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Resumo: Ética Profissional.

Autora: António Lopes de Sá.

A ética profissional é aquela que conduz o homem perante os seus semelhantes, a ética
elabora o julgamento do bem e do mal.

A ética encara a virtude como a pratica do bem, a ética pode ser usada para unificar e trazer
harmonia entre duas partes distintas na medida em que haja um respeito mútuo entre elas.

A ética do bem nos remete a evitar práticas e atitudes que nós não gostaríamos que a nós
fosse feita.

A ética é uma acção virtuosa que deve ser respeitada e essa mesma acção devera ser do
consenso de todos.

Para que se tenha a ética profissional é imperioso que se respeitem alguns deveres básicos de
uma base de consciência ética perante todos outros na empresa, e estes deveres podem ser,
banir absolutamente todas as ideias de pessimismo em relação a opinião das outras pessoas,
deveremos nós respeitar a liberdade de expressão dos demais que compõem a organização,
banir o espreito de vingança perante os colegas no sector profissional de trabalho, eliminar o
espreito de ódio perante os terceiros sejam eles membros ou não da organização, eliminar o
tédio e tristeza para não transmitir sensações de insatisfação no local de trabalho.

A ética profissional serve de suporte sempre que agimos eticamente pois fortifica a nossa
alma, e com ela ocorrem-nos amizades luminosas.

Em organizações a ausência de uma ética perante os profissionais pode gerar atitudes ou


acções anti-éticas movidas muitas vezes por interesses pelo lucro e segurança. E nas
organizações em que se toma a consciência da importância da ética perante os profissionais
poderá esta criar espíritos de benevolência entre colegas, chefes e subordinados, a ética no
local de trabalho inspira-nos a irradiar simpatia para todos, inspira-nos a irradiar a humildade
para com os demais, com vista a gerar um retorno destes belos sentimentos e
consequentemente melhorar e trazer um bem-estar na empresa.
A ética profissional pela qualidade de vida que nos transmite no sector de trabalho, desperta
em nossa consciência de que esta advêm das nossas virtudes e não necessariamente do nosso
sucesso financeiro.

Os profissionais devem reconhecer que a nossa conduta deve ser natural deve ser nosso
desejo praticar o bem e não algo que a nós e obrigado.

A história do mundo, esta cheia de actos lesivos a ética, as práticas pelo fanatismo religioso, é
um bom exemplo, o preconceito e muitos outros.

A nossa conduta é natural quando nossa formação moral é feita nos primeiros anos de idade
de um indivíduo, ou seja, este é um estágio fértil para educar.

Considerou-se que a ética dos seres é influenciada pelos valores genéticos e é também
influenciada por factores ambientais e pela ausência das ocupações da vida do ser enquanto
pequeno.

Considera-se também que é importante estimular e motivar as pessoas pelas boas práticas
para que esta pratique mais e tenha uma vida virtuosa.

A ética profissional da muita ênfase ao sigilo, o dever de guardar em segredo as informações


que obtemos em resultado de um trabalho que executamos, não as divulgando a terceiros, por
exemplo, um médico sabendo que seu cliente é um adúltero o protege contra a doença que
adquiriu sexualmente.

A consciência é o que nós adquirimos com a experiencia, é consciente aquela pessoa que no
exercício do seu trabalho erra e reconhece o seu erro e corrigi.

A ignorância facilita o enfraquecimento das virtudes éticas, a conduta virtuosa ou ética é


essencial para a melhoria da qualidade do ser em viver de acordo com a natureza da alma,
com amor e não em produzir malefícios a si ou ao seu semelhante.

O campo da ética para a virtude, esta intimamente ligada a qualidade do ser em suas práticas
de actos morais, essências e íntimos a sua alma.

O ambiente em que as pessoas nascem e vivem influencia grandemente para a conduta dos
homens.
A ética profissional e meramente importante na medida em que os profissionais tomam a
consciência de que não se deve buscar o sucesso pelo prejuízo dos outros, estas virtudes
éticas melhoram as condutas dos profissionais.

