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AFASTAMENTO GENGIVAL

CAI NA PROVA -Afastamento gengival – e a exposição da linha do termino do preparo ao nível gengival ou sub-gengival.
Afastamento gengival por fio ou casquete - expor o preparo facilitando o enceramento, expor melhor o termino, não ter sobre contorno polpando o tecido
periodontal.
o que e preciso pra ter um afastamento gengival adequado?
Tecido gengival sadio sem inflamação, deve evitar o sangramento;
Importância do provisório – devolve estética, função, preservação da saúde periodontal, estabilizar o tecido gengival, estabilizar espaço mesio-distal, estabilizar
espaço interoclusal.
Objetivo do afastamento – vai proporcionar reprodução do termino do preparo adequada, ajuste na restauração boa, evitar recidiva de carie, higienização gengival,
facilitar higienização, evitar acumulo de placa.
Características do material pra afastamento gengival – eficaz no deslocamento da gengiva, promover hemostasia, não causar lesões irreversíveis na gengiva,
promover poucos efeitos colaterais sistêmicos.
Tipos de fios – calibrados.
CAI NA PROVA - Tipos de afastamento – mecânico –acao física, ato de empurrar; não controlo exsudato sangramento; menor desconforto no pos operatório, são
eles matriz ou anel de cobre, fios de algodão seco, moldeira individual(casquete de acrílico), faz o afastamento mecânico NÃO precisa de fio afastador.
CAI NA PROVA -mecânico-quimico – e impregnado com solução química, elas afastam tecido, controlam umidade e sangramento gengival, com limite de tempo.
cirúrgico - o mais utilizado e o mecânico-quimico; o menos traumático para o tecido gengival e o mecânico.
CAI NA PROVA - Epinefrina – se apresentam com solucao de 0 a 8%, substancia vaso-constrictora e apresenta 0,5miligramas por polegada de fio, ela pode ficar no
sulco no máximo por 8 minutos,em paciente descontrolado observar a concentração de vaso-constrictor no fio, adotar fios retratores com substancias
adstringentes, senão o paciente pode sentir taqui-cardia, aumento de pressão sanguínea,hemorragia, nervosismo, dor de cabeça.
Substancias adstringentes – nao faz o afastamento tao bem quanto a epinefrina mas os efeitos colaterais são menores que a epinefrina, são elas o sulfato de
alumínio, cloreto de alumínio e sulfato férrico(menos utilizado no geral).
Vantagens – podem usados em tecido ulcerado, são bons hemostáticos e não causam distúrbios em pacientes com problema sistêmico.
Sulfato de alumínio – mais utilizado, não pode ficar mais de 10min no sulco, menos irritante, tem enxofre na composição então não deve ser usado em moldagem
com silicone.
Cloreto de alumínio – tb 10 min no máximo dentro do sulco.
Sulfato férrico(menos usado) – causam irritação tecidual em concentração maiores de 15%, cicatrização demorada, pode apenas 3min de permanecia dentro do
sulco, umedecer antes de puxar o fio pra não remover o coagulo.
Tecnica do fio único – usado em sulco em ate 2mm, remover antes da moldagem.
CAI NA PROVA -Técnica do fio duplo – sulcos mais profundos, o primeiro fio(cortar no diâmetro do dente) e de menor diâmetro do que o segundo, o primeiro fio
permanece durante a moldagem.
CAI NA PROVA - Afastamento cirúrgico – pra moldagens múltiplas, indicação de eletro-cirurgia como método de afastamento – quando expor a margem gengival
quando ocorre o deslocamento da prótese provisória e a gengiva recobre o termino.
O método eletro-cirurgico incorreto pode acontecer necrose e sequestro ósseo, causando lesões ao periodonto, pode causar recessão gengival.
Propriedades mecânicas do periodonto marginal – a pressão exercida pelo fio afastador e maior que a pressão exercida na sondagem periodontal, em adultos e
necessário uma pressão de 0.1mm2.
Técnica da inserção do fio – parte do fio deve ficar visível pra não lesar as estruturas profundas,em caso de sangramento o fio deve estar impregnado de solução
hemostática, tem que parar o sangramento senão o preparo não vai ser copiado.
EXPASYL – pasta pra afastamento mecânico, rápido, fácil,ligamento e preservado, boa abertura gengival, controla sangramento, excelente qualidade de
moldagem,biocompativel, tem cloreto de alumínio na sua composição.
Contra indicação – gengiva fina e fibrosa(e gengivectomia), a pressão da pasta e calculada pra uma gengiva normal, e contra-indicado em locais profundos em que a
remocao esteja prejudicada.

