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Histórico de distribuição Segmentação dos 8910 destinatários Modo de distribuição

10000

9000
Segmentos Profissionais Nº de Destinatários 1,6%
8000 27,9%
70,5%
7000 Estudantes e Outras Entidades 285
Associações e seus Colaboradores 20
6000
Empresas de Construção Civil 106
5000 Instituições, Câmaras e Serv. Municipais 414
4000 Formação, Ensino e Formadores 822
Armazenistas e seus Colaboradores 461
3000
Instaladores e Montadores 1772

Quantidade
2000 Gabinetes de Engenharia e Fiscalização 2611
1000 Gabinetes de Arquitectura 2419

200

400

600

800

1000

1200

1400

1600

1800

2000

2200

2400

2600

2800

3000
0
2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009

associação de produtores E-mail Em mão (previsão) CTT


Nº de Janeiro Nº de Maio Nº de Setembro
de tubos e acessórios

Paulo Gomes, Engº


Director Executivo

atitudes APTA em revista


33
Ano 11 · SETEMBRO/2009 · Quadrimestral · Distribuição Gratuita

EDITORIAL
Caro leitor,
Como tema em destaque da presente publicação, efectuamos uma análise de fluído veiculado e a dimensão da tubagem.
técnica detalhada referente ao cálculo do espaçamento entre suportes de Informamos os nossos prezados leitores que participaremos na feira
tubagens em aço, visando a maximização da distância entre esses apoios. Da CONCRETA´2009, na EXPONOR-Matosinhos, que decorrerá de 20 a 24 de Outubro,
optimização do consumo de suportes resultará necessariamente uma redução via stand n.º 2F50 (Pavilhão 2), para como sempre, estarmos à vossa total
do custo da instalação. Este estudo teórico incorpora de uma forma integrada, disposição.
requisitos de resistência mecânica e rigidez, para assegurar o correcto O signatário na qualidade de director executivo da A.P.T.A. reitera a sua total
funcionamento da tubagem. disponibilidade e aproveita esta oportunidade para em nome das empresas
O mesmo foi complementado, numa vertente mais prática, com a recolha de fundadoras e em seu próprio enviar os melhores cumprimentos, com votos
tabelas especificadas em normas e manuais técnicos, que fixam as distâncias de bons negócios.
máximas entre suportes de tubagens de aço, tendo em consideração o tipo

257

1. VISITA DA CT 18 À FERPINTA S.A. mento da Qualidade, Sr. Eng.º Manuel Peixoto, renovamos os nossos agradeci-
mentos pelo interesse e empenhamento que colocaram na preparação desta
No passado dia 8 de Maio, a Comissão Técnica de Normalização “CT 18 -
acção e pela cordialidade e simpatia com que nos receberam.
Elementos de Tubagem. Tubos, Válvulas e Acessórios”, gerida pelo Organismo
de Normalização Sectorial do CATIM (Centro de Apoio Tecnológico à Indústria
Metalomecânica), reuniu nas instalações da FERPINTA S.A.. 3. ACÇÃO DE INFORMAÇÃO
Esta reunião foi precedida por uma interessante e inolvidável visita às instalações A convite da empresa nossa associada FERPINTA S.A., a APTA realizou a 13 de
da empresa, a qual foi superiormente orientada pelo Eng.º Manuel Peixoto Julho de 2009 uma acção do informação, dirigida á equipa do Departamento
(Responsável pelo Departamento de Qualidade da FERPINTA e Presidente da Comercial, com o seguinte programa:
CT 18). Tendo os vogais da CT 18 constatado o excelente trabalho que está a
ser desenvolvido pela empresa, onde destacamos o forte investimento numa · Tubo de aço para canalizações: análise da normalização europeia aplicável
nova unidade de fabrico de tubo estrutural de grandes dimensões, sustentado e certificação obrigatória por via do Decreto-Lei n.º 390/89.
nas mais recentes tecnologias de corte, conformação e soldadura do aço, que · Tubo de aço estrutural: análise da normalização europeia aplicável e
aliadas à profunda experiência e know-how existentes, possibilitarão a marcação CE obrigatória por via do Decreto-Lei n.º 4/2007 (transposição
colocação no mercado de tubos estruturais de superior qualidade. da Directiva Europeia 89/106/CEE).
À Administração apresentamos os nossos agradecimentos pela abertura e
disponibilidade evidenciada, desejando os maiores sucessos neste novo e À Administração da empresa e em particular ao Assessor, Sr. Eng.º Nuno
arrojado projecto. Vasconcelos, aproveitamos para agradecer o convite que nos foi dirigido e a
cordialidade e simpatia com que fomos recebidos.
2. VISITAS AOS FABRICANTES
Durante o 2.º Quadrimestre de 2009 a APTA organizou a seguinte visita à Feira CONCRETA´2009
empresa nossa associada FERPINTA S.A.:

29 Maio
CICCOPN – Centro de Formação Profissional da Indústria da Construção Civil
e Obras Públicas do Norte – Curso de Canalizações.

