Você está na página 1de 62

Apresentação

Apresentação  O objetivo principal do estudo intitulado “ As Principais Fontes Estatísticas de Turismo: Da

O objetivo principal do estudo intitulado As Principais Fontes Estatísticas de Turismo: Da OMT à SETURé apresentar dez fontes estatísticas relacionadas ao turismo, uma das atividades econômicas que mais cresce no mundo globalizado.

O estudo, inicialmente, apresenta dados do turismo internacional baseados na World Tourism Organization (UNTWO), no WTTC (World Travel & Tourism Council), no ICCA (International Congress and Convention Association), na IATA (International Air Transport Association) e no WEF (World Economic Forum). Em seguida, apresenta dados do turismo doméstico oriundos do MTur (Ministério do Turismo), da FGV (Fundação Getulio Vargas), da INFRAERO (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária), da PBTUR (Empresa Paraibana de Turismo S.A.) e da SETUR (Secretaria Municipal de Turismo).

O presente estudo contém 19 quadros, dois infográficos e dois gráficos dos principais dados estatísticos do turismo.

Paulo Galvão Júnior

Chefe da DPTI/SETUR, Secretário Executivo do GG65JPA, Professor de Economia da IESP Faculdades & Professor de Gestão de Investimentos da FATECPB. 2

O que é Turismo?

O que é Turismo? Segundo a World Tourism Organization (UNTWO), em português, Organização Mundial de Turismo

Segundo a World Tourism Organization (UNTWO), em português, Organização Mundial de Turismo (OMT), Turismo compreende as atividades dos visitantes, isto é, das pessoas que viajam a um destino

principal diferente do seu entorno habitual, por uma duração inferior a

um ano, com qualquer finalidade principal (lazer, negócio e outro motivo

pessoal) que não a de exercer atividade remunerada por uma entidade do país ou local visitado.

¿Qué es el Turismo? El Turismo es la tercera industria más grande del mundo.

What is Tourism? The Tourism is the world’s third largest industry.

Turismo

Turismo  O turismo é uma atividade econômica transversal que envolve 52 setores e mais de

O turismo é uma atividade econômica transversal que envolve 52 setores e mais de 60 segmentos e é estratégico para o desenvolvimento econômico sustentável de uma nação. Em plena economia globalizada o conhecimento de dados estatísticos é fundamental para um destino turístico mais

competitivo, porque com eles é possível constatar a realidade de

determinado local.

Nos países desenvolvidos, países emergentes e países subdesenvolvidos ocorrem políticas públicas focadas na promoção, no planejamento e na

comercialização do turismo como uma peça chave do crescimento

econômico.

Os empresários da cadeia produtiva do turismo consideram fundamental a dinamização da gestão de informação estatística no setor turístico, como também a publicação de relatórios econômicos e estatísticos, que ajudem a

conhecer melhor a situação e a estrutura da atividade turística a nível local,

estadual, regional, nacional e internacional.

Os 52 Setores do Turismo 1.Hotelaria; 14.Artesanato; 27.Shopping Centers; 21.Restaurantes; 2.Operadoras

Os 52 Setores do Turismo

1.Hotelaria;

14.Artesanato;

27.Shopping Centers;

21.Restaurantes;

2.Operadoras Turísticas;

15.Pesca;

28.Equipamentos Culturais;

22.Bares;

3.Agentes de Viagens;

16.Avicultura;

29.Equipamentos de Lazer;

23.Lanchonetes;

4.Transportadoras Aéreas;

17.Pecuária;

30.Comércio;

43.Universidades;

5.Transportadoras Marítimas;

18.Indústria Têxtil;

31.Bancos;

44.Empresas de Eventos;

6.Transportadoras Terrestres;

19.Vestuário;

32.Serviços;

45.Marketing;

7.Parques Temáticos;

20.Comunicações;

33.Casas de Câmbio;

46.Organizações Turísticas;

8.Órgãos Governamentais;

21.Sinalização;

34.Saneamento Básico;

47.Postos de Gasolina;

9.Extrativismo Mineral;

22.Guias de Turismo;

35.Energia;

48.Farmácias;

10.Extrativismo Vegetal;

23. Agricultura;

36.Segurança;

49.Casas Noturnas;

11.Tecnologia do Lazer;

24.Construção Civil;

37.Calçados;

50.Táxis;

12.Tecnologia de Equipamentos;

25.Urbanização;

38.Infraestrutura;

51.Serviços de Interpretes;

13.Indústria de Alimentos;

26.Agroindústria;

39.Formação de Mão de Obra;

52.Serviços de Capacitação.

Fonte: OMT.

5

Mais de 60 Segmentos do Turismo 1.Turismo da Melhor Idade; 17.Turismo Nacional; 33.Turismo de Sol

Mais de 60 Segmentos do Turismo

1.Turismo da Melhor Idade;

17.Turismo Nacional;

33.Turismo de Sol e Mar;

49.Turismo de Eventos;

2.Turismo Infanto-Juvenil;

18.Turismo Internacional;

34.Turismo Cultural;

50.Turismo de Lazer;

3.Turismo Popular;

19.Turismo Individual;

35.Turismo Étnico;

51.Turismo de Interior;

4.Turismo de Luxo;

20.Turismo de Solteiros;

36.Turismo Religioso;

52.Turismo de Férias;

5.Turismo Aéreo;

21.Turismo de Casais;

37.Turismo Histórico;

53.Turismo de Saúde;

6.Turismo Rodoviário;

22.Turismo de Famílias;

38.Turismo Científico;

54.Turismo de Pesca;

7.Turismo Ferroviário;

23.Turismo de Grupos;

39.Turismo de Congresso;

55.Turismo de Aventura;

8.Turismo Marítimo;

24.Turismo de Fronteira;

40.Turismo de Intercâmbio;

56.Turismo de Repouso;

9.Turismo Náutico;

25.Turismo Emissivo;

41.Turismo Gastronômico;

57.Turismo Esportivo;

10.Turismo Espacial;

26.Turismo Receptivo;

42.Turismo Rural;

58.Turismo Desportivo;

11Cicloturismo;

27.Turismo de Neve;

43.Turismo de Caça;

59.Turismo Urbano;

12.Turismo Local;

28.Turismo de Montanha;

44.Ecoturismo;

60.Turismo de Compras;

13.Turismo Regional;

29.Turismo de Campo;

45.Enoturismo;

61.Turismo Comunitário;

14.Turismo Alternativo;

30.Turismo Arqueológico;

46.Turismo de Massas;

62.Turismo Místico;

15.Turismo Social;

31.Turismo de Estudos;

47.Turismo Cívico;

63.Turismo LGBT;

16.Turismo de Mergulho

32. Turismo de Naufrágio;

48.Turismo de Negócios;

Outros Segmentos.

Fonte: OMT.

6

Fontes Estatísticas de Turismo  As estatísticas de turismo são publicadas por vários organismos, organizações,

Fontes Estatísticas de Turismo

As estatísticas de turismo são publicadas por vários organismos, organizações, órgãos e instituições com finalidades diversas, tendo como principais funções: a pesquisa quantitativa e qualitativa e a

análise dos dados; as comparações no tempo e no espaço; o

estabelecimento de “séries” estatísticas.

