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SENADO FEDERAL
:a:Z!iZ
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'T8rG6irac~Bssão na Quarta lB~islatnra ao' Con~r888o Nacional

. lOS" srssà o EM 1 DI,,; NOVEMBRO DE 1'02 o SI'. 2° Secretarfio (se1'vinclo de


1°) declara que nãoha expediente.
P ..~~Hencia dos Srs. J. Catunda (to Secl'e'a-
do), A/barlo GonçalDas (2°' SacI'alaria) e o :;;;r. ~o Secretal'io (servindo dl1
Pinheil'o lIIac1llldo (Vica-Prasid(;nle). 2°) decla.ra que não' h'l. p'lT'000res.

.A' meia. hora. depoi;; do me:o-dia abre-se a São successivamente lidos, apoiados e vão
imprimir para entrar na. ordem dos tra.·
slls:!ão a. que concorrm os 81'S. Senadores: abalhos, os seguint~s projectos, que so acha-
Pinhei'oMachado, J. Catunda, Albedo Gon- vam sobro a. mesa para cumprimento do
çalves, Generoso PLlnce, He!1pique Coutinho, triduo regi mental:
. Cons~antinoXery, Joaquim Sarmento, Ma.no-
el Barata, Lauro Sodl'é, Benedicto Leite, Go-
mes de CastrLl, Alvaro Mendes, Nogueira N. 24-19ú2
Pltranaguâ, PiL'es Ferreí'ra, João "CJl'deIro,
Bezerril Fontenelle, José Bernardo, Ferreira ALr::OOL!BMO
Chaves, Almei~la. Ba.rreto, AI varo Machado,
Abdon Milancz, Herculano Bandeira, José o Congresso Nacional decrJta :
Marcollino, 8igislllundo Gonçalves, Manoel
Dúarte, CLle:ho e Camp:Js, Virgílio Damasio, Art. 1. ° São expressamente prohibidos o
Arthur Rios. Siqlloira Linn, Martins 'Torros, fabrico o a venda de toda a -bebida alcoolica.,
. Ba.ra',a Ribeiro, TllOmaz Deltlno, Bueno Bran- natural ou artificial, feita de uvas ou outrai
dão, Folici:100 Ponna, Gonçalv~s Chaves, substancias. provinda ou não, directa ou in-
)oaquim lIa Souza, Rudri~_Ja.rdim, Lro- directamente, da fermentação, em cuja com-
poldo do Bulhões, MetclIo, Vic8nm Mach1.do, posição a analyse verificar a existoncia 11:J
_GlIstaro Richard e Julio Frota (4\'). qualqüer corpo que haja sido ou venha a. seI'
rccqnhecido prejudicial â sande e nomeada-
Deixf\m do cJmparecer com causa parlici, iU~~íte a existencia de alcoals superiores 011
pada os S:'8. Jonathas Pe.1ros'1. Justo Cher- de"má. qualidade, de acido borico, salicyliC()
mont, Dclfort Vieira, Pcdru Velha, B. de ou picrico, de sultitos, fiuoratos, fiuosili-
Mendonça Sobrinho, Gome8 Ribeiro, Marti-. catos alcalinos, alumen, saccharina; de es·
nho Garcçz, Leandro Maciel, .Ruy Barboza, troncio, ar;;enico, mercurio, zinco-, estanho,
Cleto Nunos, Rangel Postana, M"Jlocl de chumbo, cobre, antimonio, baryo, sob qual~­
Queiroz, Lop3s Trovão, Moraes Barros, Paula quer fórma, de essencias preparadas com
Souz:J, A. AZll'edo, Brazilio da Luz. Herci- etlJOres da serie graxa, de corantes derivado:::.
lio Luz, Lauro Müller e lbmiro Ba"ceIlos do carvã.o de pedra, de colchico, coloquin-
(20), . tidas, alóes, absyntho, nux-vomica, de picro-
EI li :a, posta em discusdão e sem dóbate toxyml, de aldehydos, furliIrol, acido. aceticll
approva1a a acta da se:;são anterior. e mais impurezas venenosas ácima. da cUra,
Senado V. UI i
ANN AES DO SEN Abo
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global de tres gra.mmas por 1.000 grs. de trodnctores ou vendedores n'l penalidade do
alcool a 1000 ou 1 grammn. e 50 centi- paragrapho unicodo art. l°.
grammas das mesmas por 1.000 grs. de , Art. 4.° Os commerciantes e fabricantes
alcool a 50° e de sulfato de potassio na razão de bebidas alcoolicas deverão fornecer á
de mais de 2 grammas por cada litr9 de autoridade competente amostras das ditas
vinho. bebidas que tiverem nos seus estabeleci-
Paragrap"ho unico. As bebidas alcoolicas mentos,. Rempre qUJ eUas 1he.3 forem ofli-
que contiverem as snbstancias alludidas ou cialmente eXigidas para serem submettidas á
nomeadas no artigo supra, incluindo os vi- anlllyse.
/. nhos artificiaes que, sem prejuizo mesmo Art, 5.° Serão suspensos e, na primeira
para a saude, forem fabricados e postos á reincidencia, demitt.ldos, com inhabilitação
venda como vinhos naturaes, serão inuti- para o exercicio de qu::tlquer cargo publico,
lizadas; e acarretarão a multa de 500$000 federal, estadual ou municipal,-os funccio-
ao seu fabricante ou vendedor na primeira narios encarregados do despacho ou fi~cal1za­
infracção, a multa de 1: 000$ e seis mezlls ção de bebida, alcoolicas,e5trangeiras ou na-
de prisão na segunda e, na terceil'a, a multa cionaes. que ,por qualquor meio, as eXimirem
de 2: 000$ e um anno de prisão,como tambem da analyse,-os funccionarios das repartições
a prohibição de fabricar ou vender, em sanitaria~ que approvarem fórmulas de be-
.qualquer parte do. territorio ·nacional,be- bid';,s alcoolicas que a analyse venha a verí-
bid.as alcoolicas, por si (li.:' associadamente, ficar qlle são nocivas á sallde e-os fllllCC~-O­
sob pena de so:tfrer dous annos de prisão e a narios dos laboratorios, a quem for confiada
apprehensão e venda, em hasta publica, a a an'dyse da bsbida alcoolica, que a. appl'o-
favor dos cofres publicas, de todas- as be- varem, incidindo elIa nas prohibições do
bidas, si forem innoxias, do material que art. l° o do arc. 2° e sau paragl'apho.
'. as contiver e dos apparelbos de fabrico. Art, 6.° Ai! bebidas alcoolicas de 21 gráos
Art. 2.° Excepto os vinhos naturacs e 03 parti. cima ficam sujeitas ao imposto progres-
champagnes, feitos de uvas, ficam expressa- sivo, estahelecendo-se a pl'ogressão sobre
mente prohibidas a importação e ventla de cada 5 gráos da bebida alcJolica.
todas as b~bidas alcoolicas de procedencia Art. 7.° Com a denoínin:.ção de imposto
estrangeira, sob pena de serem inutili- de to!erancia fica creado um impJsto annual,
zadaJ-as que contiverem os corpos alltididos sem cujo pagamento não serão permittidos
'ou nomeados no art. 1°, incorrendo o im- o fabrico e a venda a varejo de bebidas alcoo-
portador ou vendedor gradativamente na licas.
penalidade do parag1'apho unico do mesmo Paragrapho unico. Este imposto consti-
art. 1°, e-as que não. contiverem os flito~ tuirá uma aur,orização qlle só poJ.erá sel'
corpos vendidas com os materiaes em hasta usada por fabricas classificadas e, nos cen-
publica em favor dos cofres publico~. in- tros de população maiores de 2.500 almas,
correndo o importador ou vendedor grada- por botequins, confeitarias e billiare3 de la
tivamente nas prisões e prohibição tlo 'ci- ordem e pJr estabelecimentos especiaes quo
tado paragrapho unico do art. l°,. _ - serão creadus dentro da presente lei.
Paragrapho unico. Os importadores c vcn- Art. 8.° As fabricas de beb.das alcoolicas
dedores das bebidas cxceptuadas no arLigo p ,garão de impJSto de tolenmeia 5:000$, si
supra incorrerão gradativament.c na penali- fllnccionarem em centl'os de pJpuLação
dade do paragrapho unico do art. l°, não maiores do 2.500 almas; 2:500$, si funccio-
Só no caso em que ellas contenham os corpos na.rem em centros de população menores de
·alludidos ou nomeados .~no mesmo art. l°, 2.500 almas; 1:000$, si -funccionarem em
como tambem no caso eÜi/llle taes bebidas, zona~ suburbanas de população disseminada;
quando mesmo não contenliáih 0;,1 ditos cor- e nada pagarão si funccionarem em proprio·
. pos, sejam reconhecidas simplesmente arti- dad.es ruraes .
. ficiaes, devendo, porém, ser inutilizadas e Paragrapho unico. As fabricas de alcools
vendido o material em hasta publica, em destinados ás industrias· ficam sujeitas ao
favor dos cofres publicas, só depois de esgo- imposto de tolerancia, nas condições do ar-
·tado o prazo que, para as reexportarem, tigo supra.
houver sido marcado aos importa.dores p31a Art. 9.° Os botequim:, as confeitarias e
autoridade competent~. os bilhares, de pl'imeira ordem, do paragra-
Art. 3.° ,Sem prejuizo da analyse a que pho unico do art. 7°, bem como os eskLb.lle-
ficam sujeitas, todas as bebidas alcooliccts cimentos especiac3 do mesmo paragrapho, pa-
artificiaes- novas só poderão ser introduzidas garão o imposto de tolerancia, na proporção
no mercado depois de previamente appro- de 500$ para cada estabelecimento especial e
vada a fórmul<\ da sua composição peln. au- de 2:500$ para cada bilhar, cada confeitaria
toridade sallitaria, incorrendo gradativa- e cada botequim.
mente; no caso de transgressão, os seus in- § Lo Os lJOteluins, as confeitarias o oS

