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EQUAÇÕES DIFERENCIAIS E

CÁLCULO VETORIAL

PRA
EQUAÇÕES DIFERENCIAIS E CÁLCULO VETORIAL

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO PARA ESTE PRA:

✓ Equações diferenciais de primeira e segunda ordens


✓ Equações diferenciais homogêneas e não-homogêneas
✓ Resolução de ED pelo método de separáveis de variáveis
✓ Resolução de ED pelo método do fator integrante
✓ Campos vetoriais: Rotacional e Divergente
EQUAÇÕES DIFERENCIAIS E CÁLCULO VETORIAL

BIBLIOGRAFIA

• BOYCE, Willian E. ; DIPRIMA, Richard C. Equações diferenciais elementares e


problemas de valores de contorno. Rio de Janeiro: Guanabara, 1988.
• GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo. Rio de Janeiro: LTC, 2000. v. 1 e 2.
• STEWART, James. Cálculo. São Paulo: Cengage Learning, c2008. v.1 e 2.
• SWOKOWSKI, Earl W. Cálculo com geometria analítica. São Paulo: Makron Books,
1995. v. 2.
EQUAÇÕES DIFERENCIAIS: noções gerais

Equações diferenciais são equações que envolvem uma função


incógnita e suas derivadas, além de variáveis independentes.

Por meio de equações diferenciais podemos fazer a formulação


diferencial dos modelos representativos de vários fenômenos
estudados, tanto nas ciências físicas, como nas ciências biológicas e
sociais.

Os primeiros exemplos de equações diferenciais encontramos em


algumas Leis da Física. Porém, com o desenvolvimento do
conhecimento científico, usamos equações diferenciais em muitas
áreas desse conhecimento.
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Conceitos básicos de equações diferenciais

Aplicações de equações diferencias

Movimento de um pêndulo simples


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Conceitos básicos de equações diferenciais

Aplicações de equações diferencias

Sistema massa-mola: posição ocupada


pela massa m no sistema.
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Conceitos básicos de equações diferenciais

Aplicações de equações diferencias

Corrente em um circuito elétrico


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Conceitos básicos de equações diferenciais

Definição 1: Uma equação cujas incógnitas são funções e que contém, pelo
menos, uma derivada ou diferencial dessas funções é denominada de equação
diferencial.

Definição 2: Se uma equação diferencial só contém diferenciais ou derivadas


totais é denominada de equação diferencial ordinária.

Definição 3: Se uma equação diferencial contém, pelo menos, uma derivada


parcial é denominada de equação diferencial parcial.
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Conceitos básicos de equações diferenciais
Definição 4: Chama-se ordem de uma equação diferencial a ordem da “maior”
derivada que aparece na equação.

Definição 5: O grau de uma equação diferencial é o grau da derivada de maior


ordem envolvida na equação.

Definição 6: Uma condição inicial é uma condição da solução de uma equação


diferencial em um ponto.

Definição 7: Uma equação diferencial com uma condição inicial apresentada é


chamada problema de valor inicial (PVI).
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Resolução de equações diferenciais

Resolver uma equação diferencial significa determinar as funções que


satisfazem tal equação. Dessa forma, é pela integração de uma diferencial
que se dá a solução e, geometricamente, as curvas que representam
soluções são chamadas curvas integrais. Existem 3 tipos de soluções:

• Solução geral: é a solução da equação que contém tantas constantes


arbitrárias quantas forem as unidades da ordem de integração;

• Solução particular: é a solução deduzida da solução geral


atribuindo-se valores particulares às constantes;

• Solução singular: é uma solução não deduzida da solução geral e


que só existe em alguns casos.
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Resolução de equações diferenciais

Exemplo: Família de soluções y(t) no intervalo I


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Resolução de equações diferenciais EXEMPLOS
RESOLVIDOS
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Resolução de equações diferenciais EXEMPLOS
RESOLVIDOS
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Resolução de equações diferenciais EXEMPLOS
RESOLVIDOS
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Resolução de equações diferenciais EXERCÍCIOS