Podem

público,

principais variáveis da atividade turística.

Quem

produz

que

estatísticas?

ser

produzidas

e

as

ser

costumam

mais

abundantes

se

pelo

setor

as

associam

As estatísticas podem ser produzidas também pelo setor privado, que são elaboradas pelas próprias empresas e associações empresariais do setor turístico, com o objetivo básico de contribuir com informações

relevantes para o processo de tomada de decisões.

Fontes Estatísticas de Turismo  Que tipo de estatística está disponível? Os Registros Administrativos são

Fontes Estatísticas de Turismo

Que tipo de estatística está disponível? Os Registros Administrativos são aqueles que dependem da administração pública. Ex.: Licença para exercer uma atividade econômica; Classificação de estabelecimentos

hoteleiros, etc.

As Entrevistas são operações estatísticas cuja meta básica é obter conclusões sobre determinados aspectos da realidade turística (seleção amostral). Ex.: Perfil do turista; Motivações de viagem; Gasto per

capita, etc.

Os Censos abrangem a totalidade da população-alvo para um determinado aspecto da realidade turística. Os Censos podem ser o resultado de uma operação com finalidade específica ou da informação

contida em determinado registro administrativo.

Turista e Visitante

Turista e Visitante  Turista é a pessoa que se desloca para fora do seu local

Turista é a pessoa que se desloca para fora do seu local de residência permanente por mais de 24 horas, realiza pernoite por motivo outro o de não fixar residência ou exercer atividade remunerada e efetua gastos

de qualquer espécie com renda obtida fora do local visitado.

Visitante é a pessoa que se desloca do seu local de residência para realizar viagens curtas para negócios, participar de eventos, lazer, visitas a parentes e amigos. Caso haja pernoite, já se classifica como

turista.

Fonte: VELOSO, Marcelo Parreira. Turismo Simples e Eficiente. São Paulo: ROCA, 2003.

Turismo Internacional  Tendo em conta que o turismo gera “ 1 em cada 11

Turismo Internacional

Tendo em conta que o turismo gera 1 em cada 11 empregos no mundo”, é fundamental mensurar a contribuição do turismo para o desenvolvimento econômico, social, humano e sustentável do mundo.

No âmbito do turismo internacional há uma série de organizações, instituições e órgãos que oferecem informações sobre o setor turístico. Elas podem ser divididas em duas grandes categorias:

i) Organizações e instituições que oferecem exclusivamente informação

sobre o setor turístico. Ex.: OMT, WTTC, IATA.

ii) Organizações e instituições internacionais que oferecem todo tipo de informação de caráter estatístico, inclusive algumas relacionadas ao turismo. Ex.: ICCA, WEF.

OMT  Com sede em Madrid, na Espanha, em espanhol Organización Mundial del Turismo (OMT),
OMT  Com sede em Madrid, na Espanha, em espanhol Organización Mundial del Turismo (OMT),
OMT  Com sede em Madrid, na Espanha, em espanhol Organización Mundial del Turismo (OMT),
OMT  Com sede em Madrid, na Espanha, em espanhol Organización Mundial del Turismo (OMT),
OMT  Com sede em Madrid, na Espanha, em espanhol Organización Mundial del Turismo (OMT),

OMT

Com sede em Madrid, na Espanha, em espanhol Organización Mundial del Turismo (OMT), é uma organização intergovernamental, à qual a ONU (Organização das Nações Unidas) confia a promoção e o

desenvolvimento do turismo. Desde 1974 estabelece normas

internacionais para avaliação e notificação de dados relativos ao turismo.

Principais publicações são: i) Anuário de Estatísticas do Turismo

Mundial; ii) Compêndio de Estatísticas de Turismo; iii) Barômetro do

Turismo Mundial.

Barômetro do Turismo Mundial é publicado três vezes ao ano (janeiro, junho e outubro).

OMT  Desde 2003 a OMT é uma agência especializada da ONU e a principal
OMT  Desde 2003 a OMT é uma agência especializada da ONU e a principal
OMT  Desde 2003 a OMT é uma agência especializada da ONU e a principal
OMT  Desde 2003 a OMT é uma agência especializada da ONU e a principal
OMT  Desde 2003 a OMT é uma agência especializada da ONU e a principal

OMT

Desde 2003 a OMT é uma agência especializada da ONU e a principal organização internacional no turismo. Funciona como um fórum global para questões de políticas turísticas e como fonte de

conhecimentos práticos sobre o turismo.

Em 2013, a OMT contava com 156 países membros e mais de 300 membros afiliados, representando o setor privado, instituições educacionais, associações e autoridades locais de turismo.

O secretário geral da OMT, Taleb Rifai, comemorou que no ano de 2012,

as chegadas internacionais de turistas em 50 destinos totalizaram 1,036 bilhão de turistas e geraram US$ 1,075 trilhão.

Infographic 1.

Infographic 1. Source: OMT. 13
Infographic 1. Source: OMT. 13

Source: OMT.

13

Quadro 1. Os Maiores Destinos Turísticos do Mundo – 2012 Ranking País Chegadas de Turistas
Quadro 1. Os Maiores Destinos Turísticos do Mundo – 2012 Ranking País Chegadas de Turistas

Quadro 1. Os Maiores Destinos

Turísticos do Mundo 2012

Ranking

País

Chegadas de Turistas Internacionais

França

83,0 milhões

Estados Unidos

67,0 milhões

China

57,7 milhões

Espanha

57,6 milhões

Itália

46,4 milhões

Turquia

35,7 milhões

Alemanha

30,4 milhões

Reino Unido

29,3 milhões

Rússia

25,7 milhões

10º

Malásia

25,0 milhões

41º

Brasil

5,7 milhões

50º

Jordânia

3,9 milhões

Fonte: OMT.

14

Quadro 2. As Maiores Receitas Turísticas do Mundo – 2012 Ranking País Receitas geradas por
Quadro 2. As Maiores Receitas Turísticas do Mundo – 2012 Ranking País Receitas geradas por

Quadro 2. As Maiores Receitas

Turísticas do Mundo 2012

Ranking

País

Receitas geradas por Turistas Internacionais

Estados Unidos

US$ 128,6 bilhões

Espanha

US$ 55,9 bilhões

França

US$ 53,7 bilhões

China

US$ 50,0 bilhões

Itália

US$ 41,2 bilhões

Alemanha

US$ 38,1 bilhões

Reino Unido

US$ 36,4 bilhões

Hong Kong

US$ 31,7 bilhões

Austrália

US$ 31,5 bilhões

10º

Tailândia

US$ 30,1 bilhões

39º

Brasil

US$ 6,6 bilhões

50º

Finlândia

US$ 4,1 bilhões

Fonte: OMT.

15

WTTC  O WTTC é o fórum global dos executivos de negócios do setor de
WTTC  O WTTC é o fórum global dos executivos de negócios do setor de
WTTC  O WTTC é o fórum global dos executivos de negócios do setor de
WTTC  O WTTC é o fórum global dos executivos de negócios do setor de
WTTC  O WTTC é o fórum global dos executivos de negócios do setor de

WTTC

O WTTC é o fórum global dos executivos de negócios do setor de viagens e turismo. Desde 1990 em Londres, na Inglaterra, seus membros são diretores executivos de todos os setores da indústria de viagens e turismo.

