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1- ORGANIZAÇÕES - Sector Terciário: Serviços

1.1- Gerir o que é? 1.7- Classificação Jurídica

Gerir = Governar - Sector Privado: Vários tipos


- Sector Público: Propriedade do Estado
- Definir Objectivos - Sector Cooperativo: Sem fins lucrativos
- Definir maneiras de os atingir
1.7.1- Sector Privado
1.2- Organizações o que são?
1.7.1.1- Empresas Singulares
Entidades com um determinado fim, compostas
por pessoas e organizadas de uma certa Empresas de pequena dimensão de 2 tipos:
maneira para atingir os fins propostos.
Empresário em nome individual: é dono
1.3- Ambiente das Organizações de todos os bens da empresa e tem
responsabilidade total sobre a empresa
-Contextual em caso de dividas
-Transaccional
Estabelecimentos Individuais de
Contextual: Contexto geral do meio exterior, Responsabilidade Limitada:
não necessariamente ligado à organização,
tendência global Constituída por escritura para separar
o património do dono do da empresa, mas
Transaccional: Conjunto de outras entidades em caso de escritura o dono tem de PROVAR
que têm/poderão ter relações de transacção que separou os bens da empresa dos seus
(troca) com a organização na gestão da mesma
eg: Clientes, Fornecedores, Trabalhadores
1.7.1.2- Sociedades - Sector Privado
1.4- Macro Estrutura das Organizações
Tipos de Sociedades(contexto português)
-Subsistema Operacional
-Subsistema de Gestão - Nome Colectivo
-Subsistema Institucional - Quotas
- Unipessoal
1.4.1- subsistema Operacional - Anónima
- Comandita
Parte técnica/tecnológica, com o objectivo
de optimizar a produção de produtos/serviços O tipo de sociedade escolhida deve
ter em consideração os seguintes pontos:
1.4.2- subsistema de Gestão
- Que património se pretende afectar
Parte TRANSACCIONAL e de GESTAO GLOBAL à empresa?
de ORGANIZAÇÂO - Separar património pessoal/sociedade?
- Actividade sozinho ou com outros sócios?
domínios: - Gestão de Produção
- Gestão de Pessoal 1.7.1.2.1- Sociedade em Nome Colectivo(& Cia)
- Gestão de Stocks
- Sócios individualmente pela sua entrada,
1.4.3- subsistema Institucional pelas obrigações sociais respondem
solidariamente com os outros sócios, e
Parte de Relações públicas e de adaptação à subsidiariamente perante a empresa, ou seja
envolvente contextual respondem todos pelas dividas todas

1.5- Empresas -são admitidas contribuições da indústria,


mas não são contadas para o capital social
Organizações com objectivos na envolvente
transaccional muito específicos: -Nome: Empresa + "& Cia" ou "E companhia"
ou com os nome de todos os sócios
- Maximizar Lucro a longo prazo
1.7.1.2.2- Sociedade por Quotas(Lda.)
1.5.1- Eficiência & Eficácia
- Capital Social Mínimo: 5000Euros
Eficiência: uso óptimo dos recursos
(produzir BEM) - O capital social é dividido em quotas e
cada sócio fica com a sua quota
Eficácia: Transacções óptimas
(Vender e Comprar BEM) - Não são admitidas contribuições da
Indústria
1.6- Classificação Sectorial de Empresas
- Os sócios respondem solidariamente
- Sector Primário: Agricultura pelas suas quotas
- Sector Secundário: Indústria
- Cota mínima: 100Euros
- Só o património social responde pelas da empresa: Dividendos(votados em
dividas, separação assembleia geral)

- Nome: EmpresaX + "limitada" ou "Lda." OBRIGAÇÃO: é um titulo de divida

1.7.1.2.3- Sociedade Unipessoal(Unipessoal) - É reembolsável, contrariamente às acções

- Capital Social Mínimo = 5000 Euros - O seu rendimento: JURO é independente


dos resultados da empresa
- Constituída por um único sócio,
pessoa individual ou colectiva que *Ambas são cotadas na BOLSA
tem TODO o capital social
1.7.1.4- Criação de Empresas
- Pode resultar da compra de todas
as quotas por parte de um sócio Centro de Formalidade de Empresas
(passos e documentos necessários)
- Só o património social responde pelas
dividas, separação - Certificado de Admissibilidade
- Marcação de Escritura Pública
-Nome: EmpresaX +"Sociedade Unipessoal" - Celebração da Escritura Pública
ou "Unipessoal" + "Lda." ou "Limitada" - Declaração do Inicio de Actividade
- Requisição do Registo Comercial,
1.7.1.2.4- Sociedade Anónima(SA) publicação no DR e inscrição no RNPC
- Inscrição na segurança social
- Capital Social Mínimo = 50000 Euros - Pedido de Inscrição no Cadastro
Comercial e Industrial
- Capital social é dividido em ACÇÔES
e cada sócio limita a sua responsabilidade 1.7.2- Sector PÚBLICO
às acções que tem.
Propriedade integral do estado, não podem ser
- Não são admitidas contribuições da privatizadas sem mudança de estatuto
Indústria
1.7.3- Sector Cooperativo
- TODAS as ACÇÕES têm o mesmo valor
nominal, variável no tempo, que - Associações, em que os sócios em
não pode ser menor que 1 Cêntimo princípio acedem livremente

- Mínimo de 5 sócios, salvo excepções - Sem fins lucrativos

-Nome: EmpresaX + "Sociedade Anónima"ou"SA" - Responsabilidades normalmente restritas


ao capital subscrito
1.7.1.2.5- Sociedade em Comandita
1.8- Classificação por Dimensão
- 2 tipos de sócios: comanditados
comanditários Pequenas, Médias, Grande, Gigantes,
UltraMegaIncrivelmenteMaioresQueUmPequeno
- Comanditários: Só respondem pela Pais, etc...
sua parte em caso de dividas
1.9- Funções fundamentais das Empresas
- Comanditados: Respondem solidariamente
por todas as dividas Funções que devem existir em qualquer
Empresa:
- Nome: EmpresaX + "Em Comandita" ou
"Comanditada Por Acções", os nomes dos - Direcção
sócios comanditários não podem aparecer - Marketing
no nome excepto quando estes o autorizem. - Financeira
- Produção
Comandita Simples: - Pessoal

- Do tipo de Sociedades em Nome Colectivos 1.9.1- Função Direcção

Comandita Por Acções: - A mais importante, é a essência da empresa

- Só os sócios comanditários dividem - Escolha das estrutura da empresa


as suas participações em acções, devem
ser pelo menos 5. 1.9.2- Função Marketing

1.7.1.3- ACÇÃO vs OBRIGAÇÃO - Estudar o mercado

ACÇÃO: representa a propriedade de uma - Promover os produtos de maneira a


fracção da empresa maximizar as vendas da empresa,
mostrando os produtos de modo apelativo
- Dá direito a rendimento dependente
da distribuição acordada dos resultados - Toda a função comercial
1.9.3- Função Financeira Direcção
/ | \
- Gestão da Rentabilidade e Solvabilidade / | \
/ | \
- Politica financeira, gastos e / | \
onde procurar empréstimos, subsídios Produção Marketing Financeira
em caso de necessidade
Prós:
1.9.3.1- Rentabilidade - Relações formais e competências
claras
- Capacidade da empresa lucrar
Contras:
Resultados - Pouco "simpáticas"
- Rentabilidade = ------------ - Estrutura pouco flexível
Meios Usados
1.10.3- Divisionária
*é um indicador da eficácia da obtenção das
receitas face aos meios postos em acção - Criam-se divisões da empresa para
actuarem sobre mercados ou produtos
eg: "muito rentável"
- Cada divisão é como uma Sub-Empresa,
1.9.3.2- Solvabilidade(Liquidez) quase independente das outras

- Capacidade de uma empresa assegurar Direcção


em todos os momentos o pagamento das / | \
suas dividas exigíveis(curto ou longo / | \
prazo = dividas previsíveis) / | \
/ | \
1.9.3.3- Fluxos Empresa/Envolvente Divisão1 Divisao2 Divisão3
/ | \
- Informação / | \
- Financeiro Produção | Marketing
- Materiais |
Financeira
1.9.4- Função Produção
Prós:
- Operação: gestão da produção corrente - Liberta a gestão de topo para gestão de
estratégias e não tanto de pormenores.
- Projecto: Melhoria tecnológica
- Divisões quase independentes
- Estratégica: planos para futuras produções
Contras:
1.9.5- Função Pessoal - O que é melhor para uma Divisão pode
não ser necessariamente melhor para
- Gestão dos recursos humanos da Empresa todas (tipo a cena do Nash de que o que
é melhor para o grupo é toda a gente
1.10- Estrutura da Empresa trabalhar para o sucesso do grupo e
não só para o seu próprio)
- Personalizada
- Funcional 1.10.4- Matricial
- Divisionária
- Matricial Tem um estrutura base do tipo Funcional e
- Rede para cada projecto é usada essa estrutura
sendo formados grupos especificamente para
1.10.1- Personalizada esses projecto, é como um meio termo entre
uma estrutura FUNCIONAL em que a organização
A direcção contacta directamente com é feita com base nas funções e uma
todos os colaboradores DIVISIONARIA em que os projectos são o mais
importante e a estrutura adapta-se aos
Prós: projectos

- Flexível Direcção
- Motivadora / | \
/ | \
Contras: / | \
/ | \
- Tudo nos ombros do director Produção Marketing Financeira
|| | | | |
1.10.2- Funcional || | | | |
Projecto1--+|-------+--------+ |
- As diversas funções da empresa são Projecto2---+---------+---------+
dividas em partes, que têm no topo a ...
direcção
Prós:
- Adaptável às mudanças
- Grupos personalizados(Task Forces)
- Usa serviços dos departamentos
o que garante em principio competência
nas suas especialidades

Contras:
- Pode gerar conflitos de lideranças
líder do grupo vs líder do departamento

1.10.5- Rede

Conceito de Rede de divisões e/ou


empresas, centralizado numa Sede que
tem como objectivo usar os recursos
dessas várias empresas no interesse de
todas.

