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Atualizada & Revisada clubedotecnico@gmail.com
Atualizada
&
Revisada
clubedotecnico@gmail.com

Fernando José

LCD e plasma básico: nível 1

4ª edição

Rio de Janeiro

Clube do Técnico - RJ

2013

Prefixo Editorial: 68136 ISBN: 978-85-68136-01-0

clubedotecnico@gmail.com

Nota do autor!

Olá amigo leitor e muito obrigado pelo seu interesse em meu trabalho! Espero que o conteúdo deste livro possa levar à você um pouco mais de informação na reparação dos equipamentos de TV LCD, LCD LED e PLASMA e também um conhecimento nas novas tecnologias ligadas a estes televisores!

Nesta 4ª edição do LCD e PLASMA Nível 1, onde fazemos uma abordagem geral das tecnologias envolvidas nestes equipamentos, fiz várias alterações e acréscimos no conteúdo do mesmo, baseando estas alterações nas sugestões e críticas dos leitores das edições anteriores.

Alguns itens foram removidos, outros inseridos e outros tantos modificados de

forma a tornar a leitura o mais dinâmica possível e levando o maior número de

informações até você leitor!

O livro agora apresenta um novo layout mais adequado ao seu transporte e leitura,

além de ser mais fácil de ser guardado!

Só tenho que agradecer mais uma vez a você leitor e desejar uma ótima leitura!

Att

Fernando José

4ª edição - atualizada Impresso pelo Clube do Técnico - RJ!
4ª edição - atualizada
Impresso pelo Clube do Técnico - RJ!

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Índice da obra:

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Notas do autor ------------------------------------------------------------------------------------- 02

Índice ------------------------------------------------------------------------------------------------- 03 Prefácio ---------------------------------------------------------------------------------------------- 04 Agradecimentos ----------------------------------------------------------------------------------- 05 Tecnologias atuais -------------------------------------------------------------------------------- 06 TV de LED, verdades e mentiras --------------------------------------------------------------- 07 Tela LCD ----------------------------------------------------------------------------------------------09 Tela de PLASMA ------------------------------------------------------------------------------------13

Diagrama em blocos TV de PLASMA ----------------------------------------------------------14

TV NEW PLASMA -----------------------------------------------------------------------------------17

Tela OLED --------------------------------------------------------------------------------------------18

Diagrama em blocos TV OLED ------------------------------------------------------------------ 21

Estrutura de um TV OLED ------------------------------------------------------------------------22

Tecnologia 3D ---------------------------------------------------------------------------------------25

TV Holográfica -------------------------------------------------------------------------------------- 34

Diagrama do TV LCD -------------------------------------------------------------------------------36

Diferenças de nomenclatura ---------------------------------------------------------------------43

TV’s com frequências acima de 60HZ --------------------------------------------------------- 44

Conexões LVDS --------------------------------------------------------------------------------------46

Falhas do sinal LVDS ------------------------------------------------------------------------------- 50

Main Unit ---------------------------------------------------------------------------------------------53

IC BGA -------------------------------------------------------------------------------------------------55

LED’s de sinalização das placas ----------------------------------------------------------------- 57

Memórias DDR ------------------------------------------------------------------------------------- 58

Arquitetura de alimentação --------------------------------------------------------------------- 59

Placa T-CON ----------------------------------------------------------------------------------------- 60

Falhas comuns dos TV’s LCD -------------------------------------------------------------------- 62

Fonte de alimentação ----------------------------------------------------------------------------- 65

Diagrama de TV LCD PHILIPS -------------------------------------------------------------------- 69

Placa iP de TV SAMSUNG ------------------------------------------------------------------------ 70

Start Up de um TV LCD ----------------------------------------------------------------------------71

Acionando a fonte externamente --------------------------------------------------------------72

Inverter -----------------------------------------------------------------------------------------------74

Diagrama do Inverter ----------------------------------------------------------------------------- 79

Diferenças entre LCD e LCD LED --------------------------------------------------------------- 83

Tipos de tecnologia LCD LED -------------------------------------------------------------------- 84

Tuner de TV Digital -------------------------------------------------------------------------------- 90

Etapa de amplificação de áudio ---------------------------------------------------------------- 92

Novas Funções --------------------------------------------------------------------------------------93

Conexões de Rede --------------------------------------------------------------------------------- 95

Atualização de Software ------------------------------------------------------------------------- 97 TV de PLASMA -------------------------------------------------------------------------------------- 98 Estrutura de alimentação de um TV de PLASMA -------------------------------------------99 Placas Y e Z SUS -----------------------------------------------------------------------------------102 Módulos IPM x STK------------------------------------------------------------------------------- 104 Falhas de um TV de PLASMA ------------------------------------------------------------------ 106 Bibliografia -----------------------------------------------------------------------------------------108

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Prefácio

Este trabalho desta nova fase é baseado nos treinamentos em TV LCD que realizei em Janeiro e Fevereiro de 2011 e nesta 4ª edição teve correções e modificações para adequar o material as novas informações que vão surgindo a cada dia de trabalho.

Observo que, este livro é um complemento aos trabalhos escritos anteriormente por mim sobre LCD PLASMA e TV DIGITAL, apresentando desta feita, uma abordagem mais prática devido ao fato das teorias já terem sido bem exploradas nos livros anteriores! Recomendo aqueles que não tiveram oportunidade de ter em mãos os livros anteriores, que os adquiram para complementarem seus conhecimentos sobre o assunto!

Aqui, deixo meu agradecimento a todos os participantes das turmas tanto aqui do Rio de Janeiro

como as dos outros estados onde já estive, que com suas perguntas e questionamentos durante

as aulas, proporcionaram a realização e melhoria das informações contidas neste e em outros

livros de minha autoria e que espero possam ser úteis a todos os técnicos de eletrônica deste

nosso Brasil!

Só tenho a agradecer a todos os meus alunos, leitores e amigos que continuam a confiar e

prestigiar o meu trabalho e espero sempre poder corresponder a esta confiança e peço que

continuem a enviar seus comentários, críticas (pois elas são mais do que necessárias para

melhorar cada vez mais) e sugestões para os e-mail’s do nosso clube:

clubedotecnico@gmail.com ou clubedotecnicorj@gmail.com

Gostaria de poder aqui escrever o nome de todos que já passaram pelas salas de aula e

auditórios para agradecer-lhes, mas graças a DEUS, a quantidade de nomes iria praticamente

dobrar o número de páginas possíveis para a edição deste livro e então, só posso aqui dizer-

lhes

MUITO OBRIGADO!!!!!!!!!!!

Imagens falam mais do que mil palavras!

E pensando nisso, procurei neste livro, associar o maior número possível de fotos e imagens

relacionadas com os itens comentados. Desta forma, acredito que os leitores poderão tirar

melhor proveito deste trabalho!

É claro que alguns pontos não tem como ser explicados em fotos e nestes casos, procurei utilizar

uma linguagem o mais simples e prática possível, mas sem fugir da qualidade que vocês leitores

merecem! Com certeza, a linguagem utilizada aqui é a mais simples possível, pois sei que o

desejo do técnico que adquire um livro, é encontrar nele, soluções para os seus problemas de

bancada e não ficar lendo historinhas da “carochinha”! A idéia deste livro é permitir a todos os

técnicos de TV, que possam se aventurar na reparação dos TV’s LCD e PLASMA com uma boa

base de conhecimentos sobre estas tecnologias. Aqui temos uma visão geral dos equipamentos,

suas principais etapas e seus principais defeitos.

Futuramente estaremos preparando uma sequência deste trabalho onde iremos destrinchar

cada etapa em separado e de forma mais profunda!

Este livro foi totalmente editorado por mim e como não sou um expert em editoração, vocês vão provavelmente descobrir ao longo da leitura, alguns erros gráficos ou de concordância. Peço a vocês leitores que ao localizarem estes erros, me informem através do e-mail indicado acima, onde está e qual é o erro para que o mesmo seja corrigido nas próximas edições que eu espero poder produzir o mais brevemente possível!

Boa leitura para todos!!!!!

Esta obra é registrada na FBN RJ e está protegida pela Lei de Direitos Autorais.

A reprodução, cópia ou utilização da mesma sem prévia autorização do autor, sujeita o infrator as penas previstas na lei!

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Agradecimentos!

Mais uma vez venho aqui deixar por escrito o meu agradecimento às várias pessoas que de uma forma ou de outra, estiveram ajudando a

mim na preparação do material que resultou nesta obra que agora se encontra em sua 4ª edição, onde espero ter corrigidos alguns erros que meus leitores localizaram e tiveram a gentileza de me comunicar para que fossem eliminados e nesta atual edição, alguns itens

constantes das edições anteriores foram modificados com a

finalidade de que esta obra possa ser mais abrangente em sua

essência de passar aos leitores as informações pertinentes a se

poder iniciar de forma segura, a reparação de um equipamento de

LCD, LCD LED ou PLASMA!

Se aqui eu fosse escrever realmente o nome de todos que estiveram

de alguma maneira e em algum momento colaborando para a

elaboração de cada linha deste livro, seria necessário outro livro para

colocar todos os nomes, já que atualmente chega próximo de 3.200 o

número de alunos que estiveram participando, interagindo e

agregando idéias que hora estão inseridas neste trabalho!

Então para não aumentar o número de páginas deste livro, deixo aqui

meu agradecimento primeiramente a DEUS e segundamente (mais

uma vez como diria Odorico Paraguaçu) a todos os meus alunos e

amigos!

Att

Fernando José, o autor

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clubedotecnico@gmail.com Vamos na sequencia conhecer cada uma das tecnologias de reprodução de imagens em TV

Vamos na sequencia conhecer cada uma das tecnologias de reprodução de imagens

em TV disponíveis no mercado atual ou que em breve estarão a disposição do

grande público no magazines e lojas de departamentos!

Iremos fazer isso através do conhecimento dos tipos de telas existentes nestes

equipamentos, suas características estruturais, qualidades e deficiências!

Primeiramente vamos falar da tela do TV LCD!

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clubedotecnico@gmail.com  Este tipo de equipamento pode ser encontrado em shoppings e locais externos onde são

Este tipo de equipamento pode ser encontrado em shoppings e locais externos onde são utilizados como Outdoor para divulgação de propaganda ou como telão para exibição de shows e eventos!

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clubedotecnico@gmail.com Um pouco de história:     O termo "cristal líquido" data de 1888/9

Um pouco de história:

O termo "cristal líquido" data de 1888/9 e se refere a substâncias em estado

líquido cujas moléculas se alinham quando submetidas a um campo elétrico.

O primeiro display de cristal líquido realmente funcional data de 1968 e a

primeira vez que ele foi usado com um computador foi em 1986.