Os trabalhos desenvolvidos pelo WTTC (em português, Conselho

Mundial de Viagens e Turismo) estruturam em torno das seguintes áreas:

Relatórios regionais e por países; Aviação; Meio Ambiente; Educação e formação; Movimentos fronteiriços; Impostos; e Recursos Humanos.

De acordo com o presidente do WTTC, David Scowsill, “O setor de

viagens e turismo é uma das maiores indústrias do mundo. O WTTC trabalha tanto como setor público quanto o setor privado, afim de conscientizá-los sobre a importância social e econômica do turismo”.

O WTTC divulgou o estudo anual “Viagens e Turismo: Impacto

Econômico”, no qual o Brasil aparece em 6º lugar no ranking de 184 países

em 2011.

Quadro 3. As Maiores Economias do Turismo no Mundo – 2011 Ranking da País PIB
Quadro 3. As Maiores Economias do Turismo no Mundo – 2011 Ranking da País PIB

Quadro 3. As Maiores Economias

do Turismo no Mundo 2011

Ranking da

País

PIB

Ranking

PIB Total

Economia

(em US$ bilhões)

da Economia

(em US$ trilhões)

do Turismo

Mundial

Estados Unidos

434,3

15,0

China

181,6

7,0

Japão

123,5

5,9

França

102,7

2,8

Espanha

80,1

12º

1,4

Brasil

78,5

2,5

Itália

71,5

2,2

México

63,7

15º

0,8

Alemanha

58,2

3,6

10º

Reino Unido

56,1

2,4

Fontes: WTTC e FMI.

17

ICCA  A ICCA (em português, Associação de Conventions e Congresso Internacional) é uma entidade
ICCA  A ICCA (em português, Associação de Conventions e Congresso Internacional) é uma entidade
ICCA  A ICCA (em português, Associação de Conventions e Congresso Internacional) é uma entidade
ICCA  A ICCA (em português, Associação de Conventions e Congresso Internacional) é uma entidade
ICCA  A ICCA (em português, Associação de Conventions e Congresso Internacional) é uma entidade

ICCA

A ICCA (em português, Associação de Conventions e Congresso Internacional) é uma entidade que gerencia o maior e mais respeitado banco de dados do mundo sobre eventos internacionais. A ICCA foi fundada em 1963, sua sede atual é na Holanda. A ICCA tem 86 países membros.

Para o CEO (Chief Executive Officer, que significa Diretor Executivo em português)

da ICCA Martin Sirk, “Este é um setor que tem apresentado um crescimento significativo em todos os anos desde a crise financeira que atingiu a economia mundial em 2008. O nosso setor é um sólido e confiável, em tempos bons e ruins, e as tendências de longo prazo são os fatores mais importantes quando planos estratégicos e decisões de investimentos estão sendo elaboradas.

Para ter validade no ranking da ICCA, os eventos internacionais devem se enquadrar nos seguintes critérios:

a) Ter no mínimo 50 participantes;

b) Rotação em pelos menos outros dois países;

c) Realizar-se de forma regular;

d) Ser classificado como congresso, encontro, fórum ou seminário.

Quadro 4. Ranking de Eventos Internacionais no Mundo – 2012-2013 Ranking País Nº de Eventos
Quadro 4. Ranking de Eventos Internacionais no Mundo – 2012-2013 Ranking País Nº de Eventos

Quadro 4. Ranking de Eventos Internacionais no Mundo 2012-2013

Ranking

País

Nº de Eventos Internacionais

Ranking

Nº de

2012

2013

Eventos Internacionais

Estados Unidos

833

829

Alemanha

649

722

Espanha

550

562

França

469

527

Reino Unido

477

525

Itália

390

447

Japão

341

342

10º

China

311

340

Brasil

360

315

Holanda

315

10º

302

Fonte: ICCA.

19

Quadro 5. Ranking de Eventos Internacionais nas Cidades – 2012-2013 Ranking Cidade Nº de Ranking

Quadro 5. Ranking de Eventos Internacionais nas Cidades 2012-2013

Ranking

Cidade

Nº de

Ranking

Nº de

2012

Eventos Internacionais

2013

Eventos Internacionais

Rio de Janeiro

83

79

São Paulo

77

70

Brasília

22

9

Foz de Iguaçu

16

15

Salvador

16

7

Belo Horizonte

13

11

Florianópolis

12

14

Porto Alegre

12

14

Búzios

9

17º

3

Fortaleza

8

8

12º

João Pessoa

4

5

Fonte: ICCA.

20

IATA  A IATA (em português, Associação Internacional de Transporte Aéreo) é um órgão de
IATA  A IATA (em português, Associação Internacional de Transporte Aéreo) é um órgão de
IATA  A IATA (em português, Associação Internacional de Transporte Aéreo) é um órgão de
IATA  A IATA (em português, Associação Internacional de Transporte Aéreo) é um órgão de
IATA  A IATA (em português, Associação Internacional de Transporte Aéreo) é um órgão de

IATA

A IATA (em português, Associação Internacional de Transporte Aéreo) é um órgão de comércio internacional, criado há 60 anos por um grupo de empresas áreas. Hoje, IATA representa cerca de 240 companhias aéreas, compreendendo 84% do tráfico aéreo internacional. E a IATA representa,

lidera e serve a indústria da aviação no mundo.

A IATA foi fundada em Havana, Cuba, em abril de 1945, e com sede atual em Montreal, no Canadá, representa o transporte aéreo internacional, um dos setores mais dinâmicos e de rápida evolução do mundo. Por essas

características esse setor precisa de uma associação representativa, pró-

ativa e neutra operando nos mais altos padrões de qualidade profissional

A IATA visa melhorar a segurança da indústria áerea mundial. Divulga os benefícios que a aviação traz para as economias nacionais e globais. Ela luta pelo interesse comercial de modo justo em todo o mundo, desafiando

regras e encargos, demandando dos reguladores e governos a prestação de

contas, reforçando a importância da regulação do setor.

Quadro 6. Cinco Principais Países em Movimentação de Passageiros Internacionais no Mundo - 201 1
Quadro 6. Cinco Principais Países em Movimentação de Passageiros Internacionais no Mundo - 201 1
Quadro 6. Cinco Principais Países em Movimentação de Passageiros Internacionais no Mundo - 201 1
Quadro 6. Cinco Principais Países em Movimentação de Passageiros Internacionais no Mundo - 201 1
Quadro 6. Cinco Principais Países em Movimentação de Passageiros Internacionais no Mundo - 201 1

Quadro 6. Cinco Principais Países em Movimentação de Passageiros Internacionais no Mundo - 2011

País

Número de Passageiros Internacionais

Estados Unidos

223,1 milhões

Reino Unido

200,8 milhões

Alemanha

172,9 milhões

Espanha

134,6 milhões

França

123,1 milhões

Fonte: IATA.