Em cada caso, verificar que a função dada é solução da equação diferencial


correspondente e determinar as constantes de modo que a solução
particular satisfaça a condição dada:
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Resolução de equações diferenciais EXERCÍCIOS

Em cada caso, verificar que a função dada constitui uma solução da


equação:
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Resolução de equações diferenciais EXERCÍCIOS

Em cada caso, verificar que a função dada constitui uma solução da


equação:
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Resolução de equações diferenciais EXERCÍCIOS
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Equações diferenciais ordinárias de 1ª ordem e 1° grau

SÃO EQUAÇÕES DE FÁCIL SOLUÇÃO, BASTANDO ISOLAR


OS TERMOS DE X E Y E INTEGRAR.

PODER APRESENTAR VALORES INICIAIS (condições)


PARA DETERMINAR UMA SOLUÇÃO EXATA DA EQUAÇÃO.
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Equações diferenciais ordinárias separáveis

Apresentam-se ou são transformáveis em uma equação do tipo


Mdx + Ndy = 0, onde M e N podem ser: funções de uma variável,
produtos com fatores de uma só variável ou constantes.
São equações de fácil solução, bastando isolar os termos de x e y e
integrar.
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Resolução de equações diferenciais EXEMPLOS
RESOLVIDOS
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Resolução de equações diferenciais EXEMPLOS
RESOLVIDOS
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Equações diferenciais de variáveis separáveis EXERCÍCIOS

Exemplos:
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EXERCÍCIOS
Equações diferenciais de variáveis separáveis

Dica: usar técnica da substituição (final deste arquivo)


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Equações diferenciais de variáveis separáveis

Exemplos:
Encontre uma expressão para a corrente
em um circuito onde a resistência é 12
ohms, a indutância é de 4 H, uma bateria
dá uma tensão constante de 60 V, e o
interruptor é ligado quando t=0. Qual é o
valor limite da corrente?

Dica: usar técnica da substituição (final deste arquivo)


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Equações diferenciais de variáveis separáveis

Exercícios: Determine, se possível, a solução geral das seguintes equações diferenciais.


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Equações diferenciais de variáveis separáveis

Exercícios: Resolva os seguintes problemas de valor inicial (PVI):


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Equações diferenciais separáveis
EXEMPLOS
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Equações diferenciais separáveis
EXEMPLOS: aplicação
Considere um circuito elétrico simples que contém uma força eletromotriz (pilha ou
gerador) que produz uma tensão de 𝐸(𝑡) volts (V) e uma corrente de 𝐼(𝑡) amperes (A)
em um instante 𝑡. O circuito também possui um resistor de resistência 𝑅 ohms (Ω) e
um indutor de indutância 𝐿 Henries (H). Utilizando um das Leis de Kirchhoff, sabemos
que:

Suponha que no circuito acima, a resistência seja 10 Ω e a indutância, 2 H. Se uma pilha


fornecer uma tensão constante de 40 V e o interruptor for fechado quando 𝑡=0, então
a corrente começa com 𝐼(0)=0. Determine:

a) a expressão da corrente 𝐼(𝑡).


b) a corrente após 0,1s.
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Equações diferenciais lineares de 1ª ordem

As equações (diferenciais ordinárias) lineares de 1ª ordem


são equações que podem ser escritas como:

A resolução desse tipo de equação diferencial se dá de duas formas:

Equações em que p(t) = 0

Equações em que p(t)  0


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Equações diferenciais lineares de 1ª ordem

Equações em que p(t) = 0


Se a função p(t) = 0, tem-se:

A solução é calculada como uma equação separada:

Exemplo:
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Equações diferenciais lineares de 1ª ordem

Equações em que p(t)  0


Define-se uma função auxiliar, u(t), de forma que ao multiplicarmos a
equação geral por esta função, a equação obtida é uma equação linear
com p(t) = 0, ou seja, do tipo anterior. Uma função com esta propriedade
é chamada fator integrante da equação linear.

