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sobre a matéra a sua ordenapow airmagses de intress compor- paseads. oe argues lees 6 pi, trains, ode trade Tcantemporinees de olsen thaeriais ectdteas $m det nas de ado anno rirenecoion gor er scorer capiruor ATRADUGAO DO REGISTO ARQUEOLOGICO rescuer oliza? Como Gu dcidem que uma ferramenta ere gasta¢ quo pre- (de comprar outta? em que altura decicm que uma isn ja ale Lom ples escebriores, amo mutates pasos do utc mite engnade quando penea que © arquetloge sdescobre o paasador, porque <0 regia Srqueolgco est connosc,aqul no presenter. Fst poriado olado, debaizo ddatorraajltoa que alguémo exponhe aoconstrulr uma estrada; fa parte {ds nomad mundo cotemporanao eax obervagses quefazemos seu reapela ‘io fetus aqui © ngorm, slo sins também norsatcontempordneas, Bssas ho ve diectamante de paneadoxmo acontace, por exemple, ‘ocarede umhistarador que uilia inermagtes encontrada ‘eos els sé por sno ‘Sco lo feitodesimbols, palavras econcltos,mas sim de coisas materia &demarin rdnada Aes mania depres one gid om "inten mania Aiendoo que dito for como mode decomunicarsomalguérynofture. Cla rogue jsto nfo quer dizer que ohomem nd usa cls." las paracomu beer. Atvoupase;ias qu tilieamosrevelam muitodenéxprépriegfclin ‘Poresempia pademor saber wal 6 pola oy saga vet al eran ua nformaaa ear ‘Oarquodlog traballacom mater Aferentesdohistorador, poo menes neque diz respeite woe sisterastimbe- Fics ede somunieapo ilizados pele homer, “Agora historadorer tom defend qua a mel bertas sabre opassado ¢a empatia st magna ‘lan queria prodazido os reslladonsbservadoe Supontarnes, por exer. plo, que encontreluma larerarodeada do pedrascomeinaas na contro coetos ‘pengent Sendo oderia ea ler fit que hem possivelqastigome Permitise formar um eonjunte da dels acorea decom ora passado. Mas Dlr essa dates nto passa deur primero passe, cm quo uizamos «nos Saimaginagdo¢o saber quo aeumuldmes acerca da rlasde entre ocomper. tamente humane e os cbectos materia Multe mai importante ¢a forma ort, qualguer forma de saber se easas historias so correctas ‘Serdque'a mallor mancira de Iida com eate dest 6, como alguns ar {te ve verfcam num content goal Os arqueGloges, como salient, nde ‘bservam fates socials; observa factce materais eontemporanensepor- tanto, no sentido pratien os métodes das eiencias seis nda ‘Marqucolapia A arqucologia tem de fazer face nature enpecfen doses ddades ea cardcter tunica de desaio que enfenta — come chegn? ao passado ‘parte do presents. que nedeanirog pots umacioncadovegtaaraued. Topic, ura cigncia quo, em vex deo nara, tate o problemas expetficos ‘chmque deparamos quando lilzamos ese regiat para aprender algo sabre Stpanade. ‘Sento somos historiadores nem soilogos,quetalutilzarmososmétodos escluncins daNaturens? Esta parece seruma agestio bastante maireacas ‘el, poraue entre os ivestigadores das itnclas natura nose alimenta “hpectatin do ns dado nanem por sis, Onision, qumigs bilagos, ee "an, 180, rene -quio prénimadarealidadeesima- or esta rasdo que tenho sempre so astnieastecnicas que eonheo que podem ajuder o argues Feselver osu dlema especie e peculiar soo facto de apenaster oper obsorvariescontemporineas acerca de claes materia cas alo inacecivts a oboe lmplicasds tem esta conelusio para. eseavames um sitio’ Sera que mos denosproocuparcom sign ds vestgiosarqselegneantos de os escavar? Ses, se que seo Dresultado das eseavagses?Certamenta«arquedago, como des lem ne rorapar cm ea guts No eran fren pasando st nes sinteiramente ao desenvelv- umamctodalogi perfeita,cndorcelhtssemes enhunsdadosasea Poroutrolada, setvenacion um egistoarquelagcn completoymas forma dee peer atu signendo, na stares mais pert sabre