Quadro 7. Cinco Principais Países em Movimentação de Passageiros Domésticos no Mundo - 2011 País
Quadro 7. Cinco Principais Países em Movimentação de Passageiros Domésticos no Mundo - 2011 País
Quadro 7. Cinco Principais Países em Movimentação de Passageiros Domésticos no Mundo - 2011 País
Quadro 7. Cinco Principais Países em Movimentação de Passageiros Domésticos no Mundo - 2011 País
Quadro 7. Cinco Principais Países em Movimentação de Passageiros Domésticos no Mundo - 2011 País

Quadro 7. Cinco Principais Países em Movimentação de Passageiros Domésticos no Mundo - 2011

País

Número de Passageiros Domésticos

Estados Unidos

710,2 milhões

China

415,0 milhões

Brasil

118,9 milhões

Índia

107,2 milhões

Japão

93,2 milhões

Fonte: IATA.

WEF  O World Economic Forum (em português, Fórum Econômico Mundial) é uma organização sem
WEF  O World Economic Forum (em português, Fórum Econômico Mundial) é uma organização sem
WEF  O World Economic Forum (em português, Fórum Econômico Mundial) é uma organização sem
WEF  O World Economic Forum (em português, Fórum Econômico Mundial) é uma organização sem
WEF  O World Economic Forum (em português, Fórum Econômico Mundial) é uma organização sem

WEF

O World Economic Forum (em português, Fórum Econômico Mundial) é uma organização sem fins lucrativos, com sede em Genebra, na Suíça. É mais conhecido internacionalmente por suas reuniões anuais em

Davos, Suíça, nas quais reúne os principais líderes empresariais e

políticos do mundo, assim como intelectuais e jornalistas selecionados

para discutir as questões mais urgentes enfrentadas mundialmente, incluindo economia, saúde, pobreza, guerra, meio ambiente como

também turismo.

Incorporada como uma fundação sem fins lucrativos em 1971, o WEF não está ligado a interesses políticos, partidários ou nacionais para estruturar agendas locais, regionais e globais.

WEF  O WEF criou o Índice de Competitividade em Viagens e Turismo em 2007.
WEF  O WEF criou o Índice de Competitividade em Viagens e Turismo em 2007.
WEF  O WEF criou o Índice de Competitividade em Viagens e Turismo em 2007.
WEF  O WEF criou o Índice de Competitividade em Viagens e Turismo em 2007.
WEF  O WEF criou o Índice de Competitividade em Viagens e Turismo em 2007.

WEF

O WEF criou o Índice de Competitividade em Viagens e Turismo em 2007.

O Índice do WEF também conhecido como Índice de Competitividade

Turística é uma medição dos fatores que fazem o atrativo turístico realizar

investimentos ou desenvolver negócios no setor de viagens e turismo de um

país.

avaliados

São

o

marco

jurídico,

o

ambiente

de

negócios

e

infraestrutura e os recursos humanos, culturais e naturais.

São avaliados 14 variáveis: Políticas e regulamentações, sustentabilidade

ambiental, proteção e segurança, saúde e higiene, prioridade para o setor

de viagens e turismo; infraestrutura do transporte aéreo, infraestrutura do transporte terrestre, infraestrutura do turismo, infraestrutura de

informática e de comunicações, competitividade do preço no setor de

viagens e turismo; recursos humanos, recursos culturais, recursos naturais e afinidade por viagens e turismo.

WEF  Para WEF a Competitividade Turística “é uma questão crucial para a indústria do
WEF  Para WEF a Competitividade Turística “é uma questão crucial para a indústria do
WEF  Para WEF a Competitividade Turística “é uma questão crucial para a indústria do
WEF  Para WEF a Competitividade Turística “é uma questão crucial para a indústria do
WEF  Para WEF a Competitividade Turística “é uma questão crucial para a indústria do

WEF

Para WEF a Competitividade Turística “é uma questão crucial para a indústria do turismo, devido ao aumento da complexidade das questões decorrentes da gestão da cadeia produtiva do turismo”.

Entre 140 países, o Brasil é o primeiro do mundo em recursos naturais,

segundo o Fórum Econômico Mundial, no estudo intitulado The Travel & Tourism Competitiveness Report 2013. Porque tem a maior biodiversidade do planeta, com 20% das espécies da Terra. Tem

ainda 800 mil quilômetros quadrados de áreas protegidas, 69 parques

nacionais, duas das sete maravilhas naturais (Floresta Amazônica e Cataratas do Iguaçu) e oito sítios de patrimônio mundial natural (como a Reserva Biológica de Una no sul da Bahia). Todos estes itens mostram

a potencialidade turística brasileira.

Quadro 8. Ranking Mundial do Índice de Competitividade Turística – 2013 Ranking País Pontuação 1º
Quadro 8. Ranking Mundial do Índice de Competitividade Turística – 2013 Ranking País Pontuação 1º

Quadro 8. Ranking Mundial do Índice

de Competitividade Turística 2013

Ranking

País

Pontuação

Suíça

5,66

Alemanha

5,39

Áustria

5,39

Espanha

5,38

Reino Unido

5,38

Estados Unidos

5,32

França

5,31

Canadá

5,28

Suécia

5,24

10º

Singapura

5,23

51º

Brasil

4,37

Fonte: WEF.

27

Quadro 9. Ranking Mundial do Índice de Competitividade Turística – 2013 Itens Brasil Austrália EUA
Quadro 9. Ranking Mundial do Índice de Competitividade Turística – 2013 Itens Brasil Austrália EUA

Quadro 9. Ranking Mundial do Índice

de Competitividade Turística 2013

Itens

Brasil

Austrália

EUA

Suíça

Políticas e regulamentações

119º

14º

23º

17º

Sustentabilidade ambiental

30º

56º

112º

Proteção e segurança

73º

13º

57º

Saúde e higiene

70º

40º

51º

10º

Prioridade para o setor de viagens e turismo

102º

39º

30º

11º

Infraestrutura do transporte aéreo

48º

Infraestrutura do transporte terrestre

129º

49º

27º

Infraestrutura do turismo

60º

20º

13º

Infraestrutura de informática e de comunicações

55º

18º

17º

Competitividade do preço no setor de viagens e turismo

126º

137º

94º

139º

Recursos humanos

62º

22º

14º

Recursos naturais

19º

Recursos culturais

23º

20º

Afinidade por viagens e turismo

83º

38º

69º

25º

Fonte: WEF.

28

Turismo Nacional

Turismo Nacional  O Brasil com mais de 8,5 milhões de km 2 (o quinto maior

O Brasil com mais de 8,5 milhões de km 2 (o quinto maior país da Terra) e com mais de 201 milhões de habitantes (a quinta nação mais populosa do planeta), e atualmente, a sétima economia do mundo (2013), tem um gigantesco potencial no setor turístico, que faz parte do setor terciário da economia brasileira.

No âmbito do turismo nacional há uma série de organizações, instituições e órgãos que oferecem informações sobre o setor turístico. Elas podem ser divididas em duas grandes categorias:

i) Públicas. Organizações, instituições e órgãos públicos que oferecem

exclusivamente informação sobre o setor turístico. Ex.: MTur, PBTUR, SETUR.

ii) Privadas. Organizações e instituições nacionais que oferecem todo

tipo de informação de caráter estatístico, inclusive algumas

relacionadas ao turismo. Ex.: FGV.