Nesta visita as formandas constataram os especiais cuidados empregues na


fabricação de tubos de aço para canalizações soldados longitudinalmente,
fazendo-se um seguimento das distintas fases de produção, desde a recepção
da matéria prima até à expedição do produto acabado e inerentes operações Informamos todos os Exmos. Profissionais que participaremos na CONCRETA´2009
de controlo da qualidade. Como de costume, a visita terminou com um almoço (stand n.º 2F50 - Pavilhão 2), que decorrerá de 20 a 24 de Outubro 2009
de confraternização oferecido pela empresa. (3ª feira a sábado) na EXPONOR-Matosinhos, para como sempre, estarmos
À Administração da empresa e em particular ao Responsável pelo Departa- à vossa total disposição.
2.

1.

1. 1.

1. 2. 2.

258

4. INFORMAÇÃO GÁS “IN LOCO” · Exemplos de aplicação.


· Conclusões.
Durante o 2.º Quadrimestre de 2009, realizamos as seguintes Jornadas Técnicas · Debate.
sobre o Sistema de Canalização em Aço para Instalações de Gás para Edifícios: Ao Responsável e Formadores desta prezada Instituição, reiteramos os nossos
especiais agradecimentos pelo interesse e empenhamento que têm colocado
26 Maio na implementação destas acções e pela habitual cordialidade e simpatia com
CATIM – Centro de Apoio Tecnológico à Indústria Metalomecânica (Porto) que fomos recebidos. Aos Formandos, votos de sucesso profissional.
Curso de Instalador de Redes de Gás · Regime Laboral

1 Julho
5. JORNADAS TÉCNICAS
CATIM – Centro de Apoio Tecnológico à Indústria Metalomecânica (Porto) em Instituições de Ensino Superior
Curso de Instalador de Redes de Gás · Regime Pós-Laboral

9 Julho
CATIM – Centro de Apoio Tecnológico à Indústria Metalomecânica (Porto)
Curso de Instalador de Redes de Gás · Regime Laboral A convite dos Exmos. Sr. Prof. Virgílio Monteiro de Oliveira e Sr. Prof. João
Ferreira Mendes, do Departamento de Engenharia Mecânica do Instituto
Com o seguinte programa: Superior de Engenharia de Coimbra, a APTA realizou a 25 de Maio de 2009
· Enquadramento regulamentar (Portaria n.º 361/98 actualizada pela Portaria um seminário, destinado aos alunos do Mestrado em Instalações e Equipa-
n.º 690/2001). mentos em Edifícios, com o seguinte programa:
· Normalização Europeia e Hierarquia de utilização de normas.
· Classes de ligação em tubagens de aço e seu enquadramento regulamentar 1. Sistema de Canalização em Aço para Redes de Águas
e normativo. · Enquadramento regulamentar (Decreto-Regulamentar n.º 23/95).
· Tipos de ligações de tubagens de aço: · Normalização europeia aplicável.
· Ligações Roscadas: · Tubo:
· Sistemas de roscas com estanquidade no filete e suas características; · Matéria prima: características do Aço;
· Requisitos Regulamentares e Normalização; · Forma, Gamas, Dimensões, o Comprimento de tubo;
· A ligação roscada europeia EN 10226; · Revestimento de protecção por galvanização a quente.
· Funcionamento e designação; · Acessório:
· Materiais de vedação para aplicação gás; · Matéria prima;
· Exemplos. · Forma, Gamas, Dimensões;
· Ligações Mecânicas. · Revestimento de protecção por galvanização a quente.
· Ligações Soldadas. · Tipo de rosca utilizada: normas de referência.
· Tubo de aço para utilização em instalações de gás para edifícios: Requisitos · Tubos: normalização de referência (matéria prima e produto).
Regulamentares, Normalização e Especificações. · Acessórios: normalização de referência (matéria prima e produto).
· Acessórios roscados em fundição maleável para utilização em instalações de · A obrigatoriedade da certificação da qualidade deste tipo de produtos em
gás para edifícios: Requisitos Regulamentares, Normalização e Especificações. Portugal:
4. 4. 4.

5.

3.

259

· Tubos (mostra e análise do certificado); · Folha de cálculo APTA para o dimensionamento de instalações de gás:
· Acessórios (mostra e análise do certificado). apresentação.
· Implantação das tubagens:
· À vista; Aproveitamos para agradecer o convite que nos foi dirigido e a cordialidade
· Embebidas; e simpatia com que novamente fomos recebidos, salientando o significativo
· Em caixas técnicas. interesse e participação dos alunos, aos quais, desejamos votos de sucesso
na finalização do mestrado e na sequente carreira profissional.
2. Sistema de Canalização em Aço para Redes de Incêndios
· Enquadramento regulamentar.
· Especificações gerais aplicáveis aos componentes de uma rede de incêndio.
NOTÍCIAS e INFORMAÇÃO:
· Tipos de redes de segurança contra incêndios: Normalização
· Colunas secas; Tubo de aço estrutural - Versões Nacionais de Normas Europeias publicadas:
· Redes de incêndio armadas;
· Colunas húmidas; 2009
· Sistemas húmidos de extinção automática (sprinklers). Versão Portuguesa de Norma Europeia NP EN 10219-1
· O sistema ranhurado. Perfis ocos estruturais soldados e conformados a frio de aços não ligados e
· Folhas de cálculo APTA para o dimensionamento de redes de segurança de grão fino
contra incêndios: apresentação. Parte 1: Condições técnicas de fornecimento

