalidade. Componentes. Procedimentos para
utilização

No sistema fixo de Oxigênio na cabine de comando, o oxigênio sai de um cilindro independente


localizado no porão dianteiro ou no porão da aviônica e alimenta as máscaras oronasais ou full-
face. As máscaras possuem dois seletores:

Seletor de Fluxo: Libera o oxigênio em fluxo contínuo ou sob demanda (apenas quando o piloto
inspirar).Seletor de Teor de Oxigênio: libera oxigênio 100% puro (quando houver fumaça ou
gases tóxicos) ou misturado com o ar da cabine (somente em caso de despressurização).

2.5.2 Sistema fixo para cabine de passageiros – Finalidade. Componentes. Funcionamento

Na cabine de passageiros não haverá disponibilidade de oxigênio 100% puro. Este sistema só
pode ser usado em caso de despressurização, para evitar hipóxia hipobárica.

As máscaras de oxigênio estão disponíveis em módulos geradores, dentro das unidades:

PSU: passenger service units: sobre as poltronas.LSU: lavatory service units: no teto dos
lavatórios.ASU: attendant service units: no teto das galleys.

Os compartimentos com máscaras de oxigênio podem ser abertos de três formas diferentes:

Automática: uma válvula aneróide (que detecta a pressão) fará a abertura automática dos
compartimentos se a pressão interna da cabine de passageiros aumentar e chegar na pressão de
14 mil pés.Elétrica: acionada a qualquer momento na cabine de comando pelos pilotos.Manual:
os módulos podem ser acionados individualmente inserindo no orifício existente em cada unidade
um objeto fino, comprido e rígido (clipe, grampo ou o MOT)

2.6 Uso das máscaras de oxigênio em caso de despressurização

Logo após a ocorrência de uma despressurização, a aeronave deverá descer para o nível de
segurança (10 mil pés) onde será possível respirar sem o uso do sistema de oxigênio de
emergência.

Enquanto isso não acontecer, os comissários e passageiros deverão efetuar o uso das máscaras
de oxigênio:
Sentar-se na estação ou local mais próximo.Puxar e colocar a máscara mais próxima.Com a
abertura das tampas, quatro máscaras caem, ligadas a mangueiras e cordéis. Ao puxar uma das
máscaras, o cordel é puxado e libera o pino que inicia o fornecimento ininterrupto de oxigênio por
aproximadamente 15 minutos a todas as máscaras ligadas a ele.Aguardar a comunicação da
cabine de comando quando no nivelamento no nível de segurança.

Ao chegar a esse nível de segurança, os comissários deverão checar a cabine, verificar a


integridade dos passageiros e a necessidade de realizar os primeiros socorros.

2.7 Walk Around Procedure (WAP)

Em alguns casos, a descida imediata para a altitude de segurança não será possível. Nessa
situação, após notificação da cabine de comando que a aeronave foi nivelada fora do nível de
segurança (acima de 10 mil pés) e sobre o tempo em que ficarão nessa altitude, os comissários
deverão realizar um cheque visual de suas estações e verificar se todos os compartimentos
(PSU) se abriram e se todos os passageiros estão recebendo oxigênio.

Caso a resposta seja negativa e tendo tempo disponível, os comissários devem pegar o cilindro
de oxigênio terapêutico e fazer o Walk Around Procedure (WAP), que consiste em:

Munir-se do Oxigênio Terapêutico.Deslocar-se pela cabine e liberar as máscaras da PSU que não
se abriram e liberar Oxigênio para os passageiros sem ele.

Com o nivelamento no nível de segurança, o comissário deve verificar se todos os passageiros


estão bem e se alguém necessita de primeiros socorros.

2.8 Vazamento de pressão – Definição. Procedimentos a serem executados pelo comissário de


vôo.

O vazamento de pressão, que pode ser chamado também de vazamento contínuo, é a situação
na qual a aeronave não consegue atingir a pressão necessária. Pode ocorrer devido má vedação
das portas e compartimentos de carga ou defeito na válvula out flow.
Os comissários de voo devem realizar os seguintes procedimentos:

Avisar imediatamente a cabine de comando.Não tentar cobrir ou vedar o vazamento.Realocar os


passageiros dentro de uma área de 12 m2 caso constate o perigo.Se não houver poltronas
disponíveis, realoque os passageiros para frente do ponto de vazamento, usando apenas um
assento por fileira nas posições mais próximas ao vazamento e sentando dois passageiros numa
mesma poltrona.Faça o uso de extensores se necessário.
Questões B3

PRIMEIROS SOCORROS

1- A frequência das pulsações ( batimentos cardíacos por minuto) normais no homem oscila
entre:

60 á 70 BPM

2- Das alternativas abaixo, assinale o tipo de lesão que, devido a um movimento anormal,
compromete peças ósseas que se articulam, acarretando perda de relação entre as mesmas;

luxação

3- A pressão arterial média no ser humano é;

120 x 80 BPM

4- A frequência das pulsações ( batimentos cardíacos por minuto ) na criança em média é de;

120 á 125 BPM

5- São utilizados para fixar curativo em locais onde o uso de esparadrapo torna-se difícil pela
mobilidade, presença de pelos e secreções;

ataduras

6- São feridas provocadas por agentes perfurantes, provocando pequena solução de continuidade
na pele, porém profundas ( infecções);

puntiformes

7- A presença de cianose ( coloração azulada da pele ) indica;

má oxigenação dos tecidos

8- Em um passageiro que sofreu uma queda, e possivelmente pode ter uma lesão na coluna.
Qual dos procedimentos abaixo devem ser aplicados?

não fletir a cabeça e colocá-lo sobre uma maca dura em decúbito dorsal
9- Um passageiro sofreu uma fratura de rádio, sendo a pele rompida por um fragmento ósseo.
Essa fratura é do tipo;

exposta

10- As ulcerações da pele geralmente produzidas por atrito com superfícies ásperas, atingindo as
camadas cutâneas superficiais, são tipo de;

escoriações
BLOCO 4 - Resumo

Resumo

1.As asas baixas, em relação à fuselagem, localizam-se embaixo;

2.Os aviões dotados de dois planos de asa são chamados biplanos;

3.A parte da frente da asa é denominada de bordo de ataque;

4.O tipo de avião cuja asa fica localizada na parte inferior da fuselagem é asa baixa;

5.As extremidades dianteira e traseira das asas são, respectivamente, bordo de ataque e bordo
de fuga;

6.As partes superior e inferior da asa são, respectivamente, extradorso e intradorso;

7.A distância da ponta de uma asa até a ponta da outra é denominada envergadura;

8.São asas usadas em monoplanos com montantes ou estais as semi-cantilever;

9.Superfície com forma determinada e com a finalidade de obter rendimento útil ao voo
denomina-se asa;

10.São asas que não possuem estais, nem montantes externos para o seu suporte a cantilever;

11.Asa média é a asa que fica localizada na altura da metade da fuselagem;

12.Asa alta é a asa que fica localizada na parte superior da fuselagem;

13.Os aviões dotados de apenas um plano de asa são os monoplanos;

14.A designação das partes de uma asa é bordo de ataque e de fuga, extradorso e intradorso;

15.O deslocamento de ar em torno de uma asa, produz uma força que empurra a asa para trás e
para cima;

16.Intradorso de uma asa é a parte inferior;

17.Os componentes estruturais internos de uma asa são as longarinas e nervuras;


18.A parte traseira da asa é denominada de bordo de fuga;

19.A parte estrutural do avião, onde são fixadas as asas e a empenagem é a fuselagem;

20.A parte da asa que sofre aumento de pressão ocasionado pelo escoamento do ar é o
intradorso;

21.Os ailerons são superfícies primárias de comando;

22.Os ailerons estão localizados no bordo de fuga, próximo às pontas da asa;

23.Quando o aileron direito levanta, a asa direita abaixa;

24.São ailerons cuja amplitude para cima é maior que para baixo, corrigindo a tendência de
guinada diferencial;

25.Os ailerons, leme de direção e leme de profundidade, dão ao avião estabilidade comandada;

26.Quando o aileron esquerdo é acionado para cima, a asa esquerda inclina-se para baixo e a
direita para cima;

27.Ao se comandar o aileron direito para baixo a asa direita sobe e a esquerda desce;

28.Se o aileron da asa esquerda estiver para cima, a asa direita levantará;

29.As aeronaves turbofan, turbojato e turboélice, entre outros tipos, fazem parte da classificação
grupo moto propulsor;

30.A parte da aeronave que dá sustentação a mesma, é chamada de asa;

31.Convencional, turbojato, turbofan e turboélice são tipos de motores;

32.As aeronaves mais pesadas do que o ar são chamadas de aeródinos;

33.Os veículos mais leves que o ar, que tem seu funcionamento baseado na força de empuxo do
ar de baixo para cima, classificam-se como aeróstatos;

34.Uma aeronave que somente opera em superfícies líquidas é do tipo hidroplano;

35.Os principais tipos de fuselagem são tubular, monocoque e semi monocoque;


36.Segundo o processo de pouso, as aeronaves se classificam em terrestres, aquáticas e
anfíbias;

37.São chamadas aeródinos aeronaves mais pesadas que o ar;

38.O planador em relação ao ar é mais pesado;

39.Os aviões que pousam tanto na terra quanto na água, são classificados como anfíbios;

40.Aeronave é qualquer veículo que se eleve e se movimente no ar, por seus próprios meios;

41.Na estrutura semi monocoque, os esforços aerodinâmicos são suportados pelas cavernas,
revestimentos e longarinas;

42.Aviões terrestres são os que pousam somente em terra;

43.A aeronave que apresenta uma combinação de helicóptero e avião é autogiro;

44.A estrutura da fuselagem constituída de anéis e revestimento externo é monocoque;

45.Os aviões terrestres, quanto à disposição das rodas, classificam-se em convencional e triciclo;

46.O tipo de fuselagem mais empregado nos modernos aviões é semi monocoque;

47.Os aviões que possuem dois motores são bimotores;

48.Nos aviões turbojato ou turboélice o combustível empregado é a querosene;

49.A produção de alta tração, em função de sua grande área frontal de admissão e do seu regime
econômico, caracteriza o motor turbofan;

50.O tipo de combustível usado na aviação é gasolina e querosene;

51.O reversível dos motores turbofan e turbojato joga os gases de escapamento para frente,
reduzindo a velocidade do avião;

52.Os motores a jato puro (motores a reação), possuem como partes principais o compressor, a
câmara de combustão e a turbina;

53.Em voo nivelado, o componente que se opõe a sustentação é o peso;


54.Para que um corpo se mantenha em movimento com velocidade constante e em linha reta, é
necessário que as forças que atuam sobre ele se anulem;

55.O elemento que não é considerado componente do ar atmosférico é vapor d´água;

56.A pressão atmosférica é exercida sobre um corpo em todos os sentidos;

57.É o movimento relativo entre a massa de ar e um corpo o vento relativo;

58.Em atitude de nariz para cima, o profundor ficará na posição “para cima”;

59.O ponto em um avião, em torno do qual os momentos de nariz e os momentos de cauda são
iguais em grandeza, é chamado de centro de gravidade;

60.As forças que atuam no avião em voo são sustentação, gravidade, tração e resistência ao
avanço;

61.Um corpo mergulhado no vácuo sofre o efeito de uma pressão nula;

62.A menor velocidade com a qual o avião consegue manter o voo horizontal é a velocidade de
estol;

63.Sempre que houver aceleração, haverá variação de velocidade;

64.O peso de um corpo é variável e a massa invariável;

65.Em um dia frio, a pressão atmosférica normalmente será maior que a de um dia quente;

66.A pressão atmosférica é uma pressão estática;

67.A superfície aerodinâmica é aquela que sempre produz pequena resistência ao avanço;

68.Um corpo que produza o mínimo de resistência ao avanço ou arrasto é chamado fuselado;

69.Um corpo que está mergulhado na atmosfera, estará sujeito a uma pressão estática;

70.O ar úmido, em relação ao ar seco, é menos denso;

71.Para que uma aeronave se mantenha em voo reto e horizontal é necessário que a sustentação
seja igual ao peso;
72.Quanto menor o peso de decolagem de um avião, menor a pista necessária para decolagem;

73.Com o aumento da altitude, a pressão e a temperatura diminuem;

74.Quando L > W o voo será ascendente;

75.A força que atua num avião e neutraliza a ação do peso é a sustentação;

76.Se a sustentação é maior que o peso, o avião sobe;

77.A movimentação de passageiros e tripulantes dentro do avião, bem como a distribuição de


peso na cabine ou nos porões e o consumo de combustível fazem variar o centro de gravidade;

78.A força inversa do arrasto que faz com que o avião voe continuamente é a tração;

79.A densidade do ar atmosférico varia somente com os fatores pressão, temperatura e umidade;

80.A força de sustentação depende do ângulo de ataque, formato de aerofólio, área da asa,
densidade do ar e velocidade de deslocamento;

81.A movimentação de passageiros e tripulantes em voo, provoca um desequilíbrio do centro de


gravidade da aeronave que é corrigido pelos compensadores;

82.Para que um corpo se mantenha em movimento com velocidade constante e em linha reta, é
preciso que a resultante das forças que atuam sobre ele seja nula;

83.Ao puxar o manche, aciona-se o leme de profundidade. Neste caso, o nariz da aeronave
levanta;

84.Estando em voo reto e horizontal, o piloto para cabrar e picar a aeronave aciona o manche;

85.Girando o manche para a direita ou para a esquerda, a superfície acionada é o aileron;

86.Os perturbadores de fluxo da asa ou spoilers, servem para freio aerodinâmico e diminuição da
sustentação da asa;

87.Bordo de ataque é a parte dianteira do aerofólio;

88.Aerofólios são formas projetas para produzirem reações úteis;

89.Dentre as partes de um avião, a que produz pouca resistência ao avanço, e que produz força
útil ao voo é a hélice;

90.A superfície de comando do avião que comanda os movimentos de rolagem é o aileron;

91.A superfície de comando responsável pelo movimento da aeronave em torno de seu eixo
lateral, é denominada profundor;

92.As superfícies de comando são classificadas em primárias e secundárias;

93.A superfície aerodinâmica produz sempre menor resistência ao avanço;

94.A superfície de comando primária e secundária tem como finalidade proporcionar execução
em torno da aeronave pela superfície de comando;

95.O spoiler é uma superfície articuladas no dorso da asa com a finalidade de destruir a
sustentação;

96.As superfícies de comando: leme de direção, profundor e aileron são superfícies primárias;

97.O aerofólio produz força útil ao voo;

98.Os compensadores são superfícies secundárias;

99.O grupo moto propulsor, em voo, é responsável pela tração;

100.O leme de direção é uma superfície primária responsável pelo movimento de guinada;

101.O impacto causado pela aeronave no solo, pode ser amortecido pelo trem de pouso;

102.Estabilizadores vertical e horizontal fazem parte da empenagem;

103.As longarinas são vigas destinadas a transmitir grandes esforços;

104.A empenagem, quanto ao tipo, pode ser padrão, butterfly e tripla;

105.Os órgãos encontrados na empenagem dos aviões são estabilizador vertical, leme de
direção, estabilizador horizontal e profundor;

106.“Stall” é situação na qual a asa perde totalmente a sustentação;

107.Os flapes e os slats são dispositivos hipersustentadores;


108.O motor turboélice é uma turbina que gira uma hélice;

109.O conjunto de estabilizadores e superfícies de comando de cauda chama-se empenagem;

110.Em um aerofólio de perfil assimétrico, a velocidade dos filetes de ar será maior no extradorso;

111.Pode-se considerar que todo peso de um avião equilibrado está aplicado no centro de
gravidade;

112.Um avião é considerado do tipo triciclo, quando possui roda dirigível no nariz e trem principal
sob as asas;

113.O formato de empenagem horizontal pode ser elíptica, triangular e retangular;

114.Uma das finalidades dos compensadores em uma aeronave é tirar tendências indesejáveis
de voo;

115.A finalidade do aerofólio é produzir sustentação e forças úteis ao voo;

116.Quanto ao leme de profundidade podemos afirmar que é instalado no estabilizador horizontal;

117.Os aerofólios tem como finalidade produzirem reações aerodinâmicas úteis;

118.A superfície de comando que permite o avião girar em torno do seu eixo transversal é o leme
de profundidade;

119.O aileron é uma superfície primária;

120.A linha reta que liga o bordo de ataque ao bordo de fuga é chamada de corda;

121.Um aerofólio possui características assimétricas e simétricas;

122.No aerofólio os filetes de ar passam com maior velocidade no extradorso;

123.Quando o CG da aeronave se desloca para trás, a empenagem abaixa;

124.A nervura é o elemento que dá formato ao aerofólio e dá apoio ao revestimento;

125.O acionamento dos compensadores proporciona alívio nos comandos das superfícies;
126.O movimento que o avião faz com o nariz para a direita e para a esquerda é chamado de
guinada;

127.As manobras de um avião são realizadas em torno dos eixos vertical, transversal e
longitudinal;

128.O pedal direito quando acionado, atua em torno do eixo vertical, ocasionando guinada para a
direita;

129.O movimento de subir e descer (cabrar e picar) é realizado em torno do eixo transversal;

130.O eixo em torno do qual a aeronave faz o movimento de guinada é o eixo vertical;

131.O eixo que vai da proa à ponta da cauda da fuselagem é o longitudinal;

132.O eixo imaginário que liga a cauda ao nariz da aeronave denomina-se longitudinal;

133.O movimento em torno do eixo vertical chama-se guinada;

134.O movimento em torno do eixo longitudinal chama-se rolagem, rolamento ou bancagem;

135.O carregamento de um avião é considerado com referência no eixo longitudinal;

136.O movimento de arfagem está relacionado ao eixo transversal;

137.Longitudinal, rolagem e manche lateral apresentam correlação entre eixos,

movimento e controle;

138.O movimento da aeronave em torno de seu eixo vertical é realizado através do comando do
leme de direção;

139.Os três eixos imaginários cruzam-se em um ponto chamado CG;

140.A inclinação lateral do avião se processa em torno do eixo longitudinal;

141.O eixo lateral ou transversal de um avião é aquele que vai de uma ponta à outra da asa;

142.Tangagem é o movimento feito em torno do eixo lateral;

143.Bancagem é o movimento de levantar ou baixar as asas em torno do eixo longitudinal;


144.O movimento de bancagem é executado em torno do eixo longitudinal;

145.O ângulo diedro influi na estabilidade lateral;

146.Diedro é o ângulo formado entre o eixo lateral e o plano da asa;

147.No ângulo estol ocorre perda súbita de sustentação;

148.O ângulo de incidência não apresenta variação;

149.O ângulo de ataque é formado pela corda do perfil e o vento relativo;

150.Um avião sobe com ângulo de 30o. Neste caso, o vento relativo sobe com ângulo de 30o;

151.O ângulo de incidência é formado pela corda do aerofólio e o eixo longitudinal;

152.O ângulo de ataque é formado pela corda do aerofólio e a direção do vento relativo;

153.Diedro é o ângulo formado entre o plano da asa e o eixo transversal do avião;

154.O ângulo de ataque é formado entre a corda e a direção da trajetória;

155.O ângulo de incidência da asa é formado entre a corda da asa e o eixo longitudinal;

156.O leme de direção faz parte do conjunto que forma a empenagem;

157.O leme de profundidade está situado no estabilizador horizontal;

158.O leme de direção está localizado no estabilizador vertical;

159.O leme de profundidade, quando acionado para baixo, faz a cauda levantar e abaixa o nariz
em torno do eixo transversal;

160.Acionando o leme de profundidade, o avião gira em torno do seu eixo lateral;

161.O leme de direção é acionado através dos pedais;

162.O leme de profundidade é acionado através do manche para frente e para trás;

163.Durante o voo, acionando o comando do leme de profundidade para frente, a aeronave baixa
o nariz;

164.Numa curva para a esquerda, o sentido de deslocamento do leme de direção é para a


esquerda;

165.O trem de pouso de uma aeronave que possui o conjunto de trem principal e bequilha é
classificado como convencional;

166.O trem de pouso nos aviões é órgão de pouso, amortecimento do choque e locomoção no
solo;

167.O trem de pouso que não oferece qualquer resistência ao avanço, é do tipo escamoteável;

168.Trem de pouso que recolhe totalmente possuindo portão ou carenagem que o esconde é
denominado escamoteável;

169.O trem de pouso triciclo consiste de duas pernas nas asas, atrás do CG do avião e uma
abaixo do nariz que serve para direcionar o avião no solo;

170.O avião que tem a roda direcional instalada na parte da frente é classificado como triciclo;

171.Enflechamento é o ângulo formado entre o eixo lateral e o bordo de ataque;

172.O trem de pouso quanto à fixação pode ser fixo;

173.O trem de pouso que tem uma das rodas localizada na cauda da aeronave, quanto à sua
disposição, é do tipo convencional;

174.O flap está localizado no bordo de fuga e tem como função secundária servir de freio
aerodinâmico;

175.O slat tem a mesma finalidade que o flap, só que se situa no bordo de ataque;

176.Os flaps funcionam exclusivamente como freio aerodinâmico e hipersustentadores;

177.O fowler é um tipo de flap que aumenta a área das asas;

178.O flap de asa de uma aeronave quando abaixado para pouso combina redução de velocidade
e aumento de sustentação;

179.A atuação de um flap pode ser hidráulica, mecânica ou elétrica;


180.A principal função do flap é aumentar a sustentação;

181.A função do flap na decolagem é diminuir o percurso da decolagem;

182.A experiência de Bernoulli foi comprovada através do tubo de Venturi;

183.O princípio de Bernoulli expressa que no aumento do escoamento a pressão estática diminui
e a pressão dinâmica aumenta, causando maior sustentação do

aerofólio;

184.Dirigível é um exemplo de aeróstato dotado de propulsão (motores e hélice);

185.Em um tubo de escoamento no qual existe um estreitamento, o fluido em escoamento

uniforme acelera no estreitamento;

186.A força de sustentação deve-se à diferença de pressão existente entre o extradorso e o


intradorso da asa;

187.Um avião estará voando quando a força de tração é ligeiramente maior do que a da
resistência ao avanço e a de sustentação é igual ou maior que a da gravidade;

188.Centro de gravidade (CG) é o ponto de equilíbrio de um determinado corpo;

189.Densidade é quantidade de matéria existente num corpo por unidade de volume;

190.Vento de frente na decolagem diminui o percurso para decolar;

191.O vento relativo fornece ao piloto a velocidade do avião em relação ao ar ou

aerodinâmica;

192.A pressão dinâmica depende da densidade do fluido e da velocidade de deslocamento;

193.Quanto maior a altitude, menor será a densidade;

194.O termo vento relativo é usado para indicar o fluxo da corrente de ar em que o avião está se
movendo;
195.Um corpo mergulhado num fluido em equilíbrio sofre pressão maior na parte inferior;

196.A componente que é perpendicular ao vento relativo chama-se sustentação;

