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Escada dodo Sucesso

Escada

Sucesso

Degrau 1

EVANGELIZAR – GANHAR

LEITURA: Liderança de Sucesso Através dos Doze, páginas 337-348 (C. Castellanos)

Chave: Onde começa o processo da Evangelização? Na amizade. Com ela você já deve ter uma intenção, um propósito definido para com a vida daquela pessoa, levá-la a Cristo. Onde termina este processo? Com a oração de confissão. Acabou de orar, acabou o 1 o . degrau. Vejamos agora o roteiro desse primeiro degrau.

  • A. Ganhando Através das Células

    • 1. Oração dos por um mês

Por que Satanás inspirou nos inimigos de Daniel um plano de deixá-lo sem orar por um mês? (Dn. 6:7). Certamente isso significaria morte espiritual ou uma grande perda. Se é grande o prejuízo de não se orar por um mês, só podemos pensar que é grande o lucro concentrar-se em oração por um mês, pela mesma causa. Por este motivo a oração concentrada pela conversão de alguém será o primeiro passo para dar início a uma nova célula. O líder que intenta formar uma célula, consegue mais duas pessoas convertidas. Cada uma delas, em oração, seleciona três conhecidos descrentes. Todos os membros do grupo recebem os três nomes dos outros integrantes. Provavelmente amigos do tempo de descrente. Reúnem-se uma vez por semana, por uma hora, por quatro semanas, para orar especificamente pela conversão daquelas pessoas. Esta reunião é exclusiva de oração por aqueles descrentes. Oram todos os dias por todos os nomes dos integrantes do grupo. Jejuam, fazem guerra espiritual, atando os poderes do inferno que prendem aquelas vidas, resistindo o espírito de cegueira espiritual do deus deste século e liberam o espírito de arrependimento e salvação. Cada um, portanto, tem o compromisso de orar por nove pessoas todos os dias.

  • 2. Contato Amistoso

Após os trinta dias de oração, estabelece-se um contato com cada pessoa, a fim de mostrar interesse em seu bem-estar Caso se trate de alguém com quem o membro da célula não tenha tido comunicação nos últimos tempos, nada se fala sobre célula, igreja ou a fé em Cristo. Este será um encontro para retomar o vínculo de amizade. Na semana seguinte seguirá o próximo passo.

  • 3. Contato Evangelístico

    • Compartilhando João 3:16

Faz-se um convite para um chá, um lanche ou um passeio, caso seja oportuno. Neste encontro compartilha o que Deus tem feito em sua vida e apresenta o diagrama de João 3:16, ou as Quatro Leis Espirituais

4. Levando a Jesus Conduzir a pessoa até ao ponto da oração de entrega a Jesus. Não esperar que ela vá à igreja ou à célula. Ali mesmo levá-la ao ponto de fazer a oração de entrega da sua vida a Jesus. Seja qual for o resultado dessa apresentação do plano de salvação, siga o próximo passo.

Oferecer-lhe o livrinho Bem-vindo à Família de Deus ou Encontro. É importante que ela tenha algo escrito para consultar. Peça que ele o leia cuidadosamente. Oriente-a como ler a Primeira Carta de João no final do livrinho. Fale-lhe da importância de ler uma vez por dia a carta durante toda uma semana a fim de entender bem. Usando o próprio livrinho, leia com ela o capítulo cinco, versículos onze a treze.

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Diga-lhe para marcar o que mais a toca e anotar qualquer pergunta que porventura tenha para fazer-lhe depois.

  • 6. Reuniões da Célula Fazer um convite para seu amigo participar das reuniões da célula. É com a vinda dos amigos que a célula propriamente dita cria corpo. Até então a célula era de fato um embrião: três crentes se reuniam para orar pela conversão dos seus amigos. Agora que eles começam a vir, a célula entra no estágio de formação. A reunião segue o programa completo, com pregação da Palavra de Deus.

  • 7. Cultos Regulares da Igreja Falar logo do culto principal da Igreja, convidando-o a estar presente. Mostrar a importância das celebrações de todo o corpo.

  • 8. Eventos de Colheita

Convidar a pessoa sendo trabalhada, a participar de qualquer evento de colheita que porventura esteja sendo realizado.

  • NOTA: Num Seminário de fim de Semana, ou na Escola de Líderes cada discípulo passará pelo curso de

Evangelismo. Sugerimos Tocando Corações – Um Guia Prático, de Ralph Neighbour, Jr., editado pelo Ministério

Igreja em Células. Outro método muito usado é As Quatro Leis Espirituais de Bill Bright

  • B. Ganhando Através das Reuniões da Igreja

    • Apelo

Duas coisas são muito importantes: Primeiro, que haja apelo em cada culto. Segundo, que a cruz seja focalizada no próprio apelo. Após a pregação, todos inclinam a cabeça e o pregador faz uma oração de entrega, repetida por todos. Apresentamos um modelo de oração apenas para destacar os elementos que deveriam estar presentes nesse tipo de oração:

  • Apresentação do Plano de Redenção e Oração

Uma vez na sala de consolidação, o Líder dos Consolidadores pode fazer a apresentação do diagrama de João 3:16. Na ausência de condições adequadas, como quadro para a apresentação, pode lhes explicar, clara e brevemente, a obra de Cristo e a necessidade de abraçá-la, usando cinco pontos fundamentais para que “compreendam” (Mt. 13:19) o que estão fazendo. O amor de Deus (Jo. 3:16; Jr. 31:3). "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo. 3:16). O pecado (Rm. 3:23; 3:10-12). "Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus;" (Rm. 3:23). Cristo como único Salvador (Jo. 14:6). "Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim”

(Jo. 14:6). O arrependimento (At. 3:19; Rm 12:2). "Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, de sorte que venham os tempos de refrigério, da presença do Senhor," (At. 3:19). A aceitação de Jesus (Ap. 3:20; Jo. 1:12; Rm. 10:9-10). "Mas, a todos quantos o receberam, aos que crêem no seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus" (Jo. 1:12).

Faz a oração de entrega

  • Verificação da Entrega

Preencha o cartão de decisão. Ore pelo decidido, incluindo suas necessidades Dê ao decidido o livrinho Bem-vindo à Família de Deus, ou Encontro e peça-lhe que leia a Primeira Carta de João nele impressa, uma vez por dia, durante sete dias. Informe-lhe que ele será contatado por alguém que poderá ajudá-lo quanto a qualquer dúvida ou necessidade de oração.

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A transição entre o primeiro e o segundo degrau da Escada do Sucesso é quase que automática. Logo após uma

confissão de entrega a Jesus, começa a Consolidação, ali mesmo, enquanto o Consolidador ministra ao decidido.

É fundamental o modo como isto é feito. Nunca deve deixar de haver a entrega do livrinho Bem-vindo à Família

de Deus, da Pra. Valnice, ou Encontro, do Pr. César Castellano. É necessário que o decidido leve algo escrito

que o ajudará a entender sua decisão e firmar-se nela.

NOTA: Consultar o livro da Pra. Cláudia Fajardo Consolidação, Um Processo Eficaz Para Formar Discípulos, a

fim de ampliar este esboço (páginas 22-25).

Degrau 2

CONSOLIDAR

LEITURA: Liderança de Sucesso Através dos Doze, páginas 349-358

Importância:

O processo de Consolidação, iniciado logo após a decisão, prossegue agora através de várias ações, com vistas à

solidificação da obra redentora de Cristo. Pra. Claudia Fajardo define consolidação como sendo “o cuidado e a

atenção que devemos dispensar ao novo crente para reproduzir nele o caráter de Cristo, de maneira que

sua vida cumpra com o propósito de Deus: Dar fruto que permaneça (João 15:16).”

O processo da consolidação está bem presente na igreja primitiva, o que Atos 14:22 atesta:

...

confirmando as

almas dos discípulos, exortando-os a perseverarem na fé, dizendo que por muitas tribulações nos é

necessário entrar no reino de Deus.”

Princípio de Consolidação – Levar o novo crente a aprender a viver, não por emoção, mas por convicção, para

que não desfaleça e retroceda. Visa formar o caráter de Jesus nesse novo discípulo; firmá-lo na fé e lançar firmes

fundamentos para o seu pleno desenvolvimento como um líder frutífero que haverá também de se reproduzir.

Quanto custa consolidar? Muito amor, dedicação, esforço e trabalho, mas vale a pena. Nunca é demais lembrar

que Cristo não nos mandou fazer membro de igreja, mas discípulos. Um grande exemplo do que a consolidação

representa é encontrado em Colossenses 1:28-29: “o qual nós anunciamos, admoestando a todo homem, e

ensinando a todo homem em toda a sabedoria, para que apresentemos todo homem perfeito em Cristo; para isso

também trabalho, lutando segundo a sua eficácia, que opera em mim poderosamente.”

Quando começa o processo de consolidação? Assim que termina o da evangelização. Quando você pega

todos os dados e vai para casa ORAR, entrar na presença santa de Deus por aquela alma. Ao tomar os dados, já

começa o processo de consolidação. Você, como líder, não pode permitir que uma pessoa que se decidiu por

Jesus, fique sem assistência imediata. A pessoa precisa sentir-se importante. A dedicação, o amor, o interesse

pela vida, mostrar-lhe-ão o quanto ela é importante.

Qual o principal local da Consolidação? Apesar da assistência pessoal que será dada, a célula é o ambiente no

qual o novo discípulo deve ser rapidamente inserido. Dirija, portanto, uma célula e coloque a pessoa que você

ganhou para participar dela.

Repetimos: É importante entender a visão com o coração e não como uma fórmula. Cada etapa é um convite a

ser humilde para aprender, humilde para aplicar, transferindo a outros fiéis tudo quanto recebe. Posto isto,

vejamos a estrutura:

  • A. A Consolidação na Primeira Semana

    • 1. Frentes de Consolidação

De uma boa consolidação depende o sucesso de todo o processo. Daí a necessidade de ter uma equipe bem

formada para assistir aos novos na primeira semana de vida cristã. A Consolidação é feita em várias frentes:

  • a. Na Célula - Quando a pessoa se decide na célula o líder imediatamente começa o processo. Ele é o responsável pela consolidação, juntamente com sua equipe.

  • b. Na Igreja - Quando a decisão ocorre nas celebrações da Igreja, o processo exige mais coordenação e trabalho. Para tanto torna-se necessário ter uma equipe treinada para prestar a primeira assistência. A partir da acomodação na célula o líder da mesma é responsável por administrar a continuidade do

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processo que irá

até a entrada

na Escola

de

Líderes, que será o terceiro

degrau da Escada do

Sucesso.

  • 2. Líder de Consolidação

Dada a suprema importância desta etapa, o ideal é que haja um Pastor responsável pela coordenação da

Consolidação. Isso lhe requererá bastante tempo. Em Bogotá a Pra. Cláudia Fajardo, autora dos livros

Consolidação, Um Processo Eficaz Para Formar Discípulos e Afirmando Meus Passos, é quem coordena toda

a Consolidação na Rede de Jovens, que atinge hoje dezenas de milhares. Todos os domingos, das 6:00 às

9:00 horas da manhã, ela tem uma reunião de oração e planejamento com o grupo em atuação. Até o dia de

hoje mantém uma célula evangelística a fim de permanecer junto às necessidades dos novos para melhor

consolidá-los. O resultado desse investimento é visto no número de jovens que chegam às Escolas de

Líderes. Este ano, apenas para o primeiro nível, se inscreveram cerca de 6.500 jovens.

O Líder da Consolidação deve ser alguém com uma profunda paixão pelos perdidos e amor a toda a prova

pelos novos. Compete-lhe:

  • a. Recrutar os Consolidadores;

  • b. Organizar o treinamento;

  • c. Conduzir as reuniões de oração, de planejamento e avaliação;

  • d. Reciclar cada turno de consolidação na semana anterior à atuação do grupo;

  • e. Levantar uma equipe de apoio com representantes de todas as redes.

  • 3. A Equipe de Consolidação

No início do processo de implementação da visão na igreja, certamente o número de pessoas para os

primeiros passos da consolidação é pequeno e ficará sobrecarregado. Tem-se que investir pesado no

treinamento de um grupo voluntário. Com um número maior de pessoas qualificadas trabalhar-se-á em turnos,

de modo a não ficar pesado para um só grupo. Cedo se descobrirá a necessidade de alguém de tempo

integral trabalhando nessa área, além de pessoal de secretaria.

  • 4. Treinamento da Equipe

    • a. Recrutando - Convoque os líderes de célula para um treinamento intensivo de Consolidação, mostrando-lhes o privilégio de serem de fato os “parteiros” para os que estão nascendo no Reino de Deus.

    • b. Treinando - Faça um seminário usando o livro Consolidação, Um Processo Eficaz para Formar Discípulos, da Pra. Claudia Fajardo; estas notas e Construindo Novos Relacionamentos (Manaual do Consolidador). Pode ser numa Sexta-feira à noite e no sábado.

    • c. Formando Turnos - De acordo com o número, divida-os em turnos. Sonhe chegar a ter doze turnos de consolidadores, um para cada mês do ano, como ocorria com os turnos de sacerdotes no templo ou os intendentes de Salomão.

    • d. Delegando Responsabilidades - Informe-lhes que serão responsáveis por consolidar (primeiros passos) todos os decididos de todos os cultos realizados na igreja, até entregá-los aos “pais espirituais” que darão continuidade ao discipulado. Até lá compete-lhes usar quatro ferramentas de

consolidação:

Atendimento na hora e após o apelo

Fonovisita

Visita

Acomodação na célula

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5.

Papel da Equipe

Como já vimos, o trabalho da equipe de Consolidação vai desde o momento do apelo até à acomodação numa

célula. Para tanto deve-se:

  • a. Definição – Alistar os integrantes do turno responsável por aquele mês

  • b. Reciclagem – Reciclar com o grupo os princípios da Consolidação

  • c. Oração - Estabelecer um tempo semanal de oração, de no mínimo duas horas, quando o grupo reunido batalhará, jejuará e orará por conversões em cada culto e a consolidação nos novos.

