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Não é concreto nem argamassa


Embora composto por materiais semelhantes, os grautes se
diferenciam do concreto e da argamassa pela
peculiaridade da mistura e pelo desempenho
Reportagem de Bruno Loturco
Edição 107 - Fevereiro/2006

Eis a definição simplificada do que é um graute, também comparável ao concreto auto-


adensável, diferindo, nesse caso, principalmente quanto às dimensões do agregado, mas
dispensando igualmente a vibração.

A composição para obter essas características é uma mistura de aglomerantes - cimento


Portland ou resina epóxi numa quantidade até cinco vezes superior a um concreto comum -,
agregados miúdos de origem natural ou beneficiados e aditivos com diversas funções, além
de, eventualmente, fibras sintéticas. Elton Bauer, no capítulo IX "Pastas, argamassas e
grautes", publicado pelo Ibracon (Instituto Brasileiro do Concreto) no livro Concreto: ensino,
pesquisa e realizações, afirma que, após a mistura com água, "os grautes devem apresentar
fluidez, consistência tipo bombeável, baixa ou nenhuma retração e não devem apresentar
segregação e exsudação pronunciados". É o que Antonio Domingues de Figueiredo, professor
da Escola Politécnica da USP (Universidade de São Paulo), chama de "consistência milk-
shake".

Características como essas são necessárias para que atenda a finalidades como: preenchimento
de vazios em estruturas, encamisamento, reforço e recuperação de estruturas, preenchimento
de colunas de alvenaria estrutural, fixação de equipamentos a uma base e ancoragem e
chumbamento de tirantes e fixadores, por exemplo.

O ensaio com funil de Marsh mede o tempo que um litro da mistura leva para
escorrer, determinando-se a fluidez.
A mesa de consistência é adotada quando a suspensão conta com alto teor de
sólidos ou viscosidade incrementada por aditivos ou fibras

São situações muito específicas, em que o desempenho deve ser absoluto e isento de
suspeitas. "A palavra-chave do graute é: uniformidade", resume Figueiredo ao se referir à
trabalhabilidade, à condição de aplicação e ao comportamento mecânico.

A necessidade por homogeneidade, bem como por resistências elevadas se mostram evidentes
quando a aplicação do produto visa a recuperação estrutural. Por se tratar do elemento que vai
resolver a situação problemática, o graute "não pode ser o ponto fraco da estrutura", pontua
Figueiredo. O mesmo motivo justifica a difusão dos grautes industrializados em detrimento
dos produzidos in loco - embora a água ainda seja adicionada em canteiro, pois é
recomendação geral que o uso ocorra logo após a mistura a fim de que a fluidez não se perca.

Ainda assim, em outros casos aparentemente mais simples, como a fixação de maquinário, a
uniformidade é indispensável. Afinal, o surgimento do graute se deu para suprir justamente a
carência por um contato perfeito e uma adequada distribuição de cargas no apoio de máquinas
no solo.

Componentes classificatórios

O mais simplório método de classificação dos grautes parte da natureza dos aglomerantes,
podendo estes ser de origem mineral ou orgânica. Outra forma de organizar é pensando no
desempenho e no comportamento. A partir dessa metodologia tem-se os grautes para uso
geral, os especiais e os rápidos.

Grautes orgânicos podem atender com folga a todas as solicitações de desempenho exigidas
desses materiais. O motivo pelo qual não são sempre adotados em detrimento dos cimentícios
é simples, o custo das resinas, derivadas de petróleo. "Um graute de base orgânica chega a ser
até 20 vezes mais caro que um de base cimentícia", explica o engenheiro José Eduardo
Granato. Enquanto um graute mineral de alto desempenho custa, para o construtor, cerca de
R$ 0,80/kg - o dobro de um para uso geral -, o quilo do graute resinado chega a custar R$
16,00.

