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Preparo Químico Cirúrgico

Diagnóstico

Cirurgia de Acesso

Esvaziamento

PQC

MIC
Obturação

Restauração / Proservação
PREPARO  QUÍMICO  CIRÚRGICO  
Obje2vos  
Limpeza  
•   Sanificação  
Desinfecção  

•   Modelagem  
PREPARO QUÍMICO CIRÚRGICO

SUBSTÂNCIAS QUÍMICAS

INSTRUMENTOS
O  canal    CIRÚRGICO  contém  o  canal  ANATÔMICO  

C
O
N
I
C
I
D
A
D
E

Obs.    -­‐  Manter  a  forma  


e  posição  original  do  forame  
Qual é o momento do PQC?
•  CA e Preparo cervical
•  Esvaziamento
•  Odontometria
•  CT Limpeza
•  Sanificação
Desinfecção  
•  Modelagem

+
Limpeza
•  Sanificação
Desinfecção  
•  Modelagem

Ação Química
Limpeza
•  Sanificação
Desinfecção

•  Modelagem

Ação Mecânica
Limpeza e Desinfecção do Sistema de Canais Radiculares
principalmente em regiões inacessíveis aos instrumentos
HIPOCLORITO DE SÓDIO Industrializado
pH ± 9

0,50% 1,00% 2,50% 5,25%


Licor de Solução de
Labarraque Grossman
Duplamente concentrada
HIPOCLORITO DE SÓDIO
CONCENTRAÇÕES / VELOCIDADE
DISSOLUÇÃO DE
ATIVIDADE
MATERIAL
ANTIMICROBIANA
ORGÂNICO

BIOCOM
5,25%
5,25%
P

2,50%
ATI

2,50%
B I

1,00%
LIDAD

1,00%
0,50%
E

Δ   0,50%
Tempo,  Volume  e  Temperatura  
HIPOCLORITO  DE  SÓDIO  
PROPRIEDADES  

•   Baixa  tensão  superficial  


•   A2vidade  an2microbiana  (atua  na  molécula  albuminóide  do  protoplasma  microbiano)  
•   Solvente  de  matéria  orgânica  
•   Desodorizante  
•   Clareadora  
•   Lubrificante  
•   Detergente  (saponificação  de  lipídios)  
EDTA 17% -
Ácido Etilenodiamino Tetracético

PROPRIEDADES:                  

Ação  Quelante  

EDTA – Solução 17%


PREPARO  QUÍMICO  CIRÚRGICO  

+
Quanto  instrumentar  ?  
POLPA  VIVA   POLPA  MORTA  
Polpa  Viva   Polpa  Morta  
Razões  anatômicas  e  biológicas   Razões  anatômicas  e  patológicas  
ligadas  à  reparação   ligadas  à  reparação  

1º  +  3  +  PA  (5)   1º  +  4  +  PA  (6)  

Qual  o  instrumento  inicial  (1º)  ?  


Anotações
Ficha Odontométrica

Nome ????????? 00/00/2016


26 211 X

MV cusp MV 24 19 3 21 20

PQC  

Sequência  das  radiografias  de  trabalho  


PREPARO  QUÍMICO  CIRÚRGICO  
Cinemá2ca  
Manual   Automa2zado  
PQC  
Cinemá2ca  da  Instrumentação  

1.  Penetração  

2.  Ação  propriamente  dita  

3.  Re2rada  

4.  Preparo  Apical*    
*(canais  retos)  
PQC  
CinemáNca  da  Instrumentação  
1  -­‐  Penetração  
CT  

- ¼ de volta à direita e
¼ à esquerda
- Com leve pressão apical
até o CT
PQC  
CinemáNca  da  Instrumentação  
2  -­‐  Ação  propriamente  dita  –  Limagem  em  viés    

- Penetração passiva da lima até


o CT
-  Pressionar a lima contra uma
parede e tracionar no sentido
oblíquo/diagonal para outra
parede com máxima extensão
de 3mm
- Percorrer todas as paredes do
canal (sentido horário)
PQC   Cuidados  na  INSTRUMENTAÇÃO!!    

