Você está na página 1de 16

1a Lista de Exercı́cios de MAT3458

Escola Politécnica – 2o semestre de 2018



1. Para que valores de t ∈ R a função definida por (x1 , x2 ), (y1 , y2 ) = x1 y1 + tx2 y2 é um produto interno em
R2 ?
2. Para cada par de vetores u = (x1 , x2 ) e v = (y1 , y2 ) de R2 , defina

hu, vi = 2x1 y1 − x1 y2 − x2 y1 + 2x2 y2 .

Prove que h·, ·i é um produto interno em R2 . Ache todos os vetores de R2 que são ortogonais ao vetor (1, 0).
Calcule k(1, 0)k.
3. Determine λ ∈ R para que os polinômios p = x2 − 1 e q = λx − 2 sejam ortogonais com respeito aos
seguintes produtos internos em P2 (R):
R1
a. hp, qi = −1 p(x)q(x) dx;
b. hp, qi = p(−1)q(−1) + p(0)q(0) + p(1)q(1) + p(2)q(2).
4. Seja E um espaço vetorial real de dimensão finita n
(a) Suponha que h , i é um produto interno definido em E. Seja B = (u1 , u2 , . . . , un ) uma base de E. Forme
a matriz
A = (aij ), onde aij = hui , vj i.
Mostre que
i. A é uma matriz simétrica, ou seja, A = At .
ii. Para todo x = (x1 , . . . , xn ) ∈ Rn , tem-se xAxt > 0.
iii. Dados u, v ∈ E quaisquer, onde u = (u1 , . . . , un )B e v = (v1 , . . . , vn )B , temos que
 
v1
 .. 
hu, vi = (u1 , . . . , un )A  .  .
vn

(b) Reciprocamente, seja A uma matriz de tamanho n × n satisfazendo i. e ii. em (a). Seja B uma base de
E. Mostre que iii. em (a) fornece um produto interno em E.
5. Seja V um espaço vetorial real munido de um produto interno e sejam u, v ∈ V . Considere as seguintes
relações envolvendo o produto interno e a norma em V :

(A) kuk = kvk; (I) hu, vi = kukkvk;


(B) ku + vk2 = kuk2 + kvk2 ; (II) hu + v, u − vi = 0;
(C) ku + vk = kuk + kvk; (III) hu, vi = 0.

Assinale a alternativa contendo equivalências corretas:


(a) (A) ⇐⇒ (III), (B) ⇐⇒ (II), (C) ⇐⇒ (I).
(b) (A) ⇐⇒ (II), (B) ⇐⇒ (I), (C) ⇐⇒ (III).
(c) (A) ⇐⇒ (I), (B) ⇐⇒ (III), (C) ⇐⇒ (II).
(d) (A) ⇐⇒ (II), (B) ⇐⇒ (III), (C) ⇐⇒ (I).
(e) (A) ⇐⇒ (I), (B) ⇐⇒ (II), (C) ⇐⇒ (III).
Rb
6. No espaço P (R) dos polinômios, mostre que, se a, b ∈ R e a < b, então hp, qi = a p(t)q(t)dt é um produto
interno. Verifique por que não é um produto interno em C(R) (espaço das funções contı́nuas de R em R)
embora o seja em C([a, b]). Observe também que, mudando os valores de a e b, obtemos um produto interno
diferente no mesmo espaço P (R).
7. Seja V um espaço vetorial com produto interno h·, ·i. Considere as seguintes afirmações:
(I) Dados v, w ∈ V , v e w são ortogonais se, e somente se, kv + wk = kv − wk.
(II) hv, wi = 14 (kv + wk2 − kv − wk2 ) para todo v, w ∈ V .
(Isso implica que se dois produtos internos em V têm as mesmas funções norma então eles são iguais).
(III) Se V = [v1 , v2 , . . . , vn ] e hv, vi i = hw, vi i para todo i, então v = w.
Assinale a alternativa correta:
a. As três afirmações são falsas.
b. As três afirmações são verdadeiras.
c. Apenas as afirmações (I) e (II) são verdadeiras.
d. Apenas as afirmações (I) e (III) são verdadeiras.
e. Apenas as afirmações (II) e (III) são verdadeiras.
8. Seja V um espaço vetorial de dimensão finita n, com produto interno h , i. Suponhamos que exista um
subconjunto E = {v1 , . . . , vn } com a seguinte propriedade:
Para todo v ∈ V , se hv, vi i = 0 para todo i, com 1 ≤ i ≤ n, então v = 0.
Nestas condições, podemos afirmar:
a. E é uma base ortogonal de V .
b. E gera V mas pode não ser l.i.
c. E é uma base de V .
d. E pode ser l.d.
e. E nunca é base de V .
9. Sejam p e q dois polinômios de grau ≤ 11111. Mostre que dados 12173 números reais diferentes quaisquer
{ci }12173
i=1 tem-se:
12173
!2 12173
! 12173 !
X X X
2 2
p(ci )q(ci ) ≤ p(ci ) q(ci )
i=1 i=1 i=1

10. Sejam f e g as seguintes funções definidas no intervalo [25π, 50π]:


200 350
et +233 esen(t )
f (t) = , g(t) = t
 .
sen(t300 ) + 33 ln | cos 200 |

Mostre que
Z 50π 2 Z 50π  Z 50π 
2 2
f (t)g(t)dt ≤ f (t) dt g(t) dt .
25π 25π 25π

