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Sobre o autor
Adenilson Giovanini é Tecnólogo em
Geoprocessamento, especialista em Topografia
Cadastral, Georreferenciamento de Imóveis Rurais e
Geotecnologias.

Possui mais de 277 videos em seu canal no youtube e mais de 23.502


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SUMÁRIO

PARTE 1 - MAPEAMENTO E
VISUALIZAÇÃO DE DADOS NO ARCGIS

O QUE É O ARCMAP? ........................................................................................................... 2


TAREFAS TÍPICAS EXECUTADAS NO ARCMAP ............................................. 2
UM TOUR RÁPIDO PELO ARCMAP ...................................................................................... 4
DOCUMENTOS DO ARCMAP ............................................................................ 4
VISUALIZAÇÕES NO ARCMAP.......................................................................... 5
CAMADAS DO MAPA ......................................................................................... 7
O ÍNDICE ............................................................................................................. 9
LAYOUTS DE PÁGINA ..................................................................................... 10
SALVANDO E ABRINDO UM DOCUMENTO DE MAPA .................................. 11
A JANELA DO CATÁLOGO............................................................................... 12
A PASTA HOME DE UM MAPA ........................................................................ 12
O GEODATABASE PADRÃO PARA UM MAPA ............................................... 13
USANDO A PESQUISA NO ARCMAP .............................................................. 13
INICIANDO O ARCMAP ....................................................................................................... 14
ABRINDO UM DOCUMENTO DE MAPA .......................................................... 16
DEFININDO PROPRIEDADES DO DOCUMENTO DO MAPA ......................... 18
ALTERANDO COMO O DOCUMENTO FAZ REFERÊNCIA A DADOS ............ 22
FAZENDO UMA MINIATURA DO SEU MAPA .................................................. 23
ADICIONANDO CAMADAS A UM MAPA.............................................................................. 24
ADICIONANDO AS CAMADAS ......................................................................... 25
ADICIONANDO UM CONJUNTO DE DADOS ............................................... 25
ADICIONANDO DADOS DO ARCGIS ONLINE .......................................... 28
DEFININDO A SIMBOLOGIA DA CAMADA ............................................... 28
DEFININDO A ORDEM DE DESENHO DA CAMADA ................................... 29
OPERAÇÕES DE CAMADAS COMUNS ....................................................... 29
QUANDO AS CAMADAS NÃO ESTÃO SENDO DESENHADAS NO MAPA . 30
REMOVENDO CAMADAS DE UM MAPA ......................................................... 31
USANDO QUADROS DE DADOS ........................................................................................ 31
TRABALHANDO COM QUADROS DE DADOS ADICIONAIS ....................... 33
4

O QUADRO DE DADOS ATIVO .................................................................. 33


MOVENDO CAMADAS ENTRE QUADROS DE DADOS ........................... 34
FUNÇÕES NA BARRA DE FERRAMENTAS .................................................... 34
PANORÂMICA E ZOOM INTERATIVOS USANDO CAMADAS DE MAPA
BASE ............................................................................................................. 36
PROPRIEDADES DO QUADRO DE DADOS.................................................... 37
DEFINIR A ESCALA DO MAPA DA EXIBIÇÃO DE MAPA DO SEU
QUADRO DE DADOS .................................................................................. 38
MAPEAR NAVEGAÇÃO USANDO MARCADORES .................................. 39
TRABALHANDO COM AS FERRAMENTAS DO QUADRO DE DADOS .......... 39
TAREFAS COMUNS DE FRAME DE DADOS .................................................. 40
SISTEMAS DE COORDENADAS PARA EXIBIÇÃO DE MAPAS .......................................... 41
CONSIDERAÇÕES PARA ESCOLHER O SISTEMA DE COORDENADAS . 42
FINALIDADE DO MAPA .............................................................................. 42
EXTENSÃO DO MAPA ................................................................................. 42
ORIENTAÇÃO DO MAPA ............................................................................ 43
FAIXA DE LATITUDE ..................................................................................... 43
SISTEMAS DE COORDENADAS NACIONAIS .......................................... 43
MAPAS PARA USO NA WEB...................................................................... 44
BANCOS DE DADOS GEOGRÁFICOS ESTÃO EM LATITUDE-
LONGITUDE (COORDENADAS GEOGRÁFICAS) .................................... 44
ESPECIFICANDO UM SISTEMA DE COORDENADAS ........................................................ 45
ALTERANDO O SISTEMA DE COORDENADAS DO QUADRO DE DADOS 46
TRANSFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS ............................................................ 48
TRABALHANDO COM UNIDADES DE MAPA E EXIBIÇÃO ............................. 49
USANDO O ÍNDICE ............................................................................................................. 50
FORMAS DE LISTAR CAMADAS NO ÍNDICE .................................................. 51
LISTAGEM POR ORDEM DE DESENHO...................................................... 52
LISTAGEM POR ORIGEM ........................................................................... 54
LISTAGEM POR VISIBILIDADE .................................................................. 55
LISTAGEM POR SELEÇÃO ........................................................................ 57
OPÇÕES DE EXIBIÇÃO PARA O ÍNDICE ........................................................ 60
A ABA PREFERÊNCIAS .............................................................................. 60
A GUIA PATCHES ........................................................................................ 61
USANDO SÍMBOLOS E ESTILOS ........................................................................................ 62
SÍMBOLOS ........................................................................................................ 63
ESTILOS ........................................................................................................... 66
REFERENCIANDO DADOS NO MAPA ................................................................................ 67
OPÇÕES PARA CAMINHOS ........................................................................... 68
5

CAMINHOS COMPLETOS ........................................................................... 68


CAMINHOS RELATIVOS ............................................................................. 68
CAMINHOS UNC .......................................................................................... 69
ESPECIFICANDO O FORMATO DOS CAMINHOS .......................................... 69
PAUSANDO O DESENHO DO MAPA ............................................................... 71
ANALISANDO SEU MAPA ................................................................................ 72
USANDO LAYOUTS DE PÁGINA ......................................................................................... 73
IMPRIMIR UM MAPA NO ARCMAP .................................................................. 74
IMPRIMINDO UM QUADRO DE DADOS .......................................................... 74
IMPRIMINDO UM LAYOUT ............................................................................... 75
COLOCAR UM LAYOUT GRANDE NA PÁGINA DA IMPRESSORA................ 76
IMPRIMIR MAPAS COM VÁRIAS PÁGINAS .................................................... 76
SALVANDO UM MAPA......................................................................................................... 77
SALVANDO EM VERSÕES ANTERIORES DO ARCGIS .............................. 78
GEODATABASES E DOCUMENTOS DE MAPAS SALVOS PARA VERSÕES
ANTERIORES ................................................................................................ 79
SALVANDO NO ARCGIS 10.1 / 10.2 / 10.3 ................................................... 81
SALVANDO NO ARCGIS 10.0 ........................................................................ 83
ADICIONANDO DADOS DO ARCGIS ONLINE .................................................................... 84
AUTOMAÇÃO DE MAPAS UTILIZANDO GEOPROCESSAMENTO ..................................... 85
ATALHOS DE TECLADO NO ARCMAP ............................................................................... 86
ACESSANDO COMANDOS DE MENU DO ARCMAP ...................................... 86
ATALHOS DE TECLADO USADOS PARA ACESSAR OS COMANDOS DE
MENU DO ARCMAP ......................................................................................... 86
MANUSEIO DE JANELA ................................................................................... 87
ATUALIZANDO OU SUSPENDENDO O DESENHO DO MAPA ....................... 87
ARRASTANDO E SOLTANDO PARA MOVER OU COPIAR ............................ 87
NAVEGANDO PELO ÍNDICE COM O TECLADO ............................................. 88
USANDO ATALHOS DO MOUSE NO ÍNDICE .................................................. 89
NAVEGANDO EM MAPAS E PÁGINAS DE LAYOUT ...................................... 90
ABRINDO E FECHANDO JANELAS ................................................................. 90
EXIBINDO MAPAS NA VISUALIZAÇÃO DE DADOS E LAYOUT .......................................... 90
ALTERNANDO ENTRE EXIBIÇÃO DE DADOS E EXIBIÇÃO DE LAYOUT ..... 92
NAVEGAÇÃO EM UM QUADRO DE DADOS ................................................... 93

PARTE 2 – APRENDENDO A UTILIZAR


ÀS PRINCIPAIS FERRAMENTAS DE
6

GEOPROCESSAMENTO

ANÁLISE DE SOBREPOSIÇÃO ........................................................................................... 98


MÉTODOS DE SOBREPOSIÇÃO ................................................................... 102
SOBREPOSIÇÃO DE RECURSOS ............................................................. 102
SOBREPOSIÇÃO RASTER ......................................................................... 103
FERRAMENTAS DE SOBREPOSIÇÃO .......................................................... 105
FERRAMENTAS DE SOBREPOSIÇÃO DE VETORES ............................... 105
FERRAMENTAS DE SOBREPOSIÇÃO DE RASTER .................................... 107
CRIAÇÃO E ANÁLISE DE SUPERFÍCIES ...................................................... 108
O QUE SÃO SUPERFÍCIES? ...................................................................... 108
CRIANDO SUPERFÍCIES ............................................................................ 110
FERRAMENTAS DE INTERPOLAÇÃO ........................................................... 110
ANALISANDO SUPERFÍCIES ......................................................................... 115
FERRAMENTAS DE ANÁLISE DE TERRENO ............................................... 116
FERRAMENTAS DE VISIBILIDADE................................................................ 118
FERRAMENTAS DE VOLUME........................................................................ 121
FERRAMENTAS DE RECLASSIFICAÇÃO ..................................................... 122
FERRAMENTAS DE DISTÂNCIA.................................................................... 123
FERRAMENTAS DE SOBREPOSIÇÃO RASTER .......................................... 124
EXTRAINDO INFORMAÇÕES DE SUPERFÍCIES .............................................................. 125
RASTERS DE AMOSTRAGEM ....................................................................... 125
EXTRAINDO INFORMAÇÃO DE UM TIN ....................................................... 127
EXTRAINDO CONTORNOS............................................................................ 128
FERRAMENTAS DE HIDROLOGIA ................................................................ 129
ANÁLISE ESTATÍSTICA..................................................................................................... 131
USOS DA ANÁLISE ESTATÍSTICA ................................................................ 132
TIPOS DE ANÁLISE ESTATÍSTICA............................................................. 134
FUNÇÕES DE ANÁLISE ESTATÍSTICA ......................................................... 140
ESTATÍSTICAS DA TABELA ....................................................................... 140
ESTATÍSTICAS ESPACIAIS ........................................................................ 141
ESTATÍSTICAS DE VARREDURA............................................................... 142
FERRAMENTAS DE EXPLORAÇÃO DE DADOS ....................................... 143
ANÁLISE E GERENCIAMENTO DE TABELAS ................................................................... 144
JUNTANDO TABELAS .................................................................................... 145
CRIANDO INFORMAÇÕES ESPACIAIS A PARTIR DE TABELAS ................ 146
GEOCODIFICAÇÃO ........................................................................................ 147
REFERÊNCIA LINEAR .................................................................................... 148
7

ANÁLISE DE DADOS TABULARES................................................................ 148


ANALIZE DE DADOS ......................................................................................................... 149
OLHANDO PARA A DISTRIBUIÇÃO DE VALORES ....................................... 150
CONTANDO REGISTROS .............................................................................. 151
SELEÇÃO E EXTRAÇÃO DE DADOS ................................................................................ 152
SELECIONANDO RECURSOS ....................................................................... 152
RECURSOS DE RECORTE ............................................................................ 152
RECURSOS DE DISSOLUÇÃO ...................................................................... 153
EXTRAÇÃO BASEADA EM VARREDURA ..................................................... 153

PARTE 3 - EDIÇÃO DE DADOS NO ARCGIS

INTRODUÇÃO À EDIÇÃO .................................................................................................. 154


MÉTODOS DE CRIAÇÃO DE DADOS ............................................................................... 154
DIGITANDO DADOS ....................................................................................... 154
COLETANDO DADOS NO CAMPO ................................................................ 155
FLUXO DE TRABALHO PARA CRIAR RECURSOS NO ARCMAP ................ 156
INICIANDO UMA SESSÃO DE EDIÇÃO ......................................................... 156
CRIANDO RECURSOS COM MODELOS DE RECURSOS ........................... 158
USANDO O ENCAIXE DURANTE A EDIÇÃO................................................. 162
CRIANDO PONTOS ........................................................................................ 163
CRIANDO LINHAS E POLÍGONOS (SEGMENTOS) ...................................... 163
CRIANDO RECURSOS DE TEXTO ................................................................ 168
DEFININDO NOVOS TIPOS DE RECURSOS PARA CRIAR ......................... 169
EDITANDO ATRIBUTOS ................................................................................. 170
EDITANDO RECURSOS EXISTENTES .......................................................... 172
UM TOUR RÁPIDO PELAS FERRAMENTAS DE EDIÇÃO DE DADOS .............................. 174
BARRA DE FERRAMENTAS DO EDITOR ..................................................... 174
JANELA CRIAR RECURSOS .......................................................................... 175
CAIXA DE DIÁLOGO PROPRIEDADES DO MODELO .................................. 176
BARRA DE FERRAMENTAS DE ENCAIXE .................................................... 177
JANELA ATRIBUTOS ...................................................................................... 178
JANELA EDITAR PROPRIEDADES DO ESBOÇO ......................................... 179
CAIXA DE DIÁLOGO OPÇÕES DE EDIÇÃO .................................................. 180
PREPARANDO UM MAPA PARA EDIÇÃO ........................................................................ 180
PREPARANDO AS CAMADAS ....................................................................... 181
PREPARANDO A SIMBOLOGIA ..................................................................... 182
SIMPLIFICANDO OS CAMPOS DE ATRIBUTOS ........................................... 184
8

CONFIGURANDO A EXPRESSÃO DE EXIBIÇÃO ......................................... 188


MODELOS DE RECURSOS DE AUTORIA ..................................................... 190
CASOS EM QUE OS MODELOS DE RECURSOS SÃO CRIADOS
AUTOMATICAMENTE PARA VOCÊ............................................................ 190
CRIANDO SEUS PRÓPRIOS NOVOS MODELOS DE RECURSOS .......... 191
DEFININDO PROPRIEDADES DO MODELO DE RECURSO ..................... 192
GERENCIANDO MODELOS DE RECURSOS ............................................. 192
CRIANDO MAPAS PARA COMPARTILHAR COM OUTROS EDITORES ...... 193
RECOMENDAÇÕES GERAIS PARA O ARCMAP .......................................... 193
FORMAS DE AUMENTAR A PRODUTIVIDADE DURANTE A EDIÇÃO ............................. 194
SNAPPING ...................................................................................................... 194
BARRAS DE FERRAMENTAS DE CONSTRUÇÃO DE RECURSOS E
EDIÇÃO DE VÉRTICES ............................................................................... 195
MENUS DE ATALHO E ATALHOS DE TECLADO.......................................... 196
INSERIR MEDIÇÕES EM UNIDADES DIFERENTES DAS UNIDADES DO
MAPA .............................................................................................................. 197
USANDO CAMADAS DE MAPA BASE DE FORMA EFICAZ.......................... 197
COLOCANDO DADOS EM CACHE PARA MELHOR DESEMPENHO ........... 198
ABRINDO JANELAS ADICIONAIS .................................................................. 198
ERROS QUE PODEM OCORRER DURANTE A EDIÇÃO .................................................. 198
SISTEMAS DE COORDENADAS PROJETADAS........................................ 199
COORDENADAS OU MEDIDAS ESTÃO FORA DOS LIMITES .................. 200
O TAMANHO DA GRADE DO ÍNDICE ESPACIAL É INVÁLIDO ................. 200
QUANDO O SOFTWARE FALHA ................................................................ 201
ATALHOS DO TECLADO QUE PODEM SER UTILIZADOS DURANTE A EDIÇÃO ............ 201
ATALHOS DE TECLADO COMUNS A TODAS AS FERRAMENTAS DE
EDIÇÃO ........................................................................................................... 201
FERRAMENTA DE EDIÇÃO ........................................................................... 202
BARRA DE FERRAMENTAS DE CONSTRUÇÃO DE RECURSOS ............... 203
BARRA DE FERRAMENTAS EDITAR VÉRTICES ......................................... 203
FERRAMENTAS POLIGONO DE LINHA, POLÍGONO E AUTOCOMPLETAR
POLÍGONO...................................................................................................... 204
FERRAMENTA DE CÍRCULO ......................................................................... 205
FERRAMENTA DE ELIPSE ............................................................................ 206
FERRAMENTAS EDIÇÃO A MÃO LIVRE E AUTO-COMPLETE A MÃO LIVRE
......................................................................................................................... 206
FERRAMENTA RETÂNGULO ......................................................................... 207
MÉTODO DE CONSTRUÇÃO DE ARCO ....................................................... 208
MÉTODO DE CONSTRUÇÃO BÉZIER ........................................................... 208
MÉTODO DE CONSTRUÇÃO DE DIREÇÃO-DISTÂNCIA ............................. 208
9

MÉTODO DE CONSTRUÇÃO À DISTÂNCIA E DISTÂNCIA .......................... 208


MÉTODO DE CONSTRUÇÃO DO ENDPOINT ............................................... 209
MÉTODO DE CONSTRUÇÃO TANGENTE .................................................... 209
MÉTODO DE CONSTRUÇÃO DE RASTREAMENTO .................................... 209
FERRAMENTA DE FILETE ............................................................................. 210
FERRAMENTA DE ROTAÇÃO ....................................................................... 210
FERRAMENTA DE ESCALA ........................................................................... 210
FERRAMENTAS DE CONSTRUÇÃO DE ANOTAÇÃO .................................. 211
FERRAMENTA DE EDIÇÃO DE ANOTAÇÃO ................................................ 212
CAIXA DE DIÁLOGO ANOTAÇÃO NÃO COLOCADA .................................... 213
FERRAMENTA DE EDIÇÃO DE TOPOLOGIA ............................................... 213
FERRAMENTA CORRIGIR ERRO DE TOPOLOGIA ...................................... 214
CAIXA DE DIÁLOGO INSPEÇÃO DE ERRO .................................................. 215
COMO HABILITAR FERRAMENTAS DE EDIÇÃO E COMANDOS ..................................... 215
SELEÇÕES NECESSÁRIAS ........................................................................... 216
MODELOS DE RECURSOS OBRIGATÓRIOS ............................................... 218
EDITANDO DADOS QUE POSSUEM ALTITUDE ASSOCIADA ..................... 218
COMO O ARCMAP ATRIBUI VALORES Z A NOVOS RECURSOS............ 220
COMO O ARCMAP ATRIBUI VALORES Z QUANDO OS RECURSOS
EXISTENTES SÃO EDITADOS ................................................................... 221
EXEMPLOS DE ATRIBUIÇÃO DE VALOR Z ............................................... 222
EDIÇÃO NA EXIBIÇÃO DE LAYOUT.................................................................................. 226
EDIÇÃO DE DADOS EM UMA PROJEÇÃO DIFERENTE (PROJETANDO EM
TEMPO REAL) ................................................................................................ 227
SOBRE A EDIÇÃO DE RECURSOS PROJETADOS...................................... 228
EXEMPLO DE CENÁRIO DE EDIÇÃO E RESULTADOS PROJETADOS ...... 229
EDITANDO RECURSOS EM UMA TOPOLOGIA DE GEODATABASE.......... 230
MANUTENÇÃO DA INTEGRIDADE ESPACIAL DURANTE A EDIÇÃO ......... 231
EDITANDO GEOMETRIA COMPARTILHADA ................................................ 231
MANTENDO A INTEGRIDADE ESPACIAL EM GEODATABASES ................ 232
TOPOLOGIA DE GEODATABASE .............................................................. 233
REDES GEOMÉTRICAS.............................................................................. 234
USANDO CAMADAS DO MAPA BASE DURANTE A EDIÇÃO ........................................... 235
ESCOLHENDO AS CAMADAS PARA ESTAR EM UMA CAMADA DE MAPA
BASE ............................................................................................................... 236
EDITANDO QUANDO AS CAMADAS DO MAPA BASE ESTÃO NO MAPA... 237
MELHORANDO A EXIBIÇÃO E O DESEMPENHO DA CAMADA DE MAPA
BASE ............................................................................................................... 239
USANDO AS FERRAMENTAS DE GEOPROCESSAMENTO DE EDIÇÃO ......................... 239
10

SOBRE O RASTREAMENTO DE ALTERAÇÕES DE UM EDITOR NOS DADOS ............... 240


QUANDO OS VALORES SÃO REGISTRADOS ............................................. 241
ESPECIFICANDO COMO OS NOMES DOS USUÁRIOS SÃO REGISTRADOS
......................................................................................................................... 242
ESPECIFICANDO COMO OS TEMPOS SÃO REGISTRADOS...................... 243
CONCILIANDO VERSÕES ............................................................................. 244
TRABALHANDO COM DIFERENTES LANÇAMENTOS DO ARCGIS ............ 244
EDIÇÃO DE SHAPEFILES ................................................................................................. 245
EDITANDO SHAPEFILES ............................................................................... 245
CRIANDO RECURSOS COM CURVAS EM SHAPEFILES ............................ 246
EDIÇÃO DE GEODATABASES DO ARCSDE .................................................................... 247
EDITANDO DADOS VERSIONADOS EM UM GEODATABASE ARCSDE .... 248
EDITANDO DADOS NÃO-VERSIONADOS EM UM GEODATABASE ARCSDE
......................................................................................................................... 249
EDIÇÃO DE DADOS DE SERVIÇOS DE RECURSOS ....................................................... 249
FAZENDO UMA CÓPIA LOCAL DE UM SERVIÇO ........................................ 250
SINCRONIZANDO AS EDIÇÕES LOCAIS COM O SERVIDOR ..................... 251
REVERTENDO PARA O AMBIENTE DE EDIÇÃO DO ARCGIS 9 ...................................... 252
DIFERENÇAS NOS AMBIENTES DE EDIÇÃO............................................... 253
INTRODUÇÃO
‘Centenas de truques e dicas práticas de uso do ArcGIS’
Este poderia ser o nome deste livro, afinal ele trata disso... de
como utilizar o ArcGIS profissionalmente, produzindo mapas e
realizando operações de geoprocessamento rapidamente e com
segurança.
E o objetivo: ajudar você a plugar novos serviços no seu escritório
ou a tocar seus projetos pessoais e acadêmicos.
Para chegar neste resultado, eu trarei centenas de dicas, sacadas
e truques geniais de uso deste fabuloso software.

Sobre o livro:

A proposta inicial deste livro era trazer uma série de tutorias


avançados de uso do ArcGIS...
Porém, assim que comecei a organizar os tutoriais me bateu uma
dúvida e lá fui eu pesquisar a respeito em inglês.
Com isso eu percebi que, na realidade, o grande problema
enfrentado pelos profissionais da área está em uma barreira chamada:
“Nós falamos a lingua portuguesa!”

Veja bem, eu não estou falando mal da lingua portuguesa e muito


menos dos sites e canais no youtube existentes aqui, porque temos
ótimos sites e canais no youtube, com materiais de altissima
qualidade...
O problema é que para cada site e canal no youtube bom
existente em português, existe pelo menos de 5 a 10 em inglês!
Sinceramente, pegue o habito de sempre que tiver uma dúvida,
pesquisar em inglês, pois normalmente existe muito mais conteúdo do
12

que em português.
Com isso, quem busca por vídeos e tutoriais em inglês encontra
uma oceano de conteúdos a sua disposição enquanto que quem
pesquisa somente em português “acaba se afogando em um mar raso”!
Ao perceber que muitos profissionais se deparam com esta
barreira eu decidi levantar a bandeira e traduzir para o portugues alguns
dos mais brilhantes materiais produzidos pelos engenheiros da Esri
sobre o uso do ArcGIS.

O resultado?
Centenas de truques, macetes e dicas geniais que irão ajudar
você a dominar o uso do ArcGIS !
.
Veja bem, todos os direitos autoriais deste materiais são da Esri
sendo que você pode compartilhar os mesmos com seus amigos.
Alíás, quem produziu os artigos presentes neste livro foram os
engenheiros da Esri. O que eu fiz foi apenas passar algumas dezenas
de horas traduzindo os melhores conhecimentos para o português e
organizando eles da forma mais lógica possível!
Todos os artigos originais estão disponíveis na biblioteca online
da Esri.

E porque eu lapidei o ouro?


Porque eu quero ajudar você a alcançar o próximo nível na
produção de mapas e na realização de operações de
Geoprocessamento.
Como disse, eu perdi dezenas de horas para traduzir e organizar
todos estes conhecimentos, entregando um material organizado e
lapidado para você e não estou cobrando nada por isso.
13

...
Uma coisa é certa, você ficará de queixo-caído com as dicas,
macetes e sacadas geniais que aprenderá com este livro. Diante dos
seus olhos está um material que eu mesmo queria ter lido quando
comecei...
Um livro que teria me polpado centenas de horas de estudos,
erros, testes e frustações.
Bem, eu amaria ter lido este livro em meu início e sei que ele é
mais completo e mais útil do que qualquer material que eu já bati meus
olhos no que se refere ao uso profissional do arcGIS, mas quem vai me
dizer se devo me orgulhar ou não será você...

E como você fará isso?


Simples, DEVORANDO CADA DICA E SACADA DESTE LIVRO
E DOMINANDO O USO DO ARCGIS!!
(O melhor elogio que posso receber é você me enviar um
depoimento dizendo que este material lhe ajudou a aumentar seus
lucros ou a tocar seus projetos pessoais e acadêmicos!!)
Delicie-se com o conteúdo...
2

PARTE 1 - MAPEAMENTO E
VISUALIZAÇÃO DE DADOS NO ARCGIS

O QUE É O ARCMAP?

O ArcMap é onde você exibe e explora conjuntos de dados SIG para sua

área de estudo, onde você atribui símbolos, e onde você cria layouts de mapas

para impressão ou publicação. O ArcMap também é o aplicativo que você usa

para criar e editar conjuntos de dados.

O ArcMap representa informações geográficas como uma coleção de

camadas e outros elementos em um mapa. Os elementos de mapa comuns

incluem o quadro de dados contendo camadas de mapa para uma determinada

extensão, além de uma barra de escala, seta norte, título, texto descritivo, uma

legenda de símbolo e assim por diante.

Tarefas típicas executadas no ArcMap


O ArcMap é o principal aplicativo usado no ArcGIS e é usado para executar uma
ampla gama de tarefas comuns de SIG, assim como tarefas específicas e
específicas do usuário. Aqui está uma lista de alguns fluxos de trabalho comuns
que você pode executar:

 Trabalhar com mapas - Você pode abrir e usar documentos do ArcMap


para explorar informações, navegar pelos documentos do mapa, ativar e
desativar camadas, consultar recursos para acessar os dados de atributos
avançados que estão por trás do mapa e visualizar informações
geográficas.
 Imprimir mapas - Você pode imprimir mapas, da cartografia mais simples
a muito sofisticada, usando o ArcMap.
3

 Compile e edite conjuntos de dados SIG - O ArcMap fornece uma das


principais formas de os usuários automatizarem conjuntos de dados
de bancos de dados geográficos. O ArcMap suporta edição escalável de
função completa. Você seleciona camadas no documento do mapa para
editar e os recursos novos e atualizados são salvos no conjunto de dados
da camada.
 Use o geoprocessamento para automatizar o trabalho e realizar
análises - o SIG é visual e analítico. O ArcMap tem a capacidade de
executar qualquer modelo ou script de geoprocessamento, bem como
visualizar e trabalhar com os resultados através da visualização de
mapas. O geoprocessamento pode ser usado para análise, bem como para
automatizar muitas tarefas rotineiras, como geração de mapas, reparar
links de dados quebrados em uma coleção de documentos de mapas e
executar processamento de dados SIG.
 Organize e gerencie seus documentos geodatabases e ArcGIS —O
ArcMap inclui a janela Catalog que permite organizar todos os seus
conjuntos de dados e geodatabases SIG, seus documentos de mapa e
outros arquivos ArcGIS, suas ferramentas de geoprocessamento e muitos
outros conjuntos de informações SIG. Você também pode configurar e
gerenciar esquemas de banco de dados geográficos na janela Catálogo.
 Publique documentos de mapa como serviços de mapa usando
o ArcGIS for Server - O conteúdo do ArcGIS é ativado na Web pela
publicação de informações geográficas como uma série de serviços de
mapas. O ArcMap fornece uma experiência de usuário simples
para publicar seus documentos de mapa como serviços de mapa.
 Compartilhe mapas, camadas, modelos de geoprocessamento e
geodatabases com outros usuários - o ArcMap inclui ferramentas que
facilitam o empacotamento e o compartilhamento de conjuntos de dados
SIG com outros usuários. Isso inclui a capacidade de compartilhar seus
mapas e dados SIG usando o ArcGIS Online.
 Documente suas informações geográficas — Um objetivo principal em
comunidades de SIG é descrever seus conjuntos de informações
geográficas para ajudá-lo a documentar seus projetos e para uma pesquisa
e compartilhamento de dados mais eficazes. Usando a janela Catálogo,
4

você pode documentar todo o seu conteúdo SIG. Para organizações que
usam metadados baseados em padrões, você também pode documentar
seus conjuntos de dados usando o editor de metadados do ArcGIS.
 Personalize a experiência do usuário - O ArcMap inclui ferramentas para
personalização, incluindo a capacidade de gravar suplementos de
software para adicionar novas funcionalidades, simplificar e agilizar a
interface do usuário e usar o geoprocessamento para automação de
tarefas.

UM TOUR RÁPIDO PELO ARCMAP

O ArcMap representa informações geográficas como uma coleção de

camadas e outros elementos em uma visualização de mapa. Existem duas

visualizações de mapas principais no ArcMap: a visualização de dados e a

visualização de layout.

O quadro de dados fornece uma janela geográfica, ou quadro de mapa, no

qual você pode exibir e trabalhar com informações geográficas como uma série de

camadas de mapa. A visualização de layout fornece uma exibição de página em

que os elementos do mapa (como o quadro de dados, uma barra de escala e um

título do mapa) são organizados em uma página para impressão de mapa.

Documentos do ArcMap
Quando você salva um mapa que você criou no ArcMap, ele será salvo

como um arquivo no disco. Este é um documento ArcMap e é referido como um

documento de mapa ou mxd, já que a extensão de nome de arquivo (.mxd) é

automaticamente anexada ao seu nome de documento de mapa. Você pode

trabalhar com um arquivo.mxd existente clicando duas vezes no documento para

abri-lo. Isto irá iniciar uma sessão do ArcMap para esse arquivo.mxd.

Os documentos do mapa contêm propriedades de exibição das


5

informações geográficas com as quais você trabalha no mapa, como as

propriedades e definições das camadas do mapa, quadros de dados e o layout do

mapa para impressão, além de personalizações e macros opcionais adicionadas

ao mapa.

Visualizações no ArcMap
O ArcMap exibe o conteúdo do mapa em uma das duas visões:

 Exibição de dados;

 Vista de layout.

Cada visualização permite visualizar e interagir com o mapa de uma

maneira específica.

Na visualização de dados do ArcMap, o mapa é o quadro de dados. O

quadro de dados ativo é apresentado como uma janela geográfica na qual as

camadas do mapa são exibidas e usadas.

Em um quadro de dados, você trabalha com informações de SIG

apresentadas por meio de camadas de mapa usando coordenadas geográficas

(do mundo real).

Normalmente, elas serão medições de solo em unidades como pés, metros

ou medidas de latitude-longitude (como graus decimais). A exibição de dados

esconde todos os elementos do mapa no layout, como títulos, setas do Norte e

barras de escala, e permite que você se concentrar sobre os dados em um único

quadro de dados, por exemplo, editar ou análise.


6

Quando você estiver preparando o layout do seu mapa, você vai querer

trabalhar com o seu mapa na visualização do layout da página. Um layout de

página é uma coleção de elementos de mapa (como um quadro de dados, título

do mapa, barra de escala, seta norte e uma legenda de símbolo) organizados em

uma página. Os layouts são usados para compor mapas para impressão ou

exportação para formatos como o Adobe PDF.


7

A visualização Layout é usada para projetar e criar um mapa para

impressão, exportação ou publicação. Você pode gerenciar os elementos do

mapa no espaço da página (normalmente, em polegadas ou centímetros),

adicionar novos elementos do mapa e visualizar a aparência do mapa antes de

exportá-lo ou imprimi-lo.

Os elementos comuns do mapa incluem quadros de dados com camadas

de mapas, barras de escala, setas para o norte, legendas de símbolos, títulos de

mapas, texto e outros elementos gráficos.

Camadas do mapa
Dentro do quadro de dados, você exibe conjuntos de dados geográficos

como camadas, onde cada camada representa um determinado conjunto de

dados sobreposto no mapa.

Camadas de mapa ajudam a transmitir informações através de:


8

 Classes de recursos discretos como coleções de pontos, linhas e

polígonos;

 Superfícies contínuas, como elevação, que podem ser

representadas de várias maneiras - por exemplo, como uma coleção

de linhas de contorno e pontos de elevação ou como relevo

sombreado;

 Fotografia aérea ou imagens de satélite que abrangem a extensão

do mapa.

As camadas de mapa de exemplo incluem fluxos e lagos, terreno, estradas,

limites políticos, parcelas, pegadas de construções, linhas de utilidade e imagens

ortofotais.

Além de representar informações geográficas, os símbolos, as cores e os

rótulos de cada camada ajudam a descrever os objetos no mapa. Você pode

interagir com as camadas exibidas em cada quadro de dados para consultar cada

recurso e ver seus atributos, executar operações analíticas e editar e adicionar

novos recursos a cada conjunto de dados.


9

Uma camada não armazena os dados geográficos reais. Em vez disso, ele

faz referência a um conjunto de dados, como uma classe de recurso, uma

imagem, uma grade e assim por diante. A referência a dados dessa maneira

permite que as camadas em um mapa reflitam automaticamente as informações

mais atualizadas em seu banco de dados SIG.

No ArcMap, você especifica as propriedades de cada camada do mapa,

como seus símbolos de mapa e regras de rotulagem, clicando com o botão direito

do mouse na camada no índice e clicando em Propriedades ou clicando duas

vezes no nome da camada.

O índice
O índice lista todas as camadas no mapa e mostra o que os recursos de

cada camada representam. A caixa de seleção ao lado de cada camada indica se

a exibição está ativada ou desativada no momento. A ordem das camadas no

índice especifica sua ordem de desenho no quadro de dados.

O índice do mapa ajuda você a gerenciar a ordem de exibição das

camadas do mapa e a atribuição de símbolos, bem como definir a exibição e

outras propriedades de cada camada do mapa.

Um mapa típico pode ter uma imagem ou uma base de terreno (como

relevo sombreado ou contornos de elevação) perto da parte inferior. Em seguida,

vêm os recursos do polígono do mapa base, seguidos pelos recursos de linha e

ponto próximos ao topo e, em seguida, a anotação e outras informações de

referência.
10

Layouts de página
Um layout de página é a organização dos elementos do mapa e seu design

geral em uma página impressa ou em uma exibição de mapa digital. É uma das

principais exibições de exibição com as quais você trabalha no ArcMap -

principalmente para criar mapas para impressão ou para exportação e

compartilhamento usando PDF.

Os elementos de mapa de exemplo incluem um título, legenda, seta norte,

barra de escala e um quadro de dados.


11

Você pode ter mais de um quadro de dados em um mapa. Isso geralmente

é útil para páginas de mapa que contêm várias janelas em seus layouts (por

exemplo, para incluir um localizador ou mapa de índice que faça referência ao

local do quadro de dados principal).

Salvando e abrindo um documento de mapa


Quando você salva um mapa que você criou no ArcMap, ele será salvo

como um arquivo no disco. Uma extensão de nome de arquivo (.mxd) será

automaticamente anexada ao seu nome de documento de mapa.

Em sessões posteriores, você pode trabalhar com um arquivo.mxd

existente clicando duas vezes no documento para abri-lo. Isto irá iniciar uma

sessão do ArcMap para esse arquivo.mxd.


12

A janela do catálogo
ArcMap, ArcGlobe e ArcScene incluem uma janela de catálogo que é

usada para organizar e gerenciar vários tipos de informações geográficas como

coleções lógicas - por exemplo, os dados, mapas e resultados de seus projetos

SIG atuais com os quais você trabalha no ArcGIS.

A janela Catálogo fornece uma exibição em árvore de pastas de arquivos e

geodatabases. As pastas de arquivos são usadas para organizar seus

documentos e arquivos do ArcGIS. Geodatabases são usados para organizar

seus conjuntos de dados SIG.

A pasta Home de um mapa


Um dos principais espaços de trabalho no ArcMap é a pasta base de cada

documento do mapa, que é o local da pasta onde o documento do mapa está

armazenado. A pasta Home é usada por padrão no ArcMap para salvar

resultados, armazenar novos conjuntos de dados e acessar informações


13

baseadas em arquivos.

O geodatabase padrão para um mapa


Cada documento do mapa tem um geodatabase padrão, que é o local de

origem do conteúdo espacial do seu mapa. Esta localização é usada para

adicionar conjuntos de dados e para salvar conjuntos de dados resultantes

criados por várias operações de edição e geoprocessamento.

Usando a pesquisa no ArcMap


O ArcGIS inclui a capacidade de pesquisar conteúdo SIG e colocá-lo em

funcionamento rapidamente - por exemplo, adicionando um resultado de pesquisa

ao seu mapa ou inserindo um item de resultado em uma operação de

geoprocessamento.
14

INICIANDO O ARCMAP
Você pode acessar o ArcMap a partir do botão Iniciar na barra de tarefas

do Windows. Alternativamente, você pode clicar duas vezes em um documento do

ArcMap (arquivo.mxd) para iniciar o ArcMap com o mapa desejado.

Selecionando o mapa na inicialização

Quando você inicia o ArcMap a partir da barra de tarefas do Windows, o

ArcMap exibe uma caixa de diálogo Introdução a partir da qual você pode

escolher um mapa existente ou escolher criar um novo mapa.


15

Clique duas vezes em um documento de mapa existente para abri-lo ou

crie um novo clicando em Novos Mapas.

A categoria Meus modelos exibe os documentos do mapa (arquivos.mxd)

na pasta Modelos na pasta de configurações do aplicativo. Isso lhe dá um lugar

para colocar documentos de mapa para uso como modelos que não requerem

acesso à pasta de instalação do software ArcGIS. Só você poderá ver modelos

que você colocou nesta pasta. Esta pasta está localizada em % APPDATA% \

ESRI \ Desktop10.2 \ ArcMap \ Templates.

