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CONCURSO EAGSB

Professor
Eng. Jocelino Resende
PRÁTICA DAS PEQUENAS
CONSTRUÇÕES - VOL.1 -
9ª EDIÇÃO – ALBERTO DE
CAMPOS BORGES
Visita ao terreno
Visita ao local
 Consulta à subprefeitura local:
 objetivo: planificar zonas, orientar as construções e
uniformizar.
 Cabe a prefeitura impor restrições ao uso e ocupação
do solo urbano
 As restrições variam conforme o zoneamento local

 Tem que haver a consulta


Visita ao local
 Informações do lote iniciais:
1. Confirmação das medidas planialtimétrias do lote
2. Medição altimétrica aproximada
3. Orientação do terreno com respeito à linha N-S magnética
4. Situação do lote em relação à quadra em que se encontra
Consultas
 As restrições mais comuns são:
 Área do lote que pode ser edificada
 Recuo mínimo de frente

 Recuo mínimo lateral

 Recuo mínimo de fundo

 Altura máxima para o edifício

 Existência ou não de projeto de


desapropriação para alargamento da
rua ou outro melhoramento público
 Zona a que pertence a rua para efeito
das horas de insolação, que deverão ser
consideradas
Elaboração dos anteprojetos
Elaboração dos anteprojetos
 Conceito: é um estudo feito antes de
organizarmos o projeto definitivo
 Deve-se fazer vários até que se
consiga um que satisfaça as
necessidades
 Dados iniciais:
 Ideias e necessidades do cliente
 Medidas e condições do lote

 Restrições da prefeitura

 Verba prevista para a obra


Elaboração dos anteprojetos
 Deve ser simples, sem detalhes
exagerados, apenas traçando em linhas
geral
 Planta
 na escala 1:100
 Paredes, portas e janelas
 Sem dimensões exatas
 Fachada na escala 1:50
Projeto definitivo
Introdução
 Vem de diversos estudos preliminares (anteprojeto);
 O projeto definitivo deve ir aos órgão competentes
para aprovação
 Para o Alvará de Construção será exigido:
 Requerimento
 Plantas (projeto completo)
 Levantamento planialtimétrico
 Escritura registrada
 Carnê do IPTU
 Carteira do CREA (responsáveis pelo projeto)
 ART
Plantas
 As diferentes partes que compõem a planta são:
1. Plantas (ESC 1:100)
2. Cortes (ESC 1:100 e 1:50)
3. Fachada (ESC 1:100 e 1:50)
4. Gradil de frente (ESC 1:100)
5. Perfil longitudinal do terreno (ESC 1:100 e
1:200)
6. Quadro de informações
Planta construtiva da obra
 Esclarecer pontos
importantes
 Escala 1:50 ->
representar maior numero
de detalhes e torná-la
compreensível
 Inteiramente cotada
Planta construtiva da obra
 Os detalhes que compõem a planta construtiva:
 Parede: e=25cm (um tijolo) e e=15cm (meio tijolo)
 Posição e dimensão dos vão: altura, largura e altura de
peitoris (marcação do eixo até a parede mais próxima)
 Sentido de abertura das portas

 Escadas bem detalhadas: largura, altura e nº de degraus

 Localização das instalações elétricas

 Localização das instalações hidro-sanitárias

 Localização de peças embutidas: cofre, caixa de lixo,


exaustores
Planta construtiva da obra
 Detalhar em folha a parte:
 O madeiramento do telhado
 As esquadrias de madeira
 As esquadrias metálicas
 Os sanitários
 A cozinha
Habite-se

“é a verificação, por parte da fiscalização da


prefeitura local, de que o projeto por ela aprovado,
antes do início dos serviços de construção, foi
executado conforme o constante no processo de
aprovação”
Início da Obra
Água para consumo
 Primeira providencia a ser tomada
 Pedir a concessionária a ligação
provisória
 Sem rede de água: perfurar poço
 Se não: comprar água de caminhões
pipa para abastecer caixas d’água
 Execução de fossa séptica: tijolos de
barro e anéis pré-moldados
 Terminada a obra, limpar e aterrar a
fossa
Barracão de guarda
 Para guarda de materiais e abrigo de operários
residentes
 Trará mais segurança a obra
 Depende do valor da obra e tempo previsto de uso
 De alvenaria ou folhas de compensado reciclado ou
madeiramento de segunda mão
 Largura 2,5m
 Telhado um só água
 Piso de concreto magro de 6 cm
 Fechamento da obra
 Todo perímetro
 Aumenta a segurança
 Segurança: vigia por 24 horas
Barracão de guarda
 Canteiro de serviço:
 Preparação do terreno
 Limpeza: capimento. O capim será queimado