GESSO ODONTOLOGICO
Utilizado pra reabilitação completa, próteses totais, coroas unitárias, esse gesso quando adicionando sílica se transforma em revestimento, revestimento e o que vai
fazer aquele molde onde vai fazer acrilizacao da dentadura, e a parte que cobre o rebordo.
Gesso e o resultado da calcinação da gipsita que e o sulfato de cálcio diidratado.
Indicação do gesso – confecções de modelos de reabilitações dentarias unitárias ou múltiplas; nos moldes – inclusão de prótese removível total ou parcial pra
acrilizacao e inclusão do padrão de cera pra obter restaurações (revestimento).
O que determina a quantidade de agua necessária pra a mistura do gesso? Formato das partículas; porosidade; área total da superfície; trituração das partículas;
adesão entre as partículas, todos controlados pelo fabricante.
O gesso comum precisa de uma quantidade maior de agua, o gesso especial uma quantidade maior de agua.
Tempo de presa – e o tempo do inicio da mistura ate que o material endurece totalmente que e em torno de 45min.
Etapas do tempo de presa – tempo de espatulacao – mecânico de 20 a 30 segundos e manual ate 1min.tempo de trabalho – 3min;perda de brilho -9 min
CAI NA PROVA -Fatores que influenciam na presa do gesso controlados pelo operador – relação agua/po; temperatura; umidade; líquidos com PH baixo;
espatulacao.
Maior velocidade e em tempo prolongado maior o tempo de presa mas tb pode prejudicar o tempo de trabalho,o vazamento.
Temperatura – maior temperatura da agua menor o tempo de presa isso em ate 50graus, se passar de 50graus vai aumentar o tempo de presa.
Relação agua/po – quanto mais agua maior o tempo de presa e menor resistência do gesso.
Na vibração diminui bolhas e aumenta a resistência do gesso.o idel seria – pesar o gesso e medir a agua de forma correta.
CAI NA PROVA No gesso comum – a cada 100g mistura com 50ml de agua no gesso pedra – a cada 100g mistura com 28ml de agua.
Proporção agua po – tempo de endurecimento, porosidade, resistência, expansão.
OBS – na dentadura o protético não gosta do gesso especial por causa da dificuldade de desoclusao.
CAI NA PROVA -Gesso especial – permite a copia mais fiel dos detalhes e e o mais resistente e com menor distorção.
Tipo de espatulacao – manual com a cuba de borracha e espátula pra gesso e mecânica com a manipulação a vácuo que e a melhor.
A espatulacao manual deve ser vigorosa esmagada contra a parede da cuba, a manipulação deve continuar ate que se tenha um mistura macia e homogênea.
Manipulação no vibrador – e melhor por que evita a formação de bolhas, evita que o gesso diminua a resistência e tb evita a produção de superfície sem precisao.
Técnica – coloca o molde no vibrador e com o holemback deixa cair pequenas quantidades nas paredes das coroas ate preenchimento total depois adicione porcoes
maiores de gesso.
CAI NA PROVA Tipos de gesso – tipo IV e V – são dos trabalhos definitivos, maior dureza, resistência, enceramento. tipo III – modelos de estudos; modelos
antagônicos; prótese total, fácil remocao, se ajustam aos tecidos moles ; tipo I – moldagem.
O modelo deve ser lavado, descontaminar e secar, tirar os excessos, depois fazer o vazamento do modelo.