Embora tecnicamente adequados para recuperação estrutural,


os grautes resinados são muito caros e, portanto, mais
comumente aplicados em condições específicas, como sob
ação de cargas dinâmicas

Daí a adoção do graute resinado - ou químico - principalmente em situações que exigem


elevada resistência mecânica, a ataques químicos e óleos e capacidade de absorver vibrações.
Ou seja, é adequado para cargas dinâmicas e cíclicas comuns em termoelétricas e gráficas, por
exemplo, além de grauteamento de túneis, de cabos de protensão, grauteamentos geotécnicos
e em alvenarias, dentre outros.

Quanto à constituição, os grautes orgânicos mais comuns têm a base em epóxi, podendo
também ser de base furânica, base fenólica e base poliéster. Esta última mais adotada para
fixação de chumbadores e ancoragens. Em todos os casos, a resina é combinada com um
endurecedor à base de aminas e poliamidas, agregados selecionados e adições. "O ganho de
resistência em função do tempo depende do catalisador da resina", explica Granato. "O
cimento pode entrar na composição como um agregado fino chamado fíler, completando a
distribuição granulométrica e preenchendo os vazios da areia, porém atuando apenas como
inerte", descreve o "Manual de Reparo, Proteção e Reforço de Estruturas de Concreto".

Dentre as vantagens dos grautes resinados pode ser enumerada, além da resistência mecânica
e a capacidade de suportar vibrações, a boa adesão das resinas ao concreto e ao aço. Quando
para o preenchimento de fissuras, apresentam baixa viscosidade e são formulados com resina
praticamente pura. A desvantagem técnica da base orgânica fica por conta da resistência
térmica. "A partir de 80°C a matriz começa a deteriorar-se e o material perde propriedades
mecânicas", explica o engenheiro Paul Horst Seiler.

Levando, normalmente, grande quantidade de cimento - daí a tendência à retração - os grautes


cimentícios não apresentam variação considerável na proporção entre os componentes. O que
varia significativamente, conforme conta Figueiredo, é o tipo de cimento e de agregado. O
primeiro é determinado pela velocidade necessária para o ganho de resistência e o segundo de
acordo com as exigências de projeto.

Casos de recuperação estrutural, fixação de pré-moldados ou de fixação de trilhos de trem ou


metrô, por exemplo, exigem liberação rápida. Logo, o ganho de resistência deve se dar
rapidamente, o que acontece com o uso do cimento CP V-ARI. Existem produtos no mercado
que atingem até 13 MPa em duas horas, com resistência final, ao término de 28 dias, maior
que 30 MPa. "De um modo geral, os grautes de mercado já alcançam 20 MPa em 24 horas",
afirma Granato.

Uma das conseqüências da alta resistência é a rigidez. Peças muito rígidas não suportam
impactos nem movimentos cíclicos. Em alguns casos, quando a resistência química não é
necessária e, portanto, o uso do graute resinado não se justifica, é possível utilizar fibras
metálicas no graute mineral. Estas aumentam a ductibilidade e a resistência a impactos do
graute. Para aplicações subaquáticas, em que as bases resinadas não podem ser adotadas, os
produtos devem, obrigatoriamente, contar com aditivo retentor de finos.

A característica de fluidez aliada à resistência mecânica torna o


graute um material adequado para a fixação de máquinas e
equipamentos, pois a distribuição das cargas é uniforme. Cargas
dinâmicas e cíclicas podem exigir fibras metálicas ou grautes
resinados

Uso e configuração

Foram as necessidades específicas que determinaram as características e a composição dos


grautes. Como é importante que tenham grande capacidade de preenchimento - inclusive de
estruturas esbeltas e com elevada taxa de armadura -, e consigam se adensar sem vibração, é
essencial que sejam bastante fluidos e não contem com componentes de dimensões elevadas.
Essa última propriedade vale apenas para os grautes minerais e se justifica pela necessidade
de ocupar completamente todos os vazios. Assim, o uso de agregados miúdos é
imprescindível.

Conseqüentemente, com agregados e aglomerantes compostos por partículas finas, a


superfície específica dos grânulos resulta maior e o graute fica mais sujeito - quando
comparado ao concreto convencional - tensões internas mais intensas. Em suma, sofrem
efeitos de retração principalmente quando do incremento do teor de água, que precisa ser
compensada. No caso de grandes áreas a serem grauteadas, para fins de economia, é possível
e até recomendável, segundo Figueiredo, lançar mão do uso de agregados graúdos.