 Condições para escolha:

 Local permanente até o final da obra


 Próximo ao ponto de água
 Laterais livres: descarga de caminhões
 Proximidade das diversas partes entre si
Terreno para preparo de
argamassa
 Área 6 m²
 Proteger a argamassa
contra a mistura com terra
 Para mistura manual de
concreto: área cimentada
circular com caimento
para o centro
 A mistura da argamassa:
manual ou mecânica
Início da obra: locação da obra
 Locação de estacas:
 Fixada incialmente antes
da locação das paredes
 Eixos de coordenadas
ortogonais com distâncias
marcadas acumuladas por
mesma origem
 Tábuas ou sarrafos em
volta de toda construção
formando um retângulo
 Sobre os sarrafos coloca-se
as distancias por meio de
pregos (4)
Início da obra: locação da obra
 Locação de paredes:
 Executada pelo engenheiro
 Marcar pelo eixo: distribuição racional das
diferenças de espessura da parede, no desenho e na
realidade
 Processo de fixação dos alinhamentos no terreno:

 Processo de cavaletes
 Processo da tábua corrida
Início da obra: locação da obra
 Processo de cavaletes:
 Os alinhamentos são fixados por pregos
cravados em cavaletes
 Cavalete: 2 estacas e um travessa pregada

 Evitar tal processo: são facilmente deslocados

 Somente para construções pequenas


Início da obra: locação da obra

 Processo de cavaletes:
Início da obra: locação da obra
 Processo de tábua corrida:
 Afastados 1,20 das futuras paredes

 Forma-se uma cinta em volta da área


a ser construída
Início da obra: locação da obra

 Processo de tábua corrida:


Início da obra: locação da obra

 Processo de tábua corrida:


Início da obra: locação da obra
 Processo de tábua corrida:
Início da obra: locação da obra
 Processo de tábua corrida:
Início da obra: locação da obra

 Processo de tábua corrida:


Início da obra: locação da obra
 Processo de tábua corrida:
Alicerces
Introdução

PESO DA
CONSTRUÇÃO

RESISTENCIA DO
SOLO: SUPORTAR
SEM RECALQUES
OU RUPTURA
Fundação
 Conceito: parte da
construção que recebe
TIPO
o peso e transfere FORMA
para o solo
 1º etapa a ser
executada DIMENSÕES

 Pé da construção

DEPENDEM DAS CARGAS


Fundações
TENSÃO PARA O TERRENO < TENSÃO DO TERRENO

 São 2 tipos
 Superficial:
para terreno firme
ou pequena profundidade
 Profunda: para terreno firme em
camadas de maior profundidade
direta
superficia
l
radier

Madeira

Fundação Pré- Aço


moldados
concreto

Broca
profunda Estacas
Strauss

Escavada
Moldados
“in loco”
Estação

Hélice

Tubulões
Radier
 Conceito: superfície de concreto executada como se
fosse um grande piso onde a edificação será
construída
 Armada (evitar trincas) + boa resistência (laje)
 É distribuindo o peso da edificação em todo o
terreno
Radier
Fundação Superficial direta
1ª Abertura das Valas
 Evitar escorregamento lateral
 Evitar nas primeiras camadas (sem confiança):
 Aterrorecente
 Presença de vegetação (corpos orgânicos)

PAREDE
Tijolo 1 1/2
ALICERCE (tijolo) 1 1/2 1
Vala (largura) 45 cm 35 a 40 cm
Profundidade >=40cm
1ª Abertura das Valas: inclinado

CERTO ERRRADO

• Para perfil inclinado respeitara o mínimo de h=40cm


• Cada lance mantido em nível
2ª Apiloamento do fundo
 Não aumenta a resistência do solo!!!
 Objetivos:
 Uniformização do fundo
 Preparação para a camada de concreto (base)

