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Colombo, 5 de março de 2018.

CONTEÚDO: Identidade
OBJETIVOS: Perceber o seu nome como uma designação de si
mesma.
DESENVOLVIMENTO: Em roda de conversa ler para a turma o
poema “Nome da gente” de Pedro Bandeira. Após a leitura do
poema, a professora irá questionar as crianças sobre se elas
concordam com o que o poeta diz no final do poema, solicitar que
as crianças justifiquem as suas respostas. Em seguida, perguntar
por que a gente tem um nome e registrar as respostas das
crianças em um papel pregado em uma parede próxima ao local
da roda. Prosseguir a conversa comentando: Olha só, na terceira
estrofe do poema, Pedro Bandeira diz que foi o pai quem
escolheu o nome da pessoa do poema. E o nome de vocês quem
escolheu?
Informar às crianças que elas irão entrevistar os pais para
saberem um pouco da história do nome delas.
NOME DA GENTE
POR QUE É QUE EU ME CHAMO ISSO
E NÃO ME CHAMO AQUILO?
POR QUE É QUE O JACARÉ
NÃO SE CHAMA CROCODILO?
EU NÃO GOSTO
DO MEU NOME,
NÃO FUI EU
QUEM ESCOLHEU.
EU NÃO SEI
PORQUE SE METEM
COM UM NOME
QUE É SO MEU!
O NENÊ
QUE VAI NASCER
VAI CHAMAR
COMO O PADRINHO,
VAI CHAMAR
COMO O VOVÔ,
MAS NINGUÉM
VAI PERGUNTAR
O QUE PENSA
O COITADINHO.

FOI MEU PAI QUEM DECIDIU


QUE O MEU NOME FOSSE AQUELE.
ISSO SO ERIA JUSTO
SE EU ESCOLHESSE
O NOME DELE.
QUANDO EU TIVER UM FILHO,
NÃO VOU POR NOME NENHUM.
QUANDO ELE FOR BEM GRANDE,
ELE QUE PROCURE UM!

(Pedro Bandeira. Cavalgando o arco-íris. São Paulo, Moderna, 1984.)


Colombo, 7 de março de 2018.
CONTEÚDO: Identidade
OBJETIVOS: Perceber o seu nome como uma designação de si
mesma;
Identificar fontes históricas sobre sua vida;
Conhecer a história de seu nome e seu significado;
Compreender a história de seus colegas a partir de sua;
DESENVOLVIMENTO: Em uma caixa surpresa colocar as fichas
com o nome da professora e das crianças da turma, em roda retirar
de dentro da caixa surpresa uma ficha com o nome de uma das
crianças; Ler e pedir às crianças que repitam; Colocar a ficha no
centro da roda, para que possa ser visualizado por todos. Depois
cantar a música “A canoa virou” com o nome sorteado; Questionar:
“Vamos descobrir o porque a família da Ana deu o seu nome?: ler
a entrevista sobre a escolha dos nomes de acordo com a ordem da
caixa surpresa. Durante a leitura chamar atenção para quem tem a
história da escolha do nome parecida. A criança cuja ficha ( crachá)
está no meio da roda deve pegá-la e afixá-la no cartaz (chamada).
Repetir a música para cada nome.

AVALIAÇÃO:
Colombo, 8 de março de 2018.
CONTEÚDO: Relações Sociais: Dia da Mulher
OBJETIVOS: Conscientizar sobre a importância da figura humana.
Valorizar a atuação da mulher na sociedade.

DESENVOLVIMENTO: Preparar o Cantinho simbólico com vários


materiais utilizados pela mamãe e outras mulheres: roupas
femininas, sapatos e bolsas, maquiagem; panelas; computador,
papéis e revistas, livros etc. Em roda de conversa motivar os
alunos instigando a resposta de quem usa tais objetos. Quando as
crianças chegarem ao resultado, explicar que o dia da mulher é
comemorado no dia 08 de março, dizendo que para comemorar o
Dia da Mulher, eles irão pensar nas diferentes atividades que as
mulheres fazem. Deixar que os alunos se expressem livremente,
contando aos demais sobre a profissão de suas mães e de outras
mulheres que vivem com eles. Ampliar a conversa chamando a
atenção para as diversas profissões em que as mulheres atuam:
advogadas, atrizes, bailarinas, cabeleireiras, cantoras, costureiras,
cozinheiras, dentistas, desenhistas, domésticas, enfermeiras,
engenheiras, jornalistas, lavadeiras, médicas, motoristas,
passadeiras, professoras, secretárias, telefonistas, vendedoras,
veterinárias, etc. Salientar que todas as profissões são importantes
e fazem diferença na sociedade, além de estarem relacionadas
entre si. Propor a confecção de um presente para a mulher mais
especial que conhecem (nesse caso poderá ser a mãe, avó, tia).
Nesse primeiro momento as crianças irão pintar com tinta guache
palitos de sorvete para posteriormente confeccionar uma moldura.
Colombo, 9 de março de 2018.
CONTEÚDO: Relações Sociais: Dia da Mulher
OBJETIVOS: Conscientizar sobre a importância da figura humana.
Valorizar a atuação da mulher na sociedade
Expressar-se através do desenho
DESENVOLVIMENTO: Em roda de conversa retomar o assunto do
dia da mulher, relembrar os aspectos importantes, mencionar a
confecção do presente, explicar para os educandos que os palitos
serão uma moldura, e que, a arte eles mesmo irão produzir
utilizando desenhos, então, distribuir um papel quadrado e solicitar
que desenhem a mulher mais importante para eles, em seguida,
fazer a função de escriba e identificar qual seria essa mulher, e
perguntar se eles gostariam de escrever algo para ela. Por
exemplo: “Vovó, parabéns pelo seu dia, feliz dia da mulher!”.
AVALIAÇÃO:
Colombo, 12 de março de 2018.
CONTEÚDO: Identidade
OBJETIVOS: Reconhecer seu nome escrito, assim como a
primeira letra do seu nome.
Apreciar o próprio nome e dos colegas;
Construir uma relação afetiva com a escrita a partir do nome;
Distinguir o próprio nome entre os nomes dos colegas;
DESENVOLVIMENTO: Distribuir no chão nomes de todas as
crianças, uma por vez deverá identificar o seu nome, nesse
momento a professora deverá auxiliar os alunos com dificuldade,
quando encontrar, dizer seu nome em voz alta enquanto os
colegas repetem o nome, nesse momento vale ressaltar a letra
inicial do nome, fazendo analogia com o alfabeto. Construir com as
crianças um barquinho grande de papel e fixa-lo na parede.
Solicitar que cada criança cole o seu nome no barquinho ajudando
o a falar o verso:
“Lá vai o meu barquinho navegando pelo mar, lá vai nosso
barquinho, vai levando o seu nome com carinho, o (Antonia)
também vai navegar nesse barquinho.”
AVALIAÇÃO:
Colombo, 14 de março de 2018.
CONTEÚDO: Relações Naturais e Sociais – Partes do Corpo
OBJETIVOS: Conhecer e identificar o corpo humano;
Nomear partes do corpo humano;
Desenvolver a observação, criatividade e linguagem oral e
escrita;
DESENVOLVIMENTO: Iniciar as atividades observando o corpo no
espelho, e o corpo dos colegas. Sugerir que em duplas peguem na
parte do corpo do colega, quando a professora solicitar. Exemplo:
Vamos agora pegar no joelho do colega, nas mãos, e assim por
diante. Após esse momento, cantar a música “Eu conheço um
Jacaré” e “Boneca de Lata”, auxiliar as crianças a fazer a
coreografia e mostrar a parte correta do corpo.
AVALIAÇÃO:
Colombo, 15 de março de 2018.
CONTEÚDO: Relações Naturais e Sociais – Partes do Corpo
OBJETIVOS: Conhecer e identificar o corpo humano;
Nomear partes do corpo humano;
Desenvolver a observação, criatividade e linguagem oral e
escrita;
DESENVOLVIMENTO: O professor coloca uma folha de papel de
craft no chão com um tamanho proporcional ao corpo da criança a
ser desenhada. Nesse momento, o professor explica que o
“boneco” será coletivo, que será usado apenas o corpo de alguém
para demarcar o traçado. Começa o traçado pelas pernas, sobe
pelo tronco, segue os braços e finalmente a cabeça . No final, as
crianças observam o desenho do corpo e dizem o que está faltando
para parecer com um corpo real. Em conjunto iremos construir as
partes faltantes, montar o boneco e por fim, encontrar um nome,
nesse segundo momento a professora é escriba da turma
escrevendo as partes do corpo, a medida que questiona as
crianças e recebe respostas. Ao fim, encontrar um lugar em sala
para deixar nosso boneco exposto.
AVALIAÇÃO:
Colombo, 16 de março de 2018.
CONTEÚDO: Relações Naturais e Sociais – Partes do Corpo
OBJETIVOS: Conhecer e identificar o corpo humano;
Nomear partes do corpo humano;
Desenvolver a observação, criatividade e linguagem oral e
escrita;
DESENVOLVIMENTO: Distribuir para as crianças folhas de papel
sulfite, em seguida colar em cada folha a foto de cada uma delas
(apenas o rosto) – material previamente providenciado – e
questionar sobre o que falta em cada desenho, observar as
respostas. Em seguida solicitar que cada um desenhe as partes
faltantes com giz de cera.
Colombo, 19 de março de 2018.
CONTEÚDO: Identidade

OBJETIVOS: Reconhecer seu nome escrito, assim como a


primeira letra do seu nome.
DESENVOLVIMENTO: Distribuir os crachás e elencar que a
primeira letra de cada nome está demarcada de cor
diferente, a cor vermelha. Pedir para que coloquem o dedo
nessa letra. Em seguida solicitar para que cada criança
encontre a sua letra inicial no alfabeto da parede, em
seguida, colar abaixo da letra um papel com o nome da
criança, por exemplo, abaixo da letra. A estarão colados os
nomes das crianças cujo começa com a letra A. Quando
todas as crianças terminarem, incentivar que encontrem no
alfabeto móvel a letra inicial de seu nome (com o auxílio da
professora e do crachá). Uma vez encontrada, colar a letra
em uma folha sulfite e pedir para que passem o dedo por
cima, nesse momento observar o traçado para se seja da
forma correta. Em seguida, molhar o dedo em tinta guache
e reproduzir a letra ao lado da letra colada. Trabalhando
sempre a nomenclatura da letra, podendo fazer analogias,
como por exemplo, “Ana começa com a letra A, igual ao
nome da Alice, assim como a palavra árvore!”.
AVALIAÇÃO:
Colombo, 21 á 29 de março 2018
CONTEÚDO: Projeto PÁSCOA
EIXO NORTEADOR:
Identidade e autonomia
Linguagem oral e escrita
Artes
Matemática
OBJETIVOS:
• Conhecer o significado de “Páscoa”;
• Destacar os símbolos da Páscoa e o conceito de cada um;
• Vivenciar, valorizar e respeitar o verdadeiro sentido da Páscoa em
sua vida;
• Desenvolver atenção e coordenação motora fina e ampla;
• Relacionar os números com a quantidade;
• Estimular a imaginação e a dramatização das crianças através de
histórias e músicas;
• Promover e estimular a linguagem oral;
• Estimular a expressão corporal;

