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Analisando e apresentando

os resultados da sua
empresa com facilidade
SUMÁRIO

Introdução......................................................................................................................................................................................................................3

Como interpretar os resultados da Empresa................................................................................................................................................ 4


Diagnóstico Fianceiro...............................................................................................................................................................................................6

Resultados Financeiros............................................................................................................................................................................................9

Cuidado com as análises de dados de curto prazo................................................................................................................................10

Evite reduzir tudo à causalidade.....................................................................................................................................................................11

Satisfação do cliente..............................................................................................................................................................................................12

Montando uma boa apresentação.................................................................................................................................................................14

Trabalhando nos slides.........................................................................................................................................................................................15

Apresentando os resultados..............................................................................................................................................................................17

Dicas essenciais.........................................................................................................................................................................................................18

É hora de se qualificar...........................................................................................................................................................................................20

Conclusão.................................................................................................................................................................................................................. 21
Analisando e apresentando os resultados da sua empresa com facilidade

INTRODUÇÃO
Existe uma frase conhecida dos empreendedores que Ela é especialmente útil para os profissionais que passam
resume muito bem a maior regra para conquistar o cres- maus bocados apresentando os resultados da empresa.
cimento profissional: “não basta ser bom, tem que pare-
Afinal, nem sempre quem tem boa capacidade de análise
cer bom”. Tudo começa com um bom entendimento da
de dados consegue expressá-los claramente. E as conse-
importância de trabalhar os dados da maneira certa.
quências disso são o nervosismo de quem apresenta, a
falta de envolvimento da plateia e a sensação de ser bom
e não parecer.
Quer acabar com esse problema de uma vez por todas?
Então acompanhe este eBook até o final, melhore suas
apresentações e pareça aquilo que você realmente é: um
bom analista e o futuro gestor do seu departamento!
Continue a leitura!

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Analisando e apresentando os resultados da sua empresa com facilidade

COMO INTERPRETAR OS RESULTADOS DA EMPRESA


Tudo começa com um bom entendimento da importân-
cia de trabalhar os dados da maneira certa.
Quem lida com eles diariamente sabe que uma pesquisa
rigorosa é muito importante, mas que a análise bem-fei-
ta desse material é tão fundamental quanto.
Ou seja, dados mal coletados — em que as fontes não são Então não são precisos. São relevantes,
confiáveis, a amostragem é insignificante ou o assunto é ir- interpretáveis e precisos, mas simples-
relevante — não servem de nada. Mas os dados certos mal
interpretados também não vão te levar a melhorias signifi- mente não dá para explicá-los para a
cativas na performance de uma empresa ou departamento. sua equipe? Então não são acessíveis.
Então vamos voltar no início desse processo e compre-
ender como algumas medidas podem melhorá-lo. Um
bom ponto de partida é entender que a qualidade dos
seus dados depende que eles sejam relevantes, interpre-
táveis, precisos e acessíveis.
Ao coletá-los, faça a si mesmo as seguintes perguntas: os
dados não interessam a ninguém? Então eles não são rele-
vantes. São tão complexos que você mesmo não é capaz de
tirar conclusões a respeito? Então não são interpretáveis.
Foram conseguidos sem um método sistemático?
O diagnóstico empresarial faz parte da estratégia de qual-

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Por outro lado, se seus resultados passaram nesses qua-


tro quesitos, parabéns! A primeira parte do processo de
apresentar os seus resultados já foi cumprida!
Só falta lembrar que avaliar é diferente de analisar. Até
agora, você avaliou seus resultados e se certificou que
eles foram bem medidos. Ou seja, de que não há equívo-
cos nos números que você levantou.
De agora em diante, resta analisar. Isto é: dar uma inter-
pretação adequada aos seus números. E para que você
pareça bom, os números sozinhos não bastam, porque,
ao contrário do que muita gente pensa, eles não falam
por si sós. Cabe a você ligar as coisas e propor uma in-
terpretação para o que mediu com base em sua experi-
ência e conhecimento do problema específico.
Vamos ver isso na prática, em cada um dos tipos de apresen-
tação de resultados mais comuns no dia a dia organizacional.

