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FACULDADE BRASILEIRA CURSO DE GRADUAÇÃO EM

ENFERMAGEM

MORTES POR INFECÇÃO NO PERIODO PUERPERAL:


A ASSISTÊNCIA DA ENFERMAGEM NO PROCESSO DE
PREVENÇÃO.

CLAUDIANE DIAS MARTINS DA SILA

JEMIMA AVELAR DOS SANTOS

VITÓRIA-ES

2017
MORTES POR INFECÇÃO NO PERIODO PUERPERAL:
A ASSISTÊNCIA DA ENFERMAGEM NO PROCESSO DE
PREVENÇÃO.

CLAUDIANE DIAS MARTINS DA SILVA

JEMIMA AVELAR DOS SANTOS

Projeto de pesquisa do Curso de


Graduação em Enfermagem
apresentado à Faculdade Brasileira-
MULTIVIX, como requisito parcial
para avaliação.

Orientador: Profª Karolini Zuqui

VITÓRIA-ES

2017
MORTES POR INFECÇÃO NO PERIODO PUERPERAL: A
ASSISTÊNCIA DA ENFERMAGEM NO PROCESSO DE
PREVENÇÃO.

1. INTRODUÇÃO

“O puerpério é o período que tem início após o parto e termina quando a


fisiologia materna volta ao estado anterior, ou seja, aproximadamente seis
semanas depois. É também chamada de pós-parto. “(ZIEGEL; CRANLEY,
1985,p 428).

O intervalo de tempo após o parto para o corpo da mulher se restituir de forma


apropriada pode ser dividido em três fases que corresponde ao período
puerperal, inicia-se do 1° ao 10° dia como Imediato, 11° ao 42° dia como tardio
e 43° como Remoto que dura até o tempo necessário para seu
restabelecimento, é relevante uma atenção continuada na saúde da mulher
após a expulsão do feto, pois há uma ampla quantidade de alterações
psicológicas, físicas, emocionais, até mesmo sociais acometendo a sua
homeostase. (Brasil. Ministério da Saúde 2001 p 176).

O momento do parto não é o único com risco, é primordial a assistência e


cuidado, antes, durante e depois do nascimento do bebê, pois há um alto
índice de infecções e hemorragias como principais causa de morte materna,
apesar de que maior parte dos casos pode ser evitável, é lamentável observar
que o índice de mortalidade ainda é alto, visto que as complicações ocorrem no
decorrer da gestação, permitindo que possa ser tratado de forma adequada,
até mesmo no período puerperal, o acompanhamento da paciente é de suma
importância para preservação da qualidade de vida. (Brasil. Organização
Mundial da Saúde 2016).

A infecção pós-parto geralmente ocorre na região genital feminina conforme a


via de parto, no útero, nas mamas, no trato gastrointestinal e urinário além do
sistema respiratório. Há presença de febre elevada atingindo ate 38ºC logo
após o trabalho de parto e voltando em torno de 48 horas, a avaliação dos
sinais vitais deve ser realizada de forma regular e precisa. As mamas podem
ser prejudicadas pelo novo processo da descida do leite, o enchimento
aumento do seu tamanho e a temperatura ocasionando rachaduras e fissuras
no mamilo é um processo inflamatório, contudo frequente. (Figueiredo et al.
(2017, p13)

É amplo o obstáculo causado pela infecção puerperal, pois acarretam sequelas


em todas as áreas em sua volta, a perda familiar é impactante na educação e
criação do recém-nascido, os orfanatos tem tendência ao aumento do numero
de crianças, os índices de mortalidade crescem anualmente, a margem de erro
e gasto dos hospitais intensificam-se. Outra adversidade produzida que leva a
óbito diretamente é a sepse puerperal. Figueiredo et al. (2017, p13)

“Estima-se que a sepse puerperal é responsável por cerca de 75.000 mortes


maternas ao ano, especialmente nos países de baixa renda per capita.”
(FIGUEIREDO et al. 2017, p13)

A infecção puerperal não é a única causadora de mortalidade e mobilidade


materna, também se observa altas taxas de óbitos causadas por hemorragia,
seguida por transtornos hipertensivos da gravidez, especialmente a eclampsia,
embolia e as complicações causadas por abortos ilegais (inseguros). As
complicações que levam a qualquer de um desses fatores podem ocorrer sem
aviso antecipado e em qualquer período da gravidez. A maioria desses
aspectos pode ser evitada desde que; com equipamentos, suprimentos e acima
de tudo por uma equipe qualificada e especializada para lidar com o problema
em tempo ágil. (Unicelf, 2015)