DESENVOLVIMENTO dia 21 de março de 2018


Vamos assistir a um vídeo que fala da verdadeira história da
Páscoa. O vídeo foi feito pela Voa Flor explicando o significado da
Páscoa para os cristãos
https://www.youtube.com/watch?v=4rlEtszNmkA Passe o vídeo
para os alunos e deixe que comentem que falem o que trazem o
que pensam o que conhecem sobre a verdadeira história e a que
conclusões chegaram após assistir ao vídeo.
Desenho Livre - Expressando a Páscoa: desenhar livremente o que
significa a Páscoa para ele. Se algum aluno desenhar coelhinhos e
chocolate, permita que deixe assim, afinal nossa intenção é que se
expresse.
DESENVOLVIMENTO dia 22 de março de 2018
Apresentar aos alunos os símbolos da Páscoa
Vamos colorir os símbolos da Páscoa
DESENVOLVIMENTO dia 23 de março de 2018
História: O coelhinho que não era de Páscoa
Ruth Rocha
Vivinho era um coelhinho. Branco, redondo, fofinho.
Todos os dias Vivinho ia à escola com seus irmãos.
Aprendia a pular, aprendia a correr...
Aprendia qual a melhor couve para se comer.
Os coelhinhos foram crescendo, chegou a hora de escolherem uma
profissão.
Os irmãos de vivinho já tinham resolvido:
- Eu vou ser coelho de Páscoa como meu pai.
- Eu vou ser coelho de Páscoa, como o meu avô.
- Eu vou ser coelho de Páscoa como meu bisavô.
E todos queriam ser coelhos de Páscoa, como o trisavô, o tataravô,
como todos os avôs. Só Vivinho não dizia nada.
Os pais perguntavam, os irmãos indagavam:
- E você Vivinho, e você?
- Bom – dizia Vivinho – eu não sei o que quero ser.
Mas sei o que não quero: Ser coelho de Páscoa.
O pai de Vivinho se espantou, a mãe se escandalizou e desmaiou:
- OOOOOHHHHH!!!
Vivinho arranjou uma porção de amigos:
O beija-flor Florindo, Julieta a borboleta, e a abelha Melinda.
- Onde é que já se viu coelho brincar com abelha?
- Os irmãos de Vivinho diziam.
Os pais de Vivinho se aborreciam:
- Um coelho tem que ter uma profissão.
Onde é que nós vamos parar com essa vadiação?
- Não se preocupem – Vivinho dizia
– estou aprendendo uma ótima profissão.
- Só se ele está aprendendo a voar – os pais de Vivinho diziam.
- Só se ele está aprendendo a zumbir – os irmãos de Vivinho
caçoavam.
Vivinho sorria e saía, pula, pulando para se encontrar com seus
amigos.
O tempo passou. A Páscoa estava chegando.
Papai e Mamãe Coelho foram comprar os ovos para distribuir.

Mas as fábricas tinham muitas encomendas.


Não tinham mais ovinhos para vender.
Em todo lugar a resposta era a mesma:
- Tudo vendido. Não temos mais nada...
O casal Coelho foi a tudo que foi fabrica da floresta.
Do seu Antão, do seu João, do seu Simão, do seu Veloso, do seu
Matoso,
do seu Cardoso, do seu Tônio, do seu Petrônio, seu Sinfrônio.
Mas a resposta era sempre a mesma:
- Tudo vendido seu Coelho, tudo vendido...
Os dois voltaram pra casa desanimados.
- Ora essa. Isso nunca aconteceu...
- Não podemos despontar as crianças...
- Mas nós já fomos a todas as fábricas. Não tem jeito, não...
Os irmãos do coelhinho estavam tristes:
- Nossa primeira distribuição... Ai que tristeza no coração!...
Vivinho vinha chegando com Melinda.
- Por que não fazemos os ovos nós mesmos?
- É que nós não sabemos.
Coelho de Páscoa sabe distribuir ovos. Não sabe fazer!
- Pois eu sei – disse Vivinho- Eu sei.
- Será que ele sabe? – disse o Pai?
- Ele disse que sabe – disseram os irmãos.
- Ele sabe, ele sabe – disse a mãe.
- E como você aprendeu? – perguntaram todos.
- Com meus amigos. Eu não disse que estava aprendendo uma
profissão?
Pois eu aprendi a tirar o pólen das flores com Julieta e Florindo.
E Melinda é a maior doceira do mundo. Me ensinou a fazer tudo o
que é doce...
A casa da família Coelho virou uma verdadeira fábrica.
Todos ajudavam: Papai Coelho, Mamãe Coelha e os coelhinhos...
e os amiguinhos também: florindo o beija-flor, a borboleta Julieta e
a abelha Melinda, a maior doceira do mundo.
E era Vivinho quem comandava o trabalho.
E quando a Páscoa chegou, estavam todos preparados.
As cestas de ovos estavam prontas.
E os pais de Vivinho estavam contentes.
A mãe de vivinho disse:

- Agora, nosso filho tem uma profissão.


E o pai de Vivinho falou:
- Cada deve seguir a sua vocação...

Brincadeira: rabinho no coelho


Fixar um coelhinho em EVA na parede de modo que fique ao
alcance dos alunos. Colar fita crepe no pompom que será o
rabinho.
Solicitar que o participante observe o coelhinho;
Vendar o participante;
Girar o participante vendado, deixando de frente para o coelho. Ele
deverá colar o pompom no lugar do rabo do coelho ou o mais
próximo possível.

Cantar: Coelhinho

De olhos vermelhos,
De pelo branquinho,
De orelhas bem grandes
Eu sou coelhinho.

Sou muito assustado,


Porém sou guloso.
Por uma cenoura
Já fico manhoso.

Eu pulo pra frente;


Eu pulo pra trás;
Dou mil cambalhotas,
Sou forte demais!

Comi uma cenoura


Com casca e tudo,
Tão grande ela era!
Fiquei barrigudo...

DESENVOLVIMENTO dia 26 de março de 2018

Preparação: Confeccionar várias bolinhas de papel representando


ovinhos de Páscoa. Esconde-los em diversos lugares.
Desenrolar: As crianças terão que procurar os ovos pela sala.
Nesta fase trabalharão individualmente. Após junto com o professor
terão que fazer a contagem dos ovos e ver quem achou mais.
cantar a música - “Coelhinho bossa nova”.

Coelhinho Bossa Nova

Eu sou coelhinho Bossa Nova


Vou contar para vocês
Prá cenoura não dou bola
Eu só tomo Coca-Cola
Coelhinho Bossa Nova

É uma brasa, mora


Chorar por uma cenourinha nha – nha
Foi no tempo da vovó
Prá cenoura não dou bola
Eu só tomo Coca-Cola
Coelhinho Bossa Nova

É uma brasa, mora.

Pintar, colar algodão e recortar a orelha do coelho.


DESENVOLVIMENTO dia 28 de março de 2018
Conversa informal, diálogo e questionamento oral e relatos sobre
o assunto; Perguntar as crianças se elas sabem o que é a páscoa,
qual o sentido da páscoa, qual o símbolo etc.
Músicas: Coelhinho da Páscoa que trazes pra mim..., De olhos
vermelhos... Trabalhar os números 1, 2 e 3 e as cores azul,
amarelo e vermelho, mostrando os numerais e as quantidades
correspondentes e as cores dos ovinhos.
DESENVOLVIMENTO dia 28 de março de 2018
FESTA DA PÀSCOA
PINTURA FACIAL

MÚSICAS, BRINCADEIRAS, FESTA E MUITA DIVERSÂO!!!!

FELIZ PÁSCOA

RECURSOS: Vídeo
https://www.youtube.com/watch?v=4rlEtszNmkA
Papel sulfit, Giz de cera, tinta, algodão, tesoura
Colombo, 04 de abril de 2018.

Conteúdo: Confecção do crachá.

Linguagens: Linguagem escrita


Linguagem oral
Linguagem visual

Objetivos: Reconhecer o nome como forma de Identificação.


Acompanhar a escrita do próprio nome e realizar a
leitura dele.
Desenvolver habilidades visuais e de coordenação
motora.

Desenvolvimento: Em roda de conversa explicar para as


crianças que tudo deve ter um nome para podermos nos
comunicar. Falar da importância do seu nome na sociedade, depois
mostrar para as crianças objetos, rótulos marcas de carro,
brinquedos, alimentos e seus nomes em forma de cartão, depois
vamos construir um cartaz com recortes de revista onde os alunos
iram procurar marcas e nomes de objetos. Em seguida os alunos
deverão construir o seu crachá com auxilio do alfabeto da pagina 5
da apostila.

Recursos:Cartões com nome dos objetos e marcas, revista ,papel


cartão,cola, tesoura, alfabeto da apostila.
Colombo, 05 de abril de 2018.

Conteúdo: Leitura e interpretação de imagens

Linguagens: Linguagem escrita


Linguagem matemática
Linguagem oral
Linguagem visual
Objetivos: Ampliar a percepção e a imaginação sobre as imagens
Identificar e discutir os personagens e a fala de cada uma na
seqüência das ações nos quadrinho ilustrada.
Analisar as histórias a partir das imagens.
Desenvolver a leitura de imagens.
Explorar sua criatividade na produção de desenhos.
Respeitar a produção do outro.

Desenvolvimento: 1º Momento: Convidar os alunos para sentarem


em roda,mostrar as imagens fazendo a leitura em voz alta para os
alunos depois perguntar onde as crianças estão, se todas já se
conhecem o que esta acontecendo, como é o nome do menino que
chega na roda , o que eles estão fazendo, quantos anos o amigo
tem , se cada um sabe a sua idade quando faz aniversario,
quantos são os dias da semana. 2º Momento: Cada criança vai
tentar reproduzir em desenho as imagens observadas da
apostila,confeccionar um cartaz com a data e a idade da cada
criança com imagens que a professora vai trazer

Recursos:Calendário e imagens para confecção do cartaz de


aniversariantes.
Colombo, 06 de abril de 2018.

Conteúdo: Contação de história; História João e Maria


Pintura, colagem e desenho.

Linguagens: Linguagem corporal


Linguagem escrita
Linguagem oral
Linguagem visual

Objetivos: A partir da história João e Maria, clássico da


literatura infantil conhecer e trabalhar a história do nome de cada
aluno do Infantil IV
Aprimorar a interpretação de texto por meio de partes de
uma história já conhecida e utilizar estratégias de leitura.
Desenvolver a imaginação e a criatividade.

Desenvolvimento: 1º Momento: Convidar os alunos para


sentarem em roda, mostrar as imagens fazendo a leitura da historia
em voz alta para os alunos depois perguntar onde João e Maria
moram, o que esta acontecendo com os dois, se eles estão com
medo, qual foi a ideia que João teve 2º Momento: Cada criança
vai tentar reproduzir em desenho as imagens observadas da
historia João e Maria da apostila e a pintura dos dedoches dos
personagens
Colombo, 07 de abril de2018.
3º Momento: Dinâmica: Abraçando amigos (formar uma grande
roda. Colocar bem baixinho uma música agradável. Informar que o
grupo deverá estar atento à ordem dada para executá-la
atentamente. Exemplo: "Abraço de “dois" e todos começam a se
abraçar em grupo de dois; "abraço de quatro", abraço de
um","abraço de todo mundo.")
Painel da família;com recortes de revista
Trabalho com massinha de modelar (fazer a si próprio, o amigo
mais próximo...);

Recursos folhar A4, cartolinas, giz de cera, massinha, revista


tesoura, cola,Xerox de João e Maria

Anexo:
PLANO DE AULA EXTRA
TODOS OS DIAS

Conteúdo: Formas geométricas: Círculo, Quadrado, triângulo e


retângulo.