Quando você está criando um novo documento de mapa, pode definir seu

geodatabase padrão. Cada documento do mapa tem um geodatabase padrão,

que é o local de origem do conteúdo espacial do seu mapa. Esta localização é

usada para adicionar conjuntos de dados e salvar conjuntos de dados resultantes

criados através de várias operações de edição e geoprocessamento.

Se você abrir um documento de mapa existente, esse campo será somente

leitura e mostrará o geodatabase padrão do documento do mapa aberto. Você

pode alterar seu geodatabase padrão a qualquer momento através

da janela Catálogo (clique com o botão direito do mouse no geodatabase que

deseja usar como padrão para o seu documento atual e escolha marcar

Geodatabase como padrão ) ou na caixa de diálogo “Map Document

Properties” (clique em File > Map Document Propriedades ).

De dentro do ArcMap, você também pode criar um novo mapa seguindo

um destes procedimentos:

Clique no botão Novo no menu principal.

Clique Arquivo > Novo ou pressione CTRL + N.


16

Dica de amigo:

Você pode ativar ou desativar a tela inicial e a caixa de

diálogo Introdução clicando em “Personalizar” > “Opções do ArcMap” e alternando

as opções na guia Geral.

Para criar uma miniatura para um documento,

escolha “Arquivo” > “Propriedades do documento de mapa” e clique no

botão “Criar miniatura”, na caixa de diálogo “Propriedades do

documento do mapa”.

Abrindo um documento de mapa

Existem várias maneiras de abrir um mapa no ArcMap. Você pode:

 Clicar duas vezes em um documento do mapa para abri-lo;

 Selecione-o na caixa de diálogo Primeiros passos do ArcMap;

 Clique no botão Abrir na barra de ferramentas padrão.

Este tópico descreve cada uma dessas alternativas

Clique duas vezes para abrir um documento do mapa

No Windows Explorer, navegue até o local do documento do mapa.

Clique duas vezes no documento para abri-lo.

Selecione um mapa na caixa de diálogo do ArcMap Getting Started

Quando você inicia o ArcMap a partir do menu Iniciar do Windows, você

verá a caixa de diálogo Primeiros passos do ArcMap.


17

Selecione um mapa existente ou navegue até ele para abri-lo no ArcMap.

Abrindo outro mapa de uma sessão do ArcMap

Se você já está trabalhando no ArcMap, pode optar por abrir outro

documento do mapa. Isso fechará seu mapa existente e abrirá o novo em seu

lugar. Existem três maneiras de alterar seu mapa para outro:

 Clique no botão Abrir na barra de ferramentas padrão (ou use o

atalho CTRL + O ).

 Clique duas vezes em um documento de mapa na janela Catálogo.

 Use a janela Pesquisar para encontrar um mapa e clique duas vezes

para abri-lo no ArcMap.

Certifique-se de salvar seu trabalho no mapa existente, pois ele será

fechado quando o novo mapa for aberto.


18

Definindo propriedades do documento do mapa

A caixa de diálogo “Map Document Properties” contém campos e opções

que ajudam você a tornar seu documento de mapa mais utilizável. Essa caixa de

diálogo também exibe os horários em que o documento foi salvo pela última vez,

impresso pela última vez ou exportado pela última vez.

Você pode acessar essa caixa de diálogo de duas maneiras. No ArcMap,

clique em “Arquivo” > “Propriedades do documento de mapa”. No ArcCatalog ou

na janela Catálogo, clique com o botão direito do mouse no documento do mapa

na visualização em árvore e clique em Propriedades.


19

Nota: Todas as configurações nesta caixa de diálogo só se aplicam ao seu

documento atual.

...

Inserindo informações sobre o seu documento de mapa


Esta caixa de diálogo inclui 5 campos onde você pode inserir informações

descrevendo seu mapa. Isso inclui:

Título - No ArcMap, o conteúdo deste campo é usado quando você

escolhe Inserir > Título para adicionar um título ao seu layout de mapa, e

se você atualizar este campo, ele é automaticamente refletido no título do

seu mapa na próxima vez que o layout do mapa é redesenhado.

Se este campo estiver vazio quando você escolher Inserir > Título, você

será solicitado pelo ArcMap a inserir um título, e este campo será

automaticamente preenchido com o título que você inserir.

Resumo - contém informações resumidas sobre o documento do

mapa. Quando você compartilha seu mapa como um pacote ou como um

serviço, o texto inserido aqui será usado automaticamente

pelo Resumo na guia Descrição do Item.

Um resumo é necessário ao:

 Compartilhar um mapa como um pacote;

 Publicar no ArcGIS Online;

 Ou compartilhar um serviço com o ArcGIS Online.

Descrição - Pode conter informações mais detalhadas sobre o documento

do mapa. Quando você compartilha seu mapa como um pacote ou como um

serviço, o texto inserido aqui será usado automaticamente

pela Descrição na guia Descrição do Item.


20

Autor - Confirmação indicando quem é o autor do documento do mapa.

Créditos - Confirmação indicando quem contribuiu para o documento do

mapa. Quando você compartilha seu mapa como um pacote ou como um serviço,

o texto inserido aqui será usado automaticamente

pelos Créditos na guia Descrição do Item.

Tags - Separe as tags com uma única vírgula (,). As tags facilitam a

localização deste documento quando você ou alguém o procura.

As tags são necessárias ao compartilhar um mapa como um pacote,

publicando ou compartilhando um serviço com o ArcGIS Online.

Dica de amigo:

Tome muito cuidado, pois você pode alterar estas informações ao definir as

descrições dos itens para um pacote de mapas ou um serviço de mapas. No

entanto, as alterações feitas não serão refletidas nas propriedades do documento

do mapa. As alterações feitas serão apenas para o pacote do mapa ou para o

serviço de mapa.

Definindo uma base de hiperlink

Caminhos ou URLs para hiperlinks baseados em campo acessados a partir

deste documento serão precedidos por essa base. Por exemplo, se a base de

hiperlink estiver definida como “D: \ Data”, os valores no campo ou nos campos

usados como hiperlinks para documentos não precisarão conter “D: \ Data”. Eles

podem conter apenas o nome do arquivo.

O uso dessa propriedade facilita o gerenciamento de hiperlinks, pois, se a

localização dos destinos for alterada, você poderá simplesmente editar essa
21

configuração em vez de precisar editar cada valor do campo que fornece os

destinos de hiperlink. A configuração Base de hiperlink não tem efeito sobre

hiperlinks dinâmicos ou em hiperlinks baseados em campo para macros.

Você não precisa adicionar um separador de barra ao final da base de

hyperlink que você especificar. Por padrão, o ArcGIS adiciona automaticamente

uma barra ao final da base do hiperlink - uma barra (/) no caso de um hiperlink

para um URL e uma barra invertida (\) no caso de um hiperlink para um

documento.

Definindo um geodatabase padrão

Cada documento do mapa tem um geodatabase padrão, que é o local de

origem do conteúdo espacial do seu mapa. Esta localização é usada para

adicionar conjuntos de dados e para salvar conjuntos de dados resultantes

criados por várias operações de edição e geoprocessamento.

Por exemplo, quando você exporta recursos de uma camada, os dados

serão salvos no geodatabase padrão do mapa, a menos que seja especificado de

outra forma.

O geodatabase padrão é sincronizado com o Espaço de Trabalho Atual dos

Ambientes de Geoprocessamento; portanto, todas as saídas de ferramentas ou

modelos serão salvas nesse local padrão.

Esta propriedade não pode ser alterada se você acessar essa caixa de

diálogo clicando com o botão direito do mouse em um documento

na janela Catálogo (a menos que o documento em que você clicou com o botão

direito do mouse seja o documento atual aberto no aplicativo) ou no ArcCatalog.


22

Dica importante:

Se nenhum banco de dados geográficos padrão for exibido ao acessar

essa caixa de diálogo na janela Catálogo ou no ArcCatalog, você estará vendo as

propriedades de um documento 8.x ou 9.x. Uma vez que o documento tenha sido

salvo usando o ArcGIS 10.0 ou posterior, o geodatabase padrão que ele usa será

mostrado aqui.

Alterando como o documento faz referência a dados


Você pode definir como as referências de caminho são mantidas no

documento, marcando ou desmarcando nomes de caminho relativos da Loja para

a fonte de dados. Se esta caixa estiver marcada, os caminhos são armazenados

como caminhos incompletos relativos à localização atual deste documento no

disco.

A utilização de caminhos relativos torna o documento do mapa mais fácil

de transportar, porque o ArcGIS resolverá os caminhos para as origens de dados

do documento em relação ao local atual do documento no sistema de arquivos,

em vez de caminhos completos que incluam uma letra de unidade ou nome de

máquina.

Usar caminhos relativos não significa que as camadas no seu documento

nunca precisarão de reparos. Mesmo com caminhos relativos, ainda é possível

que um documento não consiga encontrar suas origens de dados se o documento

ou as fontes de dados forem movidos para um local diferente em relação ao outro,

como para uma parte diferente da hierarquia de pastas ou para um disco

diferente.

Essa configuração aplica-se somente a como o documento faz referência a


23

dados baseados em arquivos (como geodatabases de arquivos, shapefiles,

coberturas e arquivos rasterizados) e dados em geodatabases pessoais. Não tem

efeito sobre como o documento faz referência a dados em servidores. As

camadas que representam dados e serviços nesses servidores fazem referência a

elas diretamente pelo nome do servidor e não por caminhos.

Esta propriedade não pode ser alterada se você acessar essa caixa de

diálogo clicando com o botão direito do mouse em um documento

na janela Catálogo (a menos que o documento em que você clicou com o botão

direito do mouse seja o documento atual aberto no aplicativo) ou no ArcCatalog.

Dica de amigo:

Se você quiser que todos os seus novos mapas sejam armazenados com

caminhos relativos, você precisará especificar caminhos relativos como padrão.

Clique em “Personalizar” > “Opções do ArcMap” para abrir a caixa

de diálogo Opções do ArcMap e, em seguida, clique na “guia Geral”.

Marque a opção para tornar caminhos relativos o padrão para novos

documentos de mapa. Essa configuração é armazenada no registro.

Fazendo uma miniatura do seu mapa


Uma miniatura é um gráfico que ilustra os dados que um item contém. As

miniaturas podem ser particularmente úteis quando você está avaliando os itens

encontrados em uma pesquisa, especialmente quando está pesquisando um

geoportal ou catálogo de metadados em que talvez você não tenha acesso ao

item real e não possa visualizar seus dados.

A miniatura é capturada no momento em que você pressiona o botão,

portanto, as alterações feitas no conteúdo do documento depois de ter


24

pressionado esse botão não são refletidas. No ArcMap, o instantâneo em

miniatura é uma imagem da página de layout completo do seu mapa.

As miniaturas não são dinâmicas, portanto, depois de criar uma miniatura,

elas não refletirão as alterações feitas no mapa até que você as exclua e as

recrie. Para recriar a miniatura do documento, clique em Excluir Miniatura e clique

em Criar Miniatura.

Esta propriedade não pode ser alterada se você acessar essa caixa de

diálogo clicando com o botão direito do mouse em um documento

na janela Catálogo (a menos que o documento em que você clicou com o botão

direito do mouse seja o documento atual aberto no aplicativo) ou no ArcCatalog.

ADICIONANDO CAMADAS A UM MAPA

Cada camada faz referência a um conjunto de dados que é armazenado

em um geodatabase, cobertura, shapefile, raster e assim por diante. É fácil

adicionar camadas a um mapa - basta selecionar um conjunto de dados e arrastá-

lo da janela Catálogo ou Pesquisar para o mapa ou adicionar um conjunto de

dados usando o botão Adicionar dados.

Depois que cada camada for adicionada ao mapa, você normalmente

definirá as propriedades de simbologia e rotulagem e organizará a ordem de

desenho das camadas no índice para que o mapa funcione bem.

Se os seus dados estiverem armazenados em um formato suportado pelo

ArcMap, você poderá adicioná-los diretamente ao seu mapa como uma

camada. Se os dados não estiverem armazenados em um formato suportado,

você poderá usar os utilitários de conversão de dados no ArcToolbox ou

a extensão Data Interoperability para converter praticamente todos os dados e


25

exibi-los em seu mapa.

Adicionando as camadas
Existem várias maneiras de adicionar camadas de mapa. Cada um deles é

coberto aqui.

Adicionando um conjunto de dados


Para criar uma nova camada de mapa, basta adicionar um conjunto de

dados ao seu mapa, globo ou cena 3D. Existem algumas maneiras de adicionar

conjuntos de dados:

Usando o botão Adicionar dados - Clique no botão Adicionar dados e

navegue até o conjunto de dados desejado. Em seguida, selecione e adicione ao

seu mapa.

Dica de amigo:

Quando você usa o botão Adicionar Dados no ArcMap pela primeira vez

em uma nova sessão, ele retorna automaticamente para o último local do qual

você adicionou dados. Ao desmarcar “Return to last used location” quando o

diálogo Add Data for usado pela primeira vez na guia Geral da caixa
26

de diálogo ArcMap Options, a caixa de diálogo Add Data será padronizada para o

nível superior da árvore Catalog. Isso melhora o desempenho

do comando Adicionar dados porque você não precisa esperar enquanto se

reconecta à unidade de rede, ao local do banco de dados ou ao servidor SIG

acessado na sessão anterior. Para abrir a caixa de diálogo Opções do ArcMap,

clique em “Personalizar” >”Opções do ArcMap”.

Copiando ou arrastando uma camada - Você pode mover camadas entre

quadros de dados ou mapas copiando e colando ou arrastando a camada de um

quadro de dados para outro.

Arrastando um conjunto de dados da janela Catálogo - você pode navegar

até os conjuntos de dados e adicioná-los diretamente no ArcMap. Usando

a janela Catálogo, navegue até o conjunto de dados desejado. Arraste o conjunto

de dados para o quadro de dados do mapa.

Arrastando um conjunto de dados da janela Pesquisar - você pode

adicionar dados ao seu mapa a partir da janela Pesquisar. Clique em Dados,

insira os termos de pesquisa para encontrar o conjunto de dados desejado e

arraste o conjunto de dados para o quadro de dados do mapa.


27

Consulte Usando a pesquisa no ArcGIS para mais informações.

Arrastando um conjunto de dados do ArcCatalog — Você pode

adicionar dados ao seu mapa a partir do aplicativo ArcCatalog. No ArcCatalog,

navegue até o conjunto de dados desejado. Em seguida, arraste-o para o quadro

de dados do ArcMap.

Adicionando vários conjuntos de dados - Você pode selecionar e

adicionar vários conjuntos de dados ao mesmo tempo, destacando todos os

conjuntos de dados desejados em vez de um único ao adicionar.


28

Dica de amigo:

Quando você desmarca a opção “Tornar camadas recém-adicionadas

visíveis” por padrão na guia Geral da caixa de diálogo “Opções do ArcMap”, as

novas camadas que você adicionar aparecerão no sumário, mas não serão

ativadas automaticamente (desenhadas no mapa).

Por exemplo, se você estiver trabalhando com grandes conjuntos de dados

que podem levar muito tempo para desenhar, pode ser bom desmarcar essa caixa

para definir as propriedades antes de ativar a camada no sumário. Abra a caixa

de diálogo clicando em “Personalizar” > “Opções do ArcMap”.

Adicionando dados do ArcGIS Online


Você pode adicionar dados e camadas que são publicados e

compartilhados on-line pela comunidade do ArcGIS.

Definindo a simbologia da camada


Quando você cria uma nova camada adicionando um conjunto de dados, a

camada será desenhada usando um conjunto padrão de propriedades de

desenho. Então, um dos seus primeiros passos será definir a simbologia da

camada e outras propriedades de exibição.


29

Definindo a ordem de desenho da camada


Ao adicionar uma nova camada, ela será automaticamente colocada acima

de outras do mesmo tipo. Por exemplo, um novo recurso de linha será colocado

acima de outros recursos de linha. Assim, você desejará posicionar as camadas

apropriadamente. Por exemplo, você pode querer colocar camadas que formam o

plano de fundo do mapa, como uma camada oceânica, na parte inferior do

sumário ou próximo a ela.

Operações de camadas comuns


Quando uma camada faz parte de um mapa, você pode fazer o seguinte:

 Ative e desative a exibição da camada.

 Mova camadas de um quadro de dados (dataframe) para outro.

 Defina o desenho dependente de escala para sua camada.

 Escolha quais recursos ou subconjunto de recursos serão exibidos.


30

 Defina as propriedades da camada e simbolize a camada.

 Etiquete a camada.

 Salvar camadas e pacotes de camadas para compartilhamento.

 Exiba e trabalhe com informações tabulares sobre uma camada.

 Organize uma coleção lógica de camadas em uma camada de

grupo para várias finalidades.

 Adicione a camada a uma camada de mapa base para aumentar o

desempenho da exibição.

Quando as camadas não estão sendo desenhadas no mapa


Quando as camadas estão ativadas, mas não estão sendo desenhadas no

mapa, o sumário pode fornecer algumas dicas. No índice abaixo, todas as

camadas são verificadas para exibição, mas as camadas de parques e lagos não

aparecem na exibição do mapa.

No exemplo abaixo, a camada de parques não está sendo desenhada

porque o link para sua origem de dados está quebrado, indicado pelo ponto de

exclamação vermelho (!) Ao lado da caixa de seleção. A camada de lagos não

está desenhando porque a escala atual do mapa de exibição do quadro de dados

está fora do intervalo de escala visível da camada, indicado pela barra de escala

esmaecida sob a caixa de seleção.

Para slucionar este problema é só dar 2 cliques rápidos sobre o ponto de


31

exclamação e definir a nova localização do dado.

Removendo camadas de um mapa

Quando você não precisar mais de uma camada no mapa, poderá removê-

la. Selecione a camada, clique com o botão direito do mouse e escolha Remover.

Remover uma camada não afeta a fonte de dados subjacente na qual a

camada é baseada. Você pode excluir (e gerenciar) fontes de dados, como uma

classe de recurso, usando a janela Catálogo.

Adicionando camadas a um mapa do Windows, e-mails ou páginas da Web

Os arquivos de camada e os pacotes de camadas são registrados

nos aplicativos do ArcGIS for Desktop, permitindo que você clique duas vezes no

Windows Explorer, no Microsoft Outlook, na área de trabalho do Windows e os

adicione diretamente à sua sessão atual do ArcMap ou do ArcGlobe.

Os arquivos de camada aparecerão com o familiar ícone amarelo. Clicar

em arquivos de camadas incorporados em páginas da Web também os adicionará

à sua sessão.

Se você não tiver um aplicativo do ArcGIS for Desktop em execução, abrir

um arquivo de camada iniciará automaticamente o aplicativo apropriado: o

ArcMap iniciará e adicionará a camada ao mapa vazio ou, no caso de arquivos de

camada contendo conteúdo somente 3D, ArcGlobe irá iniciar e adicionar a

camada ao globo.

USANDO QUADROS DE DADOS


O quadro de dados exibe uma coleção de camadas desenhadas em uma

ordem específica para uma determinada extensão de mapa e projeção de


32

mapa. O índice no lado esquerdo da janela do mapa mostra a lista de camadas no

quadro de dados.

Cada camada no quadro de dados é usada para exibir informações de um

conjunto de dados (como uma classe de recurso ou um arquivo de imagem). O

índice lista a ordem de desenho de cada camada.

Você trabalha com recursos, rasters e camadas dentro do quadro de dados

em unidades terrestres (usando pés, metros e assim por diante). Quando você

cria um mapa, ele contém um quadro de dados padrão listado no sumário como

Camadas (você pode renomeá-lo, se quiser).

Na exibição de dados, a janela de exibição é o quadro de dados -

mostrando as camadas do mapa do quadro de dados ativo desenhado de acordo

com sua ordem no índice de baixo para cima.

Gorjeta:
33

Você pode alternar a exibição de barras de rolagem na exibição de dados e

na visualização de layout clicando em “Exibir” > “Barras de rolagem”. Essa

configuração é independente em cada visualização, portanto, para ocultar as

barras de rolagem nas duas visualizações, você precisará alterar a configuração

nos dois locais.

Trabalhando com quadros de dados adicionais


Enquanto em muitos mapas, você só precisará de um quadro de dados,

poderá adicionar mais quadros de dados clicando em “Inserir” > “Quadro de

Dados no menu principal”. Você pode remover um quadro de dados clicando com

o botão direito do mouse no nome do quadro de dados no índice e

selecionando Remover.

Nota: Um mapa deve ter pelo menos um quadro de dados. Você não pode

excluir o último quadro de dados em um mapa.

Quando um novo quadro de dados é adicionado no ArcMap, ele aparece

no índice e é destacado como o quadro de dados ativo.

O quadro de dados ativo


Quando seu documento de mapa contiver mais de um quadro de dados,
34

você terá um que é o quadro de dados ativo; isto é, aquele com quem você está

trabalhando ativamente. O nome do quadro de dados ativo é mostrado em negrito

no índice. Para tornar um quadro de dados ativo, clique com o botão direito em

seu nome no índice e selecione Ativar.

Movendo camadas entre quadros de dados


Quando você tem mais de um quadro de dados e adiciona camadas ao

mapa, elas são adicionadas ao quadro de dados ativo. Você pode mover

camadas de um quadro de dados para outro, selecionando-as e arrastando-as

para o quadro de dados de destino.

Navegando no quadro de dados e trabalhando com suas camadas

A barra de ferramentas Ferramentas é uma das principais formas de

interação com informações geográficas exibidas no quadro de dados. Ele contém

ferramentas para trabalhar com o conteúdo dentro do quadro de dados ativo, por

exemplo, para deslocar e aplicar zoom no mapa, para identificar recursos e para

medir distâncias.

Funções na barra de ferramentas

Botão Nome Função

Mais Zoom Permite aumentar o zoom em uma janela geográfica clicando


em um ponto ou arrastando uma caixa.

Reduzir o zoom Permite diminuir o zoom de uma janela geográfica clicando em


um ponto ou arrastando uma caixa.

Panela Permite deslocar o quadro de dados.


Extensão total Permite aumentar o zoom em toda a extensão do mapa.
35

Zoom fixo Permite aumentar o zoom no centro do seu quadro de dados.

Corrigido Zoom Out Permite diminuir o zoom no centro do quadro de dados.


Costas Permite que você volte ao ponto anterior.

frente Permite que você avance para a próxima extensão.

Selecione recursos Permite selecionar recursos graficamente, clicando ou


arrastando uma caixa ao redor deles. Você também pode usar
as ferramentas Selecionar por polígono, Laço, Círculo e Linha
para selecionar recursos usando gráficos desenhados na tela.
Seleção clara Desmarca todos os recursos atualmente selecionados no
quadro de dados ativo.
Selecione Elementos Permite selecionar, redimensionar e mover texto, gráficos e
outros objetos colocados no mapa.

Identificar Identifica o recurso ou o local geográfico no qual você clica.

Hiperlink Aciona hyperlinks de recursos.

Pop-up HTML Aciona janelas pop-up de HTML a partir de recursos.

A medida Mede distâncias e áreas no seu mapa.

Encontrar Localiza recursos no mapa.

Encontrar rota Permite-lhe calcular rotas ponto a ponto e direcções de


condução.

Ir para a localização Permite que você digite um local x, y e navegue até ele.
XY
Janela de controle Abre uma janela de controle deslizante de tempo para trabalhar
deslizante de tempo com camadas e tabelas que reconhecem o tempo.
de abertura
Janela Criar Permite que você crie uma nova janela do visualizador
Visualizador arrastando um retângulo.

Além disso, clicar com o botão direito do mouse no quadro de dados exibe

um menu de contexto das ferramentas de navegação de dados.


36

Clicar com o botão direito do mouse dentro da exibição do quadro de dados

exibe este menu de contexto.

Panorâmica e zoom interativos usando camadas de mapa base

O deslocamento e o zoom contínuos e suaves podem ser ativados e

produtivos, especialmente ao usar as camadas do mapa base.

Melhorando o desempenho da exibição

Você pode usar várias abordagens para garantir melhor desempenho de

desenho de seus quadros de dados. Aqui estão algumas das abordagens que

você pode seguir:

Analise seu mapa para desempenho de desenho.

Use as camadas do mapa base para computar a exibição da camada uma

vez e reutilizá-la durante a sessão do ArcMap.

Use a aceleração de hardware para camadas de mapa base e camadas de

varredura aceleradas para melhorar ainda mais o desempenho de exibição

interativa.
37

Propriedades do quadro de dados


Cada quadro de dados é uma janela geográfica para exibir informações de
SIG. Os quadros de dados têm propriedades que definem o contexto para exibir e
trabalhar com os dados que eles contêm. Para exibir e definir propriedades de um
quadro de dados, siga estas etapas:
Clique com o botão direito do mouse no nome do quadro de dados no

índice (ou no quadro de dados no layout).

Clique em Propriedades e clique nas várias guias para visualizar e definir

as propriedades do quadro de dados. Você pode definir e revisar várias

propriedades em cada guia nessa caixa de diálogo.

O sistema de coordenadas é uma das propriedades mais importantes

porque define a projeção do mapa para o quadro de dados. Normalmente, o

sistema de coordenadas do seu quadro de dados é determinado pelo sistema de

coordenadas do primeiro conjunto de dados que você adiciona ao seu

mapa. Todos os outros conjuntos de dados adicionados serão projetados em

tempo real para corresponder ao sistema de coordenadas. Você pode revisar

e definir o sistema de coordenadas do quadro de dados na “guia Sistema de

coordenadas” na caixa de diálogo “Propriedades do quadro de dados”.


38

Além disso, outras propriedades podem ser definidas nessa caixa de

diálogo. Estes incluem a adição de grades e gratículas; definindo toda a extensão

da sua janela de mapa quando você clica no botão Full Extent ; criar e gerenciar

um cache de recursos para aumentar o desempenho em uma rede; e definindo

propriedades de aparência, como a posição do quadro de dados na página,

bordas e plano de fundo.

Consulte Trabalhando com quadros de dados nos layouts de página para

saber como usar muitas das guias na caixa de diálogo Propriedades do Data

Frame.

Definir a escala do mapa da exibição de mapa do seu quadro de dados

Você pode definir uma escala de mapa específica na qual exibir dados no
39

quadro do mapa usando a lista suspensa Escalado Mapa no menu

principal. Digite a escala do mapa desejada ou escolha uma na lista suspensa.

Mapear navegação usando marcadores


Os marcadores fornecem uma maneira de localizar áreas específicas em

seu mapa que os usuários podem navegar facilmente. Quando você está usando

o ArcMap e encontra uma extensão que você quer marcar, você pode adicionar

um marcador ao seu mapa que tornará fácil para os outros encontrá-lo mais tarde.

Trabalhando com as ferramentas do quadro de dados


A barra de ferramentas Data Frame Tools está disponível para trabalhar

com quadros de dados. Você pode abrir essa barra de ferramentas clicando
40

em “Personalizar” > “Barras de Ferramentas” > “Ferramentas do Quadro de

Dados” no menu principal.

Usando essas ferramentas, você pode girar o conteúdo do mapa no quadro

de dados e usar uma coleção de seus próprios lugares (Meus lugares) para

navegação no mapa. Consulte Como usar meus lugares para mais informações

sobre o uso de nomes de lugares para navegar pelos seus mapas.

Tarefas comuns de frame de dados

Aqui estão algumas operações comuns e links de artigos em inglês para

mais informações sobre como executar cada um:

Tarefas comuns Onde ir para obter informações?

Configurando ou alterando o Sobre sistemas de coordenadas e

sistema de coordenadas projeções de mapa para exibição de mapa

Configurando o sistema de

coordenadas do quadro de dados

Controlando a extensão do mapa Personalizando sua extensão de

mapa
41

Zoom e navegação em um mapa Movendo-se pelo mapa

Trabalhando com escalas de mapa

no ArcMap

Usando atalhos de teclado para

navegar em mapas e layouts de página

Criando um mapa inserido ou de Criando um mapa de visão geral

referência usando indicadores de extensão

Personalizando a aparência de um Recorte de quadros de dados para

quadro de dados na página de layout uma forma personalizada

Alterar a extensão usada Definir uma extensão

pelo botão Full Extent personalizada para toda a extensãodo

mapa

Melhorando o desempenho da Melhorando o desempenho do mapa

exibição do mapa

SISTEMAS DE COORDENADAS PARA EXIBIÇÃO DE MAPAS

No ArcMap, a janela do mapa é chamada de “Data Frame”, que é onde os

conjuntos de dados SIG são simbolizados e rotulados dentro de uma exibição de

mapa baseada em camadas.

Cada quadro de dados, em particular, representa parte do

mundo. Portanto, cada quadro de dados possui um sistema de coordenadas para

a exibição do mapa.

Por padrão, o sistema de coordenadas do quadro de dados é definido para

a primeira camada adicionada ao seu mapa. Então, na maioria das vezes, o

sistema de coordenadas do mapa é o mesmo que o sistema de coordenadas dos


42

seus dados geográficos.

No entanto, muitos mapas devem usar uma projeção de mapa

especializada para atender a um requisito específico. A escolha de um sistema de

coordenadas apropriado para seu mapa geralmente é um passo importante para

criar uma exibição de mapa que atenda às suas necessidades.

Considerações para escolher o sistema de coordenadas


Vários sistemas de coordenadas são projetados para manter certas

propriedades, e muitas vezes você pode escolher o sistema de coordenadas do

mapa e sua finalidade devido a essas propriedades. Aqui está uma breve visão

geral de algumas considerações importantes.

Finalidade do mapa
Mapas construídos para uma finalidade especial devem usar uma projeção

de mapa que preserve características importantes de projeção. Por exemplo, os

mapas de navegação geralmente usam a projeção Mercator porque essa projeção

tem a propriedade especial de representar um caminho de rolamento constante

como uma linha reta (chamada de linha de rumo). Mapas temáticos que

simbolizam um atributo de uma área, como densidade populacional, geralmente

usam uma projeção de área igual. E assim por diante.

Extensão do mapa

A área coberta pelo mapa afetará sua seleção de projeção de mapa. Várias
dezenas de projeções de mapas foram projetadas especificamente para mapas
43

do mundo, como as projeções de Winkel-Tripel e Robinson. Mapas de continentes


costumam usar projeções cônicas como a projeção da área igualitária de Albers.

Orientação do mapa

Se você está mapeando uma área com uma extensão maior na orientação leste-
oeste ou norte-sul, isso influenciará sua seleção de projeção de
mapa. Geralmente, as projeções cônicas são usadas para áreas com maior
extensão leste-oeste. Projeções cilíndricas transversais são comumente usadas
em áreas com maior extensão norte-sul.

Faixa de latitude
O intervalo de latitude do seu mapa influencia a seleção de uma projeção de
mapa. Projeções cilíndricas funcionam bem para o mapeamento de regiões
equatoriais. Para latitudes médias, as projeções de mapa mais utilizadas são
baseadas em projeções cilíndricas e cônicas. As regiões polares são geralmente
mapeadas com projeções planares.

Sistemas de coordenadas nacionais

Com frequência, você cria mapas de finalidade geral que abrangem áreas locais,
como cidades, regiões de um estado ou estados. Especialmente se esses mapas
forem usados por agências governamentais, usar a projeção de mapa
especificada por um sistema de coordenadas nacional ou regional é uma boa
escolha.

Para regiões não cobertas por um sistema nacional de coordenadas, o sistema


Universal Transverso Mercator (UTM) ou Gauss-Krüger (GK) é comumente usado
para mapas de grande escala. As zonas UTM têm seis graus de longitude de
44

largura, cerca de 660 quilômetros no equador ou 330 quilômetros a 60 ° de


latitude norte ou sul.

Mapas para uso na Web

Frequentemente, mapas da web definem o sistema de coordenadas que será


usado para fazer mashups. Você precisará combinar o sistema de coordenadas
do mapa de base que você escolher usar, seja o ArcGIS Online, o Microsoft Bing
Maps ou o Google Maps.

Todos esses mapas on-line são armazenados com um sistema de ladrilhos


contínuos para suportar a exibição contínua de dados de mapas para subáreas de
grande escala (por exemplo, imagens e ruas dentro de uma cidade). Isso requer
uma projeção de mapa único para o mundo. A projeção esférica de Mercator é
usada. Isso é geralmente chamado de projeção do Web Mercator.

Bancos de dados geográficos estão em latitude-longitude (coordenadas


geográficas)

Muitos conjuntos de dados e bancos de dados inteiros são frequentemente


coletados e mantidos em latitude-longitude. Isso é especialmente verdadeiro para
as organizações que criam e montam conjuntos de dados que abrangem todo o
mundo. A latitude-longitude é um sistema de coordenadas esféricas (geográficas)
e deve sempre ser projetada em sua exibição de mapa. Mapas criados com dados
desses sistemas abrangerão qualquer número de objetivos. Use as mesmas
considerações descritas acima para escolher um sistema de coordenadas.
45

ESPECIFICANDO UM SISTEMA DE COORDENADAS

Para exibir seus dados corretamente, cada quadro de dados usa um sistema de
coordenadas. Ele determina a projeção do mapa para a exibição do mapa no
quadro de dados. O sistema de coordenadas do quadro de dados não precisa ser
o mesmo que os dados que você está usando, embora se o ArcMap tiver que
projetar seus dados em tempo real, pode levar mais tempo para desenhar.

Quando o ArcMap é iniciado com um novo mapa vazio, o sistema de coordenadas


para o frame de dados padrão não é definido. A primeira camada adicionada a um
quadro de dados vazio define o sistema de coordenadas para o quadro de dados,
mas você pode alterá-lo, se necessário. À medida que você adiciona camadas
subsequentes, elas são exibidas automaticamente usando o sistema de
coordenadas do quadro de dados, desde que o sistema de coordenadas da fonte
de dados esteja definido.

Se não houver informações suficientes, o ArcMap não poderá projetar os dados


em cada camada e exibi-los corretamente. Nesse caso, você precisará fornecer
as informações necessárias do sistema de coordenadas.

Geralmente, se você tiver uma camada cujo conjunto de dados não tiver um
sistema de coordenadas definido e você souber qual sistema de coordenadas
está usando, use a ferramenta Definir Projeção no ArcToolbox para atribuir
informações de projeção aos seus dados. Isso é necessário para trabalhar com
esses dados no ArcGIS.

Dica extra:

Para ver se sua fonte de dados tem um sistema de coordenadas definido, clique
com o botão direito do mouse na camada no índice de conteúdo do ArcMap e
clique em “Propriedades” para abrir a caixa de
diálogo “Propriedades” da camada. Clique na guia “Origem” e procure
na caixa “Fonte de dados”. Você também pode usar a janela Catálogo para ver se
seus dados possuem um sistema de coordenadas definido.
46

Você pode revisar e definir o sistema de coordenadas do quadro de dados na


guia “Sistema de coordenadas” na caixa de diálogo “Propriedades” do quadro de
dados.

Alterando o sistema de coordenadas do quadro de dados


Para definir o sistema de coordenadas de um quadro de dados, você não deve
estar editando dados no momento.

Clique com o botão direito do mouse no nome do quadro de dados e


escolha Propriedades para exibir a caixa de diálogo Propriedades do Quadro de
Dados.

Clique na guia Sistema de Coordenadas e navegue até o sistema de coordenadas


desejado para a exibição do seu mapa. Você pode filtrar os sistemas de
coordenadas apresentados na caixa de diálogo executando um Filtro Espacial,
um Filtro de Cadeia ou uma combinação dos dois.

O Filtro Espacial filtra a lista de sistemas de coordenadas com base na extensão


fornecida, seja a Extensão Visível Atual, um Contorno de Recursos, um Contorno
de Gráficos Selecionados ou uma Extensão Personalizada.

O filtro de sequência de caracteres filtra a lista de sistemas de coordenadas com


base em nomes de pastas, nomes de sistema de coordenadas ou IDs conhecidos
(WKID).

Ao usar as opções de filtro para reduzir o número de sistemas de coordenadas


disponíveis, somente as pastas que contêm os sistemas de coordenadas
correspondentes aparecerão.

Dica de amigo:
47

Depois de localizar o sistema de coordenadas, você pode adicioná-lo à


sua pasta Favoritos clicando no botão Adicionar a Favoritos ou clicando com o
botão direito do mouse sobre ele e selecionando Adicionar a Favoritos.

A localização física desta pasta é a pasta Application Data \ ESRI \ Desktop10.3 \


ArcMap \ Coordinate Systems no diretório de perfis do Windows.

Para definir o sistema de coordenadas do quadro de dados para ser o mesmo que
uma camada específica no quadro de dados, abra a pasta Camadas e selecione o
sistema de coordenadas. Depois que o sistema de coordenadas for expandido,
você verá as camadas que fazem referência a ele.

Para definir o sistema de coordenadas do quadro de dados como o mesmo que


não está no quadro de dados, clique no menu suspenso Adicionar Sistema de
Coordenadas , selecione Importar e navegue até uma fonte de dados definida
48

com o sistema de coordenadas desejado usar. Usando o Import, você também


pode importar arquivos.prj salvos anteriormente.

Nota: Você pode criar um novo sistema de coordenadas clicando no menu


suspenso Adicionar sistema de coordenadas e selecionando Novo. Você
também pode modificar os parâmetros de um sistema de coordenadas existente
clicando com o botão direito e selecionando Modificar item. Os sistemas de
coordenadas criados com um desses métodos serão exibidos na pasta
Personalizada.

Alterar o sistema de coordenadas de um quadro de dados não altera os sistemas


de coordenadas dos dados de origem no quadro de dados.

Transformações geográficas

Para especificar uma transformação geográfica para os dados, clique


no botão Transformações e selecione a transformação desejada ou crie uma
transformação personalizada ou composta.

A conversão correta entre dois sistemas de coordenadas geográficas requer


uma transformação geográfica ou de dados. O ArcMap não escolhe
automaticamente uma transformação para você, porque muitas vezes há várias
opções de transformação que podem ser aplicadas entre dois sistemas de
coordenadas geográficas.

As transformações apresentadas no menu suspenso são classificadas por


adequação para a extensão da camada. Transformações podem diferir por
método e parâmetros que afetam sua precisão por área de uso. Cabe a você
decidir qual transformação é mais apropriada para seus dados e seus propósitos.
49

Trabalhando com unidades de mapa e exibição


As unidades de mapa são as unidades nas quais as camadas no quadro de dados
são exibidas e usadas. As unidades de mapa são determinadas pelo sistema de
coordenadas do quadro de dados. Depois que um sistema de coordenadas for
especificado para o quadro de dados, as unidades de mapa não poderão ser
alteradas, a menos que você escolha um sistema de coordenadas diferente para
o quadro de dados ou modifique as unidades lineares do sistema de coordenadas
existente.