A função u(t) é calculada conforme se segue:

Onde:
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Equações diferenciais lineares de 1ª ordem

Equações em que p(t)  0

Após o cálculo de u(t), multiplica-se na equação geral:

Mas o lado esquerdo dessa equação é a derivada de um produto o


que faz com que ela possa ser reescrita na forma:

Integrando dos dois lados da equação:


Exemplo
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Equações diferenciais lineares de 1ª ordem

Equações em que p(t)  0

OBSERVAÇÃO: ao invés de efetuar todos os procedimentos


anteriores, pode-se aplicar diretamente a solução direta,
conforme equação abaixo
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EXEMPLOS
Equações diferenciais lineares de 1ª ordem
RESOLVIDOS
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EXEMPLOS
Equações diferenciais lineares de 1ª ordem
RESOLVIDOS
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EXEMPLOS
Equações diferenciais lineares de 1ª ordem RESOLVIDOS
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EXEMPLOS
Equações diferenciais lineares de 1ª ordem
RESOLVIDOS
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EXEMPLOS
Equações diferenciais lineares de 1ª ordem
RESOLVIDOS
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Equações diferenciais lineares de 1ª ordem


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Equações diferenciais lineares EXEMPLOS
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Campos de Direção
Infelizmente, é impossível resolver a maioria das equações diferenciais no
sentido de obter uma fórmula explícita para a solução. Apesar da ausência
de um solução explícita, ainda podemos aprender muito sobre a solução
através de uma abordagem gráfica (campos de direção) ou uma abordagem
numérica (método de Euler).
Em geral, suponha que temos uma equação diferencial de primeira ordem
da forma:

Onde F(x,y) é uma expressão em x e y. A equação diferencial diz que a


inclinação de uma curva de solução num ponto (x,y) da curva é F(x,y). Se
desenharmos segmentos de linha curtos com inclinação F(x,y) em vários
pontos (x,y), o resultado é chamado de campo de direção. Esses segmentos
de linha indicam a direção na qual uma curva da solução está. O campo de
direção nos ajuda a visualizar a forma geral dessas curvas.
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Campos vetoriais
GRADIENTE

Chamamos de campos vetoriais, basicamente, as


funções que associam vetores a pontos no plano ou
no espaço. Podemos associá-los a várias grandezas
físicas, como velocidade, temperatura, força,
eletricidade etc. Em geral, um campo vetorial é uma
função com domínio: pontos em R2 ou R3 e imagem:
vetores em V2 ou V3.
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Campos vetoriais
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Campos vetoriais
GRADIENTE

O operador diferencial () é definido como:

O vetor gradiente é obtido aplicando o operador


 em um campo escalar.
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Campos vetoriais
DIVERGENTE ROTACIONAL

• Rotacional e divergente são duas operações essenciais nas


aplicações de cálculo vetorial em mecânica dos fluidos, eletricidade e
magnetismo, entre outras áreas.

• Em termos gerais, o rotacional e o divergente lembram a derivada


mas produzem, respectivamente, um campo vetorial e um campo
escalar.

• Ambas operações são descritas em termos do operador diferencial .


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Campos vetoriais
DIVERGENTE
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Campos vetoriais
ROTACIONAL
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Campos vetoriais
EXEMPLOS
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Equações diferenciais exatas: campos conservativos

Teorema: Sejam M e N funções contínuas e deriváveis. Mdx + Ndy = 0


é diferencial exata se, e somente se,

Exemplo: Verificar se a equação (x² - y²)dx - 2xydy = 0 é diferencial exata.