Linguagens: Linguagem oral


Linguagem escrita

Objetivos: Fazer com que as crianças reconheçam as formas


geométricas na historia João e Maria

Desenvolvimento: Através de uma conversa informal, com as


crianças em roda perguntar a elas se conhecem as figuras
geométricas e se sabem nomeá-las. Pedir para as crianças
procurar na sala de aula objetos, utensílios que lembram as
formas geométricas (círculo, quadrado, triângulo e retângulo); Após
esta conversa fazer registro através de desenhos com interferência
das formas geométricas, com atividades de colagens e contorno.
Recursos: papel sufit, massinha de modelar, revistas.
Colombo, 09 maio de 2018.

Conteúdo: CORES E FORMAS

Linguagens: Linguagem corporal


Linguagem escrita
Linguagem oral
Linguagem visual
Objetivos: Nomear cores no ambiente, sala de aula, parque e
roupas;
Selecionar objetos, classificando as cores;
Demonstrar a utilização das cores, nas revista, fotos, livros de
histórias, obras de artes e tudo que nos cerca;
Através de atividades lúdicas vamos identificar cores e formas,
nomear cores e formas.

Desenvolvimento: Organizar as crianças em rodinha de forma que


todas possam olhar-se e interagir para observar e falar sobre as
cores das roupas de cada um e os objetos da sala de aula;
Realizar um passeio pela sala de aula, para observarem as cores
das paredes, dos brinquedos do parque e tudo o que cerca a
escola; Conversar sobre as cores primárias e algumas
secundárias.
As cores das frutas: Mostrar fotos coloridas, observando a
diversidade de cores. Perguntar a cor preferida de cada um,
trabalhando com o lúdico (a cor da roupa da criança, etc.);
Realizar experiência com tinta gauche nas cores primárias
amarelas
e azul, qual o resultado?

Recursos: brinquedo de sala de aula, papel cartão tinta gauche


amarela e azul pincel.

Colombo, 10 de maio de 2018.

Conteúdo: PROJETO DIA DAS MÃES

Linguagens: Linguagem corporal


Linguagem escrita
Linguagem oral
Linguagem visual

Objetivos: Valorizar o papel da mãe em casa;


Desenvolver a criatividade;
Incentivar o carinho pela mãe;
Socializar.
Desenvolvimento: Confecção de lembrancinhas, ensaio para
apresentação dia das mães , musicas para o dia das mães,
trabalhos de arte e desenhos para colorir; Confecção de
Painéis;

Recursos: revistas, papel sulft ,lápis de cor, som, pen drive.

Colombo, 11 de maio de 2018.

Conteúdo: Musicalização

Linguagens: Linguagem corporal


Linguagem oral
Linguagem visual

Objetivos: Sensibilizar os alunos pelo gosto musical;


Criar condições para que o aluno possa refletir e entender a
música como fonte de prazer e conhecimento.
Estimular a criatividade, a percepção, a coordenação e o convívio
social do aluno.
Aproveitar as variadas formas dos materiais, transformando-os em
instrumentos musicais.

Desenvolvimento: Ouvir as músicas e dançar acompanhando a

música com o próprio corpo e tecidos livres relaxando e se


divertindo.

Recursos: tecidos coloridos, som, pen drive com musicas.

Colombo, 14 de maio de 2018.

Conteúdo: BICHINHOS DE JARDIM

Linguagens: Linguagem corporal


Linguagem musical
Linguagem oral
Linguagem visual
Linguagem matemática
Objetivos: Desenvolver atitudes de respeito e preservação com o
meio ambiente e com os animais.
Construir conhecimentos sobre o universo do jardim e os bichos
que compõem envolvendo a prática de observação.
Análise e o estudo das características e peculiaridades dos
bichinhos, cuidados com o mesmo e descoberta de curiosidades.
Desenvolver a capacidade de ouvir, apreciar as historia.

Desenvolvimento: levantar os conhecimentos prévios acerca do


tema.
Visitar o jardim do CMEI para observação e levantamento de
dados.
Listar os bichinhos encontrados no jardim. Observar os diversos
bichinhos no jardim e espaço do CMEI, tais como tatu-bola,
minhoca, caracol, joaninha, besouro, borboleta, abelha, formiga,
centopeia, entre outros.
Ler para as crianças as obras da literatura infantil, como as
histórias: A Joaninha; Bela, a Libélula; A Cigarra e a Formiga; O
Caracol; Confusão no Jardim; Zuzu, a Borboleta Azula; A
Centopeia e os Seus Sapatinhos; A Margarida Friorenta; O Grilo
etc.

14 de maio: Vamos começar pela

ABELHA

Vamos aprender tudo sobre as abelhas: Como ela vive? Onde ela
vive? O que ela come? Depois vamos construir uma abelha com
rolinho de papel higiênico.

Recursos: livros infantis, rolinho de papel higiênico, cola, tinta


gauche amarela e preta, olhinhos.
Colombo, 16 de maio de 2018.

JOANINHA
1º momento: Vamos aprender tudo sobre as JOANINHAS: Como
ela vive? Onde ela vive? O que ela come? Depois vamos construir
uma joaninha de caixas de ovos.
2º momento: contação de historia “Uma Joaninha Diferente”
UMA JOANINHA DIFERENTE
Uma joaninha diferente, encontra uma forma de lutar contra o preconceito e
discriminação.
3º momento: Depois vamos construir uma joaninha de caixas de
ovos.

Recursos: livros infantis, caixas de ovos, tinta guache, olhinhos.

Colombo, 17 de maio de 2018.

BORBOLETA
1º momento: Como ela nasce? Borboletas nascem do ovo? Onde
ela vive? Que cor ela é? Quanto tempo ela vive?
2º momento: contação de historia: “O Nascimento da
Borboletinha”.

3º momento: Depois vamos construir borboletas dedoches com


papel cartão.
Recursos: livro infantil, papel cartão, cola colorida.

Colombo, 17 de maio de 2018.


Conteúdo: CORRIDA DO SACO

Linguagens: Linguagem corporal


Linguagem musical
Linguagem oral
Linguagem visual
Linguagem matemática
Objetivos: Resgatar jogos e brincadeiras populares;
Vivenciar as brincadeiras utilizadas em gincanas;
Perceber as atividades dos jogos e brincadeiras como meio para
o desenvolvimento da cooperação;
Vivenciar habilidades encontradas nas manifestações dos jogos e
brincadeiras e de forma lúdica.

Desenvolvimento: Espaço: pátio da escola, quadra esportiva ou


qualquer espaço que possibilite o desenvolvimento da atividade. A
turma será dividida em dois grupos e será traçada duas linhas
paralelas com cerca de dez metros de distância uma da outra. Uma
será a marca da partida e a outra da chegada. Cada grupo
receberá um saco.
O primeiro corredor de cada grupo “veste" o saco e o segura com
as mãos na altura da cintura e ao sinal do professor, ele sai
pulando até a marcação oposta e volta, também pulando.

Em seguida, tira o saco e o entrega ao segundo participante. O


jogo prossegue assim até que todos os integrantes de uma das
equipes completem o percurso e vençam a competição.

Recursos: Dois sacos.

Colombo, 18 e 21 de maio de 2018.


CARACOL

Onde ele vive? Ele tem olhos? Ele come?


Ler o livro: O caracol - Mary França - ilustrar a história:
1º momento: Onde ele vive? Ele tem olhos? Ele come?
2º momento: Vamos sair à procura de caracóis pelo CMEI
3º momento: contação de historia
4º momento: Depois vamos construir um livrinho usando as mãos
como carimbo para fazer as ilustrações?
Aproveitando para trabalhar diversidade em sala de aula com um
lindo texto de Mary França e Eliardo França.

Recursos: livro infantil, papel colorido, tinta guache.


O CARACOL

O Caracol viu uma Joaninha.

A Joaninha passou voando.


O Caracol falou:
- Ah! Eu não posso voar...

O Caracol viu um grilo.


O Grilo passou pulando.
O Caracol falou:
- Ah! Eu não posso pular...

O Caracol viu uma cigarra.


A Cigarra passou cantando.
O Caracol falou:
- Ah! Eu não posso cantar...

O Caracol viu um Vagalume.


O Vagalume passou iluminando.
O Caracol Falou:
- Ah! Eu não posso iluminar.

O Caracol Viu Uma Formiga


A Formiga passou ligeira.
O Caracol Falou:
- Ah! Eu não sou ligeiro assim.

- Mas vejam só!


Falou o Caracol.
- Eu Tenho Casa Para Morar!
A Borboleta

A transformação acontece em quatro fases: o ovo, a larva, a pupa e o estagio


adulto. O inicio do ciclo começa com os ovos que são postos pela borboleta
geralmente em folhas de plantas. “Esse período dura de alguns dias até um
mês”, diz a entomologista (especialista em insetos) Cleide Costa, do Museu de
Zoologia da Universidade de São Paulo. Há um mecanismo no corpo do inseto
que faz com que o embrião fique inativo no ovo até que as condições do clima e
do crescimento da planta (onde ele esta e que servirá de alimento) sejam
favoráveis.

Ele se transforma então, em lava (lagarta). Nessa fase, que dura meses até
mais de um ano, o animal come mais (geralmente folhas) para crescer e
guardar energias. Durante esse estagio, a lava produz fios de seda ou
semelhantes, que se prendem a superfície onde ela esta. Apesar de ainda não
ser o casulo, esses fios servem de abrigo contra os predadores.

Quando o animal atingir a fase de pupa, depois de várias mudanças de pele, ele
usará esses fios para construir o verdadeiro casulo. A larva fia em estado de
total repouso por um período que vai de uma semana a um mês, dependendo
da espécie, e os tecidos do seu corpo vão se modificando. Quando a borboleta
já estiver pronta, ela rompe o casulo.

Uma vez livre do casulo, é preciso colocar as asinhas de fora. Elas ficam
abrigadas no tórax. O inseto contrai o tórax e joga sangue para dentro do
compartimento qual estão as assas. Com isso, o compartimento se rompe e as
asas saem. A mobilidade que o vôo dá ao inseto é importante para dispersar a
espécie para outras áreas e principalmente para que fêmeas e machos se
encontrem. Assim como na fase de larva o mais importante é a alimentação, e
na de pupa é a transformação, a principal atividade na fase adulta (que dura de
uma semana a alguns meses) é a reprodução. A metamorfose não é privilégio
apenas da borboleta. Outros animais, como anfíbios, também sofrem
transformações. Mas as mudanças sofridas por esses insetos são as mais
radicais.
As Borboletas adultas se alimentam através da ingestão de líquidos.
As Borboletas têm um tubo longo e estreito em sua boca chamado de “

tromba”, que funciona como um canudo, as Borboletas usam a tromba para


sugar o néctar das plantas.

Habitat das borboletas. As florestas são sem dúvida


o habitat preferido das borboletas, pois são nas florestas onde que se
encontram as maiores variedades de plantas, flores e frutas, que são os
alimentos das borboletas.
A Joaninha

Joaninha é o nome popular dos insetos coleópteros da família


Coccinellidae. Os cocinelídeos possuem corpo arredondado,
cabeça pequena, patas muito curtas e asas membranosas muito
desenvolvidas, protegidas por uma carapaça dura geralmente de
cores vivas. Podem medir de 1 até 10 milímetros, e viver até 180
dias.

As joaninhas são um dos maiores predadores no mundo dos


insetos e alimentam-se de afídeos, moscas da fruta, pulgões,
piolhos da folha e outros tipos de insetos, a maioria deles nocivos
para as plantas.