-­‐  Manter  o  CT  


-­‐  Manter  a  referência    

Extensão  de  
3mm  
PQC  
CinemáNca  da  Instrumentação  
3  –  Re2rada  ou  Tração  

- Tracionar ao longo eixo do


dente para oclusal / incisal sem
exercer pressão nas paredes
do canal  
PQC  

Cuidados  na  INSTRUMENTAÇÃO!!    

•  Apoiar  a  lima  por  inteiro  na  parede  do  canal  


•  Instrumentar  todas  as  paredes  por  igual  sem  
criar  sulcos  
•  NUNCA  girar  a  lima  
PQC  
NUNCA  
PQC  
CinemáNca  da  Instrumentação  
4  –  Preparo  Apical     Batente  Apical  

Movimento  do  P.  A.  em  canais  retos  

•  Lima  de  calibre  superior  à  úlNma  (lima  final)  do  PQC    

•  ¼  Volta  direita  com  leve  pressão  apical  (CT)  e  ....Tração  

•  ¼  Volta  esquerda  com  leve  pressão  apical  (CT)  e  .....Tração  


 
•  RepeNr  por  duas  vezes  
PA  
PQC  
Técnicas  de  Instrumentação      
Sequência  de  limas  -­‐  Tipos  de  limas  -­‐  Cinemá2ca  

•  Técnica Seriada Canais  Retos    

•  Técnica Escalonada Canais  Curvos      


PQC  
Técnica Seriada

Canais  Retos    
ø   ø CT
•  Técnica PA  

Seriada

Tipo  K  
PQC  
Técnica Seriada - Calibrar os instrumentos no CT
•  Polpa Viva 1 + 3 + PA (=5)
•  Polpa Morta 1 + 4 + PA (=6)

Régua Metálica Milimetrada Clean Stand ou Tamborel


PQC  
•  Quando irrigar e aspirar com NaOCl 1%?
•  Quando trocar o instrumento?

Conferir sempre o CT Guardar o instrumento no Tamborel


PQC   RAÍZES CIRCULARES OU OVALADAS
PQC   RAÍZES ACHATADAS

1 2 3
   Qual  a  finalidadade  do  PQC  ?  
Anotações
Ficha Odontométrica

Nome ????????? 00/00/2016


26 211 X

MV cusp MV 24 19 3 21 20 35 40

Sequência  das  radiografias  de  trabalho  


PA  
BATENTE  APICAL  
PREPARO  QUÍMICO  CIRÚRGICO  
Técnica  Escalonada    
•  Preservar as características
anatômicas do conduto
•  Preservar a forma e posição
original do forame apical
Técnica Seriada

Canais  Retos  
Limas  K  
PA  
ø   ø  
CT
PQC
CANAIS CURVOS

#20   #30   #40  

Zip  /  Desvio   Perfuração  


PQC
CANAIS CURVOS

•  Técnica Escalonada Programada

•  Técnica Escalonada Anatômica


Canais  Curvos    
Técnica Escalonada Programada
•  Tipo K Flexíveis
 
•  NÃO  faz  PA  
ø   ø   LIMA MEMÓRIA # 25 NO CT

CT

-­‐1   -­‐2   -­‐3  


PQC
LIMA 15 NO CT
CANAIS CURVOS
LIMA 20 NO CT

PREPARO ESCALONADO LIMA 25 NO CT


LIMA 30 EM CT - 1 mm
(recuo programado)
LIMA 25 NO CT
SEQUÊNCIA:
LIMA 35 EM CT - 2 mm
LIMA 25 NO CT
CT LIMA 40 EM CT - 3 mm
LIMA 25 NO CT
LIMA 30 NO CT (PV)
LIMA 35 NO CT (PM)
-­‐1   -­‐2   -­‐3  

LIMA MEMÓRIA # 25 NO CT
Anotações
Ficha Odontométrica

Nome ????????? 18/04/2015


26 211 X

MV cusp MV 24 19 3 21 20 35

Obs.:K #25Mem

Sequência  das  radiografias  de  trabalho  


PQC
CANAIS CURVOS
PREPARO ESCALONADO PROGRAMADO
(recuo programado)

ü Aumento    sucessivo  do  calibre    (ø)  das  limas  


ü Recuo  PROGRAMADO  DE  1MM  do  CT  
ü Movimentos  de  limagem  
ü Intercalando  a  Lima  Memória  (CT)  
ü Usar  3  calibres  de  limas  à  parNr  da  lima  memória  
PREPARO ESCALONADO
ANATÔMICO

•  O RECUO DA LIMA RESPEITA A


FORMA ANATÔMICA DO CANAL.