Se o quadro de dados estiver usando um sistema de coordenadas projetadas, as


unidades de mapa serão a unidade linear do sistema de coordenadas projetadas
escolhido, como pés ou metros.

Se o quadro de dados estiver usando um sistema de coordenadas geográficas


(em outras palavras, o quadro de dados não é projetado), as unidades de mapa
serão a unidade angular (esférica) do sistema de coordenadas geográficas,
geralmente Decimal Degrees.

As unidades do mapa serão mostradas como desconhecidas até que o sistema de


coordenadas seja especificado para o quadro de dados. Se o quadro de dados
não contiver dados, adicione sua primeira camada ao quadro de dados, que
definirá o sistema de coordenadas automaticamente.

As unidades de exibição do quadro de dados padrão são as mesmas que as


unidades do mapa, mas podem ser alteradas a qualquer momento. As unidades
de exibição são usadas pela ferramenta Medir, fornecem as unidades padrão
usadas pelas barras de escala e são as unidades nas quais a leitura das
coordenadas do mapa e a área e as dimensões dos gráficos desenhados são
mostradas na barra de status.

Você pode alterar as unidades de mapa e exibição na caixa de


diálogo Propriedades do Data Frame.
50

1. Clique com o botão direito do mouse no nome do quadro de dados no


índice e clique em Propriedades.

2. Clique na guia Geral. Você pode ver as unidades do Mapa atual e também
definir as unidades de exibição.

Você também pode definir propriedades de exibição de coordenadas adicionais


para a barra de status clicando em “Personalizar” > “Opções do ArcMap” no menu
principal e clicando na guia “Visualização de Dados”.

USANDO O ÍNDICE

O índice lista todas as camadas no mapa e mostra o que os recursos de cada


camada representam. O índice do mapa ajuda a gerenciar a ordem de exibição
51

das camadas do mapa e a atribuição de símbolos, além de definir a exibição e


outras propriedades de cada camada do mapa.

As camadas na parte superior do sumário desenham em cima daquelas abaixo


delas. Assim, você colocará as camadas que formam o plano de fundo do mapa,
como o oceano ou uma imagem, perto da parte inferior do sumário e as camadas
nas quais você deseja chamar a atenção do leitor do mapa próximo ao topo. Um
mapa típico pode ter uma imagem ou uma base de terreno (como relevo
sombreado ou contornos de elevação) perto da parte inferior. Em seguida, vêm os
recursos do polígono do mapa base, seguidos pelos recursos de linha e ponto
próximos ao topo. E, finalmente, você pode ver tipicamente algumas camadas de
referência, como nomes de estradas e nomes de lugares, que fornecem contexto
locacional.

Você usa a caixa de seleção ou o ícone à esquerda de cada camada do mapa


para ativá-lo ou desativá-lo. Mantendo pressionada a tecla CTRL e clicando, ativa
e desativa todas as camadas do mapa simultaneamente.

Você pode definir as propriedades de exibição para cada camada do mapa para
que seja desenhada dentro de um intervalo específico de escalas de
mapa. Quando a exibição do mapa estiver fora do intervalo para o desenho
dependente de escala, as camadas não estarão visíveis. As camadas que estão
fora do intervalo da escala do mapa atual são indicadas no sumário por uma caixa
de seleção cinza com uma barra de escala abaixo dela.

Formas de listar camadas no índice


O índice tem várias maneiras de listar camadas: por ordem de desenho, origem e
se as camadas são visíveis ou selecionáveis. Clique no ícone na parte superior da
guia para alternar entre esses métodos de agrupamento. Você pode saber qual
modo está ativo, observando o botão (o ativo está destacado) e a organização
dos itens no sumário. As diferentes maneiras de listar camadas são simplesmente
métodos de exibir informações sobre as mesmas camadas.
52

As opções incluem o seguinte:

Listagem por ordem de desenho


Use Lista por ordem de desenho para criar o conteúdo do mapa, como alterar a
ordem de exibição das camadas no mapa, renomear ou remover camadas e criar
ou gerenciar camadas de grupos. Todos os quadros de dados em seu mapa são
listados quando o índice é classificado por ordem de desenho. No entanto,
somente o quadro de dados ativo - indicado por um nome de quadro de dados em
negrito - é mostrado no mapa na exibição de dados.
53

A ordem das camadas determina como as camadas são desenhadas em um


mapa. Em um quadro de dados, as camadas listadas na parte superior
desenharão as que estão na lista abaixo delas, e assim por diante, na lista
abaixo. Você pode facilmente arrastar e soltar camadas para ajustar a ordem de
desenho ou organizá-las em quadros de dados separados.

Para ativar ou desativar uma camada, clique na caixa de seleção ao lado do nome
da camada. Clicar com o botão direito abre um menu contendo muitos comandos
para trabalhar com camadas, incluindo acessar suas propriedades, ampliá-las,
selecioná-las e abrir suas tabelas de atributos.
54

Listagem por origem

Clique em Listar por origem para mostrar as camadas em cada quadro de


dados com as camadas organizadas pelas pastas ou bancos de dados nos quais
as fontes de dados referenciadas pelas camadas podem ser encontradas. Essa
visualização também listará as tabelas que foram adicionadas ao documento do
mapa como dados.

Essa visualização é muito útil para gerenciar e reparar a referência de caminho de


cada camada para sua origem de dados em seu documento de mapa.
55

Listagem por visibilidade

Clique em Listar por visibilidade para ver uma listagem dinâmica das camadas
atualmente exibidas no quadro de dados ativo. A maneira como as camadas são
listadas é atualizada automaticamente à medida que você faz panorâmica e
zoom, interage com o mapa, seleciona recursos e ativa ou desativa as camadas.

Listar camadas por visibilidade ajuda a simplificar visualmente e organizar um


mapa detalhado ou complicado com muitas camadas. Como a organização da
lista de visibilidade do índice é controlada automaticamente, não é possível alterar
a ordem ou os agrupamentos de camadas manualmente. Camadas dentro de
uma camada de grupo são listadas individualmente, já que cada camada pode ter
suas próprias propriedades de visibilidade e seleção. Você pode optar por exibir o
nome da camada do grupo ao lado da entrada da camada na caixa de
diálogo Opções do Sumário.
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Com List By Visibility, você tem dicas visuais para indicar a visibilidade da
camada. Cada tipo de camada tem seu próprio ícone, e o símbolo é colorido para
indicar que a camada está ativada ou cinza quando não está, portanto, é possível
observar rapidamente o ícone para determinar se uma camada é visível.

Quando as camadas são listadas por visibilidade, elas são agrupadas nessas
categorias:

Visível - a camada está ativada.

Out of Scale Range - A camada tem um intervalo de escala visível e não está
sendo exibida na escala atual do mapa. Para trazê-lo de volta à visualização,
clique com o botão direito e clique em Zoom para tornar visível.
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Não visível - a camada está desativada. Para ativá-lo novamente, clique no ícone
à esquerda do nome da camada.

Quando você clica com o botão direito do mouse em um nome de camada, o


menu que aparece contém os mesmos comandos que o menu para listar
camadas por ordem de desenho e seleção.

Para ativar ou desativar uma camada, clique no ícone de camada à esquerda do


nome da camada, como para uma camada de linha ou para uma camada de
polígono. Para tornar uma camada selecionável ou não selecionável, clique no
ícone de seleção à direita do nome da camada. Se esse ícone é colorido , a
camada é selecionável; se for cinza , a camada não é selecionável.

Listagem por seleção

Clique em Listar por seleção para agrupar as camadas automaticamente,


independentemente de serem selecionáveis e terem recursos selecionados. Uma
camada selecionável significa que os recursos da camada podem ser
selecionados usando as ferramentas de seleção interativas, como as da barra de
ferramentas Ferramentas ou a ferramenta Editar, quando em uma sessão de
edição.
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Quando as camadas são listadas por seleção, elas são agrupadas nessas
categorias:

Selecionado - A camada tem recursos selecionados.

Selecionável (sem recursos selecionados) - A camada é selecionável, mas não


possui recursos atualmente selecionados.

Não selecionável - a camada não é selecionável e você não pode usar as


ferramentas de seleção interativas para selecionar recursos nela.

Semelhante à listagem de camadas por visibilidade, você pode ativar ou desativar


uma camada usando os ícones de camada à esquerda do nome da camada,
como para uma camada de linha ou para uma camada de polígono, e tornar
59

uma camada selecionável ou não selecionável usando o ícone à direita do


nome da camada.

Além disso, o número de recursos selecionados é listado ao lado do ícone de


seleção. Quando existem recursos selecionados, você pode limpar a seleção
clicando no ícone de seleção branco na coluna entre o ícone selecionável e o
número de recursos selecionados.

Quando você clica com o botão direito do mouse em um nome de camada, o


menu que aparece contém comandos que funcionam com seleções. Você pode
navegar até os recursos selecionados, limpar a seleção, criar uma camada de
seleção, abrir a tabela que mostra a seleção e assim por diante.

Quando apenas alguns recursos estão atualmente selecionados, os recursos


selecionados são listados individualmente sob o nome da camada. O ícone
quadrado ao lado do ID do recurso permite refinar quais recursos estão
selecionados; clicar na caixa desmarca esse recurso específico.

Com um grande número de recursos selecionados, a entrada da camada não


inclui esse ícone. Você pode desativar totalmente essa configuração na caixa de
diálogo Opções do Sumário. O ID do recurso é obtido da expressão de
exibição da camada, que é definida na guia Exibição da caixa de
diálogo Propriedades da camada.

Saber se as camadas são selecionáveis ou possuem recursos selecionados é


particularmente útil ao editar, executar ferramentas de geoprocessamento
(qualquer ferramenta que aceite camadas considera os recursos selecionados) ou
executar outras tarefas que operam em recursos selecionados.

Por exemplo, ao copiar recursos, o ambiente de edição e os recursos de cópia


ferramenta de geoprocessamento copiará apenas os recursos selecionados. Você
pode listar o índice por seleção e ver facilmente quais camadas têm uma
seleção. Camadas contendo pelo menos um recurso selecionado são
automaticamente promovidas para o topo da janela, assim você pode evitar a
60

rolagem ou peneirar uma lista de camadas longas à procura de camadas com


recursos selecionados.

Além disso, mesmo que uma camada seja designada como não selecionável e
você não possa usar as ferramentas de seleção interativas para selecionar seus
recursos, ainda é possível selecionar essa camada usando outros métodos de
seleção - como com a janela da tabela, Selecionar por local. ou Selecionar por
atributos.

Opções de exibição para o índice


Você pode usar o botão Opções no índice para definir propriedades de
exibição.

Isso exibirá a caixa de diálogo Opções do Sumário.

A aba Preferências

Na guia Preferências, você pode fazer o seguinte:


61

Selecione Mostrar recursos selecionados na lista de seleção para listar os


recursos selecionados individualmente quando os itens do índice forem
agrupados por seleção. Isso permite refinar a seleção, pois você pode clicar em
um recurso no índice para desmarcá-lo. Quando desmarcado, somente os nomes
das camadas aparecerão no sumário.

Clique em classificar camadas por e clique em classificá-las de acordo com as


camadas de ordem, ou alfabeticamente, por nome de camada.

Marque mostrar nome da camada de grupo para incluir o nome de uma camada
de grupo ao lado do nome da camada quando o índice é listado por visibilidade ou
seleção.

Como cada camada em uma camada de grupo pode ter seus próprios status de
visibilidade e seleção, as camadas não são listadas com seu grupo pai. Quando
desmarcado, o nome da camada do grupo não aparecerá ao lado de nenhuma
camada filho. Listar o sumário por ordem de desenho para criar e gerenciar
camadas de grupo.

A guia Patches

Na guia Patches, você pode alterar o tamanho ou a forma do patch conforme


desejado. Os patches são a forma geométrica usada para representar um tipo
específico de recurso no sumário. (As correções em uma legenda do mapa são
definidas separadamente quando você cria uma legenda.) Clique
no símbolo Linha ou Área e clique no símbolo desejado na lista.
62

USANDO SÍMBOLOS E ESTILOS

Um aspecto fundamental da criação de um belo mapa é a escolha de símbolos,


cores e elementos de mapa que você usará. Nem todos na comunidade SIG têm
as habilidades de design necessárias para escolher símbolos elegantes e
esquemas de cores por conta própria ou aplicá-los de forma eficaz. Este é um dos
grandes desafios enfrentados por muitos usuários do ArcGIS.

Felizmente, existem cartógrafos altamente qualificados na comunidade ArcGIS


que compilam bibliotecas de símbolos, cores e outros elementos de mapas
relacionados. Eles compartilham esses estilos com o ArcGIS.

No ArcGIS, um estilo é uma biblioteca de coleções de símbolos, esquemas de


cores, regras de renderização e elementos de mapas relacionados que ajudam os
63

usuários a construir mapas melhores. Cada estilo adiciona essas bibliotecas


gráficas ao ArcMap, ao ArcGlobe e ao ArcScene, que você pode usar como uma
fonte rica para mapeamento e visualização.

Uma das capacidades fundamentais do ArcMap é a capacidade de compartilhar


esses estilos, que podem ser referenciados no ArcMap. Isso permite que todos os
usuários criem mapas atraentes e consistentes que causam impacto. Este tópico
apresenta alguns dos principais termos do símbolo e fornece orientação sobre
onde aprender mais.

Símbolos
Os símbolos são usados para retratar pontos, linhas, polígonos e texto em
mapas. Isso é semelhante aos mecanismos usados em documentos do Microsoft
Word e apresentações do PowerPoint. Aqui está uma breve visão geral dos tipos
de símbolos usados em mapas e outras visualizações SIG (por exemplo, em 3D):

Símbolos de marcador - são símbolos de ponto usados para retratar pontos em


mapas e são usados frequentemente em padrões de linha. Por exemplo:

Bem, símbolos -

Símbolos da árvore -
64

Um símbolo de linha de frente meteorológica construído usando uma série de


marcadores dispostos ao longo da linha em padrões.

Símbolos de linha - são usados para desenhar recursos de linha e limites de


polígonos, além de renderizar outras linhas de mapa. Por exemplo:

Símbolos de preenchimento - Estes são usados para preencher polígonos e


outros elementos de mapa sólidos. Por exemplo:
65

Símbolos de texto - os símbolos de texto incluem fonte, tamanho, cor e outras


propriedades. Eles são usados para rótulos de recursos, anotações e outros
textos de mapa. Por exemplo:
66

Estilos
O ArcGIS suporta a capacidade de produzir um conjunto consistente de
cartografia que adere a um padrão acordado por um grupo de trabalho,
organização ou comunidade. Uma das maneiras que isso é promovido é através
do uso de estilos.

Um estilo é uma coleção de símbolos, cores, elementos de mapa e outros


elementos gráficos que permitem que um grupo de usuários crie e compartilhe
cartografia consistente. Um estilo é uma biblioteca de todos esses elementos que
podem ser compartilhados entre um grupo de usuários do ArcGIS.

Existem muitos tipos de elementos gráficos que podem ser compartilhados como
parte de um estilo. Este exemplo mostra algumas das cores que fazem parte do
arquivo ESRI.style. Observe todas as outras categorias de elementos gráficos.

Os estilos contêm símbolos, gráficos e cores que são usados no ArcGIS. Cada
vez que você procura e escolhe um símbolo para o seu layout de mapa e mapeia
camadas no ArcGIS, você está selecionando o símbolo em uma biblioteca de
estilos.
67

No ArcMap, ArcGlobe e ArcScene, você pode adicionar estilos e referenciá-los em


seus documentos de mapa. Isso fornece uma biblioteca consistente de símbolos
para usar em seus mapas, globos e cenas.

O uso de estilos é uma das formas pelas quais organizações e comunidades


compartilham um padrão. Ao compartilhar um estilo, todos os usuários fazem
referência aos mesmos símbolos, regras de rotulagem, bordas, barras de escala e
assim por diante. Isso leva a um padrão de mapeamento compartilhado e a
representações mais consistentes entre um grupo de usuários.

A Esri fornece uma série de estilos para várias comunidades de usuários. Além
disso, os usuários podem criar e compartilhar seus próprios estilos. No ArcMap,
todos os usuários em um grupo podem adicionar estilos compartilhados à coleção
de símbolos e outros elementos que fornecem uma biblioteca de gráficos para
adicionar aos seus mapas.

REFERENCIANDO DADOS NO MAPA

As referências de dados usadas em documentos de mapas, globos e cenas 3D


são armazenadas como propriedades da camada do mapa. A maioria das
camadas faz referência a dados armazenados em bancos de dados geográficos
ou como arquivos no disco - por exemplo, shapefiles, coberturas, arquivos CAD,
imagens e assim por diante. Cada referência de dados é um caminho e há várias
alternativas para armazenar esse caminho.

Cada vez que você adiciona dados a um mapa, o caminho para os dados é
armazenado em uma camada no mapa. Quando você abre seu mapa, o ArcMap
localiza os dados necessários usando esses caminhos armazenados. Você pode
visualizar o caminho dos dados representados por uma camada em seu mapa
observando a visualização Listar por origem do Índice ou clicando duas vezes na
camada para abrir a caixa de diálogo Propriedades da camada e, em seguida,
clicando na guia Origem.
68

Se o ArcMap não puder encontrar os dados para uma camada em particular, a


camada aparecerá no índice do ArcMap, mas não será desenhada. Em vez disso,
um ponto de exclamação vermelho aparecerá ao lado da camada para indicar que
a camada precisa ser reparada.

Opções para caminhos

Existem várias opções para referenciar conjuntos de dados usando


caminhos. Esses incluem:

Caminhos completos

Um exemplo de um caminho completo é:

C: \ SIG \ Project1 \ Boundary.shp

Para compartilhar mapas salvos com caminhos completos para suas fontes de
dados, seus usuários devem ter acesso ao mesmo computador (ou replicar sua
estrutura de pastas em seus computadores).

Nota: Caminhos completos também são conhecidos como caminhos absolutos ou


caminhos completos.

Caminhos relativos

Caminhos relativos especificam a localização dos dados relativos ao local atual no


disco do arquivo referenciado. Um exemplo de um caminho relativo é:

\ Project1 \ Boundary.shp

Você pode fazer referência a dados em uma pasta acima da pasta que contém o
mapa. Nesses casos, o caminho relativo conterá \.. \ para cada nível acima na
estrutura de pastas a ser percorrida.
69

Como os caminhos relativos não contêm nomes de unidade, eles permitem que
uma camada e seus dados associados sejam movidos para qualquer unidade de
disco sem a necessidade de reparar os links de dados da camada nos
documentos do mapa.

Caminhos UNC

Os caminhos da convenção universal de nomenclatura (UNC) usam uma sintaxe


para caminhos e arquivos em uma rede de computadores. A sintaxe é:

\\ <nome do computador> \ <pasta compartilhada> \

seguido por qualquer número de diretórios e terminado com o diretório ou nome


de arquivo referenciado. Por exemplo:

\\ pondermatic \ public \ studyarea.gdb

\\ billywood \ public \ streets.lyr

\\ omnipotente \ shared_stuff \ quarta-feira \ tools

Nota: Pode haver uma desvantagem de desempenho ao usar caminhos UNC


porque o acesso a arquivos de rede é geralmente mais lento do que o acesso
direto ao disco em seu computador local (usando caminhos absolutos), o que
pode afetar o desempenho do desenho do mapa para serviços de mapa.

Especificando o formato dos caminhos


70

Você pode visualizar (assim como especificar) como as referências de caminho


serão mantidas em seus documentos usando a caixa de diálogo Map Document
Properties, conforme a seguir:

Clique em Arquivo > Propriedades do documento de mapa no menu principal.

Verifique os nomes de caminho relativos da Loja para origens de dados para


especificar caminhos relativos.

Dica de amigo: Se você quiser que todos os seus novos mapas sejam
armazenados com caminhos relativos, você precisará especificar os caminhos
relativos como padrão.

Clique em “Personalizar” >”Opções do ArcMap” para abrir a caixa


de diálogo Opções do ArcMap e, em seguida, clique na guia “Geral”. Marque a
opção para Tornar caminhos relativos o padrão para novos documentos de
mapa. Essa configuração é armazenada no registro.
71

Depois de salvar o arquivo da camada, você não poderá alterar as opções da


fonte de dados de absoluta para relativa ou vice-versa. A camada sempre
manterá a opção de fonte de dados que foi definida para o documento do mapa
no momento em que você salvou a camada.

Pausando o desenho do mapa


Se você quiser fazer alterações no seu mapa sem atualizar o mapa a cada vez,
você pode usar o botão Pausar desenho. Ao pausar o desenho, você suspende
temporariamente todo o desenho no ArcMap na visualização de dados e layout.

A ferramenta Desenho de pausa é mais útil quando você está alterando a


simbologia e as propriedades de várias camadas ou adicionando ou removendo
muitas camadas e não deseja que o mapa seja redesenhado sempre que você
clicar em OK em uma caixa de diálogo.

Enquanto o desenho está em pausa, o seu quadro de dados ficará assim:

Nota: Cada vez que seu mapa é atualizado, o posicionamento dos marcadores é
recalculado. Dependendo do mecanismo de rótulos usado e dos parâmetros de
rótulo definidos, isso levará quantidades de tempo variáveis.
72

Clicar no botão Pausar Rotulagem na barra de ferramentas Rotulagem permite


suspender o desenho de rótulos enquanto você continua a trabalhar com seus
dados. Isso é útil quando você está trabalhando com um mapa muito rotulado,
mas não precisa dos recursos rotulados para a tarefa que está concluindo.

Clique no botão Pausar desenho sempre que quiser suspender o


desenho. O botão Pausar desenho está localizado na parte inferior esquerda da
janela de visualização, ao lado do botão Atualizar e da barra de rolagem
horizontal.

Você também pode pressionar F9 como um atalho para pausar o desenho.

Clique no botão novamente para retomar o desenho.

Analisando seu mapa


A análise do mapa ajuda você a melhorar o desempenho de desenho dos
documentos do ArcMap, gerando uma lista de possíveis problemas de
desempenho de exibição, como um verificador ortográfico em um programa de
processamento de texto. Cada descrição do problema orienta você para as
atualizações sugeridas que você pode fazer em sua camada de mapa para
resolver o problema e melhorar o desempenho do desenho do mapa.

Existem três tipos de mensagens na janela Preparar :

Erro

Atenção

mensagem

Você pode clicar com o botão direito do mouse em cada mensagem para receber
uma rápida sugestão sobre como resolver esse problema específico. Isso também
73

lhe dará acesso a um tópico de ajuda com mais informações, como opções
adicionais de reparo. O item em negrito em cada lista fornecerá a abordagem
padrão para abordar cada problema.

Nota: Ao avaliar os resultados na janela Preparar, você tem a opção de endereçar


ou ignorar mensagens e avisos. Se você optar por ignorar, poderá marcar como
uma exceção clicando com o botão direito do mouse na mensagem ou no aviso e
escolhendo Marcar como exceção.

Clique em “Arquivo” > “Analisar Mapa” no menu principal.

A janela Preparar com sua lista de Erros, Avisos e Mensagens será exibida.

USANDO LAYOUTS DE PÁGINA


Um layout é uma coleção de elementos de mapa dispostos e organizados em
uma página. Os elementos comuns do mapa incluem um ou mais quadros de
dados (cada um contendo um conjunto ordenado de camadas do mapa), uma
barra de escala, seta norte, título do mapa, texto descritivo e uma legenda de
símbolo.
74

A visualização de layout é onde você adiciona bordas de mapas, quadros,


gratículas e outros retoques finais em um mapa. O que você vê no layout é o que
obtém se imprimir ou exportar o mapa para o mesmo tamanho de página.

Imprimir um mapa no ArcMap


Você usa a ferramenta Imprimir para imprimir um mapa no ArcMap. Isso envia seu
mapa para a impressora desejada.

Existem duas tarefas de impressão que você pode executar no ArcMap. Você
pode:

Imprimir seu quadro de dados

Imprimir seu layout

Imprimindo um quadro de dados


Aqui estão os passos para imprimir o conteúdo do quadro de dados ativo. Isso
imprimirá a exibição existente, conforme mostrado na extensão atual do mapa do
seu quadro de dados.

Passos: Certifique-se de que você está trabalhando no modo de exibição de


dados no ArcMap - selecionando “View” > “Data View” no menu principal ou
clicando no botão Data View no canto inferior esquerdo da tela do mapa.

Desloque e amplie o seu quadro de dados até que você tenha a extensão
desejada do mapa.
75

Clique em Arquivo > Imprimir no menu principal para imprimir sua visualização de
dados.

Imprimindo um layout
O layout é a visualização do mapa que organiza vários elementos do mapa em
uma página para impressão de mapas. Aqui estão as etapas para imprimir a
visualização de layout do seu mapa.

Passos: Certifique-se de estar trabalhando com a visualização de layout no


ArcMap - selecionando View > Layout View no menu principal ou clicando no
botão Layout View no canto inferior esquerdo da tela do mapa.

Clique em Arquivo > Imprimir no menu principal para imprimir seu layout.
76

Colocar um layout grande na página da impressora


Ocasionalmente, você pode ter a necessidade de imprimir um mapa cujo tamanho
da página de layout seja maior do que a sua impressora - por exemplo, você só
pode ter acesso a uma impressora de documentos em vez de uma plotadora de
grande formato. Ou você pode querer criar um enorme mapa de parede.

Você tem duas opções:

 Você pode selecionar Mapa lado a lado para Papel da impressora para
associar o mapa a várias páginas para impressão.
 Você pode selecionar Mapa de escala para ajustar o papel da
impressora para ajustar o mapa no papel da impressora.

Dica de amigo: Nos casos em que você imprimirá mapas como vários blocos, é
útil criar um gráfico de teste primeiro. Por exemplo, você pode imprimir apenas
alguns blocos ou criar um layout simples com um quadro de dados vazio e alguns
outros elementos do mapa.

Imprimir mapas com várias páginas


77

Há vários mapas com os quais você trabalhará, que conterão várias páginas. Por
exemplo, suponha que você queira gerar um livro de mapas (por exemplo, para
montar um livro de Mapa de Impostos ou um livro de mapas de Resposta de
Emergência da sua jurisdição).

Nesses casos, você pode usar um recurso do ArcMap chamado Data Driven
Pages. Isso usa um conjunto de dados de índice em que cada recurso define a
extensão do mapa para uma folha de mapa específica. Os atributos do recurso
especificam algumas das propriedades do elemento do mapa para cada página
do mapa (como o título do mapa ou a área de interesse preenchida que é exibida
em um mapa de índice).

O uso de Páginas controladas por dados inicia definindo seu uso na caixa de
diálogo de configuração de página e impressão e, em seguida, definindo como os
atributos serão usados na geração de páginas.

SALVANDO UM MAPA
Depois de terminar de trabalhar em um mapa, você pode salvá-lo e sair do
ArcMap. Você salva um mapa como um documento e o armazena no disco
rígido. Se você não salvou o mapa antes, precisará fornecer um nome e salvá-lo
em um local de pasta. O ArcMap anexa automaticamente uma extensão de
arquivo (.mxd) ao nome do seu documento de mapa.

Os dados exibidos em um mapa não são salvos com ele. Camadas de mapas
fazem referência às fontes de dados no seu banco de dados SIG. Isso ajuda a
manter os documentos do mapa relativamente pequenos em tamanho.

Você também pode salvar o mapa com seus dados usando um pacote de mapas,
que pode ser usado para compartilhar seu mapa e seus dados relacionados com
outros usuários.
78

Salvando em versões anteriores do ArcGIS

Na maioria dos casos, depois de abrir e salvar um documento de mapa existente


(arquivo.mxd), o mapa não pode mais ser aberto com versões anteriores do
ArcGIS, pois agora ele refletirá a nova funcionalidade. Da mesma forma, novos
documentos não podem ser abertos em versões anteriores do software; no
entanto, você pode usar o comando Salvar uma cópia para fazer uma cópia de
um documento de mapa para poder abrir e trabalhar com ele nas versões
anteriores do ArcGIS. Observe que os documentos do ArcGIS 10.1, 10.2, 10.3 e
versões relacionadas, como 10.3.1, são diretamente compatíveis entre si.

Os documentos ArcGIS 9.0 e 9.1 também são compatíveis entre si.

Cada nova versão do ArcGIS introduz funcionalidades e propriedades que não


estão disponíveis nas versões anteriores. Quando você salva um documento de
mapa, um arquivo de camada ou um documento 3D em uma versão anterior do
ArcGIS, o formato do arquivo é alterado para eliminar propriedades não
disponíveis na versão anterior.

Isso significa que salvar em uma versão anterior remove do arquivo qualquer
funcionalidade que dependa do software mais recente. Portanto, algum trabalho
pode ser perdido se você salvar em uma versão anterior e começar a trabalhar
novamente com a cópia mais antiga no produto ArcGIS atual, pois a nova
funcionalidade foi removida do processo Salvar uma cópia. Seu arquivo original
ainda terá a nova funcionalidade.

Além disso, quando você salva um documento de mapa em uma versão anterior
do software, somente o arquivo.mxd é salvo, as fontes de dados referenciadas no
arquivo.mxd permanecem inalteradas.

Você também pode salvar arquivos de camada nos documentos ArcMap e


ArcGlobe e ArcGlobe e ArcScene para versões anteriores do ArcGIS.
79

Geodatabases e documentos de mapas salvos para versões anteriores


Se sua organização usa versões diferentes do ArcGIS, você precisa confirmar a
liberação do ArcGIS com a qual seu geodatabase está associado, pois isso pode
ter um impacto sobre se o ArcGIS será capaz ou não de acessar os dados
referenciados no mapa.

Versões mais recentes do ArcGIS podem ler geodatabases antigos, mas versões
mais antigas do ArcGIS não podem ler geodatabases mais novos, exceto nos
seguintes casos:

Começando com o ArcGIS 10, o número da versão está associado a itens


individuais dentro do geodatabase, em vez de ser aplicado a todo o
geodatabase. Apenas os conjuntos de dados com funcionalidade mais recente
nesses bancos de dados serão abertos pela versão anterior. Para obter melhores
resultados na identificação de tais conjuntos de dados, use o ArcGIS 10.0 Service
Pack 3 (SP3) ou superior que possa identificar adequadamente os novos
conjuntos de dados.

O ArcGIS 9.2 Service Pack 5 (SP5) e o Service Pack 6 (SP6) podem abrir e editar
um 9.3 geodatabase; entretanto, o 9.2 SP5 / SP6 não poderá abrir, editar ou criar
conjuntos de dados que contenham nova funcionalidade disponível no ArcGIS 9.3,
como criar um terreno com um formato de pirâmide do tamanho de janela ou um
conjunto de dados de rede com um atributo que use o giro global de 9,3
avaliadores de função de atraso e de rede.

Os geodatabases ArcGIS 9.1 e 9.0 são diretamente compatíveis entre si.

Por exemplo, se o seu mapa contiver dados de um arquivo geográfico pessoal,


arquivo ou ArcSDE do ArcGIS 10, você poderá salvar o arquivo.mxd para que ele
possa ser aberto em uma versão do ArcGIS 9.3, mas o 9.3 não conseguirá exibir
os dados mais recentes. Shapefiles, coberturas e rasters baseados em arquivos
não apresentam um problema a esse respeito.
80

Os geodatabases existentes criados usando versões anteriores podem ser


abertos e usados na versão atual sem serem atualizados; no entanto, para
aproveitar as novas funcionalidades, os bancos de dados geográficos existentes
devem ser atualizados. Se você atualizar um geodatabase, não poderá restaurá-lo
para uso em sua versão original do ArcGIS. Por esse motivo, você pode querer
fazer uma cópia do geodatabase antes de atualizar.

Se você tiver dados em um banco de dados geográficos que você criou ou


atualizou na versão atual em que deseja trabalhar dentro de uma versão anterior
do ArcGIS, você tem duas opções.

Na versão atual, você pode criar um arquivo geodatabase novo e vazio que pode
ser aberto em uma versão mais antiga usando a ferramenta de
geoprocessamento Create File GDB, então copie e cole os dados do seu
geodatabase naquele novo arquivo vazio geodatabase. Isso criará um
geodatabase que pode ser aberto na versão anterior, no entanto, observe que
alguns itens suportados em bancos de dados geográficos mais recentes não
podem ser colados em um banco de dados geodimensionais destinado a uma
versão mais antiga, caso essa versão não os suporte.

Como alternativa, na versão atual, adicione os dados em um mapa como uma


camada e crie um pacote de camadas, que pode ser aberto com o ArcGIS 9.3.1 e
mais recente. Se você tiver várias camadas que deseja preparar, crie uma
camada de grupo, empacote essa camada ou crie pacotes de camada separados
para cada camada.

Alguns pontos gerais para lembrar ao trabalhar com geodatabases de diferentes


versões do ArcGIS incluem:

A funcionalidade Geodatabase, que é nova em um release específico, é


suportada apenas em documentos de mapas do mesmo release ou superior.

As caixas de ferramentas de geoprocessamento armazenadas em bancos de


dados atualizados não podem ser abertas em versões anteriores. Da mesma
81

forma, depois de fazer uma alteração em uma caixa de ferramentas baseada em


arquivo (.tbx), ela não pode mais ser acessada pela versão anterior.

Você pode clicar com o botão direito do mouse em uma caixa de ferramentas e
clicar em Salvar como e escolher o número da versão para salvá-lo, mas será
necessário fazer edições manuais para considerar qualquer funcionalidade na
caixa de ferramentas que não esteja disponível nessas versões.

As malhas de encomendas são suportadas apenas no ArcGIS 9.2 ou em bases


de dados geográficas mais recentes ou documentos de mapas.

Conjuntos de dados de mosaico são suportados apenas no ArcGIS 10.0 ou em


novos geodatabases ou documentos de mapas.

As camadas e os conjuntos de dados de rede do ArcGIS Network Analyst são


suportados apenas no ArcGIS 9.1 ou em novos geodatabases ou documentos de
mapas.

As camadas de esquemas do ArcGIS e conjuntos de dados esquemáticos são


suportados apenas no ArcGIS 9.0 ou geodatabases mais recentes e em
documentos de mapas 9.1 ou mais recentes.

Existem algumas limitações e diretrizes com replicação com geodatabases de


diferentes releases.

Salvando no ArcGIS 10.1 / 10.2 / 10.3


Funcionalidades ou propriedades que não são suportadas ao salvar em todos os
lançamentos mais recentes que o ArcGIS 10.1 / 10.2 / 10.3 também não estão
disponíveis em 10.1 / 10.2 / 10.3. Além disso, aqui estão algumas outras notas
específicas para salvar no ArcGIS 10.1 / 10.2 / 10.3:
82

Camadas de rasterização usando o renderizador de campo vetorial serão


descartadas quando salvas em 10.1 / 10.2.

O sistema de coordenadas da imagem não é usado quando salvo em 10.1 / 10.2 /


10.3.

As camadas de rasterização que estão usando as seguintes funções serão


descartadas quando salvas em 10.1 / 10.2 / 10.3:

ArgStatistics

Curvatura

Preenchimento de Voz de Elevação

Raster Python

Reformulação

Resample

Segmentação Média do Segmento

Estatísticas e Histograma

Transponha Bits

Conversão de unidades

Campo vetor

Renderizador de campo vetorial


83

Camadas de mosaico com a configuração multidimensional serão descartadas


quando salvas em 10.1 / 10.2 / 10.3.

Camadas de mosaico com uma configuração de modelo de processamento serão


descartadas quando salvas em 10.1 / 10.2 / 10.3.

Salvando no ArcGIS 10.0

Funcionalidades ou propriedades que não são suportadas ao salvar em todos os


lançamentos mais recentes que o ArcGIS 10.0 também não estão disponíveis em
10.0. Além disso, aqui estão algumas outras notas específicas para salvar no
ArcGIS 10.0:

Macros de rótulo, exibição e hiperlink que usam expressões Python serão


revertidas para o VBScript quando salvas em 10.0. A expressão permanecerá
para que possa ser portada de volta para o VBScript ou JScript.

As camadas que usam as novas propriedades Maplex em 10.1, como as opções


de conexão de recurso de nível de classe de chave e de classe de rótulo,
perderão esses recursos quando salvos em 10.0.

Símbolos usando imagens PNG de 32 bits perderão transparência quando salvos


em 10.0.

O conjunto de dados do LAS e as camadas do WMTS serão descartados do


mapa quando salvos em 10.0.

Os dados de tempo de exibição do mapa no modo ao vivo perderão essa


capacidade quando salvos em 10.0.

As legendas no layout da página perderão suas habilidades dinâmica, quebra


automática de texto e acumulação quando salvas em 10.0.

Os renderizadores de densidade de ponto que usam a capacidade de manter a


densidade por valor de ponto perderão essa capacidade.
84

As camadas do serviço de recursos serão salvas, mas não poderão se conectar


ao serviço de recurso no 10.0.

As camadas que fazem referência a conjuntos de dados geodatabase com


funcionalidade específica para 10.1 não poderão se conectar a essas fontes de
dados no 10.0.

Adicionando dados do ArcGIS Online


O ArcGIS Online contém galerias de muitas fontes de dados SIG online que você
pode conectar e usar no ArcMap. Este tópico descreve como adicionar dados
online do ArcGIS Online.

Há algumas ocasiões em que um usuário desejará mudar do portal on-line padrão


do ArcGIS (por exemplo, http://www.ArcGIS.com) e mudar para os portais de uma
organização (por exemplo, http://myportal.company.com). Isso pode ser feito
usando o Manage Portal Connections por meio do ArcGIS Administrator.

Passos

Clique na seta Add Data e clique em Add data from ArcGIS


Online. A janela online do ArcGIS é exibida. Você pode pesquisar, ler e usar
várias fontes de dados online no ArcGIS Online.
85

Nota: Os dados que você vê dependem do portal ao qual você está conectado.

Clique em Entrar. Como usuário do ArcGIS, você pode usar seu login global para
visualizar seu conteúdo e outros conteúdos de grupo cujo acesso pode ser restrito
para usuários selecionados.

Pesquise conteúdo usando a interface de pesquisa.

Dica de amigo: Use um asterisco (*) como curinga em suas pesquisas. Procure
entradas na janela. Para ver mais detalhes sobre qualquer item, clique
no botão Detalhes.

Clique em Adicionar nesta janela para adicionar conteúdo online selecionado ao


ArcMap.

Automação de mapas utilizando geoprocessamento


86

Geoprocessamento é a execução metódica de uma seqüência de operações em


informações geográficas. Embora o geoprocessamento seja certamente usado
para análise espacial, ele também pode ser usado para automatizar uma ampla
gama de tarefas de mapeamento - por exemplo, para gerar mapas e atlas de
mapas de várias páginas, para reparar links de dados quebrados de todos os
documentos em uma pasta e em breve.