A compensação da virtude não nos traz um benefício material, mas sim melhora a nossa
qualidade de vida porque estaremos em redor de pessoas harmoniosas.

Todo carácter é moldável e mutável, a obrigação da lealdade advêm da virtude exigível para a
amizade.

Compreendi que as comunidades dos profissionais deve ser regida por normas de conduta
ética, para orientar o cumprimento dos deveres éticos e esta é uma tarefa considerada
educacional, e o efeito do cumprimento dos deveres éticos proporciona um efeito bom porque
não da espaço para que haja desarmonia ou qualquer outro tipo de factor que pode prejudicar
a relação entre os profissionais.

A tarefa educacional dentro do espaço de trabalho ou seja, recomendar os profissionais a


cumprir com as normas de trabalho contribui para a existência da harmonia social, abstendo
desavenças entre os profissionais.

Compreendi que todos os profissionais devem ter em si um espírito e dever de manifestar-se


perante as normas como se fosse uma vocação, tornar a obediência as normas algo normal.

Em alguns casos os profissionais são impostas condutas que podem discordar a partir da
nossa consciência ética, e sempre que nos depararmos com estas situações é imperioso optar
pelo caminho que proporciona um bem comum, sem ferir a integridade dos outros. A ética
acolhe o dever ético natural como categoria da sua conduta e não aquelas que são incumbidas
das leis.

Considera-se que o dever ético exige o emprego racional porque assim se considera uma
vocação infinita de doar ou irradiar amor em sentido absoluto.

Considera-se que, para que os profissionais possam possuir a vontade ética a qual são
esperadas ou desejadas estes devem cultivar em si a pratica de virtudes morais, como por
exemplo, fazer o bem e tratar o próximo como gostava que a si fosse tratado, ser uma pessoa
bastante respeitosa e humilde para com as outras.
Considerou-se que, para os profissionais a vontade reflexa é uma acção que não se deve
praticar com muita frequência, sob pena de tomar atitudes incorrectas. A vontade reflexa é
uma atitude impensada e sem maiores raciocínios, por isso aconselha-se os profissionais a
minimizarem estas praticas.

Considerou-se que muitos são os profissionais que possuem condutas éticas inatas por conta
do seu genes, ambiente social onde o indivíduo nasce, estes factores influenciam nas suas
tendências éticas.

As tendências éticas provem de hábitos e observações para o desempenho exequível de suas


tarefas. O instinto ético olha a ética como um meio e não como um fim, e considera ainda que
este instinto ético provem de uma disposição natural ou biológica.

A vontade integral como é denominada na ética é uma natureza de vontade limitada que pode
sobrepor-se a liberdade de uma decisão plena.

As emoções nos profissionais produzem diferentes efeitos nos seres humanos, podendo
influenciar positivamente ou negativamente a qualidade ética. Emoções como ansiedade,
raiva e depressão podem perturbar a formação ética.

A todas as emoções, devem dirigi-las no sentido dos preceitos de uma consciência moldada
em princípios éticos, para espalhar o bem.

As condutas anti-éticas que são inibidas ou as que os profissionais não devem de forma
alguma ser praticadas são: o egoísmo em manter informações concernentes a actividade
produtiva só com ele, a violência quer seja ela física ou psicológica, a avidez pelo material e
embriaguez pelo poder prejudicando os outros.

A mente, a emoção e corpo são promotores de qualidade ética quando associados


harmoniosamente.

A empatia é uma qualidade ética e representa o que gostaríamos de sentir se alguém nos
fizesse algo, ou seja, é buscar a compreensão de como estaríamos no lugar de outrem diante
de um determinado facto.