'," .
4 ANNAES DO SENADÓ

ouka origem que !lão seja. o caldo ou melaço Art. 2L QU':lIn embriagar a olttr,"1l1 com
da canna. o fim de o induzir ou exci ta.r á praticn. de
Art. 19. Os alcools desti narIos á. producç'Ko um crime ou coatravonção, além da perdn.
ria luz, do calor, da força motriz c mais fins do cominercin.r em qualquor p,u'to do tel'l'i-
industriaes. desde que nl,O sejam desnatu· torio n:Lcional, si ror proprietarlO ou gel'entJ
rados, ficarão sujeitos ao duplo dos impos~o, do ostabelecimenr,o de bebidas alcoolicas ou
quo pagam as b2bidé\s alcoolic:Ls resultantes suhstn.nCÍas inebrin.ntes,será punido,como au-
da distillaçào. . tor pl'.ncipa.! do crimo ou contrJ.venção prn.-
Art. 20, A embt'iagui:Jz sorá puni la CJm tic:vlos e, como cUll1plice, nos m;tis cri mos o
um mez de pris'lO e 25$ de multa e no duplo, contravooçõJs que o ebrio praticar,emquan-
em cada reincidencia., si o individw) que to ostiver sol) a. acção da embrin.guez.
estiver sob a. sua acção vexar a quem quer 25. A embriaguez, 'I uJ.ndo procUl'~·
'I uo seja ou otrender a moral pu 'jlica pJr daArt. nl pratica do cl'ime ou contra.venção,
meio de palavras e act0s.
Art·, 21. Em'luantj não houve:, estaboloci- btermill<1rá a appliclção do maximo da.
montas especiaes, o ebdo habitual será intel'- c, pJn:J. no cri mo ou contravenção praticados;
nado, pelo tempj nec 'ssariJ á CUl'a ou pJrJa ticJ. qun.ndo occ:asiol1al. a do minimo na pra-
do vicio, em a~ylo de alienados, si já esti\'er do mê dJ pt'imeil'j cI'imo ou contl'avanção, a
pl'ejudic:tdo d,L~' flculdi\des menta<>s, em lio nn. do segundo e a. do ma:timo .la
asylo de melld ig,)s, si fúr invalido e' em emborn. <to tercJiro c os m'ü~ que se [h" sJguirMll,
colnnia correccional, si tiver capacidade phy- s 'jam os crimes ou cOlltrn.venções do
sica p U"J. o traballlO . nn.tul'ezl diJIorente.
·Paragrapho UI1icú. A requerimento á auto- Art. 26. Quem decidir n.Iguem a consumir
ridade competente, o ebrio habitual poderá bebidas n.!cJolicn.s ou substancias inebeiantes
ser entl'eguea pess);), idJnea, pareúb ou niJ, SJl'á punido, n. cld'1 infl'.tcçlo, com 20$ de
que se rosponsabiliz) pela sua cura ou perda multa e um rnez de pl'isão. si pJ.ri1 n.q uo[Je
do vicio, evii.:tndo (I"e e:l~ S3 o:thiba em pu- fim llSlr de CJn vBes reitClrados, promes3as ou
blico em es'"arIo de embl'iaguez ou n:J.s crises outros mei03 bran-los c o consumidor embria-
.allucinatorias por ell:L determinadas, sjb g~rse; o CClm i1 multn. de 50$ a 100$ e
penl. no C'\8) de infracç'to, de pagi\r o 1'3- pri3iio d:l (lou;; a. sois meZJ~, quel' o consu-
sp)n~a.vol . 100$ do multa e ser o ebrio sub· midor ~Cl embriague ou uão. si usar do
mettido n.o regimen ostabolecido pelo artigú amJ \ças, intimid1.Ções ou outros moias vio-
supl'a. . lentos.
Art. .22. A embl'iaguJz. hn.bitun.1 cJnsti-
tuirácausa de incapacilade ju.'idica c no- sãoParagrapllO llnicJ. Além da multa e pri-
esb b310cido~ no artigo supra, o infractor
moadamente não sô de s2pll'ação. conjugal, sorá obl'ig'1do a pagar todo~ o, damnos que
como tambolll de i. I terJic~ão e pJrda do pa-
tl'Ío poder, a requerimento d(\, parte interes- o ebrio causar a si mesmo ou a outrem.
sada, ou eaJ.offic o quando provado que elIa Art. 27. Os qUJ apostarem a bobidn.s n.1-
impJde .o Individuo de a1ministl'.lr osse'lS COOliC1S ou substancias inebriantes, ou por
ben~, de provor á:; sun.; e á, nece:Jsidades auosta con';limil'em as ditas' bebidas e sub-
de sua famJia ou o torn~ um porigo para ót1.nchs, assim como 03 que sobre el13s
n.8 peSioas d 1 sua convivoncia. n.postn.rem, sJrão punidos Llom 20$ de mult~
Art. 23 .. Quem fornec3r bJbida:~ n.lcOJli- e um mez de p,'isão, si a aposb. ou o n.cto da
cas ou~.,ub.'Ítn.nciaJinebri:J.ntes a menor de cJnsumição fOI' praticado em particulai' o
. 16 ~nnos, a inJividllo que manife;Jtamente o~ apostador,"s ou cOllsumidores se apres:m-
solrrer das faculdn.deJ m'lntae'J ou já o;tiver taram em publico ombr[agn.dos; o com 50.$
em eJta10 de e:llbriagtnz com o fim provaria do multa. e dou:; m JZ:lS de prisão, si a
do o embriagar ou augment~Lr-lhe a ombria· a.posta ou acto da consumição for praticado
guez, sondo em particular, ou, sendo om 10- om logn.r froquoni'Ld.... pelo publico e quer os
gar frequentado pJlo publico, com ou S3m n.po;to1doro.'J ou cOJl':clmidores so embrin.guom
mesmo alluclle fim, incorrerá, <lo cn.d'1 ill- ou não.
fracção, na multa de 100$ a 1:000$ o Art. 28. O individuo que receber ordena-
nn. pena de seis mezes a. dous annos de pl'i- do ou sn.ln.rio dos cofres publicos será demit-
são, concorrondo como cÍl'cumstancia ag- tido administrn.ti vn.lllonte, com inhabili tn.ção
g'l'avante o facto de S)l' o fornecedor pro- para todos os empreg,)s de caracter omcial.
prietarío ou gorenta da e.stabalecimJnto das Sl se der á embriaguez habituJ.l, si por mo-
ditas bebidas ou substancin.s. tivo de embrin.guez, mesmo occasional, hou-
Paragrapho unico. Além dn. multa o pri- ver soffrid) prisão, ou si, em estado de em·
são estabelocid,ts no n.rtigo-supra., o infrn.ctor briaguez, entrar na repartição ou lagar do
será obrigado a pagar todo.> os Llamnos que trabalho, prejudicando ou nã;.) o serviço que
ç> ebrio causn.r a. si ou Do outl'em. lhe incumbe.
/.rt. 21!. Os pensionistas do Estado que se
......
N. 25- JD02
derem 4 ombriaguoz lu~bltual lml'ão em-nlficio
-submcttidos.4 intol•dlcçiio. ·· · TAD'AGEM E MENDICIDADE ,.
A1•t .• 30. O fmjlorto' das· multa• ostnbolcul-
·dns Jlolo nrt. lO o seguinte. sará J•ccolhldo :l , . : " ' · ·, ·····-
cnlxns cconomlcns fodot•nos iJ dostlnndo 4 O Cungro!"o Nnc.onnl •locrnta ,
· 'fundnçlio u· mnnutcnçlio do nsylos !!:"" n Al't. 1.• A vndlagcm constltuh•:l contt_ó..·
·cura. dos. Obi~io.; lln.bltuncs o tlotoilÇJUJ ·dos ·vonl)li.? qua.udo o .intUvit1uo· quo :L (llliL.. BO
'_·qüô'donll'o ollos forom incurnvols. · • · , entregar lhl•vnlldo.,/lilo tiver doinl"lllo·ccrto,
"' ·Pat'llfl'('&pho unlco. E1tos .·.sy:oa~ fió1wii.o rwm meiJs ~r·oprlos. do s4bM.011cl~ o Irou ver·
· sompr·o m1•o dos cont1•os. d~ populll\•ao o su, p:u;sndo inJUStiflc:ulamonto. m•l.~ · iló dous
joitos•nO·l'ogimon do trnbniho o {01lóriiô ro·· mozos som oxm·cJJ' nem 1>rocu1'D.' oecupri~ão ··
·' ~obor pensionistas. . . · ~ .' .. :.' ·' .hooostn o legal. . . · : .' ·,. ·"
·L, 'Al'l. 31. Todos os corpOI'a~oos .consUtnid&S .. , Art; 2.' A· m.1nrllciJndo conslitnil'lt· con·
.}101' poSSOILS idoDOlLII com o' nm d'O êo:ilbrLf.et• tt•a'von~.ão' 111mndo,. coin l'f'IJIU~OS 0111 niio para
o a.lcoollsrno SOl ilo considoruda.s' tlc' utllld:iUC ~o mnntor,- o -.Indi vlduo:.·n.. ''lltL so nntl•ogã.l',
puhli~, .. o,_os 'govci·~os mun·fhl pa.2.;,::~.;sto.1lu:ws ·noJo t.ot'lt3SO )Jrop:~lo·.,Jtl .à o' C?.~.t-t'01~,7 J~1: v~.~~~o
. o (cilora~s 11t~s' _Jhrn.~ as concossuoa: 'tt!O lh~s· \) doii:L us:u•. htthitunlnaon_tQ:o .. ·. · .· . · 1• ·'.
; _-pa;x_;pqçrqr_n ,l'f~Z~~\'çts .. o· lhes ._do.:•iio -fuJ•,;n.:,-l AJ•t. -3, 11 Os mf<ndigos. no. I- ya4I._os.t "~poca· ·
.. _pJJ.r~ os u_uxlhnt·cm no cumpt'imuutn ,!.;--.·.pi'O· ficados nos-dou::~J.wtlgo:1 RttJt.ra.,.~ol'no:Julgn.dos ....
. sente lei. · . · · .· · _ ·. peiaJuntn Cor~•oeoionnl, no· Dimlcto F:~dornl
.; .Art. 32 •. Rovol-(a.~·~o- as·- dl~poslçuO.i om o, nus·&tallo:J,. prlo juJz9 çonwo~ntot. P':~~
. .contrá_t,'io • .·· .. · · ,.-·· ..· ··._ ·.:· ~ ollos condomn:ulo~ tlli p.lna.c:;,sompt•n_·~_om
··· Sn.Ja.• dn.s'~Os.~iir\i 20 1{11 1111'oU tu lit't} 'dr'. 100()_ tt•ilbn.lho,-· d~ u~ n.. t1•_JS mozo.i do p_l'isn'!·.~tt.
lo~:~' Tt·oo1o '· ·· ' · · 1 _.... prlmclt•n. inJrac~n.o,:,Jo tro-'l:f:l. sois nra- seguna~
- • s·v• ( • . ' .. ·.. :'' ' J. " •. ' . .. . o' i da.. torcJiru..; "I))Jl doa.nto :w . in .crnn.~ento
; "-:·.•...-;•. •• ·.,. • -: • . o1 ·• ~·.: ••• .,. om colonia. cori'Cc!!lonal.-por. tempC» ·-nunc:-~
:, .. . rrionor· do·~douS·anna~· noffi.nlàior do õint!O~
·,,. OImposto ·tom ·sido. u~· ·;Íos :m~Í~; com :·" § I. St a.bcm:d~ mor~lfdado" ,on·d11 ordom
1 ' nials cfficacln usados ·poln .. oxpo 1•1oncio .dns. ~nbllco:, n•·Jnn~: ,cor.rocc!oryn\: ~.o. Distrlcto
. , ,vou1ns: nnÇÕOll ourop3as cont1•11 0 alcoolismo .. Foilora_I o, nos Estll<los,,,o.J.uuo: pompo~ntl!, . ,
., ':0 nrt. 2!J;do nossa Consmu!çii.o d~. s~ ~ Cll:. jul~'"• ·Onlro~~nto:· COIIVOQIOIIt:•. pod~r:I·C~n· .,
· ._ 1)Ual'a. a. inlaiativn.· ·na: craaQi"io do I~po.;tos,. t!om~~l-os -~o-i~te1 ~n.monto .._lo~~ ~ .P' !~~trtL · r.
r1, F.pr. isso;· substltulmo.i n:Ldlspoiilçuos. dos ~~JSn..,~n~a lnflacçao. ··- . . · ~ , ·.·.-:
1
ll .. nrt.s. 7Q_o§,_ sa, {}11 oS§; 12" o 1511 opat•Agrnphos, §·H •. .\ mosmn.-J~Onn. do I ntcrna.mo~to .orrt:
· (quo conservamo•, entro lauto, no. corpo do oiJri~'<ttorlomontJ .ln!liglda. aos que dentro .;.
projecto, nn ospm•nnQI4 do quo olla• .serão ollos trouxor~m·nrmos.prohlbi~IIS ou}nst;u:· . •,-;:
· ··•Tostallolocidas nn.Cnmara) polllS soguintos: rnontos lli'OPI'Ioall. prntlcn do !Onboa, ou ln ...,.
·,o:·, ,. , . . ·. • · . ~ ·. ·.• •;:. · · grosso·na•propric<l:L<Ionll!oln, quo ao: 'deram . "'
... .A1•t. 7.• 11 Com 'l1. dcnominnçu.o do I•Cdnça de· ao hahlto·•Jn.·ombria"uoz ou da dosoiodom,- 4, · .J

totci'm!cia fie".. croad_a' uma !iconçn. nnnu:•i, nxpiol•nçiio do lll'ostltnlas o1i jogos jlrohtbidoa. ·:;
SOIIliL qual nno sorno pcrm1ttldo.i o fab1•lco· 0 mais vicio; :Lttontltorlos da. moral ou dn ·. · ·•:
.,,. o ";vondn • va1'0jo de llobl-ins alcoolicns, · ordem, qno r.or netos ,ou .tmliivrl18 ,vloki~ta· ......
i .Paragrnpho. nuic'!_•. _E~tn li~~nça .con•ll· l'om ou voxarom ao poSiloiiS quo ·.,. n~n•qul·. ,.,.
l ·tuiriL uma..a.utor1zaça.o, rtuo. so podçt•!L BQl'' zorom ntt.ollt1or~·ou quo rpcorrprof!l. !1-'.00..moa "(,,
·· • ·usndn por .ll'brlcnsc.ln~slficallllS o, nos c~nli'OS suppostos, n tltuiosin lovldos., n,disl'árcfll! nos :.:,~,
·'' do populnçao mulu~cs ..~o ·2.500 nimns, por lrnjos1 n simulnçiio do onl~rmldados o_li' do- :~·-"'

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·.. ,.boloctmontos cspoclaos. q!IO · .'"'_·•o ·. cronilos ·uvorn1n ·hablllmd_os, n sortllo.glo_s" on·qu~· ·. , ::~.'
·.. ·"dentro dn.prosonto ,lei.·. :. ·:· ''' ··· ··:. quot•·•ontro• ·ombu•to;,. dlip~lls;: por~m. do_:::"'~
'· •... 'Art •. s. '.:Todas. as 'Jilb,icns, do·llobldu ai-· ·cOiilprimont> diiS poo:" .om quo ,por':'f.S!os :·,~.-
' :cooU••• ficam sl' 1olt>s 41lcon"' dotoiOI'anci"· ·. •.. · • " -: · .... · . · : '·""·' ··• · .· ...;.;'
'•J•..,·oxoo;t;.-n.s quo~funcciOn_Ju•offi·.om: pro_pr1al -. '· .. · :-=-. :·· :.: ... -;· .~· :_:· ·..·~:~_- :-_... ,•::-:- . :. '.):·:~~t.
"" •dados rumos. . · . . .'. ",' ::: ... ' reunir condiçli.s-do. const,:ucc•o' quo · sor~o ... :.. ::li
.. ·:"•·.· Pnragrnpho unlco. Tamllom,~cnm 'sujeitas, lndi•P3nlavois no sou funccl9nn,monto. ~-. \.•·:t
. nns condlçoos do nl•tigo·suprn;" i\ 'llconçn do o,§§ 1o.IJ,icslo artlgq; CO'!lf!.nohn•~ . ,. ::: :
.,,,.,~oloi'ILDCin. as.fabl'icns do .hlcools ~cstinndos· ·No art. 12 . subJ\Itunoáo.::~ · o•P.r~;siio:-· ...~..:;;1 '
..:.·:,:tls lndus~rlas . . ···~. · .... ·,, -· ' . ·, 'J1ag1,r1l anuualnwt~to, ~te, p_or_-Ur(lr{!.~.i!"ual•.'·:·. :::;: ,
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c, lL so;.runda infi'MQiio, Jtos quo prnotrJU'OJn, ou Jl:ll'ticuhtrcs, fJUÓ o l'o_éolh~.m ou, os 'ha-
Nom ort!om do -rcspoeth·o dono, n:L Pl'Dllt'lo· ''owlo, tonlmm n Jot:t~·ão com}llotn.~. . . .
Ilatlo itlholn.• ombol'n do dln o mosmo som "''·· § r. Po:m obtot• n llcon1;.;. o-_lndlgonto pro·
mM prollibidlUl' ou· insti'umontos npratll'l:t- .vnril o· sou c.<tado tio, ponnrln pot•. moto _do
dos :ta roubo, depois, pol'úm, do hrivm•mn duits :poSson.s idonc;úl, n id~td'o quo tom_ poloa
pot• isso Súfl'J'ftlo, ntt lll'imolr:t in(t'Mr:ã.o; u m_oios fn11ieadosmt rospoctlviLlol o,-Jl~l'_.ni~l~
pena. do um n. tt·es mo:ws do Ill'isão. do coJ•tiflcndo ·mclllco, n.:i cnforml udoa ~~.
Al't, 4°. Para o; o!follo.< ponncs do;tn lo! dofollcspbyslcos quo o lmposaihllitam'do-
soi•ilo, som projuizo clns mn.is pon;1s em gno .tru.lu.lluu•, podando n, .nntoritllide; __'no· ot.LSo··
Incorrerem, nos termos dn. loglslaçüo yJgcn· ·do swlpoit.n, _n.brir inqnm~ita sohro n. su.~
to, lncol'J!Orndos !tOS mendigo& o va,llos dos idontidadc, illYlli,doz, .ponurln o .sollre · u.
ur~s. 1°,_2(1 o SQ : . · · ttuthenticldad~ !liLSPl'ovn.s.. · ,.. .. . -. 1
- 1 di 11 · 1 · t " li § 11. A llcon•:a sot•d, n tmdlilo. do lndlg<loto, .
os n v 'l'"' vu Q'ltrmo? .c Cllllaoc I os couccdldn pnlit prhnoll':t auto•:Idado policial
J1?ln. donomi~ncao do CaJHITJf!a:~_ • . . : do !O"'l\l' omie n!ln sn . 11\\'lLUdou pn.rn. o it'll,··
-os 1ndh 11Iuos quo Ila.bnu,IJmcnto fol'OIIl 1J tlhoo 0 l'ocolJOl''t Q Vi.ftó dn. prhnoirll. n.utoí•i·
1
dn.dos 11 dcs~rtlcm; . .1' - d' ·. : d· r ... d ''I · ....
-os lndlvuluoa que >crvlt·om do ntOil nnoi· undo p, 1lc 1lt1 c ca '' . oonr. o::. o •·.~· OS"' ..
,.0, om l'olaçíio• Impudicas· holocor rosidoncln ou se domo.,.tr p.' .mi\fs
-os lndl\'lduos que niio 'so dcmot'lii'Cm 0 111 do 48ltot'ltB pnra meudlg~tl', po,lcud? tnml1om
- · ' n. n.utOl'ltlndo, no c:LSD do su~polt:t, -n,I.Jrir
occupaçuos,. ou cmpr~gos porm~non.tos por íuquori(o soili'O n fdoitllil:tdó, tnvnlldoz, po·
UHLIB d~ lll~Z. OlllrliO NOill CllUSI.I. Jllstl/J~avol; mn•i•LdJ1 indi•PQUto o :iOlJl'O IL nu~hontiCldttdO
-os tndtnduo:~ quu nndltl'om puta. \'lU. Pll· d ' " 11 1110 •0 , .
lillca tocando lnstrumontos oxhibindo ~nl· 0
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1
iii § ~1l;u/"o~J·~~~tta~~~~["q5~t~f10 ~ ,:U~.i; ·
0
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com o tlm do t•ocollmt• gol'''ctns· .· tu '' • d d 1 di
· -'aslniilrlduo, nlwrccÓJ~woidnmontoMo •lgnncs physicos o a na.urnllado o. n • ·
. . nr.o~"quo n.ndnl'c;n poln via. publlcn. ou d; g,)nto, hom ~.amo o lo;..'iLl' cm quo. oUo. s~
· pot·ta oht .porln podiudo osmolns pnt•,, fins m~lldau par., o trabnll.to o, .•l .for ostr.m
.. · ;•.>lii:loso.i.ou plillantt•opleas, som li(•CnQa d:t g'no, ? tampo a quo .>o acha domiciliado
~'~i,;· . ·IJUOnutoridli<UJ policial d1t clrcnm•ct•ip;iio cm
rtl:ildu·ol)l;. · .
""o.· Btv"" 11 ; lic"OQO scrd cxhlbidlt p. alo fnlü~·
~ • .~.~. '"' · . , . · ,
-os inclivhluu., que niio tendo do ldndo 4- gonto, 8Jmpr.> quo olln lhO Jot oxtgldll pola
1umos. completos, 1 ~nrià. 1•om na. Yht pu!Jllca~ autorulntln, ILS~Jm, com[) pn!t~:~ 1mssoas tlo .
JHHI safas lfo ospoctnculo o. mais ostabo!eoi· tfUOm oH~ sollclta.l,. 3.-~smoli~. . ' . . ··,; ~· ·:
111M tOS ft'ILilqiiO<tdOS lL COIICIJI'rOIICiiL pubiJCil A\•t, t\, As {nft,'l~~uos O.c nrti;z:o llUIJtl~,.o __
n·vom1m•tlurcs, lJli!Jotns tln lotorln, ho.la!i u s:ms p~t'~A"I':tph?s :;ou_LO punida~.pula. pu!~cln
. onh•as phjoctos, ci,t:aJ•roB 0 · clJJU'JJtnBt JJIJO~~ coO! tH lsa~, pu1 alto dl~i n. donl'l "!Oi'.nS, do
·)lhovos o outr·us uiJjoc:tml lnvos• ínth~,1nt,11 r(IIO TJl;\Odf;;:-u.t · :~om ticnnr,a .,!l.~. o .
-o!l wmrlorloros nmhuiiLntos-qno nJío tlvo~ vi $lo, 011 quo ,!l:l l't'll!USfl.l' n. nx~lbl.t• _n.li~~I!(JIJ.,
r•nm .pago totlus ol'i im 110,.,t 118 a ,11111 fot•om com :~ nn;.(at;no~ ou suppt•n.NtO d:~ .!lcopcn.,
ollt'i"UdUR .pol' JIIÍ' . . S~~ Vt\l'ltlcl~~·, natl . otutn.nL l. ~~R I{OCI.l.lllOOtOS .
-~s voutlollOI'~ ILilÍlmJn.n t ·s 111 m, r'stn.nrJo ~~lll'O~O!lt.:ulas, qu,o.o llld!gi"!!l to ost:l. 01.11 cqmll~ .. :
Olll hol'n. f{UltOS com 11 ll:;co, rot•om rlntluH lln.bi· r:uD~ du tl'tlú:ttfUt.l , I~cor~:' n.?d~·O, n~.l,w~~~o~
_1.un.lmonto 1t flosut·tlom, tL ombl':aguoz oti'I)OJ'· p~r.~ 011 .offulto11 ~ o~;;n., n.w, _, mon_ g _. _ .
vlt•om do lntm•rno11lnr•Jos om jo•os proiJIIJldos Viullús. dos ~Lrts. I , • o 3 , ou o bntrognndo
. 0 ·t•oiaçilos hnptulicus o no jul'o compctontc _.si. os doou montas.
. ' por ollc npt•oson~•dos !Ol'om llllsos, 'nnal- .
_Art: 5,' 40 illlllgonto· qnc pr"v:ulamllr.to monto,· com a rccondiicoiio. 1\o hitllgonto. .· ..
. tmo pudnt• pt'ilVOI'·<n dus mo! os li c su hslston- no dlstriato anuo. cli o .So;:lnvalldr.u. P"l'G o
· · ·ci:c JWio ti•nhaiho om cousüqUollci" do idndo tt•~tb:.Ihô, salvo os o.ISo<.'do c"litmldado pn-
. :wnm:ndtt, .. dof~ltv~ llht:ilcos· ou uulilt•mi- h!Jca no clito !listrlcto o,·. :tli'lrn 1la.r~_coB~ .. ..
d.ntfo:'l fuc.ur:tvo1s, qnn 11110 llojn.m_t:·nn.!Jm(t~s/·
thVoís por cont~1glo, ]1m•lnftlc!.'ll.O on mesmo
d.uc~·iiu,· com ]5 illos a 2 mo1.11s do ·pt·i~~~~ .. .
om ~11l1L l'ninclJonclo. .. _«--~:~ . · .:., • . ;l
. 1'"'' ímlt~Lçiio, .sm•il pormlttido rocot•r•or 11 '!'at·•gl'nplto iuJico,•'Jl'ilmuom os !OIHI·.Idnos..
·mondlcidndo, ma• modi~Lntc UéoOI;:t c só ·qno,. com lntonçi•o O!l'·,:nlio.:lo .. lncro, ·.pns,
dontro 'do :llslt•ict•J cm quo rosldln rJunndo, s~i·um JLttostJLdo• ·.r.tso~" com·· o· pt:opt•lo,.
· oumnfs· "" um. daquollos motivos, non:o ou' uomc Hupposto no·. lnrligcnlo.p~ra
J'i~l:\~1~':;~c, PI!!'''· o. tr•,.L>Iho o qwwdo, no
d: ou 110 lCsl1i!lo do IJIIO o dlatt•tcto llzcr
ohtor a llocnç•, iLidm 11.;; pomUJ Impostas ..
pcht Iogi>la~m, vl~onto, lnoorrcr1tO.OIL mullll .
..
~·:(·· .. ]~"'"~· w1o Jwnvor nssuofuçõos systomatian· ilo i/00$" I :OCI0$000,
.ntouto <'l'gnuiz!tdtts pm•a lCI'Itr " osmuhi 11 ,\rt 7." Cuwprlr4 1\ . poiloi~ '" ....-: ..
dlli!igitat'- li&
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.. ·.--· .. SESSÃO 'EM I DE NOVEMBRO DB 1902