MTur  O MTur se encontra localizado em Brasília, Quadra 6, Bloco A, no Distrito
MTur  O MTur se encontra localizado em Brasília, Quadra 6, Bloco A, no Distrito
MTur  O MTur se encontra localizado em Brasília, Quadra 6, Bloco A, no Distrito
MTur  O MTur se encontra localizado em Brasília, Quadra 6, Bloco A, no Distrito
MTur  O MTur se encontra localizado em Brasília, Quadra 6, Bloco A, no Distrito

MTur

O MTur se encontra localizado em Brasília, Quadra 6, Bloco A, no Distrito Federal. O MTur foi instituído com a missão de promover o turismo como vetor de transferência e fonte de riqueza econômica. Visa

a ampliação de melhoria da infraestrutura e divulga os números da

cadeia produtiva do turismo brasileiro.

O MTur visa também desenvolver o turismo como uma atividade econômica sustentável, com papel relevante na geração de empregos e

divisas, proporcionando a inclusão social. O MTur inova na condução

de políticas públicas com um modelo de gestão descentralizado, orientado pelo pensamento estratégico do Plano Nacional de Turismo. O MTur tem um Departamento de Estudos e Pesquisas (DEPES) que divulga as estatísticas básicas de turismo no Brasil.

MTur  Em sua estrutura organizacional está a Secretaria Nacional de Políticas do Turismo ,
MTur  Em sua estrutura organizacional está a Secretaria Nacional de Políticas do Turismo ,
MTur  Em sua estrutura organizacional está a Secretaria Nacional de Políticas do Turismo ,
MTur  Em sua estrutura organizacional está a Secretaria Nacional de Políticas do Turismo ,
MTur  Em sua estrutura organizacional está a Secretaria Nacional de Políticas do Turismo ,

MTur

Em sua estrutura organizacional está a Secretaria Nacional de Políticas do Turismo, que assume o papel de executar a política nacional para o setor, orientada pelas diretrizes do Conselho Nacional

do Turismo (CNT). Além disso, é responsável pela promoção interna e

pela qualidade da prestação do serviço turístico brasileiro.

A Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo), criada em 18 de novembro de 1966, tinha objetivo de fomentar a atividade turística ao

viabilizar condições para a geração de emprego, renda e

desenvolvimento no País.

Desde 1º de janeiro de 2003, com a criação do MTur, a atuação da Embratur concentra-se na promoção, no marketing e no apoio à

comercialização dos produtos, serviços e destinos turísticos brasileiros

no exterior.

Infográfico 2. Os Dez Principais Países Emissores de Turistas para o Brasil - 2011 Fonte:
Infográfico 2. Os Dez Principais Países Emissores de Turistas para o Brasil - 2011 Fonte:
Infográfico 2. Os Dez Principais Países Emissores de Turistas para o Brasil - 2011 Fonte:

Infográfico 2. Os Dez Principais Países Emissores de Turistas para o Brasil - 2011

Infográfico 2. Os Dez Principais Países Emissores de Turistas para o Brasil - 2011 Fonte: MTur.

Fonte: MTur.

32

Quadro 10. Os Dez Principais Países Emissores de Turistas para o Brasil - 2012 Países
Quadro 10. Os Dez Principais Países Emissores de Turistas para o Brasil - 2012 Países
Quadro 10. Os Dez Principais Países Emissores de Turistas para o Brasil - 2012 Países

Quadro 10. Os Dez Principais Países Emissores de Turistas para o Brasil - 2012

Países

Chegadas de turistas estrangeiros

Participação

Posição

Argentina

1.671.604

29,45%

Estados Unidos

586.463

10,33%

Alemanha

258.437

4,55%

Uruguai

253.864

4,47%

Chile

250.586

4,41%

Paraguai

246.401

4,34%

Itália

230.114

4,05%

França

218.626

3,85%

Espanha

180.406

3,18%

Portugal

168.649

2,97%

10º

Total

5.676.843

100%

 

Fonte: MTur.

33

FGV  A FGV surgiu em 20 de dezembro de 1944 e sua sede é
FGV  A FGV surgiu em 20 de dezembro de 1944 e sua sede é
FGV  A FGV surgiu em 20 de dezembro de 1944 e sua sede é
FGV  A FGV surgiu em 20 de dezembro de 1944 e sua sede é
FGV  A FGV surgiu em 20 de dezembro de 1944 e sua sede é

FGV

A FGV surgiu em 20 de dezembro de 1944 e sua sede é no Rio de Janeiro. A FGV analisa os 65 Destinos Indutores prioritários do Brasil, dentro do Índice de Competitividade Turística Nacional. A nota de cada

destino indutor, numa escala de pontuação de 0 a 100, é acompanhada

de um relatório apresentando os pontos positivos e os pontos negativos

das 13 dimensões analisadas.

A nota da FGV, em parceria com o MTur e o SEBRAE (Serviço Brasileiro

de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) é obtida pelas somas

ponderadas de 13 dimensões avaliadas: Infraestrutura Geral, Acesso, Serviços e Equipamentos Turísticos, Atrativos Turísticos, Marketing e Promoção do Destino, Políticas Públicas, Cooperação Regional,

Monitoramento, Economia Local, Capacidade Empresarial, Aspectos

Sociais, Aspectos Ambientais e Aspectos Culturais.

Noção de Competitividade Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), competitividade é a capacidade crescente de
Noção de Competitividade Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), competitividade é a capacidade crescente de

Noção de Competitividade

Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV),

competitividade é a capacidade crescente de gerar negócios nas atividades relacionadas com o setor de

turismo, de forma sustentável, proporcionando ao

turista uma experiência positiva.

Competitividade

Competitividade Competição 36

Competição

Competitividade Competição 36
Competitividade Competição 36
Competitividade Competição 36
Cinco Níveis de Competitividade A FGV considera cinco níveis de competitividade, numa escala de 0
Cinco Níveis de Competitividade A FGV considera cinco níveis de competitividade, numa escala de 0

Cinco Níveis

de Competitividade

A FGV considera cinco níveis de competitividade, numa escala de 0 a

100:

Primeiro Nível (0 a 20 pontos) refere-se ao intervalo em que os destinos apresentam deficiência em relação à determinada dimensão; Segundo Nível (21 a 40 pontos) apesar de expor uma situação mais

favorável do que o anterior, ainda evidencia a condição inadequada

para a competitividade de um destino; Terceiro Nível (41 a 60 pontos) configura situação regularmente satisfatória; Quarto Nível (61 a 80 pontos) revela a existência de condições

adequadas para a atividade turística, considerado o padrão mínimo de

qualidade;

melhor

Quinto

posicionamento que um destino pode alcançar.

Nível

(81

pontos)

corresponde

a

100

ao

Infraestrutura Turismo 3 1 Serviços e Infraestrutura Equipamentos Geral Turísticos Políticas Públicas 6
Infraestrutura Turismo 3 1 Serviços e Infraestrutura Equipamentos Geral Turísticos Políticas Públicas 6
Infraestrutura Turismo 3 1 Serviços e Infraestrutura Equipamentos Geral Turísticos Políticas Públicas 6

Infraestrutura

Turismo

3 1 Serviços e Infraestrutura Equipamentos Geral Turísticos
3
1
Serviços e
Infraestrutura
Equipamentos
Geral
Turísticos

Políticas Públicas

6

Políticas

Públicas

Turísticos Políticas Públicas 6 Políticas Públicas Economia Sustentabilidad e 9 Economia Local 11

Economia

Sustentabilidade

9

Economia

Local

Públicas Economia Sustentabilidad e 9 Economia Local 11 Aspectos Sociais 4 7 10 12 2 Atrativos
Públicas Economia Sustentabilidad e 9 Economia Local 11 Aspectos Sociais 4 7 10 12 2 Atrativos

11

Aspectos

Sociais

4 7 10 12 2 Atrativos Cooperação Capacidade Aspectos Acesso Turísticos Regional Empresarial Ambientais 5
4
7
10
12
2
Atrativos
Cooperação
Capacidade
Aspectos
Acesso
Turísticos
Regional
Empresarial
Ambientais
5
13
Marketing e
Promoção do
8
Aspectos
Monitoramento
Culturais
Destino

Fonte: FGV/MTur/SEBRAE, 2013.

