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1.

OBJETIVO: Estabelecer as atividades necessárias ao monitoramento dos créditos de carbono


gerados a partir do gerador de 28 MW.

2. RESPONSABILIDADE: Gestor de Qualidade e Meio Ambiente


3. DETALHAMENTO
A geração de energia elétrica ocorre na Central Elétrica, sob a responsabilidade do
operador, em regime de três turnos, sendo um operador por turno. A central gera em 13.8
KV e envia a subestação localizada na Jalles Machado que a eleva a 69 KV e conecta a
linha de transmissão da concessionária Companhia Energética de Goiás (CELG). ocorre na
subestação da Jalles Machado, no painel de medição através de dois medidores
redudantes, conforme norma da Operadora Nacional de Sistema (ONS). Os medidores são
calibrados e rastreados.
A medição e o registro da energia exportada
Mensalmente a concessionária CELG faz a coleta de dados via modem, direto na
subestação sem a interferência da Jalles Machado. Caso no dia da leitura houver problema
com a conexão via modem, a CELG pode fazer a opção por esperar que o problema seja
solucionado e após, fazer a leitura, ou dependendo da situação, fazer o deslocamento fisico
até a subestação e fazer a coleta manual.
Após a coleta dos dados pela CELG, a mesma emite um relatório de exportação com os
dados coletados para a Jalles Machado, para a compradora CPFL (Companhia Paulista de
Força e Luz) e para a CCEE (Camâra de Comercialização de Energia Elétrica). O relatório
emitido pela CELG é o registro oficial e paralelamente, a Jalles Machado faz uma medição
interna de acompanhamento, através de um software idêntico ao usado pela CELG,
somente para efeito de comparação, sem oficialização.
Com o relatório emitido pela CELG em mãos, a Jalles Machado através do gestores de
processo e projeto da área elétrica e da área de controle de qualidade, fazem o registro no
sistema do servidor da Jalles Machado no endereço F:\INDUSTRI\GILSON\CELG e no
sistema SIGIND (Relatório Energia), respectivamente.
Com o registro efetuado na Jalles Machado, os gestores de processo e projeto da área
elétrica ou da área de controle de qualidade envia uma cópia do relatório recebido pela
CELG ao setor comercial, para que o mesmo providencie junto ao faturamento a emissão
da nota fiscal de fatura da energia exportada.
Com a emissão das notas fiscais de exportação, é quantificada a quantidade total de
energia exportada.
Com a quantidade de energia exportada e multiplicando pelo fator de conversão 0,2677 ton
CO2 / MWH (de acordo com o PDD) tem-se a quantidade de redução de ton de CO2 obtida.
Para melhor entendimento usar o exemplo abaixo:
 Quantidade de energia exportada, pela soma das notas fiscais  100 MWH
 Fator de conversão de CO2  0,2677 ton CO2 / MWH
 Redução de Ton de CO2  100 MWH * 0,2677 ton CO2 / MWH = 26,77 ton CO2
Após a conclusão da etapa anterior, é solicitado pelo SGI (Sistema de Gestão Integrada) da
Jalles Machado, a auditoria de verificação, para que a redução das emissões de CO 2
possam ser validadas e assim ser informadas oficialmente ao comprador, através do
certificado emitido pela ONU.
A verificação é realizada por uma certificadora, juntamente com a Econergy do Brasil,
parceira da Jalles Machado no projeto.
Todo o processo para o monitoramento dos créditos de carbono é gerenciado pelo gestor
4. Calibração dos Medidores de Energia
A empresa responsável pela retirada, calibração, emissão do certificado de calibração e
rastreabilidade e recolocação dos medidores de energia na subestação da Jalles
Machado é a concessionária CELG. A calibração é feita em um medidor de cada vez. Ao
fazer a recolocação do medidor calibrado na subestação a CELG faz o lacre do mesmo.
Cabe a Jalles Machado através do seu gestor de processo e projeto da área
elétrica, fazer a validação do certificado e inseri-lo dentro do sistema de Controle
de Equipamentos, conforme procedimento PG-11-I.
5. Impossibilidade de Leitura dos Medidores de Energia da Subestação
Numa possível impossibilidade de leitura dos medidores de energia devido a um
sinistro com os mesmos, haveria a possibilidade da concessionária CELG,
disponibilizar um medidor de forma provisória, enquanto são adquiridos medidores
redundantes ou solucionado o problema devido.
6. Procedimentos em Caso de Emergência / Segurança

QUEM O QUE FAZER COMO FAZER QUANDO FAZER

Imediatamente após a
Aquele que detecta Por telefone (111), rádio ou
Informar à Portaria detecção do
o problema outro meio disponível.
problema.
Acionar o Departamento de Imediatamente após ser
Por telefone (164), rádio ou
Portaria Segurança do informado do
outro meio disponível.
Trabalho problema.
Acionar a Brigada de
Combate e
Emergência
Departamento de Por telefone (124, 172 OU Imediatamente após ser
Segurança Acionar a Medicina do 180), rádio ou outro informado do
do Trabalho Trabalho meio disponível. problema.
Acionar o Gerente do
Processo envolvido
Gerente do Por telefone (113 ou 114 ou
Após ser informado do
Processo Comunicar a Diretoria 129 ou 152), rádio ou
problema.
envolvido outro meio disponível.
Analisando as relações de
Promover reunião para causa e efeito, tirando
análise de causas e lições aprendidas,
para determinar propondo alterações
Comitê de Gestão
ações corretivas e/ou em procedimentos de
Ambiental e
preventivas controle, levando em
Departamen Após ter sido tratada a
necessárias. Elaborar consideração a
to de situação.
Relatório para abrangência do
Segurança
comunicação aos acidente ou situação
do Trabalho
órgãos competentes e de emergência real ou
às partes potencial para evitar a
interessadas. ocorrência de
situações similares.

Tratamento de esgoto (e.t.e.)


3. DETALHAMENTO:
Os efluentes sanitários são produzidos em lavatórios, banheiros, chuveiros e cozinha.
Estima-se para o período da colheita da cana-de-açúcar, uma vazão máxima de 120
m3/dia.
O tratamento é composto das seguintes unidades:

 Caixa de Gordura: instalada próxima à cozinha, com finalidade de reter a gordura


impedindo o entupimento da rede de esgoto.

 Gradeamento: destinado à retenção e remoção de materiais grosseiros contidos no


efluente.

 Caixa de Areia: dispositivo destinado a remover areia contida no efluente, ou seja,


todo material mineral pesado, tais como: silte, cascalho, areia, etc.

 Medidor de Vazão: instalado para quantificação da vazão afluente à planta a fim de


propiciar o efetivo controle das condições de operação.

 Tanque de Aeração: etapa onde a matéria orgânica contida no efluente é


assimilada por microorganismos, parte desse material é transformado em gases
inodoros e parte é convertida em mais material celular dando origem a um excesso
de lodo (excesso de microorganismo) que é transferido ao tanque de estabilização.

 Decantador Secundário: o conteúdo do tanque de aeração (lodo / água) é


continuamente transferido ao tanque de decantação, onde se faz a separação entre
as duas fases.O lodo, por ser mais pesado, sedimenta-se no fundo, enquanto a água
(efluente biologicamente tratado) abandona o decantador por sua parte superior,
através de uma calha. Os efluentes tratados, a partir da saída do decantador
secundário, são encaminhados para utilização na lavoura de cana.

 Retorno de Lodo: o retorno de lodo para o tanque de aeração ou tanque de


estabilização dar-se através de uma bomba centrífuga. A vazão de circulação é
mantida em torno de 80% da vazão de entrada.

 Estabilizador de Lodo:o excesso de lodo é desviado para o tanque de


estabilização, que possui instalação de um aerador com as mesmas características
do instalado no tanque de aeração. Neste tanque ocorre a mineralização do lodo
uma vez que os microorganismos recebem oxigênio sem receber alimento.

 Leito de Secagem: o desaguamento do lodo é realizado através do leito de


secagem, quando a quantidade de lodo sedimentado (teste de sedimentação em
proveta) atingir um volume maior que 30% (300 ml). O lodo seco pode ser utilizado
para compostagem e aplicado adequadamente como composto orgânico para o
solo ou encaminhado ao aterro sanitário.

4. CARACTERIZAÇÃO DO EFLUENTE:
De acordo com o Projeto de Tratamento de Efluentes (DBO Engenharia – agosto/2003), a
Esperando-se que a eficiência do tratamento alcance os seguintes níveis:

 Remoção de DBO.....................................................................................> 80 %
 Concentração de DBO......................................................................... < 85 mg/l
 Sólidos Sedimentáveis...........................................< 1,0 mg/l (cone / imhoff 1 h)

5. OPERAÇÕES BÁSICAS:

ONDE O QUE QUANDO QUEM


Responsável
Recolher a camada superficial. A gordura Sempre que
Caixa de pelo
coletada é depositada em tambores e começar a
Gordura encaminhada para o aterro controlado. Departamento
acumular gordura
de Obras Civis
Retirar os materiais grosseiros
retidos nas grades. O material
Operador de
Gradeamento coletado é depositado em tambores Diariamente
E.T.E.
e encaminhado para o aterro
controlado.
Sempre que um dos canais estiver cheio Sempre os canais
Caixa de de areia, o fluxo é desviado para outra Operador de
estiverem cheios
Areia caixa e o material retido é retirado e E.T.E.
encaminhado para o aterro controlado. de areia.
Sempre que o teste de
sedimentação, apresentar valores
superiores a 300 ml o lodo
excedente é removido,
procedendo-se da seguinte forma:
a) verificar qual o leito de
secagem que se encontra
Sempre que o teste
vazio e limpo;
de sedimentação
b) fechar o registro de
Leito de (proveta) Operador de
recirculação de lodo e abrir o
Secagem apresentar volume E.T.E.
registro da tubulação que vai
decantado acima
para os leitos de secagem e
de 300 ml.
descarregar o lodo;
c) o lodo seco é raspado e
reservado em área
identificada até definição do
seu destino, se para
compostagem ou aterro
controlado.
6. MEDIÇÕES DIÁRIAS

ONDE O QUE QUANDO QUEM REGISTRO

Medição das
vazões.
Amostragens de analises na industria
1 OBJETIVO
Estabelecer as atividades de amostragem (procedimento e freqüência) a serem realizadas
pelo laboratório industrial, assegurando o comprometimento com as Boas Práticas de
Laboratório e segurança dos profissionais envolvidos.

2. RESPONSABILIDADE
Operadores de produção pleno (analistas de laboratório)

3 DETALHAMENTO
Resultados analíticos altamente precisos podem não ter qualquer significância se a
amostra coletada não representar fielmente o material original.
A coleta de amostras tem, portanto, a mesma importância que o trabalho analítico
desenvolvido nos laboratórios.
Os coordenadores do laboratório deve observar, continuamente, o cumprimento dos
procedimentos e freqüências, estabelecidos neste documento, visando evitar a obtenção
de resultados incorretos ou anormais.

3.1 COLETA E COMPOSIÇÃO DE AMOSTRA


A coleta de amostras depende basicamente da variação do produto que se quer analisar.
Como regra geral são, geralmente, mais recomendadas coletas de modo contínuo e
proporcional ao fluxo, por serem mais representativas, todavia, na impossibilidade do uso
de sistemas automáticos, os laboratórios podem optar pela intensificação de amostragem
e análise ou pela composição de amostras coletadas instantaneamente.
No laboratório da Jalles Machado há uma combinação dessas práticas, evidenciadas na
“Tabela de Procedimentos de Amostragem e Freqüências de Análises” – ANEXO 01

5. CUIDADOS COM A SEGURANÇA


5.1 PROCEDIMENTOS DE SEGURANÇA
• Não fume nem se alimente em seu local de trabalho;
• Fazer uso do jaleco de manga longa;
• Utilizar luvas protetoras durante o procedimento de coleta de materiais agressivos
(ácidos, bases) e produtos com temperaturas elevadas;
• Não utilizar material improvisado ou quebrado para a coleta;
• Não subir, pendura-se ou acessar locais inseguros para coleta de amostras;
• Respeite as normas de segurança e esteja atento a cartazes e placas;
• Não é permitido entrar em local confinado, tanques e reservatórios, sem a devida
ventilação e monitoramento dos gases;
• Não é permitido o uso de material que produza faíscas e outra chama qualquer, bem
como eletro eletrônicos devido ao risco de incêndio e ou explosão nas seções de
fabricação de álcool e carregamento de álcool e armazenamento de produtos e
substâncias químicas;
• Mantenha a postura adequada ao abaixar e levantar e na movimentação de materiais;
• Ao abaixar para pegar material ao nível do piso procure dobrar os joelhos evitando
forçar a coluna;
• Evite ficar nas proximidades de flanges de tubulações sob pressão, principalmente
quando apresentar vazamentos;

Operação na fermentação
1 OBJETIVO
Estabelecer as atividades de transformação do açúcar contido no caldo em álcool,
assegurando o controle sobre os aspectos e impactos ambientais envolvidos na atividade
e na segurança do trabalho.
2 RESPONSABILIDADE
Encarregado de Destilação, Geração e Utilidades.
3 DETALHAMENTO
3.1 PARTIR FERMENTAÇÃO ALCOÓLICA
Responsabilidade: Operador.
Quando: Inicio de operação após as paradas.
Como: Ligar a bomba de caldo e ou ligar a bomba de mel; corrigir a temperatura e o brix
do mosto, conforme item (3.2); controlar a vazão mosto, conforme item (3.3); ligar a
bomba de fermento da cuba 03; ligar em seguida agitador (es) e bomba (s) de
recirculação das dornas fazendo acompanhamento do brix e da temperatura, conforme
item (3.4). Quando no enchimento da(s) dorna(s) do 1º estágio o vinho será bombeado
automaticamente, de acordo com o nível estabelecido para cada dorna, repetindo esta
operação para os demais estágios. Controlar o tempo de fermentação conforme item
(3.5), não deixando de, em cada uma das etapas, ligar os agitadores e bombas de
recirculação.
Porque: Para dar continuidade no processo de produção de álcool.
3.2 ITENS DE CONTROLE DO MOSTO - BRIX E TEMPERATURA
Responsabilidade: Operador.
Quando: Durante a operação, constante.
Como: Digitar no computador na malha controle de brix o valor estipulado pelo
encarregado. Abrir ou fechar válvulas de água dos trocadores de calor, mantendo a
temperatura no máximo de 32ºC.
Porque: Para que dosagem de açúcar seja proporcional ao volume de fermento que está
no processo.
3.3 CONTROLE DE VAZÃO DO MOSTO
Responsabilidade: Operador.
Quando: Durante a operação, constante.
Como: Digitar na malha de controle de vazão o S.P ou % de abertura da válvula de
controle para atingir o valor da vazão estipulado pelo Encarregado.
Porque: Para que o volume do mosto seja proporcional à demanda do processo.
3.4 ITENS DE CONTROLE DA FERMENTAÇÃO - BRIX E TEMPERATURA
Responsabilidade: Operador.
Quando: Durante a operação, constante.
Como: Coletar amostra de cada dorna, fazendo a medição com sacarímetro; anotar o
valor medido de brix na planilha de controle da fermentação. Coletar amostra de cada
dorna; fazer a medição com termômetro, mantendo as temperaturas entre 31 a 34 ºC.
Caso esteja fora do padrão, controlar a vazão de água através de abertura de válvulas do
trocador.

Porque: Para obter um bom desempenho no processo de fermentação.


3.5 TEMPO DE FERMENTAÇÃO
Responsabilidade: Operador.
Quando: Durante a operação, constante.
Como: Aumentar ou diminuir o nível das dornas, mantendo ART final Maximo de 0,30 %
no final da dorna que está centrifugando através de resultado de laboratório.
Porque: Garantir um bom rendimento fermentativo.
3.6 LIMPEZA NOS TROCADORES DE CALOR DAS DORNAS
Responsabilidade: Operador.
Quando: Sempre que, em marcha normal, a temperatura da referida dorna subir acima
padrão.
Como: Abrir o trocador de calor e lavar com água.
Porque: Para melhorar a eficiência dos trocadores de calor.
3.7 LIMPEZA MANUAL NOS TROCADORES DE CALOR DO MOSTO
Responsabilidade: Operador
Quando: Seguir escala de lavagem diária dos trocadores de calor conforme anexo 01.
Como: Colocando o trocador reserva em operação, parando e abrindo o trocador que
estiver sujo e lavando as placas.
Porque: Para melhorar a eficiência no processo de troca térmica.
3.8 LIMPEZA MECÂNICA NOS TROCADORES DE CALOR DO MOSTO
Responsabilidade: Operador.
Quando: A cada 3 horas.
Como: Colocar o trocador reserva em operação; interromper a marcha do trocador que
estiver sujo e recircular flegmaça no mesmo durante 2 horas, repetir este procedimento
nos outros trocadores simultaneamente.
Porque: Para facilitar controle de temperatura nas dornas.
3.9 RECENTRIFUGAÇÃO DE FERMENTO
Responsabilidade: Operador.
Quando: Ocasionalmente de acordo com instrução da supervisão.
Como: Diluindo com água o fermento centrifugado mantendo a concentração entre 20 a
25 % na cuba 01 logo após bombear para as centrifugas.
Porque: Para melhoria no tratamento do fermento.
3.10 TRATAMENTO DO FERMENTO
Responsabilidade: Operador.
Quando: Durante operação.
Como: Diluir fermento na dorna FD (fermento diluído) com água para manter parâmetros
de concentração estipulada pelo encarregado, mediante análise de concentração feita
pelo operador.

Digitar no computador na malha controle de PH o valor estipulado pelo encarregado para


adicionar ácido sulfúrico e fazer correção do pH na cuba 02.
Porque: Para combater a infecção.
3.11TAXA DE RECICLO DE FERMENTO
Responsabilidade: operador.
Quando: Durante a operação.
Como: Digitar no computador na malha controle de vazão de fermento o valor
estabelecido pelo encarregado, de acordo com a concentração de fermento nas dornas.
Porque: Para garantir um bom rendimento fermentativo.
3.12 DOSAGEM DE ANTIESPUMANTE E DISPERSANTE
Responsabilidade: Operador.
Quando: De hora em hora
Como: Dosar manualmente cerca de 0,5L do dispersante de hora em hora na cuba 02. O
antiespumante nas dornas de 1º e 2º estágio são dosados automaticamente.
Porque: Para combater espuma.
3.13 FINALIZAR FERMENTAÇÃO ALCOÓLICA
Responsabilidade: Operador.
Quando: Paradas longas.
Como: Aguardar a liquidação de todo o caldo proveniente da diluição de mel ou vindo do
setor de tratamento de caldo; fechar a água dos trocadores de calor de mosto, deixando o
número de centrífugas necessárias para liquidar o processo, de acordo com solicitação do
encarregado; diluir todo o fermento que foi separado do vinho; manter os agitadores e
bombas de recirculação ligadas para preservar a viabilidade do fermento e fechar a água
de refrigeração das dornas.
Porque: Para manter o fermento em bom estado de conservação até o reinício do
processo.
Operação da destilaria
1 OBJETIVO
Estabelecer as atividades de separar álcool do vinho através das colunas de destilação,
assegurando o controle sobre os aspectos e impactos ambientais envolvidos na atividade
e na segurança do trabalho.

2 RESPONSABILIDADE
Encarregado de Destilação e geração de utilidades.

3 DETALHAMENTO
3.1 Partida dos aparelhos em marcha para álcool anidro
Responsabilidade: Operador
Quando: Início de operação
Como: Abrindo as válvulas de água dos condensadores para álcool anidro, aquecendo as
colunas C e P com vapor. Quando a coluna C, bandeja 1 atingir aproximadamente a
temperatura de 82,5 ºC, bombeando em seguida o álcool hidratado do tanque de
transferência para coluna C, quando coluna P, bandeja 1 atingir aproximadamente a
temperatura de 87 º, abrindo a válvula de saída de água fraca do decantador e válvula de
retorno de ciclo-hexano , controlando vazão de álcool hidratado e temperaturas conforme
itens de controle de (3.2 a 3.6) , até que atinja o nível na base da coluna C em torno de
50 a 60 % do visor indicando a retirada de álcool anidro no painel de controle
Porque: Iniciar a produção de álcool anidro através do processo de desidratação com
ciclo-hexano.
3.2 Controle de temperatura das colunas
Responsabilidade: Operador
Quando: Durante a operação, constante
Como:
Coluna C bandeja 01 = de 82 à 84 ºC
Correção : Aumentando ou diminuindo a retirada de álcool anidro.
Coluna C bandeja 14 = de 68 à 73 ºC
Correção: Aumentando ou diminuindo o bombeamento de álcool hidratado
Coluna C bandeja 31 aparelho 01 = de 63 à 65 ºC
Coluna C bandeja 40 aparelho 02 = de 56 à 60 ºC
Correção : Aumentando ou diminuindo o bombeamento de ciclo-hexano.
Coluna P bandeja 1 aparelho 01 = de 83,5 à 85 ºC
Coluna P bandeja 1 aparelho 02 = de 102 à 106 ºC
Correção: abrindo ou fechando a válvula de vapor.
Coluna P bandeja 37 aparelho 01 = de 69 à 74 ºC
Coluna P bandeja 38 aparelho 02 = de 72 à 75 ºC
Correção : Abrindo ou fechando a válvula de controle de retrogradação de ciclo-hexano
do Condensador I.
Porque: Para manter produção estável e evitar perdas de ciclo-hexano
3.3 Controle de temperatura dos condensadores
Responsabilidade: Operador
Quando: Durante a operação, constante.
Como:
Condensador I aparelho 01: de 38 à 44 ºC
Condensador I-1 aparelho 01: de 38 à 44 ºC
Condensador I-2 aparelho 01: de 27 à 34 ºC
Condensador I aparelho 02: de 38 à 44 ºC
Condensador I-1 aparelho 02: de 30 à 36 ºC
Condensador I-2 aparelho 02: de 27 à 34 ºC
Condensador H: de 40 à 48 ºC
Condensador H1: de 37 à 42 ºC
Condensador H2: de 28 à 34 ºC
Degasagem I: 25 a 35°C
Correção: Abrindo ou fechando as válvulas de água do condensador especifico
Porque: Para promover uma boa condensação do álcool mediante tais parâmetros
3.4 Controle da qualidade do álcool
Responsabilidade: Operador
Quando: Durante a operação, constante.
Como: Acompanhando as especificações do álcool conforme parâmetro abaixo:
Grau INPM = Mínimo de 99,3
Causa provável da queda:
- Grau do álcool hidratado baixo;
- Temperaturas fora do padrão
Porque: Garantir a produção de álcool dentro das especificações.
3.5 Controle de perdas
Responsabilidade: Operador
Quando: Durante a operação
Como: Valores toleráveis de vinhaça e flegmaça 0,03 GL. De acordo com os resultados
analíticos enviados pelo laboratório, caso esses valores ultrapasse atentar para as causas
prováveis:
- Temperatura da coluna P bandeja 01 abaixo do parâmetro
- Excesso de carga na coluna.
Porque: Para Evitar desperdício
3.6 Controle da concentração de ciclo-hexano nas Colunas P e C.
Responsabilidade: Operador
Quando: Durante a operação
Como: Coletando uma amostra, fazendo diluição em 50% e calculando o resultado
obtido, para atingir os parâmetros estabelecidos.
Saída do decantador ap. 1, de 20 de 24%
Correção: abrindo ou fechando a válvula de alimentação da coluna P
Entrada da coluna C ap. 1, de 50 de 54%
Correção: abrindo ou fechando a válvula de retrogradação da coluna P
Saída do decantador ap. 2, de 16 de 21%
Correção: abrindo ou fechando a válvula de alimentação da coluna P
Entrada da coluna C ap. 2, de 19 de 24%
Correção: abrindo ou fechando a válvula de retrogradação da coluna P.
Porque: Para medir a concentração de ciclo-hexano
3.7 Parada do aparelho
Responsabilidade: Operador
Quando: Final de operação
Como: Descarregando as colunas que estiverem em operação, aumentando a retirada de
álcool das mesmas e fechando lentamente as válvulas de álcool e vapor, certificando-se
que as colunas já estejam descarregadas através do aumento das temperaturas de todas
as bandejas, que atingirão acima dos padrões normais, fechando completamente as
válvulas de vinho, álcool e vapor, aguardando uns 15 minutos e fechando as válvulas de
água dos condensadores e resfriadeiras de álcool.
Porque: Finalizar operação.

4 CUIDADOS COM SEGURANÇA


4.1 PROCEDIMENTOS DE SEGURANÇA
A) Evite contato do álcool com a pele;
B) Não fume nem seu alimente no seu local de trabalho;
C) Atividades que envolvem ciclo-hexano fazer uso obrigatório dos equipamentos de
proteção individual.
4.2 EM CASO DE EMERGÊNCIA COM O CICLOHEXANO
A) Isole a área e as fontes de ignição;
B) Avise o encarregado, à Portaria e a segurança do trabalho pelo ramal 164;
C) Usar luvas de PVC, botas de borracha, óculos ampla visão, respirador semifacial e
avental;
D) Em Pequenos vazamentos, utilizar areia para conter vazamento;
E) Grandes vazamentos confinar fluxo do derramamento para posterior remoção;
F) Em caso de incêndio controlar o fogo se isto puder ser feito sem risco, com uso de
extintor de PQS, água em forma de neblina ou areia.
G) Em caso de contato com os olhos e pele lavar com água abundante por pelo menos 20
minutos e encaminhar para o atendimento médico no ambulatório, comunique ao
encarregado e ao Setor de Segurança do Trabalho;
H) Em caso de ingestão ou inalação encaminhe ao serviço médico e informe o nome do
produto pelo meio mais rápido.

Cozimento da massa B
1. OBJETIVO: Estabelecer as atividades de operação do cozimento de massa B,
assegurando o controle sobre os aspectos e impactos ambientais envolvidos na atividade
e na segurança do trabalho. Envolve, ainda, as operações de manutenção de primeiro
nível, relativas ao Cozimento de Massa B.
2. RESPONSABILIDADE: Coordenador de Produção Pleno
3. DETALHAMENTO
3.1 PARTIDA DO COZIMENTO DE MASSA ‘B’
Antes da partida dos equipamentos do Cozimento de Massa ‘B’, cabe ao operador do
turno proceder uma inspeção preliminar, conforme lista de verificação constante do Anexo
1 – Lista de Verificação de pré-operação do Cozimento ‘B’. Os resultados devem ser
registrados no formulário do Anexo 2 - Registro de Pré-operação do Cozimento ‘B’.
3.2 FERVER ÁGUA
• Responsabilidade: Operador Produção Senior
• Quando: No início da Operação
• Onde: No Cozedor 02
• Como: Ligando a bomba de vácuo e regulando a válvula de água que alimenta o
condensador barométrico, colocando água até cobrir os tubos, fervendo durante
15 min.
• Porque: Para manter a pressão entre 23 e 25 hg e temperatura de 65 a 70 0C,
para retirar o restante dos cristais do cozimento anterior que ficaram entre os
tubos.
3.3 CRISTALIZAÇÃO
• Responsabilidade: Operador Produção Senior
• Quando: No início da Operação
• Onde: No Cozedor 02
• Como: Alimentar com 157 HL de mel diluído e xarope, deixar apertar até o ponto
do fio, um brix em torno de 80%. Para fazer a granagem utiliza-se de 5 a 7 quilos
de semente. O procedimento da cristalização segue a tabela “Balanço de Massa
da Cristalização”, constante do Anexo 7.
• Porque: Para obter uma massa mais uniforme, e obter um magma de melhor
qualidade com uma boa recuperação.
3.4 ALIMENTAÇÃO COZEDOR 02
• Responsabilidade: Operador Produção Senior
• Quando: Durante a operação em regime constante
• Onde: No Cozedor 02
• Como: Alimentando com mel diluído até completar 361 HL .
• Porque: Aumentar o volume de massa, para ser transferido para outros
cozedores.
3.5 ALIMENTAÇÃO COZEDORES 01 – 03 – 04 - 05
• Responsabilidade: Operador Produção Senior
• Quando: Durante a operação em regime constante .
• Onde: Nos cozedores 01-03-04 e 05
• Como: Fazendo corte do Cozedor 02 para cozedor 01. Completado o volume de
361 HL do cozedor 02, transferir a metade deste volume para outro cozedor ( 03-
04-05 ). Alimentar a metade da massa que ficou no cozedor 02 com mel diluído até
completar 361 HL e transferir esta massa integralmente para o cozedor 01
( Volume = 640 HL ).
• Porque: Para fazer os cortes desejados.