3. Sistema de Canalização em Aço para Instalações de Gás em Edifícios Versão Portuguesa de Norma Europeia NP EN 10219-2
· Enquadramento regulamentar (Portaria n.º 361/98 actualizada pela Portaria Perfis ocos estruturais soldados e conformados a frio de aços não ligados e
n.º 690/2001). de grão fino
· Normalização europeia e hierarquia de utilização de normas. Parte 2: Tolerâncias, dimensões e características do perfil
· Classes de ligação tubagens de aço e seu enquadramento regulamentar e
normativo. Regulamentação Incêndios
· Tipos de ligações de tubagens de aço: Foi publicada a Portaria n.º 773/2009 que define o procedimento de registo
· Ligações soldadas; das entidades que exerçam a actividade de comercialização, instalação e
· Ligações mecânicas; manutenção de produtos e equipamentos de segurança contra incêndio em
· Ligações roscadas. edifícios (SCIE). Através da presente portaria são definidos os diversos requisitos
· Tubo de aço para utilização em instalações de gás para edifícios: requisitos necessários ao registo das referidas entidades, designadamente o referente
regulamentares, normalização e especificações. à capacidade técnica e às condições de qualificação profissional (com base
· Acessórios roscados em fundição maleável para utilização em instalações de na experiência e formação dos técnicos responsáveis). Este registo deve ser
gás para edifícios: requisitos regulamentares, normalização e especificações. efectuado junto da Autoridade Nacional de Protecção Civil. A presente portaria
· Exemplos de aplicação. entrou em vigor a 22 de Julho de 2009.
tema em destaque
Introdução
A análise racional do espaçamento entre suportes de tubagens em aço deverá
ter como grande objectivo, maximizar a distância entre apoios e assim
minimizar o número de suportes requerido, resultando numa redução de
custos mas salvaguardando o correcto funcionamento da tubagem, em
Espaçamento máximo entre suportes
particular, respeitando os seguintes requisitos de: de tubagens em aço
1. Resistência Mecânica: evitando tensões de flexão excessivas causadas
pelas cargas distribuídas e/ou concentradas entre os suportes.
Análise teórico-prática
2. Rigidez: mantendo a deformação da tubagem dentro de limites adequados,
através do controlo da flecha correspondente à flexão, por forma a garantir
um correcto escoamento do fluído transportado.
O presente estudo foi dividido em duas partes. Na primeira é realizada uma
abordagem teórica ao modelo de dimensionamento sustentado na teoria da
flexão das vigas. Na segunda são compiladas uma série de tabelas práticas Fig. 1 Exemplo de suportes.
especificadas em normas e manuais técnicos, que fixam as distâncias máximas
entre suportes de tubagens de aço, tendo em consideração o tipo de fluído
transportado e a dimensão da tubagem. Os valores fixados nestas tabelas
foram obtidos através de análises teóricas do tipo apresentado na primeira
parte e/ou através da experiência.

Abordagem teórica suporte perno


tubo de aço
O cálculo da distância máxima entre suportes de tubagens de aço emáx. [ver NP EN 10255 - série média tipo abraçadeira roscado
Fig. 2 a)], ou dito de outra forma, do vão máximo entre os suportes, é efectuado T
considerando o tubo de aço como uma viga horizontal sujeita aos vários pesos Água
D
próprios e sobrecargas actuantes. Conforme já referido, este vão máximo
a) B C
limitará os efeitos do(s) peso(s) próprio(s) nas seguintes duas características emáx.
da tubagem:
1. Tensão de flexão máxima (smáx.), a qual na zona de maior momento flector, waço=0,2419(DT - T²) [N/m] ; com D e T em “mm”
deverá ser inferior ou igual a um determinado valor admissível (sadm.).
2. A flecha máxima (Dmáx.), localizada a meio vão ou na sua vizinhança, a
wágua=0,0077[D² - 4(DT - T²)] [N/m] ; com D e T em “mm”
qual também deverá ser inferior ou igual a um determinado valor admissível
(Dadm.).