197.O sistema de pressurização tem por objetivo fazer com que a pressão na cabine, em relação
à pressão atmosférica externa à aeronave seja maior;

198.O controle da pressão dentro da cabine da aeronave e a renovação do ar é feito pelas


válvulas out flow;

199.A linha eqüidistante do extradorso e do intradorso que vai do bordo de ataque ao bordo de
fuga é a linha de curvatura média;

200.As condições ideais para uma decolagem são ar seco, temperatura baixa e vento de proa;

201.A diferença horária entre uma cidade situada na longitude 075oW, será de 2 horas;

202.O meridiano 090oE tem como antimeridiano o de longitude 090oW;

203.Partindo-se do Sul, no sentido horário, tem-se como pontos colaterais, respectivamente,


Sudoeste, Noroeste, Nordeste e Sudeste;

204.A milha marítima e a terrestre, convertida em metros, equivalem a, respectivamente, 1852m e


1609m;

205.O espaço de tempo compreendido entre dois sucessivos trânsitos de Sol pelo mesmo
meridiano é chamado de dia solar;

206.No Brasil existem vários fusos horários. Se em Fortaleza (038o31'W) são 12 horas (HLE),
conclui-se que em Rio Branco (067o47'W) são 10 horas (HLE);

207.Um semicírculo máximo limitado pelos pólos, oposto ao meridiano de um observador, é


chamado de antimeridiano;

208.A diferença horária entre o fuso de 120oW e o fuso de 135oE será de 17 horas;

209.Com relação à hora legal (HLE), para locais que estejam do lado Oeste, a hora UTC será
mais tarde;

210.Ao longo de um paralelo ou do Equador são lidas as longitudes;


211.Proa verdadeira é a relação entre o Norte verdadeiro e o eixo longitudinal;

212.Para saber onde a aeronave está, com o uso de instrumentos eletrônicos especiais, é
aplicada a navegação eletrônica;

213.Círculo máximo é o que divide a terra em duas partes iguais;

214.Se uma pessoa, para se orientar, estender o braço direito lateralmente para o lado que nasce
o Sol, terá à sua frente o Norte;

215.O instrumento que indica direção magnética é a bússola;

216.A terra gira em torno do seu eixo imaginário realizando o movimento chamado rotação de
oeste para leste;

217.Os círculos menores eqüidistantes do Equador, cujos planos são perpendiculares ao eixo
imaginário da terra, são os paralelos;

218.Começando do norte, no sentido horário, os pontos colaterais são NE – SE – SW – NW;

219.Na teoria dos fusos horários, a relação de hora em relação à longitudes é de 15 graus de
longitude para 1 hora;

220.A linha do Equador é um círculo máximo que divide a terra em dois hemisférios denominados
norte e sul;

221.O meridiano de origem, determinado por convenção como longitude 000o é o meridiano de
Greenwich;

222.Com relação aos pontos cardeais e respectivas direções em graus, a verdadeira igualdade é
o ponto N=360o;

223.A linha de fé é encontrada na bússola;

224.A declinação magnética é o ângulo entre o norte verdadeiro e o norte magnético;

225.O ponto 270o, com relação à rosa dos ventos, está localizado na direção oeste;

226.O arco de meridiano compreendido entre a linha do Equador e um paralelo dado constitui a
latitude;
227.Os semicírculos, círculos menores e círculos maiores são medidos em graus, minutos e
segundos;

228.Através das coordenadas geográficas permite-se determinar pontos na superfície terrestre;

229.Sobre a linha de referência para leitura da bússola, tem-se o valor da proa do avião, que é a
direção do seu eixo longitudinal em relação ao meridiano magnético;

230.Dentro do grupo de pontos colaterais a sigla SE significa sudeste;

231.A forma de conduzir uma aeronave sobre a superfície da terra, determinando a atual posição
através de uma última posição conhecida é classificada como navegação estimada;

232.O sistema de coordenadas geográficas é utilizado para identificação dos pontos na superfície
da terra, através de duas componentes chamadas latitude e longitude;

233.Nordeste, sudeste, sudoeste e noroeste são pontos colaterais;

234.Quando há a mudança de data no meridiano de 180o, no Rio de Janeiro (22o48'S/43o15'W),


a HLE será 9 horas;

235.Na navegação aérea, o processo utilizado para obtenção da localização e orientação pela
observação de pontos significativos na superfície terrestres, é chamado navegação visual ou por
contato;

236.O eixo polar ou terrestre intercepta a superfície da terra em dois pontos conhecidos como
pólos norte e sul verdadeiro;

237.A linha internacional de mudança de data ou “datum line” é o meridiano de longitude 180o,

238.NNE, ENE, ESE, SSE, SSW, WSW, WNW e NNW são pontos subcolaterais;

239.A bússola dá indicação da direção seguida em graus em relação ao norte magnético;

240.Se são 12 horas no meridiano de Greenwich, a hora UTC em São Paulo será 12 horas;

241.A hora UTC é a hora tomada no meridiano de Greenwich;

242.Em fusos com longitude Oeste, as HLE (horas legais), em relação a UTC, serão mais cedo;

243.Hora computada na longitude central de dois meridianos de longitude, correspondentes a um


fuso horário é hora legal (HLE);

244.Uma aeronave decola de Fernando de Noronha (fuso +2) às 16:00 HLE com o tempo de voo
estimado de 1 hora para Recife (fuso +3). O HLE de Recife e a hora UTC no momento do pouso,
é, respectivamente, 16:00 – 19:00;

245.Uma aeronave decola de Santarém (fuso +4) às 10:00 HLE com o tempo de voo para
Fernando de Noronha (Fuso +2) de 3 horas. A HLE de chegada em Fernando de Noronha será
15 horas;

246.Considerando um ponto de coordenadas geográficas (57o12'33''N – 114o28'56''E) sabemos


que está nos hemisférios, respectivamente, norte do Equador e leste de Greenwich;

247.Valor angular que varia de 000o a 90o, medido a partir de Equador, para Norte ou para Sul,
chamamos de latitude;

248.A sigla UTC se refere a tempo universal coordenado;

249.As latitudes e longitudes possuem valores angulares mínimos e máximos, respectivamente,


de 00o a 90o, 000o a 180o;

250.Para medir uma longitude utilizamos um arco de paralelo;

251.Na longitude 000o existe a coincidência da HLO, UTC e HLE;

252.Semicírculo máximo oposto ao meridiano de Greenwich chama-se meridiano 180o;

253.A abreviatura NNE corresponde ao grupo de direções e seu ângulo, em relação ao Norte, é
de respectivamente subcolaterais – 022,5o;

254.Um plano perpendicular ao eixo polar e que passa pelo centro do globo terrestres formará o
Equador;

255.Com relação à hora legal (HLE), para localidades a Leste de Greenwich, a hora UTC será
mais cedo;

256.Se nas coordenadas geográficas (33o45'S – 075o00'W) são 18:00 Z, a hora UTC nestas
coordenadas é 18:00 horas;

257.Quando em São Paulo (fuso +3) um relógio marca 23:00 do dia 1 de janeiro, em Londres
(Greenwich) um relógio marcará 2:00 do dia 2 de janeiro;
258.12o30'40''S – 000o01'59''E, 55o55'55''N – 055o55'55''W são exemplos corretos de
coordenadas geográficas;

259.O processo de navegação que utiliza ondas de rádio de estações terrestres é chamado de
radiogoniométrico;

260.Na teoria dos fusos horários, o Sol leva 1 hora para percorrer um arco de longitude
equivalente a 15o;

261.Latitudes decrescentes de baixo para cima e longitudes crescentes da esquerda para a


direita. A carta representa os hemisférios S e E;

262.A latitude é medida sobre um meridiano;

263.A direção cujo ângulo, medido a partir do norte, corresponde a 225o, é dita e

tem a sigla de, respectivamente, colateral – SW;

264.No período vespertino, uma pessoa de frente para o sol terá o norte à direita;

265.Por volta de 12:00Z, uma aeronave sobre o Equador e na longitude 075oW e que voa com o
sol à direita, estará voando no RV (rumo verdadeiro) de 360o;

266.Linhas numa carta que unem pontos de mesma declinação magnética (DMG) chama-se
isogônicas;

267.Uma aeronave localizada exatamente no pólo norte deseja abandoná-lo. Tomará direção sul;

268.Ao ser dada as coordenadas geográficas consegue-se identificar o paralelo e o meridiano do


lugar. No cruzamento do paralelo com o meridiano tem-se um ponto geográfico;

269.Um círculo máximo na superfície terrestre é obtido cortando-se a Terra com um plano que
passa pelo centro da Terra;

270.A terra é dividida em hemisférios E (este) e W (oeste), respectivamente, pelos meridianos


000o e 180o;

271.O arco de Equador compreendido entre o meridiano de Greenwich e um meridiano qualquer


é chamado de longitude;
272.A milha náutica (MN) ou marítima (MIMA) é a própria para navegação, pois esta unidade de
distância está impressa numa carta sobre um meridiano;

273.A sigla SSW, pertence ao ponto subcolateral e sua direção em graus é 202,5o;

274.Na longitude de 120oW são 18 horas UTC. No mesmo instante a hora UTC na longitude
135oE será de 18 horas;

275.O sol percorre em seu movimento aparente um arco de longitude correspondente a 078o30'
em 5h14min;

276.Existem na terra dois pontos de maior acúmulo de atração magnética. São eles os pólos
norte e sul magnéticos;

277.A linha em cuja extensão tem o mesmo valor de declinação magnética é isogônica;

278.Um plano perpendicular ao eixo polar formará um paralelo;

279.Quando tomamos o sol como referência, devemos indicar com o braço direito o nascente que
representa o ponto cardeal leste;

280.O círculo cujo plano não divide a terra em duas partes iguais é conhecido como círculo
menor;

281.N, S, E e W são pontos cardeais;

282.Meridiano que, por convenção, foi escolhido como meridiano de origem e cujo valor em graus
é 000, é conhecido como meridiano de Greenwich;

283.As latitudes são expressas em graus de 00 a 90 a partir do Equador nos sentidos Norte e Sul;

284.O ângulo obtido no NV até o rumo chamamos de RV;

285.Quando voamos sobre um paralelo podemos estar com o RV (rumo verdadeiro) a 090o ou
180o;

286.Círculo perpendicular ao eixo da Terra cujos pontos estão eqüidistantes do Equador, chama-
se paralelo;

287.Círculo menor é todo aquele cujo plano não passa pelo centro da Terra e não divide a terra
em partes iguais;
288.Os meridianos limites de uma faixa de fuso horário que tem para meridiano central 105oE
são 097o30'E e 112o30' E;

289.Em Greenwich são 21:50. A HLE de um lugar de longitude 072o15'E é 02:50hs;

290.A partir de um meridiano verdadeiro (direção norte), a ordem dos pontos colaterais no sentido
horário, são, respectivamente, Nordeste, Sudeste, Sudoeste e

Noroeste;

291.A diferença horária entre os lugares de longitude 120oE e 045oW é de 11 horas;

292.O ângulo formado entre um meridiano magnético e o eixo longitudinal do avião chama-se
proa magnética;

293.Na teoria dos fusos horários, o movimento aparente do sol de Este para Oeste, é resultado
do movimento de rotação da terra de oeste para leste;

294.Uma distância de 177NM medida sobre um meridiano verdadeiro corresponde a 02o57' de


latitude;

295.Para efeito de navegação aérea, considera-se a Terra uma esfera perfeita;

296.25o30'N – 048o20'E são exemplos de coordenadas geográficas corretas;

297.Os pontos colaterais tomados no sentido horário valem, respectivamente, 045o, 135o, 225o e
315o;

298.A hora computada a cada meridiano de longitude é a hora local (HLO);

299.Em função da grande extensão territorial, os fusos no Brasil são em número de 4;

300.Se em Curitiba (fuso +3) são 16:30 HLE, a hora UTC é 19:30hs;

301.Os fenômenos meteorológicos mais importantes ocorrem na troposfera;

302.A principal característica da tropopausa é a isotermia;

303.A camada de transição da atmosfera, com cerca de 4km de espessura, dentro da


qual o gradiente térmico é praticamente nulo, chama-se tropopausa;

304.Um volume de ar quando retém um total de 4% de vapor d´água, é considerado saturado;

305.A troposfera, camada mais baixa da atmosfera, se estende verticalmente sobre o Equador,
até cerca de 17 a 19 km´s;

306.De um modo geral, a temperatura na troposfera diminui com a altitude;

307.A camada da atmosfera que limita a troposfera denomina-se tropopausa;

308.A camada da atmosfera onde tem início a difusão da luz, denomina-se estratosfera;

309.Os gases que são encontrados na atmosfera terrestre, em maiores proporções são nitrogênio
e oxigênio;

310.A camada da atmosfera que apresenta a maior concentração gasosa e sofre efeito direto do
aquecimento da superfície terrestre denomina-se troposfera;

311.A camada da atmosfera onde a temperatura do ar sofre um decréscimo de 2oC/1000 pés,


denomina-se troposfera;

312.A porcentagem média do gás nitrogênio na atmosfera é de 78%;

313.As porcentagens de oxigênio e de nitrogênio na atmosfera terrestre são respectivamente, 21


e 78;

314.A camada da troposfera que apresenta a isotermia como principal característica é a


tropopausa;

315.O movimento vertical do ar atmosférico recebe a denominação de correntes;

316.O movimento do ar na horizontal, como processo advectivo, é chamado de vento;

317.À noite a temperatura do solo diminui pelo processo de radiação;

318.A transferência de calor que ocorre na atmosfera terrestre através de movimentos verticais
de ar é denominada convecção;

319.Vento é o movimento horizontal do ar;


320.A transferência à distância, através de um meio rarefeito, sem que haja contato entre os
corpos, é a forma de propagação de calor conhecida como radiação;

321.O fenômeno que tem sua formação caracterizada pelo processo convectivo do ar são as
nuvens cumuliformes;

322.O processo de propagação de calor nos sólidos é conhecido como condução;

323.A transferência de calor por contato direto entre os corpos é chamada de condução;

324.A propagação de calor que ocorre pelas correntes ascendentes e descendentes, é


denominada convecção;

325.A propagação de calor no sentido horizontal, denomina-se advecção;

326.A pressão atmosférica padrão, ao nível do mar é de 1013.2 hPa;

327.A pressão atmosférica é do tipo estática;

328.O fator que influencia na variação da pressão atmosférica é a temperatura;

329.O que não interfere na pressão atmosférica é o vento;

330.A densidade do ar aumenta com uma menor altitude/menor temperatura;

331.A pressão atmosférica representa o peso de uma coluna de ar desde seu limite superior até o
nível considerado;

332.O instrumento que registra a pressão atmosférica chama-se barógrafo;

333.Os valores da temperatura e da pressão na atmosfera padrão são, respectivamente, 15oC e


1013,2 hPa;

334.A distância vertical que separa uma aeronave em voo do nível do mar é denominada altitude;

335.Na atmosfera padrão encontramos ar seco, temperatura de 15oC e pressão de 1013,2 hPa;

336.A denominação dada à distância entre a aeronave e o solo e a aeronave e o mar são,
respectivamente, altura e altitude;

337.Define-se vento de superfície aquele que flui nos primeiros 100 metros;
338.A camada de fricção ou de atrito ocorre entre a superfície e a altura média de 600 metros;

339.A meteorologia aeronáutica utiliza como unidade de velocidade do vento, os knots;

340.A diferença de pressão entre dois pontos, faz que o vento flua da maior pressão para a
menor pressão;

341.As aeronaves pousam e decolam com vento de proa;

342.O vento é o movimento horizontal do ar provocado por uma diferença de pressão;

343.Num voo em rota a aeronave terá um melhor desempenho quando este voo estiver sendo
realizado com vento de cauda;

344.Um volume de ar se torna saturado com 100% de umidade relativa;

345.Quando a proporção de vapor de água atinge 1% do volume de ar, pode-se afirmar que a
umidade relativa é de 25%;

346.Um volume de ar é denominado saturado, com umidade relativa de 100%;

347.Na classificação das nuvens, as do estágio alto são cirrus, cirrrocumulus e cirrostratus;

348.A medida que o ar sobe a encosta de uma montanha ou serra, resfria-se e torna-se saturado,
formando nuvem do tipo orográfica;

349.AS, NS, CS são nuvens de desenvolvimento horizontal;

350.Cumulunimbus são nuvens de desenvolvimento vertical;

351.As nuvens do estágio baixo e do estágio alto, possuem, respectivamente, uma estrutura
líquida e sólida;

352.ST, SC são nuvens do estágio baixo;

353.As nuvens de desenvolvimento vertical são de estrutura mista;

354.CU é uma das nuvens que propicia mais turbulência;

355.As nuvens cumuliformes formam-se em ar instável;


356.As nuvens de estágio baixo são encontradas com bases entre a superfície e a altura de 2000
metros;

357.A nuvem cumulus congestus (TCU) é classificada como de desenvolvimento vertical;

358.As nuvens apresentam-se sob dois aspectos básicos que são estratiformes e cumuliformes;

359.As nuvens constituídas por cristais de gelo são encontradas no estágio alto;

360.CU, CB, CC são nuvens de maior desenvolvimento no sentido vertical;

361.As nuvens cumulunimbus caracterizam-se por serem nuvens verticais e escuras;

362.Cumulus é uma nuvem que poderá estar associada a turbulência convectiva;

363.Qualquer tipo de nevoeiro que venha a se formar, algumas características necessariamente


estarão presentes. Dentre elas encontramos umidade relativa elevada

e visibilidade restrita;

364.Os ventos que sopram do mar para o continente, formam ao longo do litoral nevoeiro de brisa
marítima;

365.O nevoeiro produzido pelos ventos que sopram sobre regiões alagadas é classificado como
de vapor;

366.Radiação não é um nevoeiro de advecção;

367.O nevoeiro formado devido o resfriamento noturno, principalmente em noites sem nuvens, é
denominado de radiação;

368.O nevoeiro restringe a visibilidade junto ao solo podendo acarretar fechamento do


aeródromo;

369.A turbulência convectiva ou térmica é mais comum no verão;

370.As turbulências que ocorrem pelo resultado do atrito de ventos fortes com uma superfície
irregular, são do tipo mecânicas;

371.A turbulência que geralmente ocorre no verão, sobre os continentes e com a presença de
nuvens cumuliformes, denomina-se térmica;

372.A turbulência orográfica é mais intensa a sotavento das montanhas;

373.A turbulência que ocorre com maior freqüência no verão, identificada pela presença de
nuvens cumuliformes, denomina-se convectiva;

374.A turbulência convectiva é mais intensa à tarde, no verão e sobre o continente;

375.A turbulência encontrada por uma aeronave quando voando sobre montanhas é de origem
orográfica;

376.O atrito de ventos fortes com terrenos irregulares e/ou obstáculos artificiais, poderá produzir
um tipo de turbulência denominada mecânica de solo;

377.A turbulência causada pela corrente a jato é de ar claro;

378.A linha imaginária limítrofe entre duas massas de ar de características distintas, denomina-se
frente;

379.Após a passagem de uma frente fria geralmente ocorre queda da temperatura;

380.Um grande volume de ar repousando sobre uma região acaba adquirindo as características
físicas de pressão, temperatura e umidade, tornando-se uma massa de ar;

381.As frentes frias no hemisfério sul apresentam um deslocamento predominante de SW;

382.As frentes quentes no hemisfério sul apresentam um deslocamento de NW para SE;

383.Quando uma massa de ar frio desloca uma massa de ar quente, tem-se uma frente fria;

384.A fase da trovoada em que a energia dos fenômenos meteorológicos diminui é denominada
dissipação;

385.Quando uma trovoada vem acompanhada de várias mudanças nas condições


meteorológicas, pode-se dizer que a mesma é de origem frontal;

386.A trovoada é um conjunto de fenômenos que se manifestam no interior de uma nuvem


cumulunimbus;

387.As trovoadas frontais são do tipo dinâmicas;


388.Granizo e chuva forte podem estar associados às trovoadas;

389.A trovoada na fase de dissipação apresenta como característica principal somente correntes
descendentes;

390.Trovoadas orográficas formam-se a barlavento das montanhas;

391.A primeira fase de uma trovoada é conhecida como fase de cumulus;

392.As correntes ascendentes, que ocorrem nas trovoadas, predominam na fase de cumulus;

393.Os vários tipos de gelo que se formam sobre as aeronaves são claro, escarcha e geada;

394.O gelo menos perigoso para a aviação é o escarcha;

395.O gelo claro forma-se mais comumente em ar instável e nuvens cumuliformes;

396.O tipo de gelo considerado mais perigoso para a aviação, por ser pesado e aderente é o
claro;

397.Quando uma aeronave voa em grandes altitudes, ocorrerá o resfriamento da fuselagem. Ao


descer para pouso entra em camada úmida de ar, podendo ocorrer a formação de gelo do tipo
geada;

398.Gelo claro ou cristal forma-se entre 0oC e -10oC em nuvens cumuliformes;

399.O tipo de gelo que se forma por sublimação do vapor de água em contato com a fuselagem
fria das aeronaves é denominado geada;

400.A formação de gelo nas asas da aeronave concorre para diminuir a sustentação.
Conhecimentos Gerais de Aeronaves