3.6 CORTE
• Responsabilidade: Operador Produção Senior
• Quando: Durante a operação em regime constante
• Onde: Nos Cozedores 01-02-03-04 e 05
• Como: Fechando válvulas de alimentação, em seguida fechar válvulas de vapor,
abrindo válvulas quebra-vácuo, retirando toda pressão negativa.
• Porque: Para fazer os cortes de um cozedor para outro.

3.7 ALIMENTAR E APERTAR A MASSA


• Responsabilidade: Operador Produção Senior
• Quando: Durante a operação em regime constante
• Onde: Nos cozedores 01-02-03-04 e 05
• Como: Alimentando com mel diluído até completar 361 ou 640 HL, em seguida
fechar válvulas de alimentação, deixar apertar até um brix de 90 a 95 %.
• Porque: Para produzir magma de boa qualidade e diminuir o volume de mel final.

3.8 ARRIAMENTO
• Responsabilidade: Operador Produção Senior
• Quando: No término do cozimento
• Onde: Nos Cozedores 01-02-03-04 e 05
• Como: Fechando as válvulas de vapor, fechando as válvulas de água que
alimentam o condensador barométrico, abrindo a válvula quebra-vácuo, retirando
toda pressão negativa e em seguida abrindo a válvula de descarga para arriar a
massa nos cristalizadores do 01 ao 07.
• Porque: Para permanecer durante doze horas para obter uma boa recuperação.

3.9 LUBRIFICAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS


• Responsabilidade: Operador Produção Senior
• Quando: durante a operação.
• Onde: Nos equipamentos previstos no Anexo 3 - “Rotina de Lubrificação do
Cozimento ‘B’”.
• Como: Seguindo a rotina prevista no Anexo 3 – “Rotina de Lubrificação do
Cozimento ‘B’” e registrando os resultados no formulário do Anexo 4 - “Registro de
Lubrificação do do Cozimento ‘B’”.
• Porque: Para manter o equipamento em condição ideal para o processo, evitando
seu desgaste.
3.10 INSPEÇÃO PREDITIVA DOS EQUIPAMENTOS
• Responsabilidade: Operador Produção Senior
• Quando: durante a operação.
• Onde: Nos equipamentos previstos no Anexo 5 – “Inspeção Preditiva nos
equipamentos em operação no Cozimento ‘B’”.
• Como: Seguindo a rotina prevista no Anexo 5 – “Inspeção Preditiva nos
equipamentos em operação no Cozimento ‘B’” e registrando os resultados no
formulário do Anexo 6 -“Registro da Inspeção Preditiva no Cozimento ‘B’”.
• Porque: Detectar preditivamente potenciais problemas nos equipamentos do
processo

Cozimento da massa A
1. OBJETIVO: Estabelecer as atividades de operação do Cozimento de Massa A,
assegurando o controle sobre os aspectos e impactos ambientais envolvidos na atividade
e na segurança do trabalho. Envolve, ainda, as operações de manutenção de primeiro
nível, relativas ao Cozimento de Massa A.
2.. RESPONSABILIDADE: Coordenador de produção pleno
3. DETALHAMENTO
3.1 PARTIDA DO COZIMENTO DE MASSA ‘A’
Antes da partida dos equipamentos do Cozimento de Massa ‘A’, cabe ao operador do
turno proceder uma inspeção preliminar, conforme lista de verificação constante do Anexo
1 – Lista de Verificação de pré-operação do Cozimento ‘A’. Os resultados devem ser
registrados no formulário do Anexo 2 - Registro de Pré-operação do Cozimento ‘A’.
3.2 INÍCIO DO COZIMENTO
• Responsabilidade: Operador de produção senior
• Quando: No início da Operação
• Onde: Nos Cozedores 06, 07 , 08 e 09
• Como: Ligando a bomba de vácuo e regulando a válvula de água que alimenta o
condensador barométrico
• Porque: Para manter a pressão entre 23 e 25 Pol Hg e temperatura de 60 a 66 0C.
3.3 ALIMENTAÇÃO
• Responsabilidade: Operador de prodção senior
• Quando: Durante a operação em regime constante.
• Onde: Nos Cozedores 06, 07 , 08 e 09
• Como:
- Preparando o pé de cozimento;
- Puxando 270 hl de magma;
- Alimentando com xarope de brix de 50 à 65 % até completar 700 HL.
- Em seguida fechar válvulas de alimentação e deixar apertar até chegar a
um brix de 90 a 95.
• Porque: Para desenvolver os cristais e obter o padrão desejado.
3.4 ARRIAMENTO NOS CRISTALIZADORES
• Responsabilidade: Operador de senior
• Quando: No término do cozimento.
• Onde: Nos cozedores 06, 07, 08 e 09
• Como:
- Fechando as válvulas de vapor;
- Fechando as válvulas de água que alimentam o condensador barométrico;
- Em seguida abrir a válvula quebra vácuo, retirando toda pressão negativa;
- Em seguida, abrir a válvula de descarga, para arriar nos cristalizadores
08,09,10 e 11.
• Porque: Permanecer nos cristalizadores, aguardando a centrifugação, obtendo um
melhor esgotamento do mel.
3.5 LUBRIFICAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS
• Responsabilidade: Operador de operação senior
• Quando: durante a operação.
• Onde: Nos equipamentos previstos no Anexo 3 - “Rotina de Lubrificação do
Cozimento ‘A’”.
• Como: Seguindo a rotina prevista no Anexo 3 – “Rotina de Lubrificação do
Cozimento ‘A’” e registrando os resultados no formulário do Anexo 4 - “Registro de
Lubrificação do Cozimento ‘A’”.
• Porque: Para manter o equipamento em condição ideal para o processo, evitando
seu desgaste.
3.6 INSPEÇÃO PREDITIVA DOS EQUIPAMENTOS
• Responsabilidade: Operador de produção senior
• Quando: durante a operação.
• Onde: Nos equipamentos previstos no Anexo 5 – “Inspeção Preditiva nos
equipamentos em operação no Cozimento ‘A’”.
• Como: Seguindo a rotina prevista no Anexo 5 – “Inspeção Preditiva nos
equipamentos em operação no Cozimento ‘A’” e registrando os resultados no
formulário do Anexo 6 -“Registro da Inspeção Preditiva no Cozimento ‘A’”.
• Porque: Detectar preditivamente potenciais problemas nos equipamentos do
processo

Centrifugação da massa B
1. OBJETIVO: Estabelecer as atividades de operação de Centrifugação de Massa B.
assegurando o controle sobre os aspectos e impactos ambientais envolvidos na atividade
e na segurança do trabalho. Envolve, ainda, as operações de manutenção de primeiro
nível, relativas à Centrifugação de Massa B.
2.. RESPONSABILIDADE: Coordenador de Produção
3. DETALHAMENTO
3.1 PARTIDA DA OPERAÇÃO DE CENTRIFUGAÇÃO DE MASSA ‘B’
Antes da partida dos equipamentos da Centrifugação de Massa B, cabe ao operador do
turno proceder uma inspeção preliminar, conforme lista de verificação constante do Anexo
1 – Lista de Verificação de pré-operação da Centrifugação de Massa B. Os resultados
devem ser registrados no formulário do Anexo 2 - Registro de Pré-operação da
Centrifugação de Massa B.
3.2 CONDIÇÃO PRÉVIA DE FUNCIONAMENTO
• Responsabilidade: Operador de produçãor
• Quando: No início da Operação
• Onde: Centrífuga de massa B.
• Como: Checando abertura de todas as válvulas de: Massa para melaceiro, bomba
de magma e bomba de mel
• Porque: Para evitar possiveis transtornos
3.3 INÍCIO DE OPERAÇÃO
• Responsabilidade: Operador de produçãor
• Quando: No início da Operação
• Onde: Centrífuga de massa B.
• Como: Ligando rosca de magma, ligando a maquina e aguardando o indicador de
amperagem estabilizar, abrindo a válvula de alimentação de massa e regulando a
amperagem na faixa de 65 amperes para Kont-10, 140 A para Kont-14 e
centrífuga FCB, 165 A para Kont-14E, abrindo água no destribuidor
• Porque: Para evitar o embuchamento da rosca de magma, para evitar possivel
desarme elétrico da máquina, para melhorar a eficiência da máquina
3.4 MARCHA DE OPERAÇÃO
• Responsabilidade: Operador de produçãor
• Quando: Em operação contínua
• Onde: Centrífuga de massa B.
• Como: Após estabilizar a amperagem passar para automatico a FCB, Kont-14E e
a Kont-14. Alimentando a máquina com um filete contínuo de massa, a mesma
escoa através do sistema de alimentação central, sendo distribuida uniforme sobre
a tela de separação do cesto, o mel sai pelos furos do anel superior do cesto e os
cristais livre do mel transbordam através das bordas superior do cesto
• Porque: Para evitar possiveis desarmes e alcançar uma eficiencia maior e
qualidade melhor dos cristais
3.5 RECALQUE DE MAGMA
• Responsabilidade: Operador de produçãor
• Quando: Em operação contínua
• Onde: Centrífuga de massa B.
• Como: Abrinda a água, produzindo uma emulsão com o açúcar produzido pela
máquina, ligando a bomba de magma
• Porque: Alimentar a magmeira
3.6 RECALQUE DE MEL
• Responsabilidade: Operador de produçãor
• Quando: Em operação contínua
• Onde: Bomba de mel
• Como: Ligando a bomba de mel, recalcando o mesmo para o tanque da destilaria
• Porque: Para evitar o transbordo da caixa de mel
3.7 PARADA DE OPERAÇÃO
• Responsabilidade: Operador de produçãor
• Quando: Sempre que necessário
• Onde: Centrífuga de massa B.
• Como: Fechando a válvula de alimentação de massa do melaceiro, esgotando a
massa do melaceiro, fechando a válvula de alimentação de massa da máquina,
lavando o cesto com água quente, desligando as máquinas, as bombas de magma
e mel, drenando a tubulação de magma
• Porque: Garantir um inicio de operação livre de transtorno
3.8 LUBRIFICAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS
• Responsabilidade: Operador de operação senior
• Quando: durante a operação.
• Onde: Nos equipamentos previstos no Anexo 3 - “Rotina de Lubrificação da
Operação de Centrifugação de Massa B”.
• Como: Seguindo a rotina prevista no Anexo 3 – “Rotina de Lubrificação da
Operação de Centrifugação de Massa B” e registrando os resultados no formulário
do Anexo 4 - “Registro de Lubrificação da Operação de Centrifugação de Massa
B”.
• Porque: Para manter o equipamento em condição ideal para o processo, evitando
seu desgaste.
3.9 INSPEÇÃO PREDITIVA DOS EQUIPAMENTOS
• Responsabilidade: Operador de produção senior
• Quando: durante a operação.
• Onde: Nos equipamentos previstos no Anexo 5 – “Inspeção Preditiva nos
equipamentos da Operação de Centrifugação de Massa B”.
• Como: Seguindo a rotina prevista no Anexo 5 – “Inspeção Preditiva nos
equipamentos da Operação de Centrifugação de Massa B” e registrando os
resultados no formulário do Anexo 6 -“Registro da Inspeção Preditiva da Operação
de Centrifugação de Massa B”.
• Porque: Detectar preditivamente potenciais problemas nos equipamentos do
processo

Centrifugação de massa A
1. OBJETIVO: Estabelecer as atividades de operação de Centrifugação de Massa B,
assegurando o controle sobre os aspectos e impactos ambientais envolvidos na atividade
e na segurança do trabalho. Envolve, ainda, as operações de manutenção de primeiro
nível, relativas à Centrifugação de Massa A.
2.. RESPONSABILIDADE: Coordenador de Produção
3. DETALHAMENTO
3.1 PARTIDA DA OPERAÇÃO DE CENTRIFUGAÇÃO DE MASSA ‘A’
Antes da partida dos equipamentos da Centrifugação de Massa A, cabe ao operador do
turno proceder uma inspeção preliminar, conforme lista de verificação constante do Anexo
1 – Lista de Verificação de pré-operação da Centrifugação de Massa A. Os resultados
devem ser registrados no formulário do Anexo 2 - Registro de Pré-operação da
Centrifugação de Massa A.
3.2 CONDIÇÃO PRÉVIO DE FUNCIONAMENTO
• Responsabilidade: Operador de produçãor
• Quando: No início da Operação
• Onde: Centrífuga de massa A
• Como: Checando a abertura de todas as válvulas: De vapor, água, ar, meis e
comportas de massa.
• Porque: Para evitar possiveis transtornos
3.3 AQUECIMENTO DA MÁQUINA
• Responsabilidade: Operador de produçãor
• Quando: No início da Operação
• Onde: Centrífuga de massa A
• Como: aquecendo o cesto com vapor, a rotação 240 a 260 RPM por ± 3 minutos.
• Porque: Para evitar possiveis transtornos
3.4 CICLO MANUAL
• Responsabilidade: Operador de produçãor
• Quando: No início da Operação ou quando necessário
• Onde: Centrífuga de massa A
• Como: Ligando a bica de jogo, selecionando no painel digital o parametro ciclo
manual, acelerando à máquina em velocidade de carga 240/260 RPM,
alimentando com massa o cesto, sempre observando o processo de
carga,acelerando á maquina á velocidade de centrifugação intermediária 590 RPM
e em seguida para a velocidade de centrifugação final 1175 RPM, procedendo à
lavagem com água e vapor. Concluída a centrifugação reduzir a velocidade até a
rotação de descarga 100 RPM procedendo em seguida ao descarregamento
propriamente dito.
• Porque: Para um bom funcionamento e qualidade ideal da massa a centrifugar.
3.5 CICLO AUTOMÁTICO
• Responsabilidade: Operador de produçãor
• Quando: em operação contínua
• Onde: Centrífuga de massa A
• Como: selecionando no painel digital o parametro ciclo automatico,
acompanhando atentamente a operação de carga, centrifugação e descarga.
• Porque: A rotina de processo é a operação do ciclo automático.

3.6 LIMPEZA DAS MÁQUINAS


• Responsabilidade: Operador de produçãor
• Quando: quando necessário
• Onde: Centrífuga de massa A
• Como: parando as máquinas, a bica de jogo, a esteira transportadora de açúcar
úmido, lavando com água quente o cubo central sob as máquinas.
• Porque: Para evitar possíveis pendulações do cesto e facilitar a descarga do
açúcar
3.7 LUBRIFICAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS
• Responsabilidade: Operador de operação
• Quando: durante a operação.
• Onde: Nos equipamentos previstos no Anexo 3 - “Rotina de Lubrificação da
Operação de Centrifugação de Massa A”.
• Como: Seguindo a rotina prevista no Anexo 3 – “Rotina de Lubrificação da
Operação de Centrifugação de Massa A” e registrando os resultados no formulário
do Anexo 4 - “Registro de Lubrificação da Operação de Centrifugação de Massa
A”.
• Porque: Para manter o equipamento em condição ideal para o processo, evitando
seu desgaste.
3.8 INSPEÇÃO PREDITIVA DOS EQUIPAMENTOS
• Responsabilidade: Operador de produção senior
• Quando: durante a operação.
• Onde: Nos equipamentos previstos no Anexo 5 – “Inspeção Preditiva nos
equipamentos da Operação de Centrifugação de Massa A”.
• Como: Seguindo a rotina prevista no Anexo 5 – “Inspeção Preditiva da Operação
de Centrifugação de Massa A” e registrando os resultados no formulário do Anexo
6 -“Registro da Inspeção Preditiva da Operação de Centrifugação de Massa A”.
• Porque: Detectar preditivamente potenciais problemas nos equipamentos do
processo

Tratamento de caldo
1 OBJETIVO
Estabelecer as atividades de operação de tratamento de caldo, assegurando o
controle sobre os aspectos e impactos ambientais envolvidos na atividade e na
segurança do trabalho. Envolve ainda as operações de manutenção de primeiro
nível, relativas ao Tratamento do Caldo.

2 RESPONSABILIDADE
Encarregado de Produção

3 DETALHAMENTO
3.1 PARTIDA DO TRATAMENTO DE CALDO
Antes da partida dos equipamentos do Tratamento de Caldo cabe ao operador do
turno proceder uma inspeção preliminar, conforme lista de verificação constante
do Anexo 1 – “Lista de Verificação de pré-operação do Tratamento do Caldo. Os
resultados devem ser registrados no formulário do Anexo 2 - “Registro de Pré-
operação do Tratamento do Caldo”.

3.2 PRÉ AQUECIMENTO


Responsabilidade: Operador de sulfitação/decantação
Quando: Constante
Onde: Nos aquecedores do pré aquecimento
Como: Passando o caldo pelos aquecedores da fase de pré-aquecimento,
verificando se a temperatura do caldo na saída dos aquecedores mostrada no
supervisório, está abaixo de 55ºC. Sendo isto observado, devemos averiguar os
seguintes itens:
- Se a válvula de vapor está completamente aberta;
- Se a degasagem ocorre normalmente;
- Se o fluxo de condensado é contínuo;
- Se o tempo de campanha do aquecedor está normal ou excessivo.
Ocorrendo tempo excessivo de campanha parar o aquecedor e limpá-lo. Caso
persista temperatura abaixo de 55ºC, chamar o Encarregado.
Porque: Para melhor absorção do SO2 (Sulfito).

3.3 SULFITAÇÃO
Responsabilidade: Operador de sulfitação / decantação
Quando: Constante
Onde: Nos fornos queimador de enxofre e coluna de sulfitação
Como: Passando o caldo pela coluna de sulfitação em contra corrente com o gás
desprendido da queima do enxofre nos queimadores, controlando o pH via
resultado do laboratório na faixa de 3,8 a 4,6 e de 200 a 600 PPM para o
parâmetro de residual de sulfito.Regular o dosador de enxofre, solicitar ao
laboratório a medição do ph e concentração de sulfito a fim de atestar a correção
da dosagem. A correção do residual de sulfito é atribuição do Coordenador de
produção do setor.
Na produção de açúcar organico não é utilizado enxofre.
Utilizando- se a queima do enxofre, na produção de açúcar VHP controla-se o pH
na faixa de 4,2-5,0. Residual de sulfito na faixa de 150-240 ppm
Porque: Para precipitar os sólidos e sequestrar o oxigênio do caldo, facilitando a
decantação
3.4 CALEAÇÃO
Responsabilidade: Operador de sulfitação / decantação
Quando: Constante
Onde: No controle automático de caleação.
Como: Injetando cal no caldo a ser enviado ao balão de flash através da bomba
nemo do sistema automático, controlando o pH na faixa de 6,8 a 7,2 pelo indicador
digital instalado no painel e resultado fornecido pelo laboratório.
Na produção de açúcar orgânico, a faixa de trabalho é de 6,9 a 7,6.
Na produção de açúcar VHP, a faixa de trabalho para caleação é de 6,7 a 7,1.
Porque: Para precipitar os sólidos e sequestrar o oxigênio do caldo, facilitando a
decantação.
3.5 AQUECIMENTO
Responsabilidade: Operador de sulfitação / decantação
Quando: Constante
Onde: Nos aquecedores do aquecimento.
Como: Passando o caldo dosado pelos aquecedores da fase de aquecimento,
verificando se a temperatura do caldo no balão de flash mostrada no micro do
supervisorio do tratamento de caldo está abaixo de 95ºC. Devem ser averiguados
os seguintes itens:
- se a válvula de vapor está completamente aberta;
- se a degasagem ocorre normalmente;
- se o fluxo de condensado é contínuo;
- se o tempo de campanha do aquecedor está normal ou excessivo.
Ocorrendo tempo excessivo de campanha parar o aquecedor e limpá-lo. Caso
persista temperatura abaixo de 95ºC, chamar o Coordenador do setor. Anotar no
boletim “Controle de Operação dos Aquecedores” a temperatura observada e a
ação tomada no campo “Observações”.
Porque: Para facilitar o processo de decantação.
3.6 CLARIFICAÇÃO
Responsabilidade: Operador de sulfitação / decantação
Quando: Constante
Onde: Nos decantadores.
Como: Regulando a vazão das canecas de caldo, do decantador convencional,
abaixando-as ou levantando as mesmas - nos decantadores rápidos, o controle é
feito aumentando ou diminuindo a vazão de caldo no supervisório do tratamento
de caldo. Observando a concentração de retirada de lôdo de no mínimo 40%
Porque: Para obter a maior vazão possível de caldo limpo e de qualidade
superior, e obter uma polarização mais baixa possível.
3.7 LIMPEZA DE AQUECEDORES
Responsabilidade: Auxiliar de produção
Quando: Diariamente
Onde: Nos aquecedores.
Como: Colocando o aquecedor reserva em operação, parando o aquecedor a
mais tempo em operação, resfriando o aquecedor, abrindo as tampas e
queimando o aquecedor através da válvula de vapor,
passando escova de aço tubular em todos os tubos. Se a incrustação for muito
alta, limpar com turbina acionada por motor.
Porque: Para manter o equipamento em condição ideal para o processo.
3.8 LUBRIFICAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS
Responsabilidade: Auxiliar de operação.
Quando: durante a operação.
Onde: Nos equipamentos previstos no Anexo 3 - “Rotina de Lubrificação do
Tratamento de Caldo”.
Como: Seguindo a rotina prevista no Anexo 3 – “Rotina de Lubrificação do
Tratamento de Caldo” e registrando os resultados no formulário do Anexo 4 -
“Registro de Lubrificação do Tratamento de Caldo”.
Porque: Para manter o equipamento em condição ideal para o processo, evitando
seu desgaste.
3.9 INSPEÇÃO PREDITIVA DOS EQUIPAMENTOS
Responsabilidade: Auxiliar de produção
Quando: durante a operação.
Onde: Nos equipamentos previstos no Anexo 5 – “Inspeção Preditiva nos
equipamentos em operação no Tratamento de Caldo”.
Como: Seguindo a rotina prevista no Anexo 5 – “Inspeção Preditiva nos
equipamentos em operação no Tratamento de Caldo” e registrando os resultados
no formulário do Anexo 6 -“Registro da Inspeção Preditiva no Tratamento de
Caldo”.
Porque: Detectar preditivamente potenciais problemas nos equipamentos do
processo

Tratamento de água
1 OBJETIVO
Estabelecer as atividades para clarificar e desmineralizar a água.

2 RESPONSABILIDADE
Encarregado de Destilação e geração de utilidades

3 DETALHAMENTO
3.1 FLOCULAR E DECANTAR A ÁGUA
Responsabilidade: Operador.
Quando: Durante a operação, constante.
Como: Bombeando água bruta para o floculador,adicionando sulfato de aluminio e
cloro,atraves do sistema supervisório.
Porque: Para remover as partículas coloidais existentes na água.
3.2 FILTRAR A ÁGUA
Responsabilidade: Operador
Quando: Durante a operação, constante
Como: Bombeando água decantada pelos filtros de areia atraves do sistema supervisório.
Porque: Para filtrar as partículas que não foram retiradas no processo de decantação.
3.3 LIMPEZA DOS FILTROS DE AREIA
Responsabilidade: Operador
Quando: Uma vez por turno.
Como: Fechando as válvulas de entrada e saída de operação do respectivo filtro, abrindo
a válvula do suspiro em seguida abri-se a válvula de contra lavagem e faz se a injeção de
ar comprimido.após a limpeza fecha se o ar comprimido e a valvula do suspiro, repetir a
operação até que todos os filtros estejam limpos.
Porque: Para retirar a sujeira acumulada.
3.4 CONTROLE DA TURBIDEZ DA ÁGUA TRATADA
Responsabilidade: Operador
Quando: De 04 em 04 horas
Como: Coletando amostra na caixa 03, e levando ao laboratório para seja feita análise de
turbidez,caso a água estiver acima de 2 ntu, chamar o encarregado.
Porque: Para manter a água tratada dentro dos padrões estabelecido.
3.5 CONTROLE DE RESIDUAL DE CLORO NA ÁGUA DA CAIXA 03
Responsabilidade: Operador
Quando: Durante a operação,Constante
Como: Através do controlador automático, setando o valor de residual desejado, fazer
análise de residual de cloro e mantendo o residual dentro do parâmetro estipulado pelo
encarregado.
Porque: Para combater possíveis bactérias existentes na água.
3.6 LIMPEZA DAS PLACAS DO HIDROGEROX
Responsabilidade: Operador
Quando: Uma vez por semana.
Como: Retirar as placas do hidrogerox coloca-la imersa em um recipiente com ácido
clorídrico, deixar por alguns minutos, retira-la do recipiente e concluir a limpeza com
vassoura de pelo e água.
Porque: Para retirar a saturação das placas.
3.7 ANÁLISE DE CONCENTRAÇÃO DO CLORO
Responsabilidade: Operador
Quando: De 02 em 02 horas
Como: Coletando amostra de 1,5 ml cloro na saída do hidrogerox, transferir para balão
volumétrico de 1000 ml, e completar com água deionizada e agitar, em seguida coloca-se
10 ml da solução de cloro em uma cubeta e na outra cubeta coloca se uma pequena
quantidade da solução, adiciona 0,5 ml de solução de ortotoluidina completa a cubeta
com solução de cloro, agitar e fazer a comparação no comparador de hellige, mantendo o
residual em torno de 02 a 03%
Porque: Para assegurar a concentração de cloro.
3.8 PRODUÇÃO DE CLORO
Responsabilidade: Operador
Quando: Durante a operação constante.
Como: Preparando solução de salmoura a 3%, de acordo com o consumo da solução de
cloro. Fazendo a limpeza das placas do equipamento quando a concentração cair abaixo
de 0,5%, de acordo com o resultado enviado pelo laboratório.
Porque: Para assegurar-se de que não faltará cloro para tratar a água.
3.10 DESMINERALIZAR A ÁGUA
Responsabilidade: Operador
Quando: Durante a operação,constante
Como: Regenerando atraves do sistema supervisorio , caso ocorra alguma falha no
sistema, fazer manualmente Bombeando água filtrada para as desmi pasando pelo filtro
de carvão ativo,e em seguida pelos filtros de resinas aniônica e catiônica, mantendo na
entrada da dsmi de 50 m3 a pressão máxima entre 2,5 a 3,0 kg e uma vazão máxima de
50 m3/hora e na desmi de 75 m3 manter na entrada a pressão máxima entre 3,0 a 3,5 kg
e uma vazão em torno de 75 m3/hora.
Porque: Para remoção de materia organica, cloro, sílica, dureza e possível solidos em
suspenção.
3.11 CONTROLE DA QUALIDADE DA ÁGUA DESMINERALIZADA
Respoonsabilidade: Operador
Quando: De duas em duas horas
Como: Retirando amostra de água na saída das desmi levando ao laboratório para que
seja analisada, caso esteja com algum valor acima do desejado fazer regeneração.
Porque: Para detectar possiveis impurezas na água desmineralizada atravez de analise.
3.12 REGENERAÇÃO
Responsabilidade: Operador
Quando: Assim que for constatado algum valor acima do estabelecido
Como: Regenerar atraves do sistema supervisorio , caso ocorra alguma falha no sistema,
fazer manualmente a contra lavagem do carvão ativo, em seguida faz se a injeção 1460 L
de ácido na coluna catiônica da desmi A e 1750 L para desmi B, e faz se a injeção de
soda na coluna aniônica que e de 3070 L para desmi A e 3860 L para desmi B, faz se
então o deslocamento/ou lavagem dos regenerantes que é de 48 min. Para unidade A e
51 min. Para unidade B. as unidades entra em pré-operação aproximadamente 15 min.
Até a condutividade ficar abaixo de 02 microsimens.
Porque: Para regenerar as resinas saturadas
3.13 CONTROLE DE NÍVEL DA CAIXA DE ÁGUA TRATADA
Responsabilidade: Operador
Quando: Durante a operação, constante
Como: Ligando as bombas de água tratada, acompanhar o nível através da válvula de
controle, caso haja algum problema chamar o encarregado.
Porque: Para assegurar-se de que não faltará água tratada no processo e nem haverá
desperdício através de trasbordamento
3.14 CONTROLE DE NÍVEL DO TANQUE INTERMEDIÁRIO
Responsabilidade: Operador
Quando: Durante a operação,Constante
Como: Ligando as bombas da adutora através do sistema supervisório, caso o nível fique
baixo Solicitar ao encarregado do turno para ligar as demais captações, para manter o
nível do tanque entre 70 a 100%
Porque: Para assegurar-se de que não faltará água bruta no processo e nem haverá
desperdício através de trasbordamento
3.15 ACOMPANHAMENTO DAS TEMPERATURAS DAS ÁGUAS DE RESFRIAMENTO
Responsabilidade: Operador
Quando: De 01 em 01 hora
Como: Fazendo a medição com termômetro nos coletores de entrada e saída, dos
seguintes pontos: água dos mancais, resfriamento das dornas, resfriamento do sistema
de condensação, spray do álcool e tanque intermediário.
Porque: Para que operem com temperaturas controladas.