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DIAGNÓSTICO EMPRESARIAL
quer empresa. Sua apresentação consiste, boa parte das
vezes, em comparar 3 situações e, a partir delas, tirar con-
clusões que vão definir estratégias de curto, médio e lon-
go prazo.
Esse tipo de diagnóstico é muito importante, pois dele po-
dem depender as próximas ações de marketing, vendas,
seleção e recrutamento e qualquer tipo de escolha estra-
tégica interna.
É também um diagnóstico difícil de apresentar, pois, de-
pendendo do tamanho da empresa ou do departamento
em que você trabalha, pode ser preciso mobilizar uma
quantidade gigantesca de dados: vendas, detalhes estraté-
gicos, efetividade de projetos, ações e várias outras coisas.
Para lidar com esse volume enorme de informações, o me-

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lhor é recorrer a planilhas e ser muito organizado — tanto pergunta ajuda a compreender se tudo que foi feito
na preparação do material quanto na apresentação dele. até o momento é satisfatório.
Provavelmente, o que se espera é que um bom diagnós- #Onde deveria estar: aqui, considera-se o mínimo que
tico empresarial mostre à equipe 3 situações que vão se espera de uma empresa de um determinado porte
nortear a estratégia: no que diz respeito ao retorno financeiro, marketing
e recursos que ela movimenta. Costuma-se usar ben-
#Onde a empresa está: em termos estratégicos, qual é
chmarking — comparação com os números de outros
o posicionamento da organização? Ele é bom? A con-
empreendimentos similares e que são bem-sucedidos
corrência é alta? O produto que vende tem baixo custo
— para responder essa pergunta.
e lucratividade alta? O que a empresa conquistou fi-
nanceiramente ao longo dos anos? Basicamente, essa

3#
#Onde se gostaria que ela estivesse: em termos ide-
ais, o que os gestores imaginam para essa empresa?
Essa pergunta é muito mais uma meta distante a se
perseguir do que uma proposta de realidade imedia-
ta. É uma espécie de sonho que mantém todo mundo
motivado.

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Analisando os resultados de um determinado período a


partir dessas perguntas, você pode dividir as próximas
ações em muito urgentes, urgentes e nada urgentes de
acordo com os aspectos que pretende melhorar e em
quanto tempo.
Pronto! Agora você tem uma linha de ação para o pró-
ximo ciclo (ou ano): basta seguir o planejamento que foi
baseado em um diagnóstico seguro das ações estratégi-
cas. Essa ação sempre deve ser o resultado de uma análi-
se de dados… a consequência dos seus aprendizados.
O diagnóstico empresarial é muito importante para os
colaboradores de uma empresa. Ele é que dá segurança
institucional e permite que todos tenham uma unidade
de ação, sabendo quais erros corrigir, que tipo de com-
portamento preservar e em quanto tempo isso deve ser
feito.
Talvez seja um dos tipos mais complexos de análises de
dados, tanto pela quantidade de informações que requer
quanto pela importância das decisões que vão ser toma-
das por causa delas.
Pode ter certeza que vai ser difícil encontrar um jeito me-
lhor de empregar o seu talento com os números!

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RESULTADOS FINANCEIROS
Sim, estamos falando de dinheiro. E, você sabe: esse assunto é delicado. A boa notícia é que uma análise
desse tipo não é nem de longe tão complexa quanto um diagnóstico empresarial. Até porque bons resulta-
dos financeiros também dependem de um diagnóstico bem-feito, então, de certa forma, ela já começou lá.

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CUIDADO COM AS ANÁLISES DE DADOS DE CURTO PRAZO


Em todo caso, é bom tomar alguns cuidados, pois qual-
quer erro aqui significa dinheiro perdido. Por exemplo,
evite tirar conclusões analisando dados de curto prazo.
Toda vez que você avalia oscilações mensais ou sema-
nais em um gráfico, corre o risco de dar um significado a
eventos aleatórios.
Quer um exemplo? Imagine que você trabalha em uma
empresa de transportes e observou faturamento baixo
no mês de janeiro. Seria um grande erro culpar o setor
de vendas por não fechar novos contratos, uma vez que
é período de férias escolares. Seria melhor que uma con-
clusão desse tipo fosse baseada em dados semestrais ou
anuais, não é verdade?