log'itrnsondo nos indigontos seja pol'miHIJo A••t. 12 •• Ao mouor dolo!Luosoou ntroctado


mon~lgnroní, p•·ohlbludo·lhos; ont••otnnto, das onfo•·midndcs alludlda; no art •.. i.' .po•
mondlg-ar nn t3~.11ns 7 horns 1la rrüLn!iõ. o 1to- tlm·:t H;~~· datln. llcnnr;a p;u•a. mc:mdlga.z•, mas
I'oil'l Q:ts Olioras dtt to.t•tle, occupar~ do ptl ou só no Cllso da eu r ar·phfto do PM o mfta ou
tiOntrulos, O)'! pnssolos dus t'nfLs, ru.zm• l'l.UU.Iquor filho 1lo Jlrtcs íntliR"ontos, conformo o. expresso
commm·alo IUL vi!L puhllca,. nwstl'.~r ns sun:s Dtl cit ltlo. zu•t, 7o tl houviJr oomplotu.do .10
ch,ig::~,S, onfo ·mt.ladt•.s ou tloti.litos phy.sious o ~onod_ .do iúu.tlo, d!mtt·o úns condiçõus odgi·
· USU.l' do RI' i :Os, Vuzeh•os, ln. mm·~ !t~. lnstru- dns polo m!lsmo at•t. i 11 o sous. pn.ragt•n.phos
monto._; umsicos, da!JÇ~ts o mais tnJios 11rtl~ o tlcu.mlo sujoito 1ls pt•uhiblt:õQs: onumo·
1lelosos pn.t•n. n.t•mn.r d pbda.tlo do ti·nn~iounto, t•adas no n.J•t. Oo. o ás .ponas nollo o no
n.nd:tr pult1.· YitJ. !JIIbUc:~. tiOS g'fli!Jl•S, indoemi· n.J•t, 8° Oi'ltu.bolocldn.s, Üll.i quacs n.s. do pdsii.o
tomonto vestidos, con~uzidos JlOl' Individuo; lho Sf:l'J\o apenas om · molo.<lo appllcadns
do monos do ,.15 nono; ~o Jda"o •. carregados si ollo nilo tiver complotn<io ainda os
om mae:ts, l'Jttos ou om cnrriuhos th•ados 15 n.nnos. . · · ·
)ll'iocipulmonto p01• caos, carnal!•os, cabritos Pnragrnpho' unico. Só aos pn<is do monor
n·autt•os anlmn.os do 11nquono p:.~rto o r,•ac:t. nn.H condlçõ~s. do artigo suprn. s:mt pm·mftUdo
I'Íl!Hstoncfn, p~noGrn1•, som or ..o111 do J•aspJ· C:lnduzh· o menor nn.- vfn puhlica. o parti·
clivo tlono, na p!'vPI'io:lndo niiJOI<t, omb.JI•n clpm·do p1·ouúcto lia mcndlcidudodo mon~r.
do dia o mcismo s,:,m armas PI'ohibiflas ou tn· comtnnto q1io não o obriguem a osfor~oR su·
sGl'umontos u.propt•lados no t•uubo, rwofot•lt• pot•iol'CS :L au:t capneidado phyalcn,·não__ o·
pal:wrus ou pratrcn.t• netos tttt:Jntator•ios U.os n.llm::ntom inSufllclcrrtomont.o, mio o tragam
'bons coSI um os, sob· pooJL .do. p1•isiio . polo mnltl•<tpilho, nào. o oxponham ~s imom·
tompo_ do oito dias .u. dous mçzo~. _ p !l'iOd o aos ~cciUJnt':Js da via publica, não o.
Art. _8. 11 OiwUg.lllti.ltJUJ possuir NeUrl"lOSi \'o:o:om .moJ•:tlmonto ou matoL•ialmonto para
ciJjà VltlOJ' om dlnholl·o ou om· outr·n. qua.l· o constt·nngm• a mondlgn.r, sobretudo sl olJo
qnm• ospoclo fol' suporior a· 1:000$, po•·aur:l ostlvOl' ncoommottlilo ao molostln aguda ou .
a Ucon9ri..pat•a mondignt• ot no caso !lo ro· socrroudo r..ggrn.vo.monto no.s suas onformi·
incidoncln, sm•á lutorrmdo orn nsylo do mon· du.dos incuravol~. sob pena do o ontrognÍ'om'
dlcida:lo, uom como ~1múom, Jugo~ prlmoira no juiz ~" oi'Phiios, afim do lho .dar . o
inll'1rcçiio,oqn3 vlolunturou voxat'IL') possoas com·enionto·dostJno o solll'crcril prJ11ão cal-
.quo o não quizó1•om attondo1•, .o q_uo dO dor 1t lulm• po1• um r' dou.:~ n.nnos. .
··omurlngnoz un do.<'•••dom, o qno sorvi r do Art. !3 ... O Individuo que. dlrocta ou :Jn.
into•·mo•lln••io om jogos prohibldos on rolnçõos dlroctamontn lnclt;r <\ vaalngom ou oxplortlr
impudlon.s, ou o 'luo OXJJiorai• :L nwndlcitludc mrmondlehlndo manar, srw ou não; ser:l..obrl-
po~ cun~:t Oupot•. m:.Jiu J.J vu~l'OI\l. gtldo a dotat• o manot• com o; santma do 2 ~
Art; 0.' Stl potb••iio .. conrluzil' lnrllgoujos 5 contos uo •·M; o a ropatrial·o,si.ollo.for
"" v1ll publica in<llvlduos qno jJl houvo••om e;tr:.ngoh•o o·nllo-tlvor poos' no Brnzll o
eumplottUJo··t5. ·nnnos do irlatlo o nwtl!llub_ Hoffl•ot•ILa. poo:L de lrrtot•mLmonto em colootn;-
liconQa,· flimndo t:L~I:l individuoS ~nj:!HO.i 1L.i cort•occional. '. · .
mnsm~ts p01'"~ quo o !ndlgontn infractor;. o · Art. 1·1·; lncm•ro••:t na E""" do JntorJinmon-·
fncot•port~rloa, .ruu•n. toda.i·os offnltos ponaod, too no .duplo !ln. dot:Lça.o ostnbolecldn. no
noSJnón!ligos o "n.dtos dos ILrt,~. 1", 2a o 31:1 dtL 1~rtlgo supt'IL· o imllvlduo quo dor 011 tomar
Jlro.sontn·lol, os que <iont•·e ollos, sondo vn- do alnguol manar Jlara o ontrogar llmondl·
Jlllos, nao hnjam.altlogJ<lenquolla idn<lo.. , cldndo ou á vn~Jagem; excepto os paos; que,
A•·t. 10. O indlvulno quo dll•ectumonto ou. no caso; soll'rm·iio 11 penado um" dous nnnos ·
indlroctamonto oxplurm· a ruondioldudo por tio prisão t·ollular,sondo omonorontroguono
mole ·do tercoh•os do menor !dado, valldo;.ou juiz do Ol'Jlhiios pnrn lho dar o convonionto
nãà,-.Indigonto:w\1 nüo, será. obrigado u. l'l.!; ilcsLina. . · .
pntriardon!••o·:ostos os quu forem csLmn;, Al•t •.' 15. O Govo1•no Pl:!JI'idonêlnr4 jiàra
golros o sol!rorll a muitll do .1:000$ n 5:0Ul(~; quo lio• portos naclontlO~ nno desombn.rquom .
cori(IÍ pn.nn <I~ ir•tol'ml<uonlo om CJionin <Ju <lSt•·augoh·Õ l<idlgontos ·ralhos, Jndividuos:',
co••rooclonnl. . . . · .... ·. . . · , . . nJracta<los do on[ol')llldad~s )ncul"vois ou do· ..
. Al't. IJ, O uwno••..dJ 2,1 :.nnos;siio,.tJUPS~ fottosphy;icos qilo niw touhn.m.ro<iios· do .. ,
ontrogat• 1t ·vndln.gom. ou 1L. IIIODdiuali~\l.l~ si subshllonc,u. -o nJ.u menores, moswo---sadlos, 1
Jbr ·urphiío;:filho· ou ..tutolndo do tndlvlduos com monos do' 16 annos ilo !Ulidti, dbsdo quo :
vicioso~. ou nsslm p••ocodo1'. por. abandono niio venham os monoros ·M ou pn.ra " com· . ·
· ou mn.ndaao ilos p1•oprlos pnos .ou. ~utoros; pnubio <los.proprlospnos 1.PJLrorilos.proi<lmos. ·
· aur;t; ontrogno 'no Juiz· do orvbãos p_ara ou P.OS:~ons .ltlonoa.s, quu 11aln sua. mu.natànção. · .· : :·;;u~il:
lho dm• o con~onlonto. dostlno, .lnco••ron<lo o oôuonc~o so ro.sponsablllsom; sob ponn do ...
os paoll o tutoJ'll:i nn.. ponn. do um a dous os ropntrlnrom 1L · propt•ln. cus ti~ o, no cnso do .. ·
uuiws '·dir prisii'o collulnr, s.l omprogn.J•om !L ~1io torom molus pai" Jslio, solfrO!'OnliL ponn.
ullloa~<l outl rlolonoltl ~ol11'o o mouor:.. . . d~soi~ UIOZO.!l ~ wu n.nno do'!•rltliio oulluln.r.