O Caracol

A principal diferença entre eles é que o caracol tem concha e a


lesma, não. Ambos pertencem ao grupo dos animais de corpo mole
chamados moluscos, entre os quais estão a ostra, o marisco e a
lula. O caracol e a lesma são encontrados no mundo todo. Alguns
vivem no solo ou em árvores, enquanto outros moram na água.

Os caracóis podem dormir por até três anos, ou seja, 10% de todo
o seu tempo de vida.

Os caracóis jovens alimentam-se de vegetais em decomposição e


folhas verdes.
As abelhas são insetos polinizadores que produzem mel, um alimento muito
importante para a humanidade. Esses animais invertebrados vivem em
sociedades bem organizadas que podem abrigar de 50 a 100 mil indivíduos,
e onde podemos encontrar as abelhas operárias, o zangão e a rainha.

Na imagem podemos observar a diferença de tamanho entre a rainha, o


zangão e a operária.
As abelhas operárias são fêmeas estéreis, ou seja, não têm a capacidade de
se reproduzir. Elas são as únicas abelhas da sociedade que possuem
aparelho bucal e patas especializadas na colheita de pólen e, por esse
motivo, são as únicas que trabalham, colhendo pólen e néctar das flores,
alimentando as larvas, produzindo favos de cera e de mel, limpando e
guardando a colmeia etc. As abelhas operárias jovens possuem glândulas
que produzem a geleia real, alimento que será oferecido a todas as larvas
assim que saírem dos ovos.

Figura 1: ovos e larvas de abelhas. Figura 2: larvas de zangões

É interessante lembrar que a geleia real é oferecida a todas as larvas que


saem dos ovos, inclusive os zangões. Depois de alguns dias de vida, as
larvas que irão se tornar operárias e zangões passam a ser alimentadas com
mel e

pólen, enquanto as larvas que irão se tornar em rainhas continuam sendo


alimentadas com geleia real.
Os zangões são os únicos machos da colmeia, e eles têm a função de
fecundar a rainha. Os zangões não possuem ferrão e nem estruturas que
lhes permitem trabalhar. Após a fecundação da rainha os zangões morrem.

A seta está indicando uma abelha rainha. Note que ela é maior do que
abelhas operárias
As abelhas rainhas são fêmeas férteis, e a sua função é ser fecundada pelos
zangões dando origem a todos os indivíduos da colmeia. As abelhas
rainhas podem viver até dez anos, e têm a capacidade de colocar até mil
ovos em apenas um dia.
As abelhas são insetos que produzem uma substância química chamada
de feromônio. O feromônio funciona como um tipo de comunicação, não só
entre as abelhas, mas também entre outros insetos, como as formigas, os
cupins etc. Através do feromônio as abelhas são capazes de emitir sinais de
alarme, localizar um alimento, reconhecer os outros membros da sociedade,
identificar estranhos entre outras funções.

Colombo, 28 a 30 de maio de 2018.


Conteúdo: Resgate de Jogos e Brincadeiras – Jogos cooperativos

Linguagens: Linguagem corporal


Linguagem oral
Linguagem visual
Linguagem matemática
Objetivos: Conhecer a história da pipa;
Conhecer e apreciar a história da arte “Meninos soltando pipa” de
Portinari;
Realizar a brincadeira da pipa;

Desenvolvimento: Vamos conhecer uma historia e uma poesia com


o tema: A PIPA

Depois conhecer a obra: Meninos soltando pipa – Candido Portinari


Expor a tela: “Meninos soltando pipas” de Candido Portinari, em
seguida fazer questionamentos sobre a mesma para os alunos: O
que estão visualizando? Sobre o que é? O que os meninos estão
fazendo? Que cores são? Você já brincou de pipa?
2° momento: Vamos realizar a releitura da Obra no caderno de
desenho:
A releitura da Obra: Meninos soltando pipa de Candido Portinari
também realizada com colagens em papel cartão para construção
de um cartaz coletivo.
3º momento: Cada aluno vai a fazer um desenho representando a
brincadeira realizada no papel sulfite recortado no formato de uma
pipa para decorar a sala de aula.

4º momento: Fazer uma pipa decorativa com papel de seda e


canudinhos - no lugar de bambu
Recursos: Papel sufit, papel colorido, papel cartão, papel de seda
colorido, canudinho de refrigerante, cola.
HISTÓRIA:
A
pipa ou papagaio é um brinquedo sazonal de origem oriental
e foi trazido para a América Portuguesa no século XVI .
Segundo a enciclopédia chinesa khé-Tchi-King-Youen ,
a pipa foi inventada pelo general chinês Hau-sin, no ano de
206 a.C.. Este comandante do exército utilizou uma pipa para
calcular a distância que o separava do palácio Wai-Yang, para
conquistá-lo por meio de um túnel. Ainda, contam as tradições
orientais que os habitantes de uma cidade sitiada conseg
uiram se comunicar e pedir ajuda por intermédio do papagaio.
Os séculos passaram e esse uso estratégico de um brinquedo
infantil pode ser visto na atualidade
nas favelas do Rio de Janeiro, onde crianças e adolescentes
utilizam o
papagaio para avisar os traficantes de drogas da chegada da
polícia no morro.
Esse brinquedo é conhecido também por arraia, pandorga,
quadrado, curica,e em Portugal, por estrela, canoa,
cometa, zoeira,bacalhau. O
poeta Thiago de Mello, em sua obra Arte e ciência de empin
ar papagaio, demonstra uma linguagem própria Utilizada pelas
crianças, no início do século XX, na região do Amazonas, ao
vivenciarem essa atividade lúdica.
Imbicar ou embicar designa o movimento de descer verticalmente
a pipa de cabeça para baixo; aparar é pegar pela rabiola o
papagaio de outro menino e descer com ele até sua mão; papocar
é quando a linha se rompe sozinha; quedar : verbo para quem é
cortado. Palavras que até hoje são encontradas nas bocas das
crianças.
A PIPA

Voando alto
no céu anil,
a pipa embala
o sonho infantil...
Seguindo o vento
de lá pra cá,
reina tranquila
em seu altar!
Voando leve,
dançando solta,
sua rabiola
não se enrola.
Quanta alegria,
que coisa bela!
Queria mesmo
voar com ela...
Voa a pipa, lá no céu...
Lindo sonho de papel.
Voa... voa... norte... sul...
Colorindo o céu azul.

(Andra Valladares)
MEIO AMBIENTE
A Educação Ambiental torna-se imprescindível para a
conscientização de que cada indivíduo é responsável pela
construção de um mundo justo e equilibrado ecologicamente,
requerendo responsabilidade individual e coletiva, onde será
possível criar e aplicar maneiras sustentáveis de interação
sociedade-natureza.
A fauna e a flora, assim como os demais recursos ambientais,
exercem uma função no ecossistema, e são indispensáveis para o
seu equilíbrio. É dizer que cada um dos elementos do ecossistema
tem uma missão a cumprir para mantê-lo estruturado e em
harmonia.
Lembrando que precisamos plantar a semente da conscientização
desde já para que as crianças de hoje sejam os conscientes
adultos de amanhã.
Colombo, 04 a 08 de junho de 2018.

Conteúdo: Natureza e sociedade


Animais que andam, voam e nadam;
Animais em extinção;
A importância dos animais;
Os vários tipos de vegetais: flores, árvores, etc.
Plantas alimentícias; Cenoura
Plantas ornamentais;
Linguagens: Linguagem corporal
Linguagem musical
Linguagem oral
Linguagem visual
Linguagem matemática
Objetivos: Promover a coordenação motora, com a variedade dos
materiais.
Utilizar as atividades para apresentar as características dos vários
tipos de linguagem, como a cor, a forma e a oralidade;
Aproveitar a relação dos alunos com a natureza para provocar a
percepção do desenvolvimento dos seres vivos;
Discutir se há facilidade em aproveitar os materiais recicláveis;
Sensibilizar as crianças sobre a importância da preservação do
meio ambiente, a reciclagem do lixo, racionamento do uso da água,
poluição do solo, água, ar. Desenvolver práticas de educação
ambiental, através de atividades artísticas (pinturas, colagens,
etc.); Conscientizar os
alunos sobre a necessidade de comer legumes, verduras e frutas
como uma opção de saúde compreender o valor nutritivo dos
alimentos.
Estabelecer contato com pequenos animais;
Diferenciar quais as partes dos alimentos que ingerimos (raiz,
folhas e frutos), observar o desenvolvimento das plantas;
Incentivar práticas como plantios de mudas, e hábitos de
preservação do meio ambiente, seja na escola, em casa, por onde
eles forem;

Desenvolvimento: Em roda de conversa procurar saber o que os


alunos já conhecem sobre o assunto. Primeiramente vou
separar, figuras/imagens de diferentes animais que se
encontram em extinção. Colocar as imagens em uma caixa,
cuidando para que as crianças não consigam ver o que tem
dentro. Assim, pedir para que cada criança retire uma imagem
da caixa. A partir, de esta primeira observação questionar às
crianças, quais animais conhecem e se já ouviram algo a
respeito de “extinção”.
- Você conhece esse animal da figura?
- Qual animal você acha que ele é?
- Quais são suas características?
- Todos nós moramos em um lugar não é mesmo? Alguns em
casa, outros em apartamentos? E esses animais? Como será
que é onde eles moram?
- Você já o viu em algum lugar? Onde?
2º Fazer uma horta de cenouras

3º Com o auxílio de massa de modelar, oriente cada aluno a


reproduzir o animal da figura que ele escolheu aleatoriamente,
de modo a modelar também, o local que ele acredita que este
animal vive.

Recursos: Material didático: papéis variados, lápis de cor, pincel,


tinta guache, cartolina, giz de cera, cola branca, fita adesiva,
tesoura, cola gliter, etc. Materiais recicláveis diversos (garrafas
descartáveis, papel, latinhas, etc.); Aparelho de DVD e televisão;
Equipamento de som, Fantoches, brinquedos. Sementes e mudas
de plantas (legumes,verduras,frutas) Exposição dos trabalhos
realizados; Cartazes;

Benefícios da Cenoura

A maioria dos benefícios da cenoura pode ser atribuída ao betacaroteno


e às fibras. Esta raiz é também uma boa fonte de agentes antioxidantes.
Além disso, a cenoura é rica em vitamina A, vitamina C, vitamina K, vitamina
B8, ácido pantotênico, ácido fólico, potássio, ferro, cobre e manganês.

O betacaroteno é responsável pela coloração alaranjada característica do


vegetal. Ele é uma provitamina A (substância que dá origem à vitamina A,
dentro do organismo) e ajuda o desempenho dos receptores da retina,
melhorando a visão. O betacaroteno também é responsável por manter o
bom estado da pele e das mucosas.

A cenoura é um vegetal que contribui para aumentar a imunidade do nosso


organismo, pois combate as infecções. Além disso, ela diminui o risco de
derrames em mulheres. A fibra solúvel da cenoura diminui o colesterol no
sangue e promove o equilíbrio do corpo.

As cenouras são repletas de benefícios para a saúde. Aqui estão algumas


das principais razões para comê-las com mais frequência, especialmente
quando temos acesso a elas frescas e orgânicas.