A principal diferença entre a tela de PLASMA e a de LCD é que os pixels de

um display LCD não emitem luz, ao contrário dos do PLASMA. Praticamente

todas as diferenças de desempenho decorrem desse fato. A luz é fornecida

por um painel fluorescente que fica atrás do display e o LCD em si é uma

grande "chave comutadora" e filtradora de luz, sub-pixel a sub-pixel. Cada

sub-pixel pode ser controlado para "deixar passar" mais ou menos luz vinda

do painel traseiro, e cada pixel é formado novamente por 3 sub-pixels, cada

um contendo um filtro vermelho, verde ou azul.

Este controle é exercido por minúsculos transistores MOSFET chamados de

TFT, cada um ligado a um sub pixel da tela LCD.

Estes transistores são por sua vez acionados pelo comando vindo dos

DRIVERs de tela que estão entre a placa T-CON e a tela propriamente dita!

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TV LG NANO FULL-LED!

A tecnologia NANO, trata-se de uma fina película impressa com minúsculos pontos posicionados em frente aos diodos emissores de luz. Segundo a LG, esse componente permite que a luz seja dispersa de maneira mais uniforme e precisa, tendo como resultado maior ângulo de visão e melhor brilho e

contraste em toda a área da tela.

O televisor apresenta também uma menor

espessura e uma moldura de menor dimensão

como é possível ver nas fotos a seguir:

apresenta também uma menor espessura e uma moldura de menor dimensão como é possível ver nas

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clubedotecnico@gmail.com Como funciona um display de Plasma: - Antes de mais nada, devemos saber que a

Como funciona um display de Plasma:

- Antes de mais nada, devemos saber que a tecnologia de displays de Plasma não é nova, data de 1960,

mas só se tornou comercialmente viável e interessante nos anos 90, quando foi aprimorada no Japão,

principalmente pela Fujitsu.

- Cada pixel num painel de Plasma é feito de 3 sub-pixels, sendo cada um destes uma "cavidade"

preenchida por um gases raros (xênon e neon) e tendo tipicamente um eletrodo na frente e outro

atrás, embora haja outras configurações. Quando se aplica a cada par de eletrodos uma alta corrente

alternada, o gás se ioniza (grosseiramente os elétrons se "separam" dos núcleos) e entra no estado de

"plasma", emitindo raios ultravioletas (ilustrados pelas setas que apontam para baixo na imagem

acima), que nós não enxergamos!

Os raios UV atingem uma camada de "fósforo", mais propriamente chamado de material cintilante ou

cintilador, que então é excitado e passa a emitir luz visível. Cada sub-pixel é recoberto de um cintilador

próprio para emitir luz vermelha, verde ou azul. Ou seja, um display de plasma não passa de uma

lâmpada fluorescente superdesenvolvida.

Brincadeiras à parte, cada sub-pixel mede em torno de 200 µm x 200 µm x 100 µm e é complicadíssimo

montar um painel com milhões deles lado a lado e com outros milhões de eletrodos, todos conectados

numa enorme matriz que tem que ser controlada, tanto é que até hoje você pode contar nos dedos de

uma mão as empresas que realmente fabricam os painéis de PLASMA. As demais só montam.

A tela de PLASMA por ser praticamente como um tubo de imagem plano, necessita de tensões mais elevadas para promover seu acendimento.

Entram em cena as placas Y e Z SUS que fornecem as tensões de polarização para a ionização do gás de plasma!

Teremos também as placas X ou ADRESS que servem para endereçar os dados referentes à composição da imagem, informando qual pixel deve ser ionizado ou não!

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Diagrama em blocos básico de um TV de PLASMA:

Diagrama em blocos básico de um TV de PLASMA: Abaixo o interior de um TV de

Abaixo o interior de um TV de PLASMA da chamada 1ª geração, onde podemos ver os coolers que eram

utilizados nestes equipamentos para a refrigeração do interior dos mesmos:

onde podemos ver os coolers que eram utilizados nestes equipamentos para a refrigeração do interior dos

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Abaixo um modelo de PLASMA de 2ª geração onde se nota a inexistência dos coolers de refrigeração, fato que talvez seja um dos causadores de tantas falhas nestes equipamentos, devido às altas temperaturas geradas pelo funcionamento do TV:

às altas temperaturas geradas pelo funcionamento do TV: por último a visão do interior de um

por último a visão do interior de um TV de PLASMA de 3ª geração ou como são chamados, NEW PLASMA, que

E

apresentam avanços tecnológicos em relação aos equipamentos anteriores, consumindo muito menos energia

e

gerando muito menor aquecimento interno durante seu funcionamento:

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Importante:

Observamos ao longo do tempo que os TV’s de PLASMA e também os LCD (principalmente os com Backlight de lâmpada), aquecem em demasia durante o seu funcionamento.

Como sabemos desde muito tempo, o calor é um dos grandes inimigos dos circuitos eletrônicos!

Assim sendo, além de se observar a correta instalação destes equipamentos de modo a permitir que haja espaço traseiro e lateral para a circulação de ar para o equipamento, existe a possibilidade de se aumentar a vida útil destes TV’s, acrescentando um Cooler para promover a movimentação do ar no interior do TV, reduzindo assim o seu aquecimento interno e aumentando a sua vida útil!

Pudemos observar nas páginas anteriores, que nos PLASMA de 1ª geração, eram utilizados Coolers no interior do TV de modo a reduzir a temperatura do equipamento.

Curiosamente, estes modelos de TV quase nunca aparecem nas oficinas para serem reparados!!!!

Não faça isso

no TV do seu

cliente!

Existem vários tipos e tamanhos de coolers que podem ser utilizados para a ventilação do interior do gabinete de

um TV LCD ou PLASMA. Nos modelos LCD LED que possuem um espaço bem menor entre a armação metálica

interna que sustenta as placas e a própria tela e a tampa traseira e assim deve ser primeiramente visto se existe

espaço suficiente para a instalação de coolers e neste caso deve se dar preferencia os tipos utilizados em

notebooks que são de dimensões menores!

Cooler do tipo convencional utilizado

em fontes e processadores!

são de dimensões menores! Cooler do tipo convencional utilizado em fontes e processadores! Cooler para Notebooks!
são de dimensões menores! Cooler do tipo convencional utilizado em fontes e processadores! Cooler para Notebooks!
são de dimensões menores! Cooler do tipo convencional utilizado em fontes e processadores! Cooler para Notebooks!
são de dimensões menores! Cooler do tipo convencional utilizado em fontes e processadores! Cooler para Notebooks!

Cooler para Notebooks!

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TV NEW PLASMA!

Após um período de quase desaparecimento das lojas, os TV’s de PLASMA estão de volta com a denominação NEW PLASMA!

Os TV’s de PLASMA de 1ª e 2ª geração chegaram a ter sua venda proibida na Europa devido ao seu alto consumo de energia e a geração NEW PLASMA veio para mudar este panorama!

Com um consumo de energia quase idêntico aos TV’s LCD e com uma duração da tela com expectativa de 100.000 horas de uso (equivalente a 8 horas de uso diário) e uma renovação da sua tecnologia interna, com um aumento do seu contraste para 1.000.000x1 como nível básico, exibição de imagens 3D em FULL HD, acesso a INTERNET, entradas USB entre outras facilidades!

Os fabricantes PANASONIC, LG e SAMSUNG, são hoje os fabricantes que estão apostando no TV NEW

PLASMA como um novo segmento no setor de TV’s

Observem que a grande diferença entre um TV PLASMA das primeiras gerações e os NEW PLASMA pode

ser vista na estrutura interna do mesmo onde nos Slides vistos anteriormente podemos ver que a montagem interna é bem mais enxuta do que nos primeiros equipamentos, gerando com isso menor temperatura interna e consequentemente menor consumo e maior durabilidade do equipamento num todo!

Para aqueles que pensam em um TV totalmente diferente dos PLASMAS antigos, sinto dizer que ficarão desapontados em saber que os mesmos estágios dos TV’s antigos, continuam presentes nos NEW PLASMA!

O que mudou foi à tecnologia empregada na construção dos componentes e da própria tela, inclusive com uma redução drástica do efeito BURN IN!

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Tela OLED

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A

tela OLED usa compostos orgânicos que se auto iluminam (emitem luz própria), dispensando

lâmpadas fluorescentes ou LED’s para iluminar a tela em sua parte traseira. Com isso, é possível usar a tecnologia na fabricação de displays ultrafinos, com poucos milímetros de espessura, e até flexíveis. Um display de OLED é feito de três a cinco camadas de compostos orgânicos (baseados em carbono),

que são colocadas em uma camada de vidro acrílico duro, material que também protege os delicados

materiais internos. Os compostos orgânicos do material emitem luz vermelha, verde e azul em resposta

a

uma corrente elétrica.

Uma TV com tela OLED se sobressai não só pela sua espessura ultrafina, mas também por proporcionar níveis de preto e de contraste da imagem em altíssimos níveis. Comparada com uma LED TV, a OLED TV tem uma taxa de contraste mais de 100 vezes maior. Os primeiros aparelhos OLED já estão disponíveis nos mercados americano, europeu e japonês, mas ainda não há previsão de quando chegarão ao Brasil.

Aqui o único TV OLED disponível no mercado é o SONY que inclusive é o monitor utilizado na bancada dos apresentadores do Jornal Nacional da Rede Globo!

mercado é o SONY que inclusive é o monitor utilizado na bancada dos apresentadores do Jornal

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clubedotecnico@gmail.com TV OLED SONY 13”, XEL -1 21

TV OLED SONY 13”, XEL-1

clubedotecnico@gmail.com TV OLED SONY 13”, XEL -1 21

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Observação:

Os TV’s OLED, da mesma forma que alguns TV’s LCD LED de última geração, apresentam uma característica interessante sobre sua montagem;

A parte da tela, por ser muito fina, não comporta a montagem das placas de circuito que compõem o TV e assim sendo, as mesmas se encontram montadas no pedestal do TV.

Isto pode ser visto nas fotos seguintes:

o TV e assim sendo, as mesmas se encontram montadas no pedestal do TV.  Isto
o TV e assim sendo, as mesmas se encontram montadas no pedestal do TV.  Isto

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Na montagem em parede, retira-se a haste de sustentação da tela no pedestal e conecta-se
Na montagem em parede,
retira-se a haste de sustentação
da tela no pedestal e conecta-se
o conector do pedestal ao da
traseira da tela!
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Conhecendo a Tecnologia 3D!

clubedotecnico@gmail.com  Conhecendo a Tecnologia 3D! idéia é proporcionar ao espectador do televisor a sensação

idéia é proporcionar ao espectador do televisor a sensação de que as imagens literalmente saltam da tela para

A

o

É

que é exemplificada na figura abaixo:

meio da sala, diretamente a frente dele!

claro que tudo não passa de uma ilusão de óptica, criada aproveitando uma característica do nosso cérebro e

criada aproveitando uma característica do nosso cérebro e Como vemos na figura acima, cada hemisfério do

Como vemos na figura acima, cada hemisfério do nosso cérebro enxerga as cores de uma cena em posições diferentes. Então, o que se faz na TV 3D é enganar o cérebro, enviando a ele as informações da cada parte que forma uma imagem 3D com uma defasagem que cria a ilusão de que as imagens saem da tela do televisor!