Atalhos de teclado no ArcMap


A seguir listamos alguns dos atalhos de teclado disponíveis no ArcMap, embora
muitos deles também se apliquem ao ArcGlobe e ao ArcScene.

Acessando comandos de menu do ArcMap


A tabela a seguir lista os atalhos de teclado para alguns comandos comuns:

Atalho Comando Cardápio

CTRL + N Novo Arquivo

CTRL + O Aberto Arquivo


CTRL + S Salve  Arquivo
ALT + F4 Saída Arquivo
CTRL + Z Desfazer Editar
CTRL + Y Refazer Editar
CTRL + X Cortar Editar
CTRL + C cópia de Editar
CTRL + V Colar Editar
F1 ArcGIS for Desktop Help Socorro

Atalhos de teclado usados para acessar os comandos de menu do


ArcMap
87

 Para acessar o menu principal, pressione ALT e use as teclas de seta para
percorrer os menus; pressione ENTER para fazer uma seleção.
 Pressione ESC para fechar um menu ou caixa de diálogo.

Manuseio de janela

 CTRL + F abre a janela Pesquisar.


 ESC move o foco da janela Catálogo ou da janela Índice para a exibição do
mapa.
 F3 coloca o foco na janela do Índice.
 Mantenha pressionada a tecla CTRL enquanto arrasta uma barra de
ferramentas ou uma janela encaixável para evitar que ela seja encaixada.
 Para encaixar ou desencaixar qualquer janela encaixável, clique duas
vezes na barra de título ou, se ela estiver empilhada com outra janela
encaixada, clique duas vezes na guia.

Atualizando ou suspendendo o desenho do mapa

 Pressione F5 para atualizar e redesenhar o display.


 Pressione F9 sempre que quiser suspender ou pausar o desenho para
poder fazer alterações em seu mapa sem que o mapa seja redesenhado
após cada alteração. Pressione F9 novamente para retomar o desenho.

Arrastando e soltando para mover ou copiar

 Você pode arrastar e soltar ou copiar e colar múltiplas camadas no índice e


entre as sessões do ArcMap. Você também pode arrastar e soltar ou copiar
e colar quadros de dados entre as sessões do ArcMap.
 Use arrastar e soltar para mover camadas para dentro e para fora de uma
camada de grupo dentro de um quadro de dados.
 Camadas que são arrastadas e soltas entre quadros de dados e sessões
do ArcMap são copiadas; mantenha a tecla CTRLpressionada enquanto
88

arrasta e solta para mover camadas entre quadros de dados e sessões do


ArcMap.
 Quadros de dados que são arrastados e soltos são movidos; mantenha
a tecla CTRL pressionada enquanto arrasta e solta para copiá-los.
 Camadas que são arrastadas e soltas dentro de um quadro de dados são
movidas; mantenha a tecla CTRL pressionada enquanto arrasta e solta
para copiá-los.
 Da mesma forma, no ArcCatalog, você pode manter pressionada a tecla
CTRL enquanto arrasta e solta para copiar itens.

Navegando pelo índice com o teclado

 F3 ou clicar dentro do índice coloca o foco do teclado no índice para que


você possa navegar e interagir com ele.
 ESC ou clicar no mapa coloca o foco do teclado no mapa.
 HOME seleciona o primeiro item no índice.
 END seleciona o último item no sumário.
 As setas PAGE UP ou PAGE DOWN movem-se pelos itens do índice.
 As setas para esquerda / direita ou as teclas + e - expandem ou reduzem
os itens selecionados. Eles também alternam entre as guias na parte
inferior do índice quando têm foco no teclado.
 ESPAÇO ativa ou desativa o desenho das camadas selecionadas.
 CTRL + ESPAÇO ativa ou desativa todas as camadas no quadro de dados
quando uma única camada é selecionada no sumário. Se a camada
selecionada fizer parte de uma camada de grupo ou de uma camada
composta, como uma camada de serviço de imagem ArcIMS, todos os
membros dessa camada serão ativados ou desativados. Se várias
camadas forem selecionadas, CTRL + ESPAÇO funcionará como
o SPACE sozinho e ativará ou desativará apenas as camadas
selecionadas.
 F2 renomeia o item selecionado.
 F12 ou ENTER abre a caixa de diálogo de propriedades do item
selecionado. Se o item atualmente selecionado for um título, símbolo ou
89

rótulo, a caixa de diálogo Propriedades da camada será aberta com


a guia Simbologia mostrada na parte superior.
 SHIFT + F10 (ou a chave do aplicativo, se o teclado tiver um) abre o menu
de atalho para o item selecionado.
 Use SHIFT + F1 ou F1 para obter ajuda de contexto quando um item tiver o
foco do teclado ou quando a guia da caixa de diálogo de propriedades ou
uma guia do sumário estiver selecionada.
 F11 ativa um quadro de dados selecionado, ou mantenha pressionada a
tecla ALT e clique em um quadro de dados para ativá-lo.
 Quando houver vários quadros de dados no mapa, use CTRL + TAB para
percorrer cada quadro de dados e ativá-lo.

Usando atalhos do mouse no índice

 CTRL + clique em um controle de expansão (+/-) para expandir ou reduzir


todos os itens nesse nível. Se algum item estiver selecionado no momento,
somente os itens selecionados serão expandidos ou recolhidos.
 CTRL + clique seleciona ou desmarca várias camadas ou quadros de
dados.
 SHIFT + clique seleciona todas as camadas ou quadros de dados entre
duas camadas ou quadros de dados dentro do mesmo nível de índice.
 ALT + clique em um quadro de dados para ativá-lo.
 CTRL + clicar na caixa de seleção de uma camada ativa ou desativa todas
as camadas nesse nível. Se algum item estiver selecionado no momento,
somente os itens selecionados serão ativados ou desativados.
 ALT + clique na caixa de seleção de uma camada ativa essa camada e
desativa todos os outros nesse nível.
 ALT + clique no nome de uma camada para aplicar zoom na extensão
dessa camada. Isso evita ter que clicar com o botão direito do mouse em
uma camada e clicar em Zoom para a camada.
 Ao arrastar camadas, passe o ponteiro sobre um controle de expansão
para expandir ou recolher qualquer item.
 Clicar com o botão direito em recursos, camadas e quadros de dados
sempre abre um menu de atalho.
90

Navegando em mapas e páginas de layout


Segure as seguintes teclas para ativar temporariamente a ferramenta que você
está usando em uma ferramenta de navegação:

 Z —Zoom In
 X —Zoom Out
 C - Pan
 B - Zoom / Pan contínuo (Arraste com o botão do mouse para cima / baixo;
arraste com as panelas do botão direito do mouse).
 Q —Roam (segure a roda do mouse até que o cursor mude, então arraste
ou segure Q. )

Abrindo e fechando janelas

 CTRL + clique duas vezes em uma camada ou tabela no índice para abrir
sua tabela.
 CTRL + T ou CTRL + ENTER para abrir a tabela da camada ou tabela
selecionada no índice.
 CTRL + SHIFT + T para minimizar ou maximizar todas as janelas de
tabelas abertas.
 CTRL + SHIFT + F4 para fechar todas as janelas de tabelas abertas.

Exibindo mapas na visualização de dados e layout


O ArcMap oferece duas maneiras de visualizar um mapa: visualização de dados e
visualização de layout.

Exibição de dados
91

Vista de layout
92

Cada visualização permite visualizar e interagir com o mapa, mas de maneiras


diferentes. A visualização de dados fornece uma janela geográfica para explorar,
exibir e consultar os dados em seu mapa. Você trabalha em coordenadas e
medições do mundo real na visualização de dados.

Na visualização de layout, você trabalha com os elementos de layout do mapa,


como títulos, setas para o norte e barras de escala, junto com o quadro de dados,
todos organizados em uma página. Na visualização de layout, você trabalha
principalmente no espaço da página (normalmente, polegadas ou centímetros),
exceto quando está interagindo com um quadro de dados no layout.

Alternando entre exibição de dados e exibição de layout


Use os botões na parte inferior esquerda da janela do ArcMap para alternar entre
a visualização de dados e a visualização de layout .
93

Você também pode usar este menu para atualizar sua exibição de mapa e pausar
o desenho.

Uma maneira alternativa de alternar sua exibição é clicar


em “Visualizar” > “Visualização de Dados” ou “Exibir” > “Visualização de
Layout” no menu principal do ArcMap.

Dica extra:

Você pode alternar a exibição de barras de rolagem na exibição de dados e na


visualização de layout clicando em “Exibir” > “Barras de rolagem”. Essa
configuração é independente em cada visualização, portanto, para ocultar as
barras de rolagem nas duas visualizações, você precisará alterar a configuração
nos dois locais.

Navegação em um quadro de dados


A barra de ferramentas Ferramentas é uma das principais formas de interação
com informações geográficas exibidas no quadro de dados. Ele contém
ferramentas para trabalhar com o conteúdo dentro do quadro de dados ativo, por
exemplo, para deslocar e aplicar zoom no mapa, para identificar recursos e para
medir distâncias.

Funções na barra de ferramentas Ferramentas


94

Botão Nome Função

Mais Zoom Permite aumentar o zoom em uma janela geográfica


clicando em um ponto ou arrastando uma caixa.

Reduzir o zoom Permite diminuir o zoom de uma janela geográfica


clicando em um ponto ou arrastando uma caixa.

Pan Permite deslocar o quadro de dados.

Extensão total Permite aumentar o zoom em toda a extensão do


mapa.

Zoom fixo Permite aumentar o zoom no centro do seu quadro de


dados.

Corrigido Zoom Out Permite diminuir o zoom no centro do quadro de


dados.

Votar Permite que você volte ao ponto anterior.

frente Permite que você avance para a próxima extensão.

Selecionar recursos Permite selecionar recursos graficamente, clicando


ou arrastando uma caixa ao redor deles. Você
também pode usar as ferramentas Selecionar por
polígono, Laço, Círculo e Linha para selecionar
recursos usando gráficos desenhados na tela.

Descelecionar Desmarca todos os recursos atualmente


recursos selecionados no quadro de dados ativo.
95

Selecione Permite selecionar, redimensionar e mover texto,


Elementos gráficos e outros objetos colocados no mapa.

Identificar Identifica o recurso ou o local geográfico no qual você


clica.

Hiperlink Aciona hyperlinks de recursos.

Pop-up HTML Aciona janelas pop-up de HTML a partir de recursos.

Distãncia Mede distâncias e áreas no seu mapa.

Encontrar Localiza recursos no mapa.

Encontrar rota Permite-lhe calcular rotas ponto a ponto e direcções


de condução.

Ir para a localização Permite que você digite um local x, y e navegue até


XY ele.

Janela de controle Abre uma janela de controle deslizante de tempo para


deslizante de tempo trabalhar com camadas e tabelas que reconhecem o
de abertura tempo.

Janela Criar Permite que você crie uma nova janela do


Visualizador visualizador arrastando um retângulo.

Você também pode usar o mouse e o teclado, bem como outros atalhos, para
navegação de exibição de dados. Por exemplo, você pode usar o botão giratório
para ampliar e reduzir o mapa.
96

Dica extra: Se alguma das ferramentas de navegação na barra de


ferramentas padrão estiver indisponível, o quadro de dados poderá ser definido
como uma escala fixa. Para ativar as ferramentas de navegação, clique
em “Exibir” > “Propriedades do Data Frame” para abrir a caixa de diálogo Data
Frame Properties, clique na guia “Data Frame” e
escolha “Automatic” na lista Extent.

Se sua camada não desenhar quando você aumentar ou diminuir o zoom, ela
provavelmente terá um conjunto de intervalo de escala visível que impede que ela
seja exibida no mapa em determinadas escalas. Você pode limpar o intervalo de
escala clicando com o botão direito do mouse na camada no índice e clicando
em “Intervalo de escala visível” > “Limpar intervalo de escala”.

Navegação na vista de layout

Quando você está trabalhando com um layout de página, está trabalhando em


unidades de página (por exemplo, polegadas ou centímetros). A barra de
ferramentas Layout fornece ferramentas de navegação para trabalhar na
visualização de layout.

Ferramentas de navegação na barra de ferramentas Layout

Botão Nome Função

Mais Zoom Permite ampliar o layout clicando em um ponto


ou arrastando uma caixa.

Reduzir o zoom Permite reduzir o layout clicando em um ponto


ou arrastando uma caixa.
97

Pan Permite deslocar o layout.

Zoom Página Permite que você aplique zoom na extensão


Inteira total do layout.

Zoom para 100% Permite que você aplique zoom na escala de


páginas 1: 1.

Zoom fixo Permite aumentar o zoom no centro do layout.

Corrigindo Zoom Permite diminuir o zoom do centro do layout.


Out

Voltar para a Permite que você volte ao ponto anterior.


extensão

Avançar para a Permite que você avance para a próxima


extensão extensão.

Você também pode usar o mouse e o teclado, como outros atalhos para a
navegação de layout, usando os mesmos atalhos e teclas rápidas que na exibição
de dados.
98

PARTE 2 – APRENDENDO A UTILIZAR


ÀS PRINCIPAIS FERRAMENTAS DE
GEOPROCESSAMENTO

As ferramentas de geoprocessamento mais utilizadas são as de:

 Sobreposição
 Proximidade
 Superfícies
 Estatísticas espaciais e não espaciais
 Gerenciamento de tabelas
 Seleção e extração

Nesta seção do artigo eu aprensentarei detalhadamente cada um destes


diferentes tipos de ferramentas!

ANÁLISE DE SOBREPOSIÇÃO

Uma das perguntas mais básicas de um SIG é "O que há em cima de quê?" Por
exemplo:

 Qual o uso da terra em cima de qual tipo de solo?

 Que parcelas estão dentro da planície de inundação de 100


anos? ("Dentro" é apenas outra maneira de dizer "em cima de".)

 Quais estradas estão dentro de quais municipios?

 Quais poços estão dentro de bases militares abandonadas?

Para responder a essas perguntas antes dos dias do SIG, os cartógrafos criavam
mapas em folhas de plástico transparente e sobrepunham essas folhas em uma
mesa de luz para criar um novo mapa dos dados sobrepostos. Como a
sobreposição gera informações valiosas, foi fundamental para o desenvolvimento
do SIG.
99

Uma operação de sobreposição é muito mais que uma simples fusão de trabalho
de linha, todos os atributos dos recursos que participam da sobreposição são
executados, como mostrado no exemplo abaixo, onde parcelas (polígonos) e
zonas de inundação (polígonos) são sobrepostas (usando a ferramenta União )
para criar um novo conjunto de dados de polígonos.

As parcelas são divididas onde são cruzadas pelo limite da zona de inundação e
novos polígonos são criados. O valor FID_flood indica se os polígonos estão fora
ou dentro da zona de inundação, e todos os polígonos mantêm seus valores
originais de categoria de uso da terra.

A área total de cada tipo de uso da terra na zona de inundação pode ser calculada
selecionando todos os polígonos dentro da zona de inundação (usando
a ferramenta Selecionar Camada por Atributo, por exemplo) e resumindo a área
por tipo de uso da terra (usando a ferramenta Frequência ). A seguir, um gráfico
que ilustra o resultado desse cálculo.
100

Da mesma forma, você cobriria os limites das bacias hidrográficas com uma
camada de vegetação para calcular a quantidade de cada tipo de vegetação em
cada bacia hidrográfica.

Na ilustração abaixo, o registro de estradas (linhas) e tipos de vegetação


(polígonos) são sobrepostos para criar uma nova classe de recurso de linha. As
linhas foram divididas onde foram interceptadas por polígonos, e cada recurso de
linha recebeu os atributos de ambas as camadas originais. As linhas são
mostradas simbolizadas pelo tipo de vegetação associado a cada uma delas.

Você pode usar a análise de sobreposição para combinar as características de


vários conjuntos de dados em um. Em seguida, você pode encontrar locais ou
101

áreas específicas que tenham um determinado conjunto de valores de atributo, ou


seja, corresponder aos critérios especificados.

Essa abordagem é frequentemente usada para encontrar locais adequados para


um uso específico ou suscetíveis a algum risco. Por exemplo, você cobriria
camadas de tipo de vegetação, declive, aspecto, umidade do solo e assim por
diante, para encontrar áreas suscetíveis a incêndios florestais.

Abaixo está um exemplo de uma sobreposição de encostas íngremes, solos e


vegetação. Novos polígonos são criados pela interseção dos limites de polígonos
de entrada. Os polígonos resultantes possuem todos os atributos dos polígonos
originais.

A análise de sobreposição é frequentemente usada em conjunto com outros tipos


de análise.

Por exemplo, você pode incluir conjuntos de dados derivados da análise de


proximidade (como a ferramenta Buffer ) ou análise de superfície
(a ferramenta Inclinação ou Aspecto ). Da mesma forma, você provavelmente fará
uma análise adicional dos resultados da sobreposição, como extração para
selecionar um subconjunto de recursos ou generalização (para dissolver
polígonos, por exemplo).
102

Muitas vezes, a sobreposição é um passo em um processo ou modelo de análise


e pode ocorrer em vários pontos do processo.

Métodos de sobreposição
Em geral, existem dois métodos para executar a análise de sobreposição:

 sobreposição de recursos (sobreposição de pontos, linhas ou polígonos) e;

 sobreposição de rasterização.

Alguns tipos de análise de sobreposição se prestam a um ou outro desses


métodos.

A análise de sobreposição para encontrar locais que atendem a determinados


critérios geralmente é melhor feita usando sobreposição de varredura (embora
você possa fazer isso com dados de recurso). Naturalmente, isso também
depende se seus dados já estão armazenados como recursos ou rasters. Pode
valer a pena converter os dados de um formato para outro para executar a
análise.

Sobreposição de recursos
Os elementos-chave na sobreposição de recursos são a camada de entrada, a
camada de sobreposição e a camada de saída. A função de sobreposição divide
os recursos na camada de entrada, onde eles são sobrepostos por recursos na
camada de sobreposição. Novas áreas são criadas onde os polígonos se cruzam.

Se a camada de entrada contiver linhas, as linhas serão divididas onde os


polígonos as cruzam. Esses novos recursos são armazenados na camada de
saída - a camada de entrada original não é modificada.
103

Os atributos dos recursos na camada de sobreposição são atribuídos aos novos


recursos apropriados na camada de saída, juntamente com os atributos originais
da camada de entrada.

Abaixo está um exemplo de sobreposição de linha sobre polígono. A linha é


dividida nos limites do polígono e cada um dos recursos de linha resultantes
possui os atributos de linha originais mais os atributos do polígono em que ela se
encaixava.

Sobreposição raster
Na sobreposição de varredura, cada célula de cada camada faz referência à
mesma localização geográfica. Isso o torna adequado para combinar
características de várias camadas em uma única camada. Geralmente, valores
numéricos são atribuídos a cada característica, permitindo que você combine
matematicamente as camadas e atribua um novo valor a cada célula na camada
de saída.

Abaixo está um exemplo de sobreposição de varredura por adição. Dois rasters


de entrada são adicionados juntos para criar uma varredura de saída com os
valores de cada célula somados.
104

Essa abordagem é geralmente usada para classificar os valores de atributos por


adequação ou risco e, em seguida, adicioná-los para produzir uma classificação
geral para cada célula. As várias camadas também podem receber uma
importância relativa para criar uma classificação ponderada (as classificações de
cada camada são multiplicadas pelo valor de ponderação dessa camada antes de
serem somadas às outras camadas).

Abaixo está um exemplo de sobreposição de raster por adição para modelagem


de adequação. Três camadas raster (declives íngremes, solos e vegetação) são
classificadas para adequação ao desenvolvimento em uma escala de 1 a 7.
Quando as camadas são adicionadas (abaixo), cada célula é classificada em uma
escala de 3 a 21.
105

Como alternativa, você pode atribuir um valor a cada célula na camada de saída
com base em combinações exclusivas de valores de várias camadas de entrada.

FERRAMENTAS DE SOBREPOSIÇÃO

Ferramentas de sobreposição de vetores


As ferramentas de sobreposição de recursos estão localizadas na caixa de
ferramentas Análise no conjunto de ferramentas Sobreposição. Conceitualmente,
as ferramentas são semelhantes - elas diferem pelos tipos de recurso que
permitem sobrepor, por se você pode sobrepor camadas múltiplas de uma só vez,
e por quais recursos de entrada e de sobreposição são mantidos na camada de
saída.

Ferramenta Sobreposição Tipo de Tipo de Saída


binária ou dados de dados de
múltipla entrada sobreposição

Identidade Binário Qualquer Polígono ou o Recursos de


mesmo que entrada, divididos
entrada por recursos de
sobreposição

Intersectar Múltiplo Qualquer N/D Apenas recursos


comuns a todas
as camadas de
entrada

Diferença Binário Qualquer O mesmo que Recursos comuns


simétrica entrada à camada de
entrada ou à
camada de
106

sobreposição,
mas não aos dois

União Múltiplo Polígono N/D Todos os recursos


de entrada

Atualizar Binário Qualquer Polígono Geometria do


recurso de
entrada
substituída pela
camada de
atualização

A tabela abaixo mostra os resultados da sobreposição de um conjunto de dados


de entrada e um conjunto de dados de sobreposição usando cada ferramenta.

Recursos de Funcionalidades de Operação Resultado


entrada sobreposição

Identidade

Intersectar
107

Diferença
simétrica

União

Atualizar

Ferramentas de sobreposição de raster


As ferramentas de sobreposição de raster estão localizadas em vários conjuntos
de ferramentas na caixa de ferramentas do Spatial Analyst.

Spatial Analyst é uma extensão do ArcGIS licenciada separadamente. Se o seu


site tiver uma licença do Analista de Spatial e a extensão do Spatial Analyst tiver
sido instalada, você terá acesso à caixa de ferramentas do Spatial Analyst no
ArcToolbox.

Ferramenta Localização O que faz

Estatísticas Conjunto de Resume os valores em uma camada de raster


Zonais ferramentas por zonas (categorias) em outra camada - por
zonais exemplo, calcule a elevação média para cada
categoria de vegetação.
108

Combinar Conjunto de Atribui um valor a cada célula na camada de


ferramentas local saída com base em combinações exclusivas
de valores de várias camadas de entrada.

Sobreposição Conjunto de Automatiza o processo de sobreposição de


Ponderada ferramentas de rasterização e permite atribuir pesos a cada
sobreposição camada antes de adicionar (você também
pode especificar influência igual para criar
uma sobreposição não ponderada).

Soma Conjunto de Sobrepõe vários rasters, multiplicando cada


ponderada ferramentas de um pelo seu peso e somando-os juntos.
sobreposição

CRIAÇÃO E ANÁLISE DE SUPERFÍCIES


O ArcGIS suporta a exibição de modelos de superfície raster e TIN e fornece
ferramentas de análise nas extensões Spatial Analyst, 3D Analyst e Geostatistical
Analyst para criar, analisar e extrair informações de superfícies.

O que são superfícies?


Superfícies representam fenómenos que possuem valores em todos os pontos da
sua extensão.

Os valores no número infinito de pontos na superfície são derivados de um


conjunto limitado de valores de amostra. Estes podem ser baseados em medições
diretas, tais como valores de altura para uma superfície de elevação ou valores de
temperatura para uma superfície de temperatura.

Entre esses locais medidos, os valores são atribuídos à superfície por


interpolação. As superfícies também podem ser derivadas matematicamente de
109

outros dados, como superfícies de declive e de aspecto derivadas de uma


superfície de elevação.

Por exemplo, uma superfície de distância de pontos de ônibus em uma cidade ou


superfícies que mostram concentração de atividade criminosa ou probabilidade de
queda de raios.

As superfícies podem ser representadas usando linhas de contorno ou isolinhas,


matrizes de pontos, TINs e rasters; no entanto, a maioria das análises de
superfície no SIG é feita em dados raster ou TIN.

Contornos são conjuntos de linhas de igual valor em uma superfície. Eles são
freqüentemente criados para representar superfícies em um mapa.

Os pontos podem ser distribuídos regularmente ou irregularmente em uma


superfície. Eles geralmente são usados como entrada para ferramentas de
interpolação, krigagem ou triangulação para criar superfícies raster ou TIN,
embora às vezes também sejam usadas para representação cartográfica de uma
superfície, como sinalizadores de direção do vento ou setas de direção de menor
custo.

TINs são redes de facetas triangulares definidas por nós e arestas que cobrem
uma superfície. Os TINs são construídos a partir de um conjunto de valores
conhecidos, ou alturas de pontos, que são usados como nós iniciais na
triangulação.

Linhas onde a forma da superfície muda abruptamente, como linhas de grade,


fluxos ou estradas, podem ser incorporadas em TINs como linhas de quebra, e
áreas que compartilham um valor podem ser incorporadas como polígonos de
preenchimento.

Os valores nas localizações entre os nós podem ser derivados de um TIN usando
interpolação linear dos nós mais próximos. Os TINs são geralmente usados para
representar superfícies de terreno em aplicações de engenharia, pois as alturas
110

de ponto podem ser distribuídas irregularmente para acomodar áreas de alta


variabilidade na superfície, e seus valores e posições exatas são retidos como
nós no TIN.

Rasters são matrizes retangulares de células (ou pixels), cada uma das quais
armazena um valor para a parte da superfície que cobre.

Uma determinada célula contém um único valor, portanto, a quantidade de


detalhes que pode ser representada para a superfície é limitada ao tamanho das
células rasterizadas.

Rasters são os modelos de superfície mais usados no ArcGIS. A simplicidade da


estrutura de dados rasterizada faz cálculos em rasters (ou comparações entre
rasters) mais rápido para rasters do que outras representações de superfície.

Rasters também são usados para armazenar imagens; mapas digitalizados; e


informações categóricas, como a classe de uso da terra, que geralmente é
derivada de imagens.

Criando superfícies
No ArcGIS, existem ferramentas para criar superfícies a partir de recursos
vetoriais ou de outras superfícies. Há várias maneiras de criar superfícies,
incluindo valores de interpolação armazenados em locais de pontos medidos,
interpolando uma superfície da densidade de um determinado fenômeno ou tipo
de recurso do número de recursos em uma área, derivando superfícies de
distância (ou direção) de um recurso. ou recursos, ou derivar uma superfície de
outra superfície (raster slope from elevation).

ferramentas de interpolação
111

As ferramentas de interpolação criam uma superfície contínua a partir de


amostras discretas com valores medidos, como elevação ou concentração
química. Existem várias ferramentas de interpolação e cada uma tem uma
variedade de parâmetros que influenciam a superfície resultante.

Abaixo está um exemplo de como diferentes técnicas de interpolação podem


produzir diferentes superfícies de saída a partir dos mesmos dados de entrada.

As ferramentas de interpolação mais simples são a interpolação de distância


inversa ponderada (IDW) e vizinho natural.

Estes estimam os valores de superfície para cada célula usando o valor e a


distância dos pontos próximos. Os valores interpolados para superfícies IDW são
uma média ponderada dos valores de um conjunto de pontos próximos,
ponderados de forma que a influência de pontos próximos seja maior que a de
pontos distantes (isto é, com o inverso da distância).

Abaixo está um exemplo de uma superfície interpolada dos valores de ponto


usando a interpolação IDW.
112

A interpolação de Vizinhos Naturais é como a interpolação de IDW, exceto que os


pontos de dados usados para interpolar os valores de superfície para cada célula
são identificados e ponderados usando uma triangulação de Delauney, como em
um TIN. A interpolação de Vizinhos Naturais trabalha de forma confiável com
conjuntos de dados muito maiores do que os outros métodos de interpolação.

Abaixo está um exemplo de uma superfície interpolada a partir de valores


pontuais usando a interpolação de Vizinhos Naturais.

A interpolação Spline e Trend interpola as superfícies de melhor ajuste aos pontos


de amostra usando métodos polinomiais e de mínimos quadrados,
respectivamente. A interpolação Spline se ajusta a uma superfície matemática
através dos pontos que minimizam a flexão acentuada; é útil para superfícies que
variam suavemente, como alturas do lençol freático.

Abaixo está um exemplo de uma superfície interpolada a partir de valores


pontuais usando a interpolação Spline.
113

As superfícies de tendência são boas para identificar padrões de escala grossa


nos dados; a superfície interpolada raramente passa pelos pontos de amostra.

Abaixo está um exemplo de uma superfície de tendência para um conjunto de


pontos, em cinza transparente, e a superfície interpolada do IDW para os mesmos
pontos.

As ferramentas de densidade produzem uma superfície que representa quanto ou


quantos de alguma coisa há por unidade de área. Você pode usar superfícies de
densidade para representar a distribuição de uma população de animais
selvagens a partir de um conjunto de observações ou o grau de urbanização de
uma área com base na densidade de estradas. Existem ferramentas de densidade
para recursos de ponto e linha.

Abaixo estão exemplos de superfícies de densidade interpoladas a partir de


recursos de ponto e linha.
114

Topo A Raster é uma ferramenta especializada para criar superfícies de raster


hidrologicamente corretas a partir de dados vetoriais de componentes do terreno,
como pontos de elevação, linhas de contorno, linhas de fluxo, polígonos do lago,
pontos de afundamento e polígonos de limite da área de estudo.

Abaixo está um exemplo de uma superfície interpolada a partir de pontos de


elevação, linhas de contorno, linhas de fluxo e polígonos de lago
usando a interpolação Topo a varredura.

As ferramentas de criação de superfície TIN incluem Create TIN e Edit TIN,que


são usados para criar inicialmente um TIN para uma área específica e para
adicionar recursos de vetor a ele, e Raster To TIN, que converte um modelo de
superfície de varredura em um modelo de superfície TIN.

Abaixo está um exemplo de uma superfície TIN criada a partir de recursos de


ponto, linha e polígono. As alturas do terreno são derivadas das elevações das
amostras pontuais nos vértices de muitas das facetas triangulares.

A forma da superfície TIN é controlada pela triangulação dessas alturas de pontos


com linhas de quebra (o fluxo azul e as linhas vermelhas e as quebras de declive)
e com o polígono de preenchimento do reservatório azul.
115

Técnicas de interpolação geoestatística são derivadas da estatística. Eles


permitem a criação de superfícies de valor previsto e a interpretação de níveis de
certeza sobre as previsões. Krigagem é uma técnica avançada de criação de
superfície que é mais útil quando há uma distância espacialmente correlacionada
ou viés direcional nos dados. É mais usado na ciência e geologia do
solo. Ferramentas de geoprocessamento geoestatísticas e um assistente para
Geoestatística estão disponíveis com a extensão Geostatistical Analyst.

O assistente do Geostatistical Analyst permite a criação de superfície por Kriging,


bem como métodos de Cokriging, Radial Basis Function, Distância Inversa
Ponderada, Polinomial Global e Polinomial Local. Também inclui ferramentas para
exploração de dados, como histogramas, gráficos QQ normais e análise de
tendências. O Analista de Geoestatística também inclui ferramentas para
preparação de dados, como a criação de subconjuntos de grandes conjuntos de
dados, transformação de dados e perda de dados.

Abaixo está um exemplo de uma superfície interpolada de valores de pontos


usando Krigagem.

ANALISANDO SUPERFÍCIES
A análise de superfícies envolve vários tipos de processamento, incluindo extrair
novas superfícies de superfícies existentes, reclassificar superfícies e combinar
superfícies.
116

Certas ferramentas extraem ou derivam informações de uma superfície, uma


combinação de superfícies ou superfícies e dados vetoriais.

Ferramentas de análise de terreno


Algumas dessas ferramentas são projetadas principalmente para a análise de
superfícies de terreno raster. Isso inclui
as ferramentas Slope, Aspect, Hillshade e Curvature.

Abaixo está um exemplo de uma varredura de elevação em vistas planimétricas e


em perspectiva.

A ferramenta Inclinação calcula a taxa máxima de mudança de uma célula para


seus vizinhos, que é normalmente usada para indicar a inclinação do terreno.

Abaixo está um exemplo de uma varredura inclinada em vistas planimétricas e em


perspectiva.

A ferramenta Aspect calcula a direção na qual o plano montado na inclinação está


voltado para cada célula. O aspecto de uma superfície normalmente afeta a
quantidade de luz solar que recebe (assim como a inclinação); em latitudes
117

setentrionais, os lugares com aspecto meridional tendem a ser mais quentes e


secos do que os locais que têm um aspecto norte.

Abaixo está um exemplo de um aspecto raster em vistas planimétricas e em


perspectiva.

Hillshade mostra a intensidade da iluminação em uma superfície, dada uma fonte


de luz em um local específico; ele pode modelar quais partes de uma superfície
seriam sombreadas por outras partes.

Abaixo está um exemplo de um raster em vistas planimétricas e em perspectiva.

A curvatura calcula a inclinação da inclinação (a segunda derivada da superfície),


isto é, se uma determinada parte de uma superfície é convexa ou côncava. Partes
convexas de superfícies, como sulcos, geralmente são expostas e drenam para
outras áreas. Partes côncavas de superfícies, como canais, são geralmente mais
protegidas e aceitam a drenagem de outras áreas. Aferramenta Curvatura possui
algumas variantes opcionais, Plano e Curvatura de perfil. Estes são usados
principalmente para interpretar o efeito do terreno no fluxo de água e erosão. A
curvatura do perfil afeta a aceleração e desaceleração do fluxo, que influenciam a
erosão e a deposição. A curvatura planiforme influencia a convergência e a
divergência de fluxo.
118

Abaixo está um exemplo de uma varredura de curvatura em vistas planimétricas e


em perspectiva.

Ferramentas de visibilidade
Algumas ferramentas são usadas para analisar a visibilidade de partes de
superfícies. A ferramenta Linha de visão identifica se um local é visível ou não em
outro, e se os locais intermediários ao longo de uma linha entre os dois locais
estão visíveis ou não.

Abaixo está um exemplo de uma análise de linha de visão. Um observador no


extremo sul da linha pode ver as partes do terreno ao longo da linha que são
coloridas em verde e não pode ver as partes do terreno ao longo da linha que são
coloridas em vermelho. Neste caso, o observador não pode ver o fogo no vale do
outro lado da montanha.

As ferramentas de visibilidade suportam deslocamentos, que permitem especificar


a altura dos pontos de observação e os pontos ou células observados.
119

Abaixo está um exemplo de uma análise de linha de visão comparando os


resultados sem compensação e com um deslocamento de destino. Locais ao
longo da linha que são visíveis para o observador são verdes, e aqueles que
estão escondidos pelo terreno são vermelhos.

Você pode usar um deslocamento de alvo para modelar um prédio ou uma pluma
de fumaça.

Com um deslocamento de alvo grande, o alvo fica visível, mesmo que a


visibilidade dos pontos ao longo do terreno intermediário não seja alterada.

Você também pode adicionar um deslocamento ao observador para modelar uma


torre no local do observador. Adicionar um deslocamento de observador
geralmente aumenta a quantidade de terreno visível de um local.

A ferramenta Observadores de Pontos identifica quais observadores,


especificados como um conjunto de pontos, podem ver qualquer célula de uma
superfície de varredura. A ferramenta Viewshed calcula, para cada célula de uma
120

superfície de varredura e um conjunto de pontos de entrada (ou os vértices de


linhas de entrada), quantos observadores podem ver qualquer célula determinada.

Abaixo está um exemplo de uma análise do Viewshed com um único ponto de


observação de entrada. O observador tem um deslocamento para modelar a vista
de uma torre de fogo 50 metros mais alta que a superfície do solo. Células do lado
de fora da visão do observador estão escurecidas na imagem à direita.

Nas vistas em perspectiva abaixo, você pode ver o ponto de observação e o


terreno.

Os cumes escondem os vales atrás deles do ponto de observador.


121

As ferramentas Observer Points e Viewshed também permitem que você


especifique deslocamentos do observador e alvo, bem como um conjunto de
parâmetros que permitem limitar as direções e a distância que cada observador
pode ver.

Ferramentas de volume
Algumas ferramentas são usadas para calcular volumes de informações de
superfície. Essas ferramentas calculam a diferença de volume entre uma
superfície raster ou TIN e outra superfície. Dependendo da ferramenta, a outra
superfície pode ser especificada por um plano horizontal em uma determinada
elevação ou por uma segunda varredura ou superfície TIN.

Abaixo está um exemplo de uma superfície de terreno representando o nível de


enchimento típico de um reservatório. Você poderia usar as ferramentas de
volume para calcular o volume de água adicional quando o reservatório estiver
próximo da capacidade.
122

A ferramenta Surface Volume é usada para calcular o volume de uma superfície


acima ou abaixo de um plano horizontal em uma elevação específica. Você pode
usar essa ferramenta para calcular o volume de água em uma seção do canal do
rio em um determinado estágio de inundação. Esta ferramenta pode ser usada em
superfícies raster ou TIN. A saída da ferramenta é um arquivo de texto relatando
os parâmetros usados e a área de superfície e volumes resultantes.

A ferramenta Cut Fill é usada para calcular a quantidade de diferença em cada


célula para um raster antes e depois da mesma área. Essa ferramenta pode ser
usada para calcular o volume de terra que deve ser trazido ou removido de um
local de construção para remodelar uma superfície. Essa ferramenta funciona em
dois rasters e os resultados são apresentados como uma varredura da diferença
entre as duas camadas.

A ferramenta TIN Difference é semelhante à ferramenta Cut / Fill, mas funciona


em um par de superfícies TIN de entrada. Essa ferramenta cria uma classe de
recurso de polígono em que cada polígono recebe atributos que identificam se o
segundo TIN está acima, abaixo ou igual ao primeiro TIN e o volume da diferença
entre os TINs nesse polígono.

A ferramenta TIN Polygon Volume calcula a diferença de volume e a área de


superfície de cada polígono em uma classe de recurso relativa a uma superfície
TIN. Cada polígono na classe de recurso representa uma área horizontal em uma
elevação especificada em um campo de altura. O volume acima ou abaixo dessa
área plana para a superfície TIN é adicionado a um campo de volume na classe
de recurso, e a área de superfície do polígono é adicionada a um campo de área
de superfície.

Ferramentas de reclassificação
Uma maneira de converter dados de superfície em informações mais úteis para
uma análise é reclassificar a superfície. Reclassificar uma superfície define um
intervalo de valores igual a um único valor. Você pode reclassificar uma superfície
123

para que as áreas com células acima de um determinado valor, ou entre dois
valores críticos, recebam um código e outras áreas recebam outra; ou, você pode
usar a ferramenta Reclassificar (ou Fatia ) para dividir uma superfície em um
determinado número de classes como meio de agregar e generalizar dados
detalhados. Geralmente, reclassificar superfícies é feito para reduzir o número de
categorias de saída para uma análise de sobreposição.