Para evitar aumentar a quantidade de água no traço, o que ocasionaria, além de uma retração
ainda mais acentuada, desestabilização da suspensão e prejuízo da resistência, faz-se uso de
aditivos superfluidificantes e superplastificantes. O equilíbrio da trabalhabilidade, conforme
explica Bauer, é obtido com a adequação dos superfluidificantes com os controladores de
exsudação, que são promotores de viscosidade.

Base de equipamentos

Enquanto a fluidez determina a capacidade de a mistura se espalhar ou não, o efeito de


retração pode provocar desprendimento do graute do substrato. "A conseqüência é uma
descontinuidade na transferência de tensões", avalia Figueiredo. A solução está no uso de
compensadores de retração ou mesmo de cimentos expansivos.

Esses aditivos provocam uma expansão inicial decorrente da formação de gás que objetiva
compensar a retração posterior. Anteriormente, esse efeito era obtido com o uso de sulfatos,
mas atualmente o mais comum é utilizar aditivos à base de alumínio, que formam gás
hidrogênio e propiciam um controle mais refinado da expansão.

Mesmo assim, o processo em si é de controle difícil. "A retração compensada não é medida e
esse é o detalhe crítico da recuperação de estruturas com graute", alerta Figueiredo. Além de
uma expansão insuficiente para efeito de compensação, um aumento de volume excessivo
pode ser problemático e causar bolhas em excesso, o que prejudica a resistência e a
durabilidade. Por isso, um detalhe importante a ser observado pelo construtor é o controle de
retração do graute ainda no estado fresco, além da expansão da massa endurecida, que não
dispensa a adoção de um processo de cura úmida.

Apesar de todos esses subterfúgios para controle da retração, esta ainda ocorre. No entanto, é
possível controlar e mesmo eliminar "a formação de fissuras provocadas pela retração",
conforme descrito no artigo "Grautes - Novos materiais de construção civil", de 1989, dos
engenheiros Antonio Domingues de Figueiredo, Paulo Sérgio de Oliveira e Paulo Helene.

Com o advento dos grautes industrializados, ocorrido a partir dos anos 80, cabe ao construtor
apenas observar as recomendações do fabricante a fim de obter o desempenho desejado.
Como já vem pré-misturado, pode ser mais prático comprar o industrializado do que calcular
o traço. Além disso, a homogeneidade e o controle de qualidade praticados pelos melhores
fornecedores aumentem a segurança da aplicação, essencial em recuperação estrutural,
principalmente. Outro motivo que torna os industrializados ainda mais atraentes é o baixo
volume de utilização. "É senso comum que a aplicação do graute seja em litros e não em
metros cúbicos", conta Figueiredo. Por isso, continua, "é até mais intensa a utilização do
graute industrializado do que a da argamassa industrializada".

Apesar do desenvolvimento tecnológico, todo material tem limitações, que devem ser
respeitadas. No caso dos grautes, num exemplo corriqueiro, extrapolar a relação
água¿cimento para obter uma fluidez mais adequada acaba por interferir na resistência do
produto final.

Resistência química

Os grautes com base resinada apresentam maior resistência a ataques químicos do que os de
base cimentícia. No entanto, mesmo contando com menor porosidade, estão ainda sujeitos à
ação de alguns produtos mais agressivos. Confira o nível de resistência dos grautes epóxi
frente a cada produto.