AERÓSTATOS: equipamentos mais leves que o ar; baseado no princípio de


Arquimedes (empuxo); exemplos: balões e dirigíveis (exemplos).
AERÓDINOS: equipamentos mais pesados que o ar; baseado na terceira lei
de Newton (ação e reação); exemplos: aeronaves, helicópteros e
planadores.
PRINCIPAIS COMPONENTES ESTRUTURAIS DE UMA AERONAVE: fuselagem,
empenagem/cauda, trem de pouso, asa, grupo moto-propulsor.
FUSELAGEM: onde transportam-se passageiros e cargas; une as demais
partes da aeronave;
* TUBULAR: formada por um tubo de aço
* MONOCOQUE: formada por cavernas (que dão forma)
* SEMI-MONOCOQUE: formada por longarinas (mais completa)
EMPENAGEM: localizada na parte traseira da aeronave; gera estabilidade;
possui dois estabilizadores, sendo um vertical e outro horizontal, além de
LEME DE DIREÇÃO e LEME DE PROFUNDIDADE.
MOTORES: controlados pelos manetes de potência, gera tração para que a
aeronave avance
* CLASSIFICAÇÃO POR NÚMERO: monomotor, bimotor, trimotor ou
quadrimotor.
* CLASSIFICAÇÃO POR TIPO DE MOTOR: PISTÃO: convencional; motor de 4
tempos; utiliza como combustível a gasolina de aviação; TURBOÉLICE:
motores que propiciam voos mais baixos e mais lentos; à base de
querosene; TURBOJATO: motores mais eficazes, porém, mais barulhentos;
geraram o turbofan; à base de querosene; TURBOFAN: motores semelhantes
aos turbojatos, mas menos barulhentos; à base de querosene; são os mais
eficientes;
TREM DE POUSO: órgão de pouso, amortecimento e locomoção em solo.
* CLASSIFICAÇÃO POR TIPO DE TREM DE POUSO: LITOPLANO: para
superfícies terrestres; HIDROPLANO: somente para água; possui flutuadores;
ANFÍBIOS: para ambos os tipos de superfície;
* CLASSIFICAÇÃO POR FIXAÇÃO DO TREM DE POUSO: FIXO: não se move;
gera maior atrito e menor velocidade;
RETRÁTIL: recolhe parcialmente, deixando rodas aparentes; menor atrito
que o fixo; ESCAMOTEÁVEL: recolhe totalmente, oferecendo mínimo atrito;
* CLASSIFICAÇÃO POR MOBILIDADE DO TREM DE POUSO: CONVENCIONAL:
roda direcional traseira, chamada bequilha; TRICICLO: roda direcional
frontal; aviões modernos para passageiros;
ASAS: geram força de sustentação, que produz força para que a aeronave
suba; formada por múltiplas estruturas, como: bordos de ataque e fuga,
dorso e intradorso, aileron, flap e slot/slat (dispositivos hipersustentadores
= aumentar a sustentação), spoliers/speed breakers (freio aerodinâmico),
envergadura, montantes, longarinas e nervuras; nas asas é onde se
transporta o combustível da aeronave;
* CLASSIFICAÇÃO POR POSIÇÃO DE FIXAÇÃO DA ASA: ASA ALTA, ASA BAIXA,
ASA MÉDIA e ASA PARASSOL (fixa sobre a fuselagem, sem encostar na
mesma)
* CLASSIFICAÇÃO POR FORMA DE FIXAÇÃO DA ASA: CANTILEVER (fixa sem
estais ou montantes) e SEMI-CANTILEVER (fixa com estais ou montantes)
* CLASSIFICAÇÃO POR NÚMERO DE ASAS: MONOPLANO (um par de asas),
BIPLANO (dois pares de asas), TRIPLANO (três pares de asas)
Teoria de Voo

FLUIDO (escoamento): Organizado (laminar ou lamelar) ou desorganizado


(turbulento ou turbilhonado)
FORÇAS que atuam sobre uma aeronave em voo
SUSTENTAÇÃO: Só ocorre se o avião estiver em movimento, ou seja, ocorrer
o vento relativo sobre a asa; sobre a asa (extradorso), o ar se movimenta
mais rápido, portanto maior pressão dinâmica (devido ao movimento) e
menor pressão estática (isso ocorre por causa da conservação de energia), o
que cria uma diferença de pressão.
ARRASTO: Resistência ao avanço devido à colisão das moléculas de ar com
a superfície da aeronave
TRAÇÃO: Força dos motores joga ar pra trás e impulsiona aeronave para
frente
PESO: Força da gravidade
ÂNGULOS
Ângulo DIEDRO: Ângulo formado entre o plano da asa e o eixo lateral do
avião. Pode ser positivo (pra cima) ou negativo (pra baixo).
ENFLECHAMENTO: Ângulo formado entre o eixo lateral do avião e a linha de
bordo de ataque da asa. Pode ser positivo (pra trás) ou negativo (pra
frente).
Ângulo de INCIDÊNCIA: Ângulo entre a corda e o eixo longitudinal
Ângulo de ATAQUE: Formado pela corda da asa e o vento relativo. Não pode
ser muito elevado.
ESTOL: Perda súbita de sustentação devido ao fluxo de ar sobre a asa ficar
tubilhonado.
MOVIMENTOS DA AERONAVE AO REDOR DOS EIXOS
VERTICAL: guinada, pedais controlam leme de direção
LONGITUDINAL: bancagem/rolamento, manche lateralmente controla
ailerons
TRANSVERSAL: tangagem/arfagem/picar (para baixo)/cabrar (para cima),
manche para frente (picar) ou para trás (cabrar) controlam profundor
ESTABILIDADE: Estável, Instável e Neutro
Navegação Aérea

UNIDADES DE MEDIDA
1º = 60’
1’ = 60”
1’ = 1 NM (milha náutica)
1 NM = 1852 M = 1,852 KM
1MT (milha terrestre) = 1609 M = 1,609 KM
1KM = 1000 M
LINHAS IMAGINÁRIAS
Circulo – paralelo – latitude – 0 (Equador) a 90° / N ou S
semi-circulo – meridiano – longitude – 0 (Greenwich) a 180° / E ou W
Co-Latitude: quanto falta para formar 90° (não inverte hemisfério)
Anti-meridiano: quanto falta para formar 180° (inverte hemisfério)
PONTOS CARDEAIS
Norte (N) – 0 º / 360º
Sul (S) – 180 º
Leste (E) – 90 º
Oeste (W) – 270 º
PONTOS COLATERAIS
Nordeste (NE) – 46º
Sudeste (SE) – 135 º
Sudoeste (SW) – 225º
Noroeste (NW) – 315 º
PROA: ângulo formado entre o meridiano e o eixo longitudinal da aeronave
(pra onde o nariz da aeronave aponta);
RUMO: ângulo formado entre o meridiano e a linha de rota (sentido de voo);
ROTA: trajetoria (caminho percorrido ou a percorrer)
DECLINAÇÃO MAGNÉTICA (DMG): Diferença entre norte verdadeiro e norte
magnético
FUSOS HORÁRIOS: Movimento aparente do sol é de leste (E) para oeste (W)
com a duração de 24 horas. Podendo dividir o cinturão terrestre em 360°
por 24 horas do dia, cada hora ou para cada faixa de fuso temos 15° de
longitude.
Hora Universal (UTC): hora adotada na faixa de fuso horário do meridiano de
Greenwich.
Hora Legal (HLE): hora oficial, adotada em toda uma faixa de fuso horário.
Meteorologia

ATMOSFERA: Camada de ar que envolve um planeta; Proporção de gases:


Nitrogênio = 78%, Oxigênio = 21%, Outros gases = 1%; Limite de saturação
no ar = 4% do volume, acima deste valor a água condensa (água passa do
estado gasoso para o líquido).
INSTRUMENTOS
Higrômetro: mede a UR (Umidade Relativa)
Barômetro: mede a pressão do ar
Termômetro: mede a temperatura
Anemômetro: mede a intensidade/direção do vento
CAMADAS DA ATMOSFERA
TROPOSFERA: É onde ocorrem os principais fenômenos meteorológicos; Nela
se desenvolvem os voos da aviação em geral; Gradiente Térmico: 2°C/1000
pés.
TROPOPAUSA: Camada de transição; ISOTERMIA (Gradiente térmico nulo).
ESTRATOSFERA: Camada onde tem início à difusão da luz; Nela está a
Camada de Ozônio, onde se filtra a radiação ultravioleta;
IONOSFERA: Também chamada de Termosfera; Excelente condutora de
eletricidade (presença de íons, devido raios X, UV e g) e Reflete ondas de
rádio;
EXOSFERA: Mudança gradativa da atmosfera terrestre para o espaço
interplanetário.
PROPAGAÇÃO DE CALOR
RADIAÇÃO: Não necessita de meio material. O calor é transferido por
radiação eletromagnética.
CONDUÇÃO: É a transferência de calor molécula a molécula em meios
sólidos (contato direto)
CONVECÇÃO: Transferência de calor pelo movimento vertical das massas de
ar. O ar mais quente (menos denso) sobe dando lugar ao ar mais frio (mais
denso). O Sol esquenta a Terra por radiação, e assim, o solo aquecido da
Terra aquece o ar logo acima dele por convecção.
ADVECÇÃO: Transferência de calor pelo movimento horizontal das massas
de ar. É o transporte de calor pelo vento. Sempre que há convecção há
advecção do ar frio que vem ocupar o lugar do ar quente que sobe.
PRESSÃO ATMOSFÉRICA: peso do ar sobre a superfície terrestre (medida em
hPa/hectopascal); quanto maior a altitude, menor a pressão.
VENTOS se deslocam da região de ALTA pressão para a de BAIXA pressão.
Medimos o vento em DIREÇÃO (em graus) e INTENSIDADE (em kt).
NUVENS: formam-se devido à redução de temperatura e aumento de vapor
d’água; condensação de água; Três níveis:
BAIXO: Stratus, Stratocumulus, Cumulus, e Cumulonimbus.
MÉDIO: Altocumulus, Altostratus e Nimbostratus.
ALTO: Cirrus, Cirrostratus e Cirrocumulus. (formadas de cristais de gelo)
ESTRATIFORMES: Formam-se em uma atmosfera mais estável;
Desenvolvimento horizontal; Cobrem grandes áreas e pouca espessura;
Precipitação leve e contínua.
CUMULIFORMES: Desenvolvimento vertical. Isoladas. Pancadas de chuva
fortes e localizadas.
NEVOEIROS: Visibilidade menor que 1000m. Favorecem a formação de
nevoeiros: Ventos fracos ou nulos na superfície; Umidade relativa do ar alta;
Baixa temperatura.
NÉVOA: Visibilidade maior que 1000 metros, sendo névoa secoa (UR<80%)
ou úmida (UR>80%)
TURBULÊNCIA: Causada por instabilidade no fluxo de vento, instantâneas e
irregulares ou por movimentos verticais do fluxo de ar. Tipos: Mecânica ou
de Solo, Convectiva ou Térmica, Orográfica, De céu claro, Frontal, Cortante
de vento, Na trilha de aeronaves
FRENTE FRIA: Mais comum, com ventos mais fortes e associados a nuvens
de desenvolvimento vertical, trovoadas e pancadas de chuva. Antes da
passagem da FF a pressão atmosférica cai e a temperatura aumenta.
Depois da passagem da FF a pressão atmosférica aumenta e a temperatura
cai.
FRENTE QUENTE: Mais amena e associada às nuvens do tipo estratiforme e
à estabilidade atmosférica. Desloca-se com velocidade menor que uma FF.
TROVOADA: Fenômeno meteorológico relativo ao estágio final de
desenvolvimento de uma Cumulus Nimbus (CB). Dividida em três estágios:
Cumulus (Correntes ascendentes), Maturidade ou Madureza (Ventos de
rajada, relâmpagos e precipitação intensa) e Dissipação.
GELO OPACO, AMORFO, ESCARCHA: Seu aspecto é opaco e disforme; Forma-
se em ar estável em nuvens estratiformes, sem turbulência; Deforma os
bordos de ataque mas é de fácil remoção; Forma-se pelo congelamento
instantâneo de pequenas gotículas superesfriadas.
GELO CLARO, CRISTAL: É brilhante e translúcido. É o tipo mais perigoso;
Forma-se em ar instável, em nuvens cumuliformes com turbulência; Adere
fortemente à aeronave sendo pesado e de difícil remoção; Formado pelo
congelamento lento de grandes gotas superesfriadas.
Questões B4

METEOROLOGIA

1- A principal característica da TROPOPAUSA é;

a) isotermia

2- Densidade é;

quantidade de matéria existente num corpo por unidade de volume

3- Um corpo que está mergulhado na atmosfera, estará sujeito a uma pressão;

a) estática

4- A transferência de calor por contato direto entre os corpos é chamada de;

condução

5- Um volume de ar se torna saturado com;

100% de umidade relativa

6- O elemento que não é considerado componente do ar atmosférico é;

vapor de água

7- Na composição do ar atmosférico, a proporção de nitrogênio é:

78%

8- Á noite a temperatura diminui devido a;

radiação terrestre

9- Quando o ar retém uma quantidade de vapor de água corresponde a 3% do volume de ar,


dizemos que está;

úmido
10- A camada da atmosfera onde se dá o início da difusão ou dispersão da luz solar é;

estratosfera

11- A camada de ozônio, conhecida como ozonosfera, que protege a terra do excesso de
radiação ultra violeta, é uma sub-camada dá;

estratosfera

12- A precipitação em formas de pancadas é uma característica de nuvens;

cumuliformes

13- O nevoeiro que se forma sobre os rios, lagos ou pântanos, cuja superfície líquida é mais
quente que o ar em contato com a mesma, é o nevoeiro;

de vapor

14- A porcentagem de vapor de água saturado no ar, corresponde a;

4% do volume

15- A temperatura na TROPOSFERA decresce na vertical na razão média de;

0,65°C / 100 m

16- A camada da atmosfera onde se dá o início da difusão ou dispersão da luz solar é;

estratosfera

17- Dos nevoeiros relacionados abaixo indique qual não é da advecção;

radiação

18- As condições mais favoráveis para formação de nevoeiros são;

céu claro, vetos fracos e radiação terrestre

19- Quando o ar retém uma quantidade de vapor de água corresponde a 3% do volume de ar;
úmido

20- Visibilidade que define nevoeiro;

ainferior a 1000 m

21- As turbulências frontais são do tipo;

dinâmicas

22- Turbulências orográficas são mais perigosas quando formadas;

a sotavento das montanhas

23- A primeira fase de uma trovoada é conhecida como fase de;

cumulus

24- O gelo menos perigoso para a aviação é o (a);

escarcha

25- O gelo claro forma-se mais comumente em ar;

instável e nuvens cumuliformes

26- A turbulência causada pela corrente de jato é;

de ar claro

27- O atrito de ventos fortes com terrenos irregulares e/ou obstáculos artificiais, poderá produzir
um tipo de turbulência denominada;

mecânico de solo

28- As nuvens do estágio baixo e do estágio alto, possuem respectivamente, uma estrutura;

líquida e sólida

29- Na classificação das nuvens, as de estágio alto são;


cirrus, cirrocumulus e cirrostratus

30- Define-se vento de superfície aquele que flui nos primeiros;

100 metros

31 - Qual a característica da PRIMEIRA fase da trovoada?

correntes ascendentes

32- O que é amplitude térmica?

máxima e mínima temperatura numa determinada região

-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

C.G.A.

1- A parte da frente da asa é denominada de;

bordo de ataque

2- As partes superior e inferior da asa são respectivamente;

extradorso e intradorso

3- A distância da ponta de uma asa até a ponta da outra é denominada;

envergadura

4- São asas que não possuem estais, nem montantes externos para o seu suporte;

cantilever

5- Dentre as alternativas abaixo, identifique os componentes estruturais internos de uma asa;


longarinas e nervuras

6- A parte da asa que sofre aumento de pressão ocasionado pelo escoamento do ar é;

intradorso

7- As aeronaves turbofan, turbojato e turboélice, entre outros tipos, fazem parte da classificação;

grupo moto-propulsor

8- A parte da aeronave que dá sustentação a mesma, é chamada de;

asa

9- As aeronaves mais pesadas do que o ar são chamadas;

aeródinos

10- Os principais tipos de fuselagem são;

tubular, monocoque e semi-monocoque

11- Quado uma aeronave baixa o trem de pouso, pode-se ter a certeza de que;

o arrasto deve aumentar

12- O movimento de inclinação lateral, que processa em torno do eixo longitudinal da aeronave, é
produzido pelo;

aileron

13- Os três eixos se cruzam no;

centro de gravidade

14- Reta que vai do bordo de ataque ao bordo de fuga;

corda

15- A parte da asa que sofre aumento de pressão ocasionado pelo escoamento do ar é;
intradorso

16- superfície aerodinâmica é aquela que sempre produz;

pequena resistência ao avanço

17- As forças que atuam num avião são;

sustentação, peso, tração e arrasto

18- Se a tração é menor do que o arrasto, o avião;

desacelera

19- O leme de profundidade é acionado através de (o);

manche para frente e para trás

20- Os aviões que pousam tanto em superfícies sólidas quanto líquidas são classificadas como;

anfíbios

21- Em um aerofólio de perfil assimétrico, a velocidade dos filetes de ar será maior no;

extradorso

22- São dispositivos hiper-sustentadores;

os flaps e slats

23- O movimento de inclinação lateral, que processa em torno do eixo longitudinal da aeronave, é
produzido pelo;

aileron
24- São usadas em monoplanos com montantes ou estais;

semi-cantilever

25- Uma das finalidades dos compensadores em uma aeronave é;


tirar tendência indesejáveis do voo

-----------------------------------------------------------------------------

NAVEGAÇÃO AÉREA

1- Quando uma esfera é dividida em duas partes desiguais, essa esfera é denominada;

a) círculo máximo
b) meridiano
c) raio máximo
d) círculo menor

2- Assinale a coordenada geográfica que está expressa corretamente;

a) 36° 36'S - 070° 12'W


b) 005°N - 07° 44'E
c) 98° 66' S - 090° 51'W
d) 01° 33'S - 189° 78'15''W

3- A unidade de medida de velocidade mais utilizada na aviação é;

a) KM/ H
b) ST/h
c) KT
d) NM

4- 140 milhas náuticas corresponde a quantos quilômetros;

a) 259 km
b) 75 km
c) 225 km
d) 140 km

5- 1 milha terrestre, cuja sigla é ST, corresponde a quantos quilômetros;

a) 1,900 km
b) 1,852 km
c) 1,150 km
d) 1,609 km
6- O meridiano 090°W tem como antimeridiano o de longitude;

a) 100°E
b) 090°E
c) 045°E
d) 045°W

7- Instrumento utilizado para navegação que indica direção magnética;

a) velocímetro
b) altímetro
c) pitot
d) bússola

8- Unidade de medida utilizada na aviação para mostrar a altitude de uma aeronave;

a) metros
b) quilômetros
c) milhas
d) pés

9- Método de navegação que utiliza coordenadas geográficas através de satélites para


localização da aeronave;

a) navegação rádio
b) navegação visual
c) navegação astronômica
d) navegação GPS

10- Linha do Equador, paralelo que divide a Terra que também é chamado de;

a) circulo menor
b) circulo mínimo
c) circulo máximo
d) circulo maior

11- Na navegação estimada levamos em consideração a direção e velocidade do vento mais três
instrumentos, quais são eles?

a) bússula, relógio, altímetro


b) velocímetro, relógio, tacômetro
c) bússula, altímetro, velocímetro
d) bússula, relógio, velocímetro

12- O que é uma coordenada geográfica?

a) o cruzamento de dois pontos perpendiculares á bissetriz de uma DLA


b) o cruzamento de um ponto de latitude com um ponto de longitude
c) diferença de uma latitude para outra
d) a subtração de uma latitude por uma longitude

13- Para medir uma longitude utilizamos um arco de;

a) paralelo
b) meridiano
c) circulo máximo
d) latitude

14- Latitude é;

a) arco de meridiano compreendido entre dois paralelos


b) arco de paralelo compreendido entre dois meridianos
c) arco de um meridiano compreendido entre co-latitude
d) arco de anti-meridiano compreendido entre uma co-latitude

15- É correto afirmar que;

a) circulo máximo é aquele que divide a terra em duas partes diferentes


b) circulo menor é aquele que divide a terra em duas partes iguais
c) circulo máximo é aquele que divide a terra em duas partes iguais
d) a linha do equador é um circulo menor

16- O arco do paralelo compreendido entre dois meridianos também é conhecido como um ponto
de;

a) longitude
b) latitude
c) trópico de câncer
d) DLO

17- Qual coordenada esta expressa de forma incorreta;


a) 07° 05' 37'' N - 148° 16' 59'' S
b) 55° 54' 25'' S - 003° 57' 43'' W
c) 17° 59' 52'' N - 011° 01' 33'' E
d) 12° 33' 22''S - 111° 49' 01'' E

18- Qual é a co-latitude da coordenada 16° 37' 55'' N ;

a) 73° 22' 05'' S


b) 22° 05' 37''
c) 73° 22' 05'' N
d) 22° 05' 37'' S

19- Qual é a co-latitude da coordenada 23° 39' S ;

a) 56° 21' S
b) 66° 39' S
c) 66° 21' S
d) 55° 49' S

20- Considerando um ponto de coordenadas geográficas ( 57° 12' 33'' N - 114° 28' 56'' E)
sabemos que está nos hemisférios, respectivamente ;

a) Norte do Equador e Oeste de Greenwich


b) Norte de Greenwich e Leste do Equador
c) Sul do Equador e Oeste de Greenwich
d) Norte do Equador e Leste de Greenwich

21- A Terra é dividida em hemisférios E (Este) e W (Oeste) pelo(as);

a) Linha do Equador
b) Meridiano 000° e meridiano 180°
c) Trópico de Capricórnio
d) Pólos Norte e Sul verdadeiros

22- Na longitude de 120°W são 18h UTC. No mesmo instante a hora UTC na longitude 135°E
será de;
a) 06h
b) 18h
c) 09h
d) 22h
23- Meridiano que, por convecção, foi escolhido como meridiano de origem e cujo valor em graus
é 000°, é;

a) Datum line
b) anti-meridiano
c) meridiano de Greenwich
d) Fuso
24- Na teoria dos fusos horários, o movimento aparente do sol de Este para Oeste, é resultado do
movimento de;

a) precessão da Terra
b) rotação do sol em volta da Terra
c) translação do sol em volta da Terra
d) rotação da terra de Oeste para Este

25- Na teoria dos fusos horários, o sol leva 1 hora para percorrer um arco de longitude
equivalente a;

a) 1°
b) 15°
c) 60°
d) 360°

26- Se nas coordenadas geográficas ( 33°45'S - 075°00'W) são 18:ooh Zulu, qual a hora UTC
nestas coordenadas :

a) 13:00h
b) 18:00h
c) 23:00h
d) 02:00h

27- Em qual longitude existe a coincidência da HLO, UTC e HLE;

a) 000°
b) 015°E ou W
c) 090°E ou W
d) 180°

28- Um circulo máximo na superfície terrestre é obtido cortando-se a Terra com um plano que;
a) passa no pólo Norte verdadeiro
b) cruza a linha do Equador
c) passa pelo centro da Terra
d) cruza o pólo Sul magnético

29- A terra gira em torno d seu eixo imaginário realizando o movimento chamado rotação de;

a) Norte para Sul


b) Sul para Norte
c) Leste para Oeste
d) Oeste para Leste

30- A milha marítima e a terrestre convertida em metros, equivalente a, respectivamente;

a) 1m e 2m
b) 1609m e 1852m
c) 1000m e 2000m
d) 1852m e 1609m

31- Trajeto previsto ou percorrido pela aeronave;

a) rota
b) rumo
c) proa
d) direção

32- O meridiano 090° ESTE tem como anti-meridiano o de longitude;

a) 090°W
b) 270°W
c) 090°E
d) 180°W

33- Partindo-se do sul, no sentido horário, têm-se como pontos colaterais, respectivamente;

a) Noroeste, Nordeste, Sudoeste e Sudeste


b) Sudoeste, Sudeste, Nordeste e Noroeste
c) Noroeste, Sudoeste, Sudeste e Nordeste
d) Sudoeste, Noroeste, Nordeste e Sudeste