Unidade1 Unidade2(Empresa/Divisão)
\ /
\ /
SEDE
/ \
/ \
Unidade3 Unidade4

Prós:
- Pode se estender a muitos países
(multinacionais)

- Flexível

Contras:
- É necessário muita segurança nas
comunicações (VPNs, encriptação, pombos
correios treinados por ninjas soviéticos)

1.10.6- Influência da dimensão na Estrutura

Normalmente a evolução da dimensão das


empresas resulta na evolução da estrutura:

Personalizada->Funcional->Divisionária->
Matricial->Rede
2- CONTABILIDADE GERAL
2.2- Linguagem Contabilística
Contabilidade: Sistema formal e uniforme de
tratar e apresentar a informação sobre o Para dizer usa-se Significa
património da empresa.
Dinheiro Capital $
Faz parte da Função Financeira, Posses Activo Coisas de valor
e tem 2 vertentes Dívidas Passivo Coisas devidas
Equilíbrio Balanço Act = CP + Pass
- Contabilidade Geral(externa, financeira)
Outros Termos Contabilísticos:
Método de passar a informação a
entidades fora da empresa, em PROVEITO: geração de recursos
Portugal segue as regras do POC CUSTO: consumo de recursos
(Plano Oficial de Contabilidade)
RECEITA: constituição de uma divida
- Contabilidade de Gestão(interna) de terceiros
DESPESA: constituição de uma divida
Método de obter dados para a gestão
interna da empresa, Planos de custos, RECEBIMENTO: anulação de uma divida
orçamentos, inventários, etc. de terceiros
Não tem de seguir nenhuma norma legal já
que é apenas para uso interno na empresa. PAGAMENTO: liquidação de uma divida

2.1- Relatórios Financeiros PATRIMÓNIO: conjunto de valores & obrigações

Devem ser: ELEMENTO PATRIMONIAL: componentes físicos do


património(Viaturas, edifícios)
RELEVANTES: contendo informação que
permita tomar decisões VALOR PATRIMONIAL: representação em
moeda dos elementos patrimoniais
FIÁVEIS: informação correcta(não à Enron)
CLASSES DE ELEMENTOS PATRIMONIAIS:
COMPARÁVEIS: normalizados para que activo ou passivo
possam ser comparados no tempo
VALOR DO PATRIMÓNIO= Activo - Passivo
Princípios Gerais: também chamado: CAPITAL PRÓPRIO ou
SITUAÇÃO LIQUIDA
INTEGRABILIDADE: devem registar TODOS os
actos patrimoniais FACTOS PATRIMONIAIS PERMUTATIVOS:
alteram a composição do património
INTEMPORAIS: devem ter todos os valores (eg: compra de mercadorias por X,
referidos ao mesmo momento de tempo Sai X em dinheiro e entra X em
mercadorias, alterando o ACTIVO)
FIAVEIS: a maneira de avaliação dos
valores das coisas deve ser correcta FACTOS PATRIMONIAIS MODIFICATIVOS:
(tipo 1 lápis não valer 1000Euros) alteram a composição e o valor do património
(eg: Venda de mercadorias por X+10, altera a
Princípios composição pois sai mercadoria e entra
dinheiro, mas também altera o CAPITAL
-DO CUSTO: baseado em valores físicos PROPRIO pois fez-se uma receita de 10)

-DO ACERTO: contribuição das receitas 2.3- Estágios de Actividade


e despesas para os resultados
Normalmente as empresas encontram-se
-DA ESPECIALIZAÇÃO: individualiza a em 2 situações:
transacção de onde provem a receita
ou o custo -INICIO DE ACTIVIDADE: O capital tem
de entrar de algum lado, ou capital
-DA ABERTURA: informação para tomada próprio (dos donos) ou de empréstimos
de decisões , e neste período normalmente a
empresa apenas dá prejuízo.
-DA CONSISTÊNCIA: usar o mesmo método
-DECURSO DE ACTIVIDADE:
-DA CONTINUIDADE: considera-se a o Fluxo financeiro deve ser maior
operação continua da empresa que o de Produtos ou Serviços para
que a empresa dê lucro... (óbvio)
-DA PRUDÊNCIA: estimativas prudentes
de factores incertos * O ponto de viragem em que a empresa
Começa a dar lucro normalmente
-DA SUBSTÂNCIA: objectividade chama-se TURN-OVER
2.4- Transacção Financeira |- Títulos Negociáveis
DISPONIBILIDADES-|- Bancos a PRAZO
É o nome dado às trocas de materiais ou (dinheiro) |- Bancos à ORDEM
serviços entre organizações, que é o cerne |- Caixa (dinheiro vivo)
da actividade económica(The great material
continuum - Ferengi Mith) |-Diferimentos (podem
| estar nos CLIENTES)
- Alteram o património das CONTAS EXTRA: -|-Amortizações (Podem estar
organizações (ou seja têm valor) (de | também no IMOBILIZADO no
regularização) | nome de amortizações
- Legalmente exigem um REGISTO | acumuladas, perdas
(facturas, recibos, etc...) | de valor com o tempo
|-Provisões (podem também
- A contabilidade é um sumário das | estar nas disponibilidades
transacções | servem como reservas

2.5 Conta *liquidez ↓ (aumenta para baixo)

Registo patrimonial em unidade de *Custo Diferido: "Pago agora e tenho depois"


valor que indica todas as variações
originadas por transacções: 2.5.1.2- Contas do PASSIVO

-HOMOGENEAS: cada conta deve-se |-Acréscimos e Proveitos Diferidos


referir a uma característica comum |-Estado
|-Fornecedores a Longo Prazo
-INTEGRAIS: devem registar todos os actos |-Fornecedores a Curto Prazo
que operem sobre a característica da conta |-Bancos

SALDO da conta: dif. entre crédito e débito *ordenadas por Exigibilidade, tempo em
SALDAR a conta: fazer o saldo que deve ser paga a divida
FECHAR A CONTA: saldar a conta
*Proveito diferido: "tenho agora e pago
*Não pus os Ts porque me pareceram inúteis depois"

2.5.1 Contas Principiais 2.5.1.3- Contas do CAPITAL PRÓPRIO

4 tipos principais de contas |-CAPITAL SOCIAL(vindo dos sócios)


|-RESERVAS($ posto de parte para um
-CONTAS DO ACTIVO: bens e créditos | "winter day")
|-RESULTADOS TRANSITADOS(receitas
-CONTAS DO PASSIVO: dívidas | não distribuídas pelos sócios
| vindas do exercício anterior)
-CONTAS DO CAP. PRÓPRIO: valor líquido, |-RESULTADO do Exercício (proveitos-custos)
valor que os donos receberiam se vendesse
a empresa naquele momento 2.5.1.4- Contas de CUSTOS/PROVEITOS

-CONTAS DE CUSTOS E PROVEITOS: onde São apenas um desdobramento dos RESULTADOS


se registam os ENCARGOS e LIQUIDOS, pelo que geralmente aparece como
RENDIMENTOS que a empresa vai uma conta do capital próprio.
gerando ao longo da sua actividade
CUSTOS:
*as contas estão ordenadas por liquidez -Mercadoria: CMV
(facilidade em converter em dinheiro) -Pessoal
da menos líquida para a mais liquida -Financeiros: Juros, descontos
-Equipamento
2.5.1.1- Contas do ACTIVO
PROVEITOS:
IMOBILIZAÇÕES-|-Investimentos Financeiros -VENDAS
(bens |-Corpóreo (prédios, -APLICAÇOES FINANCEIRAS
necessários | veículos) -etc...
à operação |-Incorpóreo (marcas,
da empresa) | patentes) 2.5.2- Movimentar Contas

EXISTÊNCIAS -|-Mercadorias / Exige:


(material para | Produtos acabados
transformação |-Produtos semi-acabados 1- Documentos de prova da transacção
e/ou transacção) |-Matérias Primas (Recibos, facturas, guias de remessa,
folhas de obra, etc...)
|-Cobranças duvidosas 2- LIVROS: diários, inventários, para
TERCEIROS -|-Créditos a médio / longo gestão interna, que depois são
(créditos sobre |-CLIENTES C/C(conta transformados em Documentos
terceiros) | corrente) contabilísticos, como Mapas de
|-Diferimentos(direitos Registo de Transacções, balanços,
| adquiridos pró futuro) Demonstração de Resultados.
2.6- Documentos Contabilísticos
DINÂMICA:
-Mapa de Registo de Transacções Análise de vários balanços sucessivos
-Balanço ao longo dos anos, permitindo ver
-Demonstração de Resultados a evolução temporal da empresa.
-Demonstração de Origem e Aplicação
de Fundos(não estudado) |Ano1|Ano2 Ano3 Ano4
|____|____|____|____|
2.6.1- Mapa de Registo de Transacções Act |____|____|____|____|
Bal CP |____|____|____|____|
Regista todas as transacções nas contas Pass|____|____|____|____|
do activo, passivo, CPróprio, é o
documento mais extenso, os outros são Indicações Retiradas:
basicamente resumos deste.
Resultado do Exercício||Activo vs Pass.
2.6.2- Balanço ======================||===============
LUCRO(retido, aumento ||
Inventário especial que balança os valores do capital próprio) ||Activo aumenta
do activo com os do CP e passivo Resumo das ||
contas do mapa de registo de transacções, PREJUIZO diminuição do||
num dado momento de tempo, "fotografia" do capital próprio ||Passivo aumenta
estado da empresa num dado momento de tempo. ||

|================||==================| 2.6.3- Demonstração de Resultados


| Activo || Capital Próprio |
| || | Documento contabilístico que dá a indicação
| Imobilizado || Acções | de como foram obtidos os resultados da
| || Reservas | empresa num dado período de tempo
| || Resultados do |
| || Exercício | 2 Tipos:
| Circulante ||==================|
| -Existências || Passivo | Por Funções: indicações relativas aos
| -Clientes || | custos e proveitos envolvidos na
| -Títulos neg. || Fornecedores Imob| organização durante um período
| -Disponibilid.|| Fornecedores CC. |
| || Bancos | Por Natureza: analisa a natureza dos
| _________ ________| custos/proveitos (financeiros, vendas,
| TOTAL TOTAL | etc..)
↓ ↓
Grau de Liquidez Exigibilidade *em FGEST só se estudou o por Funções
(+ liquido) (+ exigível)
2.6.3.1- Dem Result. por Funções
2.6.2.1- Análise do Balanço
Divide os vários resultados em categorias
-Estática para se poder analisar onde estão as
-Dinâmica variações importantes dos resultados+

