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Pediatra confirma: Ideologia de

gênero só aumentou casos de abuso


infantil
Sexta-feira, 14 de Julho de 2017

Há muito tempo, nós (os conservadores) estamos batendo na tecla da


“ideologia de gênero” e toda a perversidade que a acompanha. O assunto
só se tornou caso conhecido de todos, graças ao empenho o deputado
federal Jair Bolsonaro, que ao defender a inocência das crianças em sala
de aula, foi taxado de homofóbico e duramente perseguido pela
imprensa, que apoia e aplaude a sexualização infantil.

Mas, o que é Ideologia de Gênero?

“Adotar uma perspectiva de gênero exige […] distinguir entre o que é


natural e biológico e o que é social e culturalmente construído, e o
processo de renegociar as fronteiras entre o natural, que é
relativamente inflexível, e o social, que é relativamente transformável”
(INSTRAW-ONU, 1995, p.11)

Ou seja, os defensores dessa abominação sugerem que o gênero é


socialmente construído e portanto, talvez o sexo seja socialmente
construído. Não importa que não exista o menor fundamento científico
que dê base para essa afirmação. Aqui, tudo é sentimento.
Lorna Smedmam, professora norte americana, em um curso, afirmou
para seus alunos:

“Em um mundo de genuína igualdade onde homens


fossem não opressivos e educados, todos seriam
bissexuais”.

Marx e Engels ensinaram que as mulheres seriam a primeira propriedade


privada e que a opressão das mulheres pelos homens havia sido a
primeira opressão de classe. Estas são as palavras de Engels:

“a primeira divisão do trabalho é aquela entre o


homem e a mulher para a propagação da prole”.

Entende como o feminismo e os movimentos LGBTs servem (mesmo


inconscientemente) à doutrina marxista e não ao propósito que os
justifica? De acordo com a revolução sexual, o primeiro objetivo seria a
destruição da família e consequentemente a libertação da mulher da
“escravidão” da maternidade.

Além disso, a agenda feminista inclui a “opressão das crianças” em seu


programa revolucionário. Sendo etapa final a eliminação das próprias
condições da feminilidade e da infância. Para eles, o “tabu” do incesto é
necessário somente para preservar a família, então devem destruí-la para
de fato desfazer as “repressões que moldam a sexualidade em forma
específica”.

Nos anos 50, o marxista Hebert Marcuse propôs a liberação sexual como
meio para, em suas palavras, “destruir a família monogâmica
tradicional”. Marcuse acreditava na “revolução” por meio da difusão de
uma ideologia sexual, consistente na inexistência de qualquer restrição,
ou seja, acabar com a família, abrindo as portas para o incesto, pedofilia,
zoofilia, necrofilia e quantas mais “ilias” existirem. Tudo exposto
abertamente no livro “Eros e civilização”, leitura obrigatória dos
marxistas mais radicais e anarquistas.

O Canadá, falando nisso, liberou em algumas regiões a zoofilia,


regulamentada por lei. Por lá, os passos do marxismo estão apressados, e
em parte, isso é muito bom, pois poderemos olhar para o Canadá e ver o
que o nosso país está caminhando para se tornar, talvez ajudando a
esclarecer de uma vez, que a agenda progressista não é “teoria da
conspiração” e daí possamos impedir essa “revolução”, antes que seja
tarde demais.

Leia Também: Bebê registrado sem gênero e o fim da liberdade de


culto: O que Canadá se tornou?

Tudo isso demonstra os passos tomados para atingir a revolução.


Esqueça qualquer papo-furado sobre proteger as crianças, ou torná-las
pessoas adultas tolerantes, na verdade, começam banalizando o sexo e
terminam por extinguir toda e qualquer moral acerca do tema. Começam
com a ideologia de gênero nas escolas, terminam permitindo e
aprovando a pedofilia como forma de “livre amor”.

Em nota pública, o próprio MEC recomenda aos professores que zelem


pela identidade de gênero. Coagindo educadores a continuar tratando de
sexo e gênero, mesmo depois do congresso aprovar a retirada do texto
do PNE – Plano Nacional de Educação – o termo gênero, metas e
estratégias que permitiam a implantação da ideologia de gênero nas
escolas.

Recentemente, Filipe Barros, um vereador paranaense que atua bastante


nessa área, alertou em sua página do Facebook para o artigo de uma
pediatra americana, confirmando que a ideologia de gênero aumentou
casos de abuso infantil.

O texto, intitulado “Sou pediatra. Como a ideologia de gênero se


infiltrou no meu campo e produziu abusos infantis em grande escala“,
é de autoria da doutora Michelle Cretella, presidente do ‘American
College of Pediatricians’, uma organização de pediatras e outros
profissionais de saúde dedicados à saúde e ao bem-estar das crianças,
certamente, é alguém intimamente familiarizada com as comunidades
pediátricas e de saúde comportamental.

Segundo o artigo, as “clínicas de gênero” pediátricas nos Estados Unidos


são consideradas centros de elite para “tratar” crianças que estão
angustiadas pelo seu sexo biológico. Esta condição desconfortável, uma
vez desordenada de identidade de gênero, foi renomeada como “disforia
de gênero” em 2013.

A visão da ideologia de gênero afirma que as crianças que “insistem


consistentemente e persistentemente” que não são do gênero
associado ao seu sexo biológico são transgêneros. No entanto, na vida
real e na psiquiatria, qualquer pessoa que “insiste consistentemente e
persistentemente” em qualquer outra coisa contrária à realidade física
é considerada confusa ou delirante, mas esse fato óbvio é
convenientemente ignorado.

O protocolo de transição diz aos pais para tratarem seus filhos como o
gênero que eles desejam e administrá-los bloqueadores de puberdade
por volta dos 11 ou 12 anos, se eles forem disfóricos de gênero. Se, aos
16 anos, as crianças ainda insistem que estão presas no corpo errado,
elas são tratadas com hormônios cruzados e as meninas biológicas
podem obter uma mastectomia dupla.

As chamadas “cirurgias inferiores”, ou cirurgias de reatribuição genital,


não são recomendadas antes dos 18 anos de idade, embora alguns
cirurgiões e simpatizantes da “causa” militem contra essa restrição. A
abordagem de transição foi adotada por instituições públicas na mídia,
educação e no sistema legal americano, e agora é recomendada pela
maioria das organizações médicas.

O movimento transgênero ganhou asas na comunidade médica e em


nossa cultura, oferecendo uma narrativa profundamente imperfeita. A
pesquisa científica e os fatos contam uma história diferente, mas a
ciência é subjugada pela imposição marxista, baseando-se apenas no
“sentimento” que naturalmente muda e amadurece com o tempo,
podendo uma criança considerada “transgênero”, deixar de sê-lo na fase
adulta, sem nenhuma intervenção externa.

As instituições de hoje que promovem a transição de gênero estão


praticamente obrigando crianças saudáveis a mudar para o sexo oposto,
enviando muitos deles para o caminho dos bloqueadores da puberdade,
esterilização, remoção de partes saudáveis do corpo, provocando danos
físicos e psicológicos irreversivelmente cruéis.
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