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UNIVERSIDADE DO SUL DE SANTA CATARINA

Projeto Pedagógico do Curso de:


Naturologia

Tubarão (SC) , 21 de julho de 2014.


Sebastião Salésio Herdt
Reitor
Mauri Luiz Heerdt
Vice-Reitor
Willian Corrêa Máximo
Chefe de Gabinete
Mirian Maria de Medeiros
Secretária-Geral da Unisul
Mauri Luiz Heerdt
Pró-Reitor de Ensino, Pesquisa e Extensão
Valter Alves Schmitz Neto
Pró-Reitor de Operações e Serviços Acadêmicos
Luciano Rodrigues Marcelino
Pró-Reitor de Desenvolvimento Institucional
Ildo Silva
Assessor de Promoção e Inteligência Competitiva
Lester Marcantonio Camargo
Assessor Jurídico
Heitor Wensing Júnior
Diretor do Campus Universitário de Tubarão
Hércules Nunes de Araújo
Diretor do Campus Universitário da Grande Florianópolis
Fabiano Ceretta
Diretor do Campus Universitário UnisulVirtual
Missão, Visão e Valores

Missão da Unisul

Educação e gestão inovadoras e criativas no processo do ensino, da pesquisa e


da extensão, para formar integralmente, ao longo da vida, cidadãos capazes de
contribuir na construção de uma sociedade humanizada, em permanente sintonia
com os avanços da ciência e da tecnologia.
Valores da Unisul

1 - Sendo a missão da UNISUL a formação integral de cidadãos, a UNISUL


assume:
1.1 - que o Aluno constitui seu valor essencial e, nesta condição, tem o direito de
participar de seu próprio processo educativo, constituindo-se, em conseqüência,
no foco da dedicação de professores, funcionários e dirigentes;
1.2 - que o Professor é o promotor, guia, orientador e facilitador por excelência
desse processo, capacitando-se para assumir e praticar esta atitude no dia-a-dia
de sua atividade;
1.3 - que o processo educativo prepare o aluno para o mercado e para a vida,
envolvendo o conjunto de funções que irá desempenhar na sociedade complexa,
global e mutante;
1.4 - que os relacionamentos acadêmicos e de gestão primam pela humanização
e pela transparência;
1.5 - que a prática da humanização e da transparência envolve o exercício
permanente da participação, da solidariedade, da cooperação, da integração, do
compartilhamento e da responsabilidade;
1.6 - que o respeito à dignidade humana se expressa pelo direito ao crescimento
contínuo e integral das pessoas e da coletividade em suas múltiplas
potencialidades, respeitando o pensamento holístico, a pluralidade de idéias e a
diversidade cultural.

2 - Sendo componente de sua Missão a prática da gestão inovadora e criativa


no processo do ensino, da pesquisa e da extensão, a UNISUL assume:
2.1 - que a busca da excelência em todas as suas atividades constitui o conteúdo
e significado essencial dos processos burocráticos e gerenciais e a forma de
praticar a gestão humanizada;
2.2 - que a gestão da UNISUL abranja um compromisso com o processo educativo
e com a geração do saber, contribuindo desta forma na construção da sociedade
mais humana, em permanente sintonia com os avanços da ciência e da
tecnologia;
2.3 - que o compromisso da UNISUL, nesta construção, ganha conteúdo a partir
da promoção do desenvolvimento regional, integrado nos processos globais e
interdependentes;
2.4 - que, neste contexto, as mudanças de ordem institucional ou comportamental
não constituem uma ameaça, mas uma oportunidade, sendo pressuposto de sua
atualização a permanente sintonia das pessoas e da Universidade com o meio e o
mundo;
2.5 - que os processos de gestão em todos os níveis e setores - na academia,
como também nos recursos humanos, físicos e financeiros, incluindo a dinâmica
da mudança - sejam conduzidos com prudência, disciplina, transparência e
eficácia.

3 - Enfim, a UNISUL assume que a busca permanente de construir sua


Missão, e a consciência e a prática de seus Valores, constituem seu
compromisso e sua postura ética essencial, capaz de criar o ambiente propício
ao exercício da ética individual, da satisfação pessoal e profissional e da
construção da melhor qualidade de vida de toda a comunidade da Universidade e
do meio em que ela atua.

Visão da Unisul

Nesta permanente construção da Missão e na continua prática dos Valores, até


2013, a UNISUL será reconhecida pela qualidade e excelência de suas ações e
serviços. Este reconhecimento exigirá que a UNISUL assuma:
1 - Em relação ao Ensino:
1.1 - Consolide a posição de liderança em graduação entre as universidades
catarinenses;
1.2 - Consolide posição de liderança em educação a distância e educação
continuada, em nível nacional, alcançando a sua inserção plena no mundo virtual
e globalizado, como provedora de ciência e tecnologia;
1.3 - Alcance posição de liderança entre as melhores universidades catarinenses
no segmento de pós-graduação;

2 - Em relação à Pesquisa:
2.1 - Consolide a pesquisa científica como essencial à Universidade e parte
integrante e indissociável do processo de ensino e aprendizagem;
2.2 - Promova áreas de pesquisa avançada reconhecida pela comunidade
científica nacional;

3 - Em relação à Extensão:
3.1 - Consolide a extensão como mecanismo integrado e indissociável do
processo de ensino e aprendizagem;
3.2 - Transforme a extensão em instrumento gerador de iniciativas comunitárias
auto-sustentáveis e da educação continuada;

4 - Em relação à Gestão:
4.1 - Internalize práticas e processos modernos de gestão, adequados à dimensão
da Universidade, e coerentes com sua Missão, seus Valores e sua Visão.
UNIVERSIDADE DO SUL DE SANTA CATARINA - UNISUL

1 IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

1.1 NOME DO CURSO: Naturologia

1.2 MODALIDADE DE ENSINO: ( X ) Presencial ( ) Virtual

1.3 TITULAÇÃO FORMAL: Bacharel em Naturologia


TITULAÇÃO MASCULINA: Bacharel em Naturologia
TITULAÇÃO FEMININA: Bacharela em Naturologia

1.4 ÁREA DE FORMAÇÃO: 720N01Naturologia

1.5 UNIDADE DE ARTICULAÇÃO ACADÊMICA: Ciências da Saúde e Bem Estar


Social

1.6 DADOS LEGAIS:

Criação: Resolução da Câmara de Gestão - CÂM-GES nº 016, de 17/12/1997


Reconhecimento: Decreto nº 5.572,de 27/8/2002, publicado no D.O.E-SC de
28/8/2002
Renovação do Reconhecimento: Decreto nº 2.082, de 3/2/2009, publicado no
D.O.E-SC de 3/2/2009

LEGISLAÇÃO:
- Lei n° 11.645 de 10/03/2008 e a Resolução CNE/CP N° 01 de 17 de junho de
2004 que dispõem sobre Relações Étnico-raciais para o Ensino de História e
Cultura Afro-brasileira e Indígena.

- Decreto N° 5.626/2005 que dispõe sobre a disciplina de LIBRAS.

6
- Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999 e Decreto Nº 4.281 de 25 de junho de 2002
que dispõem sobre as Políticas de Educação Ambiental.

- RESOLUÇÃO CNE/CP Nº 1, DE 30 DE MAIO DE 2012 que dispõe sobre


Educação em Direitos Humanos .

1.7 CARGA HORÁRIA E INTEGRALIZAÇÃO

Carga horária mínima legal: 3200 horas.


Carga horária total : 3200 horas.
Limite mínimo para integralização: 4 anos.
A organização curricular proposta prevê 4 anos, podendo ser integralizada no
prazo mínimo legal previsto de 4 anos.

1.8 ESTRUTURA DO CURRÍCULO

Certificações estruturantes: 2115 horas.


Certificações complementares: 180 horas.
Certificações eletivas: 60 horas.
Certificações específicas: 845 horas.

Estágio supervisionado obrigatório.


Trabalho de Conclusão de Curso.
Atividades Complementares.

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2 CONTEXTUALIZAÇÃO

2.1 INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR - IES

Mantida pela Fundação Educacional do Sul de Santa Catarina, a Unisul


é universidade comunitária sem fins lucrativos, criada em 1964 pelo desejo dos
habitantes de Tubarão e municípios próximos, e foi regulamentada pela Portaria
Ministerial MEC n° 028, de 27/01/89. Ressalte-se que tanto mantida quanto
mantenedora tem sede em Tubarão. A Educação Superior em Tubarão teve início
com o curso de Ciências Econômicas da Faculdade de Ciências Econômicas do
Sul de Santa Catarina, foi transformada em Fundação Educacional do Sul de
Santa Catarina três anos mais tarde. Em 1989 foi criada a Fundação Universidade
do Sul de Santa Catarina, mantenedora da Unisul, que tem natureza jurídica de
direito privado e por meio da Universidade integra o Sistema Estadual de
Educação do Estado de Santa Catarina. A partir da década de 1990 a Unisul
passou a ser constituída por uma estrutura multicampi. O campus de Tubarão,
onde se originou esta Instituição de Educação Superior, constitui a sede oficial da
Unisul. O primeiro movimento de expansão registra-se em 1992, com a criação do
campus de Araranguá. Ainda no sul do estado catarinense foram criadas
unidades em Imbituba, Içara e Braço do Norte. O campus da Grande
Florianópolis, em Palhoça, foi implantado em 1996, de onde são coordenadas
unidades estrategicamente localizadas na Grande Florianópolis. Em 1999, com a
criação do núcleo Unisul Aberta, teve inicio o processo de inserção desta
universidade na modalidade Educação a Distância. O projeto consolidou-se com a
criação do Campus Unisul Virtual, em 2005, cujos serviços de Educação Superior
à distância atendem a estudantes de diversas regiões do Brasil e do mundo.
Nesses espaços formativos, a Unisul ratifica sua missão ao proporcionar
educação e gestão inovadoras e criativas nos processos da pesquisa, do ensino e
da extensão, para formar integralmente, ao longo da vida, cidadãos capazes de
contribuir na construção de uma sociedade humanizada, em permanente sintonia
com os avanços da ciência e da tecnologia. Geograficamente, a abrangência do
espaço de atuação da Unisul neste quase meio século de existência ilustra o
importante movimento de liderança nos contextos sociais em que está presente.

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Entre a Capital de Santa Catarina e a divisa com o Rio Grande do Sul, e entre o
litoral e a Serra Geral, a universidade tem ajudado a fomentar o desenvolvimento
socioeconômico de parte significativa de um Estado reconhecido como força
expressiva do setor produtivo nacional. De estrutura multicampi, a Unisul imprimiu
um processo de expansão sempre vinculado aos fundamentos de origem,
alicerçados pela natureza jurídica de fundação municipal e de direito privado. Pela
via do ensino, tem contribuído para a qualificação técnico-profissional e
sociocultural em diversos setores; pela via da extensão, caracteriza-se como
referência em diversas ações socioambientais; e, pela via da pesquisa, tem
procurado respostas às problemáticas regionais. A Educação Permanente na
Unisul tem sido priorizada desde as primeiras ações educativas desta instituição
educacional. Criado em 1973 e consolidado em 1975, o Centro de Educação
Permanente constituiu-se mola propulsora do desenvolvimento regional,
resgatando a história, qualificando profissionais e indicando novos negócios para
a região. Norteada por essa certeza, a Unisul tem priorizado um fazer pedagógico
atento aos cenários da contemporaneidade, cujos resultados apontam para a
educação universitária comprometida com a qualidade de vida e o
desenvolvimento sustentável. Enquanto instituição universitária, as ações
educativas desenvolvidas pela Unisul primam pela articulação entre pesquisa,
ensino e extensão. Nesse sentido, a Unisul se antecipa aos cenários em
construção e adota uma estrutura baseada em Unidades de Articulação
Acadêmica, que atuam em estreita vinculação com os cursos de Graduação, a
extensão, os grupos de pesquisa e os programas de pós-graduação Stricto
Sensu. O principal objetivo desta estruturação é promover a integração do
conhecimento produzido pela universidade nas áreas de conhecimento com que
trabalha, considerando a vocação de cada região onde as Unidades Universitárias
estão instaladas, compromisso assumido desde sua fundação de natureza
municipal.

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2.2 CURSO

O termo Medicina Alternativa e Complementar (MAC), comumente


utilizado no âmbito das práticas não-convencionais de cuidado em saúde, pode
ser definido como um grupo de sistemas terapêuticos e de cuidado à saúde,
práticas e produtos que não são presentemente considerados parte do modelo
de saúde biomédico (TESSER; BARROS, 2008) sendo possível dividi-la em
Racionalidades Médicas (RM) e Terapias Integrativas (TI).
O termo Racionalidade Médica pode ser definido como um sistema
médico complexo, construído racional e empiricamente, pautado em um conjunto
estruturado e coerente de cinco dimensões interligadas: uma morfologia humana
(anatomia), uma dinâmica vital (fisiologia), um sistema de diagnóstico, um
sistema terapêutico e uma doutrina médica embasadas em uma cosmologia
implícita, explícita ou parcialmente explícita (LUZ, 1995). Fazem parte do
contexto das RM´s a Medicina Ocidental Contemporânea (MOC), a Medicina
Tradicional Chinesa (MTC), a Medicina Tradicional Ayurvédica (MTA) e a
Homeopatia (TESSER; BARROS, 2008; LUZ, 1995, 2005; TESSER, 2009;
TESSER; LUZ, 2008).
Já o termo Terapias Integrativas (TI) diz respeito àquelas práticas
terapêuticas pautadas num modelo de saúde bioenergético ou vitalista, mas que
não dispõem de um sistema médico complexo previamente constituído que as
orientam, como é o caso dos florais, geoterapia, irisdiagnose, cromoterapia e
outras (TESSER, 2009).
A Organização Mundial de Saúde (OMS) reconhece e incentiva o uso
de medicinas tradicionais (Racionalidades Médicas Vitalistas) e terapias
integrativas e complementares. O Brasil, por sua vez, através da Política Nacional
de Práticas Integrativas e Complementares no Sistema Único de Saúde, segue o
mesmo exemplo. Neste contexto, o curso de Naturologia se configura como um
dos expoentes destas práticas não convencionais em saúde no ensino superior
(ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE, 2002; BRASIL, 2006).
A Naturologia é um novo campo do saber na área da saúde que surge
a partir de uma concepção sistêmica e que reconhece a insuficiência do modelo

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biomédico para dar conta dos fenômenos humanos de saúde e doença. Para
este fim, utiliza métodos naturais, tradicionais e modernos de cuidado à saúde,
embasada em uma visão ampliada desta, prezando pela qualidade de vida e
relação entre o ser humano e o ambiente em que vive. Sendo assim, a formação
acadêmica em Naturologia abrange unidade de aprendizagens pautadas no
modelo vitalista e no modelo biomédico de saúde, incluindo conhecimentos
embasados nas Práticas Integrativas e em Racionalidades Médicas Vitalistas,
especialmente as Terapêuticas Tradicional Chinesa e Tradicional Ayurvédica.
Também fazem parte do currículo de formação do naturólogo conhecimentos
sociotécnicas e humanistas para complementar o perfil profissional.
O bacharel em Naturologia possui uma visão ampliada do processo
saúde- doença, considerando o indivíduo tratado como "interagente", e não
paciente, pois este participa ativamente do processo de cuidado/cura. Este
profissional trabalha com uma perspectiva do cuidado humanizado, da escuta
acolhedora, do desenvolvimento do vínculo terapêutico e preconiza o respeito à
autonomia do sujeito. O modelo de atenção da Naturologia pretende possibilitar o
trabalho profissional na promoção de saúde individual e coletiva a partir de uma
visão integrada que preconiza multidimensionalidade do ser humano.
A UNISUL foi pioneira em oferecer o Bacharelado em Naturologia no
Brasil. O Curso teve início em 1998 e foi reconhecido com 4 estrelas pela
avaliação do Guia do Estudante. Historicamente, o curso de Naturologia foi
gestado a partir de direcionamentos e motivações centrais: novas ideologias na
área da saúde, Tríade: saúde, arte e educação, Relação terapêutica ampliada,
necessidade de mudança de paradigma, Necessidade social da formação
acadêmica de novo profissional (RODRIGUES; HELLMANN; SANCHES, 2011;
MOR; WEDEKIN, 2011). Para atender a demanda destas categorias, a matriz
curricular deveria ser diversificada e pautada em novos conceitos, destacando-se
o conceito ampliado de saúde. Treze anos após sua criação, e com uma nova
matriz curricular implantada em 2004, percebe-se ainda que grande parte das
motivações indicadas pelos idealizadores do curso permanecem presentes. A
ênfase num modelo vitalista de saúde embasados nas Terapias Integrativas e
Medicinas Tradicionais, tais como a Chinesa, Ayurvédica e Xamânica, permitem

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orientar a formação do bacharel em Naturologia com perfil humanístico. Isso
porque, em tais Racionalidades Médicas e terapêuticas, o individuo é visto como
singular contrastando com o modelo biomédico de saúde, predominante na
sociedade capitalista, de caráter generalista, mecanicista e analítico.
A Naturologia pretende ser novo campo de conhecimento na área da
saúde, ancorada pela pluralidade de abordagens terapêuticas vitalistas,
direcionadas à realização do potencial humano. Para isso, o profissional
naturólogo vale-se da educação em saúde, da relação de interagência, da
abordagem sistêmica de vida, do cuidado integral à saúde. Para abonar as
expectativas da formação profissional do Naturólogo, faz-se necessário que a
formação acadêmica dê conta de conteúdos capazes de mobilizar competências
para formar profissionais capacitados a atuar mediante aos ideais que se
pretende, tal como propõe o presente Projeto Pedagógico.
No curso de Naturologia da UNISUL, especificamente a partir da
grade curricular implantada em 2004, estudos de Trabalho de Conclusão de
Curso e Mestrados possibilitaram balizar a construção deste Novo Projeto
Pedagógico que sonha ser capaz de atender as demandas sociais para a
formação de profissionais críticos, éticos e tecnicamente competentes para atuar
no âmbito das práticas integrativas e complementares.
Por fim, evidencia-se que a Naturologia não é uma racionalidade
médica, tal como se propõe o conceito. No entanto, trata-se de um conhecimento
que se pauta por diferentes racionalidades médicas e terapêuticas integrativas,
especificamente nas aproximações existentes entre as de abordagem vitalista, a
saber: a pessoa como centro da atenção (e não a doença), a relação
terapeuta-paciente, a utilização de elementos da natureza e de técnicas de
menor dependência tecnológica, na busca pela autonomia do paciente, enfim,
em uma visão que tenha o olhar voltado à saúde, e não à doença.

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3 OBJETIVOS DO CURSO
3.1 OBJETIVO GERAL:

Formar Bacharéis em Naturologia, generalista, qualificados técnica,


ética e politicamente, para intervir no âmbito acadêmico e profissional nos
campos alusivos às práticas integrativas e complementares no cuidado à saúde
individual e coletiva.

3.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS:

Instrumentalizar o cuidado à saúde humana por meio de Práticas


Integrativas e Complementares;
Fortalecer postura investigativa e de pesquisador permanente;
Aplicar os conhecimentos em Naturologia em diferentes instâncias de
saúde pública e privada, individual e coletiva;
Conhecer e utilizar corretamente os termos técnicos em Práticas
Integrativas, Complementares e Racionalidades Médicas;
Capacitar para o julgamento e a tomada de decisões no âmbito da
Naturologia;
Facilitar o processo comunicativo dialógico;
Fortalecer postura empreendedora e inovadora;
Estimular a reflexão, o pensamento e a ação política científica e ética.

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4 PERFIL DE FORMAÇÃO

O formado no curso de Naturologia da UNISUL deve apresentar as


seguintes COMPETÊNCIAS:

Competências técnicas de Atenção à saúde por meio das práticas


integrativas e complementares - Capacidade de dominar os conteúdos das
atividades, normas e procedimentos em terapias integrativas e complementares: os
profissionais devem estar aptos a desenvolver ações de prevenção, promoção,
proteção e reabilitação da saúde, nos diferentes contextos, por meio de práticas
integrativas e complementares, considerando as necessidades individuais, sociais,
os direitos humanos, tendo em vista a promoção da qualidade de vida individual e
coletiva, bem como a realizar seus serviços dentro dos mais altos padrões de
qualidade e dos princípios da ética/bioética.

Competências Comunicativas e de cuidado - capacidade de se


expressar, comunicar e interagir com o grupo ou indivíduo, considerando as
necessidades particulares, respeitando e promovendo a autonomia. Em
decorrência, os bacharéis em Naturologia devem ser acessíveis, desenv€ver a
escuta acolhedora, ser empático, possuir capacidade dialógica e devem manter os
princípios éticos no uso das informações a eles confiadas, na interação com outros
profissionais de saúde e o público em geral;

Competências organizacionais e de tomada de decisões - Capacidade


de planejar e auto-planejar, auto-organizar, e desenvolver flexibilidade no campo de
trabalho: o trabalho dos bacharéis em Naturologia deve estar fundamentado na
capacidade de avaliar, sistematizar e decidir as condutas mais adequadas,
baseadas em evidências científicas acerca das práticas integrativas e
complementares;

Competências sociais e de educação permanente - capacidade de


produzir, utilizar e transformar o conhecimento: os bacharéis em Naturologia devem

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ser capazes de realizer pesquisa na area de práticas integrativas e
complementares, bem como aprender continuamente, tanto na sua formação,
quanto na sua prática, e de ter responsabilidade e compromisso com a sua
educação e o treinamento das futuras gerações de profissi€nais, estimulando e
desenvolvendo a mobilidade acadêmica e profissional.

Competências pessoais de liderança - capacidade de assumir a


responsabilidade sobre o trabalho, iniciativa, criativa, aderir a mudança: no trabalho
em equipe multiprofissional, os bacharéis em Naturologia deverão estar aptos a
assumirem posições de liderança, sempre tendo em vista o bem estar da
comunidade;

Competências de serviço, Administração e gerenciamento - visa


compreender e questionar os atos influenciados no serviço: os profissionais devem
estar aptos a tomar iniciativas, fazer o gerenciamento e administração da força de
trabalho, dos recursos físicos e materiais e de informação, da mesma forma que
devem estar aptos a serem empreendedores, gestores, empregadores ou líderes
nas equipes de trabalho.

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5 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICO

Ao longo de sua história e desenvolvimento, a Unisul consolidou uma


política de extensão fundamentada na vocação comunitária e vinculada aos
processos de ensino-aprendizagem. O Plano de Desenvolvimento Institucional nos
últimos anos promoveu diversas ações para a ampliação da pesquisa aliada ao
ensino, como forma de construir um ambiente mais propício à vida acadêmica e
adequado ao status de universidade. Neste sentido, o Curso de Naturologia junto
da Unidade de Articulação Acadêmica das Ciências da Saúde e do Bem Estar
Social, adotou a proposta de visão sistêmica e articulada entre ensino, pesquisa e
extensão, vislumbrando aproximar saberes e oferecer produtos que atendam as
necessidades sociais.
Este processo culminou numa proposta de implantação e incorporação
atividades no âmbito dos cursos e áreas de conhecimento complementares ao
ensino e à aprendizagem. A exemplo disto, pode-se citar o Programa Unisul de
Iniciação Científica, desenvolvido com o objetivo de estimular a pesquisa
envolvendo docentes e discentes e também a participação em vários editais de
fomento à pesquisa.
Os desdobramentos dessas ações podem ser percebidos em dois
grandes projetos: a criação do Núcleo de Pesquisa em Educação, Saúde e Plantas
Medicinais, formado por professores pesquisadores e que conta com a participação
de acadêmicos da área e a "Cadernos de Naturologia e Práticas Complementares",
primeira revista científica do Brasil na área de terapias integrativas e
complementares. Este processo fez com que a cultura em pesquisa fosse
desenvolvida no âmbito do curso.
Diante das políticas adotadas pelo Plano de Desenvolvimento
Institucional, das propostas de pesquisa e dos debates no âmbito interno, o Curso
de Naturologia integra a Unidade de Articulação Acadêmica em Ciências da Saúde
e do Bem Estar Social. As UnA são espaços de articulação e integração
acadêmica, formadas para potencializar, qualificar e dar sustentabilidade às
atividades de ensino, pesquisa e extensão nos diferentes níveis e modalidades de
ensino e aprendizagem.

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A adoção de uma proposta de visão sistêmica ao longo dos últimos anos
buscou igualmente preservar a vocação comunitária da Unisul e associar ao ensino
e à pesquisa outras formas de aprendizagem, complementares ao desenho
curricular do curso.
A instância oficial de deliberação coletiva do Curso de Naturologia é a
congregação formada por representação estudantil, professores, assistência
pedagógica e coordenação de curso. As reuniões de congregação ocorrem, no
mímino, uma vez por semestre. Paralelamente a isto, as deliberações referentes ao
estágio supervisionado no curso ocorrem através da Coordenação de Estagio em
Naturologia, sempre de acordo com as decisões da Congregação do Curso e
Coordenação.
A relação do curso com a Instituição está presente na instância do
Conselho universitário, que delibera as questões inerentes à aprovação de cursos,
alterações de projetos pedagógicos, processos acadêmicos não resolvidos no
âmbito da congregação.

5.1 CONCEPÇÕES TEÓRICO-METODOLÓGICAS

O Curso de Naturologia adota concepções teórico-metodológicas


alinhadas com o Projeto Pedagógico Institucional (UNISUL, 2010), com as
Diretrizes Acadêmicas Institucionais (UNISUL, 2011) e o Projeto Acadêmico da
UnA Saúde e Bem-Estar Social (UNISUL, 2011).
Por se constituir em um espaço de educação formal a UNISUL e seus
Cursos de Graduação e Pós Graduação necessitam de uma organização e
estruturação que contemple a Missão, os Valores e Visão desta Instituição. Isto
pressupõe o desenvolvimento de práticas pedagógicas que possam efetivamente
ser concretizadas nas ações de ensino e aprendizagem que se desenvolvem em
aula.
Os pressupostos teóricos-metodológicos do Curso de Naturologia estão
pautados em elementos que procuram alcançar e garantir:
- o desenvolvimento de competências nas diversas dimensões da

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formação universitária; o movimento contínuo entre a academia e a sociedade na
produção, socialização e aplicação do conhecimento;
- a integração teoria e prática por meio da articulação entre ensino,
pesquisa e extensão;
- a articulação de atividades formativas e ambientes de aprendizagem
para facilitar o perfil de formação do bacharel em Naturologia;
- avaliação da aprendizagem sintonizada com o desenvolvimento de
competências, com o regimento institucional e com a resolução de avaliação do
curso;
- ações para apoio discente (destacando-se: apoio psicopedagógico,
monitoria, e acessibilidade).
O Curso de Naturologia compartilha do entendimento que a produção e
apropriação do conhecimento constituem um processo dialético e por isto mesmo
dinâmico e aberto, passível de contestação e reformulação, pois segundo Morin
(2001, p. 22) "não é próprio da cientificidade refletir o real, mas traduzi-la em
teorias mutáveis e refutáveis". Portanto, ao concordarmos que não há um saber
absoluto que dê conta de apreender a realidade, podemos pensar o processo de
construção do conhecimento como algo que necessita imperiosamente ser revisto
de acordo com o contexto social. De acordo com Demo (1999, p.19) "se
soubéssemos com evidência inconteste o que é realidade não seria mais
necessária a Ciência". Para se fazer ciência é mister, portanto, reconhecer que a
realidade é sempre mutável e que não existe um saber ou teoria únicos capazes de
abarcá-la ou explicá-la. Neste sentido as teorias têm valor de um saber sobre a
verdade e a realidade, jamais encerrando em si nem a Verdade nem a Realidade
propriamente dita.
Com o objetivo de propiciar e garantir a diversidade de idéias posta
como um valor fundamental desta Universidade, reconhecemos que nenhum saber
detém a verdade, cabendo ao saber científico a abertura essencial à pluralidade
teórico-metodológica. E mais, que cada saber singular surge e se mantém a partir
de fundamentos epistemológicos determinados por suas condições
sócio-político-culturais. Assim, todo saber deve ser contextualizado para que se
possa garantir sua efetiva compreensão e aplicação.

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Ao apontarmos este direcionamento, temos como proposta do Curso de
Naturologia, nos distanciarmos do modelo tradicional e dicotômico de ensino,
pautado no saber/não-saber e pelas questões ideológicas de dominação e
subordinação. Esta prática docente atualmente não corresponde mais nem aos
anseios dos professores nem ao dos estudantes envolvidos no processo educativo.
Esse processo deverá estar fundamentado na discussão pois segundo Demo
(1999, p.29), "o critério mais pertinente, criativo, formal e politicamente da
cientificidade é a discutibilidade: somente o que é discutível na teoria e na prática,
pode ser aceito como científico". Se o Curso de Naturologia pretende ser científico,
deve propugnar pela discussão entre os diferentes saberes, através das múltiplas
relações que se estabelecem entre os seus membros.
O processo ensino-aprendizagem ocorre e é construído por meio das
relações sociais existentes no contexto do Curso. O ato de ensinar e aprender
deve ser visto como algo dinâmico onde o conhecimento é produzido e apropriado
tanto pelo estudante como pelo professor. Desta maneira, o processo
ensino-aprendizagem não se restringe a uma transferência de saber de quem sabe
para quem não sabe, e sim em uma apropriação de conhecimento mútua que
possibilite uma prática alicerçada em saber científico. É necessário, portanto, que o
estudante seja estimulado a perceber seu papel ativo em seu próprio processo de
aprendizagem para que possa operar com aquilo que aprendeu. Isto é, que possa
construir um saber sobre o que lhe foi ensinado, tornando-se assim responsável e
capaz de ações que resultem benéficas para si e para o contexto social em que se
inserir.
Cabe ressaltar que a possibilidade de construção deste processo de
formação está diretamente ligada à idéia de como professor/estudante se
percebem e se constituem como sujeitos dele. É importante que o professor se
reconheça com necessidade de aprendizado e de formação tanto quanto seu
estudante, para entender-se e entendê-lo como co-participante desta
construção/apropriação. Só assim poderá desempenhar uma verdadeira ação
educativa e transformadora, pois ao tempo em que se constrói possibilidades de
outros aprenderem, estaremos também alterando nosso saber e nossa forma de
olhar o mundo.

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Todas as práticas pedagógicas do curso devem levar em consideração
os pressupostos téorico-metodológicos, o perfil do profissional a ser formado,
assim como os objetivos do curso, garantindo, dessa forma, uma práxis
fundamentada na interdisciplinaridade, de forma ampla, dinâmica, construtiva e
objetiva.
O processo ensino-aprendizagem ocorre e é construído através das
relações sociais existentes no contexto do Curso. O ato de ensinar e aprender
deve ser visto como algo dinâmico onde o conhecimento é produzido e apropriado
tanto pelo estudante como pelo professor. Desta maneira, o processo
ensino-aprendizagem não se restringe a uma atividade de quem sabe para quem
não sabe, e sim em uma apropriação de conhecimento mútua que possibilite uma
prática alicerçada em saber científico. É necessário, portanto que o estudante seja
estimulado a perceber seu papel ativo em seu próprio processo educacional para
que possa operar com aquilo que aprendeu. Isto é, que possa construir um saber
sobre o que lhe foi ensinado, tornando-se assim responsável e capaz de ações que
resultem benéficas para si e para o contexto social em que se inserir.
Os métodos de ensino-aprendizagem devem valer-se de metodologias
inovadoras, incluindo tecnologias de ponta, que possibilitem, devido ao caráter do
curso, considerar as atividades práticas, laboratoriais e de campo em todas as
unidades de aprendizagem que assim o exigem.
A prática educativa no Curso de Naturologia pressupõe o acadêmico
como um sujeito ativo em seu processo educacional, que requer um professor
comprometido com o processo científico aberto à discussão e ao aprendizado,
capaz de ler criticamente a realidade visando promover a apropriação e produção
do conhecimento científico. Isto possibilitará a ampliação das capacidades do
estudante e sua inserção no contexto social de maneira flexível, porém crítica,
trabalhando para a construção de uma sociedade mais justa e equânime.

