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UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ

Curso: Engenharia Mecânica

Professor: Alexandro Stonoga

Alunos: Henrique S. Brunkow

Ricardo Emilio Kämpf

Curitiba 10/2013
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SUMÁRIO

SUMÁRIO .......................................................................................................................................... 2
1. PROJETO DO TROCDOR DE CALOR ................................................................................ 3
1.1 DEFINIÇÃO ............................................................................................................................ 3
2. DIMENSIONAMENTO DO TROCADOR DE CALOR......................................................... 3
2.1 BALANÇO DE CALOR.......................................................................................................... 3
2.2 CÁLCULO DA MÉDIA LOGARÍTMICA DA DIFERENÇA DE TEMPERATURA
(MLDT) ........................................................................................................................................... 5
2.3 CÁLCULO DA ÁREA E NÚMERO DE TUBOS DO TROCADOR DE CALOR ............ 6
2.4 CÁLCULO DO FATOR DE INCRUSTAÇÃO ................................................................... 12
2.4.1 Fluído Quente ................................................................................................................ 12
2.4.2 Fluido Frio ...................................................................................................................... 13
3. CÁLCULO PARA QUEDA DE PRESSÃO .......................................................................... 17
3.1 FLUIDO QUENTE ................................................................................................................ 17
3.2 FLUÍDO FRIO ....................................................................................................................... 20
4. CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS ............................................................................. 21
5. CONCLUSÃO ......................................................................................................................... 26
REFERÊNCIAS .............................................................................................................................. 26

Curitiba 10/2013

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1. PROJETO DO TROCDOR DE CALOR

1.1 DEFINIÇÃO

O equipamento de transmissão de calor é definido pelo função que ele


exerce num processo. Os trocadores recuperam calor entre duas correntes do
processo.
O equipamento que será dimensionado neste trabalho é um trocador de
calor casco e tubo, pois a troca de calor será elevada necessitando assim de
um trocador com múltiplos tubos para satisfazer a troca térmica necessária.
Os procedimentos de dimensionamentos seguidos neste trabalho
baseiam-se no livro de: PROCESSOS DE TRANSMISSÃO DE CALOR, do
autor DONALD Q. KERN. Devido a isso as unidas utilizadas para os cálculos
serão as unidades inglesas, pois todas as tabelas utilizadas pelo autor seguem
essas unidades. Alguns cálculos serão realizados em unidades do SI, mas
serão transformadas para as unidades inglesas.

2. DIMENSIONAMENTO DO TROCADOR DE CALOR

2.1 BALANÇO DE CALOR

O trocador a ser dimensionado neste trbalho será utilizado para aquecer


água utilizando vapor. A água será aquecida de 40ºC para 80ºC e terá uma vazão
mássica de 7kg/s. Para isso se utilizará vapor de água a 8 bars de pressão.
Geralmente quando usa-se vaporno processo de troca térmica utiliza-se vapor
saturado ao invés do super saturado. Sendo assim a temperatura de entrada do
vapor utilizado a pressão de 8 bars é de 170,4ºC, e sua vazão mássica será
calculada mais a frente. O calor específico da água utilizado foi de cp=4,182
(kJ/kg.K) retirado da tabela 1 , a uma temperatura média de processo de 60ºC
obtidos da equação1.

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𝑇𝑠𝑢𝑝. − 𝑇𝑖𝑛𝑓.
∆𝑇 = Equação 1
2
80 − 40
∆𝑇 = = 60º𝐶
2

Tabela 1 – propriedades de sólidos e liquidos selecionados: cp,


ρ, k.

FONTE: PRICÍPIOS DE TERMODINÂMICA PARA ENGENHARIA, MICHAEL J. MORAN E


HOWARD .N SHAPIRO.

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O cálculo do calor então será:

𝑄 = 𝑚̇ 𝑋 𝑐𝑝 𝑋 ∆𝑇 Equação 2

𝑄 = 7 𝑋 4,182 𝑋 (80 − 40) = 1171𝑘𝑊


Cálculo da vazão mássica de vapor necessária para a troca de calor:

𝑄 = 𝑚̇ 𝑋 𝑐𝑝 𝑋 ∆𝑇

117100 = 𝑚̇ 𝑋 4,182 𝑋 40 = 𝑚̇ = 0,572𝑘𝑔/𝑠

2.2 CÁLCULO DA MÉDIA LOGARÍTMICA DA DIFERENÇA DE


TEMPERATURA (MLDT)

O cálculo da media logarítmica é o primeiro passo para descobrir qual será


a área necessária de troca térmica do trocador de calor. Como já foi dito acima as
unidades utilizadas para os cálculos serão as unidades inglesas, abaixo segue a
tabela 2 com um resumo das temperaturas em “ºF” dos fluídos.