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MATERIAL COMPLEMENTAR

DERIVADAS
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III
Conceitos básicos de derivação
Derivada de uma função
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III
Conceitos básicos de derivada

Exemplo 1. Suponhamos que a temperatura de uma sala seja f(x) = x2

y f ( x ) - f ( x0 )
f ' ( x0 ) = lim = lim
x →0 x x → x0 x - x0
x2 - 1 ( x - 1)( x + 1)
f ' (1) = lim = lim
x →1 x - 1 x →1 x -1

f ' (1) = lim( x + 1) = 2º C / h


x →1
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III
Conceitos básicos de derivada
Exemplo 2 – Determinar a derivada da função f(x) = 2x2 no ponto x0 = 3,
ou seja, f’(3).
y f ( x) - f ( x0 )
f ' ( x0 ) = y ' = lim = lim
x →0 x x → x0 x - x0
Temos: x0 = 3 e f(x0) = f(3) = 2.32 = 18

2 x 2 - 18 2( x 2 - 9) 2( x - 3)( x + 3)
f ' (3) = lim = lim = lim
x →3 x -3 x →3 x -3 x →3 x -3

f ' (3) = lim 2( x + 3) = 12


x →3
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III
Conceitos básicos de derivada
Exemplo 3 – Determinar a derivada da função f(x) = x2 - 6x no ponto
x0 = 2, ou seja, f’(2).

y f ( x) - f ( x0 )
f ' ( x0 ) = y ' = lim = lim
x →0 x x → x0 x - x0

Temos: x0 = 2 e f(x0) = f(2) = 22 – 6.2 = -8

x2 - 6x + 8 ( x - 2)(x - 4)
f ' (2) = lim = lim = lim( x - 4) = -2
x →2 x-2 x → 2 x-2 x →2
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III
Conceitos básicos de derivação
Regras de derivação
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III
EXEMPLO DA DERIVADA DE UMA FUNÇÃO CONSTANTE:

Se c é uma constante e f(x) = c para todo x, então f’(x) = 0.

a) y =8 a) y = cos 
b) y = 3+ b) y = sen(3 +  )
c) y = -5 c) y=e
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III
EXEMPLO DA DERIVADA DE UMA FUNÇÃO ALGÉBRICA:
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III
EXEMPLO DA DERIVADA DE UMA FUNÇÃO ALGÉBRICA:
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III

EXEMPLO DA DERIVADA DE UMA FUNÇÃO EXPONENCIAL:

Seja f(x) = ex, sua derivada é a própria f’(x) = ex.

Seja f(x) = ax, sua derivada é: f’(x) = ax . ln(a)


CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III
EXEMPLO DA DERIVADA DE UMA FUNÇÃO LOGARÍTMICA

Seja f(x) = lnx, sua derivada é; f’(x) = 1/x.

f ( x) = ln(3x 2 - x), então


1 6x -1
f ' ( x) = 2 .(6 x - 1) = 2
3x - x 3x - x
Seja f(x) = loga(x), sua derivada é; f’(x) = 1/x . ln(a)
f ( x) = log10 x, então
1
f ' ( x) =
x. ln 10
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III

EXEMPLO DA DERIVADA DE UMA FUNÇÃO TRIGONOMÉTRICA:


CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III
Conceitos básicos de derivação
Propriedades de derivação

Regra da soma

Regra da multiplicação por escalar

Regra do produto

Regra da divisão

𝑓 ′ 𝑥 = 𝑢′ 𝑣(𝑥) . 𝑣 ′ (𝑥) Regra da cadeia


CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III
Conceitos básicos de derivação
Propriedades de derivação
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS

Regra da soma
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Conceitos básicos de derivação
Propriedades de derivação
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS

Regra da multiplicação por escalar


CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III
Conceitos básicos de derivação
Propriedades de derivação
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS

Regra do produto
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III
Conceitos básicos de derivação
Propriedades de derivação
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS

Regra do produto
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Conceitos básicos de derivação
Propriedades de derivação
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS

Regra da divisão
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Conceitos básicos de derivação
Propriedades de derivação
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS

Regra da cadeia
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Conceitos básicos de derivação
Propriedades de derivação
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS

Regra da cadeia
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Conceitos básicos de derivação
Propriedades de derivação
EXERCÍCIOS RESOLVIDOS