11. Use a desigualdade de Cauchy-Schwarz no espaço vetorial R3 munido com o produto interno usual para
mostrar que, dados os números reais estritamente positivos a1 , a2 , a3 , vale a desigualdade:
 
1 1 1
(a1 + a2 + a3 ) + + ≥ 9.
a1 a2 a3

12. Sejam f (x) e g(x) funções contı́nuas em [0, 1]. Prove:


Z 1  2  12 Z 1  21 Z 1  21
2 2
f (t) + g(t) dt ≤ f (t) dt + g(t) dt .
0 0 0

13. Seja E um espaço vetorial munido com um produto interno h·, ·i. Mostre que ku + vk ≤ kuk + kvk + kwk
para quaisquer vetores u, v, w de E.
14. Seja E um espaço vetorial com produto interno h·, ·i. Considere as seguintes afirmações:
(I) se B = {e1 , . . . , en } é uma base de E então:

x = hx, e1 ie1 + · · · + hx, en ien ,

para todo x ∈ E;
(II) se u, v ∈ E são l.i. e se w = v − proju v então w é ortogonal a u se e somente se kuk = 1;
(III) se {u, v, w} ⊂ E é l.i. e se z = w − proju w − projv w então z é ortogonal a u e a v.
Assinale a alternativa correta:
a. apenas as afirmações (I) e (II) são verdadeiras.
b. apenas as afirmações (II) e (III) são verdadeiras.
c. apenas a afirmação (III) é verdadeira.
d. apenas as afirmações (I) e (III) são verdadeiras.
e. nenhuma das afirmações é verdadeira.
15. Em V = M2 (R) com o produto interno dado por hA, Bi = tr B t A, considere o subespaço W = {X ∈ M2 (R) |
X t = −X}. Nestas condições a dimensão de W ⊥ é:
a. 4.
b. 3.
c. 0.
d. 1.
e. 2.
16. Encontre uma base ortonormal para P2 (R), com respeito ao produto interno hp, qi = p(−1)q(−1)+p(0)q(0)+
p(1)q(1) + p(2)q(2).
17. Encontre uma base ortonormal (com respeito ao produto interno canônico) para o subespaço U de R4 gerado
pelos vetores v1 = (1, 1, 1, 1), v2 = (1, 1, 2, 4) e v3 = (1, 2, −4, −3).
R1
18. Considere em P (R) o produto interno definido por hp, qi = 0 p(x)q(x) dx.
a. Aplique o algoritmo de Gram-Schmidt ao conjunto {1, x, x2 } e obtenha um conjunto ortogonal com
coeficientes inteiros.
b. Encontre uma base ortonormal para o subespaço gerado por {1, x, x2 }.
19. Em P3 (R), considere o produto interno

hp, qi = p(−1)q(−1) + p(0)q(0) + p(1)q(1) + p(2)q(2).

Se aplicamos o algoritmo de Gram-Schmidt à base {x − 1, x − 2} de um subespaço U de P3 (R) obtemos a


base ortogonal
a. {x − 1, − 31 x − 23 }.
b. {x − 1, − 23 x − 43 }.
c. {x − 1, −x − 2}.
d. {x − 1, x + 2}.
e. {x − 1, 23 x + 43 }.
20. Em P3 (R) considere o produto interno:

hp, qi = p(−1)q(−1) + p(0)q(0) + p(1)q(1) + p(2)q(2).

Calcule projP1 (R) x3 . Esboce no mesmo plano cartesiano os gráficos dos polinômios x3 e projP1 (R) x3 . Inter-
prete o resultado.
 R 2π
21. Em C [0, 2π] munido do produto interno hf, gi = 0 f (x)g(x) dx considere o subespaço S = [1, sen x, cos x].
Calcule projS (x − 2).
R2
22. Considere o espaço vetorial C([0, 2]) com o produto interno hf, gi = 0 f (t)g(t)dt. Seja U o subespaço [1, t].
Assinale a alternativa correta
e2 −1
a. projU (et ) = 2 + 3t.
2
e −15
b. projU (et ) = 2 + 7t.
2
e −1
c. projU (et ) = 2 + 7t.
2
e −1
d. projU (et ) = 2 + 5t.
e2 −7
e. projU (et ) = 2 + 3t.

23. Sejam a, b ∈ R tais que a expressão:


Z π
2  2
cos x − (ax + b) dx
−π
2

assume o seu valor mı́nimo. Assinale a alternativa correta:


2
a. a = 0 e b = π.
b. a = b = 0.
2
c. a = π e b = 0.
d. a = 0 e b = π.
e. a = π e b = 0.
24. Determine o polinômio de grau menor ou igual a 2 que está mais próximo da função f (x) = ex no
intervalo [0, 1] considerando em C [0, 1] o produto interno usual, ou seja, o produto interno dado por
R1
hf, gi = 0 f (x)g(x) dx.

25. No espaço vetorial M2 (R) considere o produto interno:


   
a11 a12 b b
hA, Bi = , 11 12 = a11 b11 + a12 b12 + a21 b21 + a22 b22 .
a21 a22 b21 b22

a. Prove que hA, Bi = tr(B t A), onde X t denota a transposta de uma matriz X e tr(X) denota o traço de
uma matriz quadrada X (isto é, a soma dos elementos de sua diagonal principal).
b. Se W = xz wy : x + y − z = 0 , determine uma base ortonormal para W .
 

c. Se W é como em (b), determine o vetor de W que está mais próximo de A = 00 11 .

