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SumáriO

Capítulo 1 – Conceito, Objeto e Método da Criminologia

1

1.1.

Considerações iniciais

 

1

1.2.

Etiologia Criminal – Criminogênese

3

1.3.

As vertentes do crime

 

3

1.3.1. Direito penal e o crime

3

1.3.2. Segurança Pública e o crime

4

1.3.3. Sociologia e o crime

4

1.4.

Conceito de criminologia

5

1.5.

objeto da criminologia

6

1.5.1.

Crime

6

1.5.2.

Criminoso

 

7

 

1.5.2.1.

Escolas e seus enfoques

8

 

1.5.3.

Vítima

8

1.5.4.

Controle social

 

10

 

1.5.4.1. Controle

social

formal

10

1.5.4.2. Controle

social

informal

11

1.6.

Método da Criminologia

11

1.7.

Funções da Criminologia

12

1.8.

Classificação da Criminologia

12

1.9.

Criminologia e seus fins

14

1.10.

Criminologia e demais ramos

15

1.11.

Criminologia e direito penal

15

1.12.

Criminologia e política criminal

16

1.13.

Síntese

 

17

Questões de Provas

20

Capítulo 2 – Evolução Histórica da Criminologia

37

2.1. Considerações preliminares

37

2.2. Períodos históricos e a criminologia

38

2.2.1.

Antiguidade

38

2.2.2.

Século

XVI

38

2.2.3.

Século

XVIII

38

2.2.4.

Século XIX

39

2.2.5.

Criminologia Moderna

40

2.2.5.1.

Principais características da criminologia moderna

41

2.3. Escolas criminológicas

41

2.3.1. Escola Clássica

41

2.3.1.1. Principais defensores da Escola Clássica

42

2.3.1.2. Princípios fundamentais da Escola Clássica

42

2.3.2. Escola Positiva

42

2.3.2.1. Considerações iniciais

42

2.3.2.2. Princípios fundamentais da Escola Positiva

43

2.3.2.3. Principais defensores da Escola Positiva

44

2.3.2.3.1. Cesare Lombroso (1835-1909)

44

2.3.2.3.2. Rafaele Garófalo (1851-1934)

46

2.3.2.3.3. Enrico Ferri (1856-1929)

47

2.3.3. Escolas Intermediárias ou ecléticas

48

2.3.3.1. Escola de Lyon

48

2.3.3.2. Terceira Escola Italiana

49

2.3.3.3. nova Defesa Social

50

2.3.3.4. Movimento psicossociológico

50

2.4. Síntese

51

Questões de Provas

56

Capítulo 3 – Teorias Macrossociológicas da Criminalidade

67

3.1. Considerações preliminares

67

3.2. Criminologia Tradicional

68

3.2.1. Escola de Chicago (1920-1940)

68

3.2.1.1.

Teoria Ecológica ou da Desorganização Social

69

3.2.1.2.

Teoria

Espacial

70

3.2.1.3.

Teoria das Janelas Quebradas

70

3.2.1.4.

Teoria da Tolerância Zero

71

3.2.1.5.

Teoria dos Testículos Despedaçados (Breaking Balls Teory)

71

3.2.2. Teoria da Associação Diferencial

72

3.2.3.

Teoria da Subcultura Delinquente

73

 

3.2.4.

Teoria da Anomia

74

3.2.5.

Teoria da Anomia no Direito Penal

76

3.3.

Criminologia Crítica ou Radical

76

3.3.1.

Teoria da Rotulação ou Labeling Approach ou Etiquetamento

77

3.3.2.

Criminologia Radical ou Crítica ou Criminologia Marxista

79

3.3.3.

Criminologia Abolicionista

80

 

3.3.3.1. Propostas da criminologia abolicionista

80

3.3.3.2. Criminologia abolicionista e o Direito Penal

81

3.4.

Criminologia Cultural

81

3.5.

Teoria “Queer

82

3.6.

Teoria Feminista

83

3.7.

Teoria Dos Instintos

83

3.8.

Teoria Da Identificação Diferencial

84

3.9.

Criminologia Minimalista

84

3.9.1.

Propostas da criminologia minimalista

85

3.10.

Criminologia Neorrealista

85

3.11.

