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CURSO DE TEORIA MUSICAL APLICADA A SOFTWARE DE MÚSICA – INSTRUTOR FERNANDO JOSEI

PARTE 2 DO CURSO
DE TEORIA
MUSICAL
APLICADA A
SOFTWARE DE
MÚSICA

MELODIA E
HARMONIA
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CURSO DE TEORIA MUSICAL APLICADA A SOFTWARE DE MÚSICA – INSTRUTOR FERNANDO JOSEI

Primeiramente gostaria de parabenizar a você caro aluno por ter concluído o curso de teoria Musical correspondente ao
módulo 1de Ritmos. No módulo ritmos aprendemos a ler e a escrever ritmos na partitura e também tocá-los no Programa Magix
Music Maker. Com este conhecimento, vamos então para a parte de melodia, que é este Módulo 2, onde vamos conhecer as notas
musicais, e como fazer as combinações delas para criarmos harmonias com os acordes. Será bem fácil compreender e criar as
músicas, o objetivo é você aprender a criar as músicas com as notas musicais sem se importar com técnica de instrumentos e sim
na composição das notas e suas combinações, podendo ser aplicada a qualquer instrumento.

Materiais usados para criar este módulo:

Sistema Operacional Linux: Debian https://www.debian.org/

Programas de música:
LMMS e Musescore: www.lmms.io www.musescore.org

Programas para gravar as aulas: OBS studio: https://obsproject.com/


Programa de imagens: Inkscape(vetor) e Gimp(pixels) http://inkscape.org/ https://www.gimp.org/
PDF e documentos de texto: Libre Office https://www.libreoffice.org/
Programa para edição de vídeos: https://kdenlive.org/
Sob licença de Software livre: https://www.gnu.org/home.pt-br.html

Assista as aulas gratuitas aqui: https://www.youtube.com/user/kfernandojosei

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LMMS: Vamos começar então com o aprendizado dos softwares LMMS(Linux MultiMedia Studio), aprendemos já
a usar o Musescore, então para o LMMS vamos aprender como podemos navegar facilmente, vamos ver onde criamos as tracks,
adicionamos os instrumentos, criamos as notas no MIDI editor, como adicionar efeitos e filtros e também a como exportar. No
Módulo I usamos o Magix Music Maker, que é um DAW também para criação de música. O LMMS é um pouco mais completo
que o Magix Music Maker(free edition), daria para comparar o LMMS com o Magix(Premium Version), como o LMMS é um
programa gratuito fica bem melhor para todos baixarem e usufruirem de um DAW mais completo, assim como o Musescore,
grátis também e que pode ser comparado com o Finale, Dorico e Sibelius que são softwares pagos.

Vamos usar bastante ele e no decorrer do módulo vamos explicando algumas funções do programa que são diferentes do
Magix, mas se você seguir a mesma rota do Magix, você vai ver que os DAWs são similares.

O que sempre usamos no Magix foram o Midi editor, e o track editor, no Lmms difere um pouco do Magix e dos outros
Daws, tendo umas funções bem legais. Como por exemplo, no Midi editor, podemos marcar a escala e também acionar a função
acorde, caso queira colocar grupos de notas formando tipos de acordes.

O track editor é similar porém um pouco menos intuitivo como nos outros softwares, mas você não precisa se preocupar,
para início, aconselho a dar um zoom no track editor , eu gosto de 400% , para visualizar melhor os compassos. O mixer e outras
funções você já pode assistir a vídeo aula na nossa plataforma online. Segue abaixo alguns prints e algumas orientações para você
já poder criar algo . Segue o Link para você baixar as Soundfonts, que seriam os instrumentos, explico no video sobre formato
Soundfont, Sfz e os plugins, no Magix eram plugins, mas no Lmms vamos usar as soundfonts:
https://www.newgrounds.com/bbs/topic/1200140 e http://pphidden.wixsite.com/compifont

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AS NOTAS: As notas musicais como conhecemos são as 7 : Dó, Ré, Mi, Fá, Sol, Lá, Si. Elas são usadas para nos
identificar o tom da nota, que frequência ela está vibrando, dando assim caracteristica para o som, existem sons sem chegar na
frequência para identificar que nota está , seriam os sons sem tonalidade que não chegam em um campo harmônico definido, os
instrumentos percussivos a maioria é sem tonalidade.