  • d. Definição de tarefas

Sob a coordenação do líder, as fichas de decididos serão distribuídas entre os integrantes;

Cada um assume a responsabilidade de:

  • - Estar a postos nos momentos dos apelos, indo à frente para assistir ao decidido;

  • - Acompanhar o decidido na Sala de Consolidação, de acordo com as normas;

  • - Telefonar para cada um dos que lhe foram confiados dentro das próximas 48 horas;

  • - Fazer uma visita aos novos, em sua casa, durante aquela semana, não importa onde morem;

  • - Assegurar-se de que o decidido foi acomodado em uma das células e está sob o cuidado de um líder;

  • - Os decididos poderão ser absorvidos pelas células dos próprios consolidadores do turno, caso seja conveniente, considerando-se a questão de distância.

  • B. Tarefas dos Turnos de Consolidação

    • 1. Fonovisita (Consolidação, pg. 27 e 28)

    • 2. Visita (Consolidação, pr. 30 – 34)

    • 3. Colocação na Célula (Consolidação – Pg. 26)

Uma vez preenchidas as fichas de decisão, quando do atendimento aos decididos na sala de

Consolidação, elas serão distribuídas pelas equipes designadas para fazer o trabalho.

Os decididos serão distribuídos entre as células perto de sua casa. Um consolidador da própria célula

deverá se encarregar de cuidar dele pelas próximas oito a dez semanas. Caso não exista uma célula

perto do decidido, aproveitar a oportunidade para começar uma em sua casa.

O Consolidador. A esta altura o Consolidador assume a liderança do diálogo e oferece-lhe o livrinho

Construindo Novos Relacionamentos, da autoria da Pra. Valnice e informa:

Que as mensagens ali escritas são baseadas na Primeira Carta de João que ele está lendo;

Que como o Cristianismo não é uma mera religião, mas relacionamento, ele será introduzido nos

diversos níveis de relacionamento projetados por Deus para ele.

Que gostaria de ter um novo encontro com ele para, juntos, planejarem um programa de estudo baseado

no material ora entregue. Posto isto, combinam o dia e a hora.

  • C. Consolidação Através do Consolidador

Construindo Novos Relacionamentos

Não se pode enfatizar demais a importância de um irmão mais velho acompanhando o novo crente. Por mais que

se fale sobre o assunto, é pouco. Deus nos fez seres gregários, comunitários. Sentimo-nos bem onde nossos

amigos se encontram. Quando uma pessoa recebe a Cristo, entra num mundo totalmente novo; é como se tivesse

ido para o estrangeiro; tudo é diferente: costumes, linguagem, valores!!!

...

Quando ela abraça a fé em Cristo e volta

para seus velhos amigos, sua família, seu ambiente de trabalho, cedo começam os “choques culturais”. Ele é uma

nova criatura e passa a recusar-se a participar do que antes participava. Sua mudança é vista como ameaça e um

silenciosa condenação dos parentes e amigos que reagem, tentando dissuadi-lo do novo caminho. É aí que ele

pode sentir-se só, pressionado, e desistir. Precisa, portanto, de sentir-se amado, aceito, compreendido, acolhido,

cuidado por alguém em quem ele possa confiar e encontrar apoio a fim de se firmar na vida cristã.

O papel do consolidador não é de mestre, nem de líder, mas de amigo. Falamos sobre isso no Manual do

Consolidador. Neste roteiro destacamos apenas algumas coisas:

O Consolidador designado ao novo discípulo acompanha o líder de célula ou encarregado da primeira

visita. Na ocasião é-lhe apresentado como tal. Será o primeiro contato provável.

Naquela ocasião já o presenteia com o livrinho Construindo Novos Relacionamentos, e marca a próxima

visita.

Passa a encontrar-se com ele uma vez por semana, de oito a dez semanas, para juntos verem o material,

de acordo com a orientação do Construindo Novos Relacionamentos (Manual do Consolidador), cujo

conteúdo é:

Unidade 1 – A Importância dos Relacionamentos

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Unidade 2 – Relacionamento com Deus Pelo Arrependimento

Unidade 3 – Relacionamento com Deus Pela Confissão

Unidade 4 – Relacionamento com Deus como Filho

Unidade 5 – Relacionamento com Deus pela Comunhão

Unidade 6 – Relacionamento com Deus pela Oração

Unidade 7 – Relacionamento com a Família de Deus

Nota: Esta parte do Consolidador pessoal, usando Construindo Novos Relacionamentos e seu

respectivo Manual, faz parte de uma experiência nossa na INSEJEC-MCI. Tudo mais, tanto em termos

de estrutura quanto material, procede da Missão Carismática Internacional.

Pré

Pré -- Encontro

Encontro

O novo discípulo é encaminhado à classe do Pré Encontro, onde será preparado para o Encontro de três dias.

Nenhuma pessoa que deixou de passar por esta fase pode participar do Encontro.

Lugar: No templo ou na célula

Professor: Um Pastor, líder de doze ou o líder da célula. Pessoalmente prefiro que seja um pastor, pois assim o

novo crente estará sendo exposto a diferentes níveis de ministração: o irmão mais velho, seu amigo consolidador;

o líder de célula, que o apascenta; um pastor com a autoridade e unção que o lugar lhe confere, tendo assim um

contato mais íntimo, no início da carreira cristã, com um oficial da igreja.

Duração: Uma hora por semana, por quatro semanas, ou duas horas em duas semanas ou ainda um intensivão,

dependendo da pessoa. Em se tratando de alguém que acaba de se decidir, é importante seguir o limite de tempo

a fim de permitir-se o processo de crescimento de um modo natural.

Uma vez que o novo crente está sendo consolidado por alguém, dispondo de material escrito e um

acompanhamento de tal material, ele já está sendo preparado para o Encontro. Mas participar de uma classe com

outros, com alguém mais experimentado no ensino, é de imenso valor.

Objetivo: Levar o novo crente a passar por alguns elementos básicos da vida cristã com vistas à certeza da sua

salvação, os benefícios da Cruz e o poder libertador de Deus, preparando-o, assim, para o que irá ocorrer no

encontro de três dias. Seguem algumas sugestões de palestras. Há muitas formas de se apresentar as mesmas

verdades.

1 a . Palestra – A SALVAÇÃO

Há várias maneiras de apresentar-se o Plano de Salvação. Quando ilustradas, a compreensão se torna mais fácil.

(1)

As Quatro Leis Espirituais da Cruzada Estudantil e Profissional para Cristo são excelente. Têm a

vantagem de estarem escritas e o novo crente facilmente pode lê-las para outra pessoa.

(2)

A Ponte da Eternidade de Waylon B. Moore, em seu excelente livro Integração Segundo o Novo

Testamento, publicado pela JUERP. A vantagem é que pode ser usada em qualquer lugar com uma

caneta e um pedaço de papel, numa apresentação em forma de diálogo, destacando passo a passo,

através do diagrama, o plano de salvação, deixando alguns versículos básicos com o novo crente.

(3)

O diagrama de João 3:16, conforme apresentado por Ralph Neighbour Jr., em seu livro Tocando

Corações, publicado pelo Ministério Igreja em Células. A vantagem é que usa um só versículo e parte

do Éden, destacando aspectos muito importantes como o que é de fato o pecado e o coração da

decisão por Cristo. Já usei largamente os dois métodos anteriores. A Ponte da Eternidade foi o que

mais usei em África, especialmente para ministrar aos analfabetos ou pessoas de pouca cultura. Hoje

tenho usado mais João 3:16, por enfatizar uma apresentação relacional.

(4)

Um outro método é usar simplesmente tópicos ou perguntas seguidos da resposta bíblica. O

importante é ter um método e treinar toda a igreja nele. Apresentamos no capítulo de Palestras

exemplo dos três últimos, uma vez que as Quatro Leis Espirituais já estão escritas.

Na sala de consolidação, ou no contato pessoal, este diagrama já deverá ter sido apresentado, mas agora

cabe ao responsável pelo Pré-Encontro apresentá-lo de modo mais detalhado. Tudo deve ser feito no sentido

de assegurar-se que o novo crente entende as exigências do discipulado e faz uma decisão bastante

consciente de seguir a Jesus. Fazer de cada decidido um discípulo é o objetivo, em tudo quanto se faz.

Nunca perder de vista nas ministrações, que ser um discípulo de Cristo é ser Sua reprodução. “Até que

Cristo seja formado em vós” (G. 4:19).

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Objetivo: Levar o decidido a ter um entendimento claro do plano de salvação e fazer uma escolha consciente

de Cristo. Jamais podemos confundir decisão com conversão. Nossa luta em jejum, oração, guerra espiritual

e ministração da palavra é no sentido de que cada um de fato nasça de novo, prove a regeneração. O motivo

porque muitos na igreja nunca crescem é que nunca nasceram de novo. No momento de uma decisão, é

difícil saber-se de fato a pessoa passou pela experiência do novo nascimento. O levantar da mão pode indicar

interesse, mas só o fruto do arrependimento demonstra conversão.

  • Memorização – João 3:16

2 a . Palestra – NOVO NASCIMENTO

Objetivo: Levar o novo crente a entender, provar e certificar-se da experiência do novo nascimento. Com esta

lição esperamos dar-lhe elementos para a certeza da salvação.

Apresentar, em síntese, o Plano de Redenção, revelado desde o Éden, culminando com o novo nascimento.

Lembrar-se de que o decidido já tem um material básico no livrinho Bem-vindo à Família de Deus, e a esta altura

já estará com um consolidador, acompanhando-o através de Construindo Novos Relacionamentos.

Mostrar como Deus criou todas as coisas pela união do Seu Espírito e de Sua Palavra. Para que ele entenda bem

o novo nascimento, devem ser introduzidos alguns conceitos básicos como:

Da união entre o Espírito de Deus e a Palavra de Deus, vida é gerada.

Cada semente produz de acordo com sua espécie.

A semente de Adão é corrompida e Deus promete Sua semente que, esmagará a cabeça da serpente.

Jesus é a semente de Deus esmaga a cabeça da serpente.

A Semente é a Palavra. A Palavra é uma Pessoa. A Pessoa é Jesus.

Jesus entra no planeta terra pela porta legal, o nascimento físico, como filho do homem, para que eu possa

entrar no Reino de Deus pela porta, o nascimento espiritual, como filho de Deus.

Da união entre o Espírito e a Palavra, dentro do meu coração, a vida de Deus é gerada e nasço como filho de

Deus.

Porque cada semente produz de acordo com sua espécie, se nasci da semente de Deus devo ser a imagem do

Seu Filho (Rm. 8:29).

  • Memorização – 2 Coríntios 5:17

    • 3 a . Palestra - OS BENEFÍCIOS DA CRUZ - A grande troca

Objetivo: Dar ao decidido uma compreensão de princípios legais envolvidos na obra vicária (substituta) de Cristo,

com o fim de que ele, em fé, se aproprie das bênçãos dessa troca. O que Jesus levou na cruz não tem mais

direito legal sobre minha vida. Devo rejeitá-lo.

Jesus não apenas morreu em nosso lugar, mas ressuscitou e está vivo.

Venceu a morte. De fato várias

coisas aconteceram quando Ele tomou o nosso lugar. Foi uma troca desigual, que demonstra o grande amor de

Deus para conosco.

Falar da grande troca do Calvário. Cristo se torna o que eu sou para me dar o que é Seu. Enfatizar que tudo

quanto Jesus se fez na terra e sofreu naquela cruz, era assumindo meu lugar a fim de me libertar do pecado e

suas conseqüências. Entre outras coisas,

Faz-se Filho do Homem para que eu seja feito filho de Deus (Jo. 1:12).

Faz-se pecado, para que eu seja feito justiça de Deus (2 Co. 5:21).

Faz-se maldição, para que eu desfrute Sua bênção (G. 3:13).

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Faz-se doença, para que eu seja sarado (Is. 53:4,5).

Faz-se pobreza, para suprir minhas necessidades (2 Co. 8:9).

Morre minha morte, para que eu viva sua vida (Gl. 2:20; 1 Jo. 5:11-13).

Faz-se derrota na cruz. A cruz era lugar de derrotados, para que eu seja vitorioso (Rm 8:37).

Habita em minha casa, um corpo humano vivendo na terra, provando de todas as minhas limitações, para que

eu more em um corpo glorioso, vivendo em Seu lar, o céu, provando de Suas ilimitações.

Ele entrou na Terra pelo nascimento físico, para que entremos no Reino de Deus pelo nascimento espiritual;

Ele veio morar em nossa casa, a Terra, para que possamos morar em Sua casa, o Céu;

Ele revestiu-se de um homem, para que sejamos revestidos do Espírito de Deus.

  • Memorização – Efésios 1:3

    • 4 a . Palestra - PRINCÍPIOS DE LIBERTAÇÃO

Objetivo: Dar os elementos básicos para a libertação das ataduras, preparando o novo crente para a experiência

do encontro.

Preparar o novo crente para entrar num processo de libertação das ataduras e maldições que existem em sua vida.

No Encontro ele será ministrado nessa área.

Falar de libertar mediante o pagamento de um preço.

Nada é automático. Quando Deus entregou a terra de Canaã aos filhos de Israel disse: “Eis que tenho posto esta

terra diante de vós; entrai e possuí a terra que o Senhor prometeu com juramento dar a vossos pais, Abraão,

Isaque, e Jacó, a eles e à sua descendência depois deles” (Dt. 1:8). A terra era deles por herança, mas tê-la-iam

que possuir. A terra era sua por direito, mas teriam que expulsar a presença inimiga. Daí a tremenda importância

da libertação no início da vida cristã. Quem nasce de novo é o espírito. Mas os átrios precisam ser libertos da

presença de forças malignas ali instaladas por causa das alianças com as trevas. Todo o reino do espírito obedece

a um princípio de legalidade. Portanto é importante ensinar o novo crente a lançar mão dos direitos de aliança em

Cristo para se libertar das cadeias.