Determinação da tensão e da flecha máxima b) A B C F G


Em geral, a tensão máxima e a flecha máxima dependem para cada situação
concreta, do sistema de suportes (viga simplesmente apoiada, em consola,
w = waço + wágua
encastrada, contínua, etc.) e do tipo de carregamento (carga uniformemente
distribuída, concentrada etc.). A forma mais realista de modelizar a maioria
das situações práticas, consiste em fazer corresponder a tubagem de aço a
uma viga contínua simplesmente apoiada em vários pontos sucessivos
igualmente espaçados, sendo os pesos próprios relevantes simulados mediante c)
RA RB RC RF RG
uma carga uniformemente distribuída w [ver Fig. 2 c)]. e e e e
Nas situações mais correntes, a carga w é estabelecida como a resultante dos
seguintes dois pesos próprios: V1 V3 V5 V7
1. Peso próprio do tubo de aço por unidade de comprimento, calculado
V
+ + + +
mediante a seguinte fórmula em conformidade com a norma NP EN 10220, - - - -
estabelecida com base numa massa volúmica do aço raço =7.850 kg/m³: V2 V4 V6 V8
waço = raçop[(D² - (D - 2T)²]/(4x106) [kgf/m] <=> Mf1 Mf2 Mf3 Mf4
M = 0,02466(DT - T²) [kg/m] Eq. 1 + + + +
Mf
onde: -- -- --
M é a massa por unidade de comprimento em “kg/m” do tubo; d)
MfB=Mfmáx. MfC MfF=Mfmáx.
D é o diâmetro exterior nominal do tubo de aço em “mm”;
T é a espessura nominal do tubo de aço em “mm”. w=0,2419(DT-T²)+0,0077[D²-4(DT-T²)] [N/m] ; com D e T em “mm”
A Eq. 1, expressa em termos de carga e estabelecendo-se que 1 kgf =
9,81 N, assume a seguinte forma: D
waço = 0,2419(DT - T²) [N/m] Eq. 2 Mfmáx=0,1071we² Mfmáx=0,1071we²
2. Peso próprio do fluído veiculado ou do fluído de ensaio (o maior deles). e) Dmáx=0,0065we 4/EI
EN linha de deflexão (deformação do tubo)
Sendo a água normalmente utilizada como fluído de ensaio, o correspon-
dente peso próprio por unidade de comprimento, estabelecido com base
Legenda e valores:
numa massa volúmica rágua =1.000 kg/m³, é calculado mediante a e - espaçamento entre suportes (vão) RA= RG= 0,393we RB= RF= 1,143we
seguinte fórmula: w - carga uniformemente distribuída RC= 0,928we
wágua = ráguap(D - 2T)²/(4x106) [kgf/m] <=> R - reacções dos suportes V1= V8= 0,393we V2= V7= 0,607we
wágua = 0,0077[D² - 4(DT - T²)] [N/m] Eq. 3 Mf - momento flector
V3= V6= 0,536we V4= V5= 0,464we
V - esforço transverso/cortante
onde: Mf1= Mf4= 0,0772we² (a 0,393e de RA e RG)
D - flecha de deflexão
D é o diâmetro exterior nominal do tubo de aço em “mm”; E - módulo de Young do aço Mf2= Mf3= 0,0364we² (a 0,536e de RB e RF)
T é a espessura nominal do tubo de aço em “mm”. IEN - momento de inércia/eixo neutro MfB= MfF= Mfmáx.= -0,1071we²
Convenção de esforços internos MfC= -0,0714we²
Nota: Caso seja relevante, também deverão ser contabilizados outros pesos
próprios tais como: peso do isolamento térmico, revestimentos internos e/
Mf V + V Mf
Dmáx.= 0,0065we4/EIEN (a 0,440e de RA e RG)

ou externos, etc.
Fig. 2 Tubagem de aço sujeita a cargas distribuídas e respectivos esforços.
Em suma, normalmente a carga total w será então igual a: Detalhe do suporte B:
perno roscado
w = waço + wágua <=>
w = 0,2419(DT - T²)+0,0077[D² - 4(DT - T²)] [N/m] tubo de aço suporte tipo abraçadeira
Resultando após as adequadas simplificações em: NP EN 10255 - série média
w = 0,2111(DT - T²)+0,0077D² [N/m] Eq. 4 B smáx. T
onde:
D é o diâmetro exterior nominal do tubo de aço em “mm”;
Água
T é a espessura nominal do tubo de aço em “mm”. Mf máx.= tracção Mf máx.=
0,1071we² 0,1071we² D
EN
No caso de uma viga contínua, para vãos e cargas distribuídas iguais, a análise compressão
da evolução do momento flector enquanto esforço interno mais significativo,
evidencia que este é máximo nas zonas de apoio [ver Fig. 2 d)], contrariamente
smáx.
ao que se verifica no caso de uma viga simplesmente apoiada, onde o mo-
mento flector máximo se verifica a meio vão. e e
Assumindo que o tubo de aço no troço em análise tem dimensão constante, EN - Eixo neutro
o correspondente momento inércia em relação ao eixo neutro da secção
resistente anelar (IEN), também é constante. Então, ao momento flector máximo, Fig. 3 Tensões de flexão instaladas no tubo de aço (zona do suporte B).
localizado nas zonas de suporte, com sentido negativo (ver convenção na Fig. 2)
e definido pela equação Mfmáx.= 0,1071we², corresponderá a tensão máxima Especificação da tensão e da flecha admissível
de flexão smáx. [ver Fig. 3], determinada através da aplicação da fórmula da Tomando como referência a norma EN 13480-3, no caso de aços de qualidade
flexão: não-ligados, a tensão admissível de base é estabelecida de acordo com o
Mf.(D/2) Mf seguinte critério:
0,1071we²
smáx.= <=> smáx.= = Eq. 5 sced. s0,2 srot.
IEN Wel Wel ;
sadm.B = mín. ou
1,5 1,5 2,4
onde Wel designa módulo de resistência à flexão elástica, sendo igual à relação
IEN/(D/2). Dado que o momento inércia em relação ao eixo neutro (EN) da onde:
secção resistente anelar do tubo de aço é, por definição, igual a: sadm.B é a tensão admissível de base do aço em “MPa” (f);
sced. é a tensão de cedência superior do aço em “MPa” (ReH);
p
IEN = [D4 - (D - 2T)4] s0,2 é a tensão limite convencional de proporcionalidade em “MPa” (Rp0,2);
64 srot. é a tensão de rotura à tracção do aço em “MPa” (Rm).
então: Nota: entre parênteses foi colocada a simbologia utilizada nas normas
IEN [D4 - (D - 2T)4] europeias.
Wel = = 0,09817
(D/2) D
No dimensionamento da distância entre suportes fixa-se o seguinte critério
E finalmente, com base na Eq. 5, deduz-se a seguinte fórmula da tensão de específico:
flexão máxima instalada no tubo de aço:
a) Requisito de resistência mecânica:
1,0909we²D
smáx.= [MPa] Eq. 6 sadm.= mín. 40 MPa ; 0,4sadm.B
[D4 - (D - 2T)4]