Filtração do lodo
1. OBJETIVO: Estabelecer as atividades de operação de filtração de lôdo, assegurando o controle
sobre os aspectos e impactos ambientais envolvidos na atividade e na segurança do trabalho.
Envolve, ainda, as operações de manutenção de primeiro nível, relativas à filtração de lodo.
2..RESPONSABILIDADE: Coordenador de produção

3. DETALHAMENTO
3.1 PARTIDA DA OPERAÇÃO DE FILTRAÇÃO DE LODO
Antes da partida dos equipamentos da operação de filtração de lôdo, cabe ao operador do turno
proceder uma inspeção preliminar, conforme lista de verificação constante do Anexo 1 – Lista de
Verificação de pré-operação da Filtração de Lodo. Os resultados devem ser registrados no
formulário do Anexo 2 - Registro de Pré-operação da Filtração de Lodo.
3.2 INÍCIO DE OPERAÇÃO
• Responsabilidade: Operador Filtro/ Decantador
• Quando: Após os Decantadores entrarem em ritmo normal de operação, depois do início
de moagem
• Onde: Nos Filtros Rotativos.
• Como:
 Retirando lôdo dos decantadores e enviando para o tanque lôdo através de bomba
helicoidal ou via bomba de liquidação do decantador;
 Ligando bombas Nemo de lôdo e recalcando para as bacias dos filtros via
misturadores de lôdo; Desativando o sistema de bagacilho localizados na caldeira;
 Ativando o sistema de bagacilho localizados na caldeira;
 Completando o nível das bacias, liga-se os tambores, os mexedores e as bombas de
vácuo e caldo;
 Após ligar as bombas de vácuo regula-se às águas das colunas barômétricas através
das válvulas para este fim;
 Aguardando o tambor “pegar carga”, volta-se as raspas para posição de trabalho;
 Ligando a esteira transportadora de torta e abrindo a água de embebição;
 Ligando os mexedores de lôdo dos misturadores de lôdo/bagacilho, ativando o
sistema de bagacilho localizado nas caldeiras.
• Porque: Para evitar transtornos e garantir uma melhor performance do equipamento.

3.3 MARCHA DE OPERAÇÃO


• Responsabilidade: Operador Filtro/Decantador
• Quando: Em operação contínua
• Onde: No Clarificadores e Filtros
• Como:
 Verificando a quantidade e qualidade do lôdo no sistema supervisório do
tratamento de caldo, conc. do lôdo igual a 1030 a 1100 kg / m3 ;
 Controlando o nível das bacias e quantidade de lôdo através da rotação do tambor,
via sistema supervisório;
 Controlando a Pol e umidade da torta através da água embebição e resultado de
analises;
 Checando o tanque de lôdo para evitar o transbordamento do mesmo.
• Porque: Para garantir a qualidade do caldo clarificado enviado à fábrica de açúcar e a Pol
ideal mais baixa possível da torta de filtro.
A torta, resíduo sólido resultante da operação de filtração do lodo, é recolhida em caminhões-
caçamba e enviada para a lavoura com finalidade de adubação.

3.4 PARADA DE OPERAÇÃO


• Responsabilidade: Operador Filtro/Decantador
• Quando: Sempre que necessario
• Onde: No Clarificadores e Filtros
• Como:
 Desativando o sistema de bagacilho localizados na caldeira;
 Desligando as bombas de retirada de lôdo dos Clarificadores;
 Liquidando o lôdo em processo nos tanques e nas bacias;
 Fechando água de embebição;
 Desligando as bombas de vácuo, caldo, mexedores e os tambores;
 Voltando as raspas para posição de repouso;
 Abrindo os drenos das bacias e do tanque de lôdo;
 Lavando as bacias.
• Porque: Para evitar entupimentos de tubulações e facilitar o reinício de operação.

Recepção de cana
1. OBJETIVO
Estabelecer as atividades destinadas ao recebimento da cana, assegurando o controle
sobre os aspectos e impactos ambientais envolvidos na atividade e na segurança do
trabalho.
2. RESPONSABILIDADE
Coordenador de produção.
3. DETALHAMENTO
3.1 DESCARREGAMENTO
• Responsabilidade: Operador do Hilo.
• Quando: Sempre.
• Onde: Hilos 1, 2 e 3.
• Como: Engatar os cabos de aço no balanção do hilo e mesa, içar a carga nas
mesas de 35 e 45 II ou barracão.
• Porque: Estocar cana no barracão e alimentar o processo.
3.2 EMPILHAR CANA
• Responsabilidade: Ponteiro.
• Quando: Sempre que solcitado pelo encarregado.
• Onde: Barracão.
Como: Pegar a cana com a garra e colocar na pilha.
• Porque: Para abastecer as mesas quando der falha no hilo.
3.3 LIMPEZA
• Responsabilidade: Operador de motocana.
• Quando: Sempre.
• Onde: Pátio.
• Como: Fazer os montes de cana e recolher com a motocana para o barracão.
• Porque: Para evitar o desperdício e manter o pátio limpo.
3.4 RETIRAR CANA ONDE PASSA AS RODAS DOS CAMINHÕES
• Responsabilidade: Passadores de cabo.
• Quando: Sempre.
• Onde: Entre hilo e mesa alimentadora.
• Como: Rastelar e fazer montes entre as rodas dos caminhões para que
posteriormente possa ser coletado pela motocana.
• Porque: Para evitar o desperdício e manter limpo.

Moagem da cana
1. OBJETIVO
Estabelecer as atividades destinadas à moagem de cana. Envolve, ainda, as operações de
manutenção de 1º nível.
2. RESPONSABILIDADE
Coodenador de produção.
3. DETALHAMENTO
3.1 INÍCIO DA MOAGEM - TURBINA

• Responsabilidade: Operador da turbina.


• Quando: Início de operação.
• Onde: Nas turbinas do 1º ao 5°.
• Como: Ligar painel elétrico. Ligar bomba auxiliar turbina em manual. Ligar bomba
principal do redutor. Passar bomba auxiliar em automático, verificar botão de emergência
(não pressionado). Abrir dreno do balão separador. Abrir dreno do vapor vivo e escape.
Abrir drenos da turbina. Abrir válvula de vapor para aquecimento da turbina aguardar 15
minutos, caso a maquina esteja fria, conferir se o potenciômetro da estação auto/ manual
esta zerado. Partir a turbina até a velocidade chegar á 3000 rpm, passar a chave da
bomba auxiliar da turbina de manual para automático. Resetar o painel para apagar os
alarmes, passar chave para controle automático. Verificar temperatura do óleo da turbina
de 35 a 40 graus, se necessário abrir a válvula de água de refrigeração, fechar dreno das
turbinas balão separador, vapor vivo e escape.

• Porque: Início de operação de moagem.


3.2 INÍCIO DA MOAGEM - MOENDA

• Responsabilidade: Operador da moenda.


• Quando: Início de operação.
• Onde: Na moenda.
• Como: Ligando as bombas de lubrificação dos mancais, abrindo as águas de
refrigeração, em seguida ligando as esteiras iniciando pela esteira 09, até esteira 02 e ficar
aguardando o sinal do operador da caldeira, para ligar o esteirão e começar a moagem.

• Porque: Início de operação de moagem.


3.3 ACOMPANHAMENTO DOS PARÂMETROS DE OPERAÇÃO DAS TURBINAS E
REDUTORES

• Responsabilidade: Operador da turbina.


• Quando: De hora em hora.
• Onde: Nas turbinas e redutores.
• Como: Observar pressão de óleo na entrada dos redutores de alta de 1,5 a 2,5 kgf/c2,
caso o valor seja menor, fazer ajuste na válvula de regulagem. Observar pressão de óleo
do P1 de 6,5 a 8,5 kgf/cm2, pressão de lubrificação de 3,8 a 4,2 kgf/cm2, pressão de
regulagem do P3 de 2 a 4,0 kgf/cm2, caso o valor seja menor fazer troca do filtro. Observar
pressão de óleo redutor A-60 de 2,0 a 3,0 kgf/cm2 caso valor seja maior ou menor fazer
ajuste na válvula de regulagem. Verificar nível de óleo diariamente do tanque, caso atinja o
nível mínimo no visor fazer o complemento. Acionar válvula esférica do fecho rápido de 12
em 12 horas para evitar travamento da mola.

• Porque: Garantir um bom desempenho do equipamento.


3.4 CARGA NO DONELLY 1º TERNO

• Responsabilidade: Operador de moenda.


• Quando: Sempre.
• Onde: 1° terno de moenda.
• Como: Controlada pelo sistema de automação, podendo sofrer algum ajuste, através de
um fator de relação de rotação entre as esteiras 01 e 02.

• Porque: Para manter a moenda carregada.


3.5 OSCILAÇÃO ROLO SUPERIOR

• Responsabilidade: Operador de moenda.


• Quando: Sempre.
• Onde: Do 2º ao 5º terno de moenda.
• Como: Manter a chave do regulador em posição remoto, para que as cargas se
mantenham automaticamente de acordo com S. P. estabelecido via supervisório. Se o
sistema falhar, passar a chave para posição manual e regular manualmente pela auto/
manual de rotação da turbina no painel.

• Porque: Para obter um melhor rendimento na extração do caldo.


3.6 PRESSÃO HIDRÁULICA CABEÇOTE

• Responsabilidade: Operador de moenda.


• Quando: Sempre.
• Onde: Do 1º ao 5º terno de moenda.
• Como: Ajustar as pressões hidráulicas dos cabeçotes, ligar a bomba de óleo e abrir a
válvula de reposição até atingir a pressão desejada nos cabeçotes, conforme especificada
nas garrafas, para manter uma flutuação de 10 a 20 mm em todos ternos da moenda.

• Porque: Para obter um melhor rendimento na extração do caldo.


3.7 EMBEBIÇÃO PRESSURIZADA

• Responsabilidade: Operador de moenda.


• Quando: Sempre.
• Onde: Moenda do 5º terno.
• Como: Ligando a bomba colocando no set point, a vazão de acordo com a definição do
Coodenador de produção.

• Porque: Para obter um melhor rendimento na extração do caldo.


3.8 ROTAÇÃO DA MOENDA.

• Responsabilidade: Coordenador de produção.


• Quando: De acordo com a necessidade de redução ou aumento de produção.
• Onde: No supervisório das moendas.
• Como: Ajustar rotação da turbina do 1º terno no painel auto/ manual de acordo com a
moagem desejada.

• Porque: Abastecer o processo de fabricação de açúcar e álcool.


3.9 ASSEPSIA DAS MOENDAS.

• Responsabilidade: Auxiliar de limpeza.


• Quando: Sempre.
• Onde: Do 1º ao 5º terno e peneiras de caldo da moenda.
• Como: lavar os castelos e gamelões com água quente, através da maquina karcher ou
mangueiras da linha de embebição pressurizada.

• Porque: Para não infeccionar o caldo.


3.10 CHAPISCO DOS ROLOS.

• Responsabilidade: Soldador.
• Quando: Sempre.
• Onde: Em todos os rolos do 1º ao 5º ternos de moendas.
• Como: Aplicar solda nos rolos até que fiquem corrugados.
• Porque: Para melhorar o arraste de bagaço para a moenda, e com isso obter um melhor
rendimento na extração do caldo.
3.11 ASSEPSIA DA TELA DA PENEIRA ROTATIVA.

• Responsabilidade: Operador moenda.


• Quando: Sempre.
• Onde: Peneira 01.
• Como: É feito automaticamente através de uma válvula solenóide, e um temporizador,
que está regulado para abrir em um intervalo definido via supervisório.

• Porque: Evitar acumulo de canjica.


3.12 EMBEBIÇÃO COMPOSTA

• Responsabilidade: Operador da moenda.


• Quando: Sempre.
• Onde: Na saída de bagaço do 3º ao 5º terno de moenda.
• Como: Ligar as bombas de caldo dos tanques receptores de caldo do 3º ao 5º terno de
moenda.

• Porque: Para obter um melhor rendimento na extração do caldo.


3.13 LIMPEZA DO ELETROÍMÃ

• Responsabilidade: Operador da moenda.


• Quando: Sempre.
• Onde: Quando carregado de sucatas
• Como: Desligar a esteira 2, desligar o eletroímã e retirar a sucata manualmente.
• Porque: Para evitar buchas na esteira 2 e evitar que solte pedaços e passe nas moendas.
3.14 PARADA DA MOAGEM

• Responsabilidade: Operador da moenda.


• Quando: No final da operação.
• Onde: Na moenda.
• Como: Esvaziar todo processo desde a esteira 01 a esteira 09, desligar a bomba de
embebição pressurizada, em seguida abrir a água do gamelão do 1º terno, deixando
recircular até que a água fique limpa, em seguida parar todas as esteiras.
• Porque: Término da operação de moagem.
3.15 PARADA DAS TURBINAS

• Responsabilidade: Operador da turbina.


• Quando: No final da operação.
• Onde: Na turbina.
• Como: Desarmar a turbina através do botão de emergência ou pela válvula de três vias,
aguardar vinte minutos para desligar as bombas de lubrificação, caso a temperatura dos
mancais das turbinas suba e ultrapasse 70ºC, ligar a bomba novamente até que a
temperatura baixe para 60ºC.

• Porque: Término da operação de moagem.


3.16 COLETA DA GRAXA QUE CAI DOS RODETES

• Responsabilidade: Lavador de moenda

• Quando: Quando danifica retentores e vedações dos rodetes.

• Onde: Nas moedas

• Como: Coletando a graxa e retornando-a na esteira 08 para queimar na caldeira, não


deixando acumular em recipiente.

• Porque: Para manter o local limpo.

Destilação de álcool hidratado


1 OBJETIVO
Estabelecer as atividades de separar álcool do vinho através das colunas de destilação.

2 RESPONSABILIDADE
Encarregado de Destilação e geração de utilidades

3 DETALHAMENTO
3.1 Partida dos aparelhos em marcha para álcool hidratado
Responsabilidade: Operador
Quando: Início de operação
Como: Abrir as válvulas de água das resfriadeiras de álcool e condensadores, abrir as
válvulas de vapor das colunas A e B até atingir as temperaturas de 100 e 105 ºC
respectivamente. No aparelho 3 ligar as bombas de refluxo. Ligar em seguida a bomba de
vinho e controlar a vazão de vinho e vapor de acordo com os itens de controle de (3.2 a
3.6) ,aguardando a temperatura da coluna B bandeja nº 4 atingir valor em torno de 95 ºC,
cujo sinal indica que a coluna está sendo carregada com álcool, abrindo em seguida a
válvula de retirada de álcool.
Porque: Para iniciar a produção de álcool através da destilação de vinho fermentado.
3.2 Controle de temperatura das colunas
Responsabilidade: Operador
Quando: Durante a operação, constante
Como:
Coluna A bandeja 01 (Aparelhos 1 e 2) = de 104 à 110 ºC
Coluna A bandeja 01 (Aparelho 3) = de 109 a 110°C
Coluna A bandeja 16 (Aparelho 1) = de 97 à 102 ºC
Coluna A bandeja 18 (Aparelho 2) = de 95 à 100 ºC
Coluna A bandeja 20 (Aparelho 3) = de 100 a 102 °C
Correção : Abrindo ou fechando as válvulas de vapor e ou vinho
Coluna B bandeja 4 (Aparelhos 1 e 2) = de 88 à 94 ºC
Coluna B bandeja 4 (Aparelho 3) = 92 a 95°C
Coluna B bandeja 12 (Aparelho 3) = de 85 a 87°C
Coluna B bandeja 42 (Aparelho 3) = de 79 a 81°C
Correção : Aumentando ou diminuindo a retirada de álcool da coluna.
Porque: Para manter coerência entre entrada de vinho e vapor e saída de álcool, sem
impactar o processo.
3.3 Controle de temperatura dos condensa-dores
Responsabilidade: Operador
Quando: Durante a operação, constante.
Como:
Condensador E: mínima 68 oC
Aquecedor K : mínima 89 oC
Correção: Fazer limpeza química no aparelho.
Condensador E-1: de 56 à 62 ºC
Condensador E-2: de 35 à 50 ºC
Condensador R: de 42 à 46 ºC
Condensador R-1: de 28 à 35 ºC
Degasagem E e R: de 25 a 35°C
Correção: Abrindo ou fechando as válvulas de água do condensador especifico.
Ferver soda nos aparelhos: Quando as temperaturas do condensador E estiver abaixo de
63°C e dos trocadores K abaixo de 86,5°C, deve-se ferver soda na coluna A dos
aparelhos 1, 2 e 3.
Porque: Para controlar vazão de água vapor e vinho dos aparelhos, promovendo uma
boa condensação do álcool mediante tais parâmetros.
3.4 Controle da qualidade do álcool
Responsabilidade: Operador
Quando: Durante a operação, constante
Como: Acompanhando as especificações do álcool conforme parâmetros abaixo:
PH = 6 a 8 - Aumentando ou diminuindo a dosagem de soda
Grau INPM = 92,6 à 93,8 % - Aumentando ou diminuindo a retirada de álcool da coluna.
Porque:Garantir a produção de álcool dentro das especificações.
3.5 Controle de perdas.
Responsabilidade: Operador
Quando: Durante operação
Como: Valores toleráveis de vinhaça e flegmaça 0,03 GL
De acordo com os resultados analíticos enviados pelo laboratório, caso esses valores
ultrapassem atentar para as causas prováveis:
Vinhaça: temperatura base coluna A aparelhos 01 e 02 abaixo do parâmetro.
Flegmaça: temperatura base coluna B aparelho 01 abaixo do parâmetro.
Tubo furado no trocador de calor K.
Excesso de vinho.
Porque: Para evitar desperdício
3.6 Controle de retirada de óleo fúsel
Responsabilidade: Operador
Quando: Continuo durante operação
Como: Analisando a concentração de álcool entre 60 a 70 GL, entre as bandejas B2 e
B6, onde encontrará a maior concentração de óleo fúsel. Enviando para o lavador de óleo
fúsel, retornando água de lavagem para volante e o óleo fúsel para o tanque de
armazenagem.
Porque: Evitar perdas no aparelho por contaminação. Dificultando a retirada do álcool
hidratado dentro da especificação.
3.7 Parada do aparelho
Responsabilidade: Operador
Quando: Final de operação
Como: Descarregando as colunas que estiverem em operação, aumentando a retirada de
álcool das mesmas e fechando lentamente as válvulas de vinho e vapor, certificando-se
de que as colunas já estejam descarregadas através do aumento das temperaturas de
todas as bandejas, que atingirão acima dos padrões normais, fechando completamente as
válvulas de vinho, álcool e vapor, aguardando uns 15 minutos e fechando as válvulas de
água dos condensadores e resfriadeiras de álcool.
Porque: Finalizar operação.

Pesagem da cana na balança


1 OBJETIVO
Estabelecer as atividades destinado a pesagem de cana

2 RESPONSABILIDADE
Encarregado a Balança

3 DETALHAMENTO
3.1 PESAGEM DO BRUTO
Responsabilidade: Balanceiro
Quando: Sempre
Onde: Balança
Como: O caminhão posiciona-se em cima da plataforma de pesagem. O balanceiro
verifica pela televisão a posição correta, o motorista desloca-se do caminhão e apresenta-
se ao balanceiro portando:
Nota de carregamento: Com os dados da fazenda, bloco, talhão de origem da cana,
nome e código do operador e código da colhedeira ou carregadeira e o número da
liberação assinada pelo Coordenador da frente do carregamento.
Nota de transporte: Contendo código da unidade, matrícula e nome do transportador,
digita-se o código da unidade, e o número da liberação e código da colhedeira ou
carregadeira e o código do operador que está na nota de carregamento. O sistema
seleciona uma carga para sondagem no intervalo de 5 em 5 cargas. Quando for
selecionado aparece na tela do monitor uma mensagem com os dados. Quando a
validado o analise imprimi a ficha de controle de analise de cana – PCTS. Contendo
número de análise, região, fazenda, bloco, talhão, tipo de corte, data e hora, assinatura
balanceiro, laboratório e número da viagem, após imprimir, o balanceiro destaca da
impressora a ficha de análise e assina, entregando para o motorista que apresentara na
hora da análise. A via que está em posse do analista, assinado por extenso pela a
balança fica no laboratório, a que está assinada pelo laboratório retornará à balança
através do motorista. Arquiva-se com a nota de carregamento, nota de transporte, após a
emissão do certificado de pesagem de cana.
Porque Para registro do bruto na pesagem automática e controle da sondagem.

3.2 PESAGEM DA TARA


Responsabilidade: Balanceiro
Quando: Sempre
Onde: Balança
Como: O caminhão posiciona-se em cima da plataforma de pesagem. O balanceiro
verifica-se pela televisão se o caminhão está na posição correta.O motorista se desloca
para a recepção, verifica-se o código da unidade do transportador na carroceria do
caminhão. O balanceiro digita e imprime a pesagem automática entrega a 2ª via para o
transportador e a 1ª via será retida para digitação no sistema agrícola e posterior e
arquivada, após a emissão do certificado de pesagem de cana.
Porque: Para registro da tara na pesagem automática e emissão do certificado de
pesagem de cana.

3.3 PREENCHIMENTO E EMISSÃO DO CERTIFICADO DE PESAGEM DE CANA


Responsabilidade: Balanceiro
Quando: Sempre
Onde: Balança
Como: De posse da pesagem automática, nota de carregamento e nota de transporte
digita-se o n.º da pesagem automática, o sistema busca automaticamente o peso bruto,
tara, líquido, código da colhedora ou carregadeira, código do operador, código da
fazenda, bloco e talhão, código da unidade e a matrícula do transportador. Emite-se
certificado de pesagem de cana em 3 vias, arquiva-se a 1ª via ordem numérica, 2ª via
ordem numérica, 3ª via ordem numérica com listagem de conferência e as notas de
carregamento, nota de transporte, ficha de controle de análise de cana – PCTS, com as
pesagens automáticas.
Porque: Controle de entrada de cana, produção, produtividade, pagamento de
autônomos, comissão, parceria da terra.
alavancadas ao Gerente da área.

Evaporação do caldo
1. OBJETIVO
Estabelecer as atividades de operação da evaporação, assegurando o controle sobre os
aspectos e impactos ambientais envolvidos na atividade e na segurança do trabalho.
Envolve ainda as operações de manutenção de primeiro nível relativas à Evaporação.
2..RESPONSABILIDADE
Encarregado de Produção
3. DETALHAMENTO
3.1 PARTIDA DA EVAPORAÇÃO
Antes da partida dos equipamentos da Evaporação de Caldo, cabe ao operador do turno
proceder uma inspeção preliminar, conforme lista de verificação constante do Anexo 1 –
“Lista de Verificação de pré-operação da Evaporação de Caldo. Os resultados devem ser
registrados no formulário do Anexo 2 - “Registro de Pré-operação da Evaporação de
Caldo”.
3.2 PRÉ-AQUECIMENTO DO CALDO CLARIFICADO
• Responsabilidade: Operador de evaporação
• Quando: Sempre que necessário
• Onde: Evaporação
• Como: Ligando as bombas do tanque pulmão e passando o caldo pelos 3
aquecedores para este fim.
• Porque: Para aquecer o caldo a uma temperatura ideal para evaporação.
3.3 OPERAÇÃO DA EVAPORAÇÃO
• Responsabilidade: Operador de evaporação
• Quando: Sempre que necessário
• Onde: Evaporação
• Como:
- Abrindo os drenos de vapor, começando a enviar caldo para os prés 3500-
1/3500-2, abrindo as válvulas de condensado gradualmente;
- O caldo que sai do prés de 3500-1 e 3500-2 é enviado, via desnível
geométrico, para os prés 2400/3000;
- Depois dos prés 2400/3000 o caldo é enviado por diferença de pressão
para os evaporadores 2000-2 e para o evapaporador 2000;
- Em seguida o caldo alimenta o múltiplo efeito 1500 e 1250, devendo ser
controlado o nivel em cada efeito da evaporação através das válvulas de caldo
e ser controlado o vácuo nos últimos efeitos por meio das válvulas de água
dos condensadores barômetricos.
• Porque. Para concentrar o caldo, obtendo um produto final com brix 50 a 65,
obtendo uma pressão negativa de 22 a 26 polegadas de HG.
3.4 LUBRIFICAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS
• Responsabilidade: Auxiliar de operação.
• Quando: durante a operação.
• Onde: Nos equipamentos previstos no Anexo 3 - “Rotina de Lubrificação da
Evaporação de Caldo”.
• Como: Seguindo a rotina prevista no Anexo 3 - “Rotina de Lubrificação da
Evaporação” e registrando os resultados no formulário do Anexo 4 - “Registro de
Lubrificação da Evaporação de Caldo”.
• Porque: Para manter o equipamento em condição ideal para o processo, evitando
seu desgaste.
3.5 INSPEÇÃO PREDITIVA DOS EQUIPAMENTOS
• Responsabilidade: Auxiliar de produção
• Quando: durante a operação.
• Onde: Nos equipamentos previstos no Anexo 5 – “Inspeção Preditiva nos
equipamentos em operação na Evaporação de Caldo”.
• Como: Seguindo a rotina prevista no Anexo 5 – “Inspeção Preditiva nos
equipamentos em operação na Evaporação de Caldo” e registrando os resultados
no formulário do Anexo 6 - “Registro da Inspeção Preditiva na Evaporação de
Caldo”.
• Porque: Detectar preditivamente potenciais problemas nos equipamentos do
processo
Flotação do xarope
2..RESPONSABILIDADE: Coordenador de produção

3. DETALHAMENTO

3.1 PARTIDA DA OPERAÇÃO DE FLOTAÇÃO DO XAROPE


Antes da partida dos equipamentos da Flotação do Xarope, cabe ao operador do turno
proceder uma inspeção preliminar, conforme lista de verificação constante do Anexo 1 –
Lista de Verificação de pré-operação da Flotação do Xarope. Os resultados devem ser
registrados no formulário do Anexo 2 - Registro de Pré-operação da Flotação do Xarope.
3.2 PARTIDA

Responsabilidade: Operador1. OBJETIVO: Estabelecer as atividades de operação de


Flotação do Xarope, assegurando o controle sobre os aspectos e impactos ambientais
envolvidos na atividade e na segurança do trabalho. Envolve, ainda, as operações de
manutenção de primeiro nível da Flotação do Xarope.