  • Memorização – João 8:31,32

INTRODUÇÃO: A obra de Cristo ao vir ao mundo, morrer, ser sepultado e ressurgir, foi um alto preço para que

todo aquele que nEle crê experimente uma profunda libertação dos poderes demoníacos e sua influência. Ele veio

“Proclamar libertação aos cativos e pôr em liberdade os algemados” (Is. 61:1).

DEFINIÇÃO: Romper com a escravidão, quebrar toda maldição, soltar. Espiritualmente podemos falar de libertar

mediante o pagamento de um preço.

A Condição do Pecador

O homem separou-se de Deus e praticou o mal. Isso o levou a sofrer as conseqüências de toda sorte de maldição,

todo tipo de fortaleza e atadura. Lembramos que Satanás só constrói fortalezas onde encontrou direito legal pela

rebelião contra Deus. Por causa disso o homem torna-se escravo:

  • 1. Do pecado, com todas as suas conseqüências, sendo a primeira dela uma natureza corrompida e a separação de Deus - “Replicou-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que todo aquele que comete pecado é ESCRAVO DO PECADO”(João 8:34). “Não sabeis que daquele a quem vos apresentais como servos para lhe obedecer, sois servos desse mesmo a quem obedeceis, seja do pecado para a morte, ou da obediência para a justiça (RM 6:16).

  • 2. Do Mundo, com todos os seus enganos e valores destruidores, que deixam um terrível vazio na alma. - Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não vem do Pai, mas sim do mundo. Ora, o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre (1JO 2:16,17).

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3.

Dos prazeres da Carne, com toda a sua devassidão, que não apenas corrompem a mente, mas minam

a saúde, provocando todo tipo de enfermidade e encurtando a vida. - E os que são de Cristo Jesus

crucificaram a carne com as SUAS PAIXÕES e concupiscências” (Gálatas 5:24). “Ora, as obras da carne

são manifestas, as quais são: a prostituição, a impureza, a lascívia, a idolatria, a feitiçaria, as inimizades,

as contendas, os ciúmes, as iras, as facções, as dissensões, os partidos, as invejas, as bebedices, as

orgias, e coisas semelhantes a estas, contra as quais vos previno, como já antes vos preveni, que os que

tais coisas praticam não herdarão o reino de Deus” (Gl. 5:19-21).

  • 4. Do Diabo, com todas as ataduras. A Bíblia declara: “Nisto são manifestos os filhos de Deus, e os FILHOS DO DIABO: quem não pratica a justiça não é de Deus

...

(1 João 3:10) – “Vós tendes por pai o

Diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai; ele é homicida desde o princípio, e nunca se firmou na

verdade, porque nele não há verdade; quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio; porque é

mentiroso, e pai da mentira” -(João 8:44)

Essas ataduras, maldições, fortalezas ou prisões, afetam todas as esferas da vida humana.

Geram verdadeiras amarras:

  • a. No espírito - cega a pessoa, conservando-a em trevas. Isso faz com ela se entregue aos pecados da idolatria e à prática de toda sorte de feitiçaria. Pensa que está servindo a Deus e não entende que O está desagradando, porque “o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, o qual é a imagem de Deus” (2Co. 4:4).

  • b. Na alma - com toda espécie de sentimento ruim como rejeição, amargura, ferida, ódio, tristeza, depressão e opressão. Como está escrito: “E assim como eles rejeitaram o conhecimento de Deus, Deus, por sua vez, os entregou a um sentimento depravado, para fazerem coisas que não convêm; estando cheios de toda a injustiça, malícia, cobiça, maldade; cheios de inveja, homicídio, contenda, dolo, malignidade; sendo murmuradores, detratores, aborrecedores de Deus, injuriadores, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes ao pais; néscios, infiéis nos contratos, sem afeição natural, sem misericórdia; os quais, conhecendo bem o decreto de Deus, que declara dignos de morte os que tais coisas praticam, não somente as fazem, mas também aprovam os que as praticam” (Rm. 1:28-32).

  • c. No corpo - com todo tipo de enfermidade e deformidade – Deuteronômio 28 dá uma lista enorme de doenças. Quem rejeita a Deus abraça os males conseqüentes do pecado. “O Senhor fará pegar em ti a peste

..

(v.

21), o Senhor te ferirá com a tísica e com a febre, com a inflamação, com o calor forte, com

a seca, com crestamento e com ferrugem

...

(v. 22) as úlceras do Egito, com tumores, com sarna e com

coceira, de que não possas curar-te (v. 27); com loucura, com cegueira, e com pasmo de coração (v.

28); com úlceras malignas, de que não possas sarar, o Senhor te ferirá nos joelhos e nas pernas, sim,

desde a planta do pé até o alto da cabeça (v. 35). Também o Senhor fará vir a ti toda enfermidade, e

toda praga que não está escrita no livro desta lei, até que sejas destruído (v. 61).

  • d. Nas finanças, com toda pobreza e ruína. Moisés continua a advertir em nome do Senhor: ...não prosperarás nos teus caminhos; serás oprimido e roubado todos os dias

...

(v.

29);o teu boi será morto

na tua presença, porém dele não comerás; o teu jumento será roubado diante de ti, e não te será

restituído a ti; as tuas ovelhas serão dadas aos teus inimigos, e não haverá quem te salve (v. 31);

levarás muita semente para o teu campo, porem colherás pouco; porque o gafanhoto a consumirá

(38); o estrangeiro que está no meio de ti se elevará cada vez mais sobre ti, e tu cada vez mais

descerás (v. 43); ele emprestará a ti, porém tu não emprestarás a ele; ele será a cabeça, e tu serás a

cauda (v. 44).

A Provisão de Deus Para Nossa Libertação:

Somos livres mediante o poder que existe na cruz. Nela Jesus levou todas as nossas maldições, conforme

está escrito em Gálatas 3:13 “Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós; porque

está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro.” Naquela cruz Ele conquistou o direito de nos

libertar. Não falamos da cruz em si, mas do que a obra do Calvário representa.

“Porque a palavra da cruz é deveras loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o

poder de Deus. Visto como na sabedoria de Deus o mundo pela sua sabedoria não conheceu a Deus, aprouve a

Deus salvar pela loucura da pregação os que

crêem.

...

Nós

pregamos a Cristo crucificado, que é escândalo para

10

os judeus, e loucura para os gregos, ...

mas

para os que são chamados, tanto judeus como gregos, Cristo, poder

de Deus, e sabedoria de Deus(1CO 1:18,21,23,24).

A palavra da cruz, portanto, nos liberta:

  • a. Do pecado “Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus nosso Senhor” (Rm. 6:23). “Visto como na sabedoria de Deus o mundo pela sua sabedoria não conheceu a Deus, aprouve a Deus salvar pela loucura da pregação os que crêem” (1 Co 1:21).

  • b. Das ataduras demoníacas – Lucas declara que “Deus o ungiu a Jesus de Nazaré, com o Espírito Santo e com poder; o qual andou por toda parte, fazendo o bem e curando a todos os oprimidos do Diabo, porque Deus era com Ele” (At 2:38). Caída a tarde, trouxeram-lhe muitos endemoninhados; e Ele com a sua palavra expulsou os espíritos, e curou todos os enfermos (Mt 8:16).

  • c. Da ruína – O Salmista atesta que Deus “enviou a sua palavra, e os sarou, e os livrou da destruição(Sl. 107:20). “Pois conheceis a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, por amor de vós se fez pobre, para que pela sua pobreza fôsseis enriquecidos. (2Co. 8:9)

  • d. Da aflição - “Em toda a angústia deles foi ele angustiado, e o anjo da sua presença os salvou; no seu amor, e na sua compaixão ele os remiu; e os tomou, e os carregou todos os dias da antigüidade” (Is 63:9). “Então clamaram ao Senhor na sua tribulação, e Ele os livrou das suas angústias” (Sl. 107:19).

Preparação Para Libertação

  • a. Desejo de viver em liberdade. Deus está disposto a libertar. Proveu os meios de libertação em Cristo. Mas a vontade do homem é livre e ele tem que querer. “Vinde a mim, todos os que estai cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve (Mt 11:28).

  • b. Identificar as causas das ataduras “Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração; prova-me, e conhece os meus pensamentos; vê se há em mim algum caminho perverso, e guia-me pelo caminho eterno (SL 139:23,24).

  • c. Arrependimento e Confissão de Pecados. A libertação não é substituto do arrependimento. Pelo pecado Satanás conquistou direito legal. Esse direito só será quebrado pelo arrependimento e renúncia ao pecado. - Não, eu vos digo; antes, SE NÃO VOS ARREPENDERDES, todos de igual modo perecereis (Lucas 13:3).

  • d. Fé - Ora, sem fé é impossível agradar a Deus; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam. (HB 11:6)

  • e. Apropriar-se da verdade “Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente SEREIS LIVRES” (João 8:36).

“Dizia, pois, Jesus aos judeus que nele creram: Se vós permanecerdes na minha palavra, verdadeiramente

sois meus discípulos; e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (Jo. 8:31,32).

  • f. Oração e jejum “Mas esta casta de demônios não se expulsa senão à (Mateus 17:21)

força de oração e de JEJUM”

APLICAÇÃO: Levar o novo crente em oração através dos passos acima citados.

NOTA: Esta é a última ministração do Pré-Encontro. Estimule, portanto, a que todos façam tudo para não

perderem o Encontro. Mostres-lhe a importância do mesmo para experimentarem uma completa libertação.

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SUGESTÕES DE OUTROS TEMAS

A SALVAÇÃO DO DISCÍPULO

Objetivo: Responder as principais perguntas sobre a salvação.

Texto Chave: Atos 4:12

JESUS - “E em nenhum outro há salvação; porque debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os

homens, pelo qual importa que sejamos salvos”

Introdução

Existem três verdades importantes que todo discípulo deve saber, sem qualquer sombra de dúvida, se quiser ter

uma vida cristã feliz e vitoriosa. Deve saber a condição, a experiência e a duração da salvação de Deus. Deve

estar plenamente convencido, por meio da fé no Salvador crucificado e ressurreto, de que possui a salvação, e que

esta é eterna quanto à duração. Deve haver uma completa dependência da Palavra de Deus.

Por que preciso ser salvo?

  • 1. Você é pecador.

“Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus(Romanos 3:23).

  • 2. Você é um pecador condenado.

“Portanto, assim como por uma só ofensa veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim

também por um só ato de justiça veio a graça sobre todos os homens para justificação e vida” (Romanos

5:18).

  • 3. Você é um pecador impotente.

“Pois quando ainda éramos fracos, Cristo morreu a seu tempo pelos ímpios” (Romanos 5:6).

Posso ser salvo vivendo o melhor que sei?

  • 1. A salvação não vem pelas obras.

...

porém

ao que não trabalha, mas crê naquele que justifica o ímpio, a sua fé lhe é contada como justiça”

(Romanos 4:5).

  • 2. Não vem por obras de justiça.

não em virtude de obras de justiça que nós houvéssemos feito, mas segundo a sua misericórdia, nos

...

salvou mediante o lavar da regeneração e renovação pelo Espírito Santo” (Tito 3:5).

  • 3. Não vem pelas obras da lei.

 

contudo, que o homem não é justificado por obras da lei, mas sim, pela fé em Cristo Jesus

para sermos justificados pela fé em Cristo, e não por obras da lei; pois por obras da lei nenhuma carne será

justificada” (Gálatas 2:16).

Ser batizado ou ser membro de Igreja pode salvar-me?

  • 1. A salvação não está na Igreja.

“Pois em nenhum outro há salvação, porque abaixo do céu, nenhum outro nome há dado entre os homens pelo

qual importa que sejamos salvos” (Atos 4:12).

  • 2. A salvação não vem pelo batismo.

“...que

também agora, por uma verdadeira figura - o batismo, vos salva, o que não é o despojamento da imundícia

da carne, mas a indagação de uma boa consciência para com Deus, pela ressurreição de Jesus Cristo” (1

Pedro 3:21).

  • 3. A salvação não vem pelas ordenanças.

“...isto

é, a lei dos mandamentos contidos em ordenanças, para criar, em si mesmo, dos dois um novo

homem, assim fazendo a paz” (Efésios 2:15).

Que preciso fazer para ser salvo?

  • 1. Deve arrepender-se.

“Não, eu vos digo; antes, se não vos arrependerdes, todos de igual modo perecereis” (Lucas 13:3).

  • 2. Deve crer no Evangelho.

“Porque não me envergonho do evangelho, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê;

primeiro do judeu, e também do grego” (Romanos 1:16).

  • 3. Deve receber a Cristo.

“Mas, a todos quantos o receberam, aos que crêem no seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos

de Deus” (João 1:12).

Que acontecerá quando eu for salvo?

  • 1. Tornar-se-á filho de Deus.

“Pois todos sois filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus” (Gálatas 3:26).

  • 2. Será perdoado e justificado.

12

“Seja-vos pois notório, varões irmãos, que por este se vos anuncia a remissão dos pecados” (Atos 13:38).

  • 3. Começará a ter uma nova vida.

“Pelo que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez

novo” (2 Coríntios 5:17).

Como posso saber que a salvação permanecerá?

  • 1. Cristo prometeu a vida eterna.

“...eu

lhes dou a vida eterna, e jamais perecerão; e ninguém as arrebatará da minha mão” (João 10:28).

  • 2. Cristo nunca o abandonará.

“Seja a vossa vida isenta de ganância, contentando-vos com o que tendes; porque ele mesmo disse: Não te

deixarei, nem te desampararei” (Hebreus 13:5).

  • 3. Cristo nunca falha.

“...tendo

por certo isto mesmo, que aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até o dia de

Cristo Jesus” (Filipenses 1:6).

Quando é a melhor ocasião de ser salvo?

  • 1. Deus ordena que todos se arrependam agora.

“Mas Deus não levando em conta os tempos da ignorância, manda agora que todos os homens em todo

lugar se arrependam” (Atos 17:30).

  • 2. Agora é o tempo de ser salvo.