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EVITE REDUZIR TUDO À CAUSALIDADE


Esse exemplo, aliás, também mostra como a causalida- A realidade é algo muito mais complexo do que uma sé-
de pode ser perigosa. Causalidade é isso mesmo que o rie de relações de causa e efeito em que cada efeito tem
nome dá a entender: você interpreta um dado como cau- uma causa direta e visível. Alguns resultados podem ter
sado por outro em um processo simples. diversas causas e não é aconselhável que você fique ar-
riscando respostas para todos eles.
O problema é quando a interpretação é simples demais.
É claro que se espera que você dê significado aos dados Além disso pode existir o que os estatísticos chama de
de resultados financeiros na sua apresentação, mas ficar correlação espúria, ou seja, quando existe correlação,
procurando respostas para todas as perguntas e “forçan- mas essa não implica em causalidade. Quer um exemplo
do a barra” com os seus números é muito perigoso. bem interessante? Você sabia que quanto mais padeiros
mais crimes acontecem? Você concluiria que seria inte-
ressante diminuir o número de padeiros para diminuir
os número de crimes? Leia mais deste exemplo no texto
entendendo correlação e causa.

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SATISFAÇÃO DO CLIENTE
Dentre os tipos de análises que apresentamos, a de sa- Repare que só os valores mais altos (9 e 10) são atribuí-
tisfação do cliente acabou se transformando na mais fácil dos aos clientes promotores. E isso tem um motivo: para
de se fazer. E isso se deve a um tipo de análise chamado que um cliente indique uma empresa espontaneamente,
Net Promoter Score — ou Placar da Rede de Promotores, ele deve considerá-la muito acima da média.
em português.
Depois de fazer essa pesquisa com uma amostragem dos
Criado por Fred Reichheld e Rob Markey no livro A Per- seus clientes, basta aplicar os resultados a uma fórmula
gunta Definitiva, esse modelo torna muito fácil transfor- bem simples:
mar em números o nível de satisfação dos clientes de
promotores – detratores = nível de satisfação do cliente
uma empresa.
Basicamente, a única pergunta que o consumidor deve
responder é: “de 0 a 10, qual é a chance de você indicar
nossa empresa a um amigo?”
E a resposta a essa pergunta deve ser interpretada da
seguinte forma:
#0 a 6: clientes detratores
#7 e 8: clientes neutros
#9 e 10: clientes promotores
Os clientes promotores são os que indicariam sua em-
presa a amigos. Os neutros podem até gostar do seu
produto ou serviço, mas não o consideram bom o sufi-
ciente para indicar. E os detratores são os que têm gran-
des chances de falar mal dela.

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Aqui na Escola EDTI nós calculamos o NPS em cada tur-


ma realizada e ele nos ajuda a acompanhar a qualidade
do curso. Como estamos em expansão para mais de 10
cidades no Brasil, precisamos garantir que a qualidade
seja mantida e o NPS serve como nosso indicador. Como
benchmark, podemos dizer que nosso NPS é de 93%.
Para tentar entender o porquê de sua nota ser alta ou
baixa você vai precisar desdobrar sua pesquisa de satis-
fação em um questionário.
O conteúdo desse questionário é fácil de imaginar. São
perguntas como “por que você avalia o atendimento
como bom, médio ou ruim?” e “que sugestões teria para
que ele melhore?”.
Em todo caso, é algo que não deve dar muito trabalho,
seja na fase de avaliação ou de análise dos dados. Com
um pouco de tempo e as escolhas certas para a apresen-
tação, da planilha e os slides, os resultados vão ficar mui-
to fáceis de compreender.

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MONTANDO UMA BOA APRESENTAÇÃO


Essa é a etapa crítica para a maioria dos empreendedo- linguagem, o resto vai fluir sem problemas. Veja alguns
res. A formação de gestores, no Brasil, ainda é muito cuidados, conhecimentos e habilidades que podem facili-
técnica e, ao se verem às voltas com situações que exi- tar muito esses momentos de falar em público e se pre-
gem envolvimento interpessoal de qualquer espécie, os pare devidamente.
empreendedores se sentem despreparados e nervosos.
Acrescente-se a isso o fato de que muitos desses gestores
não são formados em Administração de Empresas, mas
em profissões técnicas e operacionais — o que, de forma
nenhuma, diga-se de passagem, diminui a competência,
mas deixa uma lacuna no que diz respeito à oratória.
O maior obstáculo para as apresentações é a barreira da
linguagem. Qualquer pessoa que conhece um ambiente
corporativo é capaz de perceber que times de áreas dife-
rentes falam “línguas” diferentes, o que dificulta a comu-
nicação em alguns momentos.
Portanto, seu primeiro cuidado deve ser nesse sentido:
elabore uma linguagem que deixe de lado os chavões
da sua profissão, assim como o vocabulário técnico. Até
mesmo as piadas — fundamentais para descontrair uma
apresentação — devem ser de fácil compreensão.
Se você estiver preparado para transpor essa barreira da

