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CLASSIFICAÇÃO

Como é muitos dos esportes Paraolímpicos, no voleibol adaptado também


existe uma classificação consoante o grau de limitação, o qual depois pode
influenciar a constituição da equipa em jogo consoante algumas
regulamentações da prova. As classificações são as seguintes:

Classe A1: refere-se aos jogadores com dupla amputação acima ou através
das articulações do Joelho (Duplo AK, do inglês “Above Knee”, que significa
“acima do joelho”);

Classe A2: assim como a classificação anterior, refere-se a uma amputação


acima ou através das articulações do joelho, entretanto uma amputação
simples e não dupla;

Classe A3: são aqueles com dupla amputação abaixo do joelho (Below Knee,
BK), ou através ou acima da articulação tálus-calcanear;

Classe A4: o mesmo que os anteriores, mas com amputação simples;

Classe A5: refere-se aos atletas que possuem dupla amputação acima ou
através da articulação do cotovelo (above elbow, AE);

Classe A6: as características da amputação são as mesmas do anterior,


porém, esta é simples;

Classe A7: caracteriza os jogadores com dupla amputação abaixo do cotovelo


(below elbow, BE) ou através/acima das articulações do pulso;

Classe A8: como o anterior, todavia há apenas uma amputação simples;

Classe A9: ACMIS refere-se a amputações combinadas de membros inferiores


e superiores. Observação: Existe uma categoria adicional chamada de Les
Autres e esta é composta por atletas com outro tipo de limitação locomotora,
podendo ter ela surgido por exemplo devido a um ataque cardíaco, problemas
de medula óssea, paralisia parcial, etc…

REGRAS

A quadra é mais pequena que a comum, tendo de medidas 10 metros de


comprimento por 6 de largura. As linhas de ataque estão a 2 metros do centro
do campo.
A rede tem 6,50 a 7 metros de comprimento e 0,80 metros de largura, ficando
ela a 1,15 metros do chão para os homens e a 1,05 metros para as mulheres.
Dos 12 jogadores da equipe, só pode haver no máximo dois que tenham
“inabilidade mínima” e apenas um pode estar a jogar dentro do campo.
Enquanto no voleibol convencional a posição do jogador é marcada pelos seus
pés, aqui é pelos glúteos dos jogadores, podendo eles ter as pernas ou braços
em outras zonas. Durante o serviço, qualquer jogador do ataque pode tocar na
bola e interferir na trajetória do serviço se esta tiver acima da altura da rede. Os
atacantes da equipe adversária também podem bloquear o serviço, coisa que é
considerada falta no voleibol normal.

Em cada partida existem 2 árbitros que vigiam todas as jogadas e veem se


existe alguma irregularidade, 2 auxiliares que estão cada um numa das
extremidades do campo e ficam mais atentos ás linhas e se a bola cai ou não
dentro do campo e ainda existem 2 marcadores que estão na mesa a assinalar
a pontuação do jogo.