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TESÃOZINHO DO TITIO by titio Fui passar um final de semana na casa de praia da

minha noiva, e minha sogra me colocou para dormir em quarto separado dela, a velha
estava com medo de eu comer a filha, Fui colocado no mesmo quarto da minha sobrinha
de 15 aninhos, que pecado. Antes de deitar notei como a ninfta é muito gostosa, com
seu corpinho em formação e uma camisolinha curtinha com aquela bela calcinha de
algodão, estou de pau duro de lembrar. Como fazia muito calor não consegui dormir
fácil e fiquei observando o corpinho da ninfeta, não estava aguentando de tesão e
minha sobrinha ao se virar na cama ficou sem lençol por cima e de bruço, aquela
bundinha bem pertinho e bem formadinha com suas curvas deliciosas. Uma parte da
calcinha estava enterrada na bundinha ficando aquele bumbum totalmente visível, não
aguentei mais e passei a mão bem de leve para não acorda-la, senti aquela penugem
douradinha, fazendo meu pau quase estourar de duro. Fiquei um tempo alisando o seu
bumbum quando ela se virou devido aos meus toques e ficou de costa na cama. A nova
posição permitia ver as curvas dos peitinhos e pela manguinha da camisola deu para
tocar aqueles biquinhos conicos, fiquei alisando aqueles peitinhos por um bom
tempo, fiquei tão fascinado por eles que até esqueci que um pouco mais em baixo
tinha uma bucetinha aguardando carinho, tambem. A bucetinha estava coberta pela
calcinha de algodão e era perceptivel os seus pelinhos, eu tremeia feito vara
verde, e ao passar a mão naquele montinho de pelinhos não aquentei mais e fui até o
banheiro, porque precisava me masturbar. Quanto estava no corredor da casa e acendi
a luz do banheiro a minha noiva acordou e veio ver se precisava de alguma coisa,
com certeza levei ela até a cozinha, abaixei o meu pijama e ela muito prestativa
iniciou um chupeta de levar à lua, peguei a noivinha, coloquei ela de bruoços na
mesa, abaixei seu pijaminha e ela estava, tambem, com calcinha de algodão,
igualzinho a sobrinha, não foi possível não assimilar com a menininha da cama,
coloquei a calcinha de lado liberando aquela bunda deliciosa, estava louco para
comer o cuzinho mas não podia pq ela grita muito, e decidi enfia na sua buceta que
estava pegando fogo, o meu tesão era tanto que tampei a boca dela com uma mão e com
a outra apontei para a bucetinha e ao socar o pau com tudo ela gritou abafado pela
minha mão, dei poucas bombadas e gosei de ficar de pernas bambas. A minha noiva se
arrumou e comentou que eu tinha despejado um litro de porra dentro dela e que ela
ia dormir quentinha por dentro. Voltei para o meu quarto e vejo minha sobrinha
dormindo igual ao um anjo. Durante o outro dia todo ia normalmente mas eu estava
ansioso para chegar a noite e todos irem dormir e..........continua........

Extraido de: http://www.geocities.com/piquinica/co4.html


============================================================================ Contos
Eróticos - Traçou A Mulher Do Hóspede "Tenho 34 anos, sou casada e vivo muito bem
com meu marido, apesar de ele às vezes ser muito violento por causa de ciúme.
Sempre fui fiel, mas aquela insistência do meu marido em dizer que eu saía com
outros, acabou me deixando tentada a fazer isso. Certa vez, enquanto estávamos
passeando no shopping, quase saí com um rapaz que me olhou detalhadamente. Mas
amarelei e a traição ficou para outro dia. Só aconteceu numa viagem que fizemos de
férias a Manaus. Foi bem na cara dele. Assim que chegamos no hotel, um funcionário
nos acompanhou até o quarto levando as bagagens. Pude notar que ele me olhava
indiscretamente, com certa malícia. Ele era uma pessoa simples no modo de se vestir
e não se preocupou se eu estava sozinha ou não. Instalados no apartamento, comecei
a colocar as coisas em ordem. Meu marido foi até a recepção para fazer a ficha e
aproveitei para tomar um banho sozinha. Alguns minutos depois, estava debaixo do
chuveiro e observei pelo espelho que a porta do apartamento começou a se abrir. Só
que quem entrou foi o funcionário do hotel, não meu marido. Assustada, tentei
fechar a porta do banheiro, mas não adiantou. Ele se aproximou de mim e antes que
eu pudesse fazer alguma coisa, me deu um tapa no rosto. Comecei a chorar e o rapaz
me disse que, se eu continuasse chorando, ele me bateria mais. Sem saber o que
fazer e já gostando da situação, tirei a toalha em que estava enrolada, como ele
ordenou. O camareiro tirou a roupa, entrou debaixo do chuveiro e me mandou ensaboá-
lo. Tentei falar que meu marido poderia chegar a qualquer momento, mas ele não se
preocupou nem um pouco. Comecei a lhe esfregar o sabonete e, quando cheguei no
membro, vi que estava duro e virei o rosto. Ele pegou minha cabeça com força e me
obrigou a chupar aquilo. E, enquanto mamava, tinha que falar que estava gostando.
Taradão, ele saiu do chuveiro e, ainda molhado, me pegou pelo braço e me jogou na
cama, dizendo que seria rápido. Consenti, pois não tinha outro jeito e estava a fim
de fazer isso há muito tempo. Antes, me mandou chupar novamente o pau. Depois, me
deu um beijo na boca e enterrou o membro todo na minha xana. Tive sensação de dor,
raiva e prazer ao mesmo tempo. O meu camareiro gozou, saiu de cima de mim e disse
com a maior tranqüilidade do mundo: 'Vou querer mais, senão eu falo tudo para seu
marido.' No terceiro dia em que estávamos no hotel, enquanto meu marido tomava
banho, o telefone tocou. Era ele, o camareiro tarado, me pedindo que fosse até o
quarto dele. Com medo, não tive outra alternativa. Me desculpei com meu marido e
disse que ia dar umas voltas. Bati na porta e senti que ia começar tudo de novo.
Tomei um susto porque, além dele, tinha um outro homem no quarto, bem mais jovem,
adolescente ainda. Sem saber direito o que estava fazendo, comecei a tirar a roupa
e eles fizeram o mesmo. Jogaram-me na cama e começaram a beijar meu corpo. Enquanto
o mais velho colocava por trás, eu chupava o pau do garoto até ele gozar, fazendo
sumir na minha garganta aquela cobra. O outro continuou dando as estocadas e passei
a gostar daquela brincadeira proibida. Gozei com eles como uma cadelinha de rua.
Preocupada, vesti a roupa correndo e voltei para meu apartamento. Meu marido estava
lá, dormindo o sono dos anjos, e nunca soube o que aconteceu naquelas férias
eletrizantes."
============================================================================ TRANSA
NO GABINETE Olá! É a primeire vez que escrevo aqui. O que vou contar é verídico e
aconteceu em Abril desse ano (2001). Era mais um dia de trabalho, como todos os
outros. Eu havia saído cedo de casa. Fui para a academia (estava um pouco fora de
forma) e depois, como sempre, fui para o trabalho. Começo às 11:00 h. É um Gabinete
de um político da esfera municipal. Naquele dia, havia ficado sozinho pela parte da
tarde. Lá pela 15:00 h, ela aparece : toda cheirosa, calça jeans bem apertadinha,
decote insinuante (seus seios pareciam querer pular fora). Enfim, uma mulher pronta
para matar. Começamos a conversar. Ela estava atrás do político com o qual trabalho
(sua mãe havia mandadoa para pegar alguns remédios). Começamos a conversar. Ele
estava sentada em minha frente. Vez ou outra, cruzava e descruzava as pernas, em um
jogo de movimentos sensuais e insinuantes. Falamos de tudo : política, religião,
futebol e... sexo. Descobri que ela havia perdido a virgindade recentemente (tinha
apenas 18 anos). Com o tempo, ela soltou o cabelo, alegando estar com calor (pude
perceber como era sensual). Queixava-se de dores nas costas. Sugeri que lhe fizesse
uma massagem, e para minha surpresa, ela concordou. Comecei a alisar-lhe os
cabelos. Minhas mãos desciam e subiam, em um movimento circular no seu pescoço e
nas suas costas. Ela baixou a alça direita da camisa. Tinha um ombro lindo. Comecei
a alisá-la e percebi que ficava arrepiada com isso. Sugeri, falando ao pé do seu
ouvido, que baixasse a outra alça. Sem exitar, ela assim o fez. Agora, além de
alisar-lhe os ombros, comecei a passar as mãos em seus seios. Eram do tamanho
médio, do jeito que eu gostava. Comecei a brincar com seus mamilos; ela fechou os
olhos e começou a ofegar. Soltava gemidos de prazer. Nessa altura, já havia arriado
toda a blusa; comecei então, a chupar-lhe os seios. Meu Deus, que cheiro gostoso,
que pele macia. Passava a língua em movimentos circulares, isso deixava-a louca de
prazer. Interrompi por um instante a chupação, pois lembrei-me que a porta estava
aberta. Quando voltei, deparei-me com uma cena maravilhosa : ela estava nuazinha.
Seu corpo era escultural, perfeito. Ela empurrou-me na parede e começou a beijar
feito uma louca. Passava a língua em todo o meu corpo (já estava sem a camisa,
nessa hora). Abriu o meu zíper bem lentamente. Meu pau pulous, já letejando. Sem
exitar, começou a chupá-lo. Passava a língua na cabeça, lambia o saco, metia tudo
na boca. Quase perco as forças. Mas, em um movimento rápido, levantei-a e coloquei-
a de costas para mim. Ele arrebitava a bunda, pressionando meu pau. Eu mesmo,
forçando com as mãos, coloquei-a de quatro, apoiada em uma cadeira. Naquela
posição, lambi aquela buceta gostosa cheirosa. Ela queria gritar e eu não deixava
por motivos óbvios (estávamos no meu trabalho). Lambia seu cuzinho; metia o dedo na
buceta. Não agüentando mais, inclinei-a mais ainda. Com uma só estocada, enfia
minha pica naquela xana gostosa. Ela ensaio um gemido mais alto, ato que impedi
puxando sua cabeça para trás e beijando-a. Botava e tirava daquela buceta, num
movimento desvairado. Não demoramos muito e, de repente, gozamos quase que juntos.
Fiquei um tempo abraçando-a naquela mesma posição, sem tirar o cacete (que
continuava duro), de dentro daquela buceta. Passados uns 10 minutos, ela começou a
massagear meu pau novamente e sussurou : - Quero que coma meu cuzinho". Mas essa é
uma outra história. Até a próxima.
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TRANSANDO COM MINHA SECRETÁRIA DE 18 ANOS ROCCO BRASILEIRO (hjuan@bol.com.br)
Autor: Extraido de: http://www.contoseroticos.com.br/ Estou aqui para contar uma
transa que aconteceu comigo a dois anos quando eu tinha 25 anos. Precisei contratar
uma secretária para a minha empresa, e em setembro de 2001 acabei contratando uma
menina chamada Sandra. Era seu primeiro emprego. Sandra é loirinha, 1.70m, corpo
escultural, seios fartos, bundinha empinada e recém completado 18 aninhos. O único
problema é que ela é casada desde os 16 anos, muito fiel, santinha e ingênua. Ela
sempre permitia certas brincadeiras, mas minhas insinuações eram cortadas, e como
tinha receio de arriscar algo mais ousado com medo de responder a um processo de
assédio, ficava quieto no meu canto. Já fazia mais um de mês que ela estava
trabalhando, mas ainda era estagiária. Ouvi, ela comentar com uma colega de
trabalho que seu marido havia viajado e que ficaria fora por uma semana. Perto do
final do expediente, pedi a ela que ficasse um pouco depois do horário, pois iria
ensiná-la a usar o sistema da empresa. Ficamos sozinhos em minha sala, e após o
treinamento conversamos sobre assuntos mais íntimos e ela começou a chorar. Disse
que seu casamento ia mal, pois seu marido a traia com outras e quase não a
procurava mais. Não entendi nada, pois a menina era supergostosa pousando de modelo
para algumas agências. Abracei-a para tentar acalmá-la e acabamos nos beijando.
Olhei para dentro do seu top e vi aqueles peitões saltando para fora. Numa rápida
atitude, sem tempo para ela reagir, abaixei o top e cai de boca naqueles peitos
branquinhos com o biquinho todo durinho. Ela ficou muito excitada, mas implorou que
parasse porque era fiel ao marido e nunca havia dado para outro homem. É claro que
não parei, e continuei a mamar suas tetas excitando-a ao máximo. Fiz com que ela
sentasse em meu colo, e foi quando percebi algo que me deixou louco: ela estava sem
calcinha. Algumas vezes ela costumava usar calça preta muito justa e evitava a
calcinha para não deixar marca. Eu já desconfiava de que em algumas destas ocasiões
ela não usava nada por baixo. Coloquei a mão dentro de sua calça enfiando os dedos
dentro da sua boceta, que para minha surpresa estava toda molhadinha de tesão. Mais
tarde descobriria que bastava chupar seus peitões para que sua calcinha ficasse
toda lambuzada. Tirei sua calça e chupei sua bocetinha bem devagar. Seu gozo
escorria pela perna, e eu tinha que fazer um puta sacrifício para não desperdiçar
aquele líquido precioso. Sentei na minha cadeira de chefe, e ela de joelhos começou
a chupar meu cacete. Lambia minhas bolas e meu saco com uma habilidade
impressionante. Enquanto ela chupava ficava pensando que neste dia iria realizar
uma de minhas fantasias sexuais: comer a secretária em minha mesa de trabalho e
mais, nunca achei que seria com uma bocetinha de 18 anos e que eu seria depois do
marido corno, o segundo macho da vida dela. Quando voltei de meus pensamentos,
havia jorrado um jato de porra que ela fez questão de engolir. Deitei-a sobre a
minha mesa, e em questão de segundos meu cacete levantou novamente. Enfiei meu
cacetão bem devagarinho, e fiquei curtindo os seus gemidos, em como ela mordia seus
lábios e em como suas mãos seguravam aqueles peitões que balançavam sem parar.
Quando tentava
atolar meu cacete percebia que seus gemidos aumentavam, pois sua bocetinha jovem
era muito pequenina e pouco explorada. Continuei metendo em ritmo acelerado,
enfiando até as bolas. Meu pau deslizava para dentro daquela grutinha toda
molhadinha, pois a prova era que meu cacete saia todo lambuzado de tanto gozo e
excitação. Depois ela se levantou e apoiou-se na mesa para que eu a penetrasse por
trás. Aquela bundinha empinada me fez pensar em outros planos. Enquanto a fodia,
segurava seus peitões aguardando pelo seu gozo seguido de um grito animal. Ela
realmente estava muito carente pois gozava a todo instante. Quando rolamos no
carpete ela resolveu tomar conta da situação, montando sobre mim. Ela cavalgava sem
parar e com uma força que parecia esfolar o meu caralho. Nessa orgia , gozamos
alucinadamente e ficamos um tempinho estirados no chão. O suor em nossos corpos
indicava que 40 minutos de foda se haviam passado, porém eu queria mais. Comecei a
masturbá-la e dividia meus dedos entre sua boceta e seu rabinho, porém ela acabou
com a brincadeira alegando que nem seu marido tinha permissão para brincar com seu
rabinho. Como sabia que seu marido havia viajado, convidei-a para conhecer meu apto
e ela topou. No caminho ficamos falando sobre preferências sexuais e disse entre
várias coisas que adorava bocetinha depilada e comer um cuzinho. Mas ela era muita
santa e ingênua e ficou toda sem jeito de conversar sobre isso. Em meu apto. ela
tomou um banho demorado enquanto eu abri uma champagne. Foi um banho demorado, e eu
já de pau duro esperando-a. Quando ela apareceu na sala, deitei-a no sofá, puxei
sua calça e seu top. Deixei-a peladinha em 8 segundos, mas qual não foi a surpresa
quando vi que ela havia depilado sua bocetinha e que seus lábios rosados ficaram a
amostra. Quanta surpresa escondia esta ninfeta. Ela disse que não gostava de
raspar, mas que para um chefe gostoso como eu, iria abrir uma exceção. Chupei sua
bocetinha durante muito muito tempo. Gozou em minha boca sempre aos gritos de tanto
prazer. Ela abriu suas pernas convidando meu cacete a entrar em sua grutinha
apertada. Fodia sempre com força dando estocadas e segurando firmes seus longos
cabelos loiros dominando-a completamente. Quando gozou, não agüentei e esporrei em
seus peitos até não poder mais. Sentei no sofá, enquanto bebia champagne, ela
chupou meu caralho deixando-o duro logo após minha esporrada. Ela veio por cima de
mim, sentou em meu cacete e começou a cavalgar comprimindo e obrigando meu pau a
engolir sua boceta. Quando começou a rebolar senti que iria gozar novamente, pois
sua forte cavalgada era alucinante. Controleime, pois queria curtir aquela posição
por muito tempo. Ela subia e descia com força e velocidade e rebolava sem parar. O
suor escorria pelo seu corpo e seus peitos balançavam de encontro com minha boca.
Ficar chupando aqueles peitos enquanto ELA me fodia era inacreditável. Agarrei sua
bunda e aumentei a cavalgada, pois queria vê-la gozar e logo seu corpo deu sinal.