ESTÁTICA: Vendas & Serviços...................+A


Análise de 1 só balanço, para evidenciara Custo Mercadoria/Serviços(CMV)......-B
origem e aplicação de fundos
Resultados BRUTOS...............RB=A-B
Bons Indicadores:
Custos Operacionais.................-C
- Principio Geral: nenhum Activo deve ser Custos com pessoal, administrativos.-D
financiado por um passivo que tenha um Proveitos Operacionais..............+E
prazo de exigibilidade menor que a
liquidez desse activo (para se poder Resultados OPERACIONAIS....RO=RB-C-D+E
sempre vender antes de ter de pagar)
Rendimentos de Participações........+F
- Capitais Permanentes(próprio e passivo Rendimentos Financeiros.............+G
M/Longo prazo) devem ser maiores que o Juros e Proveitos Afins.............+H
valor do imobilizado (o valor da empresa Juros e Custos Afins................-I
não ser só do imobilizado)
Resultados CORRENTES.....RC=RO+F+G+H-I
- Os capitais próprios devem ser pelo menos
iguais ao passivo de M/L prazo (para se Proveitos Extraordinários...........+J
poder pagar, se se quiser fechar o Custos Extraordinários..............-K
"estaminé" naquele momento)
Resultados ANTES DE IMPOSTOS.RAI=RC+J-K
- O Activo Circulante(Activo - Imobilizado)
deve ser maior que o passivo a Impostos............................-M
curto prazo(para não se ter de afectar o
património no pagamento de dividas Resultados LIQUIDOS...........RL=RAI-M
(Tipo à Vale e Azevedo)
2.7- CPróprio = Activo - Passivo Div. a Fornecedores
Prazo Médio de= ------------------x365
Esta relação tem de ser SEMPRE verificada Pagamento(dias) Compras
senão houve "trafulhice" ou enganos,
no registo das transacções
Tem o nome pomposo de equação fundamental Custo das Vendas (CMV)
da contabilidade... whatever, não é Rotação de= ---------------------------
exactamente como se fosse uma lei Stocks Existências Médias/ano
universal (Fgrav = G.M1.M2 / d²)

2.8- Análise de Relatórios Financeiros Existências Existências Inicio + FIM


Médias por = --------------------------
Análise Vertical: Estática Ano 2

Análise Horizontal: Dinâmica (média muito simplificada das existências)

Vertical com Redução de Escala: infere sobre 2.8.1.3 SOLVABILIDADE


todo o relatório a partir de uma parte
representante, análise quase estatística. Indicam a capacidade da empresa pagar
dividas a médio/longo prazo.
Análise Vertical por INDICADORES:
análise baseada no quociente/rácio de Solvabilidade Total Capital Próprio
quantidades que revelam dados sobre o ou Autonomia = ------------------
comportamento da empresa. Financeira Activo

2.8.1 Indicadores (rácios) Bom se: ST>1/3

Análise de quocientes(rácios) entre Capital Próprio


elementos dos documentos contabilísticos Solvabilidade = -----------------
(Balanço, DR) que são INDICADORES da Reduzida Passivo
situação da empresa
BOM se: SR>1/2
-Indicadores de RENTIBILIDADE
-Indicadores de ACTIVIDADE Capital Permanente
-Indicadores de SOLVABILIDADE Cobertura do = --------------------
-Indicadores de LIQUIDEZ Imobilizado Imobilizado Líquido

Prós:
-É um método simples que dá os factos * A situações limites normalmente
mas não as causas são usadas nos exercícios.

Contras: 2.8.1.4 LIQUIDEZ


-Indicadores têm de ser relevantes
-A informação tem de ser lida no conjunto Indicam a capacidade da empresa pagar
-podem distorcer info. dividas a curto prazo.

2.8.1.1 RENTIBILIDADE Activo Circulante


Liquidez = --------------------
Indicam o grau de eficiência que a Geral Passivo a C.P.
empresa usa os recursos

Rendibilidade = Resultados Obtidos / Meios Act Circulante - Existências


Liquidez= -----------------------------
Resultados Líquidos Reduzida Passivo a C.P.
Rend dos CPróprios=--------------------
Capitais Próprios
Disponibilidades
Resultados Líquidos Liquidez = ------------------
Rend do Invetimento=------------------- Imediata Passivo a C.P.
Total Activo
As empresas guardam as seguintes quantidades
Resultados Líquidos para fazer face a estas despesas:
Rend das Vendas=---------------------
Vendas Fundo de Maneio=Activo Circulante-
Passivo a C.P.
2.8.1.2 ACTIVIDADE ou

Indicam o grau de utilização dos Fundo de Maneio= Capitais Permanentes-


recursos da empresa, se estão a ser Imobilizado Liquido
bem usados ou desperdiçados/parados
A liquidez depende de:
Dividas de Clientes - Politica de Crédito a clientes (+-Risco)
Prazo Médio de= ------------------ x365 - Politica de Stoks(+-Risco)
Recebimento(dias) Vendas - Politica de Aprovisionamento (+-Risco)
3- CONTABILIDADE DE GESTÃO unitário, gera proveitos que igualam
os custos totais
Função Financeira de uma
empresa, esta contabilidade Pu: Preço de venda unitário
é interna à empresa CF: Custos Fixos
CVu: Custos Variáveis unitários
Objectivos:
Esta análise pretende definir os
- Estudo de Custos graus de liberdade entre custos
- Planeamento a curto e longo prazo variáveis, fixos, etc...
- Controlo
Receita Critica = Qc.Pu
3.1- Custos Fixos e Variáveis (Volume de vendas critico)

Custos Fixos: Mantém-se constante 3.6- Margens


independentemente do nível de
actividade(eg: ordenados) Margem Bruta= Vendas - CMV - Custo de
materiais
Custos Variáveis: variam com o (Conta com os custos Fixos)
nível de actividade(eg: comissões)
Margem de Contribuição =
* o nível de actividade pode ser por = Vendas - Custos Variáveis
exemplo o numero de vendas (Conta com os custos variáveis)

Custos mistos: mistura dos 2 -Absoluta: CV total


-pUnidade: Pu - CVu
Intervalos de Dimensão: variação por -Razão: (Pu-CVu) / Pu
patamares dos custos, transições -Percentagem (%CV / vendas)
descontinuas nos custos, quando o nível
passa de um patamar para o outro Ponto critico através da margem de
contribuição:
3.2- Custos Totais
Mc.Qc=CFixos
CTotal = CFixos+CVariáveis
3.7- Orçamentos
3.3- Custo Médio Unitário
Orçamento: quantificação da
Quociente entre o custo total e actividade para um período
o numero de unidades produzidas
-É com base nos orçamentos que se
C = Ctotal / Quantidade se fazem os mapas PREVISIONAIS (D.R
e Balanços previsionais), que
3.4- Comportamento para aumentos estimam os resultados.
da actividade no mesmo
intervalo de tempo Orçamentos para as diversas
funções da empresa(Prod, Comercial,
| Total | Unitários | Financeira)
Fixos | - | ↓ |
Variáveis | ↑ | - | 3.8- Custos de Produção
SemiFixos | ↑ | ↓ |
Sistema de Custeio: alocar a cada
3.5- Análise Custo-Volume-Lucro(CVL) produto os custos globais da empresa

Pressupostos da CVL -Custeio à Obra


-Custos são só função do nível -Custeio ao Processo
de actividade
-Separação efectiva de custos 3.8.1- Custeio por Obra
fixos e variáveis
-Preço Cte no intervalo Industrias de Operação descontinua
-Custos "" "" "" onde a produção é em pequenas
-Não existe diferença significativa quantidades e produtos específicos
entre existência no principio da
produção e no fim. Custos:
-Materiais Directos
Ponto Critico: Nível de actividade -Mão-de-Obra Directa
da empresa para o qual os proveitos -Gastos Gerais
apenas cobrem os custos: resultado
operacional (Bruto-custos de op) =0 eg: Construção Civil, Consultadoria

Qc.Pu = CF+Qc.Cvu 3.8.1- Custeio por Processo

Qc: quantidade critica, que ao ser Industrias de operação continua


multiplicada pelo preço de venda onde a produção é de muitos
produtos
Custos: 3.13- Custeio Variável(Contribuição)
-Materiais Directos
-Mão-de-Obra Directa |__ Processo Explicita a margem de contribuição
-Gastos Gerais | ao diferenciar os custos variáveis
dos fixos.
eg: Industrial, químicos
+ Vendas
3.9- Custos de Produção - Custos Operacionais Variáveis
_________________________________
Custos Industriais (ou Produção): Margem de Contribuição
tudo o que tenha directamente a - Custos Operacionais Fixos
ver com a parte da produção _________________________________
Resultados Operacionais
Custos Directos: fisicamente ligados
aos produtos: 3.14- Funcional vs Contribuição

-Materiais Directos Custeio Total(Funcional): distingue


-Mão-de-obra Directa custos de produção dos administrativos

Custos Indirectos: todos os outros Custeio Variável(Contribuição):


custos de fabrico distingue custos variáveis dos
fixos, para se poder controlar
-Variáveis: Energia melhores os fixos.
-Fixos: seguros, supervisão

3.10- Balanços e Dem. Resultados

Custos dos Produtos: Passam pelo


activo como existências
*só de produção

Custos do Período: Não Passam pelo


activo, vão directamente para a
demonstração de resultados

3.11- Custos do Produto e Período

Custos do Produto =

CMV(Empresas Comerciais)
COV(Empresas Industriais)
* nas empresas industriais os
produtos em processamento
lançam-se como processos

Custos do Período = Despesas


operacionais não directas.

3.12- Custos vs Dem Resultados

Maneira de contar os custos nas


empresas industriais.

Empresas Industriais

-Abordagem Funcional - Custeio Total

-Abordagem de Contribuição - Custeio


Variável

3.12- Custeio Total(Funcional)

Não há distinção de custos fixos


e variáveis.