Resistência excelente
 Álcalis (com 10 a 50% de hidróxido de sódio)
 Sais (cloreto de sódio)
 Óleos (combustível, petróleo)
 Gasolina (aviação, diesel, sem chumbo)
 Querosene

Resistência limitada
 Solventes aromáticos (tolueno)
 Solventes clorinados
 Ácidos fortes inorgânicos
 Oxidantes fortes

Propriedades particulares

A diferenciação dos grautes de mercado em relação às propriedades pode se dar a partir da


modificação dos seguintes aspectos:

 Redução ou aumento do tempo de início de pega


 Evolução da resistência em função do tempo
 Ultra-incrementos de fluidez
 Proteção contra corrosão das armaduras
 Aplicações especiais, como grauteamento submerso
 Otimização da resistência à tração e à deformabilidade

Fonte: Pastas, argamassas e grautes, de Elton Bauer, em Concreto: ensino, pesquisa e


realizações, do Ibracon

Antimaresia e poluição
A estrutura da Torre do Rio Sul, edifício que fica próximo à orla de Copacabana, apresentava
desplacamento do recobrimento da armadura. Os motivos: ação da poluição atmosférica da
cidade do Rio de Janeiro e da maresia, que deposita cloretos na superfície do concreto,
reduzindo o pH e provocando expansão da armadura por oxidação.

Com 44 pavimentos e sobre o shopping Rio Sul, com outros cinco andares, a Torre é
composta por treliça de grandes dimensões dotada de reentrâncias e saliências que
potencializam os efeitos da atmosfera agressiva e da chuva ácida.

A recuperação, realizada pela Compacta, além de contornar a atividade comercial ininterrupta


do conjunto e as intensas rajadas de vento, exigiu remoção localizada das áreas
comprometidas, identificadas por ensaios, e preparo da superfície. Esse se deu com corte do
concreto deteriorado, apicoamento da superfície para exposição da armadura sã, demarcação
geométrica, limpeza do substrato por escovamento e hidrojateamento e saturação por 24
horas. A demarcação é importante para melhorar a compacidade do reparo e a estética final da
região a ser reconstituída.

Com 9 mil m2 de área de concreto a serem recuperados, as armaduras comprometidas foram


substituídas ou recuperadas após análise de perda de seção transversal correspondente. O
reparo foi realizado com uso de dois tipo de graute, determinados pela profundidade do dano.

Quando rasos, com até 3 cm, a Compacta utilizou 800 m3 - 1.600 t - de graute tixotrópico
sobre ponte de aderência de base mineral. Os reparos profundos, com mais de 3 cm, exigiram
aplicação de graute mineral irretrátil à base de cimentos ultrafinos, com resistência de 40 MPa
após 24 horas, vertido em fôrmas estanques próprias para serviços de recuperação. Deste
foram consumidos 550 m3.

A especificação foi pautada pela necessidade de maiores resistências e, conseqüentemente,


menor porosidade, necessária em virtude das condições atmosféricas do local. O acabamento
do concreto aparente se deu com lixamento mecânico abrasivo, limpeza por hidrojateamento
de alta pressão e estucamento, para fechamento de poros, com pasta de cimento branco,
cimento comum e resina acrílica. Por fim, foi realizado o polimento final e a aplicação de
primer hidrofugante por impregnação e saturação da superfície e aplicação de duas demãos de
verniz acrílico.

Alguns produtos

Base cimentícia
Degussa
 Masterflow 55

Argamassa fluida de alta resistência inicial e pega rápida fornecida em


sacos de 25 kg
Composição: cimentos especiais, agregados naturais e aditivos especiais
Aplicações: grauteamentos emergenciais de máquinas e equipamentos, reparos rápidos em
pavimentos de concreto e elementos estruturais e pisos industriais
Início da pega: 40 a 60 min
Resistência à compressão: > 9 MPa em 2 horas, > 14 MPa em 1 dia, > 30 MPa em 28 dias

 Masterflow 320 Grout


Argamassa fluida de alta resistência com retração compensada fornecida em sacos de 25 kg
Composição: cimento Portland, agregados naturais e aditivos especiais
Aplicações: fixação de máquinas, turbinas, compressores, equipamentos de precisão e
pesados, fixação de trilhos, monovias e pontes rolantes, ancoragem de tirantes e chumbadores,
grauteamento em painéis, vigas e pré-fabricados, reparação de defeitos em estruturas de
concreto
Final de pega: 8 h
Trabalhabilidade: > 290 mm após 30 min
Resistência à compressão: > 25 MPa em 1 dia, > 50 MPa em 28 dias