...

porque

diz: No tempo aceitável te escutei

e

no

dia

aceitável, eis aqui agora o dia da salvação” (2 Coríntios 6:2)

  • 3. O amanhã talvez nunca chegue para você.

da salvação te socorri; eis aqui agora o tempo

“Não te glories do dia de amanhã, porque não sabes o que produzirá o dia” (Provérbios 27:1).

OBRIGAÇÕES DO DISCÍPULO

Objetivo: Ressaltar alguns dos deveres básicos da vida cristã, como: confissão de Cristo, Batismo, Igreja, Ceia e

fidelidade.

Texto-Chave: Efésios 2:10

“Pois somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para boas obras”.

Cristo nos salva, não por causa de nosso serviço, mas para que Lhe prestemos serviço aceitável. Efésios 2:10 diz:

”Pois somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para boas obras”. A oração constante de cada discípulo deve

ser: “Senhor, que queres que eu faça?” A Bíblia revela claramente que todos os discípulos têm certas obrigações

ou deveres a cumprir.

O discípulo deve confessar a Cristo

  • 1. Deve confessá-Lo publicamente.

“Portanto, todo aquele que me confessar diante dos homens, também eu o confessarei diante de meu Pai,

que está nos céus” (Mateus 10:32).

  • 2. Você é a luz do mundo (refletida).

“Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade situada sobre um monte;” (Mateus 5:14)

  • 3. Você é testemunha de Cristo.

“Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e ser-me-eis testemunhas, tanto em

Jerusalém, como em toda a Judéia e Samária, e até os confins da terra” (Atos 1:8).

O discípulo deve ser batizado

  • 1. A fé deve preceder o batismo.

“É disse Felipe: É lícito, se crês de todo o coração. E, respondendo ele, disse: Creio que Jesus Cristo é o

Filho de Deus” (Atos 8:37).

  • 2. O batismo é um ato de obediência.

“Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito

Santo” (Mateus 28:19).

  • 3. O batismo é um ato de identificação.

“Porque todos quantos fostes batizados em Cristo vos revestistes de Cristo” (Gálatas 3:27).

  • 4. O batismo é um ato simbólico.

“Fomos, pois, sepultados com ele pelo batismo na morte, para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os

mortos pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida” (Romanos 6:4

O discípulo deve unir-se a uma Igreja evangélica

  • 1. A Igreja é o corpo de Cristo.

13

 

também

ele é a cabeça do corpo, da Igreja; é o princípio, o primogênito dentre os mortos, para que em

tudo tenha a preeminência,” (Colossenses 1:18).

2.

A Igreja se compõe de pessoas salvas.

assim

nós, embora muitos, somos um só corpo em Cristo, e individualmente membros uns dos outros

(Romanos 12:5).

 

3.

A Igreja local precisa de todos os seus membros.

 

“Antes, os membros do corpo que parecem ser mais fracos são necessários.” (1 Coríntios 12:22).

4.

 

O discípulo deve participar da Ceia do Senhor

1.

Foi instituída por Cristo.

 
 

“Porque eu recebi do Senhor o que também vos entreguei; que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído,

tomou o pão” (1 Coríntios 11:23).

 

2.

É simbólica e representativa.

 

“E tomando pão, e havendo dado graças, partiu-o e deu-lho, dizendo: Isto é o meu corpo, que é dado por

vós; fazei isto em memória de mim” (Lucas 22:19-20).

3.

Será observada até a volta do Senhor.

 

“Porque todas as vezes que comerdes deste pão e beberdes do cálice estareis anunciando a morte do

Senhor, até que ele venha” (1 Coríntios 11:26).

4.

Deve ser observada com toda a seriedade.

 

“De modo que qualquer que comer do pão, ou beber do cálice do Senhor indignamente, será culpado do

corpo e do sangue do Senhor” (1 Coríntios 11:27).

5.

Deve ser precedida por auto-exame.

 

“Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim coma do pão e beba do cálice” (1 Coríntios 11:28).

 

O discípulo deve ser fiel

 

1.

Na freqüência à Igreja.

não

abandonando a nossa congregação, como é costume da alguns, antes admoestando-nos uns aos

outros; e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia” (Hebreus 10:25).

2.

Na entrega dos dízimos.

 
 

“No primeiro dia da semana cada um de vós ponha de parte o que puder, conforme tiver prosperado,

guardando-o, para que se não façam coletas quando eu chegar” (1 Coríntios 16:2).

3.

No serviço de Cristo.

 

“Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o

 

vosso trabalho não é vão no Senhor” (1 Coríntios 15:58).

4.

Na corrida da carreira cristã.

 
 

“Portanto, nós também, pois que estamos rodeados de tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo

embaraço, e o pecado que tão de perto nos rodeia, e corramos com perseverança a carreira que nos está

proposta, fitando os olhos em Jesus, autor e consumador da nossa fé, o qual, pelo gozo que lhe estava proposto,

suportou a cruz, desprezando a ingnomínia, e está assentado à direita do trono de Deus” (Hebreus 12:1-2).

5.

Na perseverança por toda a vida.

 

“Não temas o que hás de padecer. Eis que o Diabo está para lançar alguns de vós na prisão, para que

sejais provados; e tereis uma tribulação de dez dias. Sê fiel até a morte, e dar-te-ei a coroa da vida” (Apocalipse

2:10).

 
 

O discípulo deve viver em justiça e retidão

1.

Esse é o propósito de Deus para o discípulo.

levando

ele mesmo os nosso pecados em seu corpo sobre o madeiro, para que, mortos para os

pecados, pudéssemos viver para a justiça; e pelas suas feridas fostes sarados” (1 Pedro 2:24).

2.

O discípulo deve crescer na graça.

 

“E por isso mesmo vós, empregando toda a diligência, acrescentai à vossa fé a virtude, e à virtude a

ciência, e à ciência o domínio próprio, e ao domínio próprio a perseverança, e à perseverança a piedade, e à

piedade a fraternidade, e à fraternidade o amor. Porque, se em vós houver e abundarem estas coisas, elas não

vos deixarão ociosos nem infrutíferos no pleno conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo” (2 Pedro 1:5-8).

3.

O discípulo não deve ficar preso ao pecado.

“Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, para obedecerdes às suas concupiscências; nem

tampouco apresenteis os vossos membros ao pecado como instrumentos de iniquidade; mas apresentai-vos a

Deus, como redivivos dentre os mortos, e os vossos membros a Deus, como instrumentos de justiça. Pois o

pecado não terá domínio sobre vós, porquanto não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça” (Romanos

6:12-14).

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Nota: Não trabalhei ainda, de forma escrita, o segundo tema, conforme nosso seminário O Plano de

Redenção. Estou pouco a pouco disponibilizando o que usamos em nossos seminários, quando não temos algo

de Bogotá. O tema de Libertação foi trabalhado a partir de um pequeno esboço de Bogotá. São idéias a partir das

quais cada igreja estabelecerá seu currículo.

Encontro

Encontro

LEITURA: Liderança de Sucesso Através dos Doze, páginas 384-391.

A exemplo do Apóstolo Paulo que, depois do encontro com Cristo, a caminho de Damasco, separou-se por

três dias a fim de buscar a Deus, numa experiência transformadora, o novo discípulo deverá ser retirado dos seus

afazeres e do seu ambiente para um encontro com Deus.

Derivado à grande polêmica que o Encontro suscitou no Brasil, por razões que não vem ao caso abordar,

gostaria de inserir aqui parte do que escrevi como resposta às críticas pelos jornais e Internet, ampliando

conceitos:

O que é o Encontro? Transcrevo o que diz Pr. César Castellanos em seu último livro, Liderança de Sucesso

Através dos Doze, página 386, publicado por Palavra da Fé Produções.

.

“É a primeira experiência de confrontação cara a cara com Deus, consigo mesmo e com as demais pessoas, que o

motivará a refletir no seu viver diário e a projetar-se com paz e segurança em Jesus Cristo para o futuro.

O encontro é uma experiência genuína com Jesus Cristo, com a Pessoa do Espírito Santo e com as Sagradas

Escrituras, no qual, mediante conferências, seminários, vídeos e auto-exame se leva o novo convertido ao

arrependimento, libertação de ataduras e cura interior. O propósito é dar orientação clara, à luz das Sagradas

Escrituras, ao recém convertido, sobre seu passado, presente e futuro com Jesus Cristo, mediante ministrações a

nível pessoal e de grupo

...

Desta maneira, o novo crente é preparado para desenvolver uma relação íntima com o

Senhor, facilitando-lhe o aprendizado da oração, leitura da Palavra e o conhecimento da visão ” ...

Portanto, o Encontro tem uma tríplice faceta:

Primeira, é um encontro com Deus, onde a pessoa descobre sua real situação em relação ao seu Criador;

Segunda, um encontro consigo mesmo, porque depara-se com a realidade da distância entre o plano

original de Deus e sua experiência;

Terceira, um encontro com seus irmãos, pois o homem vai demonstrar o quanto ele tem de Deus, nos

relacionamentos com seus irmãos.

O encontro, portanto, tem um aspecto de comunhão com Deus e com os irmãos. Isso reflete o significado da

própria cruz, que nos leva à Deus e ao próximo. Toda a visão é fundamentada nesses dois pilares de

relacionamento.

Onde se realiza o Encontro? De preferência, fora da cidade, num ambiente onde possam ficar os três dias

juntos, sem interferências. Acampamentos, hotel fazenda ou similares.

O que se espera que aconteça no encontro?

Profundo arrependimento de pecados e conseqüente certeza de salvação;

Entendimento profundo do sacrifício de Cristo na cruz do Calvário e seus benefícios;

Libertação das cadeias;

Perdão a todos;

Cura das feridas emocionais;

Enchimento do Espírito Santo;

Contato com a visão de se transformar em um líder formador de discípulos;

Comunhão com outros membros do Corpo;

Batismo nas águas dos que estejam preparados para tanto.

Participantes: Somente os que passaram pelo Pré Encontro. O grupo também deve ser, tanto quanto possível,

homogêneo: homens, mulheres, casais, moças, rapazes

...

Só as crianças são heterogêneas.

Custo: O correspondente ao que é cobrado pelo local. O discípulo, e não a igreja, deve custear o Encontro. Só se

dá valor ao que nos custa alguma coisa. Mas que ninguém use o encontro para fazer dinheiro.

Duração – Sexta feira à noite, Sábado e Domingo ou o equivalente.

15

Tamanho do Grupo: Entre 50 e 100 pessoas. Como cada pessoa deve ser ministrada, grupos muito grandes

dificultam, a menos que a equipe seja correspondente.

Pessoal – Além da liderança que fará as palestras e ministrações, deverá haver auxiliares treinados para que

todos sejam ministrados individualmente. O ideal é ter um líder para cada dez pessoas.

Que temas bíblicos são abordados para se chegar a esse fim? Depende da faixa etária. O programa básico,

para adultos, sugerido, contém temas extraídos dos livros da Série Tão Firmes Como a Rocha, do Pr. César

Castellanos.

Princípios a lembrar:

O segredo do sucesso de um Encontro é a oração, jejum e guerra espiritual a favor dos novos.

Dois elementos se combinam no Encontro: Palavra e ministração.

O Encontro não deve ser mistificado. Na última visita ao Brasil Pr. Castellanos dizia claramente: “Em Bogotá

não permitimos misticismo no encontro. Não há pactos de silêncio nem proibições de se falar acerca dele.”

Exemplificou depois como a comunhão uns com outros, o que é impossível em silêncio, é parte dele, bem

como o testemunho depois dele.

O Encontro é destinado aos novos alcançados pela igreja local. Não deve receber pessoas de outras igrejas.

Ele é apenas uma fração de todo um processo de discipulado. Só permitimos pastores e líderes que estão

abraçando o modelo.

SEXTA-FEIRA

Aproveitando o fim de semana, o Encontro começa na Sexta-feira à noite, com uma pequena reflexão.

Como as pessoas já chegam normalmente tarde, esta noite é apenas uma preparação. É usado um vídeo, ou uma

pequena dramatização ou uma pequena palestra para mostrar o plano original de Deus para com o homem, a fim

de que o novo crente encare a realidade da distância entre esse plano e sua experiência. Depois dessa

ministração é pedido que ele guarde um tempo de reflexão até à primeira ministração na manhã seguinte.

Propósito: Fazer um balanço de sua vida, preparando-o para as ministrações. É um período de silêncio, embora

curto, porque já vai dormir, de muita importância, para que Deus comece a falar. Continuará essa reflexão na

manhã seguinte, antes da primeira ministração. Depois disso, durante os intervalos, sua comunicação com o

grupo é normal, pois é um tempo também de encontrar-se com outros novos que estão, como ele, chegando à fé.

TEMAS APRESENTADOS PELA M.C.I.

SÁBADO:

  • 1. O Amor Paternal de Deus – Deus é Meu Pai. Visa conduzir a um genuíno arrependimento, conhecendo o amor do Pai. (Baseado na parábola do Filho Pródigo).

  • 2. Graças a Deus Pelo Perdão – Visa confrontar a pessoa com o seu pecado. Suas causas e conseqüências (Baseado no pecado de Davi)

  • 3. Vi a Deus Face a Face (O Peniel) – Quebrantamento e reflexão acerca da vida de cada pessoa diante de Deus (Baseado na experiência de Jacó)

  • 4. Plano Redentor de Deus Para o Arrependido. Jesus é meu amigo - Ter uma visão do cancelamento de todos os pecados na cruz.

  • 5. Vídeo “A cruz” – Sentir uma dor profunda por haver ofendido a Deus.

  • 6. Ministração da Cruz – Confessar os pecados, renunciá-los e romper as maldições.

DOMINGO

  • 1. Fé Para Curar a Alma – Cura para a alma ferida

  • 2. Imerso no Espírito – Que conheçam a pessoa do Espírito Santo.

  • 3. Batismo nas Águas – Levar as pessoas a se batizarem

  • 4. Como Obter Sucesso – Dar a conhecer a visão mediante a Escada do Sucesso (ganhar, consolidar, treinar e enviar).