34- A milha marítima e a terrestre convertida em metros, equivalem a , respectivamente;


a) 1m e 2 m
b) 1000m e 2000m
c) 1609m e 1852m
d) 1852m e 1609m

35- Com relação a hora legal (HLE), para locais que estejam do lado Oeste, a hora UTC será;

a) a mesma
b) mais cedo
c) mais tarde
d) no Brasil é mais cedo

36- Ao longo de um paralelo ou do Equador são lidas as ;

a) Latitudes
b) Longitudes
c) Isogônicas
d) Agônicas

37- Se uma pessoa para se orientar estender o braço direito lateralmente para o lado que nasce o
Sol, terá a sua frete;

a) Sul
b) Norte
c) Leste
d) Oeste

38- Começando do Norte, no sentido horário, os pontos colaterais são;

a) SE-NW-SW-NE
b) SW-NW-SE-NE
c) NE-SE-SW-NW
d) SW-NW-NE-SE

39- Na teoria dos fusos horários, a relação de hora em relação á longitude é de;

a) 1° dr longitude para 1 hora


b) 1° de longitude para 24 horas
c) 15° de longitude para 1 hora
d) 180° de longitude para 24 horas
40- Com relação aos pontos cardeais e respectivas direções em graus, indique a alternativa que
apresenta a verdadeira igualdade;

a) S= 090°
b) W= 180°
c) E= 270°
d) N= 360°

41- A linha de fé é encontrada no (a) ;

a) Bússola
b) Altímetro
c) Climb
d) Variômetro

42- A declinação magnética é o ângulo entre o Norte verdadeiro e o (a);

a) Norte magnético
b) Norte geográfico
c) Linha isogônica
d) Linha isoclínica

43- São pontos subcolaterais;

a) N, E, S e W
b) NE, SE, SW e NW
c) N, NE, E, S, SW, W e NW
d) NNE, ENE, ESE, SSE, SSW, WSW, WNE e NNW

44- A linha internacional de mudança de data ou "datum line" é o meridiano de longitude;

a) 000°
b) 015°
c) 180°
d) 360°

45- As latitudes e longitudes possuem valores angulares mínimos e máximos, respectivamente


de;

a) 00° a 90° , 00° a 90°


b) 00° a 90° , 000° a 180°
c) 000° a 180° , 000° a 180°
d) 000° a 180° , 000° a 360°

46- Quando em São Paulo ( fuso +3) um relógio marca 23;00 do dia 01 de Janeiro, em Londres (
Greenwich) um relógio marcará;

a) 02:00 do dia 02 de janeiro


b) 20:00 do dia 01 de janeiro
c) 02:00 do dia 31 de dezembro
d) 20:00 do dia 31 de dezembro

47- Assinale as coordenadas expressas incorretamente;

a) 12° 30' 40'' S - 000° 01' 59'' E


b) 55° 55' 55'' N - 055° 55' 55'' W
c) 00° 00' 00'' S - 131° 12' 20'' W
d) 79° 00'12'' N - 090° 00' 01'' E

48- O processo de navegação que utiliza ondas de rádio de estações terrestres é chamado de:

a) Estimada
b) por contato
c) radio goniométrico
d) eletrônico

49- Na teoria dos fusos horários, o sol leva 1 hora para percorrer um arco de longitude
equivalente a;

a) 1°
b) 15°
c) 60°
d) 360°

50- A latitude é medida sobre um (a) o;

a) longitude
b) paralelo
c) meridiano
d) círculo menor
51- Linhas numa carta que unem pontos de mesma declinação magnética (DMH) chama-se;

a) isogônicas
b) agônicas
c) isobáricas
d) Isoclínicas
52- Convertendo 121 NM em KM, tem-se:

a) 65
b) 194
c) 224
d) 242

53- 200 metros equivalem a;

a) 65 FT
b) 600 FT
c) 656 FT
d) 700 FT

54- Sobre o Equador, um arco de 2° 15' ,


equivale e uma distância de:

a) 135 NM
b) 135 KM
c) 165 NM
d) 165 KM

55- Na conversão de distâncias, 05° 25' 30''


de latitude corresponde a;

a) 325,3 NM
b) 325,5 NM
c) 525,3 NM
d) 535,5 NM

56- A distância em NM do ponto de


latitude 75° 30' N ao pólo Norte será de;

a) 870
b) 910
c) 1430
d) 1470

57- A co-latitude da latitude 32° 40' S é;

a) 90° 00' S
b) 75° 40' N
c) 70° 20 N
d) 57° 20' S

58- O anti-meridiano de 105° 40' E é;

a) 180° 00' E
b) 75° 40' W
c) 74° 20' E
d) 74° 20 W

59- A UTC em um aeródromo na longitude 137° 30' E do dia 22/09/2004 é 22:00 horas. A HLE,
HLO e data, serão respectivamente;

a) 13:00h / 12:50h / 22/06/2004

b) 07:00h / 07:10h / 23/09/2004

c) 13:00h / 12:50h / 23/09/2004

d) 07:00h/ 07:10h / 22/09/2004

GABARITO

1- D
2- A
3- C
4- A
5- D
6- B
7- D
8- D
9- D
10- C
11- D
12- B
13- A
14- A
15- C
16- A
17- A
18- C
19- C
20- D
21- B
22- B
23- C
24- B
25- B
26- B
27- A
28- C
29- D
30- D
31- A
32- A
33- D
34- D
35- C
36- B
37- B
38- C
39- C
40- D
41- A
42- A
43- D
44- C
45- B
46- A
47- C
48- C
49- B
50- B
51- A
52- C
53- C
54- A
55- B
56- A
57- D
58- D
59- B
Meteorologia para Aviação

Curso de Comissário de Vôo

200 Testes com gabarito

FS2004 Splash Screen, Golden Spitfire (Grant MacLean, 2006)

Organizado e revisado por:

Vinícius Roggério da Rocha


Instrutor de Meteorologia

1
1. A meteorologia aeronáutica é um ramo da:
a) aeronomia
b) meteorologia pura
c) meteorologia aplicada
d) meteorologia sinótica

2. Ao nível do mar, o ar seco se compõe basicamente de:


a) nitrogênio, oxigênio e ozônio
b) hélio, amônio e neônio
c) oxigênio, nitrogênio e dióxido de carbono
d) argônio, oxigênio e nitrogênio

3. No equador, a altura média da troposfera é de:


a) 10.000m
b) 12.000m
c) 17.000m
d) 28.000m

4. O reconhecimento da tropopausa é feito por:


a) baixas temperaturas
b) altas temperaturas
c) isometria (mesma temperatura)
d) grandes variações de temperatura

5. A camada da atmosfera caracterizada por um gradiente térmico negativo denomina-se:


a) troposfera
b) tropopausa
c) estratosfera
d) mesosfera

6. Os fenômenos meteorológicos mais importantes ocorrem na:


a) estratosfera
b) tropopausa
c) mesosfera
d) troposfera

7. A variação vertical da temperatura com a altura chama-se:


a) gradiente vertical
b) gradiente adiabático seco
c) gradiente adiabático úmido
d) gradiente pseudo-adiabático

8. O ar aquecido próximo a terra torna-se mais quente, mais leve e tende a subir produzindo:
a) advecção
b) convecção
c) condução
d) radiação

9. O termômetro de mercúrio serve para medir a temperatura do:


a) ponto de orvalho
b) potencial do ar
c) ar
d) vapor d’água

10. A advecção é o movimento do calor ou ar aquecido no sentido:


a) vertical
b) da alta para baixa pressão
c) descendente
d) longitudinal

11. A circulação do ar está ligada ao parâmetro:


a) velocidade
b) pressão

2
c) ponto de orvalho
d) umidade

12. Na circulação anticiclônica, em superfície, temos ventos:


a) convergentes
b) divergentes
c) ascendentes
d) nulos

13. Os ventos que sopram numa baixa pressão constituem uma circulação:
a) ciclônica
b) anticiclônica
c) divergente
d) descendente

14. Cristais de gelo ocorrem em nuvens do tipo:


a) Cirrus - CI
b) Stratus - ST
c) Stratocumulus - SC
d) nacaradas

15. Um CB é caracterizado por:


a) chuva intensa sem relâmpagos
b) aspecto escuro
c) chuva intensa com relâmpagos
d) chuvas leves

16. A trovoada sempre ocorre em nuvens:


a) CB
b) CI
c) TCU
d) TCI

17. As nuvens do tipo cumuliformes identificam o ar:


a) estável
b) instável
c) neutro
d) seco

18. São nuvens de desenvolvimento vertical aquelas que cruzam todos os estágios de desenvolvimento,
identificadas pelas siglas:
a) AC-AS
b) CC-CS
c) CU-CB
d) NS-CU

19. A precipitação forte e descontínua é característica das nuvens:


a) estratiformes
b) noctilucentes
c) orográficas
d) cumuliformes

20. Os nevoeiros ocorrem:


a) a baixa altura sobre o solo
b) com menor freqüência no litoral
c) com mais intensidade no verão
d) sobre superfícies planas

21. Nevoeiro é uma nuvem colada á superfície, do tipo:


a) ST
b) AS
c) CS
d) CI

3
22. O nevoeiro de vapor é do tipo:
a) advecção
b) frontal
c) marítimo
d) encosta

23. O nevoeiro de radiação é do tipo:


a) advectivo
b) frontal
c) marítimo
d) massa de ar

24. O nevoeiro é um fenômeno que restringe a visibilidade a:


a) 1000m
b) menos de 1000m
c) 1000 pés
d) mais de 1000m

25. O ar mais frio, movendo-se sobre uma superfície liquida mais quente, ocasiona nevoeiro do tipo:
a) orográfica
b) mecânica
c) convectiva
d) vapor

26. A turbulência encontrada voando sobre as montanhas é do tipo:


a) frontal
b) cortante de vento
c) convectiva
d) orográfica

27. A turbulência de ar claro (CAT) está geralmente associada a:


a) Nuvens CB
b) Jet Stream
c) massas de ar
d) nuvens altas

28. Normalmente durante o vôo, as turbulências estão associadas às correntes:


a) convectivas
b) advectivas
c) orográficas
d) cortantes

29. O gelo opaco, amorfo ou granular que se forma nas aeronaves, típico do ar estável, é denominado:
a) escarcha
b) geada
c) claro
d) granizo

30. O gelo de aspecto brilhante e liso que se forma nas aeronaves, entre 0ºC e -10ºC, próprio do ar instável,
é denominado:
a) escarcha
b) geada
c) claro
d) amorfo

31. As áreas críticas de formação de gelo em uma aeronave são as:


a) asas e empenagens, as hélices, o carburador e o tubo de pilot
b) asas e empenagens, os flaps e o leme
c) hélices, as asas, os spoilers e os flaps
d) hélices, os spoilers e os flaps

4
32. São requisitos necessários para a formação de uma trovoada, o ar:
a) instável, a umidade e a ação ascendente
b) estável, a umidade e a ação descendente
c) instável, os ventos e a ação descendente
d) estável, os ventos e a ação ascendente

33. A predominância de correntes ascendentes caracteriza uma trovoada na fase de:


a) dissipação
b) cumulus
c) maturidade
d) expansão

34. O estágio de maturidade de uma trovoada é definido quando:


a) há inicio de convecção
b) há precipitação térmica
c) há degeneração das correntes ascendentes
d) ocorrem relâmpagos e ventos em forma de rajadas

35. Na impossibilidade de evitar o vôo em trovoadas, deve-se:


a) desligar o piloto automático e o rádio, aumentar a RPM e fixar os objetos dentro da aeronave
b) ligar o piloto automático e o rádio e corrigir a altitude de vôo constantemente
c) guardar os objetos soltos a bordo e diminuir a RPM
d) ligar o piloto automático e diminuir RPM

36. Frente, em meteorologia é:


a) o início do inverno
b) o fim do inverno
c) a zona limítrofe entre duas massas de ar com características diferentes
d) a parte mais escura do CB

37. Quando uma massa de ar mais quente avança sobre outra mais fria, temos uma frente:
a) fria
b) estacionária
c) quente
d) oclusa

38. Com a passagem de uma frente fria, temos o ar:


a) menos frio penetrando por baixo do ar mais frio
b) mais frio empurrando e substituindo o ar mais quente
c) mais frio sendo empurrado e substituído pelo ar mais quente
d) mais frio empurrando e subindo ao longo do ar menos frio

39. Os ventos que antecedem uma frente fria, no hemisfério sul, sopram do:
a) norte e noroeste
b) sul
c) sudeste
d) nordeste e norte

40. As frentes quentes, no hemisfério sul, deslocam-se:


a) SW para NE
b) NW para SE
c) E para N
d) N para S

41. As frentes quentes, em relação às frentes frias, são:


a) mais rápidas
b) mais frias
c) mais lentas
d) imóveis

42. Nas inversões de temperatura, indicando que a temperatura aumenta ao invés de diminuir com a
altura, o gradiente térmico é:
a) negativo

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b) isométrico
c) positivo
d) normal

43. O gradiente térmico na TROPOPAUSA é:


a) isotérmico
b) negativo
c) positivo
d) equivale a 1%C 100m

44. A composição do ar atmosférico é:


a) 21% nitrogênio, 78% oxigênio, 1% de outros gases
b) 21% hidrogênio, 78% oxigênio, 1% de outros gases
c) 21% nitrogênio, 78% hidrogênio, 1% de outros gases
d) 21% oxigênio, 78% nitrogênio, 1% de outros gases

45. O efeito turbulento na atmosfera, caracterizado por agitação vertical, é denominado:


a) absorção de luz
b) radiação
c) advecção
d) convecção

46. Quanto maior a diferença de pressão, a velocidade do vento é:


a) menor
b) maior
c) indiferente
d) a mesma

47. Nuvens altas são compostas de:


a) cristais de gelo
b) vapor d’água e cristais
c) vapor d’água
d) núcleos de condensação

48. Nuvem densa, de grandes dimensões, com base escura e o topo em forma de bigorna ou penacho é:
a) CU
b) TCU
c) CB
d) AC

49. Nuvens que surgem isoladas e que se desenvolvem verticalmente são:


a) estratiformes
b) cumuliformes
c) de costa
d) alísio

50. As formações de gelo mais severas são encontradas:


a) nas frentes frias
b) nas frentes quentes
c) nos mais altos níveis da troposfera
d) na massa de ar úmido

51. Até _____ o vento e considerado de superfície.


a) 100 pés
b) 1000 pés
c) 100 metros
d) 1000 metros

52. Considera-se vento calmo o que tem velocidade:


a) igual a 1 nó
b) inferior a 1 nó
c) constante
d) superior a 1 nó

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53. A velocidade do vento para fins aeronáuticos é expressa em:
a) graus
b) grados
c) kt (nós)
d) volume

54. São estágios da trovoada


a) cumulus maturidade e dissipação
b) TCU
c) cumulus trovoada e dissipação
d) cumulus maturidade e trovoada

55. No hemisfério sul, os sistemas de alta e baixa pressão estão associados, respectivamente, ao tempo:
a) instável e estável
b) instável
c) estável
d) estável e instável

56. Durante o dia, a brisa marítima sopra:


a) da terra para o mar
b) paralelamente a orla
c) do mar para terra
d) de cima para baixo

57. As estações do ano originam-se:


a) na rotação da terra
b) na translação da terra
c) na maior distancia do sol
d) devido à órbita eclíptica da Terra

58. O ar seco é mais pesado que o ar úmido em virtude:


a) do peso molecular de seus componentes
b) do conteúdo do vapor d’água diminuir com a altitude
c) do peso de uma molécula de vapor
d) sua capacidade de reter vapor d’água

59. A ordem correta das camadas da atmosfera é:


a) troposfera estratosfera tropopausa e exosfera
b) troposfera tropopausa estratosfera ionosfera
c) estratosfera tropopausa troposfera ionosfera
d) troposfera tropopausa ionosfera estratosfera

60. O gradiente térmico médio da troposfera é de:


a) 0,65 º C/100m
b) 2º C / 1000 m
c) 2º C / 100 m
d) 1º C / 1000 m

61. ____________ são três tipos diferentes de gelo.


a) opaco, amorfo e claro
b) geada, granulado e amorfo
c) claro, liso e geada
d) opaco, claro e geada

62. __________ e característica básica da tropopausa.


a) baixas temperaturas
b) altas temperaturas
c) isotermia
d) grandes variações de temperatura

63. O efeito estufa ocorre de forma mais acentuada:


a) nos dias claros

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b) nos dias com nuvens
c) diretamente para o espaço
d) absorção de radiação solar

64. O sentido de deslocamento das frentes frias no hemisfério sul é:


a) do pólo para equador
b) dos trópicos para pólo
c) dos trópicos para equador de, SW para NE
d) do pólo para equador de, SW para NE

65. Relacione as colunas:


1- Frente Fria
2- Frente quente
3- Frente oclusa
4- Frente estacionaria

( ) encontro de frentes
( ) o ar frio empurra o ar quente para cima
( ) a linha imaginária da frente mantêm-se parada
( ) o ar quente sobe sobre o ar frio

A seqüência correta e:
a) 1,4,3,2
b) 3,2,4,1
c) 3,2,1,4
d) 3,1,4,2

66. ___________ é uma zona de transição e descontinuidade entre massas de ar com características
diferentes.
a) frente
b) frente quente
c) ciclone
d) superfície frontal

67. A estreita faixa de transição que separa a troposfera da estratosfera chama-se:


a) mesosfera
b) ionosfera
c) hidrosfera
d) tropopausa

68. A camada mais baixa da atmosfera é a:


a) troposfera
b) estratosfera
c) mesosfera
d) ionosfera

69. O ramo da geofísica que estuda os fenômenos que ocorrem na atmosfera chama-se:
a) hidrologia
b) aeronomia
c) meteorologia
d) NDA

70. As frentes ________ são mais rápidas e violentas que as frentes ________ .
a) oclusas-frias
b) frias-quentes
c) quentes-frias
d) dinâmicas-oclusas

71. Após a passagem de uma frente fria:


a) a temperatura decresce e a pressão cai
b) a pressão aumenta e a temperatura sobe
c) a temperatura cai e a pressão aumenta
d) ficam inalteradas temperatura e pressão

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72. Os estágios de evolução da célula de uma trovoada são em numero de:
a) 2
b) 3
c) 4
d) 5

73. A fim de realizarem-se vôos mais econômicos e seguros as funções de Meteorologia Aeronáutica são:
a) coordenar analisar prever e informar
b) observar analisar prever e informar
c) observar analisar prever e informatizar
d) coordenar analisar prever e informatizar

74. É nessa camada onde se inicia a difusão da luz solar (cor de céu azul) e contém a camada de ozônio:
a) tropopausa
b) ionosfera
c) estratosfera
d) troposfera

75. Com relação a variação da pressão atmosférica, podemos dizer que quanto maior a:
a) temperatura maior a pressão
b) altitude maior a pressão
c) temperatura menos a pressão
d) a umidade do ar maior a pressão

76. A temperatura padrão (ISA) ao nível do mar equivale a:


a) 10ºC
b) 15ºC
c) 12ºC
d) 25ºC

77. _________ é a nuvem de trovoada:


a) cumulus (CU)
b) towering cumulus (TCU)
c) stratocumulus (SC)
d) cumulunimbus (CB)

78. Podemos dizer que advecção e convecção originam:


a) sistemas de alta e baixa pressão
b) nuvens com processo de desenvolvimento horizontal e desenvolvimento vertical, respectivamente
c) sistema de baixa e alta pressão
d) nuvens com desenvolvimento anormal

79. ______ é o processo de formação da trovoada


a) orográfico
b) advectivo
c) convectivo
d) químico

80. Num dado volume de ar, a porcentagem de vapor d’água varia entre:
a) 0% e 4%
b) 0% e 10%
c) 4% e 10%
d) 0% e 100%

81. A grandeza física que mede a quantidade de calor de um corpo é:


a) termômetro
b) temperatura
c) calor
d) termógrafo

82. É o transporte de calor na horizontal, pelo vento:


a) condução

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b) convecção
c) advecção
d) radiação

83. A pressão atmosférica é exercida:


a) de baixo para cima
b) da direita para a esquerda
c) de cima para baixo
d) em todos os sentidos

84. ___________ é o instrumento usado para medir a pressão atmosférica.


a) barômetro
b) termômetro
c) pluviômetro
d) nefoscópio

85. A _________ sopra da terra para o mar e é mais intensa no inverno, da madrugada.
a) brisa de vale
b) brisa de montanha
c) brisa marítima
d) brisa terrestre

86. Na variação da pressão atmosférica com a altitude, a pressão:


a) aumenta com a altitude
b) e sempre igual
c) não tem relação com a altitude
d) diminui com a altitude

87. Ciclone é uma área de pressão:


a) baixa
b) máxima
c) constante
d) alta

88. A linha que une os mesmos pontos de pressão atmosférica chama-se:


a) isotérmica
b) isotaca
c) isóbara
d) isociclica

89. Anticiclone é uma área de pressão:


a) constante
b) alta
c) baixa
d) mínima

90. O vento ocorre em função da diferença:


a) da pressão entre dois pontos
b) da umidade entre dois pontos
c) da visibilidade
d) das nuvens

91. A velocidade do vento e medida pelo:


a) nefoscópio
b) anemômetro
c) barômetro
d) barografo

92. Gradiente térmico negativo significa:


a) isotermia
b) aumento da temperatura na vertical
c) decréscimo da temperatura vertical
d) variação irregular da temperatura

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93. Os fluxos de ventos fortíssimos que ocorrem nos limites superiores da atmosfera e que predominam de
oeste para leste nas latitudes temperadas são denominados:
a) frentes
b) frente oclusa
c) corrente de jato
d) cortante de vento

94. As nuvens cirrus são formadas por:


a) cristais de gelo suspensos na atmosfera
b) gotículas de água em suspensão na atmosfera
c) partículas microscópicas na atmosfera
d) núcleos de poluição em suspensão na atmosfera

95. Turbulência ___________ ocorre nas encostas.


a) orográfica
b) sotavento
c) barlavento
d) advectiva

96. Ar estável está associado a:


a) turbulência térmica
b) correntes ascendentes
C) formação de nuvens cumuliformes
d) formação de nuvens estratiformes

97. O gelo mais perigoso para a aviação, por ser pesado e aderente, é:
a) geada
b) amorfo
c) claro ou cristal
d) opaco ou escarcha

98. A Meteorologia divide-se em:


a) pura
b) aplicada
c) pura e aplicada
d) pura aplicada e aeronáutica

99. O fator que influencia na variação da pressão atmosférica é o(a):


a) vento
b) névoa
c) temperatura
d) magnetismo terrestre

100. Quando uma aeronave voa em grandes altitudes, ocorrerá o resfriamento da fuselagem. Ao descer
para pouso, a aeronave entra em camada úmida de ar, podendo ocorrer a formação de gelo do tipo:
a) geada
b) escarcha
c) claro
d) opaco

101. Das condições de tempo específicas abaixo, indique aquela que poderá estar associada às trovoadas:
a) chuvisco contínuo
b) granizo e chuva forte
c) vento fraco
d) estabilidade atmosférica