38

Quadro 11. Índice de Competitividade do Turismo Nacional - 2013 D i m e n
Quadro 11. Índice de Competitividade do Turismo Nacional - 2013 D i m e n
Quadro 11. Índice de Competitividade do Turismo Nacional - 2013 D i m e n

Quadro 11. Índice de Competitividade do Turismo Nacional - 2013

Dimensões

Brasil*

Capitais** Não Capitais*** João Pessoa

2013

2013

2013

2013

Total geral

58,8

66,9

53,1

68,7

Infraestrutura geral

68,6

75,4

63,8

84,4

Acesso

62,6

74,9

53,8

72,3

Serviços e equipamentos turísticos

56,8

69,1

48,1

66,7

Atrativos turísticos

63,2

62,9

63,4

59,7

Marketing e promoção do destino

46,8

50,1

44,4

65,6

Políticas públicas

57,6

62,1

54,4

63,1

Cooperação regional

44,6

44,2

44,9

32,4

Monitoramento

37,4

45,1

31,9

71,6

Economia local

63,6

75,4

55,2

72,4

Capacidade empresarial

61,2

63,1

43,5

93,8

Aspectos sociais

59,4

63,1

56,7

64,1

Aspectos ambientais

67,7

73,5

63,6

71,8

Aspectos culturais

58,2

66,4

52,4

56,6

Fonte: FGV/MTur/SEBRAE, 2013.

Notas: (*) O resultado do Brasil reflete a amostra das 65 cidades analisadas. (**) Os resultados das Capitais refletem a média do grupo de 27 cidades da mesma característica geopolítica. (***) Os resultados das Não Capitais refletem a média do grupo de 38 cidades da mesma característica geopolítica.

Quadro 12. Índice de Competitividade Turística de João Pessoa - 2013 R a n k
Quadro 12. Índice de Competitividade Turística de João Pessoa - 2013 R a n k
Quadro 12. Índice de Competitividade Turística de João Pessoa - 2013 R a n k

Quadro 12. Índice de Competitividade Turística de João Pessoa - 2013

Ranking

Dimensões

João Pessoa Nível JPA

 

2013

2013

Capacidade empresarial

93,8

5

Infraestrutura geral

84,4

5

Economia local

72,4

4

Acesso

72,3

4

Aspectos ambientais

71,8

4

Monitoramento

71,6

4

Serviços e equipamentos turísticos

66,7

4

Marketing e promoção do destino

65,6

4

Aspectos sociais

64,1

4

10º

Políticas públicas

63,1

4

11º

Atrativos turísticos

59,7

3

12º

Aspectos culturais

56,6

3

13º

Cooperação regional

32,4

2

Fonte: FGV/MTur/SEBRAE, 2013.

 
Quadro 13. Ranking Nacional e Nordestino de João Pessoa no Índice de Competitividade Turística -
Quadro 13. Ranking Nacional e Nordestino de João Pessoa no Índice de Competitividade Turística -

Quadro 13. Ranking Nacional e Nordestino de João Pessoa no Índice de Competitividade Turística - 2013

Dimensões

JPA

Ranking

Ranking

2013

no Brasil

no Nordeste

Total geral

68,7

14º

Infraestrutura geral

84,4

Acesso

72,3

19º

Serviços e equipamentos turísticos

66,7

23º

Atrativos turísticos

59,7

42º

Marketing e promoção do destino

65,6

Políticas públicas

63,1

22º

Cooperação regional

32,4

47º

Monitoramento

71,6

Economia local

72,4

25º

Capacidade empresarial

93,8

Aspectos sociais

64,1

25º

Aspectos ambientais

71,8

29º

Aspectos culturais

56,6

34º

Fonte: Fonte: FGV/MTur/SEBRAE, Apud Turismo em Foco (03/12/2013).

Monitoramento  Segundo a FGV em parceria com o MTur e o SEBRAE, a dimensão
Monitoramento  Segundo a FGV em parceria com o MTur e o SEBRAE, a dimensão
Monitoramento  Segundo a FGV em parceria com o MTur e o SEBRAE, a dimensão

Monitoramento

Segundo a FGV em parceria com o MTur e o SEBRAE, a dimensão Monitoramento é composta por cinco variáveis:

(i) Pesquisas de Demanda;

(ii) Pesquisas de Oferta; (iii) Sistema de Estatísticas do Turismo;

(iv) Medição dos Impactos da Atividade Turística; e

(v) Setor

no

Específico

de

Estudos

Pesquisas

e

Destino.

Pontos Positivos  Existência de pesquisa de demanda periódica, que gera dados relevantes para o
Pontos Positivos  Existência de pesquisa de demanda periódica, que gera dados relevantes para o
Pontos Positivos  Existência de pesquisa de demanda periódica, que gera dados relevantes para o

Pontos Positivos

Existência de pesquisa de demanda periódica, que gera dados

relevantes para o planejamento do turismo no destino;

Existência de pesquisa de oferta Inventário e Cadastro dos serviços e atrativos atualizada;

Aproveitamento e divulgação dos dados coletados na pesquisa de

demanda e de oferta em planejamento, políticas públicas, ações

de marketing e promoção;

Disponibilidade de um conjunto de estatísticas turísticas;

Monitoramento periódico dos impactos ambientais gerados pelo turismo, por meio de controle de capacidade de carga de Picãozinho; e

Existência de setor específico de estudos no âmbito da

administração pública local, a Divisão de Pesquisa e Tecnologia

da Informação (DPTI) da Secretaria de Turismo, que realiza pesquisas em turismo.

Pontos Negativos  Ausência de relatórios de conjuntura turística;  Não acompanhamento dos objetivos da
Pontos Negativos  Ausência de relatórios de conjuntura turística;  Não acompanhamento dos objetivos da
Pontos Negativos  Ausência de relatórios de conjuntura turística;  Não acompanhamento dos objetivos da

Pontos Negativos

Ausência de relatórios de conjuntura turística; Não acompanhamento dos objetivos da política em turismo em nível estadual e federal; e

impactos econômicos e

Não

monitoramento

dos

sociais gerados pelo turismo.

INFRAERO  A INFRAERO é uma empresa pública federal brasileira de administração indireta vinculada à
INFRAERO  A INFRAERO é uma empresa pública federal brasileira de administração indireta vinculada à
INFRAERO  A INFRAERO é uma empresa pública federal brasileira de administração indireta vinculada à
INFRAERO  A INFRAERO é uma empresa pública federal brasileira de administração indireta vinculada à
INFRAERO  A INFRAERO é uma empresa pública federal brasileira de administração indireta vinculada à

INFRAERO

A

INFRAERO

é

uma

empresa

pública

federal

brasileira

de

administração indireta vinculada à Secretaria de Aviação Civil.