Ela parou a cavalgada e ficou paralisada por alguns segundos, enquanto gemia, se
contorcia e urrava de prazer. Coloquei-a de quatro no sofá, agarrei sua cintura
puxando com força em direção ao meu caralho, dando estocadas naquela bocetinha que
ocultava meu pau entre sua bunda empinada. Nisso comecei a reparar naquele cuzinho
piscando pra mim. Peguei um creme que havia escondido antes e fui lubrificando com
meu dedo aquele rabinho ainda virgem. Após lubrifica-lo coloquei-a de frente,
inclinada na borda do sofá para penetra-la com cuidado, porém ela resistiu.
Perguntei se ela preferia guardar seu rabinho para o marido que a corneava, ou se
ela deveria ser mais ousada e se entregar por inteiro a mim que a estava deixando
louca de prazer. Num segundo, com as mãos ela afastou as nádegas o máximo que pode
e deixei o caminho livre para meu cacete. Seu corpo amoleceu e meu pau foi entrando
aos poucos e rasgando aquele rabinho. Ela mordia seus lábios e gemia, porém só eu
poderia ver aquele cuzinho sendo arrombado pelo meu cacete. Comi durante um bom
tempo e gozei dentro dele. Ela não acreditou que uma hora de foda havia se passado.
Quando paramos para descansar, descobri que ela adorava cavalgar, pois assim
dominava seu homem e sua bocetinha conseguia acolher todo o cacete. Depois da pausa
ela resolveu fazer uma cavalgada especial. Montou em meu cacete e fodeu com toda a
força e velocidade, enquanto eu chupava seus peitos alternando em goles de
champagne. Depois ela me pediu ajuda, pois iria tentar algo novo. Cavalgar com meu
cacete enterrado no seu cú. Enfiei meus dedos em seu rabinho abrindo a máximo
possível. Ela foi sentando bem devagarinho. A cada centímetro ela gemia bem
baixinho e suava frio. Quando seu rabo chegou quase até o talo do meu cacete, achei
que ela iria desmaiar. Os movimentos iniciaram, e quanto mais seu cú ia se abrindo
mais ela cavalgava. Ela agüentou firme durante muito tempo, até que não resisti e
gozei dentre dele, com muita dificuldade, pois seu cuzinho espremia muito meu
caralho. Ela passou a noite lá em casa, mas não dormimos pois fodemos o restante da
noite. Ela queria recuperar o atrasado e eu não poderia desperdiçar a chance de
comer uma bocetinha e um cuzinho de 18 aninhos. O saldo disso foi que no dia
seguinte, eu estava de caralho esfolado e ela sempre de pernas abertas evitando se
sentar. Fodemos a semana inteira, com ela se entregando mais a cada dia, até se
transformar numa verdadeira putinha. Até ela se demitir em dezembro muitas orgias
rolaram tão boas quanto essas. Você garota que gostou da minha transa e queira
trocar algumas sacanagens ou uma aventura para colocarmos aqui, me escreva... Estou
aguardando seu email... Juan.net@bol.com.br
============================================================================ UM
OUTRO TIPO DE PRAZER Sou uma criatura peculiar. Um mosaico de personalidades. Peco
pela mais absoluta canalhice, traio com facilidade e sou uma sedutora nata. Adoro o
ato de conquistar e desprezo o fácil. Sinto prazer em distorções, atos abjetos,
enfim, gosto de tudo que não presta! Paradoxalmente sou uma mulher plena de boas
intenções, capaz de atitudes meritórias e pureza de sentimentos. Porto-me, às vezes
com a inocência de uma criança e procuro fazer o bem acima de todas as coisas.
Quando amo quero que seja para sempre e se faço mal ao meu amado estou destruindo e
odiando a mim mesma! Quem entende uma coisa dessas? Conheci o sexo de forma
incestuosa na infância e na adolescência só encontrei homens que se aproveitaram de
mim. Uma coisa, entretanto, eles tinham em comum: gostavam de me bater. À princípio
detestei esta experiência, afinal ninguém gosta de ser estapeada em plena
Cinelândia, por uma crise de ciúmes do namorado. Mais tarde passei a apreciar
aquelas pancadinhas de amor, administradas no auge do tesão. Chegava inclusive a
pedir para apanhar. Alguns não compreendiam, outros batiam com cuidado para não me
machucar. Certos namorados boquirrotos passaram a espalhar que eu era chegada à
porrada e aí, já viram, né? A fama estava feita.... Por indicação de um amigo do
meu pai fui trabalhar como estagiária em um escritório de advocacia e ali
encontrei, na figura de um dos sócios, um homem bem mais velho que eu, o qual elegi
como alvo de minha próxima conquista. Tratava-se de um experiente criminalista que
só de botar os olhos na minha figura percebeu com quem estava lidando. Ignorou-me
solenemente nas primeiras semanas, embora o escritório todo estivesse de olho nas
minhas mini saias. E eu, só de olho nele. Ah, aqueles olhos semi-oblíquos castanho-
esverdeados me tiravam do sério. E o bandido tratando-me com tanta seriedade...
Certo dia, chegando mais cedo que de costume, ao sair do meu carrinho quase fui
atropelada por um Mercedes, último modelo. Fiquei
encurralada em uma parede da garagem e o veículo freiou bem próximo a mim. Tive
vontade de fazer xixi na calcinha tal o susto. O motorista saltou calmamente e
sorriu-me: - A Senhorita tem cara de quem gosta de prazeres violentos. - Eeuuu? Não
sabia se ria ou chorava, minhas pernas estavam bambas. Era ele! - Tudo bem?
Continuava sorrindo, irônico. Daquele dia em diante passou a chamar-me para
examinar e resumir processos, em sua sala. Tratava-me cortesmente, mas com uma
certa distância, e eu me comportava como uma menininha assustada, até esquecendo de
mostrar as belas pernas bronzeadas. Um dia comunicou-me que iríamos visitar um
cliente importante que morava na Estrada de Furnas. Fui na maior ingenuidade
carregando várias pastas com os processos e, a seu pedido, sentei-me ao seu lado,
no carro. Eu guardava uma má lembrança daquele Mercedes mas não pude deixar de
admirar suas linhas perfeitas, o conforto dos bancos e a ausência de barulho do
motor. Subitamente, no meio do caminho, em plena estrada deserta, parou o carro: -
Sabe que eu te adoro? - O senhor? - Pára com esse senhor. Meu nome é Wilson. - Sim,
senhor. Wilson riu e puxou-me para ele; eu toda envergonhada nem parecia aquela
menina sacana e falada. Acariciou-me o cabelo comprido castanho, anelado, e como se
fosse uma garotinha deixei-me levar permitindo que me beijasse. Senti sua língua
forçando meus lábios, abri-os, lânguida, passiva. Uma de suas mãos acariciou-me o
seio sobre a blusa e começou a descer. Despertando como de um sonho me encostei
toda nele, sentindo sua machesa, seu tesão. Beijamo-nos freneticamente, chupando um
a língua do outro, a saliva escorrendo pela boca; eu toda entregue, me
desmanchando. Senti-o apalpar a calcinha molhada: - Olha só como tá isso!
Enlouquecida, comecei a morder o lóbulo da sua orelha, a lamber seu pomo de Adão, a
esfregar meu corpo no dele. Subitamente uma bofetada estalou em meu rosto com tanta
violência que cambaleei, o susto levando-me a engolir as lágrimas. Nunca ninguém
havia me batido daquele jeito! Passei a mão na face vermelha, olhando-o assustada.
Sem uma palavra abriu a braguilha e exibiu aquele monumento, aquele pênis
portentoso em que as veias ressaltavam como se fossem os afluentes de um rio.
Abaixei-me, excitadíssima, e instintivamente suguei-o com paixão, sentindo seu pau
vibrar, latejar, o gozo querendo explodir. Compreendia naquele momento, em toda sua
magnitude, a associação latente em meu inconsciente dor e prazer! De repente, como
se adivinhasse meu desejo de sugá-lo à exaustão. como um bezerro a alimentar-se,
suspendeu-me pelos cabelos e disse: - Não, não vou te dar! Tenho um encontro com
uma de minhas mulheres daqui a pouco e vou dar esse presente pra ela. Mas pode
ficar tranqüila que te colocarei na agenda. Assim que tiver vaga, te chamo.
Envergonhada, comecei a chorar convulsivamente; nunca ninguém fizera isso comigo.
Estava confusa e desnorteada. Ele abraçou-me carinhosamente: - Não chora, neném.
Que é isso? Mas que coisa feia! - Não faz isso comigo, por favor, tô pedindo. Eu
falava em meio aos soluços, sentindo-me perdida. Pior: estava apaixonada. - Você é
uma menina convencida, uma galinhazinha que gosta de seduzir os homens pra depois
os jogar no lixo. Mas comigo vai ser diferente, tá ouvindo? Vou te viciar em mim,
vou me tornar imprescindível a você. E sabe porquê? Porque não tenho pena! Porque
te bato sem pena, tá ouvindo? - Como uma criança abracei-me em seu peito largo,
sentindo-me protegida. Era como uma aquiescência; pela primeira vez entendia a
complexidade do meu temperamento. - Te amo, murmurei. Queria tanto que você me
quisesse, que cuidasse de mim! - Franga! Rosnou ele acariciando-me os cabelos. A
partir deste momento estabeleceu-se entre nós uma relação consentida de domínio e
submissão. Nada fazia sem o consultar e acatava respeitosamente todas suas ordens,
afinal ele era o mais velho, e eu lhe pertencia! Fui autorizada a freqüentar
regularmente sua casa. Sabia que outras mulheres também o faziam, mas me conformava
com a idéia de que um dia o teria apenas para mim. Na cama, obedecíamos a uma
liturgia que consistia, preliminarmente, em ter meus braços estendidos em cruz,
imobilizados por suas fortes coxas. Para tal ele se sentava em meu tronco com toda
a força e a seguir me esbofeteava com violência, impedindo o menor esboço de
defesa. Excitado, gritava e me xingava enquanto batia com intensidade crescente, e
embora aquela situação me amedrontasse, cada vez mais me sentia presa e atraída.
Por mais que lutasse não havia a menor possibilidade de escapar dada sua força
física. Minha única arma era o olhar, sim, era com os olhos cheios de raiva e por
vezes marejados de lágrimas que o enfrentava, e o desafiava a bater mais, cada vez
mais, rompendo com minha resistência adquirida à dor todos os limites possíveis e
imagináveis! Esse ritual culminava no momento em que as forças me abandonavam,
quase levando-me ao desfalecimento. Com um só golpe, Wilson forçava-me a abrir a
boca e me fodia impiedosamente até a ejaculação. Sempre engoli tudo, e algumas
vezes semiconsciente julgava que ia me afogar em seu esperma abundante e espesso.
Morte gloriosa! Chamava-mos a esta cena CRUCIFICAÇÃO. Finalmente, após ter gozado,
Wilson se levantava enquanto eu, inebriada, me arrastava pelo chão tentando
abraçar-lhe as pernas e beijar-lhe os pés, excitada, gulosa, provavelmente querendo
secá-lo completamente. Desvencilhava-se de chofre olhando-me com desprezo estudado:
- Bezerra! Onde eu cuspo? Como resposta eu abria a boca. Ele o fazia e depois
sorria, misto de sarcasmo e paixão: - Sabe o que você é? ESCRAVA. Você não passa de
uma escrava, vítima de sua própria depravação! Verdade, tudo explicado e
compreendido...
============================================================================ UM
PRESENTE PARA GÊ Fazia um mês que Ge e eu tínhamos começado o nosso rolo. Ela
estava noiva e eu ainda não tinha esquecido Renata, minha gordinha deliciosa. Mas o
destino nos uniu e tivemos um mês delicioso de loucuras, quando tínhamos tempo..
Então eu resolvi comemorar nosso primeiro mês de romance proibido.. Pensei em
realizar uma fantasia que Ge tinha me confidenciado.. Nessa noite fomos jantar,
passeamos, rimos, nos beijamos, dançamos, quando entramos no elevador do
apartamento em que ela morava, eramos só fogo..Enquanto nos beijávamos, eu
acariciava seus seios, enfiava a mão por dentro de sua saia, tocando suas coxas..
Ela gemia, me dizendo estar louca de tesão. .Entramos no apartamento, eu a puxei
para um beijo louco ,apertando os seios, a coxa , a bunda. .Ela me disse que estava
molhadinha, então chegou a hora da minha surpresa, do meu presente.. Vendei seus
olhos e sem parar de beijá-la e tocá-la, sem a despir, a empurrei delicadamente
para a cama., amarrando suas mãos . “que tesão, faz o que quiser de mim, ela disse
“Já volto, eu disse.. Fui até o banheiro, e trouxe Denise, uma garota de programa
que tinha contratado para a ocasião, escolhida a dedo...Era uma morena de cabelos
cacheados, seios fartos, boca perfeita de lábios grossos, uma bunda maravilhosa e
coxas grossas.. Ela me sorriu , estava de top e com um vestido curto e apertado..
era um tesão de garota.. Eu tinha programado deixar a garota lá com Ge e ir embora,
essa era a fantasia de Ge, transar com outra mulher.. Eu não pensei em participar,
nem em ficar vendo, mas aquela garota de programa me fascinou.. Apaguei quase todas
as luzes , deixando o quarto na penumbra . Ge sentiu a presença no quarto.
“Gabriel, vem logo, estou ardendo de tesão, transa comigo”.. Denise debruçou-se na
cama e deslizou as mãos, suaves e persistentes pelas pernas nuas de Ge. As mãos
escorregaram ao longo dos quadris , ela sussurrava.. “ que delicia, Gabriel, não
estou agüentando .” Denise se encostou no corpo de Ge, soprando com suavidade em
sua face..alisa os lábios dela com os dedos e murmura sedutoramente .” quem disse
que é Gabriel ?”. A respiração de Ge estava alterada, ela ficou com mais tesão
ainda..” Quem é ?” ..Sou Denise, o seu presente ,você é linda Ge tenta falar mas
não pode, suas palavras são silenciadas pelos lábios de Denise, que se apertam
contra os dela ligeiramente Denise enfia a mão por trás do pescoço dela e acaricia
sua nuca , puxando-a mais para si. Os lábios dela apertam-se contra a boca de Ge ,
eu observo hipnotizado a sensualidade que se desprende dos gestos de Denise . Os
beijos delas ficam mais quentes, os lábios mornos se separam e as línguas se
encontram, Ge quer mais, geme ligeiramente e massageia a língua de Denise
apaixonadamente., chupando com suavidade.Dá uma mordidela suave em seu lábio
inferior..” você me arrepiou todinha”, diz.. Denise desliza as mãos pelos braços
dela e acaricia suas costas..gemendo suavemente... Denise tira a venda dela .. Ge
diz “ meu deus, você é linda. Como sonhei com isso “Ouvindo sua voz rouca de desejo
, Denise se excita mais e seus dedos acariciam sua barriga, seu colo .Olhando
sedutoramente para Ge, ali imobilizada, ela tira o top. .Um par de seios bem feitos
e fartos apareceu, de mamilos duros ..Eu olho fascinado, como aquela garota de
programa era gostosa. .Olhando em seu rosto beija seus lábios mais intensamente e
chupa neles fortemente , corre suas mãos pelos quadris de Ge , apertando , e
sussurra em sua orelha, " gostosa, gostosa ". Denise puxa com dedos delicados o
vestido de Ge que se arca um pouco para cima para que ela possa remove- lo
completamente. Seu corpos se apertam , sentindo pele contra pele , se esfregando .
As mãos de Denise começam a vagar livremente ao longo do tórax, os mamilos de Ge
começam a doer ao toque de suas palmas mornas contra os seios Denise acaricia em
movimentos circulares os mamilos de Gê. Ela arrasta seus lábios em cima de seu colo
, lentamente enquanto murmura : “como você e bonita e gostosa “,Você e linda Ge
disse , sinceramente, olhando seus olhos magníficos que não param de encara- la
intensamenteArrastando suas unhas pelo corpo de Ge, Denise alisa com o rosto os
mamilos doloridos, deixando Ge incendiada de tesão . suavemente, ela lentamente
acaricia os mamilos duros e os esfrega com suavidade com seus dedos polegar. e
indicador Sorrindo pra ela , Ge geme baixinho pra que ela saiba quanto tesão e
prazer esta lhe dando , eu coloco meu pau pra fora das calças e começo a me
masturbar , envolvido e hipnotizado. Os lábios de Denise ,se movem para o pescoço
de Ge e ela sente a pressão de uma chupada deliciosa.” Minha xaninha esta uma
peneira ede tão molhada. “, diz Ge Denise move a língua do colo para os seios duros
como pedra .beija lentamente ao redor do mamilo. deslizando sua língua sobre ele.
alternando um e outro . Ge fica enlouquecida, implora que ela a possua .Denise
finalmente envolve seus mamilos com os lábios , chupando suavemente .Ge geme mais
alto, “estou quase gozando.” diz . Denise abre as coxas de Ge com suavidade,
apertando sua bunda , Inspirando profundamente e gemendo mais , Ge murmura frases
sem sentido, obscenas . Enquanto circula sua língua ao redor do mamilo mais rápido,
chupando mais forte , Denise desliza os dedos pela coxa arrepiada de Ge , enfia a
mão pela parte interna da coxa por cima da calcinha já completamente úmida . “você
está me torturando. “, diz Ge..” me faz gozar “Denise desliza os dedos pra dentro
da calcinha e os arrasta puxando o elástico . Ela alisa a xaninha de Ge
lentamente , Ge arqueia a parte de trás de repente e geme profundamente e sussurra
suavemente para ela quase implorando. Ela sorri .. lAmbas estão quase desmaiando de
desejo ... Denise não para de olhar seu rosto, lhe torturando, fazendo Ge implorar.