102. Trovoadas orográficas formam-se:


a) apenas no verão
b) a sotavento das montanhas
c) a barlavento das montanhas
d) por aquecimento noturno do mar

11
103. A diferença de pressão entre dois pontos faz que o vento flua:
a) da maior pressão para a menor pressão
b) da menor pressão para a maior pressão
c) para os pólos
d) da pressão baixa para a pressão alta

104. A primeira fase de uma trovoada é conhecida como fase de:


a) cumulonimbus
b) maturidade
c) dissipação
d) cumulus

105. O sistema de pressurização tem por objetivo fazer com que a pressão na cabine, em relação à pressão
atmosférica externa a aeronave, seja:
a) igual
b) menor
c) maior
d) igual ou menor

106. Os ventos que sopram do mar para o continente ao longo do litoral, formam nevoeiro:
a) marítimo
b) de vapor
c) de radiação
d) de brisa marítima

107. A camada da atmosfera que apresenta a maior concentração gasosa e sofre o efeito direto do
aquecimento da superfície terrestre, denomina-se:
a) exosfera
b) ionosfera
c) troposfera
d) estratosfera

108. Define-se vento de superfície aquele que flui nos primeiros:


a) 30 metros
b) 60 metros
c) 100 metros
d) 600 metros

109. Densidade é:
a) quantidade de matéria existente num corpo por unidade de volume
b) peso de um corpo por unidade de volume
c) quantidade de matéria existente num corpo
d) grau de dureza de um corpo

110. À noite a temperatura do solo diminui pelo processo de:


a) radiação
b) convecção
c) condução
d) advecção

111. Na classificação das nuvens, as do estágio alto são:


a) stratus, altocumulus e cirrus
b) cirrus, cirrocumulus e cirrostratus
c) cirrostratus, numbustratus e stratus
d) stratocumunulus, altostratus e altocumulus

112. Identifique o fenômeno abaixo que tem sua formação caracterizada pelo processo convectivo do ar:
a) nevoeiro
b) nuvens estratificadas
c) ventos
d) nuvens cumuliformes

113. A nuvem cumulus congestus (TCU) é classificada como:

12
a) baixa
b) média
c) alta
d) de desenvolvimento vertical

114. Na atmosfera padrão encontramos:


a) ar seco, temperatura de 15ºC e pressão de 1013,2 hPa
b) ar saturado, temperatura de 15ºF e pressão de 1013,2 hPa
c) latitude de 45º, temperatura de 1013,2 hPa e pressão de 15ºC
d) latitude de 45º, temperatura de 20ºC e pressão de 1013,2 hPa

115. As nuvens cumulonimbus caracterizam-se por serem nuvens:


a) claras e leves
b) verticais e escuras
c) horizontais e leves
d) leves e brancas

116. Quando uma trovoada vem acompanhada de várias mudanças nas condições meteorológicas, pode-se
dizer que a mesma é de origem:
a) convectiva
b) frontal
c) orográfica
d) térmica

117. A turbulência convectiva é mais intensa:


a) à tarde, no verão e sobre o oceano
b) sobre as cidades, à noite, no inverno
c) à tarde no verão e sobre o continente
d) à noite, verão e sobre o oceano

118. A propagação de calor que ocorre pelas correntes ascendentes e descendentes, é denominada:
a) advecção
b) radiação
c) condução
d) convecção

119. A turbulência causada pela corrente de jato é:


a) frontal
b) térmica
c) de ar claro
d) de ar quente

120. Dentre os tipos de nuvens relacionados abaixo, indique aquele que se classifica como nuvem de
desenvolvimento vertical:
a) vertical
b) stratus
c) cumulonimbus
d) altostratus

121. O que ocorre com a pressão e a temperatura, respectivamente, com o aumento da altitude:
a) aumenta e diminui
b) diminui e aumenta
c) aumenta e aumenta
d) diminui e diminui

122. A pressão atmosférica padrão ao nível do mar é de:


a) 1000.0 hPa
b) 1013.2 hPa
c) 1015.2 hPa
d) 1020.2 hPa

123. A transferência à distância, através de um meio rarefeito, sem que haja contato entre os corpos, é a
forma de propagação de calor conhecida como:

13
a) condução
b) advecção
c) radiação
d) convecção

124. A turbulência que ocorre com maior freqüência no verão, identificada pela presença de nuvens
cumuliformes, denomina-se:
a) de solo
b) mecânica
c) convectiva
d) frontal

125. Dos nevoeiros relacionados abaixo indique qual não é de advecção:


a) vapor
b) orográfico
c) radiação
d) marítimo

126. Quando uma massa de ar frio desloca uma massa de ar quente, tem-se uma frente:
a) fria
b) quente
c) frontal
d) estacionária

127. A camada de atmosfera onde a temperatura do ar sofre um decréscimo de 2°C/1.000 pés, denomina-
se:
a) tropopausa
b) troposfera
c) estratosfera
d) ionosfera

128. A turbulência encontrada por uma aeronave quando voando sobre montanhas é de origem:
a) frontal
b) termina
c) orográfica
d) dinâmica

129. Em um dia frio a pressão atmosférica normalmente será:


a) maior que a de um dia quente
b) menor que a de um dia quente
c) igual à de um dia quente
d) inalterada, pois a temperatura não afeta a pressão

130. O processo de propagação de calor nos sólidos é conhecido como:


a) advecção
b) condução
c) radiação
d) convecção

131. As nuvens constituídas por cristais de gelo são encontradas no estágio:


a) alto
b) baixo
c) médio
d) de desenvolvimento vertical

132. A linha imaginária limítrofe entre duas massas de ar de características distintas denomina-se:
a) frente
b) trovoada
c) vento de rajada
d) massa de ar

133. As nuvens cumuliformes formam-se em ar:


a) neutro

14
b) instável
c) estável
d) calmo

134. Das alternativas abaixo, indique a que apresenta somente nuvens do estágio baixo:
a) AC, AS, NS
b) CI, CC, CS
c) ST, SC
d) CU, TCU, CB

135. A formação de gelo nas asas da aeronave concorre para:


a) diminuir a sustentação
b) aumentar a sustentação
c) diminuir a resistência ao avanço
d) diminuir o peso

136. A fase da trovoada em que a energia dos fenômenos meteorológicos diminui é denominada:
a) stratus
b) cumulus
c) maturidade
d) dissipação

137. O ar úmido, em relação ao ar seco:


a) é mais pesado
b) é menos denso
c) possui a mesma densidade
d) é mais quente

138. A turbulência convectiva ou térmica é mais comum:


a) no verão
b) no inverno
c) nas manhãs frias
d) na noites frias

139. O nevoeiro restringe a visibilidade junto ao solo podendo acarretar:


a) trovoada
b) chuva pesada
c) forte turbulência
d) fechamento do aeródromo

140. Marque a alternativa correta:


a) o peso de um corpo é variável e a massa é invariável
b) o peso de um corpo no Equador é maior que nos pólos
c) a massa de um corpo no Equador é maior que nos pólos
d) as alternativas “b” e “c” estão corretas

141. As porcentagens de oxigênio e de nitrogênio na atmosfera terrestre são respectivamente de:


a) 21 e 78
b) 78 e 21
c) 21 e 4
d) 78 e 4

142. A turbulência orográfica é mais intensa:


a) a sotavento das montanhas
b) ao longo das frentes frias
c) a barlavento das montanhas
d) quanto mais intensa for a insolação

143. A principal característica da tropopausa é a:


a) alta temperatura
b) isotermia
c) constância da umidade relativa
d) constância do vento

15
144. A camada da atmosfera que tem início a difusão da luz, denomina-se:
a) ionosfera
b) troposfera
c) estratosfera
d) exosfera

145. Um volume de ar se torna saturado com:


a) 4% de umidade relativa
b) 50% de umidade relativa
c) 100% de vapor de água
d) 100% de umidade relativa

146. Os valores da temperatura e da pressão na atmosfera padrão são, respectivamente:


a) 15°C e 1013,2 hPa
b) 1913,2 hPa e 15°F
c) 15°C e 760 hPa
d) 20°C e 1013,2 hPa

147. A camada da atmosfera que apresenta a isotermia como principal característica é a:


a) tropopausa
b) ionosfera
c) troposfera
d) estratosfera

148. A propagação do calor no sentido horizontal denomina-se:


a) condução
b) radiação
c) advecção
d) convecção

149. As nuvens do estágio baixo e do estágio alto possuem, respectivamente, uma estrutura:
a) mista e líquida
b) líquida e mista
c) líquida e sólida
d) sólida e líquida

150. Os gases que são encontrados na atmosfera terrestre, em maiores proporções são:
a) nitrogênio e oxigênio
b) nitrogênio e hidrogênio
c) argônio e hélio
d) oxigênio e hidrogênio

151. A troposfera, camada mais baixa da atmosfera, se estende verticalmente sobre o equador, até cerca
de:
a) 60 quilômetros
b) 3 a 5 quilômetros
c) 7 a 9 quilômetros
d) 17 a 19 quilômetros

152. A camada de transição da atmosfera, com cerca de 4 km de espessura, dentro da qual o gradiente
térmico é praticamente nulo, chama-se:
a) exosfera
b) ionosfera
c) troposfera
d) tropopausa

153. O que não interfere na pressão atmosférica:


a) temperatura
b) vento
c) umidade
d) altitude

16
154. Das alternativas indique a que contenha somente nuvens de desenvolvimento horizontal:
a) CI, CC, AC
b) AS, NS, CS
c) CU, CB, CC
d) CB, AS, NS

155. A camada da atmosfera que limita a troposfera denomina-se:


a) ionosfera
b) estratosfera
c) exosfera
d) tropopausa

156. As turbulências que ocorrem pelo resultado do atrito de ventos fortes com uma superfície irregular, são
do tipo:
a) frontais
b) térmicas
c) mecânicas
d) dinâmicas

157. Um volume de ar quando retém um total de 4% de vapor de água, é considerado:


a) seco
b) úmido
c) saturado
d) condensado

158. De um modo geral a temperatura na troposfera:


a) aumenta com a latitude.
b) diminui com a altitude.
c) mantém-se constante com a altitude.
d) diminui até certa altitude e depois se mantém constante.

159. A camada da atmosfera que limita a troposfera denomina-se:


a) ionosfera
b) estratosfera
c) exosfera
d) tropopausa

160. A camada da atmosfera que apresenta a maior concentração gasosa e sofre o efeito direto do
aquecimento da superfície terrestre, denomina-se:
a) exosfera
b) ionosfera
c) troposfera
d) estratosfera

161. A camada da atmosfera onde a temperatura do ar sofre um decréscimo de 2°C/1.000 pés, denomina-
se:
a) tropopausa
b) troposfera
c) estratosfera
d) ionosfera

162. A porcentagem média do gás nitrogênio na atmosfera é de:


a) quatro por cento.
b) dezoito por cento.
c) vinte e um por cento.
d) setenta e oito por cento.

163. O movimento vertical do ar atmosférico recebe a denominação de:


a) brisa.
b) advecção.
c) vento.
d) correntes.

17
164. Assinale a alternativa correta:
a) vento é o movimento vertical do ar.
b) convecção é o transporte de calor na horizontal.
c) correntes são movimentos horizontais de ar.
d) vento é o movimento horizontal do ar.

165. Identifique o fenômeno abaixo que tem sua formação caracterizada pelo processo convectivo do ar:
a) nevoeiros
b) nuvens estratificadas
c) ventos
d) nuvens cumuliformes

166. A propagação de calor que ocorre pelas correntes ascendentes e descendentes, é denominada:
a) advecção
b) radiação
c) condução
d) convecção

167. A densidade do ar aumenta com uma:


a) menor altitude/ menor temperatura
b) maior altitude/ menor temperatura
c) menor altitude/ maior temperatura
d) maior altitude/ maior temperatura

168. A pressão atmosférica representa o peso de uma coluna de ar desde seu limite superior até o nível:
a) do mar
b) da pista
c) considerado
d) do aeródromo

169. A distância vertical que separa uma aeronave em vôo do nível do mar é denominada:
a) nível
b) altura
c) altitude
d) elevação

170. Na atmosfera padrão encontramos:


a) ar seco, temperatura de 15ºC e pressão de 1013,2 hPa
b) ar saturado, temperatura de 15ºF e pressão de 1013,2 hPa
c) latitude de 45º, temperatura de 1013,2 hPa e pressão de 15ºC
d) latitude de 45º, temperatura de 20ºC e pressão de 1013,2 hPa.

171. A denominação dada a distância entre a aeronave e o solo e a aeronave e o mar são, respectivamente
de:
a) elevação e altura
b) altura e altitude
c) altitude e altura
d) altitude e elevação

172. As aeronaves pousam e decolam com o vento de:


a) proa
b) cauda
c) través de direita
d) través de esquerda.

173. Um volume de ar se torna saturado com:


a) 4% de umidade relativa
b) 50% de umidade relativa
c) 100% de vapor de água.
d) 100% de umidade relativa

174. Quando a proporção de vapor de água atinge 1% do volume de ar, pode-se afirmar que a unidade
relativa é:

18
a) 25%
b) 50%
c) 75%
d) 100%

175. Na classificação das nuvens, as do estágio alto são:


a) stratus, altocumulus, e cirrus.
b) cirrus, cirrocumulus e cirrostratus
c) cirrostratus, nimbustatus, e stratus.
d) stratocumulus, altostratos e altocumulus.

176. A medida que o ar sobe a encosta de uma montanha ou serra, resfria-se e torna-se saturado, formando
nuvem do tipo:
a) estratiforme
b) advectiva
c) convectiva
d) orográfica

177. Das alternativas abaixo, indique a que apresenta somente nuvens do estágio baixo:
a) AC, AS, NS
b) CI, CC, CS
c) ST, SC
d) CU, TCU, CS

178. Das nuvens relacionadas abaixo, indique a que propicia mais turbulência:
a) ST
b) AS
c) CS
d) CU

179. As nuvens cumuliformes formam-se em ar:


a) neutro
b) instável
c) estável
d) calmo

180. As nuvens do estágio baixo são encontradas com bases entre a superfície e a altura de:
a) 100 metros
b) 600 metros
c) 2.000 metros
d) 4.000 metros

181. As nuvens apresentam-se sob dois aspectos básicos que são:


a) altas e baixas
b) úmidas e saturadas
c) médias e altas
d) estratiformes e cumuliformes

182. Das alternativas abaixo, indique a que apresenta somente nuvens de maior desenvolvimento no
sentido vertical:
a) CI, CC, AC
b) AS, NS, CS
c) CU, CB, CC
d) CB, AS, NS

183. Qualquer tipo de nevoeiro que venha se formar, algumas características necessariamente estarão
presentes. Dentre elas encontramos:
a) umidade relativa baixa
b) queda da densidade do ar
c) umidade relativa elevada e visibilidade restrita
d) temperatura alta

19
184. O nevoeiro formado devido o resfriamento noturno da superfície, principalmente em noites sem
nuvens, é denominado:
a) de radiação
b) de advecção
c) de vapor
d) orográfico

185. A turbulência que geralmente ocorre no verão, sobre os continentes e com a presença de nuvens
cumuliformes, denomina-se:
a) frontal
b) térmica
c) dinâmica
d) orográfica

186. Um grande volume de ar repousando sobre uma região acaba adquirindo as características físicas de
pressão, temperatura e umidade, tornando-se um(a):
a) frente
b) massa de ar
c) tornado
d) trovoada

187. As frentes frias no hemisfério sul apresentam um deslocamento predominante de:


a) NE
b) NW
c) SE
d) SW

188. As frentes quentes no hemisfério sul apresentam um deslocamento predominante de:


a) NW para SE
b) NE para SW
c) N para S
d) NE para SE

189. Quando uma massa de ar frio desloca uma massa de ar quente, tem-se uma frente:
a) fria
b) quente
c) frontal
d) estacionária

190. Das condições de tempo especificas abaixo, indique aquela que poderá estar associada às trovoadas:
a) chuvisco contínuo
b) granizo e chuva forte
c) vento fraco
d) estabilidade atmosférica

191. A trovoada na fase de dissipação apresenta como característica principal:


a) turbulência máxima.
b) somente relâmpagos
c) rajada de vento à superfície
d) somente correntes descendentes

192. Trovoadas orográficas formam-se:


a) apenas no verão.
b) a sotavento das montanhas.
c) a barlavento das montanhas.
d) por aquecimento noturno do mar.

193. As correntes ascendentes, que ocorrem nas trovoadas, predominam na fase de:
a) maturidade
b) cumulus
c) dissipação
d) apogeu

20
194. Os vários tipos de gelo que se formam sobre as aeronaves são:
a) escarcha, geada e saraiva.
b) claro, escarcha e geada.
c) saraiva, granizo e gelo claro.
d) escarcha, amorfo e neve.

195. O gelo menos perigoso para a aviação é o(a):


a) claro
b) cristal
c) escarcha
d) liso

196. O gelo claro forma-se mais comumente em ar:


a) estável e nuvens cumuliformes.
b) estável e nuvens estratiformes.
c) instável e nuvens cumuliformes.
d) instável e nuvens estratiformes.

197. O tipo de gelo considerado mais perigoso para a aviação, por ser pesado e aderente é o(a):
a) claro
b) escarcha
c) geada
d) amorfo

198. Gelo claro ou cristal forma-se entre 0° e:


a) -10ºC em nuvens cumuliformes.
b) -10ºC em nuvens estratiformes.
c) -40ºC em nuvens cumuliformes.
d) -20ºC em nuvens estratiformes.

199. Turbulência observada em níveis elevados, geralmente acima de 20 mil pés, associada às correntes de
jato, é do tipo:
a) Mecânica
b) Térmica
c) Orográfica
d) De céu claro

200. Durante o vôo, passageiros observam um círculo com as cores do arco-íris ao redor da sombra da
aeronave projetada em uma nuvem. Esse fenômeno é conhecido como:
a) Arco-íris
b) Gloria
c) OVNI ou algum fenômeno sobrenatural
d) Halo

21
Gabarito
1 C 51 C 101 B 151 D
2 D 52 B 102 C 152 D
3 C 53 C 103 A 153 B
4 C 54 A 104 D 154 B
5 A 55 D 105 C 155 D
6 D 56 C 106 B 156 C
7 A 57 B 107 C 157 C
8 B 58 A 108 C 158 B
9 C 59 B 109 A 159 D
10 B 60 A 110 A 160 C
11 B 61 D 111 B 161 B
12 B 62 C 112 D 162 D
13 A 63 B 113 D 163 D
14 A 64 D 114 A 164 D
15 C 65 D 115 B 165 D
16 A 66 A 116 B 166 D
17 B 67 D 117 C 167 A
18 C 68 A 118 D 168 C
19 D 69 C 119 C 169 C
20 A 70 B 120 C 170 A
21 A 71 C 121 D 171 B
22 A 72 B 122 B 172 A
23 D 73 B 123 C 173 D
24 B 74 C 124 C 174 A
25 D 75 C 125 C 175 B
26 D 76 B 126 A 176 D
27 B 77 D 127 B 177 B
28 A 78 B 128 C 178 D
29 A 79 C 129 A 179 B
30 C 80 A 130 B 180 C
31 A 81 B 131 A 181 D
32 A 82 C 132 A 182 C
33 B 83 D 133 B 183 C
34 C 84 A 134 C 184 A
35 A 85 D 135 A 185 B
36 C 86 D 136 D 186 B
37 C 87 A 137 B 187 D
38 B 88 C 138 A 188 A
39 A 89 B 139 D 189 A
40 B 90 A 140 A 190 B
41 C 91 B 141 A 191 D
42 A 92 B 142 A 192 C
43 A 93 C 143 B 193 B
44 D 94 A 144 C 194 B
45 D 95 A 145 D 195 C
46 B 96 D 146 A 196 C
47 A 97 C 147 A 197 A
48 C 98 C 148 C 198 A
49 B 99 C 149 C 199 D
50 A 100 A 150 A 200 B

22
1- O método de navegação pelo qual a posição da ACFT é obtida através de instrumentos
eletrônicos, sendo baseado na recepção de sinais emissores especiais, chama-se navegação:
a) estimada,
b)... eletrônica,
c) por contato,
d) astronômica.

2- O método de conduzir uma ACFT, sobre a superfície da Terra, procurando elementos de


destaque para orientar sua rota, chama-se navegação:
a) rádio,
b) eletrônica,
c).... por contato,
d) por estimado.

3 - A perda de energia eletromagnética de um rádio-transmissor, absorvida por objetos


próximos ao mesmo, tais como árvores e edifícios, chama-se:
a).... absorção,
b) refração,
c) reflexão,
d) difração.

4- O rádio receptor com uma antena loop, que é capaz de determinar a direção das ondas
emitidas por uma estação e que comumente sofre com os problemas de descargas elétricas
da atmosfera, denomina-se:
a) ADF,
b) VOR,
c) ILS,
d) ALS.

5 A força do campo magnético da Terra que faz uma agulha alinhar-se na direção Norte/Sul
chama-se:
a) componente vertical,
b) declinação magnética,
c) inclinação magnética,
d) componente horizontal.
6- O altímetro está ligado à(s) linha(s) de pressão:
a) estática,
b) dinâmica,
c) de impacto,
d) estática e dinâmica.

7- O nível de vôo de uma ACFT é dado pela distância vertical, medida a partir do/da::
a) superfície terrestre,
b) aeródromo sobrevoado,
c) nível de pressão padrão,
d) ponto qualquer considerado.

8- A altitude de um avião lida num altímetro quando este está ajustado para 29.92 POL ou
1013.hPa, chama-se altitude:
a) pressão,
b) absoluta,
c) densidade,
d) verdadeira.

9- A distância real, acima do nível do mar, corrigida para as variações de pressão e


temperatura, é a altitude:
a) pressão,
b) absoluta,
c) calibrada,
d) verdadeira.

10 Quando o altímetro é ajustado para 1013.2 hPa, é obtida a altitude:


a) pressão,
b) indicada,
c) absoluta,
d) verdadeira.

11 - Linha de fé é como se chama:


a) a linha de rota,
b) o eixo longitudinal do avião,
c) a linha de leitura de uma bússola,
d) uma linha de declinação magnética.

12 - A componente vertical da bússola é máxima:


a) nos pólos magnéticos,
b) na longitude 60º norte ou sul,
c) na latitude de 45º norte ou sul.,
d) próximo ao Equador magnético.

13 - As duas componentes básicas do sistema de coordenadas geográficas são:


a) Meridianos e Paralelos,
b) Equador e Paralelos,
c) Equador e Meridianos,
d) Latitude e Longitude.

14 - A separação entre os meridianos numa projeção Mercator de escala 1:5.000.000 é de:


a) 2,2 cm,
b) 222 cm,
c) 0,22 cm,
d) 22,2 cm.

15 - Uma coordenada geográfica define uma:


a) posição,
b) direção.,
c) Distância,
d) Linha de rota.