 Fonte de cálcio, magnésio e ferro


 Hidrata pele e cabelos
 Previne úlceras
 Previne reumatismos
 Fonte de vitamina A, B e C
 Estimula o sistema imunológico
 Auxilia nos processos de crescimento
 Equilibra o funcionamento das glândulas
 Fortalece os dentes e ossos
 Regula o equilíbrio ácido do organismo
 Melhora a visão noturna
 Combate gases
 Protege contra o envelhecimento
 Previne infecções urinárias

Cenoura crua ou cozida?

As cenouras são boas para sua saúde, cruas ou cozidas. Se você quiser
absorver melhor o

betacaroteno (precursor da vitamina A) encontrado na raiz, melhor comê-las


cozidas e temperadas com azeite de oliva. O betacaroteno é mais facilmente
assimilado pelo corpo depois que o alimento passe por um cozimento rápido.
A vitamina A é solúvel em gordura e, por isso, para sua absorção é
interessante sempre acompanhar o prato com uma gordura saudável.
Suco de Cenoura

A melhor maneira de consumir a cenoura é realmente comendo-a crua ou


cozida. Mas, se você não gosta, uma boa alternativa é tomar um suco: assim
você ainda pode se beneficiar de seus nutrientes.

Colombo, 11 a 15 de junho de 2018.

Conteúdo: Vogais “a, e, i, o u”

Linguagens: Linguagem corporal


Linguagem oral
Linguagem visual
Linguagem matemática
Objetivos: Reconhecer as vogais através de fichas, musicas,
brincadeiras com dado e pescaria;
Possibilitar o desenvolvimento da linguagem oral através das
musicas das vogais;
Estimular o gosto pela musica;
Desenvolver a coordenação viso-motor e a interação entre
aluno/professor através da brincadeira “Pescaria das vogais”;
Desenvolver a expressão corporal com a brincadeira da “Dança da
Cadeira”.

Desenvolvimento: 1º momento: Em roda de conversa apresentar


cartazes ilustrativo com as vogais para os alunos e ver quem já
conhece as letras, depois cada aluno vai contornar com tinta e
cotonete a tetra inicial do seu nome.

2° momento: Cantar a musica das vogais gesticulando de maneira


lúdica e procurando na sala de aula objetos com as vogais

3º momento: Brincadeira com o dado das vogais, o dado vai ser


jogado para o alto e na vogal que cair às crianças tem que achar
na sala de aula objetos com a vogal que cair.

4º momento: Irei convidar uma criança para jogar o dado no chão,


a vogal que sair no dado a criança terá que pescar um peixinho
com a letra da vogal, e assim sucessivamente para que todos
possam participar da brincadeira de forma lúdica e dinâmica.
Brincadeira: “Dança da cadeira”. Desenvolver a expressão corporal
com a brincadeira da “Dança da Cadeira”.

Recursos: Cartazes, dado ,CD , som, vara, peixe de papel, cola,


tesoura , fita adesiva, arame, cartolina.
Musicas das vogais

ARARA COLORIDA

A ARARA É COLORIDA.
PARA ELA TUDO É FESTA.
VOA EM BANDO COM A FAMÍLIA
QUANDO ESTÁ LÁ NA FLORESTA

CANTA ALTO E DÁ GRITOS,


MOSTRA-SE FELIZ DA VIDA
QUANDO VÊ A PASSARADA
ATRÁS DELA REUNIDA.
Graça bouquet
ELEFANTINHO FOFINHO

ELEFANTE, ELEFANTINHO,
ONDE VAIS TÃO LENTAMENTE?
DIGA LOGO, MEU FOFINHO,
PARA EU FICAR CONTENTE!
Graça bouquet

INDIOZINHO PERI

- INDIOZINHO PERI,
QUE FAZES AQUI?
- ESTOU ESPERANDO BIS
O MACACO JOLI.BIS
Graça bouquet

OVELHA ESPERTINHA

OVELHINHA ESPERTINHA,
QUERO VER O SEU ANDAR.
SEMPRE COM REBOLADINHOS,BIS
PARA LÁ E PARA CÁ...BIS
Graça bouquet

JÁ SEI LER

JÁ SEI LER E ESCREVER


QUATRO LETRINHAS LEGAIS.
AGORA SÓ FALTA A LETRA U
E COMPLETAR AS VOGAIS.
Graça bouquet
Colombo, 18 a 22 de junho de 2018.
Tema: Vento (apostila)

Nesta época do ano, com o frio batendo nas janelas e nos pátios, o contato
com a natureza tem que ser considerado e nunca deixado de lado! Criança
precisa do ambiente externo e natural: foram feitos um para o outro!

Conteúdo: Sociedade e inter-relação com a natureza


Relação de interdependência no ecossistema: ar.
Necessidade social de representação significativa do mundo por
meio de diferentes linguagens.

Linguagens: Linguagem corporal


Linguagem oral
Linguagem visual
Linguagem escrita
Objetivos: Despertar interesse pele natureza.
Realizar experimentos que comprovem a existência do
ar.
Perceber a impôrtancia do ar para os seres vivos.
Ampliar habilidades visuais e motoras

Desenvolvimento: 1º momento: Em roda de conversa perguntar se


alguém já viu o vento? Ele tem cor, cheiro de onde ele vem?
Sempre estimulando a imaginação das crianças. Ler para eles a
historia “O Vento”, apresentar figuras com vento para os alunos
depois cada aluno vai procurar em revista figuras que represente o
movimento do vento e fazer um cartaz.

2° momento: Cantar a musica das vogais gesticulando de maneira


lúdica e procurando na sala de aula objetos com as vogais.
Construção de uma cata vento com papel cartão.
3º momento: Brincadeira com o dado das vogais, o dado vai ser
jogado para o alto e na vogal que cair às crianças tem que achar
na sala de aula objetos com a vogal que cair.
Pintura de figuras com movimento do vento.

4º momento: Irei convidar uma criança para jogar o dado no chão,


a vogal que sair no dado a criança terá que pescar um peixinho
com a letra da vogal, e assim sucessivamente para que todos
possam participar da brincadeira de forma lúdica e dinâmica.

Brincadeira: “Dança da cadeira”. Desenvolver a expressão corporal


com a brincadeira da “Dança da Cadeira”.

Recursos: imagens com movimento do vento, musica, revistas,


papel cartão, palito de churrasco.

História da Folhinha de Outono


Era uma época do ano chamada Primavera, antes do verão, quando o calor
e o sol ficam muito quentes.
Em uma árvore do parque aqui pertinho, nasceu uma folhinha bem verdinha,
toda enroladinha. Ela era uma folhinha pequenininha.
Com o passar do tempo ela foi se desenrolando e crescendo. Foi ficando
grossa maior e mais forte.
Quando o vento batia nas árvores do parque, a folha grande balançava,
fazendo uma dança, junto com as outras folhas companheiras. É muito
bonito de se ver e ouvir o barulho das folhas balançando ao vento. E a folha
da nossa história gostava muito de dançar!
Quando o calor foi diminuindo e uma época do ano chamada outono foi
chegando, a folha foi percebendo que ela e suas colegas estavam mudando
de cor: algumas estavam mais amarelas, outras marrons e outras
avermelhadas. Sentiu também que o vento estava mais frio e mais forte.
Quando olhava para o chão, via outras folhas voando e caindo pelo parque.
Curiosa e assustada, a folha perguntou para os amigos galhos: o que está
acontecendo com as folhas que estão mudando de cor e voando para longe
das árvores?
Os galhos então explicaram para a folha que estava chegando o dia do
grande voo da folhinha. Ela estava se vestindo com outra cor para sair
voando pelo parque, enfeitando as ruas e dando lugar para as novas
folhinhas que iam chegar quando o calor voltasse.
E assim aconteceu. Um vento forte puxou a folhinha que já estava
amarelinha, para um voo lindo. Ela passeou por todo o parque. Viu a sua
árvore de longe e percebeu como ela era grande e forte. Viu o lago dos
patinhos. Viu as crianças brincando no balanço do outro lado da rua. E, no
final do voo, se juntou a muitas folhas diferentes de outras árvores que nunca
tinha conhecido.
Atividade para pintar
Colombo, 25, 26, 27, 28, 29 de junho de 2018.
TEMA: Identidade
CONTEÚDO: identificação e escrita do próprio nome
OBJETIVOS: Conhecer a história de seu nome e seu significado;
Compreender a história de seus colegas a partir de sua;
Desenvolver habilidades sociais;
Reconhecer seu nome escrito, sabendo identificá-lo nas diversas
situações do cotidiano;
Desenvolver e explorar a produção da arte através do desenho, música e
brincadeiras;
Interessar-se pelas próprias produções, pelas de outras crianças e pelas
Apreciar o próprio nome e dos colegas;
Chamar os colegas pelo nome;
Construir uma relação afetiva com a escrita a partir do nome;
Distinguir o próprio nome entre os nomes dos colegas;
Desenvolver atividades lúdicas envolvendo os nomes dos colegas, através
de músicas e jogos;
Identificar as vogais no contexto;
Identificar as letras que compõe o primeiro nome;
Nomear as letras do nome;
Identificar nomes iguais,
Escrever o nome utilizando crachá;
Compreender que as letras formam outras palavras além do próprio nome;
Realizar atividades lúdicas que explorem o traçado das letras;
Compreender a importância da leitura e da escrita.

DESENVOLVIMENTO:
Segunda-feira: Em roda de conversa ler para a turma o poema “Nome da
gente” de Pedro Bandeira. Após a leitura do poema, a professora irá
questionar as crianças sobre o poema, se elas concordam com o que o
poeta diz no final do poema, solicitar que as crianças justifiquem as suas
respostas. Em seguida, perguntar por que a gente tem um nome e registrar
as respostas das crianças em um papel pregado em uma parede próxima ao
local da roda. Prosseguir a conversa comentando: Olha só, na terceira
estrofe do poema, Pedro Bandeira diz que foi o pai quem escolheu o nome
da pessoa do poema. E o nome de vocês quem escolheu? Depois vamos
confeccionar um crachá com a foto das crianças. Terça-feira: Mostrar o
crachá, ler o nome e entregá-lo à criança.
Apresentar de forma lúdica, as fichas com os nomes das crianças.
Fazer um cartaz na sala com nomes das crianças.
Quarta-feira: Brincar de “Macaco disse”, para identificar e nomear as
partes do corpo.
Brincar de “Vamos passear no bosque?”, trocar a palavra Lobo pelo nome da
criança.
Cantar músicas para trabalhar os números (quantidade e idade).
Modelagem: modelar o nome de cada um com massinha.
Quinta-feira: Atividade “Caixa de nomes”:
Preparar as fichas com o nome da professora, e das crianças da turma com
foto.
Os nomes vão ser escritos em fichas brancas, coladas em papel colorido
Colocar as fichas dentro de uma caixa surpresa.
Crianças assentadas em roda;
Vou retirar de dentro da caixa surpresa uma ficha com o nome de uma
das crianças;
Ler e pedir para as crianças que repetirem;
Colocar a ficha no centro da roda, para que possa ser visualizado por todos.
Depois cantar a música “A canoa virou” com o nome sorteado;
A criança cuja ficha ( crachá) está no meio da roda deve pegá-la e afixá-la
no cartaz de prega.
Repetir a música para cada nome.
Sexta-feira: Apresentação das vogais utilizando a música “Vogais”
Escrever o nome de cada criança em um cartaz e circular as vogais que têm
no nome de cada um;
Momento de questionar sobre o mesmo;
Mostrar fotos de crianças negras, brancas, japonesas, louras e etc.;
Argumentar sobre a mistura de raças e cultura de cada um:
Você se parece com alguma das crianças da cena?
E seus colegas de turma?
Quais são as semelhanças? E as diferenças?
História “O menino e o espelho”
Contar a história e questionar sobre a mesma e deixar os alunos argumentar
suas opiniões e desejos depois levar os alunos para se olhar no espelho.
Nessa atividade destacar que cada criança é única apesar de apresentar
semelhanças com outras pessoas.
RECURSOS: Foto das crianças, cola, papel sulfite, lápis de cor.