Denise pede que Ge olhe para seus olhos cheios de desejo enquanto com as mãos
confere o volume da xoxotinha , meio inchadinha, molhadissima , Ge olha nos seus
olhos, ela não para de lhe fitar e de lhe dizer o quanto Ge é gostosa, as vezes não
resiste e beija a sua boca com loucura . Sentindo sua mão lhe alisando Ge morde seu
lábio inferior e geme suavemente, falando o nome dela .se derretendo com seu toque,
cujas vibrações percorrem o seu corpo em todos lugares. Denise a olha calorosamente
e sussurra suavemente " adoro você, seu corpo, você é gostosa, deliciosa, minha
fêmea, minha tesuda, uero que goze gostoso comigo “.Ela veio com a língua , dos
joelhos, e beijando as coxas de Ge ferozmente, a ´parte interna da coxa,, correndo
sua língua muito lentamente pela coxa, Ge apenas geme, entregue, vivendo
intensamente cada toque, esperando ansiosamente . Ela avança as mãos por sobre as
coxas para a racha , arrastando seus dedos lentamente pela extensão dos grandes
lábios , ligeiramente massageando o clitóris. Ofegando profundamente Ge observa
como ela escova seus dedos com suavidade contra a pele molhada e inchadinha de
desejo e geme seu nome suavemente. Ouvindo seus loucos gemidos, Denise demonstra
muito mais fome por ela .Desliza um único dedo lentamente para dentro de Ge e
esfrega rapidamente entrando e saindo dela , esfregando seus sucos corridos na
coxa, Ge não resiste e pede mais, “quero mais”, diz , assim ela desliza a língua ao
longo da racha. Lambendo cada polegada , Denise corre a língua ao longo da coxa e
beija e suga o grelinho de Ge , deslizando outro dedo lentamente encravando cada
vez mais fundo Ge geme mais alto, à medida que ela empurra seus dedos ligeiramente
pra dentro , escavando, de cima pra baixo , Ge começa a empurrar os quadris pra
diante para sentir mais profundamente os dedos dentro dela , querendo
desesperadamente gozar para ela , lhe deixar provar seus doces sucos como eles
fluem lentamente em cima dos lábios molhados da xana.. Denise sente a ânsia de Ge e
sussurra, " como você é gostosa "...Ge urra de prazer enquanto ela lambe a extensão
da racha e alcança o clitóris dolorido. Tomando o grelinho entre seus lábios, ela
toca mais rápido agora e bate sua língua no grelinho, levando Ge ao mais puro
êxtase. Lentamente ela começa a sugar agora o grelinho mais fortemente e rebola no
mesmo ritmo ,Denise empurra os dedos mais pra dentro de Ge que geme, grita que quer
ela toda dentro dela . geme incontrolavelmente agora e diz frases sem sentido , ela
continua chupando o grelinho, e puxa-o com os dentes . Enlouqueço, me masturbo
furiosamente. .Ge enlouque . Ge contraia a xaninha e aperta e solta os dedos de
Denise , já são três ou quatro, dentro dela ,Ge não se
importa , quer mais . Seus sucos fluem em cima dos dedos de Denise , escorrem pela
sua mão... ela não para de chamar Ge de gostosa, de amor , de fêmea deliciosa ..Ela
enfia a mão toda , fodendo Ge com o punho , mais rápido e depois devagar,
alternando a velocidade , suga o grelinho com tesão e Ge goza, Goza loucamente,
sacudindo seu corpo todo . Só então Denise solta suas mãos. Gê a puxa para ela e a
beija suavemente, Denise e Ge ,ficam abraçadas, apertadas, chupando uma a língua da
outra, enquanto Denise esfrega lentamente a xaninha de Ge, até ela sentir tesão
novamente.Então foi a vez de Ge provar Denise . Agarrou seus peitinhos, dizendo ,
que os dela, sim, eram bem bonitos. Gemendo, Denise deixou que Ge os experimentasse
na boca, enquanto acariciava sua prechequinha lant. Quando estavam sendo devoradas
novamente pelo fogo da paixao, Ge enfiou um de seus peitos no buraco empapado da
buceta.de Denise . Ela brincou desse modo ate que ela gozasse e depois deixou que
Ge mamasse nela, sentindo o gosto do que lhe umedecera gosmentamente o mamilo. Ge
queria mais e mais .Desceu os labios ate seus grandes labios vaginais e, obedecendo
as instrucoes da garota de programa chupou e lambeu sua buceta, enfiou a lingua
profundamente dentro dela, mordiscou seu grelo. Levando Denise ao orgasmo novamente
, semelhante a um terremoto .. Desliza por sobre o corpo dela e volta a beijar
Denise. Então Denise olha bem nos olhos de Ge e sussurra " estou apaixonada “, você
é deliciosa .Como acontece sempre com Ge depois de gozar, ela ficou molinha,
relaxada, rostinho vermelho e adormeceu com os dedos de Denise dentro de sua
xaninha.. Só então Denise percebeu minha presença. Mas isso é outra história . Se
quiserem saber mais me escrevam : narcisosantos@hotmail.com.
============================================================================ Uma
transa e tanto Conheci Ana em Curitiba. Era namorada de um amigo meu, e nunca me
despertou maiores interesses, apesar de ser muito bonita. Morena, 18 anos recém
completados, 1,60m, 52 kg, longos cabelos cacheados e seios maravilhosos. Após o
término do namoro dos dois, notei que ela passou a se insinuar, de maneira bem
direta, chegando ao ponto de, durante um lanche, derrubar molho em sua própria
perna, exposta através de uma grande abertura em sua saia, e pedir para que eu
limpasse. Não resistindo a tanta provocação, convidei um casal de amigos e Ana para
assistirmos a uma sessão de vídeo em minha casa. Já no carro, continuei a explorar
suas belas pernas... Durante a sessão de vídeo, cada casal de um lado, a coisa
começou a esquentar. Por debaixo das cobertas, sentia Ana tremer de tesão, parecia
uma necessidade quase física de sexo. Nesta noite, apesar dos amassos e tudo o
mais, acabamos nos comportando, devido ao outro casal, mas combinamos de passar o
dia seguinte (Domingo), juntos... No Domingo, 09:00hs da manhã, Ana bate em minha
porta. Nem conversamos muito, e em pouco tempo, levava-a em meus braços até a cama.
Seu corpo tremia. Beijei sua boca, e comecei a desabotoar sua blusa. Seus seios
maravilhosos saltaram a minha frente. Beijei-os levemente, desci a língua até sua
barriga, e comecei a trabalhar na saia. Retiradas saia e calcinha, uma maravilhosa
bucetinha, depilada (segundo ela pela primeira vez, exclusivamente para mim), se
revelou. Enlouquecido, enfiei a língua o mais fundo possível, fazendo-a gemer. Eu
mordiscava e mordia seu clitóris. Com um dedo enfiado, ela não demorou gozar.
Então, ela me surpreendeu... Retirou minhas calças, ajoelhou-se, e começou a me
chupar. Maravilhosamente. Sua língua percorria toda a extensão de meu pau, que
desaparecia em sua boca. Perto de gozar, avisei-a, mas ela não quis nem saber...
Gozei na sua boca, e não vi nenhuma gota se perder. Após um banho, refeitos, nossa
festa continuou, até a noite. Neste dia ela aprendeu a amar o sexo anal, e chorou
ao gozar com um pau em sua chaninha, algo que nunca tinha sentido. Depois deste
dia, sempre nos encontrávamos para outras grandes transas.
============================================================================ Contos
Eróticos - Vestiário Do Prazer " Depois de um tempo proibida de sair por causa do
vestibular (minha mãe resolveu que eu tenho que passar para uma universidade
pública), consegui permissão para dar uma volta no sábado à tarde. Marquei com
Tomás, Jota e Ziza aqui em casa. Como estava muito sol, decidimos ir para o clube
em que eles são sócios. Na piscina, nos divertimos bastante, trocando olhares de
cobiça. Jota chegou a me bolinar de leve dentro d'água, fingindo que nada
acontecia... Mas a piscina encheu muito e resolvi procurar um vestiário para me
arrumar. O lugar ficava bem longe e era dividido em pequenas cabines, além da área
comum. Entrei, escovei os cabelos e ajeitei a calcinha, que estava me incomodando,
meio enfiada no rego. Nisso, alguém empurrou a porta. Eu disse que tinha gente e
continuaram empurrando, até que pude ver uma mão bem grande, nada feminina. Antes
que eu pudesse reagir, dei de cara com Jota, rindo e se apressando em fechar a
porta. Ele estava totalmente suado, vestindo apenas uma sunga preta e me olhando
fixamente. Em segundos me agarrou, me presenteando com um beijo demorado e quente,
enquanto as mãos já procuravam com o que se ocupar. Jota apertava minha bunda forte
e deslizava a língua pelo pescoço, me fazendo tremer. Rapidamente soltou as
alcinhas do meu sutiã e exercitou sua boca nos meus peitos inchados, mamando com
calma e perícia. Quando começou a morder meus mamilos, segurei sua cabeça com força
e murmurei seu nome, totalmente entregue. Nesse momento, ele se ergueu e pegando
minhas mãos as colocou dentro de sua sunga, me fazendo sentir seu membro ereto.
Imediatamente libertei aquela preciosidade, que estava com a cabeça brilhante, me
despertando o apetite. Fiquei de joelhos naquele cubículo apertado e comecei a
lamber o pau imponente, desde os testículos até a ponta, lentamente, sentindo o
gosto salgado daquele corpo suado. Descontrolada, abocanhei o máximo que pude do
cacete, puxando-o para perto de mim aos poucos, sentindo o músculo rígido
encostando nos meus lábios carentes... Jota, excitado, movia os quadris, empurrando
a vara, tentando foder minha boquinha e me fazendo vibrar. Eu podia sentir meus
pentelhos se molhando com o creme que escorria da minha bocetinha saudosa de um bom
pau. Decidida a merecer um presente de Jota, prendi sua pica entre os lábios um
pouco abaixo da cabeça e passei a mexer a língua vagarosamente, fazendo-o gemer de
tesão. Em segundos, o caralho começou a tremer na minha boca, anunciando o gozo.
Foram jatos abundantes de porra grossa, que eu fiz questão de não deixar escapar,
segurando o pênis com firmeza dentro de mim... Era um êxtase. Depois de semanas,
sentir de novo o sabor acentuado daquele líquido viscoso oferecido por Jota.
Esperei seu pau amolecer por algum tempo, engolindo o creme aos poucos, mas nada
acontecia. Ele continuava de pé, cutucando minha boquinha saciada. Jota então me
levantou, e encaixou a piroca entre minhas pernas, esfregando sua extensão nos meus
grandes lábios. Eu gemi loucamente e Jota abriu o chuveiro para diminuir o som. Com
a água escorrendo pelo meu corpo, subi no corpo de Jota, que me segurava com os
braços. A cabeçorra de seu caralho forçou passagem na minha bocetinha esquecida, me
levando ao delírio. Eu mordia seu ombro, segurando os gritos, até que recebi aquela
geba na minha vagina. Jota parecia possuído, estocava com fúria, esfolando minha
xaninha, me fazendo vibrar de tesão, implorar para que não parasse nunca. Sua força
era tamanha que algumas vezes parecia que alcançaria meu útero, de tão profundas as
penetrações. Eu estava relembrando as gostosuras do sexo num lugar público, com um
homem muito bem disposto... A água
gelada não era suficiente para me esfriar e eu apertava Jota com as pernas,
querendo sentir cada centímetro de seu cacete afundando na minha boceta molhada.
Alucinada, pedi para ele esporrar dentro de mim, sem me importar com camisinha, nem
nada. Jota diminuiu o ritmo, enfiando lenta e profundamente, me obrigando a sentir
seu pau desbravando minha vagina apertada... A cada metida, eu esperava o gozo, que
acabou vindo bem depois, longo, intenso, para nós dois ao mesmo tempo.
============================================================================
VIOLÊNCIA CARINHOSA Gosto muito dos filmes do Max Hardcore. Ele trata as mulheres
como verdadeiras putas, vadias e sujas, mas tudo é feito com o consentimento da
safada que, geralmente, adora este tipo de transa. Certa vez, eu estava numa sala
de bate-papo e conheci uma mulher de uns 30 anos. Trocamos algumas idéias e logo
consegui que ela me desse seu telefone. Naquela mesma noite nos ligamos e fomos
fazendo um sexo pelo telefone maravilhoso. Gozamos juntos varias vezes e foi muito
interessante, pois nunca tinha gozado com uma mulher desconhecida desta maneira.
Uma das coisas que me chamou a atenção foi que ela chorava após o orgasmo. Achei
super diferente e lhe perguntei o porquê dos seus prantos. Ela me disse que há
meses seu amante havia morrido e que achava que nunca iria poder gozar com outro
cara. Ela teve a nítida impressão de estar se libertando do trauma que foi perder
seu amado. Eu achei legal ser o protagonista daquilo tudo, mas queria que ela
chorasse ao vivo, com minha rola na buceta dela. Nossas fantasias pelo telefone
estavam bem quentes e isto apimentava cada vez mais nosso encontro que se
realizaria. Após alguns dias, combinamos de nos encontrar numa estação de metrô e
ir algum hotel para foder gostoso. Eu não tinha muita noção de suas características
físicas, pois ela não me dizia como era. Quando eu a encontrei, notei que sua
aparência não era uma das mais atraentes para mim. Ela era muito gorda. Fiquei um
pouco decepcionado, mas achei que deveria encarar, pois ela era muito fogosa. Fomos
ao hotel e logo fomos nos chupando. Eu tinha muitos preconceitos em relação às
gordas. Achava que e buceta delas era suja, com gosto ruim, etc., mas tive uma
surpresa muito agradável: ela tinha um gosto doce na chavasca que nunca mais achei
em outra mulher. Também recebi dela a gulosa mais macia que uma mulher poderia me
fazer. Parecia que tinha a boca revestida de um veludo bem úmido e quente.
Incrível! Não demorou muito e ela me pediu que a fodesse bem forte, que a fizesse
chorar de novo e enchesse a buceta dela de porra. Admito que tive um pouco de
dificuldade para foder aquela mulher, mas o tesão dela era algo que me fazia
superar qualquer obstáculo. Ela gritava, gemia, me chamava de seu macho, seu
garanhão, tudo que uma mulher bem prostituta e vadia poderia dizer a um homem. Fui
ficando cada vez mais fora de mim. Meu instinto sexual mais animal começou a
florescer e foi neste momento que me passou pela cabeça fazer com ela as coisas que
o Max Hardcore faz com suas putas. Enquanto metia minha rola nela, comecei a dar-
lhe umas tapas na cara e chama-la de tudo quanto é nome de mulher vagabunda. Tive a
nítida noção que eu estava lhe dando um castigo fodendo ela. Comecei a cuspir a
rosto dela, bater, xingar, etc. Mandei ela se virar e ficar de quatro. Deu umas
mordidas no cu dela que fizeram ela gritar. Mesmo assim, ela continuou oferecendo
aquele rabo imenso para mim. Deitei ela com a cabeça pendurada para baixo e comecei
a foder sua boca come se fosse o cu de uma égua. Ela engasgava, mas eu não parava.
Sentia prazer em vê-la sofrer. As tapas não paravam de enrubescer seu rosto e meus
insultos cada vez mais deixavam ela com tesão. Só sei que depois de muito castigá-
la, cuspi-la, humilhá-la eu resolvi encher sua precheca gorda e cabeluda com minha
porra quente. Disse para ela: Abre essa buceta pro seu macho sua puta imunda!!! Se
é porra que você quer é porra que você vai ter, sua vadia imprestável!!! Logo se
posicionou e fui metendo de tal maneira que sentisse dor. Mandei ela arranhar
minhas costas. Enquanto isso, eu ia fodendo e mordendo bem forte seu pescoço e seus
ombros. Não demorou muito meu gozo veio. E veio abundante. Ela conseguiu gozar ao
mesmo tempo e gritamos juntos. Depois de alguns segundos comecei a ouvir seu choro.
Me virei para ela e comecei a cuspir em seu rosto e chamá-la de puta, vagabunda,
vadia. Também dava algumas tapas em sua cara. Mandei ela parar com essa porra de
choro e que começasse chupar minha rola. Ela obedeceu na hora. Ficamos nesse ritmo
durante às três horas que ficamos ali. Foi muito bom poder tratar uma mulher com
violência na cama, mas sempre respeitando os limites. Às vezes ela me pedia para
maneirar em alguma coisa e eu atendia, mas aquilo que ela deixava à vontade, eu
abusava. Hoje em dia eu me imagino fazendo isso com outras mulheres.
principalmente, as mulheres que parecem ser bem comportadas e santas no dia-a-dia.