• Quando: No início da Operação
• Onde: No setor de flotação do xarope
• Como: Com uma vazão de xarope máxima de 130 m3, aquecendo a uma
temperatura de 80 0C a 90 ºC. O operador somente ajusta a temperatura desejada
e o restante é feito por controle automático.
• Porque: Para obter uma melhor clarificação no xarope

3.3 TRATAMENTO DO XAROPE


• Responsabilidade: Operador
• Quando: Durante a operação continuada
• Onde: No setor de flotação do xarope
• Como: Dosando fósforo e polímero aniônico, injetando ar através do aerador. Os
produtos auxiliares de floculação são dosados por meio de bombas e controle por
Supervisório. Na produção do açúcar orgânico é utilizado somente ar através do
aerador e polímero orgânico.
• Porque: Para retirar a turbidez do xarope, eliminando a sujeira do xarope.

3.4 SAÍDA DO XAROPE DO FLOTADOR


• Responsabilidade: Operador
• Quando: Durante a operação continuada
• Onde: No setor de flotação do xarope
• Como: O xarope flotado sai do flotador para um tanque menor sendo bombeado
para outro tanque, para alimentar os cozedores de massa A. A turbidez do xarope
na forma de borra volta para o tanque de caldo sulfitado através de bombeamento.
• Porque: Para obter um açúcar de melhor qualidade

Descarte de resíduos
1 OBJETIVO
Definir diretrizes básicas para descarte de resíduos na área de materiais descartados e
usados, assegurando o controle dos aspectos e impactos ambientais envolvidos na
atividade.

2 RESPONSABILIDADE
Todos os responsáveis pelas áreas geradoras de resíduos.

3 DETALHAMENTO
Todas as atividades descritas abaixo são realizadas pelos responsáveis pelas áreas
geradoras de resíduos.

3.1 DEFINIÇÃO DO MATERIAL A SER DESCARTADO


Os resíduos gerados nas atividades devem ser encaminhado à área de materiais
descartados e usados após a avaliação do encarregado responsável pelo setor gerador
do resíduo, para a verificação se o material poderá ser reaproveitado ou enviado para a
reciclagem.

3.2 FORMAS DE DESCARTE DOS RESÍDUOS NA ÁREA DE MATERIAIS


DESCARTADOS E USADOS
3.2.1 RESÍDUOS ENCAMINHADOS PARA RECICLAGEM
• Papel / Papelão: Encaminhar para a baia, situado na área de materiais descartados e
usados, destinado para este resíduo.
• Plástico / Tubets de PVC: Encaminhar para a baia, situado na área de materiais
descartados e usados, destinado para este resíduo.
• Lâmpadas Fluorescentes: Encaminhar à área de materiais descartados e usados e
dispor na posição vertical os tambores identificados para o recebimento das
lâmpadas, de modo a evitar que as mesmas danifiquem durante seu manuseio e
armazenagem.
• Vidrarias: Encaminhar à área de materiais descartados e usados e dispor nos
tambores identificados com exceção a vidrarias de grande tamanho que não cabe nos
tambores, para o recebimento das mesmas.
• Baterias Automotivas: Dispor as baterias em área destinada para esse fim na área
de materiais descartados e usados.
• Baterias de Rádio Amador e demais baterias que contenham metal pesado:
Encaminhar à área de materiais descartados e usados e dispor nos tambores
identificados para o recebimento das mesmas.
• Retalhos de junta de motor e demais produtos que contenham amianto:
Encaminhar à área de descarte e dispor nos tambores identificados para recebimento
das mesmas. Esses resíduos serão encaminhados para locais licenciados para o
tratamento desses resíduos.
3.2.2 RESÍDUOS REAPROVEITADOS
• Resíduos elétricos, metálicos: Armazenar na área de materiais descartados e
usados ou Almoxarifado Industrial para possível reutilização pelo responsável da
geração desses resíduos.
3.2.3 DEMAIS RESÍSUOS
• Baterias 9V e Pilhas que não contenham metal pesado: Dispor na área de
materiais descartados e usados em tambores identificados para o recebimento das
mesmas para serem encaminhadas para o Aterro Controlado da Jalles Machado S/A.

3.3 FORMAS DE DESCARTE DOS RESÍDUOS NA ÁREA DE MATERIAIS


DESCARTADOS E USADOS
3.3.1 RESÍDUOS ENCAMINHADOS PARA RECICLAGEM:
• Bombonas / Tambores: Encaminhar a área de materiais descartados e usados
devidamente tampadas e vedadas, e dispor em bacia de contenção.
• Filtros Lubrificantes: Encaminhar para a área de materiais descartados e usados em
tambores devidamente tampados, após a prévia retirada do papel contido em seu
interior.
• Latas de Tinta: Encaminhar a área de materiais descartados para área de posterior
reciclagem.
• Sucata de Metal: Dispor na área de materiais descartados e usados para posterior
reciclagem.
• Limalha de Ferro: Dispor na área de materiais descartados e usados em contêineres.
3.3.1 RESÍDUOS REAPROVEITADOS:
• Resíduos metálicos: Armazenar na área pertinente para possível reutilização pelo
responsável da geração desses resíduos.
3.4 ORIENTAÇÕES PARA DESCARTE DO RESÍDUO:
Todo o resíduo encaminhado à Área de Materiais Descartados e Usados deve seguir as
orientações contidas nessa rotina, sem o qual não será permitido seu armazenamento
nas referidas áreas.

Queima da cana
1. OBJETIVO: Facilitar o Corte Manual, assegurando o controle sobre os aspectos e
impactos envolvidos na atividade e na segurança do trabalho.

2. RESPONSABILIDADE: Gestor de Projetos/ Processos

3. DETALHAMENTO

3.1 Planejar a área a ser queimada


• Responsabilidade: Gestor de Projetos/ Processos
• Quando: Diariamente/Semanalmente
• Onde: Setor Agrícola
• Como: Integrando os fatores necessidade de cana para indústria, estoque de
cana na lavoura, maturação do canavial, condições de transporte e irrigação
• Porque: Para garantir o fornecimento de matéria prima de boa qualidade para
indústria, maximizando também atividades de demais processos envolvidos.

3.2 Preencher planilha de controle do horário de queima


• Responsabilidade: Coordenador Agrícola
• Quando: Diariamente
• Onde: Setor Agrícola
• Como: Preenchendo o formulário padrão de Informativo de tempo de queima com
os dados pertinentes à área de serviço
• Porque: Para acompanhar o tempo entre a queima da cana e sua chegada na
indústria
3.3 Planejar as atividades agrícolas
• Responsabilidade: Coordenador Agrícola
• Quando: Antes de iniciar a atividade na área
• Onde: Setor Agrícola
• Como: Preenchendo o formulário padrão de planejamento de atividades agrícolas
com os dados pertinentes à área de serviço
• Porque: Para acompanhar custos e coeficientes técnicos

3.4 Verificar as condições de queima da área prevista


• Responsabilidade: Coordenador Agrícola
• Quando: Antes de iniciar a queima
• Onde: Na área prevista para queima
• Como: Percorrendo o perímetro da área a ser queimada
• Porque: Para evitar acidentes

3.5 Verificar máquinas e equipamentos envolvidos no processo


• Responsabilidade: Coordenador Agrícola
• Quando: Antes de iniciar a queima
• Onde: No campo
• Como: Testando máquinas, equipamentos e EPI’s necessários
• Porque: Para prevenir falhas e acidentes durante o processo

3.6 Verificar condições climáticas


• Responsabilidade: Coordenador Agrícola
• Quando: Antes de iniciar a queima
• Como: Fazendo teste com uma pequena amostra de fogo
• Porque: Para determinar onde e quando iniciar a queima
3.7 Fazer aceiro com água
• Responsabilidade: Motorista do caminhão bombeiro e ajudante
• Quando: Antes e durante a queima
• Onde: Nas áreas vizinhas da que será queimada
• Como: Molhando-as com caminhão bombeiro
• Porque: Para evitar a queima de áreas indesejadas

3.8 Distribuir os Rurícolas e acompanhar a atividade


• Responsabilidade: Coordenador Agrícola
• Quando: Antes e durante a atividade
• Onde: No campo
• Como: Distribuindo os Rurícolas e acompanhando-os na execução da atividade
• Porque: Para controlar o ritmo da queima

3.9 Preencher boletim de apontamento


• Responsabilidade: Coordenador Agrícola
• Quando: Após a realização da atividade
• Onde: No campo
• Como: Preenchendo formulário padrão boletim de lavoura ou coletor de dados, com
dados pertinentes a área de serviço e aos Rurícolas
• Porque: Para fornecer dados a controladoria

3.10 Atear focos de fogo


• Responsabilidade: Rurícolas
• Quando: Quando determinado pela coordenação
• Onde: Na área a ser queimada
• Como: Colocando os focos de fogo com equipamentos apropriados de acordo
com a orientação do coordenador
• Porque: Para facilitar o processo de corte manual

3.11 Verificar focos de fogo


• Responsabilidade: Equipe da queima
• Quando: Durante e após a queima
• Onde: Na área a ser queimada
• Como: Percorrendo o perímetro da área, verificando possíveis focos de incêndio
• Porque: Para evitar a queima de áreas indesejadas

3.12 Preencher ordens de serviço


• Responsabilidade: Motorista caminhão bombeiro e operadores
• Quando: Diariamente
• Onde: Na área a ser queimada
• Como: Preenchendo formulário padrão de ordem de serviço com dados referentes
a atividade e área de serviço
• Porque: Para fornecer dados a controladoria

3.13 Licença de queima


Antes da queima controlada deve ser repassado ao SGI a programação das áreas a
serm queimadas contendo o nome da fazenda, bloco, talhão, quantidade de área e o
tipo de queima que será utilizado (“L” “U” ou “O”) juntamente com os mapas (croquis)
das áreas localizando as áreas de queima. Com estes dados o SGI solicita junto ao
IBAMA a licença para queima
(Autorização para Queima Controlada). Depois de emitida a licença uma cópia é entregue
ao setor agrícola e esta cópia deve ficar em campo no memento da queima. Em hipótese
alguma deve ser colocado fogo em uma área sem a licença de queima.
Caso ocorra um incêndio acidental ou criminoso deve ser repassado ao setor de
segurança patrimonial o dia, a quantidade de área queimada e o mapa (croqui) do local,
para que seja feito um Boletim de Ocorrência junto a delegacia policial. Depois de
registrado o incêndio fica sob responsabilidade do SGI comunicar o IBAMA sobre o
incêndio através do boletim de Ocorrência

Colheita mecanizada
1. OBJETIVO: Fornecer matéria prima para Indústria, assegurando o controle dos
aspectos e impactos ambientais envolvidos na atividade e na segurança do trabalho.
2. RESPONSABILIDADE: Gestor de Projetos/ Processos

3. DETALHAMENTO

3.1 Elaborar planejamento da colheita mecanizada


• Responsabilidade: Gestor de Projetos/ Processos
• Quando: Anualmente antes de iniciar a safra
• Onde: No Setor Agrícola
• Como: Planejando com base na disponibilidade de equipamentos e coeficientes
técnicos da atividade, os recursos necessários para fornecimento de matéria-prima
para indústria
• Porque: Para orientar a seqüência das atividades e as demais áreas envolvidas
no processo para garantir o fornecimento da matéria-prima

3.2 Acompanhar o desempenho da atividade


• Responsabilidade: Coordenador agrícola sênior
• Quando: Diariamente
• Onde: No Setor Agrícola
• Como: Verificando a entrada de cana colhida mecanicamente através do sistema
GATEC
• Porque: Para orientação e correções diante de desvios observados

3.3 Acompanhar o desenvolvimento da atividade


• Responsabilidade: Coordenador agrícola pleno
• Quando: Diariamente
• Onde: No Campo
• Como: Acompanhando a execução da atividade, verificando o ritmo e a qualidade
da atividade
• Porque: Para assegurar a quantidade e a qualidade da atividade, permitindo
correções diante de desvios observados

3.4 Corte da cana mecanizada


• Responsabilidade: Operador de colhedora
• Quando: Após a liberação do planejamento da colheita
• Onde: No campo
• Como: Colhendo a cana evitando perdas e retirando ao máximo as impurezas
• Porque: Para fornecer matéria-prima de boa qualidade para a indústria

3.5 Apontamento do computador de bordo


• Responsabilidade: Operador de colhedora
• Quando: Ao iniciar e durante a execução das atividades
• Onde: No campo
• Como: Apontando o número da matrícula e código de serviço a ser realizado
• Porque: Para fornecer dados para a controladoria agrícola

3.6 Verificar as ordens de serviço (O.S.)


• Responsabilidade: Coordenador agrícola pleno
• Quando: Diariamente
• Onde: No Setor Agrícola
• Como: Verificando e corrigindo as informações presentes nas O.S.
• Porque: Para evitar erros no processamento dos dados da Controladoria

3.7 Acompanhar o nível de impurezas vegetais nas cargas


• Responsabilidade: Operadores de Colhedoras
• Quando: Durante a execução da atividade
• Onde: No campo
• Como: Acompanhando a eliminação do ponteiro da cana e a limpeza da palha nos
toletes cortados. Procedendo ajustes quando necessário no picador de ponta, na
rotação do extrator primário e no avanço da máquina
• Porque: Para diminuir o transporte de impurezas vegetais para indústria e reduzir
a perda de matéria prima no despendoamento ou limpeza

3.8 Regular a altura de corte


• Responsabilidade: Operadores de Colhedoras
• Quando: Durante a Execução da Atividade
• Onde: No campo
• Como: Verificando a pressão do corte de base através do indicador de nível do
óleo, mantendo este nível entre a faixa de 15 a 17 do indicador e a pressão do
odômetro do corte de base entre 800 a 1.200 PSI, aumentando ou diminuindo a
altura do corte ou utilizando o CACB ( Controle Automático de Corte de Base) das
colhedoras
• Porque: Para minimizar o arranquio de soqueira ou deixar “toco alto”, reduzindo
ainda o transporte de impurezas minerais para indústria

3.9 Carregar transbordos e basculhar nas carretas


• Responsabilidade: Operadores dos tratores
• Quando: Durante a execução da atividade
• Onde: No Campo
• Como: Ficando com a carreta transbordo embaixo do elevador de descarga da
máquina, mantendo-se distancia segura para não bater o elevador, completando a
carga e transbordando-a na carreta de acordo com a orientação do auxiliar
agrícola
• Porque: Para dar sequência ao carregamento e transporte da cana colhida
mecanicamente

3.10 Transportar a cana e auxiliar no engate e desengate das carretas


• Responsabilidade: Motoristas
• Quando: Após o carrregamento
• Onde: Em caminhões
• Como: Auxiliando no engate e desengate das carretas e transportando a cana
para indústria
• Porque: Para fornecer matéria prima a indústria, garantindo a sequência da
atividade
3.11 Preencher as notas de transporte
• Responsabilidade: Motorista
• Quando: Diariamente
• Onde: No campo
• Como: Preenchendo formulário padrão de transporte com dados do equipamento
e da área
• Porque: Para fornecer dados a Controladoria Agrícola

3.12 Auxiliar, no engate e desengate das carretas, no basculhamento dos


transbordos e coletar canas caídas.
• Responsabilidade: Auxiliar Agrícola
• Quando: Durante a execução da atividade
• Onde: No campo
• Como: Orientando e ajudando os Motoristas e Operadores e coletando as canas
caídas no basculhamento do transbordo
• Porque: Para agilizar a sequência da atividade e evitar o desperdício

3.13 Planejar as atividades agrícolas


• Responsabilidade: Coordenador agrícola sênior
• Quando: Antes de iniciar as atividades de cada área
• Onde: No setor agrícola
• Como: Preenchendo o formulário padrão de planejamento das atividades
agrícolas com dados pertinentes a área de serviço e coeficientes técnicos da
atividade
• Porque: Para acompanhamento de custos e coeficientes técnicos

3.14 Orientar e acompanhar a atividade


• Responsabilidade: Coordenador agrícola júnior
• Quando: Durante a execução da atividade
• Onde: No campo
• Como: Orientando operadores e motoristas na execução da atividade, verificando
a qualidade da atividade, levantando e corrigindo possíveis falhas.
• Porque: Para assegurar a qualidade da atividade

3.15 Preencher notas de carregamento


• Responsabilidade: Coordenador agrícola júnior
• Quando: De acordo com o carregamento das cargas
• Onde: No campo
• Como: Preenchendo formulário padrão de carregamento e transporte de cana
com dados pertinentes a área
• Porque: Para fornecer dados a Controladoria Agrícola

Carregamento e transporte da cana


1. OBJETIVO: Fornecer Matéria Prima Para Indústria, assegurando o controle
dos aspectos e impactos ambientais envolvidos na atividade e na segurança do
trabalho.

2. RESPONSABILIDADE: Gestor de Projetos/ Processos

3. DETALHAMENTO

3.1 Elaborar planejamento de carregamento e transporte de cana


• Responsabilidade: Gestor de Projetos/ Processos
• Quando: Antes de iniciar a safra
• Onde: Setor agrícola
• Como: Planejando, com base na necessidade de fornecimento de matéria
prima para indústria e os coeficientes técnicos da atividade, os recursos
necessários para execução da atividade
• Porque: Para garantir o fornecimento de matéria prima para indústria e
orientar na sequência da atividade

3.2 Acompanhar o desempenho da atividade


• Responsabilidade: Coordenador agrícola sênior
• Quando: Diariamente
• Onde: No setor agrícola
• Como: Verificando a entrada de cana colhida através do sistema GATEC
• Porque: Para medir o desempenho da atividade no período

3.3 Planejar e encerrar atividades agrícolas


• Responsabilidade: Coordenador agrícola sênior
• Quando: Antes de iniciar as atividades da área e após o término das
atividades
• Onde: No setor agrícola
• Como: Preenchendo formulários padrão de planejamento de atividades
agrícolas. Com dados pertinentes a área de serviço
• Porque: Para acompanhar custos e coeficientes técnicos

3.4 Corrigir ordem de serviço (O.S.)


• Responsabilidade: Coordenador agrícola pleno
• Quando: Diariamente
• Onde: No setor agrícola
• Como: Verificando e corrigindo informações presentes na O. S.
• Porque: Evitar erros no processamento de dados

3.5 Acompanhar o carregamento e o transporte


• Responsabilidade: Coordenador agrícola
• Quando: Diariamente
• Onde: No campo
• Como: Acompanhando as frentes de serviço para verificar a qualidade e a
quantidade da atividade realizada
• Porque: Para assegurar a qualidade da atividade e permitir correções
diante de desvios observados
3.6 Orientar e acompanhar a execução da atividade
• Responsabilidade: Coordenador agrícola Júnior
• Quando: Diariamente
• Onde: No Campo
• Como: Preenchendo as notas de carregamento, orientando operadores de
carregadeiras, amarradores e motoristas, na execução da atividade
• Porque: Para assegurar o controle de produção e a qualidade da atividade

3.7 Carregamento de cana


• Responsabilidade: Operador de carregadora
• Quando: Após o corte de cana
• Onde: No campo
• Como: Empurrando a cana com rastelo procurando juntá-la e fazendo
cargas segundo orientação dos Coordenadores
• Porque: Para minimizar o carreamento de impurezas para Indústria e
prejudicar a soqueira, obtendo maior produção e menos desperdício

3.8 Transportar a cana


• Responsabilidade: Motoristas
• Quando: Após o carregamento
• Onde: Em caminhões
• Como: Transportando a cana para indústria
• Porque: Para fornecer matéria prima a indústria, garantindo a sequência da
atividade

3.9 Coletar bitucas e amarrar cargas


• Responsabilidade: Auxiliar Agrícola
• Quando: Durante e após o carregamento
• Onde: No Campo
• Como: Coletando as canas caídas e colocando nos montes e amarrando
as pias de cana no caminhão
• Porque: Para evitar desperdício.

3.10 Preencher nota de transporte


• Responsabilidade: Motoristas
• Quando: Diariamente
• Onde: No campo
• Como: Preenchendo o formulário padrão de ordem de serviço com dados
referentes a atividade e área de serviço
• Porque: Para fornecer dados a controladoria agrícola
3.11 Despontar a carga
• Responsabilidade: Motorista
• Quando: Após o carregamento
• Onde: No campo
• Como: Cortando as pontas das canas que ultrapassaram o limite da
carroceria

Analises no nir
1 OBJETIVO
Estabelecer as atividades de análises a serem realizadas no processo, visando obter os
resultados das amostras para o controle do processo assegurando o controle sobre os
aspectos/impactos ambientais envolvidos na atividade e na segurança do trabalho.

2 RESPONSABILIDADE
Analista do Laboratório

3 DETALHAMENTO
Todas as atividades descritas abaixo são realizadas no setor do laboratório e são de
responsabilidade do.Analista do Laboratório
Todas as análises são realizadas de acordo com as necessidades do processo,
possibilitando uma flexibilidade nos intervalos de análises

3.1 ANÁLISE DE BRIX, POL, UMIDADE, FIBRA E AR/ART NA CANA E BAGAÇOS DA


MOENDA
A) Transferir parte da amostra contida no frasco para a cubeta giratória observando se a
mesma está completamente limpa e seca
B) Fechar a cubeta giratória usando sempre a palma da mão, observando para que não
tenha espaço vazio em sua superfície interna, passar o pincel de limpeza na lateral da
cubeta
C) Escolher o produto a ser analisado na tela do infraalyzer 2000, abrir a gaveta, colocar a
cubeta, fechar e aguardar que o aparelho faça a leitura da amostra
D) Após o aparelho realizar as leituras, anotar os resultados
E) Após cada uso da cubeta giratória para um mesmo produto fazer a limpeza na cubeta
passando papel macio na parte da lente e na parte plástica escura, tomando cuidado de
não passar o pincel de limpeza na lente da cubeta
F) Após o término de uso da cubeta giratória, passar papel macio e úmido na parte da
lente e no fundo, pincel e papel úmido
G) Digitar os valores encontrados no banco de dados referente à amostra no Sigind

3.2 ANÁLISE DE POL, UMIDADE E CINZAS NO AÇÚCAR SECO


A) Realizar o procedimento da RO-10/025-I no item 3.10
B) Seguir o mesmo procedimento do item 3.1 letras A, B, C, D, E, F e G do item 3.1
acima relacionado

Analise de índice de preparo


1 OBJETIVO
Estabelecer as atividades de análise a serem realizadas no preparo da cana, visando
possibilitar o controle operacional nos equipamentos necessários ao preparo da cana,
assegurando o controle sobre os aspectos/impactos ambientais envolvidos na atividade e
na segurança do trabalho.

2 RESPONSABILIDADE
Analista do Laboratório

3 DETALHAMENTO
Todas as atividades descritas abaixo são de responsabilidade do Analista do Laboratório
Todas as análise são realizadas de acordo com as necessidades do processo,
possibilitando uma flexibilidade nos intervalos de análises

3.1 ANÁLISE DO ÍNDICE DE PREPARO


A) Pesar 25 Kg de cana coletada na esteira 02
B) Separar visualmente os pedaços maiores que 10 cm, pesando em seguida e anotar o
valor
C) Homogeneizar manualmente o restante da amostra < 10 cm, (denominada cana
efetivamente preparada) retirar aproximadamente 10 Kg, homogeneizando novamente
D) Retirar aproximadamente 1 (um) Kg da amostra em uma bacia plástica e pesar 03 sub-
amostras de 250 gramas
E) Transferir uma sub-amostra para o copo do digestor, adicionar 1000 ml de água
destilada, colocar as outras duas no copo do open cell (agitador) adicionar 1000 ml de
água destilada em cada copo
F) Ligar o digestor e o open cell por um período de 15 minutos
G) Retirar a amostra do digestor e do open cell, filtrar com auxílio de um funil descartando
os primeiros ml em seguida coletar aproximadamente 200 ml do filtrado
H) Aguardar que o filtrado coletado chegue a temperatura ambiente
I) Adicionar 3 espátula de mistura clarificante, agitar com auxílio de um bastão de
plástico, filtrar em papel de filtro aproximadamente 100 ml
J) Fazer a leitura sacarimetrica e anotar os valores
K) Digitar os valores encontrados no banco de dados referente a amostra no Sigind

Analise de cana do pcts no nir


1 OBJETIVO
Estabelecer as atividades de análises a serem realizadas visando obter os resultados das
amostras para o controle do processo, assegurando o controle sobre os
aspectos/impactos ambientais envolvidos na atividade e na segurança do trabalho.

2 RESPONSABILIDADE
Analista do Laboratório

3 DETALHAMENTO
Todas as atividades descritas abaixo são realizadas no setor do laboratório e são de
responsabilidade do Analista do Laboratório
Todas as análises são realizadas de acordo com as necessidades do processo

3.1 ANÁLISE DE BRIX, POL, UMIDADE, FIBRA, % TERRA, % PALHA E AR


A) Desintegrar individualmente cada lote de cana amostrada, identificar com o número do
laboratório, empurrar os pedaços de cana que permanecerem no suporte com auxílio de
um pedaço de cana maior, com a betoneira em movimento giratório virar a boca da
mesma para o lado oposto e encher o frasco previamente identificado.com o número de
controle do laboratório e fechar o frasco
Obs.: o pedaço de cana inteira deverá ser coletado no barracão de cana, deixa-lo próximo
ao equipamento
B) Transferir parte da amostra contida no frasco para a cubeta giratória observando se a
mesma esteja completamente limpa e seca
C) Fechar a cubeta giratória usando sempre a palma da mão, observando para que não
tenha espaço vazio em sua superfície interna, passar o pincel de limpeza na lateral da
cubeta
D) Escolher o produto a ser analisado na tela do Infraalyzer 2000, abrir a gaveta, colocar
a cubeta. e fechar, aguardar que o aparelho faça a leitura da amostra
E) Digitar no banco de dados referente a amostra no Sigind
F) Após cada uso da cubeta giratória para um mesmo produto fazer a limpeza na cubeta
passando papel macio na parte da lente e na parte plástica escura, tomando o cuidado de
não passar o pincel de limpeza na lente da cubeta, mas somente na parte plástica escura
G) Após o término de uso da cubeta giratória, passar papel macio e úmido na parte da
lente e no fundo pincel e papel úmido
H) Os resultados analíticos são repassados via sistema (Geatec) para o setor agrícola e
as etiquetas de identificação são repassadas no dia posterior a chegada da amostra.
3.2 ANÁLISE DE PH
A) Transferir para bacia plástica aproximadamente 250 g da amostra desintegrada para
análise de pH
B) Levar a amostra da bacia para a prensa e seguir o procedimento da RO-09-IND/031-I
item 3.2
C) Levar o caldo para o pHmetro e seguir o procedimento da RO-10/024-I item 3.1
Analise de tortas e massa no nir
1 OBJETIVO
Estabelecer as atividades de análises a serem realizadas visando obter os resultados das
amostras para o controle do processo, assegurando o controle sobre os aspectos
/impactos ambientais envolvidos na atividade e na segurança do trabalho.

