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FÍSICA

CIÊNCIAS NATURAIS E SUAS TECNOLOGIAS

SETOR A

ENEM2011
Física

Módulo 1. Introdução à Cinemática


1. Cinemática 4. Trajetória
Descrição dos movimentos. Grandezas básicas utiliza- Caminho traçado por um móvel em relação a um refe-
das: espaço, tempo, velocidade e aceleração. rencial. Mudando-se o referencial, a trajetória do móvel
pode-se alterar.
2. Ponto material Exemplo
Corpo cujas dimensões tornam-se desprezíveis quando
comparadas à extensão de seu movimento.

3. Referencial
Local de observação. Ponto ou corpo em relação ao qual
se define o repouso ou o movimento de objetos.

Um objeto pode estar ao mesmo tempo em repouso e


em movimento, segundo dois referenciais diferentes.
A lâmpada cai retilineamente em relação ao vagão e, ao
mesmo tempo, parabolicamente em relação aos trilhos.

Módulo 2. Espaço e tempo


1. Espaço 3. Deslocamento escalar
Posição de um móvel ao longo de sua trajetória Medida da variação de espaço de um móvel
Trajetória
orientada $s = s2 – s1
Escala
s2
1m
0 s1
s=–2m s=+2m
s=0
0
Origem $s
dos espaços
Referência
4. Sentidos de tráfego

s cresce
2. Função horária do espaço Progressivo
Expressão da relação espaço–tempo de um móvel Ds > 0
Exemplo: s = 2 + 4·t (SI)*
(*) Sistema Internacional de unidades
s decresce
Espaço: metros (m) Retrógrado
Tempo: segundos (s) Ds < 0

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Física

Módulo 3. Velocidade escalar


1. Velocidade escalar média 2. Velocidade escalar instantânea
Velocidade escalar suposta constante num trajeto Velocidade escalar num exato instante. O velocímetro
indica a sua intensidade (módulo de v).
Deslocamento $s = s2 – s1
=
$s escalar 80 80
vm 
$t Intervalo
= $t = t2 – t1
de tempo km/h km/h

$t v = + 80 km/h v = – 80 km/h
t1 t2
Progressivo Retrógrado

0 s1 s2 ds Derivada da função
Cálculo v = ⇒
$s dt horária do espaço

km/h (Usual)
Exemplo: s = 2 · t3 v = 2 · 3 · t3–1 v = 6 · t2
Unidades ÷ 3,6
m/s (SI)

Módulo 4. Movimento uniforme (I)


1. Definição 2. Velocidade escalar constante
Movimento uniforme (MU): $s
v $s  v · $t
Velocidade escalar instantânea constante (não-nula). $t
Desloca Ds iguais em intervalos de tempo Dt iguais.
Exemplo
v v
v = 4 m/s 1s 1s Progressivo
constante +
$s
0 t 0 t
4m 4m – N
Retrógrado $s  área

Módulo 5. Movimento uniforme (II)


1. Função horária do espaço

s = s0 + v ·t Função do 1o grau

Espaço Velocidade
inicial escalar

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Física

2. Diagrama horário do espaço


s s

o
ssiv $s
gre
Pro
s0 $t
Ret
róg 0
rad t
o
$s
0 t v
$t

Módulo 6. Velocidade relativa


1. Definição 2.2. Móveis no mesmo sentido
É a velocidade, em módulo, que um móvel possui em
relação a um outro móvel tomado como referencial. vA vB

2. Regra prática
vrel = │vA│ – │vB│ │vA│ ≥ │vB│
2.1. Móveis em sentidos opostos

vA vB 3. Movimento uniforme relativo

Dsrel Encontros e Dsrel


v rel = Dt =
Dt ultrapassagens v rel
vrel = │vA│ + │vB│

Módulo 7. Aceleração escalar


1. Conceito 3. Aceleração escalar instantânea
Indica o ritmo com que a velocidade escalar varia. dv Derivada da função
a > 0 → v aumentando v= ⇒
dt horária da velocidade
a < 0 → v diminuindo

2. Aceleração escalar média Seqüência de derivadas:


Aceleração escalar suposta constante num trajeto.
s = f(t) → v = f(t) → a = f(t)
Variação de $v = v2 – v1 ds/dt dv/dt
=
$v velocidade
am 
$t Intervalo 4. Classificação
= $t = t2 – t1
de tempo

Acelerado |v| cresce v e a sinais iguais


Unidade (SI)
t1 t2 Retardado |v| decresce v e a sinais opostos
ms m
 2 v1 v2
s s Uniforme |v| constante a=0

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Física

Módulo 8. Movimento uniformemente variado (I)


1. Definição 2. Função horária da velocidade escalar
a
v
$v Função do 1o grau
a
$t 0
a>
v = v0 + a ·t v0
0 t
a<
0
Constante x 0 Velocidade Aceleração
inicial escalar 0 t

Módulo 9· Movimento uniformemente variado (II)


1. Deslocamento escalar 2. Velocidade escalar média
v v
v = v0 + a · t
v v
v +v
v0
N
v0
$s vm = 0
$s área t 2
0 t 0 t
Função do 2o grau
a 2
$s = v0 · t + ·t
2
3. Equação de Torricelli
Velocidade Metade da
inicial aceleração
v2 = v20 + 2 ⋅ a ⋅ Ds

Módulo 10· Movimento uniformemente variado (III)


1. Função horária do espaço 2. Deslocamentos sucessivos 3. Diagrama horário do espaço
Função do 2o grau (0) (t) (2 t) (3 t)
s Parábolas
a 2
s = s0 + v0 · t + ·t (v0 = 0)
2
a>0
d 3d 5d
Espaço Velocidade Metade da
inicial inicial aceleração s0
a>0

t
0 ti
(Inversão)

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Física

Módulo 11· Diagramas horários (I)

Análise dos diagramas horários de MU e MUV


s v a
0
v>

v = cte.  0
s = s0 + v · t

a=0
MU
v< 0 0
0 t t

0 t

s v a
s = s0 + v0 · t + a · t2

a<0
2

a = cte.  0
v = v0 + a · t
s0 v0 0 +
MUV a>
0 t 0 t 0 t
s0 v0 a< –
a>0 0

Módulo 12· Diagramas horários (II)


Gráfico velocidade x tempo

N
$s = área

0 $t t

Uniforme
do

Re

Inversão
ra

ta

∆s > 0
ele

rd
ad
Ac

Repouso

0 t
∆s < 0
o
Ac

ad
e

rd
ler

ta
ad

Re
o

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Física

Módulo 13· Queda livre


1. Experiência de Galileu 2. Cálculos usuais
Todos os corpos soltos num mesmo local, livres da resis-
tência do ar, caem com uma mesma aceleração, quaisquer
que sejam suas massas. Essa aceleração é a gravidade (g). v0 = 0 Altura descida Tempo de queda
g 2 2 ·h
h –t tq =
2 g
a=g
M h
m
Velocidade atingida
Próximo da superfície da
Terra: g @ 10 m/s2 v=g·t ou v= 2·g·h
g g

v
MUV vertical

Módulo 14· Lançamento vertical para cima


1. Aceleração escalar de voo

a = –g v=0

Desprezando-se os efeitos
do ar e orientando-se a h a = –g
trajetória para cima máx.
Subida
v>0 a=–g v0
retardada
Descida
v<0 a=–g
acelerada

2. Funções horárias
g
v = v0 – g · t h = v0 · t – · t2
2

v h h
máx. h
v0 máx.
Desce
acelerando t

0 t
Sobe Subida Descida
freando 0
– v0
tS = tD

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Física

Módulo 15· Velocidade vetorial


1. Vetor velocidade 2. Composição de velocidades
   
Tangente à trajetória varrasto vrel + varr = vresultante
v

v
 re
s
Módulo vrel

 vrelativa
v 
varr

Adição vetorial

Módulo 16· Lançamento horizontal


1. Movimentos componentes 2. Cálculos usuais
Altura Tempo de queda
Mov. horizontal: MU
g 2·h
h = – t2 tq =
Mov. vertical:

v0 2 g
vx = v0
Alcance horizontal Velocidade atingida
h g v Parábola
D = v0 –tq vx = v0
vx = v0 vy = g –tq
MUV

D
v’y v = v 2x v 2y
Sem efeito do ar

Módulo 17· Lançamento oblíquo


1. Movimentos componentes 2. Cálculos básicos

vx
v0 g
vy v0y
g
y hmáx.
M v0 vx Q vx
U v0y v = v0
V Parábola
D

vx x
Componente de V0 Altura máxima
MU
v x = v 0 ⋅ cos θ v20y (v0 ⋅ sen θ)2
v = v ⋅ sen θ hmáx. = =
 0 y 0 2⋅g 2⋅g
Mov. horizontal MU Mov. vertical MUV
ax = 0 ay= – g
Tempo total de voo Alcance horizontal
vx = constante vy = v0y – g · t
x = vx · t g 2 ⋅ v 0 ⋅ sen θ v20 ⋅ sen 2θ
y = v0y · t − ⋅ t2 T = 2 ⋅ ts = D = vx ⋅ T =
2 g g

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Física
Módulo 18· Movimento circular uniforme (I)
Grandezas escalares constantes Unidades (SI) Rolamento uniforme
2P R
Período T = $t de uma volta segundo (s) vEixo
R
n º de voltas 1 hertz (Hz) 1 volta de roda
Frequência f = =
R $t T rps
$s = 2PR
v
Velocidade $s 2PR
v= = = 2PR · f m/s vEixo = 2PR = 2PR · f
linear $t T T

Módulo 19· Movimento circular uniforme (II)


v
Grandezas angulares Unidades
Deslocamento ∆s radiano
∆s ∆Q = ângulo girado =
angular R (rad)
W ∆Q
Velocidade ∆Q 2P 2P· f
W= = = rad/s
R angular ∆t T
Relação importante: v = W· R

Módulo 20· Movimento circular uniforme (III)