Abaixo está um exemplo de uma varredura de elevação dividida em várias


classes (cada classe representa um intervalo de valores de elevação) e
reclassificada em duas classes (acima e abaixo de uma determinada elevação).

Abaixo está um exemplo de um raster de aspecto reclassificado em duas


classes; os declives de aspecto sul e sudoeste têm um valor de 1 (claro) e outros
aspectos têm um valor de 0 (escuro).

Ferramentas de distância
Algumas ferramentas de distância criam rasters que mostram a distância de cada
célula de um conjunto de locais.

As ferramentas incluem a menor distância em linha reta para um conjunto de


recursos de origem e a direção do recurso mais próximo. A ferramenta Euclidean
124

Allocation cria zonas de uma superfície que são alocadas para o recurso mais
próximo.

A distância de custo, Caminho Custo, Custo Back Link, e custo de


alocação ferramentas são usadas para encontrar o caminho mais curto (menor
custo) a partir de fontes para destinos, tendo em conta uma raster que quantifica o
custo de atravessar a superfície. O raster de custo pode refletir os custos de
dificuldade, energia, tempo ou dólar ou um composto sem unidade de diversos
fatores que influenciam o custo da viagem ou do fluxo através de uma
superfície. O caminhoo conjunto de ferramentas executa a mesma função do
Custo definido, mas leva em conta os fatores adicionais de distância da superfície
e dificuldade de deslocamento vertical (custo); isto é, o fato de que o comprimento
de uma determinada linha sobre o terreno montanhoso é maior que a mesma
linha em uma superfície perfeitamente plana e o fato de que pode ser mais fácil se
mover ao longo de uma inclinação do que subir ou descer a inclinação.

Para mais informações sobre as ferramentas de Distância, consulte


a seção Análise de Proximidade.

Ferramentas de sobreposição raster


As ferramentas de sobreposição de raster combinam dois ou mais rasters usando
métodos de combinação lógica, aritmética ou
ponderada. As ferramentas Sobreposição Ponderada e Soma
Ponderada permitem combinar vários rasters de importância variável. Isso é útil
em análises de adequação do local quando vários fatores contribuem para a
adequação, mas alguns fatores contribuem mais do que outros.

Algumas ferramentas executam operações algébricas ou lógicas em


superfícies. As ferramentas de Vizinhança do Analista Espacial, como as funções
de bloco e focal, calculam os valores para as células de uma varredura de saída
com base nos valores das células vizinhas; elas podem ser usadas para remover
ruídos ou aumentar os contrastes de borda ou para reamostrar rasters para uma
125

resolução mais baixa. As funções locais combinam, comparam ou resumem


vários rasters em uma base de célula por célula. Funções zonais calculam para
cada célula alguma função ou estatística usando o valor para todas as células
pertencentes à mesma zona.

EXTRAINDO INFORMAÇÕES DE SUPERFÍCIES


Algumas ferramentas extraem recursos de vetor de superfícies ou produzem
resumos tabulares ou amostras menores de superfícies.

Rasters de amostragem
A ferramenta Amostra cria uma tabela que mostra os valores de uma varredura ou
de várias varreduras em um conjunto de locais de pontos de amostra. Os pontos
podem estar em uma classe de recurso de ponto ou nas células em uma
varredura que tenham valores diferentes de NoData. Você pode usar essa
ferramenta para obter informações sobre o que ocorre em um conjunto de pontos,
como locais de aninhamento de aves, de terreno, distância para água e rasters de
tipo de floresta.
126

Abaixo está um exemplo de uma geologia raster sendo amostrada em um


conjunto de pontos; o resultado é uma tabela.

A tabela de saída pode ser analisada sozinha ou associada aos recursos do ponto
de amostragem.

Abaixo está um exemplo da tabela de resultados da amostra, unida aos pontos de


amostra originais.

As ferramentas Extract criam uma nova imagem com uma cópia das células
dentro de alguma área de máscara. A ferramenta Extract By Mask permite usar
uma classe de recurso de polígono para extrair os dados rasterizados.
127

A ferramenta Extrair valores para pontos cria uma nova classe de recursos de
pontos com os valores de uma única varredura em um conjunto de recursos de
ponto de entrada. A ferramenta Extract By Attributes seleciona células de um
raster com base em uma consulta lógica. Extrair por polígono e extrair por
retângulo obter listas de valores de coordenadas que definem uma área e saída
de uma imagem que está dentro ou fora do polígono. Extrair por círculo pega as
coordenadas do centro e o raio de um círculo e produz uma imagem que está
dentro ou fora do círculo. Extrair por pontospega uma lista de valores de
coordenadas que definem um conjunto de pontos e gera uma rasterização dos
valores da célula nesses pontos (ou excluindo esses pontos). Em todos os casos,
as células do raster original que não fazem parte da área de extração recebem
valores NoData. A ferramenta Surface Spot do 3D Analyst extrai valores de
elevação de uma superfície para um conjunto de recursos pontuais e os adiciona
a um atributo Spot dos pontos.

Extraindo informação de um TIN


Os TINs armazenam informações de inclinação e aspecto como atributos das
facetas TIN. Em vez de derivar inclinação e aspecto para superfícies TIN (como
você faz com modelos de terreno raster, que armazenam somente os valores de
elevação), basta extrair essas informações das facetas para um conjunto de
polígonos. O TIN Aspect e o TIN Slope extraem os dados de aspecto e inclinação
128

de um TIN e adicionam essas informações como atributos de uma classe de


recurso de polígono.

Abaixo está um exemplo do modelo de elevação TIN e as informações de aspecto


que ele contém:

Abaixo está um exemplo do modelo de elevação TIN e as informações de


inclinação que ele contém:

Extraindo contornos
A ferramenta Contorno extrai linhas de valor constante (isolinhas) de uma
superfície de varredura. A ferramenta TIN Contourextrai uma classe de recursos
de linha de contornos de uma superfície TIN.

Abaixo está um exemplo de um modelo de elevação e linhas de contorno


extraídas dele.
129

As ferramentas de estatísticas zonais podem produzir tabelas de estatísticas de


resumo para uma determinada varredura com base em zonas definidas por outra
classe de recurso de varredura ou polígono ou podem produzir uma nova
varredura que corresponda às zonas com uma estatística de resumo específica
como um atributo.

Ferramentas de hidrologia
As ferramentas de hidrologia derivam da bacia de drenagem e transmitem
informações de rascunhos do terreno; essa informação pode ser convertida em
recursos vetoriais. O processo requer várias ferramentas que obtêm informações
da superfície do terreno, resultando em bacias e fluxos que podem ser
convertidos em recursos vetoriais. A ferramenta Direção de Fluxo usa uma
superfície de terreno e identifica a direção descendente para cada
célula. A ferramenta Basin usa os resultados da ferramenta Flow Direction para
identificar as bacias de drenagem, formadas pelas células conectadas que
drenam para um local comum. A acumulação de fluxoferramenta identifica quanto
fluxo de superfície se acumula em cada célula; Células com altos valores de
acumulação são geralmente de fluxo ou canais fluviais. Ele também identifica
máximos topográficos locais (áreas de acumulação de fluxo zero), como
montanhas e cordilheiras.

Abaixo está um exemplo de um modelo de elevação:


130

Abaixo está um exemplo de uma superfície de direção de fluxo derivada do


modelo de elevação:

Abaixo está um exemplo de bacias derivadas da superfície de direção do fluxo:

Abaixo está um exemplo de uma superfície de acumulação de fluxo derivada da


superfície de direção do fluxo:
131

A superfície de acumulação de fluxo pode ser processada com uma declaração


Map Algebra Conditional (Con) como:

con (flowacc > 100, 1)

capturar apenas as células com valores de acumulação de alto fluxo (nesse caso,
maiores que 100) em uma varredura de fluxo.

Abaixo está um exemplo de uma varredura de fluxo extraída da superfície de


acumulação de fluxo:

A ferramenta Stream To Feature cria recursos de linha de fluxo de vetor a partir


de uma varredura de fluxo e uma superfície de direção de fluxo.

ANÁLISE ESTATÍSTICA

Inerente aos dados do SIG estão as informações sobre os atributos dos recursos
e suas localizações. Esta informação é usada para criar mapas que podem ser
analisados visualmente. A análise estatística ajuda você a extrair informações
adicionais de seus dados SIG que podem não ser óbvios simplesmente
observando um mapa - informações como, como os valores dos atributos são
distribuídos, se há tendências espaciais nos dados ou se os recursos formam
padrões espaciais.

Ao contrário das funções de consulta, como identificação ou seleção, que


fornecem informações sobre recursos individuais, a análise estatística revela as
características de um conjunto de recursos como um todo.
132

Algumas das técnicas de análise estatística descritas neste documento são mais
adequadas para aplicativos interativos, como o ArcMap, que permitem selecionar
e visualizar dados em um ambiente ad-hoc e fluido. Alguns dos métodos descritos
aqui são encontrados nos menus e barras de ferramentas do ArcMap e não
possuem uma ferramenta de geoprocessamento. Outros métodos, como as
ferramentas de estatísticas espaciais, são implementados apenas como
ferramentas de geoprocessamento.

Usos da análise estatística


A análise estatística é frequentemente usada para explorar seus dados - por
exemplo, para examinar a distribuição de valores para um determinado atributo ou
para detectar valores discrepantes (valores extremos altos ou baixos). Ter essas
informações é útil ao definir classes e intervalos em um mapa, ao reclassificar
dados ou ao procurar por erros de dados.

No exemplo abaixo, foram calculadas estatísticas para a distribuição de idosos


por setor censitário nesta região (porcentagem de pessoas com 65 anos ou mais
em cada setor), incluindo a média e o desvio padrão, bem como um histograma
mostrando a distribuição de valores. A maioria dos setores tem uma porcentagem
menor de idosos do que a média, mas alguns setores têm uma porcentagem
muito alta.
133

Outro uso da análise estatística é resumir os dados. Geralmente, isso é feito para
categorias, como o cálculo da área total em cada categoria de uso da terra. Você
também pode criar resumos espaciais, como calcular a elevação média de cada
bacia hidrográfica. Os dados resumidos são úteis para obter uma melhor
compreensão das condições em uma área de estudo.

No exemplo abaixo, foram calculadas estatísticas resumidas para cada classe de


uso da terra mostrando o número de parcelas nessa classe, o tamanho da menor
e maior parcela, o tamanho médio da parcela e a área total da classe.

A análise estatística também é usada para identificar e confirmar padrões


espaciais, como o centro de um grupo de características, a tendência direcional
ou se os recursos formam clusters. Embora os padrões possam ser aparentes em
um mapa, tentar tirar conclusões de um mapa pode ser difícil - como você
classifica e simboliza os dados pode obscurecer ou enfatizar demais os
padrões. As funções estatísticas analisam os dados subjacentes e fornecem uma
medida que pode ser usada para confirmar a existência e a força do padrão.
134

Abaixo está um exemplo de análises que mostram o centro médio de um conjunto


de arrombamentos e a elipse de desvio padrão para um conjunto de avistamentos
de alces (mostrando a tendência direcional).

Abaixo segue um exemplo de uma análise que mostra clusters estatisticamente


significantes de setores censitários com muitos idosos (laranja) ou poucos (azul).

Tipos de análise estatística


As funções de análise estatística no ArcGIS for Desktop são não-espaciais
(tabulares) ou espaciais (contendo localização).

Estatísticas não espaciais são usadas para analisar valores de atributos


associados a recursos. Os valores são acessados diretamente da tabela de
atributos do recurso de uma camada. Exemplos de estatísticas não espaciais
incluem a média e o desvio padrão.
135

Neste exemplo, a ferramenta Estatísticas resumidas foi usada para calcular o


número de parcelas vagas para um conjunto de setores censitários, incluindo o
total, a média e o desvio padrão.

Tabelas e gráficos, como um histograma ou gráficos QQ, são outra maneira de


analisar dados não espaciais. Em todos os casos, apenas os valores são
analisados. Os locais dos recursos com os quais os valores estão associados - e
quaisquer relações espaciais entre os recursos - não são considerados.

Neste exemplo, o histograma mostra a distribuição de parcelas vago (o número de


parcelas vago ao longo do eixo xe o número de trechos em cada intervalo ao
longo do eixo y).
136

Um Gráfico QQ Normal é usado para avaliar a similaridade da distribuição de um


conjunto de valores com o de uma distribuição normal padrão (a curva típica do
sino, quando mostrada em um histograma). A linha no gráfico Normal QQ mostra
os valores esperados para uma distribuição normal - quanto mais próximos os
valores da linha, mais próxima a distribuição está do normal. Neste exemplo, a
concentração dos elementos fósforo para um conjunto de amostras de solo está
próxima da distribuição normal.

A ferramenta Normal QQ Plot é uma das ferramentas de exploração de dados


disponíveis com a extensão do Geostatistical Analyst.
137

As estatísticas espaciais, por outro lado, concentram-se nas relações espaciais


entre os recursos - quão compactos ou dispersos são os recursos, se estão
orientados em uma direção específica e se formam clusters. A relação espacial é
geralmente definida como distância (quão distantes são os recursos), mas
também podem ser outras formas de interação entre recursos.

No exemplo abaixo, a saída da ferramenta Distância Padrão (exibida graficamente


como um círculo) é calculada usando a distância de cada visão da vida selvagem
do centro calculado das observações.

Algumas estatísticas espaciais consideram as relações espaciais de recursos e os


valores de um atributo associado aos recursos. Estes são conhecidos como
estatísticas ponderadas - a relação espacial é influenciada pelos
valores. Estatísticas espaciais ponderadas são usadas para descobrir se recursos
com valores semelhantes ocorrem juntos - se, por exemplo, escolas com escores
de teste similarmente altos ou baixos formarem clusters.

No exemplo abaixo, o centro dos parques é ponderado pelo número de visitantes


em cada parque (representado pelo tamanho dos círculos verdes).
138

As funções estatísticas também podem ser classificadas por serem descritivas ou


inferenciais. As estatísticas descritivas resumem alguma característica dos
valores ou recursos que você está analisando - o valor médio, a distribuição de
frequência dos valores ou a tendência direcional de um grupo de
recursos. Estatísticas descritivas são frequentemente úteis para comparar dois
conjuntos de recursos para a mesma área.

O exemplo abaixo compara a distribuição dos idosos (topo) com a dos menores
de 5 anos (abaixo) para o mesmo conjunto de setores censitários.

No exemplo abaixo, os círculos de distância padrão para a população de índios


americanos e afro-americanos mostram que a distribuição da população afro-
americana nessa área é muito mais compacta.
139

As estatísticas inferenciais usam a teoria da probabilidade para prever a provável


ocorrência de valores (usando um conjunto de valores conhecidos) ou para avaliar
a probabilidade de que qualquer padrão ou tendência que você veja nos dados
não seja devido ao acaso.

A função fornece uma medida do padrão ou relacionamento. Em seguida, você


executa um teste estatístico nessa medida para determinar se é significativo em
algum nível de confiança. Se a análise estatística indicar que os assaltos ocorrem
em clusters, você executaria um teste para descobrir a chance de os clusters
terem ocorrido por acaso. Você pode descobrir, por exemplo, que há uma
probabilidade de 90% de que os agrupamentos não ocorram por acaso, indicando
que os assaltos podem estar ligados de alguma forma. Essencialmente para
determinar a probabilidade,

No exemplo abaixo, o mapa à esquerda mostra aglomerados de setores


censitários com alto número de idosos (laranja) ou baixo (azul), com um nível de
probabilidade de 90%; o mapa da direita mostra clusters com um nível de
probabilidade de 99%.
140

Funções de análise estatística


As funções estatísticas no ArcGIS for Desktop estão localizadas no ArcMap, no
ArcCatalog e no geoprocessamento, bem como em duas extensões: Spatial
Analyst e Geostatistical Analyst.

Estatísticas da tabela
Um conjunto central de estatísticas descritivas que resumem os valores de um
único campo está disponível em vários locais no ArcGIS for Desktop - a janela de
tabela no ArcMap, a guia de visualização de tabela no ArcCatalog e o conjunto de
ferramentas de Estatísticas (na caixa de ferramentas Análise).

Função Localização Estatisticas Saída

Opção de menu Janela da tabela Contagem, Mínimo, Os resultados


Estatísticas ArcMap ou guia de Máximo, Soma, Média, são exibidos em
visualização da Desvio Padrão, uma janela.
tabela ArcCatalog Histograma de
Frequência

Ferramenta Caixa de ferramentas Mínimo, Máximo, Os resultados


deestatísticas de análise / conjunto Soma, Média, Desvio são gravados
resumidas de ferramentas de Padrão, Intervalo, em uma nova
estatísticas Primeiro, Último tabela.

Para resumir um campo por um ou mais outros campos (por exemplo, para contar
o número de parcelas em cada classe de uso da terra, somar a área em cada
classe de uso da terra ou encontrar o tamanho médio da parcela em cada classe),
use o campo Resuma a opção na janela de tabela do ArcMap ou
141

na ferramenta Frequency no conjunto de ferramentas Statistics na caixa de


ferramentas Analysis.

Função Localização Estatisticas Saída

Resumir Janela da tabela Mínimo, Máximo, Os resultados


aopção ArcMap (clique com o Média (média), são gravados em
de menu botão direito do mouse Soma, Desvio uma nova tabela.
no nome do campo) Padrão, Variação

Ferramenta Caixa de ferramentas de Contagem, Soma Os resultados


defreqüência análise / conjunto de são gravados em
ferramentas de uma nova tabela.
estatísticas

Estatísticas espaciais
A caixa de ferramentas Estatísticas espaciais contém várias rotinas estatísticas
para analisar a distribuição de um conjunto de recursos, analisar padrões e
identificar clusters.

área funcional Conjunto de Ferramentas


ferramentas

Medições de Medindo Centro Médio, Característica Central, Distância


distribuição distribuições Padrão, Distribuição Direcional (Elipse
geográfica geográficas Desviante Padrão), Média Direcional Linear
142

Análise de Analisando Vizinho mais próximo da média,


padrões padrões Autocorrelação espacial (Moran's I),
geográficos Agrupamento alto / baixo (Getis-Ord General
G)

Análise de cluster Mapeando Análise de Clusters e Outliers (Anselin Local


geográfico Clusters Moran's I), Análise Hot Spot (Getis-Ord Gi *)

Análise de Modelando Mínimos Quadrados Ordinários, Regressão


regressão relações espaciais Exploratória, Regressão Geograficamente
Ponderada

Estatísticas de varredura
O Analista espacial inclui várias funções estatísticas que podem ser usadas para
analisar rasters, principalmente para resumir valores de atributos e atribuir
estatísticas de resumo a células em uma nova camada de rasterização. Eles
estão localizados em vários conjuntos de ferramentas diferentes com a caixa
de ferramentas do Spatial Analyst.

Ferramenta Localização Entrada Saída O que faz

Estatísticas Conjunto de Vários Raster Calcula a estatística


de Células ferramentas rasters especificada para cada
local célula com base em
várias entradas

Estatísticas Conjunto de Raster Raster Resume os valores de


Focais ferramentas de uma varredura em uma
vizinhança vizinhança definida em
torno de cada célula e
atribui o valor a essa
143

célula na varredura de
saída

Estatísticas Conjunto de Recursos Raster Resume valores para


de pontos ferramentas de do ponto atributos de atributos de
vizinhança pontos em uma
vizinhança definida e
atribui valores a células
na varredura de saída

Estatísticas Conjunto de Recursos Raster Resume os valores dos


de linha ferramentas de de linha atributos do recurso de
vizinhança linha em uma vizinhança
definida e atribui valores
às células na varredura
de saída

Estatísticas Conjunto de Recursos Raster Resume os valores de


Zonais Zonas de raster ou tabela uma superfície de
ou de varredura por categorias
polígono resumo ou classes (zonas) do
conjunto de dados de
varredura ou polígono de
entrada

Ferramentas de exploração de dados


O Analista de Geoestatística - enquanto se concentra na criação de superfície a
partir de um conjunto de pontos de amostra - também contém um conjunto de
ferramentas para exploração visual de valores de dados usando gráficos e
tabelas. Eles costumam ser usados antes da criação da superfície para decidir
quais parâmetros usar para um conjunto específico de dados, mas também
podem ser usados geralmente para explorar seu conjunto de dados.
144

As ferramentas permitem que você explore a distribuição de valores, se há uma


tendência direcional nos dados e se há relacionamentos entre dois atributos (por
exemplo, para ver se os valores variam juntos ou inversamente). As ferramentas
estão disponíveis na opção Explorar Dados na barra de
ferramentas do Geostatistical Analyst.

ANÁLISE E GERENCIAMENTO DE TABELAS


Quase todos os dados do SIG são armazenados ou representados como uma
simples tabela de banco de dados. Por exemplo, classes de recursos são tabelas
com um atributo de forma (um atributo em uma tabela também é denominado
campo ou coluna), rasters podem ser exibidos como tabelas de atributos e a
maioria dos bancos de dados SIG possui tabelas independentes contendo
atributos que podem ser relacionados para outras tabelas por um atributo
comum. Ao construir um banco de dados ou executar análises, muito do seu
tempo será gasto no gerenciamento de tabelas: adicionando e calculando novos
atributos, copiando tabelas ou suas linhas de um local para outro, convertendo
tabelas contendo cadeias de texto de valores de coordenadas em recursos,
relacionando uma tabela a outro, ou calcular estatísticas de resumo.

Algumas análises exigem que os dados do SIG sejam extraídos como tabelas
para outro aplicativo, ou dados tabulares de outro aplicativo podem se tornar uma
entrada para o SIG. Muitas vezes, várias etapas de geoprocessamento modificam
e combinam conjuntos de dados, resultando em uma classe de recurso com
muitos atributos derivados de outros dados, que podem ser selecionados ou
resumidos para produzir resultados tabulares.
145

Juntando tabelas
Uma técnica comum é unir uma tabela de dados, como estatísticas demográficas
ou médicas, a um conjunto de recursos geográficos para visualização. Isso requer
que a tabela e os recursos geográficos compartilhem um campo-chave, como um
nome ou um código de ID.

Abaixo está um exemplo de como os recursos do SIG podem receber atributos


adicionais unindo dados de outra tabela. Esta classe de recurso de condados de
Iowa tem atributos de código de nome e FIPS que podem ser usados como
campos-chave para uma junção de tabela.

Esta tabela stand-alone contém informações sobre a colheita de soja para cada
município de Iowa. Ele tem atributos de nome e de código FIPS, portanto, pode
ser usado para associá-lo aos recursos do município.

Depois que os dados de colheita estiverem associados aos recursos do município,


você poderá usar os campos da tabela de colheita para simbolizar, rotular ou
selecionar os recursos do município.
146

Quando você associa dados de diferentes origens, é importante que os tipos de


dados e os valores dos campos-chave correspondam exatamente. Se um campo
for do tipo numérico e o outro for texto, não será possível ingressar usando esses
campos. Para contornar isso, você pode criar um novo campo em uma das
tabelas que corresponde ao tipo de dados na outra tabela e, em seguida, calcular
os valores do campo não correspondente no novo campo correspondente. Além
disso, se um valor de chave for digitado incorretamente, tiver ortografias variantes
ou contiver um erro tipográfico ou caracteres extras (por exemplo, um caractere
de espaço à direita), os registros com chaves não correspondentes não serão
unidos.

Criando informações espaciais a partir de tabelas


Outra técnica comum é criar informações espaciais a partir de dados tabulares.

Eventos XY

Talvez o método mais simples de fazer isso seja usando a ferramenta XY Event
Layer para criar uma camada a partir de uma tabela que contenha um campo de
coordenadas x e y. Abaixo está um exemplo de como uma simples tabela de
coordenadas e outros dados podem ser convertidos em eventos pontuais.
147

Os eventos de ponto criados a partir da tabela se comportam exatamente como


uma classe de recurso e podem ser simbolizados e rotulados usando atributos na
tabela.

Geocodificação
Você também pode criar pontos combinando valores em uma tabela com uma
classe de recurso de referência. Uma maneira de fazer isso é geocodificação,
onde a tabela contém informações de endereço e a classe de recurso de
referência contém informações de ruas e áreas.

Abaixo está um exemplo de um ponto criado a partir de um endereço, codificando


geograficamente o endereço em relação aos dados de referência de ruas.
148

Referência linear
Outra maneira de fazer isso é combinar localizações de acordo com a distância ao
longo de uma linha, chamada referência linear. Esse método pode ser usado para
criar eventos pontuais a uma determinada distância ao longo de uma linha ou
eventos de linha que seguem a linha de um determinado local para outro local.

Abaixo está um exemplo de um conjunto de eventos pontuais gerados pela


correspondência de uma tabela de medições de distância e identificadores de rota
com uma classe de recurso de linha que contém recursos de rota com medidas.

Abaixo está um exemplo de um conjunto de eventos de linha gerados por


correspondência de uma tabela de medições de e para e identificadores de rota
em relação a uma classe de recurso de linha que contém recursos de rota com
medidas.

Análise de dados tabulares


A análise de dados tabulares geralmente envolve descobrir quantos de algo
pertencem a uma determinada categoria ou observar a distribuição de valores
para um conjunto de itens. Muitas vezes, as coisas em que você está interessado
149

estão cercadas por muitas outras que são ligeiramente (ou muito)
diferentes. Encontrar recursos com base nessas diferenças geralmente envolve a
combinação de dados de diferentes origens unindo tabelas ou junções e
sobreposições espaciais e, em seguida, selecionando e calculando valores em
campos.

ANALIZE DE DADOS
Às vezes, os recursos do seu SIG têm atributos que você deseja analisar,
encontrando a soma de algum campo para recursos selecionados ou a frequência
de um determinado tipo de recurso. As ferramentas Resumo de
Estatísticas e Frequência na caixa de ferramentas Estatísticas permitem calcular
essas estatísticas em um campo ou em vários campos e resumir os resultados de
acordo com os valores em outro campo. Isso pode ser útil para relatórios e
análises.

Calcular a frequência com a ferramenta Frequência é uma boa maneira de saber


quantas de alguma coisa se enquadram em uma determinada categoria. Por
exemplo, você pode executar a ferramenta em um conjunto de parcelas para ver
quantas pertencem a cada uma das várias categorias de uso da terra. Observar a
distribuição de frequência de seus dados categóricos é um primeiro passo
importante em muitas análises.
150

Esta tabela de frequências indica que existem quase cinco vezes mais parcelas
residenciais que parcelas de escritórios e que uma pequena minoria das parcelas
pertence às categorias de serviços públicos ou institucionais.

Você também pode obter informações de freqüência para um campo em uma


tabela no ArcMap clicando com o botão direito do mouse no cabeçalho do campo
na janela da tabela e clicando em Estatísticas.

Olhando para a distribuição de valores


A ferramenta Estatísticas resumidas permite quantificar quanto de algo pertence a
um conjunto de recursos. Por exemplo, em vez de apenas usar Frequência para
descobrir quantas parcelas existem de cada tipo, você pode usar a ferramenta
Estatísticas resumidas nas parcelas para calcular a área total (soma) das parcelas
de cada categoria ou para descobrir o tamanho, em média (média), as parcelas
de cada tipo são.

Essa tabela de estatísticas resumidas informa que, embora haja mais pacotes de
fabricação do que parcelas institucionais, cada categoria cobre uma área
semelhante da cidade. Isso sugere que as parcelas institucionais e de serviços
151

públicos tendem a ser maiores do que as de escritório, residenciais ou de


fabricação.

Você também pode usar a ferramenta Estatísticas resumidas para examinar a


distribuição de valores para um conjunto de recursos. Por exemplo, você pode
comparar os valores mínimos e máximos de elevação para várias espécies de
plantas em uma área de estudo, a faixa de preços de casas de um determinado
tipo em uma área ou a quantidade média que as casas desse tipo diferem do
preço médio ( o desvio padrão).

Você também pode resumir as tabelas no ArcMap clicando com o botão direito do
mouse no cabeçalho da coluna do campo na janela da tabela e clicando em
Resumir.

Contando registros
Às vezes, é importante saber quantos registros estão em uma tabela ou em uma
seleção. Você pode usar essas informações em um modelo ou script que
automatize um processo de análise ou relatório. A ferramenta Get Count retorna o
número de recursos ou linhas em uma classe, tabela ou camada de recurso. A
ferramenta respeita seleções, exibições de tabela e camadas com base em
consultas. Você pode usar a ferramenta Obter Contagem em um script de loop
que armazena em buffer um local com uma distância progressivamente maior e
seleciona os recursos dentro do buffer até que um determinado número de
recursos seja selecionado.
152

SELEÇÃO E EXTRAÇÃO DE DADOS

Selecionando recursos
No ArcMap, as ferramentas Selection > Select By Attributes e Selection > Select
By Location permitem selecionar recursos interativamente e visualizar a seleção
destacada como parte de uma camada de feição.

Suas contrapartes de ferramenta de geoprocessamento são Selecionar Camada


por Atributo e Selecionar Camada por Local. A ferramenta de
geoprocessamento Make Feature Layer (e a ferramenta Make Query Table ) cria
uma camada que permite fazer cálculos e seleções. Você pode criar consultas
SQL na camada de feição para selecionar recursos ou linhas particulares dos
dados de origem. Essas ferramentas podem ser encontradas no conjunto de
ferramentas Layers and Table Views da caixa de ferramentas Gerenciamento de
dados.

A ferramenta Selecionar permite que você use uma consulta SQL para criar uma
nova classe de recurso de recursos selecionados de uma classe de recurso
existente. A ferramenta Table Select cria uma nova tabela usando uma consulta
SQL em uma tabela existente. Essas duas ferramentas operam em uma classe ou
tabela de recursos e criam uma nova classe ou tabela de recursos.

Recursos de recorte
Você também pode extrair dados cortando ou dividindo. Ambos os métodos
sobrepõem sua classe de recurso original e outra classe de recurso para criar
novas classes de recursos de saída. A ferramenta Clip cria uma nova classe de
recurso que contém apenas as partes dos recursos originais que se enquadram
nos polígonos na classe de recurso de clipe. A ferramenta Dividir cria uma nova
classe de recurso para cada polígono com um valor exclusivo na classe de
recurso dividido; Cada uma dessas classes de recursos contém apenas os
recursos da classe de recurso original que se enquadram nos polígonos.
153

Recursos de dissolução
Outra abordagem para extrair informações de dados mais complexos é dissolver
ou eliminar recursos. A ferramenta Dissolver combina polígonos que compartilham
um valor em polígonos maiores. Isso é particularmente útil quando você tem
dados divididos em várias categorias detalhadas e precisa de mais dados
agregados. Por exemplo, você pode usar o Dissolve para recombinar polígonos
menores de bacias hidrográficas em bacias de drenagem maiores, ou parcelas
em blocos. O EliminarA ferramenta combina polígonos selecionados, geralmente
polígonos lascados que são menores que um determinado tamanho (geralmente,
polígonos lascados são causados pela sobreposição de conjuntos de dados
ligeiramente discrepantes), com polígonos adjacentes para remover polígonos
espúrios do conjunto de dados. A dissolução e a eliminação de recursos podem
ser usadas para extrair recursos que compartilham atributos específicos e
combiná-los em recursos maiores com menos
diversidade. A ferramenta Polígonos Agregados combina grupos de pequenos
polígonos em polígonos maiores. Isto é projetado para generalização cartográfica.

Extração baseada em varredura


As ferramentas de extração de dados por varredura incluem ferramentas que
simplificam dados e ferramentas complexas ou ruidosas que criam um
subconjunto espacial ou uma amostra de uma varredura.

Na primeira categoria, estão as ferramentas Agregar, Limitar


Limite, Expandir, Filtro Majoritário, Nibble, Grupo de Região, Encolher e Fino.

Na segunda categoria estão as ferramentas do conjunto de ferramentas Extração,


que fornecem uma variedade de ferramentas para rascunhos de subconjuntos por
formas e atributos, além de converter o raster em um conjunto de pontos com
a ferramenta Extract Values To Points e a ferramenta Sample. Outras ferramentas
incluem Resample, que agrega células em células maiores, e Clip, que executa
um corte retangular de um raster.
154

PARTE 3 - EDIÇÃO DE DADOS NO


ARCGIS

INTRODUÇÃO À EDIÇÃO
O ArcGIS permite criar e editar vários tipos de dados. Você pode editar os dados
de recursos armazenados em shapefiles e geodatabases, bem como vários
formatos tabulares. Isso inclui pontos, linhas, polígonos, texto (anotações e
dimensões), multipatches e multipontos. Você também pode editar arestas
compartilhadas e geometria coincidente usando topologias e redes geométricas.

Esteja você usando o ArcGIS for Desktop Basic, Standard ou Advanced, use as
mesmas ferramentas de edição do ArcMap para compilar e atualizar seus dados
geográficos.

Certas operações de edição podem exigir licenciamento adicional, como o ArcGIS


for Desktop Standard, Advanced ou uma extensão ArcGIS. Por exemplo,
o ArcGIS for Desktop Basic permite que você edite recursos simples em um
geodatabase, mas não pode ser usado para editar recursos de geodatabase mais
avançados, como topologias, dimensões, redes geométricas e geodatabases
ArcSDE.

MÉTODOS DE CRIAÇÃO DE DADOS

Digitando dados
A digitalização, o processo de converter recursos em um formato digital, é uma
maneira de criar dados. Existem várias maneiras de digitalizar novos
recursos. Isso inclui a digitalização na tela ou o heads-up em uma imagem, a
digitalização de uma cópia impressa de um mapa em uma placa de digitalização
ou a utilização de digitalização automatizada.
155

A digitalização interativa ou heads-up é um dos métodos mais comuns. Nesse


método, você exibe uma fotografia aérea, uma imagem de satélite ou uma
ortofotografia na tela como um mapa base e, em seguida, desenha recursos,
como estradas, edifícios ou parcelas, em cima dela.

Na digitalização impressa, você usa uma mesa digitalizadora conectada a um


computador que converte posições na superfície da mesa em coordenadas x, y
digitais, conforme você as desenha com um disco portátil (um dispositivo com
caneta ou com um mouse).

A digitalização automática é outro método de digitalização de recursos. A


extensão ArcScan for ArcGIS permite executar a conversão automática ou
interativa de dados raster-to-vector com alta precisão e pouca ou nenhuma
intervenção do operador durante o estágio de captura de dados.

Coletando dados no campo


Alguns dados do SIG são capturados diretamente no campo usando um
dispositivo GPS (Sistema de Posicionamento Global). As unidades de GPS
calculam sua posição usando sinais de satélites (e às vezes estações base). Eles
variam em capacidade e precisão, portanto, certifique-se de usar um GPS tão
preciso quanto os dados com os quais ele será usado. As unidades de GPS
podem ser conectadas a computadores de mão, laptops ou Tablet PCs para
registrar dados no campo.
156

Fluxo de trabalho para criar recursos no ArcMap


Antes de criar ou editar recursos no ArcMap, você precisa ter uma classe de
recurso existente para editar. Se você não tiver um, poderá criar uma nova classe
de recurso de geodatabase ou um shapefile na janela Catálogo.

A barra de ferramentas do Editor e a janela Criar Recursos contêm as ferramentas


de edição de recursos usadas com mais frequência.

Depois de adicionar os dados que você deseja editar no ArcMap, você seguirá um
fluxo de trabalho básico:

 Escolha o espaço de trabalho e o quadro de dados que você deseja editar;

 Inicie uma sessão de edição (iniciar a edição);

 Escolha um modelo de recurso e uma ferramenta de construção na janela


Criar Recursos;

 Configure outras propriedades ou opções de edição, como o snap;

 Crie o novo recurso (por exemplo, digitalizando-o no mapa) ;

 Adicione ou edite atributos do recurso;

 Salvar edições e parar de editar.

Você também pode editar recursos e atributos existentes em uma sessão de


edição no ArcMap.

Iniciando uma sessão de edição


A edição ocorre em uma sessão de edição. Durante uma sessão de edição, você
pode criar ou modificar recursos de vetor ou informações de atributo tabular.
157

Quando quiser editar, você precisa iniciar uma sessão de edição, que termina
quando terminar. A edição se aplica a um único espaço de trabalho em um único
quadro de dados do ArcMap, em que um espaço de trabalho é um geodatabase
ou uma pasta de shapefiles.

Se você tiver mais de um quadro de dados em seu mapa, só poderá editar as


camadas em um quadro de dados, mesmo que todos os dados estejam no
mesmo espaço de trabalho. Embora seja possível editar dados em diferentes
sistemas de coordenadas, geralmente é melhor se todos os dados que você
planeja editar juntos tiverem o mesmo sistema de coordenadas que o quadro de
dados.

Existem duas maneiras de iniciar uma sessão de edição: clicando no menu Editor
na barra de ferramentas do Editor ou clicando com o botão direito do mouse em
uma camada no sumário. Se você usar o menu Editor para começar a editar em
um quadro de dados que contenha dados de várias áreas de trabalho, será
solicitado que você escolha a área de trabalho a ser editada. Se você clicar com o
botão direito do mouse em uma camada no sumário, iniciará automaticamente
uma sessão de edição em todo o espaço de trabalho que contém essa camada.

Na maioria das vezes, você edita dados na visualização de dados, pois mostra
apenas os dados em seu mapa e oculta os elementos do layout. Você também
pode editar na visualização de layout, embora a edição seja geralmente mais fácil
e mais precisa na exibição de dados. No entanto, a edição na visualização de
layout é útil quando você deseja fazer pequenas adições ao seu mapa no
contexto do layout do seu mapa.

As edições são temporárias até você optar por salvá-las e aplicá-las


permanentemente aos seus dados. Você também pode sair de uma sessão de
edição sem salvar suas alterações. Apenas salvar um documento de mapa não
salva as edições nos recursos - você precisa salvar especificamente as edições
em sua sessão de edição. Quando você salva as edições, você as grava na fonte
de dados ou em um banco de dados.
158

Quando você está trabalhando com dados em um banco de dados, fazer edições
e salvá-los são transações no banco de dados. As versões permitem que vários
usuários em um geodatabase multiusuário editem os mesmos dados sem aplicar
bloqueios de recursos ou duplicar dados. Quando os usuários estão prontos para
aplicar suas edições, eles mesclam suas alterações por meio de um processo de
reconciliação de edições, resolução de conflitos e publicação de alterações na
versão pai de um banco de dados.

Alguns tipos de dados, como desenhos CAD, podem ser visualizados, mas não
editados dentro do ArcMap, e devem ser editados no aplicativo nativo dos
dados. Você pode importar esses formatos somente para exibição em classes de
recursos geodatabase ou shapefiles e editá-los no ArcMap.