5.2 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR

A organização curricular do curso de Naturologia está alicerçada nas

20
Diretrizes Acadêmicas da Unisul, sintonizadas com as concepções do PPI.
Diferentes itinerários formativos evidenciam áreas de conhecimento, áreas de
formação técnico-profissionais, campos de saber e campos de atuação, em função
de diferentes certificações. As certificações por competências são elementos da
organização curricular, apresentadas em quatro grandes grupos: Estruturantes,
Complementares, Eletivas e Específicas. Cada certificação é composta por
unidades de aprendizagem, atividades de formação e ambientes de aprendizagem,
organizadas em ciclos de formação.
Não há Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de Naturologia,
logo, a organização curricular do curso na Unisul está alinhada aos conceitos de
Racionalidades Médicas e Terapias Integrativas. No entanto, antes de entrar na
discussão aprofundada sobre a matriz curricular do Curso de Naturologia e seus
princípios norteadores, faz-se necessário elucidar alguns apontamentos sobre os
três grandes grupos de certificações que fundamentam a formação do bacharel em
Naturologia, a saber: Racionalidades Médicas; Terapias Integrativas e
Complementares; Sócio-técnicas e Humanísticas.
Os conteúdos de Racionalidades Médicas e Terapias Integrativas e
Complementares pretendem facilitar o acadêmico ao desenvolvimento,
especialmente, das Competências técnicas de Atenção à saúde, Competências
Comunicativas e de cuidado e Competências organizacionais e de tomada de
decisões. As certificações de caráter Sócio-técnicos e Humanísticos permitem
alcançar, especialmente, as Competências Comunicativas e de cuidado,
Competências organizacionais e de tomada de decisões, Competências pessoais
de liderança, Competências de serviço, Administração e gerenciamento e as
Competências sociais e de educação permanente.
Todas as Certificações de caráter teórico-práticas que envolvem Práticas
Integrativas e Complementares, ainda que não sejam necessariamente embasadas
em uma Racionalidade Médica em específico, estão pautadas em unidades
capazes de abordar conteúdos portadores de dimensões próximas daquelas que
embasam uma Racionalidade Médica: Doutrina médica (pressupostos Teóricos),
morfologia humana, dinâmica vital, anamnese (diagnose), terapêutica.
A Doutrina médica representa os pressupostos teóricos que norteiam

21
cada racionalidade médica, fornecendo explicações gerais do funcionamento
orgânico do homem, influenciando a lógica de compreensão das outras quatro
dimensões da mesma RM. A morfologia humana é uma dimensão que diz respeito
a como cada racionalidade concebe o corpo humano de acordo com sua
cosmologia. A dinâmica vital diz respeito ao funcionamento do corpo e como ele é
explicado de acordo com cada racionalidade. A diagnose, ou sistema de
diagnóstico, é entendido como os métodos de avaliação usados para se chegar a
um diagnóstico. A dimensão Terapêutica diz respeito ao sistema de tratamento
usado para cuidar/curar, equilibrar ou aliviar o sofrimento humano.
Considera-se, portanto, que a Naturologia, a partir da grade curricular
desta graduação na Unisul, não se constitui enquanto uma Racionalidade Médica.
Antes, pauta-se por diferentes racionalidades médicas e terapêuticas integrativas.
A grade curricular do curso de Naturologia da Unisul está orientada para o
desenvolvimento de competências. Neste modelo, parte-se da análise de situações
concretas e da definição de competências requeridas por essas situações,
recorrendo aos conteúdos na medida das necessidades exigidas pelo
desenvolvimento dessas competências (RAMOS, 2009; FERRETTI, 2002). As
competências no âmbito da Naturologia, por sua vez, tendem a ser definidas com
referência às situações que os acadêmicos deverão ser capazes de compreender a
abordagem sistêmica de vida e o cuidado integral à saúde, partindo da relação de
interagência, da educação para a saúde e das práticas integrativas e
complementares, tradicionais e modernas.
Este curso pretende formar bacharéis em Naturologia voltados aos
conceitos e às necessidades de saúde individual e coletiva. Esse debate insere-se
em um momento em que as terapias complementares e integrativas têm obtido
espaço na sociedade contemporânea, inclusive incorporadas pelo Sistema Único
de Saúde (SUS). Considerando-se os princípios do SUS, integralidade,
universalidade e equidade, a utilização das medicinas tradicionais e das terapias
complementares e integrativas podem se tornar uma aliada efetiva. Tesser e
Barros (2008) defendem a oferta das práticas integrativas e complementares no
SUS como "[...] cultivo de democracia e ecologia epistemológicas sustentáveis e
estratégia de manejo da medicalização na construção da universalidade, equidade

22
e integralidade [...]" (p. 920). Este Projeto Pedagógico, portanto, configura-se em
trabalho surgido em reflexões sérias e aprofundadas na formação de profissionais
em práticas integrativas e complementares capacitados ao trabalho dentro dos
preceitos do SUS, especialmente na defesa do direito à saúde e das reais
necessidades da população (e não de categorias profissionais específicas).
A articulação teórico-prática estende-se à atuação no Sistema Único de
Saúde, em ações de integração com o sistema local e regional de saúde,
especialmente nas atividades integradas no campo de estágio. Neste sentido
busca-se igualmente compartilhar ações pedagógicas dos cursos da UNA Saúde e
Bem-estar Social, promovendo ações multiprofissionais na formação do
Naturólogo.
Ainda, o ensino, a pesquisa e a extensão são articulados e integrados,
aproximam a teoria e a prática por meio de atividades formativas e ambientes de
aprendizagem específicos para o estudante do Curso Naturologia.
A Naturologia está sintonizada com as seguintes linhas de pesquisa da
UNA da Saúde e Bem-estar Social: aspectos epidemiológicos e clínicos das
doenças infecciosas e parasitárias; atenção integral à saúde individual e coletiva;
gestão em saúde; atenção à saúde mental; Neurociências; atividade física e
promoção da saúde; aspectos epidemiológicos e clínicos das doenças
crônico-degenerativas e não transmissíveis; tecnologia em saúde; ciências
biológicas; imunologia, inflamação e metabolismo.
Ainda, a Naturologia, por ser formação eminentemente transdisciplinar
permite iniciativas de pesquisa em outras Unidades de Articulação Acadêmicas. Na
UNA de Educação, Humanidades e Artes: expressões culturais e linguagem;
cidadania e desenvolvimento humano. Na
UNA de Ciências Sociais, Direito, Negócios e Serviços: políticas
públicas, multilateralismo e emancipação humana; administração estratégica e
desenvolvimento sustentável. Na UNA de Ciências da Produção, Construção e
Agroindústria: Educação e gestão ambiental.
Quanto à extensão, são enfatizadas iniciativas em todas as suas formas:
eventos, projetos, programas, cursos, prestação de serviços filantrópicos e
prestação de serviços. As áreas sintonizadas com o curso de Naturologia:

23
Promoção à Saúde e Qualidade de Vida; Atenção a Grupos de Pessoas com
Necessidades Especiais; Atenção Integral à Mulher; Atenção Integral à Criança;
Atenção Integral à Saúde de Adultos; Atenção Integral à Terceira Idade; Atenção
Integral ao Adolescente e ao Jovem; Capacitação e Qualificação de Recursos
Humanos e de Gestores de Políticas Públicas de Saúde; Desenvolvimento do
Sistema de Saúde; Saúde e Segurança no Trabalho; Saúde da Família; Uso e
dependência de drogas; Desenvolvimento holístico do ser humano.

5.3 ESTRUTURA CURRICULAR

Os projetos das certificações estruturantes e complementares são


apresentados no Apêndice A e contemplam a organização das competências,
carga horária, habilidades e conteúdos, atividades formativas e ambientes de
aprendizagem e bibliografia (básica e complementar). As unidades de
aprendizagem estão apresentadas por meio da carga horária, ementa e serão
desenvolvidas no plano de ensino.
Cada uma das certificações listadas estão organizadas em ciclos de
formação (ver Apêndice B).

5.3.1 Certificações estruturantes

Apresentar o conjunto de competências fundamentais que expressam as


certificações estruturantes para o processo de formação proposto em perfil, e
alinhado com as diretrizes curriculares nacionais e institucionais.
As certificações estruturantes englobam as seguintes competências:
Analisar e compreender contextos;
Aplicar metodologias de investigação;
Produzir Cientificamente.

Dialogar com as diferenças socioculturais;

24
Desenvolver sensibilidade e raciocínio clínico baseado na Terapêutica
Tradicional Chinesa, visando análise, intervenção prática e desenvolvimento
humano, considerando as características individuais e os diferentes contextos de
aplicação.

Desenvolver sensibilidade e raciocínio clínico baseado na Terapêutica


Tradicional Ayurvédica, visando análise, intervenção prática e desenvolvimento
humano, considerando as características individuais e os diferentes contextos de
aplicação.

Compreender a visão de cosmo, de ser humano e sua energia sutil


tendo como base as convicções da Tradição Xamânica, assim como suas relações
com o meio natural e os mecanismos terapêuticos voltados para a saúde.

Desenvolver sensibilidade e raciocínio clínico baseado nas teorias da


reflexologia, visando análise, intervenção prática e desenvolvimento humano,
considerando as características individuais e os diferentes contextos de aplicação.

Desenvolver sensibilidade e raciocínio clínico baseado nas teorias,


técnicas avaliativas e de intervenções vibracionais, visando análise, intervenção
prática e desenvolvimento humano, considerando as características individuais e
os diferentes contextos de aplicação.

Desenvolver sensibilidade e raciocínio clínico baseado nas teorias e


técnicas expressivas, visando análise, intervenção prática e desenvolvimento
humano, considerando as características individuais e os diferentes contextos de
aplicação.

Aplicar os protocolos, técnicas e procedimentos de primeiros socorros e


de suporte básico de vida em situações de emergência ou urgência.

Associar os princípios do empreendedorismo à novas práticas em

25
saúde.

Compreender contextos filosóficos, históricos, antropológicos e


sociológicos das Racionalidades Médicas e Terapias Integrativas e modelos de
entendimento do processo saúde doença.

Compreender a visão multidimensional do ser-humano no processo


saúde-adoecimento.

Estabelecer relação terapêutica baseada na horizontalidade, dialogia,


autonomia e liberdade.

Desenvolver sensibilidade e raciocínio clínico baseado na teoria e


prática da massoterapia sueca, visando análise, intervenção prática e
desenvolvimento humano, considerando as características individuais e os
diferentes contextos de aplicação.

Desenvolver sensibilidade e raciocínio clínico baseado nas teorias,


técnicas avaliativas e de intervenções naturoterapeuticas, visando análise,
intervenção prática e desenvolvimento humano, considerando as características
individuais e os diferentes contextos de aplicação.

Promover diálogos entre diferenças socioculturais no uso de plantas


medicinais e fitoterapia, orientando o uso seguro de plantas medicinais
no tratamento complementar em saúde.

Compreender a anatomia humana, a organização funcional e as


alterações fisiopatológicas que acometem os sistemas orgânicos no decorrer dos
processos mórbidos.

Desenvolver sensibilidade e raciocínio clínico baseado nas teorias da


aromaterapia, visando análise, intervenção prática e desenvolvimento humano,

26
considerando as características individuais e os diferentes contextos de aplicação.

As certificações estruturantes totalizam 2115 horas.

5.3.2 Certificações complementares

Considerando a perspectiva de itinerários que reconheçam trajetórias


acadêmicas singulares, as certificações complementares possibilitam aprofundar
as competências desenvolvidas nas certificações estruturantes e englobam as
seguintes competências:

Compreender as Práticas Integrativas e Complementares utilizadas


nos serviços de saúde coletiva, saúde do trabalhador, saúde desportiva e saúde
mental e atenção psicossocial com base no estabelecido nas políticas públicas.

Aplicar práticas de intervenção corpo-mente fundamentadas nas


tradições indiana, chinesa e nas perspectivas e técnicas ocidentais.

As certificações complementares totalizam 180 horas.

5.3.3 Certificações eletivas

27
Também conforme expressa o Decreto nº 5.626/2005, em seu
Capítulo II, Da Inclusão de LIBRAS como disciplina curricular, Art. 3o 'A Libras
deve ser inserida como disciplina curricular obrigatória nos cursos de formação de
professores para o exercício do magistério, em nível médio e superior, e nos
cursos de Fonoaudiologia, de instituições de ensino, públicas e privadas, do
sistema federal de ensino e dos sistemas de ensino dos Estados, do Distrito
Federal e dos Municípios. § 1o Todos os cursos de licenciatura, nas diferentes
áreas do conhecimento, o curso normal de nível médio, o curso normal superior, o
curso de Pedagogia e o curso de Educação Especial são considerados cursos de
formação de professores e profissionais da educação para o exercício do
magistério. § 2o A Libras constituir-se-á em disciplina curricular optativa nos
demais cursos de educação superior e na educação profissional'. Neste sentido,
o curso Naturologia atende ao Decreto por meio da Certificação de LIBRAS.

As certificações eletivas totalizam 60 horas.

5.3.4 Certificações específicas

Para o curso Naturologia tem-se: 845 horas.

Estágios Supervisionados

correspondem ao período em que o estudante atua para ampliar e


consolidar a prática de sua formação profissional. Compreende a convivência
pedagógica entre o profissional formado (supervisor), em um ambiente de
trabalho específico, e o estudante estagiário. As informações e regulamentações
sobre os Estágios Supervisionados em Naturologia estão contidas no Apêndice
C.

Trabalho de Conclusão de Curso

Pretende facilitar o futuro Bacharel em Naturologia a ser pesquisador


na área das práticas Integrativas e Complementares em consonância com

28
padrões científicos que respeitem a pluralidade de concepções metodológicas e
busque o melhor padráo ético em pesquisas. As informações e regulamentações
sobre o Trabalho de Conclusão de Curso em Naturologia ecnontram-se no
Apêndice D.

Atividades Complementares

são constituídas por atividades de ensino, pesquisa, extensão e de


atividades decorrentes de relações com o mundo do trabalho, circunscritas à área
de formação da Naturologia, configurando-se, pois, como elementos significativos
capazes de enriquecer a formação pessoal e profissional do acadêmico. As
informações e regulamentações sobre as Atividades Complementares do Curso
em Naturologia encontram no o Apêndice E.

29
6 AVALIAÇÃO

A avaliação do processo de ensino aprendizagem baseia-se em


habilidades básicas de raciocínio, observação dos fenômenos, análise de
situações do cotidiano - com base nos conceitos compreendidos -, interpretação
de textos e síntese dos conceitos fundamentais; interrelação entre saberes e
conhecimento; apreciação crítica dos fenômenos e acontecimentos e resolução de
problemas com base na aplicação dos conceitos.
De modo geral, será considerado aprovado o estudante que obtiver
aproveitamento igual ou superior a sete (7,0), e seis (6,0) quando submetido a
avaliação final, em cada unidade de aprendizagem. As certificações específicas de
Estágio e Trabalho de Conclusão de Curso em cujo aproveitamento deverá ser
igual ou superior a sete (7,0), sem direito a avaliação final. A avaliação no Curso
de Naturologia está apoiada na Resolução do Regimento Geral da UNISUL e na
Resolução de Avaliação do Curso de Naturologia , a qual encontra-se no Apêndice
F.

30
7 BIBLIOGRAFIA

31
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de
Atenção Básica. Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no
SUS - PNPIC-SUS / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde,
Departamento de Atenção Básica. - Brasília: Ministério da Saúde, 2006.

DEMO, Pedro. Desafios modernos da educação. Petrópolis: Vozes, 1999.

FERRETTI, Celso João. A pedagogia das competências: autonomia ou


adaptação? Educ. Soc., Campinas, v. 23, n. 81, p. 299-306, dez. 2002.

HELLMANN, F.; WEDEKIN, L. M.; DELLAGIUSTINA, M. (Org). Naturologia


Aplicada, reflexões sobre saúde integral. Tubarão: Unisul, 2008.

HELLMANN, Fernando. Reflexões sobre os referenciais de análise em bioética


no ensino da naturologia no Brasil à luz da bioética social. 2009. 177 f.
Dissertação (Mestrado em Saúde Pública) - Universidade Federal de Santa
Catarina, Florianópolis, SC, 2009.

LUZ, Madel Therezinha. Cultura contemporânea e medicinas alternativas: Novos


paradigmas em saúde no fim do século XX. Physis: Rev. Saúde Coletiva, Rio de
Janeiro, v. 15, suplemento, p. 145-176, 2005.

LUZ, Madel Therezinha. Racionalidades médicas e terapêuticas alternativas.


Cadernos de Sociologia, Porto Alegre, V.7, p. 109-128, 1995.
MOR, Ana Claudia Moraes Barros Leite; WEDEKIN, Luana Maribele. Diálogos
entre naturologia e antropologia da saúde. Cadernos Acadêmicos, Tubarão, v. 3,
n. 1, p. 4-23, 2011.
MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários à educação do futuro. São Paulo:
Cortez, Brasília, DF: UNESCO, 2001.
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Estrategia de la OMS sobre medicina
tradicional 2002-2005. Ginebra, WHO/EDM/TRM/2002.
RAMOS, Marise Nogueira. Currículo por competências. 2009. Disponível em:
<http://www.epsjv.fiocruz.br/dicionario/verbetes/curcom.html>. Acesso em: 27 out.
2011.
RODRIGUES, Daniel M. O.; HELLMANN, Fernando; SANCHES, Nathália M. P. A
naturologia e a interface com as racionalidades médicas. Cadernos Acadêmicos,
Tubarão, v. 3, n. 1, p. 24-36, 2011.
RODRIGUES, Daniel Maurício de Oliveira. Naturologia: Promoção de Saúde e
Qualidade de Vida. In: HELLMANN, F.; WEDEKIN, L M. (ORGS). O Livro das
Interagências: Estudos de Caso em Naturologia. Tubarão, SC: Editora UNISUL,
2008.

RODRIGUES, Daniel Maurício de Oliveira. O Naturólogo: as práticas integrativas


e complementares e a qualidade de vida. In: MARTINS, R. M.; HAGEN, S. I.
(ORG.). Ame suas rugas: aproveite o momento. Blumenau, SC: Odorizi, 2007.
TESSER, Charles Dalcanale. Práticas complementares, racionalidades médicas e
promoção da saúde: contribuições poucos exploradas. Cad. Saúde Pública, Rio
de Janeiro, v. 25, n. 8, ago. 2009.

32
TESSER, Charles Dalcanale; BARROS, Nelson Felice. Medicalização social e
Medicina alternativa e complementar: pluralização terapêutica do sistema único
de saúde. Revista de Saúde Pública. 42 (5): 914-920, out. 2008.
TESSER, Charles Dalcanale; LUZ, Madel Therezinha. Racionalidades médicas e
integralidade. Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 13, n. 1, p. 195-206,
2008.

UNISUL. Naturologia Aplicada. Disponível em:


<http://www.unisul.br/content/paginadoscursos/naturologiaaplicada>. Acesso em:
20 mai. 2011.

UNISUL. Universidade do Sul de Santa Catarina. Guia acadêmico. Disponível


em: <http://www.unisul.br/guia-academico/ensino/programa-de-disciplina.html>.
Acesso em: 13 mai. 2011.

33
APÊNDICE A: Projetos de certificações

1 DADOS DA CERTIFICAÇÃO

( X ) Estruturante ( ) Complementar ( ) Específica

Nome: Formação acadêmico - científica


Carga Horária: 120 horas.

2 COMPETÊNCIAS

Analisar e compreender contextos; Aplicar metodologias de


investigação; Produzir Cientificamente.

3 CONTEÚDOS

Produção e socialização do conhecimento na universidade. Estudos da


linguagem. Metodologias técnico-científicas. Ciência, tecnologia e arte. Teoria do
Conhecimento. Ética.

4 HABILIDADES

Refletir criticamente; Identificar e relacionar situações e variáries;


Buscar e interpretar informações e dados; Extrair conclusões e julgar; Detectar
contradições; Argumentar e demonstrar; Elaborar sínteses; Identificar e resolver
problemas.

5 ATIVIDADES FORMATIVAS

Análise e produção de textos acadêmicos. Elaboração e apresentação


de atividades de pesquisa ou trabalho científico. Redação e comunicação de
ensaio ou projeto de pesquisa.

34
6 AMBIENTES DE APRENDIZAGEM

Projetos de pesquisa. Projetos de extensão. Eventos acadêmicos.


Biblioteca. Ambientes virtuais. Organizações sociais e comunitárias.

7 UNIDADES DE APRENDIZAGEM

7.1 Universidade e Ciência


Carga Horária: 60 horas.

Base de Notas: NR6 / Média sete sem Av.Final ou média seis com Av.Final.
Ementa: Universidade, pesquisa e extensão. Estudos da linguagem. Texto e
discurso. Produção no campo acadêmico e científico. Metodologias
técnico-científicas. Análise e produção de textos acadêmicos. Elaboração de
projetos de pesquisa, planejamentos de estudo e elaboração de sínteses.

7.2 Teoria do Conhecimento


Carga Horária: 60 horas.

Base de Notas: NR6 / Média sete sem Av.Final ou média seis com Av.Final.
Ementa: Ciência, tecnologia e arte. O conhecimento como produção
histórico-cultural. Concepções e formas de conhecimento. Questões clássicas e
contemporâneas sobre o conhecimento. Questões éticas na produção e
socialização de conhecimento.

8 BIBLIOGRAFIA

8.1 BÁSICA
Referência Bibliográfica

35
BERHEIM, Carlos Türnnemann & CHAUÍ, Marilena de Souza. Desafios da
universidade na sociedade do conhecimento: cinco anos depois da conferência
mundial sobre educação superior. Brasília: UNESCO, 2008. Acesso em: 07 ago.
2012.
CADERNOS DE ÉTICA EM PESQUISA. Brasília, DF: Conselho Nacional de Ética
em Pesquisa,1998-. Irregular. ISSN 1677-4272. Disponível em :
<http://www.ghente.org/etica/publicacoes.htm>. Acesso em : 07 abr. 2005.
SANTOS, Boaventura de Sousa. A Universidade no Séc. XXI: Para uma Reforma
Democrática e Emancipatória da Universidade. 3ª edição. São Paulo: Cortez
Editora, 2004. Disponível em:
www.ces.uc.pt/bss/documentos/auniversidadedosecXXI.pdf

8.2 COMPLEMENTAR
Referência Bibliográfica
ABBAGNANO, Nicola. Dicionário de filosofia. 4. ed. São Paulo: Martins Fontes,
2000. xii, 1014 p. ISBN 85-336-1322-9.
ANDERY, Maria Amália et al. Para compreender a ciência: [uma perspectiva
histórica]. 15. ed. Rio de Janeiro: Garamond, São Paulo: EDUC, 2006. 436 p.
ISBN 8586435988.
ANTUNES, Irandé. Lutar com Palavras: coesão e coerência.
CEREJA, William Roberto; MAGALHÃES, Thereza Analia Cochar. Gramática
reflexiva: texto, semântica e interação. 3. ed. São Paulo: Atual, 2009. 448 p. ISBN
9788535711790.
CIÊNCIA E CULTURA. São Paulo: Instituto Ciência Hoje,1949-. Mensal. ISSN
0009-6725. Disponível em : <http://cienciaecultura.bvs.br>. Acesso em : 15 jul.
2003.
DELORS, Jacques. Educação: um tesouro a descobrir, relatório para a UNESCO
da Comissão Internacional sobre Educação para o século XXI. São Paulo: Cortez,
2006. 288 p. ISBN 85-249-0673-1. Disponível em :
<http://www.dhnet.org.br/dados/relatorios/a_pdf/r_unesco_educ_tesouro_descobrir
.pdf>. Acesso em : 07 ago. 2006.
GRECO, John; SOSA, Ernest. Compêndio de epistemologia. São Paulo: Loyola,
2008. 733 p. ISBN 9788515034710.

36
KOCK, Ingedore. Desvendando os segredos do texto.
MOROZ, Melania; GIANFALDONI, Mônica Helena Tieppo Alves. O processo de
pesquisa: iniciação. 2. ed. ampl. Brasília, DF: Liber Livro, 2006. 124 p. (Pesquisa ;
2) ISBN 8598843369.
POPPER, Karl. Conjecturas e refutações. 5ª edição. Brasília: Unb, 2008.

37
APÊNDICE A: Projetos de certificações

1 DADOS DA CERTIFICAÇÃO

( X ) Estruturante ( ) Complementar ( ) Específica

Nome: Formação sociocultural


Carga Horária: 120 horas.

2 COMPETÊNCIAS

Analisar e compreender contextos;


Dialogar com as diferenças socioculturais;
Produzir academicamente.

3 CONTEÚDOS

Sociedade, Estado e Cidadania. Teorias políticas e o estudo das


dinâmicas sociais. Cultura, Identidade e Diversidade. Estudos Étnico-raciais. Ética
e Direitos Humanos. Economia, política, educação e organizações humanas.
Ocupação do espaço geográfico. Meio Ambiente e dinâmicas socioambientais.

4 HABILIDADES

Refletir criticamente;
Identificar e relacionar situações e variáveis;
Buscar e criticar informações;
Extrair conclusões e julgar;
Debater e trabalhar em equipe;
Administrar conflitos;
Interpretar linguagens diversas;
Projetar ações de intervenção.

38
5 ATIVIDADES FORMATIVAS

Estudo de caso e de meio. Pesquisa e Interpretação de informações e


dados. Elaboração e apresentação de trabalho acadêmico multimídia.

6 AMBIENTES DE APRENDIZAGEM

Estudo de caso e de meio. Pesquisa e Interpretação de informações e


dados. Elaboração e apresentação de trabalho acadêmico multimídia.

7 UNIDADES DE APRENDIZAGEM

7.1 Estudos Socioculturais


Carga Horária: 60 horas.

Base de Notas: NR6 / Média sete sem Av.Final ou média seis com Av.Final.
Ementa: Sociedade, Estado e Cidadania. Ética e Direitos Humanos. Teorias
clássicas e contemporâneas para a análise das sociedades. Redes sociais,
comunidades e formação do sujeito. Processos midiáticos e práticas culturais.
Cultura, identidade e relações étnico-raciais. A formação do povo brasileiro.

7.2 Socioeconomia e Geopolítica


Carga Horária: 60 horas.

Base de Notas: NR6 / Média sete sem Av.Final ou média seis com Av.Final.
Ementa: Economia, política e organizações humanas. Relações sociais de
produção e consumo. Organismos internacionais reguladores da política e da
economia. Educação e ocupação profissional. Ocupação do espaço geográfico.
Meio ambiente e dinâmicas socioambientais.

39
8 BIBLIOGRAFIA

8.1 BÁSICA
Referência Bibliográfica
A ONU E OS DIREITOS HUMANOS. Declaração Universal dos Direitos Humanos.
CENTRO DE INFORMAÇÕES DAS NAÇÕES UNIDAS DO BRASIL ¿ RIO DE
JANEIRO. Disponível em:
<http://unicrio.org.br/img/DeclU_D_HumanosVersoInternet.pdf>. Acesso em: 22
mar. 2013.
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil, de 05 de outubro de
1988. Planalto.gov.br., Brasília, DF. Disponível em:
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/ConstituicaoCompilado.htm>.
Acesso em: 22 mar. 2013.
CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. 11. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2008.
698 p. (A era da informação : economia, sociedade e cultura ; v. 1) ISBN
9788577530366.
GIDDENS, Anthony. Sociologia. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. x, 598 p. ISBN
9788536302225.
MARX, K; ENGELS, F. Manifesto do partido comunista. EBOOKSBRASIL.
Disponível em:
<http://www.ebooksbrasil.org/adobeebook/manifestocomunista.pdf>. Acesso em:
22 mar. 2013.
NIETZSCHE, F. Assim falava Zaratustra. EBOOKSBRASIL. Disponível em:
2013.<http://www.ebooksbrasil.org/adobeebook/zara.pdf>. Acesso em: 22 mar.
2013.
PAES-LUCHIARI, Maria Tereza D.; BRUHNS, Heloisa T.; SERRANO, Célia.
Patrimônio, natureza e cultura. Campinas: São Paulo, 2007. 176 p. ISBN
9788530808341.
PLATÃO. Apologia de Sócrates. DOMÍINIO PÚBLICO. Disponível em:
<http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/cv000065.pdf>. Acesso em: 22
mar. 2013.

40
REVISTA FAMECOS. mídia, cultura e tecnologia. Porto Alegre: PUCRS,1994-.
Quadrimestral. Disponível em:
<http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/revistafamecos>. Acesso em : 25
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REVISTA FAMECOS:. mídia, cultura e tecnologia. Porto Alegre: PUCRS,1994-.
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ROUSSEAU, Jean-Jacques. Discurso sobre a origem da desigualdade. DOMÍINIO
PÚBLICO. Disponível em:
<http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/cv000053.pdf>. Acesso em: 22
mar. 2013.
SILVA, Karine de Souza; COSTA, Rogério Santos da. Organizações
Internacionais de Integração Regional. Florianópolis, Ed. FUNJAB/UFSC, 1a. Ed.,
2013, 310 p.

8.2 COMPLEMENTAR
Referência Bibliográfica
ARENDT, Hannah. A condição humana. 11. ed. Rio de Janeiro: Forense
Universitária, 2010. xliv, 407 p. ISBN 9788521804567
BALDI, César Augusto (Org.). Direitos humanos na sociedade cosmopolita. Rio de
Janeiro: Renovar, 2004.
BAUMAN, Zygmunt. Modernidade líquida. Rio de Janeiro: J. Zahar, 2001. 258 p.
ISBN 8571105987.
CADERNOS ACADÊMICOS. Tubarão: Unisul, 2009-. Disponível em:
<http://www.portaldeperiodicos.unisul.br/index.php/Cadernos_Academicos/index#.
UUyv3heceE4>. Acesso em: 22 mar. 2013.
CADERNOS DE NATUROLOGIA E TERAPIAS COMPLEMENTARES. Palhoça:
Unisul, 2012-. Disponível em: <
http://www.portaldeperiodicos.unisul.br/index.php/CNTC/index >. Acesso em: 22
mar. 2013.
HOEBEL, E. Adamson; FROST, Everett L.. Antropologia cultural e social. 6. ed.
São Paulo: Cultrix, 2003. 470 p.

41
LINGUAGEM EM (DIS) CURSO. Tubarão: Unisul, 2000-. Disponível em:
<http://www.portaldeperiodicos.unisul.br/index.php/Linguagem_Discurso>. Acesso
em: 22 mar. 2003.
LÉVY, Pierre. A conexão planetária: o mercado, o ciberespaço, a consciência. São
Paulo: Ed. 34, 2001. 189 p. ISBN 85-7326-200-1.
POIÉSIS. Tubarão: Unisul, 2008-. Disponível em:
<http://www.portaldeperiodicos.unisul.br/index.php/Poiesis/index>. Acesso em: 22
mar. 2013.
REVISTA CIÊNCIA EM CURSO. Tubarão: Unisul, 2006-. Disponível em:
<http://www.cienciaemcurso.unisul.br/index.php>. Acesso em: 22 mar. 2013.
REVISTA CRÍTICA CULTURAL. Tubarão: Unisul, 2006-. Disponível em:
<http://www.portaldeperiodicos.unisul.br/index.php/Critica_Cultural>. Acesso em:
22 mar. 2013.
REVISTA ELETRÔNICA DE ESTRATÉGIA E NEGÓCIOS. Tubarão: Unisul,
2008-. Disponível em:
<http://www.portaldeperiodicos.unisul.br/index.php/EeN/index>. Acesso em: 22
mar. 2013.
REVISTA GESTÃO & SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL. Palhoça: Unisul, 2012-.
Disponível em:
<http://portaldeperiodicos.unisul.br/index.php/gestao_ambiental/index>. Acesso
em: 22 mar. 2013.
RIBEIRO, Darcy. O povo brasileiro: a formação e o sentido do Brasil. 2. ed. São
Paulo: Cia. das Letras, 1995. 476 p. ISBN 85-7164-451-9.
UNISUL DE FATO E DE DIREITO. Palhoça: Ed. Unisul, 2010-. Disponível em:
<http://www.portaldeperiodicos.unisul.br/index.php/U_Fato_Direito>. Acesso em:
22 mar. 2013.

42
APÊNDICE A: Projetos de certificações

1 DADOS DA CERTIFICAÇÃO

( X ) Estruturante ( ) Complementar ( ) Específica

Nome: Terapêutica tradicional chinesa


Carga Horária: 150 horas.

2 COMPETÊNCIAS

Desenvolver sensibilidade e raciocínio clínico baseado na Terapêutica


Tradicional Chinesa, visando análise, intervenção prática e desenvolvimento
humano, considerando as características individuais e os diferentes contextos de
aplicação.

3 CONTEÚDOS

Cosmologia na Terapeutica Tradicional Chinesa. Morfofisiologia,


dinâmica vital e etiopatogenia da Terapêutica Tradicional Chinesa. Sistema
diagnóstico e terapêutico não invasivo da Terapêutica Tradicional Chinesa.

4 HABILIDADES

Analisara cosmologia chinesa.


Caracterizar morfofisiologia e etiopatogenia da Terapêutica Tradicional
Chinesa
Descrever processo avaliativo e de diagnóstico da Terapêutica
Tradicional Chinesa.
Utilizar os microssistemas: fisiognomonia e auriculoterapia como meios
de diagnóstico para intervenção.
Utilizar técnicas de moxabustão, ventosa e massoterapia chinesa.

43
5 ATIVIDADES FORMATIVAS

Estudo de caso. Pesquisa e Interpretação de informações e dados.


Elaboração e apresentação de trabalho acadêmico. Estudo dirigido. Aplicação
prática das técnicas.

6 AMBIENTES DE APRENDIZAGEM

Sala de aula prática. Biblioteca. Ambientes virtuais. Clínica de Práticas


Integrativas e Complementares.

7 UNIDADES DE APRENDIZAGEM

7.1 Terapêutica Tradicional Chinesa I


Carga Horária: 90 horas.

Base de Notas: NR6 / Média sete sem Av.Final ou média seis com Av.Final.
Ementa: Contextualização dos aspectos históricos culturais da China. A cultura
nas diferentes Dinastias. A Terapêutica Tradicional Chinesa no Brasil. Dinâmica
vital e morfofisiologia da Terapêutica tradicional chinesa. Substâncias Vitais.
Noções e conceitos da Teoria Zang Fu - Shen. Teorias Yin e Yang, cinco
elementos, formação de Qi e das substâncias vitais e dos órgãos e vísceras.
Fatores patógenos internos, externos, mistos e ciclos patológicos.

7.2 Terapêutica Tradicional Chinesa II


Carga Horária: 60 horas.

Base de Notas: NR6 / Média sete sem Av.Final ou média seis com Av.Final.
Ementa: Identificação dos padrões de acordo com oito princípios, teoria dos
Zang-Fu, fatores patógenos, cinco elementos, canais, seis estágios, quatro níveis.
Indicações e contra-indicações da moxabustão, ventosaterapia e massoterapia
chinesa. Aplicação prática. Orientações alimentares. Ética profissional.

44
Pré-Requisito da Unidade de Aprendizagem

Terapêutica Tradicional Chinesa I

8 BIBLIOGRAFIA

8.1 BÁSICA
Referência Bibliográfica
AUTEROCHE, B.; NAVAILH, P. O diagnóstico na medicina chinesa. São Paulo:
Organização Andrei, 1992. 420 p. ISBN 8574760706.
MACIOCIA, Giovanni. Diagnóstico na medicina chinesa: um guia geral. São
Paulo: Roca, 2006. li, 913 p. ISBN 8572415866.
PALMEIRA, Guido. A acupuntura no ocidente. Cad. Saúde Pública, Rio de
Janeiro, v. 6, n. 2, June 1990 . Available from
<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X19900002000
02&lng=en&nrm=iso>. access on 25 June 2012.
http://dx.doi.org/10.1590/S0102-311X1990000200002.
QUI, Mao-liang; ZANG, Shan-chen. Acupuntura chinesa e moxibustão. São Paulo:
Roca, 2001. xv, 721 p. ISBN 8572412204.
ROSS, Jeremy. Zang Fu: sistemas de orgãos e vísceras da medicina tradicional
chinesa. 2. ed. São Paulo: Roca, 1994. 267 p. ISBN 8572411402.