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No caso de um TV 2D (tv convencional) recebendo sinal de transmissão em 3D, a tela fica dividida em duas partes, aparentemente com a mesma imagem nestas duas partes!

Sintonizando aqui no RJ a REDE TV (canal 6) com um Conversor Digital ou em um TV com TUNER de SILÍCIO (que sintoniza os canais digitais) e que “não” seja 3D, teremos a imagem do slide a seguir se selecionar o canal em que é transmitida a informação em 3D!

o canal em que é transmitida a informação em 3D!  Com certeza, não adianta de

Com certeza, não adianta de nada colocar aqui uma foto com imagens 3D, pois em uma foto

ou vídeo que seja mostrado fora de um equipamento 3D, será impossível visualizar o efeito

criado!

Algumas respostas para as perguntas mais

comuns dos usuários sobre a TV 3D:

Usuários de TV 3D devem sempre usar os óculos 3D para assistir a TV?

Não: Os óculos 3D só devem ser usados quando formos assistir a uma

programação em 3D. A TV 3D funcionará como uma TV normal em 2D quando não

for exibido um conteúdo 3D!

Os óculos 3D não serão mais necessários com as novas TV’s 3D?

Isto é verdade momentaneamente apenas para monitores e TV’s LCD no tamanho

entre 15 e 20”. É possível visualizar o conteúdo 3D nestes equipamentos sem o uso

de óculos especiais.

A TOSHIBA lançou em setembro de 2010, dois modelos deste tipo no Japão e já

foram mostrados na CES 2011 e 2012, modelos de 42” que reproduzem as imagens

3D sem a necessidade do uso dos óculos especiais!

Este ainda não é o caso dos TV’s 3D disponíveis nas lojas para os consumidores

brasileiros no momento. Todos precisam de óculos 3D para que seja possível

visualizar o conteúdo 3D.

O conteúdo 3D será sempre visível em alta definição?

Não!

Muitos dos novos LCD’s com capacidade 3D só são capazes de exibir de 600 a 800 linhas de resolução efetivas!

Estranhamente, com muitos dos novos televisores LCD em 3D, você não vai ver 1080p de alta definição.

Há algumas (e caras) exceções, como a linha especial de LCD’s desenvolvidos pela Sony (LX900 e HX900) e alguns modelos New Plasma da PANASONIC, LG e

SAMSUNG que são capazes de mostrar uma imagem FULL HD em 3D!

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Todos os óculos 3D existentes no mercado são compatíveis com todos os TV’s

3D?

Os óculos vêm com os TV’s?

Infelizmente, os óculos 3D na maioria dos casos são fornecidos em pequena quantidade juntamente com o TV. Caso se precise de mais óculos, eles devem ser comprados separadamente. Eles custam entre R$200 à R$800. Na maioria dos casos, o TV 3D vem com um par de óculos. O manual do TV vai deixar você saber que tipo de óculos o usuário vai precisar, caso deseje adquirir mais óculos!

Contatos com o autor:

clubedotecnico@gmail.com

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Funcionamento dos óculos 3D passivos:

Funcionamento dos óculos 3D passivos:      Óculos 3D PASSIVO : Nesse cenário,

Óculos 3D PASSIVO:

Nesse cenário, o 3D passivo é uma opção mais econômica. Os modelos são mais baratos, e os

óculos, mais leves (15 g, em média) e mais em conta (R$ 40 por unidade), semelhantes aos

usados em cinemas 3D do país. "É uma experiência 3D mais confortável", defendem os

projetistas da LG.

A qualidade de imagem, porém, é um pouco inferior, não atingindo com perfeição a resolução

“FULL HD”.

Na TV de 3D passivo, uma película na frente da tela divide as ondas de luz em duas categorias, de

ângulos ligeiramente diferentes. Quando chegam aos óculos, uma parte das luzes passa por uma

lente; a outra parte, pela outra. No cérebro, recria-se o 3D.

A LG foi a primeira a oferecer o 3D passivo. Depois, a Philips lançou a linha "3D Easy".

Funcionamento dos óculos 3D ativos:

Sistema de óculos 3D ATIVO:

Samsung, Sony e Panasonic apostam no 3D ativo, o primeiro tipo a chegar ao mercado. "É a tecnologia que entrega a melhor qualidade de imagem com resolução Full HD“ nos equipamentos de maior valor.

De fato, o 3D ativo oferece uma imagem melhor, Full HD, com 1.920 por 1.080 pixels. Quando exibe as imagens, a TV 3D envia um sinal aos óculos ativos, que são equipados com baterias. Suas lentes abrem e fecham, de forma intercalada e em sincronia com as imagens.

Este abre e fecha das lentes é ultrarrápido - são até 240 imagens por segundo. Como cada olho vê um ângulo ligeiramente diferente da mesma cena, surge o efeito de profundidade.

Mas essa qualidade traz consigo alguns problemas:

Os óculos ativos são relativamente pesados (40 g, em média) e caros (R$ 200 por unidade).

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Além disso, eles se comunicam com os TV’s através de sinais infravermelhos ou Bluetooth, tecnologias incompatíveis entre si, e os óculos de uma marca não funcionam com os aparelhos de outra.

Para resolver o problema, Panasonic, Samsung e Sony se uniram para fazer um modelo "universal" de óculos ativos. Mas ainda é projeto.

Comunicação entre o óculos 3D e o televisor!

Comunicação INFRA RED
Comunicação INFRA RED

Óculos 3D Bluetooth!

A Samsung produz seus TV’s 3D com tecnologia de comunicação Bluetooth entre o TV e o óculos!

A vantagem neste sistema é que não existe falha de reprodução caso ocorra a interrupção da

comunicação entre o TV e o óculos nas situações em que alguém passe na frente do TV,

bloqueando a comunicação entre o transmissor IR e o óculos!

O circuito BLUETOOTH fica embutido no

final da haste do óculos, permitindo um

design mais fino e confortável!

O circuito BLUETOOTH fica embutido no final da haste do óculos, permitindo um design mais fino

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clubedotecnico@gmail.com Os usuários têm a sua disposição na grande maioria dos casos, óculos com um formato

Os usuários têm a sua disposição na grande maioria dos casos, óculos com um

formato amigável com lentes que possuem inclusive proteção contra os raios

UV e a prova de arranhões! Como alguns dos óculos operam com baterias

recarregáveis, estes possuem um conector para permitir carregar as baterias

via cabo USB!

óculos operam com baterias recarregáveis, estes possuem um conector para permitir carregar as baterias via cabo

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A placa T CON é um dos itens mais

importantes na estrutura de um TV LCD 3D, pois é a mesma que se encarrega de aplicar os sinais de imagem (os sinais chamados LVDS) vindos da MAIN BOARD a cada um dos milhões de PIXELS que formam a tela de cristal líquido! Ela é chamada TIME CONTROL e não deve ser confundida com a Pci CONTROL ou Controladora, existente nos TV’s de PLASMA e que possui

um aspecto físico bem semelhante as T – CON dos TV’s LCD!

Veremos a seguir uma T CON 3D e mais a frente vamos descrever mais

detalhes destas placas!

dos TV’s LCD!  Veremos a seguir uma T – CON 3D e mais a frente

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TV HOLOGRAFICA

clubedotecnico@gmail.com  TV HOLOGRAFICA Talvez tenhamos aqui o futuro da TV em nossas casas! Imagens realmente

Talvez tenhamos aqui o futuro da TV em nossas casas!

Imagens realmente tridimensionais que podem ser vistas de

praticamente todos os ângulos possíveis e imagináveis!

Aqueles que estiverem aqui em 2020 possivelmente vão poder

presenciar e quem sabe consertar estes televisores!

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Pra quem não sabe o que é um holograma, ele é simplesmente uma projeção de imagem em 3D, só que, além de não precisar de óculos

especiais, você pode assistir de vários ângulos diferentes como se a própria pessoa ou objeto estivesse na sua frente. Pra quem não se lembra, esse recurso surpreendeu o mundo no final dos anos 70 e início dos anos 80 por conta do primeiro filme da série Guerra nas Estrelas, onde o “telefone” deles (chamado de comunicador) era holográfico.

Há poucos anos a CNN também chamou atenção do mundo com uma

transmissão holográfica onde a repórter que estava em Chicago,

aparecia e conversava com outro repórter nos estúdios de Nova York.

Para uma breve transmissão como essa cena de um telejornal, são

necessárias de 35 a 44 câmeras e 20 computadores robustos para

processar, enviar e receber todas as informações em tempo real, o que

naturalmente sai bastante caro no final das contas, mas já estão sendo

desenvolvidas técnicas que vão permitir uma versão para receber esse sinal em casa.

As previsões indicam que para 2020, teremos um TV Holográfico disponível para uso doméstico em nossas residências!

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Diagrama de um TV LCD!

Vamos iniciar nossas análises, seguindo os principais pontos de um TV LCD (com backlight de lâmpadas) e na sequência iremos ver as diferenças em relação ao TV LCD com backlight de LED’s!

No caso da necessidade de desmontagem do painel LCD para realizar reparos no mesmo, observar sempre a sequência de colocação das várias partes que compõem o painel!

Caso contrário, passaremos a ter falhas que não existiam inicialmente no

TV ou MONITOR!

partes que compõem o painel! Caso contrário, passaremos a ter falhas que não existiam inicialmente no

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Teremos a seguir diagramas em blocos e fotos de vários TV’s LCD de várias marcas e modelos para conhecermos a estrutura destes equipamentos. Para todos que são técnicos de eletrônica, o

fundamental não é aprender a desmontar o equipamento e sim saber reconhecer o que cada Pci faz dentro do circuito e os sintomas que se apresentam quando ocorrem falhas em cada uma destas Pci’s! Os métodos de reparação não se diferenciam dos que estamos acostumados a utilizar no nosso dia à como técnicos!

Em especial falaremos de equipamentos da LG, PHILIPS, AOC, SONY e

SAMSUNG!

Na página seguinte você encontra um diagrama básico de TV LCD que

serve de base para analise de qualquer equipamento de TV que utilize

este tipo de tecnologia!

Os principais itens deste diagrama são:

SCALER responsável por produzir a partir dos sinais de vídeo recebidos

das várias entradas de sinal, os sinais LVDS que serão utilizados para

excitar os pixels da tela LCD! Localiza-se na MAIN UNIT!

