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TIREOIDITE DE HASHIMOTO

Auricular Ponto: Shenmen, Rim, Simpático, Tireóide, Hipófise, Endócrinas, Tronco Cerebral.
O tratamento irá trazer uma melhora rápida dos sintomas, principalmente o cansaço, as dores, os inchaços e a
irritabilidade. Então haverá uma estabilidade orgânica, melhorando os parâmetros hormonais no sangue e um ajuste
no equilíbrio energético do corpo.

PONTOS COM CONTRA-INDICAÇÕES

1 – Gestantes  Pelve, abdome, glândulas endócrinas, tireóide, hipófise, hipotálamo, subcórtex, supra-renal (Baço
e Intestino).
2 – Mulher Amamentando  Glândulas endócrinas, hipófise, tireóide, hipotálamo
3 – Adolescentes (fase de mudança hormonal)  Glândulas endócrinas, tireóide, hipófise, hipotálamo
4 – Alérgicos (principalmente com sintomas respiratórios) e/ou Doenças Auto-Imunes  Imunologia e Ponto
Darwin (Hélix 1) (alteram Igg e Ige)
5 – Portadores de Marcapasso, Válvulas Metálicas e Epiléticos  Não usar eletroestimuladores ou detectores
eletrônicos de pontos
6 – Hipotensos  Coração
Auriculoterapia na Obesidade

Podemos dizer que a auriculoterapia constitui um ponto de partida para a integração da medicina tradicional e a
ocidental moderna. O microssistema da orelha nos oferece a possibilidade de localizar e utilizar pontos sob o respaldo,
tanto da teoria dos zang fu e jing luo, como sob os princípios da fisiologia moderna (Garcia, 1999, p.62).

É o microssistema mais elegido no tratamento da obesidade atualmente, principalmente pela facilidade de aplicação
e efeito sobre o tratamento da ansiedade que consequentemente repercute no apetite compulsivo. Entretanto pouco
se sabe da eficácia do tratamento sobre a obesidade como um todo, como uma síndrome que é, e também há grande
divergência de seleção de pontos que também tem a ver com a divergência do diagnóstico correto das causas da
obesidade sob o ponto de vista da MTC. Torna-se fundamental encontrar antes de tudo um consenso entre muitos
autores sobre diagnósticos e tratamentos para a partir daí tratar eficazmente e aperfeiçoar o tratamento da obesidade
e suas causas pela auriculoterapia.

1 – Etiologia da obesidade
A medicina ocidental considera que a obesidade é uma síndrome e por isso tem um conjunto de fatores, suas causas
podem ser genética, neuroendócrinas, familiares, comportamentais (dieta, sedentarismo), fisiológicas (puberdade,
gestação, menopausa, retardo do crescimento, “efeito sanfona”, etc.) e psicopatológicas (depressão, ansiedade,
transtornos alimentares e da auto-imagem, baixa auto-estima, etc.) (ABESO, 2007, disponível na internet, vide
bibliografia).

A obesidade é vista na MTC além de ser decorrente da polifagia, é geralmente causada por retenção umidade-
fleuma retida entre pele e músculos, ligada a deficiência do qi do baço-pâncreas e/ou do Yang do rim (MACIOCIA,
2006, p. 259 e 595). Segundo Xiaofeng (1997, p. 55-56), existem 7 diferenciações de síndromes principais, sendo do
tipo estômago exuberante, tipo obstrução interna de fleuma, tipo calor no Intestino e constipação, tipo Yang, tipo
alcoólico, tipo deficiência de baço e tipo obesidade pós parto. Botsaris (1998, p. 110), defende que a obesidade deve-
se ao acúmulo de fleuma endógena, que pode combinar com frio ou calor, obstruindo o fluxo de qi. Além do aspecto
energético-fisiológico, a MTC leva sempre em consideração as emoções, e como foi citado, é uma parte relevante na
síndrome da obesidade. Fialho (2010) considera que a obesidade (fei pang pela MTC) é devida a duas causas
distintas, fleuma e umidade acumulados internamente ou vacuidade do baço-pâncreas e sugere os seguintes pontos:
BP9, BP6, E36, E40, VC10, VC9 e; BP20, B23, VC6, E36, BP6 respectivamente.