 Para que a terra solta não se misture ao concreto

 Denunciar a presença de formigueiros


 Se houver preencher de concreto ou entulho
2ª Apiloamento do fundo
 Soquete:
 10 e 20kg
 Seção de pequena área

 Alta densidade

 Ferro ou concreto
3ª Sapata de concreto
 Conceito:
“camada de concreto com traço econômico e espessura
de 10 cm (média)”
 Finalidade:

 Diminuir a tensão ao solo (aumenta a superfície de contado)


 Uniformizar e limpar o piso

 Características:
 Não é armado
 Largura=vala

 Superfície nivelada e uniforme


4ª Alicerces
 Conceito: são maciços de alvenaria sob as paredes
e em nível inferior ao solo
4ª Alicerces
4ª Alicerces
 Características:
 Ficam semiembutidos no terreno
 O respaldo (superfície superior) deve ficar acima do
nível do terreno (evita que as paredes tenham contato
com a terra).
 Tijolo comum 20 x 10 x 5 cm
4ª Alicerces
 Cinta de amarração:
 Localizada no respaldo
 Anular o esforço horizontal nos
alicerces de dentro para fora
 Suporta e anula pequenos recalques
do terreno ou acomodação dos
painéis, evitando trincas, frestas ou
fissuras nas paredes ou
revestimentos
 Ferragem consiste em barras
corridas, sem cavaletes ou estribos
4ª Alicerces
 Impermeabilização:
 Localizado no respaldo
 Camada dobra lateralmente cerca de 10 cm

 1ª e 2ª fiada com impermeável


4ª Alicerces
 Impermeabilização:
 Dosagem: Líquido + argamassa de CIMENTO E AREIA
(1:3) Não usar cal
 Não pintar a superfície com pixe líquido (desagrega a
argamassa impermeabilizada, possibilitando a
infiltração)
Alicerces em alvenaria de pedra
 Quando usar:
 Emterrenos arenosos e alagados (litoral)
 Não usar sapata, por causa da água

 Modo de executar:
 Pedra sem argamassa até o nível acima da superfície
da água
 No respaldo (ponto acima) usas argamassa (1:3)

 Depois impermeabilização
Fundações Profundas
 Investigação: broca
 Mais ou menos 8 metros
 Cabos em canos galvanizados
3/4“, em pedaços de 1,20m
emendados por roscas e luvas
 Diâm: 10 a 30 cm (+ usual
20cm)
Resumo
 Terreno Firme até 1,2m ou 1,5m: fundação direta
 Terreno Firme até 6,0m: brocas
 Terreno Firme >6,0: estaca de concreto
 Terreno alagado: estaca de madeira
 Obras provisórias: estaca de madeira
Levantamento de paredes
Levantamento
 Etapas:
1. Esperar 01 (um) dia para a secagem da camada de
impermeabilização
2. Iniciar pelos cantos principais
3. Alinha verticalmente com o prumo
4. Usar cantilhão
5. Esticar uma linha entre os cantos, fiada por fiada
6. Assentar os tijolos com juntas desencontrardas (em
amaração)
Equipamentos
 Prumo: manter o alinhamento vertical
 Cantilhão: régua de madeira com comprimento do
pé direito graduada fiada por fiada (espessura
máxima de juntas 15mm)
 Linha: serve de régua para os tijolos
Amarração
BENEFICIA A RESISTÊNCIA
MAIS ESTÉTICA
ESTRUTURAL
Encontros
 Entre parede e pilar:
 Traço 1:3
 Aplicar com peneira (deixa grosso)

 “esperas de aço” nos pilares para amarração


Encontros
 Entre parede e
parede em esquadro
(90°):
 Fazer a amarração
 Usar tijolos salientes
na espessura de meio
tijolo
 Serve de suporte
para outra parede
Encontros
 Laje ou fundo de viga:
a. Encunhamento:
 Tijolos maciços a 45º
 Assentados após 7 dias da cura
b. Expansor (grout):
produto químico eliminador de
bolhas de ar da argamassa,
fazendo com que o volume de vazios
da mesma fique extremamente
reduzido com a redução do efeito
da retração da argamassa
Encontros
 Esquadrias:
 Deixar em aberto, obedecendo as medidas da planta
 Folgas para batentes:

PORTAS JANELAS
ESQUADRIAS
LARGURA ALTURA LARGURA ALTURA

MADEIRA 10cm 5cm 10cm 10cm

FERRO 3cm
Vergas
 SOBRE: evitar que as cargas da alvenaria recaiam sobre a esquadria,
deformando-a

 SOB: distribuir as cargas concentradas uniformemente pela alvenaria


inferior
Vergas
 A não instalação:
 Verga superior: DEFORMAÇÃO DA
ESQUADRIA
 Verga Inferior: TRINCAS A 45°
Vergas
 Outras observações:
 Para vão >2,40m: devem
ser calculadas como vigas
 Devem passa 30cm para
cada lado para melhorar
o apoio
 Para janelas sucessivas:
fazer uma verga s[o sobre
todos os vãos.
Cinta de Amarração
 Usada onde há lajes que
se apoiam na alvenaria
 Evita a concentração de
cargas muito grandes
diretamente sobre os
tijolos
Coxim de concreto
 Evitar que vigas com grandes cargas concentradas
nos apoios recaiam diretamente sobre a alvenaria
 Função: distribuir cargas
 Evitar: cisalhamento nos tijolos
Substitutos
 Segue os substitutos do tijolo comum para
fechamento de paredes:
 Bloco de concreto
 Tijolo furado

 Bloco prensil

 Bloco pumex

 Bloco cerâmico
Lajes
Madeiramento para fôrmas
Ferragens
Enchimento
Introdução

OBRAS DE GRANDE PORTE OBRAS DE PEQUENO PORTE

 Esqueleto a vista  Execução: ALICERÇES,


 Execução: VIGAS, ALVENARIA, LAJES
PILARES E LAJES  As LAJES são
 Os esforços são apoiadas na alvenaria
suportados pelas
VIGAS, PILARES E
LAJES
Introdução
Estrutura de Concreto
 Iniciado durante o levantamento das
paredes
 Materiais básicos que compõem as
estruturas de concreto:
 Madeiramento (carpinteiro)
 Ferros (armador)

 Pedra, pedregulho (agregado graúdo)


ou cascalho
 Areia (agregado miúdo)

 Cimento
Madeiramento (carpinteiro)
 Uso em formas
 Aplicação temporário (pinho de 3ª qualidade)
 Recursar tábuas com excesso de nós, pois racham
facilmente
Fôrmas para lajes
Fôrmas para pilares
 São constituídas de quatro  São deixadas portinholas
tábuas laterais, estribadas nos pés dos pilares para
com cintas para evitar o permitir a ligação dos
seu abaulamento no ato da ferros de um pavimento
concretagem para outro.
Fôrmas para vigas
 Escoradas de 0,80m em 0,80m por pontaletes
verticais como as lajes
Exame final
 Os pontos a serem examinados no madeiramento:
 Espaçamento entre tábuas do assoalho
 Assoalho de lajes perfeitamente em nível

 Pilares em prumo

 Escoramento perfeito dos pontaletes, evitando


recalques na concretagem
 Obediência as medidas previstas pela planta de
concreto armado
 Jogar água em abundância, horas antes da
concretagem
Chapas compensadas
 Conceito: chapa compensada revestidas com
plásticos aderidas com cola e base de resina
sintética
 Possui superfície lisa
 Usada para concreto aparente

LAJES VIGAS E
PILARES
CHAPA PILARES
CIRCULARES
RETANGULARES

ESPESSURA 12mm e 14mm 6mm ou 8mm


Ferros (armador)
 Fases iniciais
 CORTE E PREPARO: Alinhamento, corte e dobra
 Executada em qualquer local
 Trabalho em bancadas com alicates de corte
 Recebimento da barras em feixes (C=12 m)

 Fase final
 ARMAÇÃO: armação sobre as fôrmas
 Vigas e lajes: executada na própria forma
 Pilares: executada em outro local
 Fixação com arame recozido nº 18
Ferros (armador)
 Classificação do aço:
 Barra:produto de ≥Ø5mm, obtido por laminação a
quente ou laminação a quente e encruamento a frio