26. Seja V = C([−π, π]) com o produto interno dado por


Z π
hf, gi = f (t)g(t)dt.
−π

No subespaço W = [1, sen t, cos t] e lembrando que o conjunto {1, sen t, cos t} é ortogonal, o vetor mais
próximo de t é:

a. 2 sen t.
b. 2 cos t.
1 sen
√ t cos
√ t.
c. 2 + π
+ π

d. √1 − sen √ t + cos
√ t.
2π π π
2√
cos t
e. π
.
27. Seja V um espaço vetorial munido de um produto interno h·, ·i, S um subespaço de V e u, v ∈ V tais que
v ∈ S ⊥ e u − v ∈ S. Pode-se afirmar que:
a. hu, vi = 0.
b. u ∈ S⊥.
c. u = 0.
d. hu, vi = kvk2 .
e. hu, vi = kuk.
28. Considere R4 com o produto interno usual. Seja
U = {(x, y, z, w) ∈ R4 | −x + y = 0 e − 2x + z + 3w = 0}.
Assinale a alternativa correta.
a. U⊥ = [(−2, 0, 1, 3), (−1, 1, 0, 0)].
b. U⊥ = [(−2, 0, 1, 3)].
c. U⊥ = [(−1, 1, 0, 0)].
d. U⊥ = [(1, 1, 0, 0), (2, 0, 2, 3)].
e. U⊥ = [(−2, 0, 1, 3), (1, 1, 3, 2)].
29. Considere em R4 o produto interno canônico e seja
S = (x, y, z, w) ∈ R4 : x − 2y + z + w = 0 .


(a) Determine uma base ortonormal de S.


(b) Dado v ∈ R4 , encontre vetores v1 ∈ S e v2 ∈ S ⊥ tais que v = v1 + v2 .
R1
30. Considere em P3 (R) o produto interno dado por hp, qi = 0 p(x)q(x) dx. Seja

S = p ∈ P3 (R) : p(1) = 0 .
(a) Determine uma base ortonormal de S.
(b) Dado p ∈ P3 (R) encontre vetores p1 ∈ S e p2 ∈ S ⊥ tais que p = p1 + p2 .
31. Sejam E um espaço vetorial de dimensão finita munido de um produto interno, S um subespaço de E, B
um subconjunto de S e C um subconjunto de S ⊥ . Assinale a alternativa contendo uma afirmação FALSA:
a. se B é uma base de S e C é uma base de S ⊥ então B ∪ C é uma base de E.
b. B ∩ C ⊂ {0}.
c. se B e C são linearmente independentes então B ∪ C é linearmente independente.
d. se B é uma base de S e C é uma base de S ⊥ então B ∪ C gera E, mas pode não ser linearmente
independente.
e. se B gera S e C gera S ⊥ então B ∪ C gera E.
32. Sejam S e T subespaços de um espaço vetorial E com produto interno. Considere as afirmações:

(I) (S + T ) ⊂ S ⊥ ∩ T ⊥ ;

(II) Se E tem dimensão finita, então dim (S ⊥ ) = dim S;

(III) S ⊥ + T ⊥ ⊂ (S ∩ T ) .
Podemos afirmar que:
a. As afirmações (I) e (III) são verdadeiras somente no caso em que E tem dimensão finita.
b. As três afirmações são falsas.
c. Apenas as afirmações (I) e (III) são verdadeiras.
d. Apenas as afirmações (II) e (III) são verdadeiras.
e. As três afirmações são verdadeiras.
33. Seja V um espaço vetorial com produto interno h , i. Seja U um subespaço de dimensão finita de V e
{u1 , . . . , un } uma base de U . Seja x um elemento de V .
Considere as afirmações:
(I) Existem únicos u ∈ U e v ∈ U ⊥ tais que x = u + v.
(II) O elemento de U mais próximo de x é

hx, u1 i hx, un i
w= u1 + · · · + un .
ku1 k2 kun k2

(III) Se U 0 é um subespaço de V tal que V = U ⊕ U 0 , então U 0 = U ⊥ .