b) Requisito de rigidez:
onde:
b1) Para tubagens com DN 20 : Dadm.= 3 mm
D é o diâmetro exterior nominal do tubo de aço em “mm”;
b2) Para tubagens com DN 80 : Dadm.= 5 mm
T é a espessura nominal do tubo de aço em “mm”;
b3) Para tubagens com DN > 80 : Dadm.= 10 mm
e é a distância entre suportes em “mm”;
w é a carga uniformemente distribuída total em “N/mm”, ou seja, dividindo-
Limitando a tensão de flexão máxima da Eq. 6 e a flecha máxima da Eq. 8
se a Eq. 4 por mil, para converter “N/m” em “N/mm”.
aos correspondentes valores admissíveis e explicitando-as em ordem à distância
“e”, obtêm-se as duas fórmulas de dimensionamento da distância máxima
Por sua vez, dado que a flecha máxima Dmáx. é determinada pela seguinte
entre suportes:
fórmula [ver Fig. 2 e)]:
Dmáx=0,0065we4/EIEN [mm] Eq. 7
sadm.[D4 - (D - 2T)4]
resultará na seguinte expressão final: emáx.s= [mm] Eq. 9
1,0909wD
0,1324we4
Dmáx= [mm] Eq. 8
E[D4 - (D - 2T)4] 4 Dadm.E[D4 - (D - 2T)4]
emáx.D= [mm] Eq. 10
0,1324w
onde:
D é o diâmetro exterior nominal do tubo de aço em “mm”; onde:
T é a espessura nominal do tubo de aço em “mm”; emáx.s é a distância máx. entre suportes em “mm” (requisito de resistência);
E é o módulo de Young (ou de elasticidade longitudinal) do aço em “MPa”, emáx.D é a distância máx. entre suportes em “mm” (requisito de rigidez);
sendo normalmente adoptado um valor igual a 200.000 MPa; D é o diâmetro exterior nominal do tubo de aço em “mm”;
e é a distância entre suportes em “mm”; T é a espessura nominal do tubo de aço em “mm”;
w é a carga uniformemente distribuída total em “N/mm”, ou seja, dividindo- E é o módulo de Young (ou de elasticidade longitudinal) do aço em “MPa”,
se a Eq. 4 por mil, para converter “N/m” em “N/mm”. sendo normalmente adoptado um valor igual a 200.000 MPa;
w é a carga uniformemente distribuída total em “N/mm”, ou seja, dividindo-
Note-se que todo o raciocínio e formulário antes deduzido, é válido para cargas se a Eq. 4 por mil, para converter “N/m” em “N/mm”.
do tipo uniformemente distribuídas. Caso haja necessidade de se incluirem
efeitos relevantes de cargas concentradas (por ex. correspondentes ao peso A distância máxima entre suportes (emáx.) final, corresponde ao mínimo dos
próprio de válvulas, acessórios, derivações não suportadas, etc.), essa análise dois valores calculados:
conjunta poderá, por exemplo, ser efectuada com recurso ao princípio da
emáx.= mín. emáx.s ; emáx.D
sobreposição de efeitos.
Em relação ao requisito de resistência mecânica, verifica-se uma preocupação garantir capacidade à tubagem de aço para suportar o efeito combinado de
em fixar um nível baixo para a tensão admissível (sadm.), em comparação todos os tipos de cargas e respectivas tensões instaladas. Reservando uma
com a capacidade real de resistência do aço definida pela sua tensão de parte dessa capacidade ao dimensionamento da distância entre suportes,
cedência (sced.). Sendo esta precaução justificada pelo facto de o tubo de aço através da respectiva e específica tensão admissível (sadm.).
estar sujeito simultaneamente a outras cargas e respectivas tensões, em No que concerne ao requisito de rigidez, a sua imposição visa salvaguardar
particular às tensões normais originadas pela pressão de serviço, normalmente um correcto escoamento do fluído, impedindo a formação de bolsas de líquido
com intensidades mais significativas. Assim, a tensão admissível de base do a meio vão, minimizar vibrações, garantir um correcto alinhamento nas ligações
aço (sadm.B), normalmente determinada pela aplicação de um coeficiente de dos tubos com os acessórios, prevenindo riscos de fugas nessas ligações, etc..
segurança de 1,5 em relação à tensão de cedência (sced.), tem como objectivo