PALESTRAS

 

OBJETIVO

DURAÇÃO

BIBLIOGRAFIA

SÁBADO

 
  • 1. O Amor Paternal

Conduzir a cada

pessoa

a

um

30 minutos

Tão Firmes como a Rocha

de Deus é meu Pai

genuíno

arrependimento,

Livro 2: Arrependimento

conhecendo o amor do Pai.

 

Capítulo 4 pág. 73-77

  • 2. Graças

a

Deus

Confrontar

a

pessoa

com

seu

Tão Firmes como a Rocha

16

pelo perdão

 

pecado,

suas

causas

e

30

minutos

Livro 2: Arrependimento

 

conseqüências.

Fazer

lista

de

 

Capítulo 5 pág. 95-108

pecados.

3.

Vi a Deus face a

Quebrantamento e reflexão acerca

Palestras: 30 min.

Tão Firmes como a Rocha

face

da vida de cada pessoa diante de

Reflexão: 15 min.

 

Livro 2: Arrependimento

(O Peniel)

 

Deus. (passar o filme de sua vida e

 

Capítulo 6 pág. 111-121

 

elaborar uma carta a Jesus dizendo

que quer mudar)

 

4.

Plano Redentor

Visualizar que

na

cruz

foram

30

minutos

Tão Firmes como a Rocha

de

Deus

para

o

cancelados todos pecados

   

Livro 2: Arrependimento

arrependimento.

 

Capítulo 7 pág. 123-132

Jesus é meu amigo

5.

Vídeo "A Cruz"

 

20 minutos

 

6.

Ministração

da

Sentir uma dor profunda por haver

Palestra:

30

Tão Firmes como a Rocha

Cruz

 

ofendido a Deus. Confessar os

minutos

Livro 2: Arrependimento

 

pecados. Renunciar o

pecado

e

Ministração:

15

Capítulo 9

cortar maldições.

 

min.

DOMINGO

 

1.

Fé para

curar a

Cura para a alma ferida (Buscar um

Palestra:

30

Tão Firmes como a Rocha

alma

substituto para ministração

 

minutos

Livro 3: Entrando na Dimensão da

   

Ministração:

15

Fé.

min

Capítulo 3 pág. 55-74

2.

Imersos

no

Que conheçam a pessoa do Espírito

Palestra:

30

Tão Firmes como a Rocha

Espírito

 

Santo Ministrar o enchimento com

minutos

Livro 3: Imersos em Seu Espírito

 

evidência de falar em outras

Ministração:

15

Capítulo 1 Pág. 33-41

línguas.

minutos

Capítulo 2 Pág. 43-65

3.

Batismo

nas

Levar as pessoas a que se batizem

20

minutos

 

águas

   

4.

Como

obter

Dar a conhecer a visão da M.C.I,

30

minutos

Tão Firmes como a Rocha

sucesso na vida

 

mediante a escada do sucesso

   

Livro 3: Imersos em Seu Espírito

   

Capítulo 1 Pág. 23-33

TEMA 1 - AMOR PATERNAL DE DEUS

Filho Pródigo: Lucas 15:11-32. Ênfase: Lucas 15:17-20

Atitude do filho:

Processo de arrependimento

Atitude de um pecador

Renova a mente: “Caindo em si”

Tomar a decisão correta: “Levantar-me-ei e irei ter com meu Pai”.

Confessa seu pecado:

Atitude do pai:

“Dir-lhe-ei: Pai, pequei contra o céu e perante Ti.

17

Viu-o de longe: “E quando estava ainda longe viu seu Pai”

Foi movido à compaixão:“Encheu-se de compaixão”

Saiu ao encontro:“E correndo, lançou-se-lhe ao pescoço e o beijou”

Salmo 32:5

Tem preparado um traje de justiça:

“Trazei depressa a melhor roupa, e vesti-lha” – Zacarias 3:1

Restaura sua autoridade: “Ponde-lhe um anel no dedo”

Confia o ministério maior: “e alparcas nos pés (pregar)

Restaura o gozo: “Comamos e nos regozijemos”

PASSOS PARA EXPERIMENTAR GENUÍNA PURIFICAÇÃO

Isaías 1:15-20

a)

Lavai-vos, purificai-vos

1 João 1:1-7

b)

Despojai-vos de todo peso: Hebreus 12:1

b)

Não praticai o mal:

Efésios 4:25-29

c)

Buscai o Juízo:

Oséias 4:11

d)

Restitui o agravado

Lucas 19:8

f)

Fazer justiça ao órfão e amparar a viúva

TEMA 2 – GRAÇAS A DEUS POR SEU PERDÃO

Texto: 2 Samuel 11; 2 Samuel 12:7b-14

Pecado Morte

“Um abismo conduz a outro abismo”

“Um pecado conduz a outro pecado”

Adultério

Hipocrisia (aparentou ser amigo de Urias)

Homicídio

Tudo que o homem semear isso ceifará (Gl. 6:3)

CONSEQUÊNCIAS DO PECADO

Afeta a área financeira (2 Samuel 12:8b). “E se isso fora pouco, te acrescentaria muito mais”.

Abre a porta a um espírito de violência (2 Samuel 12:10). “Eis que suscitarei o mal sobre ti”.

Vergonha pública (2 Samuel 12:11b) “e as darei a teu próximo, o qual se deitará com tuas mulheres à luz deste sol”.

Abre a porta à maldição (2 Samuel 12:11)

Entra um espírito de morte na família (2 Samuel 12:13-14; Salmo 32:1-2)

CONSEQUÊNCIAS DO PECADO NÃO CONFESSADO

Área física

(Salmo 32:3a)

Área emocional

(Salmo 32:3b)

Área financeira

(Salmo 32:4b)

Tomar a decisão de arrepender-se

(Salmo 32:5)

Confissão:

Pecador santificado

(Salmo 32:6; Romanos 8:1)

18

“Agora, pois, nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus”

Purificação e ausência de culpabilidade (Salmo 32:6b)

Provas – Deus da vitória

TEMA 3 - VI A DEUS CARA A CARA

Texto: Gênesis 32:24-30

ARREPENDIMENTO: Sentir dor por haver ofendido a Deus

QUEBRANTAMENTO:

Conduz ao verdadeiro arrependimento.

Jacó teve que passar pelo quebrantamento porque vivia sob as ataduras de sua família.

Como Jacó reagiu ao deparar-se com o perigo?

Buscou a Deus

Chorou seu pecado

Lamentou sua condição

Propôs colocar sua vida em ordem

LUTA COM O ANJO

Perseverou para obter a bênção

Reconheceu o sobrenatural e a santidade do Senhor

Jacó sabia que necessitava ser livre e aproveitou quando se encontrou com o Senhor.

“Só quando temos nosso painel, um encontro pessoal com Jesus, obtemos a vitória.

Isso gerou a mudança do nome de

Jacó que significa enganador, para Israel, que significa um príncipe de Deus.”

PROJETE O FILME DE SUA VIDA

Isso ajuda na busca de Deus, chegando ao quebrantamento para obter seu perdão.

No filme não se deve omitir uma única cena e isso se conseguirá com o auxílio do Espírito Santo, que lhe permitirá confessar

todos os seus pecados (Provérbios 28:13)

Deus nos dá a oportunidade de ser quebrantados a arrependidos de todo pecado para converter-nos em pessoas de

bênção.

TEMA 3 - PLANO REDENTOR PARA O ARREPENDIDO

Texto: Romanos 3:24

Pecado:

Separação de Deus

Plano:

Condição humana

REQUISITOS

Santo e sem mancha

Tomou o lugar de todos os homens porque riscou o escrito de dívida que existia contra toda raça humana.

QUEM É JESUS CRISTO?

João 14:6 “Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, a não ser por mim”

Plano: “Redenção”

Termos e significados gregos:

19

Agorazo

Comprar no mercado (escravos)

Exagorazo Comprar e tirar do mercado (não continuar exposto à venda)

Latroo

`Soltar (Pôr em liberdade mediante o pagamento de um preço)

Escravo do pecado: Satanás controla a vida

CRISTO: Torna-se homem, toma os escritos de dívida e os anula na cruz.

SANGUE: Preço que pagou por nossa liberdade

REDENÇÃO: Cobre a área espiritual, física e financeira

Área Espiritual: A redenção é a única porta que conduz o homem a uma relação íntima com o autor da vida. Ezequiel 18:8;

João 3:16; Romanos 5:8; Gálatas 3:13

Redenção Física: Jesus nos torna livres da enfermidade que é conseqüência do pecado. Deuteronômio 28:22; 27:28-35;

59:61; Josué 53:4-5

Redenção financeira: Jesus nos liberta da pobreza, miséria e toda maldição financeira. Deuteronômio 28:29; 47:48. A

redenção vem quando servimos a Deus com alegria por meio de nossas finanças. Lucas 12:34; Salmo 23:1 .

PASSOS ESPECIAIS PARA O ARREPENDIMENTO

Sentir dor profunda por haver ofendido a Deus

(Alma, ofensa a Deus, espírito)

Vivência interior do coração, que impulsione o indivíduo a retomar o caminho correto.

Possibilidade de retroceder no tempo; percebemos que algo muito valioso se perdeu e estamos dispostos a fazer qualquer

coisa para recuperá-lo. Jeremias 33:3.

Arrepender-nos do pecado, isto é, tudo o que o homem faz separado de Deus, autojustificando-se. O pecado deve ser

confessado. Salmo 32:5: “Confessei-te o meu pecado, e a minha iniquidade não cobri. Disse eu Confessarei ao Senhor as

minhas transgressões; e tu perdoaste a culpa”.

A confissão detalhada traz misericórdia

Tomar o lugar de nossos pais e declarar os seus pecados. Lucas 26:40; Gênesis 9:21-27

Isto aparta a maldição de nossa vida e a bênção começa a brilhar em nosso coração.

Renunciar o pecado cortando a maldição

O pecado abre a porta das trevas de onde os demônios se sentem com direitos sobre cada indivíduo.

ARREPENDIMENTO é a oportunidade de cancelar argumentos do diabo. Cl. 2:14-15

CRUZ: Única porta para o cancelamento da dívida. Gl 3:13

O arrependimento é a única porta para entrada das bênçãos.

Oração modelo:

“Senhor, arrependo-me de

...

perdoa-me, lava-me com Teu sangue; renuncio esse pecado e cancelo as maldições que

entraram em minha vida como conseqüência do mesmo. Lanço-as fora de minha vida em nome de Jesus e peço que me

enchas com Tua presença.”

Peça depois a depois Deus que lhe dê oposto do que você renunciou.

O poder que existe na cruz (1 Coríntios 1:18)

A cruz bíblica não é a cruz de adoração para que as pessoas se prostem diante dela.

A cruz é um símbolo de maldição, onde o Senhor Jesus carregou a maldade curando toda a humanidade (Isaías 53:4,5,7)

Pecado: Romanos 6:23

A Palavra da cruz nos liberta das ataduras demoníacas (Hebreus 10:38); da ruína (2 Coríntios 8:9) e da aflição (Isaías 63:9)

TEMA 4 - FÉ PARA CURAR A ALMA

O homem foi criado por Deus para viver com outros. O homem tem necessidade de aceitação, amor, segurança.

Contrário ao que ocorre na rejeição (Grego: “Sem nenhum valor”, Anular)

Emoção. A Rejeição é o que mais fere.

REJEIÇÃO NO VENTRE

Efésios 1:4 “Pois nos elegeu nEle antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis diante dEle em amor”.

20

Não somos fruto do azar nem de um acidente (Salmo 139:15-16)

REJEIÇÃO NO NASCER

(Ezequiel 16:4-6)

Expressões negativas por sexo

MUNDO

Ninguém se alegrou com o seu nascimento

Ninguém se preocupou em cuidar de você

Você não encontrou ajuda de nenhum lado

Não se sobressaiu em nada (apenas mais um)

Não valia nada (baixa estima)

DEUS

Jeremias 1:5

Jó 10:12

Salmo 34:4

Filipenses 4:13

1 Coríntios 1:27-29

REJEIÇAO NA INFÂNCIA

Despreocupação dos pais pelos filhos. (Provérbios 22:6)

Comunicação (Deuteronômio 6:67)

Respeito

Equilíbrio Amor – Disciplina (Provérbios 19:18)

Abandono dos pais (Malaquias 4:6)

Molestações sexuais

Preferências dos pais em relação aos filhos

O HOMEM ABANDONADO OU REJEITADO

Malaquias 2:15-16, Isaías 54:4-7

CONSEQUENCIA DA REJEIÇÃO

Medo, vergonha, fracasso, solidão, (Comparação), tristeza de espírito

Deus declarou: Não serás confundido, não serás desprezado, recolher-te-ei com misericórdia, dar-te-ei redenção, sararei

tuas feridas.

FORMAS DE REAJIR DIANTE DA REJEIÇÃO

  • 1- Desalento, angustia, depressão, amargura

    • 2- Resistência (não aceita a realidade)

3-

Vergonha

CRISTO NOS CUROU DA REJEIÇÃO

  • 1- Ele foi rejeitado (Isaías 53:3)

Jesus é o único que nos pode compreender em todas as circunstâncias de nossas vidas: Ele viveu a traição de um dos

discípulos, e outro o negou; seu povo pediu que o crucificasse, rejeitaram-no, Deus O abandonou.

  • 2- Deus nos aceita em Cristo. (Efésios 1:6)

Jesus recebeu nosso castigo. Nós não temos que recebê-lo.

TEMA 5 - SUBMERSOS EM SEU ESPÍRITO

21

Texto: Mateus 3:11)

Batismo: Imersão. Neste caso do Espírito Santo

Experiência única (Jesus Cristo) une o Corpo de Cristo, governa-nos.

O Espírito Santo nos dirige.

A mesma essência: da mente de Cristo

Nossa língua é controlada.

Transformação total de nossas vidas.