Criando recursos com modelos de recursos


A criação de recursos é realizada através do uso de modelos de
recursos. Modelos de recursos definem todas as informações necessárias para
criar um recurso: a camada em que um recurso será armazenado, os atributos
com os quais um recurso é criado e a ferramenta padrão usada para criar esse
recurso. Os modelos também têm um nome, descrição e tags que podem ajudar
você a encontrá-los e organizá-los.

Se os modelos não estiverem presentes quando você iniciar a edição, eles serão
criados automaticamente para cada camada no espaço de trabalho de edição
atual. Os modelos são salvos no documento do mapa (.mxd) e no arquivo da
camada (.lyr).
159

Uma camada pode ter vários modelos associados a ela, em que cada modelo
possui configurações padrão diferentes. Por exemplo, se você tiver uma camada
de estradas com classificações de autoestrada, rodovia principal e estrada local,
poderá ter três modelos diferentes, cada um com um atributo padrão diferente
para o tipo de estrada.

Isso facilita a criação do novo tipo de estrada que você deseja desde o
início. Para criar um recurso de estrada local, basta clicar no modelo de estrada
local e os novos recursos são criados automaticamente como uma estrada local e
atribuídos e simbolizados corretamente. Você ainda precisa adicionar outros
valores de atributo não padrão depois de criar o recurso.

Sempre que você cria recursos no mapa, você começa com a janela “Criar
Recursos”. Você pode abri-lo clicando no botão “Criar Recursos” na barra de
ferramentas do Editor.

A escolha de um modelo de recurso na janela Criar Recursos configura o


ambiente de edição com base nas propriedades desse modelo de recurso. Essa
ação define a camada de destino na qual seus novos recursos serão
armazenados, ativa uma ferramenta de construção de recursos e se prepara para
atribuir os atributos padrão ao recurso que você cria. Para reduzir a desordem, os
modelos ficam ocultos na janela Criar Recursos quando as camadas não estão
visíveis.
160

O painel superior da janela Criar recursos mostra os modelos no mapa, enquanto


o painel inferior da janela lista as ferramentas disponíveis para criar recursos
desse tipo.

A disponibilidade das ferramentas de criação de recursos, ou ferramentas de


construção, depende do tipo de modelo selecionado na parte superior da
janela. Por exemplo, quando um modelo de linha está ativo, você pode ver um
conjunto de ferramentas para criar recursos de linha.

Se você escolher um modelo de anotação, as ferramentas disponíveis serão


alteradas para aquelas que podem ser usadas para criar anotações.

Cada modelo possui uma ferramenta de construção padrão, que você pode definir
nas propriedades do modelo. Definir a ferramenta padrão pode ajudar você a
evitar um clique extra para escolher uma ferramenta diferente para criar novos
161

recursos. Por exemplo, quando você está desenhando pegadas retangulares de


construção, defina a ferramenta de construção padrão desse modelo para a
ferramenta Retângulo para que essa ferramenta se torne automaticamente ativa
ao criar pegadas do edifício. Você sempre pode substituir a ferramenta padrão e
escolher uma diferente na janela Criar Recursos.

Para criar modelos de recursos, abra a caixa de diálogo Organizar modelos de


recursos na janela Criar recursos e inicie o assistente Criar novos modelos.

O assistente irá guiar você pelo processo rápido de criar um modelo:

 Primeiro, você escolhe a camada ou as camadas;

 Em seguida, se aplicável, escolha uma ou todas as classes dessa camada


para criar modelos individuais.

Depois que os modelos forem criados, você poderá alterar suas propriedades
padrão, copiá-los e colá-los ou excluí-los.

Modelos são usados sempre que você está criando recursos. Ao criar recursos
com um comando de edição, como Buffer ou União, você escolhe um modelo na
caixa de diálogo que é aberta para esses comandos. Se você estiver editando um
recurso existente, não será necessário especificar um modelo.
162

Usando o encaixe durante a edição


O Snapping permite que você crie recursos que se conectam uns aos outros para
que suas edições sejam mais precisas e tenham menos erros. Com o snap, seu
ponteiro pulará ou se encaixará em bordas, vértices e outros elementos
geométricos quando estiver próximo deles. Isso permite que você posicione um
recurso facilmente em relação aos locais de outros recursos.

Conforme você move o ponteiro pelo mapa, ele se encaixa automaticamente em


pontos, pontos finais, vértices e arestas. Todas as configurações que você precisa
para trabalhar com o snap estão localizadas na barra de ferramentas Snapping,
incluindo a habilitação e desabilitação de tipos de encaixe e a configuração de
opções de encaixe.

Os tipos de snap principais são botões na barra de ferramentas, mas outros


adicionais estão disponíveis no menu Snapping.

Quando certas ferramentas de edição estão ativas, você pode notar que o cursor
muda conforme você passa por vários recursos em seu mapa. Cada agente de
encaixe (vértice, aresta, ponto final, interseção e assim por diante) tem seu
próprio feedback.

Por exemplo, o cursor é um quadrado quando você está se encaixando em um


vértice ou ponto e se torna uma caixa com linhas diagonais quando você está
encaixando em uma aresta. Observando a aparência do cursor e o texto SnapTips
que aparece, você pode determinar imediatamente a camada para a qual você
está encaixando e qual agente de encaixe está em uso.
163

Um SnapTip é um pequeno pedaço de texto que aparece quando você é


encaixado, contendo o tipo de encaixe e a camada na qual você está
encaixando. Você pode personalizar a aparência do cursor e das SnapTips e
definir a tolerância necessária para que o snap ocorra clicando no menu
“Snapping” e em “Opções”.

Criando pontos
Pontos são os recursos mais simples de criar. Basta clicar em um modelo de
ponto na janela Criar recursos e a ferramenta Ponto é ativada automaticamente.

Clique no mapa onde você deseja adicionar o ponto. Você pode clicar com o
botão direito do mouse no mapa ou usar o encaixe para ajudá-lo a criar pontos
nos locais exatos.

Criando linhas e polígonos (segmentos)


Para criar segmentos em linhas ou polígonos, você normalmente usará a
ferramenta Linha (com modelos de linha) e a ferramenta Polígono (com modelos
de polígono). Embora essas ferramentas sejam usadas com tipos de modelos
diferentes, elas se comportam de maneira semelhante. Para criar segmentos,
basta clicar no mapa onde você deseja colocar os vértices.

Você digitaliza uma nova linha ou forma de feição de polígono desenhando um


esboço de edição, que é a representação subjacente da geometria da
feição. Enquanto você esboça, você vê uma prévia WYSIWYG com a simbologia
real usada para aquele modelo, com vértices simbolizados como quadrados
verdes e vermelhos.

Um esboço é composto de todos os vértices e segmentos do recurso. Vértices


são os pontos nos quais o esboço muda de direção, como cantos; segmentos são
as linhas que conectam os vértices.
164

Quando você deseja criar recursos, normalmente usará as ferramentas de


construção da janela “Criar recursos” e os métodos de construção na barra de
ferramentas do Editor.

Com essas ferramentas, por exemplo, você pode criar linhas, arcos, curvas
tangenciais, vértices em interseções ou pontos médios, vértices baseados em
distâncias e direções de outros recursos, ou novos segmentos, rastreando os
existentes.

Por padrão, as ferramentas Line e Polygon criam segmentos retos entre os


vértices que você clica. Essas ferramentas têm formas adicionais de definir a
forma de um recurso, como a criação de linhas curvas ou o rastreamento de
recursos existentes.

Estes são métodos de construção, que estão localizados na barra de ferramentas


do Editor. Para criar um segmento curvo, clique nesse tipo de construção na
paleta na barra de ferramentas do Editor e desenhe a curva no mapa. Você pode
até alternar entre os tipos de construção após cada segmento, permitindo que
você crie a forma exata desejada.

Por exemplo, se você estiver desenhando uma estrada com uma curva, você
pode querer que algumas delas sejam retas e outras sejam curvas. Para fazer
isso, comece com o Segmento Reto, digitalize o segmento reto, clique em um
método de construção de segmento curvo e crie a curva.
165

Quando estiver satisfeito com a forma do esboço, você precisará concluir o


esboço para concluir a geometria do recurso e realmente criar o recurso com os
atributos especificados no modelo.

Existem várias maneiras de terminar um esboço, incluindo clicar duas vezes com
o mouse, escolher o comando em um menu de atalho ou usar um atalho de
teclado ( F2 ).

O gráfico à esquerda abaixo mostra o recurso de polígono sendo construído a


partir de um esboço de edição. Depois que todos os vértices desejados forem
adicionados, o esboço será concluído e se tornará um recurso. Você pode clicar
duas vezes em um recurso com a ferramenta Editar para modificar o esboço,
alterando assim a forma do polígono.

Para criar uma nova linha, pelo menos dois vértices - os pontos inicial e final - são
necessários para finalizar o esboço e, portanto, criar o recurso.

Para criar um novo polígono com a ferramenta Polígono, por exemplo, são
necessários pelo menos três vértices. Um esboço de uma linha registra a direção
em que foi digitalizada, o que é importante se você precisar aparar ou estender a
linha ou executar uma operação que use medições provenientes do ponto inicial
ou final. Os vértices são marcados em verde, com o último vértice adicionado
marcado em vermelho. (Você pode alterar as cores do esboço de edição na caixa
de diálogo Opções de edição.)
166

Para aumentar a produtividade, a paleta de métodos de construção também é


encontrada na mini barra de ferramentas Feature Construction, que aparece perto
do ponteiro quando você está digitalizando segmentos em novas linhas ou
polígonos. A barra de ferramentas “Construção de recursos” está desativada por
padrão, mas você pode pressionar a tecla TAB para exibi-la temporariamente ou
ativá-la na caixa de diálogo Opções de edição para que apareça sempre que
estiver desenhando.

Além disso, há muitos atalhos de teclado disponíveis, e você pode clicar com o
botão direito do mouse no mapa para acessar um menu de atalho (contexto)
contendo comandos para o posicionamento preciso dos vértices. Por exemplo,
você pode adicionar um vértice em um local x, y específico; desenhe um
segmento em um exato comprimento e direção; ou faça um segmento paralelo ou
perpendicular a outro segmento.

Além das ferramentas Line e Polygon, outras ferramentas estão disponíveis para
criar linhas e polígonos. A ferramenta Mão livre cria um recurso desenhado a mão
e automaticamente o suaviza em curvas de Bézier curva de Bézier que são
curvas polinomiais expressas como a interpolação linear entre alguns pontos
representativos, chamados de pontos de controle.
167

As ferramentas Círculo e Retângulo permitem que você crie círculos e retângulos


arrastando o mouse interativamente ou em locais precisos com atalhos de
teclado. A ferramenta Elipse permite que você crie um novo recurso de elipse
interativamente ou usando atalhos para especificar o local e os raios maiores ou
menores. Ao criar polígonos, você também pode escolher a ferramenta Polígono
de preenchimento automático, que é usada para criar polígonos adjacentes que
não se sobrepõem ou têm lacunas.
168

O polígono selecionado foi criado com a ferramenta Polígono de preenchimento


automático usando as bordas dos polígonos ao redor.

Nota: A lista de ferramentas de construção é filtrada para mostrar apenas a


ferramenta Linha ao trabalhar com modelos de linha para camadas com atributos
COGO, camadas que participam de redes geométricas ou transformar classes de
recursos em conjuntos de dados de rede. Isso ocorre porque as outras
ferramentas de construção criam formas de anel fechado que são geometrias
inválidas nesses tipos de camada.

Criando recursos de texto


Você pode armazenar o texto do mapa como anotação em um geodatabase. A
anotação fornece flexibilidade na aparência e no posicionamento do texto, pois
você pode selecionar partes individuais do texto e editá-las. Os recursos de
dimensão são uma forma de anotação projetada para expressar medições de
distância. Como outros tipos de recursos, a anotação geodatabase e os recursos
de dimensão são criados dentro de uma sessão de edição, usando modelos de
recursos e as ferramentas na janela Criar Recursos.

Algumas classes de recursos de anotação, como anotações padrão, são


independentes no geodatabase. A anotação padrão não está formalmente
associada a recursos no geodatabase. Por exemplo, você pode ter uma anotação
padrão que representa uma cadeia de montanhas, um oceano ou uma fronteira
administrativa - a anotação simplesmente marca a área geral no mapa.

Outro tipo de anotação, a anotação vinculada a recursos, está associada ao


recurso que está descrevendo por meio de uma classe de relacionamento. O texto
reflete o valor de um campo ou campos do recurso ao qual ele está
vinculado. Você pode usar anotações vinculadas a recursos para identificar
recursos como parcelas, ruas, rios, estradas ou cidades. Com a anotação
vinculada a recursos, à medida que você cria pacotes ou recursos de rua, por
169

exemplo, usando as ferramentas de edição no ArcMap, a anotação é criada


automaticamente.

Definindo novos tipos de recursos para criar


Às vezes, você pode querer criar recursos de um determinado tipo em uma
camada existente, mas a camada não está configurada para capturar esses
recursos.

Por exemplo, você deseja adicionar recursos a uma camada de estradas para
representar uma estrada não pavimentada, mas atualmente você só tem
categorias em seus dados para autoestrada, rodovia principal e estrada local.

Por meio de um assistente, você pode definir tudo sobre a categoria de estrada
não pavimentada de uma só vez, facilitando a preparação dos dados para exibir e
armazenar os novos tipos de recursos.

O ArcMap adiciona automaticamente um símbolo para a nova categoria, qualquer


informação de geodatabase necessária (como valor de subtipo ou valor de
domínio codificado) para essa camada e um modelo de recurso para usar ao criar
uma estrada não pavimentada. O assistente evita que você tenha que interromper
170

seu trabalho para abrir várias caixas de diálogo para configurar os dados por
conta própria.

Editando atributos
Atributos são descrições de um recurso geográfico em um SIG, geralmente
armazenado como uma linha em uma tabela. Por exemplo, os atributos de um rio
podem incluir seu nome, comprimento e profundidade média. Você pode inserir
novos valores de atributo ao criar recursos e pode editar os valores existentes.

Quando você cria um recurso, ele começa apenas com os valores de atributo
padrão, conforme especificado no modelo usado para criar o recurso.

Esses valores serão atribuídos a novos recursos criados com este modelo.
171

Você insere atributos depois de criar um recurso. Existem duas maneiras


principais de adicionar ou atualizar atributos no ArcMap: a janela Atributos e a
janela da tabela.

A janela Atributos exibe atributos de recursos selecionados e permite editar os


valores. O painel superior da janela mostra a camada (por sua expressão de
exibição ) à qual o recurso ou os recursos selecionados pertencem, enquanto o
painel inferior mostra os valores de atributo desse recurso, incluindo informações
relacionadas ou associadas.

As propriedades e a ordem dos campos refletem as configurações na guia


Campos da caixa de diálogo Propriedades da camada. Por exemplo, se você
desativar a visibilidade de um campo, definir um nome de alias de campo ou
alterar como os números são exibidos em um campo, essas alterações serão
refletidas na janela Atributos. Você também pode definir um campo para ser
somente leitura, o que significa que você pode visualizar, mas não pode editar
esse campo, independentemente das permissões de arquivo ou banco de dados.
172

Você também pode abrir uma janela de tabela para ver todas as informações
tabulares sobre uma camada ou tabela. Para adicionar ou alterar um valor na
janela da tabela, basta clicar em uma célula e digitar o novo valor. A janela da
tabela também permite que você use o Field Calculator, que ajuda você a
atualizar vários valores em um determinado campo e usar instruções avançadas
ao editar os valores dos campos.

Embora você não precise estar em uma sessão de edição para calcular valores
de campo, uma sessão de edição é recomendada porque permite desfazer suas
edições.

Editando recursos existentes


Depois de criar recursos, você também pode editar suas formas com as ferramentas na
barra de ferramentas do Editor. Por exemplo, para dividir um polígono em dois
173

polígonos, selecione o recurso, clique na ferramenta Cortar polígonos na barra de


ferramentas do Editor e, em seguida, desenhe uma linha na qual você deseja
dividir o recurso. Para desenhar uma nova forma para uma linha ou polígono,
selecione-a, clique na ferramenta Recriar Recurso na barra de ferramentas do
Editor e faça um esboço de como você deseja que o recurso apareça.

Se você usar a ferramenta Editar para clicar em um local no mapa com recursos
sobrepostos, um pequeno ícone será exibido com uma caixa de diálogo
visualizando os recursos selecionáveis nos quais você clicou, para que você
possa distinguir o recurso correto dos elementos sobrepostos.

Para trabalhar com os vértices e segmentos individuais de um recurso, selecione


o recurso com a ferramenta Editar e clique no botão Editar Vértices na barra de
ferramentas do Editor ou simplesmente clique duas vezes no recurso com a
ferramenta Editar.

Você pode selecionar vários vértices de uma vez arrastando uma caixa ao redor
deles com a ferramenta Editar, depois mova ou apague-os conforme necessário.

Além disso, você pode clicar com o botão direito do mouse em um segmento e
alterá-lo para outro tipo, como criar um segmento reto em uma curva. Para
remodelar as curvas, arraste a curva, defina um raio específico ou reposicione as
alças Bézier. Quando você usa um esboço para modificar um recurso existente,
conclui a atualização finalizando o esboço.

A barra de ferramentas “Editar Vértices” fornece acesso rápido a alguns dos


comandos mais usados durante a edição de vértices. Ele aparece na tela sempre
que a ferramenta Editar ou a ferramenta Topologia Editar está ativa e você está
174

editando os vértices de um recurso ou borda de topologia. A barra de ferramentas


flutua na primeira vez em que aparece, mas pode ser encaixada depois disso.

A ferramenta Editar, a ferramenta Configurar Recurso e o comando Editar


Vértices na barra de ferramentas do Editor atualizam apenas uma única linha ou
polígono selecionado.

No entanto, se você precisar atualizar as formas de vários recursos que


compartilham uma borda, poderá usar as ferramentas de edição de topologia para
fazer isso.

As ferramentas Topology Edit, Remhape Edge e Modify Edge na barra de


ferramentas Topology atualizam a forma de todos os recursos que compartilham a
borda ou borda selecionada, o que os torna ideais para redefinir os recursos
coincidentes. Por exemplo, se você tiver uma floresta que compartilhe seu limite
com outros tipos de florestas, crie uma topologia de mapa ou uma topologia de
banco de dados geográficos nos dados e poderá modificar a borda de todos os
recursos ao mesmo tempo.

UM TOUR RÁPIDO PELAS FERRAMENTAS DE EDIÇÃO DE


DADOS

Barra de ferramentas do editor


A barra de ferramentas do Editor contém os vários comandos necessários para
editar seus dados. Na barra de ferramentas do Editor, você pode iniciar e
175

interromper uma sessão de edição, acessar várias ferramentas e comandos para


criar novos recursos e modificar os existentes, além de salvar suas edições. Para
editar dados, você precisa adicionar a barra de ferramentas Editor ao ArcMap
clicando no botão Barra de Ferramentas do Editor na barra de ferramentas
Padrão.

Janela Criar Recursos


Sempre que você cria recursos no mapa, você começa com a janela Criar
Recursos. Você pode abri-lo clicando no botão Criar Recursos na barra de
ferramentas do Editor. A escolha de um modelo de recurso na janela Criar
Recursos configura o ambiente de edição com base nas propriedades desse
modelo de recurso; essa ação define a camada de destino na qual seus novos
recursos serão armazenados, ativa uma ferramenta de construção de recursos e
se prepara para atribuir os atributos padrão ao recurso que você cria. Para reduzir
a desordem, os modelos ficam ocultos na janela Criar Recursos quando as
camadas não estão visíveis.

O painel superior da janela Criar recursos mostra os modelos no mapa, enquanto


o painel inferior da janela lista as ferramentas disponíveis para criar recursos
desse tipo. A disponibilidade das ferramentas de criação de recursos, ou
ferramentas de construção, depende do tipo de modelo selecionado na parte
superior da janela.

Por exemplo, quando um modelo de linha está ativo, você pode ver um conjunto
de ferramentas para criar recursos de linha. Se você escolher um modelo de
anotação, as ferramentas disponíveis serão alteradas para aquelas que podem
ser usadas para criar anotações.
176

Caixa de diálogo Propriedades do modelo


Os modelos de recursos definem todas as informações necessárias para criar um
novo recurso: a camada em que um recurso será armazenado, os atributos com
os quais um novo recurso será criado e a ferramenta padrão usada para criar
esse recurso.

Os modelos também têm um nome, descrição e tags que podem ajudar você a
encontrá-los e organizá-los. Você pode especificar e revisar essas e outras
configurações na caixa de diálogo Propriedades do modelo.
177

Barra de ferramentas de encaixe


O Snapping permite que você crie recursos que se conectam uns aos outros para
que suas edições sejam mais precisas e tenham menos erros. Com o snap, seu
ponteiro pulará ou se encaixará em bordas, vértices e outros elementos
geométricos quando estiver próximo deles. I

sso permite que você posicione um recurso facilmente em relação aos locais de
outros recursos. Conforme você move o ponteiro pelo mapa, ele se encaixa
automaticamente em pontos, pontos finais, vértices e arestas. Todas as
configurações que você precisa para trabalhar com o snap estão localizadas na
barra de ferramentas Snapping, incluindo a habilitação e desabilitação de tipos de
encaixe e a configuração de opções de encaixe. Os tipos de snap principais são
botões na barra de ferramentas, mas outros adicionais estão disponíveis no menu
Snapping.
178

Janela Atributos
A janela Atributos exibe atributos de recursos selecionados e permite editar os
valores. O painel superior da janela mostra a camada (por sua expressão de
exibição ) à qual o recurso ou os recursos selecionados pertencem, enquanto o
painel inferior mostra os valores de atributo desse recurso, incluindo informações
relacionadas ou associadas. As propriedades e a ordem dos campos refletem as
configurações na guia Campos da caixa de diálogo Propriedades da camada. Por
exemplo, se você desativar a visibilidade de um campo, definir um nome de alias
de campo ou alterar como os números são exibidos em um campo, essas
alterações serão refletidas na janela Atributos. Você também pode definir um
campo para ser somente leitura, o que significa que você pode visualizar, mas
não pode editar esse campo, independentemente das permissões de arquivo ou
banco de dados.
179

Janela Editar Propriedades do Esboço


Os vértices podem armazenar atributos adicionais além dos locais x, y. Os
atributos incluem valores-m e valores-z, que costumam ser usados para
armazenar informações sobre medidas e elevação de rotas.

Esses atributos são adicionados e modificados usando a janela Editar


propriedades do esboço. Você pode abrir a janela selecionando um recurso com a
ferramenta Editar, clicando duas vezes nele e, em seguida, clicando no botão
Propriedades do esboço na barra de ferramentas do Editor.
180

Caixa de diálogo Opções de edição


Você pode definir preferências para edição no ArcMap na caixa de diálogo
Opções de Edição, que é aberta clicando no menu Editor e clicando em Opções.

Por exemplo, você pode definir as unidades e o número de casas decimais


usadas para inserir medidas, quais símbolos e barras de ferramentas são exibidos
durante a edição e assim por diante.

PREPARANDO UM MAPA PARA EDIÇÃO

Quando você está construindo um mapa para editar, há vários itens a considerar
que tornarão sua experiência de edição mais fácil e mais bem-sucedida. Isso
envolve a montagem de seus dados, usando a caixa de diálogo Layer Properties
para (1) preparar a simbologia, (2) simplificar os campos de atributos e (3) definir
181

uma expressão de exibição; e criação de modelos de recursos. Fazer isso para


cada camada que você planeja editar pode ajudar a tornar suas tarefas de
compilação de dados mais fáceis e diretas.

Preparando as camadas
Todas as camadas que você deseja editar juntas devem estar no mesmo espaço
de trabalho, onde um espaço de trabalho é um único geodatabase ou uma pasta
de shapefiles. Se as classes de recursos não forem armazenadas juntas, você
não poderá editá-las ao mesmo tempo. Quando você adiciona as camadas ao
mapa, todas as camadas que deseja editar juntas devem estar dentro do mesmo
quadro de dados, pois a edição só ocorre em um quadro de dados de cada vez.

Os sistemas de coordenadas de todas as camadas devem corresponder um ao


outro e devem corresponder ao sistema de coordenadas do quadro de dados.

Se as camadas estão sendo projetadas em tempo real, pode haver problemas de


alinhamento inesperados ao fazer edições. Além disso, considere projetar dados
em um sistema de coordenadas geográficas para uma projeção local apropriada
para melhorar a precisão durante a edição. Isso também facilitará quando você
precisar inserir valores, como comprimentos. Se o seu mapa estiver no WGS
1984, por exemplo, o ArcMap está esperando que os comprimentos sejam
inseridos em graus decimais. Além disso, você também pode usar apenas
abreviações de unidades de distância para inserir valores quando um sistema de
coordenadas projetadas estiver sendo usado. Abreviações de unidades de
distância permitem que você especifique valores de medição ao editar em uma
unidade diferente das unidades de mapa.

Um quadro de dados mantém seus próprios valores de x, y, tolerância, resolução


e domínio, que são obtidos da primeira camada adicionada ao mapa. Certas
edições podem falhar ou os recursos podem ser recolhidos inesperadamente,
devido às diferenças nesses valores entre o quadro de dados e as camadas que
você está editando.
182

A tolerância do mapa não é exposta na interface do usuário, mas é possível


reconfigurar as propriedades de referência espacial do quadro de dados para
corresponder às de uma camada específica. Quando você faz isso, o quadro de
dados assume o sistema de coordenadas da camada, bem como as outras
propriedades.

Nomeie suas camadas com clareza e precisão, já que os modelos de recursos


são agrupados sob o nome da camada por padrão. Você pode renomear uma
camada no índice.

Preparando a simbologia
A guia “Propriedades da camada”> “Simbologia” permite definir os símbolos
usados para desenhar a camada. Como os modelos de recursos são baseados
nos símbolos usados no mapa, certifique-se de simbolizar suas camadas
apropriadamente antes de começar a editar uma camada pela primeira vez (o
ArcMap cria modelos automaticamente) ou quando você mesmo cria modelos de
recursos. Se você alterar o tipo de renderizador depois de criar modelos de
recursos, terminará com modelos que não refletem os recursos que você deseja
criar.

Ao criar recursos, você deve usar o renderizador Símbolo Único ou Valores


Exclusivos. Se você estiver simbolizando com valores exclusivos, torne os rótulos
dos seus símbolos significativos, pois os rótulos dos símbolos se tornarão os
nomes dos modelos de recursos.

Por exemplo, uma camada de parcelas possui rótulos de categoria de símbolo


retirados dos atributos brutos de AGR, COM, IND, RES e UNK, que são versões
abreviadas de vários tipos de usos da terra. Expandir o texto dos rótulos dos
símbolos para Agrícola, Comercial, Industrial, Residencial e Desconhecido
reduzirá a limpeza necessária em seus modelos de recursos depois que eles
forem criados e ajudará outros editores a entender quais recursos estão
183

criando. Os rótulos dos símbolos também são usados nas entradas do sumário e
na legenda do layout do mapa, portanto, há motivos adicionais para isso.

Os símbolos na guia Simbologia na caixa de diálogo Propriedades da camada

Você pode editar os rótulos dos símbolos na guia Simbologia da caixa de diálogo
Propriedades da camada.

Os modelos de recursos resultantes na janela Criar Recursos


184

Quando há um problema com o símbolo de um modelo de recurso, a caixa de


diálogo Propriedades do modelo exibe um ícone de ponto de exclamação na área
de visualização.

O modelo também é mostrado na janela Criar Recursos como um ícone da


camada prateada, em vez do símbolo que será atribuído ao novo recurso. Isso
geralmente acontece quando a simbologia foi alterada drasticamente depois que o
modelo de recurso foi criado, como alternar renderizadores ou categorias de
símbolos.

Se isso ocorrer, observe os atributos padrão do modelo de recursos para garantir


que eles correspondam à simbologia atual ou à categoria de símbolos. Você
também pode simplesmente excluir o modelo e recriá-lo para sincronizar os
símbolos.

Simplificando os Campos de Atributos


A edição de atributos é uma parte importante do processo de edição. Quando
você olha para sua camada de pacotes na janela Atributos, por padrão, todos os
campos são exibidos em sua ordem original e com seus nomes, conforme
aparecem na fonte de dados. Os nomes de campo são difíceis de ler e entender,
pois usam letras maiúsculas e sublinhados porque os espaços não são possíveis
185

nos nomes de campo reais. Os campos que você não pode editar são exibidos, o
que dificulta a localização dos campos desejados. Isso é muito para classificar
quando você deseja editar esses atributos. Essa camada pode se beneficiar da
simplificação dos campos de atributos.

A guia Campos na caixa de diálogo Propriedades da camada é o local central


para você configurar as propriedades de exibição dos campos.

Gastar tempo organizando campos faz com que sua edição e a experiência geral
do ArcGIS sejam mais produtivas, porque as configurações são usadas em todo o
ArcMap, incluindo na tabela de atributos, na janela Atributos e na janela
Identificar. Além disso, eles são mantidos quando você compartilha camadas com
outras pessoas por meio de arquivos de camadas, pacotes de camadas, pacotes
de mapas e serviços da web.

O lado esquerdo da guia Campos contém uma lista de todos os campos da classe
ou tabela de recursos, incluindo todos os campos que foram associados a ele. Se
186

você tiver uma longa lista de campos, mas planejar apenas editar os valores de
atributo para alguns campos, oculte aqueles que não precisa editar,
desmarcando-os na lista.

Para a camada de parcelas, você pode estar interessado apenas em ver


informações sobre os usos da terra e os IDs, para que você possa desativar
quase todo o resto. Para economizar ainda mais espaço, oculte os campos do
sistema que o ArcGIS não permite editar de qualquer maneira, como o Object ID,
Shape, Shape_Length e Shape_Area. Isso não exclui os campos; simplesmente
os desliga para facilitar o acesso aos campos desejados. Muitas caixas de diálogo
têm botões de opção que permitem visualizar todos os campos em uma camada,
se você precisar vê-los novamente temporariamente.

A ordem da lista de campos é a ordem padrão na qual eles são exibidos em todo
o ArcMap. Você pode alterar o pedido para promover no topo da lista os campos
que você usa com mais frequência. Para reordenar um campo, clique nele na lista
e arraste-o para a posição desejada ou clique nos botões de seta para movê-lo
para cima ou para baixo na lista. Você também pode selecionar vários campos e
187

reorganizá-los ao mesmo tempo. Com a camada de parcelas, mova os campos


IDs e código de uso da terra desde que você planeje editá-los.

Quando você clica em um campo na lista à esquerda, as propriedades do campo


individual são exibidas no lado direito da guia (o lado direito ficará em branco
quando você tiver vários campos selecionados). Você pode alterar as
propriedades mostradas na seção Aparência, que especificam como o conteúdo
do campo é exibido no ArcMap, mas não as informações do sistema em Detalhes
do campo. Quando você clica em uma linha à direita, uma explicação da
propriedade é fornecida na caixa na parte inferior da guia.

Na seção Aparência, você deve fornecer aos aliases de campos para especificar
um nome de campo alternativo que seja descritivo e fácil de usar. Os aliases de
campo não precisam aderir às convenções de nomenclatura do banco de dados
geodatabase, portanto, os aliases podem ter espaços entre as palavras ou ser o
tempo necessário.

Por exemplo, para o campo LAND_USE, defina o alias de campo como Tipo de
uso do solo. O alias é muito mais simples de ler e entender do que o nome do
campo de origem.

Você também pode definir um campo para ser somente leitura, o que significa que
você pode visualizar, mas não pode editar esse campo, independentemente das
permissões de arquivo ou banco de dados. Isso é útil quando você precisa ver o
valor de um campo para o contexto, mas não deseja atualizar inadvertidamente
seu valor. Se você quiser distinguir determinados campos, por exemplo, para
facilitar a visualização ao editar na janela Atributos, defina a propriedade Realçar
como Sim. Isso adicionará sombreamento de plano de fundo para que esses
campos se destaquem dos demais.

Depois de um pouco de limpeza, a lista é muito mais fácil de gerenciar e


editar. Apenas os campos mais úteis são mostrados, com nomes de alias mais
claros e um pedido mais apropriado.
188

Você deve seguir estas diretrizes ao trabalhar com tabelas independentes, já que
as propriedades do campo também são usadas com tabelas. Se você criar uma
classe de relacionamento para relacionar uma tabela de informações de
proprietários de terras à camada de parcela, poderá navegar pelos registros
relacionados para editar a tabela de proprietários de terras na janela Atributos. Se
você desativar campos indesejados, reordenar campos e definir outras
propriedades em uma tabela, será mais fácil encontrar e editar os valores da
tabela também.

Configurando a expressão de exibição


A expressão de exibição é encontrada na guia Propriedades da camada>
Exibir. Definir a expressão de exibição garante que as informações mais úteis
sejam exibidas ao representar um recurso na janela Atributos, na janela
Identificar, em pop-ups HTML e em outros locais no ArcGIS. A expressão de
exibição pode ser simplesmente o conteúdo de um campo ou você pode
personalizar o texto. Isso permite que você insira seu próprio texto ou combine o
conteúdo de vários campos.

Por exemplo, você poderia escrever uma expressão que incluiria o texto "Tipo de
uso do solo:" antes do valor do campo. Isso seria inserido na caixa de diálogo
Exibir Expressão como "Tipo de uso do solo:" + [Nome do campo de uso do solo].
189

Ao editar, a expressão de exibição facilita a navegação na árvore da janela


Atributos. As tabelas independentes têm uma propriedade de expressão de
exibição, portanto, sua configuração na tabela também pode ajudar na
visualização de regidtros relacionados.

A expressão de exibição também é mostrada no chip de seleção da ferramenta


Editar, que é uma pequena exibição pop-up que aparece na tela para ajudá-lo a
selecionar o recurso correto quando você clica em vários recursos sobrepostos
com a ferramenta Editar. Por exemplo, você está tentando selecionar uma estrada
que se sobreponha a um polígono de parcela. Se você clicar na estrada, o chip de
seleção aparece, permitindo que você escolha se deseja selecionar a linha da
estrada ou o polígono da parcela.
190

Modelos de recursos de autoria


O uso eficaz de modelos de recursos pode tornar sua experiência de edição mais
produtiva. Modelos de recursos definem todas as informações necessárias para
criar um recurso: a camada em que um recurso será armazenado, os atributos
com os quais um recurso é criado e a ferramenta padrão usada para criar esse
recurso. Modelos de recursos também têm um nome, descrição e tags que podem
ajudá-lo a localizá-los e organizá-los. Ao criar novos recursos, você deve garantir
que definiu as propriedades apropriadas para seus modelos de recursos.

Casos em que os modelos de recursos são criados automaticamente para você

Quando você começa a editar, o ArcMap verifica quais camadas têm modelos de
recursos. Se uma camada não tiver modelos, os modelos serão criados
automaticamente com base na simbologia atual da camada. Embora os modelos
sejam geralmente criados para todos os tipos de simbologia, os modelos
funcionam melhor para camadas simbolizadas por categorias, símbolo único ou
representações do que com quantidades ou gráficos.

Se você adicionar uma camada ao mapa no meio de uma sessão de edição e


quiser criar recursos nela, será necessário criar os modelos da camada usando o
191

assistente Criar novos modelos. Isso permite simbolizar sua camada corretamente
primeiro e garantir que os modelos reflitam os recursos que você realmente
deseja criar. No entanto, sempre que você adicionar um arquivo de camada (.lyr),
os modelos existentes salvos na camada serão exibidos na janela Criar Recursos.

Se você excluir todos os modelos em uma camada, eles não serão regenerados
para você. Você mesmo deve criá-los com o assistente, caso decida
posteriormente criar recursos nessa camada.

Criando seus próprios novos modelos de recursos

Para criar modelos de recursos, abra a caixa de diálogo Organizar modelos de


recursos na janela Criar recursos e inicie o assistente Criar novos modelos. O
assistente guia você pelo processo rápido de criar um modelo: primeiro, você
escolhe a camada ou as camadas; em seguida, se aplicável, escolha uma ou
todas as classes dessa camada para criar modelos individuais. Depois que os
modelos forem criados, você poderá alterar suas propriedades padrão, copiá-los e
colá-los ou excluí-los.

Você pode fazer uma cópia de um modelo existente para usá-lo como base de um
novo modelo. Por exemplo, se você quiser um atributo padrão diferente para um
dos campos na camada, copie e cole o modelo e, em seguida, altere as
propriedades do novo modelo. Isso evita que você passe pelo assistente para
fazer apenas uma pequena alteração em um modelo.

Se você adicionar uma camada ao seu mapa, alterar significativamente a


simbologia usada para desenhar os recursos ou adicionar uma categoria de
simbologia (como para uma camada desenhada com valores exclusivos), será
necessário criar novos modelos para poder adicionar recursos nesse mapa.
camada.
192

Definindo propriedades do modelo de recurso

Os valores de atributo padrão são algumas das propriedades mais importantes


que você pode definir para um modelo de recurso. Os atributos definidos na caixa
de diálogo Propriedades do modelo são atribuídos a novos recursos criados com
esse modelo de recurso. Definir os valores padrão apropriados economiza seu
tempo e melhora a precisão, já que os atributos são preenchidos
automaticamente nos novos recursos.

Cada modelo possui uma ferramenta de construção padrão, que você pode definir
nas propriedades do modelo. Definir a ferramenta padrão pode ajudar você a
evitar um clique extra para escolher uma ferramenta diferente para criar novos
recursos.

Por exemplo, quando você está desenhando pegadas retangulares de construção,


defina a ferramenta de construção padrão desse modelo para a ferramenta
Retângulo para que essa ferramenta se torne automaticamente ativa ao criar
pegadas do edifício. Você sempre pode substituir a ferramenta padrão e escolher
uma diferente na janela Criar Recursos.

Você pode criar vários modelos para uma camada, mesmo se estiver
simbolizando com um único símbolo. Você pode fazer isso quando tiver uma
camada que deve ser exibida da mesma maneira, mas os recursos que você
deseja criar têm diferentes valores de atributo. Por exemplo, se você estiver
criando linhas para representar recursos de pipeline, poderá criar vários modelos
de recursos com atributos padrão diferentes para os tipos comuns de material ou
tamanhos de diâmetro.

Gerenciando Modelos de Recursos

A caixa de diálogo Organizar modelos de recursos permite que você crie e


gerencie os modelos em seu mapa, por exemplo, criando, excluindo, copiando e
renomeando modelos e definindo propriedades de modelo.
193

Se você tiver muitas camadas que nunca serão editadas em seu mapa, poderá
excluir os modelos que não está usando. Por exemplo, se você tiver 10 camadas
em seu mapa, mas só estiver criando novos recursos em dois deles, exclua os
outros modelos para facilitar a localização dos modelos necessários.

