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2.

Existem limitações quanto ao dar lipídio para bovinos (7%), acima disso, o rúmen não tolera os
efeitos deletérios do excesso de gordura
3. Devido ao processo de rancificação, existem processos diferentes de armazenamento a
depender do alimento. Por isso que devemos saber o teor de gordura dos alimentos.
4. Leu. É chamado de gordura bruta devido a falta de refinamento
5. Outra importância, alimentos com diferentes teores de gordura exige diferentes tipos de
armazenamento, pois alimentos com alto teor de gordura rancificam facilmente
7. O conceito bioquímico se afasta mais ainda do conceito analítico quando analisamos alimentos
com alto teor de carotenóides e ceras.
9. A eliminação de solvente é necessário, pois não quero quantificar o solvente, a evaporação é na
estufa.
10. O éter vai ter contato direto com a amostra, a amostra fica submersa no solvente, para solubilizar
a gordura.
11. O éter é aquecido num balão volumétrico e é evaporado até chegar ao condensador, então é
resfriado e é gotejado no tubo contendo a amostra, o aparelho goteja até que o tubo transborde.
Aos poucos a gordura da amostra é dissolvida e o sifão leva o éter de volta para o balão. O éter é
usado para análise e o resto do tubo é descartado.
12. É um processo demorado, porque é usado para solubilizar a gordura, em torno de 24 horas. É
usado apenas para desengorduramento inicial de carcaças, as carcaças possui uma camada
muito espessa de gordura, se ela for colocada na estufa, vai pingar gordura para tudo quanto é
lado.
a. Com a saturação (que acontece quando coloco muita amostra), nem toda a gordura é
extraída, tenho que colocar mais solvente.
13. O éter de petróleo é mais barato, retém pouca água, é mais seguro, porém é menos eficiente; é
mais usado
a.
b. Se solubilizar os outros nutrientes, eu superstimo os resultados
14. Por não ser por banho intermitente, é mais rápido e não há saturação. Esta em desuso pois o
método Randall é mais eficiente
17. A diferença com os outros métodos é que há uma etapa a mais, a de imersão, quando o éter está
em contato direto com a amostra, durante 30 min, por isso é mais eficiente a extração.
Ambientalmente é mais correto porque o éter pode ser reutilizado, o éter é aquecido e evaporado
até a porção inicial do aparelho, em que posso prender para evitar que retorne para baixo.

Aula prática: abre um dos lados do saquinho, coloca dentro de um copo, mede na balança e
tara, coloca a amostra até atingir a marca de 800 mg e sela a parte aberta. Coloca a amostra no
ANKOM, que está conectado a um tanque que coloca o detergente, o aparelho enche até a tampa.
Por ser fechado, não há ebulição do detergente a 105ºC durante 1 hora. A máquina depois descarta
o detergente, lava com a água destilada. As amostras são retiradas, colocadas na bandeja e lavadas
com acetona. O saco é colocado na estufa de 105ºC por 3 dias, depois retira e pesa a amostra, por
diferença, se calcula o teor de FDN.
Coloca um cartucho de amostra (200 mg) enumerada dentro do copo, coloca no
equipamento, levanta o suporte do copo e trava. Dentro do copo tem o solvente. O equipamento é
ligado, o solvente é evaporado, e então começa o refluxo contínuo da amostra. Depois de 4 horas,
retira o copo, coloca na estufa para volatilizar o éter e depois por diferença se calcula o teor de
gordura na amostra.