Regra da cadeia
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Conceitos básicos de derivação
Propriedades de derivação
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MATERIAL COMPLEMENTAR

VETORES
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Conceitos básicos álgebra vetorial
Notação vetorial
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Conceitos básicos álgebra vetorial
Produto escalar

CONCLUSÃO:
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Conceitos básicos álgebra vetorial
Produto vetorial
Duas regras práticas: determinante da matriz
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MATERIAL COMPLEMENTAR

ÁLGEBRA
EQUAÇÕES DIFERENCIAIS E CÁLCULO VETORIAL
Conceitos básicos de álgebra

EXPONENCIAÇÃO RADICIAÇÃO
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Conceitos básicos de álgebra

FUNÇÃO EXPONENCIAL

y = ex se, e somente se, x = ln(y)

ln(ex) =x

ex+y= ex.ey

ex-y = ex/ey

ex.k = (ex)k
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Conceitos básicos de álgebra
PRODUTOS NOTÁVEIS
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Conceitos básicos de álgebra

EQUAÇÃO DO SEGUNDO GRAU: FÓRMULA DE BHÁSKARA

ax² + bx + c = 0

c
x1  x2 = x1 + x2 = -
b
a a
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Conceitos básicos de álgebra

EQUAÇÃO DO TERCEIRO GRAU: Relações de Girard

ax + bx + cx + d = 0
3 2

b
x1 + x2 + x3 = -
a
(x1  x2 ) + (x1  x3 ) + (x2  x3 ) = c
d a
x1  x2  x3 = -
a
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Conceitos básicos de álgebra

IDENTIDADES TRIGONOMÉTRICAS
EXEMPLOS DE AVALIAÇÃO
QUESTÃO 1
Seja a equação diferencial não-linear de segunda ordem mostrada baixo, verifique se a
função y indicada é solução da equação diferencial e determine o valor dos coeficientes A e B
por meio das condições iniciais y’(1) = 2 e y’’(1) = 3.

QUESTÃO 2 dy 3.cos( x )
Resolver a EDO de 1ª ordem homogênea ao lado =
com a condição inicial y() = 5. dx 2. y ²
QUESTÃO 3
Calcule o rotacional do campo vetorial F abaixo e aplique no ponto P(1,-1,2).
𝐹Ԧ 𝑥, 𝑦, 𝑧 = 3𝑥𝑧 2 𝑎𝑥 + 2𝑥 2 𝑧 3 𝑎𝑦 +3y²z²𝑎𝑧
QUESTÃO 4
Calcule o divergente do campo vetorial F abaixo e aplique no ponto P(1,2,-2).
𝐹Ԧ 𝑥, 𝑦, 𝑧 = 3𝑥𝑦³𝑧 2 𝑎𝑥 + 2𝑦𝑧 3 𝑎𝑦 +3xz²𝑎𝑧
QUESTÃO 1 (2 pts)
Determine qual ou quais das funções y1 e y2 abaixo são soluções da equação diferencial.
Aquela que for solução, calcule o valor da constante C para a condição y(2)=8.
𝑦1 𝑥 = 𝐶𝑥² 𝑦2 𝑥 = 𝐶𝑒 −𝑥
𝑥 + 3 𝑦" + (𝑥 + 2)𝑦′ − 𝑦 = 0

QUESTÃO 2 (5 pts)
a) Resolver a EDO de 1ª ordem homogênea ao lado ( x ² + 1) y - 2 xy = 0
com a condição y(1) = 4.
dy 3.cos( x )
b) Resolver a EDO de 1ª ordem homogênea ao lado =
com a condição inicial y() = 4. dx 2. y ²

QUESTÃO 3 (3 pts)
Calcule o rotacional e o divergente da função F abaixo e aplique no ponto P(1,-1,2).
𝐹Ԧ 𝑥, 𝑦, 𝑧 = 3𝑥𝑦𝑧 2 𝑎𝑥 + cos(𝑥 2 )𝑦𝑒𝑧𝑎𝑦 +ln(x)z3𝑎𝑧
MATERIAL COMPLEMENTAR

INTEGRAIS
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III – PRA
Conceitos básicos de integração
Integral de uma função
• Antiderivação e Integração
– Antiderivação é uma operação que consiste em encontrar uma
função F(x), cuja derivada F’(x) é uma função conhecida f(x). Se a
função F(x) existir, ela é chamada antiderivada de f(x).