Transmissão de movimento circular
Transmissão por contato Transmissão por correia Velocidade linear transmitida

v v = WA · RA = WB · RB
A A
B B v
R R R v = 2PfA · RA = 2PfB · RB
B A R
B A
W W W
B A B
W
A

v
v fA · RA = fB · RB
v

Módulo 21· Aceleração vetorial (I)


1. Variação do vetor velocidade 2. Aceleração vetorial média
• A intensidade de v varia quando o movimento for �
acelerado ou retardado.
 �� ∆v
• A direção de v varia quando o movimento tiver tra- γm =
∆t
jetória curvilínea.
• Vetor indicativo da variação de velocidade:  
   γ m e ∆v possuem mesma direção e mesmo sentido.
∆v = v2 − v1
 
v1  Gm
(t2) $v

v2

 v2
v1

(t1) v1 
$v
Observação
 
v2  
v = constante ⇒ ∆v = 0 ⇒ Repouso ou MRU

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Física

Módulo 22· Aceleração vetorial (II)


 
   at v 
G  a t ac  v
v 
at 
 ac  
Em módulo:  G G  ac
ac 
G
G  a2t ac2 Curvilíneo Curvilíneo
Curvilíneo
acelerado retardado uniforme

1. Aceleração tangencial  2. Aceleração centrípeta 


Varia a intensidade da velocidade (v). Só existe em mo- Varia apenas a direção da velocidade (v), ou seja, só
vimentos acelerados ou retardados. existe em movimento com trajetórias curvilíneas.

  v2 v : velocidade escalar
Módulo a t = |a| (módulo da aceleração escalar) Módulo ac = 
R R : raio instantâneo da curva

 
Direção Tangente à trajetória (a mesma de v ) Direção Perpendicular a v


Sentido • Igual ao de v , quando acelerado. Sentido Orientado para o centro da curva

• Oposto ao de v , quando retardado.

Módulo 23· Introdução à Dinâmica

Vetor força Força resultante Equilíbrio de forças


Fruto da interação Força equivalente às forças atuantes num corpo FR = 0

Obtenção: adição vetorial F2
 
Direção F2
Módulo   F1
Sentido ou F1 F1
 
intensidade F3 F3


CORPO
FR  
F F  F3
F2 F2

F3 
UNIDADE (SI)     F1
newton (N) FR  F1 F2 F3
   
{1N F1 F2 F3  0
Alteração de velocidade
Efeitos Produção de deformação Forças atuantes · De campo: peso, elétrica e magnética Repouso
· De contato: tração, normal, atrito etc. Estados de equilíbrio
Geração de equilíbrio MRU

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Física

Módulo 24· Primeira lei de Newton


1. Inércia Esquematicamente, o princípio da inércia pode ser ex-
É a tendência natural que os corpos possuem em manter posto assim:
velocidade constante.
� � � Repouso
• Corpo em repouso ⇒ tende a ficar em repouso. F = 0 ⇔ v = constante 
• Corpo em movimento ⇒ tende a ficar em MRU. Equilíbrio ou MRU

2. Primeira lei de Newton ou princípio da inércia


3. Referencial inercial
Se a resultante das forças atuantes num corpo é nula, Referencial que comprova a lei da inércia: sistema de
então o corpo se encontra em repouso ou em movimento referência que não possui aceleração em relação às estre-
retilíneo uniforme. las “fixas” (sistema inercial primário). Dentro de limites, a
Terra pode ser considerada um referencial inercial.

Módulo 25· Segunda lei de Newton


FR
Unidades (SI)
F
  1
FR G u(m) = kg
m
Q G u(G) = m/s2
(causa) (efeito)
0 G u(F) = N = kg · m/s2
1
 
FR  m – G FR F1
m    tg Q
G G1

Módulo 26· Componentes da força resultante



Ft    
 • F t produz a t ⇒ F t = m ⋅ a t
at

(m)     
FR • Fc produz ac ⇒ Fc = m ⋅ ac

ac

Fc
  
FR  Ft Fc

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Física

Módulo 27· Força peso e resistência do ar


1. Força peso 2. Força de resistência do ar

P=m·g (m) 
v
g
P 
N kg R AR
m/s2 Terra

Não confunda massa e peso. Velocidade do


RAR = k · v2
corpo no ar
Massa: grandeza escalar que representa a medida da
inércia do corpo. k: constante que depende do formato do corpo, da área
Peso: grandeza vetorial que representa a força gravi- de sua maior seção transversal ao movimento e da densi-
tacional com que a Terra atrai o corpo. dade do ar.

Módulo 28· Terceira lei de Newton


Princípio da ação e reação
A
Se um corpo A aplicar uma força sobre um corpo B, receberá  B 
dele uma força de mesma intensidade, mesma direção e FBA FAB
sentido oposto à força que aplicou em B.

Observação Par ação-reação


As forças de ação e reação são de mesma natureza (am-
bas de contato ou ambas de campo), possuem o mesmo
 
nome (o nome da interação) e atuam sempre em corpos di- F AB = − FBA
ferentes, logo não se equilibram.

Módulo 29· Dinamômetro


1. Dinamômetro de tração 2. Dinamômetro de compressão
Medidor de força de tração Medidor de força normal


N

Intensidade

da tração P


T


N
P

T
Intensidade
da normal


P

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Física

Módulo 30· Leis de Newton aplicadas em sistemas (I)


1. Blocos comprimidos 2. Blocos tracionados
 
G G
 
F F
A B Fio A
C B

 
NA  
NB NC  NA
NB
         
F F1 F1 F2 F2 T2 T2 Fio T1 T1 F
A B A
B C
 Ação e Ação e 
Ação e Ação e PB reação reação PA
reação reação
  
PA PB PC

Módulo 31· Leis de Newton aplicadas em sistemas (II)


1. Máquina de Atwood
Bloco A Bloco B Roldana

  T1
T T
 
GA A B GB

 PB
PA
B

A 
mA  mB  T
T

Módulo 32· Plano inclinado



N
Componentes da força peso
 • Componente tangencial: Pt = P · sen q
Pt
Q • Componente normal: Pn = P · cos q

Pn

Q P

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Física

Módulo 33· Força elástica


1. Lei de Hooke 2. Força elástica
A intensidade da força deformadora (F) de uma mola ide- É a força transmitida por uma mola deformada.
al é diretamente proporcional à deformação (x) produzida.
F = k·x
F
N N/m m (SI)
L0
L

0 x x x
 
F F
F = k·x 
F
k: constante elástica Mola puxa Mola empurra

Módulo 34· Força de atrito dinâmico


 fa = µd · N
N
 
fa v µd : coeficiente de atrito dinâmico ou cinético
 N: intensidade da força normal de compressão
P

Módulo 35· Força de atrito estático


 Na iminência de deslizamento, a força de atrito estático
N
Repouso atinge um valor máximo expresso por:
 
fa F fa = µe · N
máx.

 µe : coeficiente de atrito estático (µe ≥ µd)


P
N: intensidade da força normal de compressão
Equilíbrio
fa = F
estático

Módulo 36· Dinâmica do movimento circular (I)


m v
Movimento circular uniforme
No MCU, a força resultante é centrípeta.
Fc
U
MC

v2
ac  Fc
R m
Fc = m · ac ou R v
W
ac = W2 · R

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Física

Módulo 37· Dinâmica do movimento circular (II)


1. Pêndulo simples 2. Curvas verticais 3. Globo da morte
No ponto mais alto: No ponto mais alto:

 
g N
  
FR N 
P FR
R
 
P ac 
ac

v FR = P – N = m · ac FR = N + P = m · ac
m

No ponto mais baixo: No ponto mais baixo:



ac  
N ac
 
 ac  N
T FR

 FR
P
 
 FR P
P FR = N – P = m · ac
FR = N – P = m · ac

Módulo 38· Trabalho


1. Trabalho de uma força constante 2. Trabalho de uma força tangencial
1o caso Ft = cte (intensidade constante)

F 
Ft
A
d e(F ) = Ft · d
d t

e(F) = F · d · cos A 
Ft
d
Unidade (SI): N · m = J (joule) e(F ) = – Ft · d
t

Casos usuais 
F 2o caso Ft x cte (intensidade variável)
(a) A = 0° e(F) = F · d
Ft

F e(F ) N
 área
(b) A = 180° e(F) = – F · d e t
s
 d
F 0

(c) A = 90° e(F) = 0 Ft*


d d s (*) Valor algébrico
0 negativo quando
e
a força for oposta
ao movimento.

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Física

Módulo 39· Teorema da energia cinética


1. Energia cinética 2. Teorema da energia cinética
É a energia que um corpo possui por ter velocidade. O trabalho da resultante das forças atuantes em um cor-
po é igual à variação da energia cinética do corpo.
v
m
v0 v
2
m–v m m
EC 
2 FR FR
d
Unidade (SI): joule (J)
m – v 2 m – v 02
e FR  $EC 
2 2

Módulo 40· Trabalho da força peso


A Na descida de A para B: e (P) = P · H

P Na subida de B para A: e (P) = – P · H
H
O trabalho da força peso independe da trajetória.
B

P

Módulo 41· Energia potencial gravitacional


1. Trabalho para levantar um corpo 2. Energia potencial gravitacional
É a energia que um corpo possui em razão de sua posi-
F v=0 ção (altura) no campo gravitacional.

m
P H
E pg –
m g –H
v0= 0 g
H* (*) Para um corpo extenso,
a altura (H) será a do
$EC  0  e(F)  P – H seu centro de massa.
Nível de referência
Módulo 42· Energia potencial elástica
1. Trabalho da força elástica 2. Energia potencial elástica
É a energia que uma mola armazena quando se encontra
deformada.
F=k·x

d=x

F=0 L0
L
Mola sem deformação

F x
k·x

2
0 x pe
2 2
d 2 F E =
k ·x 15
N
e e = área = k · x

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Física

Módulo 43· Sistemas conservativos


1. Energia mecânica 2. Conservação da energia mecânica

Eminicial = Emfinal
Em = Ec + Epg + Epe

2 A energia mecânica de um sistema se mantém constante


mv mgH k x2
2 2 quando nele só operam forças do tipo conservativas: força
peso, força elástica e forças cujo trabalho total é nulo.