O ato de prevenir é fundamental para promoção da saúde, pois o enfermeiro


lida com gestantes de diversas características distintas, desde faixa etária,
nível de escolaridade, etnia, até sua classe social, além do tipo de parto que
influência nas causa da infecção, o cuidado do profissional de enfermagem tem
como principal objetivo oferecer o auxilio para o enfrentamento das transições
que a maternidade oferece, porém o existe um curto espaço de tempo para que
toda informação necessária possa ser repassada de forma adequada e sucinta.
(Fechine et al. 2012)
Prestar a atenção necessária a cada puerpéria desde sua anamnese de forma
individual e prestativa, respeitando suas crenças, rumores, sua integridade e
suas necessidades emocionais gera uma melhoria na sua recuperação. O
atendimento eficaz envolve anotações de enfermagem como o registro do
nascimento do bebê, a amamentação, o registro da condição da incisão, se há
atividade sexual, a volta da menstruação, entre outras anotações que contribui
para uma evolução benéfica para paciente, enfermeiro e hospital diminuindo os
índices, promovendo a melhora e sendo referência de atendimento. (Barros et
al. 2015)

As adversidades adquiridas por algumas mulheres, geralmente ocorre em


regiões pobres que não possui acesso a saúde, ou seja, não há pré-natal, ou
algum profissional registrado para realização do parto, isto implica na falta de
serviço, informação ou até mesmo em locais com baixo acesso a saúde, a
distância é considerada um dos fatores que mais atinge o cenário, é de suma
importância da ênfase na forma em que a comunicação está sendo promovida,
pois a enfermagem esta totalmente ligada a paciente, que deposita toda
confiança e prosperidade em ajuda profissional. (OMS, 2016)

É verdadeiramente critico a existência de um alto índice de mortes


prevenísseis, os fatores associados à causa de morte por infecções são
diversos, o apoio do enfermeiro começa desde o pré-natal até o período
puerperal. O objetivo do presente trabalho é descrever a importância da
assistência da enfermagem no processo de prevenção de morte por infecção
no período puerperal. (Oliveira Ana; Caveião Cristiano, 2014).
2. JUSTIFICATIVA

Diante as atualizações e avanços no âmbito da obstetria, a mortalidade


materna previsível consiste em apresentar-se de forma significativa em altos
padrões de indicadores, mesmo sendo uma questão passada, ainda há
impacto nos dias atuais sendo necessária a promoção e prevenção da saúde
dos profissionais enfermeiros.

3. OBJETIVO GERAL

Identificar a assistência da enfermagem no processo por mortes por infecções


puerperais

4. METODOLOGIA

O presente trabalho consiste em um estudo descritivo exploratório sendo


caracterizado por ser uma revisão bibliográfica. Foram encontrados artigos
científicos extraído pela Revista Reben, de Ciências da Saúde, Journal Article,
Lilax e dissertações.
5. RESULTADO

TABELA 1 - ATRIBUIÇÕES DO ENFRMEIRO FRENTE AO CUIDADO


PUERPERAL

AUTORES RESULTADOS
Foi confirmada a importância do conhecimento
e a consulta detalhada da enfermagem no
período puerperal, sob um olhar holístico, para
evitar complicações futuras e a necessidade
Ana Karolline de Oliveira
da implantação da sistematização e rotinas de
Santos
enfermagem em todos os estabelecimentos de
saúde visando a redução da mobilidade e
mortalidade materna.

Evidenciou-se que o enfermeiro na atualidade


vem assumindo funções burocráticas,
REGANASSI, Camila et administrativas, deixando de exercer a
al assistência necessária na área da saúde da
mulher, tanto na atenção básica, quanto na
rede ambulatorial e hospitalar.

Devem ser garantidos maiores investimentos


na capacitação e atualização dos
profissionais, pois quando capacitados
MENDES, Ana Luisa
adquirem habilidades necessárias, gerando
Barros et AL
uma assistência mais qualificada e diminuindo
conseqüentemente a incidência de problemas
relacionados às puerperais.

A assistência do enfermeiro no controle de


infecções deve não apenas atender às
RODRIGUES, necessidades de saúde da puerperal, mas
Micheliana et al também que as sua ações possam informar e
orientar com bases nas necessidades
individuais dessa mulher.

A enfermagem está em uma posição


privilegiada no atendimento à mulher que
PRIGOL, Ana Paula vivencia esse período, pois incorpora o
cuidado humanizado, o respeito ao direito à
maternidade segura e prazerosa.
6. DISCUSSÃO

O período puerperal tem início após o parto, com término impreciso, durante o
qual se desenrolam todas as modificações necessárias ao retorno do
funcionamento do organismo da mulher, ao estado anterior à gravidez. Nesse
período, a mulher necessita de cuidados que refletem seus hábitos de vida,
crenças e valores específicos de cada cultura e sociedade, sendo que, na sua
complexidade, a prática do cuidado está relacionada à dinâmica das relações
sociais e institucionais (Oliveira Ana; Caveião Cristiano, 2014).