DRAM memórias responsáveis por auxiliar o Scaler no armazenamento

dos sinais que estão sendo processados para a geração do sinal LVDS!

Também estão localizadas na MAIN UNIT!

INVERTER circuito responsável por gerar a tensão de acendimento das

lâmpadas que formam o BACKLIGHT (iluminação traseira) que permite

que se veja a imagem na tela LCD!

T-CON circuito responsável por aplicar os sinais LVDS vindo do Scaler

nos DRIVERs que polarizam a tela LCD!

USB entrada que permite a conexão de PEN DRIVERs ou modens WI-FI

para reprodução de vídeos ou acesso a INTERNET e também permite

que sejam feitas atualizações do SOFTWARE operacional nativo do TV

instalado na FLASH!

FLASH memória onde é instalado o SOFTWARE operacional nativo do

televisor. É deste software que depende todo o funcionamento do TV e a mesma se localiza também na MAIN UNIT!

Os outros elementos já são conhecidos de nós técnicos, pois existem também nos televisores convencionais!

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clubedotecnico@gmail.com 38 USB FLASH
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38
USB
FLASH

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clubedotecnico@gmail.com Fonte iP T-CON MAIN UNIT Os TV’s PHILIPS top de linha possuem a função AMBILIGHT

Fonte iP

T-CON

MAIN UNIT

Os TV’s PHILIPS top de linha possuem a função AMBILIGHT que é a existência de réguas de LED’s coloridos nas laterais do gabinete, que se iluminam de acordo com a tonalidade de cor predominante na imagem que esteja sendo reproduzida na tela do TV naquele momento! Pode funcionar também como um sistema de iluminação tipo “abajur” para a sala da residência ou para um escritório! Na próxima página podemos ver algumas amostras deste TV, embora não nos seja possível aqui, mostrar as cores produzidas pelos LED’s!

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TV PHILIPS AMBILIGHT!
TV PHILIPS AMBILIGHT!

Na página a seguir temos o diagrama em blocos de um TV LCD SAMSUNG onde podemos

ver o SCALER que neste modelo, a SAMSUNG chama de Chelseae o IC DSP

(processador de sinais digitais) que é chamado de Arsenal.

Nos TOSHIBA o Scaler é chamado de “ZEUS” e poderá ter outros nomes de acordo com o

desejo do fabricante, mas sempre terá a mesma função, embora normalmente não sejam

intercambiáveis!

O Scaler já foi comentado o seu funcionamento e o DSP tem como função controlar as

entradas de sinal do equipamento e enviar estas informações para o Scaler proceder a

transformação dos mesmos em sinais LVDS!

Nota-se que por ser o diagrama em blocos de um equipamento mais moderno em

relação ao diagrama básico visto incialmente, temos neste alguns itens que não estavam

presentes anteriormente, tais como:

- Entrada LAN é a entrada de rede para conexão do TV à INTERNET!

- Wiselink (DivX) que nada mais é do que a entrada USB para conexão de PEN DRIVE

para assistirmos filmes que tenham sido por exemplo, baixados da INTERNET no PC!

- Optical é uma conexão para equipamentos externos que possuam a entrada Optical,

normalmente utilizada para áudio!

- Monitor OUT saída de áudio e vídeo para acoplamento a um amplificador de áudio

externo e/ou um gravador de DVD! Observação: Nos TV’s LCD e PLASMA mais modernos, tem sido comum a existência apenas da saída de sinal óptico, não existindo mais a saída Monitor OUT!

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clubedotecnico@gmail.com 41
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clubedotecnico@gmail.com Um item importante na analise dos equipamentos de LCD, LCD LED e PLASMA é que

Um item importante na analise dos equipamentos de LCD, LCD LED e PLASMA

é que alguns fabricantes aplicam as placas de seus televisores, nomenclaturas

que fogem a regra padrão adotada pela grande maioria dos fabricantes!

Entre as marcas que em várias situações dão nomes completamente

diferentes as placas e etapas dos seus televisores, estão SONY e PANASONIC.

Na próxima página vocês terão a oportunidade de fazer comparações entre as

nomenclaturas padrão (que são as que utilizamos aqui neste livro) e as

utilizadas por estes dois fabricantes!

É importante estar atento a estas diferenças quando se está realizando uma

leitura ou análise de um diagrama elétrico ou um manual de serviço e nos deparamos com nomenclaturas totalmente diferentes das que estamos acostumados a ver como padrão para determinadas etapas destes televisores!

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clubedotecnico@gmail.com TV SONY BRAVIA! 43

TV SONY BRAVIA!

clubedotecnico@gmail.com TV SONY BRAVIA! 43

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O que significa TV de 60hz, 120hz,

240hz, 400hz

?

Este valor de frequência tem a ver com a velocidade com que os TFT’s (transistores MOSFET) que são montados junto a cada um dos cristais que formam a tela de LCD, ligam ou desligam, permitindo ou não a passagem de imagem. Quanto menor a frequência, maior a possibilidade de se ver um rastro de imagem acompanhando a mesma. Veja exemplo nas figuras a seguir:

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44

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clubedotecnico@gmail.com Devemos entender então que quanto maior for a frequência de reprodução dos FRAMES que formam

Devemos entender então que quanto maior for a frequência de reprodução dos

FRAMES que formam a imagem, melhor será a definição da mesma.

Hoje já temos equipamentos tanto LCD, LCD LED quanto PLASMA que possuem

frequências de reprodução de FRAMES de 600hz, proporcionando grande nitidez na

reprodução das imagens, principalmente nas imagens em movimento onde o efeito

do rastro da imagem poderia ser mais notado!

Lembrem-se de que no final da história, você pode até indicar ao cliente este ou

aquele modelo de TV por que o mesmo possui, por exemplo, uma taxa de FRAMES

mais alta que a de outro equipamento, mas a decisão final será sempre dele,

principalmente porque a “melhor imagem” é tão subjetiva quanto o “melhor

som”, ou seja:

Quem vai saber qual é o melhor ou o pior será que vai ficar sentado na sala vendo

ou ouvindo o equipamento em funcionamento!

Esteja preparado então, para indicar um determinado modelo de TV e ao chegar na

casa do cliente, encontrar outro modelo e de uma marca que nada tem haver com

a que você indicou!

O importante é:

Primeiro o cliente estar satisfeito com o equipamento adquirido e segundo, que este

equipamento seja de fácil manutenção para você!

Se o cliente comprou um TV diferente do que você indicou a ele, deixe os comentários para quando o mesmo der defeito e for problemático e “caro”, fazer o reparo do mesmo!

Quando doer no bolso dele a escolha errada que fez, ai ele irá com certeza te ouvir na próxima compra!

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Conexões LVDS

Refere-se à saída e entrada por onde trafegam os sinais que servem para polarizar adequadamente cada sub-pixel da tela de LCD.

Cabo LVDS
Cabo
LVDS
Cabo LVDS 46
Cabo LVDS
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Cabo LVDS
Cabo
LVDS

A comunicação LVDS se caracteriza por ter baixa impedância, baixa corrente, baixa

tensão e altíssima frequência.

Deste modo se consegue transmitir uma imensa quantidade de dados com poucas

linhas de conexão entre as etapas de transmissão (TX) que fica na MAIN UNIT e a

as de recepção (RX) que está localizada na placa T-CON, de onde as informações

são levadas aos DRIVERs que fazem parte da própria tela LCD!

Abaixo podemos ver o diagrama em blocos desta conexão entre TX e RX:

aos DRIVERs que fazem parte da própria tela LCD! Abaixo podemos ver o diagrama em blocos

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Observamos que os TV’s de PLASMA também possuem um cabo LVDS que tem a mesma função que no TV LCD, mas nos PLASMAS, o cabo não vai a T-CON e sim a CONTROL ou Controladora que recebe os sinais LVDS e vai distribuir estes sinais para as placas Y SUS, Z SUS e X TOP e X BOTTOM (placas ADRESS) que vão ser as responsáveis por polarizar a tela de PLASMA!

Abaixo temos um exemplo da conexão do LVDS de um TV de PLASMA:

Cabo LVDS Placa CONTROL clubedotecnico@gmail.com 48
Cabo
LVDS
Placa
CONTROL
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clubedotecnico@gmail.com É importantíssimo que seja mantida sempre a posição original do cabo dentro do TV. O

É importantíssimo que seja mantida sempre a posição original do cabo dentro do TV. O posicionamento do cabo

fora dos padrões de fábrica irá introduzir ruídos na imagem, que são resultado da captação de ruídos de alta frequência

principalmente da fonte e do

inverter do TV! Fique

atento!!!!

Outro ponto importante são as travas dos conectores onde entra o cabo

LVDS e também os FLATS de conexão a tela LCD!

Uma vez danificadas estas travas, fica difícil manter o cabo

corretamente fixado em seu respectivo conector!

Flat’s da tela LCD

Cabo LVDS
Cabo
LVDS

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clubedotecnico@gmail.com Observe em os conectores antes de tentar forçar um cabo para retira-lo de um conector

Observe em os conectores antes de tentar forçar um cabo para retira-lo de um

conector pois o mesmo pode ser como os da figura acima e ao ser forçado, tanto o

cabo pode se danificar quanto podemos danificar o conector de forma muitas vezes

irremediável, o que muitas vezes vai obrigar você a trocar uma placa inteira apenas

por ter danificado um conector!

Falhas associadas ao sinal LVDS:

vai obrigar você a trocar uma placa inteira apenas por ter danificado um conector! Falhas associadas
vai obrigar você a trocar uma placa inteira apenas por ter danificado um conector! Falhas associadas

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É importante saber distinguir se a falha é causada pela falha na geração do sinal na MAIN UNIT, por um problema no cabo LVDS (geralmente mal contato em seus conectores) ou na placa T-CON.

Para confirmar que a Placa MAIN está gerando os sinais para a reprodução da imagem, você deve conferir a presença destes sinais nos conectores do cabo LVDS!

Os sinais variam de um pino para outro, mas existindo sinal nestes pinos se confirma a existência de informação para a composição do vídeo na tela de LCD. Os sinais apresentados foram obtidos com padrão de Barras Coloridas como fonte de sinal, da mesma forma com agíamos nos TV’s de CRT.

Devemos observar que para que seja possível visualizar com perfeição a presença

ou não dos sinais LVDS, o Osciloscópio utilizado deve ser de pelo menos 60Mhz de

alcance pois um equipamento de menor escala de visualização irá deformar o sinal,

impedindo que se possa ter uma maior certeza em relação ao se aspecto!

Atualmente daremos preferencia a utilização de um Osciloscópio Digital de tela LCD

colorida que apresenta uma ótima qualidade de imagem e permite uma análise

muito mais fácil da forma de onde por permitir congelar a mesma na tela, imprimir ou salvar a mesma direto no seu PC e ainda poder visualizar diretamente na tela do Osciloscópio, a frequência do sinal e o valor em Vpp em valores reais!