+ Vendas
- Custos dos Produtos Vendidos
_________________________________

Resultados Brutos
- Custos Dist. e Administrativos
_________________________________
Resultado Operacional
4- RECURSOS HUMANOS SOCIAIS: ligações sociais, nestas os
sociopatas são invulneráveis.
Objectivo: Harmonizar os objectivos da
empresa e dos empregados "Happy worker is a PRESTIGIO: respeito por si
productive worker" da parte dos outros, status

Um bom gestor: AUTO-REALIZAÇÃO: Concretização


das ambições de cada um
- Motiva
- Lidera PROS desta Teoria:
- Adapta pessoas/técnicas
-sabendo que necessidades satisfazer, sabe-
4.1- Motivação se como motivar

Motivação: Processo psicológico que orienta o CONTRAS desta Teoria:


comportamento de um individuo segundo um
objectivo -Obviamente é só estatisticamente
aproximada, varia de caso a caso
Se um gestor souber o que motiva os seus
trabalhadores a produzirem bem pode aumentar CONCLUSÃO:
a "performance" destes
O Gestor deve prever as necessidades dos
TEORIAS DA MOTIVAÇÃO: estudam o porquê e como empregados mantendo-as realizadas para os
motivar manter motivados (tipo dar promoções aqueles
que querem/conseguem ir mais além, manter os
-Hierarquia das necessidades idiotas satisfeitos.)
(MasLow, 1943)
4.1.2- Dois Factores
-2 Factores
(Herzberg, anos 50) -Factores Higiénicos
-Factores Motivacionais
-2 Tipos de Personalidade
(McClelland, 60) Higiénicos= Fisiológicos + Segurança

-Espectativas (Vroom,64)
Motivacionais= Sociais + Auto-Estima +
*só teorias antigas... + Auto-Realização

4.1.1- Hie. Necessidades -"Happy Worker is Productive Worker"

As pessoas têm sempre necessidades, -O oposto de satisfação é a ausência de


mesmo que inconscientes, quando uma é satisfação e não a insatisfação, e
realizada outras surgem como necessidade vice-versa
seguinte, duma ordem previsível
-Em suma há factores que satisfazem e outros
/\ que insatisfazem
/ \
/ \ Prós desta Teoria:
/ Auto-\
/ -Reali \ -A motivação é função do trabalho em si,
/ -zação \ pelo que é controlável
/ \
/ Auto-Estima \ Contras desta Teoria:
/ \
/ Sociais \ -Mais uma vez tem de se ver caso a caso
/ \
/ Segurança \ CONCLUSÃO:
/ \
/ Fisiológicas \ "Happy Worker is Productive Worker"
/____________________________\

Pirâmide de necessidades, as 4.1.3- Tipos de Personalidade


mais básicas são as de baixo
3 tipos de personalidades, com 3 tipos
-Fisiológicas + Segurança = Básicas diferentes de motivação:

As outras são secundárias 1- Realização: definem objectivos concretos


e tentam realizá-los
FISIOLÓGICAS: sobrevivência
2- Afiliação: a interacção e aprovação dos
SEGURANÇA: segurança em outros é fundamental (attencion whores)
relação ao meio, tranquilidade
3- Poder: Querem mandar nos outros
CONCLUSÃO: As pessoas são escolhidas também Estilos:
na combinação da personalidade+Cargo.
4.2.1.1.1 Directivo
4.1.4- Expectativas
Dizer aos subordinados o que se espera deles
As pessoas têm mais motivação à medida que e dar indicações e prazos precisos
sentem que têm mais possibilidades de
realizar uma tarefa com sucesso e que isso Prós:
lhes traz as recompensas desejadas no seu -Não há ambiguidade
caso pessoal, assim o Gestor pode adaptar
as recompensas e trabalho às expectativas Contras:
das pessoas. -Também não altera em nada nos que trabalham
em funções especificas
4.1.5-Aplicação da Motivação
4.2.1.1.2 Apoiante
DESPESAS COM PESSOAL:
adaptadas segundo: Tratar bem os subordinados
1º Teoria das Necessidades (Básicas)
2º Teoria dos 2 Factores Prós:
-Diminui o stress dos subordinados
CARREIRAS:
Contras:
1º Salários -Pode levar a perda de autoridade
2º Prestigio
3º Realização 4.2.1.1.3 Participativo

aplicação de Teoria das Consultar os subordinados nas decisões


Expectativas, Necessidades
Prós:
4.2- Liderança, Estilos de -Dar aos subordinados que querem ter alguma
parte de decisão alguma satisfação
Evolução histórica:
4.2.1.1.4 Realizante
Passado: Só a produção interessava, tirania
Por Objectivos, sempre a tentar melhorar
Presente: há mais preocupação com o pessoal
Prós:
Tipos de Lider: Grelha de Blake e Mouton -Diminui a incerteza e aumenta a confiança
dos subordinados que trabalham em tarefas
P ↓ | Country Equipa rotineiras.
E ↓ | Club
S ↓ | 4.3- Sistemas sociotécnicos
S ↓ |
O ↓ | Ergonomia no trabalho basicamente
A ↓ | Empobrecida Ditador
S ↓ +---------------------- 4.4- Gestor de PESSOAL
→→→→→→→→→→→→→→
Preocupação com Ou gestor de RHumanos, regula a ligação da
a PRODUÇÃO empresa com o mercado de trabalhadores.

O estilo ideal parece ser o de equipa, mas Internamente:


tem de ser adaptado à situação "There’s no I -Criar ergonomia no trab.
in TEAM" -Motivar, para que os objectivos da empresa
sejam cumpridos.
4.2.1 Líder de Contingências
TAREFAS:
-Adaptável à situação
-Recrutamento, Selecção, Transferências,
2 Tipos de Líder: Despedimentos e Reformas
-Formação Profissional
- Motivados pela tarefa -Salários
melhores em situações extremas -Disciplina
-Ergonomia
- Motivados pelas Relações -Planeamento de RH
melhores em situações fáceis -Relações com os Sindicatos

A colocação de líderes na situação adequada 4.5- Empresa e Trabalhadores


é mais eficaz.
Adaptação da empresa ao Contexto
4.2.1.1 Teoria Meios-Fins
Gestão de Recursos Humanos adaptada à
O Líder deve explicar claramente o que é empresa e também ao mercado de trabalho
para fazer, como fazer e o que se ganha se
se o fizer -> Motivar
5- MARKETING 5.5- Compradores, Características

5.1- Filosofias de Marketing CULTURAIS: SOCIAIS:


-Cultura -Grupos
| Antigas -SubCultura -Família
------------------------ -Classe Social -Status
|
| PRODUÇÃO: produtos + baratos => PESSOAIS: PSICOLÓGICAS
| => +vendas => lucros - Grupos -Motivação
| - Família -Percepção
| PRODUTO: produtos melhores => - Status -Aprendizagem
| => +vendas => lucro -Crenças

| Modernas 5.6- Grupos de Decisão


------------------------
| 5 papeis das pessoas no processo de compra.
| MERCADO: O que o mercado quer?
| => nós damos => lucros + satisfação - Iniciador
| do clientes - Influenciador
| - Decisor
| VENDA: Produzir muito => - Comprador
| => vender muito => lucro - Utilizador

5.2- Marketing vs Funções 5.7- Processo de Decisão

Por vezes o departamento de -Reconhecimento da Necessidade (Drive)


marketing e as outras partes
da empresa têm visões diferentes -Pesquisa

Situação |Função |Marketing | -Avaliação das Alternativas


| | | -Atributos
modelos |o mesmo| mudanças | -Marcas
produtos |poucos | variados | -Prestigio
rapidez |lenta | rápida |
-Decisão de Compra
E etc... normalmente o marketing
exige sempre o melhor nas melhores -Pos-Compra
condições -Satisfação/Insatisfação

5.3-Mercado 5.8- Produto

Conjunto de todos os consumidores Qualquer coisa que uma empresa


reais ou potenciais do produto. produza e que possa ser vendida ao
mercado, não se limita a coisas
Mercado POTENCIAL: consumidores físicas, serviços também são produtos
com interesse neste contexto.

Mercado DISPONIVEL: consumidores 5.9- Gestão Comercial


com INTERESSE + PODER DE COMPRA +
ACESSO. Objectivo:

Mercado QUALIDADE: consumidores -Definir os mercados e as suas necessidades


com INTERESSE + PODER DE COMPRA + -Alterar o mercado
ACESSO + QUALIFICAÇÕES. -Dar garantias ao subsistema operacional
que os produtos vão ser escoados
Mercado ALVO(ou SERVIDO): fracção
do mercado qualificado que a *Tudo no interesse da empresa obviamente
empresa serve.
5.10- Estratégia Comercial
Mercado PENETRADO: fracção do
mercado alvo que JÁ COMPRA o 1- Análise de Oportunidades:
produto. Detecção por parte da empresa
das necessidades do mercado
5.4- Quota de Mercado(Market Share) e das vantagens/desvantagens
que a empresa tem em relação
qi = Vi/Vt à concorrência, e escolha
da orientação para as
qi: quota de mercado melhores opções
Vi: Nossas Vendas do Produto i
Vt: Vendas totais do produto 2- Objectivos da Empresa:
em todo o mercado definições de objectivos e
prioridades estratégicas da
empresa para que as decisões
tácticas sejam claras
3- Estratégia de Marketing: -Embalagem: Aspecto externo do
Detalhado na nota seguinte produto

4- Plano de Marketing: -Marca: Individualiza o produto,


quantificação do custo e linha de produtos, ou mesmo da
do beneficio efectivo da própria empresa.
estratégia de marketing nos eg: Honda na América, mudou
resultados da empresa o nome para Acura, para não
ser associada a carros baratos.
5- Implementação & Controlo:
gestão táctica(a curto prazo) Ciclo de Vida Típico de Um produto:
da estratégia de marketing -Introdução ___
usada. -Crescimento / \
-Maturidade ___/ \
5.10.1- Estratégia de Marketing -Declínio

-Escolha dos consumidores alvo CLASSIFICAÇÃO DE PRODUTOS:


-Aquisição de capacidade produtiva
-Marketing Mix Quanto à DURABILIDADE:
-Bens Duradouros
5.10.1.1- Escolha dos Alvos -Bens Não Duradouros
-Serviços
-SEGMENTAÇÃO DE MERCADO: divisão
dos consumidores, agrupando por BENS DE CONSUMO:
características homogéneas -Bens de Conveniência
-Bens de Compra por Impulso
Alguns critérios de segmentação -"Shopping goods"
-Geográficos -Comparáveis com outros
-Tipos de produtos -"Specialty Goods"
-Características do consumidor -Especiais

Critérios de escolha do Segmento BENS INDUSTRIAIS:


de actuação: -Matérias Primas
-Numero de Segmentos -Bens de Capital
-Potencial de Crescimento -Instalações
-Concorrência nos Segmentos -Material de Serviço

5.10.1.2- Aquisição de Capacidade SERVIÇOS:


Produtiva -Meio Dominante
-baseado em equipamento
-Desenvolver Capacidade Própria -baseado em mão-de-obra
-Adquirir a Outros, além de ser -INTERACTIVIDADE
rápido elimina alguma concorrência -Exige ou não a presença
-Colaboração com outras empresas do cliente
(joint-ventures) -DESTINATÁRIOS
-Serviços Pessoais
5.10.1.3- Marketing MIX -Serviços Organizacionais
-OBJECTIVOS
Definição: todo o conjunto de -Lucro vs Não Lucro
variáveis controláveis que a
empresa pode usar para influenciar 5.10.1.3.2- Distribuição(MIX)
a resposta do mercado
Definindo os produtos, agora há
4 Variáveis fundamentais a questão de os fazer chegar aos
consumidores.
-Produto
-Distribuição Canal de Distribuição: Ligação
-Promoção entre a empresa e os consumidores
-Preço
Tipos: Exclusiva/Não Exclusiva
5.10.1.3.1- Produto(MIX)
Distribuição Exclusiva(eg.
-Produtos: "Outputs" da Empresa concessionários automóveis):

-Linha de Produtos: Produtos Vantagens


destinados ao mesmo segmento ou
a vários segmentos -Controlo dos Intermediários
mas com características -Não acesso da concorrência
individuais (Ford Puma 2.1 , 3.0) -Facilidade de transmissão
rápida da mensagem através do
-Canibalização: diminuição de canal
vendas de um produto à custa do -Notoriedade da marca da empresa
aumento de vendas de outros
produtos da mesma linha
Desvantagens Politicas na Fixação de Preços:

-Maiores Custos de Distribuição -PENETRAÇÃO NO MERCADO: Preço +


-Dependência de um numero baixo no inicio, "Just to get the
pequeno de distribuidores, pode foot on the Door", que depois vai
originar situações de bloqueio subir(eg. os primeiros 2 fascículos
-Dificuldade de obter a daquelas colecções da planeta
colaboração dos de maior prestigio Agostini)

NÍVEIS E MARKETING: -DESNATAÇÃO DO MERCADO: Controlar


os preços conforme o mercado,
Marketing Directo: quando as coisas vão envelhecendo
produtor-consumidor baixar os preços(eg. electrónica de
consumo)
Um Nível:
produtor-retalhista-consumidor -RESULTADOS FINANCEIROS: Aqui os
preços são determinados não
Dois Níveis: pelo mercado, mas para a obtenção
produtor-grossista-retalhista- de um resultado financeiro qualquer.
consumidor (eg. Baixar preços em grandes
lotes para resolver problemas a
Três Níveis: curto prazo)
produtor-distribuidor-grossista-
retalhista-consumidor FIXAÇÃO DE PREÇOS FÓRMULAS PRÀTICAS:

5.10.1.3.3- Promoção(MIX) -MARK UP: preço de produção +


margem, simplista mas eficaz,
Dar a conhecer o produto e a por exemplo em produtos inovadores
utilidade que pelo menos a empresa (eg. vestuario)
quer dar do produto ao Mercado
-PREÇO CORRENTE: definir o preço
Tipos: conforme os praticados pela
concorrência
-Venda Pessoal: Rede de vendedores,
tem relevância quando o produto é -PREÇO DISTINTIVO: O Preço em si
complexo e precisa de demonstrações distingue o produto em qualidade
e quando as vendas unitárias ou e/ou Status (eg. Ferrari)
de lotes de uma só vez têm
valores altos. FACTORES LEGAIS PARA A FIXAÇÃO
DE PREÇOS:
-Promoções: Incentivo à compra
naquele momento, ou num período Dominante são os preços livres
de tempo. Fácil de estimar os regulados pela lei da concorrência
custos e resultados que se obtêm mas o estado intervêm em alguns
a partir da campanha casos

-Divulgação: Organização e patrocínio LEI DA CONCORRÊNCIA(proíbe):


de eventos, para dar a mostrar a
marca/Produto, ainda que de uma -Práticas Individuais
forma não directa, tem de envolver -a imposição de preços
qualquer tipo de "cobertura" por parte mínimos
dos Media -discriminação
-recusa de venda
-Publicidade: Activa nos canais de
comunicação, hoje em dia é extremamente -Práticas Colectivas:
Directiva(para usar um -Acordos entre empresas
conceito das antenas) (CARTEL)
-Abuso de posição
PADRÃO AIDA: dominante (MONOPÓLIO)

as mensagens devem: INTERVENÇÃO DO ESTADO(DEFINE):


-Preços Máximos
-Obter Atenção -Preços Contratados
-Levantar Interesse -Margens
-Suscitar Desejo -Preços convencionados
-Causar Acção
5.10.2- Estudos de Mercado
5.10.1.3.4- Preço(MIX)
Objectivo: Prever a procura, sendo
Preço: Montante+Condições de a procura o volume total de
pagamento. consumo de um produto por um
segmento claro do mercado
A procura oscila entre um mínimo 5.12- Marketing na vida do Produto
independente do esforço de
marketing das empresas e um Crescimento Estabilidade Declínio
máximo que corresponde à procura ↓ ↓ ↓
potencial total. ___________________ ↓
/ \ ↓
Curva de Procura: ____/ \

P Introdução
r ↑
o | _________ máximo
c | / INTRODUÇÃO: Criar consciência e
u |___/ mínimo experimentação, promover testes
r | ao produto
a +------------------------→
Esforço de Marketing CRESCIMENTO: maximizar a quota de
mercado

Quota de Mercado e Esforço de MATURIDADE: Maximizar o Lucro


Marketing: Diversificar face à concorrência
troca de marcas(tipo migração tmn
Em geral a quota de mercado -> optimus, com o mesmo numero)
q=V/VT tende para o peso relativo
do esforço de marketing da nossa DECLINIO: reduzir despesas, baixar
empresa em relação ao total: preço

^ Mi Mi= Nosso esforço


qi = ------ ΣMi= Esforço Total
ΣMi de todas as
Empresas

5.10.2.1- Procura Futura

Como estimar a procura futura de


um produto??

3 abordagens típicas:

-O que os consumidores Dizem:


Inquéritos, feitos para darem
resultados não enviesados, ou seja
que sejam bons estimadores.

-O que os consumidores Fazem:


Situações em pequena escala
são criadas para testar a resposta
das pessoas

-O que os consumidores Fizeram:


Inferências estatísticas a
partir de dados acumulados

5.11- Estratégias PULL vs PUSH

PUSH
Promove

Prod→Grossista→Retalhista→Consumidor
↑ ↑
Promove Promove

*Cada um passa ao próximo

PULL

Prod←Grossista←Retalhista←Consumidor
| ↑
|__________________________|

O Produtor promove junto dos


consumidores e estes pedem
através da cadeia os produtos
6- PLANOS DE INVESTIMENTO 4 grandes áreas:

Este capítulo incide sobre a parte -Mercado


da análise de investimentos, e de -Tecnologia
financiamento. -Dimensão
-Localização
6.1- Investimentos
6.4.1.2.1- (DE)Mercado
As decisões de Investimento são as mais
importantes da empresa, pois usam meios do Oferta do Mercado(concorrência):
activo ou do capital próprio, sem ter a -Numero de Concorrentes
certeza do retorno. -Capacidade de produção dos
concorrentes
Risco: -Marketing dos concorrentes
-Características dos
-Despesas Certas produtos dos concorrentes
-Receitas Incertas -Preços e modalidades de
pagamento dos concorrentes
"Scope" do investimento: -Margens da concorrência
-Investimentos em curso ou
-Longo Prazo: afecta o imobilizado projectados da concorrência
-Curto Prazo: afecta o capital circulante.
Procura do Mercado:
6.2- Plano de Desenvolvimento -Dimensão e estrutura do mercado
-Factores determinantes da
Plano de desenvolvimento da empresa, procura(preço, modas, etc..)
estratégias globais da empresa. -Grau de satisfação da procura global

Vias Usuais: 6.4.1.2.2- (DE)Tecnologia

-Extinção de produtos actuais Decisão económica de mudar


-Novos Produtos a tecnologia usada:
-Mudança das quotas de mercado -Rendimento, eficiência de produção
-Diversificação Geográfica -Redução das despesas iniciais
-Novas linhas de Produção de investimento
-Mudança de Segmentos Alvo -Minimização de custos de exploração
-"Takeovers": Absorção de empresas por -Exigências Ambientais
fusão, ou compra de acções
6.4.1.2.3- (DE)Dimensão
6.3- Planos Parcelares:
Decisão sobre a alteração da
Plano de Desenvolvimento: capacidade de produção

-Plano de INVESTIMENTO -Capacidade Máxima de produção anual


-Plano de FINANCIAMENTO -Numero de Trabalhadores
-demonstração de resultados PREVISIONAL -Volume de vendas
-Balanço PREVISIONAL -Quebras de produção

*Feitos para um determinado 6.4.1.2.4- (DE)Localização


horizonte temporal(3,5, .. anos)
Decisão de mudar o sitio da empresa(eg: mudar
6.4- Plano de INVESTIMENTO a fábrica para a Roménia)

6.4.1- Fases do PI -Custos de Transportes


-Economias Externas de Escala
1- Detecção de oportunidades de investimento -Condições Socio-Económicas
2- Selecção do Investimento -Condições Políticas
3- Estudos de Investimento -Condições Climatéricas
4- Decisão Económica -Estímulos e benefícios fiscais
5- Decisão Financeira
6- Avaliação Global (Como disse na aula pratica o prof
7- Controlos dos investimentos as grandes empresas têm pessoas só
a analisar as possibilidades de mudar
6.4.1.1- Estudos de Investimento o sitio das empresas)