Módulo 44· Sistemas não-conservativos


1. Teorema da energia mecânica 2. Sistemas dissipativos

Em = Em + e forças não − conservativas Emdiss. E m inicial E m final e*


diss. Em
final inicial

(*) O trabalho das forças dissipativas (atrito dinâmico e


resistência de fluidos) transforma a energia mecânica dis-
sipada em energia térmica (calor).

Módulo 45· Potência mecânica


1. Conceito 4. Diagrama horário da potência
A potência mecânica mede a rapidez com que um dis-
Pot
positivo transfere ou transforma energia mecânica, através
do trabalho de sua força.
Unidade (SI): watt (W) → W = J/s

2. Potência média
N
e = área
e $Em
Pot m  
$t $t t
0 $t
3. Potência instantânea de uma força

v
Pot = F · v 
F

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Física

Módulo 46· Impulso e quantidade de movimento


1. Impulso de uma força constante 3. Quantidade de movimento
   
F I F v 
Q
m
$t
 
  Q  m–v
I  F – $t

Unidade no SI: N · s = kg · m/s Unidade no SI: kg · m/s

2. Impulso de uma força variável Observações:


Se uma força tiver direção constante e intensidade va- • u(I)
 = u(Q) = kg · m/s
riando no decorrer do tempo, seu impulso será calculado • Q = cte ⇒ Repouso ou MRU
por meio da área sob o gráfico força x tempo. • Também é denominado momento linear.

F 4. Teorema do impulso
“O impulso da resultante das forças atuantes sobre uma
partícula, num certo intervalo de tempo, é igual à variação
N da quantidade de movimento da partícula nesse mesmo in-
l = área
tervalo de tempo.”
t
0 $t  
IR = ∆Q

Módulo 47· Sistemas isolados


1. Quantidade de movimento de um sistema 2. Sistema mecanicamente isolado
     
 Qsist. = Q A + Q B + Q C I = 0
 QA Forças
vA  externas
C QB
A   
vC  3F = 0 $t 0
 QA  ou
QC QC Externas Interação

vB
B   Explosões e colisões
QB Qsist.

Quando as velocidades tiverem mesma direção: 3. Conservação da quantidade de movimento


Qsist. = mA · vA + mB · vB + mC · vC  
Sistema Qsist.  Qsist.
Velocidades escalares isolado antes depois

Explosões e colisões

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Física

Módulo 48· Sistemas isolados: exercícios

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Física

Módulo 49· Colisões frontais


vA vB v A' v B'
A B A B
Antes Depois

1. Conservação da quantidade de movimento

Qsist.  Qsist.
antes depois

mA · vA + mB · vB = mA · v A' + mB · v B'

Velocidades escalares

2. Coeficiente de restituição

velocidade relativa de afastamento


e
velocidade relativa de aproximação
v 'B v ' A
e velocidades escalares
vA vB

Tipos de choques Coeficiente de restituição Energia mecânica

Perfeitamente elástico e=1 Conservada

Parcialmente elástico 0<e<1 Não conservada

Perfeitamente inelástico e=0 Perda máxima

Módulo 50· Força e campo gravitacional


1. Lei da gravitação universal
Matéria atrai matéria na razão direta do produto de suas massas e na razão inversa do quadrado da distância entre
seus centros de massa.

Força de atração gravitacional


M
  m M–m
F F F  G–
d2
N – m2
d Constante universal: G  6,67 – 10 11
kg2

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Física

2. Campo gravitacional
m

g
F M Massa do astro
g  G–
h d2 d=R+h
d
Na superfície do astro esférico:
M Massa do astro
R R g0 –
G 2
R Raio do astro

M
Astro

Módulo 51· Satélite em órbita circular


MCU

ac GM
• Aceleração centrípeta: ac = g =
v r2
r
M GM
• Velocidade orbital: v = r ⋅ g =
r

2π ⋅ r r3
• Período orbital: T = = 2π ⋅
v GM

Módulo 52· Leis de Kepler


1. Lei das órbitas $t1
$t2
vmín.
A1 A2
Periélio

r1 r2
Sol Afélio

Elipse
vmáx.
Planeta
2. Lei das áreas
∆t1 = ∆t2 ⇒ A1 = A2

3. Lei dos períodos


Em que:
T2 • T = período de translação do planeta (ano do planeta)
= k (constante)
R3 r1 + r2
• R = (raio médio da órbita)
2
Enem e Vestibular Dose Dupla 20
Física

Módulo 53· Equilíbrio de corpo extenso


 
Momento de uma força: M = ± F ⋅ d Binário ou conjugado: C = ± F ⋅ d


Polo Linha de F
ação da força

d d
 
F F

Condições de equilíbrio estático do corpo extenso


 
a) Para não transladar: F R = 0
 
b) Para não girar: ΣM = 0 (qualquer que seja o polo considerado)

Módulo 54· Densidade e pressão


Massa específica (m): substância Conceito de pressão

m FN
m= p=
V A

Densidade (d): corpo


FN
Q F
m
d=
V A FT

Módulo 55· Teorema de Stevin


Pressão hidrostática: teorema de Stevin Pressão total em um ponto

patm
A

H pA = m·g·H + patm
H

A
B

Líquido
Para líquidos em equilíbrio
pB – pA = m·g·H
Pontos dentro de um mesmo líquido e na mesma
linha horizontal suportam a mesma pressão.

Enem e Vestibular Dose Dupla 21


Física

Módulo 56· Teorema de Pascal


1. Teorema de Pascal 2. Prensa hidráulica
FA FB
Os líquidos trasmitem integralmente as variações
de pressão que recebem.
FA F
= B
S A SB

Módulo 57· Força de empuxo


SA SB

Teorema de Arquimedes 
E
Todo corpo submerso total ou parcialmente num
fluido em equilíbrio recebe deste uma força vertical
para cima, denominada empuxo, cujo módulo é igual ao
do peso do volume de fluido deslocado.

m L : massa específica do fluido



E = m L ⋅ Vsub ⋅ g  Vsub.: volume submerso do corpo
g: aceleração da gravidade local

Fluido

Enem e Vestibular Dose Dupla 22


FÍSICA

CIÊNCIAS NATURAIS E SUAS TECNOLOGIAS

SETOR II

ENEM2011
Física

Módulo 1. Grandezas físicas


1. Grandezas escalares 3. Vetores
Bastam um número real e uma unidade de medida para
caracterizá-las. 4. Grandezas proporcionais
Exemplos: massa, pressão, temperatura etc.
4.1. Diretamente
2. Grandezas vetoriais
Caracterizadas por: intensidade (módulo + unidades), y
= k (constante)
direção e sentido e, por isso, representadas vetorialmen- x
te.
Exemplos: velocidade, força, campo elétrico etc. 4.2. Inversamente
y · x = k (constante)

Módulo 2. Vetores (I)


1. Produto de um escalar (número real) por um vetor

2. Adição vetorial (método da poligonal)

Módulo 3. Vetores (II)


180°
Adição vetorial 
A

B
Método do paralelogramo  R = |A – B|
R

 
A R 
Q  R
A
 90° R2 = A2 + B2
B 
B
R2 = A2 + B2 + 2 · A · B · cos q


Casos particulares  R
A
Q= 0°
120°

 
A B 
R
R=A+B Quando A = B, então R = A = B

Módulo 4. Vetores (III)


1. Decomposição vetorial

2. Diferença vetorial

Enem e Vestibular Dose Dupla 24


Física

Módulo 5. Carga elétrica


1. Carga elétrica 5. Carga elementar (e)
Propriedade dos prótons e elétrons que lhes permite Carga do próton ou carga do elétron, em módulo.
trocar forças elétricas de atração e repulsão.
–19
e = 1,6 · 10 C
2. Unidade (SI)
C (coulomb) q próton = + e
qelétron = – e
1 mC (milicoulomb) = 10–3 C qnêutron = 0
1 mC (microcoulomb) = 10–6 C
1 nC (nanocoulomb) = 10–9 C 6. Quantidade de carga elétrica (Q)
1 pC (picocoulomb) = 10–12 C
|Q| = n · e

3. Princípio da atração e repulsão Q: carga de um corpo


Cargas elétricas de mesmo sinal se repelem e cargas elé- n: diferença entre o número de prótons e o número de
tricas de sinais opostos se atraem. elétrons

4. Princípio da conservação da carga


Em um sistema eletricamente isolado, a carga elétrica
total do sistema se conserva.

Módulo 6. Corrente elétrica


1. Corrente elétrica 3. Sentido convencional
O sentido convencional da corrente elétrica é o sentido
oposto ao do movimento das cargas negativas.
Lâmpada
4. Propriedade gráfica
i
i Fios
i condutores
Polo negativo Polo positivo

DQ =N área A
A

t
Fonte de tensão

2. Intensidade da corrente elétrica (i)


| DQ |
i=
Dt

DQ: carga elétrica (DQ = n · e)


Dt: intervalo de tempo
C
Unidade (SI): = A (ampère)
s

Enem e Vestibular Dose Dupla 25


Física

Módulo 7. Tensão e potência elétrica


1. Tensão elétrica (U)
Mede a quantidade de energia transformada por um componente elétrico por unidade de carga elétrica.

DE → energia J
U= Unidade (SI): = V (volt)
Dq → carga elétrica C

2. Potência elétrica (P)


Mede a quantidade de energia transformada por unidade de tempo.