Os nomes das notas originaram na Roma antiga, no século VI pelo filósofo Boetius, que deu nome aos tons que existiam na
música, decidindo nomeá-los utilizando as letras do alfabeto: A,B,C, D, E, F, G, H, I, K, M, N, O. O que é usado hoje , onde
começaria do Lá, até o Dó, e os acidentes , usando o símbolo # e b. Na música atual usamos : C, D, E, F, G, A, B( Dó, Ré, Mi,
Fá, Sol, Lá, Si respectivamente).
Imagem do site: https://artificialtunes.tumblr.com/post/8249542526/waves-in-space-part-1

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Países de língua inglesa e holandesa e alguns países europeus usam (A, B, C, D, E, F e G). A música na Índia usa o sanscrito
Sa–Re–Ga–Ma–Pa–Dha–Ni, em Telugu Sa–Re–Ga–Ma–Pa–Da–Ni (స ర గ మ ప ద న), e Taimil (ச–ரர–க–ம–ப–த–நர) províncias
de origens bizantinas usam pa–vu–ga–di–ke–zo–ni, países como Itália e latinos usam o Dó,Ré,Mi, Fá... Você pode ver aqui uma
lista dos diferentes nomes das notas em diferentes países: https://en.wikipedia.org/wiki/Musical_note

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TOCANDO AS NOTAS NO SOFTWARE: Vamos começar com as notas C, D, E, F, G, A, B, aqui temos uma oitava, de C para
C, temos 8 notas. Para entendermos a estrutura da melodia, vamos analisar essas notas puras digamos assim, sem acidentes(#,b),
nos dando base para entendermos com maior facilidade o restante, você entendendo essa estrutura o restante só se repete. Se
você tocar uma nota depois da outra, por exemplo, tocar um C e um D, você tem um intevalo entre essas duas notas. Para você
medir este intervalo você precisa medir a distância das notas, digamos que você quer classificar o intevalo entre C e G, contando
a primeira: C, segunda D, terceira E, quarta F e quinta sol, temos então um intervalo de quinta. A escala será a estrutura que
vamos colocar o tom, ou seja, cada escala tem uma estrutura , que difere pela distribuições dos tons e semitons(modos), vamos
ver várias escalas, para tocar músicas de diversos estilos. Exemplo: escala diatônica 7 notas : C-D-E-F-G-A-B.

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ESCALAS: No mundo da música temos diversas escalas, para cada tipo de música, você pode usar uma determinada escala para
criar tensão, tristeza, felicidade, paz, mistério, heroísmo, melancolia etc… Temos muitas escalas,Maior , Menor, pentatônica ...
você compreendendo os intervalos e as escalas com seus modos o restante fica fácil. Para escalas sem # e b, temos os modos
gregos , que sem usar os acidentes podem criar sons interessantes são eles(T=tom, st= semitom):

T - T - st - T - T - T - st: Jónio(Port.Europeu)
T - st - T - T - T - st - T: Dórico
st - T - T - T - st - T -T: Frígio
T - T - T - st - T - T - st: Lídio
T - T - st - T - T - st - T: Mixolidio
T - st - T - T - st - T - T: Eólio
st - T - T - st - T - T - T: Lócrio
-----------------------------------------------------
dó - ré - mi - fá - sol - lá - si: Jónio
ré - mi - fá - sol - lá - si - dó: Dórico
mi - fá - sol - lá - si - dó - ré: Frígio
fá - sol - lá - si - dó - ré - mi: Lídio
sol - lá - si - dó - ré - mi - fá: Mixolídio
lá - si - dó - ré - mi - fá - sol: Eólio
si - dó - ré - mi - fá - sol - lá: Lócrio

Temos muitas estruturas de escala como a cromática, pentatônica, menor, maior, japonesa, hungará, árabe,bebop,hexafonica, etc.
Link para você conhecer vários tipos de escala e testar no seu DAW:
https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_musical_scales_and_modes e também: https://ianring.com/musictheory/scales/ para o site
do Ian, ele numera as escalas, e mostra os padrões para programação de softwares, vá na página do google e procure por uma
escala específica, exemplo: “japanese music scale ian ring”.
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Para as escalas maiores e menores temos o circulo de quinta(circle of fifth), que nos ajuda com as armaduras de clave
para sabermos os acidentes em cada nota da escala, por exemplo, na escala de F temos 1 bemol, no B.