2- Conceito de obesidade Yin e Yang na MTC


No aspecto psicofísico, Curvo (1998, p. 52), a obesidade pode se dividir em Yin e Yang. Uma pessoa gorda de natureza
predominantemente Yin, engorda pela lentidão e resfriamento de seus processos metabólicos podendo ou não ter
uma insuficiência hormonal. Estes indivíduos possuem digestão lenta por diminuição da função de transporte e
transformação dos alimentos. Há uma tendência à formação de varizes, pela diminuição de energia Yang em seus
músculos, inclusive dos que compõem as paredes dos vasos. Podem comer freqüentemente devido à depressão ou
ao tédio, estão mais propensos a ganhar peso, pois a deficiência de Yang resulta na debilidade das funções de
transformação e transporte do baço, assim como no acúmulo de fleuma. Outro fato importante é que estes indivíduos
preferem menores quantidades de bebidas, porém mais quentes, pois a deficiência de Yang está associada ao frio e
a umidade. A gordura é de distribuição ginecóide, ou seja, mais concentrada nas coxas, culotes e glúteos. Língua:
aumentada, apresentando marcas de dentes nas bordas, com saburra fina, branca e úmida. Pulso: lento,
escorregadio, é sentido mais na profundidade do que na superfície.

Uma pessoa gorda de natureza predominantemente Yang, engorda pelo excesso de absorção de todas as formas de
energia que a ela chegam, aliado a um aquecimento de todos os processos metabólicos, construtores de tecidos. As
pessoas deste grupo estão propensas a hiperatividade física, mental, sexual, à irritabilidade pré-menstrual e a ter
calor na menopausa. O excesso se faz também no hábito de superalimentação. Os músculos são grandes e fortes,
os depósitos de gordura são importantes e o tecido ósseo mostra um esqueleto de conformação larga e bem
desenvolvida. O tipo Yang tende ficar com fome mais freqüentemente e se não for saciada, poderá ter sensações de
irritabilidade, agitação motora ou dores de cabeça. Com relação aos líquidos, estes indivíduos tendem a beber maiores
quantidades de bebidas mais frias, pois a deficiência de Yin está associada com o calor e a secura. A distribuição da
gordura se faz do tipo andróide. Com suas características de excesso de calor e energia, apresenta respiração forte,
voz alta, humor e emoções exaltadas, sudorese abundante, pele quente, face corada, pressão arterial tendendo a
alta. Língua: bordas e ponta avermelhadas, freqüentemente recoberta por uma saburra amarelada. Pulso: superficial,
amplo e rápido. Em resumo as condições mais associadas na tabela 1:
Tabela 1 – Diferenças fundamentais entre obesidade Yin e Yang

OBESIDADE TIPO YIN OBESIDADE TIPO YANG


Metabolismo lento Metabolismo frequentemente alto
Obesidade ginóide Obesidade andróide
Pés e mãos frias, também abaixo do umbigo Sensação de calor, transpira bastante, sobretudo na cabeça
e nas costas
Rosto pálido ou amarelado Face avermelhada, tendência a acumular sangue no pescoço
e rosto
Preguiça, cansaço Ativo, dinâmico
Pode apresentar pouco apetite ou normal Polifágico
Despertam com vontade de comer doce ou café com Predileção por bebidas alcoólicas, churrasco, embutidos,
leite temperos forte
Celulite, varizes, edema de membros inferiores e Cistites, faringite, sinusite, amidalite, hipertensão arterial,
palpebral, cabelos e unhas frágeis, tumores frios, morte súbita, constipação intestinal por ressecamento.
colite irritativa, constipação intestinal por diminuição
do peristaltismo ou diarréia
Percentual de gordura alto e musculatura pequena Músculos normais ou fortes
Tristes, magoados, depressivos. Baixa libido Expansíveis, sociáveis, as vezes irritados. Sexualmente
ativos