1 kW (quilowatt) = 103 W
DE → energia J 1 MW (megawatt) = 106 W
P= Unidade (SI): = W (watt)
Dt → tempo s 1 GW (gigawatt) = 109 W
1 TW (terawatt) = 1012 W

Componente elétrico
quilowatt-hora (kWh)
i P=i·U É a energia transformada por um
P: potência elétrica
sistema de 1 kW (1.000 W) de
i: corrente elétrica
U:tensão elétrica potência durante um intervalo de
– + 1 hora (3.600 s).
1 kWh = 3,6 · 106 J
U

Módulo 8. Resistores: 1a lei de Ohm


1. Resistor
Dispositivo que transforma exclusivamente energia elétrica em energia térmica (efeito joule).

2. 1a lei de Ohm 3. Potência do resistor


R
U2
P=i·U P = R · i2 P=
i R
U
R
i

– + V
Unidade (SI): = Ω (ohm)
A
U

Resistor ôhmico Resistor não ôhmico

U U

R = constante R xconstante
tg Q N
 R U=R·i
Q
0 i 0 i

Enem e Vestibular Dose Dupla 26


Física

Módulo 9· 2a lei de Ohm


L
R: Resistência elétrica
L L: Comprimento
R=ρ
R A A A: Área da secção transversal
ρ: Resistividade do material

Secção Unidades de resistividade:


transversal
SI: W · m
W⋅mm2
Usual:
m

Módulo 10· Associação de resistores (I)


Associação de resistores em série Resistência equivalente (Req)
R1 R2 R3 Req = R1 + R2 + R3 + ...
Não existe nó entre os resistores.
i i i
U1 U2 U3
Todos os resistores são percorridos pela mesma corrente
elétrica.
i i A tensão elétrica total se divide entre os resistores.
+ –
Utotal = U1 + U2 + U3 + ...
Utotal

Módulo 11· Associação de resistores (II)


Associação de resistores em paralelo Resistência equivalente (Req)
R1 1 1 1 1
= + + + ...
R eq R1 R2 R3
i1
Todos os resistores são ligados entre os mesmos dois pontos.
R2
A B Todos os resistores ficam submetidos à mesma tensão elétrica.
A corrente elétrica total se divide entre os resistores.
itotal i2 itotal
R3 itotal = i1 + i2 + i3 + ...

i3 R1 ⋅ R2
Dois resistores (R1 e R2) ⇒ R eq =
+ – R1 + R2
U
R
N resistores iguais (R) ⇒ R e q =
N

Enem e Vestibular Dose Dupla 27


Física

Módulo 12· Associação de resistores (III)


Curto-circuito Fio de resistência Um componente elétrico está em curto-circuito quando
desprezível (R = 0)
seus terminais estão interligados por um fio de resistência
desprezível (R = 0).
R1 R2 R3 Quando um componente está em curto-circuito, a ten-
A B
são elétrica entre seus terminais é nula.
i i
Curto-circuito
UAB = 0
i i
+ –
U
total

Módulo 13· Geradores elétricos (I)


Gerador elétrico Equação característica → U = e – r · i
Dispositivo que transforma energia não elétrica em
energia elétrica para alimentar um circuito elétrico. Exem- e: força eletromotriz (V)
plos: pilha de rádio, bateria de celular, bateria de automó- r: resistência interna (W)
vel, usina hidrelétrica. i: corrente elétrica (A)
E U: tensão nos terminais do gerador (V)
r
– +
i i Potência total → PT = i · e
U
Energia não Energia
elétrica elétrica Potência útil → Pu = i · U
Gerador
elétrico
PT Pu
Energia Potência dissipada → Pd = r · i2
dissipada
Pd
Pu U
Rendimento (h) → h = h=
PT = Pu + Pd PT e

Módulo 14· Geradores elétricos (II) Potência útil (Pu)


Equação característica Pu Pu = E · i – r · i2

U= e–r·i
E2
4r
U Circuito aberto
E

0 E E i
Curto-circuito
Q 2r r
0 icc i Condições de potência útil máxima
e
i cc = N
r = tg θ E2 e Req = r
r Pumáx.  i=
4r 2r

Enem e Vestibular Dose Dupla 28


Física

Módulo 15· Circuito gerador-resistor


Gerador U Re q = UGerador
E
– + r
i i Re q ⋅ i = e − r ⋅ i

U Re q ⋅ i + r ⋅ i = e

Req
( )
i r + Re q = e

e
A ddp (U) nos terminais do gerador é igual à ddp na Lei de Ohm–Pouillet: i =
resistência equivalente. r + R eq

Módulo 16· Associação de geradores


Associação de geradores em série
E1 E2 E3
– + r1 – + r2 – + r3

eeq = e1 + e2 + e3 + ... req = r1 + r2 + r3 + ...

Associação de geradores em paralelo


E
– + r

eeq = e
E
– + r
r
req =
N

E
– + r

Enem e Vestibular Dose Dupla 29


Física

Módulo 17· Receptores elétricos


Receptores elétricos são dispositivos que transformam energia elétrica em energia não elétrica.
Exemplos: motores elétricos (ventilador, liquidificador, furadeira etc.) e baterias, quando estão sendo recarregadas.

Energia Receptor Energia Potência total: P T = i · U


elétrica elétrico não elétrica Potência útil: P u = i · e’
PT Pu Potência dissipada: Pd = r’ · i2
Energia P ε’
Rendimento (h): η = u ⇒ η =
dissipada PT U
Pd

PT = Pu + Pd

i
A B e’ → força contraeletromotriz (V)
+ – r’
E’ r’ → resistência interna (W)
U → tensão aplicada no receptor (V)
i → corrente elétrica (A)
U

Equação característica Curva característica

U = e’ + r’ · i U

N
r’ = tg Q
Q
E’

i
0

Módulo 18· Circuito gerador-receptor-resistor


i Lei de Ohm-Pouillet generalizada
A B
r E
ε − ε’
i=
e > e' r + r ’+ R e q
i

r’ E’ Req

Enem e Vestibular Dose Dupla 30


Física

Módulo 19· Medidores elétricos (I)


1. Amperímetro 2. Voltímetro
R V
A
R
i i

U
– i
+

U + –

• Mede corrente elétrica. U


• Deve ser ligado em série.
• Tem resistência interna baixa. • Mede tensão elétrica.
(Ideal: R = 0) • Deve ser ligado em paralelo.
• Tem resistência interna alta.
(Ideal: R = ∞)

Módulo 20· Medidores elétricos (II)


Voltímetro e amperímetro reais Ponte equilibrada

Ponte de Wheatstone

C
UCD = 0 iA = 0
R1 R2

A A iA = 0 B
UAC = UAD UCB = UDB
R4 R3

R1 · R3 = R2 · R4
U

Enem e Vestibular Dose Dupla 31


Física

Módulo 21· Leis de Kirchhoff


1. Lei dos nós A soma das correntes elétricas que chegam em
um nó é igual à soma das correntes elétricas
Nó que saem deste nó.
i1 i3


i1 + i 2 = i 3 + i 4
i2 i4

“Ao se percorrer uma malha, num determinado


sentido, até se retornar ao ponto de partida, a
2. Lei das malhas soma algébrica das ddps é nula.”

B
R1
C

UAB + UBC + UCD + UDA = 0
i

E1 i A i E2

– e1 + R1 · i + e2 + R2 · i = 0
i
A D
↓ ou
R2 e1 – R1 · i – e2 – R2 · i = 0

Módulo 22· Força elétrica (I)


1. Cargas elétricas de mesmo sinal se repelem 3. Lei de Coulomb

–F Q1 Q2 F
Q q
F –F Q–q
d FK
d2
d
N – m2
–F Q1 Q2 F K 0  9 – 109 (Constante eletrostática do vácuo)
C2
d
F

2. Cargas elétricas de sinais opostos se atraem F

Q1 F –F Q2 Hipérbole

F/4

F/9
d
d 2d 3d

Enem e Vestibular Dose Dupla 32


Física

Módulo 23· Força elétrica (II)


1. Força elétrica resultante Soma vetorial
  
Q1 > 0 F R = F1 + F2

Lei dos cossenos


Q3 > 0

F2 F1
FR2 = F12 + F22 + 2 ⋅ F1 ⋅ F2 ⋅ cos θ

Q2 < 0
FR

Módulo 24· Campo elétrico (I)


E
Campo elétrico de uma carga puntiforme

q>0 F Q>0 P
E
d

E Q<0 E P
F q<0 d

Definição Q
E=K
d2

Módulo 25· Campo elétrico (II)


Campo elétrico resultante
Soma vetorial
Q1 > 0
  
ER = E1 + E2
P
Lei dos cossenos
E2 E1

E2R = E21 + E22 + 2 ⋅ E1 ⋅ E2 ⋅ cos θ


Q2 < 0
ER

Enem e Vestibular Dose Dupla 33


Física

Módulo 26· Campo elétrico (III)


1. Linhas de campo elétrico

• São linhas orientadas que representam o campo elétrico numa região do espaço.
• São tangentes ao vetor campo elétrico em cada ponto e orientadas no sentido do vetor campo elétrico.
• “Nascem” nas cargas positivas e “morrem” nas cargas negativas.
• São mais concentradas onde o campo elétrico é mais intenso.

EA Linhas de força
A

B EB

EB > EA

As linhas de campo estão mais concentradas.

Módulo 27· Potencial elétrico (I)


1. Energia potencial elétrica (Epel)

q K ⋅Q ⋅q
Q Epel =
d
d ↓
Unidade (SI): J (joule)

2. Potencial elétrico (V)


Propriedade associada a cada ponto do espaço e que permite determinar a energia potencial elétrica que uma carga de
prova q adquire quando colocada neste ponto.

Epel
V= → Unidade (SI): J/C = V (volt)
q

Enem e Vestibular Dose Dupla 34


Física

3. Potencial elétrico gerado por uma carga puntiforme

Q p
K ⋅Q Q > 0 → V > 0
VP = p
d q Q < 0 → Vp < 0

Módulo 28· Potencial elétrico (II)


Potencial elétrico resultante

Q1

d1 Soma escalar
Q2
d2 VP = V1 + V2 + V3
P
kQ1 kQ2 kQ 3
VP = + +
d3 d1 d2 d3
Q3

Módulo 29· Superfícies equipotenciais


Superfícies do espaço em que todos os seus pontos possuem o mesmo potencial elétrico.
São sempre perpendiculares às linhas de campo elétrico.
Ao longo de uma linha de campo elétrico, o potencial elétrico decresce no sentido da linha de campo.
V
2
Superfície equipotencial V1 V3 Linhas de
C força
A
VA = VB = VC
B

Superfície
equipotencial V1 > V2 > V3

Enem e Vestibular Dose Dupla 35


Física

Módulo 30· Trabalho no campo elétrico


Trabalho da força elétrica eFel

Campo elétrico eFA m B  EPA EPB


el el el

A B
q eFA m B  q – (VA VB )
el
 
(U AB )
ddp entre A e B
eFel > 0 → movimento espontâneo → EPel diminui.
eFel < 0 → movimento forçado → E Pel aumenta.