Criminologia ambiental

86

3.12.

Teorias da Criminologia Ambiental

86

3.12.1.Teoria das atividades rotineiras – routine activities theory

86

3.12.2.Teoria da escolha racional – rational choice theory

87

3.12.3.Teoria do padrão criminal – crime pattern theory

87

3.12.4.Teoria da oportunidade – crime opportunuty

88

3.13.

Síntese

88

Questões de Provas

94

Capítulo 4 – Vitimologia

113

4.1. Considerações Iniciais

113

4.2. Conceito de vitimologia

114

4.3. Fases das vítimas

114

 

4.3.1.

Protagonismo

114

4.3.2.

neutralização

114

4.3.3.

Redescobrimento

114

4.4. Processos de vitimização

114

4.5. Revitimização

115

4.6. Conceitos de vítima

116

4.8.

Sindrome de Estocolmo

119

4.9. Síndrome da Mulher de Potifar

119

4.10. Vitimodogmática

 

120

4.11. Considerações finais

120

4.12. Síntese

121

Questões

de Provas

124

Capítulo 5 – Cifra Negra, Violência, Impunidade e Prognóstico Criminológico

137

5.1.

Considerações Iniciais

137

5.2.

Conceito de Cifra negra

137

5.3.

Cifra negra e os Crimes do Colarinho Azul

138

5.4.

Destaques da Cifra negra

138

5.5.

Filtros propostos por Arno Pilgran

139

5.5.1. Filtro da criminalização primária

139

5.5.2. Filtro da notitia criminis

139

5.5.3. Filtro da abertura da investigação

140

5.5.4. Filtro da investigação

140

5.5.5. Filtro da abertura do processo

140

5.5.6. Filtro da comprovação legal e judicial do delito

141

5.5.7. Filtro da “Justiça territorializada versus criminalidade globalizada”

141

5.5.8. Filtro da condenação

141

5.5.9. Filtro da prescrição

142

5.5.10.Filtro da execução efetiva

142

5.6.

Técnicas de investigação da cifra negra

142

5.7.

Cifra

Dourada

143

5.8.

Cifra

cinza

144

5.9.

Cifra

amarela

144

5.10.

Cifra

Verde

144

5.11.

Prognóstico criminológico e estatístico

144

5.11.1. Prognóstico Clínico

144

5.11.1.1.

Exame Criminológico

145

5.11.2. Prognóstico Estatístico

146

5.12.

Considerações Finais

147

5.13.

Síntese

147

Questões de Provas

 

150

Capítulo 6 – Classificação dos Criminosos

155

6.1. Considerações Iniciais

155

6.2. Classificação dos criminosos proposta por Hilário Veiga de Carvalho

155

6.2.1. Biocriminosos puros (pseudocriminosos)

155

6.2.2. Biocriminosos

preponderantes

155

6.2.3. Biomesocriminosos

156

6.2.4. Mesocriminosos

preponderantes

156

6.2.5. Mesocriminosos

puros

156

6.3. Classificação dos criminosos proposta por odon Ramos Maranhão

156

6.3.1. Criminoso

ocasional

156

6.3.2. Criminoso

Sintomático

156

6.3.3. Criminoso

Caracterológico

157

6.4. Classificação dos criminosos proposta por Guido Arturo Palomba

157

6.4.1.

Impetuosos

157

6.4.2.

ocasionais

157

6.4.3.

Habituais

157

6.4.4.

Fronteiriços

157

6.4.5.

Loucos criminosos

158

6.5. Classificação dos criminosos proposta por Cesare Lombroso

158

6.5.1.

Criminoso

nato

158

6.5.2.

Criminoso

louco

158

6.5.3.

Criminoso de ocasião

158

6.5.4.

Criminoso

por paixão

159

6.6. Classificação dos criminosos proposta por Enrico Ferri

159

6.6.1.

Criminoso

nato

159

6.6.2.

Criminoso

louco

159

6.6.3.

Criminoso

ocasional

159

6.6.4.

Criminoso

habitual

159

6.6.5.

Criminoso

passional

159

6.7. Classificação dos criminosos proposta por Rafael Garófalo

159

6.7.1.

Criminoso

assassino

160

6.7.2.

Criminoso enérgico ou violento

160

6.7.3.