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,a?a1'llgrn.pbo unio). os individu9squo, nJ.JS.H'Olli !nto••n:~,~cs' o'm !iJst!ÍÍJ!çõJs puU!Ic;ui f.,ii:
pr001oh0ndo n• · oond!çilos do pnrontosc~ ou p:"·t!cul:trl•s do Ass!atono!a, ou oonfi:ubis K
1dono!dndo ox!gldaB poJo. a.rtlgn supra, lt•ou· li<miUas !tlonc~s qnn p~!a.su:L cort•ocç1io' so ·
xorem do ostrnngoh•o monot•os on os. impor· I'O.ipon~abU17.om, . , . · · . .· .t·- _, . . _ :
to.rom sorão obrlga.llo:~ a ropa.trin.l-us, Jncot·· -Art .. :l,n Não podoJ•iia bmhom oxol''éór ·n.
rondo na pena. do um a. dous ao nos ~o prisão prostituição as nwuoros do 21 m:noK, cujo:~
colhlla.l'· p:LOs ou tntot'cs lh.ts .g:tJ'IUJtnin vld:t. -hJilcst:t,
· At•l. !6. Para ovltar o cumpr!monto das ficanM!Ivt•o ao:J p:tns ou tutol'Js dn'motHJl'·.
\ ponaB do prisão ou Jntornamento 0111 qun <)liJ toutJ JH'ustltult•sJ fllt so lt:~JIL pl'ostituiilfl
ltouvor incorrido nos tormoa da pt'Odonto ln! onoJrt'.\rcm·nn om qu:dquot•.os~cboloo!mnnto
o dosdo.quo:dM cnusn.s quo as dotcl·minn.ra.m de corroc!)li.u ntll cJmplot:lr (,S 21 unnos.,.: _. '"'
niio resultou da.mno n. OJitt•em, o cuntra... Art. 4. 11 Nilo .pJ!IOl'llo igtmhnonto ox·~1·i·éJt',
ventot•, :.sondo. ostrango!t•o. ou briiZ !o!t·o n llt'ost!tu!ciio as mnlot'o' do !8:<1111fis .·lllfJ:
adoptivo, poderá roquot'ot' a dopot·t~ção, ct:ul:ts p:üontomont' do !llJlusthts, íncui·:~vo.is
eomtanto que ·a.Nio!~pcza.s do transporto cot'· u_u cllt•unlcns, tl'ansmissh·nis por cJnt:tglu,
t•ilm. por couta ·deUo ou rio a!guom pJr o!!o, por lnfocçiio uu mosm.,pa••lm!t:<ção,sob JlColl
ficando aujo!tn,. ·no. caso do .Vúltllt' a ter· do P'~'!ll' do 5U$ " 100~ do !""!ta "· cnd:c •
rltorio . bt•IJ.Ziloiro, .ao. intorno.monto om inru:~cçu.o, omrluanto nao c:ustlt•om. nsylJS
nsylo·do,mond!cldarlo;•Sl for invalido, ou, s! npropt•!IU!o,, ondo soriio .!ntornadns logo 1\
for vBlldo,. ao intorna.mcoto cm calunia. cor.· primoirn. Nincidoncin.. .. . .. ;: ..
rocciormi por.~ompo nunc:~o.-mcnor do cinco At·t. 5·0 A mulhot• tluo. oxot•c.w 1\ pt•JStl~
nonos.·. · : • · tu1;1io, ~o.cnsa posto. ou sob quahJUO~ outt•a
·' <Art., 17. O 'importo. das multas ostabo!o· fórma pub!!ca, sJI'IL obri~•~la •L m~ttr:cu!a,
c!daB nosto. Jol sorll roco!lt!do a Cal''"' EcO.: sob pono do 1. a.O. mozos uo pt•!siio o mais. a
nom!cas Fodornos o pelas munio!pa!!dudos,; mu!ça do l•JO$ a 500$ om carlll·t'Jiuc!doncia.
,n.ssocla.da.mentc ou isoladamente, conformo n! .. Pn.ragrn.pho unlco. No neto . da. matricula·,
lm~ortnncia. do . mun!cip!o, dost!nado 11 fun· sl.a mu!hot• doc!arar qul f~l!nduz!da a pt•o·
· .dnçiio o.mtiDutonQiio do nsylo• para lnd,.: at.tult··llO, protocção ,lho ,sorll ga~ni•tid>, ai
.•gentes. ·. . . · .. · , . ·' . ' o!!a a.: uccollnt•, para procodct•. judicial·
'' .Paragrapho .unlcJ. ,Estos nsy!os, quo fica; monto contra o !n.!uctor. . · ·. , ..1
,.r1io sompro fórn dos centros do população o Art; 6·.• O ox~t·c!c!o d:i p:·oit!tui~iio sot'á.
·Sujeitos ao· rog!mon .do . lt•ob:l!lto, soriio rogu!amontndo po!o; govol•nos .. mnn!clpMs
divididos: om:duil8 socr:õos pr!nclp>es :-uma nM snns rospoo\1 vns jut•isd!cçõos, dontro, dn
.parn:adultos o.: outra pal'a monoros, sondo presento lo! o sob ns cond!çlios sogulntos: ;;
··do proforonc!a u. o!!os ••oco!ltidos os rQ!ncl· J•, m úicula, 'constante do 11111 livro''M
dontes. . . · .talões om 't"o acl'iio lnsor!pt>s os.·s!~na~s.
·Art: ·JS. Todas ns Clrporaçõos cori•tltu!dns pltys!cos, a tda•!o, o nome, o ostndo. ,a.n:ltU-
,. por.possoasJdonllllJl com o fim do soocorro: rn!!dado o u!t!moprovou!onohl. da p~ostl·
· os·lnd!gontos:ou.oombotor a vadiagem serão tuta; · · .· ....
.considorariilB do ut!Udndo publtco o os .go· 2', fixnçiio do bal"o3 ou rnaB pouco trMM•
··vornos·fodo~al; .cstaduoos o munlc!paos lhos itotl"" p>ro ro.•ldonc!a d11s p!•osLituta..;,
·farão a.conceasü"" que lhos parocorom raz,.. 3•, pt•ohlb!~fio n !ntJrnntos o oxtnrnutos do
.vois.o.lhos da"io. forç:~ para os auxi!!arom o•lncação c Jnstruoçfio 113 funco!ouarom.mn
:no.cumprimonto dopt•osonto lo!, , bair1•os o ·,·uns occupndos por prostitutas;
r. :•Art, .19.; Rovogam-so. '"' d!sposlçõos om 4•,.pt•olt!bi\'i'Lo a lllbnoa~•la<, botoqu!us, .ro-
contror!o•. · stourantos, ltoto!s, tltcatt•os o mn!s ostabo!o·
,' 'sal0·:dna·scss·os 29 do' outubro do 1002 _ o!monlos,rrlinqucados 1l concmoncl~ publica
, · . 0 .• . • . . ,• rio tomarom pt•ost!lltl:t.s ao sou sorv!ço; ... .
.T-opes 7''. ooa~~·. .. 5•, ,Pt·olt!blç/!0 dnonsllS·do tolm:anc!n; .. .
'I "" .... · .. . N. ··a - 1oo• .. 6•, prolt!blçu.o 4• prost!tutn'ItnO sú, rlo mo·
1. · • ·.. , , • • · • • •• ' rarom. em numoromn!or do duns porc!Ltla
· • '' ·. · · · PltOSTITtiiQÃO • nndar do caso o, om numoro mnlor. do duns,
, •· I ·: • • .. · sxhlb!rom•SO 4• IOOOl!aB da. :mosma CaBO,
·, ' ··• · . · · · . como tnmbomdo tab!tarom !oJns o.pot•ma• .
·; .,(1Congl'9SSO ·.Naclonnl d,cm•oto:. · ..... , nocorom. 4R por~na·:ilo..ontr~da.rfas OaB:ul; om·
'Art. "!.• E' consldorndll proRt!tut;, ~ tnU• quanto niio lhos !)lronLftxndos.,os bnlrros o.
lho•• que so ontrogllr· hnb!tullitnonto no ·tm- runs om quo dovorao.ostabolocor ros!donclo;
. fico soxm•l com •tJJillS rio ..um homom, modl· 7•, dn!ogaÇJ<o 4 po!!cln para procodot• á mn·
I 'nnto't•otri!Jn!çii·J · ~m d!nltoh•o· ou om outrn tr!culn dn prost!tutn, .do!!n. oxlg!r, no acto
. '<llllli<lUOr ospoo!o. · ·, · ·· . . dil·· matricula, .ntíostndo modico Pt·ovnndo
... ,. :Art: '2:' Niio' podarão oxoroot• a prostitui- quo .niio lnoot'ro no disposto do nt•.t, 4", da
,.-... m•1:c · ·-~ão "" monorcH rio !8 nnno>, sub pmw. do Jlt'ORonto !o! o dnt• bnix:tCitn · n"t.t·}~u!n com

. ,:.
SRRSXo' R!( I DR llúVRMORO DE !002
-----_,.-~.;.;.. ...;.;..·_c;;_·:...:_·'.:..:.·• _ __;..,_ _ _ _ ,\
.. ..... --- .
· dostrulçiio do tnliio do livro, om todos o; at•nriJndo "" molcstln, " lnilonuilimçiio ·aô
''l'
'
'
.
oasos:~m quo a oxcit•can io nbandono a pratica .!100.$ IL 2:0 :()$ iJ.o COntn.mfDildO, COm ·int~JÍDil.•
da pi•osthulçiio, uom'ondamonto · pot• morto, monto lrospltniar polo tompJ noco.,nrio· a·
pot• ea.srunonto, por· ontrogar-so l\ oecup IQiio cul'a, dn.1lu quo nindu. ostco1ia:nff'octn.do da..·mo ..;
honesta ou pot• sollcltaçiiJ l'et•bal <lo po.,oa Jostl~. si fot• homem, o, SI t'or mulher, além·
ldonoa, 'quo polo seu bom procodlmnnto so do \ntol'namonto hospi~nlnl', 'SCJfl'ronL n. pena.
J'Cspoilsâblllso; · · do um a. sois mozos do pi•lsã.o : o, n:> caso om .
· ·s•;'ilbrlgação :\ prosLituta do oxhlbit· n mo-. quo hnjn tt•nnsmittido n molcs:ln no propo•..
trl'cula, sompro ÍJUO ost:. lho ·ror rcclamlill> sltodn Jll'Ojudicat• o contaminado, Pllgar~ n
polils· autot•idados. ou pot• quom~justincada· tBto n. lndomnizaçiío do 2 a 5 contos ·do téiat
monto prnclsnr do' conhccm• n sua· cr>ndlçiio. com intor•nnmonto hospltalor, poJo tampo no·
.Paragrnpho )tnlco·, As municipalidades cosnrlo'tL'cliL'a., d ulo quo· ostojl ainda: .afTa..
dnríio·sancçiio ponnl nos t•ogulamoutos que ctrulo dn mol031la o solrror~ lntornnmcnto
oxpcdirom, nutorlzantlo a pollcil• a cobrar pot• óinco nonos om colonln corrooc!onal, logo
multas ato 50$ o !niiigil• pnnli•· do prisão ~ )ll'lmoir.t t•olncldoncln, si fot• lromnmoosl •
u.tíJ ·at~o dlus, assim ermo n. ncga1• M licoDQíi.S ro1~ mullrot•, além do lntornomonto hosp!tílinr
9uo·Jhc ·rorcm roquol'ldas ou <HL>sM• a; quo o dm colonia. corl'Oi!clonal~ sotrrm·á. n. pona. do
Ja houver concod!Jo; nos casos do inl'racçíio :mis mnzcs n um n.nno do prisão.
dost•ógulnmontos. · · · · Paragrapho nnico. ConsL!tulrd. pt•ovn. parn.
· Art.1.• A prostitntá niio podot•IL andor nn as ·condomnaÇÕJS M:thilloclda; no. ar ligo
vin. publicn com menor, tlo um ou· outro s:Jxo, supr·a o oxamo sanitnl'IO do ln livlduo, <tuo
quo níio conto m!tiS do 18n.nnos,·o nem o tm•, tt•nnsmittlu n· molcstin, polos modicos t!n po·
do ''lsltri. ou· porJitnnontommto, om SOil do· llcla, ou por olla oomo•Jos t~d-hoc, ou •
mlclllo,' 'sob qun!quet' titulo oú· pretexto, oflh·maçiio posl ti va do tros plss>Os ldonoas,
quno!quot• .quo. so ,~m·ns. t'einçües ou griLo do caso o individuo niio aprosooto mais vostl·
po.rontoseo quo n. 1 1guom ao monor, ·sob pana glJS dn molo!tla, · . ·
ilo·· lho- sor osto th·a.do o pn.gn.r n. múi~a. de Art. 10. O Individuo quo Induzir mnlhoros,
IDO$ ~.5001.• quo suhlr.t nM 1:UOO$ com·prlsíio quer ~lm~ando' dp .sun. J't•n.quo7..'L ou misoria.,
do um a sois mozes; em cndn "rolncldoncln. quer n< con•tt•an~ondo pot• !ntimldnçucs ou
· · · Parngrnpho un!co. SI o monor tlvot• bons ameaças, . n. omproga.rcm-so no trafico._ d:1
,do for\unn, n monorluntlo provalocoriL-nM a prosU tulçíio, solfrol'll pt•lsiio 'por dous ou IrO!
;ldndo ·do 21 ·nono> o, á quolxn dos paes ou n.nnos, com mult.n. do um n. cinco contos do
~toros do menor, lostruilln pelo testemunho t•i!ls, cuj~· mo lado sara da ln. :L lnduzltln n ti·
'do tros poi!ROas idouons, n· pro!tltutn quo ox- tu lo do indomnlznçã.o: o, no caso do ro~cci­
plornr o·menor nos sons bens,' !ndopondonto tloncla., n.IOm do pa.gamcuto d:L multa. 1 será
,'d~. ··~cçiio pona! do que se tot•nnr p~sl!Yol, int:JI'nndo por elno' annos cm colonla. cor·
será. expu'•~ por clnco nonos· pat·~ fó:a. Jo t·ocJional. .
'J.ilrritór!o. brazllelro; ··L ror· ·cmango!r.. O, Art. 11. O Individuo quo, pJr cooh pro·
·si for nacional, para E!tndo distante do logn.t pria ou do outrom, sob sul ou nlhcln rospon·
bab!tndo polo monot•, correndo a dospozo do sobilidodo, prestar "assistoncia, habltnçoo. o _ ·
trlineporto por conh do queixoso,·· . ànxlllos n pt•ostltuta com o flm dit•octo ou ln· .
I
l . Ar& S,•·Aidm dns )1000! cm quo· lncort'O· directo de nurorir luet•os;pordor:L om. fuvor
,. ·. rompola loglslnçiio vigonto, ns prostltutrLS diL' pt•ostltutn: o·n.u:dllo cm ·movais, roupas o
'que:aoJarem aos b •ndos poln via publico ou tlinholro quo lho houvor pt•ost:ulot pngat•d. n.
mais Jogares froquontndos polo publico, quo multa do qn!nhotos mil ·r~ls a d ;us . contos
·dtrectamooto ou indit•oeta:monto procut•nrom do rõis o soll'rorá o ponn do um n dou• nnnos
·~ttrliltlr os ~rnnsountcs ou.os prosonto! por do pr!siio, n qual, logo :L pl'imolm rolnci-
·l'pn.lavras; gostos, ·attitudcs, slgmtos~ trajos, doocla, S3I'IL -nggi'::L''nla om cinco. n.nnos do
vo~oh•os, ··~n.ntos ou quae9qtmt• ·autros·mcloJ lotot•nn.monto om colonln. col·rocclçmal .....
. oxc~ntrlcos ou o;cnnd~lo;os ·soríio · passiveis Al't. !2, o Individuo quo oxplorat' n pro-
''do ·multas· quo · sublro.o· do 20$ ·n · 100$, tls stituto 11os sons !uoros om dfuholro ou om
"11ti-IJS jlrlmofr:IS lu frnOÇÕOS, UOVOndo, 11 qUal'~L, outra. qualquer ospoclo, ou_ n. quom o!ln.
• c .)or· into~nndas om -colonfn. corrocolonnl por mantiver c.. m_os clitod lucros, não .sondo tuiio
,.. tjuntro nonos. · · · · '"·•· · : · valoludlnnt•ia · ou flllro monor, pagará tL C<·.
. ·''':' Ptiragrapho nnioo., Tarilbcnrofsot•iío ·lntor· pj,,rnda ll !nliomnltllçiiO do um n tros contos.
·'·nllllns.om coloniacorroclon:tl pot• cinco nonos, do t•dls, com p••lsiio'por um a· tros nnnos sl
: ;lOgo tt sogundtL'Inr,·nc~,iio, ns Pl'l!Stltutus que
1
niio se desobrigar do pngamouto ·: c, logJ á
•. '" dorom ~-ombrlnguoz, tlosordom on jogos Jll'lmolra · rolnoidoncia, n!Gm do pagnmonto ·
·~prob!bidos. · · · ·." · dll lndomnlznçlio, sara. lnlortoado por cinco
:.'. AI'~. o.··o Quom pot·· mnio do· rol"~'õo:i so .. onnos om colonla· cot•rooclonnl,.dopois;dó .t~r.
l :'xuaos. contnmlnn.r n. outl'om de) ·JU•llcstln. so1Trldo a prlsiio por um o trcs nnnos, si nno ·
"~l ~I'.vonor01t on' H)'philltlc~ pr•i!nrrt; oonf01'1110 a so h•>nvor dosobt•igado_do pngamonto· da ln-
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I:!~Ph~o v.m ' ,· , ' .
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lO . ANNÚS DO SENADO