Módulo 31· Condutores (I)


Propriedades de um condutor em equilíbrio eletrostático
As cargas elétricas em excesso se distribuem na superfície externa do condutor.
Há maior densidade superficial de cargas nas regiões mais pontiagudas.
No interior do condutor, o campo elétrico é nulo.
Os pontos internos e os da superfície do condutor possuem o mesmo potencial elétrico.
Externamente ao condutor, as linhas de força são normais à sua superfície.
Externamente ao condutor, o campo elétrico é mais intenso próximo às regiões pontiagudas.
Menor densidade
superficial de cargas Maior densidade
superficial de cargas

B  
E=0 EB > EA
A
V = cte

Região mais
pontiaguda

Módulo 32· Condutores (II)


1. Capacitância eletrostática (C)
Mede a quantidade de carga de um condutor por unidade de potencial elétrico.

Q
C= → Unidade (SI) : C / V = F (farad )
V

2. Condutor esférico
Q

C k ⋅Q R
Vesf . = Cesf . =
R R k

Enem e Vestibular Dose Dupla 36


Física

E V

kQ kQ
R2 R

1 kQ kQ kQ
2 R2 d2 d

0 R d 0 R d

Módulo 33· Campo elétrico uniforme


Campo elétrico uniforme (CEU)
O vetor campo elétrico tem mesmo módulo, mesma direção e mesmo sentido em todos os pontos.
As linhas de força são paralelas entre si e igualmente espaçadas.
As superfícies equipotenciais são planos paralelos entre si e perpendiculares às linhas de força.

V1 V2 V3
E

E·d=U

E: intensidade do campo elétrico


d: distância entre duas superfícies equipotenciais
U: ddp entre duas superfícies equipotenciais

N V
1 =1
C m

V1 > V2 > V3

Módulo 34· Eletrização (I)


1. Eletrização por atrito
Os corpos devem ser constituídos de materiais diferentes.
QA = 0 A B QB = 0 Um dos corpos perde elétrons e o outro ganha elétrons.
Os corpos adquirem cargas de sinais opostos e de mesmo módulo.

A B Atrito |Q A| = |Q B|

Série triboelétrica
A B
Vidro - Lã - Seda - Algodão - Madeira - Âmbar - Enxofre

QA > 0 QB < 0

Enem e Vestibular Dose Dupla 37


Física

2. Eletrização por contato

A B A B

QA < 0 QB = 0 QA > 0 QB = 0
e– e–

A B A B

A B A B

QA’ < 0 QB’ < 0 QA’ > 0 QB’ > 0

Módulo 35· Eletrização (II)


1o Passo 3o Passo
Corpo neutro

Q=0 Q<0

Corpo eletrizado

2o Passo 4o Passo

Q=0 Q<0

Terra

Módulo 36· Capacitores (I)


1. Capacitor
Dispositivo capaz de armazenar carga elétrica. Q: carga elétrica armazenada
U: tensão aplicada no capacitor
Armaduras
+Q –Q
Q=C·U

Capacitância do capacitor
Unidade (SI): C / V = F (farad)

2. Energia potencial elétrica armazenada (Epel)


Q⋅U C ⋅ U2 Q2
Epel = Epel = Epel =
U 2 2 2C

Enem e Vestibular Dose Dupla 38


Física

Módulo 37· Capacitores (II)

• Todos os capacitores ficam com a mesma carga elé-


trica (Q).
• A ddp total se divide entre os capacitores.
1. Capacitor plano
A Utotal = U1 + U2 + U3 + ...

Capacitância equivalente

1 1 1 1 C1 ⋅ C2
= + + + ... Ceq =
Ceq C1 C2 C3 C1 + C2

C
d Ceq =
N

C: capacitância
A: área das armaduras
d: distância entre as armaduras
ε : permissividade elétrica do meio
ε⋅A
C=
d
ε0 : permissividade elétrica do vácuo (8,85 · 10–12 F/m)
εr: permissividade relativa do meio
3. Associação de capacitores em paralelo
ε = εr · ε0
Q1 Q2 Q3
2. Associação de capacitores em série C1 C2 C3 U
C1 C2 C3

Q Q Q
• Todos os capacitores ficam submetidos à mesma ddp (U).
U1 U2 U3 • A carga total se divide entre os capacitores.

Qtotal = Q1 + Q2 + Q3 + ...

Capacitância equivalente

Ceq = C1 + C2 + C3 + ...

Enem e Vestibular Dose Dupla 39


Física

Módulo 38· Campo magnético (I)


1. Linhas de indução magnética 5. Vetores tridimensionais
Linhas fechadas e orientadas que representam o campo ⊗ Do olho do observador para o papel (entrando no papel).
magnético. Do papel para o olho do observador (saindo do papel).
Quanto maior for a densidade de linhas, mais intenso
será o campo magnético. 6. Campo produzido por condutor retilíneo
Externamente ao ímã, “nascem” no norte e “morrem” percorrido por corrente elétrica
no sul.

B
N S


2. Vetor de indução magnética ( B )
É sempre tangente às linhas de indução magnética e no
m⋅i
mesmo sentido destas. Intensidade: B = Unidade (SI) : T (tesla)
2⋅ p ⋅ r
Linha de indução
B m → permeabilidade magnética do meio
magnética
T⋅m
P (vácuo → m0 = 4 · p · 10 –7 )
A
Direção: ortogonal ao condutor
Sentido: dado pela “regra da mão direita”

3. Campo magnético uniforme



Vetor de indução magnética (B) é constante em todos
os pontos do campo.
Linhas de indução magnética paralelas (direção e senti- B
do constantes) e equidistantes (módulo constante).

4. Orientação de bússola
Uma bússola tende a se orientar paralelamente ao vetor
indução magnética, com o seu norte apontando no sentido B
do vetor de indução magnética.
B
B Linha de indução
magnética
i
P
N

S
B

Enem e Vestibular Dose Dupla 40


Física

Módulo 39· Campo magnético (II)


1. Campo magnético no centro de espira circular 2. Campo magnético no interior de um solenoide
L
B
Norte i i i

B
R
i Sul
i i
i
Intensidade Intensidade
m ⋅i m0 ⋅ n ⋅ i
B= 0 B=
2⋅R L
Direção Direção
Perpendicular ao plano da espira A mesma do eixo do solenoide

Sentido Sentido
Dado pela regra da mão direita Dado pela regra da mão direita

Módulo 40· Força magnética (I)


1. Força magnética sobre carga
2. Tipos de lançamento e trajetórias
1o caso
Fm
Carga lançada paralelamente às linhas de indução mag-
B nética:

P Q q = 0° ou q = 180° → Fmag. = 0
v
q >0
A carga descreve um movimento retilíneo uniforme
Intensidade
(MRU).
F = |q| · v · B · sen q 2o caso
Carga lançada perpendicularmente às linhas de indução
Direção
magnética:
 
Perpendicular ao plano determinado pelos vetores B e v
q = 90° → F = |q| · v · B
Sentido
A carga descreve um movimento circular uniforme
Regra da mão esquerda ou regra do tapa
(MCU):
F
q>0 m⋅v
Raio do MCU: R =
q ⋅B
B
2⋅ p ⋅m
Período do MCU: T =
q ⋅B
F

v 3o caso
q>0 Carga lançada obliquamente às linhas de indução mag-
B B
nética:

0° < q < 180° → F = |q| · v · B · sen q


q<0

A carga descreve um movimento helicoidal uniforme em


v F v torno das linhas de indução.

Enem e Vestibular Dose Dupla 41


Física

Módulo 41· Força magnética (II)


1. Força magnética sobre condutor 2. Força magnética sobre condutores
retilíneo percorrido por corrente retilíneos e paralelos
Intensidade
Fm
B m 0 ⋅ i1 ⋅ i2 ⋅ L
F=
2⋅ p ⋅d
Q
Sentido
i
Atração → Correntes de mesmo sentido
Fio condutor
Repulsão → Correntes de sentidos opostos

Intensidade Correntes elétricas de Correntes elétricas de


mesmo sentido sentidos opostos
F = B · i · l · sen q
i1 i2 i2
Direção 
B1
Perpendicular
 ao plano definido pelo condutor e pelo   
F –F F
vetor B  L  
 F B2 B1
B2
Sentido
Dado pela regra da mão esquerda ou pela regra do tapa d i1

Módulo 42· Indução eletromagnética (I)


1. Fluxo magnético (φ) 2. Indução eletromagnética
Grandeza escalar que mede o número de linhas de indução Se o fluxo magnético em uma espira condutora fechada
magnética que atravessam uma determinada superfície de área variar com o tempo, esta será percorrida por uma corrente
A. elétrica induzida.
Variação Força Corrente
do fluxo eletromotriz elétrica
magnético induzida (E) induzida

3. Lei de Faraday
A força eletromotriz média induzida (ε) é diretamente
proporcional à rapidez com que o fluxo magnético varia
com o tempo.
∆φ
ε=−
∆t

φ = B · A · cos q 4. Lei de Lenz


A corrente elétrica induzida em um circuito gera um
Unidade (SI) : T · m2 = Wb (weber) campo magnético induzido que se opõe à variação do fluxo
magnético que induz essa corrente.

Enem e Vestibular Dose Dupla 42


Física

Módulo 43· Indução eletromagnética (II)


Condutor retilíneo movimentando-se em campo magnético uniforme
Força eletromotriz induzida
B

i εind = B · L · v
v
L
i i

Módulo 44· Corrente alternada e transformadores


1. Corrente alternada 2. Transformador

Aquela que altera seu sentido de propagação em função Dispositivo capaz de alterar a ddp em um circuito de

do tempo. corrente alternada.