8.2 COMPLEMENTAR
Referência Bibliográfica
CHINESE MEDICINE. ISSN: 17498546. BioMed Central: United Kingdom, 2006.
Disponível em: http://www.cmjournal.org/ Acesso em: 11/08/2012.
INADA, Tetsuo. Técnicas simples que complementam a Acupuntura e a
Moxabustão. São Paulo: Roca, 2003.
SCILIPOTI, Domenico. Moxabustão: aplicações da moxabustão em terapia
médica. São Paulo: Ícone, 1996. 128 p. ISBN 85-274-0421-4.
SCOTT, Julian. Acupuntura no tratamento da criança. Ed. rev. São Paulo: Roca,
1997. xii, 292 p. ISBN 8572412069.
WEN, Tom Sintan. Acupuntura clássica chinesa. São Paulo: Cultrix, 2007. 226 p.
ISBN 9788531600029.

45
WEN, Tom Sintan. Acupuntura clássica chinesa. São Paulo: Cultrix, 2007. 226 p.
ISBN 9788531600029.

46
APÊNDICE A: Projetos de certificações

1 DADOS DA CERTIFICAÇÃO

( X ) Estruturante ( ) Complementar ( ) Específica

Nome: Terapêutica tradicional ayurvédica


Carga Horária: 150 horas.

2 COMPETÊNCIAS

Desenvolver sensibilidade e raciocínio clínico baseado na Terapêutica


Tradicional Ayurvédica, visando análise, intervenção prática e desenvolvimento
humano, considerando as características individuais e os diferentes contextos de
aplicação.

3 CONTEÚDOS

Comologia na Terapêutica Tradicional Ayurvédica. Morfofisiologia e


dinâmica vital. Sistema diagnóstico e sistemas terapêuticos não invasivos em
Terapêutica Tradicional Ayurvédica.

4 HABILIDADES

Relacionar as teorias e os conceitos da cosmologia da Terapêutica


Tradicional Ayurvédica na análise, diagnóstico e intervenção prática.
Realizar avaliação, diagnóstico e a aplicação das terapias.

5 ATIVIDADES FORMATIVAS

Estudo de caso. Pesquisa e Interpretação de informações e dados.


Elaboração e apresentação de trabalho acadêmico. Estudo dirigido. Aplicação
prática das técnicas.

47
6 AMBIENTES DE APRENDIZAGEM

Sala de aula prática. Biblioteca. Ambientes virtuais. Clínica de Práticas


Integrativas e Complementares.

7 UNIDADES DE APRENDIZAGEM

7.1 Terapêutica Tradicional Ayurvédica I


Carga Horária: 90 horas.

Base de Notas: NR6 / Média sete sem Av.Final ou média seis com Av.Final.
Ementa: Desenvolvimento histórico da Terapêutica Tradicional Ayurvédica.
Cosmologia que fundamenta Terapêutica Tradicional Ayurvédica. Fundamentação
teórica sobre as principais escolas filosóficas que influenciaram a Terapêutica
Tradicional Ayurvédica. Formação de Prana, 5 elementos da natureza, Trigunas,
prakrti, vakrti e dos Doshas. Dinâmica vital e morfofisiologia da terapêutica
Ayurvédica. Função do Agni, Dhatus, Srotam, Ama, Malam, Nadis, Marmas e
Cakras.

7.2 Terapêutica Tradicional Ayurvédica II


Carga Horária: 60 horas.

Base de Notas: NR6 / Média sete sem Av.Final ou média seis com Av.Final.
Ementa: Os sistemas de avaliação por meio do pulso, face, língua, comunicação
verbal e corporal, pela estrutura corporal, fezes e urina. Orientações alimentares.
Técnicas de terapia Marma, Pinda Sweda e Udhartana.
Pré-Requisito da Unidade de Aprendizagem

Terapêutica Tradicional Ayurvédica I

8 BIBLIOGRAFIA

8.1 BÁSICA

48
Referência Bibliográfica
CARNEIRO, Danilo Maciel. Ayurveda. Saúde e longevidade na tradição milenar da
Índia. São Paulo: Pensamento, 2009. 334 p.
DANGELO, Edson; CÔRTES, Janner Rangel. Ayurveda: a ciência da longa vida .
São Paulo: Madras, 2008. 755 p. ISBN 9788537004029.
LAD, Vasant. Ayurveda: a ciência da autocura (um guia prático). São Paulo:
Ground, 2007. 218 p. ISBN 9788571871182.

8.2 COMPLEMENTAR
Referência Bibliográfica
Gopi Krishna. Kundalini. 2. ed. Rio de Janeiro: Record, 1970. 333 p.
INDIAN JOURNAL OF TRADITIONAL KNOWLEDGE. ISSN: 09725938. National
Institute of Science Communication and Information Resources: Índia, 2008.
Disponível em:
http://www.niscair.res.in/sciencecommunication/researchjournals/rejour/ijtk/ijtk0.as
p Acesso em: 11/08/2012.
JOHARI, Harish. Manual de massagem Ayurvédica: técnicas indianas tradicionais
para o equilíbrio do corpo e da mente. São Paulo: Ground, 1996. 150 p. ISBN
9788571871571.
LELE, Avinash; FRAWLEY, David; RANADE, Subhash. Ayurveda e a terapia
marma: pontos de energia no tratamento por meio da ioga. São Paulo: Madras,
2005. 270 p. ISBN 8573749695.
RHYNER, Hans H. Ayurveda: um tratamento de saúde que não agride o seu
corpo. São Paulo: Cultrix, 2004. 152 p. ISBN 8531512395.
ROCHA, Aderson Moreira. A tradição do Ayurveda. Rio de Janeiro: Águia
Dourada, 2010. 280 p.
VERMA, Vinod. Ayurveda: a medicina indiana que promove a saúde integral. Rio
de Janeiro: Nova Era, 2006. 335 p. ISBN 8577011755.

49
APÊNDICE A: Projetos de certificações

1 DADOS DA CERTIFICAÇÃO

( X ) Estruturante ( ) Complementar ( ) Específica

Nome: Terapêutica tradicional xamânica


Carga Horária: 90 horas.

2 COMPETÊNCIAS

Compreender a visão de cosmo, de ser humano e sua energia sutil


tendo como base as convicções da Tradição Xamânica, assim como suas
relações com o meio natural e os mecanismos terapêuticos voltados para a saúde.

3 CONTEÚDOS

A visão de Cosmos na Tradição Xamânica. Relação com o ambiente.


Os sistemas xamâmicos de cuidado à saúde. Direções (norte,sul, leste, oeste).
Elementos e movimentos da natureza (terra, água, fogo, ar), clima, tempo, ciclos
lunares. Doença, cura e representações nas práticas etnomédicas xamânicas.

4 HABILIDADES

Analisar o ser humano a partir da visão cosmológica Tradicional


Xamânica.
Identificar e utilizar os principais sistemas de tratamento xamânicos.

5 ATIVIDADES FORMATIVAS

Estudo de caso. Pesquisa e Interpretação de informações e dados.


Elaboração e apresentação de trabalho acadêmico. Estudo dirigido. Aplicação
prática das técnicas.

50
6 AMBIENTES DE APRENDIZAGEM

Sala de aula prática. Biblioteca. Ambientes virtuais. Clínica de Práticas


Integrativas e Complementares.

7 UNIDADES DE APRENDIZAGEM

7.1 Cosmologia Xamânica


Carga Horária: 90 horas.

Base de Notas: NR6 / Média sete sem Av.Final ou média seis com Av.Final.
Ementa: A visão de Cosmos na Tradição Xamânica. Relação com o ambiente e a
Ecopsicologia. Os sistemas xamâmicos de cura - empoderamento: direções
(norte,sul, leste, oeste),os elementos densos da natureza (terra,água,fogo,ar),
clima, tempo, ciclos lunares, densidade da luz, cores, sons (naturais e
instrumentais), óleos essenciais, aromas, cristais e elementos botânicos. Doença,
cura e representações nas práticas etnomédicas xamânicas.

8 BIBLIOGRAFIA

8.1 BÁSICA
Referência Bibliográfica
ARRIEN, Angeles. O caminho quádruplo: trilhando os caminhos do guerreiro, do
mestre, do curador e do visionário. [2. ed.]. São Paulo: Ágora, 1997. 134 p. ISBN
8531604486.
LANGDON, E. Jean Matteson (Org.). Xamanismo no Brasil: novas perspectivas.
Florianópolis: UFSC, 1996. 367 p. ISBN 8532800386.
MATTHEWS, John. Xamanismo celta. São Paulo: Hi-Brasil, 2002. 242 p. ISBN
8588928019.

8.2 COMPLEMENTAR
Referência Bibliográfica

51
ELIADE, Mircea. O xamanismo e as técnicas arcaicas de êxtase. São Paulo:
Martins Fontes, 1998. 559 p. (Ensino superior) ISBN 85-336-0985-X.
MINDELL, Arnold. The quantum mind and healing: how to listen and respond to
your bodys symptoms. Charlottesville, VA: Hampton Roads Pub. Co., 2004. xv,
303 p. ISBN 1571743952 (alk. paper).
TEDLOCK, Barbara. A mulher no corpo de xamã: o feminino na religião e na
medicina. Rio de Janeiro: Rocco, 2008. 352 p. (Arco do tempo) ISBN
9788532523846.
WEIL, Pierre. As fronteiras da evolução e da morte: os limites de transformação
da energia no homem. 6. ed. Petrópolis: Vozes, 1999. 131 p. (Psicologia
transpessoal) ISBN 85-326-0088-3.
WILBER, Ken. O olho do espírito: uma visão integral para um mundo que ficou
ligeiramente louco. São Paulo: Cultrix, 1997. 320 p. ISBN 8531606659.

52
APÊNDICE A: Projetos de certificações

1 DADOS DA CERTIFICAÇÃO

( X ) Estruturante ( ) Complementar ( ) Específica

Nome: Reflexologia
Carga Horária: 60 horas.

2 COMPETÊNCIAS

Desenvolver sensibilidade e raciocínio clínico baseado nas teorias da


reflexologia, visando análise, intervenção prática e desenvolvimento humano,
considerando as características individuais e os diferentes contextos de aplicação.

3 CONTEÚDOS

Desenvolvimento histórico da Reflexologia. Legislação do uso da


Reflexoxoligia no Brasil. Fundamentação teórica e práticas da Reflexologia.
Indicações, cuidados e contra-indicações gerais da Reflexologia. Mapas
Reflexológicos. Aplicação prática da técnica de Reflexologia.

4 HABILIDADES

Relacionar os conhecimentos de anatomia e fisiologia ocidentais


aplicados a reflexologia.
Identificar as ações terapêuticas da técnica de reflexologia no
organismo e sua aplicabilidade clínica.
Avaliar a aplicabilidade da técnica nas diversas situações onde elas
serão indicadas.

53
5 ATIVIDADES FORMATIVAS

Estudo de caso. Pesquisa e Interpretação de informações e dados.


Elaboração e apresentação de trabalho acadêmico. Estudo dirigido. Aplicação
prática das técnicas.

6 AMBIENTES DE APRENDIZAGEM

Sala de aula prática. Acervo da biblioteca. Ambientes virtuais. Clínica de


Práticas Integrativas e Complementares.

7 UNIDADES DE APRENDIZAGEM

7.1 Reflexoterapia
Carga Horária: 60 horas.

Base de Notas: NR6 / Média sete sem Av.Final ou média seis com Av.Final.
Ementa: Fundamentação teórica da Reflexologia. Reflexoterapia: manobras e
suas funções. Mapas reflexológicos, indicações, cuidados e contra-indicações
gerais. Aplicação prática da reflexologia.
Pré-Requisito da Unidade de Aprendizagem

Manutenção do Corpo

8 BIBLIOGRAFIA

8.1 BÁSICA
Referência Bibliográfica
GILLANDERS, Ann. Reflexologia: um guia passo a passo. São Paulo: Manole,
1999. 143 p. ISBN 85-204-0909-1.
HALL, Nicola M. Reflexologia: um método para melhorar a saúde : massagem nos
pés e nas mãos para relaxamento e tratamento de diversas doenças. São Paulo:
Pensamento, 1997. 152 p. ISBN 9788531512254.

54
KUNZ, Kevin; KUNZ, Barbara. Reflexologia: como restabelecer o equilíbrio
energético. 4. ed. São Paulo: Pensamento, 2000. 234 p. ISBN 85-315-0571-2.

8.2 COMPLEMENTAR
Referência Bibliográfica
ALTERNATIVE MEDICINE REVIEW. ISSN: 10895159. Thorne Reasearch Inc.:
United States of America, 1996. Disponível em: http://altmedrev.com/
http://altmedrev.com/ Acesso em: 11/08/2012.
CARTER, Mildred; WEBER, Tammy. Reflexologia das mãos: introdução prática.
São Paulo: Pensamento, 2000. 318 p. ISBN 8531512344.
FELICIANO, Carlos Alberto; CAMPADELLO, Pier. Reflexologia energética:
massagem para os pés. 2. ed. São Paulo: Madras, 1999. 126 p. + 1 mapa color.
dobrado ISBN 85-7374-233-X.
KELEMAN, Stanley. Anatomia emocional. 2. ed. São Paulo: Summus, 1992. 174
p. ISBN 85-323-0379-X.
LETT, Ann. Reflex zone therapy. Edinburgh: Churchill Livingstone, 2000. xi, 299 p.
ISBN 0443060150.
LOURENÇO, Osni Tadeu. Reflexologia podal: (primeiros socorros e técnicas de
relaxamento). São Paulo: Ground, 2002 109 p. ISBN 8571871728.

55
APÊNDICE A: Projetos de certificações

1 DADOS DA CERTIFICAÇÃO

( X ) Estruturante ( ) Complementar ( ) Específica

Nome: Terapias vibracionais


Carga Horária: 165 horas.

2 COMPETÊNCIAS

Desenvolver sensibilidade e raciocínio clínico baseado nas teorias,


técnicas avaliativas e de intervenções vibracionais, visando análise, intervenção
prática e desenvolvimento humano, considerando as características individuais e
os diferentes contextos de aplicação.

3 CONTEÚDOS

Introdução às Terapias Vibracionais. Técnicas de avaliação dos


campos energéticos humanos. Terapia Floral. Cromoterapia. Modalidades de
tratamentos em cromoterapia. Tópicos Especiais em Terapias Vibracionais.

4 HABILIDADES

Identificar os aspectos históricos e dos conceitos de bioenergia.


Monitorar avaliações bioenergéticas ao longo do tratamento terapêutico.
Caracterizar os diferentes sistemas terapêuticos Florais.
Indicar uso seguro dos Florais no cuidado à saúde humana.
Avaliar os resultados do uso da Terapia Floral no cuidado à saúde.
Dimensionar os pressupostos teóricos que fundamentam o mecanismo
de ação das cores em organismos vivos.
Relacionar modalidades terapêuticas mais apropriadas às situação
clínicas.

56
Diferenciar as técnicas e modalidades terapêuticas atualmente mais
utilizadas pela cromoterapia e suas ações terapêuticas.
Aplicar técnicas Vibracionais contemporâneas no cuidado à saúde.

5 ATIVIDADES FORMATIVAS

Estudo de caso. Pesquisa e Interpretação de informações de dados


avaliativos. Elaboração e apresentação de trabalho acadêmico. Estudo dirigido.
Visita técnica.

6 AMBIENTES DE APRENDIZAGEM

Biblioteca. Ambientes virtuais. Clínica de Praticas Integrativas e


Complementares.

7 UNIDADES DE APRENDIZAGEM

7.1 Introdução Às Terapias Vibracionais e Recursos Avaliativos


Carga Horária: 45 horas.

Base de Notas: NR6 / Média sete sem Av.Final ou média seis com Av.Final.
Ementa: IIntrodução às Terapias Vibracionais. Estilos de pensamento e conceitos
em bioenergia. Estudos e técnicas do toque terapêutico sutil. Introdução aos
sistemas avaliativos energéticos: Eletroneurometria (Ryodoraku), Bioeletrografia.
História e contexto das avaliações energéticas. Funcionamento e
operacionalização de aparelhos avaliativos energéticos. Avaliação energética
através de instrumentos complementares.

7.2 Terapia Floral


Carga Horária: 60 horas.

57
Base de Notas: NR6 / Média sete sem Av.Final ou média seis com Av.Final.
Ementa: Terapia Floral: histórico, filosofia, mecanismo de ação dos florais e efeitos
sutis. Métodos de preparação. Os sete grupos de Florais de Bach. Florais no
desenvolvimento humano: infância, adolescência, maturidade, velhice, família
como sistema. Florais nas crises e fases terminais da vida: luto antecipatório,
doenças terminais, doenças crônicas, morte, sofrimento psíquico. Florais para
animais, florais para plantas. Aplicação dos florais: uso interno e uso tópico.
Introdução aos diferentes sistemas florais.

7.3 Cromoterapia
Carga Horária: 60 horas.

Base de Notas: NR6 / Média sete sem Av.Final ou média seis com Av.Final.
Ementa: Contexto histórico da Cromoterapia. Componentes da luz. Mecanismo de
ação fisiológica da luz. Ação terapêutica das cores. Uso das cores na prática
naturológica. Efeito fotoelétrico na perspectiva da cromoterapia (Heinrich Hertz /
Albert Einstein). Biofotônica na perspectiva da cromoterapia (Artur Compton / Fritz
Albert Popp). Técnicas e modalidades da cromoterapia. Introdução à Gemoterapia.
Técnicas de Gemoterapia.

8 BIBLIOGRAFIA

8.1 BÁSICA
Referência Bibliográfica
DI PIAZZA, Theresinha Breyer. Florais de Bach e abordagens psicoterápicas. 2.
ed. rev. Porto Alegre: Movimento, 2008. 6 v. (Ensaios ; 51) ISBN 9788571951129
(v. 1).
IOVINE, John. Kirlian photography: a hands-on guide. Blue Ridge Summit, PA:
c1994. viii, 136 p. + 1 CD-ROM ISBN 0830644571 (pbk).
ODA, Hirohisa. Livro Texto Ryodoraku: Terapia Ryodoraku do Sistema Nervoso
Autônomo. São Paulo: Editora Roca, 2004. 98p.

58
PAGNAMENTA, Neeresh F. Cromoterapia para crianças: o caminho da cura. São
Paulo: Madras, 1998. 166 p. ISBN 85-7374-127-9.
RAMSELL, John. Florais de Bach: perguntas e respostas. Rio de Janeiro:
Campus, 1998. 110 p. ISBN 85-352-0238-2.
REGO, Ricardo Amaral. Conceitos de Bioenergia. Revista de Homeopatia, 57:
3-19, 1992. Disponível em: www.ibpb.com.br/Conceitos_bioenergia.doc Acesso
em 13/08/2012.
SCILIPOTI, Domenico. Filosofia e Acupuntura Ryodoraku. São Paulo: Editora
Roca, 2007. 344p.
WILLS, Pauline. Cromoterapia. Lisboa: Estampa, 1994. 125 p. (Coleção
medicinas alternativas) ISBN 9723309998.
ZIEGLER, Brigitte. Reiki a energia vital: passos para a liberdade. Blumenau: Eko,
1997. 123 p. ISBN 85-7394-278-7.

8.2 COMPLEMENTAR
Referência Bibliográfica
ALTERNATIVE MEDICINE REVIEW. ISSN: 10895159. Thorne Reasearch Inc.:
United States of America, 1996. Disponível em: http://altmedrev.com/
http://altmedrev.com/ Acesso em: 11/08/2012.
BEAR, Jessica; BELLUCCO, Wagner. Florais de Bach: o livro das fórmulas. São
Paulo: Pensamento, 2005. 192 p. ISBN 8531514274.
CROKE, M. DASS, R. A brief introduction to Esogetic Colorpuncture Therapy : A
system of wholistic acu-light therapy : Theory and case studies. American journal
of acupuncture, 1996, vol. 24, no2-3, pp. 167-175. Disponível em:
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/11911071 em: 11/08/2012.
DE BARTOLO, Lucia. Florais: vivendo os passos do Dr. Bach. 4. ed. São Paulo:
Gente, 1993. 142 p. ISBN 85-85247-71-1.
DI PIAZZA, Theresinha Breyer; SCHMELING, Ursula; BEHRMANN, Dagmar
Konrath; MUTZBERG, Maria Isabel Machado. Florais de Bach e abordagens
psicoterápicas. Porto Alegre: Movimento, 1997. 6 v. (Ensaios ;51)
JOURNAL OF ALTERNATIVE AND COMPLEMENTARY MEDICINE. ISSN:
10755535. Mary Ann Liebert Inc.: Estados Unidos, 1995. Disponível em:
http://www.liebertpub.com/acm/ Acesso em: 11/08/2012.

59
KESSLER, Upanishad K. Reiki: o caminho do coração. São Paulo: Ground, 1998.
229 p. ISBN 85-7187-134-2.
KORTE, Andreas; HOFMANN, Antje; HOFMANN, Helmut. Florais de orquídeas do
Amazonas: pedras preciosas e suas energias curadoras. São Paulo: Gente, 1997.
123 p. ISBN 85-7312-103-3.
MARGONARI, Neide. Florais de Saint Germain: os doze raios divinos. 4. ed. São
Paulo: Ed. do autor, 2011. 163 p. ISBN 859002492X.
RAMOS, Sonia Szeligowski. Reiki: o sistema Usui de cura natural. 3. ed. São
Paulo: Meca, 1995. 125 p.
ZHOU, Chuncai. Clássico de medicina do imperador amarelo: tratado sobre a
saúde e vida longa. São Paulo: Roca, 1999. 213 p. ISBN 8572412603.

60
APÊNDICE A: Projetos de certificações

1 DADOS DA CERTIFICAÇÃO

( X ) Estruturante ( ) Complementar ( ) Específica

Nome: Terapias e técnicas expressivas em saúde


Carga Horária: 105 horas.

2 COMPETÊNCIAS

Desenvolver sensibilidade e raciocínio clínico baseado nas teorias e


técnicas expressivas, visando análise, intervenção prática e desenvolvimento
humano, considerando as características individuais e os diferentes contextos de
aplicação.

3 CONTEÚDOS

Terapias e técnicas expressivas. Fundamentos, histórico e diversas


abordagens da arteterapia. Recursos sonoros. Bases teóricas e técnicas dos
recursos sonoros. Identidade Sonoro-Musical.

4 HABILIDADES

Analisar conceitos fundamentais da arteterapia em suas diversas


abordagens.
Analisar as propriedades terapêuticas dos materiais artísticos.
Avaliar resultados da aplicação dos recursos expressivos no cuidado à
saúde.
Relacionar modalidades terapêuticas (materiais e técnicas) em recursos
expressivos mais apropriadas às situações clínicas.
Facilitar a associação de conteúdos surgidos nos trabalhos artísticos e
sua integração.

61
Empreender leituras simbólicas, energéticas dos trabalhos artísticos
realizados.
Relacionar recursos sonoro-musicais em diferentes contextos de
intervenção.
Reconhecer fundamentos da linguagem sonoro-musical.
Identificar procedimentos técnicos e metodológicos dirigidos a
diferentes situações clínicas.

5 ATIVIDADES FORMATIVAS

Estudo de caso. Pesquisa e Interpretação de informações de dados


avaliativos. Elaboração e apresentação de trabalho acadêmico. Estudo dirigido.
Atividades práticas e vivenciais em recursos expressivos.

6 AMBIENTES DE APRENDIZAGEM

Clínica de Praticas Integrativas e Complementares. Sala prática de


arteterapia. Sala de vivências. Sala de aula.

7 UNIDADES DE APRENDIZAGEM

7.1 Recursos Expressivos I


Carga Horária: 45 horas.

Base de Notas: NR6 / Média sete sem Av.Final ou média seis com Av.Final.
Ementa: Histórico da arteterapia. Fundamentos da arteterapia; abordagens
diversas nas terapias expressivas. O uso da música com fins terapêuticos.
Métodos e Técnicas com recursos sonoros. Identidade sonoro-musical.

7.2 Recursos Expressivos em Sáúde II


Carga Horária: 60 horas.

62
Base de Notas: NR6 / Média sete sem Av.Final ou média seis com Av.Final.
Ementa: Propriedades terapêuticas dos materiais artísticos. Etapas do processo
criativo. Avaliação em arteterapia. Leitura e interpretação das produções
expressivas.
Pré-Requisito da Unidade de Aprendizagem

Recursos Expressivos I

8 BIBLIOGRAFIA

8.1 BÁSICA
Referência Bibliográfica
ARCURI, Irene Gaeta (Org.). Arteterapia de corpo e alma. São Paulo: Casa do
Psicólogo, 2004. 389 p. (Coleção arteterapia) ISBN 8573963409.
ARCURI, Irene Gaeta (Org.). Arteterapia: um novo campo do conhecimento. São
Paulo: Vetor, 2006. 198 p. ISBN 8575851764.
JUNG, C. G.; HENDERSON, Joseph L.; FRANZ, Marie-Louise von (Edit.). O
homem e seus símbolos. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1998. 316 p. ISBN
85-209-0642-7.
SILVEIRA, Nise da. O mundo das imagens. São Paulo: Ática, 2001. 165 p. ISBN
85-08-04133-0.
VALLADARES, Ana Cláudia Afonso. A arteterapia humanizando os espaços de
saúde. São Paulo: Casa do Psicólogo, 253 p. (Coleção arteterapia) ISBN
9788573966060.
VON BARANOW, Ana Léa. Musicoterapia: uma visão geral . Rio de Janeiro:
Enelivros, 1999. 73 p. ISBN 8571810370.

8.2 COMPLEMENTAR
Referência Bibliográfica
ALESSANDRINI, Cristina Dias. Análise microgenética da oficina criativa: projeto
de modelagem em argila. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2004. 360 p. (Coleção
arteterapia) ISBN 8573963387.
ARTE-TERAPIA: reflexões. São Paulo: Instituto Sedes Sapientiae,199u-. Anual.

63
FABIETTI, Deolinda M. C. F. Arteterapia e envelhecimento. São Paulo: Casa do
Psicólogo, 2004. 97 p. (Coleção arteterapia) ISBN 8573963352.
FREGTMAN, Carlos Daniel. Corpo, música e terapia. São Paulo: Cultrix, 1999.
178 p. ISBN 85-316-0088-X.
FREUD, Sigmund. Leonardo da Vinci e uma lembrança de sua infância. Rio de
Janeiro: Imago, 1997. 137 p. ISBN 85-312-0573-5.
JOURNAL OF THE AMERICAN ART THERAPY ASSOCIATION. ISSN:
0742-1656. Taylor and Francis Group: United States of America, 1997. Disponível
em: http://www.tandfonline.com/loi/uart20 Acesso em: 11/08/2012.
JUNG, C. G.. Símbolos da transformação: análise dos prelúdios de uma
esquizofrenia. Petrópolis: Vozes, 1986. 544 p.
LELOUP, Jean-Yves. O corpo e seus símbolos: uma antropologia essencial. 12.
ed. Petrópolis: Vozes, 2009. 133 p. (Coleção UNIPAZ) ISBN 9788532619853.
MINDELL, Arnold. O corpo onírico: nos relacionamentos. São Paulo: Summus,
1991. 191 p. (Novas buscas em psicoterapia ; 45) ISBN 8532300626.
PHILIPPINI, Angela (Org.). Arteterapia: métodos, projetos e processos. Rio de
Janeiro: Wak, 2007. 169 p. ISBN 9788588081688.
RILEY, Shirley. Arteterapia para famílias: abordagens integrativas. São Paulo:
Summus, 1998. 273 p. (Novas buscas em psicoterapia ; 55) ISBN 85-323-0636-5.
VALLADARES, Ana Cláudia Afonso (Org.). Arteterapia no novo paradigma de
atenção em saúde mental. São Paulo: Vetor, 2004. 209 p. ISBN 8575850830.
WEIL, Pierre; TOMPAKOW, Roland. O corpo fala: a linguagem silenciosa da
comunicação não-verbal. 57. ed. Petrópolis: Vozes, 2004. 288 p. ISBN
8532602088.

64
APÊNDICE A: Projetos de certificações

1 DADOS DA CERTIFICAÇÃO

( X ) Estruturante ( ) Complementar ( ) Específica

Nome: Suporte da vida


Carga Horária: 60 horas.

2 COMPETÊNCIAS

Aplicar os protocolos, técnicas e procedimentos de primeiros socorros e


de suporte básico de vida em situações de emergência ou urgência.

3 CONTEÚDOS

Sistema de Assistência às Emergências em Saúde (SAES),


Atendimento Pré-Hospitalar e Cadeia de Sobrevivência.
Características, responsabilidades e atividades do socorrista.
Isolamento de Substâncias Corpóreas (ISC) e Precauções Universais.
Etapas de avaliação da vítima.
Sinais vitais e diagnósticos no suporte da vida.
Obstrução das vias aéreas.
Reanimação cardiorrespiratória no adulto e na pediatria.
Abordagem inicial à vítima de hemorragia e choque hipovolêmico.
Acidentes por exaustão térmica; cãibras; colapso; hipotermia.
Acidentes por queimaduras.
Acidentes por afogamento.
Atendimento inicial às Emergências Clínicas: Acidente vascular
encefálico, hipoglicemia, síndromes coronarianas agudas, crise convulsiva e
desmaio.
Acidentes com animais peçonhentos.
Atendimento básico à vítima do trauma.

65
Trauma de extremidades.
Técnicas de imobilizações de extremidades.
Técnicas de movimentação e posicionamento da vítima do trauma.
Atendimento do socorrista na emergência de indivíduos com alterações
de comportamento
Acidentes com múltiplas vítimas (AMV), processo de triagem.

4 HABILIDADES

Reconhecer os padrões éticos e legais para o atendimento dos


primeiros socorros.
Identificar as atribuições do socorrista.
Realizar as etapas de avaliação da vítima.
Analisar os sinais vitais e/ou diagnósticos das vítimas.
Realizar os cuidados adequados ao diagnóstico das etapas de
avaliação.

5 ATIVIDADES FORMATIVAS

Ensino: aulas expositivo-dialogadas; seminários, estudo dirigido, aulas


práticas, produção individual e/ou grupal, visitas técnicas.
Pesquisa: estudos de caso, atividade integrada

6 AMBIENTES DE APRENDIZAGEM

Sala de aula; biblioteca, laboratórios (informática, de técnicas e


procedimentos).

7 UNIDADES DE APRENDIZAGEM

66
7.1 Suporte Básico da Vida
Carga Horária: 60 horas.

Base de Notas: NR6 / Média sete sem Av.Final ou média seis com Av.Final.
Ementa: Padrões éticos e legais no atendimento dos primeiros socorros.
Atribuições do socorrista. Etapas de avaliação da vítima. Sinais vitais e/ou
diagnósticos das vítimas. Cuidados no diagnóstico e nas etapas de avaliação.

8 BIBLIOGRAFIA

8.1 BÁSICA
Referência Bibliográfica
BERGERON, J. David; BIZJAK, Gloria. Primeiros socorros. São Paulo: Atheneu,
1999. 623 p. ISBN 8574540056.
BRASIL Ministério da Saúde. Manual de diagnóstico e tratamento de acidentes
por animais peçonhentos. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 1999. 131 p. ISBN
85-7346-014-8.
OLIVEIRA, Beatriz Ferreira Monteiro; PAROLIN, Mônica Koncke Fiuza; TEIXEIRA
JUNIOR, Edison Vale; FILIPAK, Vinícius Augusto; RUEDIGER, Ricardo Rydygier
de; CABRAL, Sueli Bueno de Moraes (Co-autor). Trauma: atendimento
pré-hospitalar. São Paulo: Atheneu, 2004. 306 p. ISBN 857379352x.

8.2 COMPLEMENTAR
Referência Bibliográfica
AMERICAN HEART ASSOCIATION. SBV para provedores de saúde. Rio de
Janeiro: American Heart Association, 2002. xvi, 247 p. ISBN 0874933439.
MANTOVANI, Mario (Ed.). Suporte básico e avançado de vida no trauma. São
Paulo: Atheneu, 2006. 452 p. ISBN 8573797665.
NATIONAL ASSOCIATION OF EMERGENCY MEDICAL TECHNICIANS (U.S.).
PHTLS. Atendimento Pré-hospitalar: básico e avançado. Rio de Janeiro: Elsevier,
2004.

67
OLIVEIRA, Marcos de. Fundamentos do socorro pré-hospitalar: manual de
suporte básico de vida para socorristas. 4. ed. rev. e ampl. Florianópolis: Editograf,
2004. 156 p. ISBN 8586311219.
TIMERMAN, Sérgio; GONZALEZ, Maria Margarita Castro; RAMIRES, José
Antônio F. (Ed.). Ressuscitação e emergências cardiovasculares: do básico ao
avançado. São Paulo: Manole, 2007. 760 p. + 1 DVD ISBN 852042516x.

68
APÊNDICE A: Projetos de certificações

1 DADOS DA CERTIFICAÇÃO

( X ) Estruturante ( ) Complementar ( ) Específica

Nome: Empreendedorismo em saúde


Carga Horária: 30 horas.

2 COMPETÊNCIAS

Associar os princípios do empreendedorismo à novas práticas em


saúde.

3 CONTEÚDOS

Empreendedorismo: princípios, tipos e perfil empreendedor


Tecnologia de Informação e empreendedorismo: novas tecnologias,
gerenciamento e aplicabilidade da informação
Marketing: relacionamento com o cliente, técnica de negociação,
estratégias de comunicação interna e externa
Estratégias Empreendedoras: Cooperativas, Associação, Auditoria,
Consultoria, Assessoria , Organizações sociais
Cooperativismo/Associativismo: princípios, características, aspectos
éticos e legais, atribuições
Auditoria/Consultoria- princípios, características, aspectos éticos e
legais,níveis de atuação, atribuições, perfil do profissional
Organizações sociais: princípios, características, aspectos éticos e
legais, atribuições
Perspectivas empreendedoras em saúde

69
4 HABILIDADES

Identificar os princípios de empreendedorismo.


