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Projeto Pós Graduação

Curso MBA em Adm. e Finanças


Disciplina Gestão Estratégica de Custos
Gestão de Estoques, Custos Logísticos e Custos de
Tema
Oportunidade
Professora Marinei Mattos

Introdução
Para que os gestores possam tomar suas decisões ou estratégias,
alguns fatores devem ser controlados de maneira muito mais cuidadosa do que
outros, um deles é o estoque, pois dependendo do ramo e tipo de empresa
consome-se uma quantidade considerada de recursos.
Outra preocupação constante em grandes empresas são os custos
logísticos. Por muito tempo, as empresas deixaram esses custos de lado, no
entanto hoje, em virtude da quebra de barreiras, esse fator merece uma maior
parcela de atenção.
Esses setores estão constantemente presentes nas decisões dos
gestores e podem afetar as empresas, por isso a análise pela ótica do custo de
oportunidade pode ser bastante esclarecedora e suprir a gerência com
informações de qualidade.
A professora Marinei inicia sua abordagem ao custo de oportunidade no
vídeo que você pode acompanhar no material on-line.

Problematização
Segundo o CPC16(R1), aprovado pela resolução CFC nº 1.170/09,
alterada pela resolução CFC nº 1.273/10, os estoques compreendem bens
adquiridos e destinados á venda, incluindo, por exemplo, mercadorias
compradas por um varejista para revenda ou terrenos e outros imóveis para
revenda. Os estoques também compreendem produtos acabados e produtos

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em processo de produção pela entidade, inclusive matérias-primas e materiais
aguardando utilização no processo de produção, tais como componentes,
embalagens e materiais de consumo. Como você é um estudioso em custos,
foi convidado considerar as seguintes afirmações de um cliente.
a. Outras formas para mensuração dos custos de estoque, tais como o
custo padrão ou método do varejo, podem ser usadas por
conveniência e os resultados se aproximam do custo. Esses critérios
são aceitos pelo fisco.
b. O custo dos estoques deve ser atribuído pelo custo médio ponderado,
em detrimento do PEPS e do UEPS, consoante com a estabilização
da economia brasileira e os dispositivos normativos.
c. O custo de aquisição dos estoques compreende o preço de compra,
os impostos de importação e outros tributos (exceto os recuperáveis
perante o fisco), bem como os custos de transporte, seguro, manuseio
e outros diretamente atribuíveis á aquisição de produtos. Outros itens
semelhantes devem ser deduzidos na determinação do custo de
aquisição.

Pense sobre essas afirmativas, pois ao final você terá a oportunidade de


apontar qual a afirmativa correta de acordo com o que você estudará neste
tema.

Gestão de estoques
Em um contexto altamente competitivo, com pressões em níveis
mundiais, em que o ambiente, assim como os processos empresariais, vem
passando por grandes transformações, a Logística é um conceito em constante
evolução e atrelado à busca de ganhos de competitividade e níveis de custos
reduzidos.
Isso se agrava ainda mais em função do desafio de atuar globalmente e
da necessidade de agir de modo rápido frente às mudanças. Na gestão do

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estoque para controle da demanda, a decisão de estocar ou não um
determinado produto dependerá muito de suas particularidades e de sua
complexidade ou facilidade de aquisição (NOGUEIRA, 2012).

 Custos mais altos de manutenção de estoques.

 Falta de tempo na resposta de mercado.

 Risco de o material tornar-se obsoleto.

Devemos então concluir que o controle do estoque exerce influência nos


custos de rentabilidade da empresa. Os estoques absorvem capital que seria
investido de outras maneiras, desviam fundos e têm o mesmo custo de capital
que qualquer outro projeto de investimento da empresa (NOGUEIRA, 2012).
Mas logicamente que nenhum estoque funciona como o outro, veja a
seguir alguns tipos de estoques:

 Matéria-prima.

 Produtos em processo.

 Materiais em embalagem.

 Produto acabado.

 Componentes.

 Materiais de manutenção.

 Materiais para expediente.

 Mercadorias.

 Ferramentas.

 Gestão de estoques.

A classificação quanto à natureza dos estoques permite identificar o tipo


de ação gerencial a ser adotada. Ressuprir, programar, disponibilizar, transferir,
reaproveitar ou alienar materiais, são exemplos dessas possíveis ações

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(NOGUEIRA, 2012). Mas se o estoque é um problema e um gasto, por que
mantê-lo? Veja algumas razões:

 Melhorar o nível de serviços oferecidos.