MODELOS DE TRABALHO E TROQUEL –

CAI NA PROVA Troquel – e o modelo de cada dente preparado onde as margens do padrão de cera são acabados, tem o modelo com troquel separado e
descartável, e usado pra realizar o enceramento de uma prótese.
Requisitos para um bom modelo – não pode haver bolhas nas terminações do preparo; todas as parte devem estar isentas de distorção; troquel preparados pra
possibilitar o correto selamento do termino do padrão de cera ou enceramento, com afastamento cervical exposto.
Preparação do troquel – modelo de trabalho articulado diminuindo o trabalho em clinica; o modelo articulado tem que ver pontos de contato nas proximais,
contorno vestibular e lingual dos dentes e a oclusao dos dentes opostos, se o dente não tiver antagônico agente segue o alinhamento oclusal do dente vizinho.
Modelo de troquel separado – vou ter um troquel separado e um troquel no modelo pra articular, este no modelo e pra checar contato, alinhamento oclusal,
alinhamento vestibular.
Modelo de troquel destacável – vazamento único, depois serra-lo e retira-lo do modelo, não tem outro pra comparar e apenas um único modelo.
Troquel – tem que ter uma superfície dura pra não sofrer abrasão quando na confecção do padrão de cera(quando esta tirando os excesso de cera), feito com gesso
tipo 4 e 5, lavar o molde antes de passar solução desinfetante.
Obtenção do troquel separado – vazamento parcial do dente preparado em seguida faz um 2 vazamento de toda a moldagem utilizando a mesma moldagem.
O método mantem fixa e inalterado a relação entre os pilares, os pilares são os dentes vizinhos que vao estar intactos pra provar pontos de contato.
Desvantagem do troquel separado – o padrão de cera deve ser transferido de um troquel para o outro, tem o risco de quebrar bordos, excesso de contatos
proximais, alterando a adaptação do padrão de cera.
CAI NA PROVA Preparo do troquel separado – remove o modelo do molde; retirar o excesso de gesso em torno do dente preparado com o cortador de gesso;
depois com a fresa abaixo do preparo, abaixo do termino, fazer um pescoço abaixo do preparo, remove o pedacinho de gesso que ficou com uma lamina de bisturi
pra definir a linha de terminação do meu preparo, delimitar o termino com um lápis vermelho pra evidenciar o termino, não pode ser com lápis grafite por que fica
incorporado na cera e contamina a margem da restauração.
CAI NA PROVA Técnica do Troquel destacável – fixar o pino de troquel no centro da coroa; prende o pino com grampo, e faz o primeiro vazamento com gesso
especial nos dentes; espera tomar presa; vaselinar esse primeiro gesso ,lubrifica o pino, bolinha de cera, umidece o 1 gesso e depois faz o 2 vazamento com gesso
pedra, depois de tomar presa vem com a serra pra troquel e retire o troquel descartável, tomar cuidado pra não serrar o ponto de contato.
Vantagem – e o mais utilizado, o padrão de cera não precisa ser retirado do respectivos troqueis, o enceramento e no mesmo modelo; elimina discrepância do
modelo de trabalho causada pelas distorções do molde.
Desvantagem –risco introduzir erro no padrão de cera se o troquel não reassentar com precisao no modelo de trabalho.
Principais requisitos – os troqueis devem retornar a posição original; estar estável mesmo quando invertido; o modelo que contem o troquel deve ser fácil de
montar em articulador.
Métodos que possibilitam a reposição do troquel – pinos únicos, práticos que não propiciam resistência antirotacional, pinos duplos melhor resistência
antirotacional, pino reto e o mais utilizado, este deve estar estabilizado pra que no vazamento não afunde no gesso.
Confeccionar o padrão de cera – depois do troquel pronto fazer o enceramento com alivio na área interna do preparo pra que haja espaço para o cimento, o alivio
deve estar 0,5mm da linha do termino e ter entre 0 a 40um, depois lubrifica, casquete, possera(?), esculpir, ai enceramento pronto.
Técnica pra obtenção do padrão de cera – tecnica direta que e feita na boca do paciente(não se usa mais); a técnica indireta e a mais usada, este e encerado sobre
o modelo de gesso, feito a partir de um molde preciso do dente preparado.
Vantagens da técnica indireta – procedimento fora do consultório, possibilita visualizar a restauração, permite fácil acesso as margens para o enceramento, permite
que a confecção seja feita pelo técnico.
Tipo de cera – vamos trabalhar com a tipo II que e pra confecção extra bucal.
Requisitos pra um boa qualidade de cera – aquecida, fluir bem sem descamar ou fraturar; deve ser possível esculpi-la sem que descame, distorca ou fique
manchada.
CAI NA PROVA - Cuidados com o padrão de cera – mante-lo sempre no troquel e receber inclusão o mais rápido possível.
CAI NA PROVA Obtenção do padrão de cera – alivio no troquel com substancia propria, recobrir o troquel com isolante esperar pra ser absorvido, confecção do
casquete, aquecer a cera e leva-la ao preparo, inicia enceramento, goteja cera, escupir, escultura, provar na boca do paciente, tirando um pouquinho do ponto de
contato de cada lado pra mante-los intactos.
CAI NA PROVA O que avaliamos no enceramento – contato proximal e contornos axiais, contato dos posteriores ocorre no terco oclusal exceto no 1 e 2 molar SUP.
CAI NÃO PROVA -Perfil de emergência do dente – e o contorno axial das coroas totais dos molares inferiores que começa na base do sulco gengival alem da
margem livre da gengiva e vai ate a convexidade da parede axial vestibular e lingual, tem que existir por que além da adaptação ele facilita a higienização.
Contato oclusal – tem que ter correta dimensão oclusogengival dos contatos proximais, correta dimensão vestibuloligual, os contornos vestibulares devem estar em
harmonia com os dentes adjascentes.

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