•  NÃO HÁ PROGRAMAÇÃO DO
RECUO DAS LIMAS
TÉCNICA  ESCALONADA  
LIMA  MEMÓRIA  #  25  CT  
Quando  possível  limagem  até  
 #  35  CT  
Limagem  An2curvatura  

K-­‐F#  25   K-­‐F#  30   K-­‐F#  35  


PQC  
PQC PQC  

CANAIS CURVOS
O número de instrumentos
utilizados vai depender
do grau de curvatura K-­‐F#  25   K-­‐F#  35  

#20   #30   #40  

Zip  /  Desvio   Perfuração  


PQC  
Canais Curvos

Por que NÃO faz


Preparo Apical?

AO GIRAR O INSTRUMENTO
CANAL  ANATÔMICO   CANAL  CIRÚRGICO  

C
O
N
I
C
I
D
A
D
E

Mantendo  a  forma  
e  posição  original  do  forame  
O  canal  ANATÔMICO  deve  ser  con2do  em  toda  sua  extensão  pelo  CIRÚRGICO  

C
O
N
I
C
I
D
A
D
E

Mantendo  a  forma  
e  posição  original  do  forame  
CONTROLE  DA   DESCONTROLE  DA  
PONTA  INSTRUMENTO   PONTA  INSTRUMENTO  
Após:
•  CA e Preparo cervical
•  Esvaziamento
•  Odontometria / CT
•  Modelagem
•  PQC
•  Sanificação

Limpeza do TERÇO APICAL

Irrigação/Aspiração    após  PQC    

Antes da MIC ou Obturação


LIMPEZA APICAL ( Opção 1)

•  Irrigar cada canal com 5ml NaOCl 1%,

•  Preencher cada canal com EDTA 17%,


agitar com instrumento de calibre intermediário
e aguardar 5 min

•  Irrigar novamente com 5ml de NaOCl 1%


LIMPEZA APICAL ( Opção 2)

5ml   5ml   5ml  


Qual  o  obje2vo  do  Magma  
Den2nário  
protocolo  

Lopes, HP
Irrigação e Aspiração?
LIMPEZA APICAL
EDTA 17% Ácido Etilenodiamino Tetracético

Quelante
Secagem do
Canal
Antes da MIC ou Obturação

Mesmo  calibre  do    


úl2mo  instrumento  
Cânulas  para  Aspiração   no  CT  
PQC

Obturação
Visão  e  Iluminação  Direta  

Operador  
Visão  e  Iluminação  Direta  

Operador  
Limpeza  do  instrumento  durante  PQC  
Descarte  de  limas  danificadas  
SOBRE-­‐UTILIZAÇÃO  DO  INSTRUMENTO  
PQC  
PREPARO  QUÍMICO  CIRÚRGICO  
Qual o critério para escolha do primeiro instrumento do PQC?
Qual a maneira correta de apreensão dos instrumentos endodônticos?
Descreva como acontece a ação propriamente dita do instrumento endodôntico no interior
do canal radicular?
Escolha do 1o. Instrumento: anatomia, comprimento do dente e diâmetro apical; na presença de
curvaturas pré curvar o instrumento antes da penetração.
Apreensão do instrumento: deve ser realizada utilizando-se os dedos polegar e indicador, os
demais dedos devem atuar como apoio.
Cinemática: movimento dos instrumentos endodônticos no interior dos canais radiculares.
Penetração: ¼ de volta a direita e a esquerda, direcionando a lima para apical (CT)
Ação propriamente dita: A lima penetra passivamente no CT, e é pressionada contra uma parede e
traciona-se no sentido oblíquo/diagonal para outra parede, até que percorra todas as paredes do
canal (sentido horário), com máxima extensão de 3mm.
Retirada: Em um movimento seguindo o longo eixo do dente, traciona-se para oclusal / incisal sem
exercer pressão nas paredes do canal.
Troca de instrumentos: quando a lima trabalhar com uma “folga” das paredes.
Escolha do ultimo instrumento: analisar as condições anatomo-patológicas, no mínimo #35.
Preparo Químico Cirúrgico

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