A empatia abriu as portas a uma especial forma de eficácia nos domínios da ética.
Considera-se que no mundo empresarial e especialmente entre os profissionais a critica deve
ser vista como um dever ético só quando ela é baseada na razão ou no desejo do acerto.

Considera-se que os profissionais devem ter em sua consciência que a critica não pode e nem
deve ser vista como uma forma de ofensa mas sim deveras ser vista como uma forma de
cooperar. E considera-se que a crítica deve ser evitada quando se refere a questões de
trabalho.

Considera-se que a crítica requer mais do que o uso da razão, exigindo deste modo a
sensibilidade e o toque emocional.

Considera-se que com a ética profissional nós não devemos sobrepor os nossos interesses
individuais ou pessoais sobre os interesses colectivos ou da organização.

Considera-se de igual modo que a ética profissional repudia aviltamento de preços,


propagandas enganosas, difamações, calúnias, tramos para ganhar o mercado o mercado e a
clientela.

Considera-se que a ética profissional muitas vezes é normalizada ou regulada pelos códigos
de ética, que estabelecem linhas ideias da conduta.

Considera-se que o exercício destes traçados torna-se exigível para cada profissional, os
códigos de ética, servem para criar uma mentalidade ética que conduza uma boa vontade de
agir.

Para que o código de ética seja organizado, é preciso estribar-se nas virtudes exigíveis como
por exemplo a do zelo e do sigilo.

Os códigos de ética não são standards a todas profissões, elas variam consoante as
actividades e características de cada tarefa.

O criticismo não deve fazer parte do dia a dia dos profissionais, pois, a critica é de natureza a
ver fantasmas em tudo e esta contra quase tudo, é um vicio que prejudica terceiros e estas
praticas lesam sempre a verdadeira.
Considera-se que todos os profissionais devem respeitar a todos os regulamentos, regras ou
códigos de ética produzidos e estabelecidos na empresa, sob pena de ser incumbidas sanções
ou punições se transgredirem o que foi previsto.

A profissão é toda a actividade que se pratica com habitualidade a serviço de terceiros,


contudo, considera-se todo o exercício eleva o nível moral dos indivíduos.

Nas nossas profissões, devemos com dignidade cumprir as nossas actividades com um
elevado dever de responsabilidade pois, isto constitui de certo modo uma ética enquanto
profissional de uma certa actividade.

Considera-se que todos os profissionais que propiciam benefícios éticos cumprindo as suas
responsabilidades, a sociedade nota e acaba por retribuir amplamente com qualidade o
mesmo valor, contudo considera-se que o profissional que se conduz eticamente recebe de
volta o bem social que se pratica.

Considera-se que toda a pratica ética ou seja, o valor profissional deve acompanhar-se sempre
de do valor ético para que se crie ou exista uma imagem de qualidade não só do profissional
mas também da empresa em que ele trabalha.

Considera-se que a ética profissional é o cumprimento ou são todas as capacidades


necessárias ou exigíveis para o desempenho eficaz e efectivo das actividades ou da profissão
que o indivíduo exerce.

Considera-se como sendo uma prática condenável exercer uma tarefa sem possuir as devidas
competências, habilidades e capacidades, pois desta forma os clientes ao pretender se
beneficiar dos seus produtos não terão a qualidade pretendida ou desejada, devido a
negligência por parte do profissional que assume tarefas sem as suas devidas competências.

Considera-se ainda que assumir tarefas sem estar devidamente qualificado é uma infracção
aos princípios da ética, porque desta forma aquele que pretender usufruir dos bens ou
serviços estará a ser prejudicado pois o produto não terá a qualidade esperada.

Considera-se que sem a ética profissional, curta será a carreira que o individuo ira exercer ou
curta será a carreira que nos reserva.
Sempre que a consciência profissional se estrutura em um trigono formado por amores a
profissão, a classe e a sociedade nada existe a temer quanto ao sucesso da sua conduta
humana e desta forma como citou-se acima, a sociedade vai aperceber-se e de modo igual
retribuirá amplamente o mesmo valor.