Assinale a alternativa correta:
a. As três afirmações são verdadeiras.
b. Apenas (II) e (III) são verdadeiras.
c. Apenas (I) e (II) são verdadeiras.
d. Apenas (I) é verdadeira.
e. Apenas (III) é verdadeira.
34. Em cada um dos itens abaixo, verifique se a transformação T dada é linear:
a. T : C(R) → R definida por T (f ) = f (a), para toda f em C(R), onde a é um número real fixado.
b. T : C ∞ (R) → C ∞ (R) definida por T (f ) = f 0 , para toda f em C ∞ (R).
c. T : C ∞ (R) → C ∞ (R) definida por T (f ) = af 00 + bf 0 + cf , para toda f em C ∞ (R), onde a, b e c são
números reais fixados.
Rx
d. T : C(R) → C(R) definida por T (f )(x) = a f (t) dt, para toda f em C ∞ (R) e todo x ∈ R, onde a ∈ R é
um número real fixado.
35. Ache uma transformação linear T : P2 (R) → P4 (R) tal que T (1) = x4 , T (x + x2 ) = 1 e T (x − x2 ) = x + x3 .
Determine T (a + bx + cx2 ).
36. Seja V um espaço vetorial e T : V → V uma tranformação linear. Sejam v, w ∈ V . Ache T (3v + w) e T (w)
em termos de v e w, sabendo que T (v − w) = 2v − w e T (2w − v) = v + w.
37. Recorde que o traço de uma matriz quadrada A é a soma de todos os elementos de sua diagonal principal,
isto é, se A = (aij )n×n , então tr(A) = a11 + a22 + · · · + ann .
a. Mostre que a função tr : Mn (R) → R é linear.
b. Mostre que dim ker(T ) = n2 − 1.
c. Mostre que tr A = tr At , onde At denota a transposta da matriz A.
38. Sejam E um espaço vetorial de dimensão finita com produto interno e S ⊂ E um subespaço de E. Seja
T : E → E a transformação definida por T (u) = projS u, para todo u ∈ E. Considere as afirmações:
(I) ker(T ) = S ⊥ e im(T ) = S;
hu,v1 i hu,vk i
(II) Se {v1 , . . . , vk } é uma base de S e u ∈ E, então T (u) = kv1 k2 v1 + ··· + kvk k2 vk ;
(III) T (u) = u se, e somente se, u ∈ S.
Podemos afirmar que:
a. Apenas as afirmações (I) e (III) são falsas.
b. Todas as afirmações são verdadeiras.
c. Apenas as afirmações (II) e (III) são falsas.
d. Apenas a afirmação (II) é falsa.
e. Apenas as afirmações (I) e (II) são falsas.
39. Seja T : Mn (R) → Mn (R) definida por T (M ) = AM − M A, onde A ∈ Mn (R) é uma matriz fixada. Mostre
que T é linear e determine seu núcleo. A matriz identidade pertence à imagem de T ?

40. Ache uma transformação linear T : P3 (R) → M3 (R) tal que im(T ) seja gerada pelos vetores
     
1 0 1 2 1 4 0 6 2
0 1 1 , 3 5 −2 , 1 0 0  .
2 0 1 0 −1 −3 0 0 −1

Ache uma base para im(T ) e uma base para ker(T ).


41. Sejam a, b, c ∈ R e T : M4×1 (R) → M4×1 (R) a transformação linear definida por T (X) = AX, X ∈ M4×1 (R),
onde:  
0 1 −1 a
 b 0 2b 0
A= 0 c −1 1 .

1 1 2 1
Pode-se afirmar que:
a. T não é injetora.
b. se a = 1, b 6= 0 e c 6= 1 então T é injetora.
c. T é bijetora se e somente se a = 1, b 6= 0 e c 6= 1.
d. T não é sobrejetora.
e. se a 6= 1, b 6= 0 e a + c 6= 2 então T não é bijetora.

42. Seja T : P2 (R) → R3 uma transformação linear tal que

T (1) = (1, 2, 1), T (1 + x) = (1, a, b), T (1 + x + x2 ) = (1, 1, 2).

Os valores reais de a e b para os quais T não é injetora são:

a. Sempre que a + b 6= 3.
b. Sempre que a + b = 5.
c. Sempre que a + b = 3.
d. Sempre que a + b 6= 5.
e. T é injetora para todos os valores de a e b.

43. Verdadeiro ou falso? Justifique suas respostas.


a. T : R → R definida por T (x) = x2 é linear.
b. T : R → R definida por T (x) = |x| é linear.
c. T : Pn (R) → R definida por T (a0 + a1 x + · · · + an xn ) = an é linear.
d. Qualquer matriz real 5 × 6 define uma transformação linear de R6 em R5 .
e. Se T : V → W é uma transformação linear, dim(V ) = 6, dim(W ) = 4 e dim ker(T ) = 2, então T é
sobrejetora.
f. Se T : V → W é uma transformação linear e im(T ) = {0}, então T (x) = 0, para todo x ∈ V .
g. Se T : V → W é uma transformação linear e dim(V ) ≤ dim(W ), então T é injetora.
h. Se T : V → W é uma transformação linear injetora, então dim(V ) ≤ dim(W ).

44. Determine
 um operador linear
T : R2 → R2 cujo núcleo seja a reta (x, y) ∈ R2 : y = x e cuja imagem seja
a reta (x, y) ∈ R2 : y = 2x .
45. Determine um operador linear T : R2 → R2 que tenha como núcleo e como imagem a reta [(1, 0)].
46. Determine um operador linear T : R4 → R4 tal que ker(T ) = im(T ).
Rx
47. Considere o operador linear T : C(R) → C(R) definido por T (f ) = ϕ, onde ϕ(x) = 0
f (t) dt, para todo
x ∈ R. Determine o núcleo e a imagem desse operador.
48. Verdadeiro ou falso? Justifique suas respostas.
a. Existe uma transformação linear inversı́vel T : P3 (R) → M2 (R).
b. Se T : P3 (R) → P3 (R) é definida por T (p) = p0 , então T é sobrejetora.
c. Existe uma transformação linear injetora T : R3 → M2 (R).
d. Se V é um espaço vetorial de dimensão finita e T : V → V é um operador linear, então T é sobrejetor se,
e somente se, ker(T ) = {0}.
e. Existe um operador linear T : R3 → R3 tal que R3 = ker(T ) ⊕ im(T ).
49. Seja W um espaço vetorial com produto interno h·, ·i. Dados um espaço vetorial V e uma transformação
linear T : V → W defina
h v1 , v2 i = hT (v1 ), T (v2 )i para todos v1 , v2 ∈ V.
Mostre que h ·, ·ii é um produto interno em V se, e somente se, T é injetora.
50. Considere o espaço vetorial P5 (R) com o produto interno
Z 33333
hp, qi = p(t)q(t)dt.
0