Gráfico da fem (ε) em função do tempo (t) Primário: N1 espiras
Secundário : N2 espiras

Emáx

U1 U2
U1 N1 N2 U2 =
0 1T 2T 3T t N1 N2

Emáx

Transformador ideal:
ε máx
εef = P1 = P2
2

Enem e Vestibular Dose Dupla 43


Física

Módulo 45· Termometria


ºC ºF K
1. Grandeza termométrica

2. Equação termométrica 100 212 373

b b b
Q = a · x + b Q2
QC QF T

N
Q1 a tg A a a a

0 32 273
b
A
x
x1 x2
qC qF − 32 T − 273
= =
5 9 5
3. Escalas termométricas
qC = T − 273
Escala 1º PF 2º PF
Celsius 0° 100° Para cálculo de variação
Fahrenheit 32° 212°
DqC DqF DT
Kelvin 273 373 = =
5 9 5

Módulo 46· Dilatação térmica (I)


Dilatação linear Dilatação superficial
L0
Q0 Q0
A0
Q  Q0
Q Q  Q0
L
$L
A
Q
DL = L – L0
DA = A – A0
DL = L0 · a · Dq
DA = A0 · b · Dq
L = L0 · (1 + a · Dq)
A = A0 · (1 + b · Dq)
1
Unidade (a) : = °C −1
°C b=2·a

Enem e Vestibular Dose Dupla 44


Física

Módulo 47· Dilatação térmica (II)


Dilatação volumétrica Dilatação dos líquidos
Q0 1) 2)
DV = V – V0
V0
DV = V0 · g · Dq
Q  Q0 V0 V
Q V = V0 · (1 + g · Dq)

g=3·a
V
a b g Q0 Q
= = Q  Q0
1 2 3
$VAP
Variação de densidade com a temperatura
m m glíquidos > gsólidos
d0 = ⇒d=
V0 V
m DVreal = DVAP + DVF
d=
V0 ⋅ (1 + g ⋅ Dq)
d0 greal = gAP + gF
d=
1 + g ⋅ Dq
Comportamento térmico da água

Módulo 48· Calor sensível


Calor Calor específico (c)
Energia em trânsito espontâneo, em virtude exclusiva- Grandeza ligada à substância
mente da diferença de temperatura entre um corpo e outro
C=m·c
Capacidade térmica (C)
Grandeza ligada ao corpo Unidade: cal/(g · °C); J/(kg · K)

Q Calor sensível
C=
Dq
Q = m · c · Dq
Q: Quantidade de calor
Dq: Variação de temperatura
Unidade (C): cal/°C; J/K

Enem e Vestibular Dose Dupla 45


Física

Módulo 49· Trocas de calor


Trocas de calor em sistemas isolados
A B

mA mB
cA cB
QA QB
Q

mC
cC
QC

ΣQ = 0
Q A + QB + QC = 0

Módulo 50· Calor latente


Calor latente Potência de uma fonte térmica (P)
Q=m·L
Q Q: quantidade de calor
L: calor específico latente P= Dt: intervalo de tempo
Dt
Unidade (L): cal/g; J/kg Unidades (P): cal/s; cal/min; J/s(watt)

Módulo 51· Mudanças de fase


Leis gerais das mudanças de fase Q (Temperatura)
1a lei: para uma dada pressão, cada substância pura
possui uma temperatura fixa de fusão e outra temperatura Vaporização V
fixa de vaporização. L+V
2a lei: para uma mesma substância e a uma dada pres- Fusão L
são, a temperatura de solidificação coincide com a de fusão, S+L
bem como a temperatura de liquefação coincide com a de S
vaporização. t (Tempo)

Enem e Vestibular Dose Dupla 46


Física

Módulo 52· Diagramas de fase


1. Substâncias em geral 2. Substâncias que se contraem na fusão
(Água, bismuto, ferro e antimônio)
p (Pressão) p (Pressão)

C C
Estado Estado
Estado
Estado líquido sólido
líquido
sólido
pT pT
T T

Vapor Gás Vapor Gás

0 QT QC Q (Temperatura) 0 QT QC Q (Temperatura)

Módulo 53· Propagação do calor


1. Condução ⇒ Sólidos

Q1 Q2
k ⋅ A ⋅ Dθ
Φ=
Φ e

k → Coeficiente de
A condutividade térmica
e
2. Convecção ⇒ Fluidos

3. Irradiação ⇒ Presença ou não de meio material

Módulo 54· Gases perfeitos (I)


Equação de Clapeyron
 atm ⋅ 
p
p·V=n·R·T R = 0, 082 mol ⋅ K

 J
V n: número de mols R : constante R = 8, 31
 mol ⋅ K
n=
m  cal
M R = 2, 0 mol ⋅ K
T 

m: massa
p – Pressão M: massa molar
V – Volume
T – Temperatura (absoluta)

Enem e Vestibular Dose Dupla 47


Física

Transformações gasosas

1.1. Transformação geral 1.3. Transformação isovolumétrica (V → constante)

Inicial Final V p
p0 pF
p0 · V0 pF · VF
T0 TF
T0 TF

p0 V0 T0 pF VF TF T(K) T(K)

1.2. Transformação isobárica (p → constante) 1.4. Transformação isotérmica (T → constante)

p V p p
V0 VF p0 · V0 pF · VF
T0 TF

T(K) T(K) T(K) V

Módulo 55· Termodinâmica (I)


1. Trabalho de um gás p

1.1. À pressão constante


e = p · DV

1.2. À pressão variável A

e=A
N
V

Módulo 56· Termodinâmica (II)

1. Energia cinética média por molécula 2. Energia interna (U)


Soma das energias cinéticas de translação das molécu-
3 las de um gás ideal monoatômico:
EC = kT
2
3
U= n⋅R⋅T
k = 1,38 · 10 –23 J/K (constante de Boltzmann) 2
3 3
U = EC = ⋅n⋅R⋅T = p⋅V
2 2

Enem e Vestibular Dose Dupla 48


Física

Módulo 57· Primeira lei da termodinâmica


e = Q – DU ou Q = e + DU Para os gases ideais monoatômicos:
3 3 3
U = EC = ⋅n⋅R⋅T = p⋅V DU = nRDT
e – Trabalho 2 2 2
Q – Calor Transformação adiabática
DU – Variação da energia interna Q=0

Módulo 58· Segunda lei da termodinâmica


1. Máquina térmica Rendimento
Máquina térmica é um sistema no qual existe um flui- e Q
do operante que recebe uma quantidade de calor Q A de H  1 B
QA QA
uma fonte térmica quente, realiza um trabalho e e rejeita
a quantidade Q B de calor para uma outra fonte fria. Máquina de Carnot: maior rendimento possível entre
duas fontes térmicas de temperaturas fixas.
QA
MT e Q B TB TB
Fonte =
quente η=1−
Q A TA TA
QB
Fonte fria
2. Segunda lei da termodinâmica
QA = QB + e Enunciado de Kelvin-Planck
Não é possível transferir calor de um corpo frio para
outro corpo quente espontaneamente.

Enem e Vestibular Dose Dupla 49


FÍSICA

CIÊNCIAS NATURAIS E SUAS TECNOLOGIAS

SETOR III

ENEM2011
Física

Módulo 1. Conceitos básicos de Óptica


1. Luz 6.2. Refração
Agente físico que sensibiliza nossos órgãos visuais.

2. Fontes de luz
2.1. Primárias (corpos luminosos)

2.2. Secundárias (corpos iluminados)


ar
água
3. Meios ópticos (quanto à transparência)
Transparentes
Translúcidos
Opacos

4. Velocidade da luz
No vácuo: c = 3 · 108 m/s
6.3. Absorção
5. Ano-luz Obs. – Reflexão seletiva (cor dos corpos)
1 ano-luz ≅ 9,5 · 1015 m
luz reflete luz
branca todas branca
6. Fenômenos ópticos básicos
absorve
todas
6.1. Reflexão
I. Regular
corpo branco corpo negro

luz reflete
Superfície bem
polida branca somente azul

II. Irregular corpo azul

Superfície
irregular

Módulo 2. Princípios da Óptica Geométrica


1. Propagação retilínea
Em um meio transparente, homogêneo e isotrópico, a luz se propaga em linha reta.

2. Reversibilidade
O caminho percorrido por um raio de luz entre dois pontos quaisquer é único, independentemente do sentido.

Enem e Vestibular Dose Dupla 50


Física

3. Independência
Caso haja cruzamento entre dois ou mais raios de luz, estes seguirão seus caminhos como se nada tivesse acontecido.

4. Aplicação de propagação retilínea da luz


Sombras na superfície da Terra

Raios solares
praticamente
paralelos
PV2D-09-12

Cãmara escura de orifício Eclipses lunar e solar


Objeto Imagem Órbita da Terra
Órbita da Lua A

Lua C Sol
Lua
Terra B

A: eclipse solar total B: eclipse solar parcial C: eclipse lunar

Módulo 3. Espelhos planos (I)


1. Leis da reflexão 2.2. Objeto extenso
RI N RR

A’
i r

1a) O raio incidente (RI), o raio refletido (RR) e a reta nor-


mal (N) são coplanares. B’
2a) Os ângulos de incidência (i) e de reflexão (r) são iguais.
Obs. – Enantiomorfi smo:
i=r

Enem e Vestibular Dose Dupla 51


Física

2. Formação de imagens em espelhos planos

2.1. Objeto pontual

r
i

Objeto Imagem
x x O

3. Campo visual de espelhos Campo


visual

Módulo 4. Espelhos planos (II)


O’

1. Associação de espelhos planos 2. Translação de espelhos planos

Objeto Imagem
E2
I1 0

E1

d D

I2 I3

360º D=2·d
n= −1
a

3. Rotação de espelhos
N1
i i N2
E
A

i’
B i’

b=2·a

Enem e Vestibular Dose Dupla 52


Física

Módulo 5· Espelhos esféricos (I)


1. Elementos básicos 3. Raios notáveis
a) Espelho côncavo
A Calota esférica
R
A 1
V Eixo principal
C 2
R C F V
B Eixo secundário
Esfera

C: centro de curvatura do espelho


V: vértice do espelho
4
R: raio de curvatura
a: ângulo de abertura
Obs.: condições de estigmatismo de Gauss:
– ângulo a “pequeno” (a ≤ 10°)
– raios paraxiais C F V
3
(em nosso estudo ⇒ espelhos gaussianos)

2. Foco do espelho
Ponto no qual se forma a imagem de um objeto que se
encontra no infinito. Pela reversibilidade da luz, para um b) Espelho convexo
objeto no foco, a imagem é formada no infinito.