2 RESPONSABILIDADE
Analista do Laboratório

3 DETALHAMENTO
Todas as atividades descritas abaixo são realizadas no setor do laboratório e são de
responsabilidade do Analista do Laboratório
Todas as análises são realizadas de acordo com as necessidades do processo,
possibilitando uma flexibilidade nos intervalos de análises.

3.1 ANÁLISE DE BRIX, POL E UMIDADE NAS TORTAS E MASSAS


A ) Homogeneizar a amostra com o auxílio de uma espátula, coletar uma parte da
amostra e . adicionar na cubeta específica para substância pastosa, completando toda a
cavidade da cubeta, espalhando a amostra de forma a ficar mais uniforme possível
B) Escolher o produto a ser analisado na tela do Infraalyzer 2000-02, abrir a gaveta,
colocar a cubeta, fechar e aguardar que o aparelho faça a leitura da amostra
C ) Após o aparelho realizar as leituras, anotar os resultados, lavar com água e enxugar a
cubeta, digitar os valores encontrados no banco de dados referente a amostra no Sigind

Analise de cana da lavoura no nir


1 OBJETIVO
Estabelecer as atividades de análises a serem realizadas no processo, visando obter os
resultados das amostras para o controle do processo, assegurando o controle sobre os
aspectos/impactos ambientais envolvidos na atividade e na segurança do trabalho.

2 RESPONSABILIDADE
Analista do Laboratório

3 DETALHAMENTO
Todas as atividades descritas abaixo são realizadas no setor do laboratório e são de
responsabilidade do Analista do Laboratório
Todas as análises são realizadas de acordo com as necessidades do processo,
possibilitando uma flexibilidade nos intervalos de análises

3.1 ANÁLISE DE BRIX, POL, UMIDADE, FIBRA E AR/ART


A) Cortar os barbantes que estão amarrando os lotes de cana, identificar os copinhos de
acordo com o número da etiqueta no campo das observações.
B) Desintegrar individualmente cada lote de cana, empurrar os pedaços menores com
auxílio de um pedaço de cana maior, com a betoneira em movimento giratório virar a boca
da .mesma para o lado oposto, encher o frasco previamente identificado e fechar o
frasco. Colocá-los em uma bandeja de plástico para levá-los à sala dos aparelhos,
observando sempre que ao manipulá-los estes devem estar dentro da bandeja plástica.
C) Transferir parte da amostra contida no frasco para a cubeta giratória observando se a
mesma está completamente limpa e seca.
D) Fechar a cubeta giratória usando sempre a palma da mão, observando para que não
tenha espaço vazio em sua superfície interna, passar o pincel de limpeza na lateral da
cubeta.
E) Escolher o produto a ser analisado na tela do infraalyzer 2000, abrir a gaveta, colocar a
cubeta e fechar, aguardar que o aparelho faça a leitura da amostra.
F) Após o aparelho realizar as leituras, digitá-las imediatamente no banco de dados
referente à amostra no.Sigind.
G) Após cada uso da cubeta giratória para um mesmo produto fazer a limpeza na cubeta
passando papel macio na parte da lente e pincel na parte plástica escura, tomando
cuidado para não passar o pincel de limpeza na lente da cubeta, mas sim, somente na
parte plástica escura
H) Após o término de uso da cubeta giratória, passar papel macio e úmido na parte da
lente e no fundo pincel.
I) Os resultados analíticos são repassados via sistema (Geatec) para o setor agrícola. No
caso das amostras serem algum tipo de experimento os resultados devem ser
disponibilizados em rede através de planilhas eletrônicas do Excel pelo analista líder e as
etiquetas de identificações são repassadas no dia posterior à chegada das amostras.
Obs.: Deixar um pedaço de cana maior para empurrar os pedaços menores. Quando
estiver cortando os barbantes, deixar um amarrando o feixe de cana para ser cortado
posteriormente, (quando triturar aquele lote).

Analise de água das caldeiras


1 OBJETIVO
Estabelecer as atividades de análises a serem realizadas no setor de caldeira, visando
obter os resultados das amostras para o controle do processo, assegurando o controle
sobre os aspectos/impactos ambientais envolvidos na atividade e na segurança do
trabalho.

2 RESPONSABILIDADE
Analista do Laboratório

3 DETALHAMENTO
Todas as atividades descritas abaixo são realizadas no setor do laboratório e são de
responsabilidade do Analista do Laboratório
Todas as análises são realizadas de acordo com as necessidades do processo,
possibilitando uma flexibilidade nos intervalos de análises
3.1 ANÁLISE DE ALCALINIDADE HIDRÓXIDA (OH) NA ÁGUA DA CALDEIRA
A) Medir com proveta 50 ml da amostra e passar para erlenmeyer de 250 ml
B) Adicionar 10 ml da solução cloreto de bário dihidratado PA ( BaCl 2.2H2O ) a 10% e 3
gotas de fenolftaleina anidra PA ( C20H14 O4 ) a 1%
C) Fazer titulação da amostra com solução de ácido clorídrico PA ( HCl ) a 0,02N
previamente fatorada até desaparecer totalmente a cor rosa
OBS.: Quando perceber que está próximo a viragem diminuir o escoamento da solução
titulante para gota-a-gota
D) Anotar o valor dos ml gastos na titulação e digitar no Sigind de acordo com o banco de
dados
.correspondente
3.2 ANÁLISE DE ALCALINIDADE HIDRÓXIDA TOTAL NA ÁGUA DA CALDEIRA
A) Medir com proveta 50 ml da amostra e passar para erlenmeyer de 250 ml
B) Adicionar 4 gotas do indicador vermelho de metila à 0,1 %
C) Fazer titulação da amostra com solução de ácido clorídrico PA ( HCl ) a 0,02N
previamente fatorada até Viragem para cor levemente vermelha
D) Anotar o valor dos ml gastos na titulação e digitar no Sigind de acordo com o banco de
dados correspondente
3.3 PREPARO DA SOLUÇÃO INDICADOR FENOLFTALEINA ( C20H14 O4 ) A 1%
Pesar 1g de fenolftaleina anidra PA ( C20H14 O4 ), passar para balão volumétrico de 100 ml contendo ±
50 ml de álcool etílico anidro PA (CH3CH2OH ) PA a 95%, dissolver, completar o volume com álcool
etílico PA a 95%, homogeneizar e guardar o balão na geladeira

3.4 PREPARO DA SOLUÇÃO CLORETO DE BÁRIO DIHIDRATADO PA ( BaCl 2.2H2O )


A 10%
Pesar 100 g de cloreto de bário dihidratado PA ( BaCl2.2H2O ), passar para balão
volumétrico de 1000 ml contendo ± 500 ml de água destilada, dissolver, completar o
volume com água destilada, homogeneizar e guardar em frasco previamente identificado
1 OBJETIVO
Estabelecer as atividades de análises a serem realizadas no setor de caldeira, visando
obter os resultados das amostras para o controle do processo, assegurando o controle
sobre os aspectos/impactos ambientais envolvidos na atividade e na segurança do
trabalho.

2 RESPONSABILIDADE
Analista do Laboratório

3 DETALHAMENTO
Todas as atividades descritas abaixo são realizadas no setor do laboratório e são de
responsabilidade do Analista do Laboratório
Todas as análises são realizadas de acordo com as necessidades do processo,
possibilitando uma flexibilidade nos intervalos de análises
3.1 ANÁLISE DE ALCALINIDADE HIDRÓXIDA (OH) NA ÁGUA DA CALDEIRA
A) Medir com proveta 50 ml da amostra e passar para erlenmeyer de 250 ml
B) Adicionar 10 ml da solução cloreto de bário dihidratado PA ( BaCl 2.2H2O ) a 10% e 3
gotas de fenolftaleina anidra PA ( C20H14 O4 ) a 1%
C) Fazer titulação da amostra com solução de ácido clorídrico PA ( HCl ) a 0,02N
previamente fatorada até desaparecer totalmente a cor rosa
OBS.: Quando perceber que está próximo a viragem diminuir o escoamento da solução
titulante para gota-a-gota
D) Anotar o valor dos ml gastos na titulação e digitar no Sigind de acordo com o banco de
dados
.correspondente
3.2 ANÁLISE DE ALCALINIDADE HIDRÓXIDA TOTAL NA ÁGUA DA CALDEIRA
A) Medir com proveta 50 ml da amostra e passar para erlenmeyer de 250 ml
B) Adicionar 4 gotas do indicador vermelho de metila à 0,1 %
C) Fazer titulação da amostra com solução de ácido clorídrico PA ( HCl ) a 0,02N
previamente fatorada até Viragem para cor levemente vermelha
D) Anotar o valor dos ml gastos na titulação e digitar no Sigind de acordo com o banco de
dados correspondente
3.3 PREPARO DA SOLUÇÃO INDICADOR FENOLFTALEINA ( C20H14 O4 ) A 1%
Pesar 1g de fenolftaleina anidra PA ( C20H14 O4 ), passar para balão volumétrico de 100 ml contendo ±
50 ml de álcool etílico anidro PA (CH3CH2OH ) PA a 95%, dissolver, completar o volume com álcool
etílico PA a 95%, homogeneizar e guardar o balão na geladeira

3.4 PREPARO DA SOLUÇÃO CLORETO DE BÁRIO DIHIDRATADO PA ( BaCl 2.2H2O )


A 10%
Pesar 100 g de cloreto de bário dihidratado PA ( BaCl2.2H2O ), passar para balão
volumétrico de 1000 ml contendo ± 500 ml de água destilada, dissolver, completar o
volume com água destilada, homogeneizar e guardar em frasco previamente identificado

3.5 PREPARO DA SOLUÇÃO INDICADOR VERMELHO DE METILA ANIDRA PA


( C15H14N3O2Na ) A 0,1%
Pesar 0,1g de vermelho de metila anidra PA ( C15H14N3O2Na ), passar para balão
volumétrico de 100 ml, adicionar álcool etílico PA (C2H5OH ) a 95% até completar ± 50ml,
dissolver, completar o volume com álcool etílico PA 95%, homogeneizar e guardar em
frasco previamente identificado na geladeira

3.6 PREPARO DA SOLUÇÃO PADRONIZADA DE ÁCIDO CLORÍDRICO PA ( HCL ) A


0,02N
Adicionar 1,7 ml ± 0,1 ml de ácido clorídrico PA ( HCl ), em um balão volumétrico de 1000
ml contendo ± 300 ml de água destilada, agitar, completar o volume com água destilada,
homogeneizar e guardar em frasco previamente identificado

3.7 PADRONIZAÇÃO DA SOLUÇÃO DE ÁCIDO CLORÍDRICO ( HCL ) A 0,02N


A) Pesar em duplicata 0,088 g ± 0,001 de carbonato de sódio anidro PA ( Na2CO3 ),
previamente seco em estufa a 250ºC durante 4 horas
B) Transferir o carbonato de sódio pesado anteriormente para um erlenmeyer de 250 ml,
adicionar
50 ml de água destilada e dissolver
C) Adicionar 2 gotas de vermelho de metila anidro PA ( C15H14N3O2Na ) a 0,1%
D) Titular com a solução de ácido clorídrico PA ( HCl ) a 0,02N até viragem para cor
levemente
vermelha
E) Ferver com o auxílio da chapa aquecedora a solução cuidadosamente para evitar
perdas, até
Desaparecer a cor vermelha
F)Retirar o erlemmeyer da fervura continuar a titulação com a solução de ácido clorídrico
PA
.( HCl ) a 0,02N, até que a cor vermelha permaneça estável
G) Cálculo da normalidade da solução de ácido clorídrico a 0,02N:

P 0,088 g
N= ex.:
0,053 x V 0,053 x 83,00 ml HCl 0,02N
Onde:

N = Normalidade da solução de ácido clorídrico


P = Peso do carbonato de sódio
V = ml da solução de ácido clorídrico gasto na titulação

3.1 ANÁLISE DE CLORETO


A) Medir 50 ml da amostra utilizando a pipeta volumétrica transferir para erlenmeyer de
125 ml
B) Adicionar 5 gotas de cromato de potássio anidro (K2Cr04) a 5% e titular com a solução
de nitrato de prata a 0,01 N até primeira viragem de amarelo para amarelo avermelhado
C) Anotar o valor dos ml gastos na titulação da amostra e digitar no Sigind de acordo com
o banco..de dados correspondente
Obs. Fazer uma prova em branco utilizando a água de condensado para desconto do
volume final dos ml gasto no sigind
3.2 PREPARO DA SOLUÇÃO DE CROMATO DE POTÁSSIO A 5%
A) Pesar 10 g de cromato de potássio anidro (K2Cr04) PA em um becker dissolver com
água deionizada, transferir para um balão volumétrico de 200 ml completar o volume com
água deionizada, homogeneizar e transferir para um frasco apropriado

3.3 SOLUÇÃO DE NITRATO DE PRATA A 0,1 N


Compramos pronta
3.4 SOLUÇÃO DE NITRATO DE PRATA A 0,01 N
A) Pipetar 100 ml da solução de nitrato de prata 0,1 N para um balão volumétrico de 1000
ml, completar o volume com água deionizada, homogeneizar e guardar em frasco
apropriado

3.1 ANÁLISE DE SULFITO


A) Pipetar 2,5 ml de solução EDTA PA a 3,72 g/l ( C10H14N2O8Na2.2H2O ) para um frasco
de vidro com tampa esmerilhada de 250 ml antes da coleta da amostra
B) Encher o frasco com a amostra até a boca, tampar, agitar levemente e aguardar 10
minutos em
repouso
C) Pipetar para um erlenmeyer de 250 ml, 5 ml de solução de ácido clorídrico PA ( HCl ) a
50% e adicionar ± 0,1 g de ácido sulfâmico anidro PA ( H2NOS3H )
D) Adicionar com pipeta volumétrica, 100 ml da amostra estabilizada com EDTA no
erlenmeyer acima, mantendo a extremidade da pipeta abaixo da superfície da solução
contida no erlenmeyer
E) Adicionar 1 ml de solução de goma de amido anidro PA ((C6H10O5)n ) e 5 ml de iodeto
de potássio anidro PA ( KI ) a 5% e F ) Titular com solução de iodato de potássio anidro
PA ( KIO3 ) PA, agitando o erlenmeyer até aparecer a primeira coloração azul persistente.
Anotar os ml gastos da solução de iodato de potássio
G) Anotar o valor dos ml gastos na titulação da amostra considerando o branco como
sendo 0,2 e digitar no Sigind de acordo com o banco de dado correspondente
3.2 PREPARO DA SOLUÇÃO DE ÁCIDO CLORÍDRICO A 50%
Dentro da capela e com o exaustor ligado, adicionar vagarosamente e com cuidado 500
ml de ácido clorídrico PA ( HCl ), em um becker de 1000 ml contendo ± 400 ml de água
destilada, homogeneizar com um bastão e transferir para um balão volumétrico de 1000
ml, levar para o banho com água corrente resfriar até temperatura ambiente completar o
volume e homogeneizar novamente, em seguida transferir para um frasco apropriado

3.3 PREPARO DA SOLUÇÃO DE EDTA A 3,72 G/L


Pesar 3,7225 g de EDTA PA ( C10H14N2O8Na2.2H2O ) previamente seco em estufa a 105ºC
por 3 horas, passar para balão volumétrico de 1000 ml contendo ± 500 ml de água
destilada, dissolver, completar o volume com água destilada e homogeneizar

3.4 PREPARO DA SOLUÇÃO PADRÃO DE IODATO DE POTÁSSIO


Pesar 0,566 g de iodato de potássio anidro PA ( KIO3 ), passar para balão volumétrico de
1000 ml contendo ± 500 ml de água destilada e dissolver. Pesar e adicionar na solução,
0,5 g de bicarbonato de sódio anidro PA ( NaHCO3 ), dissolver, completar o volume e
homogeneizar. A solução deve ser armazenada em uma bureta automática, coberta por
papel carbono. Os reagentes devem ser previamente secos em estufa a 120ºC por 2
horas.

3.5 PREPARO DA SOLUÇÃO DE IODETO DE POTÁSSIO A 50 G/L


Ferver aproximadamente 1200 ml de água, pesar 50 g de iodeto de potássio anidro PA
( KI ) isento de impurezas, passar para balão volumétrico de 1000 ml contendo ± 500 ml
de água destilada recém fervida e esfriada, em seguida dissolver e adicionar na solução
0,5 g de bicarbonato de sódio anidro PA ( NaHCO 3 ) previamente seco na estufa a 120ºC
por 2 horas, dissolver, completar o volume com a água fervida e homogeneizar

3.6 PREPARO DA SOLUÇÃO DE GOMA DE AMIDO


A) Dissolver em um becker contendo ± 50 ml de água destilada 6 g de amido anidro PA
((C6H10O5)N) para iodometria
B) Sob a chapa de aquecimento colocar um becker de 2000 ml contendo 1000 ml de água
destilada fervente, ..transferir a solução preparada no item A
C) Deixar aquecer por um período de 10 minutos
D) Adicionar 20 g de hidróxido de potássio anidro PA ( KOH ), homogeneizar e deixar em repouso
durante 2 horas
E) Adicionar 6 ml de ácido acético glacial 99.5% PA (CH3COOH), homogeneizar e por fim ajustar o pH
em 4,0 com ácido.clorídrico PA ( HCl )

F) Manter a solução em frasco fechado. A solução de amido assim preparada


permanecerá quimicamente .estável durante um ano

3.1 ANÁLISE DO TESTE DE AÇÚCAR NAS ÁGUAS


A) Enxaguar um tubo de ensaio com a amostra a ser análisada, adicionar ± 2 ml da
amostra e 3 gotas da solução de alfa-naftol anidro PA ( C10H8O ) a 5% e agitar
B) Com a boca do tubo de ensaio inclinado para o lado oposto ao corpo e com cuidado,
deixar escorrer lentamente na parede do tubo de ensaio, 2 ml de ácido sulfúrico PA
( H2SO4 )
C) Colocar o tubo na posição vertical e homogeneizar entre as mãos com movimento
rotatório, .lento e com cuidado. Aguardar ± 10 segundos
D) Se aparecer um anel lilás comprova contaminação de açúcar, caso contrário não existe
contaminação
E) Se houver contaminação, fazer a correção para ppm de açúcar na tabela de
concentração, anotar o resultado e digitar no Sigind de acordo com o banco de dados
correspondente
3.2 PREPARO DA SOLUÇÃO DE ALFA-NAFTOL A 5%
Adicionar 5 g de alfa-naftol anidro PA ( C10H8O ), em balão volumétrico de 100 ml
contendo ± 50 ml de álcool etílico anidro PA ( C2H5OH ) a 95%, dissolver, completar o
volume com álcool etílico PA 95% e homogeneizar

3.1 ANÁLISE DE SÍLICA NA ÁGUA DAS CALDEIRAS


A) Pipetar 5 ml da amostra em um becker de plástico de 250 ml
B) Adicionar 5 ml de solução de ácido clorídrico PA ( HCl ) a 2%, adicionar 0,5 ml
de solução de ácido oxálico dihidratado PA.( C2H2O4.2H2O.) a 10%, adicionar
2,5 ml de solução de molibdato de amônio tetrahidratado PA ( (NH4)6Mo7O24.4H20 )
a .10,2% e agitar. Deixar em repouso por 02 minutos
C) Adicionar 5 ml da solução sulfito de sódio anidro PA ( Na2SO3 ) a 2,7N e agitar,
em seguida deixar em .repouso por 5 minutos
D) Zerar o espectrofotômetro em absorbância com água destilada e fazer a leitura
em absorbância no comprimento de onda de 690 nm, caso não seja possível
realizar esta leitura devido à extrapolação da coloração por causa da alta
concentração de sílica, voltar ao item A acima e fazer diluição da amostra a. ser
analisada
E) Anotar o valor da leitura e da diluição e digitar no Sigind de acordo com o banco
de dados correspondente
3.2 PREPARO DA SOLUÇÃO DE ÁCIDO CLORÍDRICO ( HCL ) A 2%
Adicionar 20 ml de ácido clorídrico PA ( HCl ), em um balão volumétrico de 1000
ml contendo ± 300 ml de água destilada, agitar, completar o volume com água
destilada e homogeneizar

3.3 PREPARO DA SOLUÇÃO DE ÁCIDO OXÁLICO DIHIDRATADO PA


( C2H2O4.2H2O ) A 10%
Em um balão volumétrico de 1000 ml contendo ± 400 ml de água destilada,
adicionar 100 g de ácido oxálico dihidratado PA ( C2H2O4.2H2O ), dissolver,
completar o volume com água destilada e homogeneizar

3.4 PREPARO DA SOLUÇÃO DE MOLIBDATO AMÔNIO A 10,2%


Em um balão volumétrico de 1000 ml contendo ± 400 ml de água destilada,
adicionar 102 g de molibdato de Amônio tetrahidratado PA ( (NH 4)6Mo7O24.4H20 ),
dissolver, completar o volume com água destilada e homogeneizar

3.5 PREPARO DA SOLUÇÃO DE SULFITO DE SÓDIO A 2,7N


Em um balão volumétrico de 1000 ml contendo ± 400 ml de água destilada,
adicionar 170,154 g de sulfito de sódio anidro PA (Na2SO3 ), dissolver, completar o
volume com água destilada e homogeneizar.

3.6 ANÁLISE DE SÍLICA NA ÁGUA DESMINERALIZADA, CONDENSADO E


ALIMENTAÇÃO
A) Pipetar 5 ml de água destilada em um becker de plástico de 250 ml;Para
Branco.
B) Seguir procedimento das letras A,B,C do item 3.1 acima citado.
C) Zerar o espectrofotômetro em absorbância com o branco e fazer a leitura no
comprimento de onda de 815 nm, e digitar no sigind de acordo com o banco de
dados correspondente.
3.7 PREPARO DO PADRÃO DE SILICIO (Si) 10 ppm.
A) Pipetar 10 ml da solução padrão de silício 100 ppm (obtida no item 3.2 da RO
10/037-I) para um balão volumétrico de 100ml, completar o volume com água
destilada, homogeneizar e guardar em frasco previamente identificado.
3.8 PREPARO DA CURVA PADRÃO DE SILICA PARA ANALISE DE AGUA
DESMINERALIZADA., CONDENSADO E ALIMENTAÇÃO
A) Transferir para balões volumétrico de 50 ml previamente identificado , 0,1- 0,3 -
0,6 -1,0 -1,5 – 2,5 – 3,5 –5,0 ml
da solução padrão preparada no item 3,7, completar o volume com água destilada
e homogeneizar; estas soluções contem respectivamente: 0,043 – 0,128 – 0,257 –
0,428 – 0,642 – 1,070 – 1,497 – 2,139 ppm de sílica (SiO2)
B) Adicionar separadamente 5 ml das soluções para copo descartável de 50 ml e
em outro copo descartável 5 ml de água destilada para prova em branco.
C) Em cada copo adicionar 5 ml da solução de acido clorídrico PA (HCl) a 2%,
adicionar 0,5 ml da solução de acido oxálico dihidratado PA (C2H2O4.2H2O) a 10
%, adicionar 2,5 ml de solução de molibdato de amôneo tetrahidratado PA
(NH4)6MO7O24.4H2O) a 10,2 %, e agitar. Deixar em repouso por 02 minutos.
D)Adicionar 5 ml da solução de sulfito de sódio PA (Na 2SO3) a 2,7 N e agitar, em
seguida deixar em repouso por
5 minutos.
E) Seguir o procedimento do item 3.6, letra C.

3.1 ANÁLISE DE FÓSFORO TOTAL


A) Medir com proveta 100 ml da amostra e passar para um erlenmeyer de 250 ml
B) Adicionar 5 ml da solução de ácido sulfúrico PA ( H2SO4 ) a 37% e aproximadamente
1g de persulfato de ..amônio anidro PA ((NH4)2S2O8)
C) Levar a digestão 30 minutos com fervura branda. Se o volume baixar de 50% do
volume inicial, manter .em 50% adicionando água destilada. Em seguida resfriar,
avolumar em balão volumétrico de 100 ml com água destilada, homogeneizar e devolver
para o erlenmeyer
D) Adicionar 5 ml de molibdato de amônio tetrahidratado PA ( (NH4)6Mo7O24.4H2O ) a
4,8%, 5 ml da solução de amino e deixar...em repouso por 10 minutos
E) Zerar o espectrofotômetro em absorbância com água destilada e fazer a leitura em
absorbância no .comprimento de onda de 680 nm
F) Anotar o valor da leitura e digitar no Sigind de acordo com o banco de dados
correspondente
3.2 PREPARO DA SOLUÇÃO DE ÁCIDO SULFÚRICO A 37%
Colocar um balão volumétrico de 1000 ml contendo ± 500 ml de água destilada no banho
com água corrente, simultaneamente adicionar e homogeneizar vagarosamente e com
cuidado 370 ml de ácido sulfúrico PA ( H2SO4 ). Deixar em repouso na água corrente até
atingir a temperatura ambiente, completar novamente o volume e homogeneizar
3.3 PREPARO DA SOLUÇÃO DE MOLIBDATO DE AMÔNIO A 4.8%
Em um balão volumétrico de 1000 ml contendo ± 400 ml de água destilada, adicionar 48
g de molibdato de amônio tetrahidratado PA ( (NH4)6Mo7O24.4H2O ), dissolver, completar
o volume e homogeneizar
3.4 PREPARO DA SOLUÇÃO DE AMINO
A)Em um becker de 400 ml, adicionar 200 ml de água destilada e dissolver na ordem os
seguintes ..reagentes:
- 9,2500 g de sulfito de sódio anidro PA ( Na2SO3 )
- 0,2500 g de ácido amino naftol sulfâmico anidro PA ( H2N(HO)C10H5SO3H )
- 15,5000 g de metabissulfito de sódio anidro PA ( Na2S2O5 )
B) Após a homogeneização, transferir para um balão de 250 ml, completar o volume com
água destilada e.homogeneizar novamente
Obs.: Não deve colocar o segundo reagente enquanto o primeiro não estiver totalmente
dissolvido e.analogamente o terceiro não deve ser colocado enquanto o segundo não
estiver totalmente dissolvido.