Seja U = [1 + x, x2 ].
Assinale a alternativa contendo uma afirmação FALSA.
a. Existe uma transformação linear injetora T : U ⊥ → R5 .
b. A transformação linear P5 (R) → U, v 7→ projU (v), é sobrejetora.
c. A transformação linear P5 (R) → U ⊥ , v 7→ projU ⊥ (v), é sobrejetora.
d. Se L : P5 (R) → R5 é uma transformação linear, então dim ker L ≥ 1.
e. Existe uma transformação linear sobrejetora T : U ⊥ → R5 .
51. Seja V um espaço vetorial de dimensão finita, com produto interno h , i. Seja T : V → V linear, com a
seguinte propriedade:
Para todo x, y ∈ V , hT (x), T (y)i = hx, yi. Podemos então afirmar que

a. T é invertı́vel.
b. T é injetora, mas pode não ser sobrejetora.
c. T é a aplicação identidade.
d. T pode não ser nem injetora nem sobrejetora.
e. T pode ser sobrejetora, mas não injetora.

52. Sejam U e V espaços vetoriais de dimensão finita. Decida se cada uma das afirmações abaixo é verdadeira
ou falsa. Justifique suas respostas.
a. Uma transformação linear T : U → V é sobrejetora se, e somente se,
dim ker(T ) = dim(U ) − dim(V ).

b. Dada uma transformação linear T : U → V e um vetor v ∈ V então o conjunto G = x ∈ U : T (x) = v
é um subespaço de U .
c. O núcleo de uma transformação linear T : R5 → R3 tem dimensão maior ou igual a 3.
d. Se uma transformação linear T : Rm → Rn for injetora, então dim im(T ) = m.
e. Se T : Rm → Rn for uma transformação linear sobrejetora, então dim ker(T ) = m − n.
53. Use o Teorema da Dimensão para provar que um sistema linear homogêneo que tem mais incógnitas do que
equações tem que ter uma solução não trivial.
54. Mostre que toda matriz A em Mn (R) é da forma A = B t − 3B para uma única B em Mn (R). (Sugestão:
Considere a função T : Mn (R) → Mn (R) definida por T (B) = B t − 3B).
55. Seja a um número real. Considere o subespaço W = {p(x) ∈ Pn (R) | p(a) = 0} de Pn (R). Prove que
{x − a, (x − a)2 , . . . , (x − a)n } é uma base de W . (Sugestão: Considere a função avaliação Aa : Pn (R) → R,
Aa (p(x)) = p(a). )
56. Sejam V um espaço vetorial de dimensão finita e T : V → V um operador linear. Prove que V = ker(T ) ⊕
im(T ) se, e somente se, ker(T ) ∩ im(T ) = {0}.
57. Seja T : V → W uma transformação linear entre os espaços vetoriais V e W . Seja B = {v1 , . . . , vn } um
conjunto de vetores de V , e considere o conjunto C = {T (v1 ), . . . , T (vn )} de vetores de W .
a. Se C é l.i., mostre que B é l.i.
b. Se ker T = 0 e B é l.i., mostre que C é l.i.
c. Se W = [C], mostre que im T = W .
d. Se V = [B], mostre que im T = [C].
58. Sejam E um espaço vetorial de dimensão 2 e T : E → E um operador linear não nulo tal que T ◦ T = 0.
Considere as afirmações:

(I) im(T ) = ker(T ); (II) dim im(T ) = 2; (III) dim ker(T ) = 1.

Podemos afirmar que:


a. Apenas as afirmações (I) e (II) são verdadeiras.
b. Apenas a afirmação (II) é falsa.
c. Apenas a afirmação (III) é falsa.
d. Todas as afirmações são falsas.
e. Todas as afirmações são verdadeiras.
59. Seja W o subespaço vetorial de R3 definido por W = {(x, y, z) ∈ R3 | x + y + z = 0}.
Assinale a alternativa correta

a. Existe uma única transformação linear T : R3 → R3 tal que ker T = W e im T = [(1, 1, −1)].
b. Existem infinitas transformações lineares T : R3 → R3 tais que ker T = W e im T = [(1, 1, −1)].
c. Existe uma única transformação linear T : R3 → R3 tal que ker T = W e im T = [(1, 1, −1), (0, 0, 1)].
d. Existem infinitas transformações lineares T : R3 → R3 tal que ker T = W , im T = [(1, 1, −1), (0, 0, 1)].
e. Existem infinitas transformações lineares T : R3 → R3 tais que ker T = W , im T = [(1, 1, −1)] e
T (1, 1, 0) = (2, 2, −2).