Objectivo: Melhorar a eficiência 6.4.1.3- Decisão Financeira


de utilização dos recursos
económicos e financeiros Parâmetros da decisão Financeira:

6.4.1.2- Decisão Económica -Como vai a empresa obter os fundos


para o investimento?
Decisão se vai gerar mais-valias -Empréstimos
o investimento numa das seguintes -Capital Próprio
-Qual é o impacto do Investimento 6.8.1.1- Valor Residual
nas finanças da empresa?
O valor residual do investimento, ou seja o
6.5- Projecto de Investimento dinheiro resultante do investimento, deve
incluir os aumentos ou diminuições de
Estudo com objectivo de tomar uma decisão impostos devidos às mais ou menos valias
sobre o investimento (Investir/Não Investir) geradas, em períodos menores do que um
A decisão é tomada pela análise do exercicio=1ano:
investimento em si, e também das alternativas
existentes. VR = VM - (VM-VC).t

6.6- Investimento vs Financiamento VM:Valor comercial


VC:Valor contabilistico
Qual a relação entre capitais próprios e t: taxa de imposto
alheios no financiamento do investimento?
mais valia:(VM-VC).t
Financiamentos:
6.8.2- CASH FLOW IN
Capitais Próprios:
-capital social = RECEBIMENTOS
-outros .. = CASH FLOW DE EXPLORAÇÃO
= MEIOS LIBERTOS DO PROJECTO
Capitais Alheios:
-Empréstimos a m.l.p Receitas ANUAIS, gerados pela actividade
-créditos a fornecedores normal da empresa, durante a vida útil do
-outros ... projecto

*Como a regra de que nenhuma coisa deve ser CFEi = RLi + APi + EFi
financiada por um meio que tenha um período
de exigibilidade menor que a sua liquidez, CFE:Cash Flow de Exploração
aqui esse principio também vale.
RL: Resultados líquidos do exercício
6.7- Mapas Previsionais
AP: Amortizações e Provisões do Exercício,
Estes mapas (Bal, D.R.) estimam os resultados este valor está incluído no cálculo do
previstos decorrentes do investimento. Há 2 resultado líquido, foram subtraídas como
métodos de prever os preços dos custos e custos do exercício, como este custo não
proveitos durante a vida útil do projecto: é despesa pois não sai da empresa tem de
voltar a ser somado ao RLE, para dar o
Preços Constantes: preços INDEPENDENTES da Cash-Flow IN
inflação e da desvalorização da moeda.
EF: Encargos Financeiros: também são
Preços Correntes: preços actualizados à incluídos no resultado liquido, não
realidade do momento, por serem devem contar para o CFE, pois este deve
influenciados pela inflação e ser avaliado independentemente da fonte
desvalorização da moeda de financiamento(que é considerada no
pelo que o seu valor deve ser somado
6.8- Avaliação Financeira Ao se eliminar os encargos financeiros
do resultado líquido interessa também
Permite calcular a rendibilidade (Fins/Meios) eliminar os seus efeitos, ou seja a
de um projecto a partir dos fluxos eventual redução de impostos devido a
financeiros. essas despesas. Fórmula corrigida para
os encargos financeiros:
Num plano de investimento os meios designam-
se por CASH FLOWS e representam sempre EF= CFF - BF = CFF - CFF.t
dinheiro
CFF: Custos financeiros do
6.8.1- CASH FLOW OUT financiamento
Bf: Beneficio Fiscal
= Pagamentos t: Taxa de imposto
= CASH FLOW DE INVESTMENTO
(Exemplos de encargos financeiros:
Representa os pagamentos feitos para o Empréstimos pedidos ao banco)
investimento, menos as receitas que este
gerou i: período de tempo do projecto
(vida útil)
CASH FLOW INVESTIMENTO INVESTIMENTO
de = em + em Ainda outra fórmula para o Cash-Flow de
INVESTIMENTO IMOBILIZADO FUNDOS CIRCULANTES Exploração:

- VALOR RESIDUAL de INVESTIMENTO CEi = RAIEF.(1-t) + APi

RAIEF: Resultados antes de impostos


e de encargos financeiros.
6.8.3- CASH FLOW LIQUIDO PpY:Payment per Year
CpY:Periods per Year
CFL = CFE - CFI = In - Out PMT: pagamento no fim ou inicio do ano

*calculado ano a ano, e no fim de um período *PTM negativos indicam recebimentos


de anos faz-se a soma *Resultados negativos indicam pagamentos e
vice-versa.
6.8.4- Cálculo Financeiro
6.8.4.3.1- Capitalizado da Anuidade
Conceitos básicos e fundamentais de cálculo
financeiro O Valor futuro da anuidade (Sn) corresponde à
coma da capitalização dos pagamentos anuais
-Capitalização intercalares durante o período
-Actualização
-Anuidade Valor Acumulado = Sni

6.8.4.1- Capitalização n n-t
Sn = a. ( Σ(1+i) )
Valor resultante de uma aplicação financeira t=1
num dado período, com os juros a serem
contados nesse período a: pagamento anual
i: taxa
t n: numero de períodos
Ct=C0.(1+i) t: período

Ct: Valor ao fim de t anos 6.8.4.3.2- Actualizado da Anuidade


C0: Valor Inicial Depositado
i: taxa de actualização (Taxa) Valor equivalente que pagaríamos hoje se não
1+i:Factor de actualização fosse pago na forma de anuidades.
t: Período
Valor Actual = Sni
*Neste caso o juro é só sempre o valor ↓
inicial n -t
a0 = a.( Σ(1+i) )
6.8.4.2- Actualização t=1

Basicamente é a capitalização ao contrário, a: pagamento anual


saber o valor actual baseando-nos no futuro. i: taxa
n: numero de períodos
t t: período
C0=Ct/ (1+i)
eg: liquidar um pagamento por anuidades
eg: qual o valor actual de 250 contos em 10
anos com uma taxa de inflação i=10% 6.8.4.3.3- Anuidade para Futuro

10 Quanto deve ser pago por ano para completar


C0=250 / (1,1) = 93,3 Contos uma dada soma ao final de um período

6.8.4.3- Anuidade a = Sn / Sni

Série de pagamentos de igual montante que são 6.8.4.3.4- Anuidade de Esgotamento


feitos no fim do ano durante uma série de
anos. Que anuidade pagar de modo que considerando
uma taxa de capitalização, o capital inicial
Tipos de anuidades: se esgote no final de um dado período.

- Qual o Valor Futuro de pagamentos a = a0 / ani


envolvidos numa anuidade
6.9- Noções Importantes
- Qual o valor desses mesmos pagamentos?
CUSTOS DE OPORTUNIDADE: Perda ao
- Qual a anuidade que irá esgotar um valor se optar por escolher o segundo
actualmente conhecido melhor investimento em vez do primeiro.

- Qual a anuidade para fazer face a um eg: A-Rende 25 B-Rende 20


pagamento futuro de valor conhecido?
Escolher B em vez de A o custo de
*Para fazer estas contas Na TI Voyage há uma oportunidade é 5
app de cálculo financeiro que calcula as
anuidades, os nomes são: CUSTOS EVITÁVEIS: Custos que desaparecem se
for feito o investimento
PV:"Present Value" = an
FV:"Future Value" = Sn
PMT: valor da anuidade
6.9.1- Rendibilidade vs Risco
CONCLUSÃO:
Custos de oportunidade de capital ou -Para a tomada da decisão deve ser
taxa de actualização ou Rendibilidade usado em conjugação com outros
mínima ou Taxa de Desconto métodos

-Deve ser igual à menor remuneração possível 6.10.2- VAL (Valor Actual Liquido)
de obter em qualquer aplicação alternativa
de capital para o mesmo grau de risco Somatório actualizado dos Cash-Flows
periódicos (normalmente anuais)
-Maiores Riscos devem ser compensados com
maior rendibilidade n CFk
VAL = Σ ---------
-Risco avaliado subjectivamente k=0 (1+r)^k

6.10- Critérios de Decisão CFk= Cash-Flow líquido do ano k


r: taxa de actualização
Análise quantitativa do interesse económico k: numero do periodo
de cada projecto para se poder comparar entre
projectos CRITÉRIO:
-melhor o que tiver maior VAL(positivo)
-PRI(Período de Recuperação do investimento)
-VAL(Valor Actual Liquido) CONTRAS:
-TIR(Taxa Interna de Rentabilidade) -depende de r, que por vezes não pode
ser prevista(prever a inflação a 5 anos)
6.10.1- PRI (Período de Recuperação) -sensível à dimensão do projecto

É o tempo que leva um projecto a recuperar o 6.10.3- TIR(Taxa Interna de Rentibilidade)


custo inicial de investimento.
TIR= taxa de actualização para qual o val se
Pode-se não considerar a actualização do anula.
capital, o que é um pouco irrealista, nesse
caso é só somar os cash-Flows liquido até se n CFk
ver que se ganhou mais do que se investiu. VAL = Σ --------- = 0, com r=TIR
k=0 (1+r)^k

6.10.1.1- PRI (Com Actualização) V |


A |\
Considera a evolução temporal do capital L | \ TIR
| \ ↓ /
CFk: Cash-Flow actual do ano k |___\___÷_
CFLk: Cash-Flow Liquido do ano k \ / r
\/
k
CFk = CFLk / (1+r) - Processo Iterativo

PRI = menor n, tal que: CRITÉRIO:


-Maior TIR => rendibilidade maior
n CFLk do que os alternativos
CFk = Σ ------- = 0
k=0 k DESVANTAGENS: Pode existir mais do
(1+r) que um TIR ou nem sequer exisTIR..

r: taxa de actualização, pode também em geral 6.10.4- TIR vs VAL


variar de período para período, caso em que
seria: rk PROJECTOS ISOLADOS: Critério de aceitação

CRITÉRIO: - TIR > taxa de actualização


- VAL > 0 (para mesmo r)
ANÁLISE EM TERMOS ABSOLUTOS:
- Menor PR indica rápida recuperação SELECÇÃO ENTRE PROJECTOS: mutuamente
do capital - BOM SINAL exclusivos:

ANÁLISE EM TERMOs RELATIVOS: - Usar o VAL: escolhe-se o projecto


-PR_A < PR_B → Projecto A é preferível ao B com maior VAL

PROS: 6.11- Análise Pós-Financiamento


-Importante saber o PRI face ao
risco do projecto Tendo que se recorrer a um esquema de
Financiamento para o projecto há que
CONTRAS: reavaliar a rendibilidade do projecto.
-Não é útil para comparar projectos
-Não mede a rendibilidade do projecto
ao longo do seu tempo de vida
2 Métodos: APLICAÇÃO :
-Escolha entre 2 projectos com montantes
- Alteração da Taxa de desconto e do custo diferentes de investimento, escolhendo
médio Ponderado do Capital devido às restrições orçamentais

- VAL Ajustado (VALA) NÃO APLICÁVEL A:


-Investimentos dependentes
6.11.1- Custo Médio Ponderado do -Para restrições orçamentais de vários
Capital (CMPC) períodos

Alteração da taxa de desconto, calculada com 6.12.3- Diferentes Horizontes Temporais


base na média ponderada das taxas relativas
às diferentes fontes de financiamento Se os diferentes projectos em análise tiverem
durações diferentes faz-se:
CMPC = %Cap.i + %Cap.i(1-ti)
-Mínimo Múltiplo Comum, como horizonte
eg: projecto financiado em 60% por capitais temporal comum dos projectos
próprios à taxa de 15% e os restantes 40% são -Igualar o VAL de cada projecto a uma
pagos por um empréstimo com taxa de juro de sucessão de cash flows iguais anuidades
10%, com 40% de dedução fiscal
Aplicar Anuidades quando:
CMPC = 0,6*0,15 + 0,4*0,1*(1-0,4)
-Não é possível estimar o montante a
CMPC% =11,4% => taxa a usar no VAL ou seja reinvestir
r=11,4
Cálculo da Anuidade:
CONTRAS:
-Assume que a estrutura financeira é 1-Calcular o VAL para cada projecto
inalterável 2-Calculo da anuidade para a vida útil do
projecto: AE = VAL / aactual
6.11.2- VAL Ajustado (VALA) 3- Ganha quem tiver maior AE

VALA = VAL(do cap próprio) 6.13- Risco


+ VA (do financiamento)
Tipos de Risco:
parte do VE de financiamento:
Benefícios dos Financiamentos: Económico: imprevisibilidade dos resultados
-Fiscais: ti.EncargosFinanceiros operacionais previsionais
-Subsídios
Financeiro: problemas a curto prazo(liquidez)
6.12- Circunstâncias Especiais ou a médio longo prazo(solvabilidade)

Investimentos avaliados através de: 6.13.1- Minimização de Riscos

- Cash-Flows Diferenciais TAXA DE ACTUALIZAÇÃO: deve incluir uma margem


- Restrições Orçamentais para remunerar o risco
- Diferentes Horizontes Temporais
SOLVABILIDADE MINIMA: fixa-se um limite
6.12.1- Cash-Flows Diferenciais mínimo de solvabilidade para que a operação a
MLPrazo não seja posta em causa
Diferença entre os Cash-Flows com e sem
investimento PONTO CRITICO DE VENDAS: quanto maior for a
folga entre a quantidade critica e a
CRITÉRIO: capacidade produtiva menor é o risco (é
arriscado só começar a dar lucro nos limites
Val (A-B) > 0 => Investir da produção)

6.12.2- Restrições Orçamentais PERÍODO DE REEMBOLSO: quanto menor, menor o


risco
Neste caso, RO, a decisão é baseada num
índice de rendibilidade dado por: 6.14- Sensibilidade

IR= Valor Actual dos CASH FLOWS FUTUROS Análise subjectiva dos projectos
-----------------------------------
Investimento Inicial Variáveis CRITICAS:
-Período de Gestação do Projecto
IR>0 => VAL >0 -Montante de Investimento
ou -Preços de Vendas
IR = VAL / Investimento inicial -Quotas de Mercado
-Preços das Matérias Primas
CRITÉRIO:
modelos de diferentes cenários para as
IR >0 variáveis criticas e o seu impacto na
rendibilidade ajuda a tomar a decisão.
7- PRODUÇÃO & QUALIDADE TENDÊNCIAS FUTURAS:
-"Boom" dos serviços
Na gestão de produção trata-se das questões -Globalização
de produzir bons produtos e/ou serviços, a -Importância do "Humam Factor"
custos baixos
7.4- Qualidade
"Fazer Bem e Barato"
2 Perspectivas para a definição da qualidade:
7.1- Indústria vs Serviços
Consumidor:
Gestão Industrial - Produtos -Valor acrescentado: "o que é que
Gestão de Serviços - Serviços o produto pode fazer por mim"
-Adequação do produto às necessidades
INDÚSTRIA:
-Produto Físico Produtor:
-Produção Inventariável -Garantia das especificações
-Inexistência de contacto com o consumidor
-Tempos elevados 7.4.1- História da Qualidade
-Grandes Instalações
-Intensivo em Capital >1970 => margem first (10% defeitos)
-Qualidade Facilmente Medida 70-80 => Sucata (defeitos < 10%)
80-90 => Qualidade Superior (defeitos <1%)
SERVIÇOS: <1990 => Qualidade Total, objectivo
-Produtos Intangíveis defeito nulo
-Não Inventariável
-Contacto directo com o consumidor 7.5- Custos de Qualidade
-Tempos de Resposta Rápidos
-Instalações de pequeno porte Custos de Qualidade = Custos de
-Intensivo em Recursos Humanos controlo + Custos de Falha
-Qualidade Não Mensurável
7.5.1- Custos de Controlo
*A Indústria pode aumentar a oferta
oferecendo serviços complementando os Custos de Prevenção:
produtos: -Planeamento
-Treino
-Informação e Assistência técnica -Documentação

7.2- Níveis da Gestão de Produção Custos de Avaliação(verificação da qualidade)


-inspecções
ESTRATÉGICO: -métodos de análise estatística
-Planeamento para o futuro (>2anos)
-TQM(total quality manegament) 7.5.2- Custos de Falha
-Evolução
Custos de Falha Interna:
PROJECTO: -Sucata
-Desenvolvimento de Produtos e Processos -Reciclagem
-Aumento da qualidade -Paragem de Produção
-Re-Engenharia, Re-Projecto, etc...
Fórmula para a reciclagem(recuperação)
OPERACIONAL:
-Planeamento da Produção Mj=Qj.Nj/(1-Pj)
-Gestão de Materiais
-Escalonamento Pj:prob de um lote de js ter defeito
Qj:numero de js num lote
7.3- História da Gestão de Produção Nj:média de LOTES não defeituosos
por unidade de tempo
REVOLUÇÃO INDUSTRIAL: Mj:média do numero de produtos j
-máquina a vapor(Watt, termodinâmica) produzidos por unidade de tempo
-tarefas distintas/salários dist.
Fórmula de Perda de Produção:
LINHA DE MONTAGEM:
-linha de montagem X=B(1-p1).(1-p2).etc...
-gestão cientifica
-amostragem e controlo estatístico X: numero de peças a produzir
B: numero de peças que realmente
PRESENTE: têm de ser processadas para
-Investigação operacional: matemática se produzir X, devido a falhas
da optimização (1-p1): prob de falha na peça 1
-MRP
-TQM, JIT Soluções:- Formação
-Re-Engenharia - Responsabilização da mão de obra
- Bons materiais
Custos de Falha Externa: Produzir sem defeitos reduzindo os custos de
-Garantias operação
-Devoluções
-PERDA DE PRESTIGIO!!! 3 categorias de acção:

7.5.3- Evolução dos Custos - Equipamento:


-Equipamento bom
-Prevenção: aumentam à medida que a -Manutenção
qualidade aumenta
- Processo:
-Avaliação: Diminuem à medida que -Cada estação de trabalho é um poste de
a qualidade aumenta controlo
-inspeccionar cada item logo após a
-Falhas Internas: Diminuem à medida produção
que a qualidade aumenta
- Organização
-Falhas Externas: Diminuem à medida -Cada Trabalhador tem a hipótese de parar
que a qualidade aumenta o processo produtivo, ou pelo menos
avisar de que ocorreram problemas.
Conclusão: AUMENTAR A QUALIDADE -Cada grupo é responsável por corrigir os
seus próprios erros
7.5.4- Custos ÓPTIMOS -Garantir-se o tempo necessário para se
trabalhar bem "a pressa é inimiga da
Estratégia de Avaliação perfeição

↑ Total 7.6.1- Princípios TQC


|\\ //
| \\// Falhas 1- Controlo de qualidade é responsabilidade
Custo | \/ de todos
($/def) | /\
| / |\ Controlo 2- Medidas estatísticas de controlo são
|/ | \ acessíveis a todos
|______\______
| nº Defeitos 3- A qualidade é a prioridade
óptimo
4- Os trabalhadores devem poder corrigir as
*O de controlo não é linear, pelo falhas
que a resultante total também não
5- Os trabalhadores também são responsáveis
*Tem lógica do de controlo descer pois quanto pela qualidade do que produzem
mais falhas há mais está a ser usado
6- 100% de inspecções (à japonês)
Estratégia de Prevenção
↑ 7.6.2- Técnicas de TQC
| /Falhas
| / -Engenharia Simultânea
Custo | /
($/def) |-------------Prevenção -Transferência de Poder de decisão
| (Empowerment)
|-------------Detecção
|_____________ -Sistemas de Bónus
| nº Defeitos
0=óptimo 7.6.2.1- Engenharia Simultânea

*Nesta strat os custos são fixos para a Fazer várias fases do desenvolvimento de
prevenção e detecção e o custo das falhas não novos produtos para se detectar rapidamente
aumenta linearmente problemas em qualquer nível, e também para
reduzir custos.
7.5.5- Detecção da Falha
7.6.2.2- Empowerment
Os custos de falhas detectadas na parte da
produção são tanto mais baixos quanto mais Os trabalhadores ficam com a capacidade de
baixo na cadeia se estiver. identificação e resolução de problemas.

As falhas detectadas já nos clientes -Identificação rápida de problemas


obviamente têm custos maiores -Resolução eficaz

7.6 Total Quality Control(TQC) 7.6.2.3- Sistema de Bónus

Atingir um nível de qualidade nos produtos, Bónus por acções positivas => aumenta o
método integrado interesse na qualidade do produto.