Se você alterou a renderização de várias camadas desde que os modelos foram


criados inicialmente, talvez seja melhor excluir todos os seus modelos e iniciar
novamente para que os modelos sejam melhor sincronizados com sua simbologia
atual. Depois de excluí-los, basta iniciar o assistente Criar novos modelos e criar
modelos apenas para as camadas nas quais você deseja criar recursos.

Uma prática melhor, no entanto, é passar algum tempo preparando o mapa e sua
simbologia antes de começar a editar e criar modelos.

Criando mapas para compartilhar com outros editores


Se você estiver criando um mapa que outros editores usarão, você deve garantir
que todos os elementos necessários para criar recursos sejam fáceis de entender
por todos os editores.

Isso envolve nomear claramente camadas e rótulos de símbolos, já que eles são
usados para identificar os modelos de recursos na janela Criar Recursos. Isso
também se aplica quando você está servindo o mapa através do ArcGIS for
Server, pois editores que editam o conteúdo do mapa através da web ou baixam
os dados localmente também recebem os modelos de recursos do mapa.

Recomendações gerais para o ArcMap


Qualquer sugestão que melhore o desempenho ao trabalhar no ArcMap em geral
também pode ajudar na edição. Por exemplo, defina intervalos de escala
visíveis em suas camadas para que eles sejam exibidos somente nas escalas de
mapa apropriadas. Use simbologia simples quando puder, como os símbolos do
194

estilo ESRI_Optimized que se parecem com os símbolos ESRI padrão, mas que
foram projetados para funcionar melhor.

A utilização de camadas do mapa base do ArcGIS é outra maneira de melhorar o


desempenho de exibição. Esse tipo de camada fornece lógica de exibição
otimizada que fornece navegação rápida no mapa e atualização de tela. Como o
nome sugere, você pode considerar criar uma camada de mapa base a partir de
qualquer camada que normalmente seria um mapa base em seu mapa - terreno,
imagens ou recursos de parcelas estáticas. Para criar uma camada de mapa
base, clique com o botão direito do mouse no nome do quadro de dados no
índice, clique em Nova camada de mapa base e arraste suas camadas para a
camada de mapa base no sumário.

Em termos de fontes de dados, acesse dados localmente ou use o cache de


recursos ao trabalhar com recursos na rede. Considere usar geodatabases de
arquivos em vez de shapefiles ou geodatabases pessoais, pois os geodatabases
de arquivos são mais rápidos (além dos outros benefícios do formato).

FORMAS DE AUMENTAR A PRODUTIVIDADE DURANTE A


EDIÇÃO

Snapping
O snap é uma das maneiras mais fáceis de posicionar novos vértices e
segmentos com mais precisão, bem como quando você está movendo
recursos. O snapping pode ajudar a estabelecer localizações exatas em relação a
outros recursos. Quando o snap está ativado, o ponteiro pula ou se ajusta a
bordas e vértices quando o ponteiro está próximo a eles. Isso significa que o
ponteiro está dentro da tolerância de encaixe.
195

O snapping pode ajudá-lo em muitas operações de edição. Por exemplo, criar


polígonos que não se sobreponham ou tenham espaços entre eles ou que
posicionem um ponto exatamente ao longo de uma linha existente.

Barras de ferramentas de construção de recursos e edição de vértices

As barras de ferramentas Feature Construction e Edit Vertices fornecem acesso


rápido a alguns dos comandos mais usados durante a edição.

A barra de ferramentas Construção de Recurso aparece perto do ponteiro quando


você está digitalizando segmentos depois de ter colocado o primeiro vértice em
um esboço. A barra de ferramentas é semitransparente para que você possa ver o
mapa sob ela, embora ela fique opaca quando você posicionar o ponteiro sobre a
barra de ferramentas.

Se você quiser que a barra de ferramentas Construção de recursos apareça


sempre que estiver desenhando, será necessário ativá-la na caixa de diálogo
196

Opções de edição. Clique no menu Editor e clique em Opções. Na guia Geral,


marque Mostrar barra de ferramentas de construção de recursos.

Se você quiser exibir a barra de ferramentas Feature Construction somente


quando precisar, pressione a tecla TAB para mostrá-la temporariamente. Por
exemplo, para criar um segmento paralelo, pressione a tecla TAB para exibir a
barra de ferramentas Construção de Recurso, clique em Restringir Paralela e
feche-a ou pressione a tecla TAB novamente para ocultar a barra de ferramentas.

A barra de ferramentas Editar Vértices aparece na tela sempre que a ferramenta


Editar ou a ferramenta Topologia Editar estão ativas e você está editando os
vértices de um recurso ou borda de topologia. Ele contém ferramentas para
selecionar vértices, adicioná-los e excluí-los e trabalhar com um esboço de
edição.

Menus de atalho e atalhos de teclado


Os menus de atalho (contexto) para muitas ferramentas, especialmente as
ferramentas de construção de recursos, fornecem comandos que ajudam a
posicionar vértices e segmentos com mais facilidade e precisão. Você abre um
menu de atalho clicando com o botão direito do mouse no mapa com uma
ferramenta específica.

Muitas funções de edição possuem atalhos de teclado associados a elas,


incluindo aquelas nos menus de atalho. Se você aprender alguns dos atalhos
mais comuns, poderá minimizar o uso do mouse e acelerar suas edições. Por
exemplo, com uma ferramenta de construção ativa, você pode pressionar a tecla
F6 para inserir rapidamente a localização das coordenadas do ponto ou vértice
que deseja colocar. Você também pode alternar para uma ferramenta de edição
diferente ou alterar rapidamente para uma ferramenta de navegação para aplicar
zoom ou deslocar o mapa pressionando teclas diferentes.
197

Inserir medições em unidades diferentes das unidades do mapa


Às vezes, você pode precisar inserir comprimentos ou outras medidas em
unidades diferentes das unidades do mapa. Em muitas caixas de diálogo em todo
o ambiente de edição que exigem que você insira um valor de distância, você
pode especificar valores em diferentes unidades de medida
simplesmente digitando uma abreviação de unidade após o número. Por exemplo,
se suas unidades de mapa são pés, por padrão, o ArcMap assumirá que todos os
valores de distância que você digita estão em pés. No entanto, você pode
simplesmente adicionar m após seu valor de entrada para que o ArcMap saiba
que o valor que você inseriu está realmente em metros.

Abreviações de unidade de distância só funcionam quando o seu quadro de


dados usa um sistema de coordenadas projetadas em vez de um sistema de
coordenadas geográficas.

Usando camadas de mapa base de forma eficaz


Ao editar, você pode incorporar camadas de mapa base em seu mapa para
aumentar a produtividade. Se você tiver um mapa complicado, como uma rede de
abastecimento de água contendo muitos recursos detalhados e camadas de fundo
subjacentes, poderá gastar muito tempo aguardando a atualização do mapa
sempre que deslocar ou aplicar zoom. Você pode minimizar isso criando uma
camada de mapa base contendo as camadas de referência contextual que você
não está editando, como imagens ou ruas.
198

Colocando dados em cache para melhor desempenho


Quando você está editando dados em um geodatabase, especialmente um
geodatabase ArcSDE, você pode querer ativar o cache de recursos, o que permite
o armazenamento temporário de recursos de geodatabase a partir de uma
determinada extensão do mapa na memória do computador desktop. A criação de
um cache de recursos pode reduzir a carga na sua rede e no geodatabase, já que
o ArcMap acessa essas informações da RAM do seu computador, reduzindo o
número de consultas que o cliente precisa executar no servidor.

Abrindo janelas adicionais


Você também pode usar janelas adicionais no ArcMap- Janelas de ampliação,
visão geral e visualizador - para obter diferentes visualizações de seus dados, o
que pode ajudar na edição. Você pode obter uma visão mais próxima de uma
pequena área sem alterar a extensão do mapa (janela de lupa), ver toda a
extensão do mapa (janela de visão geral) ou obter uma visão independente no
mapa (janela do visualizador).

Por exemplo, uma janela de lente de aumento pode ser ativada antes ou durante
a criação de novos recursos e a modificação de recursos existentes. Você pode
clicar no cabeçalho da janela da lupa e arrastá-la enquanto mantém o mesmo
esboço ou modificação em andamento. As janelas do visualizador podem ser
usadas em computadores com dois monitores, para que você possa abrir e
maximizar a janela do visualizador no segundo monitor para fornecer uma
visualização em grande escala da área atualmente sendo editada.

 Mais...
ERROS QUE PODEM OCORRER DURANTE A EDIÇÃO

Quando o ArcMap encontra problemas ao iniciar uma sessão de edição nos


dados escolhidos, aparece uma caixa de diálogo com informações
adicionais. Você pode receber erros, avisos ou mensagens informativas.
199

Erros proíbem você de iniciar uma sessão de edição. Você não pode editar
nenhum dado até resolver o problema. Você pode receber uma mensagem de
erro se não tiver fontes de dados editáveis, houver um problema de licenciamento
(como tentar editar determinados tipos de recursos de geodatabase durante o uso
do ArcGIS for Desktop Basic ) ou se tiver determinadas camadas dentro de uma
camada de mapa base.

Os avisos permitem que você inicie uma sessão de edição, mas proíbe que
você edite determinados itens no mapa. Você precisa resolver o problema com
essa camada ou tabela específica antes de poder editá-la.

Mensagens informativas fornecem sugestões adicionais para melhorar o


desempenho durante a edição. Você não é obrigado a corrigir o problema para
editar essa camada ou tabela, mas é recomendável que você faça isso. Por
exemplo, se os dados que você escolheu editar estiverem em um sistema de
coordenadas diferente do quadro de dados, uma mensagem informativa será
exibida informando sobre isso. Você pode editar dados que estão em um sistema
de coordenadas diferente do quadro de dados em que são exibidos. No entanto,
algumas tarefas de edição podem fornecer problemas inesperados de
alinhamento ou precisão.

Sistemas de coordenadas projetadas


A edição de recursos que são projetados rapidamente pode atrasar a capacidade
de resposta do seu mapa.

Arcos circulares e elípticos não contêm vértices ao longo de seus


comprimentos. Como resultado, os arcos não podem ser projetados em tempo
real e podem não exibir ou se comportar como esperado.

Alterar a projeção em um quadro de dados para uma projeção e datum que seja
diferente dos dados de origem pode adicionar uma margem de erro aos dados e
200

ajustar a tolerância. Transformações espaciais também podem ser afetadas


mesmo quando o método de transformação mais preciso é usado.

Atribuir uma projeção de mapa que não seja apropriada para a área na qual os
dados estão localizados pode adicionar uma margem de erro. Por exemplo, seria
incorreto usar o UTM Zone 10N para dados em Quebec.

Coordenadas ou medidas estão fora dos limites


Esse erro ocorre quando uma coordenada de um recurso está além da extensão
do domínio da classe de recurso. Isso pode acontecer quando você está criando
um novo recurso ou editando as coordenadas de um existente.

As coordenadas devem estar dentro do intervalo do domínio x, y da classe de


recurso, bem como do domínio z ou m, se a classe de recurso puder armazenar
esses valores. O domínio é definido quando a classe de recurso é criada e não
pode ser editada posteriormente. Se você precisar criar um novo recurso nesse
local x, y ou com esses valores z ou m, exporte a classe de recurso para uma
nova classe de recurso e aumente os valores do domínio.

O tamanho da grade do índice espacial é inválido


O índice espacial é usado para melhorar o desempenho ao trabalhar com dados
em geodatabases de arquivos ou geodatabases do ArcSDE. Se você tentar
realizar uma edição que resultará na distribuição do novo recurso em muitas
grades de índices espaciais, será exibida uma mensagem indicando que o
tamanho da grade do índice espacial é inválido e sua edição falhará.

É mais provável que você veja isso se tentar criar um recurso que difira muito em
tamanho dos recursos que já estão na classe de recurso. Se você precisar criar
um recurso muito grande, por exemplo, exclua o índice espacial ou aumente o
201

tamanho da grade e o número de grades. Você pode adicionar a grade de volta


quando terminar de editar.

Alguns exemplos em que você pode encontrar esse erro durante a edição incluem
a digitalização de um recurso grande; mesclar ou unir recursos em uma área
grande; dimensionamento de um recurso; editar, remodelar ou mover vértices
para que um recurso aumente de tamanho; ou buffer com um grande
deslocamento.

Quando o software falha


Você deve salvar suas edições periodicamente para que elas possam ser
recuperadas caso ocorra um erro de software. Para evitar falhas, certifique-se de
ter instalado os service packs e patches mais recentes do ArcGIS e de que
quaisquer complementos ou extensões sejam compatíveis. Além disso, durante a
edição, você pode querer executar as ferramentas Verificar Geometria e Reparar
Geometria para localizar e corrigir quaisquer problemas de dados que possam
causar problemas de software.

ATALHOS DO TECLADO QUE PODEM SER UTILIZADOS


DURANTE A EDIÇÃO

Atalhos de teclado comuns a todas as ferramentas de edição

Atalho de teclado Função de edição

Z Mais Zoom.

X Reduzir o zoom.

C Pan.
202

B Zoom contínuo / pan.

V Mostrar vértices.

ESC Cancelar.

CTRL + Z Desfazer.

CTRL + Y Refazer

Ferramenta de edição

Atalho de teclado Função de edição

E Alternar entre as ferramentas de construção, Editar e Editar


anotação.

CTRL Mova a âncora de seleção.

SHIFT Adicionar / Remover da seleção.

N Selecione o próximo recurso.

P Abra a janela Editar Propriedades do Esboço.

A Insira um vértice no qual você clica em um segmento. Se você


segurar A, clique e arraste, você pode inserir o vértice e movê-lo
em um movimento.
203

D Exclua o vértice que você clica. Mantenha pressionado D e


arraste para excluir vários vértices.

BACKSPACE Excluir vértices selecionados.

R Digite um raio para um segmento de arco existente.

CTRL ao longo de Por padrão, se você tiver um vértice e um ponto de controle


um ponto de Bézier sob o ponteiro Editar ferramenta ao clicar e arrastar, o
controle Bézier vértice será movido. Mantenha a tecla CTRLpressionada para
mover o ponto de controle Bézier.

CTRL sobre uma Pressionar CTRL ao arrastar uma alça Bézier quebrará a
alça de controle suavidade da curva quando você mover o ponto de controle. Se
Bézier você tiver duas curvas adjacentes de Bézier, ela só modificará
uma curva quando você mover o ponto de controle.

Barra de ferramentas de construção de recursos


Atalho de Função de edição
teclado

TAB Mova a barra de ferramentas para longe do esboço. Quando a


barra de ferramentas está desativada na caixa de diálogo Opções
de edição, TAB mostra e oculta a barra de ferramentas
temporariamente.

SHIFT + Esconda a barra de ferramentas temporariamente


TAB

Barra de ferramentas Editar Vértices


204

Atalho de Função de edição


teclado

SHIFT + TAB Esconda a barra de ferramentas temporariamente.

TAB Mostrar a barra de ferramentas novamente depois de


ocultá-la.

Ferramentas poligono de linha, polígono e autocompletar polígono

Atalho de Função de edição


teclado

CTRL + A Direção.

CTRL + L Comprimento.

CTRL + D Delta x, y.

CTRL + G Direção / Comprimento.

CTRL + P Paralelo.

CTRL + E Perpendicular.

F6 Absoluto x, y.

F7 Deflexão do segmento.

F8 Transmissão.
205

M Quando estiver no modo de streaming, digitalize pressionando o


botão esquerdo do mouse enquanto arrasta. Isso é mais útil para a
computação em tablets, pois permite digitalizar quando a caneta é
pressionada e parar quando você levanta a caneta.

CTRL + F5 Ajustar ao recurso: ponto final.

CTRL + F6 Ajustar ao recurso: vértice.

CTRL + F7 Ajustar ao recurso: ponto médio.

CTRL + F8 Ajustar ao recurso: borda.

CTRL + Excluir esboço.


DELETE

F2 Terminar o esboço.

SHIFT + Terminar parte.


clique
duplo

E Alternar entre as ferramentas de construção, Editar e Editar


anotação.

P Abra a janela Editar Propriedades do Esboço

Ferramenta de círculo

Atalho de teclado Função de edição


206

R Digite um raio.

A Digite as coordenadas x, y para o ponto central.

Ferramenta de elipse

Atalho Função de edição


de
teclado

TAB Por padrão, a ferramenta Elipse cria reticências para fora de um ponto
central. Use TABpara desenhar a elipse a partir de um nó de
extremidade. Isso insere um modo em que todas as elipses serão
desenhadas a partir de um ponto final. Pressione TAB novamente
para sair desse modo e criar elipses a partir de um ponto central.

A Insira as coordenadas x, y para o ponto central (ou final) do raio.

D Especifique uma direção de ângulo depois de definir o primeiro ponto.

R Digite um raio maior ou menor.

SHIFT Faça um círculo em vez de uma elipse.

Ferramentas edição a mão livre e Auto-Complete a mão livre


207

talho de Função de edição


teclado

BARRA DE Encaixar em um recurso existente.


ESPAÇO

M Desenhe uma linha à mão livre pressionando o botão esquerdo do


mouse enquanto arrasta. Isso é mais útil para a computação em
tablets, pois permite digitalizar quando a caneta é pressionada e
parar quando você levanta a caneta.

Ferramenta retângulo

Atalho Função de edição


de
teclado

TAB Pressione TAB para orientar o retângulo em linha reta (vertical ou horizontal em
ângulos de 90 graus) em vez de girar. Isso insere um modo em que todos os
retângulos que você cria serão retos. Pressione TAB novamente para sair desse
modo e criar retângulos com um ângulo de rotação.

A Digite coordenadas x, y para um canto. Você pode definir as coordenadas para


o primeiro canto ou qualquer um dos cantos subseqüentes depois de
estabelecer o ângulo do retângulo.

D Especifique uma direção de ângulo depois de definir o primeiro ponto de canto.

L ou W Digite uma medida para o comprimento e a largura dos lados.

SHIFT Faça um quadrado em vez de um retângulo.


208

Método de construção de arco

Atalho de Função de edição


teclado

R Digite um raio.

TAB Depois de pressionar R para inserir um raio, o TAB percorre as


possíveis soluções de curva.

Método de construção Bézier

Atalho de Função de edição


teclado

M Forme uma curva pressionando o botão esquerdo do mouse


enquanto arrasta a alça do braço de controle Bézier.

Método de construção de direção-distância

Atalho de teclado Função de edição

D ou A Direção.

D ou R Distância.

TAB Mudar localização.

Método de construção à distância e distância

Atalho de teclado Função de edição


209

D ou R Distância.

TAB Mudar localização

Método de construção do endpoint

Atalho de teclado Função de edição

R Digite um raio

Método de construção tangente

Atalho de Função de edição


teclado

R Digite um raio.

TAB Depois de pressionar R para inserir um raio, o TAB percorre as possíveis


soluções de curva.

Método de construção de rastreamento

Atalho de Função de edição


teclado

O Definir opções de rastreamento

TAB Trace o outro lado de uma borda.


210

CTRL Rastreie apenas os recursos selecionados. (Se você tiver ativado a


opção de rastrear os recursos selecionados, a CTRL permitirá
rastrear qualquer recurso novamente, independentemente de ele
estar selecionado.)

Ferramenta de filete

Atalho de teclado Função de edição

O Definir opções de filete.

Ferramenta de rotação

Atalho de teclado Função de edição

A Definir o ângulo de rotação.

S Alternar âncora secundária.

Ferramenta de escala

Atalho de teclado Função de edição

A Definir o ângulo de rotação.

S Alternar âncora secundária.


211

F Definir um fator de escala.

Ferramentas de construção de anotação

Atalho Função de edição


de
teclado

E Alternar entre as ferramentas de construção, Editar e Editar anotação.

F6 Absoluto x, y.

A Ative a caixa de texto na janela de construção de anotações, para que


você possa alterar o texto para construir uma nova anotação.

CTRL + Localizar texto: preencha a caixa de texto na janela Construção de


W anotação com uma cadeia de caracteres baseada na expressão de
rótulo da camada que contém o recurso visível mais alto no local do
ponteiro. Com a anotação vinculada ao recurso, o texto é derivado
apenas de um recurso na classe de recurso de origem. Se houver vários
recursos abaixo do ponteiro, pressione a tecla N para percorrer as
possíveis sequências de texto.

O Abra a caixa de diálogo Seguir Opções de Recurso ao criar uma nova


anotação no modo de recurso de acompanhamento.

L Inverter os recursos de anotação selecionados em 180 graus ao criar


uma nova anotação no modo seguir recurso.

P Alterna o ângulo de posicionamento da anotação entre paralelo e


perpendicular ao criar uma nova anotação no modo de recurso a seguir.
212

TAB Alterne a colocação de anotações entre o lado esquerdo e o lado direito


ao criar uma nova anotação no modo de recurso a seguir.

Ferramenta de edição de anotação

Atalho de Função de edição


teclado

CTRL Mova a âncora de seleção.

SHIFT Adicionar / Remover da seleção.

N Selecione a próxima anotação.

R Entre / Saia do modo de rotação.

F Enter / Exit siga o modo de recurso.

L Anotação de flip.

O Defina as seguintes opções de recursos.

P Alterna o ângulo de posicionamento da anotação entre paralelo e


perpendicular quando no modo de recurso a seguir.

TAB Mude para o outro lado da linha enquanto estiver no modo de


recurso de acompanhamento.
213

E Alternar entre as ferramentas de construção, Editar e Editar


anotação.

Caixa de diálogo Anotação não colocada

Atalho de teclado Função de edição

BARRA DE ESPAÇO Coloque a anotação selecionada.

P Deslocar para a anotação selecionada.

Z Zoom para a anotação selecionada.

Ferramenta de edição de topologia

Atalho de Função de edição


teclado

SHIFT Adicionar / Remover da seleção.

CTRL Mova a âncora de seleção.

P Abra a janela Editar Propriedades do Esboço.

UMA Insira um vértice no qual você clica em um segmento. Se


você segurar A, clique e arraste, você pode inserir o vértice
e movê-lo em um movimento.
214

D Exclua o vértice que você clica. Mantenha pressionado D e


arraste para excluir vários vértices.

Barra de Excluir vértices selecionados.


espaço

R Digite um raio para um segmento de arco existente.

CTRL ao Por padrão, se você tiver um vértice e um ponto de controle


longo de um Bézier sob o ponteiro Editar ferramenta ao clicar e arrastar,
ponto de o vértice será movido. Mantenha a tecla
controle CTRLpressionada para mover o ponto de controle Bézier.
Bézier

CTRL sobre Pressionar CTRL ao arrastar uma alça Bézier quebrará a


uma alça de suavidade da curva quando você mover o ponto de
controle controle. Se você tiver duas curvas adjacentes de Bézier, ela
Bézier só modificará uma curva quando você mover o ponto de
controle.

Ferramenta corrigir erro de topologia

Atalho de teclado Função de edição

SHIFT Adicionar / Remover da seleção.


215

Caixa de diálogo inspeção de erro

Atalho de teclado Função de edição

SETA PARA CIMA E PARA Mova para cima e para baixo pelas linhas.
BAIXO

Z ou barra de espaços Zoom para o erro selecionado.

P Deslocar para o erro selecionado.

Z Zoom para o erro selecionado.

F Selecione os recursos principais que causam o


erro.

D Veja uma descrição da regra de topologia.

X Marque o erro como uma exceção.

E Marque a exceção como um erro.

COMO HABILITAR FERRAMENTAS DE EDIÇÃO E


COMANDOS

Para ativar ferramentas de edição e comandos, você deve estar em uma sessão
de edição, com camadas de recursos editáveis e ter o quadro de dados ativo que
contém a sessão de edição. Ao trabalhar com as ferramentas de topologia, você
precisa ter uma topologia de mapa ou uma topologia de geodatabase no mapa.
216

Quando você estiver em uma sessão de edição, as principais ferramentas de


edição da barra de ferramentas Editor estarão geralmente ativadas. Se uma
ferramenta não puder ser usada porque determinados critérios não forem
atendidos, uma mensagem será exibida e fornecerá informações sobre os
requisitos da ferramenta e o uso pretendido. Isso facilita a correção da situação e
a utilização da ferramenta com êxito.

Algumas das condições comuns exigidas pelas ferramentas incluem:

 Ter uma seleção atual apropriada;

 Ter o modelo de recurso correto ao criar novos recursos.

Seleções necessárias
A maioria das ferramentas exige que um único recurso de um determinado tipo de
geometria seja selecionado, embora alguns precisem de dois ou mais
recursos. Se você tentar usar uma ferramenta e não tiver a seleção adequada, a
ferramenta ativa alternará automaticamente para a ferramenta que você precisa
usar para fazer a seleção. Por exemplo, a ferramenta Recurso Recurso requer
que uma única linha ou polígono seja selecionado. Sem um recurso selecionado
(ou quando mais de um está selecionado), a ferramenta Editar é ativada assim
que você fecha a caixa de mensagem de erro, permitindo que você faça a seleção
correta.

Da mesma forma, as ferramentas na barra de ferramentas Topologia geralmente


exigem uma única borda de topologia a ser selecionada com a ferramenta
Topology Edit. Por exemplo, ao usar a redefinição de borda sem uma borda de
topologia selecionada, a ferramenta de edição de topologia é ativada.

A seguir, alguns exemplos de seleções necessárias para as ferramentas de


edição e comandos de menu mais comuns:
217

Seleção necessária Exemplo de ferramenta ou nome do


comando

Um recurso de linha Ferramenta de divisão, comando de divisão,


cópia paralela (requer uma ou mais linhas)
Um recurso de polígono Clipe, Polígonos de Corte (requer um ou mais
polígonos)
Uma linha ou um Recurso de remodelação
polígono
Um recurso Editar vértices
Um recurso de anotação Muitos comandos no menu de atalho da
geodatabase ferramenta Editar anotação que aparece
quando você clica com o botão direito do
mouse
Duas características do Mesclar (requer recursos ser da mesma
mesmo tipo de camada), União
geometria

Outros botões na barra de ferramentas do Editor estão sempre ativados e abrem


novas janelas quando você clica nelas, mas o conteúdo da janela fica em branco
até que certas condições sejam atendidas.

A janela Atributos requer que você selecione uma ou mais características de uma
camada editável, e Editar propriedades do esboço requer que você está editando
a geometria de um recurso (clique duas vezes nele com a ferramenta Editar).

A janela Criar Recursos contém botões separados, permitindo adicionar modelos


de recursos à janela. No entanto, os modelos de recursos estão ocultos para
camadas desativadas e para camadas ou modelos de recursos que foram filtrados
da exibição, portanto, verifique essas configurações antes de criar novos modelos
de recursos.
218

Modelos de recursos obrigatórios


Modelos de recursos são usados ao criar novos recursos. Ter o modelo de
recurso necessário no mapa geralmente é solicitado por um comando de edição,
como Union ou Buffer, que gera novos recursos.

Se você não tiver nenhum modelo para nenhuma das camadas em seu mapa,
poderá escolher em uma lista de camadas disponíveis para criar os novos
recursos. No entanto, se você tiver modelos para apenas determinados tipos de
camada, será exibida uma mensagem se você tentar usar um comando que exija
modelos para um tipo diferente.

Por exemplo, ao usar Copiar Paralelo, se você tiver um modelo no mapa para um
polígono, mas nenhum modelo de linha, uma mensagem solicitará que você crie
modelos de linha para usar o comando.

Editando dados que possuem altitude associada

Um valor z geralmente representa elevações ou alturas e pode ser usado para


exibir recursos em três dimensões. Cada vértice de um recurso pode armazenar
um valor z junto com suas informações posicionais x, y. Enquanto o ArcMap e seu
ambiente de edição são bidimensionais, eles fornecem a capacidade de inserir,
editar e manter valores-z.

A atribuição de valores z ao editar no ArcMap é determinada pela função geral


que a ferramenta de edição ou o comando executa: se cria um novo recurso ou
edita um recurso existente. A maioria das operações que resultam em um novo
recurso sendo criado atribui a todos os vértices o mesmo valor z padrão. Quando
um recurso existente é modificado, os novos valores-z são interpolados e os
valores atualizados são atribuídos aos vértices editados. Algumas operações de
edição, no entanto, simplesmente mantêm valores z existentes.

Você pode visualizar ou alterar os valores z de um recurso na janela Editar


propriedades do esboço. Os valores z estão listados na coluna Z. Para alterar os
219

valores-z para vários vértices, marque as caixas à esquerda dos vértices que
deseja atualizar, clique no botão Z e digite os novos valores.

Para armazenar valores z em um recurso, você deve especificar que a classe do


recurso possui valores z ao criá-lo. Isso torna a classe de recurso z-aware. Para
determinar se uma classe de recurso é z-aware, abra suas propriedades no
ArcCatalog ou na janela Catálogo, clique na guia Geral e, em Propriedades de
geometria, verifique se a opção próxima a Coordenadas inclui valores Z. Há
também um Z no campo Shape na tabela de atributos no ArcMap, como em
Polyline Z.

A verificação ao lado de Coordenadas inclui valores Z indica que a classe de


recurso é z-aware e pode armazenar valores-z.

Se sua classe de recurso existente não é compatível com z, você precisa criar
uma nova classe de recurso capaz de armazenar valores-z, carregar ou copiar e
colar recursos da classe de recurso existente na nova e editar os valores-z. Você
não precisa de uma licença de extensão do ArcGIS 3D Analyst para criar classes
220

de recursos z-aware ou editar valores-z no ArcMap. No entanto, se você tiver um


Analista 3D, também poderá editar recursos no ArcGlobe ou no ArcScene.

As seções a seguir descrevem o comportamento ao editar recursos no ArcMap.

Como o ArcMap atribui valores z a novos recursos


O ArcMap atribui valores-z a novos recursos de duas maneiras:

Ao copiar e colar um recurso existente com valores z, o ArcMap também copia


esses valores z para o novo recurso.

Com todos os outros métodos de criação de recursos, o ArcMap atribui um valor z


padrão a todos os vértices.

Quando você copia e cola recursos ou usa a ferramenta Recursos de cópia na


barra de ferramentas Edição avançada, os valores z existentes do recurso original
também são copiados para os novos recursos. Se o recurso original for de uma
camada diferente que não seja z, os recursos colados receberão o valor z padrão.

Outras ações que criam novos recursos, incluindo rascunho, rastreamento,


inserção de travessias de levantamento, usando a correção de erro de topologia
Criar Recurso ou buffer, atribuem um valor z constante a todos os vértices no
novo recurso. Este valor constante é o atual Z e é 0 por padrão.

Por exemplo, quando você cria um novo recurso no ArcMap, os valores z


recebem automaticamente o Z atual. Para alterar os valores z de um recurso
existente, clique duas vezes no recurso com a ferramenta Editar, clique no botão
Editar Propriedades do Esboço. na barra de ferramentas do Editor.

Para especificar um valor diferente para o Z atual, você precisa adicionar a caixa
de texto Z atual à interface do ArcMap. Clique no menu “Personalizar” >
“Personalizar Modo”, procure Z Atual na guia Comandos, arraste o controle para
221

qualquer barra de ferramentas do ArcMap (como a barra de ferramentas do


Editor) e feche a caixa de diálogo Personalizar. Você pode inserir um número
diferente para o Z atual quantas vezes quiser. Ao criar um esboço de edição, você
pode usar o controle Z Atual para atribuir o valor z para cada vértice no esboço.

Como o ArcMap atribui valores z quando os recursos existentes são editados


Ao editar recursos existentes, o ArcMap atribui valores z ao recurso editado de
duas maneiras:

 Os valores z existentes são mantidos porque não são afetados pela edição;

 Os valores z são atualizados com valores interpolados.

Quando você move, gira, dimensiona ou ajusta espacialmente um recurso


existente, os valores z existentes são mantidos. Enquanto os valores x, y podem
mudar, os valores z não mudam. Da mesma forma, se você simplesmente mover
um vértice, os valores z existentes também serão mantidos. Se você precisar
modificar os valores z, poderá fazê-lo na janela Editar propriedades do esboço.

Por outro lado, as operações que adicionam, modificam ou excluem vértices reais
em recursos existentes geralmente atribuem novos valores-z para os vértices
modificados. Como essas ações modificam a geometria com valores z
conhecidos, o ArcMap tem um bom ponto de partida para interpolar (ou
extrapolar) e atualizar logicamente os valores-z. As operações que realizam a
divisão, extensão, recorte, suavização, generalização, fusão, união, recorte e
interseção em recursos existentes interpolam valores-z.

Por exemplo, se você aparar uma linha que tenha valores z, os valores z dos
outros vértices no segmento serão usados para interpolar um valor z para o
vértice no ponto em que a linha foi aparada. Se o valor z para o vértice inicial for
222

10 e o valor z para o vértice final for 20, o vértice no ponto de compensação será
atribuído a um valor z de 16 se você cortar a linha em 60% do ponto inicial.

Com funções como union e intersect, onde as entradas podem ser de diferentes
camadas, a saída possui valores interpolados se todas as entradas forem z-
aware. O Z atual é usado quando as camadas de entrada não possuem valores z.

Quando você executa uma edição que manipula vários vértices, apenas aos
vértices afetados são reatribuídos valores z. Na maioria dos casos, os valores-z
são atribuídos por interpolação. No entanto, Recriar Formatos, Recortar Polígonos
e Polígono de Conclusão Automática, que usam um esboço para editar um
recurso existente, aplicam os valores z do esboço aos vértices inseridos.

Exemplos de atribuição de valor z


Os exemplos a seguir mostram edições comuns sendo executadas e os valores z
resultantes após a conclusão da operação.

Observe que o valor da corrente Z é assumido como 0 (o padrão). Para


especificar um valor diferente para o Z atual, insira-o na caixa de texto Atual Z.

Cenário de Como os valores Exemplo


edição z são atribuídos

Criando um Os vértices são


novo recurso atribuídos ao Z
atual.

Os valores-z do esboço usados para criar o recurso


são 0, portanto, os valores z do novo recurso
também são 0.
223

Copiando e Ao copiar de
colando um uma classe de
recurso recurso z, os
valores z
existentes são
Os valores z do recurso existente (Recurso A) são
copiados para o
transferidos para o novo recurso (Recurso B).
novo recurso. Se
o recurso
copiado não é z-
aware, o recurso
colado é
atribuído ao
valor Z atual.

Movendo um Os valores z
recurso existentes são
mantidos e não
alterados.

Girando um Os valores z
recurso existentes são
mantidos e não
alterados.
224

Mover um Os valores z
vértice existentes são
mantidos e não
alterados.

Inserindo um O novo vértice é


vértice atribuído a um
valor z
interpolado.

Estendendo O novo vértice é


uma linha atribuído a um
valor z
interpolado
(extrapolado).

Aparar uma O novo vértice é


linha atribuído a um
valor z
interpolado.

Dividindo O novo vértice é


uma linha atribuído a um
valor z
interpolado. Cad
a característica
tem o mesmo
valor z para o
vértice no ponto
de divisão.
225

Remodeland Os vértices que


o um recurso são inseridos
Os
pelo esboço de
valores-z do esboço usado para remodelar o
remodelação
recurso são 0, portanto, os valores-z para os novos
recebem valores
vértices também são 0.
z do esboço. Os
valores z para
os outros
vértices são
mantidos e não
alterados.

Cortando um Novos vértices


polígono ao longo do
corte recebem
valores z do
esboço. Os
valores-z para
os vértices
existentes são
mantidos e não
Os valores z do esboço usado para cortar o
alterados.
polígono são 0, portanto, os vértices ao longo de
ambos os recursos são 0.

Polígono Atribuição Z
Auto para o novo
Completo polígono: os
vértices do novo
polígono
recebem valores
z do
esboço. Atribuiç
Os valores-z do sketch usado para desenhar o
ão Z para o
novo polígono (Feature B) são 0, então todos os
226

polígono seus valores z são 0. Entretanto, os vértices


existente: Para inseridos no polígono existente (Feature A)
manter o limite possuem valores-z de 5 e 7 porque eles são
entre o polígono interpolados dos outros vértices do Feature A.
existente e o
novo polígono, o
ArcMap insere
vértices no
polígono
existente onde o
novo polígono o
intercepta. Os
valores z desses
vértices são
interpolados
somente a partir
dos valores z do
polígono
existente. Os
valores z para
seus outros
vértices são
mantidos e não
alterados.

EDIÇÃO NA EXIBIÇÃO DE LAYOUT

Na maioria das vezes, você edita dados na visualização de dados, pois mostra
apenas os dados em seu mapa e oculta os elementos do layout. Você também
pode editar na visualização de layout, embora a edição seja geralmente mais fácil
e mais precisa na exibição de dados. No entanto, a edição na visualização de
227

layout é útil quando você deseja fazer pequenas adições ao seu mapa no
contexto do layout do seu mapa.

Ao editar na visualização de layout, é recomendável que você trabalhe dentro


(focalize) do quadro de dados. Para focar um quadro de dados, clique duas vezes
nele com a ferramenta Selecionar elementos .

Você pode experimentar resultados inesperados se não trabalhar em um quadro


de dados focalizado, especialmente se tiver gráficos de layout. A razão para isto é
que as ferramentas de edição do ArcMap sempre funcionam dentro do quadro de
dados.

No entanto, as ferramentas gráficas e os atalhos de teclado do ArcMap podem


funcionar tanto no layout quanto no interior do quadro de dados. Por exemplo,
suponha que você esteja editando na visualização de layout, mas não trabalhando
dentro de um quadro de dados focalizado, e tenha alguns recursos e alguns
gráficos de layout selecionados. Se você pressionar o botão DELETE, os gráficos
de layout selecionados serão excluídos. Esse comportamento inesperado pode
ser evitado trabalhando dentro do quadro de dados ao editar na exibição de
layout.

Muitas vezes, quando se trabalha na visualização de layout e em determinadas


escalas, quando uma escala de referência de quadro de dados é definida, o
contorno de recursos selecionados e outros itens de feedback de exibição e
exibição parecem muito grandes e obscurecem os recursos. Portanto, esses itens
ignoram a escala de referência e sempre aparecem em um tamanho constante.

Edição de dados em uma projeção diferente (projetando em tempo real)

Se você coletou dados de várias fontes, é provável que nem todas as camadas
contenham as mesmas informações do sistema de coordenadas. O sistema de
coordenadas de um quadro de dados no ArcMap pode ser diferente do sistema de
228

coordenadas nativas das fontes de dados representadas pelas camadas


mostradas no quadro de dados. Neste caso, o ArcMap projeta (em tempo real) os
recursos dessas camadas no sistema de coordenadas do quadro de dados. O
ArcMap também permite editar recursos enquanto eles são projetados.