Exemplo de dimensionamento
Para aplicação do critério de dimensionamento seguinte título: “Tubos de aço não ligado com aptidão para soldadura e rosca-
da distância máxima entre suportes, iremos gem. Condições técnicas de fornecimento”, estabelece de forma detalhada
utilizar a gama tubos de aço para canalizações as características dimensionais e físicas dos tubos. No Quadro 1 resumem-
da série média, conformes a norma europeia se as características normalizadas da série média relevantes para este exemplo.
NP EN 10255, fabricados pela empresa nossa O tubo em causa é fabricado em aço da classe S235, com uma tensão de
Fig. 4 Tubo de aço associada FERPINTA S.A.. Esta norma, com o cedência mínima de 235 MPa e uma tensão de rotura média de 400 MPa.
NP EN 10255.

1. Cálculo da tensão admissível aplicável ao aço da classe S235:


sced. s0,2 srot. 235 400
sadm.B = mín. ou ; <=> sadm.B = mín. ; = 156,7 MPa
1,5 1,5 2,4 1,5 2,4

sadm.= mín. 40 MPa ; 0,4sadm.B <=> sadm.= mín. 40 MPa ; 0,4x156,7 = 40 MPa

2. Tomando por exemplo o tubo de aço com dimensão DN 50, por consulta do Quadro 1: D=60,3 mm ; T=3,6 mm.

3. Determinação da carga total w, por aplicação da Eq. 4: w = 0,2111(DT - T²)+0,0077D² = 0,2111(60,3x3,6 - 3,6²)+0,0077x60,3² = 71,09 N/m = 0,0711 N/mm

4. Cálculo da distância máxima entre suportes pelo requisito de resistência mecânica emáx.s, por aplicação da Eq. 9:

sadm.[D4 - (D - 2T)4] 40[60,34 - (60,3 - 2x3,6)4]


emáx.s= = = 6.715 mm = 6,7 m
1,0909wD 1,0909x0,0711x60,3

5. Cálculo da distância máxima entre suportes pelo requisito de rigidez emáx.D, por aplicação da Eq. 10 e adopção de um módulo de elasticidade longitudinal
E = 200.000 MPa e uma flecha admissível Dadm.= 5 mm:

4 Dadm.E[D4 - (D - 2T)4] 4 5x200.000[60,34 - (60,3 - 2x3,6)4]


emáx.D= = = 4.865 mm = 4,8 m
0,1324w 0,1324x0,0711

6. Decisão final sobre a distância máxima entre suportes emáx.:

emáx.= mín. emáx.s ; emáx.D <=> emáx.= mín. 6,7 m ; 4,8 m = 4,8 m ; aplicável ao tubo de aço DN 50.

Repetindo as fases 2 a 6 do procedimento dos estão sintetizados no Quadro 2 à direita. A análise dos resultados
anterior, o dimensionamento é extensível permite concluir que globalmente o requisito de rigidez é mais restriti-
a toda a gama dimensional, cujos resulta- vo que o requisito de resistência mecânica.

Quadro 1: Quadro 2:
Gama NP EN 10255 - Série média Resultados do dimensionamento (Aço classe S235: sadm.=40 MPa ; E=200.000 MPa)

Dimensão Dimensão Diâmetro Espessura Massa Peso - Aço Peso - Água Peso total Distância Flecha Distância Distância
da rosca nominal exterior da parede linear Eq. 2 Eq. 3 Eq. 4 Eq. 9 Admissível Eq. 10 Máxima
(R) (DN) (D) (T) (M) (waço) (wágua) (w) (emáx.s) (Dadm.) (emáx.D) (emáx.)
mm mm kg/m N/m N/m N/m N/mm mm m mm mm m m
3/8 DN 10 17,2 2,3 0,84 8,290 1,222 9,512 0,0095 3.737 3,7 3 2.334 2,3 2,3
1/2 DN 15 21,3 2,6 1,21 11,761 1,996 13,757 0,0138 4.165 4,1 3 2.600 2,6 2,6
3/4 DN 20 26,9 2,6 1,56 15,283 3,626 18,909 0,0189 4.665 4,6 3 2.916 2,9 2,9
1 DN 25 33,7 3,2 2,41 23,609 5,739 29,348 0,0293 5.218 5,2 5 3.708 3,7 3,7
1 1/4 DN 32 42,4 3,2 3,10 30,334 9,979 40,323 0,0403 5.770 5,7 5 4.129 4,1 4,1
1 1/2 DN 40 48,3 3,2 3,56 34,911 13,518 48,429 0,0484 6.083 6,0 5 4.380 4,3 4,3
2 DN 50 60,3 3,6 5,03 49,377 21,711 71,088 0,0711 6.715 6,7 5 4.865 4,8 4,8
2 1/2 DN 65 76,1 3,6 6,42 63,136 36,554 99,689 0,0997 7.292 7,2 5 5.373 5,3 5,3
3 DN 80 88,9 4,0 8,36 82,149 50,395 132,544 0,1325 7.815 7,8 5 5.783 5,7 5,7
4 DN 100 114,3 4,5 12,2 119,523 85,378 204,901 0,2049 8.645 8,6 10 7.702 7,7 7,7
5 DN 125 139,7 5,0 16,6 162,920 129,530 292,450 0,2924 9.373 9,3 10 8.433 8,4 8,4
6 DN 150 165,1 5,0 19,8 193,641 185,231 378,872 0,3789 9.814 9,8 10 8.997 8,9 8,9
Fig. 5 Espaçamento máximo entre suportes de tubagens em aço (emáx.).