Vejam na próxima página um exemplo dos tipos de sinais existentes na conexão LVDS, tendo como exemplo um modelo da LG:

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clubedotecnico@gmail.com Abaixo, mais um exemplo de falha do sinal LVDS que neste caso é muito comum

Abaixo, mais um exemplo de falha do sinal LVDS que neste caso é muito comum

quando ocorre mal contato entre os conectores do cabo com a MAIN UNIT e

também com a T-CON.

Observe que caso seja feita a limpeza dos contatos nas duas extremidades do cabo LVDS e também nos respectivos conectores das placas onde o mesmo é ligado, a segunda suspeita recai sobre a placa T-CON do equipamento!

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MAIN UNIT de um TV LCD:

Temos abaixo um exemplo típico de placa MAIN UNIT ou simplesmente placa mãe como alguns gostam de chamar, de um TV LCD. Observe que não vai existir uma grande diferença entre a MAIN UNIT de um TV LCD, LCD LED ou PLASMA.

Nestas placas ficam as etapas processadoras de sinal, TUNER, entradas AV, VGA e HDMI, entrada de rede para equipamentos que tem acesso a INTERNET, entrada USB e também saídas AV.

Nos TV’s de PLASMA, normalmente se chama a MAIN UNIT de placa VSC.

Os três principais elementos em uma MAIN UNIT são:

- IC Scaler

- IC MCU (processador)

- IC FLASH (memória que contem os dados operacionais do equipamento)

Na figura abaixo temos este três IC’s indicados, além de um item muito importante

que são os “Chocolates” que são borrachas condutoras de calor e que tem a

função de transferir o calor gerado no corpo do Scaler e do MICRO para as

blindagens existentes no equipamento a fim de evitar o sobre aquecimento destes

IC’s e sua consequente queima!

Cabo LVDS

Memória FLASH
Memória
FLASH

Scaler

MICROPROCESSADOR

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Observação importante!

Quando encontrar problemas estranhos em relação a falhas de vídeo, utilize um spray congelante (a base de FREON) ao redor do IC’s BGA e seus periféricos.

Caso o vídeo fique normal, temos falha no IC ou em algum de seus periféricos. Os IC’s DSP, MCU e o SCALER operam em alta temperatura, o que é normal, mas o tempo de operação excessivo ou a falta de ventilação para a troca de calor do interior do gabinete do TV podem causar falhas nestes IC’s e seus periféricos, como também em suas soldas de fixação!

Sendo assim, uma ressoldagem dos IC’s BGA e periféricos na região do

problema, pode solucionar o mesmo sem a necessidade de troca da Pci!

O mesmo procedimento pode ser utilizado detectar falhas nas outras Pci’s

destes TV’s, em especial na placa T-CON, que apresenta vários tipos de falhas

ligadas a aquecimento!

Podemos também utilizar em alguns casos, o processo inverso, ou seja

aplicar calor para acelerar o surgimento de um defeito que só se manifesta

após algum tempo de funcionamento!

Nestes casos, devemos ter muita atenção para não aplicar calor em excesso e

danificar outros componentes das Pci’s!

casos, devemos ter muita atenção para não aplicar calor em excesso e danificar outros componentes das

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IC BGA, o que é?

São IC’s cuja pinagem se localiza em sua parte inferior e só podem ser soldados ou dessoldados com ar quente, pois não se tem acesso aos seus terminais nem aos pontos de soldagem nas placas de circuito.

terminais nem aos pontos de soldagem nas placas de circuito. Vemos nas figuras acima, a esquerda
terminais nem aos pontos de soldagem nas placas de circuito. Vemos nas figuras acima, a esquerda

Vemos nas figuras acima, a esquerda um exemplo de IC BGA com sua vista

superior que é o que normalmente vemos e sua parte inferior com os seus vários

terminais.

Já na foto da direita, temos um IC BGA como é visto nas placas de circuito de um

TV LCD ou PLASMA!

Caso você identifique que existe algum tipo de falha no equipamento relacionada ao

um IC BGA, tenha cuidado ao dar um orçamento, pois os IC’s deste tipo não são

facilmente encontrados para venda e muito menos apresentam facilidade na sua

substituição. Para substituir um IC deste tipo, você deve ter uma estação de

retrabalho de ar quente ou preferencialmente uma estação INFRAVERMELHA que

faz o aquecimento através de luz infravermelha e não por aplicação de ar quente e

principalmente deve ter uma boa prática no manuseio desta ferramenta, pois um

uso inadequado pode levar a danos irremediáveis na placa onde se quer trocar o

IC!

Exemplos de estações de retrabalho de ar quente e infravermelho:

AR QUENTE!

onde se quer trocar o IC! Exemplos de estações de retrabalho de ar quente e infravermelho:

INFRAVERMELHA

onde se quer trocar o IC! Exemplos de estações de retrabalho de ar quente e infravermelho:

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Veja alguns exemplos de MAIN UNIT de várias marcas e entenda porque certos equipamentos mais baratos não apresentam a mesma qualidade de imagem!

Abaixo uma MAIN UNIT de um TV SONY BRAVIA:

de imagem! Abaixo uma MAIN UNIT de um TV SONY BRAVIA: Abaixo, uma MAIN UNIT de

Abaixo, uma MAIN UNIT de um TV LG:

uma MAIN UNIT de um TV SONY BRAVIA: Abaixo, uma MAIN UNIT de um TV LG:

E agora veja uma MAIN UNIT de um TV H BUSTER:

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clubedotecnico@gmail.com Compare o acabamento e tire você mesmo suas conclusões! LED’s de sinalização das placas: Os

Compare o acabamento e tire você mesmo suas conclusões!

LED’s de sinalização das placas:

Os LED’s são muito utilizados nas Pci’s tanto dos TV’s LCD quanto nos de PLASMA

como forma de indicação de bom funcionamento ou de falhas em determinados

circuitos!

Infelizmente não se encontram tabelas com indicações precisas de qual é a atuação

de cada um destes LED’s em cada modelo de TV, mas tenha certeza de que se você

encontrar um LED piscando em uma Pci de um TV LCD ou PLASMA, ele vai estar

indicando uma falha em um circuito ou linha de alimentação a ele ligada!

Em uma operação normal, os LED’s vão estar acesos ou apagados, nunca piscando!

O que poderemos ter será um LED que muda de cor de acordo com o acionamento

das várias etapas do TV durante o processo de Start Up (veja mais a frente sobre

esta função)!

com o acionamento das várias etapas do TV durante o processo de Start Up (veja mais

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Memórias DDR ou SDRAM da MAIN UNIT:

Estas memórias tem a função de auxiliar o Scaler na montagem dos sinais que vão dar origem aos sinais LVDS. Algumas falhas que as mesmas podem causar são o congelamento da imagem de forma intermitente, efeito mosaico na imagem e imagens deslocadas na tela. Abaixo temos indicadas as DDR em uma MAIN UNIT:

Memórias DDR ou SDRAM Scaler FLASH
Memórias
DDR ou SDRAM
Scaler
FLASH

Veja alguns exemplos nas figuras a seguir:

Efeito Mosaico

Veja alguns exemplos nas figuras a seguir: Efeito Mosaico Imagem deslocada na tela É claro que

Imagem deslocada na tela

figuras a seguir: Efeito Mosaico Imagem deslocada na tela É claro que você não está esperando

É claro que você não está esperando ver aqui o exemplo de uma imagem congelada não é mesmo?

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clubedotecnico@gmail.com É todas as tensões de alimentação devem estar estabilizadas ao extremo, pois como vocês

É

todas as tensões de alimentação devem estar estabilizadas ao extremo, pois como vocês podem ver

na figura acima, as tolerâncias à mais ou à menos para cada uma das várias tensões de

alimentação, são extremamente pequenas e praticamente insignificantes!

importantíssimo que para o correto funcionamento de um televisor LCD, LCD LED ou PLASMA,

Assim sendo é de vital importância que você esteja munido de um multímetro digital de ótima

qualidade para não haver dúvidas sobre o valor das tensões medidas!

Qualquer variação por menor que seja no valor indicado no diagrama do equipamento, deve ser

considerada e averiguada para se ter certeza se existe ou não alguma falha que seja a responsável

por tal variação ou que a mesma seja normal do circuito que está sendo analisado!

O

existentes no circuito.

recomendado será utilizar um multímetro TRUE RMS que é capaz de indicar as tensões reais

Como estes instrumentos são bem mais caros do que os convencionais e podem não estar acessíveis

à todos, recomendo a aquisição de um multímetro da marca ICEL cujo modelo é MD6130 que é

capaz de fazer todas as medições as quais estamos acostumados e também a algumas que não são

comuns na maioria dos multímetros digitais.

Estas medidas são: INDUTÍMETRO, CAPACÍMETRO e FREQUENCÍMETRO.

Ao lado temos uma imagem deste instrumento:

digitais. Estas medidas são: INDUTÍMETRO, CAPACÍMETRO e FREQUENCÍMETRO. Ao lado temos uma imagem deste instrumento: 59

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Pci T-CON (time control):

Pci responsável por aplicar os sinais LVDS vindos da MAIN UNIT nos DRIVERs de polarização e matrizagem da tela LCD. Após a FONTE e o INVERTER, com certeza é a etapa que mais apresenta falhas em um TV LCD.

Abaixo um exemplo de placa T-CON:

FONTE e o INVERTER , com certeza é a etapa que mais apresenta falhas em um

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É importante saber que na eventual necessidade de realizar a aquisição de uma placa qualquer que seja ela, para um TV LCD, LCD LED ou PLASMA, devemos, além de citar a função da placa e o modelo da TV, indicar o código escrito na própria placa que você quer adquirir!

Isto é necessário pelo fato de que durante a produção de um mesmo modelo de TV, pode ocorrer a necessidade de utilizar, por exemplo, um outro tipo de tela LCD pela falta da que estava sendo utilizada nas montagens iniciais e por este motivo, pode ser necessária alguma modificação por exemplo na estrutura da T-CON para que a mesma seja adaptada ao novo modelo de tela e em algumas situações, deve- se mudar o modelo de T-CON utilizada. Então, se você citar apenas o modelo da TV, pode acabar adquirindo a placa errada

no caso de uma T-CON por exemplo.

Complementando, no caso das T-CON, deve-se além de verificar o código da T-

CON, devemos anotar também o código da etiqueta da tela LCD que está instalada

no TV!

Abaixo um detalhe do que deve ser anotado para a aquisição correta de uma placa T-CON:

Na próxima página teremos alguns exemplos de sintomas causados por falhas na placa T-CON dos TV’s LCD e LCD LED.