3- Princípios da auriculoterapia
A técnica remonta de milênios e não somente da China antiga, há relatos de tratamento através de estimulação do
pavilhão auditivo pelos antigos egípcios e gregos também (SOUZA, 2001, p. 27). Curiosamente, apesar de esta ciência
ter sido mais estudada na China antiga, foi o neurologista francês Paul Nogier na década de 50 que retomou o
interesse pela auriculoterapia no mundo com o desenvolvimento de novos pontos terapêutico e formulando a teoria
de que havia uma relação entre os pontos da orelha e a posição de um feto invertido e seus órgãos e regiões
anatômicas correspondentes (GARCIA, 1999, p. 15). A partir daí diversos trabalhos, principalmente na China expandiu
em muito o uso deste microssistema como meio de diagnóstico e tratamento validado em torno de 150 patologias
(GARCIA, 1999, p. 25). Em 1991 a professora Huang Li Chun editou em Pequim um dos tratados mais importantes
de auriculoterapia publicados na China intitulado Tratado sobre o Diagnóstico e Tratamento Através dos Pontos
Auriculares apresentando um dos mapas auriculares mais reconhecidos (Fig. 1).

3.1 Diagnóstico pelo pavilhão auricular


Além do diagnóstico pela anamnese clínica, pelo pulso e pela língua, é possível realizar através da observação de
modificações do aspecto geral da orelha revelando desequilíbrios e processos patológicos já instalados:

a) Modificações de pigmentação:
– palidez: Indica deficiência orgânica, diminuição de atividade ou paralisação das funções orgânicas, ou processo
degenerativos. O procedimento nesses casos é a tonificação dos pontos auriculares.
– eritema: indica hiperatividade funcional, processo de desequilíbrio por hiperfunção. Deve-se aplicar estímulo de
sedação.
– manchas senis ou condensação de melanina: indica a incidência de problemas crônicos. A prescrição é a tonificação
da área reflexional atingida.

b) Modificações morfológicas:
– ressecamento da pele: indica enfermidade de natureza crônica, exigindo estímulo de tonificação
– exsudação sebácea: indica enfermidade de natureza sub-aguda, usa-se estímulo de sedação.
– sudorese: indica tendências a doenças degenerativas. Tonifica-se estes pontos.
– quistos e tubérculos: são sinais de patologia aguda que está ocorrendo ou irá ocorrer em órgãos a que esses pontos
se referem. No caso da existência da enfermidade deve-se fazer sedação nesses pontos, Não havendo sintomas,
tonifica-se os pontos.
– pêlos e escamações: indica o primeiro caso, degeneração senil e o segundo, enfermidade crônica. Tonifica-se nos
dois casos.

c) Modificações de sensibilidade:
– hiperestesia, indicativa de enfermidades agudas ou subagudas. Recomenda-se sedar.
– hipoestesia: indica enfermidade crônica, a conduta recomendada é a tonificação.
O material mais empregado no Brasil são as esferas de metal ou cristal e as sementes de mostarda ou de colza pela
facilidade e rapidez de aplicação, baixo custo e permanência no acuponto de longa duração atuando
terapeuticamente. A direção que as sementes devem ficar está demonstrada na figura 1 e é baseada no sentido que
os principais nervos se encontram para melhor estímulo terapêutico. As agulhas filiformes é o método mais antigo e
tem a vantagem de atuar de forma mais contundente na patologia e poder estimular o órgão ou região anatômica
alvo de modo a tonificar ou sedar, respectivamente aplicação leve para enfermidades com deficiências ou
enfermidades do tipo crônico e tem um efeito considerado tonificante e, aplicação forte para patologias do tipo agudo
ou em síndromes por excesso, estagnação e enfermidades dolorosas, esta aplicação é considerada de efeito
dispersante (GARCIA, 1999, p. 225). Há também as agulhas intradérmicas do tipo akabane de uso contínuo que são
fixadas com esparadrapo permanecendo vários dias.