dOtnnlzaçrto~ co'u~ttltuinl!u' Pl'~rn. PILI'IL a coo.- rlus, a.:l-~ocl:tfhtilOn.to ·ou iso!~-·ln~onto,' · c~Ô~.
tlomnação o tcistomnnhu do tJ•os . p:~ss'orrs flJI'mo a. lm puJ•tnncl:L. d.J munlciplo, do .tl--
Jdonou.s o, .JHL fltltiL deste, o f;~o:o tio indJ .. nndo 1L funtl:t.çiió o mnnutuncii.u .do. ~tsylos
vJduo não posSuh• !110ios dJ aulJsh;teJ1Cia o, p:mt }H\t:itl&ut:u;. . . • ..
pa.m o3 hu,\'01', não cxm·cm• o::cupnçüo ho· Pnt·;~gmpho unico •. gstoi nsylo.;:, ·quo fiM ..
ncstn o legal. . rr~o 1-ompro fót'<L dos centros do JlopullLcü.o
Pm•agJ•n.pho unlco. A Jll•ostituta expJo .. o sujeitos :w rcgimon du ti'ILimlho, sur1ló' ·cllvl· '
'rada,-si inquot•iJ-'L p>!la. n.uto!'iclatlo campo- dido.s om tJ•cs.àoc~~ucs :-u!lliL, pa.rn. t1.t1 pt•ostl·
tonto nogn.l'·SO _n prestar iu li:Jrmnr,Ucs on .a.:! tu ta.s uffocta:dns do cn fot•rnJd:úlcs. fncura. vois·
dcit• contt•u. a. verdade nos ctLiO~ tio nt•tJgo ou eh onicns,-·outrn., pari~ ns nccommottidn.s
snp_ra, Pllf!'ll.l'á n. multa tlo 50$ ·n.· 100$ o ~ot'· do molo:itln.s cut•avoi:i ·do ct.n•actm· vonOroo o
11'01':1 pi•isiio por um 11 II'IJ.'I mczcs. . princlp~lmonto "YPhilitlco o.-" torcolra,
Art, 13. O Individuo quo, com 6i1· som P"''" jll'lsão das prostltult.S condomnnd.s por
· .mh•a. uo· lucrOs, pot•mittlt· no sou propt•lo tmnsgt•ossii.o aull r,igittamontos rnunioJpaos o
domicilio ou cm cn'" sou n .~ntL.l'Cspons:•hill· !I pl'Osonto lo!. ·
dat.l.o (jUO· outt•os so ontt·~·guom a netos do Art, 17, EXcepto nos casos do oscln.rocl·
prost.itulçiio lncorrortl nn ]Iona tio prlsüo por monto tL jnstiçtL, d rlgot•osamonto PI'Ohluldo
um ou dou; nu no.<, ·na. mnitrL do um a dous á policia 1'ornocor cdpla do. malt'iculn. da
contos de r61s c nn pOI'U:L tios mo\'ols oJ•oupns PI'o•tltuta o •ouro ost11 pt•csiÍII' lnt'~rmt~çilos
quo oxl:itiram na casn._ o notlomiclllcJ t:Lrnhom, VOI'bnris ou osct·lptas, 13olJ pcnt\. d~ doml::~são ·
dosdo quo osto não ,ojn ltnultntlo ]lor· mo lmmodlnta tio runcclonnrlo ~no· Mslm PI'O·
noros, llllto< logltimo' tio lnl\·nct;~•; o, nos co~ot• o ·lnhnbll;tnçiio p:U'il o rixorclclo do .
casOs do rcincidoncia, o.l6m ,to pa.gn.mcnto qJ_mhtum· funccü.o puiJUcn., ·som P,rcjnlzihlas '
da mui~' o porJn tios movo!.< o l'<lUJl/LS, o poun; do qno 'ão passivei' P,3lo< crimes do' ·
intl!viduo sor:L internado por cinco .nnnnos 1\jurln o cont1•n " inviol:ibiiidndo dos so·
om colooln cOI'l'Occlonnl. . grcdos. . .
Po.rag:J•apha unico, 0~ empregados OJ dv-· . Ptu•agrn.pho t!Jilco. Nas 1110smn.s JlOOII.S ·do·
Ínicilio ou casn.do lLrtlgu supt•a sur[o condu· don~ls:óo o inluLIJilltnçiio JllU'll. o: oxoreJclo do
mnadog á pt•isã.u por um t~ suis mozes. quu.l:fUOI' fitncçiio lllÍIJlicn. incort•ot·ão 'não só :
_Art. 14. As.ponas do prisão dos tLt'ts, 5o us·ompt•Jgt~llos da lloUel:L 'lua r.nTit'arom ·am '
o 7o, l1om como as_ elo lntornn.mon&o d... s cttSa dO pt•ostl~uta:-~ uu• com ullas·tratu.i.·om:
arts. 2°, 411 ,, 8° o snu §, OQ, 10 •. 11, J-2 o J:l pu!JilcnuuJnto, :L nfio SOI'}JOJ'_ ort.l.om·do.-cbcfo ··.
portct•i'to s.Jr convurt!Lias om dopot•tnção som· 1lO policia. ou do 'llologn.do cl!'aumsci'lpoional•)
pt•o quo os inft'.latot•as sójam c.stra.ngoit•os ou ou no ao.so-do tln.gl'IUJtn contrfl. as· dlsp_o~içõo:J·r_,
brazlloh·us :uluptivos, comtu.nto quo n.s dos· do:3 r~gnlnmnnto11 mnnlclptlo~ o ·tla·llrC9onto~-·
poias tlo tt·an~poi•to coJ'rant pot• c:;nt<t t.l.olios lol;comJ tnmhom o.i quo,d'onlro ollcR; usan!IO:.
ou do ILi"uom pol' o1Jos1 1lcando, noca.:iQ elo du pro~tlgb das suas f'uncçõrM, olltlvm•om·
Yoltai•omlL tort•ltJI'io nnclonal, ;Ls lnl'rnctor:~s dollns fJLVUI'CS, prlnclll \Imo mo pCcUnJnr_ioS,
do,'! :u:t. !)o o '7a sujollJ1S n dous :~nnu.s dn p1·l· ou, pal'n. os tu ou qnal'/11/Wntl n•o fim, lhos :mo-,!·
tifio ccUnlrLI', nn falt/1. do asylo ILpropt•l:uto : v0t'O!fl Jlet'scgui~~;LO, 1ovondo t~Õr':"ll!~S ·:i.lmla · ·
-:-ti. do :n·t. 2° au in~ormuilonto }lrociJltuado ap.l~eado o lntarn<~nlonto (tffi colonln.. corro-- ·
JJO :ffiosmo n.l'tl~o :ttli complotfJ.r 21 ao nos i - cJonnl, nl1\m 1lt~s tlnmais p:-~ri~ts·flo 'luo·so 'tor-·
a tio nt'f. 4a no Jnl.tii'Uamonto nfn a.sylo apro- uat•om }JU.'i.m'ul:i. nJs tot•mu:; tia; loglslnçii.o
J.1l'ludo o: tn faH:~ dos to, ;L )ll'iSãu JlOl'. tro:i \'J,ontc. . ~· ·
~o nos; o- a. tio n.t•t. 8·• o sott ll:tt•ngrnplJO, ~\l't._ IR. SI :w funcclonnl-lo lrin•aOtor dri.s ·
bom como os Jnfrnatoroii do.i nrts. 0°, 10, J I, dlspolll~·üeS fio at•t. n··o soti ~tÍ'ngrJphOi
12 o 13, a.o Jntm·uarrionto; Jlot• cinco ·nonos, não l'flt'Cin" tL,JmloiSti':Ltlva.Jnonte n.ppllcn,dus ·
cm Culonln corl'occional. _ . . m1 penas c·n:itauws tios mosm1.1:1 ~~rt:igo o:pzt·
Art. I5 •. As multas constuntos iln. pri'lsonto r:tgl'J.l_l}u, tlcn llvl'o;IL··]It'Jstltu~tL vc:<ttd:i;_do' ··
Joi aot•iio tu•hltradas JlOI!L pJ•imoh·~~ autul'l.; prococfot• jutlluinltnouto CJJitt•n'tlllo pór :mOla:·
dada policial dn. ch•cum!:lCI'Ipçã.o o ~~ RU:L c;· do .to.~loutllnho tio tt•os poSSJns ldonmls~· "·>!:.·.·
bt•n.noa, bem como ;L cohl'llllfJlL dns multas . AJ•t, 1.1; ·No.1 ctLsos.llO mulr.n. oxcodori_I~O·n.··:'.
ro•ulí't';ntns dns lnfl•ncçõo.• tio' rogultmtontos iO$, lll'i;ão po1• m:ils;c.do oito !lia; o· nitlis '
· munlclpncs, serão pol~ mcsm~ nutorlil:.do pon11' c;tauolocldnti,::p·ola pt•o;ontc.)ol; o ·ln·,.·
oiToctund!lll, mcdin.nto I·Oc!Uó lmprQ"" o nssl· .J'rnclor ••r~ Julgado'pola Junt~. Corroccloll!tl, ·
gnuuo; que sará ontroguo ·d lntorcssud• ·o no n~. Dlsti•Ioto Fodot•al o nos Estados pelo juizo
quol Ucat•iio docl;u•.ulos o mottvo o o lm· t:omputonto, . . . . . •. . . . . , ..
pot•to d~ wulf.IL, · At•t. 20. '!'o,lllB M corpol't~çi'íos constltu!Lias ·
• Art. 10, o lmJ>ot•to das multas o d!! vcnuu pot• P'''""" 'ldono;!B cum o lltr· do promcvm•,
- dos múvols o t•oupns :tpfH'ohondltlos pol' pol' melo d!! uri~íio n -d;• . J>ii!IYI'!!; u· pl'O·
ólfolto !lu tu•t, 13 sortii·ocqlhlclo .I! Cnf:ua phyluxit• sttnl\arln c mot•ol.<it• syphlil' o a
'EcunumicM lbUôr:.cs o J.it•lns jj!Uulclpalld:t· l>ro,tltulçao, ~or~o c.uilllldo!'lldM do. utllitl~uo
.:.·· ·~
,
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::.· ..

j)übiiOn:; : ~ iü govornns munlcl}nws, ostn.· A1•t, 2.' O patJ•Io pudor ou n tutela po·
dUttQS. O fudoraos lhns ru.t•iin ltS COOCJSSÕ03 doJ•ilo SN' ''ostltuld"s poJo Estado: .
9~0 lhoS .Pil.\•ocorom -,.,Lznrn·old o .!ltos tlnrilo nos cn.sos dn. 111o ontogol'in., n.os pnes, pn·
lot'Ott. ·p!ll'tL os rtux!llm·om 110 cumpt•imont'J rontcs ou amigos do monot'MJUnJquot• t!Jmpo,

+ da JllOSOUto JoJ, •
Ai·t·•. 21. Hovo:,'tl.llt-::lo M tlfsposlliÜ:Js· om
cOntrn.rio.
comtanto que ollos o l'Oqnelt~n.tn, _so,jo.m pos~
~oas Jdonoas, obrlguontoSo, pot• termo _judl·
~ifl.l püln. oducação o instt•uccão protlS·
slun~ll do monot•, provam 1t fllln.oiio dO:

l
Sn.ln. dn.A aossüoil, 2G de o"ú~itb:o clJ IOJ2.- mcnm•, sl o muno r fot• cugcltndo ou filho
Lopcs 1~r~vtTo • . do paos lucognltos, o P"routosco ou aml·
1. ·.do quo os pt•mu!iu, pelo monos,, n um
N. 21~ wo• 1los Jl •ogonitot•os do mono r, si o menor for
-. orphão dosnmpr~l'ado o, na hypothoso: do sor
o monot• culpr~do, o Iovom para. a sur~ com-
MENORES p:UJhl<l depois dlL oxpUJ•gação d• culpa;
nos ca.sus 1hL ·::.~~o cu.togorla, só aos pács
O Congr:óssJ NacionaL docrJtn : ou pat'ílntcs m~tis proxlmos.do menor, sois
ArL" i.' Siio consldo:•ado; phy.<icamonto ou mozo; dopol• <Ta pord<L do pn.tl'io podar oti
mi>rnlni ·ui to almndunudoJ o, 001 consuquoncln, du tuloln, comt:wto. quo oUes o roquolriLm
tlClLriio sJb n. tu tola. do E~t 1ulo as rnonores o so obi•lguom,. por tm·mo judicial, n. volrLr
cl!ls.iltlCiulos nn.'3 tro3 catogot•lus,:-;ogufntos: pelo bJm procodlmcuto do menor o a. ml-
nlstr•a.J•·l hooducu cão o lnstrucçii.o pro1ls:~lonnl i
1")-03 ongcltn.d~s-.-os IÜhos do pao o milo 003 casos dn. :1• ctLtogot•lt\i ~ó aos paes ou
lncognito:~,..:...os orphitos do.ilmp.1t1adod-o os :~os J}:lrontos mnls ll'l'liX~mof:l do_ ~on·or. rlous
culpado~ do qanlquol' neto criminoso ; . n.onos dopoi!i 1la. poJ•dn. do p:J.tt•to potlot• ou
2•)--.:.os -mcnoJ'US-rJIIO, por• nogligonciiL ou da tut.oln, comt!lnto IJIIC_ r.Ucs n. rcquolram,
fl'aquozn mcnt1~l ou physlc1~ doi p',tt!s.tut•Jro~, provam pr•tJviumonto a proprla rolmbUitr~ção
pn.rontos :ou po~so:ts om c1tj<~ comp11nliiu. por moto do po~:wa.l! idonen.s, obrigucm·so,
vlvorom, ·1\JJ•om hnbltualmonto oncontt•adJS put· to:·mo Ju.Ucb!, " b9m tt·atw o_monot•
sós nu. vin puUJic·.t; sobrotndo:luouto,-quo 0 ·a. mlni~t 1 •ar·lho o.!ucacn.o o lnstr•neçao pro-
so t1arom:l vu.dln.gom, :L monrlJcid:~rlo, uojogo, as~lontLI 0 0 monot· os rruoiru. ILêomplnlmr.
1L ombrluguoz, á Jihilllnn~om o mal..; acto~ Pcnt~lidado. SI n.posson. IL quom fOt• rostf~.
· attoutatorios da mo:•ul o das lold, ou-qno tnldo 0 monm• r.•lc'"' M obrlgaçõo; asso·
COOViVOI'Offi CO!U lntl!VJdUOS SUSpJJtos, dupols, mlúas, aJOm d 1 vot•da dofloJtÍ\'il do patrlo
pori!m. -do sognndo nvlsv; pot• cscripto; 1ln. pJriOJ' ou tl:t tu to, t, sor/1 condomnadn. rl ponn
uutarldado compotonto I_Los }iaos; tutor•cs, dn :1 n. o· lllf'Z~S rio Jll'l:ião ttimplos o, sl dn.
pru'Onto.~ an flWi.~ons om cnj-'L · com1~tnhla rnltn. ndvlorom pi'Oj:I!Zos n.o monot•; n. JlO~tt..
vivoJ•om-; · · ~ · so. ostcn1IOl'll do 11 nt:Jt.n~ a 5 :uma~ do _pt•isa~
- 3"}.:....os filho.it puplllos, pn.t',lflt('S, nr.Jwg;ulo:-~ cullnhn• com tMimlho, n.ggt•a.vada. com n.
110 Individuo:~ qun os mn.ltJ•tttn.t·om,-IJtJJ Os multa ·não son.lo o ILiitm· dos Jli'Ojulzos pn.o
oltrlg:u•om-n. tl'ltlm.IIIJ~ HIIPOI'IOL'Oíilllt sn~Ls J'uJ'· 011 mdo do monOI' 1 1!0 500 mH rúls a ü ~antas
çM.ou compJ•omottodm·es lln smt :-JU!tlo ou do J'.l.is, quo scr;L 1l!.JlwsltJuln. om C1L!xn. Eco.;..
vldn.,-I}JIO:us lnduzl!•mn,pot• fJ!utli)normu:lo,ll nouilc:t J•'Oli(]]'ILIJl:lr;~ sor ontl•ogun n.u monor
v:ullllgomt ILJitondlcid(ulo, ·no jogo, 1l ornbJ•in· ,111 a.ndo 1ttUngll' ;t nn!Cl'ltlado. . '
gUüZt tlJiiJlUinM;om o mn.isl~ctos aUonta.tut•lo.il Art, :t,o O nh1.1Vl' quil rot• a.LnndomtdÔ' n.
da moral Odns lols;~quo 01 do.iiUOl'"liZ:tl'tlnt, t0i>coh•ó r:olO. _p;~ó ~ÍI ffi!i~, t.ntorost paron_tos
no .prot>l'io huo,com oxcmplo.!i inlbnsollno~ bons oupos~oa:J ,1uo o tinham üm sun. cmupanbln,
costnmui o nos soutlmoutos do hnnmnldt~do, modlnntu rott•lbnlQiu om dlnholro ou om
-quo houvorom sido condomnmlo~i pala outra. 11 uni1JÜOt uip~clo, lllNt ftUf!.lquor quo
s~gumla -_voz, pot• mondlchlndo, vndillgomt so.J 1 ~ o fim, soriL incorpm·a~h~ _aos monot•cs da.
furto oJt-roubo,.oiJ.:...cJUOcs~l\'ot'Otn nciJnt!ll'li• ga ·mtto,.orln., tncot't'ondo um o outro uns
S:tlltOIIOlL POI' llllliS do Uln Jn01.t• (Jc:Lill O O JlO!IILS lll~Ximns do IU•tlgo.IUIIU'It.
monot• no dtm:tmruu•o, · - · . Art. 4,o f..o~o quo so ln alar o lnqUorlto
POntil:"dà~a; ps pt;ti,lillzos_, cmisrldcis· nos sobro qu:lliJIIOI' dos cn.sos dn. -36 cntogorht,
monoJ•os d:r S• _cn.togo:· .n· ncnrN!tnriío aos 0 monot• :ni'IL lmmedlatamonto rotil•ado
seus nuto:•cs;·niúm <1.1 pm•dt~ do pntt•lil podo:· <1 11 comp:whh• dn JlOsso:t_ <JUO motivou o ln'
ou -dn. ttttoln., ·n. poua dO O inozos n; 5 nni!os f!UOJ•ito.
do prlsllo.oollular com tr.•hnlhuo a multu, Art. s.• Apc:•u:.do p:.t:•ló po<lor ou do
não sondo o nutot• prw 011 mi'lo do mOIJOl'i do tntollt sor1l folt:~ du ttccordo_ com ns 11r0e
500.~ n 5:00J~, quo sor<l <lopo,ltaun om Caixa sorlpcõo; d:. loglsl11cito vlgouto, fionnt!o o
l~conomlc". l~odm•ai pJI'IL _so-.• onti•Jguo no mono1• soh :~ tntoln do l~~tadoi. qno podtn•IL
mouilr •Juiludci ntth@:· tl n:alorl 1\:ulu, 011 cottsOJ•m\otl lutot'ilnJidu o moour om ostll'-
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· ÁNNABS .DO SENADO