Embora as “CONTROLADORAS” dos TV’s de PLASMA possam apresentar falhas semelhantes, vários outros sintomas podem surgir em relação a elas e nas etapas finais deste livro, vamos comentar mais um pouco sobre elas e seus defeitos!

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clubedotecnico@gmail.com Exemplo de sintoma de tela lavada, causado por falta de alimentação da T-CON para a

Exemplo de sintoma de tela

lavada, causado por falta de

alimentação da T-CON para a

tela LCD!

causado por falta de alimentação da T-CON para a tela LCD! Deterioração da imagem em apenas

Deterioração da

imagem em

apenas uma parte

da tela!

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A tela também pode apresentar vários tipos de defeito, pois na realidade, embora

nos TV’s LCD e LCD LED, a tela não seja parte de um tubo de imagem, ela é um circuito eletrônico complexo e que principalmente devido ao grande aquecimento

gerado pelos BACKLIGHT’s de lâmpadas, acabam por se danificar!

Na sequencia teremos alguns exemplos de falhas da própria tela:

teremos alguns exemplos de falhas da própria tela: Vemos que em todos os casos exemplificados, os

Vemos que em todos os casos exemplificados, os defeitos são localizados em

determinado setor da tela, o que indica sem sombra de dúvidas que se trata

realmente de um defeito na própria tela e não em uma outra etapa ligada a

mesma!

Uma falha que pode ser também causada por problemas na tela (embora muitos

possam duvidar disso) é a imagem em câmera lenta ou que simplesmente fica

congelando na tela de forma intermitente como se alguém estivesse acionando o

comando “PAUSE” de um DVD.

Ocorre também de que a imagem aparece logo que o TV é ligado e quase que

imediatamente ela se congela na tela, embora você consiga trocar de canal e ouvir

o som do canal para o qual foi feita a troca, você vai continuar vendo na tela a imagem congelada do primeiro canal e que só vai sumir se você desligar o TV e

voltar a liga-lo. Ai o defeito volta a se manifestar assim que a tela mostra a

imagem!

Lembre-se de que a tela LCD é um circuito eletrônico composto de milhões de microscópicos transistores MOSFET que são os responsáveis por acionar ou não cada um dos pixels que formam a referida tela!

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clubedotecnico@gmail.com Veja na figura abaixo uma das situações mais comuns nas fontes chaveadas dos TV’s LCD

Veja na figura abaixo uma das situações mais comuns nas fontes chaveadas dos

TV’s LCD e PLASMA, os capacitores eletrolíticos que costumam constantemente se

apresentarem estufados e vazando o seu eletrólito. Isto em geral ocorre devido as

altas temperaturas que são produzidas no interior destes TV’s e também pela atual

baixa qualidade dos componentes.

O exemplo da figura é em relação a um TV da marca LG e o modelo em questão é

um dos campeões em falhas na fonte de alimentação, tendo este modelo inclusive

sido o protagonista do primeiro “RECALL” em eletrônicos aqui no Brasil!

tendo este modelo inclusive sido o protagonista do primeiro “RECALL” em eletrônic os aqui no Brasil!

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Um item importante na manutenção de qualquer fonte chaveada seja de um TV LCD, PLASMA ou mesmo de um TV CRT, será a qualidade dos capacitores eletrolíticos utilizados em seu reparo! Capacitores usados, “nem pensar” e os de qualidade duvidosa também devem ser descartados.

Historicamente, os capacitores eletrolíticos de invólucro azul claro sempre foram componentes problemáticos e como não devemos dar oportunidade para o azar, nunca utilize capacitores eletrolíticos de invólucro azul claro como os que foram colocados na placa da foto abaixo:

Durante a manutenção deste tipo de fonte, sempre utilize capacitores de boa

procedência e de 105º de temperatura de trabalho.

Devo observar que atualmente já estão chegando a nossas bancadas,

equipamentos que utilizam capacitores de 125º e até de 132º.

Estes infelizmente ainda não são encontrados em nosso comércio e mesmo no

exterior ainda são difíceis de conseguir.

Nesses casos, vamos utilizar os de 105º de que dispomos no comércio e por

precaução, podemos sempre utilizar os de tensão de trabalho um pouco (eu disse

um pouco) acima da indicada no esquema ou no corpo do capacitor a ser

substituido.

Desta forma estamos aumentando um pouco a dissipação de calor do corpo do

capacitor pelo fato do mesmo ser um pouco maior que o original!

aumentando um pouco a dissipação de calor do corpo do capacitor pelo fato do mesmo ser

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clubedotecnico@gmail.com Na sequencia vamos ver uma fonte utilizada em um TV LCD da PHILIPS com chassis

Na sequencia vamos ver uma fonte utilizada em um TV LCD da PHILIPS com

chassis LC8.1 que é utilizados em vários modelos de TV.

Observe que neste caso a fonte é chamada de fonte “PSU” onde a placa possui

apenas o circuito de alimentação propriamente dito.

Em outros casos, encontraremos um fonte do tipo “iP” onde teremos a fonte junto

com o INVERTER em uma mesma Pci.

Este tipo de circuito é o que é mais comum nos TV’s LCD mais recentes e em todos

os TV’s LCD LED!

Então nos equipamentos mais recentes, estas duas etapas estarão sempre juntas

em uma mesma Pci, o que de certa forma não é interessante para nós técnicos,

pois isto dificulta a realização de certos tipos de testes para poder isolar o setor

realmente responsável pelo defeito do TV!

Na página seguinte a figura da fonte, teremos o esquema elétrico da mesma, o que é uma raridade de certa forma, embora no caso da PHILIPS, seja possível encontrar em alguns manuais, a parte relativa à fonte de alimentação utilizada no TV!

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Placa da fonte PSU do TV PHILIPS chassis LC8.1:

Conexão para o INVERTER
Conexão para o
INVERTER
da fonte PSU do TV PHILIPS chassis LC8.1: Conexão para o INVERTER Entrada AC Capacitor PFC

Entrada AC

Capacitor PFC

Conexões para a

MAIN UNIT

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clubedotecnico@gmail.com
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Abaixo temos o exemplo de uma fonte do tipo “iP” da SAMSUNG, onde temos a fonte associada ao circuito INVERTER na mesma Pci:

Capacitor PFC
Capacitor
PFC
Entrada AC
Entrada AC
Transformadores do INVERTER
Transformadores do
INVERTER

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Como já falamos anteriormente, a sequencia de START UP de um TV LCD, LCD LED ou PLASMA é importantíssima para que o TV possa entrar em operação normal e conhecer pelo menos em parte esta sequencia é importante para poder identificar onde possa estar localizada uma falha na fonte do TV ou em outra etapa associada ao START UP do TV.

fonte do TV ou em outra etapa associada ao START UP do TV. Acima temos um

Acima temos um exemplo da sequencia de START UP de um TV LCD LG:

1- Entra AC e este é retificado e vai a fonte de STAND BY que gera 5VDC.

2- A tensão de STAND BY vai a MAIN UNIT para alimentar o MICRO.

3- Da tensão AC é retirada uma informação chamada de AC DETECT que também vai a

MAIN UNIT e informa ao MICRO se existe ou não tensão AC aplicada ao TV. Esta

informação é aproveitada para evitar o estampido nos alto-falantes do TV no

momento e que o mesmo é ligado ou desligado, acionando o MUTE de áudio.

4- Comando POWER vindo do remoto ou via teclado do TV.

5- O MICRO libera o pulso de POWER ON ou RELAY ON que vai retornar a Pci da fonte

para liberar as outras tensões para a alimentação completa do TV.

Estas tensões são: 12V, 16V, PFC 385V, 24V.

6- Estas tensões são distribuídas para várias etapas do TV. As tensões de 12 e 16VDC retornam para a MAIN UNIT para alimentar as outras etapas da mesma e o 16VDC especificamente alimenta a etapa de amplificação de áudio do TV. A tensão de PFC é utilizada para alimentar a fonte de 24VDC que por sua vez, vai alimentar o circuito INVERTER. 7- O MICRO libera o sinal INVERTER ON que é uma mudança de nível de tensão que tem a função de liberar o funcionamento do INVERTER e o consequente acendimento do BACKLIGHT. 8- O MICRO também vai liberar um comando que libera a alimentação da T-CON e desta, a alimentação da tela LCD. 9- Com todas as etapas devidamente alimentadas, são liberados todos os sinais que vão permitir o completo funcionamento do TV.

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O TV não liga! Onde pode estar o defeito?

Da mesma forma que estamos acostumados em um TV CRT, teremos situações onde o TV não liga e teremos de descobrir onde se localiza o ponto principal do problema. Em um TV CRT, se temos a tensão de 5VDC alimentando o MICRO, sabemos que pelo menos parte da fonte do TV funciona. Sabendo desta situação, podemos utilizar o procedimento de enganar o circuito, simulando o comando de PPOWER ON que o MICRO libera para que ocorra o disparo do circuito oscilador horizontal (isto em um TV CRT) e consequente

funcionamento das etapas de deflexão do TV.

Em um TV LCD, LCD LED ou PLASMA, podemos fazer o mesmo artifício.

Mesmo nos casos onde não temos o esquema da fonte do TV, podemos nos guiar

pelas inscrições que em 99% dos casos existem ao lado dos vários conectores das

placas do equipamento.

Localizando os pinos correspondentes à:

- POWER ON ou RELAY

- INVERTER ON

- 5VDC

Como temos na figura abaixo, com um resistor de 100Ω, podemos simular o

comando do MICRO, fazendo com que as outras tensões da fonte sejam liberadas e

desta forma podemos ter uma idéia de onde temos o problema ou problemas do

equipamento.

100Ω
100Ω

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Uma observação importante é que em alguns equipamentos, o comando POWER pode ser feito com a mudança de nível de “H” para “L” (de 5 para 0volts) ao invés do mais comum que seria de “L” para “H” (de 0 para 5 volts).

Então, é importante verificar antes de aplicar a estratégia citada na página anterior, se o nível de tensão inicial é baixo ou alto. Se for alto, significa que o TV liga com o nível “L” e se incialmente o nível for baixo, significa que o nível para o TV ligar será “H”!

Abaixo temos exemplos de sistemas de acionamento do POWER ON para fontes de monitores da LG e SAMSUNG. Estes simuladores que podem ser facilmente montados até com os restos de material que temos sobre as nossas bancadas permitem que além de se acionar a fonte, também seja possível acionar o INVERTER destes equipamentos. Com

algum tempo analisando estes diagramas, será possível para você leitor, adapta-lo ao uso

nos vários modelos de TV LCD, LCD LED e PLASMA:

estes diagramas, será possível para você leitor, adapta-lo ao uso nos vários modelos de TV LCD,
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A analise de um circuito INVERTER não deve ser direcionada ao tipo de lâmpada utilizada pois em síntese, em qualquer tipo de lâmpadas utilizadas na montagem de um BACKLIGHT, a estrutura de funcionamento é basicamente a mesma com o diferencial da quantidade de conectores para a ligação com as lâmpadas.