Espelho 1
côncavo V
F C
Eixo
principal 2
C F V

Foco principal real


4

Espelho V F C
convexo

3
V F C
Eixo Foco principal
principal virtual Obs:. para se determinar a imagem do ponto objeto,
conjugada por um espelho esférico, basta traçar dois raios
de luz, dentre os notáveis, e determinar o ponto de encon-
tro após a reflexão.
Obs.: distância focal ⇒ f = R
2

Enem e Vestibular Dose Dupla 53


Física

Módulo 6· Espelhos esféricos (II)


Imagens (construção gráfica das imagens de objetos reais)
1. Espelho côncavo IV. Objeto sobre o foco F
I. Objeto antes do centro C

A
A

B' B
B C F V
C F V
A'

real (d)

Imagem invertida
menor imprópria
 Imagem 
(∞ )
II. Objeto sobre o centro C
V. Objeto entre o foco F e o vértice V
A A'

A
B
B' C V
F C FB V B'

A'

virtual
real 
 Imagem direita
Imagem invertida maior
"igual" 

Obs.: as imagens reais podem ser projetadas.
2. Espelho convexo
III. Objeto entre o centro C e o foco F

A
A'
B'
C B F V
B V B' F C

A'
Objeto em qualquer posição diante do espelho
real
 virtual
Imagem invertida

maior Imagem direita
 menor

Enem e Vestibular Dose Dupla 54


Física

Módulo 7· Espelhos esféricos (III)


Estudo analítico Aumento linear
i p’
A= =−
p o p
f Convenção de sinais
O Elementos (F, O, I) Distância (f, p, p’)
o Real +

C F V Virtual –
i
Elementos (O, I) Altura (o, i)
I Direita +
p'
Invertida –
Obs.: referencial de Gauss: na verdade, f, p, p’, o e i são
coordenadas (de posição) e não distâncias, por isso os sinais.
f: distância focal
p: distância do objeto ao espelho Eixo das
Luz ordenadas (o e i)
p’: distância da imagem ao espelho
o: altura do objeto
i: altura da imagem Eixo das
abscissas (f, p e p') V
Equação de Gauss (equação dos pontos conjugados)
C F F C

1 1 1 p·p ’  produto  Eixo principal


= + ou, ainda, f =  
f p p’ p + p ’  soma 

Módulo 8· Leis da refração


1. Refração (mudança de meio óptico)
Obs.: o que caracteriza um meio óptico é a velocidade N
n1  n2
que a luz possui nele. RI
Q1  Q2
\ na refração, ocorre mudança de velocidade.

Q1
Meio 1 n1
2. Índice de refração Meio 2 I n2 S
Q2
a) Absoluto (nMEIO)

c RR
nMEIO = c = 3·108 m/s (no vácuo)
v MEIO

Enem e Vestibular Dose Dupla 55


Física

v MEIO ≤ c ⇒ nMEIO ≥ 1 1) O raio incidente (RI), o raio refratado (RR) e a reta


Obs. :  normal (N) são coplanares.
v AR ≅ c ⇒ nAR ≅ 1
2) Os ângulos (q1) e (q2) relacionam-se entre si por:

b) Relativo (n1,2) n1 · sen q1 = n2 · sen q2 (Lei de Snell-Descartes)

n1 n v Obs.: raios incidentes normais à superfície não sofrem


n1,2 = ⇒ n1,2 = 1 = 2
n2 n2 v1 desvio.
– A refração ocorre juntamente com uma reflexão.

N
3. Leis da refração
Reflexão

N
n1 < n2
RI Q1 > Q2

Meio 1
Q1 S
Meio 2
Meio 1 n1
Meio 2 I n2 S
Q2

Refração

RR

Módulo 9· Ângulo-limite e reflexão total


Condições básicas para ocorrer reflexão total
1) A luz deve estar se propagando de um meio p para outro n refringente.
2) O ângulo de incidência deve superar um determinado ângulo-limite (i > L).

Fonte

2 2
1
3 L 3 n1 > n2
tal Snell:
i> o to
4 L lexã 4
Ref n1 ⋅ sen L = n2 ⋅ sen 90º
n1 + Raio "limite" n2 nmenor
n2 – 3 sen L = =
n1 nmaior

Enem e Vestibular Dose Dupla 56


Física

Módulo 10· Dioptros planos


i
Observador

p’

p
Ar n’ Ar n
S S
Água n Água n’
p’

i p

O Observador

Para ângulos de incidência “pequenos”:

«p': distância da imagem ao dioptro


®p: distância do objeto ao dioptro
p' n' ®
 ¬
p n ®n' (meio em que se encontra o observador)
®­n (meio em que se encontra o objeto)

Módulo 11· Lâmina de faces paralelas


Meio óptico limitado por duas faces planas e paralelas Deslocamento lateral (d)

e ⋅ sen (i − r)
d=
i cos r
Meio 1
Obs.– No caso de o meio 3 não ser igual ao meio 1, os
r raios, incidente e emergente, não são paralelos.
Meio 2 e

Meio 1 Meio 1
i Dioptro 1
d
Meio 2

Dioptro 2
Meio 3

Enem e Vestibular Dose Dupla 57


Física
Módulo 12· Prismas
Meio óptico limitado por duas faces planas e não pa- 2. Desvio mínimo(Dmín.)
ralelas. Ocorre quando i1 = i2.

1. Desvio angular (D) « i1  i2  i A  2r


¬ 
­r1  r2  r Dmín.  2 (i r)

A
D
D 3. Dispersão luminosa
i2
r2
i1 r1

Vermelha
L
a
ranc A
zb V
D = i1 + i2 – A Lu
A
A
A: ângulo de abertura ou de refringência Violeta

A = r1 + r2

Módulo 13· Lentes esféricas: propriedades


1. Nomenclatura e comportamento óptico

Comportamento óptico
Perfis e nomenclatura
nlente > nmeio nlente < nmeio
Bordas finas
(convexas)

R1
R2 Convergente Divergente

Biconvexa Plano-convexa Côncavo-convexa


Bordas grossas
(côncavas)

R1

R2
Divergente Convergente

Bicôncava Plano-côncava Convexo-côncava

2. Representação

Lentes convergentes Lentes divergentes

A0 F0 O Fi Ai Ai Fi O F0 A0

O : centro óptico

F0: foco objeto; Fi : foco imagem
A : antiprincipal objeto; A : antiprincipal imagem
 0 i

Enem e Vestibular Dose Dupla 58


Física

Módulo 14· Lentes esféricas: imagens


1. Raios notáveis
a) Lente convergente b) Lente divergente

1 1
2 Fo Ao

O Ai Fi O
Ao Fo Fi Ai

4 4

Fo Ao
Ai Fi O
Ao Fo O Fi Ai
3

2. Imagens (construção gráfica das imagens de objetos reais)

a) Lente convergente III. Objeto entre o antiprincipal objeto AO e o foco obje-


I. Objeto antes do antiprincipal objeto AO to FO

Fi Ai Fi Ai

Ao Fo O Ao Fo O

real real
 
imagem invertida imagem invertida
menor maior
 

IV. Objeto sobre o foco objeto FO


II. Objeto sobre o antiprincipal objeto AO

Fi Ai
Fi Ai
Ao Fo O
Ao Fo O

real (d)
 «imprópria
imagem invertida
imagem ¬
"igual"
 ­ d

Enem e Vestibular Dose Dupla 59


Física

V. Objeto entre o foco objeto FO e o centro óptico O b) Lente divergente: objeto em qualquer posição dian-
te da lente

Fo Ao
Fi Ai
Ai Fi O
Ao Fo O

virtual

virtual imagem direita
 menor
imagem direita 
maior
 Obs. – As imagens reais podem ser projetadas.

Módulo 15· Lentes esféricas: equações


Estudo analítico b) Aumento linear:
Veja o exemplo a seguir: i p’
A= =−
o p
p
f
o
c) Vergência ou convergência da lente:
f : metro (m)
Ao Fo O Fi Ai V : dioptria (di )
i
1 1 dioptria = 1 " grau "
V=
f 1
p’ 1 di = = 1 m −1
m

f: distância focal Convenção de sinais


p: distância do objeto à lente
p’: distância da imagem à lente Elemento (F, O, I) Distância (f, p, p’)
o: altura do objeto
i: altura da imagem Real +

Virtual –
a) Equação de Gauss (equação dos pontos conjugados):
1 1 1 p ⋅ p ’  produto  Elemento (O, I) Altura (o, i)
= + ou, ainda, f =  
f p p’ p + p ’  soma 
↑ +

↓ –

Enem e Vestibular Dose Dupla 60


Física

Módulo 16· Lentes esféricas: equação dos fabricantes


1. Equação dos fabricantes de lentes 2. Justaposição de lentes
Do exemplo:

R1

C1 C2 R2 1 + 2 = 1 2

1 1 1
Veq = V1 + V2 ⇒ = +
1 n   1 1 feq f1 f2
V = =  lente − 1 ⋅  + 
f  nmeio   R1 R2 
Obs.– Numa associação de lentes, sem justaposição, de-
ve-se notar que a imagem fornecida pela primeira lente “se
Convenção de sinais
torna” objeto para a segunda lente.
Face Raio (R)
Convexa +
Côncava –
Plana ∞

Módulo 17· Óptica da visão


1. Olho emetrope (olho normal)
Ponto remoto (PR) : infinito Ponto próximo (PP): 25 cm

Objeto Objeto
(d)
25 cm

2. Ametropias principais
a) Miopia b) Hipermetropia

Imagem Objeto
Objeto
(d)
Imagem

PRM
25 cm
PPH
1 1 1 1 1 1
Vlente = = + = + ⇒ Vlente = −
f p p ’ ∞ − PRM PRM
1 1 1 1 1 1
Vlente = = + = + ⇒ Vlente = 4 −
f p p ’ 0, 25 − PPH PPH

c) Presbiopia (vista cansada) – correção tal qual a de


hipermetropia.
d) Astigmatismo – correção com lentes cilíndricas.
Enem e Vestibular Dose Dupla 61
Física

Módulo 18· Introdução às ondas


1. Onda 2.2. Quanto à propagação
Propagação de uma perturbação através de um meio. a) Ondas unidimensionais: propagação em uma linha.
Obs.– Numa onda, há o transporte de energia sem o b) Ondas bidimensionais: propagação em um plano.
transporte de matéria. c) Ondas tridimensionais: propagação no espaço.