16- A abreviatura SSW pertence ao grupo de pontos:


a) cardeais,
b) colaterais,
c) sub-cardeais,
d) sub-colaterais.

17- WSW pertence ao grupo de pontos sub-colaterais, mais precisamente do setor


direcional, é a abreviatura de:
a) Oestesudeste,
b) Oestenoroeste,
c) Oestenordeste,
d) Oestesudoeste.

18 - O ponto colateral sudeste (SE), corresponde em graus a:


a) 45º,
b) 135º,
c) 225º,
d) 315º.
19 - As projeções que tem o ponto de origem das linhas de projeção no centro da Terra
chama-se:
a) azimutais,
b) gnomônicas,
c) ortográficas,
d) estereográficas.

20 - A projeção que tem como característica a perfeição nas áreas projetadas chama-se:
a) Lambert,
b) Mercator,
c) Ortodrômica,
d) Loxodrômica.

21 - A projeção que apresenta grandes distorções das áreas projetadas em altas latitudes,
denomina-se:
a) Lambert,
b) Zenital,
c) Azimutal,
d) Mercator.
160

22 - Das alternativas abaixo, identifique a que é considerada como uma das desvantagens
da projeção LAMBERT em relação a MERCATOR:
a) difícil plotagem de pontos,
b) escala de distância constante,
c) escala de distância variável com a latitude,
d) paralelos e meridianos cortando-se a 090º.

23 - Numa projeção Lambert, uma linha é a representação de um/uma:


a) círculo máximo,
b) rota loxodrômica,
c) segmento de meridiano,
d) inclinação magnética

24 - As projeções cujo ponto de tangência se encontra sobre o Equador chamam-se::


a) polares,
b) oblíquas,
c) equatoriais,
d) Gnomônicas.
25 - Em uma projeção estereográfica, as linhas de projeção tem origem no:
a) infinito,
b) centro da Terra,
c) ponto de tangência,
d) ponto oposto ao ponto de tangência.

26 - Uma rota ortodrômica, corta os meridianos em ângulo:


a) retos,
b) iguais,
c) agudos,
d) diferentes.

27 - As extremidades do eixo imaginário da Terra chamam-se:


a) pólos norte e sul magnéticos,
b) pólos norte e sul verdadeiros,
c) hemisférios norte e sul magnéticos,
d) hemisférios norte e sul verdadeiros.

28 - O arco de Equador, compreendido entre o meridiano de Greenwich e um meridiano


qualquer, é chamado:
a) latitude,
b) longitude,
c) co-latitude,
d) co-longitude.

29 - O menor arco de Equador, compreendido entre os meridianos dos pontos dados,


chama-se:
a) Latitude,
b) Longitude,
c) DLA,
d) DLO.
161

30 - O complemento da latitude chama-se:


a) co-latitude,
b) latitude média,
c) paralelo de latitude,
d) diferença de latitude.
31 - O arco de Equador compreendido entre o meridiano de Greenwich e o meridiano do
ponto considerado chama-se:
a) latitude.,
b) longitude,
c) co-latitude,
d) diferença de longitude.

32 - Os meridianos verdadeiros são:


a) Círculos menores,
b) Círculos máximos,
c) Semi-círculos máximos,
d) Círculos maiores.

33- O Equador é um Círculo Máximo cuja latitude é de:


a) 00º,
b) 90º,
c) 180º,
d) 270º

34 - Chama-se de círculo máximo um círculo:


a) paralelo aos trópicos,
b) que passa pelo Equador,
c) que corta os meridianos no mesmo ângulo,
d) cujo plano imaginário divide a Terra em partes iguais.

35 - O único círculo máximo cujo plano imaginário é perpendicular ao eixo da Terra,


chama-se:
a) Pólos,
b) Equador,
c) Meridianos,
d) Paralelos de Latitude.

36 - Trata-se de um círculo menor e seu plano imaginário é perpendicular ao eixo da Terra:


a) Equador,
b) Meridiano magnético,
c) Paralelo de latitude,
d) Meridiano de Greenwich.

37 - O comprimento de 1’ (um minuto) de arco do meridiano verdadeiro corresponde a:


a) 1 MT,
b) 1 NM,
c) 1 KM,
d) 1 FT.
162

38 - Uma distância de 138NM medida sobre um meridiano verdadeiro, corresponde a:


a) 02º 18’ de LAT,
b) 02º 38’ de LAT,
c) 02º 18’ de LONG,
d) 02º 38’ de LONG.

39 - A distância em milhas náuticas, medida sobre um meridiano entre os paralelos de


latitude de 04º 20’ S e 06º 30’ S, corresponde a:
a) 130NM,
b) 260NM,
c) 470NM,
d) 650NM.

40 - Um meridiano eqüidistante de dois meridianos considerados chama-se:


a) latitude média,
b) longitude média,
c) diferença de latitude,
d) diferença de longitude.

41 - O anti-meridiano de 120º e corresponde a:


a) 060º E,
b) 060º W,
c) 150º E,
d) 150º W.

42 - A DLO entre os meridianos 170º E e 170º W é:


a) 20º,
b) 170º,
c) 340º,
d) 360º.

43 - Qual a latitude do ponto B, sendo dados LAT A (23º 27’ S), DLA entre A e B 39º 27’
N?
a) 16º 00’ S,
b) 16º 00’ N,
c) 23º 27’ N,
d) 62º 54’ N.

44 - Dadas as coordenadas geográficas dos pontos A e B, calcule a DLA entre estes pontos:
A = (25º 15’ N / 045º 10’ W) e B = (20º 25’ S / 043º 50’ W).
a) DLA 04º 50’,
b) DLA 01º 20’,
c) DLA 89º 00’,
d) DLA 45º 40’.
163

45 - O menor arco de paralelo ou Equador compreendido entre os meridianos dos pontos


considerados, denomina-se:
a) latitude,
b) longitude,
c) diferença de latitude,
d) diferença de longitude.

46 - A distância angular que corresponde a um arco de meridiano, medida a partir do


Equador até um ponto considerado na superfície da terra, chama-se:
a) Latitude,
b) Longitude,
c) Anti-meridiano,
d) Co-latitude.

47 - A distância angular medida a partir de um ponto no hemisfério sul até o pólo sul
chama-se:
a) latitude,
b) longitude,
c) co-latitude,
d) anti-meridiano.

48 - Sendo dados os pontos A) 20º 30’ N / 045º 10’ W e B) 60º 10’ S / 075º 25’ W, a DLA
é:
a) 19º 50’,
b) 39º 40’,
c) 40º 20’,
d) 80º 40’.
49 - Um ponto situado na latitude 75º 10’ N tem para co-latitude:
a) 04º 20’,
b) 10º 40’,
c) 14º 50’,
d) 20º 10’.

50 - Sendo dados: A (25º 40’ S / 045º 30’ W); B (22º 30’ N/ 050º 40’ W), a diferença de
latitude-DLA será:
a) 01º 35’,
b) 03º 10’,
c) 24º 05’,
d) 48º 10’.

51 - O anti-meridiano de 120º 45’ W será:


a) 059º 15’ E,
b) 089º 45’ E,
c) 105º 15’ E,
d) 120º 45’ E.
164

52 - Um paralelo de latitude eqüidistante de dois paralelos de latitude considerados chama-


se:
a) latitude,
b) co-latitude,
c) latitude média,
d) diferença de latitude.

53 - Qual o anti-meridiano de 20º W ?


a) 020º E,
b) 120º E,
c) 160º E,
d) 180º E.

54 - A distância em milhas náuticas, medida sobre um meridiano entre os paralelos de


latitude de 04º 20’ S e 06º 30’ S, corresponde a:
a) 130NM,
b) 260NM,
c) 470NM,
d) 650NM.

55- Para as localidades que estejam do lado Leste, a hora Legal em relação a ITC, é:
a) a mesma,
b) mais cedo,
c) mais tarde,
d) igual a HLO.

56 - O meridiano central do fuso número 8 do lado oriental, tem para longitude:


a) 105º E,
b) 120º E,
c) 105º W,
d) 120º W.

57 - Uma faixa de fuso horário abrange:


a) 15º de latitude,
b) 15º de longitude,
c) 7º 30’ de latitude,
d) 7º 30’ de longitude.

58 - Na longitude de 120º W são 18 horas UTC. No mesmo instante, a hora UTC na


longitude de 135º E, é de:
a) 06 horas,
b) 09 horas,
c) 18 horas,
d) 22 horas.

59 - As horas UTC, HLE e HLO são iguais no meridiano:


a) 005º,
b) 010º,
c) 015º,
d) 000º.
165

60 - Em um lugar de longitude 85º W são 13:30 HLE. Conseqüentemente a hora UTC é:


a) 07:30,
b) 08:30,
c) 18:30,
d) 19:30.
61 - A letra e o número do fuso de um lugar de longitude 138º E é:
a) I, 9,
b) H, 8,
c) U, 8,
d) V, 9.

62 - A hora do meridiano central de cada fuso chama-se:


a) local,
b) legal,
c) estimada,
d) de Greenwich.

63 - No Rio de Janeiro são 17:00 HLE (Long 43º 15’ W). Qual a HLE em Los Angeles
(Long 119º W), sabendo-se que neste lugar está sendo adotada a hora de verão (relógios
adiantados uma hora)?
a) 12:00,
b) 13:00,
c) 22:00,
d) 23:00.

64 - A hora considerada em cada meridiano é a hora:


a) local,
b) legal,
c) estimada,
d) universal.

65 - Aplicando-se o Acd ao rumo magnético obtém-se o/a:


a) PB,
b) PM,
c) PV,
d) RV.

66 - O desvio de bússola E subtrai-se da PM para se obter o/a:


a) PV,
b) RV,
c) PB,
d) RM.

67 - O ângulo formado entre o rumo e a proa de uma aeronave, denomina-se:


a) desvio,
b) deriva,
c) correção de desvio,
d) correção de deriva.
166

68 - O ângulo formado entre um meridiano verdadeiro e a linha de rota chama-se:


a) rumo verdadeiro,
b) proa verdadeira,
c) ângulo de correção de deriva,
d) declinação magnética.

69- O posicionamento de uma linha de rota medido através do ângulo formado com um
meridiano verdadeiro, define o valor do/da:
a) RV,
b) PV,
c) RM,
d) Dmg.

70 - O ângulo for mado entre o meridiano verdadeiro e a linha de rota é a definição de:
a) PM,
b) RV,
c) RM,
d) PV.

71 - Uma aeronave mantém PB 030º e sua linha de rota corta as isogônicas de 05º W a 03º
E. A DMG média que deverá ser aplicada será de:
a) 01º W,
b) 02º W,
c) 04º E,
d) 08º E.

72 - Um avião voando com PM 230º corta as linhas isogônicas de 05º W e 07º E. A DMG
média a ser aplicada deverá ser de:
a) 01º E,
b) 02º E,
c) 06º E,
d) 12º E.

73 - Dados: PB 200º, DMG 20º W, desvio de bússola 05º E. As PV e PM serão,


respectivamente:
a) 175/195º,
b) 175/215º,
c) 185/205º,
d) 205/225º.

74 - Sendo dados RV=45º DMG=10º W e Acd=+5, qual é a PM?


a) 50º,
b) 55º,
c) 60º,
d) 65º.
167

75 - Uma aeronave voa com PM 360º e encontra vento de proa. Tendo-se Dmg 15º W, o
RV é:
a) RV 015º,
b) RV 330º,
c) RV 345º,
d) RV 360º.

76 - Considere as coordenadas geográficas dos pontos a seguir e informe o rumo verdadeiro


de A para B onde A = 25º 00’ N / 045º 00’ W e B = 25º 00’ N / 048º 00’ W.
a) RV 090º,
b) RV 180º,
c) RV 270º,
d) RV 360º.

77 - Dados os pontos A (20º 00’ S / 043º 00’ W) e B (20º 00’ S / 050º 00’ W), o rumo
verdadeiro de A para B será:
a) 000º,
b) 090º,
c) 180º,
d) 270º.

78 - O posicionamento de uma linha de rota medido através do ângulo formado com um


meridiano verdadeiro, define o valor do/da:
a) RV,
b) PV,
c) RM,
d) Dmg.

79 - Dados os pontos A (25º 00’ S / 045º 00’ W) e B (30º 00’ S / 045º 00’ W), a distancia
em milhas náuticas entre A e B será:
a) 5NM,
b) 25NM,
c) 180NM,
d) 300NM.

80 - Tendo-se VS 210KT. A distância percorrida em 00H32min foi de:


a) 105 NM,
b) 112 NM,
c) 143 NM,
d) 197 NM.

81 - Convertendo para litros a quantidade de combustível de 20700 USGal, são obtidos:


a) 7824 litros,
b) 54750 litros,
c) 78246 litros,
d) 102320 litros.
168

82 - Converter 120 NM em KM:


a) 22 km,
b) 67 km,
c) 189 km,
d) 222 km.

83 - Um avião decola de um aeroporto situado a 3000 ft acima do nível do mar para o


fl250, mantém R/S1400 ft/min. O tempo de vôo na subida foi de:
a) 00:12,
b) 00:16,
c) 00:21,
d) 00:27.

84 - Calcule a distância de subida de uma aeronave, considerando-se os seguintes. Dados


R/S 700 ft/min, elevação do aeroporto 3000 ft, FL150, VA na subida 170 kt, vento na
subida de proa com 20 kt.
a) 39 NM,
b) 43 NM,
c) 56 NM,
d) 62 NM.

85 - Convertendo 4000 metros para pés (FT), obtém-se:


a) 12200 FT,
b) 13120 FT,
c) 14150 FT,
d) 16050 FT.

86 - A altitude de 33.000 ft equivale a:


a) 8.525m,
b) 10.061m,
c) 9.320m,
d) 13.052m.

87 - Convertendo 4800 kg em Lbs obtém-se:


a) 106 lbs,
b) 218 Lbs,
c) 2180 Lbs,
d) 10560 Lbs.

88 - Convertendo 340 Nm em Km obtém-se:


a) 630 km,
b) 720 km,
c) 880 km,
d) 950 km.

89 - Uma milha náutica e uma milha terrestre equivalem, respectivamente, a:


a) 1609 m/1852 m,
b) 3,28 m/1852 m,
c) 1609 m/3,28 m,
d) 1852 m/1609 m.

90 - Calcule a razão de subida de uma aeronave sendo dados: elevação do aeródromo 2500,
nível de vôo FL085, tempo de vôo na subida 00:12.
a) 500 ft/min,
b) 650 ft/min,
c) 710 ft/min,
d) 850 ft/min.

91 - À medida em que o avião sobe, a VA aumenta em relação a VI na razão de:


a) 1% para cada 1000 FT,
b) 2% para cada 1000 FT,
c) 2,5% para cada 1000 FT,
d) 3,5% para cada 1000 FT.

92 - Dados altitude pressão 15000ft, temperatura 30º C e altitude indicada 12000ft, a


altitude verdadeira é de:
a) 4150m,
b) 4260m,
c) 4400m,
d) 1560m.

93 - Uma aeronave mantém PM 140º, RM 133º, DMG 20º W, VA 170 kt, VS 155 kt. O
vento em rota foi de:
a) 060º/26 kt,
b) 165º/26 kt,
c) 212º/26 kt,
d) 245º/26 kt.

94 - Dentre as alternativas abaixo, identifique os fatores que são capazes de modificar a


TAS:
a) umidade, vento e densidade do ar,
b) FL, umidade e altitude densidade,
c) altitude pressão, temperatura e IAS,
d) altitude pressão, vento e temperatura.

95 - A VS (velocidade em relação ao solo) é a VA (velocidade aerodinâmica) corrigida


para a:
a) instalação,
b) temperatura,
c) pressão e velocidade do vento,
d) direção e velocidade do vento.

96 - Considerando-se a PV menor do que o RV e VA menor do que a VS, o vento soprará


do setor de:
a) proa pela direita,
b) proa pela esquerda,
c) cauda pela direita,
d) cauda pela esquerda.

97 - Quando o vento for de proa, de cauda ou nulo, a PV em relação ao RV será:


a) igual,
b) maior,
c) menor,
d) diferente.
Presidência da República
Casa Civil
Subchefia para Assuntos Jurídicos

LEI Nº 13.475, DE 28 DE AGOSTO DE 2017.

Dispõe sobre o exercício da profissão de


tripulante de aeronave, denominado
Vigência
aeronauta; e revoga a Lei no 7.183, de 5 de
abril de 1984.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional


decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

CAPÍTULO I

DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

Seção I

Dos Tripulantes de Aeronaves e da sua Classificação

Art. 1o Esta Lei regula o exercício das profissões de piloto de aeronave,


comissário de voo e mecânico de voo, denominados aeronautas.

§ 1o Para o desempenho das profissões descritas no caput, o profissional deve


obrigatoriamente ser detentor de licença e certificados emitidos pela autoridade de
aviação civil brasileira.

§ 2o Esta Lei aplica-se também aos pilotos de aeronave, comissários de voo e


mecânicos de voos brasileiros que exerçam suas funções a bordo de aeronave
estrangeira em virtude de contrato de trabalho regido pela legislação brasileira.

Art. 2o O piloto de aeronave e o mecânico de voo, no exercício de função


específica a bordo de aeronave, de acordo com as prerrogativas da licença de que são
titulares, têm a designação de tripulante de voo.

Art. 3o O comissário de voo, no exercício de função específica a bordo de


aeronave, de acordo com as prerrogativas da licença de que é titular, tem a designação
de tripulante de cabine.

Art. 4o O tripulante de voo ou de cabine que se deslocar a serviço do empregador,


em aeronave própria ou não, sem exercer função a bordo de aeronave, tem a designação
de tripulante extra a serviço.

§ 1o O tripulante extra a serviço será considerado tripulante a serviço no que diz


respeito aos limites da jornada de trabalho, ao repouso e à remuneração.
§ 2o Ao tripulante extra a serviço será disponibilizado assento na cabine de
passageiros, salvo em aeronaves no transporte exclusivo de cargas.

Art. 5o Os tripulantes de voo e de cabine exercem suas funções profissionais nos


seguintes serviços aéreos:

I - serviço de transporte aéreo público regular e não regular, exceto na modalidade


de táxi aéreo;

II - serviço de transporte aéreo público não regular na modalidade de táxi aéreo;

III - serviço aéreo especializado (SAE), prestado por organização de ensino, na


modalidade de instrução de voo;

IV - demais serviços aéreos especializados, abrangendo as atividades definidas


pela Lei no 7.565, de 19 de dezembro de 1986 (Código Brasileiro de Aeronáutica) e pela
autoridade de aviação civil brasileira;

V - serviço aéreo privado, entendido como aquele realizado, sem fins lucrativos, a
serviço do operador da aeronave.

§ 1o É denominado instrutor de voo o piloto de aeronave contratado para


ministrar treinamento em voo em aeronave empregada no serviço aéreo especializado
referido no inciso III do caput deste artigo.

§ 2o Para os efeitos do disposto em convenção ou acordo coletivo de trabalho:

I - os tripulantes empregados nos serviços aéreos definidos nos incisos III e V


do caput deste artigo são equiparados aos tripulantes que exercem suas funções nos
serviços de transporte aéreo público não regular na modalidade de táxi aéreo;

II - os tripulantes empregados no serviço aéreo definido no inciso V


do caput deste artigo, quando em atividade de fomento ou proteção à agricultura, são
equiparados aos tripulantes de voo que operam os serviços aéreos especializados na
modalidade de atividade de fomento ou proteção à agricultura.

Art. 6o O exercício das profissões de piloto de aeronave, mecânico de voo e


comissário de voo, previstas nesta Lei, é privativo de brasileiros natos ou naturalizados.

§ 1o As empresas brasileiras, quando estiverem prestando serviço aéreo


internacional, poderão utilizar comissários de voo estrangeiros, desde que o número
destes não exceda a 1/3 (um terço) dos comissários de voo a bordo da mesma aeronave.

§ 2o Todas as empresas de transporte aéreo público, salvo empresas estrangeiras


de transporte aéreo público não regular na modalidade de táxi aéreo, quando estiverem
operando voos domésticos em território brasileiro, terão obrigatoriamente seu quadro de
tripulantes composto por brasileiros natos ou naturalizados, com contrato de trabalho
regido pela legislação brasileira.
§ 3o Na falta de tripulantes de voo brasileiros, instrutores estrangeiros poderão ser
admitidos em caráter provisório, por período restrito ao da instrução, de acordo com
regulamento exarado pela autoridade de aviação civil brasileira.

Art. 7o Os tripulantes de voo exercem as seguintes funções a bordo da aeronave:

I - comandante: piloto responsável pela operação e pela segurança da aeronave,


exercendo a autoridade que a legislação lhe atribui;

II - copiloto: piloto que auxilia o comandante na operação da aeronave; e

III - mecânico de voo: auxiliar do comandante, encarregado da operação e do


controle de sistemas diversos, conforme especificação dos manuais técnicos da
aeronave.

§ 1o Sem prejuízo das atribuições originalmente designadas, o comandante e o


mecânico de voo poderão exercer cumulativamente outras prerrogativas decorrentes de
qualificação ou credenciamento, previstas nos regulamentos aeronáuticos, desde que
autorizados pela autoridade de aviação civil brasileira.

§ 2o O comandante será designado pelo operador da aeronave e será seu preposto


durante toda a viagem.

§ 3o O copiloto é o substituto eventual do comandante nas tripulações simples,


não o sendo nos casos de tripulação composta ou de revezamento.

Art. 8o Os tripulantes de cabine, na função de comissários de voo, são auxiliares


do comandante encarregados do cumprimento das normas relativas à segurança e ao
atendimento dos passageiros a bordo, da guarda de bagagens, documentos, valores e
malas postais e de outras tarefas que lhes tenham sido delegadas pelo comandante.

§ 1o Sem prejuízo das atribuições originalmente designadas, os comissários de


voo poderão exercer cumulativamente outras prerrogativas decorrentes de qualificação
ou credenciamento, previstas nos regulamentos aeronáuticos, desde que autorizados
pela autoridade de aviação civil brasileira.

§ 2o A guarda de valores é condicionada à existência de local apropriado e seguro


na aeronave, sendo responsabilidade do empregador atestar a segurança do local.

§ 3o A guarda de cargas e malas postais em terra somente será confiada aos


comissários de voo quando no local inexistir serviço próprio para essa finalidade.

Seção II

Das Tripulações

Art. 9o Tripulação é o conjunto de tripulantes de voo e de cabine que exercem


função a bordo de aeronave.
Art. 10. O tripulante, sem prejuízo das atribuições originalmente designadas, não
poderá exercer, simultaneamente, mais de uma função a bordo de aeronave, mesmo que
seja titular de licenças correspondentes.

Art. 11. Os membros de uma tripulação são subordinados técnica e


disciplinarmente ao comandante, durante todo o tempo em que transcorrer a viagem.