suporte perno
tipo abraçadeira roscado
T

Fluído
D
Abordagem prática
emáx.
A aplicação de abordagens teóricas similares à anteriormente desenvolvida
tubo de aço e/ou análises empíricas baseadas na experiência, às combinações mais
NP EN 10255 - série média
correntes entre diâmetros exteriores (D), espessuras da parede (T), materiais
Legenda:
utilizados (aço), tipos de fluídos, etc., conduziu ao estabelecimento de tabelas
emáx.- distância máxima entre suportes,
D- diâmetro exterior do tubo de aço, práticas que fixam os valores máximos da distância entre suportes de tubagem
T- espessura do tubo de aço. em aço (emáx.), que a seguir se transcrevem nos Quadros
3 a 6. Assim, normalmente o cálculo directo da distância/vão
entre suportes limita-se, na prática, aos casos de tubagens
Quadro 3: Ref.ª: ANPC Ref.ª: Norma que não se enquadrem nas tabelas existentes.
Nota Técnica Nº 13 Americana NFPA 13
Dimensão Dimensão Diâmetro Colunas Secas e Húmidas Redes de “Sprinklers”
nominal nominal exterior Série Média Série Média Série Ligeira Quadro 4:
(R)/(NPS) (DN) (D) (emáx.) (emáx.) (emáx.) Ref.ª: GDP Distribuição - Manual Técnico GEC/003 Galpenergia
mm m m m
Dimensão Dimensão Diâmetro Redes de Gás
1 DN 25 33,7 4,6 3,66 3,66 nominal nominal exterior Troços Troços
1 1/4 DN 32 42,2 4,6 3,66 3,66 (R)/(NPS) (DN) (D) horizontais verticais
1 1/2 DN 40 48,3 4,6 4,57 3,66 mm (emáx.) (emáx.)
2 DN 50 60,3 4,6 4,57 3,66 m m
2 1/2 DN 65 76,1 5,0 4,57 3,66 1/2 DN 15 21,3 2,0 3,0
3 DN 80 88,9 6,0 4,57 3,66 3/4 DN 20 26,9 2,0 3,0
4 DN 100 114,3 6,0 4,57 Não aplicável 1 DN 25 33,7 2,0 3,0
5 DN 125 139,7 6,6 4,57 Não aplicável 1 1/4 DN 32 42,2 2,5 3,0
6 DN 150 165,1 8,5 4,57 Não aplicável 1 1/2 DN 40 48,3 3,0 3,0
8 DN 200 219,1 ---- 4,57 Não aplicável 2 DN 50 60,3 3,0 3,0

Quadro 5: Quadro 6:
Ref.ª: Norma Americana ASME B31.1 Ref.ª: Manual de Engenharia EM 1110-1-4008
Exército Americano - US Army Corps of Engineers
Dimensão Dimensão Diâmetro Redes de Redes de
nominal nominal exterior Águas Ar Gás Vapor Dimensão Dimensão Diâmetro Redes de Águas
(R)/(NPS) (DN) (D) (emáx.) (emáx.) nominal nominal exterior Série Média Série Pesada
mm m m (R)/(NPS) (DN) (D) (emáx.) (emáx.)
mm m m
1 DN 25 33,7 2,1 2,7
2 DN 50 60,3 3,0 4,0 1/2 DN 15 21,3 2,1 2,5
3 DN 80 88,9 3,7 4,6 3/4 DN 20 26,9 2,1 2,9
4 DN 100 114,3 4,3 5,2 1 DN 25 33,7 2,1 3,2
6 DN 150 165,1 5,2 6,4 1 1/2 DN 40 48,3 2,7 3,9
8 DN 200 219,1 5,8 7,3 2 DN 50 60,3 3,0 4,3
12 DN 300 323,9 7,0 9,1 3 DN 80 88,9 3,7 5,2
16 DN 400 406,4 8,2 10,7 4 DN 100 114,3 4,3 5,8
20 DN 500 508 9,1 11,9 6 DN 150 165,1 5,2 7,0
8 DN 200 219,1 5,8 7,9
Notas:
a) Aplicável a troços de tubagem em aço horizontais e rectos das séries média e 10 DN 250 273,0 6,1 8,7
pesada, com temperatura máxima de serviço igual a 400 ºC. 12 DN 300 323,9 7,0 9,5
b) Não aplicável a troços de tubagem contendo cargas concentradas entre os suportes,
tais como flanges, válvulas, etc.. Notas:
c) O espaçamento é baseado numa viga encastrada nos dois suportes com uma tensão a) Aplicável a tubos de aço com costura, em troços horizontais e rectos da séries
de flexão admissível igual a 15,86 MPa, com o tubo isolado e cheio de água ou o média e pesada.
peso equivalente do tubo de aço para vapor, gás ou ar, assim como, uma flecha b) O espaçamento é baseado numa viga simplesmente apoiada, com o tubo não
admissível entre os suportes de 2,5 mm (a meio vão). isolado e cheio de água, com temperatura máxima de serviço igual a 93 ºC.