Associar as tecnologias da informação com as práticas na área da
saúde.
Aplicar estratégias de marketing na área da saúde.
Reconhecer as estratégias empreendedoras na área da saúde.
Diferenciar os processos legais, de organização e de funcionamento
das estratégias empreendedoras na área da saúde.
Propor novas estratégias empreendedoras na área da saúde.

5 ATIVIDADES FORMATIVAS

Ensino: aulas expositivas dialogadas, debates, seminários, estudo de


caso, entrevista, projeto

6 AMBIENTES DE APRENDIZAGEM

Sala de aula, laboratório de informática, biblioteca, ambiente virtual de


aprendizagem, empresas da área da saúde
EVA - Espaço Virtual de Aprendizagem

7 UNIDADES DE APRENDIZAGEM

7.1 Fundamentos do Empreendedorismo em Saúde


Carga Horária: 30 horas.

Base de Notas: NR6 / Média sete sem Av.Final ou média seis com Av.Final.
Ementa: Princípios de empreendedorismo. Tecnologias da informação na área da
saúde. Estratégias de marketing e estratégias empreendedoras. Processos legais,
de organização e de funcionamento das estratégias empreendedoras . Estratégias
empreendedoras na área da saúde.

70
8 BIBLIOGRAFIA

8.1 BÁSICA
Referência Bibliográfica
CHÉR, Rogério. Empreendedorismo na veia: um aprendizado constante . Rio de
Janeiro: Elsevier, 2008. 228 p. ISBN 9788535229714.
COMPANS, Rose. Empreendedorismo urbano: entre o discurso e a prática. São
Paulo: ANPUR, 2005 303 p. ISBN 8571395705.
DORNELAS, José Carlos Assis,. Empreendedorismo: transformando idéias em
negócios. 4. ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: Campus, 2012. xviii, 260 p. ISBN
9788535247589.

8.2 COMPLEMENTAR
Referência Bibliográfica
BECKER, Alvido. Auditoria externa aplicada às sociedades cooperativas:
aspectos patrimoniais, formais e sociais. São Paulo: IOB Thomson, 2004. 136 p.
ISBN 8576470632.
BIRLEY, Sue; MUZYKA, Daniel F. Dominando os desafios do empreendedor. São
Paulo: Prentice Hall, 2001. xix, 334 p. ISBN 8534612749.
CIANCIARULLO, Tamara Iwanow. C & Q: teoria e prática em auditoria de
cuidados. São Paulo: Ícone, 1997. 147 p. ISBN 85-274-0429-X.
SALIM, Cesar Simões et al. Administração empreendedora: teoria e prática
usando estudo de casos. Rio de Janeiro: Campus, 2004. xxvii, 226 p. ISBN
8535213546.
TACHIZAWA, Takeshy; FARIA, Marília de SantAnna. Criação de novos negócios:
gestão de micro e pequenas empresas. 2. ed. Rio de Janeiro: Ed. da FGV, 2004.
286 p. (Coleção FGV negócios) ISBN 8522503680.

71
APÊNDICE A: Projetos de certificações

1 DADOS DA CERTIFICAÇÃO

( X ) Estruturante ( ) Complementar ( ) Específica

Nome: Racionalidades médicas e terapêuticas integrativas


Carga Horária: 60 horas.

2 COMPETÊNCIAS

Compreender contextos filosóficos, históricos, antropológicos e


sociológicos das Racionalidades Médicas e Terapias Integrativas e modelos de
entendimento do processo saúde doença.

3 CONTEÚDOS

Fundamentos históricos, filosóficos, antropológicos e sociológicos das


Racionalidades Médicas e Terapias Integrativas. Modelos de saúde e cultura
ocidental contemporâneos e tradicionais. Medicina popular. Processos
saúde/doença e representações sociais sobre saúde e doença. O normal e o
patológico.

4 HABILIDADES

Relacionar os aspectos do desenvolvimento histórico das


racionalidades médicas que influenciam as ações e práticas integrativas atuais.
Relacionar os paralelismos e distanciamentos entre os aspectos
teóricos das Racionalidades Médicas e Terapias Integrativas e modelos de saúde.
Refletir criticamente acerca dos diferentes modelos e concepções do
processo saúde-doença.
Identificar e analisar as diferenças entre os modelos de saúde.

72
5 ATIVIDADES FORMATIVAS

Estudo de caso. Pesquisa e Interpretação de informações e dados.


Elaboração e apresentação de trabalho acadêmico. Estudo dirigido.

6 AMBIENTES DE APRENDIZAGEM

Biblioteca. Ambientes virtuais. Sala de vivências.

7 UNIDADES DE APRENDIZAGEM

7.1 Introdução Às Racionalidades Médicas e Terapias Integrativas


Carga Horária: 30 horas.

Base de Notas: NR6 / Média sete sem Av.Final ou média seis com Av.Final.
Ementa: Introdução aos fundamentos históricos, filosíficos, antropológicos e
sociológicos das Racionalidades Médicas e Terapias Integrativas. Medicina
paralela. Medicina popular. Racionalidades médicas vitalistas. Modelos de saúde
e cultura ocidental contemporâneos e tradicionais.

7.2 Modelos de Entendimento dos Processos Saúde-Doença


Carga Horária: 30 horas.

Base de Notas: NR6 / Média sete sem Av.Final ou média seis com Av.Final.
Ementa: Processos saúde e doença, representações sociais sobre saúde e
doença. Crise e paradigma emergente. Modelos de entendimento do processo
saúde-doença. Modelo grego. Modelo romântico. Modelo cartesiano. Modelo
psicossomático. Modelo biomédico. Modelo holístico. Modelo vitalista. O normal e
o patológico.

73
8 BIBLIOGRAFIA

8.1 BÁSICA
Referência Bibliográfica
BARROS, Nelson Filice. A construção da medicina integrativa: um desafio para o
campo da saúde. São Paulo: Aderaldo & Rothschild, 2008. 311 p. ISBN
9788560438143.
CANGUILHEM, Georges. O normal e o patológico. 6. ed. rev. Rio de Janeiro:
Forense Universitária, 2009. 293 p. (Coleção campo teórico) ISBN
9788521803935.
CIÊNCIA & SAÚDE COLETIVA. ISSN: 1678-4561. Sociedade Brasileira de Saúde
Coletiva: Rio de Janeiro, 1996. Disponível em:
http://www.cienciaesaudecoletiva.com.br/ Acesso em: 11/08/2012.
GONSALVES, Paulo Eiró (Org.). Medicinas alternativas: os tratamentos
não-convencionais. 3. ed. São Paulo: IBRASA, 1996. 383 p. (Biblioteca saúde)
ISBN 85-348-0037-5.
HELLMANN, Fernando; WEDEKIN, Luana Maribele; DELLAGIUSTINA, Marilene
(Org.). Naturologia aplicada: reflexões sobre saúde integral. Tubarão: Ed. Unisul,
2008. 133 p.
LUZ, M. T.; BARROS, N. F. Racionalidades Médicas e Práticas Integrativas e
Complementares em Saúde: estudos teóricos e empíricos. Rio de Janeiro, UERJ,
IMS, LAPPIS, 2012

8.2 COMPLEMENTAR
Referência Bibliográfica
ALTERNATIVE MEDICINE REVIEW. ISSN: 10895159. Thorne Reasearch Inc.:
United States of America, 1996. Disponível em: http://altmedrev.com/
http://altmedrev.com/ Acesso em: 11/08/2012.
HELLMANN, Fernando; WEDEKIN, Luana Maribele (Org.). O livro das
interagências: estudos de caso em naturologia. Tubarão: Ed. Unisul, 2008. 178 p.

74
INTERFACE:. comunicação, saúde, educação. Botucatu: Fundação Uni,1997-.
Trimestral. ISSN 1414-3283. Disponível em :
<http://www.scielo.br/scielo.php/script_sci_serial/pid_1414-3283/lng_pt/nrm_iso>.
Acesso em : 16 maio 2006.
LANGDON, E. Jean Matteson (Org.). Xamanismo no Brasil: novas perspectivas.
Florianópolis: UFSC, 1996. 367 p. ISBN 8532800386.
LAPLANTINE, François; TRINDADE, Liana Sálvia. O que é imaginario. São
Paulo: Brasiliense, 1996. 82 p. (Primeiros passos ; 309) ISBN 8511000267.
MARCONI, Marina de Andrade; PRESOTTO, Zélia Maria Neves. Antropologia:
uma introdução. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2005. 324 p. ISBN 8522440352.
XIE, Zhufan. Medicina interna tradicional chinesa. São Paulo: Roca, 1997. xvi,
237 p. ISBN 8572411879.

75
APÊNDICE A: Projetos de certificações

1 DADOS DA CERTIFICAÇÃO

( X ) Estruturante ( ) Complementar ( ) Específica

Nome: Visão multidimensional em saúde


Carga Horária: 195 horas.

2 COMPETÊNCIAS

Compreender a visão multidimensional do ser-humano no processo


saúde-adoecimento.

3 CONTEÚDOS

Visão Multidimensional do ser-humano. Saúde e ambiente. Saúde e


sociedade. Qualidade de vida. Sistema Único de Saúde. Espiritualidade e Saúde.
Teoria da Complexidade. Visão sistêmica da vida. Interdisciplinaridade em saúde.
Ecologia Profunda. Processos psicológico. Tanatologia e cuidados paliativos.

4 HABILIDADES

Relacionar os princípios da teoria da complexidade, visão sistêmica da


vida e ecologia profunda à Naturologia.
Estabelecer relações entre ambiente, sociedade, aspectos psicológicos
e espirituais na
Desenvolver raciocínio clínico baseado nas teorias que abordam a
multidimensionalidade em saúde.

76
5 ATIVIDADES FORMATIVAS

Pesquisa e Interpretação de informações de dados avaliativos.


Elaboração e apresentação de trabalho acadêmico. Estudo dirigido.

6 AMBIENTES DE APRENDIZAGEM

Sala de aula. Biblioteca. Ambientes virtuais.

7 UNIDADES DE APRENDIZAGEM

7.1 Saúde e Ambiente


Carga Horária: 30 horas.

Base de Notas: NR6 / Média sete sem Av.Final ou média seis com Av.Final.
Ementa: Ecologia Profunda. Padrões de produção, consumo e suas relações com
saúde humana e ambiente. A emergência do paradigma ecológico:
fundamentação e estratégias de ação ambiental. Desenvolvimento sustentável:
conceito e factibilidade. Políticas ambientais.

7.2 Saúde e Sociedade


Carga Horária: 30 horas.

Base de Notas: NR6 / Média sete sem Av.Final ou média seis com Av.Final.
Ementa: História da saúde pública brasileira. Princípios e diretrizes do SUS.
Políticas públicas. Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares.
Principais causas de mobimortalidade na população brasileira. Os fenômenos
socioeconômicos e culturais relacionados à saúde. Estigma e discriminação. A
determinação social em saúde. A relação entre Estado e Sociedade e a
Biopolítica. Medicalização da vida e mercantilização da saúde.

77
7.3 Visão Sistêmica e Complexidade da Vida
Carga Horária: 30 horas.

Base de Notas: NR6 / Média sete sem Av.Final ou média seis com Av.Final.
Ementa: Teoria da complexidade e visão sistêmica da vida em diversas
abordagens. Estudo da conexão e a teoria geral dos sistemas.

7.4 Processos Psicológicos Básicos e Psicossomática


Carga Horária: 30 horas.

Base de Notas: NR6 / Média sete sem Av.Final ou média seis com Av.Final.
Ementa: Processos psicológicos básicos: emoção, sensação, percepção, atenção,
pensamento, memoria, linguagem, inteligência, e suas correlações com as
práticas integrativas. Princípios básicos do comportamento. Identidade e estigma.
Psicossomática.

7.5 Práticas Integrativas e Complementares no Ciclo Vital


Carga Horária: 60 horas.

Base de Notas: NR6 / Média sete sem Av.Final ou média seis com Av.Final.
Ementa: Desenvolvimento físico, cognitivo, psicossocial e vitalista nas fases da
vida. Ações e cuidados básicos em práticas integrativas na atenção à saúde nas
diferentes fases do ciclo da vida. Tanatologia e cuidados paliativos. Gênero e
sexualidade. Políticas Públicas de saúde e direitos humanos relacionados às fases
da vida.

7.6 Espiritualidade e Saúde


Carga Horária: 15 horas.

78
Base de Notas: NR6 / Média sete sem Av.Final ou média seis com Av.Final.
Ementa: Religiosidade X Espiritualidade. Noções básicas de tipos de religião
(história, filosofia, cultura). Dimensão da espiritualidade no conceito de saúde da
OMS. Estudos científicos em espiritualidade e saúde.

8 BIBLIOGRAFIA

8.1 BÁSICA
Referência Bibliográfica
ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE MEDICINA. SUS: o que você precisa saber sobre o
Sistema Único de Saúde. São Paulo: Atheneu, 2008. 254 p. ISBN
9788573795247.
BEE, Helen L. O ciclo vital. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997. 656 p. ISBN
85-7307-181-6.
BOEMER, Magali R. A morte e o morrer. São Paulo: Cortez, 1986. 135 p.
BOFF, Leonardo. Saber cuidar: ética do humano, compaixão pela terra. 10. ed.
Petrópolis: Vozes, 2004. 199 p. ISBN 8532621627.
BURKHARD, Gudrun Krökel. Tomar a vida nas próprias mãos: como trabalhar na
própria biografia o conhecimento das leis gerais do desenvolvimento humano. 3.
ed. São Paulo: Antroposófica, 2007. 237 p. ISBN 9788571221246.
CAMPOS, Gastão Wagner de Souza. Tratado de saúde coletiva. 2. ed. São
Paulo: Hucitec, 2009. 871 p. (Saúde em debate ; 170) ISBN 852710704x.
CAPRA, Fritjof. A teia da vida: uma nova compreensão científica dos sistemas
vivos. 8. ed. São Paulo: Cultrix, 2003. 256 p. ISBN 8531605563.
CAPRA, Fritjof. O ponto de mutação. 24. ed. São Paulo: Cultrix, 2003. 447 p.
ISBN 85-316-0309-9.
EIZIRIK, Cláudio L; KAPCZINSKI, Flávio; BASSOLS, Ana Margareth Siqueira
(Org.). O ciclo da vida humana: uma perspectiva psicodinâmica. Porto Alegre:
Artmed, 2001. xii, 200 p. ; 24 cm ISBN 9788573079098.
FREITAS, Carlos Machado de; PORTO, Marcelo Firpo de Souza. Saúde,
ambiente e sustentabilidade. Rio de Janeiro: Ed. FIOCRUZ, 2006. 120 p. (Temas
em saúde) ISBN 857541092X (broch.).

79
KOVÁCS, Maria Júlia (Coord.). Morte e desenvolvimento humano. 4. ed. São
Paulo: Casa do Psicólogo, 2002. 243 p. ISBN 85-85141-21-2.
KÜBLER-ROSS, Elizabeth. Sobre a morte e o morrer: o que o doentes terminais
têm para ensinar a médicos, enfermeiras, religiosos e aos seus próprios parentes.
9. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2008. 296 p. ISBN 9788578270599.
LIEVEGOED, B. C. J. Fases da vida: crises e desenvolvimento da individualidade.
2. ed. rev. São Paulo: Antroposófica, 1991. 171 p. ISBN 8571220352.
LOWEN, Alexander. A espiritualidade do corpo: bioenergética para a beleza e a
harmonia. 3. ed. São Paulo: Cultrix, 2001.
LUZ, M. T.; BARROS, N. F. Racionalidades Médicas e Práticas Integrativas e
Complementares em Saúde: estudos teóricos e empíricos. Rio de Janeiro, UERJ,
IMS, LAPPIS, 2012
MORIN, Edgar. A cabeça bem-feita: repensar a reforma, reformar o pensamento.
15. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2008. 128 p. ISBN 9788528607642.
ODUM, Eugene Pleasants. Ecologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1988.
434 p. ISBN 85-201-0249-2.
PESSINI, Leocir (Org.). Humanização e cuidados paliativos. 3. ed. São Paulo:
Loyola, 2006. xvi, 319 p. ISBN 9788515028542.
RAMOS, Denise Gimenez. A psique do corpo: uma dimensão simbólica da
doença. 3. ed. rev. e ampl. São Paulo: Summus, 2006. 238 p. ISBN 8532300529.
WARTEL, Roger. Psicossomática e psicanálise. Rio de Janeiro: J. Zahar, 1996.
97 p. (Campo Freudiano no Brasil) ISBN 85-7110-104-3.

8.2 COMPLEMENTAR
Referência Bibliográfica
BRIGANTI, Carlos R. Psicossomática: entre o bem e o mal : reflexões sobre a
identidade. São Paulo: Summus, 1999. 196 p. ; 21 cm ISBN 8532306756.
CADERNOS DE SAÚDE PÚBLICA=. Reports in public health. Rio de Janeiro:
Escola Nacional de Saúde Pública,1985-. Mensal. ISSN 0102-311X (impresso).
Disponível em :
<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=0102-311X&lng=pt&nrm=iso
>. Acesso em : 22 fev. 2001.

80
CAMPOS, Regina Helena de Freitas; GUARESCHI, Pedrinho A. Paradigmas em
psicologia social: a perspectiva latino-americana. Petrópolis: Vozes, 2000. 222 p.
(Psicologia social) ISBN 85-326-2276-3.
CIÊNCIA & SAÚDE COLETIVA. ISSN: 1678-4561. Sociedade Brasileira de Saúde
Coletiva: Rio de Janeiro, 1996. Disponível em:
http://www.cienciaesaudecoletiva.com.br/ Acesso em: 11/08/2012.
CREMA, Roberto. Saúde e plenitude: um caminho para o ser. 2. ed. São Paulo:
Summus, 1995. 269 p. (Novas buscas em psicoterapia) ISBN 85-323-0543-1.
ECOLOGIA e política mundial. Rio de Janeiro: Vozes, 1991. 183 p. (Ecologia &
Ecosofia) ISBN 85-326.0653-9.
FREITAS, Carlos Machado de; PORTO, Marcelo Firpo de Souza. Saúde,
ambiente e sustentabilidade. Rio de Janeiro: Ed. FIOCRUZ, 2006. 120 p. (Temas
em saúde) ISBN 857541092X (broch.).
INTERFACE:. comunicação, saúde, educação. Botucatu: Fundação Uni,1997-.
Trimestral. ISSN 1414-3283. Disponível em :
<http://www.scielo.br/scielo.php/script_sci_serial/pid_1414-3283/lng_pt/nrm_iso>.
Acesso em : 16 maio 2006.
JOURNAL OF NATURAL MEDICINES. ISSN: 18610293. Springer Verlag:
Alemanha, 1999. Disponível em:
http://www.springer.com/biomed/pharmaceutical+science/journal/11418 Acesso
em: 11/08/2012.
LAROCA, Sebastião. Ecologia: princípios e métodos. Petrópolis: Vozes, 1995.
197 p. ISBN 85-326-1524-4.
MELLO FILHO, Júlio de (Et. al). Psicossomática hoje. Porto Alegre: Artes Médicas
Sul, 1992. 385 p. (Biblioteca Artmed) ISBN 8573072342.
OLIVEIRA, Fátima. Bioética: uma face da cidadania. São Paulo: Moderna, 1997.
144 p. (Polêmica) ISBN 85-16-01701-X.
PENA-VEGA, Alfredo; ALMEIDA, Cleide Rita Silvério de; PETRAGLIA, Izabel
Cristina (Org.). Edgar Morin: ética, cultura e educação. 2. ed. São Paulo: Cortez,
2003. 175 p. ISBN 8524908289.

81
PETRAGLIA, Izabel Cristina. Edgar Morin: a educação e a complexidade do ser e
do saber. 7. ed. Petrópolis: Vozes, 2002. 115 p. (Educação e conhecimento) ISBN
85-326-1510-4.
SEGRE, Marco; COHEN, Claudio (Org.). Bioética. 3. ed. rev. e ampl. São Paulo:
EDUSP, 2002. 218 p. (Fac. Med.-USP 2) ISBN 8531403049.

82
APÊNDICE A: Projetos de certificações

1 DADOS DA CERTIFICAÇÃO

( X ) Estruturante ( ) Complementar ( ) Específica

Nome: Relação de interagência


Carga Horária: 120 horas.

2 COMPETÊNCIAS

Estabelecer relação terapêutica baseada na horizontalidade, dialogia,


autonomia e liberdade.

3 CONTEÚDOS

Educação em Saúde. Abordagens Humanistas na Relação de


Interagência. Entrevista terapêutica. Bioética Clínica e Social.

4 HABILIDADES

Identificar e deliberar situações de conflitos éticos.


Ouvir e exercitar a empatia.
Promover diálogo genuíno na comunicação em saúde.
Reconhecer as dificuldades pessoais existentes no processo de
tornar-se naturólogo/terapeuta.
Analisar fundamentos da relação terapêutica horizontal dialógica e
promotora da autonomia.
Identificar vicissitudes no processo de construção do papel do
naturólogo-terapeuta.
Conhecer diferentes abordagens para manejá-las de forma eficiente.

83
5 ATIVIDADES FORMATIVAS

Estudo de caso. Pesquisa e Interpretação de informações de dados


avaliativos. Elaboração e apresentação de trabalho acadêmico. Estudo dirigido.
Visita técnica.

6 AMBIENTES DE APRENDIZAGEM

Biblioteca. Ambientes virtuais. Clínica de Práticas Integrativas e


Complementares.

7 UNIDADES DE APRENDIZAGEM

7.1 Educação em Saúde


Carga Horária: 30 horas.

Base de Notas: NR6 / Média sete sem Av.Final ou média seis com Av.Final.
Ementa: Educação em saúde no processo de cuidar do indivíduo, da família e da
comunidade. Sete teses da Educação em Saúde. Metodologias de educação em
saúde. Educação como prática de liberdade. Pedagogia da autonomia. Introdução
à clínica ampliada. Projeto terapêutico singular. Anamnese na clínica ampliada. A
humanização do cuidado. Política Nacional de Humanização.

7.2 Abordagens Humanísticas na Relação de Interagência


Carga Horária: 60 horas.

Base de Notas: NR6 / Média sete sem Av.Final ou média seis com Av.Final.
Ementa: Fenomenologia do Cuidado. Dimensões do cuidado: cuidado de si,
cuidado do outro, cuidado ampliado em saúde. Abordagens Humanísticas na
Relação de Interagência. Técnicas de entrevista. Aspectos da comunicação
não-verbal.

84
7.3 Bioética Clínica e Social
Carga Horária: 30 horas.

Base de Notas: NR6 / Média sete sem Av.Final ou média seis com Av.Final.
Ementa: Ética. Bioética. Eticidade. Modelos de relação terapeuta-interagente e
suas implicações éticas. Ética dos cuidados. Ética das Virtudes. Bioética clínica
social. Deliberação em dilemas e conflitos éticos na relação terapêutica.

8 BIBLIOGRAFIA

8.1 BÁSICA
Referência Bibliográfica
BERLINGUER, Giovanni. Ética da saúde. São Paulo: HUCITEC, 1996. 136 p.
(Coleção saúde em debate 100) ISBN 85-271-0366-4.
CARDELLA, Beatriz Helena Paranhos. O amor na relação terapêutica: uma visão
gestáltica. São Paulo: Summus, 1994. 78 p. ISBN 85-323-0464-8.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática
educativa. 28. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2003. 148 p. (Coleção leitura) ISBN
8521902433.
HELLMANN, Fernando; WEDEKIN, Luana Maribele (Org.). O livro das
interagências: estudos de caso em naturologia. Tubarão: Ed. Unisul, 2008. 178 p.
LELOUP, Jean-Yves. Cuidar do ser: Fílon e os terapeutas de Alexandria. 6. ed.
Petrópolis: Vozes, 2001. 150 p. (Psicologia transpessoal) ISBN 85-326-1726-3.
MIRANDA, Clara Feldman de. Atendendo o paciente: (perguntas e respostas para
o profissional de saúde). 2.ed. Belo Horizonte: Crescer, 2002. 257 p. ISBN
858561515X.
ROGERS, Carl R.; ROSENBERG, Rachel Lea. A pessoa como centro. São Paulo:
EPU, 1977. 228 p. ISBN 85-12-60170-1.
SEGRE, Marco; COHEN, Claudio (Org.). Bioética. 3. ed. rev. e ampl. São Paulo:
EDUSP, 2002. 218 p. (Fac. Med.-USP 2) ISBN 8531403049.

85
WALDOW, Vera Regina. Cuidado humano: o resgate necessário. 3. ed. Porto
Alegre: Sagra Luzzatto, 2001. 204 p. ISBN 85-241-0570-4.

8.2 COMPLEMENTAR
Referência Bibliográfica
BARCHIFONTAINE, Christian de Paul de; PESSINI, Leocir (Org.). Bioética:
alguns desafios. São Paulo: Loyola: Centro Universitário São Camilo, 2001. 347 p.
(Bioética em perspectiva) ISBN 85-15-02264-8.
BERLINGUER, Giovanni. Questões de vida: ética, ciência, saúde. São Paulo:
HUCITEC, 1991. 218 p. (Coleção saúde em debate v. 57) ISBN 85-271-0225-0.
BIOÉTICA. Brasília, DF: Conselho Federal de Medicina,1993-2006. Semestral.
Absorvido por Revista bioética. ISSN 0104-1401. Disponível em :
<http://revistabioetica.cfm.org.br/index.php/revista_bioetica>. Acesso em : 04 out.
2000.
DALLAGNOL, Darlei. Bioética. Rio de Janeiro: J. Zahar, 2005. 58 p. (Coleção
passo-a-passo ; 55) ISBN 8571108358. Disponível em :
<http://www.portaldapesquisa.com.br/databases/sites?action=booktoc&publisher=z
ahar&db=zahar180&book_id=85-7110-835-8&chapter=000#000>. Acesso em : 08
set. 2010.
FORGHIERI, Yolanda Cintrão. Fenomenologia e psicologia. São Paulo: Cortez,
1984. 143 p.
FORTES, Paulo Antonio de Carvalho; ZOBOLI, Elma Lourdes Campos Pavone.
Bioética e saúde pública. 3. ed. São Paulo: Centro Universitário São Camilo,
2009. 167 p. (Coleção bioética em perspectiva) ISBN 9788515027026.
FREIRE, Paulo. Educação como prática de liberdade. 25. ed. Rio de Janeiro: Paz
e Terra, 2001. 158 p. ISBN 85-219-0109-7.
GOBBI, Sérgio Leonardo; MISSEL, Sinara Tozzi (Org.). Abordagem centrada na
pessoa: vocabulário e noções básicas. Tubarão: Ed. Unisul, 1998. 271 p. ISBN
8586870013.
GOLEMAN, Daniel. Mentiras essenciais, verdades simples: a psicologia da
auto-ilusão. Rio de Janeiro: Rocco, 1997. 285 p. ISBN 8532507492.

86
HEGEL, Georg Wilhelm Friedrich. Fenomenologia do espírito. 4. ed. Petrópolis:
Vozes; Bragança Paulista: Ed. Universitária São Francisco, 2007. 549 p.
(Pensamento humano) ISBN 8532627692 (Vozes).
INTERFACE:. comunicação, saúde, educação. Botucatu: Fundação Uni,1997-.
Trimestral. ISSN 1414-3283. Disponível em :
<http://www.scielo.br/scielo.php/script_sci_serial/pid_1414-3283/lng_pt/nrm_iso>.
Acesso em : 16 maio 2006.
JUSTO, Henrique. Abordagem centrada na pessoa: consensos e dimensões. São
Paulo: Vetor, 2002. 205 p. ISBN 8587516558.
MERLEAU-PONTY, Maurice. Fenomenologia da percepção : Maurice
Merleau-Ponty ; tradução Carlos Alberto Ribeiro de Moura. 2. ed. São Paulo:
Martins Fontes, 1999. 662 p. (Tópicos) ISBN 85-336-1033-5.
OLIVEIRA, Fátima. Bioética: uma face da cidadania. 4. reimp. São Paulo:
Moderna, 2000. 144 p. (Polêmica) ISBN 85-16-01701-X.
OLIVEIRA, Fátima. Bioética: uma face da cidadania. São Paulo: Moderna, 1997.
144 p. (Polêmica) ISBN 85-16-01701-X.
REVISTA BIOÉTICA. Brasília, DF: Conselho Federal de Medicina,2007-.
Quadrimestral. Fusão de ...... e ....... Bioética. ISSN 1983-8042 (impressa).
Disponível em : <http://revistabioetica.cfm.org.br/index.php/revista_bioetica>.
Acesso em : 23 maio 2011.
WEIL, Pierre. Amar e ser amado: a comunicação no amor. 27. ed. Petrópolis:
Vozes, 1998. 165 p. ISBN 85-326-0308-4.

87
APÊNDICE A: Projetos de certificações

1 DADOS DA CERTIFICAÇÃO

( ) Estruturante ( X ) Complementar ( ) Específica

Nome: Contextos de atuação em naturologia


Carga Horária: 90 horas.

2 COMPETÊNCIAS

Compreender as Práticas Integrativas e Complementares utilizadas nos


serviços de saúde coletiva, saúde do trabalhador, saúde desportiva e saúde
mental e atenção psicossocial com base no estabelecido nas políticas públicas.

3 CONTEÚDOS

Reforma psiquiátrica Brasileira e politicas públicas em saúde mental.


Estratégias de cuidado a indivíduos em sofrimento mental com as Práticas
Integrativas e Complementares. Saúde Coletiva e saúde pública. Práticas
Integrativas e complementares na promoção da saúde e prevenção de doenças e
agravos. Práticas integrativas e complementares na saúde do trabalhador e do
atleta. Terapia comunitária.

4 HABILIDADES

Analisar aspectos históricos e políticos que nortearam o


desenvolvimento da Reforma Psiquiátrica e sanitária.
Utilizar conhecimentos técnicos nos agravos da saúde do trabalhador e
do atleta;
Identificar as potencialidades das Práticas Integrativas e
Complementares na área da saúde mental, saúde coletiva, saúde do trabalhador,
saúde desportiva e na terapia comunitária.

88
Desenvolver atividades de prevenção e inserção social de indivíduos em
sofrimento psíquico.
Atuar nas comunidades e instituições públicas e privadas, na
perspectiva da valorização do autoconhecimento e autocuidado como recurso de
transformação pessoal e social.

5 ATIVIDADES FORMATIVAS

Estudo de caso. Pesquisa e Interpretação de informações e dados.


Elaboração e apresentação de trabalho acadêmico. Estudo dirigido.

6 AMBIENTES DE APRENDIZAGEM

Biblioteca. Ambientes virtuais. Salas de aula.

7 UNIDADES DE APRENDIZAGEM

7.1 Práticas Integrativas e Complementares na Saúde Coletiva e Saúde Mental


Carga Horária: 30 horas.

Base de Notas: NR6 / Média sete sem Av.Final ou média seis com Av.Final.
Ementa: Projeto de Interação social (intervenção) com Práticas Integrativas e
complementares aplicadas à promoção da saúde, educação em saúde e
prevenção de doenças. Desenvolvimento histórico e bases filosóficas estruturantes
da Reforma Psiquiátrica e das políticas públicas em saúde mental.
Fundamentação teórica básica sobre os benefícios das Práticas Integrativas e
Complementares na área da saúde mental.

7.2 Práticas Integrativas e Complementares na Saúde Desportiva e do


Trabalhador
Carga Horária: 30 horas.

89
Base de Notas: NR6 / Média sete sem Av.Final ou média seis com Av.Final.
Ementa: Enfermidades crônicas não transmissíveis e estresse oxidativo no
esporte. Transtornos emocionais e mentais comuns no esporte. Lesões
desportivas principais. Métodos e técnicas em saúde desportiva com práticas
integrativas e complementares.
Principais determinantes do processo saúde-doença dos trabalhadores. Perfil dos
principais agravos e doenças ocupacionais. Qualidade de vida do trabalhador.
Métodos e técnicas de intervenção com práticas integrativas na qualidade de vida
do trabalhador.

7.3 Terapia Comunitária e Atendimento em Grupo na Naturologia


Carga Horária: 30 horas.

Base de Notas: NR6 / Média sete sem Av.Final ou média seis com Av.Final.
Ementa: A trajetória da terapia comunitária (TC). Definições, objetivos e
pressupostos da TC. Fundamentos teóricos da terapia comunitária: pensamento
sistêmico, teoria da comunicação, resiliência, antropologia cultural, ação-reflexão
de Paulo Freire. Atendimento em grupo na naturologia.

8 BIBLIOGRAFIA

8.1 BÁSICA
Referência Bibliográfica
AMARANTE, Paulo. Saúde mental e atenção psicossocial. Rio de Janeiro: Ed.
FIOCRUZ, 2007. 117 p. (Temas em saúde) ISBN 9788575411353 (broch.).
BAREMBLITT, Gregório Franklin (Org.). Grupos: teoria e técnica. 2. ed. Rio de
Janeiro: Graal, 1994. 219 p. (Biblioteca de psicanálise e sociedade. IBRAPSI -
GRAAL ; v. 1)
CAMPOS, Gastão Wagner de Souza. Tratado de saúde coletiva. 2. ed. São
Paulo: Hucitec, 2009. 871 p. (Saúde em debate ; 170) ISBN 852710704x.