Geralmente as donas de casa têm esta aparência e são elas que me dão tesão. As
garotas mais novas de hoje não me atraem muito, pois elas já estão totalmente à
mostra e isto corta um pouco da fantasia. Por isso, peço a vocês mulheres
discretas, continuem assim durante o dia e pela noite, sejam as mais putas mulheres
que seus amantes já conheceram. Tenho um relacionamento com uma mulher e gosto
muito dela. Acho que ela é a mulher com a qual quero ter algo realmente sério. Mas,
com ela ainda não consegui me soltar o suficiente para poder praticar esta fantasia
ou até mesmo ter uma transa bem prazerosa. Fico com receio de magoá-la. Talvez com
aquela outra mulher, pelo fato de não ter nenhum vínculo afetivo, eu me soltei e
deixei sair meu lado mais animal e obscuro. É uma ironia. Talvez meu amor por ela
esteja me impedindo de ser completo na cama. Talvez em meu subconsciente ela seja
um anjo que não pode ser maltratado. Mas, acredito que com o tempo eu vá me
soltando e possa fodê-la do jeito que eu gosto de foder: COM VIOLÊNCIA CARINHOSA
============================================================================ Tarada
pelo office boy Eu estava estagiando já no final do curso numa construtora aqui em
São Paulo. Apesar de adorar o campo de obras, ficava praticamente restrita à área
de cálculo estrutural. Desenvolvia rotinas para utilização em micros para agilizar
os projetos. Havia um officeboy baixinho, mas bonitinho que trabalhava comigo. Tudo
o que eu precisava pedia a ele. Ficava quase o dia todo sentada na prancheta e ele,
coitadinho, numa mesa de secretária perto da porta. Eu olhava prá ele e ouvia:
"Pode dizer, Dona Iza." E era só pedir. Muito esforçado, cursava o 2º grau à noite
e duas tardes por semana frequentava um curso de ingles, que foi ofertado pelo
escritório. Assim, ele passava o dia inteiro com os livros de ingles abertos sobre
a mesa. Ao final do dia, ele arrumava a minha sala, menos minha prancheta, a
mesinha dele e o que estivesse fora do lugar. Aliás, sempre que precisava se
ausentar, deixava a mesa dele arrumadinha. Eu ficava encantada com o jeitinho dele.
Certa vez, pedi a ele que fosse comprar material prá mim e ele saiu imediatamente.
Depois de alguns minutos me dei conta que tinha deixado pela primeira vez a sua
mesa desarrumada. Mulher não presta. Curiosa! Levantei e fui até a mesa dele prá
dar uma olhada como estava se saindo com as lições. E, surpresa! Revistínhas de
sacanagem dentro dos livros. Na hora me lembrei dos meus tempos de colégio de
freiras. Ficávamos horas escondidas lendo. Me excitei toda. Queria ficar folheando
as revistas, mas estava morrendo de medo de ser flagrada. Abri uma das gavetas da
mesa e achei mais. Meu officeboy favorito tinha uma coleção enorme. Acabei pegando
umas 3 ou 4 na parte de baixo da pilha e levei prá minha prancheta. Minutos depois
ele chegou. Me entregou o material e sentou-se na sua mesinha. Não
consegui fazer mais nada até decidir ir ao banheiro e ler pelo menos uma das
revistinhas. Escolhi uma delas e fui. Até hoje fico fascinada por desenhos como o
do Zéfiro. Era sobre um casal em lua-de-mel num trem. Folheei rapidamente e voltei
prá minha mesa. Estava a mil. Tudo em mim fervia. Precisava fazer alguma coisa. Eu
ia explodir. E a única possibilidade era aquela "amostra-grátis" de homem. Fiquei
subindo pelas paredes e não dei o braço a torcer. No final do expediente, aquele
que seria meu futuro marido, veio me buscar. Recebi-o de maneira "entusiasmada" e a
única coisa que obtive em troca foi um beijinho rápido nos lábios e a frase: "Te
deixo em casa e volto pro hospital. Tive de trocar de plantão." Droga! Nada ia
acontecer e não aconteceu mesmo. Cheguei em casa tomei um banho mais prolongado.
Queria me masturbar, mas achei um desaforo uma mulher como eu fazer isso quando
queria mais. Comi um lanche rápido assistindo televisão e fui prá cama. No dia
seguinte estava mais calma. Fui prá faculdade. Esqueci de como havia ficado no dia
anterior. Na hora do almoço, comi o meu PF diário e fui pro escritório. Uma reunião
com os engenheiros, um café e fui prá minha sala. Cheguei lá e não tinha ninguém.
E, prá meu desespero, a minha prancheta estava em ordem. Aquele pestinha tinha
arrumado. Ele nunca fez isso. Corri prá olhar embaixo dos vegetais e não vi nenhuma
revista. Fui até a mesa dele, e nada. Trancadinha. Tinha sido descoberta. Quando
meu "anjinho" chegou, passou a agir naturalmente. Pedi a ele prá tirar cópias de
alguns vegetais. Ele levantou, arrumou suas coisas, fechou a mesa e saiu. Quis
morrer! Ele voltou meia-hora depois. Aquele cheiro de amoniaco das cópias dos
vegetais "poluia" a sala. " Você abre a janela um pouco? O ar-condicionado não vai
adiantar." O estabanado abriu a janela e um vento levou algumas anotações de cima
da pancheta para o chão. Me abaixei para pegá-las e ele também. Enquanto pegava as
folhas, percebi um par de olhos gulosos cravados nas minhas pernas. A reação foi
imediata. Levantei um pouco os olhos e fui olhar como estava o meu amigo. Volumoso.
Até demais. Como alguém com no máximo 1 metro e meio podia Ter "aquilo" daquele
tamanho. E ele percebeu. Ficamos a tarde inteira nesse joguinho de gata e rato.
Olhares prá cá, olhares prá lá ... De repente, "Dona Iza, a senhora gostou ?"
Gostei do que? Do que aquela peste estava me perguntando. Resolvi dar uma voltinha
em cima dele. "Gostei das duas coisas!" Pronto. A carinha de bobo dele, valeu!
"Duas?" "Sim! As revistinhas e o "volume"!" Não consegui segurar um risinho. Ele
ficou corado, abaixou os olhos. Não queria magoá-lo. Queria apenas que ele se
mantivesse sob meu domínio. Me levantei e pedi desculpas pela estupidez. Ele
levantou os olhos e sorriu meio amarelo. "Eu perguntei do que a Sra. Pegou na minha
mesa!" Realmente, a ladra tinha sido eu. Disse a ele que adorava revistinhas assim.
Foi a senha. Ele na hora mudou a expressão. Abriu a gaveta da mesa e começou a me
mostrar as suas favoritas. E um esboço de uma que ele estava tentando fazer. Peguei
as outras folhas que ele havia deixado na gaveta e comecei a folhear. Ele começou a
tremer. "Não fica assim, bobo! Você desenha muito bem!" Foi aí que percebi não eram
os traços que o incomodavam! Era a personagem. Euzinha! Na "revistinha" dele, eu
estava sentada na minha prancheta, com as pernas abertas. Podia ver minha calcinha
nos quadros seguintes. Até tufos dos pelos ele desenhou saindo pela lateral da
calcinha. Nessa hora percebi que nunca tinha dado "nenhuma bandeira" porque sempre
mantive "aparados" por causa dos biquinis. Em outra página, ele estava ajoelhado
embaixo da prancheta com as minhas pernas sobre os seus ombros. Sua cabeça entre
minhas pernas. Comecei a suar frio. Levantei os olhos e fitei aqueles dois olhinhos
fixos, mistos de tesão e medo. Estiquei o braço até a porta e tranquei-a. Peguei
sua mão. Trouxe-o até a prancheta. Dei a volta e me sentei no banquinho, tomando o
cuidado de deixar minha saia solta sobre o ele. "Vem! Faz igual!" Ele relutava. Meu
olhar deve ter transmitido todo o desejo que eu sentia. Ele se abaixou sob a
pancheta. Se ajoelhou e colocou delicadamente minhas pernas sobre seus ombros. Seu
rosto foi se aproximando. Percebi que ele não saberia o que fazer. Ergui mais a
saia, e puxei o lado calcinha, me expondo toda. Ele veio com a boca e encostou a
língua. Explodi na hora. Prendi a cabecinha dele entre minhas pernas. Eu "comia"
aquela linguinha. Eu me movimentava contra sua boca. Gozava seguidamente. Quando me
acalmei, larguei aquela cabecinha. "Dona Iza a Sra. é demais!" Me senti nas nuvens.
Puxei o banquinho prá tras e trouxe ele prá cima. Sai do banquinho. Fiquei em pé.
Trouxe ele contra o meu corpo. Os quase dez centimentros de diferença entre nós
criou uma situação engraçada. Seus lábios quase ficavam na altura dos meus seios.
Ele queria me beijar. Deixei. Minhas mãos foram imediatamente atrás do "volume".
Apertei aquela coisa por cima de sua calça jeans. Tirei sua calça e vi a sua
cuequinha com uma mancha enorme. Me abaixei e encostei a boca sobre a mancha. Ele
tremia todo. Abaixei a cuequinha e vi o "volume". Não era tão grande assim, mas a
grossura era maior do que a maioria que eu tinha visto. Cheguei com os lábios bem
perto e pude sentir aquele cheiro característico. Abri meus lábios e comecei a
colocá-lo dentro da minha boca. Quando pressionei a língua contra ele e o meu céu
da boca, me assustei com o jato. Um amante "rápido no gatilho". Ele gozava muito.
Tremia todo. Tirei-o da boca e ainda assim fui "alvejada" no rosto. Levantei o
rosto e vi aquela carinha de tesão. Sorri. "Você é rápido!" "Nunca fiz isso!" "Você
é virgem?" "Não! Os meninos ... sabe, né?" "Sei! Sei, sim! Nunca uma menina?" "Não!
Queria ver!" "Espera!" Tirei a camiseta e o resto da roupa. "A Sra. é linda!" O
"volume" surgiu de novo. Tirei as roupas que restavam dele. Deitei ele no chão e me
sentei em cima dele. Cavalgava como doida. Nem me importava se ele fosse rapido de
novo. Mas não foi. Consegui controlar o meu garoto que acabou gozando só depois de
mim. " A Sra. vai me mandar embora?" "Não! Por que?" "Isso! A gente não podia!"
Rolei por cima dele e o puxei sobre mim. Pedi a ele prá não se mexer. Disse que
ficasse quieto, apenas com os lábios brincasse com meus seios. E ele fez. Chupava
meio desajeitado. "Morde devagar. Na pontinha!" Ele mordia. E dava sinais de vida
de novo! Nada como tesão recolhido. Vinha de novo. E veio. Ele se apoiou sobre as
mãos e começou o vai e vem com os quadris. Me deixei languida. Queria apenas
sentir. " Vem, meu anjo! Goza comigo!" Gozamos os dois! Levei-o ao banheiro e
limpei meu "amante mirim". Me limpei e voltamos a minha sala. Aí comecei a série de
perguntas: "Você nunca tinha estado com uma mulher?" "Não!" "Só com meninos?" "Uns
viadinhos na escola!" Achei graça do jeitinho dele. E me excitei de novo pensando
no que faziam. "Me conta como é!" "No banheiro da escola. A gente entra dois no
mesmo banheiro. Se for prá chupar eles ficam em pé no chão e eu no vaso. Se for prá
comer, eu fico em pé e eles abaixados no vaso." "Me mostra!" Fomos ao banheiro. Ele
tirou o "volume" prá fora. Subi no vaso. Abaixei minha calcinha até os pés.
Suspendi a saia e fiquei de cócoras. Ele molhou meu rabinho com saliva. Deu uma
lambuzada no "volume". Segurou na minha bundinha e foi posicionando-a até começar a
encostar a cabeça. Aí, empurrou! Quase caí. Achei que seria mais gentil. A dor e o
desiquilíbrio quase estragaram tudo. Me firmei com as mãos e ele começou a bombar
dentro do meu rabinho. Era difícil suportar. Ele só se importava em se movimentar.
Com uma mão procurei meu sexo e comecei a me masturbar. Me sentia o "viadinho da
escola". Ele demorou mais prá gozar e eu aproveitei. Mais duas vezes. Ele gozou
puxando a minha bundinha de encontro a ele. Parecia que queria entrar mais ainda.
Quando ele tirou senti o vazio deixado e o leite escorrendo. Não me limpei. Deixei-
me ficar naquela posição enquanto o seu líquido se esvaia de dentro de mim. Olhando
prá trás, vi que ele estava se excitando com a cena. Não perdi tempo. Me concentrei
ao máximo para dar um showzinho prá ele. De repente, consegui. No início algumas
gotas, depois o jorro um pouco fora do alvo, mas eu estava urinando prá me exibir.
Nunca tinha feito aquilo. Levantei um pouco
mais o quadril para que o jorro ficasse dentro do vaso. Olhei prá trás e meu
amiguinho começava a se masturbar. Incrível. Acabei o "banho dourado". Me virei.
Sentei na ponta do vaso. Abaixei a sua calça de novo e o fiz se ajoelhar no chão.
Eu mesma guiei o membro dele prá dentro de mim. E assim, iniciamos a nossa
saideira. E abusei. Tinha certeza de que ele seria mais lento e mais carinhoso. E
foi. Deixei o "volume" em frangalhos. Ele ficou comigo mais 3 semanas. Achei melhor
arrumar uma colocação prá ele em outro escritório. É claro que seu rendimento caiu.
Mas as nossas tardes eram movimentadíssimas. Pelo menos uma por dia. Ele era
incrível. Realmente, "um pau prá toda obra". É claro que sinto saudades dele.
Poucas vezes depois arrumei alguém que ficasse sob meu domínio. Não como
escravo.Isso não me excita. Apenas o domínio da situação.
============================================================================ PIZZA
Éramos seis pessoas reunidas na casa de um amigo, juntamente com bebidas e pizzas.
Eu tinha acabado de voltar de viagem e estava morrendo de saudades dele: seu
cheiro, seu corpo, seu beijo. Estávamos na sala conversando até que surgiu falar
sobre sexo. Comecei a ficar tensa, eufórica, cheia de tesão e percebi que ele
também estava inquieto. Até que... - Gente, nós vamos colocar a pizza no forno –
falou, puxando minha mão e me carregando para a cozinha. Trancou a porta, passando
pela cozinha sem ao menos ligar o forno e me levou até a área de serviço. Eu estava
de saia. Me trouxe com ele até a parede, me beijando, me acariciando, mordendo meu
pescoço, meu colo, meus seios... e foi, lentamente, descendo, arrancando a minha
calcinha e mandando eu colocar as mãos na parede e abrir bem as pernas. Já sentado
no chão, meteu a língua dele dentro de mim, abrindo a minha vagina com os dedos
indicadores das duas mãos. Ele sabia que eu adorava aquilo e sabia como eu adorava
aquilo. Minha mão estava na sua cabeça, acariciando seus cabelos e sem agüentar
mais de tanto tesão, puxei-o para cima e fui andando para trás, onde me deparei com
a máquina de lavar. Fiz ele sentar ali mesmo, pegando um banco para eu me sentar e,
logo em seguida, tirei a sua calça. Abri suas pernas e acariciei a parte interna de
suas coxas (ele adorava isso!). Fui subindo, lentamente, fazendo com que meus dedos
tivessem um contato leve com sua pele. Passei a mão por suas pernas, por sua
virilha, seu saco... Cheguei até seu pênis, ereto, pronto para ser lambido. E foi o
que fiz. Chupei todo o seu pênis, de baixo para cima, até chegar a cabeça, que
estava completamente molhada. Lambi aquele líquido e quando ia começar a fazer o
sexo oral, ele subitamente levanta, me joga para cima da máquina de lavar, senta na
cadeira e coloca minhas pernas apoiadas em seu ombro, continuando o que eu havia
parado enquanto estava de pé. Ele meteu a língua fazendo ‘os movimentos certos, no
lugar e na velocidade certa’, e eu me contorcendo, apertando com força a minha
coxa, expressando a sensação que sentia no momento sem fazer muito barulho. Gozei
rapidamente, liberando uma descarga elétrica que me deixou encharcada e que ele
conhecia bem como era. Ele olhou para mim com um sorriso satisfeito pelo serviço
feito. Me secou com sua língua (ele adorava isso!), colocou a minha calcinha e me
ajudou a descer de cima da máquina de lavar. Ouvimos a porta batendo. Nos olhamos e
percebemos que havíamos perdido a noção de tempo. Ele olha pra mim e pergunta: - E
aí? Tá afim de comer uma pizza?!
============================================================================ Contos
Eróticos - Primas " Sempre existe um primo ou uma prima. Mesmo que sejam afastados.
Mas nos são apresentados como primos. E é claro, eu tive em minha vida, primas.
Quase a maioridade. Três seria um número interessante. Todas em épocas e situações
diferentes. Uma paixão fulminante capaz de me remeter ao Rio de Janeiro. Cartas,
juras de amor, telefonemas prolongados. Tanto desejo. Beijos envoltos em nuvens de
tesão. A vontade de tocar. Ser tocado. Planos construídos que se desmoronaram pela
falta de coragem. Uma descoberta de quem sempre esteve perto. Virou uma mulher
atraente. Olhos cheios de volúpia. Beijos ousados. Carícias insinuantes. Frases
soltas capazes de fazer qualquer um viajar na estrada do desejo. A decepção por ter
sido usado. A dor por ter sido descartado. A imaturidade é horrível. O vouyerismo
levado às últimas conseqüências. O banho dela sempre na mesma hora. O ritual para
ensaboar aquele corpo. Quanto a mim, um olho cerrado, o outro aberto tentando
driblar a chave dentro da fechadura que cismava em ocultar sempre um pedaço de
corpo desejado. A mão indo e vindo. Indo e vindo. De repente as pernas bambeavam, a
respiração ficava acelerada. O esforço por manter o equilíbrio e tentar conter ao
máximo as gotas que sempre se dirigiam ao chão. A rapidez em busca do pano para
apagar as marcas do prazer. Novamente o banho no mesmo horário e de repente um
obstáculo rosa. A incredibilidade em aceitar que a partir de agora era vedado a mim
poder participar de todo aquele ritual. A ousadia em tentar demover a barreira. Uma
agulha de tricô. A luta contra a chave. E então, o corpo. Algo errado. O corpo vai
se tornando maior. O inesperado giro da chave me impõe uma fuga alucinada pelo
corredor. Necessito de um abrigo. Em vão. O flagrante. A vergonha. Outro banho e
agora mais barreiras. A desistência começa a se instalar. É inútil querer lutar.
