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Danielle Carlos Campos Carvalho Boynard

AVALIAÇÃO DE APRENDIZAGEM

1-A combustão nada mais é do que uma reação química por meio da qual são estimuladas
novas substâncias aliadas ao calor e a luz (combustão da madeira) ou simplesmente calor
(combustão do metanol, determinado tipo de álcool aplicado como combustível).
Combustível – material que se transformará e alimentará a combustão, a exemplo do
metanol; comburente – componente que vivifica e dá suporte a combustão, como o gás
oxigênio; energia de ativação – fonte energética que promoverá a reação de combustão;
reação em cadeia – efeito combinado entre os três elementos citados anteriormente, o que
dá origem a um ciclo. Como exemplo, pode-se citar a faísca.

2-Eletricidade estática é a definição dada ao excesso de cargas elétricas em um corpo,


estando essas cargas em repouso.

2.1-Intrinsecamente seguro é um método de proteção empregado em atmosferas


potencialmente explosivas. Líquidos que são certificadas como "intrinsecamente
seguros" são desenvolvidas para ser incapazes de liberar energia suficiente, através de
meios térmicos ou elétricos, para causar ignição em materiais inflamáveis (gases ou
partículas de poeira).

2.2-Aumentar a condutividade do líquido ou material sólido.


2.3-A resistência maior provoca um acumulo de cargas, a DDP supera a rigidez dielétrica
do ar e forma uma centelha com energia para ser a fonte de ignição.
3-Resfriamento- É o método mais utilizado. Consiste em diminuir a temperatura do
material combustível que está queimando, diminuindo a liberação de gases ou vapores
inflamáveis.
Abafamento- Consiste em diminuir ou impedir o contato do oxigênio com o material
combustível. Não havendo comburente para reagir com o combustível, não haverá fogo.
Como exceção estão os materiais que tem oxigênio em sua composição e queimam sem
necessidade do oxigênio do ar, como os peróxidos orgânicos e o fósforo branco.
Retirada do material combustível (RMC) - É a forma mais simples de se extinguir um
incêndio. Baseia-se na retirada do material combustível, ainda não atingido, da área da
propagação do fogo, interrompendo a alimentação da combustão. Método também
denominado de RCM, corte ou remoção do suprimento do combustível.
Diluição- O efeito de diluição é obtido quando usamos no combate a combustíveis
solúveis em água, tomando o cuidado para não derramar o combustível do seu
reservatório antes da diluição adequada do mesmo, o que provocaria uma propagação do
incêndio. O efeito de emulsificação é obtido por meio de jato chuveiro ou neblinado de
alta velocidade.
Emulsificação- pode-se obter, por este método, a extinção de incêndios em líquidos
inflamáveis viscosos, pois o efeito de resfriamento que a água proporcionará na superfície
de tais líquidos, impedirá a liberação de seus vapores inflamáveis. Normalmente na
emulsificação gotas de inflamáveis ficam envolvidas individualmente por gotas de água,
dando no caso dos óleos, aspecto leitoso; com alguns líquidos viscosos a emulsificação
apresenta-se na forma de uma espuma que retarda a liberação dos vapores inflamáveis.
4- A radiação térmica, também conhecida como irradiação, é uma forma de transferência
de calor que ocorre por meio de ondas eletromagnéticas. Como essas ondas podem
propagar-se no vácuo, não é necessário que haja contato entre os corpos para haver
transferência de calor. Condução de calor, a energia propaga-se em virtude da agitação
molecular, esse processo é mais eficiente em materiais como os metais, que são bons
condutores de calor. A convecção, que é a forma de transferência de calor comum para
os gases e líquidos.

5- Classe A – São incêndios em materiais sólidos. Dentre eles estão: tecido, papel,
algodão, borracha e madeira. Esse tipo de incêndio tem como característica deixar
resíduos como carvão e cinza. Incêndios classe A devem ser combatidos com extintores
à base de H20, que tem capacidade de resfriar o ambiente, ou espuma.

Classe B – Assim são classificados os incêndios em líquidos, gases inflamáveis ou sólidos


que se liquefazem. São exemplos materiais como gasolina, óleo, querosene, parafina,
tintas, graxas, GLP. Em incêndios causados por esse tipo de produto não se pode utilizar
extintores à base de água. O recomendado é aplicar os extintores de pó químico e gás
carbônico. Se o incêndio não for tridimensional, ou seja, líquido sob pressão, gás ou
derramamento em gravidade, pode-se utilizar também o extintor de espuma mecânica.

Classe C – São incêndios em equipamentos elétricos energizados. É o caso de máquinas


elétricas, transformadores, geradores, motores, computadores, quadros de força e cabos.
Para combate a esse tipo de incêndio, o ideal é o uso de extintores de pó químico ou gases.

Classe D – É classificação dada a metais pirofóricos como selênio, magnésio, sódio,


zinco, titânio, urânio, lítio, potássio, antimônio e zircônio. O combate ao fogo deve ser
feito com extintores com pó químico especial, adequado para cada tipo de metal.

Classe K – São assim classificados os incêndios em óleo e gordura em cozinhas.


Geralmente ocorrem em equipamentos como fritadeiras, grelhas, assadeiras e frigideiras.
O combate mais indicado é com extintores à base de solução especial de Acetato de
Potássio diluída em água.