60. Seja U um espaço vetorial de dimensão 200. Seja T : U → U uma transformação linear.
Considere as seguintes afirmações.
(I) Existe T tal que 20 dim(ker T ) + 30 dim(im T ) = 3500.
(II) Se dim(im T ) = 150, então im T não está contida em ker T .
(III) Se dim(ker T ) = 185, então im T está contida em ker T .
Assinale a alternativa correta.
a. Apenas (I) e (II) são verdadeiras.
b. Apenas (II) é verdadeira.
c. Apenas (I) e (III) são verdadeiras.
d. As três afirmações são verdadeiras.
e. Apenas (I) é verdadeira.
61. Sejam V um espaço vetorial de dimensão finita e T : V → V um operador linear tal que T e T 2 tenham o
mesmo posto. (Recorde que o posto de uma transformação linear é a dimensão de sua imagem.) Prove que
ker(T ) ∩ im(T ) = {0}. Vale a recı́proca?

62. Verdadeiro ou falso? Justifique suas respostas.


a. Existe uma transformação linear T : P3 (R) → M2 (R) cuja matriz em relação às bases canônicas é a
matriz identidade.
b. Se T : P8 (R) → P8 (R) é definida por T (p) = p0 , então existe uma base de P8 (R) tal que a matriz de T
em relação a esta base é inversı́vel.
c. Se T : R3 → M2 (R) é uma transformação linear injetora então para qualquer base de R3 a matriz de T
em relação a esta base é inversı́vel.
d. Se V é um espaço vetorial de dimensão finita e T : V → V é um operador linear, então T é sobrejetor se,
e somente se, existe uma base de V tal que a matriz de T em relação a esta base é inversı́vel.

63. Determine
 a matriz
do operador derivação D : P4 (R) → P4 (R) definido por D(p) = p0 , relativamente à base
2 3 4
1, x, x , x , x de P4 (R).
64. Considere os subespaços vetoriais U e V de C ∞ (R) cujas bases são respectivamente B = {cos x, sen x} e C =
{ex cos x, ex sen x, e2x cos x, e2x sen x}. Determine as matrizes dos operadores de derivação f ∈ U 7→ f 0 ∈ U
e f ∈ V 7→ f 0 ∈ V com respeito às bases B e C, respectivamente.

65. Qual é a matriz, relativamente à base canônica, do operador T : R2 → R2 tal que T (2, 3) = (2, 3) e
T (−3, 2) = (0, 0)?
 
1 0
66. Seja T : R2 → R2 o operador linear cuja matriz em relação à base B = {(−1, 1), (0, 1)} é: [T ]B = .
−3 1
Considere as seguintes afirmações:

(I) T (x, y) = (x, 3x + y), para todos x, y ∈ R;


 
(II) a imagem
pela transformação T da parábola (x, y) ∈ R2 : y = x2 é a parábola (x, y) ∈ R2 : y =
x2 − 2x ;
(III) o vetor (2, 3) pertence à imagem de T .
Assinale a alternativa correta:
a. apenas as afirmações (I) e (III) são verdadeiras;
b. apenas a afirmação (I) é verdadeira;
c. todas as afirmações são verdadeiras;
d. apenas as afirmações (II) e (III) são verdadeiras;
e. todas as afirmações são falsas.
67. Sejam B = {(−1, 2), (1, −1)} e C = {(1, 2, 1), (2, 1, 0), (−1, 0, 1)} bases de R2 e R3 , respectivamente. Consi-
dere T : R2 −→ R3 a transformação linear cuja matriz em relação às bases B e C é:
 
1 0
 −3 2 
2 1

Calcule T (1, 2), em relação à base canônica.

a. (−9, 5, 13)
b. (1, 1, 4)
c. (−7, −1, 3)
d. (3, −1, 10)
e. (1, −1, 3)
68. Seja T : P2 (R) −→ R3 definido como T (p(x)) = (p(0), p0 (1), p00 (2)). Seja B uma base de P2 (R) tal que a
matriz da transformação linear T em relação à base B e à base canônica de R3 é:
 
1 2 0
 1 0 1 
0 0 2

A soma dos polinômios em B é:

a. 2x2 − 3
b. x2 − 2x + 2
c. x2 + 3
d. −x2 + 2x + 2
e. 2x2 − 2x + 3

69. Seja T : P3 (R) −→ P2 (R) uma transformação linear cuja matriz em relação às bases {1, x + 1, x2 + x, x3 − 1}
e {2, x − 1, x2 + 1} é:
 
1 −1 0 0
 0 1 1 −1 
−1 1 2 1

O núcleo de T é gerado por:

a. 3x3 + 3x2 − x + 2
b. 2x3 − 3x2 + 2x + 2
c. 3x3 + x2 − 2x + 1
d. 3x3 + 2x2 − x + 1
e. 2x3 − x2 + 2x + 4

70. Seja T : R3 → R3 um operador linear. Sejam B e C duas bases de R3 :

B = {(1, 0, 0), (1, 1, 0), (1, 1, 1)}, C = {(1, 1, 1), (0, 1, 1), (0, 0, 1)}.