(Rios de água viva correm dentro de nosso ser).

Atos 1:8)

Poder desenvolver com sucesso nossa vida

Espírito Santo: Nosso sopro de vida

Efésios 1:13-14

Aceitar a Cristo, passo de fé.

Receber o Espírito Santo dar-nos a garantia de que somos filhos de Deus.

Lucas 11:11-13

Espírito Santo: O melhor que Deus tem para dar-nos

PARA RECEBER A PLENITUDE DO ESPÍRITO SANTO

Purificação do coração

2 Coríntios 5:17; 1 Coríntios 6:9-11

Cuidemos da língua

Mateus 12:34

Não emprestar nosso corpo ao pecado

Romanos 6:13, Tiago 3:8-12

O ESPÍRITO É RECEBIDO VOLUNTARIAMENTE

2 Coríntios 3:17

Porta de entrada num caminho cheio de experiências ricas.

Nascer no Espírito é receber vida.

Batizado no Espírito é receber poder

QUEM É O ESPÍRITO SANTO?

Consolador

Grego “Paracleto” (o que auxilia)

É uma pessoa: Atos 10:38

 

O que o unge:

O Pai

Recebe a unção:

O Filho

Instrumento:

Espírito Santo

Unção: Presença divina de uma forma permanente (Unicamente possível através do Espírito Santo)

Glorifica a Jesus:

João 7:38-39

Nos faz nascer de novo:

João 3:5-.6

(O pecado traz morte o Espírito vivifica)

É nosso guia:

João 16:13

REVELA OS SEGREDOS DIVINOS

BATISMO EM ÁGUA

DANIEL 2:19-22; DEUTERONÔMIO 29:29

Sepultamento da vida de pecado (morte) Colossenses 2:11-12, Efésios 4:22

Para que?

Cumprir a grande comissão. (Mateus 28:19)

Somos discípulos de Jesus (1 João 2:6; Mateus 3:14-15)

Requisitos

Crer (Marcos 16:16)

Reconhecer a obra da cruz

Mostrar frutos digno de arrependimento (Lucas 3:7-8)

22

Benefícios: Mateus 3:16-17

Os céus se abrem. Surgem uma comunicação direta com Deus.

O Espírito Santo vem sobre sua vida.

A voz de Deus vem ao coração.

Quem? Todo crente que é nascido de novo (Marcos 16:16)

Elemento: Água

O que batiza: (Pastor ou líder autorizado) Atos 9:18; 8:36; 19:5

Propósito: Identificar com Cristo (obediência). Entrada no Corpo de Cristo.

Resultado: Autoridade legal, proteção

TEMA 6 - UMA VISÃO DE SUCESSO

Tema: Gênesis 12:1-2

Quatro aspectos da bênção

Farei de ti uma grande nação

Abençoar-te-ei

Engrandecerei o teu nome

Serás uma bênção

Áreas que incluem a bênção

A área pessoal em todo sentido. A área física e a espiritual

Vida familiar e espiritual rica, boas relações, amigos.

Preparando-nos para alcançar a bênção

Um caminho traçado para chegar ao sucesso:

Chamar (ganhar), Consolidar, Formar (Discipular, Treinar), Enviar.

Desenvolver uma vida de serviço.

Como alcançar as bênçãos

Aprender princípios de prosperidade

Princípios para melhorar relações pessoais

Deixar maus hábitos pessoais para ser melhor cada dia

Aplicar os princípios

23

BASE BÍBLICA PARA AS MINISTRAÇÕES

Entre nós, evangélicos, infelizmente existem muitas correntes teológicas. Quem, porém, tem autoridade para ser juiz

e agredir o outro de herético? Na maioria das vezes as agressões são infundadas, dando-se conotação de crenças

bem distantes da vítima. Em relação às ministrações do Encontro, gostaria de ressaltar, em poucas palavras, pelo

limite do meio, o que de fato cremos e pregamos:

Cristo assumiu nosso lugar, como substituto, para efetuar uma eterna redenção. Tudo quanto pertence à

salvação já foi feito. É passado. Em Cristo, pelo poder da Sua morte, sepultura e ressurreição, já foi provida a

salvação, libertação, cura, vitória, prosperidade, todas as bênçãos (Ef. 1:3). O crente é uma nova criação; “as

coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo" (2 Co. 5:17). Do ponto de vista de Deus, tudo está feito. Há

provisão.

Do ponto de vista do homem, ele necessita, em primeiro lugar, tomar conhecimento das bênçãos emanadas da

obra redentora de Cristo. Em segundo lugar, deve crer e, em terceiro lugar, tomar posse delas. Deus dá, mas

o homem é quem recebe. Deus provê e o homem usufrui.

Há uma verdade posicional em Cristo. Devo conhecê-la. Mas há também a verdade experimental. Devo

prová-la. Há quase dois mil anos Deus lidou com o meu pecado. Quando abraço a Cristo, todas as bênçãos são

legalmente minhas, mas tenho que vir à fonte e beber de cada uma delas, em fé. Eis porque encontramos

repetidamente no Novo Testamento verdades que apontam as bênçãos em Cristo como minhas: “mais que

vencedor”, “tudo posso”, suprimento de “cada uma das minhas necessidades”, “sarado”, “santo”, etc. Por outro

lado encontramos exortações para que vivamos o que já é nosso por direito de redenção, tais como: “desenvolvei

a vossa salvação com temor e tremor” (Fp 2:12).

A despeito de Cristo ter levado nossos pecados, derrotas, maldições, feridas; apesar de sermos uma nova

criação, o fato é que temos na igreja, até mesmo crentes mais velhos, presos de vícios, em pecado, derrotados,

doentes, feridos, magoados, traumatizados, preocupados, irados, oprimidos, deprimidos, vivendo tanta velharia,

presos às feridas e amarguras do passado, bem distantes da vida abundante prometida por Jesus. Temos até

pastores no púlpito em adultério, homossexualismo, vícios sexuais, com todo tipo de ferida e marcas do passado.

O que dizer, então, dos que estão dando os primeiros passos na vida cristã, que vêm de um mundo de idolatria,

ocultismo e permissividade? É aí que se torna necessária uma forte ministração para que tomem conhecimento

do que Deus nos deu gratuitamente em Cristo Jesus, e bebam da fonte do perdão, da libertação, da cura, da

vitória, etc. Este é o propósito do Encontro. Levar o novo crente, ainda no início da vida cristã, a lidar com este

passado e deixá-lo, na prática, na experiência e não apenas em doutrina, na cruz, usufruindo de fato dos seus

benefícios. Nada adianta repetir como papagaio chavões doutrinários e viver, muito aquém do que a Bíblia

demonstra ser a vida cristã.

1. ARREPENDIMENTO

Esta mensagem é a primeira de João Batista, de Jesus e dos apóstolos (Mc. 1:4,15; Lc. 24:47;At. 2:38). Não

há novo nascimento sem arrependimento; não há cancelamento de pecado sem arrependimento. Não há

arrependimento sem uma dor profunda por haver ofendido a Deus. Não há dor profunda sem uma genuína

confissão e conseqüente abandono do pecado. Não há comunhão com Deus sem arrependimento de cada

pecado (Salmo 51 e 32). Por que tantos na igreja não crescem? Por que continuam em pecado e com as

mesmas mazelas de antes de virem para à igreja? Por falta de um verdadeiro arrependimento, que é a primeira

doutrina básica. Todo pecado de que não nos arrependemos continua como um trunfo nas mãos de Satanás

contra nós.

No encontro, portanto, o novo crente é fortemente confrontado com o pecado, para que se arrependa. Temos

que ver a hediondez do pecado, ter uma consciência profunda do quanto machuca o coração de Deus,

desenvolver uma verdadeira abominação, nojo mesmo, por toda classe de transgressão. A superficialidade de

tantos que se dizem crentes não estaria na falta de se confrontar o pecado em sua vida?

Há também crentes mais velhos que têm carregado pecados dos quais nunca se arrependeu e deve passar

também pelo confronto. Os pecados ocultos devem ser confessados, em arrependimento. Por esta razão, uma

igreja que abraça a visão, passa todos os seus membros por esta experiência, a fim de vivenciar o que irá

transmitir.

No Encontro a santidade de Deus diante do pecado do homem é exaltada. A cruz é trazida com forte ênfase.

Precisamos ter uma experiência de arrependimento diante do sacrifício vicário de Cristo de um modo tão

profundo que não tenhamos mais disposição para viver em pecado. Toda forma de pecado é hediondo e ofende

a santidade de Deus. Naturalmente ninguém tem que se arrepender e confessar pecados dos quais já se

arrependeu, levando-os à cruz. Pecado do qual se arrependeu e confessou é dívida paga. Mas deve-se

confessar os pecados ocultos o inconfessados, pois enquanto não o fizer viverá espiritual e até, muitas vezes,

fisicamente doente. Davi declarou: “Enquanto guardei silêncio, consumiram-se os meus ossos pelo meu

bramido durante o dia todo. Porque de dia e de noite a tua mão pesava sobre mim; o meu humor se tornou em

sequidão de estio. Confessei-te o meu pecado, e a minha iniqüidade não encobri. Disse eu: Confessarei ao

Senhor as minhas transgressões; e Tu perdoaste a culpa do meu pecado” (Sl. 32:3-5).

Quem disse que crente não tem que se arrepender e confessar os pecados? Davi não era crente? E estava

vivendo como se nada tivesse acontecido até que o profeta o confrontou. Assim muitos, só quando são

confrontados em seu pecado a consciência é despertada. Para quem foi escrita a primeira Epístola de João?

Para os crentes (1 Jo 1:9). Para quem Jesus enviou as sete cartas do Apocalipse? À igreja (Veja Ap. 2:5, 16,

21.22: 3:3,19). A vida cristã começa, desenvolve-se e termina com arrependimento e confissão de pecados.

Alguém dirá: “Por que tenho que me arrepender de pecados praticados há tantos anos atrás, quando já

aceitei a Jesus?” A pergunta, porém, é: “Você está produzindo frutos de arrependimento?” A ordem é clara:

“Arrependei-vos e crede no Evangelho” (Mc. 1:15). O pecado por ser velho não deixou de ser pecado. No reino

do espírito não conta o tempo. Não há passado.

Escreveríamos um livro sobre cada passo do encontro, provando dentro das Escrituras, comprovadas pela

experiência, que estamos lidando com o Evangelho em toda a Sua pureza com o fim de levar as pessoas a

provarem Cristo em Sua plenitude.

  • 2. PERDÃO

A falta de perdão está na origem de muitas feridas e amarras. Não há libertação sem perdão. Como todos

somos feridos, todos necessitamos praticá-lo. O que se faz no encontro é levar a pessoa outra vez à cruz e ver

que Jesus perdoou os seus algozes e nós devemos seguir seu exemplo, não prendendo ninguém com nossa

mágoa. Se fomos alvo de um tão grande perdão, devemos beber do caráter do Pai, sendo perdoadores. No

Encontro a pessoa será desafiada a varrer a mágoa, em todos os níveis, do seu coração. Perdoados e

perdoadores, é o lema. Esta é uma área em que a maioria das pessoas se encontra afetada. Deve-se, portanto,

mostrar os malefícios desses sentimentos amargos que, além de contaminar o ambiente e escancarar a porta

para infestação maligna, ou espíritos atormentadores (Hb. 12:15; Mt. 18:34), impede o próprio perdão de Deus.

A pessoas podem estar magoadas com outros que a feriram, consigo mesmas por agirem de modo contrário

ao que gostariam, e a até com Deus, porque O culpam de suas próprias tragédias, como que dizendo: “Deus, Tu

tens poder para impedir isto. Por que o permitiste?

Essa situação gera quebra de comunhão com a pessoas e com Deus e uma baixa auto-estima. Portanto,

entre outras coisas, devemos mostrar:

Em relação ao próximo: As conseqüências desastrosas dessa atitude; que o adversário é quem fica por trás

dessas circunstâncias com o propósito de ferir; que perdão é uma questão de obediência e não de

sentimento; que ao perdoar alguém somos os primeiros a serem liberados; que perdoando somos mais

parecidos com Cristo. (Ver Lc. 23:34; Mt. 18:21-35; Mt 6:14-15; Mt. 5:23,24; Ef. 4:32)

Em relação a si mesmo: Temos que mostra à pessoa que não há condenação para quem está em Cristo

(Rm. 8:1); que seu passado está na cruz e é como se não existisse; que ela é amada e perdoada por Deus;

que uma vez passando pelo arrependimento e confissão de seus pecados, é como uma conta que já foi

paga, e o credor (Satanás), não tem direito de acusá-la mais (1 Jo. 1:9); que se Deus a perdoou, ela não é

melhor do que ele para prender-se a si mesma com culpa e mágoa, dizendo “Não poso perdoar-me.”

Em relação a Deus: Devemos mostrar que Deus não é o culpado de coisa alguma; que Ele é um bom Deus;

os homens são livres para agirem e colher as conseqüências de suas ações. É necessário mostrar a loucura

de atribuir a Deus qualquer culpa, levando a pessoa a pedir-lhe perdão por tamanha atitude de ingratidão e

ignorância, reconhecendo que de Suas mãos amorosas só vem amor e o bem.

  • 3. LIBERTAÇÃO

A libertação tem a ver com cancelar os direitos legais dados a Satanás através de alianças e pecados graves.

Libertar é deixar ir livre. Envolve todas as áreas da vida. As pessoas que vêm a Cristo, na sua grande maioria,

tiveram um passado com um pesado envolvimento com ocultismo e idolatria. É necessário que tudo isso seja

renunciado e os símbolos e objetos que as ligam a esse passado sejam destruídos, como ocorria no início da

Igreja (At. 19:18-20). Os poderes das trevas são confrontados, na autoridade do nome de Jesus. A quantidade

de manifestações demoníacas nessa hora, por parte dos que fizeram pactos satânicos e se envolveram com as

trevas, é grande. Daí a necessidade de ministrações individuais. Os demônios buscam oprimir os homens de

qualquer jeito; imagine-se quando se lhes dão brechas. Mas agora, diante de uma aliança com Jesus,

novamente se usufrui dos benefícios do que Cristo fez na cruz. Pela palavra do nosso testemunho e o sangue

do Cordeiro, em o nome de Jesus, os grilhões são quebrados.