TABELA 2 – RESUMO DAS TEMPERATURAS DOS FLUÍDOS


FLUÍDO FLUIDO FRIO DIFERENÇA (ºF)
QUENTE (ºF) (ºF)
338,72 Temperatura 176 162,72
superior
338,72 Temperatura 104 234,72
inferior
0 Diferenças 72 72

∆𝑇𝑀𝐴𝐼𝑂𝑅 −∆𝑇𝑀𝐸𝑁𝑂𝑅
𝑀𝐿𝐷𝑇 = ∆𝑇 Equação 3
ln∆𝑇 𝑀𝐴𝐼𝑂𝑅
𝑀𝐸𝑁𝑂𝑅

234,72 − 162,72
𝑀𝐿𝐷𝑇 = = 196,53 º𝐹
234,72
ln
162,72

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2.3 CÁLCULO DA ÁREA E NÚMERO DE TUBOS DO TROCADOR DE CALOR

Para iniciar a etapa do cálculo de área precisa-se estimar um coeficiente


global de troca térmica. Com o auxilio do quadro 1 verifica-se um intervalo
𝑈𝐷 entre 200 e 700BTU/h.ft².ºF. Por se tratar de um processo limpo entre água e
vapor suponha-se um 𝑈𝐷 = 200, pois um 𝑈𝐷 = 700 corresponderia á
incrustação sozinha. De posse deste dado calculamos o numero de tubos do
trocador.

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QUADRO 1 – COEFICIENTE GLOBAL DE PROJETO APROXIMADO.

FONTE: PROCESSOS DE TRANSMISSÃO DE CALOR. DONALD Q. KERN.

Com:

𝑈𝐷 = 200:

Q=3992536,96 BTU/h

7
𝑄
𝐴= Equação 4
𝑈𝐷 𝑋 𝑀𝐿𝐷𝑇

3992536.96
𝐴= = 101,576 𝑓𝑡²
200 𝑋 196,53

Para calcular a quantidade de tubos necessária precisa-se selecionar um


tipo de tubo e também sua área. Para este trocador o escolhido foi o BWG 14 com
DE de 1 in e comprimento de 12 in e área a”= 0,2618 ft²/ft linear. O quadro 2
mostra a área linear do tubo selecionado para o trocador em questão.

𝐴
𝑁ú𝑚𝑒𝑟𝑜 𝑑𝑒 𝑡𝑢𝑏𝑜𝑠, 𝑁𝑡 = Equação 5
𝐿 𝑋 𝑎"

101,576
𝑁ú𝑚𝑒𝑟𝑜 𝑑𝑒 𝑡𝑢𝑏𝑜𝑠, 𝑁𝑡 = = 32,33 𝑡𝑢𝑏𝑜𝑠
12 𝑋 0,2618"

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QUADRO 2 – TIPOS DE TUBOS E SUAS DIMENSÕES.

FONTE: PROCESSOS DE TRANSMISSÃO DE CALOR. DONALD Q. KERN.

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Conhecendo a quantidade de tubos agora deve-se selecionar a disposição
dos tubos com a quantidade de tubos mais próxima do calculado, o tipo de passo ,
a distância do passo e quantas passagens pelo tubo. A contagem mais próxima
utilizada foi o de tubos com DE de 1 in, com passo triangular de 1(1/4) in e o
diâmetro interno na carcaça de 10 in como mostra o quadro 3 a seguir. Assim
segue a correção do 𝑈𝐷 :

𝐴 = 𝑁𝑡 𝑋 𝐿 𝑋 𝑎" Equação 6

𝐴 = 32 𝑋 12 𝑋 0,2618" = 100,53 𝑓𝑡²

𝑄
𝑈𝐷 =
𝐴 𝑋 𝑀𝐿𝐷𝑇

3992536,96 𝐵𝑇𝑈
𝑈𝐷 = = 202,078
100,531 𝑋 196,53 ℎ𝑓𝑡 2 º𝐹

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QUADRO 3 – DISPOSIÇÃO DOS ESPELHOS (CONTAGEM DOS TUBOS)
TIPOS DE PASSO.