Nos que utilizam as CCFL, normalmente será um conector para cada lâmpada e no caso das EEFL, apenas 2 conectores para a alimentação de todas as lâmpadas ao mesmo tempo!

para a alimentação de todas as lâmpadas ao mesmo tempo! Abaixo temos o exemplo de um

Abaixo temos o exemplo de um INVERTER para lâmpadas CCFL:

para a alimentação de todas as lâmpadas ao mesmo tempo! Abaixo temos o exemplo de um

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Abaixo temos o caso de um INVERTER que tem apenas duas saídas para a alimentação das lâmpadas que no caso são as do tipo EEFL:

Conectores das lâmpadas!
Conectores das
lâmpadas!

Outro item importante é a utilização das borrachas de transferência de calor (os

chamados CHOCOLATES) também são encontrados nos circuitos INVERTER e da

mesma forma que nas MAIN UNIT, sua importância é vital para um funcionamento

correto do TV!

Borracha transmissora de

calor

(chocolates)

Proteção dos

chaveadores

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clubedotecnico@gmail.com Em alguns casos, se você tiver acesso a um manual de serviço destes equipamentos, pode

Em alguns casos, se você tiver acesso a um manual de serviço destes equipamentos, pode

encontrar informações sobre pontos de teste onde se pode medir tensões VDC, VAC ou

VPP que podem servir para identificar uma correta polarização e alimentação do circuito

INVERTER como temos o exemplo abaixo retirado de um manual de treinamento da LG:

e alimentação do circuito INVERTER como temos o exemplo abaixo retirado de um manual de treinamento

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Em alguns TV’s, encontramos duas Placas INVERTER, a MASTER e a SLAVE, montadas uma de cada lado do Painel LCD!

Ambas apresentam os mesmos tipos de falhas!

a MASTER e a SLAVE, montadas uma de cada lado do Painel LCD!  Ambas apresentam
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Substituição dos capacitores Ballast:

Estes capacitores, em geral são de baixa capacitância e alta voltagem!

Normalmente 3KVDC!

Utilize o cálculo de capacitância em série ou paralelo para conseguir o valor necessário para a substituição!

Lembre-se: Capacitores em paralelo:

Soma a capacitância e a tensão é a do menor!

Capacitores em série:

A capacitância diminui e a tensão é somada!

Lâmpadas quebradas:

Em casos onde o TV sofreu queda ou impacto, uma ou mais lâmpadas do

BACKLIGHT podem quebrar e isto vai fazer com que o INVERTER detecte uma

alteração na corrente de consumo e se desligue!

Observação:

Quando temos lâmpadas quebradas, será bem provável que o pó existente

nas mesmas e que é o responsável pela produção de luminosidade (camada

fosforescente), se espalhe no interior do BACKLIGHT e entre no espaço entre

as camadas existentes entre o difusor e a tela de LCD propriamente dita!

Nestes casos, a imagem apresentada após a troca da lâmpada poderá ter

manchas escuras em diferentes partes da tela.

Solução:

Desmontar todo o conjunto e proceder a limpeza da cada uma das camadas

com perfex “novo” e seco. Ter muita atenção na disposição de cada uma

delas no momento da remontagem!

IMPORTANTE:

A limpeza “externa” da tela de LCD deve ser feita com a mesma “fria”!

Utiliza-se o lustra móveis POLIFLOR aplicado com uma flanela “nova”!

Aplica-se pouca pressão sobre a superfície da tela durante o processo!

Existem também produtos específicos para a limpeza das telas LCD à venda no comércio!

No caso das telas de PLASMA, como as mesmas são de vidro, a limpeza pode ser feita com um limpa vidros de boa qualidade!

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Como teremos vários casos onde será necessário descobrir qual das lâmpadas do BACKLIGHT está danificada. Um elemento que pode ser bastante útil nestes casos é o circuito de alimentação para as lâmpadas neon utilizadas na montagem de gabinetes de computador, chamados MODECASE.

Eles são encontrados em lojas especializadas em componentes de HARDWARE de informática!

especializadas em componentes de HARDWARE de informática! Diferença entre imagem da TV LCD com lâmpadas no

Diferença entre imagem da TV LCD com lâmpadas

no Backlight e a TV LCD com Backlight de LED:

A grande diferença entre os dois tipos de TV é a qualidade

de imagem!

A TV com Backlight de LED apresenta uma taxa de

contraste muito superior a do TV com Backlight de

lâmpada!

Veja comparação nas próximas páginas:

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clubedotecnico@gmail.com Tipos de TV LCD LED! 83

Tipos de TV LCD LED!

clubedotecnico@gmail.com Tipos de TV LCD LED! 83

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Nos TV’s LCD LED, temos as mais antigas e simples e as mais novas (caras) e complexas!

As primeiras TV’s LCD LED utilizam a tecnologia “EDGE LED” que coloca os LED’s em barras no topo e na base da tela. Apresentam uma taxa de contraste superior as LCD de lâmpadas mas ainda assim inferior as de tecnologia

“FULL LED”!

As TV’s FULL LED se caracterizam por possuírem um conjunto de várias barras de LED’s montadas na parte traseira da tela de LCD (como as lâmpadas do sistema antigo) e que são controladas de forma a acenderem em maior ou menor intensidade de acordo com o brilho da imagem. Formam desta maneira, um Backlight dinâmico! Desta forma proporcionam uma

qualidade de imagem quase que igual a TV de PLASMA, perdendo apenas no quesito ângulo de visão!

Outra diferença entre o Backlight EDGE LED e o FULL LED é em relação a tensão de trabalho!

Enquanto no sistema EDGE LED temos tensões entre 160 à 200VDC para alimentação das barras de LED, no FULL LED a tensão fica entre 13 à 40VDC apenas!

Outro detalhe é que devido a trabalhar em muito alta frequência, as tensões são baixas mas

a corrente envolvida é alta, podendo chegar aos 10A!

Backlight FULL LED

alta frequência, as tensões são baixas mas a corrente envolvida é alta, podendo chegar aos 10A!

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clubedotecnico@gmail.com Barra de LED’s do sistema Edge LED : 85

Barra de LED’s do sistema Edge LED:

clubedotecnico@gmail.com Barra de LED’s do sistema Edge LED : 85

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clubedotecnico@gmail.com Estrutura interna de um dos LED ’s de uma barra ou cartucho de um BACKLIGHT

Estrutura interna de um dos LED’s de uma barra ou cartucho de um

BACKLIGHT de LED’s!

clubedotecnico@gmail.com Estrutura interna de um dos LED ’s de uma barra ou cartucho de um BACKLIGHT

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Importante:

Em vários TV’s LCD FULL LED, não existe a Pci T – CON!

O circuito da mesma está montado também na MAIN UNIT!

A conexão LVDS nestes casos, sai da Main Board diretamente para a tela LCD!

O controle da luminosidade dos blocos de LED’s é feito por uma SUB Pci controladora existente na placa da FONTE chamada Pci Dimming.

Lembre-se de que nos EDGE LED não existe a Pci Dimming! figuras seguintes:

Observe as

FONTE chamada Pci Dimming.  Lembre-se de que nos EDGE LED não existe a Pci Dimming!

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clubedotecnico@gmail.com  Estrutura de LED’s SONY BRAVIA!   A e que seus concorrentes que utilizam

Estrutura de LED’s SONY BRAVIA!

A

e

que seus concorrentes que utilizam LED’s brancos em seus BACKLIGHT’s!

Veja no slide seguinte as diferenças entre as tecnologias sobre o ponto de

vista da SONY!

SONY como sempre apresenta uma solução diferente dos outros fabricantes

que promete reproduzir imagens com maior contraste e melhor qualidade

uma solução diferente dos outros fabricantes que promete reproduzir imagens com maior contraste e melhor qualidade

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TUNER para TV Digital!

Os TV’s dotados de “conversor de sinal digital”, na realidade possuem um seletor de canais que é capaz de sintonizar tanto os canais analógicos, quanto os canais digitais!

Em alguns casos, estes TUNER’s podem ter uma única conexão de antena ou duas, sendo uma para o sinal de antena e a outra para o CATV (TV À CABO)!

Quando sintonizamos sinal analógico, sai do TUNER, áudio e vídeo e se sintonizamos sinal digital, temos saídas específicas do TUNER para estes sinais!

Este tipo de TUNER é chamado popularmente de TUNER de SILÍCIO e se assemelha aos FRONT END!

Tuner Digital de um TV LG:

tipo de TUNER é chamado popularmente de TUNER de SILÍCIO e se assemelha aos FRONT END!

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Tuner em TV SONY Bravia:

clubedotecnico@gmail.com Tuner em TV SONY Bravia: Observe que teremos pelo menos duas estruturas de saída de

Observe que teremos pelo menos duas estruturas de saída de sinais dos

canais digitais de um destes TUNER.

No caso do TUNER das TV’s LG, temos apenas duas saídas de sinal (pinos

12 e 13 do tuner) contendo as informações relativas aos sinais dos canais

com transmissão digital.

Já no TUNER utilizado nos TV’s SONY, temos 8 linhas de informação (pinos

12, 14, 16, 18, 20, 22, 24 e 26) sobre este mesmo sinal.

Esta diferença na quantidade de linhas de dados, no entanto, não resulta em uma imagem melhor ou pior!

É apenas uma característica estrutural que é o que diferencia as várias tecnologias empregadas na obtenção de um mesmo resultado que no caso é a sintonia dos canais digitais de TV!

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Etapas de Áudio em TV’s LCD e PLASMA!

Uma das características mais marcantes dos circuitos de áudio nestes TV’s é que praticamente todo o processo é feito de forma digital, só aparecendo o sinal de AF ao qual estamos acostumados no momento da aplicação dos mesmos aos alto falantes!

no momento da aplicação dos mesmos aos alto falantes! Devemos observar que algumas características novas em

Devemos observar que algumas características novas em relação a defeitos e métodos de pesquisa

surgem quando se trata de TV’s LCD, LCD LED e PLASMA.

Um detalhe é o que já foi falado rapidamente no paragrafo anterior, sobre a característica que tem o

sinal de áudio nestes TV’s.

O sinal de áudio é totalmente digital desde que o mesmo sai do MICRO DSP até as bobinas de

acoplamento aos alto falantes.

Assim, uma pesquisa com o “seguidor de sinais” ou com o “injetor de sinais”, métodos nós que

estamos acostumados com a reparação de circuitos de áudio de TV’s e equipamentos de som,

utilizamos muito para isolar a região do defeito, de nada vai ajudar quando tivermos em mãos um

TV desta nova geração com falhas no circuito de áudio!