NOME DA GENTE
POR QUE É QUE EU ME CHAMO ISSO
E NÃO ME CHAMO AQUILO?
POR QUE É QUE O JACARÉ
NÃO SE CHAMA CROCODILO?
EU NÃO GOSTO
DO MEU NOME,
NÃO FUI EU
QUEM ESCOLHEU.
EU NÃO SEI
PORQUE SE METEM
COM UM NOME
QUE É SO MEU!
O NENÊ
QUE VAI NASCER
VAI CHAMAR
COMO O PADRINHO,
VAI CHAMAR
COMO O VOVÔ,
MAS NINGUÉM
VAI PERGUNTAR
O QUE PENSA
O COITADINHO.

FOI MEU PAI QUEM DECIDIU


QUE O MEU NOME FOSSE AQUELE.
ISSO SO ERIA JUSTO
SE EU ESCOLHESSE
O NOME DELE.
QUANDO EU TIVER UM FILHO,

NÃO VOU POR NOME NENHUM.


QUANDO ELE FOR BEM GRANDE,
ELE QUE PROCURE UM!

(Pedro Bandeira. Cavalgando o arco-íris. São Paulo, Moderna, 1984.)


Colombo, 02,04,05 e 06 de julho de 2018.
Tema: BONECA DE LATA SEQUÊNCIA DIDÁTICA
Desenvolver e trabalhar o equilíbrio, expressão corporal. Coordenação
motora estimulando o movimento, orientação espacial, atenção, percepção
visual, auditiva e tátil.

A partir da música "A boneca de lata", é possível trabalhar noções corporais,


motricidade e musicalidade.

Conteúdo: Desenvolver na criança o movimento, as relações sociais e


afetivas por meio do brinquedo de sucata, através do lúdico.

Linguagens: Linguagem corporal


Linguagem oral
Linguagem visual
Linguagem escrita
Objetivos: Interagir com a boneca junto às crianças através da
música: “ Minha boneca de lata”. Reconhecer seu próprio corpo
como referencial de localização e deslocamento no espaço (em
cima e embaixo, acima e abaixo, frente e atrás, direita e esquerda,
dentro e fora);
Desenvolvimento: Segunda-feira: Em roda de conversa perguntar
se alguém já viu uma boneca de lata? Quem já brincou com uma
boneca de lata? Ela tem cor, cheiro, de onde ela vem? Sempre
estimulando a imaginação das crianças. Cantar com as crianças a
música “Boneca de Lata”, apresentar figuras de como é feita a
boneca de lata.
Terça-feira: arrumar a sala de aula para que as crianças possam
brincar com a boneca de lata, fazendo os movimentos que a
música fala, confeccionar um cartaz da boneca de lata com
bolinhas de papel crepom.
Quarta-feira, quinta-feira e sexta-feira: confeccionar com as
crianças uma boneca de lata para ficar na sala.

Recursos: imagem da construção da boneca de lata música e letra


em cartaz, da boneca de lata, papel cartão, papel crepom cola,
tesoura, lata de Nescau, espiral de caderno ou apostilas velhas,
restos de lã, retalhos de TNT, EVA .
Colombo, 09 de julho de 2018.

CONTEÚDO: Desenho livre, pintura, incentivar e desenvolver o


hábito de desenho, estimulando assim a fantasia da criança.
OBJETIVO: Explorar a criatividade usando materiais de higiene
para fazer arte.
Desenvolver a habilidade de discriminar cor,forma,
dimensão, espaço e harmonia.

DESENVOLVIMENTO: Conversamos com os alunos sobre as


cores, e a arte de transformá-las, além de fazê-las. Na sala de aula
colocamos as pastas de dente em copos plásticos e tingimos com
anilina de diferentes cores, reunir as crianças de modo que possam
usar as cores uns dos outros e entregar uma folha de papel A4 e
pedir para que façam um desenho usando os dedos e a tinta feita
com a pasta de dente. Observando as diferenças de texturas, em
seguida perguntar quem gostou da atividade? O que foi usado para
fazer a tinta? Qual a sua cor preferida? O porquê desse desenho?

RECURSOS: Folha A4, Pasta de dente, Anilina, Copo Plástico.


Colombo, 10 de julho de 2018.

CONTEÚDO: Música, Corpo, Movimento e Apreciação musical

OBJETIVO: Apreciação musical


Acompanhamento de música com o próprio corpo
Desenvolver percepção sonora e auditiva.
Acompanhar a música cantando e improvisando;
DESENVOLVIMENTO: Primeiro momento: Ouvir a música
”Desengonçada” da cantora Bia Bedran e dançar acompanhando a
música com o próprio corpo e utilizando bichinhos de pelúcia e
tecidos coloridos. Segundo momento: Instigar as crianças a
refletirem sobre as partes do corpo que podem utilizar para
produzir sons. Terceiro momento: Pedir que cada criança explore
seu corpo, buscando nele sons que pode produzir a partir de
alguns movimentos.

Desengonçada
Bia Bedran
Vem dançar, vem requebrar
Vem fazer o corpo se mexer
Acordar
É a mão direita, mão direita, mão
Direita agora,
A mão direita, que eu acordar.
É a mão esquerda, a mão esquerda,
A mão esquerda agora
As duas juntas que eu vou acordar

É o ombro direito, é o ombro direito,


É o ombro que eu vou acordar.
É o ombro esquerdo, é o ombro
Esquerdo
Os dois juntos que eu vou acordar
É o cotovelo direito, é o cotovelo
Direito
É o cotovelo que eu vou acordar
É o cotovelo esquerdo, é o cotovelo
Esquerdo
Os dois juntos que eu vou acordar
É o braço direito, é o braço direito
É o braço que eu vou acordar
É o braço esquerdo, é o braço
Esquerdo
Os dois juntos que eu vou acordar
É o joelho direito, é o joelho direito
É o joelho que eu vou acordar
É o joelho esquerdo, é o joelho
Esquerdo,
Os dois juntos que eu vou acordar
É o pé direito, é o pé direito, é o
Pé direito agora
É o pé direito, que eu vou acordar
É o pé esquerdo, é o pé esquerdo
É o pé esquerdo agora
Os dois juntos que eu vou
Acordar
É a cabeça, os ombros, as mãos,
Cotovelos e braços
Que eu vou acordar
A cintura, a barriga, o bumbum,
Os joelhos
Tudo junto que eu vou acordar
Colombo, 11 e 12 de julho de 2018.

Tema: Musicalização Infantil


CONTEÚDOS: Sequência didática e possíveis intervenções:

LINGUAGENS: Linguagem corporal


Linguagem oral
Linguagem visual

OBJETIVOS:
O principal objetivo da musicalização infantil não é o ensino da teoria musical, nem a
formação de um instrumentista.
Sensibilizar os alunos pelo gosto musical;
Estimular a criatividade, a percepção, a coordenação e o convívio social do aluno.
Desenvolver a discriminação auditiva,
Aproveitar as variadas formas dos materiais, transformando-os em instrumentos musicais.

Conteúdos:
 Música/linguagem oral
 Artes/movimento/expressão corporal
Sequência didática e possíveis intervenções:

2ª feira: Percepção auditiva(sons/ruídos).


Escurecer a sala apagar as luzes e fechar as cortinas.
Deitar no chão(utilizando colchonetes ou tapete) e ouvir diferentes
sons/ruídos(Cd para relaxamento).
 Barulho de água/cachoeira
 Canto dos pássaros
 Assovios....
Após essa atividade, conversar na rodinha a sobre os diversos sons
que podemos ouvir no ambiente.
 Pessoas conversando
 Barulhinhos de vasilhas na cozinha
 Galo cantando no quintal do vizinho
 Cachorro latindo
 Telefone tocando.
 Criança gritando....
O ambiente possui vários tipos de ruídos, alguns são agradáveis e outros
desagradáveis ao nosso ouvido.
Brincadeiras de roda. Brincar de corre cutia.

3ª Feira: Ler o livro “A Banda dos Filhotes”.

 Ouvir a história e os sons dos instrumentos musicais, no livro.


 Observar o cenário.
 Ursinho tocando tambor
 Guaxinim tocando flauta
 Gatinho tocando piano/teclado
 Cachorrinho tocando trompete
 Cavalinho, cachorrinho e gatinho tocando triângulo.
 Hipopótamo tocando a tuba.

Pedir par fechar os olhinho e identificar os sons...tambor, flauta, piano...


Brincar de bandinha com alguns dos instrumentos citados na história.
Brincadeiras de roda. Cantar onde está a margarida.
4ª Feira: Conhecendo o teclado
Cantar:Os instrumentos musicais.
(ritmo de ciranda cirandinha)
São tantos e diferentes
Os instrumentos musicais.
Cada um toca o que sente
Mas são todos especiais.

RefrãoTum, tum, tum faz o tambor


Dó, Ré, Mi o xilofone
Plim, plim, plim toca o piano
Pó, pó, pó grita o trombone. (Bis)

Todos juntos, é uma festa


Sem nenhum desafinar
Cada nota sempre certa
Ao compasso sem parar.

A flauta chora baixinho


Ri contente o trompete
Brinca feliz a viola
Cantarola o clarinete.

Cantar várias vezes,junto aos alunos.

Observação:A música faz parte da vida da criança diariamente, então nós vamos observar e se possível,
filmar as manifestações musicais naturais dos alunos.(cantando pintinho amarelinho,atirei o pau no gato,
brincando de roda,serra serra serrador...)

5ª Feira: Foi na loja do mestre André.


"Foi na loja do mestre André
Que eu comprei minha sanfona.
Fon-fon-fon minha sanfona!
Fon-fon-fon minha sanfona!
Ai olé!
Ai olé!
Foi na loja do mestre André...

Foi na loja do mestre André


Que eu comprei meu violão.
Blem-blem-blem meu violão!
Blem-blem-blem meu violão!
Ai olé!
Ai olé!
Foi na loja do mestre André...
Foi na loja do mestre André
Que eu comprei o meu piano.
Plim-plim-plim o meu piano!
Plim-plim-plim o meu piano!
Ai olé!
Ai olé!

Foi na loja do mestre André..."


Que eu comprei meu tamborzinho
Tum...tum...tum meu tamborzinho
Tum...tum...tum meu tamborzinho
Ai olé!
Ai olé!
Cantar fazendo gestos.

Brincadeiras de roda. Cantar fui na Bahia buscar meu chapéu.