parcado, Comod cvs estas duns acetasda investiga. jentaim dose desenvalver em conjunto, mas eso mals fel de ‘Pod acontecor que estavemos demasiado, sm ter inves. sta possvelinvrpretaraguilo que observe- ou qu fgamos demasiada pesquisa metodologeae quando wcapenos fchognr fase da eseavaco, veriemos m conclr que, final, site nko fs coisas que precndvamos de sbuervar Dor veces ba arquedlage= 12 ¢¥' um homer decampes, 08 lidadesexistentes de realizapo de infertncias sobre o passado. Mas ste as, spriaticicas de acavardogus nos ten tambencninaaentalovadon ov ua investigopao metodligiea eada ver mais divrsieada, porque ston sempre atonal eit qu Mo ompremderos «ac aa {egos tm de sc xntinsamenteaatocrtos: €or eta rast que se rala de ‘th dlcplina conmum ambiente ntl ta anrade «por ian qu ox srguediogsesise sxapren daca uncom os outros sobre quem am Fado ‘mideterminadoseantsAaocrcalevahmadange, mar sis prépriam ‘tsa, desaioquenarguelopapartiba aver aperascom apalortaegin ‘com algumas otras, poucandncplins, uj cbjctive 6 fez inferéntan ‘Sceredo pasnade com bas om cosascontampertneas Aargueolgia io, Pertanto, um rame do suber em que psa possa Sis frme ‘Greta, nem pode seruma dill mitabe apenas tdescobert, como ‘punta hortem do sutocar, Polo contrary, um ramo intelratenta ‘ependentedainferenciaacern do passa feta partir deceitas encore {enomunds contemporano.Tnflament, on dado argueligicn nl tim Silda préprio. Seino force verdadeo oso rabalhseviamoltomasticl Fazer com que o presente sirvao pasado studumos opeseade para ponder ais tobe preven, Tales rl este amos tao A vontad, porsm, com a ila de que ostudamos o presente para ido, Plo menos, muita gente nfo parece prediposta a Iie! sto leva-mea pensar que a disc Sefistcada,Conseauentemente, la dvera vir stmulantese mais cariicederas sobre o noo passade do pereenpls Rg le arte edecaray, 27 sitesi comet unfenmeocteemperinen ron fasemon sores dee ni ago cnsaagss “torent te jatidas quo preserve cles do pasuado; has pretsamos de erramentasorinaparadar sentido eateacosasquande ns Identifiea-is com prec erecofecro cnterto sm que s° nocemperaments humane do pessndedepende de um tip dein. qu nda pode bet flta a pas de rgita argue. Ito 8° gue, haunsanes, me lovouadesertodocentroda Australia para esmtas que eaheciaintramen” ypedrae qo irda on utizava dover om quando. Esperava poder rela. fo eomportamente dota pessoas (adnan) com as consequneias feompertamecnta al como podem sr vistas em toms da datribulpo, 'emodficapto ds instrument de pedra (aestaticn) Alguns espectae ftrabllo a rsumidamentedecrtos no capitlo wi. Omeu oectivo nludararelagioentvea dinamica ea estitiea num cenario moderna. Se mos combrecnder essa rela come pormnor necessri, era. frtso so nosso diupor umaespécide-pedra de rosea umamancira de sinstromentosdepedre(materaisestatios)eneontrados nama ban arqucoligien em aspecine david do grape de pessoas Que a elaptesentreosachados quferemeseascondigdesquetornarampos ft tansformapdo dessesnchados, naqule que efectvaente oy 56 portato, ser etdadas entre povosnctunlmenta exisentas Bu pro- fe brace: worecta qusideum teabalhos ater calseeeNumetio, grupo de exqméscapadores de carbs do Alaska’ «entre os Navajo, ito pastores de ovellas do Sudosste dos Estados Unidas da Amerie, ¢ ariosalunosa rabalba entre osbosquimanosKung, ha Afvica dos. estes traathos de campo foram concebidos deforma aque oss pss de aor ei laoament xia te ota Yenconiramcs na nesta qualidade de arquedlagos eos véris sompota que resultaram na produplo, modieagd eventual abandono des oa "Aarquecloga experimental” ¢outradreade pesquisa em que o presente a0 wervigo do passado, com o olective de proporconar perspec: Bake sn sr rs. 8 Pascale arn ver Ong