Ladrão ou neurastênico

160

6.8. Síntese

160

Questões

de Provas

162

Capítulo 7 – Prevenção do Delito

165

7.1.

Considerações Iniciais

165

7.3.

Abordagens da prevenção do delito no Estado Democrático de Direito

166

7.4. Paradigmas

criminológicos

167

7.5. Prevenção do delito sob a ótica da criminologia moderna

167

7.5.1.

Prevenção

primária

167

7.5.2.

Prevenção

secundária

168

7.5.3.

Prevenção

terciária

168

7.6. Modelos Teóricos de Prevenção do Delito

169

7.6.1. Modelo

clássico

169

7.6.2. Modelo

neoclássico

170

7.7. Prevenção Situacional

170

7.7.1. Prevenção situacional da recompensa

171

7.7.2. Prevenção situacional do sentimento de culpa do infrator

171

7.8. Modelos de Reação do Delito

171

7.9. Principais programas de prevenção do delito

172

7.9.1. Programas de Prevenção Espacial ou Geográfica

172

7.9.2. Programas de Remodelação da Convivência Urbana

172

7.9.3. Programas de orientação Comunitária

173

7.9.4. Programas de Prevenção Vitimária

173

7.9.5. Programas político-sociais de prevenção

173

7.9.6. Programas de Prevenção da Reincidência

173

7.10. Prevenção e a Penalogia

174

7.11. Prevenção geral e prevenção especial

174

7.11.1.Prevenção geral negativa e prevenção geral positiva

175

7.11.2.Prevenção especial negativa e prevenção especial positiva

175

7.12. Síntese

175

Questões

de Provas

178

Capítulo 8 – Direito Penal do Inimigo

193

8.1. Considerações Iniciais

193

8.2. Fundamentos filosóficos do direito penal do inimigo

194

8.3. Características do direito penal do inimigo

194

8.4. Bandeiras do direito penal do inimigo

195

8.5. Críticas à tese do direito penal do inimigo de Jakobs

196

8.6. o direito penal do inimigo no Brasil

197

8.7. As velocidades do direito penal

197

8.8. Teoria do cenário da bomba-relógio (the ticking time bom scenario)

199

8.9. Síntese

200

Questões de Provas

202

Capítulo 9 – Temas Especiais de Criminologia

205

9.1. Considerações iniciais

205

9.2. Bullying

205

9.2.1. Cyberbullying

206

9.3. Assédio moral

207

9.4. Stalking

208

9.5. Serial killer

208

9.6. Parafilia

209

9.7. Justiça

Restaurativa

210

9.8. Teoria do Mimetismo

211

9.9. Teoria

behaviorista

212

9.10. Movimento de Lei e ordem

213

9.11. Contraviolência

214

9.12. Síntese

214

Questões

de Provas

217

Capítulo 10 – Fatores Sociais de Criminalidade

221

10.1. Considerações Iniciais

221

10.2. Sistema Econômico

221

10.3. Pobreza, Miséria e Desemprego

221

10.3.1.Formas de

Desemprego

222

10.3.1.1.Desemprego

Cíclico

222

10.3.1.2.Desemprego

Tecnológico

222

10.3.1.3.Desemprego de Estação

223

10.4. Mal-Vivência

223

 

10.4.1.Fatores biológicos da mal-vivência

223

10.4.2.Fatores mesológicos da mal-vivência

224

10.5. Fome e Desnutrição

224

10.6. Educação e Alfabetismo

224

10.7. Meios de Comunicação

225

 

10.8. Política

225

10.9. Religião

225

10.10.

Corrupção

226

10.11.

Síntese

227

Questões de Provas

229

Capítulo 11 – Criminologia e o Estudo das Penas

231

11.1. Considerações Iniciais

231

11.2. Evolução histórica da pena

231

11.3. Penas na Escola Clássica

232

11.4. Penas na Escola Positiva

232

11.5.

Teorias

da pena

233

11.6. Política criminal e penitenciária

233

11.7. Sistema penal

 

234

11.8. Segurança Pública e as Penas

235

 

10.8.1. Segurança Pública e Política Pública de Segurança

235

10.8.2. Policiamento Comunitário

235

Questões de

Provas

238

Bibliografia

239