 Masterflow 490 Grout


Graute de precisão
Composição: cimento, agregados naturais e aditivos especiais
Aplicações: fixação de máquinas e equipamentos de precisão, placas de base, pilares,
geradores, turbinas, compressores, britadores, prensas, pontes rolantes, impressoras, trilhos,
monovias, grauteamento em painéis, vigas e pré-fabricados, ancoragem de tirantes e
chumbadores, recuperação estrutural
Final de pega: 8 h
Fluidez: 25 - 30 s
Resistência à compressão: > 22 MPa em 1 dia; > 50 MPa em 28 dias

 Masterflow 885 Grout


Argamassa fluida de altíssima resistência com retração compensada e agregados metálicos
fornecida em sacos de 25 kg
Composição: cimento Portland, agregados metálicos e aditivos especiais
Aplicações: grauteamento de máquinas e equipamentos com elevada precisão, reparos
estruturais em concreto, soleiras de máquinas da indústria de papel, turbinas, centrífugas e
geradores, grauteamento de painéis, vigas e pré-fabricados, ancoragens, chumbadores e barras
de transferência, locais que exijam alta resistência a impacto
Final de pega: < 8 h
Resistência à compressão: > 28 MPa em 24 horas, > 62 MPa em 28 dias
Resistência à tração na flexão: > 6 MPa em 3 dias, > 7,9 MPa em 28 dias

Fosroc/Anchortec

 Conbextra UW
Graute para uso subaquático fornecido em embalagens de 30 kg
Composição: cimento Portland, agregados graduados, aditivos plastificantes compensadores
de retração e aditivo anti-segregação de finos
Aplicações: grauteamento e reparo de estruturas de concreto submersas, como cais, pontes,
estacas, barragens, eclusas, galerias, canais de escoamento e plataformas
Início da pega: 30 min
Resistência à tração na flexão: 11 MPa
Resistência à compressão: 15 MPa em 24 h, 44 MPa em 7 dias, 50 MPa em 28 dias

 Conbextra SR
Graute de elevada resistência mecânica para uso geral fornecido em sacos de 25 kg
Composição: cimentos de alta resistência inicial, agregados graduados e aditivos
controladores de expansão
Aplicações: grauteamentos de áreas de difícil acesso, fixação de bases de geradores, turbinas,
equipamento pesados, peças estruturais, dentre outros
Início da pega: 20 min
Resistência à compressão: 26 MPa em 24 h, 53 MPa em 7 dias, 64 MPa em 28 dias

 Fosgrout Plus

Graute para uso geral fornecido em sacos de 25 kg


Composição: cimento Portland, areia de quartzo selecionada, aditivos plastificantes e
compensadores de retração
Aplicações: fixação e grauteamento de equipamentos, máquinas, trilhos, tirantes, estruturas
metálicas, componentes hidráulicos, postes, painéis, fundações, pré-fabricados,
preenchimento de vazios com espessuras entre 20 e 60 mm, reparos em pisos de concreto
Início da pega: 20 min
Resistência à compressão: 20 MPa em 2 dias, 40 MPa em 7 dias, 52 MPa em 28 dias

 Renderoc RG
Argamassa fluida para reparos semiprofundos fornecida em sacos de 25 kg
Composição: cimento Portland, agregados selecionados e aditivos especiais
Aplicações: reparos semiprofundos de estruturas de concreto, preenchimento de vazios em
locais de difícil acesso com elevada taxa de armadura, reforço e reconstituição de seções de
elementos estruturais com espessura até 60 mm, fixação e chumbamento de pré-fabricados
Início da pega: 20 min
Resistência à compressão: 14 MPa em 24 horas, 45 MPa em 7 dias, 52 MPa em 28 dias.