Suponha que  
1 1 0
[T ]BC = 0 −1 −1  .
−1 0 1
Escolha a alternativa correta.

a. T (x, y, z) = (x − z, x − y, −y + z);
b. T (x, y, z) = (x − y, 0, x + y);
c. T (x, y, z) = (x − z, x − y − z, 0);
d. T (x, y, z) = (0, x + y, x − z);
e. T (x, y, z) = (x + 2z, y + 2z, 3x − z).
71. Sejam U um espaço vetorial de dimensõ finita e T : U → U um operador linear. Considere as seguintes
afirmações:
(I) T é sobrejetor se, e somente se, para toda base B de U , o determinante da matriz [T ]B é diferente de
zero.
(II) Se T não for injetor, existe uma base B de U tal que [T ]BC contém uma coluna de zeros para qualquer
base C de U .
(III) Se D = {e1 , e2 , e3 } e E = {e2 , e3 , e1 } são bases de U tais que
 
2 0 0
[T ]DE =  1 5 0  , então T 3 = 0.
0 0 0

Escolha a alternativa correta:

a. Apenas (I) e (II) são corretas;


b. Apenas (II) e (III) são corretas;
c. Apenas (I) é correta;
d. As três afirmações são corretas;
e. Nenhuma das afirmações é correta.
 
1 1 1
72. Considere o subespaço S de R3 gerado pelas colunas da matriz 1 2 3. Obtenha números reais a, b, c
2 3 4
de modo que
S = (x, y, z) ∈ R3 : ax + by + cz

=0 .

73. Considere as transformações lineares T : Rn+1 → Pn(R) e S : Pn (R) → Rn+1 definidas por T (a0 , a1 , . . . , an ) =
a0 + a1 x + · · · + an xn e S(p) = p(0), p(1), . . . , p(n) . Determine as matrizes de S ◦ T e de T ◦ S com respeito
às bases canônicas apropriadas.
74. Sejam F e G operadores lineares em R3 tais que F (x, y, z) = (x, 2y, y − z), para todo (x, 3
y, z) ∈ R, e tais
 1 1 0
que a matriz do operador 2F − G em relação à base B = (0, 1, 0), (1, 1, 0), (0, 0, 1) seja 0 1 0. Ache
 1 2 1
a matriz que representa o operador F 2 + G2 com respeito às bases B e C = (1, 0, 1), (0, 1, 0), (0, 1, 1) .
75. Sejam T, S : R3 → R3 operadores lineares tais que
 
0 0 6
T (x, y, z) = (x + 2y, y + 2z, 3z), x, y, z ∈ R, [S ◦ T ]can = 1 3 2 .
0 3 6

O traço da matriz [S]can (ou seja, a soma dos elementos da diagonal principal de [S]can ) é igual a
(a) 1; (b) 2; (c) 3; (d) 4; (e) 5.
76. Se T : P1 (R) → P2 (R) é a transformação linear cuja matriz em relação às bases B = {1, 1 + t} de P1 (R) e
C = {2 + t2 , t + t2 , 1 − t2 } de P2 (R) é:  
1 0
[T ]BC = −2 1
1 3
então T (1 + 2t) é igual a:
a. 1 + 7t2 ;
b. 3 + 4t − 2t2 ;
c. 5 + 4t − t2 ;
d. −1 + 4t + 5t2 ;
e. 9 − 6t2 .
77. Sejam T : R3 → P2 (R) e G : P2 (R) → R3 transformações lineares tais que
   
1 2 −1 1 1 2
[T ]BC = 1 0 −1 e [G]CB =  1 −1 0 ,
0 1 0 −1 1 2

onde:
C = 1, 1 + x, x + x2 .
 
B = (1, 1, 0), (0, 1, 0), (0, 1, 1) e

(a) Determine bases para ker(G ◦ T ) e ker(T ◦ G).



(b) Seja H = 3(T ◦ G) + I. Determine [H]DC , onde D = 1, x, x2 .

78. Sejam a, b ∈ R e T : P2 (R) → R3 a transformação linear cuja matriz em relação às bases canônicas de P2 (R)
e R3 é:  
1 1 0
A = −1 0 −1 .
a 0 b
Assinale a alternativa correta:

(a) não existem a e b que tornem T injetora;


(b) T é bijetora para quaisquer a, b ∈ R;
(c) T é bijetora para quaisquer a, b ∈ R com a 6= b;
(d) não existem a, b ∈ R que tornem T sobrejetora;
(e) T é bijetora se a = b.
79. Seja T : R2 → R2 um operador linear tal que T 2 = T . Prove que T = 0 ou T = id ou existe uma base B de
R2 tal que  
1 0
[T ]B = .
0 0

80. Seja T : R2 → R2 um operador linear não nulo tal que T 2 = 0. Prove que existe uma base B de R2 tal que
 
0 0
[T ]B = .
1 0

81. Seja T : R4 → R4 definido por T (x, y, z, w) = (−y, x − y, z, −w). Mostre que T 6 = id e determine T −1 .
RESPOSTAS

1. t > 0.
 √
2. (a, 2a) : a ∈ R ; k(1, 0)k = 2.

3. a. não existe λ;
b. λ = 32 .
P12173
9. Considere o espaço vetorial P11111 (R) munido com o produto interno hp, qi = i=1 p(ci )q(ci ) e aplique a
desigualdade de Cauchy-Schwarz.
R 50π
10 Considere o espaço vetorial C([25π, 50π]) munido com o produto interno hb, di = 25π
b(t)d(t)dt. Observe
que f, g ∈ C([25π, 50π]). Aplique a desigualdade de Cauchy-Schwarz a |hf, gi|2 .
√ √ √
11 Aplique Cauchy-Schwarz a os vetores ( a1 , a2 , a3 ) e ( √1a1 , √1a2 , √1a3 ).