90
DEJOURS, Christophe. A banalização da injustiça social. 5. ed. Rio de Janeiro:
FGV, 2003. 158 p. ISBN 85-225-0266-8
HÜLLEMANN, K D (Org.) Medicina esportiva: clínica e prática. São Paulo: EPU,
1978. 414 p.
OLIVEIRA, Alice G. Bottaro de; VIEIRA, Marcos A. Moura; ANDRADE, Socorro de
Maria R. Saúde mental na saúde da família: subsídios para o trabalho
assistencial. São Paulo: Olho DÁgua, 2006. 71 p. (Saúde mental ; 1) ISBN
8576420090.
OSÓRIO, Luiz Carlos. Grupos: teorias e práticas : acessando a era da
grupalidade. Porto Alegre: Artmed, 2000. 210 p. ISBN 85-7307-684-4.
POLÍTICAS públicas de/para/com juventudes. 2. ed. Brasília, DF: UNESCO, 2004.
304 p. ISBN 8576520176.
RIVOLTA, Marilene Grandesso Miriam ( Org ). Terapia Comunitaria Tecendo
Redes para a Transformação. São Paulo: Casa do Psicologo, 2012.
SILVA, Shirley; VIZIM, Marli (Org.). Políticas públicas: educação, tecnologias e
pessoas com deficiências. Campinas: Mercado de Letras, 2003. 256 p. (Coleção
leituras no Brasil) ISBN 8575910116.

8.2 COMPLEMENTAR
Referência Bibliográfica
ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE MEDICINA. SUS: o que você precisa saber sobre o
Sistema Único de Saúde. São Paulo: Atheneu, 2008. 254 p. ISBN
9788573795247.
BERLINGUER, Giovanni. Ética da saúde. São Paulo: HUCITEC, 1996. 136 p.
(Coleção saúde em debate 100) ISBN 85-271-0366-4.
BRASIL. Saúde do trabalhador. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2002. 66 p.
(Cadernos de atenção básica : programa saúde da família ; v. 5) ISBN
8533403682.
CARDOSO, Jair José. A saúde mental do idoso no município de Içara: a
construção de novos paradigmas. 1997. 72 p. Monografia (Pós-Graduação em
Psicologia e Saúde Coletiva) - Universidade do Sul de Santa Catarina.

91
CIÊNCIA & SAÚDE COLETIVA. ISSN: 1678-4561. Sociedade Brasileira de Saúde
Coletiva: Rio de Janeiro, 1996. Disponível em:
http://www.cienciaesaudecoletiva.com.br/ Acesso em: 11/08/2012.
HELLMANN, Fernando; WEDEKIN, Luana Maribele; DELLAGIUSTINA, Marilene
(Org.). Naturologia aplicada: reflexões sobre saúde integral. Tubarão: Ed. Unisul,
2008. 133 p.
INTERFACE:. comunicação, saúde, educação. Botucatu: Fundação Uni,1997-.
Trimestral. ISSN 1414-3283. Disponível em :
<http://www.scielo.br/scielo.php/script_sci_serial/pid_1414-3283/lng_pt/nrm_iso>.
Acesso em : 16 maio 2006.
JACQUES, Maria da Graça Corrêa; CODO, Wanderley (Org.). Saúde mental &
trabalho: leituras. Petrópolis: Vozes, 2007 420 p. ISBN 9788532626592.
JOURNAL OF ALTERNATIVE AND COMPLEMENTARY MEDICINE. ISSN:
10755535. Mary Ann Liebert Inc.: Estados Unidos, 1995. Disponível em:
http://www.liebertpub.com/acm/ Acesso em: 11/08/2012.
MAENO, Maria. Saúde do trabalhador no SUS: aprender com o passado,
trabalhar o presente, construir o futuro. São Paulo: Hucitec, 2005. 314 p. + 1 DVD
(Saúde em debate; 165) ISBN 8527106876.
SAÚDE mental da mulher. São Paulo: Atheneu, 2004. 281 p. (Psicologia,
psiquiatria e psicanálise) ISBN 8573796480.

92
APÊNDICE A: Projetos de certificações

1 DADOS DA CERTIFICAÇÃO

( X ) Estruturante ( ) Complementar ( ) Específica

Nome: Massoterapia
Carga Horária: 60 horas.

2 COMPETÊNCIAS

Desenvolver sensibilidade e raciocínio clínico baseado na teoria e


prática da massoterapia sueca, visando análise, intervenção prática e
desenvolvimento humano, considerando as características individuais e os
diferentes contextos de aplicação.

3 CONTEÚDOS

Aspectos histórico e cultural da massagem sueca. Legislação do uso


dos recursos manuais no Brasil. Fundamentação teórica e práticas da massagem
Sueca. Indicações, cuidados e contraindicações gerais da massagem Sueca.

4 HABILIDADES

Relacionar os conhecimentos de anatomia e fisiologia ocidentais


aplicados a massagem Sueca.
Identificar a ação terapêutica da técnica de massagem Sueca no
organismo e sua aplicabilidade clínica.
Avaliar a aplicabilidade da técnica nas diversas situações onde elas
serão indicadas.

93
5 ATIVIDADES FORMATIVAS

Estudo de caso. Pesquisa e Interpretação de informações e dados.


Elaboração e apresentação de trabalho acadêmico. Estudo dirigido. Aplicação
prática das técnicas.

6 AMBIENTES DE APRENDIZAGEM

Sala de aula prática. Acervo da biblioteca. Ambientes virtuais. Clínica de


Práticas Integrativas e Complementares.

7 UNIDADES DE APRENDIZAGEM

7.1 Massagem Sueca


Carga Horária: 60 horas.

Base de Notas: NR6 / Média sete sem Av.Final ou média seis com Av.Final.
Ementa: Aspectos históricos e culturais do desenvolvimento dos recursos manuais
no Ocidente e Oriente. Legislação do uso dos recursos manuais no Brasil.
Fundamentação teórica dos recursos manuais. Abordagem anatômica, fisiológica
e energética dos recursos manuais.Fundamentação teórica da massagem Sueca.
Manobras e suas funções. Componentes da massagem Sueca. Efeitos
terapêuticos da massagem Sueca. Indicações, cuidados e contra-indicações
gerais. Apresentação e higiene pessoal. Cuidados durante o atendimento com a
massagem Sueca. Aplicação prática.
Pré-Requisito da Unidade de Aprendizagem

Manutenção do Corpo

8 BIBLIOGRAFIA

8.1 BÁSICA
Referência Bibliográfica

94
CASSAR, Mario-Paul. Massagem: curso completo. São Paulo: Manole, 2001. 157
p. ISBN 85-204-0798-6.
CLAY, James H.; POUNDS, David M. Massoterapia clínica: integrando anatomia
e tratamento. 1. ed. São Paulo: Manole, 2003. 412 p. ISBN 8520417752.
MONTAGU, Ashley. Tocar: o significado humano da pele. 9. ed. São Paulo:
Summus, 1988. 427 p. (Novas buscas em psicoterapia ; v. 34) ISBN
85-323-0308-0.

8.2 COMPLEMENTAR
Referência Bibliográfica
ALTERNATIVE MEDICINE REVIEW. ISSN: 10895159. Thorne Reasearch Inc.:
United States of America, 1996. Disponível em: http://altmedrev.com/
http://altmedrev.com/ Acesso em: 11/08/2012.
BENTLEY, Eilean. Massagem da cabeça: passo a passo. São Paulo: Manole,
2001. 143 p. ISBN 8520411126.
BROWN, Denise Whichello. Massagem terapêutica: introdução prática. São
Paulo: Manole, 2001. 112 p. ISBN 85-204-0924-5.
CAMPADELLO, Pier. Massagem infantil: carinho, saúde e amor para o seu bebê,
método shantala. 3. ed. São Paulo: Madras, 2000. 162 p. ISBN 8573741430.
CHERES, Gaya Garaudy. Massagem e automassagem: oriental e ocidental,
curativa e estética. São Paulo: Hemus, 1985. 154 p.
KELEMAN, Stanley. Anatomia emocional. São Paulo: Summus, 1992. 174 p.
ISBN 85-323-0379-X.
MITCHELL, Stewart. A massagem terapêutica. Lisboa: Estampa, 1994. 175 p.
ISBN 9723309734.
SHEN, Peijian. Massagem para alívio da dor: passo a passo. São Paulo: Manole,
1999. 143 p. ISBN 85-204-0789-7.
SINCLAIR, Marybetts. Massoterapia pediátrica. 2. ed. Barueri: Manole, 2008. xvi,
215 p. :

95
APÊNDICE A: Projetos de certificações

1 DADOS DA CERTIFICAÇÃO

( X ) Estruturante ( ) Complementar ( ) Específica

Nome: Naturoterapia
Carga Horária: 270 horas.

2 COMPETÊNCIAS

Desenvolver sensibilidade e raciocínio clínico baseado nas teorias,


técnicas avaliativas e de intervenções naturoterapeuticas, visando análise,
intervenção prática e desenvolvimento humano, considerando as características
individuais e os diferentes contextos de aplicação.

3 CONTEÚDOS

Princípios de Naturoterapia. Hidroterapia. Geoterapia. Iridologia.


Trofologia e Trofoterapia.

4 HABILIDADES

Avaliar o estado de saúde de indivíduos através da Iridologia.


Aplicar métodos avaliativos, diagnósticos e terapêuticos em Geoterapia
e Hidroterapia sob ótica técnica e ética.
Indicar uso de elementos da Natureza (água, argila) no cuidado à
saúde.
Orientar cuidados alimentares sob aspecto qualitativo.
Avaliar eficácia do tratamento complementar natural em saúde.
Relacionar as Terapias Naturais à saúde Humana, ambiental e social.

96
5 ATIVIDADES FORMATIVAS

Estudo de caso. Pesquisa e Interpretação de informações de dados


avaliativos. Elaboração e apresentação de trabalho acadêmico. Estudo dirigido.
Visita técnica.

6 AMBIENTES DE APRENDIZAGEM

Biblioteca. Ambientes virtuais. Clínica de Praticas Integrativas e


Complementares.

7 UNIDADES DE APRENDIZAGEM

7.1 Princípios de Naturoterapia


Carga Horária: 30 horas.

Base de Notas: NR6 / Média sete sem Av.Final ou média seis com Av.Final.
Ementa: Introdução à Terapia Natural. Aspectos éticos da Terapia Natural em
Saúde. Terapias Naturais e sua Relação com a Saúde Humana, Social e
Ambiental. Homotoxicologia.

7.2 Iridologia e Irisdiagnose


Carga Horária: 60 horas.

Base de Notas: NR6 / Média sete sem Av.Final ou média seis com Av.Final.
Ementa: Conceitos, histórico, anatomia dos olhos e da íris. A íris e suas cores,
constituição, densidade e textura. Os órgãos do corpo através da íris. Os mapas
topográficos da íris. Sinais iridológicos. Iridologia Clássica, Iridologia Alemã.
Irisdiagnose e as Terapias Naturais. Pupilologia, Esclerologia. Estudos
contemporâneos em Iridologia.

97
7.3 Hidroterapia
Carga Horária: 45 horas.

Base de Notas: NR6 / Média sete sem Av.Final ou média seis com Av.Final.
Ementa: Histórico da Hidroterapia. A água na natureza e suas formas de poluição.
Propriedades físicas e químicas da água. Fundamentos fisiológicos e efeitos da
Hidroterapia. Técnicas de aplicação: indicações, contra-indicações e cuidados.
Aspectos energéticos ligados à Hidroterapia. Crenoterapia, Talassoterapia, Água
Imantada e Crioterapia.
Pré-Requisito da Unidade de Aprendizagem

Integração e Coordenação
7.4 Trofologia e Trofoterapia
Carga Horária: 60 horas.

Base de Notas: NR6 / Média sete sem Av.Final ou média seis com Av.Final.
Ementa: Histórico do Sistema Agroalimentar. Alimentos Orgânicos e sua Relação
com a Saúde Humana, Social e Ambiental. Padrões de Alimentação com Base nas
diferentes filosofias e religiões. Introdução aos conceitos básicos de nutrição
humana. Energia e caloria. Estudo dos nutrientes (macro e micro nutrientes):
propriedades, funções, fontes, necessidades e recomendações. Valor nutricional
dos alimentos: (proteínas, carboidratos, lipídios, vitaminas, minerais e água).
Nutrição nas diferentes fases da vida. A abordagem Terapêutica da Nutrição
dentro do enfoque qualitativo da Naturologia.

7.5 Geoterapia
Carga Horária: 45 horas.

98
Base de Notas: NR6 / Média sete sem Av.Final ou média seis com Av.Final.
Ementa: Aspectos históricos da geoterapia. Normas de Biossegurança.
Manipulação prática da massa de argila. Fundamentos teóricos de geoterapia.
Revisão da estrutura química e geológica da argila. Tipos de argilas. Reação do
elemento mineral e a água. Reação massa coloidal e pele. Modalidades básicas.
Precauções, indicações e contra-indicações. Efeitos terapêuticos. Teoria da
técnica e aplicação prática. Avaliação fisiognomônica através da Geoterapia.

7.6 Princípios de Antroposofia


Carga Horária: 30 horas.

Base de Notas: NR6 / Média sete sem Av.Final ou média seis com Av.Final.
Ementa: A Medicina Antroposófica. Os 4 Reinos e os 4 temperamentos. A
tetramembração do ser humano. A trimembração do organismo humano. Os
Setênios e a visão Duodecimal do ser-humano. Princípios da Medicina
antroposófica. Salutogênese.

8 BIBLIOGRAFIA

8.1 BÁSICA
Referência Bibliográfica
AZEVEDO, Elaine de. Alimentos orgânicos: ampliando os conceitos de saúde
humana, ambiental e social. 2. ed. rev. e ampl. Tubarão: Ed. Unisul, 2006. 267 p.
ISBN 8586870447.
AZEVEDO, Elaine de. Trofoterapia e nutracêutica: dietas e orientações
nutricionais com base nas medicinas tradicional e complementar. Blumenau: Nova
Letra, 2007. 250 p. ;
BATELLO, Celso Fernandes. Iridologia e irisdiagnose: (o que os olhos podem
revelar). 2. ed. São Paulo: Ground, 1999. 269 p. ISBN 85-7187-143-4.

99
CARVALHO, Paulo Roberto Carlos de. Medicina ortomolecular: um guia completo
sobre os nutrientes e suas propriedades terapêuticas. Rio de Janeiro: Nova Era,
2002. 441 p. ISBN 8501057525.
DALLA VIA, Gudrun. A hidroterapia: a cura pela água. Lisboa: Estampa, 2000.
172 p. (Coleção medicinas alternativas ; 34) ISBN 9723312409.
EDER, Angelika. Talassoterapia em casa. São Paulo: Pensamento, 2003. 142 p.
ISBN 8531513081.
GIBNEY, Michael J. Nutrição clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007.
xxi, 440 p. ISBN 8527712520.
HELLMANN, Fernando; WEDEKIN, Luana Maribele; DELLAGIUSTINA, Marilene
(Org.). Naturologia aplicada: reflexões sobre saúde integral. Tubarão: Ed. Unisul,
2008. 133 p.
LANZ, Rudolf. Antroposofia, ciência espiritual moderna: Rudolf Steiner e a
constituição da Sociedade Antroposófica Universal. 2. ed. São Paulo:
Antroposófica, 1999. 138 p. ISBN 85-7122-110-3.
LEZAETA ACHARAN, Manuel. Iridologia: a iris revela sua saúde. São Paulo:
Hemmus, 2002. 195 p. ISBN 8528902293.
MEDEIROS, Graciela Mendonça da Silva de. Geoterapia: teorias e mecanismos
de ação : um manual teórico - prático. Tubarão: Ed. Unisul, 2007. 111 p. ISBN
8586870521.
MEDEIROS, Graciela Mendonça da Silva de. Geoterapia: teorias e mecanismos
de ação : um manual teórico - prático. Tubarão: Ed. Unisul, 2007. 111 p. ISBN
8586870521.
VAITSMAN, Delmo S.; VAITSMAN, Mauro Santiago. Água mineral. Rio de
Janeiro: Iterciência; 2005. 219 p. (Interdisciplinar) ISBN 857193116x.
WOLFF, Otto. O que comemos, afinal?: indicações práticas para uma nova
consciência em alimentação. São Paulo: Antroposófica, 2000. 112 p. ISBN
85-7122-120-0.

8.2 COMPLEMENTAR
Referência Bibliográfica

100
ALTERNATIVE MEDICINE REVIEW. ISSN: 10895159. Thorne Reasearch Inc.:
United States of America, 1996. Disponível em: http://altmedrev.com/
http://altmedrev.com/ Acesso em: 11/08/2012.
BONTEMPO, Márcio. Medicina natural. São Paulo: Nova Cultural, 2000. 584 p.
ISBN 8571236380.
COURY, Soraya Vidya Terra. Nutrição vital: uma abordagem holística da
alimentação e saúde. Brasília, DF: LGE, 2004. 282 p. ISBN 8572381384.
Hermógenes. Saúde na terceira idade: saúde no jovem, obra da natureza, saúde
no idoso, obra de arte. 8. ed. Rio de Janeiro: Record, 1997. 347 p. (Nova era)
ISBN 85-01-04556-X.
IOVINE, John. Kirlian photography: a hands-on guide. Blue Ridge Summit, PA:
c1994. viii, 136 p. + 1 CD-ROM ISBN 0830644571 (pbk).
JOURNAL OF ALTERNATIVE AND COMPLEMENTARY MEDICINE. ISSN:
10755535. Mary Ann Liebert Inc.: Estados Unidos, 1995. Disponível em:
http://www.liebertpub.com/acm/ Acesso em: 11/08/2012.
JOURNAL OF NATURAL MEDICINES. ISSN: 18610293. Springer Verlag:
Alemanha, 1999. Disponível em:
http://www.springer.com/biomed/pharmaceutical+science/journal/11418 Acesso
em: 11/08/2012.
KHALSA, Gurudharm Singh. Iridologia integrada: a ciência e a arte da revelação
do holograma humano. São Paulo: Madras, 2006. 343 p. ISBN 8573746580.
MULLER, Rui Carlos; PÉRES, Schyrlei Fidalgo. Terapias da natureza: para
iniciar-se na alimentação macrobiótica. 4. ed. Porto Alegre: Silgraf, [19--]. 74 p.
VASCONCELOS, Eymard Mourão. A saúde nas palavras e nos gestos: reflexões
da rede de educação popular e saúde. São Paulo: Hucitec, 2001. 281 p. (Saúde
em debate; 140) ISBN 8527105667.
WHITNEY, Eleanor Noss. Nutrição. São Paulo: Cengage Learning, 2008. 1 v.
ISBN 9788522105991.

101
APÊNDICE A: Projetos de certificações

1 DADOS DA CERTIFICAÇÃO

( X ) Estruturante ( ) Complementar ( ) Específica

Nome: Plantas medicinais e fitoterapia


Carga Horária: 120 horas.

2 COMPETÊNCIAS

Promover diálogos entre diferenças socioculturais no uso de plantas


medicinais e fitoterapia.
Oreintar uso seguro de plantas medicinais no tratamento complementar
em saúde;
Desenvolver ações de avaliação dos tratamentos com plantas
medicinais;
Atuar na educação em saúde com plantas medicinais.

3 CONTEÚDOS

Introdução à Fitoterapia. Legislação e Políticas Públicas em Fitoterapia.


Aspectos botânicos e etnobôtanicos das plantas medicianis e aromáticas.
Aspectos Agronômicos e Beneficiamento das Plantas Medicinais e aromáticas.
Noções de Farmacotécnica, fitoquímica e farmacologia aplicada às plantas
medicinais. Toxicologia, efeitos adversos e interações medicamentosas das
Plantas Medicinais e aromáticas. Fitoterapia Clínica (nos diversos sistemas
orgânicos e especialidades). Educação em Saúde e Plantas Medicinais.
Conhecimentos tradicionais, populares e culturais em plantas medicinais.

4 HABILIDADES

Relacionar aspectos agronômicos, botânicos, farmacológicos e clínicos

102
das plantas medicinais.
Descrever os diferentes estilos de pensamentos em Fitoterapia
(Popular, Científico e Tradicional).
Explicar as formas de uso terapêutico das plantas medicinais.
Interpretar os aspectos éticos e legais no âmbito da fitoterapia.
Listar principais plantas tóxicas e seus efeitos no organismo humano.
Utilizar as plantas medicinais e aromáticas na promoção da saúde.
Avaliar resultados da aplicação através de instrumentos específicos às
práticas.

5 ATIVIDADES FORMATIVAS

Estudos de casos. Pesquisa e Interpretação de informações e dados.


Elaboração e apresentação de trabalhos acadêmicos. Estudos dirigidos. Visitas
técnicas.

6 AMBIENTES DE APRENDIZAGEM

Biblioteca. Ambientes virtuais. Clínica de Praticas Integrativas e


Complementares. Horto de Plantas Medicinais.

7 UNIDADES DE APRENDIZAGEM

7.1 Introdução à Fitoterapia e Plantas Medicinais


Carga Horária: 60 horas.

103
Base de Notas: NR6 / Média sete sem Av.Final ou média seis com Av.Final.
Ementa: História e Conjuntura atual do uso das Plantas Medicinais e aromáticas.
Aspectos Legais e Éticos da Fitoterapia e Aromaterapia. Vigilância Sanitária no
uso das Plantas Medicinais. Legislação e Política Nacional de Fitoterapia do
Sistema Único de Saúde. Conceitos básicos da Fitoterapia. Educação em saúde e
plantas medicinais. Os diferentes estilos de pensamento em plantas medicinais
(popular, medicinas tradicionais, científico). Aspectos Botânicos e Agronômicos
das Plantas Medicinais e Aromáticas. Noções em Farmacotécnica, Fitoquímica e
Farmacologia aplicada. Princípios ativos das Plantas Medicinais.

7.2 Plantas Medicinais e Fitoterapia na Atenção à Saúde


Carga Horária: 60 horas.

Base de Notas: NR6 / Média sete sem Av.Final ou média seis com Av.Final.
Ementa: Principais plantas tóxicas e seus efeitos na saúde humana. Tratamento e
terapêutica dos distúrbios dos sistemas orgânicos com as Plantas medicinais.
Formulações terapêuticas segundo parâmetros tradicionais e científicos. Uso
seguro de plantas medicinais no âmbito clínico. Identificação das Plantas
Nutracêuticas e propriedades Funcionais nos Sistemas Orgânicos. Plantas
Nutracêuticas aplicadas à Função Nutricional.

8 BIBLIOGRAFIA

8.1 BÁSICA
Referência Bibliográfica
ARAUJO, Melvina A. M. Das ervas medicinais à fitoterapia. Cotia: Ateliê, 2002.
157 p. ISBN 8574801399.
BRASIL Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos
Estratégicos. A fitoterapia no SUS e o programa de pesquisas de plantas
medicinais da Central de Medicamentos. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2006.
147 p. (Serie B. Textos básicos de saúde) ISBN 8533411871.

104
FERRO, Degmar. Fitoterapia: conceitos clínicos. São Paulo: Atheneu, 2008. xxiii,
502 p. + 1 CD-ROM ISBN 9788573798241.
LEITE, João Paulo Viana (Ed.). Fitoterapia: bases científicas e tecnológicas. São
Paulo: Atheneu, 2009. 328 p. ISBN 9788573792379 (enc.).
LORENZI, Harri; MATOS, F. J. de Abreu. Plantas medicinais no Brasil: nativas e
exóticas. 2. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum de Estudos da Flora, 2008. 512
p. ISBN 8586714283.
SILVA JÚNIOR, Antônio Amaury. Plantas medicinais, caracterização e cultivo.
Florianópolis: Epagri, 1994. 71 p. (Boletim técnico 68) ISBN 0100-7416.

8.2 COMPLEMENTAR
Referência Bibliográfica
BOLETIN LATINOAMERICANO Y DEL CARIBE DE PLANTAS MEDICINALES y
AROMATICAS. Universidad Santiago do Chile: Chile, 2008. Disponível em:
http://www.blacpma.usach.cl/ http://altmedrev.com/ Acesso em: 11/08/2012.
BOTSARIS, Alexandros Spyros. Fitoterapia chinesa e plantas brasileiras. 3. ed.
São Paulo: Ícone, 2007. 550 p. ISBN 9788527409346.
CAMARGO, Maria Thereza Lemos de Arruda. Plantas medicinais e de rituais
afro-brasileiros I. São Paulo: Almed, 1988. 97 p.
CAMARGO, Maria Thereza Lemos de Arruda. Plantas medicinais e de rituais
afro-brasileiros II: estudo etnofarmacobotânico. São Paulo: Ícone, 1998. 232 p.
ISBN 85-274-0545-8.
CASTRO, Luiz Osório de; CHEMALE, Vera Maria. Plantas medicinais,
condimentares e aromáticas: descrição e cultivo. Guaíba: Agropecuária, 1995.
195 p.
CORR-A, Anderson Domingues; SIQUEIRA-BATISTA, Rodrigo; QUINTAS, Luis
Eduardo M. Plantas medicinais: do cultivo à terapêutica. 2. ed. Petrópolis: Vozes,
1999. 246 p. ISBN 85-326-1995-9.
DI STASI, Luiz Claudio (Org.). Plantas medicinais: arte e ciência, um guia de
estudo interdisciplinar. São Paulo: Ed. UNESP, 1996. 230 p. ISBN 85-7139-117-3.
ELDIN, Sue; DUNFORD, Andrew. Fitoterapia: na atenção primária à saúde. São
Paulo: Manole, 2001. 163 p. ISBN 85-204-1021-9.

105
FRANCO, Luiz Carlos Leme; LEITE, Roberto Cesar. Fitoterapia para mulher.
Curitiba: Corpo Mente, 2004. 375 p. ISBN 8585844655.
HEINZEN, Lilian Farias. Fitoterapia: cuidados necessários para a saúde das
famílias. 2005. [6] f. Monografia (Pós-Graduação em Saúde Saúde) - Universidade
do Sul de Santa Catarina.
KIM, Daniel Son. Fitoterapia: receitas para tratamento. São Paulo: Dong Yang,
[200?]. 328 p. ISBN 8588382016.
PLANTAS MEDICINAIS, CARACTERIZAÇÃO E CULTIVO. Florianópolis:
Epagri,1994-. Irregular. ISSN 0100-7416.
SAAD, Glaucia de Azevedo; LÉDA, Paulo Henrique de Oliveira; SÁ, Ivone Manzali
de; SEIXLACK, Antonio Carlos de Carvalho. Fitoterapia contemporânea; tradição
e ciência na prática clínica. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. xix, 402 p. ISBN
9788535232417 (broch).
SCHULZ, Volker; HÄNSEL, Rudolf; TYLER, Varro E. Fitoterapia racional: um guia
de fitoterapia para ciências da saúde. 4. ed. São Paulo: Manole, 2002. xix, 386 p.
ISBN 8520409903.
WAGNER, Hildebert; WIESENAUER, Markus. Fitoterapia: fitofármacos,
farmacologia e aplicações clínicas . 2. ed. São Paulo: Pharmabooks, 2006. 424 p.
ISBN 8589731057.
YUNES, Rosendo A.; CALIXTO, João Batista (Ed.). Plantas medicinais sob a ótica
da química medicinal moderna: métodos de estudo, fitoterápicos e fitofármacos,
biotecnologia, patente. Chapecó: Argos, 2001. 523 p. ISBN 85-7535-002-1.

106
APÊNDICE A: Projetos de certificações

1 DADOS DA CERTIFICAÇÃO

( ) Estruturante ( X ) Complementar ( ) Específica

Nome: Práticas de intervenção corpo-mente


Carga Horária: 90 horas.

2 COMPETÊNCIAS

Aplicar práticas de intervenção corpo-mente fundamentadas nas


tradições indiana, chinesa e nas perspectivas e técnicas ocidentais.

3 CONTEÚDOS

Abordagem antropológica do corpo. Abordagem bionergética e


simbólica do corpo. Técnicas de respiração, relaxamento, meditação e
visualização criativa. Yoga. Tai Chi Chuan. Lian Gong.

4 HABILIDADES

Reconhecer as técnicas corporais como elementos constituídos pela


cultura e história.
Analisar o próprio corpo através de uma perspectiva corpo/mente,
especificamente a perspectiva bioenergética.
Investigar associações simbólicas do corpo em diversas culturas.
Identificar estratégias de ampliação da percepção e consciência
corporal.
Reconhecer tipos de relaxamento, meditação e visualização.
Analisar aspectos fisiológicos e benefícios da respiração consciente e
profunda, do relaxamento, da meditação e da visualização.
Elaborar uma visualização para um fim específico.

107
Compreender o yoga como sistema que integra corpo/mente e alma.
Aplicar as sequências básicas de tai chi chuan e Lian Gong.

5 ATIVIDADES FORMATIVAS

Auto-observação através de diário de percepção do corpo-consciência.


Leitura bioenergética e simbólica do corpo. Exercícios práticos das técnicas
corporais abordadas.

6 AMBIENTES DE APRENDIZAGEM

Clínica de Praticas Integrativas e Complementares. Sala prática de


arteterapia. Sala de vivências. Sala de aula.

7 UNIDADES DE APRENDIZAGEM

7.1 Práticas de Intervenção Corpo-Mente Ocidentais e Yoga


Carga Horária: 60 horas.

Base de Notas: NR6 / Média sete sem Av.Final ou média seis com Av.Final.
Ementa: Noção de técnica corporal, de Marcel Mauss. Antropologia do corpo.
Leitura bionergética do corpo. Leitura simbólica do corpo. Técnicas de respiração,
relaxamento, meditação e visualização criativa. Introdução ao Yoga.

7.2 Práticas de Intervenção Corpo-Mente Chinesas


Carga Horária: 30 horas.

Base de Notas: NR6 / Média sete sem Av.Final ou média seis com Av.Final.
Ementa: Sequências básicas em Tai chi chuan e Lian Gong.

108
8 BIBLIOGRAFIA

8.1 BÁSICA
Referência Bibliográfica
DYCHTWALD, Ken. Corpomente: uma síntese dos caminhos do oriente e do
ocidente para a autoconsciência, saúde e crescimento pessoal. São Paulo:
Summus, 1984. 278 p.
LEE, Maria Lucia. Lian Gong em 18 terapias: forjando um corpo saudável,
ginástica chinesa do Dr. Zhuang Yuen Ming. São Paulo: Pensamento, 1997. 126
p. ISBN 85-315-1024-4.
LELOUP, Jean-Yves. O corpo e seus símbolos: uma antropologia essencial. 12.
ed. Petrópolis: Vozes, 2009. 133 p. (Coleção UNIPAZ) ISBN 9788532619853.
RAMOS, Denise Gimenez. A psique do corpo: uma dimensão simbólica da
doença. 3. ed. rev. e ampl. São Paulo: Summus, 2006. 238 p. ISBN 8532300529.
Rajneesh. Meditação: a arte do êxtase. 9. ed. São Paulo: Cultrix, 1997. 215 p.
SEVERINO, Roque Enrique. Tai chi chuan: por uma vida longa e saudável. 5. ed.
São Paulo: Ícone, 1994. 159 p. :

8.2 COMPLEMENTAR
Referência Bibliográfica
ACADEMIA CHINESA DE ARTES MARCIAIS. Tai chi chuan: uma variação do
kung fu. São Paulo: Ícone, 1995. 94 p. ISBN 85-274-0350-1.
CHINESE MEDICINE. ISSN: 17498546. BioMed Central: United Kingdom, 2006.
Disponível em: http://www.cmjournal.org/ Acesso em: 11/08/2012.
DUNNE, Desmond. Yoga ao alcance de todos: como ter vida longa e feliz. São
Paulo: Pensamento, [19--?] 143 p.
Hermógenes. Yoga para nervosos. 32. ed. Rio de Janeiro: Record, 1997. 387 p.
(Nova Era) ISBN 85-01-00547-9.
Hermógenes. Yoga: paz com a vida, logoterapia para nervosos. 9. ed. Rio de
Janeiro: Nova Era, 1997. 248 p. ISBN 85-01012-88-2.

109
INDIAN JOURNAL OF TRADITIONAL KNOWLEDGE. ISSN: 09725938. National
Institute of Science Communication and Information Resources: Índia, 2008.
Disponível em:
http://www.niscair.res.in/sciencecommunication/researchjournals/rejour/ijtk/ijtk0.as
p Acesso em: 11/08/2012.
KELEMAN, Stanley. O corpo diz sua mente. São Paulo: Summus, 1996. 133p.
ISBN 8532305660.
LEWIS, Paul; RUBENSTEIN, David. O corpo humano. São Paulo:
Melhoramentos, 1974. 156 p. (Prisma ;6)
LOWEN, Alexander. O corpo em terapia: a abordagem bioenergética. 4. ed. São
Paulo: Summus, 1977. 342 p.
LOWEN, Alexander. O corpo traído. 6. ed. São Paulo: Summus, 1979. 271 p.
NUNES, Antônio Vidal. Corpo, linguagem e educação dos sentidos no
pensamento de Rubem Alves. São Paulo: Paulus, 2008. 216 p. (Pedagogia e
educação) ISBN 9788534928359.
WEIL, Pierre; TOMPAKOW, Roland. O corpo fala: a linguagem silenciosa da
comunicação não-verbal. 57. ed. Petrópolis: Vozes, 2004. 288 p. ISBN
8532602088.

110
APÊNDICE A: Projetos de certificações

1 DADOS DA CERTIFICAÇÃO

( ) Estruturante ( ) Complementar ( X ) Específica

Nome: Trabalho de conclusão de curso em naturologia


Carga Horária: 150 horas.

2 COMPETÊNCIAS

Desenvolver pesquisa em Naturologia que resulte em artigo científico.

3 CONTEÚDOS

A pesquisa em naturologia. Tipos de estudo em naturologia.


Metodologia científica. Projeto de pesquisa. Bioestatística. Metodologia qualitativa.
Métodos mistos. Artigo científico.

4 HABILIDADES

Caracterizar o método científico;


Entender os diferentes tipos de estudos científicos em Naturologia;
Analisar os conceitos referentes ao projeto de pesquisa e o artigo
científico;
Aplicar conhecimentos da bioestatística e dos métodos qualitativos na
análise dos dados.

111
5 ATIVIDADES FORMATIVAS

Estudo de caso. Pesquisa e Interpretação de informações e dados.


Elaboração e apresentação de trabalho acadêmico. Estudo dirigido. Elaboração de
projeto de pesquisa e artigo científico. Tutorias I, II e III: orientação individual para
construção do projeto de pesquisa, da análise dos dados e elaboração do artigo.

6 AMBIENTES DE APRENDIZAGEM

Eventos acadêmicos. Biblioteca. Ambientes virtuais. Sala de aula.