Observações e recomendações
1. Os valores tabelados não se aplicam a troços verticais (colunas), com excep- se que as distâncias tabeladas sejam reduzidas no mínimo em 25% para redu-
ção do Quadro 4, dado que nestes casos as cargas devidas aos pesos próprios zir o efeito das cargas excêntricas e torções decorrentes.
não geram momentos flectores e consequentemente não existem tensões de 4. Os suportes (por ex. abraçadeiras) deverão permitir as eventuais contracções
flexão. Nestes casos, o suporte deve ficar localizado na metade superior da ou dilatações da tubagem e possuirem, na zona anelar de contacto com a
coluna de modo a prevenir situações de instabilidade (por ex. encurvadura). tubagem, um material elastomérico ou similar com propriedades elásticas e
2. Os suportes devem localizar-se o mais próximo possível das cargas concen- dieléctricas, que impeça a transmissão à estrutura de vibrações ou ruídos
tradas, tais como válvulas, flanges, etc., de modo a minimizar as tensões de produzidos pelo escoamento na tubagem, bem como a eclosão de eventuais
flexão decorrentes. Esta proximidade também deverá ser implementada nos fenómenos de corrosão (ver ex. de abraçadeira da empresa nossa associada
casos de derivações e cruzamentos para anular os efeitos da torção. Porfite Lda. na Fig. 6).
3. Ocorrendo mudanças de direcção no plano horizontal da tubagem, recomenda-
Exemplo de suportes Quadro 7:
Gama: Abraçadeiras SYC (Saycalsa) Ref.ª RFRGD
Referência Dimensão Dimensão Amplitude do
comercial nominal nominal Diâmetro exterior
(R)/(NPS) (DN) (D)
mm
RFRGD018 3/8 DN 10 15 a 19
RFRGD022 1/2 DN 15 20 a 25
RFRGD028 3/4 DN 20 26 a 30
RFRGD035 1 DN 25 32 a 36
RFRGD040 1 1/4 DN 32 38 a 43
RFRGD048 1 1/2 DN 40 47 a 51
Dimensão: Dimensão: RFRGD060 2 DN 50 60 a 64
2 1/2 (DN 65) 1/2 (DN 15) RFRGD075 2 1/2 DN 65 75 a 80
RFRGD090 3 DN 80 87 a 92
RFRGD115 4 DN 100 113 a 118
Fig. 6 Abraçadeira SYC (Saycalsa) Ref.ª RFRGD
RFRGD140 5 DN 125 138 a 142
RFRGD160 6 DN 150 159 a 166
Especificações técnicas:
RFRGD220 8 DN 200 215 a 220
Tipo de suporte: Abraçadeira
Material: Aço galvanizado
Série: Reforçada Referências bibliográficas:
Banda isolante: Borracha vulcanizada Livros: Pedro C. Silva Telles - Tubulações Industriais-Cálculo, 9ª Edição, Livros Técnicos e Científicos Editora
S.A; Robert O. Parmley - Field engineer's manual. Normas e Especificações Técnicas: NP EN 10255;
Ligação: Porca dupla M8 e M10
NP EN 10220; EN 13480-3; ASME B31.1; NFPA 13; ANPC-Nota Técnica nº 13. Manuais: GDP Distribuição
Aplicação: Instalações horizontais, verticais e suspensas. - Instalações de Utilização de Gás Natural para Clientes Domésticos; US Army Engineer Manual 1110-
Gama parcial: Ver Quadro 7 1-4008; Manual do Instalador APTA.

264

Uma iniciativa das empresas: Ficha Técnica:

FERPINTA
Indústrias de Tubos de Aço
de Fernando Pinho Teixeira, S.A.

Tel. 256 411 400 · Fax 256 412 277 Propriedade: APTA
Apart. 26 · Carregosa · Oliveira de Azeméis associação de produtores de tubos e acessórios
Associação de Produtores de Tubos e Acessórios
3730-956 VALE DE CAMBRA
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Coordenação: Paulo Gomes (Engº) Tel. 229 444 532
PORFITE
Grafismo: www.apdesign.pt Fax 229 444 531
Acessórios para Canalizações, Lda. Impressão: Multiponto Apartado 6066
Tel. 229 410 583 · Fax 229 410 644 4476-908 OUTEIRO MAIA
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