Outros métodos de estimulação dos acupontos auriculares são: mesopuntura (injeção de medicamentos nos
acupontos), emplastros de medicamentos, parches medicamentosos, moxabustão, sangria, injeção de radioisótopos,
imãs, massagens geral ou específica e laser. Citar cada método detalhadamente e seus objetivos principais ficaria
muito extenso e fugiria do propósito original do artigo, mas a laserpuntura merece um destaque porque se comprovou
um método forte para estimular o metabolismo, para alcançar a desobstrução e a drenagem adequada dos canais e
vasos e para regular a circulação de sangue e da energia. Também trata processos inflamatórios, promove a atividade
das glândulas supra-renais e o metabolismo protéico (GARCIA, 1999, P. 255) de modo que pode ser útil ao tratamento
da obesidade e suas manifestações.

Fig 1- Mapa da escola chinesa Huang Li Chun. disponível em: http://auriculoterapiacomsementes.blogspot.com/

4- Auriculoterapia no tratamento da obesidade


Muitos autores citam pontos gerais recomendados para a obesidade e não há muito consenso como se pode visualizar
na tabela 2. Asamoto e Takeshige (1992) estudaram o efeito da acupuntura sobre o apetite. Observaram que a
implantação de agulhas nos acupontos auriculares correspondentes ao piloro, pulmão, traquéia, estômago, esôfago,
sistema endócrino e coração reduziu o ganho de peso em ratos obesos. Segundo estes autores, isso poderia ocorrer
pelo efeito da acupuntura exercido sobre o núcleo ventro-medial, pois a estimulação de regiões específicas do
pavilhão auricular de ratos (aurículo-acupuntura) é capaz de evocar potenciais no núcleo hipotalâmico ventro-medial,
o centro da saciedade. Farber et al. (1996) avaliaram a utilização da acupuntura auricular como tratamento da
obesidade em pacientes humanos. O estímulo dos acupontos auriculares Shen Men, estômago, cárdia, subcórtex
(interno) levou à diminuição significativa do peso nas pessoas tratadas, com grandes variações individuais. Estes
autores concluem que a acupuntura é moderadamente eficaz como auxiliar no tratamento da obesidade. Gonzaléz e
López (2009) Em um estudo longitudinal, prospectivo e descritivo foram estudados 158 pacientes para demonstrar o
efeito da auriculoterapia para reduzir as taxas de obesidade. Os pacientes foram classificados de acordo com índice
de massa corporal circunferência da cintura e o tempo de evolução como obeso. A primeira consulta coleta
informações médicas e aplicou-se tratamento semanal de acompanhamento. 13,93% dos pacientes retornaram ao
índice de massa corporal (IMC) de 25 kgm 2. O circunferência abdominal sofreu uma redução superior a 80
centímetros em um 12.16% dos pacientes e outros tiveram uma diminução significativa com relação aos números
listados no início do tratamento. Os resultados positivos foram de ordem de 93.04%.

Nenhum desses estudos ou bibliografias citados na tabela 2 fazem uma diferenciação dos tipos de obesidade segundo
a MTC, provavelmente a falta de consenso sobre a classificação de obesidade advem dela ser um problema de saúde
mundial relativamente moderno. Porém há autores que acham esta diferenciação importante a ponto de variar
bastante a terapeutica para cada caso, nesse caso podemos citar Zamboti (2010) que recomenda como pontos
obrigatórios para o tratamento da obesidade: shen men, rim, simpático, fome, vício, estômago. De modo específico
ele recomenda:

Como problema hormonal: endócrino, supra-renal, hipófise, tálamo.