7 UNIDADES DE APRENDIZAGEM

7.1 Trabalho de Conclusão de Curso em Naturologia I


Carga Horária: 75 horas.

Carga Horária Financeira: 75,00


Base de Notas: NR7 / Média sete para aprovação.
Ementa: As técnicas de leitura e fichamento de artigos científicos. Citações e
referências. Os tipos de pesquisa em naturologia. Utilização de bases de
indexação. Leitura crítica O projeto de pesquisa. O tema e o problema de
pesquisa. Introdução e justificativa de um projeto. Objetivos e hipóteses. A revisão
de literatura. Tipos de estudo. População e amostra. Amostragem. Local do
estudo. Os delineamentos de estudo. Coleta de dados. Protocolo de coleta de
dados. Entrevista, formulário e questionário. Aspectos éticos da pesquisa.

7.2 Trabalho de Conclusão de Curso em Naturologia II


Carga Horária: 30 horas.

Carga Horária Financeira: 30,00

112
Base de Notas: NR7 / Média sete para aprovação.
Ementa: Coleta e análise de dados na pesquisa em Naturologia: métodos
qualitativos, quantitativos e mistos.
Pré-Requisito da Unidade de Aprendizagem

Trabalho de Conclusão de Curso em Naturologia I


7.3 Trabalho de Conclusão de Curso em Naturologia III
Carga Horária: 45 horas.

Carga Horária Financeira: 45,00


Base de Notas: NR7 / Média sete para aprovação.
Ementa: Artigo científico. Tipos de artigos científicos. Título e resumo. Introdução
de um artigo. Materiais e métodos. Resultados. Discussão. Apresentação gráfica e
tabular. Considerações finais. Formatação de um artigo.
Pré-Requisito da Unidade de Aprendizagem

Trabalho de Conclusão de Curso em Naturologia II

8 BIBLIOGRAFIA

8.1 BÁSICA
Referência Bibliográfica
APPOLINÁRIO, Fábio. Metodologia da ciência: filosofia e prática da pesquisa.
São Paulo: Cengage Learning, 2006. xii, 209 p. ISBN 8522104093.
CIÊNCIA & SAÚDE COLETIVA. ISSN: 1678-4561. Sociedade Brasileira de Saúde
Coletiva: Rio de Janeiro, 1996. Disponível em:
http://www.cienciaesaudecoletiva.com.br/ Acesso em: 11/08/2012.
CRESWELL, John W. Projeto de pesquisa: métodos qualitativo, quantitativo e
misto . 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. 296 p. ISBN 9788536323008.
DINIZ, Debora (Org.). Ética em pesquisa: temas globais. Brasília, DF: Letras &
Expressões: Ed. UnB, 2008. 403 p. + 2 DVDs ISBN 9788598070209.
HEERDT, Mauri Luiz. Metodologia da pesquisa: livro didático. 5. ed. rev. Palhoça:
UnisulVirtual, 2007. 268 p. ISBN 9788578170301. Disponível em :
<http://busca.unisul.br/pdf/88820_Mauri.pdf>. Acesso em : 08 out. 2007.

113
JOURNAL OF ALTERNATIVE AND COMPLEMENTARY MEDICINE. ISSN:
10755535. Mary Ann Liebert Inc.: Estados Unidos, 1995. Disponível em:
http://www.liebertpub.com/acm/ Acesso em: 11/08/2012.
LEOPARDI, Maria Tereza. Metodologia da pesquisa na saúde. 2. ed. rev. e atual.
Florianópolis: UFSC, 2002. 294 p.
MINAYO, Maria Cecília de Souza (Org.). Pesquisa social: teoria, método e
criatividade. 23. ed. Petrópolis: Vozes, 2004. 80 p. (Coleção temas sociais) ISBN
85-326-1145-1.
REVISTA BIOÉTICA. Brasília, DF: Conselho Federal de Medicina,2007-.
Quadrimestral. Fusão de ...... e ....... Bioética. ISSN 1983-8042 (impressa).
Disponível em : <http://revistabioetica.cfm.org.br/index.php/revista_bioetica>.
Acesso em : 23 maio 2011.

8.2 COMPLEMENTAR
Referência Bibliográfica
ALTERNATIVE MEDICINE REVIEW. ISSN: 10895159. Thorne Reasearch Inc.:
United States of America, 1996. Disponível em: http://altmedrev.com/
http://altmedrev.com/ Acesso em: 11/08/2012.
DEMO, Pedro. Pesquisa e construção de conhecimento: metodologia científica no
caminho de Habermas. 4. ed. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 2000. 125 p.
(Biblioteca tempo universitário) ISBN 85-282-0060-4.
FERNANDES, Fernanda Fregnani Colombi. A pesquisa científica frente à
comprovação da ação farmacológica do medicamento homeopático. 2006. 38 f.
Monografia (especialização)--Universidade do Sul de Santa Catarina, Tubarão,
2006.
HELLMANN, Fernando; WEDEKIN, Luana Maribele (Org.). O livro das
interagências: estudos de caso em naturologia. Tubarão: Ed. Unisul, 2008. 178 p.
HELLMANN, Fernando; WEDEKIN, Luana Maribele; DELLAGIUSTINA, Marilene
(Org.). Naturologia aplicada: reflexões sobre saúde integral. Tubarão: Ed. Unisul,
2008. 133 p.

114
INTERFACE:. comunicação, saúde, educação. Botucatu: Fundação Uni,1997-.
Trimestral. ISSN 1414-3283. Disponível em :
<http://www.scielo.br/scielo.php/script_sci_serial/pid_1414-3283/lng_pt/nrm_iso>.
Acesso em : 16 maio 2006.
JOURNAL OF NATURAL MEDICINES. ISSN: 18610293. Springer Verlag:
Alemanha, 1999. Disponível em:
http://www.springer.com/biomed/pharmaceutical+science/journal/11418 Acesso
em: 11/08/2012.
KÖCHE, José Carlos. Pesquisa científica: critérios epistemológicos. Petrópolis:
Vozes, 2005. 254 p. ISBN 8532631312 (broch.).
MINAYO, Maria Cecília de Souza. O desafio do conhecimento: pesquisa
qualitativa em saúde. 8. ed. São Paulo: Hucitec, 2004. 269 p. (Coleção saúde em
debate ; 46) ISBN 85-271-0181-5.
THIOLLENT, Michel. Metodologia da pesquisa-ação. 12. ed. São Paulo: Cortez,
2003. 108 p. (Coleção temas básicos de pesquisa-ação) ISBN 85-249-0029-6.

115
APÊNDICE A: Projetos de certificações

1 DADOS DA CERTIFICAÇÃO

( ) Estruturante ( ) Complementar ( X ) Específica

Nome: Estágio supervisionado em naturologia


Carga Horária: 450 horas.

2 COMPETÊNCIAS

Aplicar as práticas integrativas e complementares utilizando-se dos


conhecimentos teóricos e práticos em Naturologia para a promoção da saúde
integral dos indivíduos.

3 CONTEÚDOS

Aplicação prática, dos conhecimentos teóricos, das práticas integrativas


e complementares aplicadas a saúde do adulto, saúde do idoso, saúde da criança
e adolescente, saúde mental, aos trabalhos de grupo, estética e beleza e saúde
desportiva.

4 HABILIDADES

Avaliar as práticas integrativas e complementares


Analisar as técnicas de avaliação naturológicas
Caracterizar o processo saúde e doença a partir de uma visão integral
do indivíduo
Aplicar as normas de biossegurança na clínica de naturologia e nos
demais locais de estágio

116
5 ATIVIDADES FORMATIVAS

Estudo de caso. Pesquisa e Interpretação de informações e dados.


Elaboração e apresentação de trabalho acadêmico. Estudo dirigido. Aplicação
prática das técnicas.

6 AMBIENTES DE APRENDIZAGEM

Acervo da biblioteca. Ambientes virtuais. Clínica de Práticas Integrativas


e Complementares, spas, hospitais, centros de saúde, unidades básicas de saúde,
centro de atenção psicossocial, escolas públicas e privadas, hotéis.

7 UNIDADES DE APRENDIZAGEM

7.1 Estágio Supervisionado em Naturologia I


Carga Horária: 60 horas.

Carga Horária Financeira: 60,00


Base de Notas: NR7 / Média sete para aprovação.
Ementa: Aplicação prática dos conhecimentos teóricos em recursos manuais em
saúde (massoterapia e reflexologia), Recursos Expressivos e Terapias
Vibracionais.
Pré-Requisito da Unidade de Aprendizagem

Recursos Expressivos em Sáúde II


Massagem Sueca
Recursos Expressivos I
Cromoterapia
Terapia Floral
Introdução Às Terapias Vibracionais e Recursos Avaliativos
Reflexoterapia

117
7.2 Estágio Supervisionado em Naturologia II
Carga Horária: 60 horas.

Carga Horária Financeira: 60,00


Base de Notas: NR7 / Média sete para aprovação.
Ementa: Aplicação prática dos conhecimentos teóricos em naturoterapia,
fitoterapia e aromaterapia.
Pré-Requisito da Unidade de Aprendizagem

Fundamentos de Aromaterapia
Plantas Medicinais e Fitoterapia na Atenção à Saúde
Trofologia e Trofoterapia
Hidroterapia
Iridologia e Irisdiagnose
7.3 Estágio Supervisionado em Naturologia III
Carga Horária: 60 horas.

Carga Horária Financeira: 60,00


Base de Notas: NR7 / Média sete para aprovação.
Ementa: Aplicação prática dos conhecimentos teóricos em terapêutica tradicional
chinesa.
Pré-Requisito da Unidade de Aprendizagem

Terapêutica Tradicional Chinesa II


7.4 Estágio Supervisionado em Naturologia IV
Carga Horária: 60 horas.

Carga Horária Financeira: 60,00


Base de Notas: NR7 / Média sete para aprovação.
Ementa: Aplicação prática dos conhecimentos teóricos em terapêutica tradicional
ayurvédica.
Pré-Requisito da Unidade de Aprendizagem

Terapêutica Tradicional Ayurvédica II

118
7.5 Estágio Supervisionado em Naturologia V
Carga Horária: 210 horas.

Carga Horária Financeira: 210,00


Base de Notas: NR7 / Média sete para aprovação.
Ementa: Aplicação prática dos conhecimentos teóricos em práticas integrativas e
complementares aplicadas em diferentes contextos de atuação do naturólogo.
Pré-Requisito da Unidade de Aprendizagem

Estágio Supervisionado em Naturologia II


Estágio Supervisionado em Naturologia I
Práticas Integrativas e Complementares na Saúde Coletiva e Saúde Mental

8 BIBLIOGRAFIA

8.1 BÁSICA
Referência Bibliográfica
ALTERNATIVE MEDICINE REVIEW. ISSN: 10895159. Thorne Reasearch Inc.:
United States of America, 1996. Disponível em: http://altmedrev.com/
http://altmedrev.com/ Acesso em: 11/08/2012.
BATELLO, Celso Fernandes. Iridologia e irisdiagnose: (o que os olhos podem
revelar). 2. ed. São Paulo: Ground, 1999. 269 p. ISBN 85-7187-143-4.
BROWN, Denise Whichello. Massagem terapêutica: introdução prática. São
Paulo: Manole, 2001. 112 p. ISBN 85-204-0924-5.
DALLA VIA, Gudrun. A hidroterapia: a cura pela água. Lisboa: Estampa, 2000.
172 p. (Coleção medicinas alternativas ; 34) ISBN 9723312409.
FERRO, Degmar. Fitoterapia: conceitos clínicos. São Paulo: Atheneu, 2008. xxiii,
502 p. + 1 CD-ROM ISBN 9788573798241.
JOURNAL OF ALTERNATIVE AND COMPLEMENTARY MEDICINE. ISSN:
10755535. Mary Ann Liebert Inc.: Estados Unidos, 1995. Disponível em:
http://www.liebertpub.com/acm/ Acesso em: 11/08/2012.

119
JOURNAL OF NATURAL MEDICINES. ISSN: 18610293. Springer Verlag:
Alemanha, 1999. Disponível em:
http://www.springer.com/biomed/pharmaceutical+science/journal/11418 Acesso
em: 11/08/2012.
KUNZ, Kevin; KUNZ, Barbara. Reflexologia: como restabelecer o equilíbrio
energético. 4. ed. São Paulo: Pensamento, 2000. 234 p. ISBN 85-315-0571-2.
MEDEIROS, Graciela Mendonça da Silva de. Geoterapia: teorias e mecanismos
de ação : um manual teórico - prático. Tubarão: Ed. Unisul, 2007. 111 p. ISBN
8586870521.
PAGNAMENTA, Neeresh F. Cromoterapia para crianças: o caminho da cura. São
Paulo: Madras, 2003. 168 p. ISBN 8573741279.
PRICE, Shirley. Aromaterapia e as emoções: como usar óleos essenciais para
equilibrar o corpo e a mente. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2002. 316 p. ISBN
8528608514.
SCILIPOTI, Domenico. Moxabustão: aplicações da moxabustão em terapia
médica. São Paulo: Ícone, 1996. 128 p. ISBN 85-274-0421-4.
URBAN, Cícero de Andrade. Bioética clínica. Rio de Janeiro: Revinter, 2003. 574
p. ISBN 857309706X.
VALLADARES, Ana Cláudia Afonso (Org.). Arteterapia no novo paradigma de
atenção em saúde mental. São Paulo: Vetor, 2004. 209 p. ISBN 8575850830.
VERMA, Vinod. Ayurveda: a medicina indiana que promove a saúde integral. Rio
de Janeiro: Nova Era, 2003. 335 p. ISBN 8501065250.

8.2 COMPLEMENTAR
Referência Bibliográfica
A MASSAGEM chinesa:. manual de massagem terapêutica. 5. ed. Rio de Janeiro:
Nova Era, 1997. 229 p. ISBN 85-01-02438-4.
ANDRADE, Carla-Krystin; CLIFFORD, Paul. Massagem: técnicas e resultados.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. xviii, 336 p. ISBN 8527707802.
ARCURI, Irene Gaeta (Org.). Arteterapia de corpo e alma. São Paulo: Casa do
Psicólogo, 2004. 389 p. (Coleção arteterapia) ISBN 8573963409.
ARCURI, Irene Gaeta (Org.). Arteterapia de corpo e alma. São Paulo: Casa do
Psicólogo, 2004. 389 p. (Coleção arteterapia) ISBN 8573963409.

120
ARCURI, Irene Gaeta (Org.). Arteterapia: um novo campo do conhecimento. São
Paulo: Vetor, 2006. 198 p. ISBN 8575851764.
ARCURI, Irene Gaeta (Org.). Arteterapia: um novo campo do conhecimento. São
Paulo: Vetor, 2006. 198 p. ISBN 8575851764.
BRASIL Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos
Estratégicos. A fitoterapia no SUS e o programa de pesquisas de plantas
medicinais da Central de Medicamentos. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2006.
147 p. (Serie B. Textos básicos de saúde) ISBN 8533411871.
CARTER, Mildred; WEBER, Tammy. Reflexologia das mãos: introdução prática.
São Paulo: Pensamento, 2000. 318 p. ISBN 8531512344.
CHINESE MEDICINE. ISSN: 17498546. BioMed Central: United Kingdom, 2006.
Disponível em: http://www.cmjournal.org/ Acesso em: 11/08/2012.
CIÊNCIA & SAÚDE COLETIVA. ISSN: 1678-4561. Sociedade Brasileira de Saúde
Coletiva: Rio de Janeiro, 1996. Disponível em:
http://www.cienciaesaudecoletiva.com.br/ Acesso em: 11/08/2012.
CLAY, James H.; POUNDS, David M. Massoterapia clínica: integrando anatomia
e tratamento. 2. ed. São Paulo: Manole, 2008. 443 p. ISBN 9788520426449.
DANGELO, Edson; CÔRTES, Janner Rangel. Ayurveda: a ciência da longa vida .
São Paulo: Madras, 2008. 755 p. ISBN 9788537004029.
DI PIAZZA, Theresinha Breyer. Florais de Bach e abordagens psicoterápicas. 2.
ed. rev. Porto Alegre: Movimento, 2008. 6 v. (Ensaios ; 51) ISBN 9788571951129
(v. 1).
DI PIAZZA, Theresinha Breyer; SCHMELING, Ursula; BEHRMANN, Dagmar
Konrath; MUTZBERG, Maria Isabel Machado. Florais de Bach e abordagens
psicoterápicas. Porto Alegre: Movimento, 1997. 6 v. (Ensaios ;51)
HALL, Nicola M. Reflexologia: um método para melhorar a saúde : massagem nos
pés e nas mãos para relaxamento e tratamento de diversas doenças. São Paulo:
Pensamento, 1997. 152 p. ISBN 9788531512254.
HAUSCHKA, Margarethe. Massagem rítmica: fundamentos antropológicos. 2. ed.
São Paulo: Associação Beneficente Tobias, 1985. 198 p.
HELLMANN, Fernando; WEDEKIN, Luana Maribele (Org.). O livro das
interagências: estudos de caso em naturologia. Tubarão: Ed. Unisul, 2008. 178 p.

121
HELLMANN, Fernando; WEDEKIN, Luana Maribele; DELLAGIUSTINA, Marilene
(Org.). Naturologia aplicada: reflexões sobre saúde integral. Tubarão: Ed. Unisul,
2008. 133 p.
INTERFACE:. comunicação, saúde, educação. Botucatu: Fundação Uni,1997-.
Trimestral. ISSN 1414-3283. Disponível em :
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Acesso em : 16 maio 2006.
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0742-1656. Taylor and Francis Group: United States of America, 1997. Disponível
em: http://www.tandfonline.com/loi/uart20 Acesso em: 11/08/2012.
KHALSA, Gurudharm Singh. Iridologia integrada: a ciência e a arte da revelação
do holograma humano. São Paulo: Madras, 2006. 343 p. ISBN 8573746580.
LAD, Vasant. Ayurveda: a ciência da autocura (um guia prático). São Paulo:
Ground, 2007. 218 p. ISBN 9788571871182.
LELE, Avinash; FRAWLEY, David; RANADE, Subhash. Ayurveda e a terapia
marma: pontos de energia no tratamento por meio da ioga. São Paulo: Madras,
2005. 270 p. ISBN 8573749695.
LI, Ding. Acupuntura, teoria do meridiano e pontos de acupuntura. Ed. atual. São
Paulo: Roca, 1996. xvi, 461 p. ISBN 8572411429.
LOURENÇO, Osni Tadeu. Reflexologia podal: (primeiros socorros e técnicas de
relaxamento). São Paulo: Ground, 2002 109 p. ISBN 8571871728.
REVISTA BIOÉTICA. Brasília, DF: Conselho Federal de Medicina,2007-.
Quadrimestral. Fusão de ...... e ....... Bioética. ISSN 1983-8042 (impressa).
Disponível em : <http://revistabioetica.cfm.org.br/index.php/revista_bioetica>.
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WEN, Tom Sintan. Acupuntura clássica chinesa. São Paulo: Cultrix, 2007. 226 p.
ISBN 9788531600029.

122
APÊNDICE A: Projetos de certificações

1 DADOS DA CERTIFICAÇÃO

( X ) Estruturante ( ) Complementar ( ) Específica

Nome: Anatomofisiopatologia humana


Carga Horária: 180 horas.

2 COMPETÊNCIAS

Compreender a anatomia humana, a organização funcional e as


alterações fisiopatológicas que acometem os sistemas orgânicos no decorrer dos
processos mórbidos.

3 CONTEÚDOS

Conceitos gerais de Anatomia Humana


Anatomofisiopatologia dos sistemas: tegumentar, locomotor,
cardiovascular respiratório, digestório, urinário, genital masculino e feminino,
nervoso, endócrino.

4 HABILIDADES

Manusear peças anatômicas humanas


Identificar as estruturas anatômicas de todos os sistemas que compõem
o organismo;
Relacionar as estruturas anatômicas e suas funções orgânicas;
Reconhecer os princípios básicos dos processos patológicos dos
sistemas orgânicos;

123
5 ATIVIDADES FORMATIVAS

Ensino: Aula expositiva-dialogada, aulas práticas, seminários, leitura de


artigos, filmes, pesquisa-ação, estudo de caso.
Pesquisa: Experimental, coleta de dados, linhas de pesquisa vinculadas:
neurociências; atividade física e promoção em saúde; atenção à saúde mental;
aspectos epidemiológicos e clínicos das doenças crônico-degenerativas e não
transmissíveis; metabolismo, sistema Imunológico e inflamação;
Extensão: palestras, elaboração de folders, linhas de extensão: saúde e
meio ambiente; atenção à saúde mental; alimentação e nutrição; atividade física e
saúde.

6 AMBIENTES DE APRENDIZAGEM

Salas de aula. Laboratórios. Grupos de pesquisa. Grupos de extensão.


Biblioteca.

7 UNIDADES DE APRENDIZAGEM

7.1 Suporte e Movimento


Carga Horária: 60 horas.

Base de Notas: NR6 / Média sete sem Av.Final ou média seis com Av.Final.
Ementa: Princípios da Anatomia Humana. Estruturas anatômicas, fisiológicas e
processos patológicos dos sistemas tegumentar, ósseo, articular e muscular.

7.2 Integração e Coordenação


Carga Horária: 30 horas.

Base de Notas: NR6 / Média sete sem Av.Final ou média seis com Av.Final.
Ementa: Estruturas anatômicas, fisiológicas e processos patológicos dos sistemas
nervoso e endócrino.

124
7.3 Manutenção do Corpo
Carga Horária: 90 horas.

Base de Notas: NR6 / Média sete sem Av.Final ou média seis com Av.Final.
Ementa: Estruturas anatômicas, fisiológicas e processos patológicos dos sistemas
cardiovascular, respiratório, digestório, urinário e genital.

8 BIBLIOGRAFIA

8.1 BÁSICA
Referência Bibliográfica
BEAR, Mark F.; CONNORS, Barry W.; PARADISO, Michael A. Neurociências:
desvendando o sistema nervoso. 3.ed. Porto Alegre: Artmed, 2008. xxxviii, 857 p.
ISBN 9788536313337.
GUYTON, Arthur C. Neurociência básica: anatomia e fisiologia. 2. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 1993. 345 p. ISBN 85-277-0258-4.
GUYTON, Arthur C.; HALL, John E. Fundamentos de Guyton: tratado de fisiologia
médica. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. xv, 613 p. ISBN
852770742X.

8.2 COMPLEMENTAR
Referência Bibliográfica
COTRAN, Ramzi S. et al. Robbins patologia estrutural e funcional. 6. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. 1251 p. ISBN 8527705915.
MACHADO, Angelo B. M. Neuroanatomia funcional. 2. ed. São Paulo: Atheneu,
2006. 363 p. (Biblioteca biomédica) ISBN 8573790695.
ROHEN, Johannes W.; YOKOCHI, Chihiro; LÜTJEN-DRECOLL, Elke. Anatomia
humana: atlas fotográfico de anatomia sistêmica e regional. 6. ed. São Paulo:
Manole, 2007. 532 p. ISBN 8520425127.
RUBIN, Emanuel; FARBER, John L. Patologia. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2002. 1564 p. ISBN 8527706792.

125
WOLF-HEIDEGGER, G. Atlas de anatomia humana. 5. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2000. 2 v. ISBN 85-277-0571-0.

126
APÊNDICE A: Projetos de certificações

1 DADOS DA CERTIFICAÇÃO

( X ) Estruturante ( ) Complementar ( ) Específica

Nome: Aromaterapia
Carga Horária: 60 horas.

2 COMPETÊNCIAS

Desenvolver sensibilidade e raciocínio clínico baseado nas teorias da


aromaterapia, visando análise, intervenção prática e desenvolvimento humano,
considerando as características individuais e os diferentes contextos de aplicação.

3 CONTEÚDOS

Introdução à Aromaterapia. Métodos de extração. Métodos de


utilização dos óleos essenciais. Diluição e manipulação dos óleos essenciais.
Óleos essenciais na atenção à saúde.

4 HABILIDADES

Identificar a atividade toxicológica dos óleos essenciais e


contraindicações da aromaterapia;
Caracterizar as principais vias de aplicação e compreender a absorção
dos recursos aromaterápicos;
Aplicar os recursos aromáticos como terapêutica e avaliar os resultados.
Indicar uso seguro dos óleos essenciais no tratamento complementar
em saúde;

127
5 ATIVIDADES FORMATIVAS

Estudo de caso. Pesquisa e Interpretação de informações e dados.


Elaboração e apresentação de trabalho acadêmico. Estudo dirigido.

6 AMBIENTES DE APRENDIZAGEM

Biblioteca. Ambientes virtuais. Clínica de Praticas Integrativas e


Complementares. Sala de aula.

7 UNIDADES DE APRENDIZAGEM

7.1 Fundamentos de Aromaterapia


Carga Horária: 60 horas.

Base de Notas: NR6 / Média sete sem Av.Final ou média seis com Av.Final.
Ementa: Introdução à Aromaterapia. História da Aromaterapia. Conceitos básicos
sobre os óleos essências. Cuidados e contraindicações da terapêutica dos óleos
essenciais. Métodos de utilização dos O.E. Diluição e manipulação dos O.E.
Formas de Tratamentos. Aromaterapia e o Sistema Tegumentar, mecanismo de
absorção dos O.E. Aromaterapia e o Olfato, Sistema Respiratório e SNC. Caminho
fisiológico das moléculas aromáticas. A relação dos óleos essenciais, o sistema
límbico e as emoções. Estudo e identificação de óleos essências quanto
características, composição química, perfil aromático, propriedades, indicações.
Pré-Requisito da Unidade de Aprendizagem

Manutenção do Corpo

8 BIBLIOGRAFIA

8.1 BÁSICA
Referência Bibliográfica

128
BIRABÉN, Victoria. Aromaterapia: o poder terapêutico dos óleos essenciais. São
Paulo: Gente, 1997. 168 p. ISBN 85-7312-141-6.
PRICE, Shirley. Aromaterapia e as emoções: como usar óleos essenciais para
equilibrar o corpo e a mente. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2002. 316 p. ISBN
8528608514.
PRICE, Shirley. Aromaterapia para doenças comuns. São Paulo: Manole, 1999.
95 p. ISBN 85-204-0934-2.

8.2 COMPLEMENTAR
Referência Bibliográfica
BERWICK, Ann. Aromaterapia holística. 2. ed. Rio de Janeiro: Nova Era, 1998.
270 p. ISBN 85-01-04481-4.
DAVIS, Patrícia. Aromaterapia. São Paulo: Martins Fontes, 1996. 507 p. ISBN
85-336-0570-6.
LAVABRE, Marcel. Aromaterapia. 4. ed. Rio de Janeiro: Record, 1997. 172 p.
(Nova Era) ISBN 85-01-03753-2.
LAVERY, Sheila. Aromaterapia: guia prático. São Paulo: Avatar, 1997. 58 p.
(Sementes do saber) ISBN 85-7416-007-5.
LOMAZZI, Giuliana. Aromaterapia : os antigos segredos dos óleos essenciais para
reencontrar a saúde do corpo e da mente. Blumenau: Eko, 2006. 123 p.
(Bem-estar) ISBN 8573246898.
THE INTERNATIONAL JOURNAL OF ESSENTIAL OIL THERAPEUTICS. France:
Essential Oil Resource Consultants,2007-. Trimestral. Substituído (Pré AACR2)
International journal of aromatherapy.

129
APÊNDICE B - Ciclos de formação e ofertas

Estruturantes (intercampi)

Certificação Carga Horária


Anatomofisiopatologia humana 180
Aromaterapia 60
Empreendedorismo em saúde 30
Formação sociocultural 120
Formação acadêmico - científica 120
Massoterapia 60
Naturoterapia 270
Plantas medicinais e fitoterapia 120
Racionalidades médicas e terapêuticas integrativas 60
Reflexologia 60
Relação de interagência 120
Suporte da vida 60
Terapias vibracionais 165
Terapias e técnicas expressivas em saúde 105
Terapêutica tradicional ayurvédica 150
Terapêutica tradicional chinesa 150
Terapêutica tradicional xamânica 90
Visão multidimensional em saúde 195

Quadro 1: Certificações Estruturantes.


Fonte: PPC do Curso de Naturologia , ano 2013.

Complementares Campus Universitário da Grande Florianópolis / Pedra Branca

Certificação Carga Horária


Contextos de atuação em naturologia 90
Práticas de intervenção corpo-mente 90

Quadro 2: Certificações Complementares.


Fonte: PPC do Curso de Naturologia, ano 2013.

Específicas

Certificação Carga Horária


Estágio supervisionado em naturologia 450

130
Trabalho de conclusão de curso em naturologia 150

Quadro 3: Certificações Específicas (Estágio, TCC).


Fonte: PPC do Curso de Naturologia, ano 2013.

131
Ciclo de formação

Campus Universitário da Grande Florianópolis / Pedra Branca

Pré- Estrut Base


Sem Unidade de Aprendizagem C/H Req Curr Notas

1 02727 - Educação em Saúde 30 CET 6,0


1 02720 - Introdução Às Racionalidades 30 CET 6,0
Médicas e Terapias Integrativas
1 02721 - Modelos de Entendimento dos 30 CET 6,0
Processos Saúde-Doença
1 03677 - Princípios de Antroposofia 30 CET 6,0
1 02776 - Princípios de Naturoterapia 30 CET 6,0
1 01679 - Recursos Expressivos I 45 CET 6,0
1 02722 - Saúde e Ambiente 30 CET 6,0
1 03087 - Suporte e Movimento 60 CET 6,0
1 00011 - Universidade e Ciência 60 CET 6,0
Subtotal 345
2 03573 - Espiritualidade e Saúde 15 CET 6,0
2 03088 - Integração e Coordenação 30 CET 6,0
2 01666 - Introdução Às Terapias Vibracionais e 45 CET 6,0
Recursos Avaliativos
2 02777 - Iridologia e Irisdiagnose 60 CET 6,0
2 02726 - Processos Psicológicos Básicos e 30 CET 6,0
Psicossomática
2 03215 - Recursos Expressivos em Sáúde II 60 01679 CET 6,0
2 02723 - Saúde e Sociedade 30 CET 6,0
2 00012 - Teoria do Conhecimento 60 CET 6,0
Subtotal 330
3 02729 - Bioética Clínica e Social 30 CET 6,0
3 01669 - Cromoterapia 60 CET 6,0
3 00013 - Estudos Socioculturais 60 CET 6,0
3 02784 - Introdução à Fitoterapia e Plantas 60 CET 6,0
Medicinais
3 03089 - Manutenção do Corpo 90 CET 6,0
3 01075 - Suporte Básico da Vida 60 CET 6,0

132
3 02725 - Visão Sistêmica e Complexidade da 30 CET 6,0
Vida
Subtotal 390
4 02728 - Abordagens Humanísticas na 60 CET 6,0
Relação de Interagência
4 02785 - Plantas Medicinais e Fitoterapia na 60 CET 6,0
Atenção à Saúde
4 01658 - Reflexoterapia 60 03089 CET 6,0
4 00014 - Socioeconomia e Geopolítica 60 CET 6,0
4 01668 - Terapia Floral 60 CET 6,0
4 01012 - Terapêutica Tradicional Chinesa I 90 CET 6,0
Subtotal 390
5 03205 - Fundamentos de Aromaterapia 60 03089 CET 6,0
5 02775 - Massagem Sueca 60 03089 CET 6,0
5 03531 - Práticas Integrativas e 60 CET 6,0
Complementares no Ciclo Vital
5 02790 - Práticas de Intervenção Corpo-Mente 30 CCO 6,0
Chinesas
5 02734 - Terapia Comunitária e Atendimento 30 CCO 6,0
em Grupo na Naturologia
5 01020 - Terapêutica Tradicional Chinesa II 60 01012 CET 6,0
5 02781 - Trofologia e Trofoterapia 60 CET 6,0
Subtotal 360
6 02800 - Estágio Supervisionado em 60 01658 CES 7,0
Naturologia I 01666
01668
01669
01679
02775
03215
6 03574 - Geoterapia 45 CET 6,0
6 02778 - Hidroterapia 45 03088 CET 6,0
6 02787 - Práticas de Intervenção Corpo-Mente 60 CCO 6,0
Ocidentais e Yoga
6 01062 - Terapêutica Tradicional Ayurvédica I 90 CET 6,0
6 02796 - Trabalho de Conclusão de Curso em 75 CES 7,0
Naturologia I
Subtotal 375
7 01364 - Cosmologia Xamânica 90 CET 6,0

133
7 02801 - Estágio Supervisionado em 60 02777 CES 7,0
Naturologia II 02778
02781
02785
03205
7 02802 - Estágio Supervisionado em 60 01020 CES 7,0
Naturologia III
7 02730 - Práticas Integrativas e 30 CCO 6,0
Complementares na Saúde Coletiva e Saúde
Mental
7 02732 - Práticas Integrativas e 30 CCO 6,0
Complementares na Saúde Desportiva e do
Trabalhador
7 01068 - Terapêutica Tradicional Ayurvédica II 60 01062 CET 6,0
7 02797 - Trabalho de Conclusão de Curso em 30 02796 CES 7,0
Naturologia II
Subtotal 360
8 02803 - Estágio Supervisionado em 60 01068 CES 7,0
Naturologia IV
8 02804 - Estágio Supervisionado em 210 02730 CES 7,0
Naturologia V 02800
02801
8 02598 - Fundamentos do Empreendedorismo 30 CET 6,0
em Saúde
8 02798 - Trabalho de Conclusão de Curso em 45 02797 CES 7,0
Naturologia III
Subtotal 345
Certificação eletiva 60 CEL
Subtotal 60
Atividades complementares 245 CES
Subtotal 245
TOTAL DA CARGA HORÁRIA 3200

Legenda:
CET - Certificação Estruturante
CCO - Certificação Complementar
CES - Certificação Específica
CEL - Certificação Eletiva

134
Ciclo de formação

Campus Universitário da Grande Florianópolis / Pedra Branca

Tipo Descrição C/H Pré


Certif da Unidade de Aprendizagem UA Requisito Sem
da UA
Certificação: 000003 - Formação acadêmico - científica

