Você está na página 1de 2

Traumatologia

Lesões:
Preto – Do início ao 3º dia
Azulada – Do 4º ao 6º dia
Esverdeada – Do 7º ao 12º dia
Amarelada – Do 13º ao 21º dia
Desaparecimento – Depois do 22º dia

Sinal de Strassmann ou Carrara – martelada na cabeça (pequenos circulos na regiao afetada)


Sinal de Fisch – onde o projetil perfura forma orla de escoriações (zona de enxugo)
Zona de tatuagem – pólvora que se aloja na pele
Zona de esfumaçamento – é a mais periférica de todas
Sinal de Werkgaertner – marca quente da boca do cano no tiro encostado
Sinal de Hofmann – orifício irregular, denteado, formado pelos gases no caso de tiro encostado
Sinal de Bonnet – Orifício de entrada em forma de funil com diametro menor que o projétil.

Queimadura de primeiro grau – eritema – sinal de Christinson


Queimadura de segundo grau – bolhas – sinal de Chambert
Queimadura de terceiro grau – plano muscular – cicatriz chamada sinéquias
Queimadura de quarto grau – carbonização do plano ósseo

Eletricidade natural: Fulguração (raio que não mata) – Fulminação (raio que mata)
Eletricidade industrial: Eletroplessão (lesões) – Eletrocussão (morte)

Energias químicas: cáusticos (externa) – venenos (interna)

Hipóxia – pouco oxigênio


Anóxia – ausência de oxigênio
Modificação do meio – confinamento; soterramento; afogamento
Obstrução das vias aéreas – enforcamento; estrangulamento; esganadura
Impedimento da expansão toráxica – sufocação indireta; afundamento do tórax
Paralisação dos músculos – paralisia espástica (eletroplessão; estricnina); paralisia flácida (curare)
Parada respiratória – eletroplessão; traumatismo crânio-encefálico
Paralisia central – depressão do sistema nervoso central (tóxicos)

Sinais de asfixia:
Manchas de hipóstase – sangue que se precipita pela gravidade (1 a 2 horas depois da morte)
Cianose – roxidão no rosto
Equimose – mancha na pele e nas víceras (no pulmão chama-se manchas de Tardieu – acúmulo de
sangue nos capilares pulmonares pelo aumento da pressão).
Sangue não coagula – inchaço de órgãos como figado

Sinais externos de afogamento:


Baixa temperatuda da pele
Pele anserina – sinal de Bernet
Contração das partes do corpo – mamilos, saco escrotal, clitóris
Maceração da pele palmar e plantar
Máscara equimótica – rosto preto devido a quantidade de sangue acumulado
Cogumelo de espuma – espuma branca e rosada que sai dos orifícios
Lesões por animais aquáticos

Sinais internos de afogamento:


Inundação das via aéreas causando inchamento dos pulmões – sinal de Brouardel
Manchas de Tardieu – pequenas manchas no pulmão causada pelo rompimento de capilares
Manchas de Pautalf – processo de afogamento demorado com manchas pulmonares maiores
Presença de liquido no aparelho digestivo e na trompa de Eustáquio

Cadáver afunda nas primeiras 24hs, depois flutua devido a formação de gases
Certeza de afogamento – análise da aurícula direita e esquerda do coração – sangue mais diluído na
aurícula esquerda
Enforcamento – Sinal de Amussat (sulco da corda, hemorragia, fratura da cartilagem, ruptura dos
vasos, nervos achatados e secção da artéria carótida).

Tanatologia:
Após 12hs, fixação das manchas hipostáticas
Lei de Nysten – contratura muscular começa da cabeça para os pés, e relaxamento também.
Putrefação – início com a fase cromática, depois gasosa ou enfisematosa (gases e alcool etílico –
dias após a morte) e terceira fase coliquativa (liquefação tecidual), e última fase, esqueletização
Maceração – putrefação atípica causada por perturbação do meio (cadaver imerso em meio líquido
– séptica: imerso em rios e lagos; aséptica: imersa no útero).
Mumificação – solo com alta concentração salina, ou locais quentes e secos.
Saponificação – transformação da gordura corporal em sabão (adipocera) – ocorre em cadáveres
obesos, grávidas eu quando imersos em solos argilosos
Outros fenômenos conservativos: Refrigeração, corificação (couro), fossilização, petrificação.