"Fazer bem e à primeira, tipo


one shot, one kill"
7.7- Sistemas de Qualidade -Produto Final: atitudes face à falha
-Lixo
-ISO 9000: Standards de Qualidade -Reciclagem
-ISO 14000: Qualidade Ambiental -Reparação
-Estatísticas de Taguchi
-Diagramas Causa/Efeito 7.9- Organização do Sistema Produtivo
-Método de Pareto
-Operacional
7.7.1- ISO 9000 -Estrutural
-Client Oriented
Standards da "International Standards
Organization" 7.9.1- Sistema Operacional

9000: Sistemas de Gestão de Qualidade: A classificação é feita com base no tipo de


-Regras Gerais operações que dominam a produção:
-Fundamentos, termos, etc..
-Produção em Contínuo
9001: Define o sistema de gestão de empresa, -Produção Repetitiva
usado em contratos para certificar que -Produção em Descontínuo
a empresa tem qualidade -Produção por Projecto

9004: Melhoria de qualidade 7.9.1.1- Produção em Contínuo

*Existem mais normas - Grandes Quantidades de Produto


- Leque Reduzido de Produtos
7.7.2- ISO 14000 - Equipamento Especializado
- Mão-de-obra não especializada
Normas de qualidade Ambiental - Fluxo de Materiais pouco flexível

7.7.3- Círculos de Qualidade 7.9.1.2- Produção Repetitiva


(Linha de Montagem)
Grupos de conselheiros que dão sugestões ao
nível da qualidade - Artigos Produzidos em grandes lotes
- Produção feita sequencialmente
7.7.4- Estatísticas de Taguchi - Equipamento Ultra-Especifico
processo automatizado
Engenharia + Estatística - Mão-de-obra não especializada
- Fluxo de Materiais pouco flexível
7.7.5- Diagramas Causa-Efeito
7.9.1.3- Produção em Descontínuo
Diagrama que facilita as causas e locais onde
estão os problemas - Pequenas quantidades, alta qualidade
__________ - leque diversificado de produtos
| Processo | - Equipamento multi-tarefa
|__________| - Mão-de-obra Polivalente
causa1\ ________
causa2\ |Efeito| 7.9.1.4- Produção por Projecto (Obra)
\ | |
--------------------------→|______| - Produção de Produtos em grande escala
/ - Leque reduzido
/ - Equipamento gerido em volta do produto
__________ - Produção Flexível, sujeito a alto nível
| Produto | de incerteza
|__________| - Orçamentos e Prazos Limite

7.7.6- Método de Pareto 7.9.2- Estrutura - Layout

Alocação de um maior numero de recursos para Configuração física do processo produtivo,


a resolução de problemas mais importantes. que é organizada com o objectivo de garantir:

Como caracterizar a importância da falha: - qualidade


-frequência de ocorrência - minimização de custos
-custos associados - flexibilidade
- bom uso de materiais
7.8- Inspecção
Tipos:
Normalmente a inspecção é feita sobre:
-Estrutura Processual
-Matérias Primas: garantir a qualidade dos -Estrutura de Produto
inputs -Estrutura intermédia

-Processo: Controlo estatístico, com o custo


balanceado pelo custo de inspeccionar vs
custo de passarem peças defeituosas
7.9.2.1- Estrutura Processual (Job shop) -Plano Director de Produção(MPS):
especificação mais detalhada da produção,
Organização dos recursos em volta do definindo quanto e quando se deve
processo: produzir.

-Por postos de trabalho -Plano de Capacidade: define os máximos de


-Por Departamentos entradas/saídas

O processo de produção é o "core" da operação -Escalonamento:

-produção flexível e em que as -Planeamento Operacional(Semanas):


mesmas operações podem ser
usadas para vários produtos 7.11- Gestão de Materiais

VANTAGENS: -Matérias Primas


-flexível -Materiais em Processamento
-pouco desperdício, prod. paralela -Produtos Finais

DESVANTAGENS: 2 métodos de Inventários:


-Níveis de armazenamento elevados
-Sistema ABC:
Artigos A:Custo Elevado
eg: Industria alimentar, farmacêutica, Artigos B:Custo Médio
firmas de advogados Artigos C:Custo Baixo

7.9.2.2- Estrutura de Produto -Contagem Cíclica:


(linha de montagem) Fazer Contagem de Stocks de
tempos a tempos, ou para
Cada produto tem uma linha só para si verificar determinadas situações

Passos 7.12- Inventários

→(A)→(B)→(C)→ Produto1 Controlo de Inventário:


→(A)→(B)→(C)→ Produto2
→(A)→(B)→(C)→ Produto3 Processo Produtivo:
-Arvore de Materiais
-State-Task-Network
VANTAGENS:
- Velocidade de prod elevadas Materiais:
- Armazenamento Baixo -Procura Independente
-Procura Dependente
DESVANTAGENS:
- Pouca Flexibilidade 7.12.1- Procura Independente

UTILIZA-SE EM: Questão Principal: "O que é mais lucrativo?"


Produções em quantidades elevadas -Encomendar grandes quantidade de tempos a
eg: fábricas de automóveis tempos
-Encomendar Frequentemente em pequenas
7.9.2.3- Estrutura Intermédia quantidades.

Combinação das Processual/Produto, em 3 tipos:


sistemas de manufactura flexíveis (FMS) -QEE
-Sistema Q
Técnicas: -Sistema P

-Um trabalhador várias máquinas: QUANTIDADE ECONÓMICA A ENCOMENDAR(QEE)


-Reduz o armazenamento minimizar os custo anuais de inventário
-Reduz a mão-de-obra e encomenda.

-Tecnologia de grupo: Pressupostos:


-Juntar o que se pode juntar
eliminando a redundância -taxa de procura constante
-lotes
7.10- Planeamento de Produção: -qualquer quantidade
-2 custos: Inventário + Encomenda
-Planeamento Estratégico: a longo -Decisões por material
prazo(>2 anos) -Não existe incerteza

-Planeamento Táctico-Produção (1, 2 anos):

-Plano Agregado: Combinação óptima entre:


-Taxa de Produção
-Nível de mão de obra
-Inventário
7.12.2.1- MRP(Market Requirement Planning)
Fórmulas:
Define exactamente o que tem de haver e
C= Q.H/2 + D.S/Q quando para ser possível produzir o
necessário
C: Custo total Anual
D: necessidade (unidades/ano) PRINCIPIOS:
H: Custo de inventário de uma unidade por ano - As ordens de fabrico são dependentes
S: Custo fixo da encomenda($/lote) do mercado
Q: Tamanho do Lote(uni) - As Encomendas são dependentes das
_________ ordens de fabrico
QEE=\/ 2.D.S/H QEE:quantidade optima
a encomendar PROPÓSITOS:
- controlar e prioritizar os materiais,
TEE = QEE/ D TEE:Tempo entre prevendo também a necessidade no futuro
encomendas
OBJECTIVOS:
↑ Total - Manter os Inventários(STOCKS) o mais
|\\ // baixo possível
| \\// Custo de Inventário - Assegurando que nunca faltam materiais
Custo | \/ à produção, nem produtos ao consumidor
Anual | /\ - Fazer o plano de compras, prazo de
($) | / |\ Custo de encomenda entregas, e produção
|/ | \
|______\______ VANTAGENS:
| Q(unidades) -Controlo detalhado dos "stocks"
QEE -Redução dos Stocks
-Melhorias no escalonamento
SISTEMA DE ANÁLISE CONTINUA(Q)
DESVANTAGENS:
Filosofia: Encomendar uma quantidade fixa -Elevado Custo de Manutenção e instalação
Q, sempre que o inventário(Stock) cair -Utilizadores com formação
abaixo de um limite mínimo, que deve ser
fixado para cobrir a margem de tempo que 7.12.2.2- JIT (Just In Time)
medeia o lançamento da encomenda até ao
efectivo recebimento do material Objectivo: Produção MÁXIMA, com inventários
mínimos
Vantagens: Logística facilitada
pelos intervalos de tempo de Filosofia: SÓ SE PRODUZ QUANDO NECESSÀRIO E
fornecimento serem fixos COM QUALIDADE TOTAL -SISTEMA PULL- As
respostas surgem de pedidos, não de previsões
SISTEMA DE ANÁLISE PERIÓDICA(P)
REQUERIMENTOS: padrão elevado
Analisa o inventário de tempos a tempos(P)
e encomenda o necessário -Qualidade, Rapidez, Fornecedores "reliable",
Flexibilidade nas encomendas
Vantagens: Mais Flexível
VANTAGENS:
7.12.2- Procura Dependente - Redução dos custo do inventário
- Aumento da qualidade,
Dependente pois também dependem da PROCURA fornecedores seleccionados
por parte do mercado
APLICAÇÃO:
- Mais complexa -Sistemas de Produção orientados
- Função da produção para o produto
- Processo Produtivo Mais Fluido
7.12.2.3- MRP vs JIT
História da Procura Dependente
MRP | JIT
-1950: Ponto de Encomenda -----------------|-----------------
-1965: MRP (Market Requirement Planning) Planear o futuro | Não antecipa (bom
-1975: MRP em ciclo fechado Proc. Complexos | ou mau)
(MRP com feedback da realidade) Clientes e | Proc Simples
-1980: MRP 2 Produção | Simplicidade
(MRP estendido às outras
áreas da empresa) Conclusão: MRP para Complexos,
-1980: JIT (Just In Time) JIT para Simples
-1985: Produção Sincronizada
-1995: ERPs - Enterprise Resourse
Planning
8- PLANO DE NEGÓCIOS
Planeamento a longo prazo:

-Estratégia da empresa
-Estrutura da empresa
-Políticas da empresa
-Medidas de Controlo

*deve ser completo mas sintético

Deve dar a orientação estratégica e também


como essa se relaciona com as tácticas a
curto prazo

PLANO A MLPrazo:
-Mercados a actuar
-Recursos
-projectos
-contingências

PLANOS DE CONTINGÊNCIAS(Cenários):
-Correcções
-Oportunismo
-Estratégico

CICLO:

Planeamento → Organização

↑ ↓

Controlo ← Acção