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Ok, tocamos bastante melodias a partir das escalas e seus modos. E se quisermos criar uma harmonia, tocar notas ao
mesmo tempo para obtermos sons que possam dar uma base para um solo de guitarra por exemplo? Para a nossa harmonia vamos
agora aprender a como criar os acordes, regra bem simples, você já sabe intervalos e os modos das escalas, agora fica fácil criar
acordes em cima disso.

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Se formos para o midi piano do LMMS vamos encontrar uma função bem legal, podemos marcar a escala e também
acordes automaticamente para escrevermos uma música mais precisamente e economizarmos tempo. Coloquei nessa imagem
para vermos e lembrarmos de alguns detalhes anteriores importantes.

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Assim como usamos os modos menores e maiores para qualquer nota, podemos também pegar qualquer outro modo como
o Lídio, Iônico, Lócrio, etc… para qualquer outra nota, na partitura os acidentes ficarão ao lado da clave.
Um detalhe importante para você não se perder na partitura é sobre as claves e suas posições das notas, cada clave tem uma
posição específica de acordo com a altura(graves e agudos) do instrumento ou voz, facilitando então a leitura das notas. Se
tivermos tocando um instrumento grave por exemplo vamos usar a clave de Fá, para instrumentos médios a clave de Dó e a mais
usada é a clave de Sol, para instrumentos como a flauta, violas, sax, etc… Veja abaixoas armaduras de clave e as claves:

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Estudando as notas e como elas se comportam na escala, podemos achar a sua relativa, ou seja, os dois tons tem a mesma
armadura de clave(bemois e sustenidos) nas mesmas notas, porém somente a tônica muda, por exemplo:
Temos as mesmas notas(mesma armadura de clave) : B♭, E♭, A♭, D♭, G♭, C♭, F♭ nas escalas: C♭ major e A♭ minor.

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INTERVALOS: Os intevalos são as diferenças de altura de uma nota para outra tocada simultâneamente ou em sequência. Um
intervalo composto é quando a distância da nota ultrapassaria 1 oitava, e um intevalo simples é quando ele está dentro da oitava.
O intevalo melódico são as distâncias das notas tocadas seguidamente, como em um solo de guitarra por exemplo ou o vocal no
verso da música quando tem 1 voz somente. Já o intervalo harmônico seria quando as notas tocam seguidamente, o que vai ser
importante para nós construirmos os nossos acordes. Se tenho um intervalo de segunda , eu tenho duas notas, de terça 3 notas e
assim por diante.

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Um intervalo menor, quando decrescido de um semitom, se transforma em um intervalo diminuto.


Um intervalo maior, quando acrescido de um semitom, se transforma em um intervalo aumentado.
Um intervalo diminuto, quando decrescido de mais de um semitom, se transforma em um intervalo mais que diminuto, ou
super diminuto.
Um intervalo aumentado, quando acrescido de um semitom, se transforma em um intervalo mais que aumentado ou super
aumentado.
Um intervalo justo, quando decrescido de um semitom, se transforma em um intervalo diminuto.
Um intervalo justo, quando acrescido de um semitom, se transforma em um intervalo aumentado.

As vezes você vai encontrar o mesmo valor de intervalo mas com nomes diferentes por exemplo, C - F# e C – Gb, assim
como para notas singulares e acordes também, dá-se o nome de enarmônicos.

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ACORDES: Os acordes são as notas tocadas simultaneamente, formando um som característico e que segue a escala e o tom que
você está tocando toda a música harmonicamente. Se são tocados juntos estamos falando de harmonia, ou seja para criarmos
acordes temos que analisar os intervalos das notas. Você já deve ter vistos em banca de revistas ou no site cifraclub que tem os
acordes nas tablaturas e cifras, Am, Bb7, Cmaj, etc.

Temos os mais diversos acordes, os mais comuns são as tríades e os tetracordes, as tríades seriam 3 notas tocadas
simultâneamente, e os tetracordes 4 notas, ou seja temos nas tríades, os intervalos de terça, e quinta, por exemplo, se estamos em
C, vamos criar uma tríade: Temos C como a nota principal ou raiz e também(baixo= primeira nota de baixo para cima na
partitura), a terça de C que seria E e a quinta que seria G. Para os tetracordes tocamos a tríade e mais o intervalo de 7º, no caso do
C, ficaria, C-E-G-B.