Repito que o fato de alguém ter feito uma decisão não significa que passou pela profunda experiência de

arrependimento e regeneração. Temo que tenha havido muita adesão à Igreja, sem a correspondente

conversão. Não adianta discutir teologia, fazer guerra em cima de palavras. As vidas têm que ser libertas.

O reino do espírito é um reino de legalidade. Quando alguém que fez pactos com entidades das trevas se

volta para Cristo, os demônios vêm logo reivindicar seus direitos, com toda sorte de opressão, e quando se

vêem ameaçados, manifestam-se descaradamente, invocando seus direitos adquiridos. É impressionante ver,

na prática, essa questão de legalidade. Como diz o Dr. Morris Cerullo, “toda verdade é paralela.”

Voltamos com à cruz. Ela é a base da derrota de Satanás, como é a base da nossa vitória. O novo crente

precisa apropriar-se disso. O que é a libertação, senão arrepender-se dos pecados que abriram a porta para o

adversário, reconhecer o valor da obra redentora de Cristo e lançar mão dela para andar em vitória? Dentro do

encontro tudo aponta para a libertação. Quando a pessoa se arrepende, está sendo liberta; quando perdoa, está

sendo liberta; quando se rende na presença de Deus, como fez Jacó, está sendo liberta. É o encontro em si

com Deus, em Cristo Jesus, que traz a libertação.

  • 4. CURA INTERIOR

Quantas pessoas estão marcadas hoje em sua personalidade pelos traumas, feridas e rejeições do passado!

Cura interior é a aplicação da cruz na área emocional. A pessoa deve ser levada a ver que Jesus já carregou

suas feridas, traições, rejeições e ela não tem que teimar em carregar esse lixo, presa ao passado. O tempo

não cura feridas emocionais. O que marca os sentimentos de alguém é tão vivo hoje como no momento em que

a ferida foi provocada, mesmo que num passado de décadas. Há bálsamo em Jesus. O que se faz no encontro

é ajudar a pessoa a levar esses sentimentos à cruz e receber uma experiência de cura.

O que é a psicologia? Ela criou alguma coisa? Deus é o autor da alma humana e Ele sabe muito bem do

que ela necessita. Se um psicólogo pode ajudar uma pessoa a localizar a causa dos seus problemas a fim de os

superar, o que dizer da Palavra de Deus, ministrada na unção do Espírito Santo, que é especialista em localizar

a origem dos problemas e trazer-lhe pronta solução? Em todas essas ministrações mostramos que não temos

que carregar o peso daquilo que Jesus levou na cruz em nosso lugar. Isaías 53 e 2 Coríntios 5:17 são um sólido

fundamento para esta ministração. É uma ministração concentrada para que esse novo crente tenha um

encontro real com Cristo, entenda o que Ele fez por nós e tome posse do que é nosso nEle. Não importa onde o

aleijão emocional entrou: se no ventre materno, na infância, adolescência ou juventude. Em Cristo há cura e

libertação.

Não se trata de volta ao passado, mas libertação do passado; não se trata de anular a cruz, mas de valorizá-

la. Jesus veio sarar o coração quebrado (Is. 61:1-3). A base para o perdão dos nossos pecados, da nossa cura

ou da nossa libertação, é sempre a mesma: Os resultados da obra expiatória de Cristo na cruz do Calvário.

  • 5. ROMPIMENTO DE MALDIÇÕES

O Que é a maldição? O oposto da bênção. Deuteronômio 28 deixa bem claro o que é uma e outra. Tudo

que vem de Deus é uma bênção; tudo que vem como resultado do pecado é uma maldição. O proverbista

adverte: - “Como o pássaro no seu vaguear, como a andorinha no seu voar, assim a MALDIÇÃO SEM CAUSA

não encontra pouso“ (Provérbios 26:2). Portanto, se uma pessoa está debaixo de alguma maldição, existe uma

causa. Há que localizá-la. Trata-se de um pecado? Deve haver arrependimento e confissão. Se o pecado abre

a porta à maldição, é o arrependimento que fecha a porta. Há provisão no sangue de Cristo para nos purificar

de todo o pecado, mediante uma confissão sincera (1 Jo. 1:9). A situação de maldição na vida é proveniente do

pecado dos meus pais? Nasci de novo e tenho uma nova herança em Cristo. Gálatas 3:13 é claro em declarar

que “Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição em nosso lugar.” É o sublime princípio

da substituição: Cristo levando o que era meu, para dar-me o que era seu. O que significa, portanto, romper

com as maldições, ou quebrar as maldições, como alguns dizem? Simplesmente aplicar a cruz às nossas

circunstâncias, apropriar-nos do que já é nosso em Cristo Jesus.

De modo bem simples, o que se faz no Encontro, ou retiro espiritual, ou acampamento (o termo que se usa é

irrelevante, o importante é que a pessoa tenha uma experiência com Deus) é buscar, pela pregação da palavra,

de um modo simples, mostrar que o homem é pecador, mas Deus o amou tanto que enviou Jesus Cristo que

morreu em nosso lugar a fim de nos libertar do pecado e suas conseqüências. Por esta razão, devemos nos

arrepender dos nossos pecados e apropriar-nos, pela fé, das bênçãos resultantes da obra de Redenção

efetuada por Cristo pelo poder da Sua morte, sepultura e ressurreição. É trocar uma vida de pecado, por uma

de santidade; de maldição, por bênção; de feridas e amargura, por cura e perdão. E isso através da ministração

da Palavra, levando a pessoa a dela se apropriar.

O novo crente é levado a receber, pela fé, o batismo no Espírito Santo, com evidência de falar em novas

línguas. Muitos evangélicos não aceitam essa experiência, mas o fato é que diariamente multidões a

experimentam em todo o mundo. Na igreja primitiva levar os novos crentes a provarem esse enchimento, era o

padrão. Acelera o crescimento espiritual e traz um revestimento de poder para testemunhar de Cristo. O

Espírito Santo é aquele que gera a convicção de pecado e está presente em cada fase do Encontro. Sua

presença e liderança em tudo é o que garante a unção que produz resultados.

O IMPACTO DO ENCONTRO

A razão do grande impacto que a pessoa experimenta no encontro deve-se ao fato de que ela se separou por

um fim de semana inteiro para ser ministrada de uma forma concentrada em áreas sensíveis de sua vida cristã.

Quem vai a um retiro espiritual bem dirigido e não tem uma experiência mais profunda com Deus? Os retiros

espirituais têm sido uma prática na Igreja de Cristo. Quanta gente teve um real encontro com Deus, foi liberta,

curada, batizada no Espírito, chamada para o ministério em um retiro? Jamais esquecerei os muitos acampamentos

batistas nos quais ministrei como seminarista e missionária. Os cultos ao redor da fogueira! Que momentos em que

a presença de Deus era tão real! Cada um pegava um pedaço de lenha, um galhinho e lançava na fogueira, como

símbolo de sua vida a ser consumida no altar do serviço a Deus. E jamais se ouviu comentário que isso fosse nova

era. Seria ridículo pensar-se isso. Jesus foi especialista em usar coisas tangíveis para destacar verdades espirituais.

Qual a diferença em relação ao modelo de retiros espirituais chamados encontros? Simplesmente uma estrutura

aplicada a cada novo crente no início de sua vida cristã. Algo sistemático, com ensino e ministração. Não apenas se

fala de pecado e arrependimento. Leva-se o ouvinte a isto e dá-se-lhe tempo para que prove o arrependimento, e

assim por diante. Resultado: A pessoa sai perdoada, perdoadora, liberta, sarada, cheia do Espírito. Está impactada.

Sofre uma mudança considerável em tão pouco tempo, pela prolongada exposição à presença de Deus, de Sua

Palavra e do Seu Espírito. Não há palavras adequadas que traduzam o que ela provou. Está pronta para deslanchar

na vida cristã.

Trago na memória e na retina quadros e testemunhos inolvidáveis de pessoas que têm passado pelos encontros.

Ainda no último domingo parei para ouvir dois grupos que chegaram de seus respectivos encontros, quase na mesma

hora: um de jovens e outro de adolescentes. Ali estavam seus pais para recebê-los e várias pessoas da igreja. Ouvi-

los falando do nível de experiência, de libertação, de cura, de enchimento do Espírito, contando suas experiências

mais marcantes, foi gratificante. E o quadro se repete, semana após semana com os diferentes grupos. Enquanto

alguns gastam suas energias brigando por causa de conceitos, questões de semântica, milhares de vidas, cada

semana, estão se voltando para Deus e provando um nível de experiência maior com Ele, gerando uma nova leva de

crentes que está entrando no Cristianismo e provando de início o impacto transformador do poder de Deus.

MÉTODOS DE REALIZAÇÃO DO ENCONTRO

Tem havido ataques terríveis ao encontro no Brasil e uma verdadeira guerra de palavras, termos, que só

contribui para a divisão do corpo. Quando se analisa algo com preconceito as conclusões são tendenciosas.

Pessoas usam termos com diferentes significados. Se um Batista fala de batismo, ele quer dizer imersão. Mas se for

um Congregacional, ele fala de aspersão. Embora falem da mesma coisa, suas práticas são diferentes.

O modelo de encontro em Bogotá é realizado dentro de princípios de acordo com uma visão bíblica. Pr.

César Castellanos é um homem que gosta de falar de princípios e não de estruturas e métodos, até porque estes

estão sempre sendo ajustados, buscando a melhor forma de atingir o povo e sua própria cultura. Por isso nunca

escreveu um manual. Apenas agora, diante dos pedidos, foi escrito um roteiro para encontro de adultos, com uma

bibliografia, a guisa de sugestão. Seu livro Liderança de Sucesso Através dos Doze, que só foi publicado em

janeiro do ano em curso, 2000, apresenta os princípios da visão, e para ele tudo está lá.

Diante disso gostaria de salientar que ninguém tem autoridade ou controle sobre as igrejas locais. As práticas

condenáveis e condenadas em relação ao encontro ou ao modelo, nada têm a ver com o original ou conosco. Dentre

 

as principais,

Proibição de se falar sobre o Encontro, mas somente que é tremendo. Já no pré-encontro se informa sobre

tudo e no regresso as pessoas dão testemunho aos que vêm recepcioná-los. Não há melhor propaganda do

encontro do que contar o que lhe aconteceu. Há apenas uma surpresa do correio dos familiares. A intenção dos

que adotaram o segredo foi para criar uma expectativa. Ao meu ver reflete métodos e não doutrina, que eu não

usaria, nem na fonte se usa, mas não tenho direito de julgar as motivações e, apesar da polêmica em torno do

assunto não se pode negar os benefícios do próprio encontro.

Silêncio de três dias – Já dissemos que um dos objetivos do encontro é comunhão. Existe apenas a reflexão

entre a primeira ministração e a segunda, para balanço. Mais uma vez estamos lidando com métodos. Tenho

ouvido muita gente que foi abençoada com o silêncio e outros não gostaram.

Luzes apagadas e colchões para regressão – Cura interior nada tem a ver com isso, como já mostramos.

Para não estender a lista, basta dizer que os encontros de Bogotá e os que nós fazemos têm um programa baseado

no ensino da palavra e ministração, sem qualquer artifício. Oração e Palavra na unção do Espírito são o que

importam. Quanto ao que ocorre no Brasil de excessos, é da responsabilidade de quem os pratica e prefiro

concentrar minhas energias falando de um modelo que adotamos.

Convém, todavia, salientar algumas coisas:

1.

O Encontro é apenas uma pequena parte de todo um processo de discipulado;

2.

O Encontro destina-se às pessoas que estão sendo ganhas pela igreja local;

3.

O Encontro não resolve todos os problemas, é a penas um começo;

 

4.

O Encontro é o primeiro grande passo dentro do discipulado, mas a formação do caráter de Cristo vai levar a vida

inteira;

5.

Libertação, cura interior, exercício do perdão são um processo que requer investimento e crescimento;

6.

Reencontros ou novos retiros espirituais para a abordagem de novos temas e ministração com vistas ao contínuo

crescimento dos líderes é algo comum.

 

PÓS ENCONTRO

Lugar: No templo

Professor: Um Pastor, de preferência

Duração: Uma hora, uma vez por semana, durante três meses.

 

Objetivo: Ensinar o novo discípulo que acaba de sair do Encontro, a lidar com os contra-ataques de Satanás. Como

se relacionar com o mundo, amigos, problemas

...

Como vencer a tentação, a carne, o pecado, o mundo e o diabo.

A experiência de Bogotá é que muitos, após o encontro, ainda se desviavam. Satanás prepara um contra-ataque

depois de perder espaço nas vidas. O novo precisa ser habilitado a firmar-se. Com a introdução do pós-encontro por

quatro semanas, a retenção do fruto tornou-se maior; mas depois de submeter aquele que passou pelo Encontro a

um acompanhamento por três meses, então o sucesso na conservação das vidas foi sem igual.

Material: Afirmando Meus Passos de Cláudia M de

Como Evitar As Relações Sexuais Ilícitas

 

Fajardo

  • 6. A Igreja: Refúgio De Deus

 

O Que Chamamos Igreja?

Conteúdo:

 

Por Quê Precisamos Da Igreja?

 
  • 7. Vida Equilibrada

1.

Como Enfrentar o Mundo

Aspecto Intelectual

O Que É O Mundo

Aspecto Físico

Como O Mundo Me Afeta

Aspecto Espiritual

Como Enfrentar O Mundo Agora Que Sou

Aspecto Social

Cristão

  • 8. Batismo, Um Passo De Obediência

2.

Como Falar Com Deus]

O Que É O Batismo

Importância Da Oração

Tipos De Batismo Em Água

Como Ter Um Bom Tempo De Oração

O Que é Necessário Para Ser Batizado

3.