CET 00011 - Universidade e Ciência 60 1º

CET 00012 - Teoria do Conhecimento 60 2º

CH CERTIFICAÇÃO: 120

Certificação: 000004 - Formação sociocultural

CET 00013 - Estudos Socioculturais 60 3º

CET 00014 - Socioeconomia e Geopolítica 60 4º

CH CERTIFICAÇÃO: 120

Certificação: 000112 - Terapêutica tradicional chinesa

CET 01012 - Terapêutica Tradicional Chinesa I 90 4º

CET 01020 - Terapêutica Tradicional Chinesa II 60 01012 5º

CH CERTIFICAÇÃO: 150

Certificação: 000135 - Terapêutica tradicional ayurvédica

CET 01062 - Terapêutica Tradicional Ayurvédica I 90 6º

CET 01068 - Terapêutica Tradicional Ayurvédica II 60 01062 7º

CH CERTIFICAÇÃO: 150

Certificação: 000273 - Terapêutica tradicional xamânica

CET 01364 - Cosmologia Xamânica 90 7º

CH CERTIFICAÇÃO: 90

Certificação: 000390 - Reflexologia

135
CET 01658 - Reflexoterapia 60 03089 4º

CH CERTIFICAÇÃO: 60

Certificação: 000393 - Terapias vibracionais

CET 01666 - Introdução Às Terapias Vibracionais 45 2º


e Recursos Avaliativos
CET 01669 - Cromoterapia 60 3º

CET 01668 - Terapia Floral 60 4º

CH CERTIFICAÇÃO: 165

Certificação: 000397 - Terapias e técnicas expressivas em saúde

CET 01679 - Recursos Expressivos I 45 1º

CET 03215 - Recursos Expressivos em Sáúde II 60 01679 2º

CH CERTIFICAÇÃO: 105

Certificação: 000671 - Suporte da vida

CET 01075 - Suporte Básico da Vida 60 3º

CH CERTIFICAÇÃO: 60

Certificação: 000831 - Empreendedorismo em saúde

CET 02598 - Fundamentos do Empreendedorismo 30 8º


em Saúde
CH CERTIFICAÇÃO: 30

Certificação: 000892 - Racionalidades médicas e terapêuticas integrativas

CET 02720 - Introdução Às Racionalidades 30 1º


Médicas e Terapias Integrativas
CET 02721 - Modelos de Entendimento dos 30 1º
Processos Saúde-Doença
CH CERTIFICAÇÃO: 60

Certificação: 000893 - Visão multidimensional em saúde

CET 02722 - Saúde e Ambiente 30 1º

CET 03573 - Espiritualidade e Saúde 15 2º

136
CET 02726 - Processos Psicológicos Básicos e 30 2º
Psicossomática
CET 02723 - Saúde e Sociedade 30 2º

CET 02725 - Visão Sistêmica e Complexidade da 30 3º


Vida
CET 03531 - Práticas Integrativas e 60 5º
Complementares no Ciclo Vital
CH CERTIFICAÇÃO: 195

Certificação: 000894 - Relação de interagência

CET 02727 - Educação em Saúde 30 1º

CET 02729 - Bioética Clínica e Social 30 3º

CET 02728 - Abordagens Humanísticas na 60 4º


Relação de Interagência
CH CERTIFICAÇÃO: 120

Certificação: 000895 - Contextos de atuação em naturologia

CCO 02734 - Terapia Comunitária e Atendimento 30 5º


em Grupo na Naturologia
CCO 02730 - Práticas Integrativas e 30 7º
Complementares na Saúde Coletiva e Saúde
Mental
CCO 02732 - Práticas Integrativas e 30 7º
Complementares na Saúde Desportiva e do
Trabalhador
CH CERTIFICAÇÃO: 90

Certificação: 000897 - Massoterapia

CET 02775 - Massagem Sueca 60 03089 5º

CH CERTIFICAÇÃO: 60

Certificação: 000920 - Naturoterapia

CET 03677 - Princípios de Antroposofia 30 1º

CET 02776 - Princípios de Naturoterapia 30 1º

CET 02777 - Iridologia e Irisdiagnose 60 2º

137
CET 02781 - Trofologia e Trofoterapia 60 5º

CET 03574 - Geoterapia 45 6º

CET 02778 - Hidroterapia 45 03088 6º

CH CERTIFICAÇÃO: 270

Certificação: 000921 - Plantas medicinais e fitoterapia

CET 02784 - Introdução à Fitoterapia e Plantas 60 3º


Medicinais
CET 02785 - Plantas Medicinais e Fitoterapia na 60 4º
Atenção à Saúde
CH CERTIFICAÇÃO: 120

Certificação: 000923 - Práticas de intervenção corpo-mente

CCO 02790 - Práticas de Intervenção Corpo-Mente 30 5º


Chinesas
CCO 02787 - Práticas de Intervenção Corpo-Mente 60 6º
Ocidentais e Yoga
CH CERTIFICAÇÃO: 90

Certificação: 000926 - Trabalho de conclusão de curso em naturologia

CES 02796 - Trabalho de Conclusão de Curso em 75 6º


Naturologia I
CES 02797 - Trabalho de Conclusão de Curso em 30 02796 7º
Naturologia II
CES 02798 - Trabalho de Conclusão de Curso em 45 02797 8º
Naturologia III
CH CERTIFICAÇÃO: 150

Certificação: 000927 - Estágio supervisionado em naturologia

CES 02800 - Estágio Supervisionado em 60 01658 6º


Naturologia I 01666
01668
01669
01679
02775
03215

138
CES 02801 - Estágio Supervisionado em 60 02777 7º
Naturologia II 02778
02781
02785
03205
CES 02802 - Estágio Supervisionado em 60 01020 7º
Naturologia III
CES 02803 - Estágio Supervisionado em 60 01068 8º
Naturologia IV
CES 02804 - Estágio Supervisionado em 210 02730 8º
Naturologia V 02800
02801
CH CERTIFICAÇÃO: 450

Certificação: 001040 - Anatomofisiopatologia humana

CET 03087 - Suporte e Movimento 60 1º

CET 03088 - Integração e Coordenação 30 2º

CET 03089 - Manutenção do Corpo 90 3º

CH CERTIFICAÇÃO: 180

Certificação: 001121 - Aromaterapia

CET 03205 - Fundamentos de Aromaterapia 60 03089 5º

CH CERTIFICAÇÃO: 60

CH TOTAL: 2895
Fonte: PPC do curso de Naturologia, Ano 2013.

Legenda:
CET - Certificação Estruturante
CCO - Certificação Complementar
CES - Certificação Específica
CEL - Certificação Eletiva

139
APÊNDICE C: Estágios supervisionados

1 INTRODUÇÃO

O Estágio Supervisionado em Naturologia é o período em que o


estudante atua para aprender a prática de sua formação profissional, a fim de
exercer sua profissão futura. É um momento onde o estudante poderá aprimorar
a utilização das Práticas Integrativas e Complementares a partir do atendimento à
comunidade realizado pelos mesmos.
Do ponto de vista pedagógico, o estágio é o período de preparação
para o exercício profissional, previsto em currículo, no qual o estudante de
graduação tem a possibilidade de aprimorar técnicas e procedimentos que
envolvam os campos de atuação da Naturologia, supervisionado por professores
que já detenham o conhecimento teórico-prático das práticas em estágio.
O período de estágio cria um espaço de integração entre a
Universidade e Comunidade, através da prestação de serviços nos diferentes
campos de atuação da Naturologia e possibilita a vivência de situações que
consolidam os princípios éticos da área da saúde e das Práticas Integrativas e
Complementares.

2 BASE LEGAL

Não há Diretrizes Curriculares para os Cursos de Graduação em


Naturologia. Todo o planejamento ainda toma por base a Lei 11.788/08.

3 CONCEPÇÃO DE ESTÁGIO QUE NORTEIA O CURSO

A UNISUL no seu todo e na especificidade do Curso de Graduação em


Naturologia, consideram o Estágio como um ato educativo escolar supervisionado
e um processo interunidade de aprendizagemr avaliativo, articulador da
indissociabilidade entre teoria e prática, ensino, pesquisa e extensão, que oferece
ao estagiário espaços para criação de alternativas que possibilitem a formação

140
profissional do acadêmico.
O estágio poderá ser obrigatório ou não-obrigatório, entendendo-se o
obrigatório como o definido pelo projeto pedagógico do curso e sua carga horária
é requisito para aprovação e obtenção do diploma e o não-obrigatório é aquele
desenvolvido de forma opcional, além da carga horária regular e obrigatória.
O estágio não deve criar vínculo empregatício desde que cumpridos os
itens previstos na legislação vigente.
PRÉ-REQUISITOS PARA O ESTÁGIO EM NATUROLOGIA
a) Para que o acadêmico possa matricular-se nas certificações de
Estágio Supervisionado em Naturologia esse deverá ter concluído todas as
certificações diretamente relacionadas aos aspectos teórico-práticos necessários
para executar as atividades propostas. Ver lista de pré-requisitos.
b) Conforme a Lei nº 11.788/2008 em seu artigo 3º deverá haver
celebração de termo de compromisso entre o educando, a parte concedente do
estágio e instituição de ensino.
c) Para iniciar as atividades do estágio é necessário que o estudante
tenha o termo de compromisso do estágio e para isso deverá ter realizado sua
matrícula na primeira etapa do processo.
d) De acordo com o Serviço de Vigilância Epidemiológica da Secretaria
Municipal de Saúde de Florianópolis-SC (quando estágios em Florianópolis), é
obrigatório ao acadêmico que estiver adentrando às certificações de estágio estar
com o esquema vacinal completo. As vacinas obrigatórias são: hepatite B, dupla
adulto e triviral.

4 COMPETÊNCIAS E HABILIDADES

Competência:
Aplicar as práticas integrativas e complementares utilizando-se dos
conhecimentos teóricos e práticos adquiridos no decorrer da graduação com vista
à promoção da saúde integral dos indivíduos e da coletividade.

Habilidades:

141
Descrever as práticas integrativas e complementares.
Aplicar as técnicas de avaliação naturológicas.
Entender o processo saúde e doença a partir de uma visão
multidimensional do indivíduo.
Aplicar as normas de biossegurança na clínica de naturologia e nos
demais locais de estágio.

5 CONDIÇÕES DOS CAMPOS DE ESTÁGIOS

Os campos de estágios serão definidos pela coordenação de estágio


com o parecer e concordância da coordenação do curso, podendo ocorrer em:
hospitais, clínicas, spas, unidades básicas de saúde, policlínicas, estâncias
hidrominerais, clínicas de repouso, escolas, empresas públicas e/ou privadas e no
Centro de Práticas Naturais - clínica escola do curso de Naturologia.

CARGA HORÁRIA
O estagiário deverá obrigatoriamente cumprir a totalidade da carga
horária de 450h/a para obtenção do título de bacharel em Naturologia. A carga
horária será distribuída semanalmente, no decorrer dos ciclos letivos, como prevê
o projeto pedagógico. Cada estudante deverá cumprir no máximo 20hs semanais
de estágio, conforme preconiza a lei de estágio.

6 SISTEMA DE SUPERVISÃO E AVALIAÇÃO

Nos Estágios Supervisionados em Naturologia I, II, III e IV as


supervisões serão semanais e realizadas por no mínimo 1 (um) professor
supervisor a cada grupo de seis alunos.
No Estágios Supervisionados em Naturologia V, o estudante será
supervisionado por no mínimo 1 (um) professor de cada núcleo de estágio em
que está inserido, sendo as supervisões semanais. No decorrer dos ciclos letivos,
cada estudante deverá receber do professor supervisor ao menos duas
avaliações, que indicarão a evolução do seu processo de ensino-aprendizagem

142
no que se refere ao desempenho prático.
A avaliação dos estágios supervisionados resultará da observação de
competências e habilidades expressas no desempenho do estagiário no decorrer
de cada período de estágio, sendo que a avaliação final resultará da média
aritmética das notas do desempenho prático do estudante de cada estágio
cursado.

7 CARGA HORÁRIA: 450

8 ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO

Atribuições do Estagiário

Preencher o registro de interagência e documentos pertinentes ao


estágio;
Preencher as fichas de seguro e devolver à coordenação no prazo
estipulado;
Assumir e cumprir o estágio com responsabilidade, conforme
compromisso firmado com a coordenação de estágio, e com as entidades
credenciadas;
Submeter-se aos instrumentos de avaliação estabelecidos para a
realização dos estágios;
Zelar pela economia e conservação de qualquer material que lhe for
confiado, assim como das instalações de estágio;
Comparecer assídua e pontualmente a todas as atividades de
supervisão acadêmica;
Desenvolver pesquisas bibliográficas e leituras complementares que se
fizerem necessárias à prática do estágio;
Manter sigilo sobre os assuntos referentes ao seu estágio, abstendo-se
de qualquer comentário sobre o que ocorre no estágio com familiares, colegas ou
amigos, conhecidos ou desconhecidos;
Procurar os supervisores em primeira instância, sempre que surgirem

143
dificuldades, dúvidas ou irregularidades na situação de estágio;
Recorrer à coordenação de estágio quando surgirem dificuldades em
relação aos supervisores;
Entregar registro de interagência e outros documentos utilizados no
estágio nos prazos previstos pela coordenação do mesmo.

Atribuições do Supervisor de Campo

Participar das atividades estabelecidas pela coordenação de estágio,


trazendo sugestões e participando de decisões de equipe;
Manter a coordenação de estágio informada sobre todas as questões
relativas ao estágio;
Supervisionar os estudantes sobre sua responsabilidade, orientando-os
e acompanhando-os em tudo que se fizer necessário;
Encaminhar à coordenação de estágio as avaliações dos estagiários;
Controlar a frequência dos estagiários;
Fornecer a relação bibliográfica adequada e necessária ao exercício de
estágio;
Orientar o estagiário no que tange aos aspectos teóricos;
Orientar, esclarecer, informar e exigir do estagiário a observância do
cumprimento dos princípios e normas ético-profissionais, bem como daquelas
estabelecidas para a realização do estágio.

Atribuições do Orientador de Estágio

Participar das atividades estabelecidas pela coordenação de estágio,


trazendo sugestões e participando de decisões de equipe;
Manter a coordenação de estágio informada sobre todas ás questões
relativas ao estágio;
Supervisionar os alunos sobre sua responsabilidade, orientando-os e
acompanhando-os em tudo que se fizer necessário;
Encaminhar à coordenação de estágio as avaliações dos estagiários;

144
Controlar a frequência dos estagiários;
Orientar o estagiário no que tange aos aspectos teóricos;
Orientar, esclarecer, informar e exigir do estagiário a observância do
cumprimento dos princípios e normas ético-profissionais, bem como daquelas
estabelecidas para a realização do estágio.

Atribuições do Coordenador de Estágio

Coordenar diariamente todas às atividades relativas ao estágio;


Realizar reuniões com os supervisores;
Fazer registro das avaliações no programa de unidade de
aprendizagem;
Definir os locais do estágio;
Regulamentar o funcionamento do estágio em cada local;
Distribuir os estagiários nos locais de estágio;
Realizar visitas para acompanhamento das atividades do estágio.

Relação de número de estudantes/supervisor e carga horária x hora semanal de


orientação

Para cada núcleo de estágio faz-se necessário a presença de no


mínimo 1 (um) supervisor, sendo que o número de locais/núcleos de estágio pode
variar conforme o número de estudantes matriculados no estágio.
O número máximo de estudantes previsto para cada professor
supervisor é de 06 (seis) estudantes por período, sendo matutino ou vespertino,
mantendo assim a qualidade do serviço prestado, neste caso a relação estudante/
supervisor não poderá exceder o número de 2 (dois) estudantes por h/a de
supervisão.
Conforme a RESOLUÇÃO Nº. 153, DE 30 DE NOVEMBRO DE 1993
(D.O.U nº. 247 - de 28.12.93, Seção I, Pág. 20925), a relação máxima de
preceptor/acadêmico, quando o estágio curricular for promovido diretamente por
Instituição de Ensino Superiores, será de 1 (um) preceptor para um contingente

145
máximo de até 6 (seis) acadêmicos.

Forma de realização

Estágio Supervisionado em Naturologia I: será realizado no Centro de


Práticas Naturais, localizado na UNISUL, após o término das certificações de
Recursos Manuais e Terapias Vibracionais. Para o cumprimento da carga horária
total prevista no projeto pedagógico, o estudante deverá cursas o estágio no
período de 04 (quatro) horas semanais que deverá ser estipulado previamente
pela coordenação de estágio conforme disponibilidade de horários dos
professores supervisores, podendo este ser realizado no período matutino ou
vespertino. A frequência e o acompanhamento diário das atividades realizadas
pelo estagiário serão registrados em folhas próprias, sob supervisão dos
professores supervisores e do coordenador do estágio.

Estágio Supervisionado em Naturologia II: será realizado no Centro de


Práticas Naturais, localizado na UNISUL, após o término das certificações de
Naturoterapia, Fitoterapia e Aromaterapia. Para o cumprimento da carga horária
total prevista no projeto pedagógico, o estudante deverá cursas o estágio no
período de 04 (quatro) horas semanais que deverá ser estipulado previamente
pela coordenação de estágio conforme disponibilidade de horários dos
professores supervisores, podendo este ser realizado no período matutino ou
vespertino. A frequência e o acompanhamento diário das atividades realizadas
pelo estagiário serão registrados em folhas próprias, sob supervisão dos
professores supervisores e do coordenador do estágio.

Estágio Supervisionado em Naturologia III: será realizado no Centro de


Práticas Naturais, localizado na UNISUL, após o término da certificação de
Terapêutica Tradicional Chinesa. Para o cumprimento da carga horária total
prevista no projeto pedagógico, o estudante deverá cursas o estágio no período
de 04 (quatro) horas semanais que deverá ser estipulado previamente pela
coordenação de estágio conforme disponibilidade de horários dos professores

146
supervisores, podendo este ser realizado no período matutino ou vespertino. A
frequência e o acompanhamento diário das atividades realizadas pelo estagiário
serão registrados em folhas próprias, sob supervisão dos professores
supervisores e do coordenador do estágio.

Estágio Supervisionado em Naturologia IV: será realizado no Centro de


Práticas Naturais, localizado na UNISUL, após o término da certificação de
Terapêutica Tradicional Ayurvédica. Para o cumprimento da carga horária total
prevista no projeto pedagógico, o estudante deverá cursas o estágio no período
de 04 (quatro) horas semanais que deverá ser estipulado previamente pela
coordenação de estágio conforme disponibilidade de horários dos professores
supervisores, podendo este ser realizado no período matutino ou vespertino. A
frequência e o acompanhamento diário das atividades realizadas pelo estagiário
serão registrados em folhas próprias, sob supervisão dos professores
supervisores e do coordenador do estágio.

Estágio Supervisionado em Naturologia V: será oferecido no formato de


núcleos, com capacidade de desenvolver habilidades e competências de áreas
específicas escolhidas pelos estudantes. Cada estudante deverá escolher 4
(quatro) núcleos de estágio, resultando em 16 horas semanais, que poderão ser
cursadas em horários do período matutino e vespertino no decorrer da semana,
conforme o número de vagas e horários estabelecidos pelos locais e coordenação
de estágio, podendo este ser realizado no período matutino ou vespertino. A
frequência e o acompanhamento diário das atividades realizadas pelo estagiário
serão registrados em folhas próprias, sob supervisão dos professores
supervisores e do coordenador do estágio.

Segue abaixo os núcleos de estágio com as respectivas ementas:

1) Saúde do Adulto
Ementa: Aplicação prática dos conhecimentos teóricos em práticas
integrativas e complementares aplicadas a saúde do adulto.

147
2) Saúde do Idoso
Ementa: Aplicação prática dos conhecimentos teóricos em práticas
integrativas e complementares aplicadas a saúde do idoso.

3) Saúde da Criança e Adolescente


Ementa: Aplicação prática dos conhecimentos teóricos em práticas
integrativas e complementares aplicadas a saúde da criança e adolescente.

4) Saúde Mental
Ementa: Aplicação prática dos conhecimentos teóricos em práticas
integrativas e complementares aplicadas a saúde mental.

5) Processos Terapêuticos em Grupo


Ementa: Aplicação prática dos conhecimentos teóricos em práticas
integrativas e complementares aplicadas aos trabalhos de grupo.

6) Estética e Beleza
Ementa: Aplicação prática dos conhecimentos teóricos em práticas
integrativas e complementares aplicadas a estética e beleza

7) Saúde Desportiva
Ementa: Aplicação prática dos conhecimentos teóricos em práticas
integrativas e complementares aplicadas à saúde desportiva.

9 EQUIVALÊNCIA DE ESTÁGIO

Encontra-se em anexo.

148
10 MATERIAL DIDÁTICO DAS ATIVIDADES DE ESTÁGIO

Em caso de formulários avaliativos, o mesmo deve ser anexado na


ferramenta de aprovação dos Projetos Pedagógicos.

11 FORMULÁRIOS AVALIATIVOS

Em caso de formulários avaliativos estão anexados ao Projeto


Pedagógico deste Curso.

Campus / Unidades Geográficas


Campus Universitário da Grande Florianópolis / Pedra Branca

149
APÊNDICE C : Estágios supervisionados

NÃO OBRIGATÓRIO

Como no disposto na Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008, o


Estágio é um ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de
trabalho, que visa à preparação para o trabalho produtivo de estudantes
regularmente matriculados. A referida lei se aplica a estágios obrigatórios e
não-obrigatórios.
Estágio não-obrigatório é aquele desenvolvido como atividade opcional,
acrescida à carga horária regular e obrigatória. São condições fundamentais para
a realização dos estágios não-obrigatórios, matrícula e freqüência regular do
estudante em seu respectivo curso, bem como a compatibilidade entre as
atividades previstas para o estágio e a área de formação do curso.
Os estágios não-obrigatórios obedecem normativas institucionais
internas, em consonância com a Lei 11.788/2008.

Campus / Unidades Geográficas

Campus Grande Florianópolis / Pedra Branca

150
1,00 APÊNDICE D: Trabalho de conclusão de curso

1 INTRODUÇÃO

A formação profissional do bacharelado de Naturologia se dá mediante


o aprimoramento de conhecimentos e habilidades a partir de investigação
científica vivenciada em sua trajetória de formação. Nesta perspectiva, a
elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso em Naturologia (TCC) possibilita
o desenvolvimento da pesquisa associada à prática, contribuindo para a formação
do perfil do estudante.

2 BASE LEGAL

O Trabalho de Conclusão de Curso em Naturologia (TCC) envolve a


aplicação de métodos científicos nas diversas áreas do conhecimento. As
unidades de aprendizagem foram desenvolvidas para a elaboração do TCC em
Naturologia, sendo: "Trabalho de Conclusão de Curso em Naturologia I",
"Trabalho de Conclusão de Curso em Naturologia II" e "Trabalho de Conclusão
de Curso III".
Para a elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso em Naturologia
I o estudante se apropria dos conteúdos e procedimentos básicos da atividade de
investigação científica, dos tipos de pesquisas existentes no campo da
Naturologia, a partir da elaboração do projeto de pesquisa passando pela escolha
do tema, definição dos objetivos e problema de pesquisa, contextualização e
justificativa, bem como do referencial teórico, definição do método compondo
assim o planejamento de todas as etapas de uma pesquisa cientifica. Para a
conclusão do Trabalho de Conclusão de Curso em Naturologia II o estudante
apropria-se de conhecimentos de bioestatística, métodos qualitativos e mistos,
além de vivenciar a prática da pesquisa, realizando os procedimentos comuns à
investigação, especificamente sobre a coleta, análise e discussão dos dados.
Para a elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso em Naturologia IIII o
acadêmico se apropriará das técnicas de redação do artigo científico e

151
comunicação.
No momento final da unidade de aprendizagem de "Trabalho de
Conclusão de Curso em Naturologia I" o estudante passará por uma banca de
qualificação do projeto de pesquisa e no final da unidade de aprendizagem
"Trabalho de Conclusão de Curso em Naturologia III",, passará por uma banca de
defesa de seu trabalho, frente a uma banca de professores avaliadores.
Além da Coordenação do Curso de Naturologia, fica responsável pelo
acompanhamento e mediação do processo de elaboração do TCC, a
Coordenação de Trabalhos de Conclusão de Curso em Naturologia. O
Coordenador de Trabalho de Conclusão de Curso em Naturologia é um professor
do curso, preferencialmente bacharel em Naturologia, com titulação mínima de
mestre, indicado pela coordenação do Curso de Naturologia que deve observar as
condições de realização do TCC, cuidar da documentação necessária, mediar e
controlar o contato entre professores da unidade de aprendizagem, professores
orientadores e estudantes orientandos.
Pré-requisitos

Para a matrícula na certificação de Trabalho de Conclusão de Curso


em Naturologia, o estudante deverá ter sido aprovado em todas as certificações
do primeiro ciclo componentes do 1°, 2° e 3° semestres do Curso de Naturologia.

Para a matrícula nas unidades de aprendizados de TCC em


Naturologia II e TCC em Naturologia III, o estudante deverá ter sido aprovado nas
respectivas unidades de aprendizado anteriores de TCC em Naturologia.

3 COMPETÊNCIAS E HABILIDADES

Competências:
Apresentar raciocínio lógico e científico;
Elaborar projeto de pesquisa;
Elaborar artigo cientifico em Naturologia;

152
Habilidades:
Caracterizar os princípios da metodologia científica, possibilitando-lhe a
leitura crítica de artigos científicos e a participação na produção de
conhecimentos;
Distinguir a informação que possui qualidade técnico-científica,
utilizando dos indicadores de produção científica;
Desenvolver habilidade de comunicação, através da utilização de
recursos áudio-visuais e de informática, oralidade e produção textual;

4 CARGA HORÁRIA: 150 horas.

5 ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO

Atribuições do Coordenador:

Compete ao Coordenador do Núcleo de Trabalho de Conclusão de


Curso em Naturologia a tarefa de compor o calendário das atividades de protocolo
da versão do trabalho de curso para qualificação e defesa em banca e da versão
final CD, submetendo-o à aprovação da Coordenação de Curso, bem como
elaborar e publicar o edital de qualificação e defesa de trabalho de curso, designar
os professores examinadores que comporão as bancas, fixando a data e o horário
das defesas com respectivas salas de aula. Outrossim, deverá ele verificar se a
orientação temática e metodológica efetivamente estão sendo oportunizadas aos
estudantes, mantendo, para este fim, contato constante com professores
responsáveis pelas unidades de aprendizagem TCC em Naturologia I, TCC em
Naturologia II e TCC em Naturologia III. Ademais, deverá acompanhar o protocolo
dos trabalhos de curso e encaminhá-los aos examinadores.

153
Atribuições do professor orientador:

Caberá ao professor orientador temático, recomendar bibliografia para


o tema escolhido pelo estudante para desenvolverem os seus trabalhos de curso.
Terá, também, como dever, acompanhar o estudante no desenvolvimento do
Trabalho de Curso em Naturologia e verificar, pessoal e individualmente, se os
acadêmicos estão desenvolvendo corretamente os seus trabalhos. Por fim,
poderá o professor orientador temático vetar a defesa do trabalho de curso, por
meio de expediente dirigido à Coordenação de TCC em Naturologia, se o
trabalho não preencher os requisitos mínimos ou se o estudante não desenvolver
pessoalmente o trabalho.

Atribuições dos estudantes:

Por outro lado, será dever do acadêmico orientando seguir as normas


definidas por este projeto pedagógico e pela Coordenação do Núcleo de TCC em
Naturologia, frequentando, com assiduidade e pontualidade, as aulas definidas
no calendário acadêmico. Ademais, deverão cumprir com as atividades previstas
nos programas de ensino das unidades de aprendizado de TCC em Naturologia I,
TCC em Naturologia II e TCC em Naturologia III nos prazos estabelecidos,
observando as normas técnicas da ABNT para elaborar o projeto e o artigo em
Naturologia, bem como agindo com ética e responsabilidade na elaboração do
trabalho de curso.

Relação de número de estudantes por orientador x hora semanal de orientação:

A certificação Trabalho de Conclusão de Curso terá carga horária de


150 horas (equivalentes a 10 créditos). As unidades de aprendizagem serão
ministradas por professores da área de metodologia, ciências básicas,
epidemiologia e de pesquisas sociais.
A unidade de aprendizagem Trabalho de Conclusão de Curso em
Naturologia I soma-se 75 horas e está divididas em 60 horas de aula sobre

154
metodologia e 15 horas de orientação individual com o professore orientador da
área temática referente as linhas de pesquisas. O Trabalho de Conclusão de
Curso em Naturologia II apresenta 30 horas de aula. O Trabalho de Conclusão de
Curso em Naturologia III apresenta 45 horas sendo 30 horas de aula e 15 horas
de orientação individual com o professor orientador para a elaboração do artigo
final.

6 SISTEMA DE AVALIAÇÃO

Critérios para formação da banca de qualificação e defesa

a) A banca de qualificação e defesa do TCC em Naturologia será


composta pelo orientador, que a presidirá, e por mais dois professores do curso
de Naturologia, indicados pelo Núcleo de TCC.

b) A titulação mínima, tanto do orientador quanto dos integrantes da


banca, deverá ser de especialista.

c) Todos os membros componentes da banca deverão ser lotados na


UNISUL.

d) A ausência de protocolo do TCC em Naturologia (versão para


defesa e versão final) nos prazos estabelecidos pelo coordenador de TCC implica
automática reprovação do estudante.

e) O calendário de defesa será marcado pelo coordenador TCC do em


Naturologia, com anuência da Coordenação do Curso.

f) Os estudantes aprovados em banca deverão entregar uma síntese


das principais informações sobre o Trabalho de Curso em Naturologia
(informações para catálogo, conforme modelo que será fornecido pelo Núcleo de
TCC em Naturologia) e também deverão entregar a versão integral em CD. A não

155
entrega da versão integral em CD implicará a reprovação do estudante.

O processo de avaliação do Trabalho de Conclusão de Curso em


Naturologia, elaborado ao longo de dois ciclos acadêmicos, desdobrar-se-á em 3
etapas:

a) Notas referentes a cada uma das três unidades de aprendizagem


da certificação de TCC em Naturologia;

b) Nota do projeto de pesquisa (qualificação) apresentado perante


banca;

c) Nota do artigo científico apresentado perante banca, seguida de


argüição (nota do trabalho escrito e apresentação).

Na primeira etapa, as notas são de responsabilidade dos professores


de cada uma das unidades de aprendizagem da certificação de TCC em
Naturologia.
Na segunda e terceira etapas a nota será composta pela nota do
orientador e a nota de mais dois professores membros da banca de qualificação
e defesa. O trabalho escrito vale 10 (dez). Se a média aritmética das notas
atribuídas pelos dois professores examinadores for inferior a 7 (sete), o trabalho
será liminarmente considerado reprovado. Caso o estudante receba nota superior
a 7(sete) na média das três notas o trabalho é encaminhado para apresentação
oral em banca.
A nota final será obtida pela média aritmética das notas da primeira
etapa, da segunda e terceira etapa, sendo esta obtida pela média aritmética das
notas conferidas pelos dois professores examinadores e pela nota do orientador.
A ata de defesa do Trabalho de Conclusão de Curso em Naturologia deverá
conter as notas de cada membro da banca e da nota respectiva da parte escrita e
da apresentação separadamente e a respectiva soma (resultado final).

156
O Trabalho de conclusão de Curso em Naturologia poderá:

a) ser considerado aprovado, com possível indicação para publicação


por parte da banca;

b) ser considerado reprovado, não cabendo recurso dessa decisão.

Procedimento para a defesa perante a banca de qualificação e defesa

Os estudantes defenderão seu projeto de pesquisa e artigo em


Naturologia em, no mínimo, 15 (quinze) e, no máximo, 20 (vinte) minutos. Os
membros da banca terão o tempo máximo de 20 (vinte) minutos para a argüição,
tempo que será dividido igualitariamente entre os argüidores (10 minutos para
cada um). Ao presidente da banca caberá a organização dos trabalhos, a
distribuição e o controle do tempo. Definirá ainda qual dos membros argüirá
primeiro, bem como poderá conceder prorrogação de até 5 (cinco) minutos para
cada argüidor. Além disso, será responsável pela condução dos trabalhos,
preenchimento e leitura da ata.

Pontualidade na entrega de trabalhos

A Coordenação do Núcleo de Trabalho de Conclusão de Curso em


Naturologia marcará data única para a entrega do projeto de pesquisa e artigo
científico, no horário de funcionamento do Curso. A não entrega na data marcada
implicará reprovação do estudante na certificação.

Casos omissos
Os casos omissos destas instruções serão analisados pelo
Coordenador de TCC e pela Coordenação do Curso de Naturologia.

157
7 FORMULÁRIOS AVALIATIVOS (Doc anexado)

Em caso de formulários avaliativos estão anexados ao Projeto


Pedagógico deste Curso.

Campus / Unidades Geográficas


Campus Universitário da Grande Florianópolis / Pedra Branca

158
APÊNDICE E: Atividades complementares

Pedra Branca

O objetivo das Atividades Complementares no Curso de Naturologia é


flexibilizar o currículo do Curso, proporcionando aos estudantes a possibilidade de
desenvolver competências e habilidades em nível pessoal e profissional, a partir
da participação em atividades pelo curso ou além dessas. Para cumprir com as
Atividades Complementares, o acadêmico deve cumprir, 245h/a curriculares
durante o período que o mesmo está matriculado no curso de Naturologia. Cabe
ressaltar que os certificados devem conter a carga horária total cumprida (quando
aplicável) e os dados legais da instituição em que tais atividades foram realizadas.
Apresentação de documento comprobatório da atividade e da carga horária é
fundamental para a validação das Atividades Complementares.