2. Classificação das ondas 2.3. Quanto à vibração


a) Onda transversal: Vibração ⊥ Propagação
2.1. Quanto à natureza
a) Ondas mecânicas: Propagação
Vibração
Ondas que precisam de um meio material para se
propagarem.
b) Ondas eletromagnéticas:
Não precisam de um meio material para sua propagação.
Obs.– Espectro eletromagnético:
b) Onda longitudinal: Vibração ⁄⁄ Propagação
s
TV

ho
el
e

a
et
rm
o

Propagação
di

ol
ve

as

vi
l
fra

ve

tra
nd
de


in

ul

X
-o

y
as

vi
os

os

os

os
ro
nd

z
ic

ai

ai

ai

ai
Lu
M
O

Vibração
Frequência (Hz)
VA AVA AV

Módulo 19· Equação fundamental da Ondulatória


Crista L v
Fonte 4. Comprimento de onda (l)
A Distância percorrida em 1 ciclo de onda
A
L L 5. Velocidade da onda (v)
Vale
v = l · f (Equação fundamental da ondulatória)

Características básicas Importante – A velocidade de uma onda só depende do


meio de propagação.
1. Período (T) Observação – Representação de ondas bidimensionais:
Tempo gasto em 1 ciclo de onda L
Fonte
2. Frequência (f) Frente de
onda

nº ciclos 1
f f
$t T

Importante – Período e frequência só dependem


da fonte.
Raio de
3. Amplitude (A) onda
Elongação máxima na oscilação

Enem e Vestibular Dose Dupla 62


Física

Módulo 20· Ondas: reflexão, refração, difração e


interferência

1. Reflexão
A onda retorna ao meio de origem e sua velocidade se 2.1. Ondas unidimensionais (refração
mantém constante. de pulsos em cordas)

1.1. Ondas unidimensionais (reflexão a) Da corda menos densa para a mais densa
de pulsos em cordas)

a) Extremidade fixa
(Ocorre inversão de fase.)

b) Da corda mais densa para a menos densa

b) Extremidade livre
(Não ocorre inversão de fase.)

2.2. Ondas bidimensionais (também


válido para tridimensionais)

RR
Q2
L2
RI

L1 Q1

Enem e Vestibular Dose Dupla 63


Física

1a lei: RI, RR e N são coplanares.

1.2. Ondas bidimensionais (também 2a lei: n1 · sen q1 = n2 · sen q2 e, consequentemente:


válido para tridimensionais)

RR sen Q1 v1 L1
 
sen Q2 v2 L2
L
3. Difração
Contorno de fendas e/ou obstáculos
Q
Frente de onda esférica
Rl Q
produzida pela difração
N L L
L
Frente de onda incidente

1a lei: RI, RR e N são coplanares.


Eixo de simetria
2a lei: i = r = q a

2. Refração
A onda muda de meio de propagação. Daí, ocorre mu-
dança de velocidade.

Módulo 21· Ondas: interferência


1. Ondas unidimensionais (superposição de pulsos)
a) Interferência construtiva (IC) b) Interferência destrutiva (ID)

P P A2 A1 = A2

A1 A2 A1

P
ID
I.C. P

A2 P
P A1
A2 A1

2. Ondas bidimensionais (também válido para tridimensionais)


Linhas de
Linhas de
interferência
interferência construtiva
destrutiva

X1
X2

Enem e Vestibular Dose Dupla 64


Física

Diferença de percurso
l Fontes em fase
Dx = |x1 – x2| Dx = N ⋅
2 N par ⇒ IC

Módulo 22· Ondas sonoras


1. Qualidades fisiológicas do som

1.1. Altura (associada à frequência do som)


Sons altos (agudos) → frequências altas
Sons baixos (graves) → frequências baixas
Obs. – Faixa de frequências:
Infrassons Sons Ultrassons
audíveis
0 20 20.000 f (Hz)

1.2. Intensidade (I) (associada à amplitude da onda)


Sons fortes → amplitudes altas
Sons fracos → amplitudes baixas Nível sonoro (N)
P W I , dado em decibéis
I= Unidade (I): (SI) N = 10 ⋅ log
área m2 I0
Limite de audibilidade: I0 = 10 –12 W/m2

1.3. Timbre (associado à forma da onda – depende da fonte sonora)


Característica que permite distinguir dois sons de mesma altura e mesma intensidade, emitidos por instrumentos
diferentes.

2. Persistência auditiva
O intervalo mínimo de recepção entre dois sons, necessário para que o ouvido humano possa distingui-los, é de 0,1 s.
Reforço: Dt ≈ 0
Reverberação: 0 < Dt < 0,1 s
Eco: Dt > 0,1 s

Módulo 23· Ondas estacionárias e cordas vibrantes


1. Ondas estacionárias
Resultantes da superposição de duas ondas iguais que se propagam em sentidos opostos, em um mesmo meio.

L L
V V V V

N N N N N
4a 4a 4a 4a

L/2 L/4 L/2 Fuso

Enem e Vestibular Dose Dupla 65


Física

Módulo 24· Tubos sonoros


1. Tubos abertos
L
v
L l f=
l

l v
1o modo de vibração 1 2L 1
2 2L

l 2L v
2o modo de vibração 2 2
2 2 2L

l 2L v
3o modo de vibração 3 3
2 3 2L

n-ésimo modo l 2L v
n n
v de vibração 2 n 2L
fn = n fn = n · f1 (n = 1, 2, 3, ...)
2L

2. Tubos fechados
L
v
L l f=
l

l v
1o modo de vibração 1 4L 1
4 4L

l 4L v
3o modo de vibração 3 3
4 3 4L

l 4L v
5o modo de vibração 5 5
4 5 4L

n-ésimo modo de l 4L v
n n
vibração (n ímpar) 4 n 4L
v
fn = n fn = n · f1 (n = 1, 3, 5, ...)
4L

Enem e Vestibular Dose Dupla 66


Física

Módulo 25· Efeito Doppler


A frequência de uma onda só depende da fonte emissora A frequência aparente (f ap) é dada por:
e é, portanto, constante. Porém, se houver movimento re-
lativo entre fonte e observador, este perceberá a onda com «fF frequência real da onda
uma frequência diferente da real. Esse fenômeno é chama- ®
v p v 0 ®v velocidade da onda
do de efeito Doppler. fap  fF ¬
v p v F ®v0 velocidade do observador
Obs. 1 Obs. 2
vF ®­v F velocidade da fonte

Obs.: convenção de sinais

observador 
+
→ fonte

Módulo 26· Movimento harmônico simples (I)


1. Definição 3. Função horária da velocidade

«oscilatório vMCU
®periódico
® Q
MHS ¬
®conservativo
®­mantido por uma força restauradora
Q

RMCU = AMHS 0 vMHS x
Obs.: o MHS pode ser estudado como a projeção de um MCU.

MCU ⇒ q = q0 + w · t

vMCU = w · R = w · A
MCU MHS
vMHS = – vMCU · sen q ⇒ v = – w · A · sen(q0 + w · t)
q (rad) Deslocamento angular Fase
Obs.: |v máx.| = w · A
Pulsação ou
w (rad/s) Velocidade angular
frequência angular
4. Função horária da aceleração


2. Função horária da posição (ou elongação) aMCU

P Q

RMCU = AMHS 0 aMHS x
R=A
Q
RMCU = AMHS 0 P’ x

a MHS = − a MCU ⋅ cos q


 a = – w2 · A · cos(q0 + w · t)
a MCU = aC = w2 ⋅ A 

x = A · cos q ⇒ x = A · cos (q0 + w · t) Obs.: |a máx.| = w2 · A e a = – w2 · x

Enem e Vestibular Dose Dupla 67


Física

Módulo 27· Movimento harmônico simples (II)


1. Energia cinética (Ec) «® E c  0 «® E c «® E c  0
máx.
¬ ¬ ¬
m ⋅ v2 ®®­ E p máx. ®®­ E p  0 ®® E p
­ máx.
Ec =
2 –A 0 +A

2. Energia potencial (Ep) x

k ⋅ x2
Ep =
2
E
Em = Ec + Ep = cte.
3. Energia mecânica (Em)
 k ⋅ A2 Ep
extremos ⇒ E m = E Pmáx. = 2
Em = Ec + E p = cte. 
equilíbrio ⇒ E = E m ⋅ v2máx.
 m C máx. =
2 Ec
k ⋅ A2
Em = EP = EC =
máx. máx. 2 –A 0 +A x

Módulo 28· Sistemas periódicos


1. Sistema massa-mola 2. Pêndulo simples

Q b 5º
Q L
L T = 2p
g
m
T = 2p
k
m: massa do corpo
k: constante elástica da mola

L: comprimento do fio
g: aceleração da gravidade

Módulo 29· Análise dimensional


Grandezas básicas

Grandeza Equação dimensional Unidade SI

Massa M kg

Comprimento L m

Tempo T s

Temperatura q K

Corrente elétrica I A

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Física

Enem e Vestibular Dose Dupla 69

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