 Incentivar economias na produção.

 Permitir economia de escala nas compras e no transporte.

 Proteção contra alterações de preços.

 Proteção contra oscilações na demanda ou no tempo de suprimento.

 Proteção contra contingências.

Tipos de demanda
Dividir o estoque em classes ou tipos facilita o controle. Uma das
melhores maneiras de classificar estoques é segundo a natureza da demanda
(BALLOU, 2012). Veja alguns exemplos:

 Demanda permanente.

 Demanda sazonal.

 Demanda irregular.

 Demanda em declínio.

 Demanda derivada.

Características básicas do controle de estoques


Existem certas características que são comuns a todos os problemas de
administração de estoques, não importando se são matérias-primas, material
em processo ou produtos acabados. Algumas que podemos citar são os custos
associados, os objetivos do inventário e a previsão de incertezas.

Alguns conceitos e técnicas de controle de estoques


Existem várias formas de controlar a quantidade em inventário de modo
a atender os requisitos de nível de serviços e ao mesmo tempo minimizar o

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custo de manutenção do estoque. Para isso existem as ferramentas logísticas.
Podemos elencar algumas:

 Cross-dockin.

 VMI (vendor managed inventory).

 Condomínio ou just in sequence.

 Consorcio modular.

 Milk run.

 JIT- just in time.

 Kanban.

 Transit point.

Acompanhe no vídeo disponível on-line, a explicação da professora


Marinei sobre essas ferramentas de gestão de estoques.

Custos logísticos
A logística há muito tempo era uma atividade “esquecida”, considerada
como “função” de apoio, não vital ao sucesso dos negócios. No entanto, essa
forma de vê-la está mudando a cada dia e mais rapidamente nas últimas
décadas (FARIA e COSTA, 2012). Vamos considerar agora duas das
características da logística:

Processo logístico
Na atualidade, o foco de gestão empresarial está voltado para os
processos. O processo é composto por um conjunto de subprocessos,
atividades e tarefas que se interligam com o esforço de agregar valor e gerar
bens e serviços. Lembrando que a logística deverá atender às necessidades
dos clientes internos e externos (FARIA e COSTA, 2012).

Logística integrada
A logística Integrada é vista como o conjunto de atividades e processos

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interligados cujo propósito é otimizar o sistema como um todo, minimizando os
custos e, consequentemente, gerando valor para o cliente. A implementação
desse conceito ajuda a minimizar seus custos totais no que se refere à
execução das operações logísticas. Quando ele não é utilizado, acabam sendo
geradas informações isoladas e sem sentido.
Para estudar melhor esses conceitos e sua relação com o custo logístico
assista ao vídeo da professora Marinei, no material on-line.

Custos de armazenagem e movimentação


O subprocesso de armazenagem constitui um elo entre o fornecedor, a
produção e o cliente, formando um sistema do abastecimento à demanda e
proporcionando, assim, um serviço eficiente ao cliente. Nesse processo são
consideradas as atividades de movimentação de materiais, embalagens e
produtos e acondicionamento dos estoques (estocagem), que estão
intimamente ligadas ao espaço físico, a manuseio e à movimentação dos
materiais e produtos (FARIA e COSTA, 2012).

Custos de transporte
O transporte, no plano nacional ou internacional, é considerado como
um dos subprocessos mais relevantes em logística. Envolve o deslocamento
externo do fornecedor para a empresa, entre as fábricas, e da empresa para o
cliente. Fora isso, pode-se estar movendo mercadorias de diversos tipos, sejam
materiais, componentes, subconjuntos, produtos semiacabados, produtos
acabados ou peças de reposição.
Por ser uma área muito ampla há diversos fatores que podem influenciar
nos custos da logística. Veja alguns exemplos:

 Distância

 Volume

 Densidade

 Facilidade de acondicionamento

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 Facilidade de manuseio

 Responsabilidade

 Mercado

 Custos de embalagens

Outra preocupação é a de transportar bens sem danificá-los. As


embalagens e os depósitos de movimentação (pallets, racks etc.) na logística
têm como objetivos facilitar o manuseio, a movimentação, bem como
armazenar, garantir a utilização adequada do equipamento/veículo de
transporte, proteger o produto e prover o valor de reutilização para o usuário.
Os custos de embalagem e dispositivos de movimentação, para o
fabricante das embalagens, englobam muitos custos variáveis difíceis de serem
contabilizados. Alguns materiais comumente usados e que são parte desse
dispêndio são:

 Madeira

 Papelão

 Plástico

 Aço

 Ferro

Entre outros, como os custos tributários inerentes e não recuperáveis.