Quartzolit
 Graute Fácil
Argamassa para altíssimas resistências fornecida em sacos de 25 kg
Composição: cimento, agregados minerais e aditivos especiais
Aplicações: preenchimento de pilares, vigas, confecção de vergas e contra-vergas de concreto,
chumbamento de placas e portões e aplicações como concreto misturado
Resistência à compressão com consistência de concreto: 15 MPa em 3 dias; 20 MPa em 7
dias; 22 MPa em 28 dias.
Resistência à compressão com consistência de graute: 8 MPa em 3 dias, 11 MPa em 7 dias, 15
MPa em 28 dias

 Super Graute
Argamassa de grande fluidez e alta resistência inicial e final para grauteamento, fornecida em
sacos de 25 kg
Composição: cimento, agregados minerais e aditivos especiais
Aplicações: fixação de bases de máquinas, ancoragem de chumbadores e preenchimento de
falhas em concretagem, reforços de fundações e recuperação de estruturas de concreto
Resistência à compressão: 26 MPa em 1 dia, 45 MPa em 3 dias, 57 MPa em 28 dias

Sika
 SikaGrout

Argamassa auto-adensável de alta resistência para grauteamento,


fornecida em sacos de 25 kg
Composição: cimento Portland, areia de quartzo e aditivos especiais
Aplicações: fixação de máquinas e equipamentos, ancoragem de chumbadores e tirantes,
reforço de fundações, alvenaria estrutural, pré-fabricados, recuperação estrutural
Resistência à compressão: 25 MPa em 1 dia, 40 MPa em 3 dias, 50 MPa em 7 dias; 60 MPa
em 28 dias

 SikaGrout TIX
Argamassa tixotrópica monocomponente para reparos estruturais, fornecida em sacos de 25
kg
Composição: cimento Portland, areia de quartzo e aditivos especiais
Aplicações: grauteamento de ancoragens e calços para placas de apoio, reforço de fundações,
colunas e vigas de pontes, fixação de placas e tirantes, alvenaria estrutural, reparos em fundo
de lajes e vigas de concreto, recuperação estrutural
Resistência à compressão: 15 MPa em 1 dia, 30 MPa em 7 dias, 40 MPa em 28 dias

 SikaGrout 250
Argamassa fluida de elevada resistência para grauteamento, fornecida em sacos de 25 kg
Composição: cimento Portland, areia de quartzo e aditivos especiais
Aplicações: fixação de máquinas e equipamentos, ancoragem de chumbadores e tirantes,
reforço de fundações, colunas e vigas de pontes, fixação de placas e tirantes, alvenaria
estrutural, pré-fabricados, recuperação estrutural
Resistência à compressão: 20 MPa em 1 dia, 30 MPa em 3 dias, 40 MPa em 7 dias, 50 MPa
em 28 dias

Vedacit/Otto Baumgart
 V1 Grauth

Argamassa auto-adensável para grauteamento, fornecida em sacos de 25 kg


Composição: cimento Portland e aditivos especiais
Aplicações: fixação de máquinas e equipamentos, instalação de torres, guindastes e pontes
rolantes, pré-fabricados, reparos em pisos industriais, fixação e chumbamento de tubulações
em concreto, recuperação estrutural
Resistência à compressão: 20 MPa em 1 dia, 48 MPa em 3 dias, 56 MPa em 7 dias, 64 MPa
em 28 dias

 V1 Grauth S
Argamassa auto-adensável para grauteamento, fornecida em sacos de 25 kg
Composição: cimento e aditivos especiais
Aplicações: fixação de máquinas e equipamentos, instalação de torres, guindastes e pontes
rolantes, pré-fabricados, reparos em pisos industriais, fixação e chumbamento de tubulações
em concreto, recuperação estrutural
Resistência à compressão: 33 MPa em 1 dia, 46 MPa em 2 dias, 52 MPa em 3 dias, 60 MPa
em 28 dias

 V1 Grauth TIX
Argamassa seca de alta resistência, fornecida em sacos de 25 kg
Composição: cimento e aditivos especiais
Aplicações: revestimentos, reforços e reparos estruturais, nivelamento de placas de base para
máquinas e estruturas metálicas
Resistência à compressão: 29 MPa em 1 dia, 42 MPa em 3 dias, 56 MPa em 7 dias, 64 MPa
em 28 dias