Art. 12. O comandante exerce a autoridade inerente à função desde o momento


em que se apresenta para o voo até o momento em que, concluída a viagem, entrega a
aeronave.

Art. 13. Uma tripulação pode ser classificada como mínima, simples, composta
ou de revezamento.

Parágrafo único. A autoridade de aviação civil brasileira, considerando o


interesse da segurança operacional, as características da rota e do voo e a programação a
ser cumprida, poderá determinar a composição da tripulação ou as modificações
necessárias para a realização do voo.

Art. 14. Tripulação mínima é a determinada na forma da certificação de tipo da


aeronave, homologada pela autoridade de aviação civil brasileira, sendo permitida sua
utilização em voos locais de instrução, de experiência, de vistoria e de traslado.

Art. 15. Tripulação simples é a constituída de uma tripulação mínima acrescida,


quando for o caso, dos tripulantes necessários à realização do voo.

Art. 16. Tripulação composta é a constituída de uma tripulação simples acrescida


de um comandante, de um mecânico de voo, quando o equipamento assim o exigir, e de,
no mínimo, 25% (vinte e cinco por cento) do número de comissários de voo.

Parágrafo único. A tripulação composta somente poderá ser utilizada em voos


internacionais, exceto nas seguintes situações, quando poderá ser utilizada em voos
domésticos:

I - para atender a atrasos ocasionados por condições meteorológicas desfavoráveis


ou por trabalhos de manutenção não programados;

II - quando os critérios de utilização dos tripulantes de voo e de cabine


empregados no serviço aéreo definido no inciso I do caput do art. 5o estiverem
definidos em convenção ou acordo coletivo de trabalho;

III - para atendimento de missão humanitária, transportando ou destinada ao


transporte de enfermos ou órgãos para transplante, no caso de tripulantes de voo e de
cabine empregados nos serviços aéreos definidos no inciso II do caput do art. 5o desta
Lei.

Art. 17. Tripulação de revezamento é a constituída de uma tripulação simples


acrescida de um comandante, de um piloto, de um mecânico de voo, quando o
equipamento assim o exigir, e de 50% (cinquenta por cento) do número de comissários
de voo.

Parágrafo único. A tripulação de revezamento só poderá ser empregada em voos


internacionais.

Art. 18. Um tipo de tripulação só poderá ser transformado na origem do voo e até
o limite de 3 (três) horas, contadas a partir da apresentação da tripulação previamente
escalada.

Parágrafo único. A contagem de tempo para limite da jornada será a partir da hora
de apresentação da tripulação original ou do tripulante de reforço, considerando o que
ocorrer primeiro.

Seção III

Do Sistema de Gerenciamento de Risco de Fadiga Humana

Art. 19. As limitações operacionais estabelecidas nesta Lei poderão ser alteradas
pela autoridade de aviação civil brasileira com base nos preceitos do Sistema de
Gerenciamento de Risco de Fadiga Humana.

§ 1o As limitações operacionais referidas no caput deste artigo compreendem


quaisquer prescrições temporais relativas aos tripulantes de voo e de cabine no que
tange a limites de voo, de pouso, de jornada de trabalho, de sobreaviso, de reserva e de
períodos de repouso, bem como a outros fatores que possam reduzir o estado de alerta
da tripulação ou comprometer o seu desempenho operacional.

§ 2o O Sistema de Gerenciamento de Risco de Fadiga Humana será


regulamentado pela autoridade de aviação civil brasileira com base nas normas e
recomendações internacionais de aviação civil.

§ 3o A implantação e a atualização do Sistema de Gerenciamento de Risco de


Fadiga Humana serão acompanhadas pelo sindicato da categoria profissional.

§ 4o Nos casos em que o Sistema de Gerenciamento de Risco de Fadiga Humana


autorizar a superação das 12 (doze) horas de jornada de trabalho e a diminuição do
período de 12 (doze) horas de repouso, em tripulação simples, tais alterações deverão
ser implementadas por meio de convenção ou acordo coletivo de trabalho entre o
operador da aeronave e o sindicato da categoria profissional.

CAPÍTULO II

DO REGIME DE TRABALHO

Seção I

Do Contrato de Trabalho
Art. 20. A função remunerada dos tripulantes a bordo de aeronave deverá,
obrigatoriamente, ser formalizada por meio de contrato de trabalho firmado diretamente
com o operador da aeronave.

§ 1o O tripulante de voo ou de cabine só poderá exercer função remunerada a


bordo de aeronave de um operador ao qual não esteja diretamente vinculado por
contrato de trabalho quando o serviço aéreo não constituir atividade fim, e desde que
por prazo não superior a 30 (trinta) dias consecutivos, contado da data de início da
prestação dos serviços.

§ 2o A prestação de serviço remunerado conforme prevê o § 1o deste artigo não


poderá ocorrer por mais de uma vez ao ano e deverá ser formalizada por contrato
escrito, sob pena de presunção de vínculo empregatício do tripulante diretamente com o
operador da aeronave.

Art. 21. O operador da aeronave poderá utilizar-se de tripulantes instrutores que


não estejam a ele vinculados por contrato de trabalho quando em seu quadro de
tripulantes não existirem instrutores habilitados no equipamento em que se pretende
operar, desde que por período restrito ao da instrução e mediante autorização da
autoridade de aviação civil brasileira.

Art. 22. O operador de aeronaves poderá, por meio de contrato de prestação de


serviços, autorizar que seus instrutores ministrem instrução para tripulantes que não
estejam a ele vinculados por contrato de trabalho quando os empregadores dos
respectivos tripulantes não possuírem equipamento ou instrutores próprios para a
específica instrução, desde que por período restrito ao da instrução e mediante
autorização da autoridade de aviação civil brasileira.

Parágrafo único. Este artigo só é aplicável aos operadores de aeronaves que


realizam os serviços aéreos referidos nos incisos I e II do caput do art. 5o.

Seção II

Da Base Contratual

Art. 23. Entende-se por base contratual a matriz ou filial onde o contrato de
trabalho do tripulante estiver registrado.

Art. 24. Resguardados os direitos e as condições previstos nesta Lei, os demais


direitos, condições de trabalho e obrigações do empregado estarão definidos no contrato
de trabalho e poderão ser devidamente regulados em convenção ou acordo coletivo de
trabalho, desde que não ultrapassem os parâmetros estabelecidos na regulamentação da
autoridade de aviação civil brasileira.

Art. 25. Será fornecido pelo empregador transporte gratuito aos tripulantes de voo
e de cabine sempre que se iniciar ou finalizar uma programação de voo em aeroporto
situado a mais de 50 (cinquenta) quilômetros de distância do aeroporto definido como
base contratual.
§ 1o O tempo de deslocamento entre o aeroporto definido como base contratual e
o aeroporto designado para o início do voo será computado na jornada de trabalho e não
será remunerado.

§ 2o No caso de viagem que termine em aeroporto diferente do definido como


base contratual e situado a mais de 50 (cinquenta) quilômetros de distância, a jornada de
trabalho será encerrada conforme o disposto no art. 35, e o repouso mínimo
regulamentar será acrescido de, no mínimo, 2 (duas) horas.

Seção III

Da Escala de Serviço

Art. 26. A prestação de serviço do tripulante empregado no serviço aéreo


definido no inciso I do caput do art. 5o, respeitados os períodos de folgas e repousos
regulamentares, será determinada por meio de:

I - escala, no mínimo mensal, divulgada com antecedência mínima de 5 (cinco)


dias, determinando os horários de início e término de voos, serviços de reserva,
sobreavisos e folgas, sendo vedada a consignação de situações de trabalho e horários
não definidos;

II - escala ou convocação, para realização de cursos, reuniões, exames


relacionados a treinamento e verificação de proficiência técnica.

§ 1o Em 4 (quatro) meses do ano, as empresas estão autorizadas, caso julguem


necessário, a divulgar escala semanal para voos de horário, serviços de reserva,
sobreavisos e folgas com antecedência mínima de 2 (dois) dias, para a primeira semana
de cada mês, e de 7 (sete) dias, para as semanas subsequentes.

§ 2o Para voos exclusivamente cargueiros, é autorizada a divulgação de escala


semanal para voos de horário, serviços de reserva, sobreavisos e folgas com
antecedência mínima de 2 (dois) dias, para a primeira semana de cada mês, e 7 (sete)
dias, para as semanas subsequentes.

§ 3o Os limites previstos no inciso I do caput deste artigo poderão ser alterados


mediante convenção ou acordo coletivo de trabalho, desde que não ultrapassem os
parâmetros estabelecidos na regulamentação da autoridade de aviação civil brasileira.

Art. 27. A determinação para a prestação de serviço do tripulante empregado nos


serviços aéreos definidos nos incisos II, III, IV e V do caput do art. 5o, respeitados os
períodos de folgas e repousos regulamentares, será feita por meio de:

I - escala, no mínimo semanal, divulgada com antecedência mínima de 2 (dois)


dias, determinando os horários de início e término de voos, serviços de reserva,
sobreavisos e folgas, sendo vedada a consignação de situações de trabalho e horários
não definidos;
II - escala ou convocação, para realização de cursos, reuniões, exames
relacionados a treinamento e verificação de proficiência técnica.

Parágrafo único. Outros critérios para a determinação da prestação de serviço dos


tripulantes poderão ser estabelecidos em convenção ou acordo coletivo de trabalho,
desde que não ultrapassem os parâmetros estabelecidos na regulamentação da
autoridade de aviação civil brasileira.

Art. 28. Na escala de serviço, deverão ser observados regime de rodízio de


tripulantes e turnos compatíveis com a saúde, a higiene e a segurança do trabalho.

Parágrafo único. A programação de rodízios e turnos obedecerá ao princípio da


equidade na distribuição entre as diversas situações de trabalho para que não haja
discriminação entre os tripulantes com qualificações idênticas, salvo em empresas que
adotem critérios específicos estabelecidos em acordo coletivo de trabalho, desde que
não ultrapassem os parâmetros estabelecidos na regulamentação da autoridade de
aviação civil brasileira.

Seção IV

Das Acomodações para Descanso a Bordo de Aeronave

Art. 29. Será assegurado aos tripulantes de voo e de cabine, quando estiverem em
voo com tripulação composta ou de revezamento, descanso a bordo da aeronave, em
acomodação adequada, de acordo com as especificações definidas em norma
estabelecida pela autoridade de aviação civil brasileira.

§ 1o Aos tripulantes de voo e de cabine realizando voos em tripulação composta


será assegurado número de acomodações para descanso a bordo igual ao número de
tripulantes somados à tripulação simples.

§ 2o Aos tripulantes de voo e de cabine realizando voos em tripulação de


revezamento será assegurado número de acomodações para descanso a bordo igual à
metade do total de tripulantes.

Seção V

Dos Limites de Voos e de Pousos

Art. 30. Denomina-se hora de voo ou tempo de voo o período compreendido


desde o início do deslocamento, quando se tratar de aeronave de asa fixa, ou desde a
partida dos motores, quando se tratar de aeronave de asa rotativa, até o momento em
que, respectivamente, se imobiliza a aeronave ou se efetua o corte dos motores, ao
término do voo (“calço a calço”).

Art. 31. Aos tripulantes de voo ou de cabine empregados no serviço aéreo


definido no inciso I do caput do art. 5o serão assegurados os seguintes limites de horas
de voo e de pousos em uma mesma jornada de trabalho: Vigência
I - 8 (oito) horas de voo e 4 (quatro) pousos, na hipótese de integrante de
tripulação mínima ou simples;

II - 11 (onze) horas de voo e 5 (cinco) pousos, na hipótese de integrante de


tripulação composta;

III - 14 (catorze) horas de voo e 4 (quatro) pousos, na hipótese de integrante de


tripulação de revezamento; e

IV - 7 (sete) horas sem limite de pousos, na hipótese de integrante de tripulação de


helicópteros.

§ 1o O número de pousos na hipótese do inciso I deste artigo poderá ser


aumentado em mais 1 (um), a critério do empregador, acrescendo-se, nesse caso, 2
(duas) horas ao repouso que precede a jornada.

§ 2o Não obstante o previsto no § 1o deste artigo, em caso de desvio para


aeroporto de alternativa, será permitido o acréscimo de mais 1 (um) pouso aos limites
estabelecidos nos incisos I, II e III deste artigo.

§ 3o Os tripulantes que operam aeronaves convencionais e turbo-hélice poderão


ter o limite de pousos estabelecido no inciso I deste artigo aumentado em mais 2 (dois)
pousos.

Art. 32. Aos tripulantes empregados nos serviços aéreos definidos nos incisos II,
III, IV e V do caput do art. 5o são assegurados os seguintes limites de horas de voo em
uma mesma jornada de trabalho: Vigência

I - 9 (nove) horas e 30 (trinta) minutos de voo, na hipótese de integrante de


tripulação mínima ou simples;

II - 12 (doze) horas de voo, na hipótese de integrante de tripulação composta;

III - 16 (dezesseis) horas de voo, na hipótese de integrante de tripulação de


revezamento;

IV - 8 (oito) horas de voo, na hipótese de integrante de tripulação de helicópteros.

§ 1o Aos tripulantes referidos neste artigo não serão assegurados limites de


pousos em uma mesma jornada de trabalho.

§ 2o Os tripulantes empregados nos serviços aéreos definidos no inciso IV


do caput do art. 5o, quando em atividade de fomento ou proteção à agricultura, poderão
ter os limites previstos neste artigo estabelecidos em convenção ou acordo coletivo de
trabalho, desde que não ultrapassem os parâmetros de segurança de voo determinados
na regulamentação da autoridade de aviação civil brasileira.

Art. 33. Aos tripulantes são assegurados os seguintes limites mensais e anuais de
horas de voo: Vigência
I - 80 (oitenta) horas de voo por mês e 800 (oitocentas) horas por ano, em aviões a
jato;

II - 85 (oitenta e cinco) horas de voo por mês e 850 (oitocentas e cinquenta) horas
por ano, em aviões turbo-hélice;

III - 100 (cem) horas de voo por mês e 960 (novecentas e sessenta) horas por ano,
em aviões convencionais;

IV - 90 (noventa) horas de voo por mês e 930 (novecentas e trinta) horas por ano,
em helicópteros.

§ 1o Quando os tripulantes operarem diferentes tipos de aeronaves, o limite


inferior será respeitado.

§ 2o Os tripulantes de voo empregados nos serviços aéreos especializados


definidos no inciso IV do caput do art. 5o, quando em atividade de fomento ou proteção
à agricultura, poderão ter os limites previstos neste artigo estabelecidos em convenção
ou acordo coletivo de trabalho, desde que não ultrapassem os parâmetros de segurança
de voo determinados na regulamentação da autoridade de aviação civil brasileira.

Art. 34. O trabalho realizado como tripulante extra a serviço será computado para
os limites da jornada de trabalho diária, semanal e mensal, não sendo considerado para o
cômputo dos limites de horas de voo diários, mensais e anuais, previstos nos arts. 31, 32
e 33.

Seção VI

Dos Limites da Jornada de Trabalho

Art. 35. Jornada é a duração do trabalho do tripulante de voo ou de cabine,


contada entre a hora da apresentação no local de trabalho e a hora em que ele é
encerrado. Vigência

§ 1o A jornada na base contratual será contada a partir da hora de apresentação do


tripulante no local de trabalho.

§ 2o Fora da base contratual, a jornada será contada a partir da hora de


apresentação do tripulante no local estabelecido pelo empregador.

§ 3o Nas hipóteses previstas nos §§ 1o e 2o deste artigo, a apresentação no


aeroporto ou em outro local estabelecido pelo empregador deverá ocorrer com
antecedência mínima de 30 (trinta) minutos da hora prevista para o início do voo.

§ 4o A jornada será considerada encerrada 30 (trinta) minutos após a parada final


dos motores, no caso de voos domésticos, e 45 (quarenta e cinco) minutos após a parada
final dos motores, no caso de voos internacionais.
§ 5o Para atividades em terra, não se aplicam as disposições dos §§ 3o e 4o deste
artigo.

§ 6o Os limites previstos no § 4o deste artigo podem ser alterados pelos


operadores de aeronaves que possuírem Sistema de Gerenciamento de Risco de Fadiga
Humana no planejamento e na execução das escalas de serviço de seus tripulantes,
sendo o limite mínimo de 30 (trinta) minutos.

Art. 36. Aos tripulantes de voo ou de cabine empregados no serviço aéreo


definido no inciso I do caput do art. 5o são assegurados os seguintes limites de jornada
de trabalho: Vigência

I - 9 (nove) horas, se integrantes de uma tripulação mínima ou simples;

II - 12 (doze) horas, se integrantes de uma tripulação composta;

III - 16 (dezesseis) horas, se integrantes de uma tripulação de revezamento.

Art. 37. Aos tripulantes de voo ou de cabine empregados nos serviços aéreos
definidos nos incisos II, III, IV e V do caput do art. 5o são assegurados os seguintes
limites de jornada de trabalho: Vigência

I - 11 (onze) horas, se integrantes de uma tripulação mínima ou simples;

II - 14 (catorze) horas, se integrantes de uma tripulação composta;

III - 18 (dezoito) horas, se integrantes de uma tripulação de revezamento.

Parágrafo único. Os tripulantes de voo empregados nos serviços aéreos


especializados definidos no inciso IV do caput do art. 5o, quando em atividade de
fomento à agricultura, poderão ter os limites previstos neste artigo estabelecidos em
convenção ou acordo coletivo de trabalho, desde que não ultrapassem os parâmetros de
segurança de voo determinados na regulamentação da autoridade de aviação civil
brasileira.

Art. 38. Em caso de interrupção de jornada, os tripulantes de voo ou de cabine


empregados nos serviços aéreos definidos nos incisos II, IV e V do caput do art. 5o,
quando compondo tripulação mínima ou simples, poderão ter suas jornadas de trabalho
acrescidas de até a metade do tempo da interrupção, nos seguintes casos:

I - quando houver interrupção da jornada fora da base contratual, superior a 3


(três) horas e inferior a 6 (seis) horas consecutivas, e for proporcionado pelo
empregador local para descanso separado do público e com controle de temperatura e
luminosidade;

II - quando houver interrupção da jornada fora da base contratual, superior a 6


(seis) horas e inferior a 10 (dez) horas consecutivas, e forem proporcionados pelo
empregador quartos individuais com banheiro privativo, condições adequadas de
higiene e segurança, mínimo ruído e controle de temperatura e luminosidade.
Parágrafo único. A condição prevista neste artigo deverá ser consignada no diário
de bordo da aeronave, com assinatura do comandante.

Art. 39. A hora de trabalho noturno, para efeito de jornada, será computada como
de 52 (cinquenta e dois) minutos e 30 (trinta) segundos.

Parágrafo único. Para efeitos desta Lei, considera-se noturno:

I - o trabalho executado em terra entre as 22 (vinte e duas) horas de um dia e as 5


(cinco) horas do dia seguinte, considerado o horário local;

II - o período de tempo de voo realizado entre as 18 (dezoito) horas de um dia e as


6 (seis) horas do dia seguinte, considerado o fuso horário oficial da base contratual do
tripulante.

Art. 40. Os limites da jornada de trabalho poderão ser ampliados em 60 (sessenta)


minutos, a critério exclusivo do comandante da aeronave, nos seguintes casos:

I - inexistência, em local de escala regular, de acomodações apropriadas para o


repouso da tripulação e dos passageiros;

II - espera demasiadamente longa, fora da base contratual, em local de espera


regular intermediária, ocasionada por condições meteorológicas desfavoráveis e
trabalho de manutenção não programada;

III - por imperiosa necessidade, entendida como a decorrente de catástrofe ou


problema de infraestrutura que não configure caso de falha ou falta administrativa da
empresa.

Parágrafo único. Qualquer ampliação dos limites das horas de trabalho deverá ser
comunicada, em no máximo 24 (vinte e quatro) horas após a viagem, pelo comandante
ao empregador, que, no prazo de 15 (quinze) dias, comunicará a autoridade de aviação
civil brasileira.

Art. 41. A duração do trabalho dos tripulantes de voo ou de cabine não excederá a
44 (quarenta e quatro) horas semanais e 176 (cento e setenta e seis) horas mensais,
computados os tempos de:

I - jornada e serviço em terra durante a viagem;

II - reserva e 1/3 (um terço) do sobreaviso;

III - deslocamento como tripulante extra a serviço;

IV - adestramento em simulador, cursos presenciais ou a distância, treinamentos e


reuniões;

V - realização de outros serviços em terra, quando escalados pela empresa.


§ 1o O limite semanal de trabalho previsto neste artigo poderá ser alterado
mediante convenção ou acordo coletivo de trabalho, desde que não ultrapasse os
parâmetros estabelecidos na regulamentação da autoridade de aviação civil brasileira,
sendo vedada, sob qualquer hipótese, a extrapolação do limite mensal de 176 (cento e
setenta e seis) horas.

§ 2o Os tripulantes de voo ou de cabine empregados nos serviços aéreos definidos


nos incisos II, III, IV e V do caput do art. 5o terão como período máximo de trabalho
consecutivo 21 (vinte e um) dias, contados do dia de saída do tripulante de sua base
contratual até o dia do regresso a ela.

§ 3o Para os tripulantes de voo ou de cabine empregados nos serviços aéreos


definidos nos incisos II, III, IV e V do caput do art. 5o, o período consecutivo de
trabalho, no local de operação, não poderá exceder a 17 (dezessete) dias.

§ 4o Quando prestarem serviço fora da base contratual por período superior a 6


(seis) dias, os tripulantes referidos no § 3o deste artigo terão, no retorno, folgas
correspondentes a, no mínimo, o número de dias fora da base contratual menos 2 (dois)
dias.

§ 5o Os tripulantes empregados no serviço aéreo definido no inciso I do caput do


o
art. 5 que também exerçam atividades administrativas terão os limites de sua jornada de
trabalho definidos em convenção ou acordo coletivo de trabalho, desde que não
ultrapassem os parâmetros estabelecidos na regulamentação da autoridade de aviação
civil brasileira.

§ 6o As disposições do caput e dos §§ 1o, 2o, 3o e 4o deste artigo não se aplicam


aos tripulantes empregados nos serviços aéreos definidos no inciso IV do caput do art.
5o em atividade de fomento ou proteção à agricultura, que poderão ter os referidos
limites reduzidos ou ampliados por convenção ou acordo coletivo de trabalho, desde
que não ultrapassem os parâmetros de segurança de voo determinados na
regulamentação da autoridade de aviação civil brasileira.

Art. 42. Será observado o limite máximo de 2 (duas) madrugadas consecutivas de


trabalho, e o de 4 (quatro) madrugadas totais no período de 168 (cento e sessenta e oito)
horas consecutivas, contadas desde a apresentação do tripulante.

§ 1o O tripulante de voo ou de cabine poderá ser escalado para jornada de


trabalho na terceira madrugada consecutiva desde que como tripulante extra, em voo de
retorno à base contratual e encerrando sua jornada de trabalho, vedada, nessa hipótese, a
escalação do tripulante para compor tripulação no período que antecede a terceira
madrugada consecutiva na mesma jornada de trabalho.