 Fio:produto de ≥Ø12,5mm, obtido por trefilação ou


processo equivalente
Ferros (armador)
 Os aços são divididos em duas classes:
 Barras CLASSE A: laminadas a quente, não
deformados a frio, com patamar de escoamento bem
definido
 Barras e Fios CLASSE B: deformados a frio, sem
patamar de escoamento
Ferros (armador)
 Classificação por categorias, de acordo com o
valor característico do limite de escoamento
CA-25 CA-32 CA-40 CA-50 CA-60
 CA-60 usado somente para fios
 CA-50 usado em projetos estruturais

 Caranguejo: são pontas de aço dobradas que


servem de separação entre duas camadas de
armação (evitar “embarrigar” as barras)
Colocação de eletrodutos
 Seguir a distribuição de circuitos do projeto
 Executar antes do enchimento das formas
 Fase de colocação de conduítes e caixa de luz
 Fechar todas a aberturas de tubo e as caixas com tufos
de pano ou de papel
Concretagem (pedreiros)
 Iniciar pela manha, bem cedo
 Tábuas da fôrmas devem ser molhadas para que a
madeira inche e faça desaparecer as frestas e aberturas
 A mistura pode ser manual ou mecânica (betoneira)
 Para a dosagem: utilizar caixotes (padiola)
 Devem ser fabricados
 Pode variar o volume

 Evita-se o uso de latas


Concretagem (pedreiros)
 Mistura manual
1. Pedra e areia
2. Cimento
3. Fazer um “monte”
4. Repetir 2x a 3x até uniformidade
5. Abrir cratera central: despejar água
Transporte de concreto
 Vertical: guincho (motor elétrico) ou corda e
roldana
 Horizontal: carrinhos de mão basculantes
Paralização
 Feita sobre uma viga de pequena secção, de
preferência sobre pilares
 A superfície espera:
 não deve ser um plano vertical e sim inclinado de 45º
aproximadamente
 Bastante rustica e irregular, para maior aderência da
camada posterior
Finalizações
 Cura: nos 3 primeiros dias fazer a lavagem diária
da laje
 Trabalho sobre a laje: após 12 horas
 Descimbramento: após 28 dias
 Para obras residenciais: levantar paredes no
pavimento superior no dia seguinte
Telhados
Introdução
Definições
 Espigão: Aresta inclinada delimitada pelo encontro
entre duas águas que formam o ângulo saliente, isto
é, o espigão é um divisor de águas.
 Rincão ou Água-furtada: Aresta inclinada
delimitada pelo encontro de duas águas que formam
um diedro côncavo, isto é, o rincão é um captador de
águas
Água: Superfície plana inclinada de
um telhado.
Beiral: Parte do telhado fora do
alinhamento da parede.
Cumeeira: Aresta horizontal
delimitada pelo encontro entre duas
águas, geralmente localizada na
parte mais alta do telhado.
Formas dos telhados
Formas dos telhados
Formas dos telhados
Formas dos telhados
Formas dos telhados
Formas dos telhados
Formas dos telhados
Revestimentos
Introdução
 Protegem contra chuva e
umidade
 Massa grossa e massa fina -
servem de substrato (base)
para a aplicação de:
 Aplicação de pinturas
 Azulejos

 Pedras

 Cerâmica

 Material: cimento, cal e areia


 Em 3 camadas:
Chapisco
 Cria uma superfície áspera entre a alvenaria e a
massa grossa (emboço)
 Melhorar a aderência do emboço
 Materiais: cimento e areia (1:3) de consistência bem
plástica
 Execução: “SALPICADO”
Emboço
 Argamassa grossa
 A mesma usada no assentamento dos tijolos

 Execução:

 De cima para baixo (telhado ao alicerces)


 Parede previamente umedecida

 Fazer guias (faixas verticais) distantes 2,50m


 Referencia de prumo e alinhamento
 Uso de calços de madeira (espessura)

 Espessura média: 2,0cm


Emboço
Reboco
 Camada para acabamento final (liso e uniforme)
 Chamado de revestimento fino (massa fina)
 Espessura: 5,0 mm
 Materiais: cal hidratada e areia fina (1:2)
 Execução:
A argamassa deve descansar 20 min depois do
preparo e antes da aplicação
 Molhar a superfície