Vida Social

Bênçãos Do Batismo

Nosso Primeiro Desafio: As Pessoas Que Nos

  • 9. A Música E Sua Influência Em Nossa Vida

Rodeiam

O Plano Do Inimigo Através Da Música

Como Atuar Diante Dos Não Crentes

Propósitos De Satanás Através Da Música

Assuma O Desafio De Ganhar Seus Amigos

A Música Cristã, Transmissora De Vida

4.

A Palavra: Fonte De Vida

Como Lidar Com A Música, Agora Que Sou

Como Aproximar-Me Da Palavra

Cristão

Como Estudar A Palavra

10. Como Conhecer A Vontade De Deus

Benefícios De Aproximar-Me Da Palavra

Benefícios De Fazer A Vontade De Deus

5.

Sexualidade

Como Conhecer A Vontade De Deus

O Sexo Como Criação De Deus

Porque Esperar E Não Ceder As Relações

Sexuais Fora Do Casamento

  • 4. Você Pode Alcançar a Prosperidade

  • 5. Você Pode alcançar a Liberdade Financeira

  • 6. O Caráter do Líder

  • 7. A Integridade como um Estilo de Vida

  • 8. Escolhendo Amigos de Bênção

Degrau 3

  • 9. Integridade

 

10.

Como Orar e Ter Resposta

TREINAR

LEITURA: Liderança de Sucesso Através dos Doze,

páginas 371-383

A Escola de Líderes é o terceiro passo da Escada

do Sucesso. Seu objetivo é preparar líderes de

células eficientes, com a habilidade de ganhar

vidas para Cristo e discipulá-las. É um programa

de ensino simples, voltado para questões práticas,

mas a autoformação é grandemente estimulada.

Excelência em tudo é a palavra de ordem. Porém

o treinamento é feito não apenas na sala de aula,

mas também na célula. Ali é o lugar de sua

formação como líder.

O material básico de Bogotá hoje consiste em nove

sumários com bibliografia, preparados pelas diversas

Redes e o livro Encontro do Pr. César, com Estudos

bíblicos.

Convém lembrar que estamos tratando de um

programa de discipulado destinado a novos crentes.

Em circunstâncias ideais, aquele que abraçou a Cristo

há somente quatro meses atrás é quem está entrando

na Escola.

PARA QUEM: Os que passaram pelo Pós-Encontro

ou estão prestes a terminá-lo

DURAÇÃO: Três trimestres de três meses cada, mais

três meses para uma tese

HORÁRIO: Uma vez por semana, duas horas de aula

CONTEÚDO: Duas matérias. Uma de Doutrina e outra

de Seminários diversos

Primeiro Nível - Doutrina

Primeiro Nível

Rede de Mulheres

  • 1. Ter um Propósito de Vida

  • 2. A Mulher tem um Valor Especial Para Deus

  • 3. Desenvolver a Virtude em Ti

  • 4. Desenvolver Tua Plenitude

  • 5. Graças a Deus Sou Mulher

  • 6. A Família Está no coração de Deus

  • 7. Rol da Mulher Dentro da Família

  • 8. Desenvolvendo Relações com a Família

  • 9. Princípios Para Construir uma Família Feliz

    • 10. Prepara-te Para a Excelência

Primeiro Nível – Seminário

Rede de Casais

  • 1. A Prosperidade de Deus Para o Casal

  • 2. Aprendendo a Resolver as Irritações do Casal

  • 3. Três Fundamentos Para Construir Nossa Casa

  • 4. A Vantagem de Ser Dois

  • 5. Procedimento Necessário Para construir um Lar

  • 6. Entreguemos (Consagremos) Nossos Filhos ao Senhor

  • 7. Casais Sendo Obedientes ao Amor

  • 8. A Oração que Muda os Lares

  • 9. A Necessidade do Espírito Santo em Nosso Lar

Primeiro Nível – Seminários

Rede de Jovens

  • 1. Família (4 lições)

  • 2. Namoro e Noivado (4 lições)

  • 3. Via Abundante (2 lições)

  • 1. Salvação

Segundo Nível - Doutrina

  • 2. O Homem Velho e a Nova Natureza

  • 1. Célula para o Crescimento

  • 3. O Arrependimento

  • 2. A visão

  • 4. A Bíblia

  • 3. A Preparação Pessoal para Liderar uma

Célula

  • 5. A Oração

  • 4. Estrutura de uma Célula

  • 6. O Batismo nas Águas

  • 5. Metodologia de uma Célula

  • 7. A Fé

  • 8. Espírito Santo

  • 6. Estratégias para o Sucesso

  • 9. A Imposição de Mãos

    • 10. Como Vencer os Obstáculos

      • 7. Motivação para o Crescimento

      • 8. Como Solucionar os Problemas na Célula

      • 9. Parâmetros para Escolher uma Equipe de

Primeiro Nível

Líderes

Rede de Homens

10.

Relação Líder e Discípulos

  • 1. A Sexualidade do Homem

  • 2. Os Princípios de um Lar Bem Sucedido

Segundo Nível - Seminários

1.

A Responsabilidade do Cristão Diante do

  • 1. Intercessão(4 temas)

  • 2. Evangelismo (4 temas)

  • 3. Serviço (2 temas)

Mundo

  • 2. O Que Cristo Faz em Mim

  • 3. Os Traumas na Família

  • 4. Os Traumas dos Sentimentos

  • 5. Auto-imagem e auto-estima

Terceiro Nível - Doutrina

  • 6. Temperamentos

  • 7. O Que Cristo Fez Por Mim

  • 1. O é ser Líder

  • 8. Reino Espiritual

  • 2. O Chamado

  • 9. A Armadura

  • 3. A Personalidade do Líder

  • 4. O Preço da Liderança

  • 5. Princípios para uma Excelente Liderança

    • 10. Identificando Ataduras e Maldições

    • 11. Conquistando Cada área pela guerra espiritual

  • 6. Perigos da Liderança

  • 12. O que Cristo faz através de mim

  • 7. Tipos de Liderança

  • 13. Consagração

  • 8. Conselhos Práticos para Pregar

  • 14. O Líder e a Ética

Terceiro Nível - Seminários

  • 1. Consolidação (2 lições)

  • 2. Espírito Santo (3 lições)

  • 3. Aconselhamento (5 lições)

REENCONTRO

Quando: Enquanto o discípulo está no segundo nível

O Quê: O Reencontro é um novo encontro, quando o

discípulo em treinamento receberá ministração mais

profunda, preparando-se para ministrar através das

células. Depois de passar pelo retiro de três dias ele

continuou seu processo de discipulado na Escola de

Líderes, sendo trabalhado em diversas áreas da sua

vida. Agora ele deve ser preparado para dar frutos

através da célula, ganhando vidas para Jesus. O

Reencontro é o passo que deve preceder a abertura

de sua célula com a oração de três, enquanto estará

estudando sobre seu funcionamento.

Para Quem: Os que terminaram o primeiro nível da

Escola de Líderes.

Duração: O ideal são quatro dias, aproveitando algum

feriado na segunda ou sexta. Caso seja impossível, o

programa será um pouco mais apertado num final de

semana, à semelhança do Encontro.

Temas Sugeridos:

  • 15. Ética – comportamento

  • 16. Os Frutos e os Dons do Espírito

SEMINÁRIOS DE FIM DE SEMANA

Alguns temas podem demandar um tempo maior

que o destinado às aulas regulares e poderão ser

feitos num final de semana, como Sexta-feira à

noite e sábado, ou conforme for conveniente. São

Eles: Evangelismo, Consolidação de Encontro.

ENCONTRO

O Quê – Estudos bíblicos sob o tema Encontro.

Material: Livro Encontro do Pr. César Castellanos

(publicado anteriromente em três volumes e usado

como a primeira matéria da Escola de Líderes).

Duração: Um mínimo de seis horas. O discípulo deve

depois ler todo o material e trabalhar nos questionários

que aparecem em cada capítulo.

Objetivo: Dar ao líder de célula uma base bíblica mais

sólido e material de referência para seu trabalho de

discipulado.

TEMAS:

  • 1. O Novo Nascimento

  • 2. Vantagens do Novo Nascimento

  • 3. Como Alcançar o Novo Nascimento

  • 4. Bebês Espirituais

  • 5. O Batismo nas Águas

  • 6. Faça da Oração um Modelo de Vida

  • 7. Conhecendo o Poder das Escrituras

  • 8. Conhecendo o Espírito Santo

  • 9. Deus Nos Busca

    • 10. O Propósito Divino Para o Homem

    • 11. A Condição do Homem

    • 12. Pontes lnconclusas

    • 13. Jesus Cristo: A única Ponte Verdadeira

    • 14. O Poder da Cruz

    • 15. A Palavra da Crus Nos Liberta do Pecado

    • 16. A Cruz nos Faz Livres

    • 17. A Cruz Rompe Toda Maldição

    • 18. A Cruz Sara as Aflições

    • 19. As Sete Palavras de Vitória

Estratégias de Sucesso

CONSOLIDAÇÃO

  • 5. Visitação

Propósitos

O Quê: Treinamento para consolidadores atuarem

junto ao decidido desde o momento da sua entrega

até a visita.

Material: Livro Consolidação, um Processo Eficaz

Como Preparar A Visita

Realizando a Visita

Ministrando às Necessidades com a Palavra

Assegure o Sucesso em Sua Visita

para Formar Discípulos da Pra. Claudia M. de Fajardo

  • 7. Mini-Sermões

Duração: Seis horas. O discípulo deve depois ler todo

Medo

o material e trabalhar nos questionários que aparecem

Crescimento Espiritual

em cada capítulo.

Problemas Familiares

Objetivo: Dar um treinamento às equipes de

Depressão

Consolidação que atuam no momento do apelo na

Direção Divina

igreja e faz a fonovisita e visita ao decidido, bem como

Finanças

a acomodação numa célula.

Cura

Como Vencer A Tentação

Temas:

Rejeição

  • 1. A Consolidacão

Namoro

A Consolidação, Um Processo Eficaz Para

  • 6. Objeções

Formar Discípulos

Origem das Objeções

Princípios Para Consolidar

Preparando-nos Para Consolidar

  • 2. A Oracão que Conquista

Que Fazer Diante das Objeções

Desculpas Freqüentes e Como Rebatê-las

  • 3. A Entrega

TESE

Cinco Ensinamentos para Evangelizar

Verificação da Entrega

Após a Escola de Líderes o discípulo deverá,

  • 3. A Acomodacão

dentro de um período de três meses, (seis no

  • 4. A Fonovisita

máximo) apresentar uma tese. Escolherá um

Propósitos

Como Preparar a Ligação

Como Realizar a Ligação

tema simples e prático. Trabalhará sob a

supervisão de um professor.

A CÉLULA

“Dicas Importantes

  • 1. Esteja no dia e horário marcado pontualmente.

  • 2. Esteja bem trajado, limpo e com bom hálito.

  • 3. Seja educado e gentil; nunca entrão (inconveniente); não force nada

  • 4. Não faça nada sozinho; dê oportunidade para o “Timóteo” e que os assistentes compartilhem suas necessidades e testemunhos

  • 5. Reconheça sempre com gratidão ao anfitrião e peça que apresente seus convidados.

  • 6. Fale num tom de voz que todos possam ouvir; nunca fale alto demais e jamais grite! Respeite a casa do anfitrião e seus vizinhos

  • 7. Cante 1 ou 2 cânticos no máximo. Evite os cânticos que falam do diabo, inferno, etc

  • 8. Tenha sempre textos bíblicos específicos separados que falem sobre a importância e a bênção de ofertar e de ser um dizimista. Fale só o suficiente e com segurança incentive-os a ofertar

  • 9. Compartilhe uma curta porção bíblica que fale de fé, milagre, paz, amor, alegria, salvação, vida eterna, perdão divino, etc. e faça um breve comentário (5 a 10 minutos no máximo) e faça uma oração relacionado com o que você pregou

10. Pergunte quem gostaria de fazer um pedido de oração e ore especificamente por cada pedido (divida com

Timóteo e os mais maduros).

11.

Faça a oração do penitente (de entrega) e reconheça os que a fizeram pela primeira vez. Peça que passem à

frente e ore por sua entrega (depois da reunião faça a consolidação).

  • 12. Pode ser cantado um cântico de gratidão e fé para encerrar; deseje: Boa Noite; Graça e Paz

...

Convide-os a

se confraternizar (abraços). Lembre-os de trazerem um novo convidado. Deixe sempre uma cadeira vazia.

Tempo máximo da reunião: 1 hora e ,meia.

TENHA SUCESS0 EM SUA VISITA

  • 1. Faça um diagnóstico:

  • 2. Conheça a situação da família, demonstre interesse pelas suas necessidades emocionais, físicas e materiais.

  • 3. Ensine-lhes a Palavra:

  • 4. Com antecipação ore ao Senhor e peça lhe uma Palavra Rhema para esta família. Exponha esses princípios bíblicos em forma concreta, aplicado às suas necessidades

  • 5. Ore pelos seus pedidos:

  • 6. Ministre cura, motive-os a centrar sua fé no Senhor Jesus.

  • 7. Reforce-lhes a visão:

  • 8. Fale a eles sobre a importância das células e das bênçãos por terem aberto a sua casa. Envolva-os na visão: Modelo dos 12, Encontro e Escola de Líderes.

  • 9. Comprometa-os no processo:

Integre-os em uma célula. Reforce a importância de um Encontro e da Escola de Líderes.

OS 10 MANDAMENTOS DA CÉLULA – Ler Liderança de Sucesso Através dos Doze, pg. 323-336 (Cesar

Castellanos)

  • 1. Ame o Ministério Celular

  • 2. Não se desvie da Visão Celular.

  • 3. Não permita que sua Célula seja infrutífera

  • 4. Tenha uma reunião semanal (seis dias de evangelismo p/ levar os frutos na reunião)

  • 5. A Célula deve restaurar famílias (curar feridas, quebrar maldições).