3.1 ANÁLISE DE CONDUTIVIDADE E SÓLIDOS TOTAIS DISSOLVIDOS - STD


A) Adicionar aproximadamente 150 ml da amostra em um becker de 250 ml
B) Lavar a célula do condutivímetro com água destilada e enxugar com papel macio
evitando atrito
C) Imergir a célula na amostra com cuidado para não tocar na parede do recipiente
D) Fazer a leitura, anotar o valor encontrado, lavar a célula e deixar a mesma
submersa em água destilada
E Digitar o valor da leitura no Sigind de acordo com o banco de dados correspondente
Obs.: O valor da leitura do aparelho corresponde resultado direto da condutividade que
digitado no Sigind calcula-se o std
3.2 ANÁLISE DE pH
A) Adicionar aproximadamente 150 ml da amostra a ser analisada em u m becker de 250
ml
B) Lavar o eletrodo do pHmetro com água destilada, enxugá-lo com papel macio
evitando.atrito
C) Imergir o eletrodo na amostra com cuidado para não tocar na parede do recipiente
D) Fazer a leitura e anotar, em seguida lavar o eletrodo do pHmetro com água destilada,
enxugá-lo com papel macio evitando atrito e deixar o mesmo submerso em solução de
cloreto de potássio anidro PA (KCl) 0,1M
E )Digitar o valor da leitura no Sigind de acordo com o banco de dados correspondente

3.1 ANÁLISE DE CONDUTIVIDADE E SÓLIDOS TOTAIS DISSOLVIDOS - STD


A) Adicionar aproximadamente 150 ml da amostra em um becker de 250 ml
B) Lavar a célula do condutivímetro com água destilada e enxugar com papel macio
evitando atrito
C) Imergir a célula na amostra com cuidado para não tocar na parede do recipiente
D) Fazer a leitura, anotar o valor encontrado, lavar a célula e deixar a mesma
submersa em água destilada
E Digitar o valor da leitura no Sigind de acordo com o banco de dados correspondente
Obs.: O valor da leitura do aparelho corresponde resultado direto da condutividade que
digitado no Sigind calcula-se o std
3.2 ANÁLISE DE pH
A) Adicionar aproximadamente 150 ml da amostra a ser analisada em u m becker de 250
ml
B) Lavar o eletrodo do pHmetro com água destilada, enxugá-lo com papel macio
evitando.atrito
C) Imergir o eletrodo na amostra com cuidado para não tocar na parede do recipiente
D) Fazer a leitura e anotar, em seguida lavar o eletrodo do pHmetro com água destilada,
enxugá-lo com papel macio evitando atrito e deixar o mesmo submerso em solução de
cloreto de potássio anidro PA (KCl) 0,1M
E )Digitar o valor da leitura no Sigind de acordo com o banco de dados correspondente

3.1 ANÁLISE DE DUREZA TOTAL


A) Medir com proveta 50 ml da amostra e passar para um erlenmeyer de 250 ml
B) Adicionar 2 ml de solução amônio buffer, 3 gotas da solução preto de
eriocromo.
C) Caso a solução do erlenmeyer acima fique com uma coloração azul indica que
o valor da dureza é zero, se não, titular com uma solução de E.D.T.A PA
( C10H14N2O8Na2.2H2O ) 0,01M até virar para azul.
D) Anotar o valor dos ml gastos na titulação e digitar no Sigind de acordo com o
banco de dados..correspondente.

3.2 PREPARO DA SOLUÇÃO AMÔNIO BUFFER


A) Transferir, para um balão volumétrico de 1000 ml, 570 ml de hidróxido de
amônio PA(NH4OH)
B) Num becker de 500 ml pesar 67,5 g de cloreto de amônio( NH4Cl ) adicionar
250 ml de água destilada dissolver e transferir para o balão acima citado.
B) pesar 10g de cloridrato de hidroxilamina ( NH2OH.HCl ), dissolver com água
destilada, transferir para o balão acima citado, completar o volume do mesmo e
homogenizar.

3.3 PREPARO DA SOLUÇÃO PRETO DE ERIOCROMO PA ( C20H13N2NaO5S )


A) Em um becker de 250 ml pesar 0,4000g de preto de eriocromo anidro PA
( C20H13N2NaO5S ), adicionar 40 ml de trietanolamina, 40ml de álcool metílico, homogenizar
com bastão de vidro, transferir para um frasco âmbar e guardar em geladeira
Obs: Adicionar 20 ml num frasco pequeno com conta-gotas e deixar na bancada, para uso
diário.

3.4 PREPARO DA SOLUÇÃO DE EDTA PA ( C10H14N2O8Na2.2H2O ) A 0.01M


Adicionar 3,7224 g de EDTA PA ( C10H14N2O8Na2.2H2O ), em um balão volumétrico
de 1000 ml contendo ± 400 ml de água destilada, dissolver, completar o volume e
homogeneizar.

Analises de caldos e xaropes em bancada


3.1 ANÁLISE DE PH NO CALDO
A) Adicionar 150 ml da amostra a ser analisada em um becker de 250 ml
B) Lavar o eletrodo do pHmetro com água destilada, enxugá-lo com papel macio evitando
atrito
C) Imergir o eletrodo na amostra com cuidado para não tocar no becker e ligar o pHmetro
D) Fazer a leitura, anotar, desligar o pHmetro e em seguida lavar o eletrodo do pHmetro
com água destilada, enxugá-lo com .papel macio evitando atrito e deixar o mesmo
submerso em solução de cloreto de potássio anidro PA ( KCl ) a 0,1M ligeiramente ácida
(pH em torno de 5 a 6)
E) Anotar o resultado e digitar no Sigind de acordo com o banco de dados correspondente
OBS: Os caldos e xaropes da fabricação de açúcar são levados para o phgâmetro no
próprio recipiente de amostragem
3.2 ANÁLISE DE FOSFATO NO CALDO
A) Filtrar a amostra em papel de filtro, desprezando os primeiros ml, em seguida pipetar 1
ml do filtrado para um becker de 50 ml contendo 19 ml de água destilada
B) Em um outro becker de 50 ml, adicionar 20 ml de água destilada para fazer o branco
C) Adicionar 5 ml de reagente molibdato em cada becker preparado anteriormente e
deixá-los em repouso pôr 4 minutos
D) Adicionar 2 ml de cloreto estanoso dihidratado PA ( SnCl 2.2H2O ) a 0,4% em cada
becker e deixá-los em repouso por 10 minutos
E) Zerar o espectrofotômetro com o branco e fazer a leitura em absorbância no
comprimento de onda de 590 nm
F) Anotar o resultado da leitura e digitar no Sigind de acordo com o banco de dados
correspondente
3.3 ANÁLISE DE COR EM CALDOS
A) Pesar 10g de celite ± 0,5 g em becker plástico, adicionar água destilada até 50 ml ±
5 ml, homogeneizar
B) Acoplar o funil de Buchner no conjunto de filtração à vácuo, adicionar dois papéis de
filtro quantitativo e umedecê-lo com água destilada
C) Acionar a bomba de vácuo, homogeneizar a solução do item 3.3 letra A e adicionar
rapidamente no funil para obter uma camada uniforme, dispensar a água que ficou
retida no Kitassato
D) Filtrar ± 50 ml da amostra e dispensar, filtrar novamente 100 ml da amostra
E) Pesar 30 g ± 0,1 g da amostra filtrada a ser analisada, elevar o peso até 150 g ± 0,1
g com água destilada
F) Medir o pH e se estiver menor que 6,9 adicionar solução de hidróxido de sódio anidro
PA (NaOH) a 0,1N até ficar entre 6,9 e 7,1. Se estiver maior que 7,1 adicionar
solução de ácido clorídrico PA (HCl) a 0,1N até ficar entre 6,9 e 7,1.
G) Determinar o brix a 20º C no refratômetro e anotar o valor
H) Ajustar o espectrofotômetro a um comprimento de onda 420nm, e o ponto 100% de
transmitância com água destilada usando cubeta de 10 mm
I) Fazer a leitura da amostra em transmitância e anotar o valor
J) Digitar os valores de brix e transmitância no Sigind de acordo com o banco de dados
correspondente
3.4 ANÁLISE DE COR TOTAL EM CALDOS
A) Pesar 30 g ± 0,1 g da amostra a ser analisada, elevar o peso até 150 g ± 0,1 g com
água destilada
B) Medir o pH e se estiver menor que 6,9 adicionar solução de hidróxido de sódio anidro
PA (NaOH) a 0,1N até ficar entre 6,9 e 7,1.. Se estiver maior que 7,1 adicionar
solução de ácido clorídrico PA (HCl) a 0,1N até entrar na faixa até ficar entre 6,9 e 7,1.
C) Determinar o brix a 20º C no refratômetro e anotar o valor
D) Ajustar o espectrofotômetro a um comprimento de onda 420nm, e o ponto 100% de
transmitância com água destilada usando cubeta de 10 mm

E) Fazer a leitura da amostra em transmitância e anotar o valor


Digitar os valores de brix e transmitância no Sigind de acordo com o banco de dados
correspondente. ANÁLISE DE COR EM XAROPES
A) Pesar 30 g ± 0,1 g da amostra a ser analisada, elevar o peso até 150 g ± 0,1 g com
água destilada e homogeneizar
B) Seguir o item 3.3 letras A, B, C, D, E, F, G, H, I e J
3.6 ANÁLISE DE COR TOTAL EM XAROPES
A) Utilizando a amostra preparada no item 3.5 na letra A, pesar 30 g ± 0,1 g da amostra
a ser analisada, elevar o peso até 150 g ± 0,1 g com água destilada e homogeneizar
B) Seguir o item 3.4 letras B, C, D, E, F, G, H, I e J

3.7 ANÁLISE DE SULFITO NO CALDO


A) Medir com pipeta volumétrica 10 ml da amostra, passar para erlenmeyer de 250 ml,
adicionar 40 ml de água destilada, 10 ml de Solução ácido sulfúrico PA ( H2SO4 ) a 10% e
1 ml da solução Indicador de amido anidro PA ( (C6H10O5)n )
B) Titular com solução de iodo anidro PA ( I2 ) a 0,032N, até viragem de cor para azul
escuro
C) Anotar o valor dos ml gastos na titulação e digitar no Sigind de acordo com o banco de
dados correspondente
3.8 ANÁLISE DE DENSIDADE
A) Colocar uma proveta de 100 ml na balança analítica tarar e adicionar a amostra até
completar 100 ml e anotar o peso
OBS.: se a solução for muito densa adicionar lentamente observando para que não forme
bolhas de ar
B ) Cálculo: densidade = m

V
m = peso da amostra
V = ml da amostra

3.9 PREPARO DA SOLUÇÃO DE ÁCIDO SULFÚRICO A 10%


Colocar um balão volumétrico de 1000 ml contendo ± 800 ml de água destilada no banho
com água corrente, simultaneamente adicionar e homogeneizar vagarosamente com
cuidado 100 ml de ácido sulfúrico (H2SO4) PA. Deixar em repouso na água corrente até
atingir a temperatura ambiente, completar novamente o volume com água destilada e
homogeneizar.

3.10 PREPARO DA SOLUÇÃO DE GOMA DE AMIDO A 1%


A) Em um becker de 2000 ml adicionar ± 1100 ml de água destilada e levar para a chapa
aquecedora até ...que a mesma entre em ebulição
B) Pesar 10 g de amido anidro PA ( (C6H10O5)n ), dissolver em ± 50 ml de água destilada e
adicionar ao becker de 2000 ..ml que está na chapa aquecedora
C) Deixar a solução do becker de 2000 ml em ebulição até que o seu volume reduza para
1000 ml, após isto, retirar da chapa e deixá-lo em repouso por 48 horas com a boca
fechada com papel comum
3.11 PREPARO DA SOLUÇÃO DE IODO ANIDRO PA (I2) A 0,032N
A) Em um balão volumétrico de 200 ml contendo 100 ml de água destilada, dissolver 0,8 g
de Iodo anidro PA ( I2 ) e 1,6 g de Iodeto de potássio anidro PA ( KI )
B) Completar o volume para 180 ml, colocar a barra magnética e agitar por 40 minutos,
após agitar, retirar a barra magnética e completar o volume com deionizada para 200 ml
Obs.: Esta solução só é válida por 3 dias é deve ser armazenada em frasco âmbar.

3.12 PREPARO DA SOLUÇÃO REAGENTE DE MOLIBDATO


Em um becker de 600 ml contendo ± 400 ml de água deionizada, dissolver 47,4 g de
molibdato de sódio dihidratado PA ( Na2MoO4.2H2O ), em seguida adicionar lentamente e
cuidadosamente sob agitação constante, 213 ml de ácido sulfúrico PA ( H 2SO4 ), transferir
para um balão volumétrico de 1000 ml, completar o volume com água deionizada e
homogeneizar

3.13 PREPARO DA SOLUÇÃO ESTOQUE CLORETO ESTANOSO A 10%


Em um balão volumétrico de 100 ml contendo ± 50 ml de ácido clorídrico PA ( HCl ),
dissolver 10 g de cloreto estanoso dihidratado PA ( SnCl2.2H2O ) . Completar o volume
com ácido clorídrico PA (HCl)
Obs.: Preparar esta solução somente na capela e com o exaustor ligado

3.14 PREPARO DA SOLUÇÃO CLORETO ESTANOSO A 0,4%


Pipetar 1 ml da solução estoque cloreto estanoso dihidratado PA ( SnCl2.2H2O ) a 10%,
para um balão volumétrico de 25 ml, completar o volume com água destilada,
homogeneizar e guardar em frasco apropriado

3.15 PREPARO DA SOLUÇÃO DE HIDRÓXIDO DE SÓDIO ANIDRO PA (NaOH) A 0,1N


Seguir os itens 3.2 e 3.3 da RO-10/028

3.16 PREPARO DA SOLUÇÃO DE ÁCIDO CLORÍDRICO PA (HCL) A 0,1N


Compramos pronta

3.17 CONCENTRAÇÃO DE RESÍDUOS DO CALDO FILTRADO


A) Transferir 10 ml da amostra para tubos de ensaios, colocar na centrífuga e centrifugar
durante 10 minutos com uma rotação de 3000 rpm
B) Desligar a centrífuga fazer a leitura do volume decantado e anotar
C) Digitar no Sigind de acordo com o banco de dados correspondente

3.18 ANÁLISE DE BRIX


Limpar o prisma do refratômetro, fechar a tampa, acionar a tecla operar e quando
aparecer no visor “CARGA”, despejar a amostra no funil do aparelho e acionar a tecla
operar, aguardar estabilização, anotar o valor encontrado e digitar no Sigind de acordo
com o banco de dados correspondente.

Analise de açúcar
3.1 ANÁLISE DE PONTOS PRETOS NO AÇÚCAR
A) Pesar 100 g da amostra previamente Quarteada no item 3.1 desta rotina,
adicionar no funil de contagem fixado no suporte com base de ferro através da
mufa dupla.
B) Ligar a lâmpada, regular o fluxo de descarga do açúcar do funil sobre um papel,
efetuar a contagem de pontos pretos.
C) Caso o orifício de saída seja obstruído por pequenas aglomerações de açúcar,
abrir a válvula o suficiente Para desobstrução, retornando rapidamente à posição
inicial.
Obs.: O tempo de escoamento deve ser de aproximadamente 50 g por minuto
D) Anotar o número de pontos pretos encontrados na contagem e digitar no Sigind
de acordo com o banco de dados.correspondente
Observações:
A incerteza da medição é de 1 ponto preto / 100 g para uma faixa de trabalho de 1
a 10 ponto preto / g de açúcar
Na mesma faixa a reprodutibilidade interna é de 2 pontos pretos em 100 g de
açúcar
3.2 ANÁLISE DE PARTÍCULAS MAGNETIZÁVEIS NO AÇÚCAR
A) Pesar em um becker 1000 g da amostra previamente quarteada no item 3.10
desta rotina
B) Montar o separador magnético colocando prendendo a folha de papel de seda
com as lâminas metálicas.
C) Escoar vagarosamente o açúcar sobre o separador magnético, espalhando-o
por toda a extensão do funil separador.
D) Levantar o funil, remover o conjunto (placa magnética + papel) Eliminar os
eventuais cristais de açúcar do papel de seda (assoprando os cristais ou retirando
com pequenos toques com uma espátula).
F) Remover as lâminas metálicas, retirar o papel da placa magnética e transferir
as partículas para cápsula de inox apropriada, previamente tarada; massa do
cadinho vazio e massa do cadinho com partícula.
H) Digitar os pesos do cadinho vazio e com partículas no Sigind de acordo com o
banco de dados correspondente
Observações:
A incerteza da medição é de ± 0,3 mg/kg para uma faixa de trabalho 0,5 a 10,0
mg/kg para açúcar
A reprodutibilidade interna é de 0,5 mg/kg
3.3 ANÁLISE DE RESÍDUO INSOLÚVEL NO AÇÚCAR
A) Em um becker de 400 ml pesar 100 g ± 0,5 g da amostra previamente
quarteada, acrescentar ± 200 ml de água deionizada. quente e agitar até dissolver
todo o açúcar
B) Conectar o funil de buchner ao kitassato e este a bomba de vácuo
C) Colocar o papel de filtro no funil de buchner, umedecê-lo com água destilada e
ligar a bomba de vácuo
D) Filtrar toda a solução açucarada contida no becker de 400 ml, lavando o
becker com água destilada
E) Lavar as paredes internas do funil com água destilada suficiente para remover
os resíduos da parede do funil
F) Retirar o papel de filtro do funil de buchner, aguardar aproximadamente 30
segundos e fazer comparação com a folha padrão de classificação no anexo 04,
com..escala de 1 a 10
G) Anotar o valor encontrado e digitar no Sigind de acordo com o banco de dados
correspondente
Observação:
A reprodutibilidade do método interna do método é de 1 nível da escala
3.4 ANÁLISE DE COR ICUMSA - AÇÚCAR VHP
A) Pesar 50 ± 0,5 g de açúcar cristal previamente quarteado e transferir para
becker de 250 ml
B) Acrescentar 50 ± 1 g ou ( 50 ml ± 1 ml ) da solução TEA, agitar no agitador
magnético até completa dissolução
C) Filtrar a vácuo a solução açucarada em pré filtro e a membrana com o auxílio
do conjunto de filtração
D) Medir o brix refratométrico à 20ºC e anotar o valor encontrado
E) Ajustar espectrofotômetro à 420 nm e o ponto 100% da transmitância com a
solução TEA em cubeta de 10 mm.
F) Fazer a leitura da transmitância da solução açucarada e anotar o valor
encontrado
G) Digitar os valores encontrados e o comprimento da cubeta no Sigind de acordo
com o banco de dados correspondente
Obs.: Se estiver utilizando o espectro “FENTO”, entrar no programa especifico de
açúcar VHP. Onde, cor acima de 500 UI deverá ser feita com uma diluição de 70
ml de TEA e 30 ± 0,1 g do açúcar seguindo o processo normalmente e digitar o
resultado da cor do FENTO direto no Sigind
3.5 ANÁLISE DE COR ICUMSA DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO
A) Pesar 50 ± 0,1 g de açúcar cristal previamente quarteado e transferir para
becker de 250 ml
B) Acrescentar 50 ± 1 ml da solução TEA, agitar no agitador magnético até
completa a dissolução
C) Filtrar a vácuo a solução açucarada em pré filtro e a seguir em membrana com
o auxílio do conjunto de filtração
D) Medir o brix refratométrico à 20ºC e anotar o valor encontrado
E) Ajustar o espectrofotômetro à 420 nm e o ponto 100% da transmitância com a
solução TEA em cubeta de 10 mm.
OBS.: Se a transmitância for menor ou igual a 82,9 usar cubeta de 10 mm, se for
maior que 82,9 usar cubeta de 40 mm
F) Fazer a leitura da transmitância da solução açucarada e anotar o valor
encontrado
G) Digitar os valores encontrados e o comprimento da cubeta no Sigind de acordo
com o banco de dados correspondente
Obs.: Se estiver utilizando o espectro “FENTO”, entrar no programa especifico
para açúcar branco utilizando a cubeta de 40 mm e digitar o resultado da cor do
FENTO direto no Sigind
Observações:
A incerteza relativa da medição é de ± 4 % no na cor do açúcar
A reprodutibilidade interna e de 3 UI para o açúcar branco e de 30 UI para o
açúcar VHP
3.6 ANÁLISE DE GRANULOMETRIA NO AÇÚCAR
A) Montar o conjunto apropriado de peneiras sobre o vibrador mecânico em ordem
crescente ..de abertura
B) Usar as Seguintes peneiras: ABTN 20, 25, 30, 34, 40, 45, 50, 60, 80 e 100
C) Pesar individualmente todas as peneiras e anotar
D) Quartear a amostra, pesar e colocar as peneiras no equipamento e adicionar
100 g na peneira do topo
E) Fechar o equipamento e por em funcionamento durante 6 minutos
F) Retirar, pesar individualmente as peneiras e calcular ( P1 – P2 ) que é igual à %
de açúcar retido na.peneira. Obs. : P1 é o primeiro peso e P2 é o Segundo peso
G) Na escolha das peneiras deve-se fazer um teste prévio para que nenhuma
delas retenha mais de 30%.da amostra. A peneira do topo não deve reter mais
que 20% ou menos que 10%. Se a amostra apresentar elevada umidade é
necessário fazer uma pré secagem da mesma
H) Usando o anexo 05, traçar a representação gráfica da granulometria do açúcar
e determinar a16, a84 e a50
......a16 – abertura da peneira que retém 16% dos cristais
.....a84 – abertura que retém 84% dos cristais
......a50 – abertura que retém 50% dos cristais
I) Anotar os valores encontrados de a16, a84, a50, digitar no Sigind de acordo com
banco de dados correspondente
3.7PREPARO DA SOLUÇÃO DE TRIETANOLAMINA A 0,1M
A) Colocar um balão de 500 ml na balança pesar, com auxilio de uma pisseta com
trietanolamina pesar 7,5 ± 0,1 g de trietanolamina PA (( N(CH2CH2OH)3 ))
B) Completar o volume com água destilada e homogeneizar, armazenar em frasco
âmbar, validade 2 meses
3.8 PREPARO DA SOLUÇÃO DE ÁCIDO CLORÍDRICO A 0,1M
A) Transferir 4,5 ± 0,5 ml de ácido clorídrico PA ( HCl ) para um balão volumétrico
de 500 ml, contendo ± 250 ml..de água destilada
B) Completar o volume com água destilada e homogeneizar (esta solução é valida
por 90 dias)

3.9 PREPARO DA SOLUÇÃO DE TEA ( TRIETANOLAMINA / ÁCIDO


CLORÍDRICO )
A) Transferir 500 ml da solução de trietanolamina PA (( N(CH 2CH2OH)3 )) a 0,1M
para um becker de 1000 ml
B) Ajustar o pH para 7,0 ± 0,02 com solução de ácido clorídrico ( HCl ) a 0,1M
C) Preparar a solução TEA um dia antes do uso e guardá-la em um frasco
previamente identificado na .geladeira. Antes do uso retirar e guardar até que a
temperatura da solução TEA seja igual a .temperatura ambiente, medir o pH e se
necessário ajustar para pH 7,0 ± 0,02 com a solução de ácido clorídrico PA ( HCl )
a 0,1M ou a solução de trietanolamina (( N(CH2CH2OH)3 )) a 0,1m
D) A validade desta solução é de 8 horas após ser retirada da geladeira e deve
aferir o pH após 4 horas de uso. (Deverá preencher devidamente a etiqueta do
frasco da solução de uso)
Obs.: A solução estoque tem validade de cinco dias se conservada em geladeira

AQUI!!!
Analise do mosto
3.1 ANÁLISE DE ACIDEZ
A) Pipetar 20 ml da amostra para um becker plástico de 100 ml, adicionar 50 ml de água
destilada, colocar uma barra.magnética dentro do becker, levá-lo para o agitador
magnético, colocar a amostra em agitação, adentrar o eletrodo do. pH metro no becker,
medir o pH ( sem anotar ) e zerar a micro bureta da solução de hidróxido de sódio anidro
PA ( NaOH ) a 0,1N
B) Adicionar a solução de hidróxido de sódio lentamente até a leitura do pH chegar em ±
8,5 e anotar os ml gasto da .solução. Digitar os ml gastos e o fator da solução de
hidróxido de sódio 0,1 N no Sigind de acordo com o banco de dados correspondente
3.2 ANÁLISE DE DUREZA TOTAL
A) Medir 10 ml do caldo, transferir para balão volumétrico de 100 ml, avolumar com água
destilada e homogeneizar.
B) Pipetar 10 ml da amostra do balão, transferir para erlenmeyer de 250 ml, adicionar 90
ml de água destilada, acrescentar 2 ml da solução de amônio buffer, 5 ml de
trietanolamina 20 %, 8 gotas de preto de eriocromo e homogeneizar
C) Titular com solução de E.D.T.A 0,01 M até ocorrer a viragem da cor vermelho para
azul nítido, anotar os ml gasto e digitar no Sigind de acordo com banco de dados
correspondente
3.3 PREPARO DA SOLUÇÃO DE TRIETANOLAMINA 20 %
Medir 200 ml de trietanolamina, transferir para balão volumétrico de 1000 ml, enxaguar a
proveta com porções de água transferindo para o balão, avolumar o balão, homogeneizar
e guardar em frasco apropriado

3.4 PREPARO DA SOLUÇÃO DE E.D.T.A. 0,01M


Verificar procedimento na RO 10/021-I na folha 01/02 no item 3.4

3.5 PREPARO DA SOLUÇÃO AMÔNIO BUFFER


Verificar procedimento na RO 10/021 na folha 01/02 no item 3.2
3.6 PREPARO DA SOLUÇÃO DE PRETO DE ERIOCROMO
Verificar procedimento na RO 10/021 na folha 01/02 no item 3.3
Pesar 42,0 g de hidróxido de sódio anidro PA ( NaOH ), colocar ± 600 ml de água
destilada em um becker, adicionar os cristais vagarosamente e com agitação constante
até dissolver, resfriar até temperatura ambiente, transferir para um balão volumétrico de
1000 ml, completar o volume com água destilada, homogeneizar e agitar, guardar em
frasco apropriado

3.7 PREPARO DA SOLUÇÃO DE HIDRÓXIDO DE SÓDIO ANIDRO PA ( NaOH ) A 1N

3.8 PREPARO DA SOLUÇÃO DE HIDRÓXIDO DE SÓDIO ANIDRO PA ( NaOH ) A 0,1N


Pipetar 100 ml de solução de hidróxido de sódio anidro PA (NaOH) a 1N, utilizando pipeta
volumétrica de 100 ml, transferir para balão volumétrico de 1000 ml completar o volume
com água destilada, homogeneizar, agitar bem e guardar em frasco apropriado

3.9 PROCEDIMENTO PARA FATORAR SOLUÇÃO DE HIDRÓXIDO DE SÓDIO


ANIDRO PA ( NaOH )
A) Pipetar 50 ml da solução a ser fatorada para um becker de vidro de 250 ml, adicionar
50 ml de ácido clorídrico 0,1 N ( HCl ) .ou ácido sulfúrico 0,1 N ( H2SO4 )
B) Levar para o agitador magnético, colocar a amostra em agitação contínua, imergir o
eletrodo na amostra com cuidado para não tocar na parede do recipiente
C) Ligar o pHmetro, aguardar estabilização da leitura e observar, se o pH for maior que
7,00 adicionar vagarosamente ácido clorídrico ou ácido sulfúrico PA a 0,1N fatorado até
obter um pH de 7,00 e anotar os ml gasto
N1 = Normalidade da solução de ácido clorídrico PA ( HCl ) ou ácido sulfúrico PA ( H2SO4 )
a 0,1N
V2 = Volume gasto da solução de hidróxido de sódio anidro PA ( NaOH )
N2 = Normalidade da solução de hidróxido de sódio anidro PA ( NaOH ) a ser fatorada
Se a solução usada na fatoração estiver fator menor que 1, fazer a correção
multiplicando os ml gastos pelo fator da solução e somar ao valor de v2
D) Se o pH for menor que 7,0 adicionar hidróxido de sódio 0,1N o mesmo que deseja
fatorar, até obter um pH de 7,0 e anotar os ml gasto
E) Cálculo do fator da solução a ser fatorada ( F2 )
F2 = ( N1 x F1 x V1 ) / ( N2 x V2 )
Onde:
V1 = Volume gasto da solução de ácido clorídrico PA ( HCl ) ou ácido sulfúrico PA
( H2SO4 ) a 0,1N
F1 = Fator da solução de ácido clorídrico PA ( HCl ) ou ácido sulfúrico PA ( H 2SO4 ) a
0,1N

Analise do álcool
3.1 ANÁLISE DE GRAU INPM
A) Homogeneizar a amostra, lavar uma proveta de 500 ml utilizando parte da amostra
B) Encher a proveta até aproximadamente 5 cm da borda e introduzir o Termômetro para
álcool
C) Imergir o densímetro limpo e seco de tal forma que flutue livremente sem tocar nas
paredes e no fundo da proveta, aguardar ± 2 minutos para estabilização da temperatura,
fazer leitura da massa específica (visualizar a parte inferior do nível do álcool na proveta e
temperatura)
D) Anotar os valores e digitar no Sigind de acordo com o banco de dados correspondente
3.2 ANÁLISE DE ACIDEZ ACÉTICA
A) Utilizando uma proveta de 50 ml, adicionar 50 ml de água deionizada em um
erlenmeyer de 250 ml, Adicionar em seguida 50 ml da amostra a ser analisada
B) Adicionar 3 gotas de alfa-naftolftaleina anidra PA ( C28H18O4 ) a 0,1%
C) Titular com solução de hidróxido de sódio anidro PA ( NaOH ) a 0,02N, até ocorrer
viragem de incolor para levemente azul
D) Anotar os ml gastos e digitar no Sigind de acordo com o banco de dados
correspondente
3.3 ANÁLISE DE CONDUTIVIDADE
A) Adicionar 150 ml da amostra a ser analisada em um becker/copo descartável
B) Lavar a célula do condutivimetro com água destilada, enxugá-la com papel macio
evitando atrito
C) Imergir a célula na amostra com cuidado para não tocar na parede do recipiente
D) Fazer a leitura e anotar o valor encontrado, em seguida lavar a célula com água
destilada e emergi-la em um frasco apropriado
E) Digitar o valor anotado no Sigind de acordo com o banco de dados correspondente
3.4 ANÁLISE DE pH
A) Adicionar 150 ml da amostra a ser analisada em um becker/copo descartável
B) Lavar o eletrodo do pHmetro com água destilada, enxugá-lo com papel macio evitando
atrito
C) Imergir o eletrodo na amostra com cuidado para não tocar na parede do recipiente
D) Fazer a leitura e anotar o valor encontrado, em seguida lavar o eletrodo seguindo o
procedimento de lavagem da RO-10/020 item 3.2 letra D
E) Digitar o valor anotado no Sigind de acordo com o banco de dados correspondente
3.5 PREPARO DA SOLUÇÃO DE ALFA-NAFTOLFTALEÍNA ANIDRA PA (C28H18O4) A
0,1%
Em um balão volumétrico de 100 ml contendo ± 80 ml de álcool etílico anidro PA
( C2H5OH ), dissolver 0,1 g de alfa-naftolftaleína Anidra PA ( C 28H18O4 ), completar o
volume com álcool etílico e homogeneizar.