Nestes novos TV’s, pesquisa de sinal na etapa de áudio, só com o Osciloscópio.

Outra dica importante: Em algumas marcas e modelos de TV’s LCD, LCD LED e PLASMA, um alto

falante aberto pode fazer com que o equipamento se desligue logo após ligar devido a falta de

impedância na saída de áudio!

Fique atento!!!!

Observe que em alguns modelos, teremos uma saída de AV, e nesta, podemos captar o sinal de

áudio de forma analógica. Assim, na eventual falta de áudio nestes TV’s, verificar se temos ou não áudio nas saídas AV pode nos direcionar mais facilmente para a região do defeito pois se temos áudio nas saída AV, o defeito vai estar daí para a etapa de amplificação.

Já no caso de não encontrarmos sinal nestas saídas, o defeito estará dela para trás.

Nesta situação, devemos ver se a falha de áudio é para todo e qualquer tipo de sinal aplicado ao TV (RF, HDMI, AV) ou apenas relativa a uma das várias entradas de sinal ou do TUNER, pois estes, como dissemos anteriormente, funciona da mesma forma que os TUNER FRONT END utilizados nos TV’s SONY CRT da linha dos KV2160 e 2959, nos quais o áudio e o vídeo saem diretamente do TUNER que tem incluídos em seu circuito as etapas de AMP de RF, CONV e OSC, FI, AGC e DETETORES de ÁUIDO e VÍDEO!

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Novas funções!

Ultrapassando fronteiras!

 Novas funções!  Ultrapassando fronteiras! ATENÇÃO!!!!!!!   Usuários costumam confundir a

ATENÇÃO!!!!!!!

Usuários costumam confundir a entrada HDMI com a USB em relação a

possibilidade de se “plugar” e “desplugar” o equipamento com o TV e o

periférico (BLU-RAY ou PS3 por exemplo) energizados!

Isto poderá causar a queima do IC que faz a comunicação das entradas HDMI

com o SCALER e em alguns TV’s faz com que o equipamento entre em

proteção!

faz a comunicação das entradas HDMI com o SCALER e em alguns TV’s faz com que

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Através das conexões USB encontradas em praticamente todos os novos TV’s LCD, podemos assistir filmes, ver fotos, ouvir nossas músicas preferidas, etc!

Em alguns modelos mais sofisticados, através das conexões USB podemos plugar teclado e mouse de computador e utilizar o TV como plataforma para navegar nos sites de relacionamento como MSN, ORKUT, TWITTER, FACEBOOK, etc!

Tecnologias de acesso a dados e internet em TV LCD!

DLNA Compartilhamento de informações multimídia

WI FI Conexão a internet ou a uma rede de computadores

interna sem fio

SMART e INTERNET TV – TV’s que tem acesso à internet e

aplicativos multimídia

DLNA é uma abreviação de “Digital Living Network Alliance”!

Utiliza o protocolo TCP/IP e UPnP para identificar aparelhos que sejam

comuns a essa tecnologia, e para tal, devem indicar que são certificados pela

DLNA.

O logo DLNA indica que o equipamento poderá compartilhar conteúdos entre

outros que também indiquem ser compatíveis e, portanto apresentam o

mesmo logotipo!

compartilhar conteúdos entre outros que também indiquem ser compatíveis e, portanto apresentam o mesmo logotipo! 94

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Conexão de Rede:

Se o usuário de um TV LCD, LCD LED ou PLASMA, possuir uma rede doméstica de acesso a INTERNET, é possível plugar seu TV nesta rede via conector RJ45 como mostrado na figura abaixo:

Conector RJ45 e seu padrão de cores para conexão dos fios!
Conector RJ45 e seu
padrão de cores para
conexão dos fios!
RJ45 e seu padrão de cores para conexão dos fios! Então, caso você seja contratado para
RJ45 e seu padrão de cores para conexão dos fios! Então, caso você seja contratado para

Então, caso você seja contratado para realizar a instalação de um TV em uma rede

doméstica, “com” ou “sem fio”, tenha em mente que a primeira coisa, a saber, é

qual a velocidade real de navegação na INTERNET. Não confie nas informações do provedor que do o cliente é assinante. Utilize um site de medição de velocidade (recomendo o speednet). Acessando o site do medidor de velocidade, poderemos ter uma idéia real da

velocidade que efetivamente é entregue ao usuário!

Desta forma evitamos constrangimentos após a instalação e constatação de que o TV não acessa vários dos serviços devido a lentidão da internet contratada.

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OBSERVAÇÃO IMPORTANTE!!!!

Se o cliente é do tipo que quer que tudo em um computador seja muito rápido e fica nervoso quando qualquer página ou programa do PC leva mais de 5 segundos para abrir, alerte-o de que os TV’s do tipo SMART TV ou INTERNET TV (que é a mesma coisa), são relativamente lentas na troca e acesso aos serviços via INTERNET!

Avise antes de começar a instalação pelo mesmo motivo de quando se tem uma internet lenta!

serviços via INTERNET! Avise antes de começar a instalação pelo mesmo motivo de quando se tem
serviços via INTERNET! Avise antes de começar a instalação pelo mesmo motivo de quando se tem

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Atualização de Software!

Da mesma forma que os equipamentos de DVD necessitavam de atualizações de Software periodicamente para que pudessem reproduzir as mídias gravadas por softwares mais recentes, os TV’s de PLASMA e LCD necessitam deste procedimento para melhorar sua performance e também solucionar certas falhas operacionais!

Tenha em mente que nem tudo é causado por problemas de Software e que

se você não tiver absoluta certeza de que sabe realizar os procedimentos de atualização, não tente!!!!!!!!!!

Tenha certeza de que o arquivo que você baixou da INTERNET é exatamente

para o modelo que está na sua bancada!!!!!!

Erros podem ser FATAIS!!!!!!!!!

Reparos e vendas de placas e

componentes para TV’s LCD, LCD LED e

PLASMA!

TECHNOAV Niterói RJ

technoav@gmail.com

e vendas de placas e componentes para TV’s LCD, LCD LED e PLASMA! TECHNOAV – Niterói

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Dicas de Reparação em TV’s de PLASMA!

Os TV’s de PLASMA embora tenham tido uma desaceleração de produção, estão voltando as vitrines dos magazines na versão chamada “NEW PLASMA” que apresentam várias melhorias em seu funcionamento, sendo um dos mais importantes a redução de seu consumo de energia que hoje em alguns modelos chega a ser menor do que o de alguns TV’s LCD!

Embora alguns digam que eles estejam em decadência, eles estão ai para serem reparados e muitas realmente pela qualidade de imagem que apresentam, merecem ter seu reparo efetuado!

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Na página anterior, temos um diagrama de distribuição de sinal e tensão entre as várias placas e estágios de um TV de PLASMA. Isto vale para todos eles, desde os de 1ª geração até os NEW PLASMA. Podemos observar que a fonte fornece as tensões de alimentação e a Y SUS é responsável pela distribuição destas tensões para a Z SUS e as placas ADRESS (placas X). Disso tiramos que a Y SUS é bastante exigida durante o funcionamento de um TV de PLASMA e daí ela ser uma das que mais apresenta defeitos nestes equipamentos! Observamos também que falhas na Y SUS podem levar a danos na Z SUS e até na CONTROL por excesso de tensão aplicada da Y SUS para estas outras duas! Então é sempre bom se lembrar de que ao se identificar uma Z SUS, por exemplo, danificada, que a Y SUS pode ter sido a causadora deste problema. Ou seja, é importante testar ambas para se ter certeza da extensão do defeito do TV! Mais uma vez, a sucata adquirida a partir da aquisição de equipamentos que tiveram suas telas

danificadas, poderá ser muito útil para permitir a disponibilidade de placas de vários tipos e modelos

para a realização desses testes!

Importante:

Importantíssimo para manter um funcionamento correto dos TV’s de PLASMA é manter as

tensões de saída da fonte sempre corretas.

A etiqueta da tela de PLASMA informa quais as tensões devem ser a ela aplicadas para que a

mesma tenha um desempenho perfeito!

Estas devem ser utilizadas como referencia quando não se tem informações mais detalhadas

sobre os valores de tensão de saída da fonte do TV.

Erros nestas tensões podem causar vários tipos de falhas na imagem e pode também gerar

danos a própria tela!

Observem que existem também ajustes de tensão nas placas Y SUS e Z - SUS

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Placas Z e Y SUS, as vilãs!

Estas placas são as principais responsáveis por falhas nos TV’s de PLASMA.

O seu ponto crítico, são os Módulos “IPM” nos modelos mais antigos ou os IC’s STK’s nos modelos mais recentes!

Algumas dicas podem facilitar muito a solução das falhas nestas Pci’s!

podem facilitar muito a solução das falhas nestas Pci’s! Nos modelos mais antigos, os módulos IPM

Nos modelos mais antigos, os módulos IPM de

uma Z SUS:

facilitar muito a solução das falhas nestas Pci’s! Nos modelos mais antigos, os módulos IPM de

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Módulo IPM desmontado:

clubedotecnico@gmail.com Módulo IPM desmontado: STK dos TV’s mais novos! É importante salientar que não encontraremos

STK dos TV’s mais novos!

É importante salientar que não encontraremos mais os módulos IPM à venda e no caso da necessidade de troca dos mesmos, deve-se procurar um STK equivalente ao módulo IPM danificado!

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Falhas do Decodificador da Placa VSC

clubedotecnico@gmail.com Falhas do Decodificador da Placa VSC Falha em um dos IC COF: 106

Falha em um dos IC COF:

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Falha da Controladora:

clubedotecnico@gmail.com Falha da Controladora: Falha na placa X top: Falhas na placa X Bottom: 107

Falha na placa X top:

Falhas na placa X Bottom:

clubedotecnico@gmail.com Falha da Controladora: Falha na placa X top: Falhas na placa X Bottom: 107
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Bibliografia da obra:

A presente obra esta baseada nas informações obtidas através da leitura de

manuais de treinamento da LG Electronics, SONY, AOC e SAMSUNG e de experiências vividas pelo autor e por colegas de profissão no dia a dia da bancada de reparação!

Fotos e imagens foram obtidas de manuais de serviço das marcas LG, PHILIPS,

SAMSUNG, SONY e PANASONIC. Estes manuais existem justamente para auxiliar os profissionais da área na análise

e conhecimento dos novos equipamentos das marcas citadas!

Suas imagens podem ser reproduzidas desde que sejam citadas a origem das

mesmas como fazemos aqui!

Outras imagens foram obtidas através do Google Imagens que nos dá acesso a

várias imagens disponíveis na INTERNET para uso comum e também fotos feitas

em bancadas de reparação do autor e de colegas de profissão!

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