Paralelamente, é visível que, entre os profissionais da equipe multiprofissional,


a enfermeira é quem exerce o cuidado educativo de forma mais frequente, esta
participação ativa da enfermeira contempla a necessidade de perceber as
influências da cultura familiar e o modo como são vividas durante o
puerpério.(Diaz Claudia; 2002).

Existe uma forte relação entre ocorrência de infecções puerperais e o tipo de


parto, de forma que aquele que envolve um procedimento cirúrgico (cesariana)
destaca-se como maior probabilidade da mulher apresentar infecção. Razão
pela qual é importante a conscientização da mulher para a realização do parto
vaginal, com incisão cirúrgica somente quando intercorrências impossibilitem a
outro tipo adotando profilaxia para infecção puerperal. (Berlet Leila ,2015)

Para as mulheres/puérperas, é importante a realização do atendimento


institucional no puerpério, assim como também para os profissionais que se
sentem gratificados por ser uma oportunidade de “estar mais próximo”, e pelas
trocas que são oportunizadas quando é realizada a assistência no domicílio,
através das visitas. Intensificar a aproximação dos profissionais de saúde com
as mulheres/puérperas possibilita conhecer seu universo cultural e de sua
família, compartilhando suas crenças, seus medos e seus tabus, possibilitando,
assim, os cuidados de saúde voltados para suas necessidades. (Mendes
Margarete; 2003)
A carência de clareza às especificidades do papel materno, acarretado, muitas
vezes, pela insuficiente assistência em situações iniciais, julgada por alguns
como instalação de uma crise, é um dos fatores que tornam difícil a transição à
maternidade. Por isto, pondera-se a necessidade de intervenções educativas
como estratégia para o alcance do desempenho satisfatório do papel materno.
(Fechine Braz de Oliveira, Juliana; da Silva Quirino et al; 2012)

A equipe de saúde, ao interagir simultaneamente com a parturiente, seu


acompanhante e entre os profissionais, necessita decidir conjuntamente as
ações que serão realizadas junto à mulher, dialogando e chegando a um
acordo antes de direcionar-se a eles. Assim se evitam ruídos na comunicação
e a colocação da mulher em meio a um conflito de opiniões, criando estresse e
insegurança. Por outro lado, se a equipe apresentar dificuldades em aceitar a
presença dos acompanhantes, certamente influenciará de maneira negativa o
andamento do trabalho de parto e parto, demonstrando des-cuidado tanto à
mulher quanto à sua família, proporcionando também desconforto. ( Carraro,
Telma Elisa, Knobel, Roxana et al; ,2008)

Os resultados apontam que a equipe de enfermagem está totalmente ligada ao


período maternal da mulher (desde o período pré- natal até a total recuperação
da mesma), tendo o auxilio de programas sociais e educação de atenção
básica. Para isso, o mesmo deve está sempre atualizado e capacitado para
reconhecer evidências de uma possível complicação seja ela antes, ou no
período puerperal. (Oliveira Ana; Caveião Cristiano, 2014).

Considerando que o modelo atual de assistência humanizada ao parto tem


buscado mudança no paradigma das práticas assistenciais, sendo bastante
favorável ao parto normal e visando a diminuição das taxas de partos
cesarianos, acredita se que esse modelo pode estar contribuindo diretamente
para a redução nos índices de infecção puerperal. (Euripedes Resende
Guimarães, Elisângela; et al; 2007).

A assistência de enfermagem prestada no período puerperal é importante e


precisa considerar as alterações fisiológicas e psicológicas, prevenindo
complicações proporcionando conforto físico e emocional. (Oliveira Ana;
Caveião Cristiano, 2014).

Em contra partida há uma grande desvalorização da equipe de enfermagem


obstétrica que como conseqüência torna raro encontrar profissionais
qualificados e quando existe incumbi-se do papel especificamente
administrativo. O que torna a demanda de mulheres no período puerperal maior
que os profissionais que estão realmente envolvidos no ramo. (Oliveira Ana;
Caveião Cristiano, 2014).

As Práticas de Gênero da Enfermagem visam a uma resposta imediata às


necessidades percebidas mediante os cuidados de enfermagem, a organização
e a reestruturação do serviço que resultem na humanização da assistência e
na elevação da auto- estima das mulheres. O alcance das necessidades
práticas é um passo para o atendimento das necessidades estratégicas.
(Almeida Mariza, 2015).
7. REFERÊNCIAS

CARRARO, T. E. (2008). O papel da equipe de saúde no cuidado e conforto no


trabalho de parto e parto: opinião de puérperas. Texto & Contexto Enfermagem
, 502-509.

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QUANTO AOS CUIDADOS PRESTADOS PELA EQUIPE DE SAÚDE NO
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DURANTE A ASSISTÊNCIA A MULHER NA FASE PUERPERAL.

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2004, 5a edição, Brasília.

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