3.6 PREPARO DA SOLUÇÃO DE HIDRÓXIDO DE SÓDIO ANIDRO PA (NaOH) A 0,02N


Em um balão volumétrico de 1000 ml contendo ± 300 ml de água destilada, adicionar 210 ml de
hidróxido de sódio 0,1N, completar o volume com água destilada e homogeneizar.
3.7 PREPARO DA SOLUÇÃO DE ÁCIDO CLORÍDRICO PA (HCL) a 0,02N OU ÁCIDO
SULFÚRICO PA (H2SO4) A 0,02N
Pipetar para um balão volumétrico de 100 ml com pipeta volumétrica 20 ml da solução de
ácido clorídrico PA (HCl) a 0,1N ou ácido sulfúrico PA (H2SO4) a 0,1N, previamente
fatoradas, completar com água destilada e homogeneizar

3.8 PROCEDIMENTO PARA FATORAR SOLUÇÃO DE HIDRÓXIDO DE SÓDIO


ANIDRO PA ( NAOH) A 0,02N
A) Pipetar 50 ml da solução a ser fatorada para um becker de vidro de 250 ml, adicionar
50 ml de ácido clorídrico PA ( HCl ) ou ácido sulfúrico PA ( H2SO4 ) a 0,02N
B) Levar para o agitador magnético, colocar a amostra em agitação contínua, imergir o
eletrodo na amostra.com cuidado para não tocar no becker
C) Ligar o pHmetro, aguardar estabilização da leitura e observar, se o pH for maior que
7,00 adicionar..vagarosamente ácido clorídrico ou ácido sulfúrico 0,02N fatorado até obter
um pH de 7,00 e anotar os ml..gasto
D) Se o pH for menor que 7,00 adicionar hidróxido de sódio 0,02N fatorado, até obter um
pH de 7,0 e anotar ..os ml gasto
E) Cálculo do fator da solução a ser fatorada ( F2 )
F2 = ( N1 x F1 x V1 ) / ( N2 x V2 )

Onde:
V1 = Volume gasto da solução de ácido clorídrico PA ( HCl ) ou ácido sulfúrico PA
( H2SO4 ) 0,02N
F1 = Fator da solução de ácido clorídrico PA ( HCl ) ou ácido sulfúrico PA ( H2SO4 ) 0,02N
N1 = Normalidade da solução de ácido clorídrico PA ( HCl ) ou ácido sulfúrico PA ( H2SO4 )
0,02N
V2 = Volume gasto da solução de hidróxido de sódio PA ( NaOH )
N2 = Normalidade da solução de hidróxido de sódio PA ( NaOH ) a ser fatorada
Se a solução usada na fatoração estiver fator menor que 1, fazer a correção
multiplicando os ml gastos pelo fator da solução e somar ao valor de v2

Analises no vinho e água da torre


3 DETALHAMENTO
Todas as atividades descritas abaixo são realizadas no setor do laboratório e são de
responsabilidade do Analista do Laboratório
Todas as análises são realizadas de acordo com as necessidades do processo,
possibilitando uma flexibilidade nos intervalos de análises.

3.1 ANÁLISE DE ACIDEZ SULFÚRICA DO VINHO


A) Utilizando uma proveta, medir 20 ml da amostra a ser analisada para balão de fundo
redondo de 500 ml, utilizando uma proveta de 50 ml adicionar 50 ml de água deionizada
B) Colocar o balão na manta aquecedora e acoplar o condensador e deixar em
aquecimento com refluxo Durante 30 minutos
C) Retirar a amostra, transferir para becker de ± 140 ml, deixar resfriar até
Temperatura ambiente
D) Colocar um barra magnética e levar para o pHmetro
E) Adicionar a barra magnética no frasco, imergir o eletrodo na amostra com cuidado para
não tocar no becker e na barra magnética, ligar o pHmetro e o agitador magnético,
adicionar Solução de hidróxido de sódio PA ( NaOH ) a 0,1N fatorada até elevar a leitura
do pH para 8,5
F) Anotar os ml gastos e digitar no Sigind de acordo com o banco de dados
correspondente
3.2 ANÁLISE DO ºGL DA ÁGUA DA TORRE
A) Usando um repipetador automático, adicionar 20 ml da solução de dicromato de
potássio anidro PA ( K2Cr2O7) em meio ácido ..1:1 em um becker de 100 ml e colocar a
mangueira de saída do destilado dentro do becker
B) Ligar a caldeira do micro-destilador e observar se tem fluxo de água no condensador
C) Utilizando uma pipeta volumétrica, pipetar 10 ml da amostra para um balão volumétrico
de 500ml,..completar o volume com água deionizada, homogeneizar e anotar o valor do
fator de diluição usado
D) Utilizando uma pipeta graduada de 10 ml pipetar 10 ml da amostra acima e colocar
para destilar até...completar ± 40 ml no becker de 100 ml que esta com a solução
receptora
E) Transferir o conteúdo do becker de 100 ml para um erlenmeyer de 250 ml, utilizando
uma proveta ..graduada de 100 ml adicionar 100 ml de água deionizada no erlenmeyer
F) Com auxilio do repipetador automático adicionar 5 ml da solução de iodeto de potássio
anidro PA (KI) a 10%. Caso não .haja liberação de iodo ( cor avermelhada ), fazer mais
diluição na amostra

3 DETALHAMENTO
Todas as atividades descritas abaixo são realizadas no setor do laboratório e são de
responsabilidade do Analista do Laboratório
Todas as análises são realizadas de acordo com as necessidades do processo,
possibilitando uma flexibilidade nos intervalos de análises.

3.1 ANÁLISE DE ACIDEZ SULFÚRICA DO VINHO


A) Utilizando uma proveta, medir 20 ml da amostra a ser analisada para balão de fundo
redondo de 500 ml, utilizando uma proveta de 50 ml adicionar 50 ml de água deionizada
B) Colocar o balão na manta aquecedora e acoplar o condensador e deixar em
aquecimento com refluxo Durante 30 minutos
C) Retirar a amostra, transferir para becker de ± 140 ml, deixar resfriar até
Temperatura ambiente
D) Colocar um barra magnética e levar para o pHmetro
E) Adicionar a barra magnética no frasco, imergir o eletrodo na amostra com cuidado para
não tocar no becker e na barra magnética, ligar o pHmetro e o agitador magnético,
adicionar Solução de hidróxido de sódio PA ( NaOH ) a 0,1N fatorada até elevar a leitura
do pH para 8,5
F) Anotar os ml gastos e digitar no Sigind de acordo com o banco de dados
correspondente
3.2 ANÁLISE DO ºGL DA ÁGUA DA TORRE
A) Usando um repipetador automático, adicionar 20 ml da solução de dicromato de
potássio anidro PA ( K2Cr2O7) em meio ácido ..1:1 em um becker de 100 ml e colocar a
mangueira de saída do destilado dentro do becker
B) Ligar a caldeira do micro-destilador e observar se tem fluxo de água no condensador
C) Utilizando uma pipeta volumétrica, pipetar 10 ml da amostra para um balão volumétrico
de 500ml,..completar o volume com água deionizada, homogeneizar e anotar o valor do
fator de diluição usado
D) Utilizando uma pipeta graduada de 10 ml pipetar 10 ml da amostra acima e colocar
para destilar até...completar ± 40 ml no becker de 100 ml que esta com a solução
receptora
E) Transferir o conteúdo do becker de 100 ml para um erlenmeyer de 250 ml, utilizando
uma proveta ..graduada de 100 ml adicionar 100 ml de água deionizada no erlenmeyer
F) Com auxilio do repipetador automático adicionar 5 ml da solução de iodeto de potássio
anidro PA (KI) a 10%. Caso não .haja liberação de iodo ( cor avermelhada ), fazer mais
diluição na amostra

Analise micro biológica


3 DETALHAMENTO
Todas as atividades descritas abaixo são realizadas no setor do laboratório e são de
responsabilidade.do.Analista do Laboratório
Todas as análises são realizadas de acordo com as necessidades do processo,
possibilitando uma flexibilidade nos intervalos de análises

3.1 CONTAGEM DE BACTÉRIAS


A) Pipetar 5 ml de água destilada par um becker em seguida adicionar 1 ml da amostra
.usando uma pipeta volumétrica e homogeneizar
Obs.: Para cana da esteira, caldo do 1º terno e 2º terno, não é necessário fazer diluição
B) Retirar 1 ml e transferir para um becker de 10 ml, adicionar 1 ml do corante azul de nilo
e .homogeneizar
C) Pipetar 0,002 ml da solução para a lâmina, em seguida cobrir com a lamínula 20x20
mm
D) Colocar uma gota de óleo de imersão sobre a lamínula e em seguida colocá-la no
microscópio.para efetuar a contagem
E) Fazer a contagem no mínimo de 25 campos usando a objetiva de 100, registrando os
valores que vão sendo encontrados em um contador de células manual Lay out a ser
seguido para a contagem dos campos:

Lâmina do microscópio

F) Anotar o valor do número de bactérias encontrado e digitar no Sigind usando o banco


de dados.correspondente

3.2 CONTAGEM DA CÉLULA BROTO, CÉLULA DE LEVEDURA E CÉLULA MORTA


A) Retirar 1 ml da solução preparada no item A do item 3.1, transferir para um becker
B) Adicionar 1 ml do corante de eritrosina no becker e homogeneizar
C) Com o auxílio de uma pipeta adicionar uma gota da solução na lâmina, em seguida
cobrir com a lamínula 20x20 mm
D) Seguir o mesmo procedimento D do item 3.1
E) Fazer a contagem com a objetiva de 100 contando aproximadamente 250 células
totais, registrando em um contador de células digital o qual vai registrando o somatório
individual de células vivas, mortas e brotos
F) Anotar o valor do número de células encontrado e digitar no Sigind usando o banco de
dados.correspondente
3.3 PREPARO DA SOLUÇÃO DE AZUL DE NILO
A) Pesar 2,0 g de sulfato de azul de nilo anidro PA ( C20H21N3O5S ) e transferir para um
balão de 100 ml, .completar o volume com água destilada e homogeneizar
B) Pesar 0,2 g de azul de metileno trihidratado PA ( C16H18CIN3S.3H2O ), dissolver em 10
ml de água destilada, adicionar 2,0 g de citrato de sódio anidro PA ( Na3C6H5O72.H2O ) e
agitar até a dissolução. Filtrar para um balão de 100 ml e completar o volume com água
destilada.
C) Misturar a solução do item A com a solução do item B, filtrar em algodão e armazenar
na..geladeira
3.4 PREPARO DA SOLUÇÃO DE ERITROSINA ANIDRA PA ( C20H6I4Na2O5 ) ESTOQUE
Pesar 1,0 g de eritrosina Anidra PA ( C20H6I4Na2O5 ), transferir para um balão de 100 ml,
completar o volume com água destilada e homogeneizar

3.5 PREPARO DA SOLUÇÃO DE FOSFATO DE SÓDIO MONOBÁSICO ANIDRO PA


( NaH2PO4 ) A 0,2M
Pesar 11,9980 g de fosfato de sódio monobásico anidro PA ( NaH 2PO4 ), transferir para
um balão volumétrico de 500 ml, completar o volume com água destilada e
homogeneizar

3.6 PREPARO DA SOLUÇÃO DE FOSFATO DE SÓDIO DIBÁSICO ANIDRO PA


( Na2HPO4 ) A 0.2M
Pesar 14,1960 g de fosfato de sódio dibásico anidro PA ( Na 2HPO4 ), transferir para um
balão volumétrico de 500 ml, completar o volume com água destilada e homogeneizar

3.7 PREPARO DA SOLUÇÃO TAMPÃO DE FOSFATO DE SÓDIO MONOBÁSICO


ANIDRO PA ( NaH2PO4 ) A 0,2M
Misturar em um balão de 1000 ml, 500 ml da solução do item 3.5 e 500 ml da solução do
item 3.6, homogeneizar e armazenar em um frasco previamente identificado na geladeira

3.8 PREPARO DA SOLUÇÃO DE ERITROSINA ANIDRO PA ( C20H6I4Na2O5 )


CORANTE
Pipetar 1 ml da solução do item 3.4, transferir para um balão de 100 ml, adicionar 50 ml
da solução do item 3.7, homogeneizar e armazenar em um frasco previamente
identificado na geladeira

Analise de solos
3.1 PREPARO DA AMOSTRA DE SOLO (SECAGEM E PENEIRAGEM)
A) Colocar a amostra para secar ao natural, esparramando em uma folha de jornal
na casinha de secagem de solos;
B) Após a secagem homogeneizar bem a amostra, retirar folhas, galhos e pedras
que poderá vir junto com a amostra, colocar parte em uma peneira de abertura 2
mm e peneirar fazendo o destorramento com o auxilio de um rolo de madeira até
passar toda a terra;
C) Homogeneizar, transferir para saco plástico previamente identificado com o
número referente a etiqueta e enviar para o laboratório de análise.
3.2 ANÁLISE DE PH EM CLORETO DE CÁLCIO NO SOLO
A) Colocar em frascos de 80 ml previamente identificado, 10,0 cm3 de solo
preparado no item 3.1 usando cachimbo próprio para.medição;
Obs.: Utilizar uma régua para nivelar o solo nas bordas do cachimbo.
B) Adicionar 25 ml de cloreto de cálcio dihidratado (CaCl2 . 2 H20) 0,01) M,
preparado na RO-10/009-I item 3.2 tampar, levar para mesa agitadora e
agitar durante 10 minutos.
C) Retirar as tampas dos frascos, repousar durante 45 minutos;
D) Realizar as leituras no pHmetro mergulhando o eletrodo até tocar na camada
de solo sedimentada no fundo do copo, aguardar a estabilização da leitura e
anotar os valores encontrados para posteriormente serem digitados e processados
através de planilha eletrônica, ficando disponível em rede.
3.3 GUARDA DA TERRA APÓS A ANÁLISE
A) As amostras ficarão arquivadas durante 4 meses e a partir deste período poderão ser
descartadas a qualquer momento.
3.1 ANÁLISE DE PH EM SMP NO SOLO (HIDROGÊNIO MAIS ALUMÍNIO H+AL)
A) Retirar da geladeira uma quantidade de solução de SMP que será usada no mesmo
dia (não é necessário aguardar temperatura ambiente);
B) Nos frascos que foram medidos o pH em cloreto de cálcio, adicionar 5 ml da solução
tampão SMP, usando pipeta de 10 ml graduada colocar 5 ml em cada amostra;
C) Tampar, agitar por 10 minutos em mesa agitadora, retirar as tampas dos copos e
repousar durante 45 minutos;
D) Fazer leituras em pHmetro mergulhando o eletrodo e o compensador até tocar na
camada sedimentada do solo no fundo do copo, aguardar a estabilização da leitura, fazer
a aproximação da ultima casa para ‘’0’’ ou ‘’5’’ e anotar o valor correspondente ao pH;
Exemplo da aproximação: 5,33 = 5,35; 5,32 = 5,30.
E) Digitar no Sigind de acordo com o banco de dados correspondente.
3.2 PREPARO DA SOLUÇÃO DE CLORETO DE CÁLCIO
Pesar 1,4702 g de cloreto de cálcio dihidratado PA ( CaCl2.2H2O ), dissolver em balão
volumétrico de 1000 ml usando água deionizada, completar o volume com água
deionizada, agitar bem, medir o pH da solução de maneira que o mesmo fique na faixa de
5 à 6,5 e em seguida guardar em frasco previamente identificado. Se o pH da solução
estiver fora da faixa definida, deverá descartar a solução e preparar esta solução
novamente verificando a qualidade da água utilizada através do pH que deverá estar
entre 5,2 a 6,5.
Obs.: se o pH da água deionizada estiver abaixo de 5,2 ou acima de 6,5 acionar o analista
líder para providenciar a regeneração da resina.

3.3 PREPARO DA SOLUÇÃO TAMPÃO SMP


Em balão volumétrico de 1000 ml, colocar em seqüência:
A) 106,20 g de cloreto de cálcio dihidratado PA ( CaCl22H2O );
B) 6,0 g de cromato de potássio anidro PA ( K2CrO4 );
C) 4,0 g de acetato de cálcio monohidratado PA ( (CH3COO)2CaH2O ) e adicionar 5 ml de
trietanolamina PA (N(CH2CH2OH)3 )a .100%;
D) Adicionar aproximadamente 600 ml de água deionizada;
E) Separadamente dissolver 3,6 g de P-Nitrofenol anidro PA ( NO2C6H4OH ) em
aproximadamente 200 ml de água quente, em caso de presença de impurezas filtrar.
Resfriar, juntar no balão da solução inicial, completar o volume com água deionizada,
homogeneizar bem;
F) Colocar a solução em um becker e ajustar o pH em 7,5. Se o pH da solução for menor
que 7,5 adicionar hidróxido de sódio PA ( NaOH ) e se for maior que 7,5 adicionar ácido
acético ( C2H4O2) 10%
G) Após ajustar o pH, transferir a solução para frasco apropriado, preencher a etiqueta
com a data de fabricação, validade da solução e armazena-la em geladeira;

3.4 PROCEDIMENTO PARA DEFINIR A DATA DE VALIDADE DE UMA SOLUÇÃO OU


O DESCARTE
1º - Verificar se existe uma data pré-definida em rotina;
2º - Verificar a data de vencimento dos reagentes ou do reagente utilizado e definir a data
de validade da solução de acordo com o vencimento do reagente ou do 1º reagente a
vencer;
3º - Caso não tenha uma data pré-definida e nenhum reagente a vencer durante o ano a
solução terá validade para os próximos 6 meses;
4º - Ao perceber características diferentes na cor da solução, resíduos ou qualquer outra
diferença na solução esta deve ser descartada e preparar uma outra solução para o uso.

3.1 PREPARO DA AMOSTRA PARA DETERMINAÇÃO DE FÓSFORO ( P ), POTÁSSIO


( K ) EM RESINA
A) Medir 2,5 cm3 da amostra preparada na RO-10/008-I item 3.1 usando o cachimbo de
medição e com auxilio de uma régua nivelar o solo na borda do cachimbo;
B) Colocar a amostra medida em copo plástico de 80 ml, previamente identificado com o
número da amostra e colocar uma bolinha de gude;
C) Adicionar 25 ml de água deionizada, tampar os copos, agitar por 15 minutos com
agitação de 220 rpm;
D) Após a agitação, com auxilio de uma pinça, retirar as bolinhas enxaguando com o
mínimo possível de água, colocar 2,5 cm3 da resina regenerada, em um outro copo
identificado como branco, adicionar 25 ml de água deionizada, 2,5 cm3 de resina e
agitar novamente por 16 horas na mesma rotação;
E) Levar as amostras para o conjunto separador de resina, lavar a resina com mínimo de
água possível e até ter certeza de que a resina esteja bem limpa, ou seja, quando a
água estiver saindo bem limpinha;
F) Transferir a resina que ficou retida, para copo plástico de 80 ml previamente
identificado com o número da amostra, lavando o fundo da tela do separador com a
solução de Cloreto de Amônia 0,8 N em Ácido Clorídrico 0,2 N, fechar os copos e
agitar durante 1 hora.

3.2 ANÁLISE DE FÓSFORO ( P ) EM RESINA


A) Pipetar 4 ml do extrato, transferir para copo descartável, adicionar 16 ml de Molibidato
de Amônio diluído, deixar em repouso por 30 minutos;
B) Fazer leituras em espectofotômetro no comprimento de onda de 660 nm, zerar o
aparelho com a prova em branco, fazer as leituras em transmitância e anotar ;
C) Digitar em planilha do excel “curvas atuais/P resina” com os resultados dos valores de
A e B obtidos através da realização da curva dos padrões para cálculo da concentração;
Obs.: Se encontrar uma leitura igual ou menor 2,0 fazer diluição: Pipetar 0,5 ml da
solução, adicionar 3,5 ml da solução de Cloreto de Amônia 0,8 N em Ácido Clorídrico 0,2
N, e 16 ml de Molibidato de Amônio diluído, deixar em repouso por 30 minutos e fazer
leitura novamente.
C) Digitar no Sigind de acordo com banco de dados correspondente.

3.3 ANÁLISE DE POTÁSSIO (K) EM RESINA


A) Ligar o fotômetro de chama, ligar o compressor de ar, abrir o gás, aguardar alguns
segundos para acender a chama, aguardar o ajuste da chama, entrar na opção
calibrar;
B) Colocar no aparelho a solução de Cloreto de Amônia 0,8 N em Ácido Clorídrico 0,2 N
(Branco), colocar o padrão de potássio 10 e em seguida o padrão de 20 ppm, repetir o
processo com a solução do branco e o padrão para conferir a calibração do aparelho;
Obs.: Se o aparelho não zerar ou, der uma diferença na leitura do padrão maior de +/- 0,2
chamar o encarregado para fazer a linearidade do aparelho.
C) Após a calibração do equipamento, fazer as leituras utilizando o extrato final do item
3,1, colocar a mangueira do aparelho dentro da amostra, aguardar a estabilização da
leitura e anotar o valor encontrado;
Obs.: Quando estiver sugando o extrato para a leitura, ter o cuidado para não aproximar o
ponta da mangueira muito próximo das resinas para o aparelho não sugá-las.
D) Se obter uma leitura maior que 22 ppm. fazer a diluição necessária do extrato:
fazendo com que a leitura caia dentro da faixa do aparelho que é de 0 a 20 ppm;
E) Digitar os resultados no Sigind de acordo com banco de dados correspondente;
F) Após a digitação de todos os dados, disponibiliza-los em rede ao departamento
agrícola apropriado.
3.4 PROCEDIMENTO PARA SEPARAR A RESINA DA AREIA
Após ter realizado as análises de P e K, transferir a resina com o extrato para becker,
descartar o extrato deixando a resina no fundo do becker, lavar com 5 porção de água da
torneira para retirar o excesso do extrato da amostra, com auxilio de uma pisseta com
água deionizada transferir a resina para outro becker de forma que a areia fique no becker
anterior. Armazenar a resina até o momento da nova regeneração.
3.5 PREPARO DA SOLUÇÃO DE CLORETO DE AMÔNIO 0,8 N EM ÁCIDO CLORÍDRICO 0,2 N
Pesar 42,8 g de Cloreto de Amônio NH4Cl, transferir para balão volumétrico de 1000 ml com
aproximadamente 500 ml de água deionizada, utilizando a capela de exaustão e o exaustor ligado,
medir e adicionar 16,6 ml de Ácido Clorídrico HCl, completar o volume, homogeneizar e guardar em
frasco.

3.6 PREPARO DA SOLUÇÃO ESTOQUE DE MOLIBDATO DE AMÔNIO


Pesar 20,0 g de Molibdato de Amônio (NH4)6Mo7O24.4H2O, transferir para becker de vidro contendo
aproximadamente 100 ml de água deinizada aquecida em chapa de aquecimento, resfriar a solução,
adicionar 0,7 g de Tartarato de Antimônio e Potássio C4H4KO7Sb.1/2H2O, homogeneizar e em seguida
adicionar lentamente 320 ml de ácido Sulfúrico PA H2SO4, resfriar em banho Maria com água corrente,
transferir para balão volumétrico de 1000 ml, avolumar, homogeneizar e guardar em frasco apropriado
em geladeira.
Obs.: Esta solução poderá apresentar-se azulada, mas ficara incolor ao ser diluída.

3.7 PREPARO DA SOLUÇÃO DILUÍDA DE MOLIBDATO DE AMÔNIO


A) Colocar um becker com aproximadamente 200 ml de água deionizada na chapa de aquecimento
para aquecimento brando, pesar 0,6 grama de Gelatina em pó, adicionar na água quente e dissolver ;
B) Transferir 50 ml medido em proveta da solução do Estoque de Molibdato de Amônio, transferir para
balão volumétrico de 1000 ml, adicionar 500 ml de água deionizada e transferir a solução de Gelatina
para o balão volumétrico, pesar 1,000 g de Ácido Ascórbico PA (C6H8O6), transferir para o balão
volumétrico com as outras soluções, avolumar, homogeneizar;
Obs.: Esta solução deverá ser utilizada apenas no dia que foi preparada.
3.8 PREPARO DA SOLUÇÃO PADRÃO DE FOSFÓRO COM CONCENTRAÇÃO DE 40 mg/l
Pesar 0,1757 g de Fosfato Monobásico de Potássio PA, KH2PO4, seco em estufa a 105 ºC por 2 horas,
transferir para balão volumétrico de 1000 ml utilizando a solução de Cloreto de Amônio 0,8 N em Ácido
Clorídrico 0,2 N até completar o volume, homogeneizar, guardar em frasco apropriado e guardar em
geladeira.