FONTE: PROCESSOS DE TRANSMISSÃO DE CALOR. DONALD Q. KERN.

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2.4 CÁLCULO DO FATOR DE INCRUSTAÇÃO

Para calcular o fator de incrustação será necessário calcular antes uma


série de fatores que influenciam esse fator. Esses cálculos serão realizados para o
fluído quente que vai dentro dos tubos, que nesse caso será o vapor, e também
para o fluído frio a água, que vai na carcaça. Primeiramente para o fluído quente.

2.4.1 Fluído Quente

 Cálculo da área de escoamento:

Pelo quadro 2 a’t= 0,546 in². E n= 2 referente ao número de passos pelo


tubo.

𝑎′𝑡
𝑎𝑡 = 𝑁𝑡 𝑋 Equação 7
144 𝑋 𝑛

0,546
𝑎𝑡 = 32 𝑋 = 0,0606 𝑓𝑡²
144 𝑋 2

 Vazão mássica:

Onde:

𝑘𝑔
𝑤 = 𝑚̇ = 0,572 = 4539,76 𝑙𝑏/ℎ
𝑠

𝑤
𝐺𝑡 = Equação 8
𝑎𝑡

4539,76 𝑙𝑏
𝐺𝑡 = = 74913,5
0,0606 ℎ𝑓𝑡 2

 Cálculo do número de Reynolds.

Para 𝑇𝑐 = 338,72º𝐹.

𝑙𝑏
𝜇 = 0,016 𝑋 2,42 = 0,0387 Equação 9
𝑓𝑡ℎ

12
𝐷𝑖𝑛𝑡 0,834
𝐷= = = 0,0695 𝑓𝑡 Equação 10
12 12

𝐷 𝑋 𝐺𝑡 0,0695 𝑋 74913,5
𝑅𝑒𝑡 = = = 134535 Equação 11
𝜇 0,0387

Devido ao fluído quente ser o vapor o autor utiliza o coeficiente de


𝐵𝑇𝑈
transferência de calor ℎ𝑖0 fixo com o valor de ℎ𝑖0 = 1500 ℎ𝑓𝑡 2 𝐹. Em seguida

prosseguimos com os cálculos dos parâmetros para o fluido frio.

2.4.2 Fluido Frio

Para os cálculos do fluído frio utilizaremos um espaçamento entre chicanas


B= 7 in.

 Cálculo da área de escoamento.

Onde:

𝐷𝑖𝑛𝑡. = 𝐷𝑖â𝑚𝑒𝑡𝑟𝑜 𝑖𝑛𝑡𝑒𝑟 = 10 𝑖𝑛

𝐶 ′ = 0,25

𝑃𝑇 = 𝑝𝑎𝑠𝑠𝑜 = 1,25 𝑖𝑛

𝐵
𝑎𝑠 = 𝐷𝐼 𝑋 𝐶 ′ 𝑋 Equação 12
144 𝑋 𝑃𝑇

7
𝑎𝑠 = 10 𝑋 0,25 𝑋 = 0,0972 𝑓𝑡²
144 𝑋 1,25

 Vazão mássica.

Onde:

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𝑘𝑔 𝑙𝑏
𝑤 = 𝑚̇ = 7 = 55556,49
𝑠 ℎ

𝑤 55556,49 𝑙𝑏
𝐺𝑠 = = = 571569
𝑎𝑠 0,0972 ℎ𝑓𝑡 2

 Cálculo do número de Reynolds.

176+104
Para 𝑡𝑎 = = 140 º𝐹
2

𝑙𝑏
𝜇 = 0,6 𝑋 2,42 = 1,45
𝑓𝑡ℎ

Da figura 1 encontramos o 𝑑𝑒 para o tubo de 1 in no passo triangular igual

a 0,72. Assim:

𝑑𝑒 0,72
𝐷𝑒 = = = 0,06 Equação 13
12 12

𝐷𝑒 𝑋 𝐺𝑠 0,06 𝑋 571569
𝑅𝑒𝑠 = = = 23651,1
𝜇 1,45

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FIGURA 1 – CURVA DE TRANSMISSÃO DE CLAOR DO LADO DA
CARCAÇA PARA FEIXES COM CHICANAS FRACIONÁRIAS COM CORTES DE
25%

FONTE: PROCESSOS DE TRANSMISSÃO DE CALOR. DONALD Q. KERN.