◼ Exemplo
◼ Seja f ( x) = x 2 . Uma antiderivada de f(x) é:
1 3
F ( x) = x + C , pois F ' ( x) = x 2
3
◼ Costuma-se chamar a operação de antiderivação também
por integração e a antiderivada de integral.
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III – PRA
Conceitos básicos de integração
Integral de uma função
• Antiderivação e Integração
– Todas as integrais indefinidas devem ter o complemento
“+C” em sua solução pois muitas funções têm a mesma
derivada;
– A integral indefinida é aquela para a qual não foi definida
um intervalo de valores, portanto, ela é uma função ou
família de funções;
– A integral definida é aquela definida dentro de um certo
intervalo e calculada neste intervalo, portanto, ela é um
número.
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III – PRA
Conceitos básicos de integração
Integral de uma função
• Integral Indefinida
– A operação que envolve uma integral indefinida consiste em achar sua
primitiva, ou seja, é a mesma operação que consiste em achar uma
antiderivada. O que muda então?
A notação!
– Para denotar a integral de uma função passaremos a utilizar a seguinte
notação:
1
Seja f ( x) = 2
. x Uma primitiva de f é: F ( x) = x 3 + C
3
Pois F ' ( x) = f ( x) . Assim, a nova notação estabelece que:

 f ( x)dx = F ( x) + c
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III – PRA
Conceitos básicos de integração

Integral de uma função


• Exemplo
x3
f ( x) = x é:  x dx = 3 + C
2 2
– A integral de

◼ A integral de f ( x) = sen x é:
 sen xdx = - cos x + C
A integral de f ( x) = e x é:
 = +C
x x
◼ e dx e
◼ A integral de f ( x) = cos x é:
 cos xdx = sen x + C
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III – PRA
Conceitos básicos de integração
Integral de uma função
• Definição simbólica
– Se F(x) é uma primitiva de f(x), a expressão F(x) + C
é chamada integral indefinida da função f(x) e é
representada pela expressão:

 f ( x)dx = F ( x) + C
– O símbolo “dx” que aparece na fórmula serve para
identificar a variável sobre a qual se processa a
integração.
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III – PRA
Conceitos básicos de integração
Integral de uma função

 dx
• Exemplo 2
x
– Significa que a operação de integração incide sobre a
variável “x”.

 . y dy
2 3
x
– Significa que a operação de integração incide sobre a
variável “y”.
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III – PRA
Conceitos básicos de integração
Integral de uma função Resumindo:

Sabemos que a derivada é um dos conceitos mais


importantes do Cálculo. Outro conceito também muito
importante é o de Integral. Existe uma estreita relação
entre estas duas ideias.
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III – PRA
Conceitos básicos de integração
Integral de uma função Resumindo:

Qual o significado da constante C?


CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III – PRA
Conceitos básicos de integração
Integral de uma função Resumindo:

Observe: após resolver o cálculo da integração, os símbolos


da integral e a diferencial não são copiados no resultado!
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III – PRA
Conceitos básicos de integração
Regras de integração
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III – PRA
Conceitos básicos de integração
Resumo

INTEGRAIS IMEDIATAS PROPRIEDADES


CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III – PRA
Conceitos básicos de integração
Propriedades de integração

(Multiplicação por uma constante: coloca-se a constante fora da integral)

(A integral de uma soma de função pode ser calculada pela soma da integral de cada função)

(A derivada de uma integral resulta na própria função do integrando)


CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III – PRA
Conceitos básicos de integração