6ª Feira: auditório.
Comemoração “abertura Oficial do projeto”

“Cantando a gente brinca


Brincando a gente aprende”
 Apresentação dos instrumentos musicais realizada pela professora
Cláudia.
Colombo, 09 de julho de 2018.
CONTEÚDO: Identidade
OBJETIVOS: Reconhecer seu nome escrito, assim como a primeira
letra do seu nome.
Apreciar o próprio nome e dos colegas;
Construir uma relação afetiva com a escrita a partir do nome;
Distinguir o próprio nome entre os nomes dos colegas;
DESENVOLVIMENTO: Distribuir no chão os nomes de todas as
crianças, uma por vez deverá identificar o seu nome, nesse
momento a professora deverá auxiliar os alunos com dificuldade,
quando encontrar, dizer seu nome em voz alta enquanto os
colegas repetem o nome, nesse momento vale ressaltar a letra
inicial do nome, fazendo analogia com o alfabeto. Construir com as
crianças um cartaz com os nomes. Cantar a musica fui passear na
ponte, fazendo com que as crianças repitam os nomes dos
colegas. Solicitar que cada criança cole o seu nome,
“Fui passear na ponte chinelinho caiu do pé, os peixinhos
reclamaram que cheirinho de chulé é seu profª (Antonia) não é do
...”
RECURSOS: Cartolina, lápis de cor
Plano de Aula Identidade: A construção do nome na Educação
Infantil
Plano de Aula - Identidade

Tema: A construção do nome na Educação Infantil


JUSTIFICATIVA:

A construção da identidade se dá por meio das interações da criança com o seu meio social. A escola é
um universo social diferente da família, favorecendo novas interações, ampliando desta maneira seus
conhecimentos a respeito de si e dos outros. A auto-imagem também é construir a partir das relações
estabelecidas nos grupos em que a criança convive. Um ambiente farto em interações, que acolha as
particularidades de cada indivíduo, promova o reconhecimento das diversidades, aceitando-as e
respeitando-as, ao mesmo tempo em que contribui a construção da unidade coletiva, favorece a
estruturação da identidade, bem como de uma imagem positiva.
Segundo o Referencial Curricular Nacional para Educação Infantil, a identidade “é um conceito do qual
faz parte a idéia de distinção, de uma marca de diferença entre as pessoas a começar pelo nome. Segundo
todas as características físicas, de modo de agir, de pensar e da história pessoal.
Propiciar atividades que possibilitem aos alunos o conhecimento de si mesmo, levando-os a descobri-los,
sentir que possuem um nome, uma identidade e que fazem parte de um conjunto de pessoas em casa, na
escola, na comunidade e que acima de tudo são muito importante.
Segundo Emília Ferreira o nome próprio pode ser considerado apenas como uma palavra a mais, mas
também singular muito diferente das outras palavras em muitos aspectos.
Por outro lado, a carga emocional vinculada com esta escrita, não pode ser comparada com a carga
emocional de outras palavras mais neutras.
O nome próprio escrito ou a assinatura é parte da pessoa, de sua identidade. Através da escrita do
mesmo, o aluno descobre algumas das funções da escrita em geral, como a de identificar objetos, lugares,
etc.

PROBLEMATIZAÇÃO:

Por que trabalhar com o nome da criança? Ele é apenas uma palavra? Que relação tem a criança com
seu nome?

ALUNOS ATENDIDOS: Crianças de dois anos do Jardim II “A” do Centro de Educação Infantil Primeiros
Passos.

PERÍODO: Matutino

DURAÇÃO: 15 dias no decorrer do mês de outubro de 2011.

OBJETIVO GERAL:
Dar condições aos alunos para aprender o seu nome próprio, através de uma prática que visa contribuir
para o desenvolvimento integral da criança no processo de ensino-aprendizagem, favorecendo os aspectos
físicos mental, afetivo-emocional e sócio- cultural, buscando estar sempre condizendo com a realidade
dos educandos.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS:

§ Conhecer a história de seu nome e seu significado;


§ Compreender a história de seus colegas a partir de sua;
§ Conhecer e respeitar os diferentes costumes das famílias, grupos e povos;
§ Desenvolver habilidades sociais;
§ Identificar fontes históricas sobre sua vida;
§ Integrar dados pessoais relacionados a sua pessoa;
§ Reconhecer seu nome escrito, sabendo identificá-lo nas diversas situações do cotidiano;
§ Ampliar gradativamente suas possibilidades de comunicação e expressão;
§ Desenvolver e explorar a produção da arte através do desenho, música e brincadeiras;
§ Interessar-se pelas próprias produções, pelas de outras crianças e pelas diversas obras artísticas
(regionais, nacionais ou internacionais) com as quais entrem em contato, ampliando seu conhecimento do
mundo e da cultura;
§ Desenvolver á auto-estima;
§ Desenvolver o auto conceito positivo através da afetividade;
§ Explorar e identificar elementos da música para se expressar, interagir com os outros e ampliar seu
conhecimento do mundo.
§ Incentivar a criança a se relacionar com outras pessoas, sentindo-se segura e construindo sua
identidade e autonomia.
§ Apreciar o próprio nome e dos colegas;
§ Chamar os colegas pelo nome;
§ Construir uma relação afetiva com a escrita a partir do nome;
§ Distinguir o próprio nome entre os nomes dos colegas;
§ Desenvolver atividades lúdicas envolvendo os nomes dos colegas, através de músicas e jogos;
§ Identificar as vogais no contexto;
§ Identificar as letras que compõe o primeiro nome;
§ Nomear as letras do nome;
§ Identificar nomes iguais,
§ Escrever o nome utilizando crachá;
§ Compreender que as letras formam outras palavras além do próprio nome;
§ Realizar atividades lúdicas que explorem o traçado das letras;
§ Compreender a importância da leitura e da escrita.

Disciplinas Envolvidas
§ Linguagem Oral e Escrita
§ Matemática
§ Artes Visuais
§ Música e movimento.

DESENVOLVIMENTO:

Linguagem oral e linguagem escrita


. Mostrar o crachá, ler o nome e entregá-lo à criança.
. Apresentar de forma lúdica, as fichas com os nomes das crianças.
. Fixar um cartaz na sala com nomes das crianças.

Natureza e sociedade
. Questionário sobre a história do nome da criança.
. Pesquisar o significado do nome.
. Colocar as crianças diante de um espelho e estimular a observação de suas características. Incentivá-las
a perceber e a identificar as semelhanças e as diferenças de cada um.
. Explorar as preferências das crianças relacionadas aos alimentos, brinquedos, animais e brincadeiras.

Matemática
. Contagem dos alunos.
. Apresentar os numerais de 1à 5. Associando-os às quantidades.

Música e movimento
. Brincar de “Macaco disse”, para identificar as partes do corpo.
. Brincar de “Vamos passear no bosque?”, trocar a palavra Lobo pelo nome da criança.
. Cantar músicas para trabalhar os números (quantidade e idade).

Artes
. Fazer o contorno do corpo da criança no papel Kraft, para que o grupo complete o desenho com as
partes do corpo e o professor escreve os nomes dos alunos.
. Fazer um autorretrato.
. Fazer contorno da mão das crianças.
. Pintar as mãos e os pés das crianças para “carimbá-los” na folha e escrever o nome de cada um.
. Modelar: modelagem com massinha e utilizando tesoura.

METODOLOGIA:
1ª Oficina: “retratando a imagem”
.Roda de conversa: momento de apresentar o projeto para os alunos;
. Momento de deixar os alunos argumentar sobre o mesmo;
. Contagem dos alunos;
. Atividade: levar os alunos no estúdio fotográfico para tirar foto, a mesma é para confeccionar um boneco
com o nome das crianças.
. Modelagem: modelar o nome de cada um com massinha.

2ª Oficina: “Qual é seu nome”?


Roda de conversa para apresentar o projeto.
Conversar sobre a importância do nome.
Escrever o nome das mesmas no papel pardo.
Ler e circular a inicial do nome de cada um.
Atividade “Caixa de nomes”:
Preparar as fichas com o nome da professora, da monitora e das crianças da turma com foto.
Os nomes devem ser escritos em fichas brancas, coladas em papel colorido e padronizadas (tamanho, cor
de caneta, foto e tipo de letra). Devem ter alinhamento à esquerda para que possibilite o trabalho com as
noções de tamanho (nome) e quantidade (letras).
Colocar as fichas dentro de uma caixa surpresa.
Como trabalhar:
Crianças assentadas em roda;
Retire de dentro da caixa surpresa uma ficha com o nome de uma das crianças;
Leia-o e peça às crianças que repitam;
Coloque a ficha no centro da roda, para que possa ser visualizado por todos. Depois cante a música “A
canoa virou” com o nome sorteado;
A criança cuja ficha ( crachá) está no meio da roda deve pegá-la e afixá-la no cartaz de prega.
Repetir a música para cada nome.

Chamada diária:
Colocar todos os crachás com os nomes das crianças sobre a mesa do professor ou na rodinha.
Em seguida, faça a chamada do nome de cada criança.
O dono do nome deve pegar a ficha e mostrá-la aos colegas.
Todos devem falar alto o nome do colega e, depois, a criança entrega a mesma para o professor, que a
colocará no cartaz de prega.
Atividade contorno da mão: montar um mural com as mãos das crianças e o nome de cada um.
3ª Oficina: “Somos todos crianças”.
Conversa de conversa: conversar sobre o tema e deixar os alunos argumentar sobre o mesmo.
Apresentação das vogais utilizando a música “Vogais” (anexo 2):
Escrever o nome de cada criança na lousa;
Circular as vogais que têm no nome de cada um;
Momento de questionar sobre o mesmo;
Mostrar fotos de crianças negras, brancas, japonesas, louras e etc.;

Argumentar sobre a mistura de raças e cultura de cada um:


Você se parece com alguma das crianças da cena?
E seus colegas de turma?
- Quais são as semelhanças? E as diferenças?
. História “O menino e o espelho”:
1º contar a história;
2º questionar sobre a mesma e deixar os alunos argumentar suas opiniões e desejos;
3º Momento de levar os alunos para se olhar no espelho:
- nessa atividade é importante destacar que cada criança é única apesar de apresentar semelhanças com
outras pessoas.

4º Atividade “Mural da Identidade”:


Material
.Papel craft (pardo)
. Cola
. Tesoura
- Papéis coloridos
- Canetinha ou lápis de cor.
Como fazer:
. No papel pardo, recorte um bonequinho. Para ficar mais fácil, dobre o papel pardo como uma sanfona,
risque o molde do bonequinho nele e recorte.
.De papéis coloridos às crianças e peça-lhes para cortarem roupinhas para vestirem o bonequinho. O
boneco deve ficar “parecido” com a criança.
. Depois de cortar as roupinhas, passe cola no boneco e peça às crianças para colarem e desenharem
cabelos, olhos, boca e nariz.
. Momento de montar um mural com todos os bonecos, escrevendo o nome de cada criança abaixo
daquele que ela fez.
. Boliche dos nomes dos alunos.

4ª Oficina: “Cada pessoa tem um nome”.


_ Roda de conversa:
1º conversar sobre a oficina e a construção de uma boneca de pano;
_ Hora da história:
_ Momento de questionar sobre a mesma;
_ Hora de deixar os alunos argumentar;
_ Construção da boneca de pano:
Com as crianças sentadas em círculo, a professora vai contar uma história de recém nascido (inventada
por ela mesma), que fala sobre os cuidados necessários de um bebê e todas as fases até a idade da turma.
Em seguida vamos construir juntos, uma boneca para representar a todos e escolher um nome para ela.
Após pronta a boneca cada criança levará para casa, uma de cada vez, juntamente com o questionário da
pesquisa. Os pais devem ajudar as crianças nos cuidados com a boneca contando para elas a sua história e
assim respondendo o questionário para a professora confeccionar um mural com os mesmos e as fotos que
os pais vão tirar.
_ Atividade escrita: Pintura de uma boneca utilizando lápis de pintar.
_ Brincadeiras de roda que fala os nomes das crianças exemplo: o tatu, festa em Portugal, etc.