As atividades complementares totalizam 245 horas

Atividades Complementares
Atividades Científicas
Atividades de Extensão
Atividades de Iniciação Científica
Cursos de Língua Estrangeira
Projeto integrador
Curso de Extensão
Estágio curricular não obrigatório
Relatório de Pesquisa
Produção Científica
Aproveitamento em disciplinas dos demais cursos de graduação
e/ou pós-graduação da UNISUL
Elaboração de artigo científico para publicação em periódico
Estudos de caso, viagens de estudo e visitas técnicas
Ministrante de cursos de extensão na área de formação
Organização e/ou participação em eventos científicos ou culturais
internos ou externos como seminários, simpósios, congressos,
conferências, semanas científicas e similares

159
Participação em palestras, simpósios, seminários e eventos de
natureza acadêmica, cultural e científica
Participação em Projeto de Pesquisa
Unidades de aprendizagem / disciplinas complementares e não
equivalentes às do currículo na área de formação
Participação em Atividades de Monitorias
Libras
Quadro 4: Atividades complementares.
Fonte: PPC do Curso de Naturologia, ano 2013.

160
APÊNDICE F:Resolução de avaliação do aproveitamento escolar

Resolução: 001/2012

ESTABELECE NORMAS
COMPLEMENTARES AO
REGIMENTO GERAL REFERENTES
AO PROCESSO DE AVALIAÇÃO DO
APROVEITAMENTO ESCOLAR DO
ESTUDANTE NO CURSO DE
NATUROLOGIA NA MODALIDADE
PRESENCIAL.

O Coordenador do Curso de Naturologia no uso de suas atribuições estabelecidas


pelos artigos 25, inciso VII e 89 do Regimento Geral da UNISUL, e o deliberado
pela Congregação de Curso,

RESOLVE:

Art 1º - Determinar que o Curso de Naturologia tenha para o processo de


avaliação do aproveitamento escolar, os seguintes princípios:
I - a avaliação será realizada através de uma diversificação de procedimentos
pedagógicos, observando a evolução progressiva do estudante, o Projeto
Pedagógico do Curso e o encadeamento das unidades de aprendizagem;
II - a avaliação será feita sobre os conceitos, experiências e atitudes
trabalhadas com os estudantes, obedecendo aos conteúdos essenciais do
conhecimento para a obtenção de competências específicas, ministrados de
acordo com os planos de ensino das unidades de aprendizagem das certificações
que compõem o currículo do curso;
III - a avaliação deverá atender aos valores institucionais e considerar postura
reflexiva e ética necessária à formação profissional, vistos numa correlação entre

161
teoria e prática;
IV - a avaliação, como componente didático, deverá ser utilizada pelo
professor como estímulo ao interesse dos estudantes pela unidade de
aprendizagem, favorecendo o desenvolvimento da criatividade, dos aspectos
cognitivos e a interação entre professor/estudante e estudante/ estudante.
Art 2º - O professor deverá realizar as avaliações necessárias à sua unidade de
aprendizagem e registrar no diário de classe, no mínimo duas notas.
Parágrafo único. O peso das notas para ponderação das avaliações ficará a
critério de cada professor, devendo constar sempre nos planos de ensino.

Art. 3º - Todas as atividades de avaliação deverão ter seus resultados divulgados


e quando forem utilizados instrumentos escritos estes devem ser devolvidos aos
respectivos estudantes.
Parágrafo único. As datas da divulgação dos resultados das atividades de
avaliação, avaliação semestral e a realização das avaliações finais deverão seguir
o estabelecido pelo calendário acadêmico da Unisul.

Art. 4º - Determinar que o professor utilize instrumentos de avaliação variados,


elaborados sob rigor técnico e científico, respeitando as características da
unidade de aprendizagem e da habilitação do Curso de Naturologia .

Art. 5º - O professor só poderá ficar com os trabalhos dos estudantes para fins de
publicação, ou aplicação didática, após o consentimento destes.
Parágrafo único. Nos casos de publicação o estudante deverá receber a
co-autoria do trabalho.

Art. 6º - Estabelecer que, para a avaliação das aulas práticas e das atividades
ligadas a projetos, o professor deve contemplar a qualidade e inovação do
conhecimento, coerente ao conteúdo teórico aplicado.

Art. 7º - Determinar o processo de avaliação dos Estágios Supervisionados em


Naturologia.

162
Parágrafo único. A avaliação dos Estágios Supervisionados em Naturologia
resultará da observação de competências e habilidades expressas no
desempenho individual. A avaliação consistirá de:
a. Avaliação de desempenho prático, onde serão observados os critérios de
relação de compromisso, relação de interagência, relação de aprendizagem e
aplicação prática. A nota desta avaliação será de zero a dez (10,0) pontos;

A nota final dos Estágios Supervisionados em Naturologia será constituída da


seguinte forma :
I) O estudante para ser aprovado em cada unidade de Estágio Supervisionado em
Naturologia e deverá obrigatoriamente alcançar nota igual ou superior a 7,0 no
desempenho prático.
II) A nota final da unidade de aprendizagem de Estágio Supervisionado em
Naturologia será a média aritmética do desempenho prático em cada Unidade de
Aprendizagem.
III) Caso o estudante não atinja nota igual ou superior a sete (7,0) no desempenho
prático estará reprovado na respectiva unidade de Estágio Supervisionado em
Naturologia. Neste caso (reprovação no desempenho prático) o acadêmico
deverá refazê-lo.

Art. 8º - Determinar que os planos de ensino, elaborados pelos professores de


cada unidade de aprendizagem, sejam entregues à Coordenação do curso duas
semanas antes do início das aulas e aos estudantes na primeira semana de aula
do semestre vigente.

Parágrafo único: No Plano de Ensino deve constar:

I - Dados de identificação da instituição;


II - Ementa;
III - Justificativa;
IV - Objetivos;
V - Conteúdo Programático;

163
VI - Metodologia;
VII - Cronograma de Atividades;
VIII - Instrumentos e Critérios de Avaliação do Aproveitamento Escolar;
IX - Bibliografia

Art. 9º - Determinar que seja assegurado ao estudante o pedido de revisão de


avaliação final e que esta será realizada por uma banca composta por no mínimo
dois docentes de áreas afins a unidade de aprendizagem correspondente.

Art. 10º - Os casos não contemplados nessa Resolução serão resolvidos pela
coordenação do curso.

Art. 11º - Determinar que a avaliação das certificações oferecidas na modalidade


a distância atenderá a legislação específica e nas certificações oferecidas na
modalidade presencial a frequência mínima obrigatória é de 75% do total de horas
previstas.

Art. 12º - Esta resolução entra em vigor após a aprovação pelo órgão superior
competente.

___________________________________
Professor Fernando Hellmann
Coordenador do Curso Naturologia

164
APÊNDICE G: Diretrizes curriculares nacionais/ Catálogo nacional de
cursos superiores de tecnologia.

O Quadro 5 apresenta a distribuição dos conteúdos nas certificações


em articulação com as Diretrizes Curriculares Nacionais/Catálogo Nacional de
Cursos Superiores de Tecnologia do Curso de

Conteúdos Conforme Diretrizes/Catálogo

Certificação

Quadro 5: Conteúdos(Conforme Diretrizes/Catálogo) X Certificações.


Fonte: PPC do Curso , ano .

165
APÊNDICE H: Tabela de equivalência entre as unidades de aprendizagem das
certificações do currículos proposto e as disciplinas do currículo em
andamento

Ciclo de Formação e Oferta: 2


Pedra Branca

Disciplina/UA: Reflexoterapia 60 horas


_________________________________________________________________
Equivalente:
002812 Reflexoterapia 60 horas

Disciplina/UA: Terapia Floral 60 horas


_________________________________________________________________
Equivalente:
001300 Florais 60 horas

Disciplina/UA: Cromoterapia 60 horas


_________________________________________________________________
Equivalente:
000586 Cromoterapia 60 horas

Disciplina/UA: Modelos de Entendimento dos Processos Saúde-Doença 30


horas
_________________________________________________________________
Equivalente:
001305 Formação do Naturólogo III 30 horas

166
Disciplina/UA: Saúde e Ambiente 30 horas
_________________________________________________________________
Equivalente:
002786 Recursos Naturais I 30 horas

Disciplina/UA: Bioética Clínica e Social 30 horas


_________________________________________________________________
Equivalente:
000363 Bioética 30 horas

Disciplina/UA: Massagem Sueca 60 horas


_________________________________________________________________
Equivalente:
002010 Massoterapia 60 horas

Disciplina/UA: Iridologia e Irisdiagnose 60 horas


_________________________________________________________________
Equivalente:
001763 Irisdiagnose 60 horas

Disciplina/UA: Trofologia e Trofoterapia 60 horas


_________________________________________________________________
Equivalente:
003209 Trofoterapia 60 horas

Disciplina/UA: Introdução à Fitoterapia e Plantas Medicinais 60 horas


_________________________________________________________________
Equivalente:

167
001296 Fitoterapia I 60 horas

Disciplina/UA: Plantas Medicinais e Fitoterapia na Atenção à Saúde 60 horas


_________________________________________________________________
Equivalente:
001298 Fitoterapia II 60 horas

Disciplina/UA: Práticas de Intervenção Corpo-Mente Ocidentais e Yoga 60 horas


_________________________________________________________________
Equivalente:
002967 Técnicas Corporais I 60 horas

Disciplina/UA: Práticas de Intervenção Corpo-Mente Chinesas 30 horas


_________________________________________________________________
Equivalente:
002968 Técnicas Corporais II 30 horas

Disciplina/UA: Suporte e Movimento 60 horas


_________________________________________________________________
Equivalente:
000273 Anatomia Humana I 60 horas

Disciplina/UA: Fundamentos de Aromaterapia 60 horas


_________________________________________________________________
Equivalente:
000300 Aromaterapia 60 horas

168
Disciplina/UA: Recursos Expressivos em Sáúde II 60 horas
_________________________________________________________________
Equivalente:
000316 Arteterapia I 60 horas

Disciplina/UA: Princípios de Antroposofia 30 horas


_________________________________________________________________
Equivalente:
000290 Antroposofia 30 horas

Quadro 6: Tabela de equivalência.


Fonte: PPC do Curso Naturologia, ano 2013.

169
APÊNDICE I: Condições para funcionamento do curso

1 ESTRUTURA ORGANIZACIONAL

Para estrutura organizacional do Curso de Naturologia, têm-se a (1)


Equipe de Coordenação; (2) Corpo Docente e (3) Equipe de Apoio Administrativo
e Pedagógico.

(1) Equipe de Coordenação do Curso

A Equipe de Coordenação do Curso de Naturologia consta dos


membros: Coordenador do Curso de Naturologia , Vice-coordenador,
Coordenador de Trabalho de Conclusão e Curso e do Coordenador de Estágio.
Todos devem apresentar perfil pautados nos aspectos teórico-administrativo no
âmbito da Naturologia e ética, quais sejam:

a) Competência teórico-administrativa
O termo competência teórico-administrativa encerra um feixe de
habilidades relativas ao desempenho profissional de conduzir ações
administrativas e gerir relações de trabalho. Traduz-se em disposição técnica e
teórica para:
Exercer liderança intelectual no âmbito da Naturologia;
Gerir estrategicamente os vários campos de atuação do curso e as
relações com outras instâncias da universidade e com a comunidade;
Empreender o desenvolvimento do trinômio básico da
universidade-ensino pesquisa e extensão no sentido de fortalecimento e
integração destas áreas;
Promover a inovação nas práticas acadêmicas, bem como a
manutenção das experiências bem sucedidas;
Diagnosticar as capacidades e deficiências teóricas e técnicas do
corpo docente e técnico- administrativo para estruturar ações de intervenção,
visando a qualidade crescente do curso;
Planejar metas para o Curso, dentro de uma filosofia de

170
aprimoramento humano e profissional;
Lidar com imprevistos, programando soluções de forma criativa, ágil e
hábil.

b) Competência ética
A competência ética encerra habilidades mínimas relativas à
configuração das noções de justiça, honestidade e respeito, nas ações
desencadeadas pelos coordenadores. Traduz - se em disposição para:
Respeitar a autonomia de pensamento e de ação dos profissionais
docentes e dos acadêmicos;
Resguardar o cumprimento de pensamento e de ação dos profissionais
e dos acadêmicos;
Entender a Congregação do Curso de Naturologia como o espaço da
livre expressão democrática;
Conceber a ética e a democracia como bens comuns nas relações de
trabalho.
Agir de modo virtuoso e pautado nas relações de cuidado consigo, com
o outro e com o ambiente.

(2) Corpo Docente

O docente que atuará no Curso de Naturologia deverá apresentar três


competências básicas: a acadêmico/científica e ética .

a) Competência acadêmico-científica

O termo competência acadêmico-científica compreende um conjunto


de conhecimentos que possibilitem ao profissional, dentro do perfil almejado e a
prática acadêmica adequada quanto ao ensino, à pesquisa e à extensão.
Traduz-se como a disposição profissional para:
Ter e gerar motivação epistêmica, traduzida como estado de
permanente inquietude intelectual;

171
Comprometer- se com a inovação, aceitando-a promovendo-a, numa
atitude que coloca a ciência em constante avaliação;
Estar em sintonia crítica com o panorama contemporâneo profissional
e acadêmico, buscando atualização contínua e voltando - se a perspectiva
multidisciplinar.

b) Competência moral/ética
Por competência ética entendem-se, nos limites deste documento,
disposições internas para construir práticas de respeito ao outro e ao patrimônio
social de um modo geral. Traduz-se como a disposição para:
Comprometer-se com a Universidade do Sul de Santa Catarina -
UNISUL, considerando-a espaço efetivo de ensino, pesquisa e extensão traduzido
em ações pautadas pelos direitos humanos;
Entender-se como educador, exercendo práticas pedagógicas que
estabeleçam a harmonia ciência/compromisso com a vida;
Gerar a relação educador/educando norteada pelo respeito;
Negar espaço para qualquer forma de discriminação;
Desenvolver uma atitude pedagógica geradora de compromisso com a
verdade, que não admite práticas antiéticas no decurso do processo
ensino/aprendizagem, seja no convívio em sala de aula, seja na realização das
tarefas acadêmicas: trabalhos escritos, provas, estágios e outras;
Promover a ética como bem-comum acadêmico.

(3) Equipe de Apoio Administrativo e Pedagógico


Esta deverá ser composta de:
Um(a) secretário(a) executivo(a) para o atendimento geral e
burocrático das atividades requeridas pelo curso;
Um(a) assistente pedagógico para articular as atividades de ensino e
as atividades de laboratório específica do curso e da Unidade Acadêmica, bem
como acompanhar a coordenação nas tomadas de decisões referentes ao
processo ensino - aprendizagem.
Para desenvolver as atividades acima elevadas, esses profissionais

172
deverão possuir duas competências básicas:

a) Competência prática, projetando uma atuação profissional


caracterizada por indicadores que habilitem:
À capacidade de gestão estratégica que inclui: gerenciamento das
ações de secretaria, assessoramento aos profissionais da sala de aula; eficiência
na aplicação de procedimentos protocolares e no contexto de recepção de
membros integrantes do corpo docente, discente e administrativo da instituição;
À utilização e manuseio de aparelhos de tecnologias modernas que
dêem excelência à prática profissional;
À capacidade de gerenciar imprevistos e contrários, numa perspectiva
de polivalência e criatividade;
À capacidade de programar soluções, tanto para o previsto, quanto
para o inusitado;
À inquietude geradora da necessidade de atualização contínua;
Ao empreendedorismo, caracterizado pela inovação, pelo espírito de
iniciativa e pelo dinamismo.

b) Competência ética, projetando uma atuação profissional


caracterizada por indicadores que habilitem:
À internalização de um código de ética profissional, direcionando à
promoção da verdade;
À guarda de absoluto sigilo empresarial em consonância com os
direitos humanos;
À não-convivência com quaisquer transgressões à dignidade humana,
à cidadania e à vida;
À consciência da ética como bem-comum nas relações de trabalho;
À consciência das relações hierárquicas;
Ao questionamento de ações resultantes de discriminação e
favoritismo.

173
2 ESTRUTURA DE ATENDIMENTO

O atendimento às demandas apresentadas e aos diferentes sujeitos


participantes do processo de formação continuada terão na gestão do curso a
responsabilidade direta pelas questões administrativas e pedagógicas relativas ao
processo de formação. Aos professores cabe a responsabilidade pela gestão
pedagógica, atualização dos conteúdos e metodologias e interagindo de maneira
democrática com os acadêmicos. O curso conta com os serviços estruturados na
Universidade para suporte e atendimento aos estudantes, dentre eles destaca-se:
Secretaria de ensino, Secretarias de apoio, SAIAC, Laboratórios, Biblioteca,
demais serviços de atendimento.

Na Clínica Escola de Naturologia deverá contar com, no mínimo:


1(um) Coordenador de estágio;
1 (um) servidor técnico;
1(um) computador para uso exclusivo da Coordenação;
2 (dois) computadores para uso exclusivo dos professores;
1(uma) impressora;
2 (dois) estagiários por turno.

3 REGISTROS ACADÊMICOS

Os registros acadêmicos serão viabilizados pelo suporte presente no


curso, nas Unas e nas Secretarias específicas da Universidade.

4 UNIDADES DE ARTICULAÇÃO (UNA)

O Curso de Naturologia está vinculado a Unidade de Articulação


Acadêmica denominada de Ciências da Saúde e Bem-estar Social. A Una se
constitui no espaço de sinergia entre os projetos de formação articulando as áreas
de conhecimento, integrando e ampliando os espaços de formação e viabilizando
a infraestrutura para o ensino, a pesquisa e a extensão. Além da Una que o curso

174
está vinculado, existem outras Unas que o curso poderá se articular a partir das
demandas internas e externas construídas no processo de formação continuada e
na consolidação de projetos de pesquisa e extensão que contribuam para o
desenvolvimento local/regional.

5 ESTRUTURA FÍSICA

Além da infraestrutura da Universidade, comum a todos os cursos, o


curso de Naturologia dispõe da "Casa da Colina", a qual possui:
01 Laboratório Horto Botânico de Plantas Medicinais;
01 Laboratório de Arteterapia e técnicas expressivas;
02 Laboratórios de Práticas Integrativas e Complementares;
01 Laboratório de Hidroterapia;
01 Sala de Vivência para Técnicas Corporais e Contemplativas;
01 Centro de Práticas Naturais, Integrativas e Complementres;
12 Consultórios;
Salas de Estudo, Pesquisa e extensão;
Sala de Professores.

6 BIBLIOTECA

BIBLIOTECA
A Unisul possui uma ampla biblioteca presencial e virtual com acervo
específico na área de conhecimento do Curso de Naturologia, Ciências da Saúde
e Bem-estar Social e de áreas afim que são referência para a ampliação do
conhecimento dos acadêmicos. O curso fará revisão sistemática do acervo e
atualização coerente com os processos de formação apresentados.
Atualmente o quadro de Bibliotecas é formado por pelas Bibliotecas
dos Campi, das Unidades e dos Pólos de Apoio. Contam como uma estrutura de
pessoal formada por bibliotecários, auxiliares e assistentes de Biblioteca.
De acordo com a estrutura física da BU do Campus, Unidade ou Pólo
de apoio estarão disponíveis: acervo, computadores para pesquisa ao acervo e a

175
internet, setor de empréstimo, setor de aquisição, secretaria, sala para estudo
individual, salões para estudo em grupo, cabines para grupos, computadores
administrativos, auditório com videoconferência (Tubarão), sala infanto-juvenil,
laboratório de restauração de documentos, escaninhos para guarda de volumes,
caixa coletora para devoluções, salas para administração, aquisição, informática e
processamentos técnicos.

Acesso a rede sem fio (wireless).

O acervo da biblioteca é formado a partir das indicações das


bibliografias básicas e complementares no Projeto Pedagógico dos Cursos (PPC).
Sua composição é de diversos tipos de materiais em diferentes
suportes, como: livros, folhetos, multimeios (gravação de vídeo, gravação de som,
etc.), referência (enciclopédias, dicionários, anais, anuários, bibliografias,
catálogos, etc.), monografias, dissertações, teses, documentos institucionais,
periódicos (revistas, jornais, etc.), bases de dados, objetos (brinquedos
educativos, jogos, fantoches, instrumentos musicais, etc.), materiais cartográficos
(mapas, atlas geográfico, globo, etc.) e etc.
Monografias, dissertações e teses on-line, com o objetivo de
disseminar a produção científica institucional.
Portal de Periódicos Unisul, utilizando a plataforma SEER/IBICT, que
visa disponibilizar em meio eletrônico o acesso as revistas produzidas pelos
cursos da universidade, acesso pelo endereço
http://www.portaldeperiodicos.unisul.br/
Acesso ao catálogo do acervo das bibliotecas que compõem o Sistema
Acafe, BiblioAcafe no endereço http://189.8.208.200/sinbac/consultas/index.php

Estão disponíveis para acesso as seguintes bases de dados:

Abstracts in Social Gerontology: inclui registros bibliográficos que


abrangem áreas essenciais relacionadas à gerontologia social, incluindo
psicologia do envelhecimento, sociedade e o idoso, bem como outras áreas chave

176
para a unidade de aprendizagem. O índice contém 70.000 registros, que são
meticulosamente selecionados das fontes mais importantes na unidade de
aprendizagem.
AgeLine: tem foco exclusivamente na população com mais de 50 anos
e questões de envelhecimento. O AgeLine é a fonte premier da literatura de
gerontologia social e inclui conteúdo relacionado a envelhecimento das ciências
biológicas, psicologia, sociologia, assistência social, economia e política pública.
Esse banco de dados indexa mais de 600 periódicos, livros, capítulos de livros,
relatórios, dissertações, guias de consumidores e vídeos educacionais. A
abrangência da publicação é de 1978 até o presente, com cobertura selecionada
de 1966-1977.
Business Source Complete: é a mais completa base de dados
acadêmica na área de negócios do mundo, que oferece a melhor coleção de
conteúdo bibliográfico e com texto completo. Como parte da cobertura abrangente
oferecida por esta base de dados, também estão incluídos os índices e resumos
dos periódicos científicos acadêmicos mais importantes desde 1886, além das
referências pesquisáveis citadas fornecidas de mais de 1.200 periódicos
científicos.
Family Studies Abstracts: inclui registros bibliográficos que abrangem
áreas essenciais relacionadas aos estudos da família, incluindo casamento,
divórcio, terapia de família e outras áreas de importância chave para a unidade de
aprendizagem. O índice contém 45.000 registros, que são meticulosamente
selecionados das fontes mais importantes na unidade de aprendizagem.
GreenFILE: oferece ótimas informações de pesquisa cobrindo todos os
aspectos do impacto humano no meio ambiente. Sua coleção de títulos de
interesse acadêmico, governamental e geral incluem conteúdos sobre
aquecimento global, construções ecológicas, poluição, agricultura sustentável,
energia renovável, reciclagem e mais. A base de dados oferece índice e resumos
de mais de 384 mil registros, bem como Livre Acesso a textos completos de mais
de 4.700 registros.
MEDLINE: é a fonte mais abrangente do mundo em revistas médicas
especializadas, fornecendo o texto completo de quase 1.370 revistas

177
especializadas indexadas no MEDLINE. Dessas, mais de 1.340 têm indexação de
capa a capa no MEDLINE, e dessas, 528 não são encontradas com texto
completo em nenhuma versão do Academic Search, Health Source ou do
Biomedical Reference Collection.
Regional business news: Base de dados com texto completo nas áreas
administração regional - Estados Unidos, sobre Administração, Economia,
Finanças e Negócios.

Science Direct: Base de dados com texto completo de publicações


periódicas nas áreas de Ciências Biológicas, Ciências da Saúde, Ciências
Agrárias, Ciências Exatas e da Terra, Engenharias, Ciências Sociais Aplicadas,
Ciências Humanas e Letras e Artes.
Scopus: Base de dados de resumos e de citações da literatura
científica e de fontes de informação de nível acadêmico na Internet. Indexa
periódicos, patentes, além de outros documentos nas áreas de Ciências
Biológicas, Ciências da Saúde, Ciências Físicas e Ciências Sociais.
The Scientific & Medical ART Imagebase: ("SMART Imagebase"),
criada por /Nucleus Medical Art/, oferece uma completa coleção de ilustrações e
animações médicas.
Atheneu: Base de dados com livros nas áreas de ciências biológicas e
da saúde, totalizando acesso ao texto completo de 22 livros eletrônicos e acesso
parcial (até o terceiro capítulo) de 300 livros eletrônicos em demonstração.
Zahar: Ciências Humanas, assunto Filosofia, conjunto de e-books
(livros eletrônicos) formada por 48 títulos em texto completo, o qual conta com
obras dos autores Kant, Maquiavel, Heidegger e Schopenhauer entre outros.
ASTM: Fonte de normas técnicas para materiais, produtos, sistemas e
serviços. As normas ASTM é uma vasta coleção de padrões da indústria de ponta
e informações técnicas de engenharia. E abrange uma ampla gama de unidade
de aprendizagem de engenharia, incluindo aeroespacial, biomédica, química, civil,
ambiental, geologia, saúde e segurança industrial, ciência dos materiais,
mecânica, nuclear, petróleo, ciência do solo, engenharia e solar.
Human Resources Abstracts: inclui registros bibliográficos que

178
abordam áreas relacionadas a recursos humanos, incluindo gerenciamento de
recursos humanos, assistência ao funcionário e comportamento organizacional.
Public Administration Abstracts: inclui registros bibliográficos que
cobrem áreas essenciais relacionadas com a administração pública, incluindo a
teoria da administração pública e outras áreas de grande relevância para a
unidade de aprendizagem.

FORMAS DE ACESSO AO ACERVO PELOS ESTUDANTES DA


MODALIDADE A DISTANCIA

Cada pólo de apoio possui na sua estrutura uma biblioteca física


disponibilizando acervo formado por títulos que compõe a bibliografia básica das
unidade de aprendizagems em oferta no pólo. Os periódicos, bases de dados,
e-books, dentre outros são disponibilizados em acesso eletrônico.

SERVIÇOS OFERECIDOS
Atendimento ao Usuário na Recuperação da Informação: Funcionários
e bibliotecários, quando solicitados, orientam os usuários sobre o uso da
biblioteca.
Comutação Bibliográfica: Possibilita ao usuário obter cópias de artigos
nacionais ou estrangeiros de periódicos especializados, teses, trabalhos
publicados em anais de congressos e capítulos de monografias não existentes no
acervo da Biblioteca podem ser obtidos cópias por meio dos programas COMUT
on-line e BIREME.
Consulta à Internet: Disponibiliza terminais com acesso à rede mundial
de computadores.
Consulta Local: A consulta ao material bibliográfico é de livre acesso,
atendendo à comunidade universitária e ao público em geral.
Consulta on-line ao Acervo: Acesso à base de dados bibliográficos que
reúne os registros de informação sobre o acervo das bibliotecas da Unisul,
permitindo a recuperação e localização do material on-line (inclusive bases de

179
dados de conteúdo científico).
Empréstimo Diário: Trata-se da utilização do material em sala de aula,
requisitado pelo professor.
Empréstimo Domiciliar: Empréstimo aos usuários de material
disponível na Biblioteca.
Empréstimo entre Bibliotecas da Unisul: Empréstimo de material
bibliográfico disponível em outras bibliotecas da Unisul solicitado pelo usuário,
através de formulário on-line.
Empréstimo Interbibliotecas: Consiste no empréstimo de materiais
pertencentes ao acervo de bibliotecas conveniadas do Sistema ACAFE. O
SINBAC (Sistema Integrado de Bibliotecas do Sistema ACAFE) -
www.acafe.org.br/sinbac/ -, permite o acesso ao banco de dados cooperativo das
bibliotecas participantes. Outra opção de pesquisa e empréstimo interbibliotecas é
o acesso a base de dados do Sistema de Bibliotecas da UFSC: www.bu.ufsc.br/.
Empréstimo para estudante a distância: empréstimo para estudantes
do Campus UnisulVirtual, encaminhado via correio.
Home Page (www.unisul.br/biblioteca): Exibe informações sobre as
Bibliotecas da Unisul e sobre os serviços oferecidos, Regulamento, Consulta ao
Acervo, Biblioteca Virtual, Serviços on-line (Renovação, Reserva, Boletim de
Aquisições, Comutação Bibliográfica, Empréstimo entre Bibliotecas, Empréstimo
Interbibliotecas, Pedido de Aquisição-Coordenadores de Curso), página de
notícias com as novidades e informativos, Convênios e Parcerias da Biblioteca e
acesso a publicação de metodologia Trabalhos Acadêmicos na Unisul.
Reserva de Material: Para as obras que estão emprestadas podem ser
feitas reservas.
Orientação na Normatização de Trabalhos Acadêmicos: Atendimento
individual ou em grupo no que se refere à orientação na elaboração de
referências bibliográficas e na apresentação gráfica de trabalhos acadêmicos.
Serviço oferecido com hora marcada, orientado pelos bibliotecários. Atendimento
baseado na da produção dos bibliotecários da instituição:
UNIVERSIDADE DO SUL DE SANTA CATARINA. Pró-Reitoria
Acadêmica. Programa de Bibliotecas. Trabalhos acadêmicos na Unisul:

180
apresentação gráfica para tcc, monografia, dissertação e tese. 3. ed. rev. e ampl.
Tubarão: Ed. Unisul, 2010.
Orientação na utilização de bases de dados: Atendimento individual ou
em grupo no que se refere à orientação na utilização de recursos informacionais
em meio eletrônico como: Biblioteca Virtual Unisul, bases de dados assinadas, de
acesso livre e de acesso temporário. Serviço oferecido com hora marcada,
orientado pelos bibliotecários.
Serviço de Atendimento a usuários com cegueira e baixa visão: Serviço
destinado para dar suporte informacional aos usuários tanto no acesso à
informação acessível. O local também é estruturado com softwares de audiência
para que os usuários possam fazer leituras e pesquisa na internet.
Visita Orientada: Consiste no reconhecimento da Biblioteca, por turma
de estudantes acompanhados do professor, ou individualmente. Na visita, os
usuários, serão informados dos serviços oferecidos pela Biblioteca, consulta no
terminal de pesquisa, setores da Biblioteca, utilização do acervo, etc.

7 ESTRUTURA PARA NECESSIDADES ESPECIAIS

O Curso de Naturologia conta com as Políticas Institucionais


direcionadoras das condições de acessibilidade na Universidade. Destaque ao
Programa de Promoção da Acessibilidade (PPA) da Universidade onde os
estudantes serão encaminhados pelo curso para realização dos processos de
inclusão e viabilização das condições adequadas para a formação e bem estar
dos estudantes.
O PPA objetiva garantir ações para a promoção de condições
igualitárias de acesso ao ensino, pesquisa e a extensão para os estudantes com
deficiência sensorial, auditiva, física, transtornos mentais, dificuldade
aprendizagem e com necessidades educacionais específicas (NEE) com
equidade atendendo aos princípios atuais que anunciam a importância da
educação para todos. O Programa está ligado diretamente à Pró- Reitoria de
Ensino com desdobramento nos três Campi e adota uma dinâmica de
funcionamento com divisão de atribuições entre os membros da equipe, sugerindo

181
uma distribuição de responsabilidades entre os Cursos e Setores da
Universidade.
Ao se inscrever em um curso, o estudante deve identificar suas
necessidades especiais e, a partir dessa demanda, a Universidade providencia o
atendimento e o suporte necessário para realizar as atividades das unidades de
aprendizagem.

Principais atividades desenvolvidas pelo Programa na Universidade:


Orientação pedagógica ao corpo docente;
Capacitação de estagiários e fiscais ledores para atuar junto aos
estudantes com deficiência e necessidades educacionais específicas;
Disponibilização de recursos metodológicos na Universidade;
Conversão da bibliografia básica e complementar para o formato
acessível de acordo com a deficiência e/ou necessidades especifica;
Adaptação de conteúdos acadêmicos;
Adaptações de imagens de conteúdos acadêmicos;
Elaboração de parecer e desenvolvimento de planos de atenção à
aprendizagem para estudantes com necessidades educacionais especiais;
Mediação entre os estudantes com deficiência e NEE e comunidade
acadêmica;
Criação e manutenção de parcerias com instituições que representam
os interesses de pessoas deficientes ou com necessidades educacionais
específicas.
Recepção aos estudantes calouros cadastrados no PPA;
Ações permanentes focadas na acessibilidade atitudinal para o
atendimento acadêmico e comunidade externa.
Acompanhamento da estruturação e aplicação de tecnologias
assistivas;
Aplicação de avaliações e descrição de filmes com ledores para
estudantes com deficiência e necessidades educacionais especifica;
Orientação pedagógica individual e coletiva aos docentes, assistentes
pedagógicos;

182
Orientação e execução na adaptação do espaço de estágio externo;
Recepção e acompanhamento individual de estudantes;
Capacitação para funcionários, estagiários; monitores;
Palestras informativas em unidades de aprendizagem de Cursos da
Unisul.

O que é oferecido para a pessoa cega?


Avaliações presenciais adaptadas em formato digital ou fiscais/ledores
treinados e capacitados para deficientes e com necessidades educacionais
específicas.
Todo material (livros, livros didáticos, artigos, etc.) é disponibilizado em
arquivo DOC para os estudantes cegos ou em Braille. Adaptações de imagens em
relevo, maquetes e demais estruturas; Acompanhamento em sala de aula tendo a
função de auxiliar o estudante na locomoção na Universidade e leitura em livros,
textos em tinta e afins.
O que é Oferecido para a pessoa com baixa visão?
Avaliações presenciais em fonte ampliada em A4; e em fonte
ampliada; fiscais/ledores treinados e capacitados. Materiais em livros em tinta,
textos em fonte ampliada.
O que é Oferecido à pessoa surda ou com deficiência auditiva?
Acompanhamento de interprete em Libras nas avaliações presenciais
e durante a aula; tradução e interpretação em webconferencia e webaula; livros
em Libras e documento eletrônico.
O que é oferecido à pessoa com deficiência física?
Mobilidade dentro da Universidade.
O que é oferecido à pessoa com necessidade educacional específica?
Atendimento especializado conforme necessidade especifica do
estudante.

O que é oferecido à pessoa com paralisia cerebral?


Acompanhamento nas avaliações presenciais com fiscal/ledor. E
mobilidade dentro da Universidade.

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