EXEMPLO
Calcular
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III – PRA
Conceitos básicos de integração
Regras de integração: exemplos de aplicação
• Integral de uma função constante
– Uma primitiva de uma função constante f(x) = k, é a
função linear F(x) = k.x, pois F’(x) = (k.x)’ = k.
Logo:
 k. dx = k. x + C
• Exemplo
 5. dx = 5. x + C
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III – PRA
Conceitos básicos de integração
Regras de integração: exemplos de aplicação
n +1
x
• Integral de uma função potência
 . dx = n + 1 + C
n
x
– Seja, por exemplo, f(x) = x4.
x5
– Uma primitiva de5f(x) é F ( x) = 5 pois F’(x) = x4.
x
– Logo:  x dx = 5 + C
4

– Portanto, uma primitiva da função f(x) = xn, com


x n +1
n  -1, é a função F ( x) = n + 1
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III – PRA
Conceitos básicos de integração
Regras de integração: exemplos de aplicação

• Caso especial de Integral de uma função potência


– Seja, por exemplo, f(x) = x-1 = 1/x.

– Uma primitiva de f(x) = 1/x é a função F(x) = ln|x|,


portanto:
1
 x
dx = ln x + C
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III – PRA
Conceitos básicos de integração
Regras de integração: exemplos de aplicação

• Propriedades
– Integral da soma

 [ f ( x) + g ( x)].dx =  f ( x)dx +  g ( x)dx


– Exemplo

 + + =  dx +  xdx +  4dx
2 2
( x x 4) dx x
x3 + x2 + 4x + C
3 2
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III – PRA
Conceitos básicos de integração
Regras de integração: exemplos de aplicação

• Propriedades
– Integral da diferença

 [ f ( x) - g ( x)].dx =  f ( x)dx -  g ( x)dx


– Exemplo

 - =  -  dx
4 2 4 2
( x x ) dx x dx x
x5 - x3 + C
5 3
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III – PRA
Conceitos básicos de integração
Propriedades de integração EXEMPLOS RESOLVIDOS

x3+1 x4
 x³dx = 3 + 1 + C = 4 + C
3 5
+1
3 2
x 2
x 2 52
 x ³dx =  ( x ) 2 dx = +C = +C = x +C
3 2 +1 52 5
x3
 ( x² + 8)dx =  x²dx +  8dx =  x²dx + 8 dx = 3 + x + C
1 y -3+1 y -2 y -2 1
 dy =  y dy =
-3
+C = +C = - +C = - 2 +C
y³ -3 + 1 -2 2 2y
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III – PRA
Conceitos básicos de integração
Propriedades de integração EXEMPLOS RESOLVIDOS

1 1 1 1
 2x dx = 
2 x
dx =
2
ln | x | +C

1
 6 x dx = 6 x dx = 6ln | x | +C
-1

x + x³ 1 x 1 x3 1 1 1 1 x2
 2 x² dx = 2  x² dx + 2  x² dx = 2  x dx + 2  xdx = 2 ln | x | + 4 + C
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III – PRA
Conceitos básicos de integração
Propriedades de integração EXEMPLOS RESOLVIDOS

 =  = +C
x x x
3e dx 3 e dx 3e
3

( )  x
+ = +  = + +C
x x x
x ² 4e dx x ² dx 4 e dx 4e
3
 74e x  74e x
 2   2
+ = +  =  +  = + 2x + C
x x
 2  dx dx 2 dx 37 e dx 2 dx 37 e
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III – PRA
Conceitos básicos de integração
Propriedades de integração

CÁLCULO DA CONSTANTE DE INTEGRAÇÃO

Dada uma função y = F(x), em que f '(x) é sua derivada, sabemos


que a integral da derivada de f'(x) é uma função F(x), sendo a
integral dessa função igual a F(x) + C.

Deste modo, temos infinitas funções que se diferenciam através


da constante C, sendo que se for dado F(x0) = y0, poderemos
determinar o valor da constante.
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III – PRA
Conceitos básicos de integração
Propriedades de integração

CÁLCULO DA CONSTANTE DE INTEGRAÇÃO

Seja F(x) uma função onde sua derivada

Calcular o valor de F(x) que satisfaça a condição inicial F(-1) = 1.