São pedaços de papel socados contra a minha fresta. Peças de roupas penduradas na
maçaneta. O desespero. - Olha, espero que você não tenha ficado muita brava comigo
pelo que fiz. - Claro que fiquei! Onde já se viu? - Eu adoro fazer isso! - Não foi
a primeira vez? - Claro que não. A muito tempo fico adorando teu corpo. Você é
linda. - Vou contar pros outros! A súplica. - Não faça isso. Eu gosto muito de
você! - Por que você faz isso? - Eu gosto de você! Acho você tão bonita. Adoro ver
você passando a mão sobre o seu corpo. Se eu pudesse, ensaboaria você. - Mas é
atrevido! E o que você faz enquanto me espia? - Ah! É melhor eu não contar! Você
vai ficar mais brava ainda! - Conta! Se não eu conto pros outros! - Tá bom! Eu me
masturbo! - Você o que? Fica socando o negócio? É isso? - É. - E sai aquele
negócio? - Claro. - Você é maluco! - um riso nervoso, talvez com um pouco de
curiosidade. - Se você quiser pode me olhar enquanto eu tomo banho! - Ih! Lógico
que não! Não quero! Meus banhos passaram a ser mais demorados. Nunca ensaboei tanto
meu membro como a partir desse dia. Ganharia qualquer concurso de limpeza. Sempre
disfarçando e olhando para o buraco da fechadura na esperança de perceber algum
vulto. Até que um dia, o vulto surgiu. Fiz o meu show. Lançamento de jatos à
distância. Dia seguinte, fui verificar as barreiras. Haviam sumido. Meu coração
pulava de alegria. Posicionei-me da maneira adequada e pude perceber que estava
vendo um show. Era diferente de outras vezes. Outro dia, um banho mais prolongado.
Antes do dela. Estava quente. Janeiro. Visto um hobby e me sento na cama para ler.
Vejo ela se dirigindo ao banheiro. Ouço o chuveiro ser ligado. Continuo imóvel.
Pressinto que algo pode acontecer. Prefiro guardar posição. O chuveiro é desligado.
A porta se abre. O banho foi rápido. - Será que ainda vão demorar prá chegar? -
Acho que sim! Por que? - respondo olhando maravilhado um shortdoll branco com
florzinhas. - Acho que vou ficar assim mesmo um pouco. Vou me deitar cedo. - A
gente pode conversar um pouco, antes de você ir ? - Fala. - sentando ao pé
da cama. - Você já me olhou ? - sabia a resposta, mas queria ouvir dela. - Já! - os
olhos voltados pro chão, meio corada. Deixo a conversa morrer. Ela se ajeita e pega
uma fotonovela para ler. - Você não quer espremer uns cravinhos nas minhas costas.
Alguns estão incomodando! - Vira! Me deito de bruços. E solto o cinto do hobby.
Sinto os ombros serem expostos. Até quase a minha cintura. O corpo dela se debruça
contra o meu. Suas mãos parecem querer extrair mais dor do que o normal. - Ai! Você
quer que fique gritando? Tá doendo! - Espera. - ela se ajoelha sobre o final das
minhas costas e agora usa as duas mãos de forma mais confortável. Suas mãos vão
alternando entre extrair os cravos e massagear as minhas costas. De repente percebo
que sua respiração se altera. Suas mãos descem pelos lados das minhas costas. Tento
me erguer. Ela se movimenta sobre a minha bunda. Me ergo mais. Suas mãos vão em
busca do meu membro. Agora são dois respirando de forma ofegante. Ela quase toca
nele. Não resisto e me viro. Estou excitado. Pela fresta do hobby ela percebe. Puxa
o pouco que me cobria. Minhas pernas agora estão presas. Me sento. Devagar aproximo
meus lábios dos dela. Um beijo suave. Minhas mãos desabotoam a parte superior de
sua roupa. Consigo expor os seios que tanto tinha apreciado por aquela fresta. Eles
são mais lindos. Ela se reclina. Aproximo minha boca deles. Com a língua vou
tocando. Depois envolvo com meus lábios. Queria ser capaz de engoli-los inteiros.
Não cabem . Consigo girar o corpo e invertemos a posição. Eu prendo as suas pernas.
Estou nu com o membro duro, apontado para a frente. Ela não tira os olhos. Retiro
sua roupa toda. Ela toca com a mão. Delicadamente no inicio. Vai apertando. Fica
mas duro. - É assim que você faz? - ela pergunta iniciando o vai-e-vem. Apenas
suspiro. Minha mão vai de encontro a penugem dela. Procuro o botãozinho. Ela geme
alto. Me deito sobre ela. As mãos agora se encarregam dos abraços. Os lábios se
encontram. O beijo é quente. Selvagem. Os quadris começam a se golpear. Um contra o
outro. O inesperado ocorre. Penetro. Ela não sente nada. Apenas acelera o vai e vem
do quadril. Esqueço de tudo e me entrego. Ela começa a gozar. Seus gemidos próximos
ao meu ouvido me excitam mais ainda. - Não deixa dentro! - um pedido como súplica
Vou gozar. Retiro. Por um segundo fico indeciso. Ela decide. Sua mão segura meu
membro e me puxa prá cima. Gozo sobre seus seios. Um jato mais forte lhe atinge os
lábios. Ela fecha os olhos. Faço o mesmo. Aproveito cada minuto. Meu corpo pesa
sobre o dela. Me apoio nos braços e fico contemplando o seu sorriso. - Você é
louco! Você é linda! Ainda deitados, a confissão. - Nunca fiz isso! - Você era ...?
- as palavras não saem. - Era. Mas não senti nada do que falam. A prova. Uma mancha
sobre meu hobby. - Deixa que eu lavo amanhã. Nossa! Quase desmaiei! Janeiro vai
terminando. - Vou voltar pro Sul. - Por que? - Precisam de mim! - lágrimas começam
a brotar daqueles olhos azuis. - Não vai! - minha voz soa de forma estranha. Ela
foi. Ficamos a saudade dela e eu. Outra paixão. Tão pura! Todo mundo tem uma prima
ou um primo
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Seqüestro fantasioso Acho que não preciso me descrever pois, já enviei alguns
contos. Na academia onde malho tem um rapaz que é muito bonito, atraente mas, tem
namorada. Nunca paquerei nem dei mole porque sabia que não teria chance. Como entro
muito na Internet, no IRC encontrei com ele e conversamos. Conversa vai, conversa
vem ele foi me falando de umas piadinhas que os outros rapazes falavam de mim.
Disse que eles comentavam como minha buceta é grande, como minhas pernas são
grossas, como meus seios são gostosos... No meio disso tudo perguntei qual era a
opinião dele. Ele falou que também achava isso só que num tinha intimidade para
falar. Fomos falando cada vez mais intimamente! Conversamos outros dias, trocamos
mensagens de celular, enfim... planejamos um encontro que nunca aconteceu por falta
de tempo de ambos. Dei certa vez a idéia de que ele deveria me seqüestrar. Ele não
levou a sério. O tempo passou e certo dia quando estava saindo da academia, umas
18:30, alguém me segurou por trás e me empurrou para dentro do carro. Colocou um
capuz em mim e, o carro começou a se movimentar. Fiquei apavorada, num falava coisa
com coisa. O carro parou, fui retirada do carro, ouvi uma porta se abrindo. Entrei
e a pessoa tirou o capuz do meu rosto. Fiquei assustada ao reparar quem era. Não
tive tempo de falar nada, ele logo foi me beijando, tirando minha roupa, me jogou
em cima de uma cama e falou que iria fazer tudo aquilo que planejamos durante 4
meses. Ele deslizou as mãos pelo meu corpo, me deu um longo beijo na boca enquanto
explorava cada centímetro de mim. Chupou o bico dos meus seios, mordeu de leve,
hummm... levou uma das mãos à minha buceta, ficou alisando, acariciando... Fiquei
cada vez mais molhadinha, louca que ele me penetrasse. Ele enfiou a língua em minha
buceta, chupou meu grelinho... Eu de pronto me coloquei na posição para chupar seu
pau... lambi, chupei, coloquei tudo aquilo em minha boca, cada centímetro... Depois
de tantos carinhos, ele me penetrou, bem devagar, bem gostoso. Ficava sussurrando
em meu ouvido, falando coisas gostosas, eu gemi... fui ao céu... foi maravilhoso
quando tudo estava dentro de mim e, por um instante ele parou e ficou sentido o
calor da minha vagina. Quando menos espero, começa o vai e vem... de início lento
mas, depois bem acelerado. Gozamos juntos diversas e diversas vezes. Quando voltei
para casa, fingi que tinha sido seqüestrada, inventei um bocado de coisas e me
safei. Foi complicado mas, valeu a pena. Depois disso, não tivemos mais a mesma
oportunidade porque meu pai não me deixa andar mais sozinha. Tô sendo vigiada mas,
valeu a pena. Um dia ele esquece... Mas eu não!
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Taxista Certa noite, depois de trabalhar até tarde, fui embora para casa. Como não
tinha carro e já era bem tarde, resolvi pegar um táxi. Até fiquei com medo, mas
achei que era melhor e menos perigoso. Quando avistei um Santana, dei sinal. Ele
parou e abri a porta de trás. Perguntou se eu não me importaria de ir na frente,
pois o banco do passageiro havia travado e ficaria mais confortável. Deixei minha
mala de ferramentas no banco de trás e sentei junto a ele. Aí reparei que era um
negão grandão, do tipo ursão, uns 40, 45 anos. Ele me deu boa noite e perguntou
para onde íamos. Dei as coordenadas. Ele foi puxando conversa, olhando para mim e
eu para ele, principalmente para o meio daquelas pernas onde tinha um volume
enorme. No meio do caminho ele parou para comprar cigarro e quando voltou, voltei a
reparar naquele volume na calça social e acho que ele percebeu. Começou a contar
que o sexo em casa não estava bom, que ele gostava era de comer uma bela bunda e a
mulher dele não deixava. Disse que havia outras maneiras e que haviam pessoas que
adoravam dar a bunda, e ele disse: - É, tem uns caras que gostam. Perguntei: - E
você, comeria? Ele me deu um sorriso safado. Perguntou o que eu achava, e eu disse
que sim. Comecei a olhar pro seu pau. Ele começou a pegar no próprio pau. Levei
minha mão até ele, que disse:
- Cara, você é bonitão, nem sei o que fazer, um cara assim nunca me deu bola. Foi
então quando peguei no seu volumão, e tirei seu pau para fora, um pau bem grosso e
cabeçudo. Comecei a chupá-lo. Ele gemia, até que parou o carro numa rua meio
deserta. - Vamos para um motel! – ele sugeriu, e eu aceitei. Logo que chegamos,
fiquei surpreso pois ele me pegou e começou a me beijar. Achei que ele nunca iria
fazer isso. Me abraçou e disse que eu era muito bonito e que ele me queria. Abaixei
sua calça e pude ver o real motivo de seu imenso volume: ele tinha um saco enorme,
o maior que já vi, mal cabia em minhas duas mãos juntas, bolas enormes mesmo!
Chupei incansavelmente seu pau, seu saco, ele gemia, e dizia que queria minha
bunda. Tirei minha roupa, fiquei de quatro e o negão chupou meu cuzinho um tempão.
Lambia como ninguém. Disse então que iria enfiar seu pau. Eu logo deixei e ele
meteu gostoso, bem forte, me abrindo, dando tapas na minha bunda, me chamando de
putinha, e eu de 4, sentindo aquele sacão bater na minha bunda. Trepamos de 4,
sentei naquela piroca, voltei de 4. Quando ele gritou dizendo que iria gozar, eu
também disse que iria. Gozei primeiro. Ele tirou o pau do meu cu, e disse que eu
levaria um banho de porra. Virou aquele pauzão grosso, urrou e lavou minha cara,
minha boca, meu corpo. Nunca vi tanta porra. Uns jatos fortes, ele gozou muito em
cima de mim. Fiquei todo melado. Quando eu pensava que tinha terminado, ele mandou
eu chupar de novo o sacão do meu macho. Me pôs de 4 novamente e socou aquela pica
dura. Disse que adorava um rabo. Gemi mais, dissemos umas sacanagens, o deixei
louco e ele gozou de novo dentro de mim, com aquele pauzão. Continuamos a nos
encontrar mais vezes, e eu sempre pedia para ele ir sem cueca para deixar o volumão
à mostra. Depois ele mudou para longe e nossos horários não combinavam. Não nos
vimos mais, mas foi uma experiência inesquecível.
============================================================================ Tesão
a três Eu e minha mulher - Renata, 22 anos, loira natural, cabelos longos, seios
pequenos, rosto de revista, timida mas sapeca na intimidade - nos mudamos há dois
anos para Miami, onde estamos trabalhando numa multinacional, ela como secretária
bilingue e eu como tradutor. No mes passado, recebemos a visita da filha de uma
prima da Renata, que veio para os EUA e (como tantos outros amigos e amigas
brasileiros) passou uns dias com a gente em Miami. Nossa casa as vezes parece
hotel! Mas dessa vez eu não posso me queixar, pois a Luciana me deu motivos para
querer que ela ficasse em definitivo por aqui. Esse menina fez 18 anos há pouco
tempo. É linda, de parar gente na rua para olhar. Clara de pele, com longos cabelos
escuros e lisos, olhos azuis e um corpinho de modelo, sempre com um sorriso nos
lábios bem delineados. Desde que eu a vi fiquei sonhando com aquela bundinha
deliciosa. Ela estava fazendo um curso de inglês, numa escola que fica meio longe
de nossa casa e por isso saia bem cedo, levando uma chave. Eu e a Renata
trabalhamos das 11 às 17 horas somente e muitas vezes gostamos de dar uma
trepadinha de manhã, na luz do dia. Pois meu paraíso começou quando, na semana
passada, nós estávamos nos amassando na cama, a Renata cheirosa depois de um banho
de banheira e linda na sua camisolinha e calcinha de seda azul-bebê. Estávamos de
lado, a Renata me passando a língua no rosto e nos lábios, me deixando de pau duro,
passando uma perna por cima de mim e roçando a xoxotinha no meu cacete. De repente,
olho para a porta entreaberta do quarto e vejo a Luciana nos olhando. Tinha
esquecido alguma coisa em casa e voltado para apanhar. Nós nem tínhamos ouvido ela
entrar, entretidos que estávamos no início da nossa transa. Eu não sabia se parava,
se falava para a Renata ou se continuava, fingindo que não tinha percebido nada. Eu
já estava com tesão e fiquei muito mais tarado vendo aquela belezinha ali nos
espiando. Resolvi tocar em frente sem dizer nada para a minha mulher, que já estava
louquinha querendo que eu a penetrasse logo. Afastando a calcinha para o lado,
coloquei a cabeça do meu pau bem na entrada e deixei que ela, se esfregando e
mexendo gostoso, fizesse o pau entrar, enquanto eu a pressionava apertando o seu
bumbum contra mim. Meti fundo e fiquei passando o meu dedo em volta do cuzinho dela
(ela adora isso), sendo beijado com tesão por ela, que me pedia para fazê-la gozar.
Eu fazia tudo isso sem tirar os olhos da porta. A Luciana continuava lá e ia
ficando mais atrevida. Já tinha aberto mais a porta e estava passando uma mão nos
peitinhos deliciosos e outra na xoxotinha, por cima da calcinha branca. Que tesão!
Ela, é claro, sabia que eu a tinha visto e ficou ali me provocando ainda mais. E eu
me exibindo para ela! Ela passava a língua nos lábios e mexia os quadris como se
estivesse trepando comigo. A Renata gozou e se deixou cair na cama ao meu lado,
pedindo para que eu a deixasse me chupar. Passei para cima dela e dei meu pau para
ela se divertir. Nessas alturas eu também estava quase gozando e não precisou muito
para que eu molhasse o seu rostinho lindo com minha porra quente. E foi bem naquela
hora que minha mulher olhou para o lado e viu a Luciana. Ficou congelada, sem saber
o que fazer, com minha porra toda no seu rosto e lábios e meu pau pingando ainda
nas mãos. Foi a Luciana quem tomou a iniciativa e veio para a nossa cama. Fez com o
dedo nos lábios o sinal de silêncio, deu um dos seus sorrisos de derreter e se
colocou de mansinho ao lado da Renata. Começou acariciando os cabelos da minha
mulher e foi aproximando seu rosto devagar, até chegar bem pertinho. Olhando a
Renata bem nos olhos ela começou a lamber a minha porra que estava no rosto,
passando para os lábios. A Renata não se mexeu no início, mas quando a Luciana
passou a língua em volta dos seus lábios e depois dentro de sua boca, ela começou a
gemer e a se mexer, abrindo as pernas e deixando sua xoxota molhadinha à mostra. A
Luciana, sem parar de beijar e lamber, colocou sua mão na xana da minha mulher e
começou a bolinar. Eu estava pasmo, tanto pela ousadia da menina quanto pela reaç!
ão da minha mulher, que eu nunca tinha imaginado que fosse gostar de transar com
outra mulher. E o garanhão aqui que tinha pensado que a gatinha estava com tesão
por mim! Ainda bem que ela se revelou bisexual - e das mais gostosas! Enquando
deixava minha mulher bem doida, ela voltou seu rosto para mim e, fazendo movimentos
com a língua me deu a entender que queria me chupar. Cheguei o pau perto daquele
rostinho de anjo e ela me deixou durinho de novo, passando a língua devagar em
volta da cabecinha, ao longo do cacete todo e na virilha. A Renata gemia como nunca
e eu estava duro de novo, doido para meter. A Luciana me surpreendeu mais uma vez,
se colocando por cima da minha mulher e levantando o seu bumbumzinho para mim. Eu
não quis nem saber: tirei logo a calcinha dela, dei umas lambidas no seu cuzinho
para lubrificar e pus a cabeça do meu pau bem na entradinha do buraquinho dela, que
piscava com vontade. Ela não parava de beijar a Renata e de enfiar o dedo da
bucetinha da minha mulher, que, eu acho, já tinha gozado mais de uma vez. Quando a
cabeça entrou no cuzinho da Luciana, ela emitiu um som pela primeira vez - e foi um
gemido tão tesão que me deixou maluco. Empurrei tudo sem dó. Ela agora gemia alto e
a Renata, vendo aquilo, também. Ficamos os três nos mexendo juntos, com a Renata
também passando a mão e metendo o dedo na xoxota da Luciana. até que a Lu gozou. Eu
segurei, pois não queria parar por ali.