Criada pela Lei nº 5.862 em 12 de dezembro de 1972, a empresa é

responsável pela administração dos principais aeroportos do Brasil.

Mensalmente a INFRAERO apresenta os movimentos operacionais de aeronaves, passageiros, carga e correios nos 63 aeroportos administrados pela INFRAERO nas cinco regiões do País. Não estão

computados os movimentos militares.

O Anuário Estatístico Operacional constitui importante acervo de dados estatísticos que possibilitam ao usuário o acesso a diversas informações dos movimentos operacionais nos aeroportos

administrados pela INFRAERO.

Quadro 14. Movimento de Passageiros (embarques e desembarques) no Aeroporto Internacional Presidente Castro Pinto –
Quadro 14. Movimento de Passageiros (embarques e desembarques) no Aeroporto Internacional Presidente Castro Pinto –

Quadro 14. Movimento de Passageiros (embarques e desembarques) no Aeroporto Internacional Presidente Castro Pinto 2011-2012-2013

Mês 2011 2012 2013 JAN 109.180 129.058 125.353 FEV 87.751 97.287 91.751 MAR 92.713 87.357
Mês
2011
2012
2013
JAN
109.180
129.058
125.353
FEV
87.751
97.287
91.751
MAR
92.713
87.357
93.860
ABR
91.678
94.285
93.190
MAI
78.171
92.888
100.428
JUN
89.952
111.751
101.879
JUL
112.625
125.321
118.489
AGO
96.484
103.712
98.798
SET
94.054
98.533
97.869
OUT
92.075
104.191
98.524
NOV
91.366
98.771
97.960
DEZ
106.132
109.405
111.429
TOTAL
1.142.181
1.252.559
1.229.750

Fonte: INFRAERO.

46

PBTUR  A PBTUR é uma organização criada pelo governo do Estado da Paraíba na
PBTUR  A PBTUR é uma organização criada pelo governo do Estado da Paraíba na
PBTUR  A PBTUR é uma organização criada pelo governo do Estado da Paraíba na
PBTUR  A PBTUR é uma organização criada pelo governo do Estado da Paraíba na
PBTUR  A PBTUR é uma organização criada pelo governo do Estado da Paraíba na

PBTUR

A PBTUR é uma organização criada pelo governo do Estado da Paraíba na forma da Lei nº 3.779, de 27 de maio de 1975. Representa uma sociedade anônima de economia mista, de capital autorizado, regendo-se por seu estatuto, pelo seu regimento interno e as disposições legais que lhe sejam aplicáveis.

A PBTUR tem como finalidade executar as atividades ligadas ao turismo, em obediência as diretrizes básicas traçadas pelo governo da Paraíba.

A PBTUR tem como objetivo organizar, promover e divulgar as atividades

turísticas na Paraíba.

Fomentar iniciativas, planos, programas e projetos que objetivem o desenvolvimento do turismo.

Fazer e manter atualizados, os cadastros das empresas e órgãos públicos e

privados que explorem ou mantenham atividades turísticas na Paraíba.

Efetuar pesquisas de mercado e estudos de viabilidade para implantação ou expansão de empreendimentos turísticos.

Quadro 15. Fluxo Global Estimado de Turistas em João Pessoa entre 2004 a 2012 Ano
Quadro 15. Fluxo Global Estimado de Turistas em João Pessoa entre 2004 a 2012 Ano

Quadro 15. Fluxo Global Estimado de Turistas em João Pessoa entre 2004 a 2012

Ano Fluxo de Turistas Variação Anual (%) 2004 668.140 24,09 2005 712.046 6,57 2006 763.487
Ano
Fluxo de Turistas
Variação Anual
(%)
2004
668.140
24,09
2005
712.046
6,57
2006
763.487
7,22
2007
801.896
5,03
2008
836.547
4,32
2009
893.051
6,75
2010
955.314
6,97
2011
990.098
3,64
2012
1.063.582
7,42

Fonte: PBTUR.

48

Quadro 16. Taxa Média de Ocupação Hoteleira de João Pessoa – 2010-2011-2012-2013 Alta Estação Baixa
Quadro 16. Taxa Média de Ocupação Hoteleira de João Pessoa – 2010-2011-2012-2013 Alta Estação Baixa

Quadro 16. Taxa Média de Ocupação Hoteleira de João Pessoa 2010-2011-2012-2013

Alta

Estação

Baixa

Estação

Mês 2010 (%) 2011(%) 2012 (%) 2013 (%) JAN 88,37 84,64 85,88 87,48 FEV 68,03
Mês
2010 (%)
2011(%)
2012 (%)
2013 (%)
JAN
88,37
84,64
85,88
87,48
FEV
68,03
63,54
67,47
69,07
MAR
66,91
65,42
66,48
70,47
ABR
61,29
61,63
65,59
64,23
MAI
54,07
55,01
57,57
61,39
JUN
61,13
59,12
62,39
64,81
JUL
71,82
73,48
74,53
75,78
AGO
61,75
62,20
63,06
61,63
SET
70,31
74,84
68,87
68,69
OUT
67,43
72,50
70,29
74,45
NOV
68,60
68,74
70,92
72,92
DEZ
65,28
70,23
68,98
69,68
Média
67,10
67,65
68,47
70,09
Fonte: PBTUR.

49

Quadro 17. Número de Meios de Hospedagem em João Pessoa – 2014 MHs Total Participação
Quadro 17. Número de Meios de Hospedagem em João Pessoa – 2014 MHs Total Participação

Quadro 17. Número de Meios de Hospedagem em João Pessoa 2014

MHs Total Participação Hotel 53 53% Pousada 34 34% Flat 9 9% Hostel 3 3%
MHs
Total
Participação
Hotel
53
53%
Pousada
34
34%
Flat
9
9%
Hostel
3
3%
Camping
1
1%
Total
100
100%

Fonte: PBTUR.

50

Quadro 18. Número de MHs, UHs e Leitos em João Pessoa – 2014 Nº de
Quadro 18. Número de MHs, UHs e Leitos em João Pessoa – 2014 Nº de

Quadro 18. Número de MHs, UHs e Leitos em João Pessoa 2014

Nº de MHs Nº de UHs Nº de Leitos 100 3.943 10.050 Nota: MHs =
Nº de MHs
Nº de UHs
Nº de Leitos
100
3.943
10.050
Nota: MHs = Meios de Hospedagem e UHs = Unidades Habitacionais.

Fonte: PBTUR.

SETUR  A SETUR é o órgão oficial da Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP)
SETUR  A SETUR é o órgão oficial da Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP)
SETUR  A SETUR é o órgão oficial da Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP)
SETUR  A SETUR é o órgão oficial da Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP)
SETUR  A SETUR é o órgão oficial da Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP)

SETUR

A SETUR é o órgão oficial da Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) responsável pelo desenvolvimento do turismo no município. Desde 2005 planeja, elabora e acompanha políticas e estratégias de desenvolvimento da área visando aumentar o potencial turístico da cidade de João Pessoa.