\~locimonto publico do oÍiucaçi[o·o·instruc· Jll foJ•mulodns a.rcspo!to pelo ll)'glono, man·


"éiiõ ·proftsswnal;•ou tronsrorll-a "pessoa de tendo ns b!LBCS sôgulntos: ·
,,jdonoidodo. l'ec.onheclda, comllmto que esta -prohlbici!o oxpi'OS.<a do omprognl'.mcnor
,.o.rO<JUO!ra ,o so submottn nos compromlsRos om quaJquol' l'nuw do,ll'ab:.lho, 11ntcs dós
do ~rt. ~ o consoquontos ponn.s no moamo li rumos complotod nos· ca.mEos :.o .n.ntos• dos
· :i.rt1go .ostn.boloe~~Ju.s. . . - 13 n.nnor~ completos n;1t1 cidiulos, quJ uão Jl
~ I. SI o .mono~ for filho. ilo· P3"oa abas• estlvN:. vncciliado·n <Jun. no MH> •.do.·.niio
. lu.dn.,. ~ tu.toln. sor:l. dororhla:, do pt•orot'llncin, s:tiJOt'lot·. nom omt•cvot". nfi.ó· i'roqnonto osco1n.
.u.os . parentes mu.ls pro:dmos quu· não hnj1Lm publico. ou p;u•ticnlnt• clnsaiOcàdn. ·: .-. :: s~ ;:~.d~
. incorl•ido"' nas ponn.H dos n.t•ts. 1" o 2° ou n. ~pt•ohibh;ti.ntixpt•os!uuto·rimprog;u•omqun;l.:
.. pesso,a lúoocn. CJUC dh•ljo. c t!Lliolooirnonto quot•·t•:uno do trn.b:tlho nm·:conunnm u!em
. paJ:ticular do: oducoçiio o !nsh•ucção .p ..o, J•oclntos mal n(ojados mohor'tlo comploiQilo
~SslOnal, comtanto quo o l'aquoiram. o so fl•acn, q,m.tenh:~ qmL!quol' ·vlclo'pathologlca
. St,Ibme~tam nos· compromissos·. do·. ILrt ... 2~ ou dolí:!it:.) orgn.ulco, tmnl cm·tiflcnd() do .:mo~
o oon•oQuontos J>anos ·no mesmo m•tlgo.·ost" dtco, cnmtnntu· quo ·osto nlLo· '"itt ·cstlpon·
,)l~locld!UI.;:. ·. : . ·. · · . · . . . '·. dlado pclo.poi.J•iio do menor; ' <· .....
J
. · ,§·11. Os paos· que foram do.tltultlos icni· , -problb1~1Lo óxp1•cssa do enipl'Jgol'•monor
, pqrarl~moilto.·oil ·dofinltivnmonto .Un. .tntola no cJmmcrcio :únbulfLn.tO, no commorcio:do
.do ·.menor .. pelos motivos onuncindos no·:3 bHhotos do tutoria, no éoniinot,.oloi·ou:uin ..
~~ts~- .JQ' o· 20 soriio .obrignúoJ, si dlspnzr:wom du~tt•in.s do .i.ab:..có~~ mi commorcio•ll3 bn·
.do llloios, n tllzo~.a prestação tio alimentos bld~ alcoollcns n J•otnlho· ou intlnstrla·.quo
, ,ampro cm dlnhmro, o 'JUD.I sclt'/t outt•o:~uc fu.bt'J.~UJ ou tnanlpulc csló gonoro tle'bohid!LB,
ao paronto ou :L pcsso:t quo dirija a lniti- cm. clubs; do jogo ou apostas, om soclodado.i -.I
..tulçi!o p •rtieular a quem foi duim•idn a l'l'oquontad!ls por, mulhoros public118,~ •om
, ~utolo.,. aftm do· o empt•ogn.t• .na. oduca.cão~o com~Lnhln.s tio ca.vlílllnhos, '•tlc · tonrada.s;,do
:,ins~rucçiio J>roftssionid do menor, ou flcard. ncrobatns,.do stlltl~bancos o ·,ro·.oxp0sitoros
. dopo~lt.,do om ·Caixa ·Economioa ·~'odm·nl do nnlmaos; •· · .. · '' ·. ·
. parnsor ontro~uono· monor qm•mlo nttlnglr · ..,.prohlbiçãooxpross.' do emprog,: mono·
. ;.,mniorldlldo;·si oUo· ostlvor om ostabolcr.l· rcs.,untosdos IB nnnos completos, om qunl·
.·.:monto . pnbliç0 ; .. qum• l'nmo do tJ•abalho; ·por mais •tio 5' ho1•ns
:.:-.· .-~ .t\..\'t._ .. o.o·. o·s ·menores vlcioso.l• .ou. com durn.nto o dla... oxpo.S~o ao I'igor do·tompo, ú.
• -lmpul~lv!dodo ·irroslstlvot· p '•''" os cri mos nouto, .. aos ·.tlômlngoa. o tli!UI 'do t~sta.• naclo·
. contra as pcasollS o n proprlodndo, quo .por naos o om.omp,•ozll8 thontraos 1' · ·• · •. •····'' ·
qualquer mollvo· houverem o>llido sob· n . ..-fisenllz~çiio sovm•n. do ·todos os ·loga~•os
.. ltuteln.· do Estalio, no cn.so om quo niio.osto· cm·quo.o morior trahalli!l.t':om.commum~~ .
jam corrigidos; só serão rostltuitlos, com· o -vcrltlca\•ii.o i! o oblto do mohól'·Omprogn•lo
respectivo patl'!o ·podar ou tutela, aos pall.! um lognr do tJ•ulialho om eommum·.polós mo·
ou• maJs.proximos ,parentes quo ni!o.tonham dleos da munielpalldndo.. •' .. ; ....... ,, . ·"·
incoJ•rldo nas penas dos ~rts. i' o .2':'ó olfo· ..Parag1:apho unioo. As munlelp:illtlndlllÍ da·
reça.m ga.ra.otms mot'n03 o do fOrtuna. para l'ito .. sa.ncQã.o ponn.l. n.o·s"t•ogulam:tnto.J,·nã.o sú
os educar o ministrar· lhos lnstruoçilo lll'uUS· npplicando. u,os ,que os· .inirlnglrom multnll
slonnl, comtu.nto que o t•oquoira.m· c sa sub~ n.tú. 200$ O·pl•isão a.ttlS diás, como·r.n.mbcm,
mottam aos compromls<os do "''t. 2" o cgn· st do trnba·.• w. titlvl~rom pri\Juizos physlcos o
soquontcs- pona.s .-no. mesmo nt·.tigo cstn.llo.. mornos no menor, ·ontt•cgando o •menor a.o
Jocidas. · , ·. ·' .. · '· · : Juir.,.do. orphiioil, a.o, quU:l donuncln.rii.o, }Kl.rn. ·ot~
Art. 7,' A pessoa que g•·atulhmonte ro· dov1d01 olfoltos, as pessoas que deram o reco·
oobor mouor emu a obrlgoçiio, do o eroOI', boram. o monqr. cm. tràhlho. . . . c·. , ., .
.educar o instruir potlortl, ao IIm do um nnn!J, Art. O,' AS,po~sons_ quo dor~m o rccobcl'l·m
· !l'Ccla.mn.r 11dutola· llo .monol',,BI, nn. q~~Jn.slao em· ,traball~o mo!lol' cont1wo oxprcwu.uos
· ·~m quo.o rooobou, nilo. t!nhn filho: Jog,ltimo, .rog'!_lamou.tos.munlcipàes, aidm tlas·mnltas o. .. :
'!Iogltlmndo ou do. ,adopçno.,~ prov.a!'- que' se ·.prl~no ll1lpost!IS pelo l~o.tim• Munlcl.~:tl;·lucoJ'·
· tom·tlosomponhado.dnquolla olirlgacao_ .o".·stll, ro1oao, ~I~~ tr~bllho ndvloroin 'Pl'OJU!zos,phy·
oro mollloros condlçõoi do .ldonotdatlo .o for:: ·stcos:o mo1•aos · ao 'l1lonor ,- nlLB ·panas· .do O
•,tuna. do qu 0 a llOSSOa quo lho entregou o. me~os n .5 anuas d~_;PJllliio oallnlnl' oom .tr"'"
'm.onor para sntlsthzor os· compromlssos:tlo. b!Llho, ..af!l!raytulas, 11!10 .sondo·· O· nutur do•
:..P.r.~.• ~~~ ficando sujeita, ontrotnnto, rts ponns· .lli'O,/ul~oll. pao~. ~~ · mu.o do·, monot•,, ·com a
· no mesmo artigo ostnbcleoldns. · · ... mu ~~ do. 500$. n 5:000,), que ·ncaJ·JI doposl·
.. 'Art. 8, 0 Os ·governos mun:olp110s regula- tntln om 'Ca.ixa:Economlcll vo·JnraJ.pnl!ll •or
• ';nilin\arilo;"nas: sulLB l'Ospoctlvas jurlsdlcçõos,. onlroguo no' .ll)·qnor qu!f.ljtlo'lltttngil"ll maioi·l·
o tra!mll10 ~os menores no coml1lorclo,.nu, lu· dndo.,, "L · '·. ·. • ..
,. dustrin:, nalavourn o om outJ•os mostoros, do . Al't,JD. ,Aq par da m:il! rlgoro.<a:OIIucn·
;- :(ICÇor,IJ~ .COJTÍ, à'·jno~I\J.o_c~USOI(n!.o .as rogrR' e,ilo, 11 . Justr!\~'iilO '. P:Ofi~SiOrlaJ "&.. ~Ii,~~~tror
: "• \i ·I·· ' • ,;,~.;·,:.(,·. •' '' '
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·.,.',· ... ~·. ''I'-· ... <~•·n:."' ·• .••. , '···~ '•'t'o;
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,,., ..
'"c c c .'."' .·szss:to
. . ' . .Bll"·l
. . .
ns· .NovsMsao .p~ 1002.
~~.: ......; ... , .. ' ·.;•, .. ·.. ' . " .......... ,
•aós ·monoros d]llO cahlrom sob· a tutela do sal"l'los, como :t,.mbo;.:. o.da "prost~l)lio;·iJo
Estado' con•ÍI•r•t "profm•ontonionto · rios co- nl!montos do ~ ll.do .·al'L 3' · rovo••torãd <im
·ntmeimcntos .Jw!Ltic'Qs .do'· .nS"t•icultUt•n. om lhvot• do p:~.trimonio do esbbo!o:limooto. Pn·
•todos o:~.sou~ r:tmus o das intlustrias c oll1· blico do ·cduen.ção . o instruéção ·protlss!onul
cios quJ lho ~fio cot•t•ola.tlvos, sobretudo !lOS om·quB cst'Lvn. o menor fu.llocido .. ;
ntonoro~ clu.s cidu.d!JS, orri ~ot•nr o; o:n pnrtt: . Art. 14. Todas .na. corporO:Çüos· constitui·
cula.r. no!! viclosos,,aos que. tonba.m ·lmpulsi· dn.s por posso as idono:'11 o .~ob ·btisos 'solidas,
'1 :\:ld:.do, !t•rosist.ivol ,11!\t'a. os. ct·.imns cJ~Lt•a. com o tlm do protcgm· t1. inn~néia., ,Rorãp .con·
t;:Ui-possolL'i o n tH'Olll'~Qdn.~o o ~os I'!UO osttvo- ·t~idoradn.s.de ,utilifln.tlo publica.; o os governos
·~J·om,:cumpt•indo, sontont;a, do nwilo a. ·fJUO Fcdor;tl, E~taduaos o Municipacs lhos fatjio
cllcs··tlqucm .prop:u•ililo~. pa••:•· su ·nx~•· nos ·ilS cooccsaõos qUD lllcs.p~rccorom ra~oavols
campos. · .. . . . " .~. ·: · '' · • · oas investirão do podot· . o fol'C> pnrn. .colln.·
, . Pnrag•~npho, .u.nlco •. f\xcopto ··o vicioso borarom nn. fio! o:rocução.dn. proson;e lo!.
;·.Jncorr.lgiv:ol, _..o qu~ ~Jf!:!Orva_r '1a.!ni~n. im· At·t .. JS ... A guarJa.: dos ~onqros inte~ltilos
· · ·pul8lwlda~o ~Cros!SL!vcl ,pn.rn. os cr,mcs. P· noi-C.ihbolocimonlos.pubhcos ..o~ cujn. tu!" la
···o qno osu vo•:. cumprindo sonton•s•, podot••L foi dofm·lda pelo. EstaM compele _~os ·J_u•zos
(. sot•.t.ra.nsrol'hio. p:~.r;~_.in~ot·m~to, p_ubli.t!o ou o cura.doi•cs do orphãos o 'delegados ·do, Hy-
pn.l'tlculn.to, dq artes. O] ~~meios t'.ld.a o m::mor gionc c Ass.st:mcta Publicas,. bom como ia.m-
' :··qu:J rov.ola.r ':oca.~.~ão supCriOt; .Jll.~·:~ 'q_ualquor Uom a inspoccão o fillcali7.a.~.ão dos··o~ta.boJe..
".••amo do n.••to.ou M ol.llclo ~r;uo· _não ~f\iiL on- clmontos publicos ,o particul~ros n 'L'\O·olles
'' .sioado no.n<tnhclocpnonto. dolnstrucç:~o""ilgrl· ;o ncl.,ronl rocoilndos. . . . "·
'"·col~·cm,qup ostlvqr... . . ·· · ·Pnra;tr.pho unlco. tndopondonto do :dolo•
Art. 11. t;xcopto OS dos CiLSOS' do §T do •gção offlciai,. ilS !nStitU\YÕOS do ai<S!stonc!n,
,. ort. 1,5', os. viciosos. lncOl'rlglve.ls, os qno do hyglono o.do protocçari ~Jntllnclà, do·ro·
consorV.nl'OID· ~lnd~ .lll\pul;lvitl.Lrlo · h•ro>i~' conhecida uti!ldQ~O publicn, ~c~m·autorlza.
;:.,, tival pari!- os. crime~ .o ~s. quo ·estiverem d~s n. vcln.r·polos menores,., a. .tnspoccio~n.r o
: cump•·indo.scnton•:IL,O monor podorA SOl' dado fiscn.llzar os o>to.bcloclrncntiis pilbllros ·o·par·
_,.;om sn.l~rlo, doycndo pat'n os tu Of!1 HO\' p·•·orç••!· tloularcs·n quo olles 80 acharom,' r<iejiiJidos
das as possoas JúoncilS quo pOs.ilurom ou d!L'l· o I'Ocbma~• ·junto 11os .poderes compotonles
'·"·1f:lrem ostalmlociinontos agJ•icolas, CO!U" 'im- contr.\ il.S .h•rogulnrldndos quo lhes parece•
posiçã.Ct.dn.s:Ohrig:~!;õos Ocoltscituontos pcn!LS rem projudlcin.a:; á sa.udo c t1. ~moi'a.l· dos mo·
;;i·.ox]ll'OSsa.B no o.t•t, 2'». o· modinnto salaa•io, ·si noras . .· · · ·:
·l;•o ·mcn.or·ti:Y.Ol'.;LP~~tlõos ~o tral,J:~llto; ou logJ Art. 16 .. ltovo~am~c ;as disposições em
quo:ISndqulrit• ........ · .. ·...~;· .. ·: contra.l'io,; . · ,.:,.::··
. ,, . '"§ .li.',O•sa'nrlo soriL a.lusL'Uio com o· J•nz de ·· · - 2!! d t b d' Úlro
\'•' ot·r.hãoSi Rcn.'ndo.rotluzitlo :19 .tÕl't:o~. si·o 'esta.-· s~t~. ~1~s SOS:lUOS, ... c 011 u Iro_' Or • . -
~,,· ·bo ocimonto cm, quo for ·o .monor"inLornndo Lopes 7•.ovcro. , · , ·
,, '·porJ.oncm• á ordem dM In,titul;õos do" nssls· · ·"
'' <'toncla• o.:montlvor-so. com .Q. producto do N. 28 -1002 .. ,
::,· trn:lm.lho- dos sou3 .iotm•uo.dos. · ···· ''·
. :. ·· ·"" §;![; O"aaliu·io .SOl'il d~posltrulo om ·cuixa
-~f·J~conomica.. !Oder:~.l tmrn. S•l' .ontt•óguo ao
' . co"LON'IAS "CORRECCION Al!.S .E;Jllil
mooot• qun.n1l•J ·n:t.tio;.:n· ~~..m,aim·lda.do: · PRECAU.QÃO
.. . •" '
·/h ( (Art .. l2.,- Nos ost.al,olcctmontos publicos.tlo
'''''·Oiluoo.tlio o lnst•:uccão ~rofi~~innnl podorlio . o Cong~~~~O Na.ctOnal.doc_ró't_o.( ., . .,
~· ~lsot•dnt.er.Df!o(los, a.. ~o4uo.t~tmo~to ·doJll'lCS ou . Aiot. 1.' E' o Potlor-Exocutivo autoriZ!ido a ..
·',<.::tut'l'il!os,·~nno,só os filhos do possoas pl'ov:~~ ... '•
1
•damonto· ..inligóÕtos, soU n.s'. cO:-tdlt:õ::~s quo do rumlol' col'•nlas·· correcolooao8 para.- adultos
;, ,;•forom.oxigiaas nos.rogulamontos·a esta lol, do nmboa·os·soxos"o'colonlilS· corrocelouaes o
• ••