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TRABALHANDO NOS SLIDES


Os slides e o projetor são, ao mesmo tempo, seus maio-
res aliados e inimigos em uma apresentação.
Quem nunca esteve presente em uma reunião em que o
palestrante se contenta apenas em trocar os slides e ler
em voz alta o que está escrito neles? Para ele, essa pode
ser uma boa forma de se livrar do problema de falar em
público, mas para quem está assistindo é muito maçante!
Tenha como regra básica que a sua apresentação é uma
história. Nessa história, o enredo (isto é, a ordem em que
as coisas acontecem) são os seus dados, e o personagem
principal é você, e nunca os seus slides.
Portanto, embora um projetor e um arquivo de Power-
Point sejam ferramentas excelentes para a sua apresen-
tação, eles não devem tirar a atenção do que realmente
importa: as informações e a análise que você faz delas.
Sendo assim, trabalhe com pouco texto. Coloque só o
necessário para realçar os pontos mais importantes e re-
frescar a sua memória durante a apresentação.

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A importância do design Pontos para se destacar


Se não é interessante que o seu material chame mais Há uma informação que os escritores compreendem
atenção do que você, isso começa na escolha do design muito bem e que vai te ajudar a fixar o conteúdo das
dos slides. suas apresentações: títulos e subtítulos importam muito.
Apresentações corporativas pedem opções visuais mais só- Esse tipo de objetividade é o que garante que a plateia
brias e um layout organizado e com poucas cores. Se você fixe o conteúdo da sua apresentação.
é uma pessoa bem tradicional, pode usar o logotipo da
empresa como plano de fundo para as projeções. Se quiser
variar, use as ferramentas de edição do software para criar
você mesmo a arte, mas não exagere nos detalhes.
Imagine uma apresentação de diagnóstico empresarial
— com todas as suas planilhas, os números, as informa-
ções e os dados — diagramada sobre um fundo cheio de
cores e detalhes. Difícil prender a atenção das pessoas
por muito tempo desse jeito, concorda?
Tudo isso está relacionado a evitar o exagero e apostar no
bom gosto. Não recorra a animações, efeitos gráficos extra-
vagantes e foque no que realmente importa: texto sucinto,
visual sóbrio, imagens e gráficos simples e funcionais.

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APRESENTANDO OS RESULTADOS
Ao contrário do que se imagina, o nervosismo pode ser
um aliado no momento da apresentação, desde que
você não permita que ele chegue a um nível que a invia-
bilize. A adrenalina contribui para o foco e a disciplina na
explicação do conteúdo, portanto, vale a pena aprender
a lidar com ela.
Isso é algo que músicos e atores, por exemplo, apren-
dem desde cedo. Muitas pessoas tímidas conseguem se
soltar no palco ou em público, sem necessariamente dei-
xarem de ser tímidas por isso.
Não existe propriamente um tipo de pessoa que “nas-
ceu” para falar em público e isso, como tudo mais, de-
pende de prática e de alguns cuidados. Entenda melhor:

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Analisando e apresentando os resultados da sua empresa com facilidade

DICAS ESSENCIAIS
Algumas técnicas podem ajudar a afastar o nervosismo e te dar mais domínio do que vai falar:

Use a “teoria do elevador” Compreenda a técnica do triângulo


Você conhece a “teoria do elevador”? Trata-se de um Todo show, peça de teatro ou apresentação pública estabele-
exercício de síntese muito bom para quem fala em pú- ce um triângulo entre quem fala, quem ouve e o conteúdo.
blico. Imagine que, no elevador, a caminho da sua apre-
Se você desconsiderar o público ao falar, não vai estabele-
sentação, um desconhecido puxa conversa com você e
cer uma relação. Se você ficar perdido no conteúdo, tam-
pergunta sobre o que você vai falar.
bém não. Qualquer lado que é muito enfatizado ou esque-
Você tem aproximadamente 40 segundos — que pode cido desequilibra o triângulo e atrapalha a comunicação.
ser considerada uma boa média de tempo das conversas
Por isso, faça perguntas ao público, sinta-se à vontade para
de elevador — para explicar a essa pessoa todos os ele-
brincar com ele — desde que não sejam brincadeiras incon-
mentos da sua apresentação de resultados.
venientes — e sempre retome o que você tem a dizer.
Se for capaz de fazê-lo, significa que você consegue re-
Se você interage com o seu conteúdo e leva os ouvintes
passar rapidamente todos os aspectos principais do con-
a interagirem também, a sua apresentação fica dinâmica,
teúdo e dificilmente vai se perder ou esquecer os ele-
interessante e descontraída.
mentos de ligação entre as partes.