Custos de tecnologia de informação (TI)


A Tecnologia de informação (TI) vem sendo considerada por muitos
estudiosos como uma importante ferramenta para a melhoria da produtividade
e competitividade. A utilização desse recurso pelas empresas tem aumentado
significativamente, buscando minimizar os custos operacionais e otimizar os
resultados econômicos.

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Custos tributários
Os custos tributários no Brasil são relevantes em alguns segmentos
econômicos, atualmente contamos com 83 tipos de tributos. Nos sistemas
logísticos, o custo tributário é formado por tributos de vários tipos, como:

 Imposto de propriedade, sobre vendas, circulação, taxas,


contribuições etc.

Custos decorrentes de lotes


O conceito de lote, no processo produtivo, está relacionado à atividade
de setup, que consiste no preparo requerido de uma máquina, recurso, centro
de trabalho ou linha específica, entre o término da fabricação de um item e o
início da produção do próximo (FARIA e COSTA, 2012).

Custos decorrentes de nível de serviços


Esse tipo de custo está associado ao que se deseja de resposta ao
próximo elo da cadeia, em termos de disponibilidade do produto/serviços
(inventário), confiabilidade do serviço (qualidade) e desempenho (velocidade e
consistência de entregas).
Os gestores de logística, responsáveis pelas decisões, têm como
objetivo principal que seus benefícios sejam maiores que seus custos e que as
informações sejam compreensíveis, úteis, relevantes, confiáveis e oportunas
(FARIA e COSTA, 2012).

Custo de oportunidade
O conceito nasce dentro da visão econômica: a economia pode ser
entendida como o estudo da escassez e dos fenômenos dela resultantes, mas
de forma mais sofisticada ela é definida como o estudo da alocação de
recursos escassos em diversos usos, com vistas à satisfação das
necessidades.
A trajetória de estudo dos custos de oportunidade tem sua origem no
resultado das observações dos pensadores da Teoria Econômica. Não

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obstante o assunto ter-se tornado um tema relativamente discutido pelas
Teorias Contábeis, Administrativas e Econômicas, foi na Economia Clássica, a
partir das discussões acerca da Teoria do Valor, que o assunto teve seu berço
e uma de suas fases mais importantes.
Dessa forma, o conceito de custo de Oportunidade refere-se a um
conceito econômico que permite fazer referência ao valor da melhor opção não
realizada ou ao custo do investimento dos recursos disponíveis em detrimento
dos investimentos alternativos disponíveis.
Para Gray e Johnston (1977, p. 162) o “custo de oportunidade é um
lucro que poderia ter sido conseguido se um conjunto de recursos tivesse sido
aplicado em certo uso alternativo”. Para Martins (1987, p. 234), “representa o
custo de oportunidade o quanto a empresa sacrificou em termos de
remuneração por ter aplicado seus recursos numa alternativa ao invés de em
outra”, implicando na comparação entre os resultados de diferentes alternativas
de aplicação de recursos.
Essa é uma comparação que tende a ser difícil, uma vez que, no
momento da decisão, as alternativas disponíveis contêm graus diferenciados
de riscos, se tornando um fator de dificuldade para a implementação plena do
conceito de custos de oportunidade. Essa reconhecida limitação tem levado os
estudiosos das áreas financeira e contábil a buscarem meios alternativos que
permitam a aplicação prática do conceito.
Nesse sentido, segundo Martins (1987, p. 235), os problemas de
decisões que requerem mensuração dos custos de oportunidades têm de ser
compreendidos em duas dimensões: “ou entendemos o custo de oportunidade
com relação a outro investimento de igual risco, ou tomamos sempre como
base o investimento de risco zero...”. Como “risco zero” entenda-se uma taxa
de juros praticada pelo mercado em papéis governamentais.
A segunda hipótese, aplicação de taxas de juros, vem sendo a opção
mais acolhida pelos estudiosos e, talvez por essa razão, a mais adotada na
prática.