.,;c'J.'como t~mbom, nn qunlidn.M do' ponolonlstiUI, n.mbosos Boxos. , ·.. · ·lgun.lmonlo


procatição' [lar• menores-
... ,
rio
··í
""" os filhos ·ou. tutolodos do·· passoll" !LbliStndas,
· "'· rficonrlo uns o "outros sujeitos .ob•rilglmcn ln· ·§ l.A.s coÍooiaS oorr~ccloniÍOi.pnrnlidultos . .- •
·Ir.\, ·to1•no .do Os~baloot"mcm.to, ~~.m q,uo,·comtudo, do ·soxo ·masculino dóvorão. sor·semPro an· .·
':•· :Oi•.pnOS.OU,tLitor.Cll porCllD SObl'O o:tos o·:di· noxns ll.s oolooias nillltn••es; a·cnrKO .rfo cl\ios . "~ ~
'-•. l'oito do patrlo,podo•• O)l.Ll,a· tutela, directores ficMilo t~mbàm" ·· -·. ··• · .;, ·"'
Art. ;:r. Cornpoto no juiz do Ol'phãos lO· § 11 As coloolas êorreco!o'nnos'pn•·~·;adultos ·.::~
·. :·'·Oílbm• o,impm•to .cln.s.mult.ns, do sa.hwlo o dn. do sexo fomlnlno' dovoriío su1~ sompro 'situa· .. ·.·"r
·;,:·, p••ostnciio do .•llmontos o <l,._r·llws os destinos das fó•·a·dos ocntl•os do popii!LIÇ[o;· •·· , . ···-'
tud!oados n" p•-osonto lol'. · · ' · · . · . H 111 As colonlllll ,cqrrccclonno.9 o :rte 1Jro· . ~
Porag•·aphu unlco, No CiUJO tio r~uocimonto cnucão paro monores do sexo milscullrio do· · ··
do menni' physlc•monto ou mot•nimonto ''orilo tamlrom 801' sompro 8ltuadliS fóra dos · :1
abandonado, o lmpo••to não Hó dns multas o centros do populnçlio, . ""'\·
.... ,
~·~·

- 'i~
. ÂNNÀIÍS Iió S!!NÁDO ' .. - .
.. .
. §IV As colonlns cori'Occlonaos o do prO• bitos provados do prostltulçiio, .. não sondo
CUUCitO para ffiOUO!'CS do S'lO· feminino !lO· pOI' olrultJ de moiostin! OU fjUO hnJam i·o·
doriw· sor dentro ou fórn <los centros do po· velado ·lmpuldlvidado moslolivol
Pulai;'iio. · crimM conn•n. ns p"oasoM ou a pt'oprlodadç,
P""· os
. AN. 2._' Os adultos, <lo soxu mn<cul!no; ficando nstos .opai11<16s daquo!!os om <lous
condomn_!Lllos tL colonil. çorroeclon~l uo1·i'io, grnpoM Inco_m·m.un.ie:LvcJs, o om __ :cn.da .um .
do _proi'Ct•Çncía,.ernprogndos _no:o~ sot•viQos o dos~os dons grupos; sop;~t·Jdos __ po~ idn.clos.
tr,.baihos dli cclon111 om quo ostlvorom ou da P<ll'ag•·npho unlco. SI o monoL' cundom·
mlllta.r a '1110 cUa fot•.nnnox;L; o, nli (;~ltn. dO -nadu r:umplct':tl' 21 annus dO ldrldo, untos da.
taoa Sorvil:os e tt•n.brdhos, sorvlriio o tr.Lba.· o;':p:rução ela JlODIL, SO.i'll pusto um Jl~ordad~;:·
~barã_o co.m~ U.l,l.xlii:Lre_s do:~ coJOnoS' m'Uitarés, siiJOuvor darlo pruwis p:;:dti·ma· -do ·rogona·
mcdianl~ ns cundiç~es quo.ontl'o· oiJcs 'fOt•om Mçit(); o, no caso contt•:u•lo, aot·á Intot•n:~do,
a.justa.dns," com' auJíonaía o npprCivação do pu.J•;i .aumpt•it• O ro.oJto d:i., pona,. orn ·prls~o
diiectiir J~ oo.on!a m!litaJ•, uni! e M:j" 11•n !>.ilho, ·pt·o~>rontomcnto· o.grl'
;. P-ar;lgl'n.pho un~co.. Si, ~or•minndo o t,rnzrJ culn.. ou om culônl.,. c01·r~·ccrom~ol p:~.rlt n.dultos. ·
da. pena, o I,úm•ado pr_olí::srh• flca.r nn. aolonia., Art. 7 /' •\'s c:.~!onltis UO ra·oen.ucão · parn
·o diJ•oo~or po_rlOJ'á concodot... llru. todos a·s monm•:lS, do .smw forrilninu. sot•i'io ·rooJllildos
fiLVuro..; g~1·antidos aos cralonos ni.lllta.l'OS, os -monm•llA phjs!camonto ou mü_l'almo,lto
do.hlO qu·o, polo bom· comportn.mcincu duran· nb~tndon:ttdos o, .Uo pt•ol'm'oncin., os ·.viciosos,
te 'o cump•••monto da pona, o liboL•ado ~o uaando osto' sopa!'ados da~uollos om dous
· bouver ·tut•narlo digno·- do tn.es t'a.vul•os. gt•upus incoriimuniCitVol.s o, om._ cndn. urn
. Art. 3' .. OH lidultos, do s·,xo fomininG, tlostos dous gi'IIPJS. sopnrn4~;'p.>r !datlo.
óonilcmnu.rtos ;1 colonf1~ cot'i'occiorinl~ tJUl'ÍJ.O P,w:~g••aplui unlco. Si' CJ mouur ~io!Oso
omprogndos:om çrnbiilho, agr~colas u ho1•tl- completa.• 17 iiniios do' ida<!o, sorri d~r provHs
. colas', m~ indus-t1'in. dui•Jito o cr•l!içã.o do n.ni· positivas do ràgon'Ol'<lCli.d, soril. intcrnttdo om
rilu.cs dumcst(cos dcstínadtu 1L _l~llmontllQfi.o. c:Jionin. corro cliJnt~l :-ttriltlllcrwt·os; ..
. Art. 4"', As coloma::l cot•roccl'unao:f pa.l'U. Art. B.~~ Os llait~' ou tntot'ild do mouorDa,
men·oros do sexo mruJtJnltuO; sot•lio t•ocolhl· do :tmb·a·s· Os séios, viciosos, coril lmpulsl~l·.
dos· nn:o-s6 os monorOs curiJomnado.:!' a cum'· dado irroslstivol pLLt'li .Oí.!' ,crimes cuntr~" as
P•·h·o"rit sontoncn, OO!ÍIO t1mbom· os physica' po;so,. o.- p!•opricdadc·ou com h•bit~s pro~ ..
rnento ou· moral monto n.b;~ndona.tl.os que· ho.'· vu.dos do pro9tituioão,_mío suo do .pot•-offeito ·.
j"m t•ovolndo !mpulslvid <do lt·t~slstivol PILI'" de molo•tla, p'odcríio· intcrn•l·o.< nas colo- ..
OJJ"crlmes contl':t as _pessoa.~ ou· lt pt•opt•loda- nius do proca.iJç!Io' ou· ·cort•ceciona.es, do.
do, n'"n.to osÇo; sopar,.uos d11quul!o; on1 ncoordo coni as diSC!•imlnncões cstabolecl'

dous·gt•up·os incommunícavolu o, em ca.tli].· dntl no:J n.rti ••t,o, u.o, 0. 11 o 7. 0 da·prosonto lei.
: · urn . dos tos dous .gt•upos, sopat•ado:; por o· p':•cenclwnrhi· n.s· seguintes oondiQõeS:...;...re·_.
idades. querimento lt'<lirocçãod" colonia; ordem. do,
Pat•agrapfw unico. Sí o nlonol' ~~unrtomna.- iõt.ornanwnto pelo juiz Uo orphMs, com nu· -
- ,, ....
...' ' ,,, I
-··,·-·_
'

do óomplottu• :.!1. annos· do-hlatlo, antes da. dforlcin. do cur:id'or; ap·pansu; a.o rO(liJOl'i·
· oxph•ação Ur.. ponn, ::o1•á po:-~f,o cm li~m·du.Jo, rnunto, romunoraçiio ponuninrh 1t· eO!onio., .. '.l
til houvor dado ]>rovas positivos <lo rogono· si o pao, o tutorou o mon·or JloSSuir.parn
racão; o, no cn.~o· ounu·a.~Jo, sord. intornu.do, bsc• rocu'rsos.· · · .. · · . .· ·
poro cump1•ir o. resto- de~ pena, om pr!siio § l.··opao ou tutor, pnra obtór :..ordom
onde h!Lja tt•abnlho, prefurontomente a~r!; ·ue.íntornumonr-o proliuzlrt\, pornnte. o jul~ .
colo, ou om' colou ln "ó~rocç!onnl pom :ului- com ILUdlonc!n do cUI'tLdOI',·• proy11 do estado
tos; · . . moral <lo ruoao·,, com ·o. 'testemunho da lros.
Art. 5°, Ás colonlns do Jll'ccÍluoão p:Lrn pesso.s !donmL<, paio monos, . · . :I
l
monoros do sexo musoulfno, se1•iio .·reoolhl· § 11. DePILO ou tntoi·'·d-Uvro. ,do rotlrar,
dos os ·monoi'OS phys,on.ruon~3 ou moralmon- ~ tot.lo o tornpo, o mono r· dn colonin, mo- .
te nban<lonndóso, do PI'Oforonc!n, os viciosos <Unnto ro~uorlmonto no-dh•octor M-colon!n
. ficando os.cs separados dnQuol!es cm dons :o· uovn ordem du juiz; ·:com· nndlonchi du.
grupos' incommnniCO:voitf o; · onl' ·cadn.'l. um ciJtindor,· up'pon·sa ·no MI)U~ri'rnonto... · . ,...
dosços 'dous grup_os; sopn••.tdos po1· ldiLdos, § IIT. O ulroetoi· da•coliinln sor<L ob••lgn!lo
· Pm·agt•npfto·unlco. Sí o mono r vicioso (!(101· Q. .t'Ócllt-mltt' porn.ntO o -juiZ' .oom' nndlonoln. do
_plotnr ull 17 :mnos :mm ··dn.t• JI!'O\'lL."' positivas cnr1tdor a· rfltlt•adn.' ·do mOnot• 1nt.ol'lludo, n. .
do t•cgonornclto sm·á: Jntlu·n:ulo om colonin :t•oqum•irndnto·dtl .PlLO o~t ~uto~·,· sl ·no fini do
I corruc,onn.!'pn.ra. monu.u:~; . ~togun1lo ntcz do mtorun.mento vorificnr llliO
Art. 0," A's colomn.~ curt•naiunnus pm·a. l~!i t•azUos ullegaii:UJ .tunin."r o intornnmonto _
monoros, do· _sox:o'fomintnoi NOi'Üo J'ocolltMos nii.o oxi~tum, out'ugo'·guti~roConliOQn. 'Juo· onna
. niio 11'6 .os)nonoros cowloumado!-1 IL cumpt•tJ• dolxat•a.m do"uxls~rr: ·· . > . ·: 1
• ,
I
1
. sontonca, ·<lomo inmbom- os phy~lru.r:nontO. Al'tu 0." Os;nwnoros, d~''it.mlJOs I!B ~oxog,
ou . mornhnonto nbandounlios com hll· quo'n!io osiiVOI'(l!U u cumpt•ll• sontonon, bom

.. ...
·, _,._ . ·'· 1-'-•:
. . .... . '.· ::
......

SEssXo E!l 1 iii NOVEMnno DE 1902 15·


. como os·physlcamonto on mot•nlmonto nban· colon!Íl offlclar1 á nutorlrlado consulnr do
dont~dos QIIO ni'io so,inm vioio~o:ot, (tUa nií.o te· paiZ.IL quo pm•toncor• u manur.