Passo 1: integrar a função


CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III – PRA
Conceitos básicos de integração
Propriedades de integração

CÁLCULO DA CONSTANTE DE INTEGRAÇÃO

Passo 2: aplicar a condição inicial F(-1) = 1.

Passo 3: apresentar a função:


CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III – PRA
Conceitos básicos de integração
Propriedades de integração

CÁLCULO DA CONSTANTE DE INTEGRAÇÃO: EXEMPLOS

Determine o valor da constante das integrais das equações abaixo:

F(4) = 0 F(4) = 0
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Conceitos básicos de integração
Propriedades de integração

CÁLCULO DA CONSTANTE DE INTEGRAÇÃO: EXEMPLOS

Determine o valor da constante das integrais das equações abaixo:


CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III – PRA
INTEGRAL DEFINIDA
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III – PRA
INTEGRAL DEFINIDA EXEMPLO
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III – PRA
Conceitos básicos de integração
Técnicas de integração Integração por substituição

Essa método é geralmente utilizado quando há função composta no


integrando, cuja resolução não se dá de forma direta.

Passo 1. Considere u = g(x), onde g(x) é parte do integrando, em geral “a função


interna” da função composta f(g(x)).
Passo 2. Calcule du = g’(x) dx.
Passo 3. Use a substituição u = g(x) e du = g’(x) dx para converter a integral em
uma outra envolvendo apenas u.
Passo 4. Calcule a integral resultante.
Passo 5. Substitua u por g(x) para obter a solução final como função de x.
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III – PRA
Conceitos básicos de integração
Técnicas de integração Substituição: EXEMPLO

Passo 1. Considere u = g(x), onde g(x) é parte do integrando, em geral “a função interna” da função
composta f(g(x)).

No caso acima, tem-se: 𝑢 = 2𝑥 + 3


Passo 2. Calcule du = g’(x) dx.
𝑢 = 2𝑥 + 3 𝑑𝑢
= (2𝑥)′ + 3 ′
𝑑𝑥
𝑑𝑢
= 2(1) + 0
𝑑𝑥
𝑑𝑢 𝑑𝑢
=2 = 𝑑𝑥
𝑑𝑥 2
Passo 3. Use a substituição u = g(x) e du = g’(x) dx para converter a integral em
uma outra envolvendo apenas u.

𝑢 = 2𝑥 + 3
𝑑𝑢 1
𝑑𝑢 න(𝑢)10 = න(𝑢)10 𝑑𝑢
= 𝑑𝑥 2 2
2
Passo 4. Calcule a integral resultante.
1 1 𝑢10+1 1 𝑢11 𝑢11
න(𝑢)10 𝑑𝑢 = = +𝐶
2 2 10 + 1 2 11 22

Passo 5. Substitua u por g(x) para obter a solução final como função de x.

𝑢 = 2𝑥 + 3 (2𝑥 + 3)11
𝑢11 F(x) = +𝐶
F(u) = +𝐶 22
22
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III – PRA
Conceitos básicos de integração
Técnicas de integração Substituição: EXEMPLO

𝑢 = 2𝑥 + 3 𝑑𝑢 𝑑𝑢
= 2(1) + 0
= (2𝑥)′ + 3 ′ 𝑑𝑥
𝑑𝑥
𝑑𝑢 𝑑𝑢
=2 = 𝑑𝑥
𝑑𝑥 2
𝑑𝑢 1
න(𝑢)10 = න(𝑢)10 𝑑𝑢
2 2

1 1 𝑢10+1 1 𝑢11 𝑢11


න(𝑢)10 𝑑𝑢 = = +𝐶
2 2 10 + 1 2 11 22
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III – PRA
Conceitos básicos de integração
Técnicas de integração Substituição: EXEMPLO

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