Como problema fisiológico: boca, estômago, intestino grosso, fígado, fome, Baço.
Como problema emocional: olho, lóbulo anterior, coração, área de neurastenia, ansiedade, vício.

Do mesmo autor pontos complementares:

Ansiedade / irritabilidade: ansiedade 1 e 2, tensão, coração fígado yang 1 e 2.


Constipação intestinal: (2X ao dia) acrescentar intestino grosso; (3X na semana) acrescentar intestino grosso, vesícula
biliar e ânus.
Retenção de líquidos: acrescentar adrenal, metabolismo.
Desequilíbrio hormonal: acrescentar ovários, endócrino, tireóide, hipófise.
Compulsão por doces: acrescentar pâncreas, boca.
Tabela 2 – Pontos auriculares eleitos (x) e complementares (c) para obesidade segundo autores de livros e artigos
científicos:

Shen men Rim Fome Simpát. Occipital Boca ID Duodeno


Souza x x x x x x x x
Garcia c c
Asamoto x
Faber x
González x x x x

Tálamo Excitação Abdômen Endócrino Baço Tireóide Calor Estômago


Souza c
Garcia x x x x c c c c
Asamoto x x
Faber x
González x

Apetite Fígado Subcort. I. Cárdia Piloro Pulmão Traquéia Coração IG


Souza c
Garcia c
Asamoto x x x x x x
Faber x x
González x

Ansiedade P. zero
Souza
Garcia
Asamoto
Faber
González x x

Segundo Ernest (1997), a acupuntura e a auriculoterapia são freqüentemente defendidos e usados como meio de
controlar o apetite e reduzir o peso corpóreo mas essa utilização é baseada em estudos não controlados. O mesmo
autor afirma também que os poucos ensaios clínicos controlados com placebo apresentam falhas metodológicas e
seus resultados são contraditórios e que dois ensaios clínicos mais rigorosos demonstram ausência de efeito sobre o
peso corpóreo. As principais falhas observadas foram:

- Número de estudos conduzidos: insuficiente.


- Qualidade dos estudos conduzidos: pobre, malconduzidos, não controlados, resultados contraditórios.
- Grau de validação independente: não realizada.
- Potencial de uso no tratamento da obesidade: muito baixo.
- Potencial de risco de iatrogenia: desconhecido.

Conclusão
Apesar do reconhecimento da eficácia da auriculoterapia pela OMS (Organização Mundial de Saúde), no que se refere
ao tratamento da obesidade há mais incertezas do que certezas na definição correta desta patologia pela a MTC
segundo seus tipos (quando isso é considerado) e consequentemente a prescrição terapêutica correta da
auriculoterapia. Pelos estudos e resultados que foram observados, podemos recomendar que o tratamento neste
caso seja analisado caso a caso, observando sempre sintomas e características de cada paciente obeso e que a
seleção de pontos seja baseada nestes fatos. Como os resultados apresentados são muito variáveis e até discutíveis,
levamos a crer também que o tratamento pela auriculoterapia no caso da obesidade seja de forma complementar e
não isolado para aumentar a sua eficácia. Neste caso deve-se somar ao tratamento a acupuntura sistêmica, a
dietoterapia, a prática de exercícios regulares e outras recomendações consagradas no tratamento da obesidade.

Na busca de algum consenso de seleção de pontos auriculares os mais citados dos autores pesquisados foram:
- shen men: 5 vezes
- estômago: 5 vezes
- ponto fome: 4 vezes
- boca: 4 vezes
- endócrino: 3 vezes
- tireóide: 3 vezes
Não se esquecendo dos pontos muito específicos como no caso do apetite compulsivo ligado à ansiedade, por
exemplo, onde a eficácia do ponto ansiedade pode ser de grande valia.

Bibliografia
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