12 Desigualdade triangular no espao̧ C([0, 1]).


13 Pela desigualdade triangular ku + vk ≤ kuk + kvk. Observe agora que kwk ≥ 0.
20. (210e − 570)x2 + (588 − 216e)x + (39e − 105).

25. b. Uma
  possı́vel
 baseé   
√1
1 0 −1 2 0 0
2 1 0
, √16 , ;
1 0 0 1
1 −1 2

c. 3 1 3 .
1
24. 5 (14x + 3).

21. π − 2 − 2 sen x.

29. a. √1 (1, 0, 0, −1), √1 (1, 1, 0, 1), √1 (−1, 2, 6, −1).


2 3 42
b. Se v = (x, y, z, w) então,
v1 = 71 (6x + 2y − z − w,
2x + 3y + 2z + 2w,
−x + 2y + 6z − w,
−x + 2y − z + 6w)
e v2 = 17 (x − 2y + z + w,
−2x + 4y − 2z − 2w,
x − 2y + z + w,
x − 2y + z + w).
√ √ √
30. a. 3 (x − 1), 5 (4x2 − 5x + 1), 7 (15x3 − 25x2 + 11x − 1) .
b. Se f = a + bx + cx2 + dx3 então, p1 = 41 (5a + b + c + d)−
(15a + 11b + 15c + 15d)x+
(45a + 45b + 49c + 45d)x2 − 
(35a + 35b + 35c + 31d)x3 e
p2 = 14 (a + b + c + d)(−1 + 15x − 45x2 + 35x3 ).
 1 1 1 1
√1 √1 √2

17. 2 , 2 , 2 , 2 , − 6 , − 6 , 0, 6 ,
√ √ √ √ 
2 3 2 3 2 2
10 , 10 , − 5 , 5 .

18. b. Uma
 possı́vel base é
(1, 0, 0, 2), (0, 1, 0, 2), (0, 0, 1, 0) .
34. Todas as transformações dadas são lineares.
b+c b−c b−c 3
35. T (a + bx + cx2 ) = 2 + 2 x + 2 x + ax4 .

36. T (3v + w) = 18v e T (w) = 3v.



39. ker T = M ∈ Mn (R) : AM = M A e Id 6∈ im(T ).
40. (a) Defina, por exemplo,
 
a + 2b b + 6c a + 4b + 2c
T (a + bx + cx2 + dx3 ) =  3b + c a + 5b a − 2b  .
2a −b a − 3b − c

(b) Para o exemplo dado em (0a), uma base de ker(T ) é {x3 }. Uma base de im(T ) é constituida pelas
matrizes dadas no enunciado do exercı́cio.

43.
(a) Falsa (b) Falsa
(c) Verdadeira (d) Verdadeira
(e) Verdadeira (f) Verdadeira
(g) Falsa (h) Verdadeira

44. Defina, por exemplo,


T (x, y) = (x − y, 2x − 2y).

45. Defina, por exemplo,


T (x, y) = (y, 0).

46. Defina, por exemplo,


T (x, y, z, t) = (z, t, 0, 0). Assim,
 
ker(T ) = im(T ) = (1, 0, 0, 0), (0, 1, 0, 0) .

47. ker(T ) = {0};


im(T ) = ϕ ∈ C 1 (R) : ϕ(0) = 0 .

48.
(a) Verdadeira (b) Falsa
(c) Verdadeira (d) Verdadeira
(e) Verdadeira (f) Verdadeira

52.
(a) Verdadeira (b) Falsa
(c) Falsa (d) Verdadeira
(e) Verdadeira

62. a. Sim;
b. Não;
c. Não;
d. Sim.
 
0 1 0 0 0
0 0 2 0 0
 
0 0
63.  0 3 0.
0 0 0 0 4
0 0 0 0 0
 
  1 1 0 0
0 1 −1 1 0 0
64. e
 .
−1 0 0 0 2 1
0 0 −1 2

4 6
!
13 13
65. 6 9
.
13 13

72. Considere, por exemplo, a = −1, b = −1 e c = 1.


 
1 0 0 ··· 0
1 1 1 ··· 1
22 2n 
 
73. Ambas as matrizes são iguais a 1 2
 ··· .
 .. .. .. .. .. 
. . . . . 
1 n n2 ··· nn
 
0 2 0
74. 12 9 −10.
1 0 10

Múltipla Escolha:

Ex. 5. (d); Ex. 7. (b); Ex. 8. (c)


Ex. 14. (e); Ex. 15. (b); Ex. 19. (a)
Ex. 22. (e); Ex. 23. (a); Ex. 26. (a)
Ex. 27. (d); Ex. 31. (d); Ex. 32. (e)
Ex. 33. (d); Ex. 38. (d); Ex. 41. (b)
Ex. 42. (c); Ex. 50. (e); Ex. 51. (a)
Ex. 58. (b); Ex. 59. (b;) Ex. 60. (b)
Ex. 66. (a); Ex. 75. (a); Ex. 76. (b).
Ex. 78. (c); Ex. 67 (a); Ex. 68 (c).
Ex. 69 (e); Ex. 70 (c); Ex. 71 (d)