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Na obra de Horngren (1978, p. 528), os custos de oportunidade são
definidos como “o sacrifício mensurável da rejeição de uma alternativa; o
montante máximo sacrificado pelo abandono de uma alternativa; o lucro
máximo que poderia ter sido obtido se o bem, serviço ou capacidade produtiva
tivesse sido aplicado a outro uso opcional”.
A dificuldade de mensuração dos custos de oportunidade em função da
“infinita” quantidade de alternativas disponíveis para a aplicação de um mesmo
recurso, sugere, no entanto, que um gestor acostumado aos fatos que o
cercam deve ter a seguinte postura e habilidade:
... deveria ser capaz de preparar uma exaustiva lista de alternativas,
computando o resultado esperado de cada uma e considerando de
forma completa os seus efeitos interdependentes. Ao analisar
cuidadosamente as alternativas possíveis, o decisor descarta as
menos atrativas, repassando as alternativas restantes e se
concentrando em um número limitado (HORNGREN, 1987, p. 313).

Segundo Nascimento e Souza (2013), em uma abrangente definição,


Horngren evita tratar dos aspectos não mensuráveis que estão envolvidos em
uma decisão, particularmente quando emprega a palavra “mensurável”. Assim
ele limita a aplicação de tal conceito às decisões cujas imponderabilidades dos
indivíduos, caracterizadas por suas atitudes e emoções, não são fatores
importantes no processo, possivelmente devido a esse aspecto ter improvável
solução matemática.
A aparente limitação imposta à mensuração dos custos de oportunidade,
originada da imponderabilidade humana, é tratada por Anthony em sua obra
“Contabilidade Gerencial” (1965). O autor admite que os fatores imensuráveis
devem ser levados em conta em uma decisão de problema:
Aquilo que podemos mensurar, muitas vezes, aparenta ser preciso e
definitivo, entretanto todos os fatores (mensuráveis) que influenciam o número
final podem ser coletivamente menos importantes do que um único fator
(imensurável) que não tenha sido medido.
Conforme Nascimento e Souza (2013), o autor afirma que os valores
conhecidos, envolvidos nas alternativas de uma decisão mesmo quando

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existam fatores imensuráveis, são úteis e servem principalmente para estreitar
o universo das alternativas sobre as quais se exercerá uma opção.
Depreende-se das afirmações de Anthony que, quando uma das
alternativas de decisão, entretanto, envolver o elemento humano, a escolha do
curso de ação a ser adotado depende da experiência e avaliação do gestor.
As características de cada definição de custos de oportunidade, como se
observa, ainda que não concordantes com relação ao atributo que deve ser
mensurado - lucro abandonado, o recebimento que poderia ter sido obtido, o
valor da melhor alternativa abandonada etc. -, convergem na essência do
conceito, ou seja, a decisão por um curso de ação implica na renúncia de
alternativas e dos benefícios delas decorrentes.
Entenda melhor esse custo relacionado à oportunidade acompanhando
à videoaula da professora Marinei, no material on-line.

Resolução da problematização
Já conseguiu pensar melhor sobre a situação que a professora Marinei
lhe apresentou no início deste tema? A seguir você pode encontrar as três
afirmações de seu cliente, indique a ele aquela que você julgar a mais correta
de acordo com o que você estudou aqui.
a. Outras formas para mensuração dos custos de estoque, tais como o
custo padrão ou método do varejo, podem ser usadas por conveniência
e os resultados se aproximam do custo. Esses critérios são aceitos pelo
fisco.
b. O custo dos estoques deve ser atribuído pelo custo médio ponderado,
em detrimento do PEPS e do UEPS, consoante com a estabilização da
economia brasileira e os dispositivos normativos.
c. O custo de aquisição dos estoques compreende o preço de compra, os
impostos de importação e outros tributos (exceto os recuperáveis
perante o fisco), bem como os custos de transporte, seguro, manuseio e
outros diretamente atribuíveis á aquisição de produtos. Outros itens

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semelhantes devem ser deduzidos na determinação do custo de
aquisição.

Para ver os feedbacks acesse o material on-line.

