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UNIVERSIDADE ESTADUAL VALE DO ACARAÚ – UVA

CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA


PROFESSORA

RELATÓRIO 01
FERVENDO ÁGUA NA SERINGA

José Cleiton Sousa Rodrigues

Sobral – CE.
Dezembro de 2016
OBJETIVO

Verificar a influência da pressão sobre o ponto de ebulição da água.


Ferver água numa temperatura menor que seu ponto de ebulição no local.

RESUMO

O valor da temperatura de ebulição da água, de outros líquidos e de


soluções é influenciado pela pressão atmosférica.
É bem sabido que o ponto de ebulição da água ao nível do mar (pressão
atmosférica igual a 1 atm) é igual a 100ºC. No entanto, se fervermos a água em
Brasília, o valor da temperatura de ebulição será um pouco menor,
aproximadamente igual a 98,3ºC. Isso ocorre porque Brasília possui uma
altitude acima do nível do mar, possuindo uma pressão atmosférica menor e,
com isso, o ponto de ebulição da água também será menor.
Diante dos fatos podemos concluir: Quando menor for à pressão externa
exercida sobre a superfície do líquido, menor será a temperatura de ebulição e
vice-versa.

INTRODUÇÃO

A temperatura necessária para que a água entre em ebulição ao nível do


mar é de 100ºC. Como é possível então que a água tenha entrado em ebulição
a uma temperatura mais baixa?
Quando aquecemos a água a uma temperatura inferior à sua
temperatura de ebulição, as bolhas de vapor não conseguem se formar, pois
são esmagadas pela pressão atmosférica. Ao se atingir a temperatura de
ebulição, as bolhas de vapor d'água se tornam estáveis, pois sua pressão
interna se torna igual à pressão externa e as bolhas conseguem sair de
qualquer parte do líquido. É por isso que a água entra em ebulição a uma
temperatura menor que 100°C em locais elevados

MATERIAIS E MÉTODOS

Materiais utilizados:
 Seringa;
 Béquer;
 Bico de Bunsen;
 tripé.

Reagentes utilizados:
 Água
Procedimento experimental

1. Colocou-se cerca de 20 mL de água no béquer e levei ao aquecimento até


uma temperatura ficar entre 40 - 50°C. Observar o instante que a água começa
a formar bolhas no fundo do recipiente.

2. Retirou-se a água quente com a ajuda da seringa: puxei o êmbolo até a água
ocupar cerca de um quinto do volume total da seringa.

3. Após puxou-se a água com a seringa, observou-se não tinha bolhas de ar e


tampou-se a seringa com a ponta dos dedos.

4. Puxou-se o êmbolo com força, repeti o procedimento algumas vezes.

RESULTADOS E DISCUSSÃO:

A temperatura de ebulição de um líquido depende da pressão à qual ele


está submetida. Quanto maior a pressão (p) maior é a temperatura (T) de
ebulição, e vice-versa.
No caso do experimento, quando a água entrou na seringa, ela já estava
com uma temperatura menor que a temperatura de ebulição, e ainda perdeu
um pouco de calor para a própria seringa, para o ambiente, etc.
Quando se puxa o êmbolo da seringa, a pressão interna é reduzida,
diminuindo a temperatura de ebulição e a água começa a ferver na seringa.
Visto que a água estava em uma temperatura em torno de 40 - 50°C próximo
ao seu ponto de ebulição no nível do mar.

CONCLUSÃO

O experimento teve seus resultados satisfatórios, também é um


experimento de fácil manuseio e entendimento.
Nesse experimento podemos observar a temperatura de ebulição varia
de acordo pressão atmosférica. Ao diminuirmos a pressão, estamos tornando a
ebulição da água mais 'fácil'.

REFERENCIAS

http://educador.brasilescola.uol.com.br/estrategias-ensino/pressao-na-
seringa.htm acessado em 10/12/2016 às 21h30min

http://www.seara.ufc.br/sugestoes/quimica/quimica026.htm acessado em
10/12/2016 às 21h37min