5ª OFICINA: O mundo encantado dos nomes.


. Roda de conversa sobre a oficina e o nome de cada um.
. Momento de deixar os alunos argumentar;
. Chamada diária: colocar todos os crachás com os nomes das crianças sobre a mesa ou na rodinha.
. Em seguida, fazer a chamada do nome de cada criança.
. O dono do nome deve pegar a ficha e mostrá-la aos colegas e colocar no cartaz de prega com ajuda do
professor.
. Atividade árvore do conhecimento:
1º a professora vai confeccionar uma árvore e colocar fichas com os nomes dos alunos. Depois a mesma vai
entregar uma ficha com a inicial do nome das crianças e elas vão até a árvore do conhecimento procurar a
mesma letra que tem na mão, ou seja, a primeira letra do seu nome.
.Mural das mãos dos alunos.

6ª OFICINA: Brincando também aprende o nome


. Roda de conversa;
. Chamada diária;
. Lista dos nomes dos alunos e listas de palavras:
1º explorar com a classe a letra inicial do nome de cada um (na lousa da sala de aula).
2º listar outras palavras que também iniciam com as letras dos nomes das crianças.
. Atividade: pedir para cada criança recortar de revistas a letra inicial do seu nome e colar em um sulfite.
. Bingo dos nomes das crianças: cada criança receberá uma cartela com a escrita do seu nome.
O professor sorteará as letras dizendo o nome de cada uma delas para que as crianças identifiquem-nas.
Cada letra sorteada deverá ser marcada na cartela caso haja no seu nome. Assim que a cartela for
preenchida o aluno deve gritar bingo.

7ª OFICINA: alfabeto significativo e encantado


. Oração;
. Roda de conversa;
. Chamada diária;
. Paródia da música “O alfabeto da garotada”: (anexo 3):
1º passar a música no papel pardo;
2º cantar e argumentar sobre a mesma;
3º momento de deixar os alunos argumentar;
4º momento de montar o alfabeto com as fotos dos alunos.
5º brincadeiras de roda que envolva os nomes das crianças – ex: a canoa virou, a casa do tatu, etc.
6° Modelagem: modelar a inicial do nome com massinha.

Culminância
Convite aos pais, autoridades e demais séries para apreciar o desfile.
Desfile das crianças com a camiseta com sua foto e nome para representar o presente. E, com a roupa dos
pais para representar o futuro.
Entrega da boneca confeccionada representando as crianças do Jardim II A.

Avaliação
No decorrer do projeto as crianças terão a oportunidade de participar de situações de pesquisas do tema
trabalhado compartilhando todo o material produzido na sala de aula.
As avaliações serão realizadas ao longo de todo o processo.

Referências Bibliográficas
Cantando e Aprendendo. Kelly Claúdia Gonçalves. São Paulo: Rideel, 2008. (Coleção Cantando e
Aprendendo).
Crescer Sabendo Ser: Maternal. Vânia Moraes Ramos, Maria José H. Ferreira. Belo Horizonte: FAPI, 2002.
Fofurinha: 3 e 4 anos: volume 1. Solange Valadares, Érika Valadares, 1.ed. Belo Horizonte: Editora FAPI,
2010.

Colombo, 01de agosto de 2018.


Conteúdo: Jogo cooperativo - Equilibrando a bola no lençol.

Objetivo: Promover um jogo que não tenha uma disputa para um só ganhar,
que todas as crianças trabalhem em grupo e se envolvam neste jogo;
promover diversão e interação durante o jogo; trabalhar o equilíbrio e
coordenação.

Desenvolvimento: 1º momento- Montar uma roda ou um quadrado com


as crianças, onde todos possam segurar o lençol, tem que ser um lençol ou
um tecido grande para que todos possam brincar juntos. Vou colocar as
bolas no centro do lençol e explicar para as crianças que tem que sacudir o
lençol para cima e para baixo fazendo a bola pular no lençol, mas que todos
tem que ajudar para a bola só pular no lençol e não cair no chão. Então
neste momento a professora vai colocar uma música enquanto acontece.
Esta parte do jogo, pode começar devagar e depois ficar mais rápido, o que
dificulta manter a bola por cima do lençol.
2º momento- vou colocar um balde um pouco distante da roda dos alunos e
o objetivo é que eles se unam para jogar as bolas do lençol dentro do balde,
os alunos irão tentar encontrar uma forma de jogar as bolas até o balde e
sempre que houver o erro ou o acerto a brincadeira poder recomeçar,
durante o jogo, vou mudar o balde de lugar ou as crianças podem rodar ou
trocar suas posições.

Recursos: Lençol ou tecido grande, bola e balde.

Colombo, 02 de agosto de 2018.


Conteúdo: Desenho livre, pintura, incentivar e desenvolver o hábito de
desenho, estimulando assim a fantasia da criança.

Objetivo: Explorar a criatividade usando materiais de higiene para fazer


arte. Desenvolver a habilidade de discriminar
Cor, forma, dimensão, espaço e harmonia.

Desenvolvimento: Conversar com os alunos sobre as cores, e a arte de


transformá-las, além de fazê-las. Na sala de aula colocarei as pastas de
dente em copos plásticos e tingiremos com tinta guache de diferentes cores,
vou reunir as crianças de modo que possam usar as cores uns dos outros e
vou entregar pedaços de papel kraft e pedir para que façam um desenho
usando os dedos e a tinta feita com a pasta de dente. Cada um vai produzir
sua pasta para colocar o material que vão levar para casa

Recursos: Pasta de dente, papel kraft, tinta guache.

Colombo, 03 de agosto de 2018.


Conteúdo: Repertório musical, poesias.

Objetivo: Ampliar o repertório musical das crianças


Aprender a ouvir/apreciar músicas diversas
Conhecer alguns poemas ou obras literárias musicadas

Desenvolvimento: 1º momento- vamos escutar vários tipos de musicas


juntos. Contar para às crianças que algumas das canções que vão ser
ouvidas foram originalmente escritas como poesia..
2º momento- Ler os poemas, textos ou letras das canções antes e também
depois de ouvir a música. Procure deixar ao alcance das crianças, os livros
em que estão os poemas ou textos musicados, para que eles sejam
manuseados após a roda de leitura e música.
3º momento- Depois de conhecidas, as músicas os alunos poderão dançar
na sala de aula com tecidos coloridos e participar de um maravilhoso
karaokê com a professora.

Recursos: Um aparelho de som, tecidos coloridos e poesias

Colombo, 13 a 17 de agosto de 2018.


Conteúdo: Folclore; Ouvir leituras orais que favorecem a apreciação da
riqueza da linguagem narrativa para recriar a realidade e a imaginação;
Estimular a linguagem oral;
Conhecer diferentes histórias/lendas.

Objetivo: Desenvolver a coordenação fina e grossa;


Despertar o gosto por histórias e poesia;
Desenvolver a capacidade de escuta e atenção;
Estimular o uso da linguagem oral em situações escolares;
Reconhecer a importância cultural do folclore.
Demonstrar habilidade motora grossa.
Realizar brincadeiras folclóricas

Desenvolvimento: 2ª Feira: Linguagem oral e escrita.


Ler o livro “A Lenda do Boto cor de rosa”.
Depois conversar sobre a lenda.
Como era o ‘’O Boto cor de rosa’’?
Qual a cor da roupa dele?
O que ele gosta de fazer?

3ª Feira: Exploração e linguagem plástica

Montar junto com a turma um mosaico do folclore.


Depois explorar as imagens:

O que tem no mosaico?


Que personagem é esse?
O que ele faz?
Como ele é? ( ...)
Música: Linguagem musical e expressão corporal.
O Boto cor de rosa (cantar todos os dias)

4ª Feira: Iniciar a construção do Boto cor de rosa com papel marche.


Ler o texto com entonação e fazendo gestos.
Repetí-lo todos os dias para que os alunos aprendam a recitá-lo.

Coordenação motora e equilíbrio. Pular tentando imitar o Boto cor de rosa


quando esta muito feliz,
5ª Feira: Linguagem musical e expressão corporal.

Brincadeiras de roda.
Onde está a margarida.
Fui na fonte do Itororó...

6ª Feira: Contação de historia.

Contar a lenda do Boto cor de rosa utilizando fantoche.

Parlendas:
Cadê o toucinho daqui?
O gato comeu
Cadê o gato?
Foi pro mato
Cadê o mato?
O fogo queimou
Cadê o fogo?
A água apagou
Cadê a água?
O boi bebeu
Cadê o boi?
Foi puxar trigo
Cadê o trigo?
A galinha comeu
Cadê a galinha?
Foi botar ovo
Cadê o ovo?
O padre chupou
Cadê o padre?
Foi rezar a missa
Por onde é o caminho da Missa?
Por aqui... por aqui...por aqui
Recursos: Papeis ,cola garrafas pet, tinta guache, durex, fita crepe,
EVA rosa e azul, xerox
Colombo, 06 a 10 de agosto de 2018.

Conteúdo: Dia dos Pais; O Dia dos Pais pode ser uma boa
oportunidade para trabalhar a valorização da figura paterna, bem como para
refletir nas diversas configurações familiares.

Objetivo: Estimular a linguagem oral para conversar, brincar, comunicar-


se e expressar desejos.
Valorizar a figura paterna.

Desenvolvimento: 2ª Feira: Leitura


Na rodinha, apresentar uma caixa surpresa, contendo o livro Pinóquio.

Ler a história, fazendo gestos e dando ênfase a fala das personagens.


Conversar sobre verdade e obediência.
Ressaltar que não devemos mentir...devemos cultivar a honestidade!
3ª Feira: Quebra cabeça
Trabalho em grupo (convidar uma criança de cada para pintar e depois
montar o quebra cabeça do Pinóquio com os colegas).

4ª Feira: Atenção/concentração
Filme
Assistir ao filme Pinóquio, depois conversar sobre o tema.

5ª Feira: De que o papai gosta?


Na rodinha conversar sobre o que o papai gosta de fazer.
Dirigir
Brincar
Passear
Ler jornal
Começar a construção do cartão para o papai.

6ª Feira: Construção do chaveiro para o papai e terminar o cartão.

Recursos: Xerox papeis colorido, cola tesoura, lápis de cor.


A Lenda do Boto
A Lenda do Boto Cor de Rosa
Boto com de Rosa

A lenda diz que ao anoitecer o Boto se transforma em um belo rapaz, alto e


forte elegante , beberrão e bom dançarino, muito bem vestido trajando Terno
e chapéu brancos.e sai a procura de diversão,festas e uma namorada. Vai a
várias festas, dança muito, costuma beber bastante também. Antes do
amanhecer ele tem que voltar para o rio, pois senão transforma-se em boto
novamente.
Nas festas ele geralmente seduz alguma mulher bonita, casada ou não, a
convida para dançar e depois saem da festa para namorar. Antes do
amanhecer ele retorna ao rio, deixando a namorada que geralmente não
torna a vê-lo. Pouco tempo depois a moça descobre que ficou grávida do tal
moço.
Na região Amazônica sempre que uma moça solteira engravida suspeita-se
logo que se trata de um filho do boto. Dizem que o boto adora as índias e
gosta muito de mulheres com roupas vermelhas.
Dizem também que o boto é conhecido por ser uma espécie de protetor das
mulheres, cujas embarcações naufragam. Muitas pessoas dizem que, em
tais situações, o boto aparece empurrando as mulheres para as margens do
rio, a fim de evitar que elas se afoguem, as intenções disso até hoje não são
muito conhecidas…