6- O ponto de fulgor (PF) é a referência principal para caracterizar um determinado


líquido como inflamável ou combustível. O LII é a concentração mínima de vapor que,
misturado ao ar atmosférico, é capaz de provocar a combustão da substância, a partir do
contato com uma fonte de ignição.

7-Água: extingue o fogo por arrefecimento e pode ser utilizada na forma de jacto ou
pulverização. O sistema de jacto de água deve ser utilizado apenas para fogos da classe
"A". A água pulverizada pode ser utilizada em fogos da classe "A" e em fogos da classe
"B", quando se trate de líquidos combustíveis dos chamados pesados, tais como fuelóleo,
gasóleo, etc).
Dióxido de Carbono ("neve carbónica" ou CO2): trata-se de um gás inerte, por isso é
utilizado como elemento de abafamento nos incêndios. É eficaz para fogos produzidos
por líquidos inflamáveis e nos fogos eléctricos, porque não é condutor de eletricidade e
não deixa resíduos.
Pó seco: geralmente é um composto químico à base de bicarbonato de soda e um agente
hidrófugo. Age por abafamento e paralisação da reação em cadeia. Atualmente são
utilizados principalmente dois tipos de pó seco; o pó seco químico normal e o pó
polivalente, ou anti-brasa. Este último refresca muito mais o combustível, sendo mais
efetivo do que o pó normal para fogos do tipo "A". Além disso, existe uma série de
formulações de pó seco especiais para combustíveis do tipo "D". O pó seco normal é
efetivo em fogos da classe "B", "C" e em fogos com presença de tensão eléctrica. Pode
ser utilizado naqueles de classe "A", mas seguidamente será preciso utilizar água para
evitar o reacendimento das chamas.
Espuma química: formada pela mistura de uma solução ácida com outra básica. Quando
misturadas intimamente, ambas soluções reagem, produzindo dióxido de carbono (CO2),
com o consequente aumento da pressão com que a espuma extintora é lançada.Este tipo
de espuma tem o inconveniente de atacar os metais, ser condutora de eletricidade e
dissolver-se nos álcoois, pelo que, atualmente não se utiliza.
Espuma física: é uma massa de bolhas interligadas entre si por um estabilizador, que se
aplica na forma de manta sobre os líquidos em combustão, impedindo ou apagando o fogo
por abafamento. Esta espuma dissolve-se nos hidrocarbonetos solúveis em água, como os
álcoois, acetona, etc. Pelo que não pode ser utilizada em fogos deste tipo.Nunca deve ser
utilizada conjuntamente com água, já que esta rompe a manta de espuma. É eficaz para
combater fogos da classe "B", com as limitações acima descritas, e nos fogos da classe
"A", deixando a manta formada permanecer bastante tempo. Pelos inconvenientes que
apresenta, a espuma física é cada vez menos utilizada.
Substitutos dos halons: são agentes extintores que atuam na extinção de fogos como
paralisadores da reação em cadeia. Estes compostos são muito eficazes contra fogos
eléctricos e aceitáveis para fogos da classe "A" e "B".

8-A espuma formada com LGE polivalente, em contato com líquidos polares, e produz
uma camada polimérica sobre a qual a espuma pode fluir sem ser destruída. O controle
de qualidade do LGE é feito por testes que são realizados anualmente ou na frequência
estabelecida pelo fabricante para verificar os parâmetros físico-químicos e o desempenho
na extinção de chamas.

9- Extintor de pó químico seco- o agente extintor pode ser o bicarbonato de sódio ou de


potássio que recebem um tratamento para torná-los em absorvente de umidade. O agente
propulsor pode ser o gás carbônico ou nitrogênio. O agente extintor forma uma nuvem de
pó sobre a chama que visa a exclusão do oxigênio; posteriormente são acrescidos à
nuvem, gás carbônico e o vapor de água devido a queima do pó.

10- Um kg de CO2 líquido, a 0º C e a pressão atmosférica, libera em torno de 500 ℓ de


gás. Quando lançado sobre um material em combustão, envolve-o e reduz o oxigênio a
uma concentração que não mantém a combustão, porém em uma área ventilada será difícil
o controle da quantidade de oxigênio.

11- Extinção de incêndio em todos os líquidos e gases (Classe B) e também em B


equipamentos elétricos energizados (Classe C). Possui eficiência para a extinção de
chamas em óleos e gorduras, pois em contato com esses produtos forma um tipo de sabão
(saponificação) sobre a superfície, minimizando a possibilidade de reignição. Não é
eficiente para a extinção de chamas em combustíveis sólidos (Classe A).

12- Extintor de espuma mecânica, pó químico ou gás carbônico. Formada pela mistura da
água, do Líquido Gerador de Espuma (LGE) e do ar. Deve possuir baixa densidade para
flutuar sobre os líquidos. Para tal, a solução da água com o LGE deve incorporar grande
quantidade de ar para formar a espuma, possibilitando a formação de um “colchão” sobre
a superfície do líquido, isolando-o do ar e impedindo a passagem dos vapores por algum
tempo após a sua aplicação. A principal ação extintora é o abafamento. Devido à liberação
da solução, atua também resfriando o recipiente que contém o líquido em chamas, por
isso a espuma não é apropriada para incêndios em gases.