Considera-se que a ética profissional dos trabalhadores, depende muito do contexto do


próprio trabalho onde eles se encontram inseridos, esta é uma situação em que se os
funcionários recebem ordens do seu superior a praticar actos ilícitos este se remete a ter que
praticar alguns actos ilícitos por ordem do seu superior sob pena de ser demitido ou por medo
das represálias de seu chefe.

Considera-se como sendo deveres dos funcionários ser sempre sincero, fiel, leal e executar
sempre as suas tarefas com zelo, diligencia, honestidade para com todos.

Considera-se ainda que os profissionais devem guarda em segredo todo o objecto em sigilo e
não os revelar a terceiros sob nenhuma circunstancia sem a autorização previa da própria
empresa onde por via das suas actividades adquiriu a informação.

Considera-se que são exigíveis aos profissionais para que disponham de competência
acumulada para o seu desempenho eficaz e eficiente de suas tarefas.

A competência é um requisito ético pelo qual os profissionais devem dispor, ela é um


requisito essencial para a prestação de serviços com boa qualidade.

Considera-se também que o profissional tem o dever ético de guiar seu cliente e de conduzi-
lo ao limite máximo de aproveitamento da pretensão do próprio cliente, isto constitui também
uma ética profissional.

Considera-se que sempre em que se estiver diante de diferentes tipos de clientes com atitudes
diversas de conduta, os profissionais devem ser capazes de lidar com estas atitudes.

Considera-se que o estimulo a um comportamento adequado deve ser uma norma em


empresas para os profissionais para que estes possam também estimular o comportamento
positivo de seus clientes.

Considera-se que é uma virtude essencial para os profissionais atribuir a seus semelhantes o
mesmo amor, que a si se atribui.
Considera-se que a ética do coleguismo é muito importante na medida em que eles partilham
mesmos interesses e mostram uma compaixão, respeito e harmonia entre eles.

Considera-se que a ética da remuneração dever conter sempre o espírito de lealdade e


honestidade entre a entidade patronal e o empregado, devendo a entidade efectuar de forma
justa os honorários de modo a não explorar a contribuição dos funcionários.

Considera-se que a ética da resposta nos remete a um dever de sinceridade em qualquer


circunstância em que o resultado esteja.

Considera-se que a ética e evolução do conhecimento é um dever ético que deve orientar cada
profissional assim como a sociedade.

O desenvolvimento faz-se com mudanças a partir do conhecimento, os profissionais devem


ser homens práticos por isso devem buscar a necessidade de inovação.

Fundamentou-se que para o comportamento profissional ético não convêm comportamentos


de revide ou vinganças em relação a actos lesivos que sofremos.

Fundamentou-se também que o poder da comunicação é uma habilidade exigida aos seus
profissionais, a comunicação deve buscar uma impressão positiva.

Considera-se que a ética da comunicação requer responsabilidade, não deve ser disseminada
de forma a criar intrigas para que os outros tenham satisfação em estar connosco.

Considera-se que a ética analisa a mentira como objecto de conhecimento, a mentira é vista
como o sinonimo de falsa moralidade.

Considera-se que ser verdadeiro é compulsoriamente um relevante compromisso que nos


obriga a recusar a divulgar informações que não são verdadeiras.

Considera-se que o dever ético combate a mentira e ela é um mau exemplo e deve ser sempre
condenável no local de trabalho.

Considera-se que o profissional deve ser um homem comprometido seriamente com a


verdade entretanto, no desempenho de seus serviços não deve mentir nem com os seus
colegas e nem com os seus clientes.
A ocultação da verdade pode gerar uma aparente mentira quando obrigado a responder ou
opinar.

Considera-se que a virtude é a base da ética, a mentira é anti-ética em sentido absoluto e por
sua vez, actos anti-éticos é uma lesão a virtude.