 V2 Grauth
Argamassa expansiva de alta fluidez para grauteamento, fornecida em sacos de 25 kg
Composição: cimento e aditivos especiais
Aplicações: grauteamento de equipamentos mecânicos pesados, recuperação estrutural,
chumbamento de ancoragens e placas de apoio, fundações de precisão
Resistência à compressão: 37 MPa em 1 dia, 42 MPa em 3 dias, 53 MPa em 7 dias, 57 MPa
em 28 dias

Viapol
 Viagraute

Argamassa expansiva de alta fluidez para grauteamento, fornecida em


sacos de 25 kg
Composição: cimento, areia de quartzo selecionada e aditivos especiais
Aplicações: grauteamento de equipamentos, ancoragem de tirantes e chumbadores, reforço de
fundações, colunas, vigas de pontes e viadutos, fixação de placas de apoio, base e trilho de
pontes rolantes, alvenaria estrutural, pré-fabricados
Resistência à compressão: 16 MPa em 1 dia, 26 MPa em 3 dias, 32 MPa em 7 dias, 38 MPa
em 28 dias

Base resinada

Degussa
 Masterflow 211

Graute epóxi fluido para ancoragens e reparações fornecido em embalagens de 30 kg


Composição: produto epóxi tricomponente com cargas minerais
Aplicações: grauteamento de máquinas e equipamentos de elevada precisão, reparos
estruturais em concreto, grauteamento de painéis, vigas e pré-fabricados, ancoragem de
tirantes e chumbadores, substituição de aparelhos de apoio em pontes e viadutos e
grauteamento de pilares e equipamentos sujeitos a cargas cíclicas e dinâmicas
Resistência à compressão: > 38 MPa em 24 h, > 75 MPa em 28 dias

Fosroc/Anchortec
 Anchorflow EP
Graute polimérico à base de resina epóxi de alta fluidez, não retrátil e de elevada resistência
fornecido em embalagens de 15 kg
Composição: resina epóxi e agregados inertes especialmente graduados
Aplicações: fixação de equipamentos, pontes rolantes, trilhos para transporte pesado, reforço
de bordas de juntas sujeitas a impactos em pisos industriais
Início da pega: 60 min
Resistência à compressão: 35 MPa em 24 horas, 75 MPa em 28 dias

 Conbextra EPR Plus

Graute polimérico à base de resina epóxi de alta fluidez, não retrátil e de elevada resistência
fornecido em embalagens de 15 kg
Composição: resina epóxi e agregados inertes especialmente graduados
Aplicações: fixação de equipamentos, pontes rolantes, trilhos para transporte pesado, reforço
de bordas de juntas sujeitas a impactos em pisos industriais, serviços de urgência, indústrias
químicas e pesadas
Início da pega: 20 a 30 min
Resistência à compressão: 40 MPa em 3 horas, 70 MPa em 1 dia, > 80 MPa em 7 dias

Sika
 Sikadur 42
Graute epóxi fluida de alta resistência mecânica e química para grauteamento, fornecida em
conjuntos de 27 kg
Composição: resina epóxi modificada, amina alifática e cargas minerais
Aplicações: ancoragem de barras, tirantes, chumbadores, enchimento, grauteamento de
precisão, fixação de máquinas com forte vibração e impactos, reparos monolíticos de
aberturas estáticas, aplicações que exijam liberação rápida
Resistência à compressão: 80 MPa em 1 dia, 100 MPa em 14 dias
Resistência à flexão: 17 MPa em 1 dia, 20 MPa em 14 dias

Outros

 Degussa

 Set 45 BR
Argamassa de ação química com ganho rápido de resistência fornecida em sacos de 2,5
kg
Composição: base mineral cimentícia
Aplicações: reparos estruturais de tabuleiros de pontes, viadutos, pavimentos de
concreto sujeito a tráfego de veículos pneumáticos, reparo de bordas e juntas de
pavimentos de concreto, recuperação estrutural, fixação de chumbadores e postes
Resistência à compressão: 13 MPa em 1 hora, 32 MPa em 3 horas, 41 MPa em 24 horas,
48 MPa em 28 dias