Se você começar a editar e qualquer uma das camadas no banco de dados ou


pasta que planeja editar estiver em um sistema de coordenadas diferente do
quadro de dados, você receberá uma mensagem informativa. Você tem duas
opções:

Continue com sua sessão de edição e comece a editar os recursos no espaço


projetado.

Escolha não continuar editando se quiser alterar o sistema de coordenadas usado


pelo quadro de dados para corresponder ao sistema de coordenadas nativas da
camada ou camadas que você deseja editar.

Sobre a edição de recursos projetados


Quando um recurso projetado é editado, todas as edições ocorrem no espaço de
coordenadas do quadro de dados e são projetadas de volta ao sistema de
coordenadas nativas do recurso quando o recurso é armazenado.

Para a maioria das operações de edição e a maioria das transformações do


sistema de coordenadas, a integridade e precisão do recurso são mantidas. No
entanto, é importante observar que certas operações de edição podem produzir
problemas inesperados de alinhamento ou precisão, dependendo dos sistemas de
coordenadas que estão sendo usados.

Operações específicas de edição que podem causar problemas incluem a


alteração das formas dos recursos, o encaixe na borda ou no limite dos recursos
ou a ampliação e o recorte de recursos. É mais provável que esses problemas
229

ocorram quando os recursos que você está editando estão próximos da borda ou
além da área de uso do sistema de coordenadas.

É importante entender que os sistemas de coordenadas têm uma área de uso. A


área de uso define onde é apropriado usar um sistema de coordenadas
específico. Você precisa garantir que seus dados estejam localizados dentro
desses limites. Outra razão pela qual os problemas ocorrem é devido às
distorções que afetam os recursos que cobrem uma grande extensão geográfica.

Recursos que são armazenados em camadas com sistemas de coordenadas


desconhecidos não podem ser projetados pelo ArcMap. Independentemente do
sistema de coordenadas do quadro de dados atual, todas as edições feitas
nesses recursos ocorrem no sistema de coordenadas nativas.

Além desses problemas, os sistemas de coordenadas incompatíveis entre o


quadro de dados e as camadas nesse quadro de dados podem causar falhas em
determinadas edições devido a diferenças nas tolerâncias. Definir o sistema de
coordenadas do quadro de dados para corresponder a uma camada redefine a
tolerância do quadro de dados para corresponder à camada.

Exemplo de cenário de edição e resultados projetados


Estender linhas é um caso comum em que você pode ver resultados inesperados
ao editar dados que estão sendo projetados na hora. Por exemplo, ao editar em
uma projeção diferente, você estende uma linha pendente para conectá-la a outra
linha. Embora as linhas pareçam estar juntas nessa projeção, você pode descobrir
que a linha foi extendida demais (ou não o suficiente) quando você exibe a linha
novamente no sistema de coordenadas nativas.

Em outro exemplo, um novo ponto é adicionado na fronteira do estado entre Nova


York e Pensilvânia, ajustando o ponto ao limite. Para ilustrar o problema, o ponto
é adicionado no sistema de coordenadas nativas (à esquerda) e novamente
quando os recursos são projetados para um sistema de coordenadas diferente (à
direita).
230

À medida que o ponto no sistema de coordenadas projetado é criado, ele é


projetado para um local em seu sistema de coordenadas nativas.

O gráfico abaixo mostra os dois pontos adicionados. O quadrado verde representa


o recurso de ponto que foi adicionado no sistema de coordenadas nativas, e o
círculo vermelho representa o que foi adicionado em um sistema de coordenadas
diferente. Mesmo que o círculo vermelho tenha sido encaixado na linha reta entre
os dois estados, devido a distorções causadas pela projeção, o recurso nunca
estará exatamente na borda e a aproximadamente 500 metros da borda.

Editando recursos em uma topologia de geodatabase


Ao editar recursos que participam de uma topologia de banco de dados
geográficos, observe o seguinte:

Quaisquer correções aplicadas a erros de topologia ocorrem no sistema de


coordenadas do quadro de dados.

Qualquer validação da topologia e descoberta de erros de topologia ocorrem no


sistema de coordenadas nativas das camadas.

Você deve corrigir os erros de topologia no sistema de coordenadas nativas das


camadas, certificando-se de que o sistema de coordenadas do quadro de dados
231

seja o mesmo usado pelas camadas que você está editando. Corrigir erros no
espaço de coordenadas projetado pode resultar em um problema recursivo de
usar a topologia para corrigir um erro, validar os resultados da correção e
descobrir que o erro reaparece. Isso não é um problema com a correção que você
aplica; em vez disso, é devido a imprecisões introduzidas quando o recurso é
projetado de volta ao sistema de coordenadas nativas.

Manutenção da integridade espacial durante a edição

O ambiente de edição do ArcMap fornece várias maneiras de manter a


integridade do atributo de seus dados. Por exemplo, você pode usar a topologia
para editar a geometria compartilhada para manter as bordas coincidentes. Além
disso, o ArcMap é fortemente integrado com os vários aspectos especiais
do geodatabase, como topologia e redes geométricas.

Embora cada componente do geodatabase possa agir independentemente, o


verdadeiro poder do geodatabase fica evidente quando você une todas essas
coisas. Você pode usar os recursos de edição do ArcMap para aproveitar os
aspectos de um geodatabase que ajudam a manter um banco de dados válido.

Editando geometria compartilhada


Você pode achar que precisa editar a geometria de vários recursos de uma só
vez. Usando a associação topológica entre recursos, você pode mover limites e
vértices compartilhados por vários recursos. Por exemplo, você pode mover uma
borda para atualizar 2 polígonos de floresta ou, como visto no gráfico abaixo,
mover um vértice de vértice e atualizar vários polígonos de parcelas e alguns
limites de lote ao mesmo tempo.
232

No ambiente de edição, você pode criar uma topologia de mapa que permite
editar as partes compartilhadas dos recursos. Uma topologia de mapa é um
conjunto temporário de relações topológicas entre partes coincidentes de recursos
simples em um mapa.

Os principais tipos de geometria que são acionados ao editar uma topologia de


mapa são arestas, que são segmentos de linha que definem linhas ou polígonos e
nós / pontos no final de uma aresta. Quando você move um nó em uma topologia,
todas as arestas que se conectam a ele são esticadas para permanecerem
conectadas ao nó.

Quando você move uma aresta, os segmentos de aresta se esticam para manter
a conexão de nós de terminal compartilhados em seu local anterior. Você também
pode mover um nó e uma borda conectada sem esticar a outra borda conectada
dividindo temporariamente o relacionamento topológico entre o nó e as outras
arestas compartilhadas.

Ao criar uma topologia de mapa, você precisa especificar quais camadas


participarão da topologia e uma tolerância de cluster que será usada para
determinar quais partes dos recursos são coincidentes e quais arestas e nós na
topologia serão compartilhados.

Mantendo a integridade espacial em geodatabases


233

Além de editar a geometria compartilhada, a topologia dentro de um geodatabase


permite manter a integridade espacial adicional, especificando um conjunto de
regras para aplicar aos seus dados, permitindo localizar e corrigir erros e validar
relacionamentos.

Topologia de Geodatabase
Topologia é uma coleção de regras que, juntamente com um conjunto de
ferramentas e técnicas de edição, permite que o geodatabase modele com mais
precisão as relações geométricas. O ArcGIS implementa a topologia por meio de
um conjunto de regras que definem como os recursos podem compartilhar um
espaço geográfico e um conjunto de ferramentas de edição que funcionam com
recursos que compartilham a geometria de maneira integrada.

Uma topologia é armazenada em um geodatabase como um ou mais


relacionamentos que definem como os recursos em uma ou mais classes de
recurso compartilham a geometria. Os recursos que participam de uma topologia
ainda são classes de recurso simples - em vez de modificar a definição da classe
de recurso, uma topologia serve como uma descrição de como os recursos
podem ser relacionados espacialmente.

Por exemplo, no gráfico abaixo, os quadrados e as linhas cor de coral indicam


erros na topologia, que é uma maneira de garantir a integridade espacial. Esses
podem ser locais onde há uma linha que não se conecta a outra linha (conhecida
como um pendente), um polígono que não contém um ponto dentro de seu limite
ou alguma outra violação de uma regra imposta ao geodatabase.
234

O ArcGIS fornece um conjunto de ferramentas de edição que ajudam a localizar e


corrigir violações de regras de topologia. As violações das regras de topologia são
inicialmente marcadas como erros na topologia, mas, quando apropriado, você
pode marcá-las como exceções.

No ambiente de edição, você pode usar as ferramentas na barra de ferramentas


Topologia para localizar erros, corrigir erros de forma interativa ou automática,
validar edições e criar novos recursos a partir da geometria dos recursos
existentes. Áreas sujas rastreiam os locais onde as regras de topologia podem ter
sido violadas durante a edição. Dependendo do seu fluxo de trabalho, você pode
validar regras de topologia e limpar áreas sujas após cada sessão de edição ou
em uma programação.

Redes geométricas
As redes geométricas também armazenam vários mecanismos e comportamentos
que mantêm a conectividade topológica entre seus recursos componentes. Redes
geométricas consistem em recursos de rede de borda e recursos de rede de
junção. Um exemplo de um recurso de borda é um cano de água, e um recurso de
junção pode ser uma válvula. As arestas devem estar conectadas a outras arestas
através de junções.

As regras geométricas de conectividade de rede limitam o tipo de recursos de


rede que podem ser conectados uns aos outros e o número de recursos de
235

qualquer tipo específico que pode ser conectado a recursos de outro tipo. Ao
estabelecer essas regras junto com outras regras, como domínios de atributos,
você pode manter a integridade dos dados da rede no banco de dados. A
qualquer momento, você pode validar seletivamente os recursos no banco de
dados e gerar relatórios sobre quais recursos da rede são inválidos, ou seja, violar
uma das regras de conectividade ou outras.

Operações de edição que envolvem adicionar, excluir e mover recursos


geométricos de rede podem afetar a conectividade de uma rede geométrica. A
conectividade entre os recursos da rede é mantida na hora em que você cria,
apaga e modifica os recursos da rede.

Por exemplo, quando uma borda ou junção de rede é movida, os recursos de rede
aos quais ela está conectada respondem alongando-se e ajustando-se para
manter a conectividade. Você pode usar as ferramentas geométricas de edição de
rede para modificar, reconstruir e verificar a conectividade.

USANDO CAMADAS DO MAPA BASE DURANTE A EDIÇÃO

Ao editar, você pode incorporar camadas de mapa base em seu mapa para
aumentar a produtividade. Se você tiver um mapa complicado, como uma rede de
abastecimento de água contendo muitos recursos detalhados e camadas de fundo
subjacentes, poderá gastar muito tempo aguardando a atualização do mapa
sempre que deslocar ou aplicar zoom.

Você pode minimizar isso criando uma camada de mapa base contendo as
camadas de referência contextual que você não está editando, como imagens ou
ruas.

Uma camada de mapa base é um tipo especial de camada de grupo que é


desenhada usando uma lógica de exibição de mapa otimizada que utiliza um
cache local para atualizar o mapa rapidamente. Camadas de mapa base também
236

ajudam a reduzir o tráfego de rede, já que o ArcMap não precisa entrar em


contato com o servidor repetidamente para recuperar a extensão do
mapa. Para criar uma camada de mapa base, clique com o botão direito do
mouse no nome do quadro de dados no índice, clique em Nova Camada de Mapa
Base e arraste as camadas para ela.

Embora uma camada de mapa base possa conter qualquer formato de camada,
como classes de recurso, shapefiles, serviços da Web ou rasters, alguns tipos de
conteúdo são mais apropriados para uso em mapas base.

Escolhendo as camadas para estar em uma camada de mapa base


Para usar camadas de mapa base de forma eficaz, elas devem realmente formar
um mapa base abaixo das camadas que você está editando.

Se você editar dados para um distrito de água, suas camadas operacionais, como
poços de visita, linhas principais de água e válvulas, não poderão fazer parte de
uma camada de mapa base porque você precisa editá-las e ter os recursos
dinamicamente desenhados para acessar as atualizações mais recentes suas
fontes de dados.

No entanto, todas as camadas de referência de suporte que você normalmente


exibe sob os dados do utilitário podem ser colocadas em uma camada de mapa
base para melhorar o desempenho. Por exemplo, você pode incluir uma base de
terreno de limites de lotes, construções, ruas e outros recursos construídos, bem
como camadas de imagens, em um ou mais camadas do mapa base. As camadas
no mapa base parecem as mesmas de antes, eles apenas desenham mais rápido
agora.
237

Os mapas base tendem a ser relativamente estáticos e geralmente são


atualizados com pouca frequência. Rasters e camadas de serviço são bons
candidatos para as camadas do mapa base, porque são estáveis e podem se
beneficiar muito da velocidade de desenho aprimorada.

O ArcGIS Online, por exemplo, fornece imagens, topografia, ruas e outros


conteúdos de várias fontes diferentes que você pode usar em seus mapas. Se
você clicar na seta ao lado do botão “Adicionar dados” e clicar em “Adicionar
mapa base”, poderá adicionar camadas do ArcGIS Online diretamente a uma
nova camada de mapa base.

Editando quando as camadas do mapa base estão no mapa


238

Como as camadas do mapa base são armazenadas em cache, há limitações


sobre o que você pode fazer com elas. Por exemplo, você não pode editar as
camadas em um mapa base ou alterar a simbologia da camada. Se você precisar
fazer edições ou atualizações de camadas, arraste a camada para fora do mapa
base, faça as alterações e arraste a camada atualizada de volta para a camada
do mapa base.

Se você tentar iniciar uma sessão de edição com uma camada editável no mapa
base, o ArcMap mostrará uma mensagem de aviso. Você pode editar todas as
outras camadas nesse espaço de trabalho, mas não pode editar as camadas no
mapa base mesmo que elas pertençam ao mesmo geodatabase.

Se o mapa base contiver camadas relacionadas a outras camadas editáveis por


meio de classes de relacionamento, topologias, redes geométricas ou malhas de
pacotes ou compartilhar fontes de dados com camadas fora do mapa base, você
não poderá iniciar a edição até remover a camada da camada mapa base. Você
pode clicar duas vezes em uma entrada na caixa de diálogo Iniciar edição para
obter mais informações sobre como corrigir esses e outros problemas que
ocorrem quando você inicia a edição.

Embora não seja possível editar as camadas dentro de um mapa base, você
pode ajustar as camadas de recursos em uma camada de mapa base. Por
exemplo, se você estava criando uma nova linha de flutuação em relação a locais
de construção, ainda pode se encaixar na camada Building Footprints, mesmo
que esteja dentro do mapa base. Lembre-se de que, se seus recursos forem
239

muito grandes ou complexos, a ativação do snap ao camadas do mapa base


poderá reduzir os benefícios de desempenho proporcionados pelas camadas do
mapa base.

Melhorando a exibição e o desempenho da camada de mapa base


Com as camadas do mapa base, você pode se deslocar continuamente e sem
problemas. O restante das camadas do mapa é redesenhado quando você solta o
mouse. Se você achar que as camadas na parte superior do mapa base são
difíceis de ver, poderá escurecer a exibição do mapa base usando a barra de
ferramentas Efeitos.

Isso faz com que o mapa base apareça desbotado e parcialmente transparente,
ajudando suas camadas operacionais a se destacarem mais. Isso pode ser útil
para edição, especialmente nos casos em que as camadas do mapa base
contiverem imagens ortográficas ou outro conteúdo colorido que pode obscurecer
os detalhes das camadas sobre eles.

Depois de criar uma camada de mapa base, você pode executar testes de
diagnóstico para verificar seu desempenho. Você pode ver mensagens indicando
que a camada está sendo projetada em tempo real ou usa simbologia complexa, o
que pode retardar o desenho. Você pode abrir a caixa de diálogo Propriedades da
camada para resolver muitos dos problemas e aproveitar ao máximo as camadas
do mapa base.

USANDO AS FERRAMENTAS DE GEOPROCESSAMENTO


DE EDIÇÃO

A caixa de ferramentas de edição contém um conjunto de ferramentas de


geoprocessamento para realizar edições em massa em seus dados. Essas
ferramentas são úteis para executar a limpeza de dados, especialmente em dados
importados de outra origem, como o CAD.
240

O uso eficaz das ferramentas de geoprocessamento da caixa de ferramentas de


edição pode melhorar sua produtividade, pois as ferramentas aplicam edições em
massa, como todos os recursos ou todos os recursos selecionados. Na maioria
dos casos, a função de edição semelhante se aplica a apenas um recurso por
vez.

Por exemplo, você importou alguns dados CAD para uma classe de recurso. Um
fluxo de trabalho típico com essas ferramentas pode incluir a execução de Trim
Line, Extend Line ou Snap para garantir a conexão das linhas. Na verdade, você
poderia executar essas tarefas de maneira semi-automática executando as
ferramentas de geoprocessamento da caixa de ferramentas Editing em um
modelo para corrigir muitos dos problemas de integridade espacial, aplicando uma
topologia geodatabase para encontrar linhas adicionais que não conectam, em
seguida, usando as ferramentas de edição do ArcMap para resolver quaisquer
erros remanescentes.

Como essas ferramentas modificam os dados de entrada em vez de criar novas


classes de recursos de saída, você pode querer executar as ferramentas em uma
cópia dos dados para garantir que esteja usando valores de tolerância
apropriados. Dessa forma, você pode evitar a edição dos dados além do nível de
limpeza desejado. Além disso, se você executar as ferramentas de
geoprocessamento durante uma sessão de edição, poderá desfazer o resultado.

SOBRE O RASTREAMENTO DE ALTERAÇÕES DE UM


EDITOR NOS DADOS

Através do rastreamento de editor, o ArcGIS pode registrar automaticamente as


seguintes informações para cada registro de recurso ou tabela em um conjunto de
dados geodatabase:

O nome do usuário que criou.

A data e hora em que foi criada.


241

O nome do usuário que o editou.

A data e a hora da última edição.

Essas informações são registradas nos campos de atributos diretamente no


conjunto de dados. O acompanhamento de editores pode ajudá-lo a manter a
responsabilidade e aplicar os padrões de controle de qualidade.

Por exemplo, você pode acompanhar o último editor e, opcionalmente, a última


data de edição para ver quem foi responsável por edições específicas na exibição
atual do banco de dados. Para saber o volume de edições ao longo do tempo,
você pode acompanhar a última data de edição e a data de criação. Isso pode
ajudá-lo a identificar tendências e fazer correlações com a data.

As edições são rastreadas quando itens em geodatabases pessoais,


geodatabases de arquivos e geodatabases ArcSDE são editados no ArcGIS for
Desktop. Além disso, você também pode acompanhar as edições feitas nos dados
servidos como serviços de recursos no ArcGIS Server. Antes de acompanhar as
edições, você precisa ativar o rastreamento de editor no conjunto de dados.

Quando os valores são registrados


O ArcGIS grava automaticamente novos valores de rastreamento do editor
sempre que um recurso ou registro é inserido ou modificado de alguma
forma. Isso inclui modificações nas colunas de atributos definidas pelo usuário,
nas colunas do sistema não definidas pelo usuário e na coluna de formas que
armazena a geometria do recurso.

A maioria dos tipos de operações registra valores de rastreamento, incluindo


aqueles que atualizam dados automaticamente nos bastidores. Por exemplo,
excluir uma origem em um relacionamento simples atualiza automaticamente a
coluna de chave estrangeira no recurso relacionado e, portanto, registra novos
valores de rastreamento para o recurso relacionado.
242

Operações que envolvem alterações de esquema, em que você não modifica


valores de coluna no processo, não registra novos valores de rastreamento. Por
exemplo, adicionar ou excluir um campo não atualiza os valores de rastreamento
do editor para os recursos em uma classe de recurso.

O rastreamento de editor se aplica somente a operações em conjuntos de dados


existentes. Não se aplica a operações que criam novos conjuntos de dados. Por
exemplo, a execução de qualquer uma das operações a seguir não atualizará os
valores de rastreamento do editor nos novos conjuntos de dados criados como
resultado:

 Copiando e colando uma classe de recurso;

 Importando o documento da área de trabalho XML;

 Copiando dados com o assistente Extract Data no ArcMap;

 Criando uma réplica;

 Convertendo rótulos para anotação.

Da mesma forma, criar réplicas e sincronizar alterações não atualiza os valores de


rastreamento do editor. Os valores do conjunto de dados de origem são
preservados no destino.

Dependendo das necessidades da sua organização, você também pode utilizar o


arquivamento para criar um histórico completo das edições do conjunto de
dados. Por meio do arquivamento, você também pode registrar informações sobre
recursos excluídos e o criador original do recurso.

Especificando como os nomes dos usuários são registrados


243

Para arquivos e geodatabases pessoais editados com clientes ArcGIS for


Desktop e geodatabases ArcSDE aos quais você se conecta por meio da
autenticação do sistema operacional, o nome de usuário gravado é o login do
sistema operacional. O valor usado é definido pelo texto digitado pelo usuário
quando ele faz login. Se ele fizer login como John, John escreve como o nome de
usuário. Se no dia seguinte ele entrar como john, john escreve como nome de
usuário.

Para os geodatabases do ArcSDE aos quais você se conecta por meio da


autenticação do banco de dados, o nome de usuário é o nome que você usa para
se conectar ao geodatabase.

Se seus dados residirem em um geodatabase ArcSDE e você se conectar por


meio de autenticação de banco de dados, você poderá optar por anexar um
domínio (por exemplo: @esri.com) ao nome do usuário que faz a edição. Por
exemplo, se você tiver um usuário chamado John em seu escritório em Denver e
um usuário chamado John em seu escritório em Seattle, poderá acompanhar suas
edições como John@denver e John@seattle, respectivamente, para ter certeza
de qual John fez cada edição.

Para definir o território para um geodatabase ArcSDE, você deve ter privilégios de
administrador no banco de dados. Na janela Catálogo, clique com o botão direito
do mouse na conexão com o geodatabase, clique em Propriedades e clique na
guia Monitoramento do Editor. Você pode escolher se deseja usar o domínio
padrão ou aplicar o seu próprio.

Você também pode optar por anexar um domínio a edições feitas por meio de um
serviço de recursos. Para obter mais informações, consulte Rastreamento de
editor para serviços de recursos.

Especificando como os tempos são registrados


244

Ao ativar o rastreamento de editor em um conjunto de dados, você pode registrar


as datas das edições no UTC ou no fuso horário do banco de dados.

Se você estiver copiando ou replicando dados em fusos horários ou se estiver


planejando editar por meio de um serviço de recursos, use o UTC, um padrão que
não é afetado pelas diferenças nos fusos horários. Como os editores podem
aplicar edições de qualquer lugar do mundo, o UTC funciona bem.

A gravação no fuso horário do banco de dados é recomendada somente se você


tiver certeza de que todas as edições serão realizadas dentro do mesmo fuso
horário.

Conciliando Versões
Quando as edições são aplicadas a uma versão, os valores de data são quando
as edições foram feitas e não quando a reconciliação ocorreu. Por exemplo, se
um editor fez uma alteração em uma linha ontem e foi reconciliado e lançado na
versão padrão hoje, a última data de edição da linha na versão padrão será
ontem.

No caso em que você reconcilia e não há conflitos, os valores nos campos de


controle do editor são aplicados à versão de edição, como valores de qualquer
outro campo. Se houver conflitos, os valores nos campos de rastreamento do
editor aplicados à versão de edição dependem da política de resolução de
conflitos. Diferenças nos campos de rastreamento de editor não geram conflitos.

Trabalhando com diferentes lançamentos do ArcGIS


O ArcGIS 10.1 e os clientes subsequentes registram informações de rastreamento
do editor. Os clientes do ArcGIS 10.0 e 10.0 Service Pack 1 podem acessar
conjuntos de dados que possuem o acompanhamento de editor ativado, mas as
edições feitas nessas versões não são rastreadas.
245

Você deve evitar fazer alterações de esquema ao usar esses clientes, pois isso
desativará o rastreamento do editor no conjunto de dados. Os clientes do pacote
de serviços ArcGIS 10.0 Service Pack 2 e subseqüentes 10.0 não podem acessar
conjuntos de dados que possuem o rastreamento de editor ativado.

EDIÇÃO DE SHAPEFILES
Você pode editar shapefiles no ArcGIS com qualquer nível de licença ( ArcGIS for
Desktop Basic, Standard ou Advanced ). No entanto, existem alguns fatores a
serem considerados ao editar shapefiles.

Editando shapefiles
Antes de iniciar a edição, certifique-se de que o shapefile tenha a projeção correta
definida, para que o ArcMap possa exibi-lo com outros dados projetados. Embora
seja possível editar dados em diferentes sistemas de coordenadas, geralmente é
melhor se todos os dados que você planeja editar juntos tiverem o mesmo
sistema de coordenadas que o quadro de dados. Isso é especialmente importante
para shapefiles, pois os shapefiles às vezes são criados com um sistema de
coordenadas desconhecido ou possuem arquivos de projeção ausentes (.prj).

Você pode editar todos os shapefiles na mesma pasta durante uma sessão de
edição. Se os shapefiles em seu mapa estiverem armazenados em pastas
diferentes, você não poderá editá-los na mesma sessão de edição. Você precisa
parar de editar na primeira pasta e começar a editar na outra pasta. Tenha em
mente que um shapefile suporta apenas uma pessoa editando-o de cada vez,
embora vários usuários possam visualizá-lo simultaneamente. A tentativa de
edição multiusuário de um shapefile pode resultar em corrupção de dados.

Ao contrário dos geodatabases, os shapefiles não estão associados a um número


de release do ArcGIS. Você pode criar e editar shapefiles em uma versão mais
246

recente e usá-los e editá-los em uma versão anterior do software. No entanto, os


arquivos de camada têm um número de release, portanto, você deve salvar o
arquivo.lyr na versão correta se precisar compartilhá-lo com usuários que estão
trabalhando com uma versão de software anterior.

Criando recursos com curvas em shapefiles


Os shapefiles não suportam curvas paramétricas verdadeiras, incluindo arcos
circulares, elipses e curvas Bézier, portanto, essas formas são armazenadas
como segmentos retos. Curvas verdadeiras são totalmente suportadas em
classes de recursos de geodatabase.

Ao criar curvas em um shapefile usando as ferramentas de edição, as formas


inicialmente podem parecer curvas na tela. Quando você salva suas edições, no
entanto, as curvas são densificadas e as formas são convertidas em uma série de
segmentos retos que se aproximam da forma da curva original. Por exemplo, você
está digitalizando uma escola e está capturando recursos curvos, como um
campo de basebol, com os métodos de construção de segmento de arco ou arco
final. Em um shapefile, as curvas são substituídas por uma linha densificada
composta de segmentos retos curtos. Com uma classe de recurso geodatabase,
as formas são armazenadas como curvas verdadeiras com apenas vértices nos
pontos finais da curva.
247

Se você tiver recursos de linha ou polígono que compartilham bordas curvas, a


compactação do segmento que ocorre nos shapefiles pode resultar em pequenas
lacunas sendo criadas entre os recursos.

Alguns cenários em que você pode encontrar isso incluem ao usar as ferramentas
Auto-Complete Polygon ou Auto-Complete Freehand para criar polígonos
contíguos com segmentos curvados ou ao copiar recursos curvos de uma classe
de recurso geodatabase e colá-los em um shapefile. A única maneira de evitar
isso é usar uma classe de recurso geodatabase, que pode manter as curvas
verdadeiras e garantir a coincidência entre elas.

EDIÇÃO DE GEODATABASES DO ARCSDE

Quando você precisa de um geodatabase multiusuário grande que possa ser


editado e usado simultaneamente por muitos usuários, o geodatabase ArcSDE
fornece uma boa solução.

Os geodatabases ArcSDE funcionam com vários modelos de armazenamento


DBMS (DB2, Informix, Oracle, PostgreSQL e SQL Server), aproveitando ao
máximo a arquitetura de banco de dados subjacente. A tecnologia ArcSDE
oferece a capacidade de gerenciar um geodatabase compartilhado e multiusuário,
bem como suporte a vários fluxos de trabalho SIG baseados em versão crítica,
envolvendo edição multiusuário simultânea, geodatabases distribuídos e
arquivamento histórico.

Os dados em um geodatabase ArcSDE podem ser versionados ou não-


versionados. Se os dados geográficos forem versionados, eles poderão ser
editados em uma versão específica do geodatabase. Por outro lado, a edição de
dados não-versionados é o equivalente a realizar transações padrão do banco de
dados. Quando você edita dados não-versionados em uma sessão de edição do
ArcMap, edita a fonte de dados diretamente.
248

Editando dados versionados em um geodatabase ArcSDE


O controle de versão permite que vários usuários em um geodatabase
multiusuário editem os mesmos dados sem aplicar bloqueios de recursos ou
duplicar dados. Conforme você edita o geodatabase ArcSDE, você trabalha
dentro do seu próprio estado de visão ou geodatabase; ninguém mais vê suas
edições até salvá-las. Em outras palavras, dois editores que editam
simultaneamente veem apenas suas próprias edições.

Quando você começa a editar, você está trabalhando com sua própria
representação da versão. Outros usuários conectados à mesma versão não
poderão ver suas alterações até que você as salve. Quando estiver pronto para
aplicar suas edições a uma versão diferente do geodatabase, você mesclará suas
alterações através de um processo de reconciliação de edições, resolução de
conflitos e publicação de alterações na versão pai do geodatabase.

O fluxo de trabalho geral para editar um geodatabase ArcSDE com versão é o


seguinte:

 Estabeleça uma conexão com o geodatabase.

 Registre os dados como versionados.

 Adicione os dados ao ArcMap.

 Comece a editar e faça as suas edições.

 Revise e reconcilie quaisquer conflitos entre a versão que está sendo


editada e a versão de destino.

 Poste as alterações no banco de dados pai.


249

Editando dados não-versionados em um geodatabase ArcSDE


A edição de dados não-versionados é o equivalente de realizar transações de
banco de dados padrão. Você realiza uma transação dentro do escopo de uma
sessão de edição do ArcMap.

Você inicia a sessão de edição e executa as operações necessárias, como


adicionar, excluir ou mover recursos e atualizar atributos. Quando você salva suas
edições, elas estão comprometidas com o geodatabase como uma única
transação.

Se você não quiser confirmar as alterações no geodatabase, deverá parar a


sessão de edição sem salvar as edições. Isso reverte todas as edições feitas
desde que você iniciou a sessão de edição ou desde o último salvamento.

O fluxo de trabalho geral para editar dados não-versionados é o seguinte:

 Certifique-se de que os dados não estejam registrados como versionados.

 Use a caixa de diálogo Opções de Edição para configurar o ArcMap para


realizar edições não-versionadas.

 Adicione os dados ao ArcMap.

 Comece a editar e faça as suas edições.

 Salve as edições e pare a sessão de edição.

EDIÇÃO DE DADOS DE SERVIÇOS DE RECURSOS


250

O ArcMap permite que você edite dados de serviços de feições criando uma cópia
local de dados de um serviço de feições. Você pode então editar a cópia local no
ArcMap e sincronizar as edições de volta ao serviço.

As edições podem ser feitas na cópia local sem precisar estar conectada ao
servidor. O acesso ao servidor só é necessário ao criar a cópia local ou aplicar
alterações da cópia local no servidor. Esse fluxo de trabalho pode ser útil quando
sua organização desconectou funcionários e fornece um método comum para
editar os mesmos dados usando vários clientes, como por meio da Web ou
usando aplicativos da área de trabalho. A funcionalidade é construída no ArcMap
e não requer nenhuma personalização.

Por padrão, os dados são copiados para um novo arquivo geodatabase que é
criado automaticamente para você. Para serviços de recursos baseados no
ArcGIS Server, você pode optar por armazenar os dados em um geodatabase
ArcSDE existente. Se você planeja fazer muitas atualizações nos dados,
considere usar o ArcSDE, já que ele permite fazer edições e sincronizar várias
vezes.

Fazendo uma cópia local de um serviço


Para criar uma cópia local, adicione primeiro um serviço de recurso ao seu
mapa. Isso criará uma camada de grupo contendo camadas de recursos que
fazem referência às camadas do seu serviço.

As propriedades de camada, incluindo a simbologia e os modelos de recursos das


camadas de serviço, são preservadas nas novas camadas. Em seguida, desloque
e aplique zoom na área que você deseja editar.

A extensão do mapa define os dados que estarão na cópia local. Para criar a
cópia local, verifique se o índice está no modo Listar por ordem de desenho,
clique com o botão direito do mouse na camada de grupo, aponte para Editar
251

recursos e clique em Criar cópia local para edição. Se o serviço não for editável, o
comando será desativado.

Depois que a cópia local é feita, a fonte de dados de cada camada na camada de
grupo é alterada para apontar para a cópia local. Agora você pode fazer edições
nos dados nas novas camadas. Se você planeja fazer edições em várias sessões
do ArcMap, salve o documento do mapa para facilitar o trabalho com as camadas
locais novamente.

Lembre-se de que, depois que uma cópia local for criada, você não poderá
posteriormente expandir a área coberta. Se você achar que precisa editar uma
área diferente ou uma área maior, desloque e aplique zoom à área no serviço e
crie outra cópia local. Você pode ter várias cópias locais na mesma máquina.

Nota: Para fazer uma cópia local de um serviço de recurso, ele deve ser
publicado com os recursos Criar, Excluir e Atualizar ativados.

Sincronizando as edições locais com o servidor


Quando terminar de editar as camadas locais, você poderá sincronizar as edições
com o servidor. Para fazer isso, clique com o botão direito do mouse na camada
do grupo que contém as camadas locais, aponte para Editar Recursos e clique em
Sincronizar Edições Locais com o Servidor.

Você só pode sincronizar edições uma vez se um arquivo geodatabase estiver


sendo usado para armazenar os dados locais. Se você quiser aplicar mais
edições no futuro, precisará criar uma nova cópia local. Depois que as edições de
um arquivo geodatabase forem sincronizadas com o serviço, as origens de dados
das camadas serão alteradas para fazer referência ao serviço.

No entanto, se você usar um geodatabase ArcSDE para armazenar a cópia local


dos dados, poderá executar várias sincronizações. Além disso, quando o ArcSDE
é usado, o processo de sincronização aplica as últimas alterações do serviço de
volta à cópia local e as camadas ainda fazem referência à cópia local.
252

Note que se os dados no serviço forem de um geodatabase ArcSDE não-


versionado, você não poderá armazenar a cópia local no ArcSDE. Se você tentar
isso, um erro informando que você não pode replicar dados não-versionados será
exibido quando você executar Criar cópia local para edição.

Para executar o comando com sucesso, não defina o ArcSDE como o


geodatabase de destino.

Quando você não precisar mais sincronizar edições, desconecte a cópia local do
servidor para limpar os metadados no cliente e no servidor. O processo de
limpeza de metadados é importante porque ajuda na manutenção do servidor. Se
um arquivo geodatabase for usado para armazenar os dados localmente, a
sincronização também limpará os metadados.

REVERTENDO PARA O AMBIENTE DE EDIÇÃO DO ARCGIS


9

Por padrão, o ambiente de edição do ArcMap usa modelos de recursos e a janela


Criar Recursos ao adicionar novos recursos. Os modelos de recursos definem
todas as informações necessárias para criar um novo recurso: a camada na qual
um recurso será armazenado, os novos recursos de atributos serão criados com e
a ferramenta padrão usada para criar esse recurso.

Além disso, as ferramentas nas barras de ferramentas Editor e Topologia contêm


ferramentas fáceis de usar para criar e editar recursos.

Devido aos benefícios de usabilidade oferecidos pelos modelos de recursos, é


recomendável que você aprenda a usá-los durante a edição. No entanto, para
organizações que não conseguem adotar o fluxo de trabalho baseado em modelo,
existe uma opção disponível para reverter para o ambiente de edição do ArcGIS
9.
253

Isso permite que as organizações que dependem de extensas personalizações de


edição façam a transição em seu próprio ritmo para o fluxo de trabalho do modelo
de recurso. Você pode voltar a usar modelos de recursos quando estiver pronto
para migrar para esse fluxo de trabalho.

A configuração é encontrada no utilitário Advanced ArcMap Settings, localizado no


diretório \ Utilities onde você instalou o ArcGIS.

Essa opção evita que você tire proveito de muitos dos recursos para criação de
recursos, já que a interface com o usuário e os métodos de edição revertem para
como eles apareceram e foram usados no ArcGIS 9.

Qualquer elemento de interface do usuário usado com modelos de recursos foi


removido do ArcMap. Por exemplo, a barra de ferramentas do Editor exibe a
paleta da ferramenta Sketch, a lista de camadas de destino e a lista de tarefas. As
tarefas de edição são usadas em conjunto com a camada de destino para criar e
editar recursos. As barras de ferramentas Anotação e Dimensão são usadas para
criar esses tipos de recursos em vez das ferramentas na janela Criar Recursos.

Diferenças nos ambientes de edição


A seguir estão algumas das diferenças que você encontrará quando reverter para
o ambiente de edição do ArcGIS 9:

A barra de ferramentas do Editor contém a ferramenta Sketch e a paleta. O


conteúdo da barra de ferramentas é retornado para como eles apareceram no
ArcGIS 9.

Qualquer elemento de interface do usuário usado com modelos de recursos,


como a janela Criar Recursos, é removido do ArcMap.

As tarefas de edição são usadas para especificar se os recursos estão sendo


criados ou editados. As ferramentas Cortar polígonos, Recriar formato, Editar
254

vértices, Recriar borda e Modificar borda são removidas das barras de


ferramentas Editor e Topologia e a lista de tarefas da barra de ferramentas do
Editor é usada para acessar essa funcionalidade.

A camada ativa na lista suspensa Target é a camada na qual novos recursos


serão criados. A exceção é ao usar Copiar e Colar e determinados comandos de
criação de recursos - Buffer, Copiar Paralelo, União e assim por diante. Nesses
casos, uma caixa de diálogo aparecerá, permitindo que você escolha a camada
de destino em vez de exigir que você defina a camada Alvo na barra de
ferramentas do Editor antes de acessar o comando.

A barra de ferramentas Anotação e a barra de ferramentas Dimensão contêm as


ferramentas usadas para criar esses tipos de recurso.

...

Isenção de responsabilidade

Os direitos autorais e a responsabilidade pelos artigos presentes neste livro são


100% da Esri®. A única coisa que eu estou fazendo é ajudar pessoas que falam a
lingua portuguesa a tomarem conhecimento e a acessarem os artigos.

Eu não estou ganhando nada com a disponibilização deste material. Para ter
acesso ao acervo completo acesse:

http://desktop.arcgis.com/en/arcmap/

ATT: Adenilson Giovanini