A Luciana rolou para o lado e, abrindo as pernas da Renata, me convidou para foder
a minha mulher. Não me fiz de rogado. Deitei por cima e meti tudo. A Renata parecia
nas nuvens com o beijo triplo que ficamos nos dando, três línguas se tocando, três
bocas juntas com muito tesão. Depois a Luciana encostou seu corpo no meu, por trás,
e ficou mexendo junto comigo, como se estivesse fodendo a Renata também. Sem falar
nenhuma palavra ela me fez deitar de lado e entrar na Renata exatamente como
estavamos fazendo quanto ela chegou da rua e nos viu transando. Só que agora ela
lambia e chupava a xoxotinha da Renata, que com o meu pau dentro ela e o seu
grelinho sendo chupado pela Luciana, gozava sem parar. A danadinha da Lu de vez em
quando tirava o meu pau de dentro da minha mulher, dava uma chupadinha na
cabecinha, lambia o grelinho inchado da Renata e colocava de novo o meu cacete para
dentro. Numa dessas chupadas não resisti e gozei. Ela esfregava meu pau na
bucetinha da minha mulher e lambia a porra que saia em jatos, fazendo nós dois
gozarmos ao mesmo tempo. E depois veio dar mais um beijo a três, com minha porra na
boca, que nós lambemos juntos até acabar. Juro que foi a melhor transa da minha
vida. Já fizemos outros menage-a-trois, mas a primeira vez foi a melhor. Agora as
duas estão íntimas demais e eu estou desconfiado que andam transando entre elas
quando eu não estou por perto. Será que isso é ser corno? De qualquer maneira, não
quero que a Luciana volte logo para o Brasil. Está bom demais!
============================================================================ Dia
que seduzi meu irmao! Este fato ocorreu a uns 5 anos atras. Na época eu estava com
14 anos...e era muito sapeca. Corpo de menina, mas tesão de mulher! Adorava quando
chegava a noite e meu irmão e meu pai chegavam em casa...Meu irmão era muito
lindo...Tinha na época 25 anos, era o mais velho de cinco filhos. era muito alto,
moreno...olhos de um azul tão intenso ...que dava medo de olhar. Uma boca e um
corpo...que sinceramente, ate minha mãe ficava doida. Era muito paquerado, mas
tinha um carinho especial por mim,a cacula...loira,olhos verdes,lindos
peitinhos,bundinha empinada...e um corpinho muito desejavel.Eu sabia do efeito que
eu causava nele...e de uns dois meses em diante,notava que ele me olhava
diferente,nao podia mais sentar no colo dele,e nem me pegava mais nos bracos e me
levava pra dormir.Uma noite,eu fui pra o meu quarto e deixei a porta
encostada...coloquei uma camisolinha bem curta e fina...tirei minha
calcinha...deitei de bunda pra cima...com a metade dela aparecendo...e me preparei!
Fingi que estava tendo um pesadelo...e comecei a gemer...e a gritar ..pra chamar a
atencao dele...Nao demorou muito vi que ele se aproximava e me tocava falando
acorda maninha...e so um sonho...e eu peguei ,me virei um pouquinho pra deixar
minha bunda mais a mostra e fingi que estava dormindo...notei que ele ficava
inquieto...senti a respiracao pesada...e senti tbm a mao dele na minha
camisola...pensei que ele iria puxar pra tampar minha bunda,mas ele a levantou
mais...pra ver toda a minha bunda...dei uma mexida,e ele passou a mao na minha
bunda...ai fingi que me incomodava e virei de frente...minha bucetinha toda a
mostra...meus peitinhos pularam da camisola...e eu abri a s pernas...pra ele ter a
visao completa...Eu ouvi ele gemer...e comecar a passar a mao na minha perna...foi
subindo pelas minhas coxas e passou o dedo de leve a minha bucetinha...ai ele falou
: Nossa maninha...vc ta molhadinha...vou brincar com sua xaninha so um
pouquinho...e ficava passando o dedo nele...e cada vez eu ficava mais molhada...ele
gemeu alto e comecou a chupar meus peitinhos...nossa...abri mais as pernas e senti
ele abaixando e me lambendo...me chupando...louco de tesao...ai abri os olhos...e
disse: Me fode maninho? Me coma gostoso...e ele nao aguentando mais tirou a
roupa...e eu comecei a chupa-lo...e beija-lo...e quanto mais eu o chupava...mais
louco ele ficava...entao ele comecou a se esfregar na minha bunda...aquele pau
enorme...e ele me sarrando a bunda...forcando...o pau na minha bunda bem
gostoso...Ai ele falou que queria fuder minha buceta...e comecou a
enfiar...doia..mais eu queria mais...entao ele arrebentou meu cabaco...e foi
otimo....ele nao gosou dentro...tirou o pau ,e continuou sarrando minha bunda...e
mexia na minha buceta bem gostoso...e ele gosou so de se esfregar no meu
cuzinho...e eu gosei com ele me masturbando.Foi a melhor experiencia que
tivemos...Hoje ele e casado...mas ate hoje...quando nos encontramos...o tesao vem a
tona...e a gente sempre da um jeito de se sarrar gostoso em algum lugar
============================================================================ Com
certeza a opção de José pela medicina deve ter começado nos seus tempos de garotos
quando ele brincava de médico com suas contemporâneas, pois do contrario ele teria
escolhido outra especialidade e não ginecologia e obstetrícia, mas já que ele as
escolheu e se fixou em Rio das Conchas assim que se formou o passar do tempo o
tornou renomado e conhecido por todos os moradores da cidade e por isso quando
Gorete se queixou a uma amiga dum certo corrimento e algumas pontadas no interior
da boceta ela sem pestanejar recomendou: — Sendo assim, por que não faz uma
consulta com o Dr. José? Já que essa era a opção mais lógica e Gorete a muito tinha
deixado de sentir vergonha de se despir diante de um homem ele acatou a sugestão da
amiga e na manhã da próxima terça-feira se apresentou no consultório onde José que
antes menos dela se sentar começou a perguntar: — O que acontece filha? —
Ultimamente tenho tido um corrimento amarelado e sinto umas pontadas aqui dentro. —
Quando foi sua ultima menstruação? — A exatos 5 dias atrás! — Tem certeza? — Sim! É
claro que sim e como prova disso trouxe a cartela do anticoncepcional que venho
tomando. José pegou a cartela que Gorete apontava para ele e após examiná-la e
certificar se que ela tinha dito a verdade ele indicando a mesa de exames se
levantou dizendo: — Dispa se e deite sobre a mesa! E já que sua larga a experiência
o tinha ensinado que o momento crucial era aquele quando a mulher se despia José
passou a se ocupar dos instrumentos de exame propositadamente disposto de forma que
ele ficasse de costas para suas paciente só se virando quando os ruídos vindos da
mesa indicavam que elas já tinham se deitado e como ela tinha levado ao pé da letra
o pedido para se despir ele deparou com ela nua em pêlo e querendo tirar um pouco
de proveito disso começou a examiná-la pelos seios e após apalpar um e depois o
outro perguntou: — Sentiu alguma dor? — Não! Nem uma pequena sequer.
— Ótimo! Depois disso ele deu seqüência passando a apalpar a barriga de Gorete
sempre pergunto junto com os apalpos: — Está doendo? Ao que ela foi respondendo: —
Não! Até que num dado momento ela mudou: — Agora doeu! Ele apertou um pouco mais ao
que ela respondeu: — Agora doeu pra valer. Em silencio ele contornou a mesa até
ficar de frente para ela e mesmo que seu maior desejo fosse o de beijar, lamber e
chupar aquela bocetinha toda depilada e lisa como duma garotinha ele acabou optando
por colocar as pernas de Gorete e uma em cada um dos suportes laterais e pegando
Gorete pela cintura a puxou para si como se estivesse preste a fodê la, mas ele
lugar disso se sentou e pegando um especulo adequado ao porte físico dela o
lubrificou e encostando na boceta de Gorete pediu: — Se sentir alguma dor ou
desconforto me avise. Só que em lugar do aviso de dor ele encontrou tal resistência
para colocar o instrumento como nunca antes tinha encontrado e por isso temendo que
ela ainda fosse virgem retirou o especulo e perguntou: — Há quanto tempo vem
mantendo relações sexuais? — Desde quando me casei no ano passado, ou seja, há 1
ano e 8 meses! Isso fez José tomar uma iniciativa nada usual e menos recomendável
ainda para um médico, ou seja, lubrificou um dos dedos e o foi enfiando lentamente
na boceta de Gorete e após movê-lo em círculos e para dentro e para fora e isso foi
fazendo a excitação de Gorete crescer a ponto de sua boceta começa a se contrai e
distender involuntariamente o que levou José a dizer: — Sem duvida a sua vagina é
uma das mais apertada que já encontrei! E já que a respiração e a transpiração de
Gorete indicava que ela estava preste a gozar ele juntou um dedo ao primeiro só os
tirando depois que ela gozou 3 vezes e por mais que sua vontade fosse de meter a
pica naquela bocetinha e fazer sua dona gozar junto consigo José voltou a estilo
profissional e pegando o especulo indicado para virgens o introduziu facilmente na
boceta super umedecida de Gorete e depois de examinar atentamente o interior
concluiu os exames perguntando a ela: — Quantos anos você tem? — Farei 17 daqui a 2
meses! — Bem! Basicamente você tem 2 pequenos problemas de fácil solução, um é um
de seus ovários que está um pouco intumescido que causa as pontadas de dores devido
ao anticoncepcional que usa ser forte demais para a sua idade e o outro um pequeno
foco de candidíase que provoca o corrimento... — Isso é grave? — Não! Como já disse
ambos são de fácil solução, pois bastará apenas que substitua o anticoncepcional
por um adequado e que use uma pomada que combata a cândida e pronto. E enquanto
tirava as pernas de Gorete dos suportes perguntou: — Você já uso pomada vaginal
alguma vez? — Não! Nunca usei. José pegou um dos frascos de amostra grátis da
pomada e passou a instruí-la: — Você pegara a bisnaga e encaixará o aplicador e
apertará até que a pomada atinja essa marca em seguida espalhara um pouco da pomada
para lubrificar o aplicador e se agachara para introduzi lo na vagina segurando
dessa forma e quando seus dedos tocarem a parte externa você pressionará o êmbolo
com que aplica uma injeção, entendeu? — Acho que sim! E entregando outra pomada
para Gorete pediu: — Então faça como te expliquei para que eu tenha certeza de que
fará direito. Gorete repetiu passo a passo o que lhe fora ensinado e se agachando
passou a introduzir lentamente o aplicado na boceta o que foi o bastante para
excitá-la novamente e já que José esta em pé bem a sua frente ela não se contendo
abriu as calças retirando de lá o caralho mais curto e mais fino que viria e antes
que seu dono pudesse esboçar qualquer reação o abocanhou passou a se deliciar por
poder colocálo totalmente na boca deixando para injetar a pomada no exato momento
em que a porra espessa e farta de José começou a fluir em sua boca o que a levou a
um dos mais gratificantes orgasmo que ele já obtivera e depois olhou para ele com
aquele seu ar de menina ingênua que derretia até corações feitos e puro aço e se
desculpou: — Me desculpe! É que não consegui resistir. Aquilo foi demais para José
que a fazendo se levantar afagou seus cabelos dizendo com voz terna: — Não há o que
desculpar, pois você está sendo a melhor coisa que um homem da minha idade poderia
querer. E mais uma vez deixando o lado profissional dominar limpou a garganta e se
sentando atrás de sua mesa de trabalho começou a dar as explicações finais: —
Quanto ao anticoncepcional você terá que continuar a tomar o mesmo até que a
cartela termine e depois da próxima menstruação você passará a tomar esse daqui e
no que se refere à pomada você a aplicará por cinco dias consecutivos e para que o
tratamento tenha o efeito esperado você não poderá manter relações sexuais, mas com
uma boquinha assim tão maravilhosa creio que nem você e nem seu marido sentirão
falta disso e para termos certeza de que não há mais nada de errado você fará esses
exames e os trará daqui a 15 dias, correto? — Sim! Correto. Então Gorete passou a
se vestir e quando estava para sair perguntou: — Ah! Ia me esquecendo. Sexo anal
pode? — Sim! É claro que pode.
Ela se foi e José ficou aguardando alguma cliente tardia e como ninguém mais
apareceu ele fechou o consultório e foi para sua casa usando a porta interna. O 15o
dia finalmente chegou e José que tinha passado a noite toda lutando para trazer
mais uma menina ao mundo fez o curto percurso do hospital a sua casa absorto nos
milagres da vida e só se deu conta de que aquele era o dia da nova consulta de
Gorete quando ao entrar na ante-sala do consultório deparou com ela sentada e o
aguardando tranqüilamente e enquanto abria a porta externa que dava para o
consultório se aproveitou de que ela estava só e perguntou: — Fez tudo do jeito que
te pedi? — Nos mínimos detalhes e já que você permitiu o sexo anal me esbaldei
nele! — Ah! Foi bom ter falado nisso. Quando fazem sexo anal seu marido alterna o
pênis entre seu ânus e sua vagina? — Não! Ele acha que se fizer isso o risco duma
infecção mais grave será grande demais. — É! Pelo visto esse seu marido é muito
mais esperto e instruído do que parece e o corrimento parou: — Já no 3o dia minha
xoxota estava super sequinha só que as pontadas ainda continuam. — Elas só
desaparecerão depois da troca do anticoncepcional. Você continua tomando ele? —
Sim! É claro que sim. Já que dessa vez Gorete se despiu e se posicionou na mesa sem
que José precisasse lhe pedir ele se posicionou à frente dela e quando olhou para
aquela bocetinha imaculadamente depilada não pode deixar de compará-la com a da
garotinha que trouxera ao mundo ainda a pouco e por isso em lugar de iniciar
qualquer procedimento médico se abaixou e passou a beijar, lamber e chupar a boceta
de Gorete até que ela não conseguindo se conter pediu: — Por que em lugar de ficar
me fazendo sofrer desse jeito você não mete essa piroca gostosa na minha bocetinha?
E José agindo como se estivesse apenas esperando por aquilo se despiu e passou a se
deliciar com a boceta apertada de Gorete que usando a musculatura avantajada da
pélvis apertou tanto a boceta que José passou a sentir a boceta dela como se ela
tivesse sido feita especialmente para seu cacete de pequeno porte e enquanto metia
nela ele passou a brincar com os seios de Gorete que em resposta passou a acariciar
a basta cabeleira que cobria o preito dele o que sem duvida contribuiu em muito
para o esplendoroso gozo que o casal alcançou e já que aquilo consumiu a boa parte
da quase exaurida força de José assim que ele gozou se afastou se desculpando: —
Sabe filha! A consulta propriamente dita terá que ficar para daqui a 15 dias, pois
se já estava cansado depois duma noite toda lutando para trazer uma bocetinha ao
mundo agora que me delicie com as suas mal me restou forças para um banho e
caminhar até a cama. — Eu já tinha percebido o quanto estava cansado e por isso
tratei de ir direto ao que nos interessava e por isso esteja certo de daqui a 15
dias voltarei. — Obrigado! Filha. Estarei te esperando. Gorete se foi e José
fazendo exatamente o que dissera caiu na cama feliz por mais uma vez ter certeza de
que escolhera a profissão e a especialização certa. Outros 15 dias se passaram e lá
foi Gorete para mais uma consulta, aquela adiada, e dessa vez ao chegar encontrou a
sala de espera vazia e José sentado em atrás de sua mesa funcional e mal ela
trancou a porta ele bateu na perna indicando que ela se sentasse ali e assim que
ela o atendeu ele começou a decifrar os resultados dos exames: — A principio sua
saúde está de bem para melhor e só na está perfeita devido a uma pequena anemia que
poderá ser corrigida facilmente com uma alimentação mais adequada composta por
frutas, legumes e um pouco mais de feijão e alguns medicamentos à base de ferro e
quando as dores? Elas ainda persistem? — Um pouco mais fracas e mais espaçadas! — E
quanto ainda falta para os anticoncepcionais que está tomando termine? — Apenas 4
dias. — Depois que substituí-lo, as dores desapareceram por completo, mas agora
vamos ver o resultado da pomada que te receitei! Sabendo que a hora de se despir
tinha chegado Gorete antes mesmo de sair do colo de José passou a desabotoar a
blusa fechada na frente e vendo aquele lindo par de seios duros e bicudos não se
conteve e passou a acariciá-los e sugá-los para só depois de um bom tempo fazê-la
sair do seu colo e a despir por completo e a conduzir a mesa de exames onde, após
posicioná-la adequadamente passou a agir profissionalmente se dedicando apenas aos
exames e ao final concluiu: — Pelo que vejo você tem seguido o tratamento à risca,
pois não há um vestígio sequer de contaminação por cândida. — É que todas as vezes
que transamos meu marido espalha bastante pomada no cacete para em seguido
introduzi lo e com isso acabo fazendo uso da pomada duas vezes ao dia, uma de manhã
e outra a noite quando vamos dormir. — Cara muito esperto esse seu marido, hein!