3.9 PREPARO DA CURVA PADRÃO DE FÓSFORO DE 0,8, 1,6, 2,4, 3,2, E 4,0 PPM
Pipetar 0, 1, 2, 3, 4, e 5 ml da solução Padrão de Fósforo de Concentração de 40 mg/l, transferir para
balão volumétrico de 50 ml, completar o volume com a solução de Cloreto de Amônia 0,8 N em Ácido
Clorídrico 0,2 N, transferir para copo plástico de 80 ml, utilizando cachimbo de medição adicionar 2,5
cm3 de resina, agitar por 1 hora, seguir o procedimento do item 3,2 juntamente com as amostras e
digitar as leituras e concentração conhecida na planilha do excel curvas atuais P resina, para cálculo
do valor de A e B.

3.10 PREPARO DA SOLUÇÃO PADRÃO DE POTÁSSIO ( K ) 1000 PPM

Transferir o conteúdo de uma bisnaga da solução de Cloreto de Potássio (MERCK), para


balão volumétrico de 1000 ml, completar o volume água deionizada, homogeneizar e
guardar em frasco apropriado.

3.11 PREPARO DA SOLUÇÃO PADRÃO DE POTÁSSIO ( K ) 20 PPM

Medir com pipeta volumétrica 2 ml da solução padrão de potássio 1000 ppm. colocar em
balão de 100 ml, completar o volume com solução de Cloreto de Amônia 0,8 N em Ácido
Clorídrico 0,2 N, homogeneizar e transferir para frasco apropriado.

3.12 PREPARO DA SOLUÇÃO PADRÃO DE POTÁSSIO ( P ) 10 PPM

Transferir com pipeta volumétrica 1 ml da solução padrão de Potássio 1000 ppm. para
balão volumétrico de 100 ml, completar o volume com a solução de Cloreto de Amônia 0,8
N em Ácido Clorídrico 0,2 N, homogeneizar e transferir pra frasco apropriado.

3.13 REGENERAÇÃO DA RESINA NOVA


A) Misturar partes iguais das resinas (aniônica e catiônica: AMBERLITE IRA-400 e
AMBERLITE IR 120) medidas em uma proveta e transferir para becker;
B) Adicionar solução de sais e ácidos até cobrir a resina e deixar em repouso por 2 a 3
semanas agitando 3 vezes ao dia em movimentos de cruz;
C) Jogar a solução fora, lavar a resina por 5 vezes utilizando em cada uma o mesmo
volume da resina que esta sendo regenerada. Ou seja, se estamos regenerando 200
ml de resinas, devemos passar 5 porções de 200 ml de água deionizada, com auxilio
de água deionizada, transferir a resina para o tubo de percolação;
Percolar lentamente varias soluções: para cada volume de resina, passar 5 porções
de água deionizada, 5 volumes de ácido clorídrico 1 N, e 5 porções de água
deionizada, 5 volumes de hidróxido de sódio 1 N e 5 volumes de água deionizada, 5
volumes de Ácido Clorídrico 1 N, 10
D) volumes de Cloreto de Amônio 1 N e mais 5 volume de água deionizada. Deixar a
resina no tubo do percolador imersa na água e retirar quando precisar usar.
3.14 REGENERAÇÃO DA RESINA VELHA (USADA)
Obs.: A regeneração da resina velha é feita a partir do momento que é necessário. Ou
seja, quando estiver acabando a resina regenerada.
A) Com a resina obtida no item 3,4, medir em proveta o volume da resina, transferir para
o tubo de percolação e percolar lentamente 10 volumes de Cloreto de Amônio 1 N e
em seguida 5 volumes de água deionizada;
B) Transferir 5 volumes de Bicarbonato de Sódio com pH de 8,5 para barrilete apropriado
e regular a vazão para gotejar até passar toda a solução;
C) Deixar esta solução no tubo do percolador até o momento necessário da utilização.
Quando for utilizar com o auxilio do barrilete passar 5 volumes água deionizada, retirar
toda a resina, utilizar imediatamente, medir em proveta e devolver para tubo
percolador.
Obs.: Quando a resina tiver sido regenerada no dia anterior devemos seguir o
procedimento da letra B do item acima até acabar com a resina que foi regenerada nesta
batelada
3.15 PREPARO DA SOLUÇÃO DE ÁCIDO CLORÍDRICO 1 N
Medir em proveta 83 ml de Ácido Clorídrico HCl, transferir para balão volumétrico de 1000
ml já contendo aproximadamente 600 ml de água deionizada, completar o volume,
homogeneizar e transferir para barrilete.
Obs.: Esta solução deverá ser preparada dentro da capela de exaustão, com o
exaustor e a lâmpada ligada.

3.16 PREPARO DA SOLUÇÃO DE HIDRÓXIDO DE SÓDIO 1 N


Pesar 40,0 g de Hidróxido de Sodio NaOH, transferir para balão volumétrico de 1000 ml já
contendo aproximadamente 600 ml de água deionizada, homogeneizar até a completa
dissolução, completar o volume, homogeneizar e transferir para barrilete.
Obs.: Esta solução deverá ser preparada dentro da capela de exaustão, com o
exaustor e a lâmpada ligada.

3.17 PREPARO DA SOLUÇÃO DE CLORETO DE AMÔNIO 1 N


Pesar 53,5 g de Cloreto de Amônio NH4Cl, transferir para balão volumétrico de 1000 ml já
contendo aproximadamente 600 ml de água deionizada, homogeneizar até a completa
dissolução, completar o volume, homogeneizar e transferir para barrilete.

3,18 PREPARO DA SOLUÇÃO DE SAIS E ÁCIDOS


Pesar 5,00 g de Fosfato Monobásico de Potássio KH2PO4, transferir para balão
volumétrico de 500 ml já contendo 200 ml de água deionizada, adicionar 4,00 g Cloreto de
Cálcio CaCl2.2H2O, adicionar 2,00 g de Sulfato de Magnésio MgSO4.7H2O, homogeneizar
até a completa dissolução, completar o volume, homogeneizar e transferir para o becker
com a resina ou para frasco apropriado.

3.19 PREPARO DA SOLUÇÃO DE BICARBONATO DE SÓDIO 1 N pH 8,5


Pesar 84,0 g de Bicarbonato de Sódio NaHCO3, transferir para balão volumétrico de
1000 ml já contendo aproximadamente 600 ml de água deionizada, homogeneizar até
a completa
dissolução, completar o volume, homogeneizar e transferir para becker, levar para
phmetro, colocar em agitação levemente, medir o pH e com auxilio de um copo
descartável, adicionar Hidróxido de sódio 50 % ou Ácido Clorídrico 50 % até pH 8,5.
Obs.: Esta solução deverá ser preparada no momento da utilização.

3.1 ANÁLISE DE CARBONO ORGÂNICO, ARGILA E SILTE


A) Pegar as amostras que foram preparadas de acordo com Ro 10/008-I no item 3.1, leva-
las para próximo do NIR 02
B) Com auxílio do cachimbo de medição utilizado na análise de solo, transferir um
cachimbo da amostra para cubeta apropriada e espalhar a amostra de forma que fique o
mais uniforme possível
C) Escolher o produto a ser analisado na tela do InfraAlyzer 02, abrir a gaveta, colocar a
cubeta, fechar e aguardar que o aparelho faça a leitura
D) Anotar os valores e digitar no Sigind de acordo com o banco de dados correspondente

3.1 ANÁLISE DE PH EM SMP NO SOLO (HIDROGÊNIO MAIS ALUMÍNIO H+AL)


A) Retirar da geladeira uma quantidade de solução de SMP que será usada no mesmo
dia (não é necessário aguardar temperatura ambiente);
B) Nos frascos que foram medidos o pH em cloreto de cálcio, adicionar 5 ml da solução
tampão SMP, usando pipeta de 10 ml graduada colocar 5 ml em cada amostra;
C) Tampar, agitar por 10 minutos em mesa agitadora, retirar as tampas dos copos e
repousar durante 45 minutos;
D) Fazer leituras em pHmetro mergulhando o eletrodo e o compensador até tocar na
camada sedimentada do solo no fundo do copo, aguardar a estabilização da leitura, fazer
a aproximação da ultima casa para ‘’0’’ ou ‘’5’’ e anotar o valor correspondente ao pH;
Exemplo da aproximação: 5,33 = 5,35; 5,32 = 5,30.
E) Digitar no Sigind de acordo com o banco de dados correspondente.
3.2 PREPARO DA SOLUÇÃO DE CLORETO DE CÁLCIO
Pesar 1,4702 g de cloreto de cálcio dihidratado PA ( CaCl2.2H2O ), dissolver em balão
volumétrico de 1000 ml usando água deionizada, completar o volume com água
deionizada, agitar bem, medir o pH da solução de maneira que o mesmo fique na faixa de
5 à 6,5 e em seguida guardar em frasco previamente identificado. Se o pH da solução
estiver fora da faixa definida, deverá descartar a solução e preparar esta solução
novamente verificando a qualidade da água utilizada através do pH que deverá estar
entre 5,2 a 6,5.
Obs.: se o pH da água deionizada estiver abaixo de 5,2 ou acima de 6,5 acionar o analista
líder para providenciar a regeneração da resina.

3.3 PREPARO DA SOLUÇÃO TAMPÃO SMP


Em balão volumétrico de 1000 ml, colocar em seqüência:
A) 106,20 g de cloreto de cálcio dihidratado PA ( CaCl22H2O );
B) 6,0 g de cromato de potássio anidro PA ( K2CrO4 );
C) 4,0 g de acetato de cálcio monohidratado PA ( (CH3COO)2CaH2O ) e adicionar 5 ml de
trietanolamina PA (N(CH2CH2OH)3 )a .100%;

3.1 ANÁLISE DE PH EM SMP NO SOLO (HIDROGÊNIO MAIS ALUMÍNIO H+AL)


A) Retirar da geladeira uma quantidade de solução de SMP que será usada no mesmo
dia (não é necessário aguardar temperatura ambiente);
B) Nos frascos que foram medidos o pH em cloreto de cálcio, adicionar 5 ml da solução
tampão SMP, usando pipeta de 10 ml graduada colocar 5 ml em cada amostra;
C) Tampar, agitar por 10 minutos em mesa agitadora, retirar as tampas dos copos e
repousar durante 45 minutos;
D) Fazer leituras em pHmetro mergulhando o eletrodo e o compensador até tocar na
camada sedimentada do solo no fundo do copo, aguardar a estabilização da leitura, fazer
a aproximação da ultima casa para ‘’0’’ ou ‘’5’’ e anotar o valor correspondente ao pH;
Exemplo da aproximação: 5,33 = 5,35; 5,32 = 5,30.
E) Digitar no Sigind de acordo com o banco de dados correspondente.
3.2 PREPARO DA SOLUÇÃO DE CLORETO DE CÁLCIO
Pesar 1,4702 g de cloreto de cálcio dihidratado PA ( CaCl2.2H2O ), dissolver em balão
volumétrico de 1000 ml usando água deionizada, completar o volume com água
deionizada, agitar bem, medir o pH da solução de maneira que o mesmo fique na faixa de
5 à 6,5 e em seguida guardar em frasco previamente identificado. Se o pH da solução
estiver fora da faixa definida, deverá descartar a solução e preparar esta solução
novamente verificando a qualidade da água utilizada através do pH que deverá estar
entre 5,2 a 6,5.
Obs.: se o pH da água deionizada estiver abaixo de 5,2 ou acima de 6,5 acionar o analista
líder para providenciar a regeneração da resina.

3.3 PREPARO DA SOLUÇÃO TAMPÃO SMP


Em balão volumétrico de 1000 ml, colocar em seqüência:
A) 106,20 g de cloreto de cálcio dihidratado PA ( CaCl22H2O );
B) 6,0 g de cromato de potássio anidro PA ( K2CrO4 );
C) 4,0 g de acetato de cálcio monohidratado PA ( (CH3COO)2CaH2O ) e adicionar 5 ml de
trietanolamina PA (N(CH2CH2OH)3 )a .100%;
D) Adicionar aproximadamente 600 ml de água deionizada;
E) Separadamente dissolver 3,6 g de P-Nitrofenol anidro PA ( NO2C6H4OH ) em
aproximadamente 200 ml de água quente, em caso de presença de impurezas filtrar.
Resfriar, juntar no balão da solução inicial, completar o volume com água deionizada,
homogeneizar bem;
F) Colocar a solução em um becker e ajustar o pH em 7,5. Se o pH da solução for menor
que 7,5 adicionar hidróxido de sódio PA ( NaOH ) e se for maior que 7,5 adicionar ácido
acético ( C2H4O2) 10%
G) Após ajustar o pH, transferir a solução para frasco apropriado, preencher a etiqueta
com a data de fabricação, validade da solução e armazena-la em geladeira;

3.4 PROCEDIMENTO PARA DEFINIR A DATA DE VALIDADE DE UMA SOLUÇÃO OU


O DESCARTE
1º - Verificar se existe uma data pré-definida em rotina;
2º - Verificar a data de vencimento dos reagentes ou do reagente utilizado e definir a data
de validade da solução de acordo com o vencimento do reagente ou do 1º reagente a
vencer;
3º - Caso não tenha uma data pré-definida e nenhum reagente a vencer durante o ano a
solução terá validade para os próximos 6 meses;
4º - Ao perceber características diferentes na cor da solução, resíduos ou qualquer outra
diferença na solução esta deve ser descartada e preparar uma outra solução para o uso.
D) Adicionar aproximadamente 600 ml de água deionizada;
E) Separadamente dissolver 3,6 g de P-Nitrofenol anidro PA ( NO2C6H4OH ) em
aproximadamente 200 ml de água quente, em caso de presença de impurezas filtrar.
Resfriar, juntar no balão da solução inicial, completar o volume com água deionizada,
homogeneizar bem;
F) Colocar a solução em um becker e ajustar o pH em 7,5. Se o pH da solução for menor
que 7,5 adicionar hidróxido de sódio PA ( NaOH ) e se for maior que 7,5 adicionar ácido
acético ( C2H4O2) 10%
G) Após ajustar o pH, transferir a solução para frasco apropriado, preencher a etiqueta
com a data de fabricação, validade da solução e armazena-la em geladeira;

3.4 PROCEDIMENTO PARA DEFINIR A DATA DE VALIDADE DE UMA SOLUÇÃO OU


O DESCARTE
1º - Verificar se existe uma data pré-definida em rotina;
2º - Verificar a data de vencimento dos reagentes ou do reagente utilizado e definir a data
de validade da solução de acordo com o vencimento do reagente ou do 1º reagente a
vencer;
3º - Caso não tenha uma data pré-definida e nenhum reagente a vencer durante o ano a
solução terá validade para os próximos 6 meses;
4º - Ao perceber características diferentes na cor da solução, resíduos ou qualquer outra
diferença na solução esta deve ser descartada e preparar uma outra solução para o uso.
D) Adicionar aproximadamente 600 ml de água deionizada;
E) Separadamente dissolver 3,6 g de P-Nitrofenol anidro PA ( NO2C6H4OH ) em
aproximadamente 200 ml de água quente, em caso de presença de impurezas filtrar.
Resfriar, juntar no balão da solução inicial, completar o volume com água deionizada,
homogeneizar bem;
F) Colocar a solução em um becker e ajustar o pH em 7,5. Se o pH da solução for menor
que 7,5 adicionar hidróxido de sódio PA ( NaOH ) e se for maior que 7,5 adicionar ácido
acético ( C2H4O2) 10%
G) Após ajustar o pH, transferir a solução para frasco apropriado, preencher a etiqueta
com a data de fabricação, validade da solução e armazena-la em geladeira;

3.4 PROCEDIMENTO PARA DEFINIR A DATA DE VALIDADE DE UMA SOLUÇÃO OU


O DESCARTE
1º - Verificar se existe uma data pré-definida em rotina;
2º - Verificar a data de vencimento dos reagentes ou do reagente utilizado e definir a data
de validade da solução de acordo com o vencimento do reagente ou do 1º reagente a
vencer;
3º - Caso não tenha uma data pré-definida e nenhum reagente a vencer durante o ano a
solução terá validade para os próximos 6 meses;
4º - Ao perceber características diferentes na cor da solução, resíduos ou qualquer outra
diferença na solução esta deve ser descartada e preparar uma outra solução para o uso.
D) Adicionar aproximadamente 600 ml de água deionizada;
E) Separadamente dissolver 3,6 g de P-Nitrofenol anidro PA ( NO2C6H4OH ) em
aproximadamente 200 ml de água quente, em caso de presença de impurezas filtrar.
Resfriar, juntar no balão da solução inicial, completar o volume com água deionizada,
homogeneizar bem;
F) Colocar a solução em um becker e ajustar o pH em 7,5. Se o pH da solução for menor
que 7,5 adicionar hidróxido de sódio PA ( NaOH ) e se for maior que 7,5 adicionar ácido
acético ( C2H4O2) 10%
G) Após ajustar o pH, transferir a solução para frasco apropriado, preencher a etiqueta
com a data de fabricação, validade da solução e armazena-la em geladeira;

3.4 PROCEDIMENTO PARA DEFINIR A DATA DE VALIDADE DE UMA SOLUÇÃO OU


O DESCARTE
1º - Verificar se existe uma data pré-definida em rotina;
2º - Verificar a data de vencimento dos reagentes ou do reagente utilizado e definir a data
de validade da solução de acordo com o vencimento do reagente ou do 1º reagente a
vencer;
3º - Caso não tenha uma data pré-definida e nenhum reagente a vencer durante o ano a
solução terá validade para os próximos 6 meses;
4º - Ao perceber características diferentes na cor da solução, resíduos ou qualquer outra
diferença na solução esta deve ser descartada e preparar uma outra solução para o uso.
D) Adicionar aproximadamente 600 ml de água deionizada;
E) Separadamente dissolver 3,6 g de P-Nitrofenol anidro PA ( NO2C6H4OH ) em
aproximadamente 200 ml de água quente, em caso de presença de impurezas filtrar.
Resfriar, juntar no balão da solução inicial, completar o volume com água deionizada,
homogeneizar bem;
F) Colocar a solução em um becker e ajustar o pH em 7,5. Se o pH da solução for menor
que 7,5 adicionar hidróxido de sódio PA ( NaOH ) e se for maior que 7,5 adicionar ácido
acético ( C2H4O2) 10%
G) Após ajustar o pH, transferir a solução para frasco apropriado, preencher a etiqueta
com a data de fabricação, validade da solução e armazena-la em geladeira;

3.4 PROCEDIMENTO PARA DEFINIR A DATA DE VALIDADE DE UMA SOLUÇÃO OU


O DESCARTE
1º - Verificar se existe uma data pré-definida em rotina;
2º - Verificar a data de vencimento dos reagentes ou do reagente utilizado e definir a data
de validade da solução de acordo com o vencimento do reagente ou do 1º reagente a
vencer;
3º - Caso não tenha uma data pré-definida e nenhum reagente a vencer durante o ano a
solução terá validade para os próximos 6 meses;
4º - Ao perceber características diferentes na cor da solução, resíduos ou qualquer outra
diferença na solução esta deve ser descartada e preparar uma outra solução para o uso.
D) Adicionar aproximadamente 600 ml de água deionizada;
E) Separadamente dissolver 3,6 g de P-Nitrofenol anidro PA ( NO2C6H4OH ) em
aproximadamente 200 ml de água quente, em caso de presença de impurezas filtrar.
Resfriar, juntar no balão da solução inicial, completar o volume com água deionizada,
homogeneizar bem;
F) Colocar a solução em um becker e ajustar o pH em 7,5. Se o pH da solução for menor
que 7,5 adicionar hidróxido de sódio PA ( NaOH ) e se for maior que 7,5 adicionar ácido
acético ( C2H4O2) 10%
G) Após ajustar o pH, transferir a solução para frasco apropriado, preencher a etiqueta
com a data de fabricação, validade da solução e armazena-la em geladeira;

3.4 PROCEDIMENTO PARA DEFINIR A DATA DE VALIDADE DE UMA SOLUÇÃO OU


O DESCARTE
1º - Verificar se existe uma data pré-definida em rotina;
2º - Verificar a data de vencimento dos reagentes ou do reagente utilizado e definir a data
de validade da solução de acordo com o vencimento do reagente ou do 1º reagente a
vencer;
3º - Caso não tenha uma data pré-definida e nenhum reagente a vencer durante o ano a
solução terá validade para os próximos 6 meses;
4º - Ao perceber características diferentes na cor da solução, resíduos ou qualquer outra
diferença na solução esta deve ser descartada e preparar uma outra solução para o uso.
C ) Titular com EDTA PA (C10H14N2O8Na2.2H2O ) a 0,01N, a viragem ocorrerá de uma cor
vinho para azul puro;
3.5 PROCEDIMENTO PARA LAVAR OS ERLENMEYER UTILIZADOS NAS
TITULAÇÕES DO CÁLCIO, MAGNÉSIO E ALUMÍNIO:
A) Utilizando um becker de plástico, diluir o sabão com diluição de aproximadamente 10
vezes. Ou seja, se colocar aproximadamente 50 ml de sabão, deverá colocar água até
aproximadamente 500 ml;
B) enxaguar os erlenmeyer com água da torneira, adicionar o sabão diluído, lavar com
auxílio de uma escova apropriada, enxaguar até tirar todo o sabão, enxaguar com
água deionizada e levar para estufa para secagem;
3.1 PREPARO DA SOLUÇÃO DE CLORETO DE POTÁSSIO ANIDRO PA (KCL)
A 1N
Pesar 74,5 g de cloreto de potássio anidro PA (KCl), transferir para um balão
volumétrico de 1000ml, adicionar 600 ml de água destilada, agitar até completar a
dissolução do reagente, completar o volume com água destilada, homogeneizar
bem e guardar em frasco apropriado.
Obs.: Para preparar uma quantidade maior de solução deverá pesar o reagente
em um Becker, dissolver em balão volumétrico de 2000 ml, transferir para marioto
ou outro recipiente e acrescentar o volume que falta de água destilada de acordo
com a quantidade do reagente.

3.2 PREPARO DA SOLUÇÃO ESTOQUE DE HIDRÓXIDO DE SÓDIO ANIDRO


PA (NAOH) A 0,5N
A ) Transferir 20,0000 g base 100% de hidróxido de sódio anidro PA ( NaOH ),
para um copo de Becker de 1000 ml, adicionar com agitação constante 600 ml de
água destilada, dissolver e transferir para balão.volumétrico de 1000 ml;
B ) Elevar o volume para aproximadamente 900 ml, resfriar até temperatura
ambiente, completar o volume.com água destilada, homogeneizar bem e guardar
em frasco apropriado.

3.3 PREPARO DA SOLUÇÃO DE HIDRÓXIDO DE SÓDIO ANIDRO PA ( NaOH )


A 0,025N
Transferir 50 ml com pipeta volumétrica da solução de hidróxido de sódio PA
(NaOH) 0,5N para ball volumétrico de 1000 ml, completar o volume com água
destilada, homogeneizar bem e guardar em frasco apropriado.

3.4 PREPARO DA SOLUÇÃO INDICADOR AZUL DE BROMOTIMOL ANIDRO


PA ( C27H28Br2O5S )
Pesar 0,1 g de azul bromotimol anidro PA ( C27H28Br2O5S ), adicionar 2 ml de
hidróxido de sódio PA ( NaOH ) a 0,1N, transferir para balão de 100ml,
completar o volume com água destilada, homogeneizar bem e guardar em frasco
apropriado.

3.5 PREPARO DA SOLUÇÃO DE HIDRÓXIDO DE SÓDIO ANIDRO PA ( NaOH )


A 0,1N
Pesar 4,0 g de hidróxido de sódio anidro PA ( NaOH ), transferir para balão
volumétrico de 1000 ml adicionar água destilada, homogeneizar bem até completa
dissolução, completar o volume com água destilada e fatorar como procedimento
do item 3.6.

3.6 PROCEDIMENTO PARA FATORAR HIDRÓXIDO DE SÓDIO ANIDRO PA


(NaOH) 0,025 N
A ) Transferir 10 ml medido com pipeta volumétrica, da solução de biftalato de
potássio anidro PA (C8H5O4K) a 0,025N para um erlenmeyer de 250 ml;
B ) Adicionar aproximadamente 50 ml de água destilada, 4 gotas da solução de
fenolftaleina anidra PA (C20H14O7), titular com a solução de hidróxido de
sódio a ser fatorada, até viragem de cor para vermelho claro;
C ) Cálculo do fator de correção ( FC ) - FC = (10 / Vg) Onde: Vg = volume
gasto na titulação.

3.14 PREPARO DA SOLUÇÃO DE TRIETANOLAMINA PA ( N(CH2CH2OH)3 ) A


50%
Transferir 500 ml de trietanolamina PA ( N(CH2CH2OH)3 ) medido em proveta, para
becker de 1000 ml já contendo 500 ml de água destilada, homogeneizar bem e
guardar em frasco apropriado.

3.15 PREPARO DA SOLUÇÃO COQUETEL PARA CÁLCIO:


Transferir 500 ml de hidróxido de potássio anidro PA ( KOH ) a 10% medido em
proveta, e 500 ml da solução de Trietanolamina PA ( N(CH 2CH2OH)3 ) a 50% para
becker de 1000 ml, homogeneizar bem e guardar em frasco apropriado.

3.16 PREPARO DA SOLUÇÃO DE COQUETEL PARA CÁLCIO + MAGNÉSIO


Colocar em um becker de 1000 ml, 300 ml da solução tampão para cálcio +
magnésio, adicionar 300 ml de trietanolamina PA (N(CHCHOH)3 ) medido em
proveta e adicionar 50 ml da solução de cianeto de potássio anidro PA ( KCN)
10%.

3.17 PREPARO DA SOLUÇÃO INDICADOR DE ERIOCROMO ANIDRO PA


(C20OH12N3NaO7S)
Em um becker de 250 ml adicionar 0,5000 g de preto de Eriocromo anidro PA
(C20OH12N3NaO7S), em seguida adicionar 50 ml de trietanolamina pa, 50 ml de
álcool metílico, homogeneizar com bastão de vidro, transferir para um frasco de
coloração âmbar e guardá-lo em geladeira.

3.18 PREPARO DA SOLUÇÃO PADRÃO PRIMÁRIO DE BIFTALATO DE


POTÁSSIO ANIDRO PA(C8H5O4K ) A 0,025N
Pesar 2,5527 g base 100 % de biftalato de potássio anidro PA( C 8H5O4K ), seco
em estufa a 105ºC por 2 h, transferir para um balão volumétrico de 500 ml,
dissolver e avolumar com água destilada, homogeneizar
bem e guardar em frasco apropriado.

3.19 PREPARO DA SOLUÇÃO INDICADOR DE CALCON ANIDRO PA


(C20H13N2Na05S)
Em um becker de 250 ml, adicionar 0,50 g de calcon anidro PA (C20H13N2Na05S),
adicionar 50 ml de trietanolamina e 50 ml de álcool metílico, homogeneizar com
bastão de vidro, transferir para um frasco de coloração âmbar e guardar na
geladeira.