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Esforços em Lajes Maciças

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Introdução

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Introdução
 O pavimento da estrutura de concreto de um edifício é
composto por um conjunto de painéis de lajes
interligados continuamente

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Abordagem

 Painéis tratados, inicialmente,


como unidades isoladas, apoiados
em paredes ou vigas rígidas

 Interações dos painéis individuais


contíguos mediante compensação
de esforços

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Condições de bordo - Convenções

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Condições de bordo
 Engaste - Bordos internos de dois painéis
adjacentes nivelados entre si

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Engaste perfeito
 Válido se os bordos dos painéis de lajes que concorrem na
mesma linha de apoio apresentam rotação nula
 Se os vãos ou os carregamentos das lajes concorrentes são
diferentes deve-se proceder à compensação dos momentos

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Condições de bordo
 O bordo interno de painéis de lajes coplanares é na
realidade Engaste Elástico

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Condições de bordo
 Apoio simples:

 Bordo interno de lajes desniveladas entre si


(Rebaixamento)

 Bordo externo apoiados sobre vigas ou paredes

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Apoio Simples
 Viga de apoio de pequena

rigidez à torção

 Quadro de fissuração
favorece rotação da laje

 Grande maioria das vigas

de edifícios

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Condições de bordo
 Extremidade Livre – Bordo da laje desprovido de
apoio

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Condições de Bordo

L1 ,L4 , L9 e L12

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Condições de Bordo

L2 e L10

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Condições de Bordo

L3 e L11

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Condições de Bordo

L5

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Condições de Bordo
L6

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Condições de Bordo
L7

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Condições de Bordo

L8

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Lajes Armadas em uma Direção

 Momento fletor na direção do vão maior


desprezível

 Na direção “x” a laje é tratada como uma viga de


seção retangular de altura igual à sua espessura
e largura igual a 1,0 metro

 Adota-se armadura de distribuição segundo


direção perpendicular à armadura principal

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Lajes Armadas em uma Direção - Esforços

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Lajes Armadas em uma Direção - Esforços

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Lajes Armadas em uma Direção - Esforços

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Lajes Armadas em uma Direção - Esforços

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Lajes Armadas em uma Direção - Esforços

𝑹 = 𝒒𝑳𝒙

𝒒𝑳𝟐𝒙
𝑿𝒙 =
𝟐

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Lajes Armadas Obrigatoriamente em uma Direção

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Lajes Armadas em Duas Direções

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Lajes Armadas em duas Direções

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Lajes sobre Apoios Rígidos

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Lajes sobre Apoios Rígidos
 Lajes sem rigidez à torção ou recursos de restrição à sua
separação do elemento de apoio (a e b).
 Lajes sem armadura de canto em sua face superior
concretadas monoliticamente às vigas (c)

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Observações
 Lajes sem armadura de canto na face superior concretadas
monoliticamente às vigas, apresentam fissuras nesses cantos.

 Em painéis expostos às intempéries em ambiente externo


agressivo as fissuras podem comprometer a durabilidade

• Em lajes de grandes vãos convém


adotar-se armadura mínima nos
cantos simplesmente apoiados

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Grelha
 Conjunto de barras reticulares contidas em um plano
interconectadas rigidamente cujo carregamento é
normal ao plano que as contém

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Modelo de grelhas
 Modelagem tal conjunto de faixas justapostas
independentes e livres de interação lateral mediante tensão
cisalhante com a faixa vizinha, formando uma grelha.

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Interação Lateral

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Teoria das grelhas
 As duas faixas centrais mutuamente perpendiculares são
tomadas como referência para efeito de cálculo de esforços

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Teoria das grelhas
 Parcela qx da carga
total q conduzida às
linhas de apoio AC e
BD

 Parcela qy conduzida
às linhas de apoio AB
e CD

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Lajes Armadas em duas Direções
 Calculam-se as parcelas
da carga total q:
 qx conduzida às linhas
de apoio AC e BD

 qy conduzida às linhas
de apoio AB e CD

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Esforços

 A partir de qx e qy calculam-se os esforços


conforme as condições de bordo em cada direção
em procedimento idêntico ao aplicado às lajes
armadas em uma direção

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Calcular como armada em cruz
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Calcular como armada em cruz

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