§ 2o Sempre que for disponibilizado ao tripulante período mínimo de 48


(quarenta e oito) horas livre de qualquer atividade, poderá ser iniciada a contagem de
novo período de 168 (cento e sessenta e oito) horas consecutivas referido
no caput deste artigo.
§ 3o Os limites previstos neste artigo poderão ser reduzidos ou ampliados
mediante convenção ou acordo coletivo de trabalho, desde que não ultrapassem os
parâmetros estabelecidos na regulamentação da autoridade de aviação civil brasileira.

§ 4o Entende-se como madrugada o período transcorrido, total ou parcialmente,


entre 0 (zero) hora e 6 (seis) horas, considerado o fuso horário oficial da base contratual
do tripulante.

Seção VII

Do Sobreaviso e da Reserva

Art. 43. Sobreaviso é o período não inferior a 3 (três) horas e não excedente a 12
(doze) horas em que o tripulante permanece em local de sua escolha à disposição do
empregador, devendo apresentar-se no aeroporto ou em outro local determinado, no
prazo de até 90 (noventa) minutos, após receber comunicação para o início de nova
tarefa.

§ 1o Em Município ou conurbação com 2 (dois) ou mais aeroportos, o tripulante


designado para aeroporto diferente da base contratual terá prazo de 150 (cento e
cinquenta) minutos para a apresentação, após receber comunicação para o início de
nova tarefa.

§ 2o As horas de sobreaviso serão pagas à base de 1/3 (um terço) do valor da hora
de voo.

§ 3o Caso o tripulante seja convocado para uma nova tarefa, o tempo remunerado
será contabilizado entre o início do sobreaviso e o início do deslocamento.

§ 4o Caso o tripulante de voo ou de cabine não seja convocado para uma tarefa
durante o período de sobreaviso, o tempo de repouso mínimo de 8 (oito) horas deverá
ser respeitado antes do início de nova tarefa.

§ 5o O período de sobreaviso, contabilizado desde seu início até o início do


deslocamento caso o tripulante seja acionado para nova tarefa, não poderá ser superior a
12 (doze) horas.

§ 6o No período de 12 (doze) horas previsto no § 5o, não serão computados os


períodos de deslocamento de 90 (noventa) e 150 (cento e cinquenta) minutos previstos
no caput e no § 1o deste artigo.

§ 7o O tripulante de voo ou de cabine empregado no serviço aéreo previsto no


inciso I do caput do art. 5o terá a quantidade de sobreavisos limitada a 8 (oito) mensais,
podendo ser reduzida ou ampliada por convenção ou acordo coletivo de trabalho,
observados os limites estabelecidos na regulamentação da autoridade de aviação civil
brasileira.

Art. 44. Reserva é o período em que o tripulante de voo ou de cabine permanece à


disposição, por determinação do empregador, no local de trabalho.
§ 1o A hora de reserva será paga na mesma base da hora de voo.

§ 2o A reserva do tripulante empregado no serviço aéreo previsto no inciso I


do caput do art. 5o terá duração mínima de 3 (três) horas e máxima de 6 (seis) horas.

§ 3o A reserva do tripulante empregado nos serviços aéreos previstos nos incisos


II, III, IV e V do caput do art. 5o terá duração mínima de 3 (três) horas e máxima de 10
(dez) horas.

§ 4o Prevista a reserva por prazo superior a 3 (três) horas, o empregador deverá


assegurar ao tripulante acomodação adequada para descanso.

§ 5o Entende-se por acomodação adequada para fins deste artigo poltronas em


sala específica com controle de temperatura, em local diferente do destinado ao público
e à apresentação das tripulações.

§ 6o Para efeito de remuneração, caso o tripulante seja acionado em reserva para


assumir programação de voo, será considerado tempo de reserva o período
compreendido entre o início da reserva e o início do voo.

§ 7o Os limites previstos neste artigo poderão ser reduzidos ou ampliados por


convenção ou acordo coletivo de trabalho, observados os parâmetros estabelecidos na
regulamentação da autoridade de aviação civil brasileira.

Seção VIII

Das Viagens

Art. 45. Viagem é o trabalho realizado pelo tripulante de voo ou de cabine,


contado desde a saída de sua base até o seu regresso.

§ 1o Uma viagem pode compreender uma ou mais jornadas.

§ 2o O tripulante de voo ou de cabine poderá cumprir uma combinação de voos,


passando por sua base contratual sem ser dispensado do serviço, desde que a
programação obedeça à escala previamente publicada.

§ 3o O empregador poderá exigir do tripulante de voo ou de cabine


complementação de voo, quando fora da base contratual, para atender à realização de
serviços inadiáveis.

§ 4o O empregador não poderá exigir do tripulante de voo ou de cabine


complementação de voo ou qualquer outra atividade ao final da viagem, por ocasião do
retorno à base contratual, sendo facultada ao tripulante a aceitação, não cabendo
qualquer tipo de penalidade em caso de recusa.

Seção IX

Dos Períodos de Repouso


Art. 46. Repouso é o período ininterrupto, após uma jornada, em que o tripulante
fica desobrigado da prestação de qualquer serviço.

Art. 47. É assegurada ao tripulante, fora de sua base contratual, acomodação


adequada para repouso e transporte entre o aeroporto e o local de repouso, e vice-versa.

§ 1o O previsto neste artigo não será aplicado ao tripulante empregado nos


serviços aéreos previstos nos incisos II, III, IV e V do caput do art. 5o quando o custeio
do transporte e da hospedagem for ressarcido pelo empregador.

§ 2o O ressarcimento de que trata o § 1o deste artigo deverá ocorrer no máximo


até 30 (trinta) dias após o pagamento.

§ 3o Entende-se por acomodação adequada para repouso do tripulante quarto


individual com banheiro privativo e condições adequadas de higiene, segurança, ruído,
controle de temperatura e luminosidade.

§ 4o Quando não houver disponibilidade de transporte ao término da jornada, o


período de repouso será computado a partir da colocação de transporte à disposição da
tripulação.

Art. 48. O tempo mínimo de repouso terá duração relacionada ao tempo da


jornada anterior, observando-se os seguintes limites:

I - 12 (doze) horas de repouso, após jornada de até 12 (doze) horas;

II - 16 (dezesseis) horas de repouso, após jornada de mais de 12 (doze) horas e até


15 (quinze) horas;

III - 24 (vinte e quatro) horas de repouso, após jornada de mais de 15 (quinze)


horas.

Parágrafo único. Os limites previstos neste artigo poderão ser alterados por
convenção ou acordo coletivo de trabalho, observados os parâmetros de segurança de
voo estabelecidos na regulamentação da autoridade de aviação civil brasileira.

Art. 49. Quando ocorrer o cruzamento de 3 (três) ou mais fusos horários em um


dos sentidos da viagem, o tripulante terá, na base contratual, o repouso acrescido de 2
(duas) horas por cada fuso cruzado.

Seção X

Da Folga Periódica

Art. 50. Folga é o período não inferior a 24 (vinte e quatro) horas consecutivas
em que o tripulante, em sua base contratual, sem prejuízo da remuneração, está
desobrigado de qualquer atividade relacionada com seu trabalho.
§ 1o Salvo o previsto nos §§ 2o e 3o do art. 41, a folga deverá ter início, no
máximo, após o 6o (sexto) período consecutivo de até 24 (vinte e quatro) horas, contada
a partir da apresentação do tripulante, observados os limites da duração da jornada de
trabalho e do repouso.

§ 2o Os períodos de repouso mínimo regulamentar deverão estar contidos nos 6


(seis) períodos consecutivos de até 24 (vinte e quatro) horas previstos no § 1o deste
artigo.

§ 3o No caso de voos internacionais de longo curso, o limite previsto no §


1o deste artigo poderá ser ampliado em 36 (trinta e seis) horas, ficando o empregador
obrigado a conceder ao tripulante mais 2 (dois) períodos de folga no mesmo mês em
que o voo for realizado, além das folgas previstas neste artigo e no art. 51.

§ 4o Os limites previstos nos §§ 1o e 2o deste artigo poderão ser alterados por


convenção ou acordo coletivo de trabalho, observados os parâmetros determinados na
regulamentação da autoridade de aviação civil brasileira.

Art. 51. O tripulante empregado no serviço aéreo previsto no inciso I do caput do


o
art. 5 terá número mensal de folgas não inferior a 10 (dez), das quais pelo menos 2
(duas) deverão compreender um sábado e um domingo consecutivos, devendo a
primeira destas ter início até as 12 (doze) horas do sábado, no horário de Brasília.

§ 1o O número mensal de folgas previsto neste artigo poderá ser reduzido até 9
(nove), conforme critérios estabelecidos em convenção ou acordo coletivo de trabalho.

§ 2o Quando o tripulante concorrer parcialmente à escala de serviço do mês, por


motivo de férias ou afastamento, aplicar-se-á a proporcionalidade do número de dias
trabalhados ao número de folgas a serem concedidas, com aproximação para o inteiro
superior.

Art. 52. O tripulante de voo ou de cabine empregado nos serviços aéreos


previstos nos incisos II, III, IV e V do caput do art. 5o terá número de folgas mensal não
inferior a 8 (oito), das quais pelo menos 2 (duas) deverão compreender um sábado e um
domingo consecutivos.

Parágrafo único. O tripulante empregado nos serviços aéreos previstos no inciso


IV do caput do art. 5o, quando em atividade de fomento ou proteção à agricultura,
poderá ter os limites previstos neste artigo modificados por convenção ou acordo
coletivo de trabalho, observados os parâmetros estabelecidos na regulamentação da
autoridade de aviação civil brasileira.

Art. 53. A folga só terá início após a conclusão do repouso da jornada, e seus
horários de início e término serão definidos em escala previamente publicada.

Art. 54. Quando o tripulante for designado para curso fora da base contratual, sua
folga poderá ser gozada nesse local, devendo a empresa assegurar, no regresso, uma
licença remunerada de 1 (um) dia para cada 15 (quinze) dias fora da base contratual.
Parágrafo único. A licença remunerada não deverá coincidir com sábado,
domingo ou feriado se a permanência do tripulante fora da base for superior a 30 (trinta)
dias.

CAPÍTULO III

DA REMUNERAÇÃO E DAS CONCESSÕES

Seção I

Da Remuneração

Art. 55. Sem prejuízo da liberdade contratual, a remuneração do tripulante


corresponderá à soma das quantias por ele percebidas da empresa.

Parágrafo único. Não integram a remuneração as importâncias pagas pela


empresa a título de ajuda de custo, assim como as diárias de hospedagem, alimentação e
transporte.

Art. 56. A remuneração dos tripulantes poderá ser fixa ou ser constituída por
parcela fixa e parcela variável.

Parágrafo único. A parcela variável da remuneração será obrigatoriamente


calculada com base nas horas de voo, salvo no caso:

I - do tripulante empregado no serviço de transporte aéreo público não regular na


modalidade de táxi aéreo, previsto no inciso II do caput do art. 5o, que poderá ter a
parcela variável de seu salário calculada com base na quilometragem entre a origem e o
destino do voo, desde que estabelecido em convenção ou acordo coletivo de trabalho;

II - do tripulante empregado nos serviços aéreos previstos no inciso IV


do caput do art. 5o em atividade de fomento ou proteção à agricultura, que poderá ter a
parcela variável de seu salário calculada com base na área produzida ou aplicada ou
conforme outros critérios estabelecidos em convenção ou acordo coletivo de trabalho.

Art. 57. O período de tempo em solo entre etapas de voo em uma mesma jornada
será remunerado.

Parágrafo único. Os valores e critérios para remuneração do período de que trata


o caput deste artigo serão estabelecidos no contrato de trabalho e em convenção ou
acordo coletivo de trabalho.

Art. 58. A empresa pagará a remuneração do trabalho não realizado por motivo
alheio à vontade do tripulante, se outra atividade equivalente não lhe for atribuída.

Art. 59. A remuneração da hora de voo noturno e das horas de voo como
tripulante extra será calculada na forma da legislação em vigor, observadas as condições
estabelecidas no contrato de trabalho e em convenção ou acordo coletivo de trabalho.
§ 1o Considera-se voo noturno, para efeitos deste artigo, o voo executado entre as
21 (vinte e uma) horas, Tempo Universal Coordenado, de um dia e as 9 (nove) horas,
Tempo Universal Coordenado, do dia seguinte.

§ 2o A hora de voo noturno, para efeito de remuneração, é contada à razão de 52


(cinquenta e dois) minutos e 30 (trinta) segundos.

Art. 60. As frações de hora serão computadas para efeito de remuneração.

Seção II

Da Alimentação

Art. 61. Durante a viagem, o tripulante terá direito a alimentação, em terra ou em


voo, de acordo com as instruções técnicas do Ministério do Trabalho e das autoridades
competentes.

§ 1o O tripulante extra a serviço terá direito à alimentação.

§ 2o Quando em terra, o intervalo para a alimentação do tripulante deverá ter


duração mínima de 45 (quarenta e cinco) minutos e máxima de 60 (sessenta) minutos.

§ 3o Quando em voo, a alimentação deverá ser servida em intervalos máximos de


4 (quatro) horas.

Art. 62. Para tripulante de helicópteros, a alimentação será servida em terra ou a


bordo de unidades marítimas, com duração de 60 (sessenta) minutos, período este que
não será computado na jornada de trabalho.

Art. 63. Nos voos realizados no período entre as 22 (vinte e duas) horas de um
dia e as 6 (seis) horas do dia seguinte, deverá ser servida uma refeição se a duração do
voo for igual ou superior a 3 (três) horas.

Art. 64. É assegurada alimentação ao tripulante que esteja em situação de reserva


ou em cumprimento de uma programação de treinamento entre as 12 (doze) e as 14
(catorze) horas e entre as 19 (dezenove) e as 21 (vinte e uma) horas, em intervalo com
duração de 60 (sessenta) minutos.

Parágrafo único. O intervalo para alimentação de que trata este artigo:

I - não será computado na duração da jornada de trabalho;

II - não será observado na hipótese de programação de treinamento em simulador.

Seção III

Da Assistência Médica
Art. 65. Ao tripulante em serviço fora da base contratual o empregador deverá
assegurar e custear, em casos de urgência, assistência médica e remoção, por via aérea,
para retorno à base ou ao local de tratamento.

Seção IV

Do Uniforme

Art. 66. O tripulante receberá gratuitamente da empresa, quando não forem de


uso comum, as peças de uniforme e os equipamentos exigidos, por ato da autoridade
competente, para o exercício de sua atividade profissional.

Parágrafo único. Não serão considerados como salário, para os efeitos previstos
neste artigo, os vestuários, equipamentos e outros acessórios fornecidos ao tripulante
para a realização dos respectivos serviços.

Seção V

Das Férias

Art. 67. As férias anuais do tripulante serão de 30 (trinta) dias consecutivos.

§ 1o Mediante acordo coletivo, as férias poderão ser fracionadas.

§ 2o A concessão de férias será comunicada ao tripulante, por escrito, com


antecedência mínima de 30 (trinta) dias.

Art. 68. A empresa manterá quadro atualizado de concessão de férias, devendo


existir rodízio entre os tripulantes do mesmo equipamento quando houver concessão nos
meses de janeiro, fevereiro, julho e dezembro.

Art. 69. Ressalvados os casos de rescisão de contrato, as férias não serão


convertidas em abono pecuniário.

Art. 70. Ressalvadas condições mais favoráveis, a remuneração das férias e o


décimo terceiro salário do aeronauta serão calculados pela média das parcelas fixas e
variáveis da remuneração no período aquisitivo.

Art. 71. O pagamento da remuneração das férias será realizado até 2 (dois) dias
antes de seu início.

Seção VI

Dos Certificados e das Habilitações

Art. 72. É de responsabilidade do empregador o custeio do certificado médico e


de habilitação técnica de seus tripulantes, sendo responsabilidade do tripulante manter
em dia seu certificado médico, como estabelecido na legislação em vigor.
§ 1o Cabe ao empregador o controle de validade do certificado médico e da
habilitação técnica para que sejam programadas, na escala de serviço do tripulante, as
datas e, quando necessárias, as dispensas para realização dos exames necessários para a
revalidação.

§ 2o É dever do empregador o pagamento ou o reembolso dos valores pagos pelo


tripulante para a revalidação do certificado médico e de habilitação técnica, tendo como
limite os valores definidos pelos órgãos públicos, bem como dos valores referentes a
exames de proficiência linguística e a eventuais taxas relativas a documentos
necessários ao exercício de suas funções contratuais.

§ 3o No caso dos tripulantes empregados nos serviços aéreos previstos no inciso


IV do caput do art. 5o em atividade de fomento ou proteção à agricultura, o pagamento
e o reembolso previstos neste artigo poderão observar valores e critérios estabelecidos
em convenção ou acordo coletivo de trabalho.

CAPÍTULO IV

DAS TRANSFERÊNCIAS

Art. 73. Para efeito de transferência, provisória ou permanente, considera-se base


do tripulante a localidade onde ele está obrigado a prestar serviço.

§ 1o Entende-se como:

I - transferência provisória: o deslocamento do tripulante de sua base, por período


mínimo de 30 (trinta) dias e não superior a 120 (cento e vinte) dias, para prestação de
serviços temporários, sem mudança de domicílio, seguido de retorno à base tão logo
cesse a incumbência que lhe foi atribuída; e

II - transferência permanente: o deslocamento do tripulante de sua base, por


período superior a 120 (cento e vinte) dias, com mudança de domicílio.

§ 2o Após cada transferência provisória, o tripulante deverá permanecer na sua


base por, pelo menos, 180 (cento e oitenta) dias.

§ 3o O interstício entre transferências permanentes será de 2 (dois) anos.

§ 4o Na transferência provisória, serão assegurados aos tripulantes acomodação,


alimentação, transporte a serviço, transporte aéreo de ida e volta e, no regresso, licença
remunerada de, considerada a duração da transferência, 2 (dois) dias para o primeiro
mês mais 1 (um) dia para cada mês ou fração subsequente, sendo que, no mínimo, 2
(dois) dias não deverão coincidir com sábado, domingo ou feriado.

§ 5o Na transferência permanente, serão assegurados ao tripulante pelo


empregador:

I - ajuda de custo, para fazer face às despesas de instalação na nova base, não
inferior a 4 (quatro) vezes o valor do salário mensal, calculado o salário variável por sua
taxa atual, multiplicada pela média do correspondente trabalho nos últimos 12 (doze)
meses;

II - transporte aéreo para si e seus dependentes;

III - translação da respectiva bagagem; e

IV - dispensa de qualquer atividade relacionada com o trabalho pelo período de 8


(oito) dias, a ser fixado por sua opção, com aviso prévio de 8 (oito) dias ao empregador,
dentro dos 60 (sessenta) dias seguintes à sua chegada à nova base.

§ 6o A transferência provisória poderá ser transformada em transferência


permanente.

Art. 74. O tripulante deverá ser notificado pelo empregador com antecedência
mínima de 60 (sessenta) dias na transferência permanente e de 15 (quinze) dias na
provisória.

CAPÍTULO V

DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS

Art. 75. Aos tripulantes de voo empregados nos serviços aéreos definidos no
inciso IV do caput do art. 5o, quando em atividade de fomento ou proteção à
agricultura, não se aplicam as seguintes disposições desta Lei:

I - a Seção II do Capítulo II;

II - os arts. 27, 28, 43, 44 e 45;

III - o Capítulo IV;

IV - o regime de transição estabelecido no art. 80.

Art. 76. Além dos casos previstos nesta Lei, as responsabilidades dos tripulantes
são definidas na Lei no 7.565, de 19 de dezembro de 1986 (Código Brasileiro de
Aeronáutica), nas leis e nos regulamentos em vigor e, no que decorrer do contrato de
trabalho, em convenções e acordos coletivos.

Art. 77. Sem prejuízo do disposto no Capítulo III do Título IX da Lei nº 7.565, de
19 de dezembro de 1986 (Código Brasileiro de Aeronáutica), os infratores das
disposições constantes nesta Lei ficam sujeitos às penalidades previstas no art. 351 da
Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), aprovada pelo Decreto-Lei no 5.452, de 1o de
maio de 1943.

Parágrafo único. O processo de multas administrativas será regido pelo disposto


no Título VII da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), aprovada pelo Decreto-Lei
nº 5.452, de 1º de maio de 1943.
Art. 78. Caberá à autoridade de aviação civil brasileira expedir as normas
necessárias para a implantação do Sistema de Gerenciamento de Risco de Fadiga
Humana de que trata a Seção III do Capítulo I.

Art. 79. O art. 30 da Lei no 7.183, de 5 de abril de 1984, passa a vigorar com a
seguinte redação: Vigência

“Art. 30. Os limites de tempo de voo do tripulante não poderão exceder em cada
mês ou ano, respectivamente:

I - em aviões convencionais, 100 (cem) e 1.000 (mil) horas;

II - em aviões turbo-hélice, 100 (cem) e 935 (novecentas e trinta e cinco) horas;

III - em aviões a jato, 85 (oitenta e cinco) e 850 (oitocentas e cinquenta) horas;

IV - em helicópteros, 90 (noventa) e 960 (novecentas e sessenta) horas.

§ 1o Quando o aeronauta tripular diferentes tipos de aeronave, será observado o


menor limite.

§ 2o Os limites de tempo de voo para aeronautas de empresas de transporte aéreo


regular, em intervalo inferior a 30 (trinta) dias, serão proporcionais ao limite mensal
mais 10 (dez) horas.” (NR)

Art. 80. Aplicam-se aos tripulantes, desde a entrada em vigor desta Lei até que
tenham decorrido 30 (trinta) meses de sua publicação, como regime de transição, os
seguintes dispositivos da Lei nº 7.183, de 5 de abril de 1984:

I - os arts. 12, 13 e 20;

II - o caput, incluídas suas alíneas, e o § 1o, todos do art. 21;

III - os arts. 29 e 30.

Art. 81. Revogam-se:

I - após decorridos 90 (noventa) dias da publicação oficial desta Lei, a Lei nº


7.183, de 5 de abril de 1984, com exceção dos dispositivos referidos no art. 80;

II - após decorridos 30 (trinta) meses da publicação oficial desta Lei, os


dispositivos da Lei nº 7.183, de 5 de abril de 1984, referidos no art. 80.

Art. 82. Esta Lei entra em vigor após decorridos 90 (noventa) dias de sua
publicação oficial, exceto os arts. 31, 32, 33, 35, 36 e 37, que entram em vigor após
decorridos 30 (trinta) meses da publicação oficial desta Lei.

Brasília, 28 de agosto de 2017; 196o da Independência e 129o da República.


MICHEL TEMER
Mauricio Quintella
Ronaldo Nogueira de Oliveira

Este texto não substitui o publicado no DOU de 29.8.2017