Pois, sem o saber ele ao fazer isso evitar qualquer risco de uma nova contaminação.
— Ele é mais esperto do que você pensa, pois já que lhe disse que teria que usar
essa pomada ele passou a usá-la de forma espontânea, mas não sem antes me avisar
que aquilo impediria uma nova contaminação. — E você gosta quando ele usa a pomada?
— Demais, pois sendo apertada como sou a penetração fica mais fácil e por isso
muito mais gostosa. Você também me acha apertada? — Sem a menor sombra sobra de
duvida você é a garota mais apertada que já encontrei E mais uma vez José deixando
a ética profissional de lado caiu de boca na bocetinha de Gorete levando à beira da
loucura e dessa vez quando ele foi meter seu pequeno caralho ela querendo
surpreendê-lo apertou a boceta de tal forma que ele só consegui o que queria quando
ela aliviou um pouco a pressão, mas a manteve de tal forma que José quase foi à
loucura ao sentir sue pau envolvido e pressionado como nunca tinha sentido antes e
com isso ele gozou como nunca se lembrava de ter gozado antes. Terminada a foda
José se vestiu e passou a prescrever a dieta compostas por leite, frutas, fígado
bovino, beterraba e bastante feijão e Gorete ao lê la ficou com um ar tão desolado
que levou José a perguntar: — O que foi? — É que do jeito que as coisas andam meias
apertadas será muito difícil eu conseguir fazer essa dieta. — Bem! Já que é assim
você se ofenderia se eu lhe desse algum dinheiro para comprar o que precisará? Isso
é! Se o seu marido não achar
isso estranho. — Quando ao meu marido ele nem ao menos desconfiará, pois já venho
vendendo roupas intimas para ajudar no orçamento domestico e por isso me será muito
fácil justificar esse aumento repentino de renda. — Ótimo! Já que é assim isso
certamente dará para o próximo 15 dias. E dizendo isso José entregou a ela $ 50,00
sem nem ao menos desconfiar que estava ensinando a Gorete o que num futuro próximo
lhe seria uma verdadeira mina de ouro. O tempo foi passando e de 15 em 15 dias
Gorete alegando estar tratando uma forte anemia que exigia um rigoroso
acompanhamento médico se apresentava no consultório de José para uma foda seguida
de valores que variavam entre $ 30,00 e $80,00 com os quais elas não só comprava os
alimentos recomendados pela dieta como até ajudava nas pequenas dificuldades
inesperadas e assim sem maiores dificuldades até o aniversario de Gorete que
coincidentemente caia no dia posterior a uma de suas consultas e por isso depilou a
boceta e se vestindo apenas com um vestido longo e florido se apresentou ao
consultório de José que estranhado a forma diferente dela se vestir perguntou: —
Nossa! A que se deve todo esse luxo? — A que amanhã será o dia do meu 170
aniversário e por isso que começar a comemorá-lo duma forma muito especial! — Como
assim? — Hoje eu quero que você coma meu cuzinho! Mais que depressa aquilo trouxe à
lembrança de José que ele já tinha comido tantas mulheres que já perdera a conta e
também que desvirginara outras tantas, inclusive algumas meninas que ainda nem
tinham menstruado e o exemplo disso era aquela menina de pouco mais de 10 anos que
ele desvirginara na semana passada e que mesmo sendo assim tão jovem e virgem não
tinha boceta tão apertada como a de Gorete, ele não querendo perder aquela
preciosidade decidiu fazer o que nunca fizera: — Certo! E de que posição você mais
gosta de fazer isso? — De quatro e com a bunda bem arrebitada! Já que Gorete tinha
aproveitado do momento de reflexão de José para se despir e se posicionar conforme
dissera José ao ver aquele cuzinho piscando como se o chamasse para dentro de si se
deu conta de em todos aqueles anos de vida já tinha feito de tudo em matéria de
sexo, mas nunca tinha fodido um cú fosse feminino ou masculino não por falta de
oportunidade e sim por nunca ter querido, mas já que Gorete escolhera justamente o
dia de seu aniversario para pedir lhe aquilo ele temendo magoá-la se ajoelhou por
trás dela e foi fazendo seu pequeno pau deslizar por aquele orifício apertado e
quente e mal seu caralho entrou o prazer que José sentiu foi tão intenso que ele
deixou escapar: — Menina! Se eu soubesse que isso era assim tão gostoso eu não
teria perdido todas as oportunidades que tive em foder um rabinho. Se Gorete já
estava caprichando naquela foda o fato ter descoberto que o seu era o primeiro cú
que José fodia a fez passar a caprichar ainda mais no rebolado e pedir: — Isso!
Mete com força no seu primeiro cuzinho. Mete! Mete mais...Vai com força...Mais
forte...Ah! Que gozada gostosa! Que delicia! Nem precisaria dizer que ambos gozaram
ao mesmo tempo e que José além de ter dado o que Gorete pedira ainda lhe deu
$200,00 como presente de aniversário com os quais ela fez uma boa festa para
comemorar junto com marido o seu 170 aniversário.
============================================================================ O
Chefe do meu Marido Ola amigos! Meu nome é Elayne, tenho 24 anos, 1,68m, 52kg,
cabelo castanho-claro, olhos azuis, seios pequenos, rostinho de menininha sapeca,
bumbum grande e arrebitadinho, bocetinha deliciosamente apertadinha... Sou casada
há quatro anos com um homem maravilhoso de 35 anos, generoso, compreensivo e que
aprendeu, com o tempo, a incentivar minhas fantasias. Minha maior tara é trepar com
homens muito bem dotados, especialmente na grossura de seus membros. Adoro sexo
anal mas só o pratico com meus amantes, pois gosto de ter meu cuzinho rasgado por
um pau bem grande e muito grosso, coisa que meu marido não pode fazer já que tem um
dote considerado normal para muitas mulheres mas que para mim, esta muito longe de
ser o ideal. Durante toda minha vida de solteira fui uma recatada garotinha de
família, tinha transado apenas com um cara, antes do meu marido, mas depois que
casei resolvi liberar todos os meus desejos e realizar todas as minhas fantasias,
descobri que sempre quis ser a putinha safada que sou hoje. Hoje em dia meu marido
sabe, aprova e incentiva a realização das minhas fantasias, participando, como
espectador, de algumas delas. Mas nem sempre foi assim, como numa ocasião em que
meu marido estava tentando uma promoção há algum tempo, mas aquelas intermináveis
reuniões de negócios em nossa casa, em plena sexta-feira, já estavam esgotando a
minha paciência. Ficavam horas discutindo sobre trabalho e quando terminavam os
assuntos de negócios, resolviam beber e continuar a falar de trabalho.
Invariavelmente meu marido ia pra cama tarde, bêbado demais para fazer outra coisa
além de dormir, o que me frustrava profundamente, pois tinha todo o fogo dos meus
22 anos queimando dentro de mim, clamando por uma deliciosa noite de sexo. Carlos,
chefe do meu maridinho, estava para ser transferido para o Rio de Janeiro e
deixaria o seu cargo em São Paulo vago. A esperança do meu querido maridinho era de
que ele o indicasse para ficar no seu lugar, e por isso, se desdobrava para
impressioná-lo com sua eficiência e exagerava nas gentilezas. Carlos é um homem 45
anos, muito longe ser bonito, grandalhão, grosseiro, fala alto, gestos rudes, era
sempre o último a sair de nossa casa. Tinha acabado de se divorciar mas não
demonstrava nenhum indício de estar triste ou confuso, parecia até que estava mais
feliz sem sua ex esposa. O que mais me irritava nele era o fato de ser extremamente
folgado, chegava em nossa casa e já ia mandando que eu buscasse gelo, servisse um
whisky, preparasse um aperitivo como se eu fosse a sua esposa ou empregada. O pior
é que o meu marido, em vez de botar ordem na casa, nada fazia, pelo contrário, me
mandava ser gentil com o seu chefe pois, para ele, não custava nada agradar o
Carlos e conquistar a sua simpatia. O fato é que a passividade do meu marido abriu
espaço para que o seu chefe ultrapassasse alguns limites e assim... Em casa eu
gosto de ficar a vontade, isso significa estar apenas de calcinha, que aliás é
sempre minúscula pois adoro usar calcinhas que ficam enfiadinhas no meu bumbum.
Nessa noite eu estava usando uma camisolinha transparente que não escondia meus
seios e revelava a indecência da minha calcinha completamente enterrada no meu
bumbum, esperava que meu marido terminasse a reunião e viesse para a cama me comer
bem gostoso. Já eram mais de 02:00 da madrugada quando meu maridinho veio até o
quarto me chamar para ir até a sala para beber com eles.
Ele estava tão bêbado que nem reparou que eu estava quase nua, insistiu tanto que
fui. Já havia uma garrafa de whisky vazia e outra pela metade sobre a mesinha da
sala. Carlos estava com sua camisa aberta sentado no sofá, todo a vontade. Quando
me viu abriu um sorriso malicioso e foi logo me servindo uma dose, me convidando a
sentar ao seu lado. Ele me secava, olhava descaradamente para os meus seios,
passava a mão em minha perna, estava quase me agarrando ali na frente do meu
maridinho. Me levantei e sentei ao lado do meu marido, fingindo nada ter
acontecido. Carlos continuava me secando, não tirava os olhos de mim. Meu marido
estava animado, tinham fechado um grande negócio, estava mais próximo da promoção e
o seu chefe estava em sua casa bebendo com ele. A bebida (ele sempre foi fraco para
beber) fazia com que meu maridinho falasse pelos cotovelos. Carlos falava pouco e
já nem disfarçava, passava a mão em seu pau, por sobre a calça, olhando fixamente
para mim. Parecia estar me comendo com os olhos. Sentia minha bocetinha molhadinha,
meu maridinho bêbado, falando sem parar, o chefe dele me secando, passando a mão em
seu pau... Eu não estava agüentando mais e me levantei dizendo que ia até a cozinha
para buscar mais gelo. É lógico que o Carlos veio atrás, nem bem entrei na cozinha
e ele foi logo me agarrando, me prensando contra a parede e me dando um beijo
safado. Sua língua invadia minha boquinha enquanto suas mãos passeavam pelo meu
corpinho. Seu pau, duro como pedra, parecia querer rasgar a sua calca. Tentei
reagir àquela investida inesperada mas ele era muito forte, me segurava pelos
braços e me obrigava a beijá-lo. Aquilo me deu mais tesão ainda e passei a
colaborar. Eu me abria toda e sentia seu pau roçando em minha bocetinha, ainda que
escondido pela calca podia adivinhar que era de um tamanho fora do normal, parecia
um braço me cutucando, duro como rocha, potente... Era tudo que eu precisava
naquela noite. Carlos me segurou pelos pulsos, abrindo os meus braços, me
encostando na parede e caiu de boca em meus peitinhos. Ele lambia meus seios e
mordia meus mamilos como um selvagem faminto (por sexo) me levando a loucura mas,
lembrei que o meu marido estava na sala e, num gesto rápido escapei das mãos do
Carlos, peguei o gelo e voltei para sala. Meu marido continuava a falar sem parar,
o Carlos mais do que nunca só olhava pra mim. Tratei de arrumar uma maneira de Ter
aquele homem pra mim. Criei coragem e falei para o meu marido convidar o seu chefe
para dormir em casa, argumentando que ele tinha bebido demais para dirigir. Meu
marido, apesar de estar bêbado, concordou comigo e ofereceu o quarto de hóspedes ao
seu chefe. É lógico que o Carlos concordou na hora e olhando fixamente para mim,
disse: - Vou aceitar porque eu realmente não estou em condições de sair daqui,
assim neste estado. E se vocês não se importam, eu gostaria de tomar um banho e me
deitar agora. Entreguei uma toalha a ele e fui preparar o quarto de hóspedes. Meu
maridinho veio até a mim e agradeceu por eu estar sendo gentil com o seu chefe. Mal
sabia ele que as minhas intenções eram outras... Mandei meu maridinho tomar um
banho e me esperar no quarto, enquanto eu terminava de fazer a cama do nosso
hóspede. Me demorei propositadamente até o Carlos chegar. Assim que me viu agarrou
meus braços e me deu outro beijo de tirar o fôlego, me jogou na cama e partiu para
cima de mim. Pedi a ele para esperar até meu marido dormir mas... Ele se levantou,
deixou a toalha cair e me mostrou o seu pau dizendo: - Olha como você me deixou!
Você só sai daqui depois que eu gozar. Chupa! Nem precisou mandar 2 vezes, ajoelhei
no chão do quarto, peguei aquela tora com as duas mãos e comecei a passar minha
língua naquela cabeçona inchada. O Pau dele não era tão grande assim, devia ter uns
18cm mas era muito grosso, um exagero em grossura, exatamente como eu gosto.
Passava minha língua no saco dele e ia subindo até chegar na cabeçona daquela pica
gostosa, abria bem a boca e tentava engolir o pauzão do Carlos, mas era muito
grosso e só cabia a cabeça do pau dele dentro da minha boquinha gulosa. Ao mesmo
tempo, eu punhetava o mastro dele com as duas mãos. Não demorou mais do que 5
minutos para eu sentir os jatos de porra quentinha dentro da minha boca. Quanta
porra! Quase engasguei, mas bebi tudinho, deixando aquele pau maravilhoso limpinho.
Sai apressada, deixando o meu novo amante descansando, recuperando as energias e
fui até o meu quarto. Encontrei o meu maridinho roncando, dormindo a sono solto,
tentei acordá-lo mas, ele realmente dormia o "sono dos cornos", deixando a sua
esposinha livre para gozar com outro homem. Nem perdi tempo e voltei para o
chefinho dele, disposta a dar a ele o melhor "tratamento" possível. Carlos estava
nu, a visão do seu pauzão, mesmo mole, acendeu meu fogo. Tirei a camisolinha, a
calcinha e fui pra cima dele, beijando-o da cabeça aos pés. Sua pica deu sinais de
vida e ficou completamente dura, novamente chupei gostoso, como se fosse um
delicioso picolé gigante. Ele me virou, abriu minhas pernas e meteu sua língua em
minha bocetinha. Gozei uma, duas três.sua linguinha brincava com o meu clitóris.ia
fundo em minha bocetinha.cutucava o meu cuzinho. Como ele me lambia gostoso! Eu
gemia como uma cadelinha e já estava implorando para ele meter a pica dele em mim.
Eu dizia: - Por favor, come minha bocetinha!!! Eu quero sentir você dentro de
mim!!! - Calma putinha!!! Que foi? Teu maridinho não come você direito? É por isso
que você chifra ele? - Sim! Sim! Ele não sabe meter, o pau dele é muito pequeno pra
mim. Gosta de pau grande, não é? Então toma. E meteu aquela picona grossa de uma só
vez em minha bocetinha. Gritei tão alto que fiquei com medo de acordar meu
maridinho e a todos os vizinhos. Seu corpanzil pesado sobre mim seu pau entrando e
saindo de dentro da minha bocetinha, suas mãos fortes apertando os meus seios...
Gozei mais um monte de vezes ouvindo ele me chamar de putinha, cadelinha, vaquinha
dizendo que agora eu era dele e ia fazer tudinho que ele quisesse fazer comigo. Ele
deitou-se de costas, com aquele pauzão apontando para cima e me mandou sentar nele.
Agora eu me movimentava livremente, subia e descia violentamente sobre o pau do
Carlos, estava super excitada, minha bocetinha ensopada fazia com que aquele mastro
grosso deslizasse sem nenhuma dificuldade para dentro de mim, rebolando gostoso fiz
aquele macho tesudo gozar dentro de mim, inundando minha bocetinha com o seu
esperma, fazendo com que eu tivesse outro orgasmo maravilhoso. Ainda estava
ofegante quando ele me colocou de bruços e meteu sua língua no meu reguinho,
explorando meu cuzinho enquanto me dava tapinhas no bumbum. Se tem algo que me
deixa completamente submissa a um homem, é levar tapas na bundinha. Gosto de ser
dominada, gosto que me tratem como uma putinha safada, gosto de ter um macho me
dominando, mesmo que pra isso ele use de alguma violência. Empinei minha bundinha e
recebi seus tapinhas com gemidos, rebolando de leve, dando sinais de aprovação. As
investidas de sua língua em meu cuzinho apertado foram aumentando a intensidade,
assim como os tapinhas se tornaram verdadeiros tapas, estalando em meu bumbum e
fazendo com que meu gemidinhos se transformassem em gritos de dor, tesão e prazer.
Ele me pôs de quatro e ajoelhou-se ao meu lado. Colocou o pau dele me minha boca,
segurou meus cabelos com uma das mãos e com a outra continuou a me bater. A cada
tapa eu gritava, mas meu grito era silenciado pelo seu pau que, aproveitando que
minha boquinha se abria mais, era enfiado até minha garganta, com violência. Minha
bundinha estava ardendo... O pau dele mais duro do que pedra, minha bocetinha
ensopada... Eu rebolava, gemia, gritava, chupava, apanhava e gozava. Estava gozando
com o pau do chefe do meu marido em minha boca, tendo minha bundinha espancada
pelas suas mãos. O que mais me excitava era o que ele dizia: - Tá gostando, putinha
safada? Coitado do seu marido! Será que ele sabe o quanto você é puta? Faz tempo
que eu quero comer o seu cuzinho, vou encher seu rabinho com minha porra e você
nunca mais vai esquecer disso. Ainda de quatro, ele se posicionou atrás de mim,
agarrou minha
cintura, posicionou seu pau na entrada do meu cuzinho e forçou. O pau dele era tão
grosso que a cabeçona não queria entrar. Ele fazia força, me puxava, mas não
entrava. Ele ficou nervoso e voltou a bater em minha bunda, mais forte que antes,
me xingava de vagabunda, mandava eu empinar a bunda e forçava. Eu não conseguia
ficar parada, quando o pau dele começava a entrar sentia uma dor imensa e fugia.