A SETUR tem uma divisão especializada em monitoramento de estatísticas

de turismo. A DPTI (Divisão de Pesquisa e Tecnologia da Informação) é

responsável em elaborar o “Perfil do Turista em João Pessoa”; elaborar um boletim trimestral “Turismo em Números”; realizar pesquisa do número

atual de UHs (unidades habitacionais), UHs Adaptadas e Leitos nos MHs

(meios de hospedagem) formais no município de João Pessoa; realiza pesquisas de impactos no Turismo de Eventos, em parceria com o Convention Bureau de João Pessoa; como também analisar os resultados do Índice de Competitividade Turística da FGV/MTur/SEBRAE desde 2008,

além de pesquisar os números de crianças, adolescentes e idosos nos

cenários nacional, estadual e local.

Principais Dados de João Pessoa Principais Dados JOÃO PESSOA   Fundação da Cidade 05 de
Principais Dados de João Pessoa Principais Dados JOÃO PESSOA   Fundação da Cidade 05 de

Principais Dados de João Pessoa

Principais Dados

JOÃO PESSOA

 

Fundação da Cidade

05 de agosto de 1585 (429 anos)

Prefeito

Luciano Cartaxo

Secretário da SETUR

Bruno Farias

População Total

723.515 habitantes (IBGE/2010)

Área Total

211,4 km 2

Municípios Limítrofes

Cabedelo (N), Conde (S), Bayeux e Santa Rita (O)

Densidade Demográfica

3.422,4 hab./km 2

Clima

Tropical

Temperatura Média

28°C

Extensão do Litoral

24 km

Esperança de Vida ao Nascer

74,9 anos

PIB

R$ 10,1 bilhões (IBGE/2011)

PIB per capita

R$ 13.786 (IBGE/2011)

IDHM

0,763 (PNUD/2010)

 

54

Resumo

Resumo  A maioria dos entrevistados foi da região Sudeste, especificamente do Estado de São Paulo.
Resumo  A maioria dos entrevistados foi da região Sudeste, especificamente do Estado de São Paulo.

A maioria dos entrevistados foi da região Sudeste, especificamente do Estado de São Paulo. A maior parte dos

turistas e visitantes foi do sexo feminino, com idade entre 26 e 35 anos, casada, com curso superior, com faixa de renda familiar acima de R$ 5.100,00. A maioria declarou que foi a primeira

viagem à cidade de João Pessoa. O principal motivo da viagem

foi lazer, sendo a indicação de parentes e amigos os principais influenciadores no processo de motivação para a vinda à cidade. A maior parte dos entrevistados respondeu que a sinalização turística na cidade deveria ser melhorada, e sobretudo que

pretende voltar à cidade e que indicaria João Pessoa à um amigo.

DEMANDA TURÍSTICA E O GRAU DE SATISFAÇÃO DOS VISITANTES E TURISTAS NA ALTA ESTAÇÃO DE
DEMANDA TURÍSTICA E O GRAU DE SATISFAÇÃO DOS VISITANTES E TURISTAS NA ALTA ESTAÇÃO DE

DEMANDA TURÍSTICA E O GRAU DE SATISFAÇÃO DOS VISITANTES E TURISTAS NA ALTA ESTAÇÃO DE JOÃO PESSOA

DEMANDA TURÍSTICA E O GRAU DE SATISFAÇÃO DOS VISITANTES E TURISTAS NA ALTA ESTAÇÃO DE JOÃO
DEMANDA TURÍSTICA E O GRAU DE SATISFAÇÃO DOS VISITANTES E TURISTAS NA ALTA ESTAÇÃO DE JOÃO
DEMANDA TURÍSTICA E O GRAU DE SATISFAÇÃO DOS VISITANTES E TURISTAS NA ALTA ESTAÇÃO DE JOÃO
DEMANDA TURÍSTICA E O GRAU DE SATISFAÇÃO DOS VISITANTES E TURISTAS NA ALTA ESTAÇÃO DE JOÃO
Quadro 19. Estados e Países de Origem - 2013 1º São Paulo 181 25,74% 16º
Quadro 19. Estados e Países de Origem - 2013 1º São Paulo 181 25,74% 16º
Quadro 19. Estados e Países de Origem - 2013 1º São Paulo 181 25,74% 16º
Quadro 19. Estados e Países de Origem - 2013 1º São Paulo 181 25,74% 16º
Quadro 19. Estados e Países de Origem - 2013 1º São Paulo 181 25,74% 16º

Quadro 19. Estados e Países de Origem - 2013

1º São Paulo

181

25,74%

16º Ceará

10

1,42%

2º Minas Gerais

88

12,52%

17º Mato Grosso do Sul

8

1,14%

3º Rio de Janeiro

83

11,81%

18º Pará

7

1,00%

4º Distrito Federal

76

10,81%

19º Bahia

7

1,00%

5º Paraná

34

4,84%

20º Alagoas

5

0,71%

6º Pernambuco

26

3,70%

21º Paraíba

5

0,71%

7º Tocantins

25

3,56%

22º Acre

5

0,71%

8º Rio Grande do Sul

24

3,41%

23º Roraima

2

0,28%

9º Rio Grande do Norte

21

2,99%

24º Maranhão

1

0,14%

10º Amazonas

19

2,70%

25º Piauí

0

0%

11º Goiás

18

2,56%

26º Sergipe

0

0%

12º Rondônia

16

2,28%

27º Amapá

0

0%

13º Mato Grosso

13

1,85%

28º Estrangeiro*

7

1,00%

14º Santa Catarina

11

1,56%

Total

703

100%

15º Espírito Santo

11

1,56%

Fonte: DPTI/SETUR/PMJP. Nota: (*) Portugal (2), Espanha (2), França (1), Argentina (1) e Estados Unidos (1).

 
 
Gráfico 1. É sua primeira visita à cidade? 30,58% 69,42% Fonte: DPTI/SETUR/PMJP. 58
Gráfico 1. É sua primeira visita à cidade? 30,58% 69,42% Fonte: DPTI/SETUR/PMJP. 58
Gráfico 1. É sua primeira visita à cidade? 30,58% 69,42% Fonte: DPTI/SETUR/PMJP. 58

Gráfico 1. É sua primeira visita à cidade?

30,58% 69,42%
30,58%
69,42%

Fonte: DPTI/SETUR/PMJP.

Gráfico 2. Você pretende voltar a João Pessoa? 6% Talvez (0) 2% 0% Não (42)
Gráfico 2. Você pretende voltar a João Pessoa? 6% Talvez (0) 2% 0% Não (42)
Gráfico 2. Você pretende voltar a João Pessoa? 6% Talvez (0) 2% 0% Não (42)
Gráfico 2. Você pretende voltar a João Pessoa? 6% Talvez (0) 2% 0% Não (42)
Gráfico 2. Você pretende voltar a João Pessoa? 6% Talvez (0) 2% 0% Não (42)

Gráfico 2. Você pretende voltar a João Pessoa?

6%

Gráfico 2. Você pretende voltar a João Pessoa? 6% Talvez (0) 2% 0% Não (42) Sim

Talvez (0)

2% 0% Não (42) Sim (659) 92%
2%
0%
Não (42)
Sim (659)
92%
SIM NÃO TALVEZ NÃO INFORMOU