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Analisando e apresentando os resultados da sua empresa com facilidade

Erros que não podem ser cometidos #deixar-se levar pelo excesso de nervosismo;
Ao longo deste texto, já abordamos vários tipos de con- #não ser capaz de sintetizar todo o conteúdo numa
duta que empobrecem uma apresentação de resultados. conversa de 40 segundos (teoria do elevador);
Vale a pena relembrar alguns e incluir outros:
#ignorar um ou mais lados do triângulo durante a
#ser excessivamente técnico na linguagem ou não apresentação (apresentador, público ou conteúdo);
levar em consideração o nível de conhecimento que os
#considerar as apresentações como um aspecto me-
ouvintes têm do assunto;
nor do dia a dia de um profissional que ambiciona um
#coletar mal os dados (eles devem ser relevantes, in- cargo de gestão em uma empresa e não se preparar
terpretáveis, precisos e acessíveis); ou se qualificar para elas.
#apenas apresentar dados, sem fazer uma interpreta- Como dissemos no início desta seção, falar bem em pú-
ção relevante do que eles dão a entender; blico não é um talento natural com o qual as pessoas
nascem. É uma técnica como qualquer outra, que pode
#criar teorias a partir da análise de dados de curto
e deve ser exercitada.
prazo ou dar muita importância à causalidade (achar
que todo problema tem uma causa única, simples e
direta);
#escolher ou criar um design muito extravagante para
os slides;
#colocar texto demais neles e passar todo o tempo
lendo as informações mostradas pelo projetor;
#usar títulos e subtítulos pouco objetivos para os sli-
des;

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Analisando e apresentando os resultados da sua empresa com facilidade

É HORA DE SE QUALIFICAR
Coletar, analisar e interpretar dados de forma precisa é
algo que requer qualificação. A estatística e outras técni-
cas analíticas são conhecimentos que, aliados a uma boa
capacidade de explicação, dão muito poder a quem os
detém.
São algumas das qualidades que definem e diferen-
ciam os grandes líderes, inclusive. Vale a pena pesquisá-
-las mais a fundo e investir nesse tipo de qualificação.
Quem sabe colocar em prática os processos de avaliação
e análise de dados e tem os requisitos necessários para
explicá-los, naturalmente se destaca no dia a dia organi-
zacional e se torna um forte candidato a cargos estraté-
gicos e de liderança.
Já pensou em investir na sua qualificação e começar
agora mesmo a virar essa página na sua carreira? Talvez
o que falte para você seja ter os números a favor — em
todos os sentidos da expressão.
Essa é uma constatação que vale para aprimorar o seu
lado pessoal e profissional: “Não adianta ser bom, tem
que parecer bom”.

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Analisando e apresentando os resultados da sua empresa com facilidade

CONCLUSÃO
Coletando, analisando e apresentando os resultados com
riqueza de análise, inteligência e segurança, você vai es-
tar sempre um passo à frente e cada vez mais próximo de
reunir todas as habilidades dos grandes líderes e gestores.
Comece a dar atenção a esses aspectos desde já e pas-
se a parecer tão bom quanto você é. Em casos assim, as
aparências nunca enganam.
Um passo essencial é entender mais sobre análise da-
dos. Para isso recomendamos o curso Green Belt, no qual
você irá dominar diversas ferramentas que irão auxiliá-lo
nessa tarefa!

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Acreditamos que podemos ajudar na transformação
da economia do Brasil por meio da educação em
ferramentas de melhoria de processos e análise de
dados, tornando nossas empresas mais produtivas e
competitivas. Procuramos trazer valor por meio de 3
pilares:

1) Materiais educativos gratuitos;

2) Cursos;

3) Consultorias.
Aplicamos o que ensinamos e com isso temos crescido
4 vezes ao ano.Pensamos que divulgando esse
conhecimento podemos ajudar outras empresas a atingir
os mesmos resultados. Por isso sonhamos transferir
conhecimento sobre melhoria de processos e análise de
dados para 1 milhão de brasileiros até o ano de 2020.

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