Ele foi ficando mais bravo, estava enfurecido. Segurou firme em minha cintura e foi
me puxando ao mesmo tempo que empurrava sua pica. Comecei a me debater e gritar,
fazendo um verdadeiro escândalo, mas não adiantou. Numa estocada firme e certeira o
pau dele entrou, inteirinho, em meu cuzinho, arrombando completamente o meu
rabinho. Ele ficou imóvel por alguns instantes mas logo começou a socar, socar,
socar... Cada vez mais forte. Tirava quase tudo e voltava a enterrar no meu
cuzinho. Eu estava gozando tanto que não conseguia fazer outra coisa além de gemer.
Ele me puxava pela cintura de encontro ao seu corpo, com tanta violência que
parecia querer me partir ao meio. Eu sentia meu cuzinho sendo rasgado pelo seu pau.
A dor que eu sentia só não era maior que o prazer daquela "curra". Carlos estava me
proporcionando prazer, muito prazer, do tipo que uma putinha como eu estava
precisando. A todo tempo ele me xingava e me provocava, falando que ia contar pro
meu maridinho que ele era corno, que a esposa dele gostava de dar a bunda pro
outros, que ia espalhar para todos na firma que tinha me comido... Isso aumentava o
meu tesão, pensava no meu maridinho dormindo em nosso quarto enquanto eu estava
levando aquela picona na bundinha. Ele gozou forte em meu cuzinho me levando a um
último orgasmo. Caí, meio desfalecida, exausta de tanto gozar, com o meu macho
sobre mim, seu pau pulsando e expelindo as últimas gotas de esperma dentro do meu
cuzinho. Que sensação maravilhosa é sentir o pau grosso de um macho, pulsando
dentro do cuzinho! Estava satisfeita, realizada e completamente arrombada. Fui
cambaleando para o meu quarto. Meu marido nem tinha se mexido, ainda dormia, alheio
ao cheiro de sexo que meu corpo saciado exalava. Tomei um delicioso banho,
acariciando minha bocetinha e o meu cuzinho, arrombados pelo chefinho do meu
maridinho. ==================================================================== O
Bonitão de Olhos Azuis Renato, o mineirinho Foi numa segunda-feira de dezembro que
ele apareceu pela primeira vez. Estava muito quente e uma chuva de verão espantou
todo mundo das ruas naquele final de tarde. A oficina já estava vazia e eu me
preparava para fechá-la quando um carrão parou à porta. "Porra, logo agora que eu
ia fechar", pensei meio puto. Ele então abriu a porta da caminhonete e veio
correndo para dentro da oficina, procurando se esconder da chuva. - Boa noite! -
disse ele. E foi quando eu o vi melhor, sentindo que ali estava o homem que mudaria
a minha vida. Com quase dois metros, era um verdadeiro deus grego perdido nos
trópicos. Moreno, tinha cabelos negros, selvagens e muito bem cortados. Um par de
olhos azuis me chamou a atenção para a raridade do espécime à minha frente. Só
acreditei que ele realmente existia quando ele falou outra vez. - Meu carro está
com um barulho estranho. Poderia dar uma olhada rápida? Um amigo foi quem te
recomendou... - e me deu uma olhada de cima em baixo, como que checando um material
posto à venda. Ainda sem acreditar naquele monumento à minha frente, tentei
balbuciar algumas palavras, já entendendo o que na verdade ele queria: a minha
vara. Meus 22cm eram famosos nas redondezas e não era a primeira vez que um cliente
me procurava para um "servicinho" especial. Mas com certeza seria a primeira vez
que eu faria a felicidade de alguém tão bonito. Metido naquele terno moderno e
cheirando a perfume importado, o bonitão de olhos azuis me acendeu logo um fogo no
meio das pernas. Estava ainda com meu velho macacão sujo de graxa e meu cacete
começava a fazer volume dentro dele, já que não costumo usar cueca. - Tudo bem,
doutor! - falei, encarando ele também de cima a baixo e passando a mão no meu saco
para ele entender melhor ainda o recado - Põe o carro para dentro que a gente dá um
jeito em qualquer problema que o senhor tiver... - Não, agora não posso. Estou com
a minha mulher e temos um compromisso. Eu volto amanhã, ok? - e dizendo isto, foi
embora deixando um rastro perfumado no ar e eu com uma cara de babaca. "O sacana é
casado", pensei. "Melhor ainda. O meu tesão é dobrado quando sei que o cara tá
traindo a mulher para levar uma pistolada minha no rabo. Amanhã eu me dou bem". O
bonitão de olhos azuis não demorou a voltar no dia seguinte. Deve ter deixado a
mulherzinha ainda dormindo quando chegou na oficina, bem cedo. - Bom dia. Eu estive
aqui ontem e ... - Tô sabendo, doutor! - fui logo cortando e mostrando que eu é que
mandava dali para frente. - Deixa o carro aí que os rapazes dão uma olhada.
Enquanto isto, vamos lá pro meu escritório para a gente acertar uns detalhes.
Sentia que ele estava com medo. Medo e tesão, claro. Não era do tipo que anda com
pessoas como eu, mas era o tipo de gente que vivia desejando ter um homem como eu
na cama: forte, rude; um analfabeto, mas um macho de verdade, sem vergonha de nada
e com uma vontade danada de foder com todo mundo. Deixei ele ir na frente,
admirando um pouco mais aquela bundinha delineada por um jeans apertado. "É hoje
que boto este filhinho de papai no lugar dele!", pensava. "Agora este burguesinho
da porra vai ver quem é que manda. Meu cacete vai arrombar esta bundinha que ele
vai sair daqui é de quatro". Meu escritório é pequeno, mas tem um quartinho na
parte de trás bem ajeitado, com uma cama de casal e um banheirinho. Gosto de ter do
bom e do melhor na minha cama. Mesmo para foder estes carinhas. Os dois rapazes que
trabalham comigo sabem do que gosto e quando fecho a porta do escritório, não me
interrompem pra nada. Afinal de contas, quem manda aqui sou eu! Entramos - eu e o
bonitão de olhos azuis, que se chamava Alex - e tratei de passar a chave na porta.
- Pois é bonitão, quer dizer que tá precisando dos meus serviços, né? - E fui
chegando perto dele, passando logo a mão naquela bunda maravilhosa. - Ouvi falar
que sabe mesmo dar um trato num cara, é verdade? - perguntou o bonitão, afastando-
se um pouco de mim, talvez com medo da minha vara. - É isso mesmo. Chega mais e
pega no meu cacete, cara! - disse, abrindo o meu macacão e tirando para fora uma
lingüiça grossa e grande, ainda mole, mas impressionante.
A visão da minha vara assustou o burguesinho, mas mesmo assim ele estendeu a mão e
tocou de leve meu saco, pegando com cuidado minhas bolas. Enquanto olhava direto
nos meus olhos, suas mãos acariciavam meu saco de forma gostosa. Com a outra mão,
passeava pelo meu peito peludo. Confesso que fiquei admirado com sua delicadeza e
aqueles olhos azuis, penetrantes, me deixaram um pouco sem ação. Seu sorriso branco
na pele bronzeada era lindo demais. Nunca mesmo tinha estado com um homem bonito
assim tão perto de mim. - Você é um homem e tanto, cara. - disse ele, passando a
língua nos meus mamilos. Quero te ver peladinho. Tira o teu macacão todo, vai. O
jeito educado dele pedir me deixou desconcertado. Acostumado a lidar com homens
rudes durante todo o dia, estava descobrindo algo novo com aquele bonitão. - Vamos
para o quartinho. Lá é melhor para a gente foder legal, cara - e pegando a mão fina
do rapaz, fomos para o quartinho do lado do escritório. Entrando no quarto, comecei
a tirar o macacão e foi quando algo surpreendente aconteceu. Alex estava atrás de
mim e aproveitou que estava me despindo para me agarrar com força. - Que isso,
cara? - gritei, já sentindo seu pau duro roçar na minha bunda. - O macho aqui sou
eu! - Fica quietinho, mecânico de merda. Eu sou bonitinho, mas não sou otário.
Vamos ver quem é que manda mesmo aqui! O cara não tava brincando. Por trás daquela
elegância e corpo delgado, tinha um puta lutador que sabia imobilizar um cara forte
como eu. Tentei sair, mas quanto mais lutava, mais ele me prendia, ao mesmo tempo
em que beijava minha nuca e dizia um monte de sacanagem no meu ouvido. - Isto,
cara, vamos ver se é macho mesmo. Sou eu quem vai atolar minha vara no teu rabo,
sua putinha .... Vai, tenta sair dos braços do teu macho...Vadia! - Sai pra lá,
viado. Eu sei que você veio aqui só para me dar este teu cuzinho perfumado. Relaxa
e deixa eu tomar conta de você, seu babaca. Mas, eu começava a gostar daquela
brincadeira. Já tinha dado meu cu uma vez, há muito tempo, quando ainda era
adolescente, mas não pensei que iria fazer isto outra vez. A voz daquele bonitão no
meu ouvido, sussurrando sacanagem e roçando cada vez mais forte o pau nas minhas
costas foi me excitando de uma forma que nunca imaginei antes. E foi então que
comecei a relaxar, mas sem deixar que ele percebesse. Fazia parte de um jogo e
resolvi eu mesmo comandar tudo. - Você não vai me comer não, seu filhinho de papai.
Você ainda não é homem para isto - instiguei o rapaz. - Ah, é mesmo? Vamos ver
então, seu pobretão. Dizendo isto, Alex me empurrou para a cama, caindo deitado em
cima de mim. Ainda segurando minhas mãos, por trás, lambia minhas orelhas, mordia
meu pescoço e forçava seu pau ainda mais na minha bunda. - Fica quieta, sua puta,
que eu vou te soltar. Se você tentar fugir eu acabo contigo. Fiquei quieto, então.
Tanto o bonitão quanto eu estávamos suados pois me segurar não era nada fácil. Aos
poucos, ele foi me soltando e embora tenha tentado fugir à princípio - puro
fingimento! - deixei ver até onde aquele cara gostoso ia. Eu já estava com meu pau
também muito duro de tesão e queria mesmo era entrar na vara daquele bonitão que
agora começava a fazer carinho em mim. Suas mãos tinham prática. Uma delas segurava
com força a minha cabeça encostada na cama, enquanto a outra alisava minha bunda,
subindo e descendo meu rego, às vezes indo por baixo e pegando meu saco com
vontade. Sua boca não ficava parada e percebi que ele gostava de suor de um macho.
Sua língua deslizava por minhas costas, mas volta e meia parava debaixo do meu
braço e lambia meu sovaco com vontade. - Isto, porcão, deixa eu limpar teu sovaco
gostoso. E Alex enfiava o nariz e gemia cada vez mais. Eu também, claro. Vi que não
ia me agüentar por muito tempo e acabei pedindo arrego. - Aí, bonitão, deixa eu
chupar este teu cacete! Ele levou um susto com o pedido. Ou pelo menos fingiu levar
pois em matéria de sexo, os dois sabiam bem o que queríamos e entre quatro paredes,
nada surpreendia: o importante era o prazer que um estava dando ao outro. E que
prazer... - Eu sabia que o mecânico gostava mesmo de um cacete - disse Alex rindo e
soltando minhas mãos. Num gesto forte, me virou de uma vez e sentou-se com as
pernas abertas em cima da minha barriga. Ainda estava de jeans mas o volume do seu
pau era grande sob a calça. - Abre minha calça e dá uma mamada gostosa no meu
pinto, seu puto! - ordenou. Não pensei duas vezes. Abri logo sua calça e por trás
de uma linda cueca de seda, sua pistola apontou para fora. Peguei com vontade
aquele mastro e puxei para fora também seu saco grande. - Isto mesmo, safada. Agora
enfia esta vara na boca e chupa até os bagos, minha putinha. Alex sabia como fazer
um cara enlouquecer. Com aquele jeitinho de filhinho de papai, mandava mesmo no
mundo. Abri a boca com vontade e ele forçou seus quadris para frente, enfiando seu
pau na minha boca. - Tá gostoso, minha puta?.. Isso...suga tudo....ahhh....viado
gostoso... Quanto mais ele falava, mais eu ficava excitado. Enquanto lambia e
chupava tudo o que podia daquela pau maravilhoso, que não ficava nada a dever aos
meus 22cm, eu batia uma punheta no meu pau com uma mão, enquanto com a outra,
alisava a bundinha firme de Alex . Ele gostava mesmo de sacanagem e rebolava de
tanto prazer. - Agora chupa meu cuzinho, sua vadia. Quero ver se é macho de verdade
mesmo, gritava Alex.. Era o que eu mais gostava de fazer. Ele chegou o corpo ainda
mais perto de mim e praticamente sentou-se na minha cara. Sua bunda era cheirosa,
com uma mistura de sabonete fino e de cu de macho. Estendi minha língua para fora e
deslizei ela primeiro do saco até a portinha do seu buraco. - Que delícia...isso,
safado....me faz gemer, vadia!....Me fode com tua língua de macho... E eu
punhetando... Não agüentando mais, Alex saiu de cima de mim, virou-se e caiu de
boca no meu caralho, fazendo um 69 espetacular. - Isso, bonitão, mama esta vara
gostosa também... Quero ver você tirar leite dela, filhinho de papai da porra -
disse.
Nós dois ficamos nesta posição deliciosa por um bom tempo. Ora Alex chupava meu
caralho, ora meu saco. Eu também revezava entre sua pistola magnífica e seu saco
grande e delicioso. A gente gostava mesmo daquilo e enquanto um mamava na vara do
outro, nossas mãos passeavam por bundas peludas e firmes, enfiando um ou dois dedos
no cu do outro. Eu adorava tudo aquilo e quanto mais ele sugava meu pau, mais eu
enfiava o nariz e a língua no cu dele. - Mecânico fodido, eu vou te comer e é agora
- disse Alex em determinado momento. Não deu tempo para eu fazer nada e com um
movimento rápido, ele saiu de cima de mim e me virou de bruços na cama. Claro que
fiquei relaxado. Naquele momento, o que eu mais queria era mesmo ser comido por
aquele bonitão de olhos azuis. - Então vem logo, bonitão. Mostra que é macho pra
valer e enfia esta vara bem fundo no meu cuzinho. - Você quer mesmo, safada? Quer
ser minha fêmea, né safado? Alex alisava minha bunda com violência, forçando a
abertura das minhas pernas. Senti quando deu uma cusparada na portinha do meu cu e
espalhou aquele cuspe gostoso com os dedos. - Agora você é meu, cachorro! - gritava
o bonitão. Ele não estava mesmo para brincadeira. De uma só vez, encostou a
cabeçorra do seu pau na portinha e foi entrando com aquele mastro dentro de mim,
sem pena nem dó. - Puta que pariu, Alex, vai devagar! Tá pensando que eu sou o quê,
porra? - Você é minha mulherzinha agora, pobretão. - e enfiava mais e mais fundo
aquele caralho - Você tá a fim mesmo desta minha pistola, não tá? Tô sentido... seu
cuzinho tá piscando, viado.... E não é que o danado estava certo? Meu cu piscava
sem parar Quanto mais eu gemia de dor, mais prazer e tesão eu sentia com aquele
macho me cavalgando. Eu era mesmo a sua puta e ele sabia abusar de mim: com força,
com seu jeito rude e ao mesmo tempo, tão fino de macho rico. - Tá gostando, seu
safado? - Me fode, Alex... Aahhh....Vai mais fundo, caralho...Enterra esta jeba
toda no meu cu, bonitão. - Isto mesmo, vadia...Ahhh... que cuzinho delicioso...
adoro cu de macho, cara....Isto, aperta para meu pau varar teu cu com mais
vontade....Ahhh... A brincadeira ia neste entra e sai gostoso sem fim. Enquanto me
fodia, Alex lambia minhas costas e vez ou outra, me beijava gostoso, deixando eu
chupar sua língua e sugando a minha com força num beijo molhado e safado. - Cara
num tô agüentando mais... Ahhh Eu acho que vou gozar... - gemia o bonitão. - Então
vamos, cara... eu também não tô agüentando... Alex tirou seu pau do meu cu, me
virou para ficar de frente a ele e nós dois ficamos batendo punheta numa velocidade
de quem estava mesmo para gozar. - Vamos, cara, goza que eu quero ver... goza... -
pedia ele com aqueles olhos azuis em cima do meu pau. - Que tesão, bonitão... eu...
não tô agüentando... eu.... vou gozar... ahhhhhhh. E acabamos gozando os dois
juntos. Jatos de porra do meu pau foram parar no peito e no pau de Alex, enquanto a
porra quente que saía daquela vara maravilhosa melecaram minha mão, barriga e
peito. Foi uma delícia e depois de apertar nossos paus até sair a última gota
daquele leite grosso, demos um longo beijo, colando nossos corpos molhados de suor
e de porra. - Agora, mecânico, você pode dizer quem é que manda aqui... - disse ele
num daqueles sorrisos lindos. - Eu tenho quem comer, mas daqui pra frente, macho
mesmo para mim, só você, bonitão. Depois disto, Alex voltou sempre à oficina, para
um "servicinho" especial. Algumas vezes, deixava a mulher no carro esperando
enquanto eu ficava no escritório mamando aquela vara maravilhosa que mudou minha
vida.