Síntese
Vimos neste tema que em um contexto altamente competitivo, com
pressões em níveis mundiais e que vem passando por grandes
transformações, alguns fatores devem ser observados pelos gestores,
principalmente aqueles que estão no comando de decisões estratégicas ou de
controle de custos.
Colocamos aqui a gestão de estoque como ferramenta que permite
compreender esses fatores e viabilizar estratégias, já que esse elemento do
componente patrimonial consome uma quantidade relevante de recursos das
empresas.
Foram discutidos os custos logísticos, fator que devido à quebra de
barreiras deve ser bem estudado e trabalhado pelas empresas, e, por fim,
trabalhamos um conceito amplamente discutido na área econômica, que acaba
contribuindo para a tomada de decisões dos gestores.
Para que não restem dúvidas sobre esse tema a professora Marinei fez
um vídeo comentando os pontos principais estudados aqui, assista no material
on-line.

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Atividades
1. Uma empresa prestadora de serviços de transportes efetuou os seguintes
gastos com pessoal:

Motorista dos veículos de carga 5.000,00


Telefonistas 3.000,00
Remuneração dos diretores 8.000,00
Carregadores dos veículos de carga 2.000,00
O custo dos serviços prestados foi de:
a. 18.000,00
b. 10.000,00
c. 7.000,00
d. 5.000,00

2. A empresa Reparadora Elétrica Ltda., que conserta eletrodomésticos, no


mês atual possui as seguintes informações:

I. Estoque inicial da peça QT era de 100 peças a um custo unitário de


2,00;
II. As compras, no mês, somaram-se em 150 peças a um custo unitário de
R$ 2,50;
III. Foram aplicadas 160 peças em reparos de eletrodomésticos.

Considerando o método de avaliação dos estoques denominado custo


médio ponderado, indique o custo do material aplicado que irá compor o custo
dos serviços, assinalando a opção correta.
a. R$ 320,00
b. R$ 328,00
c. R$ 400,00
d. R$ 368,00

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3. A classificação quanto à natureza dos estoques permite identificar o tipo de
ação gerencial a ser adotada: ressuprir, programar, disponibilizar, transferir,
reaproveitar ou alienar materiais (NOGUEIRA, 2012). Identifique a
alternativa que trata das razões para manter o estoque.

a. Baixar o preço da concorrência, entrega do produto em tempo real,


permitir economias de escala nas compras e no transporte.
b. Melhorar o nível de serviços oferecidos, incentivos econômicos na
produção, permitir economias de escala na compra e no transporte.
c. Aumentar o valor do ativo circulante, permitir que sejam previstos
incentivos fiscais e melhorar o nível de serviços oferecidos.
d. Incentivos econômicos para a produção, aumentar o valor do ativo
circulante e ser mais competitivo.

4. Existem certas características que são comuns a todos os problemas de


administração de estoques, não importando se são matérias-primas, material
em processo ou produtos acabados. Marque a alternativa que apresenta os
problemas comuns da administração de estoques.

a. Custos diretos, a finalidade de custos e os diferentes métodos de


controle de estoque.
b. Os direcionadores de custos, custos associados e diferentes métodos de
mensuração.
c. Custos associados, objetivos do inventário e previsão de incertezas.
d. Os alocadores de recursos indiretos, a movimentação do estoque e
previsão de incertezas.

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5. Os gestores de logística, responsáveis pelas decisões, têm como objetivo
principal que seus benefícios sejam maiores que seus custos. Assim, eles
necessitam que as informações disponíveis para tomada das decisões
sejam:

a. Precisas, direcionadas, confiáveis e transparentes.


b. Compreensíveis, úteis, relevantes, confiáveis e oportunas.
c. Úteis, direcionadas, transparentes e atuais.
d. Oportunas, atuais, relevantes e corretas.

Para ver o gabarito acesse o material on-line.

Referências
ANTHONY, R. Contabilidade Gerencial: uma introdução à contabilidade. São
Paulo: Atlas, 1970.
ELDENBURG. L. G., WOLCOTT. S. K. Gestão de Custos: Como medir,
monitorar e motivar o desempenho. Rio de Janeiro: Editora LTC, 2007.
HORNGREN, C & GEORGE, F. Cost accounting a managerial emphasis.
Upper Saddle River: Prentice-Hall, 1987.
MARTINS, E. Contabilidade de custos. São Paulo: Atlas, 1987.
NASCIMENTO, A. M.; SOUZA, M. A. Reflexões sobre a mensuração de
custos de Oportunidade. Disponível em:
(http://www.intercostos.org/documentos/222.pdf). Acesso em: 14 ago. 2014.

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