I
·~
nhllm lmpul•lvldado lt•rcslstivol para os Ci'l•
mos contl'll.- as. pos::~ous ou :L proprictlado ou
quo nito'So doam a. habitas p!'OV:Ldo:~do pro.,tl·
· tuiçãó;! po!lorão SOl' roth•ados dn. colonÍIL, ~~
ro[norimonto do 'tio.~~oa. ldonOit, fll'inoiprLl-
mónt~ si' vossuir on tlh~igh· ostaho ccimcnto
Art. II.·"'"·'
pJ•cc;~uçiio
colonlus coi'I'CCclonnos o aci
pn.rn monorC's, 1lo so:co mascullno,
soJ•ãu T~inlstl'l!-rlo~. a.o p:u· dn. m:1ts rJgoros:~o.
oducn.çu.o, pr•wc1palmento os C·JOboclmontos : ~
PI'ILlicos do agr•lcultut•ii ·om t.Jdfls u~ sou~
t·;~mo::~, do zootoclmin. o d;IS industt•iii.s o om-·

1:.. ngriéúln: utf lndustt•ial, com ord,tm nppousa


do. ,juiz. o-nudloncin. do cut•nd<~t',· por•anta os
"qtmcs a' po:sso:; nsslgnal'll. term::J Msumlnilo n.
cios que lho são cori'O!Ittlvos, dl' modo 11110
tlquum o:-1 monm•os Jll'O}la.t•;ulos pua tiO fix;tr .
·nus cnmpo.i, .
rosp"onsabllldado da.oducaçti.o o lnstt•uo(iii.o do Al't. 1:2, Nas colooias cm·roocionnes"o do
monot·· c t•otrlbuiçlí.u pucunl;~l'lu. tios sous ·preca.uçib pa.t·u.-menot•cs, do sexo fominlnu,
sm•viços. · ·' · ·. ~urã.o '!_tinistJ•n.dos,·ri.o par• da maiil rJgot··os!li
· §I. A rctt'íbulção. pccunim•in !ioJ•:L ajusta.. cclucaç:L '• pr•Jnclpalmomo o:; cunhecimontos
1lu. com . o juiz c o cur~ulo r, depois 1lo cun- pt•ai;Jcos do .lai'd lnn.gom; hOt•ticulturn.,.culinn;
su!tado·o·d1t·cc~or d:1. eo!onil~sobro a ca.pacl· t•ia, lu.vngom. :.'ongonlm;~durn., costura, hy..
~iono llomlcilhu·la., hyglono infltntH o oco~
tlado tralm.lh:tdot•:t tio mouot• O o seu illl!IOl'to
dotJosttaJo 010 Cíd:m Ec:onumic:L ii:ldor;d, piL!'tLnomi:L úomosticn, do modo a pt•~Jpnt•:n• as
.SOf Orlt1'0ff110 1l0 lliOnO-.• fllllUlfiU tLt.LillgÍt' a.
IIÚ.!nOI'OS JIILI'It 1L Vii!;L tÜL lh!l!Jii<t.
mn.iorhlano. · . · . · 'A1•t. 13, gxcopto n vicioso· não rogtmo·
. §~II'. Allllll.llns penns cm fJHo lncot•t•ut• po1• t•atlo, o que conriot'V<Lr ;Linda impnlsivltlndo
m1lus tratos,, :t pos~O<l.I{IHI rotirou o mono!' :hTeSis~avol pat•n usct•imod contra ns put~soas
da co!onlri., si hão so desoltt•i•'tr.· da rosponsn.~ ·o·:t propt•iodado, o tJUo· cstiVm• cnmpt'intlo
bllitlndo assu'mltl:L p.or tOrça. do at•Ligo .supr;L, sentonc:L, o qr:o oito ltouvor pct•dido os hJL·
Incàrrorll. na rosti~ulcão do monot• 1t coloni:t ,hi tos· do pro.;tllnkíió, poderá. :htr tl'U.Ottfot•iJo
o om u~à,mult3. do 500$.:1.5:000.$. tLl'bitrn.dn p:u•a. lnturrmto. tJUhlicu·"uu· pt•h•arlo, do ::.rtos
_.-Jl&l6·"ôurn.(IOJ•, ·,~, QÍla.l aot'IL doposltad" um ou oillolo.:l Lado o monor quo revolar voc~ilo
Ca.íx:~.Economicí~ 'fetloral, p<~l'lL :iill' ontrcguo .sttporlo!' pnt·n·qtuLiquor• l'tLlllO do ·;u•to ou dti
ao ·jilcnot•·qurwdo· :~ttingit• n. mldOI'iÚitdo. · o:Uclo quo não sojn.1n onslnado.i n1~ colonln.,
§'I[[, .E' livro tio t•cst.ituh•.o mono4• :l co- 1losdo quo aa1•to ou otnclo-niio soja incom111~·
lonin.· _n; po.~son. · qno dolta ·o l•otlt•ou, com a. tivoLcum ~ SU!L :.,n,udo o constltmçii.u ot•ga·
coritliCilU; poróm, do J'unda.mcntur prl!via- nlcn. ·
menta' n.s rn.zõos do~to acto om tlocumouto Art. 1·1. As ronllfls do cn.!la c.:>lonin sorlio
c~a·rlplO uo juiz, o.qualJlod·ml, com all(lioncü• opplicndus 11o cu<toio ''" colonin o aom """o·
dJ cut•udnr:cha.mat•IL-llOSSOU. i1. sun pJ·o~onQiL bt•as,.si:ts houYOJ', sot•:L coutttltuido patrimo-
pn.t•u. mn.iororosclo.roctmontos, sujoitundo·a. nlo om (a.\'Ol' d(L colonf;~.
,I ·d. 01\tlt.r dO Pi~t·a"gt'<Lpho l~ntot•iot•, si p:u·:L isso Art.. )5, g• dh•oito dvs. govot•nos o'fitadnnos
honvot• motiros. o mun1cipnc.:~ l'nndarom colOnimJ corroccio·
At~G. ·10. Osn10noro.i ostr:LngoLros, do nm· nuo.i o do pz•cc:tu~iio Jllu'n.;Ltlultus o menot•cs,
llo:ro~·sC'xos, qua·.não ostivot•um a cumpr.t• tiO nmbos.os sox~~s,.comLU.mo q_uo · sojnm:-rOs·
sentença. pPI' ct•lmes gr.,•os contra as pcs· poltudus '" dlsposlçüos du prosou to lo!. ·
soas.ou ~~ prop:•iotlndo, podoi•ào sot• t•uth•atlos Art;, 10. Cot•ro no govct'no n: tlUtJ pm·,oncot•
dn colonl;L !lOI' ftnnlrtuol' poSSOlh do:~do quo n colou la OXllOdh• os noco~sarlos rognla.mon..
oJta·so upr.osonto. no .i11iz olllclltirnonto nllo· to~,. sem n.ltot•acão, pu!'tlm, dn:~ bn.sos da. pro..
nnd:L' ·puln; ntltot•ldallu ·consultir do p1Liz do santo lo!· o modithml-os sompt•o quo, pn.t·:~ os
rnonol•·o pm•anto o-juiz u·o cul•atlot• iLs.il;.:nn molhut'/Ll', lho foram faltos t•opat•os pulo di..
tot•mo; nssumfndo ~~ t'o:lponsaltilldndo do l'IJ- ·t•octor ti:~ colonla.. · ·
:. pa.triln•. o mono r o apt•osonr.o pam Isso, nn. Art. 17. F'Jcn.· 11\•t•c uog partlculiu·o~, slngil~
occusião;· o bllhoto do p:Lssu.gnm. · ·lu.t•moni:l ou~oahubunonto,l'undaromostaba·
§'L 0 '.Si ..IL pasau1L c1110 t•otit•ou diL colonhL o locimontos doitinndos Aout'l'OC~ão doa mcoo·
monot• pllt'a o ~~opatl·l~t· illudlr. ayospous11· ros viciosos, com lmt>ulslvldndo irro.;lstlvol'
bilidndo n.ssumldn_pot~ tOrço. clu .nt•tlgo supt'il, pnr1~.os cl'imc~ contrll!ns possol\9 o n; pt•oprlo· ·.
·DJl niio so ju.~üttlcnt•,, Cil.8'1. o monor .llcJUO om datlo ou.com ·hn.lJltos provndos do ·Jn•os~ituJ­
tol'l'ltorlo' bt'll~i luii'O ou u· ol!u volto,. !nem·· çno, com tonto quo soJam .i'ospC!tndns' ns dls~
l'ortt.·nn:.- nlultf~ · lia· 500.$ :~ 5:000$, tu•lJitt•ndlt JIO:i!Cõos do:~tn._Joi, t•ofot•ontos · 1l loc'•Liizu.clio '
polc1 ctu•adut•, IL qual J'ovot•tot•.t omlwnollclo das. colou!:~:~ o 1t tdatlo,. 1L "l::oparaçào o tL udu·
dn colonilt. de-.· onda o monot• sn.ldu o owlo ca~!rw Jos.mono!'os. · ., ·
Sl'!l'lt·novttmtlntu intm·mLJu. · , . :~~·~. l~. A luspOí!Cito o flicnlisnção dos
. . § H!· . P:l.l'tl. ·as dov.idos oH'oitos, sompt•o q_uo osbiJoll.!uimontos p.u•ticulaJ•os, ~om onmo
nn. colonin:·so offoatut~a·· ontt'll.t.li~, tmltltliL ·Otl dntl collH~!<Ls 11 mail'! cst.a.~~loclmontos pn·
)'ot!t·n,l,l.ndo monorostt•.angolro; o 'dlt·ootol' da bllr:o~ dostlu.ndos '' rJriucaçiio o inst,r~:oçilu
r:11 ,,i ... , ' ' • ·
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''
ANNAEB DO &ENADO

tlos manares, do ambos os ~oxos, cqmpotom pat•:t ·Cuyalnt, cot•f.o dO quo mula, t~hsolutu.·
nos juizos o cnJ•n.dorcs do orphiios. delega· monta, lho-succodm•iiL.
iltls do hygiono 'o nssis~onch pnbllcn.s, os Entretanto, St•, Pt•osidcnto, o SI'. rw. ,Jonas,
'tuncs, nos casos do inrracçii.o dn. pl'nsonto mesmo· n. bordo d_o pafJ.uu~o, quo o condu~hL
lei o seus J'Ogulnmont.os, roprosont:wiio ILO pal'a nquolla c:tpJtal ·o quo so Mim· dn IJIHL· ·
governo :L quo p:wtoncm• ·:L colonla. 011 soh t•on~ona nas HUlL'! lmmo.IJ:~çüus, ·ncuhn. tio sot•
-·cuja ,jJtrlsrlicção cst~vm· o cstilhcloclmonto victlmn.· •.o·um ILttonta.du contra.:ma ·vltla..
}lar~icuhu•, ··E:· 1uitor• dost1~ tllntaUva do l~sanHsinn.to o
St•. Ct\cta.no · ClLI'los Gulviio, S.lCrot.n.rio .tlu.
50 1111 t. on·
· ·. A1.· A lnspocçiio o tls~aFsn~~ito cholhtut•a do ~oJicla do E~ttL~.Ia,·comu VILO ver•
dct•ão t:Lm~~m nos monot•os comprohondl·
dos ·no art. o~~.
s
o ono.do po o soguinto tologt•a.mma: .. Do
~ II. Indopondon ~o do doio"a~io ofllcinl, Cuyabil-N • .JS5-Expodldo ds o· horas o ·!5
o " ~ minutos dn tH.I•do do hontom. · · ..
as corporacõos .constlt.uldas do pessoas III o, A bJl•do do poquoto <ruo-ostd om ·quaron·
nons com o fim do propagar os Pl'inclplos do tona abaixo do porto dosta Capltnl, cnotano
moral, do nso~i3tonl!ia. ou do hygiono,. dí!&lo Ca.t•los Gal \'fio, sccrota.rlo chL .cltofll.tut•n. (]O
CJIIO S:l,jam poJo guvorno· fildo~:~l, cmtadm~l ou p'olicla do E:~to.tlo, tentou mat:Ll• ·a Dt·. ·.Tonu.s .
munloipa.l consldoa•ad:LS do nt.thdatlo puhlica, Cot•t•ôa.d& Costa, soncló impod1"do do l'OR. liz:~t·
tlo:~.m autol'izada.s a vísi t:u· :LS colonlas, bom
como to.los os ost:~.holocimonto:o~,. qum• pu- o sou. uatcnto poln. intorvon·oão clll out,·os·
blicos, quor p1•ivados, destinados :L oducaçilo PlBsngolros. Commandanto·otrectuou'jlrisito
o lostrucQão dos menores tlo ~~mho.i os sexos flagrante, mas :Ltú n.gora. noohumn. provi..
o a roclam:~r junto ao poder compotonto, doncla foi tomada por pa•·to das autoridades
contra nslrrog'ubrillados •1110 uollos oncon· P'ra p'unlção ·do •••lmlnoso. Batolhitó 'poli·
cial faz (1Xct•ciclo.1 do 10go, porcorrorido as
tr~{~t~'l9. Cal•or~ acç.'io publica om todos t•uns dosta. c~tplt:.l. Governistas cabalam
os casos do violoncla., om gorai o attonta.dos ·amcn.~·:Lndo clultot•Js; maioria no3sos .amigos
ao pudo;•, Pl'aticados nos monoros, sondo o atemorizados; coronel Pedro. Lolto Osorlo do
nutor do :~ttonbdo ou da vloloncln, si osta posso dos livros da camara com o fim do lm·
for gravo o som razão plausivol, immodla- podit•" onkcgn tios lltulos aos. ololtoros nos·.
sos amigos.:. . . . ··.
.
tamonlo domlttido o lnlmblli~tdo para ox· Hojo, dovo-so oslat• procJ<Iondo,· ·como j:L
Ol'COl' CJIIO.Iquor funcção publica. f ·- d jj '
Ar~. 20. Rcvoga.m-sn as clispo·lieõos om IVO occasULo o t zor ao S:mado, rt.s olulçú-'S
· r.umicir,acs o ostaduacs.. · . · .
cont1•ario, Dob" '" dosto appnrato, quo impor!> um
Sala das sossüos, 2J do ontub1•o do 1002. doJrospoito :L .lo!,· q.uo dotm•mlna· não so
Lopes T•·oc<lo. · podot• fazo1• ·movimento.· do ·forca po1•
occaslfio de ololcõcs, . bom v~ o Senado quo ll
O Sa•. Gcnero•o l•oneo-St•. Pt·o· lmposslvcla mous cm•rolfgionarlos ·podorom
stdonte, não era. mlnhn. intonçã.:> volta.1' a .ccncor,•m•1ls Ul'nns. .. ,
occupar cs·.a tribuna p~tra lt•atar do as- ·O mou ltonmdo colloga do ropt•osontoç.,o,
sumptos t••lativosoo E,tadodo Matto Grosso, o Sr. 01•, .Motollo,. quando, ultlmnmontc, ·
Inlblizmonto, pol'tlm, um tclogramma, que occup;u a tribuno, proilui'Ou dofondor o go-
acnbo dR rocob01• dó Cuyah:l, domovou-mo vorno do M1~tto ·Grosso, !tuanto 11 oxplidjçiio ·'
dolie p1•oposlto. . ·· de força policial para d1versos pontos. ilo i
· Quando ou suppunhn não lor mnls.occnsliio llBiado, conformo tolegramma quo'fot lido
do ·tr,>zor no conhecimento do Sonndo no· polo muu llluse,•o colloga do b>ocada, o Sr.
nhuma scona mais· lamcntavol, · ldontlcns A. Azorodo. . · ·.r .
4quollns a quo repetidas vczos mo I'Jnho Mas,. como •iofondeu S. Ex: o Governo!
rolbi•ldJ, c!; quo, 81•. Pt•osidonto, choga·IJIO Dospt'OSilndo, dolxondo,·, absolutamente, do ·
"'mãos o tologramma a quo atmbo do t~l!u- lllllnr nas local!d~tdcsd> Gtilo;·BrotllB o.Ro.n· ·
dh•, trazendo· mo a notlch• do um novo atton· rio, pa1•a flLIIar, ap3n11s,. dô',Diamanllno; ui··
. ta1o, na pruJSoo de um lllustro modico, o Sr; zondo que. nós, os roprosonllintes do Mntto·
••'·
', Dr. Jonus Cort•ún. da Cos~!\, quo, tcodo osta.~o Grosso, h:tvlamo.l·a.ccusado·,JJO governo da.'J
~'. ;. emigrado por nlgum tempo no Pnraguay tropou.,. foHas om .Diamniitlno,. chognndo,
o depois nosta Capital, dii<Jul partira· ha nt6, a· affirmlll' o arr..,nm~nto dt~quolla
.,·,·--
\ ' '
pouco mnts. do "'P. moz,a solicltaçõo; do vllht. .. ·
' . pos;oa do sua famllh•; rusl•lonto om ~latto l'••ima(ncic, S1•, Prosldont.o, p:ll'oco que o
~.! ;, ·. Grosso, pnra Ir coutrnhtr 11111 o sou· cosa- honrado ·SmliLdor )om ra"liio, <ruo otrocUva·
· monto com uma sobt•lnha do Sr; Francisco monto umo,Joc:tlldndo reduzida .n oscombros
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i·_, ..." Orlnmlo quo; pm• tologramma o depois do nilo tom umls ololl.oi'ILdQ'o, pOI'consoqnoncla,
havot•... provavolmoulo consultado o prosl· o governo do Estado.niio' tom nccos.!lil!LIIo du
•aonto do llBtado, lho garantira poder seguir oxorcor a!Uprosslio algumo.
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