Para algumas caracteristicas peculiares durante a música e para cada tipo de escala, podem-se formar acordes, diminutos,
aumentados, etc… Os acordes também pode se inverter, ou seja, na partitura de baixo para cima temos , no caso da tríade raiz
C-E-G temos as inversões, que seriam Ia, Ib, Ic, primeira, segunda e terceira inversão.

Em cada tom, na escala, temos os acordes que podemos formar para tocar harmonicamente as notas. Temos C-D-E-F etc…
em cada das 7 notas da escala podemos formar os acordes e criar campos harmônicos gerar diversas progressões harmônicas de
acordes.

Lembre que numa partitura mais tradicional, você verá os acordes escritos nas letras romanas como vimos os intervalos,
V,VI, III acordes maiores v, vi, iii acordes menores. Mas hoje em dia já é colocada as cifras nas partitura para facilitar a vida de
alguns músicos na hora da execução, as cifras são notações que seguem o padrão A,B,C, das notas, usamos estas notas com
algumas escritas a mais para indicar se é aumentado, menor, maior, diminuto, com sétima etc…

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MODULAÇÂO: Muitas vezes, para deixar uma música mais trabalhada e para contar uma história através da progressão dos
acordes, podemos mudar o tom que estamos, por exemplo, começamos uma música em D, tocamos, o primeiro verso, o refrão,
usando sempre os acordes desse tom, depois vamos pelo solo , ainda em D. Para o final da música digamos na ponte e no ultimo
refrão , que vimos que na partitura que é o OUTRO, que seria um refrão final, podemos querer passar esse tom para outro, por
exemplo F, e terminar a música em F. Usamos Modulação para isso, que é modular o tom para outro, dando características
diferentes para música.

Podemos perceber que algumas escalas em alguns tons, teremos acordes em comum, nos dando então a oportunidade para
criar uma harmonia para passarmos a música para outro tom, sem perder digamos toda a estrutura que você já criou, e sem ficar
algo estranho e sem nexo.

Por exemplo se pegarmos a escala de C maior e G maior veremos que temos 5 acordes em comum, chamados acordes
pivôs, e usando as progressões , podemos arranjar de uma forma para modularmos de C para G. Esta seria a 1º forma diatônica
usando acordes pivôs.

Temos a 2º forma alterada de acordes, que caso você queira por exemplo passar de C maior para F menor(Fm). Se você
for ver nenhum acorde em comum certo? Porém se você alterar o IV acorde de C que seria F, alteramos a 3º terça desse acorde e
tirando 1 semitom e ficaria agora um F menor(Fm), que é o primeiro acorde da escala de F menor. Neste caso você ainda pode
alterar a V de C maior e colocar uma sétima que seria Bb, dando uma tonalidade puxando para Fm.

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CONCLUSÃO: Finalizamos aqui então a parte melodia e harmonia básica para teoria musica aplicada a software de música!
Parabéns a você caro aluno por ter concluído, não é tão fácil de entender estes conceitos e aplicá-los assim de primeira, portanto,
é sempre bom você assistir e refazer as aulas novamente, você assistiu e concluiu hoje, vá praticando e aplicando o que você
aprendeu, depois de 1 mês você volta a fazer o curso de novo só para rever os conceitos, seria interessante.

Vimos como podemos usar outro DAW o LMMS. Vimos as notas e seus graus, e também que podemos através da estrutura de
cada escala criar diversas tonalidades, intervalos diferentes e acordes diferentes.

Vimos as progressões e modulações de acordes, para criarmos as músicas em diversas tonalidades assim como mudar o tom dela
durante a música.

Espero que você treine bastante, compre ou baixe partituras em sites para ver diversas possibilidades e ficar mais familiarizado
com as notas e também com outros pontos que estudamos aqui.
Pagos:
http://www.musicsheet.com e https://www.8notes.com/ e http://x.co/musicsheet

Gratuitos:
http://www.free-scores.com/index_uk.php3
http://www.celtic-sheet-music.com/
http://www.superpartituras.com.br/

Qualquer dúvida pode perguntar, dar sugestões e críticas. O importante é ir melhorando e aprimorando nosso curso para
você e outros alunos melhor se beneficiarem dele!

Bons estudos
Fernando

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