Cálculo do coeficiente de transferência a de calor.

Para calcular o coeficiente de transferência de calor ℎ0 utiliza-se a figura 1


para se obter o valor de 𝑗ℎ , o quadro 4 para obter o k (coeficiente de condutividade
térmica) e o c (calor específico do fluído).

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QUADRO 4 – CONDUTIVIDADE TÉRMICA DOS LIQUIDOS.

FONTE: PROCESSOS DE TRANSMISSÃO DE CALOR. DONALD Q. KERN.

Assim:

𝑗ℎ = 85

Para Ta= 140ºF

K=0,381

C=0,72

16
𝜙𝑠 = 1

𝑐 𝑋 𝜇 1/3 0,72 𝑋 1,45 1/3


( ) =( ) = 1,295 Equação 14
𝑘 0,381

𝑘 𝑐 𝑋 𝜇 1/3
ℎ0 = 𝑗ℎ 𝑋 ( ) 𝑋 𝜙𝑠 Equação 15
𝐷𝑒 𝑘

0,381 𝐵𝑇𝑈
ℎ0 = 85 𝑋 𝑋 1,295 𝑋 1 = 698,98 ℎ𝑓𝑡 2 º𝐹
0,06

Obtidos os valores de ℎ𝑖0 e ℎ0 , calcula-se agora o coeficiente global de

polimento 𝑈𝑐 .

ℎ𝑖0 𝑋 ℎ0 1500 𝑋 698,98 𝐵𝑇𝑈


𝑈𝑐 = = = 476,798 Equação 16
ℎ𝑖0 + ℎ0 1500+698,98 ℎ𝑓𝑡 2 º𝐹

Com o valor do coeficiente global de polimento calculamos então o valor do


fator de incrustação.

𝑈𝑐 − 𝑈𝑑 476,798−200
𝑅𝑑 = = = 0,002903 Equação 17
𝑈𝑐 𝑋 𝑈𝑑 476,798 𝑋 200

3. CÁLCULO PARA QUEDA DE PRESSÃO

Os cálculos para queda de pressão também precisam ser efetuados para o


fluído frio e o fluído quente. Primeiramente para o fluído quente.

3.1 FLUIDO QUENTE

Para número de Reynolds 𝑅𝑒𝑡 = 134535 obtemos 𝑓 = 0,00014


através da figura 2.

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FIGURA 2 – FATORES DE ATRITO PARA O INTERIOR DO TUBO.

FONTE: PROCESSOS DE TRANSMISSÃO DE CALOR. DONALD Q. KERN.

Pelo quadro 5 obtemos o volume específico igual a 3,77.

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QUADRO 5 – PROPRIEDADES TERMODINÂMICAS DO VAPOR DE ÁGUA.

FONTE: PROCESSOS DE TRANSMISSÃO DE CALOR. DONALD Q. KERN.

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1 𝑙𝑏
𝜌= = 0,2652 Equação 18
3,77 𝑓𝑡 3

𝜌 0,2652
𝑠= = = 0,004243 Equação 19
62,5 62,5

𝑓 𝑋 𝐺𝑡 ² 𝑋 𝐿 𝑋 𝑛
∆𝑃𝑡 = 0,5 𝑋 Equação 20
5,22 𝑋 1010 𝑋 𝐷 𝑋 𝑠 𝑋 ∅𝑡

0,00014 𝑋 74913,5² 𝑋 12 𝑋 2
∆𝑃𝑡 = 0,5 𝑋 = 0,61 𝑝𝑠𝑖
5,22 𝑋 1010 𝑋 0,0695 𝑋 0,004243 𝑋 1

3.2 FLUÍDO FRIO

Para número de Reynolds 𝑅𝑒𝑠 = 23651,1 obtemos𝑓 = 0,00023 da


figura 3.

FIGURA 3 – FATORES DE ATRITO DO LADO DA CARCAÇA PARA


FEIXES COM CHICANAS FRACIONÁRIAS COM CORTES DE 25%.

FONTE: PROCESSOS DE TRANSMISSÃO DE CALOR. DONALD Q. KERN.

20
12 𝑋 𝐿
𝑁ú𝑚. 𝑑𝑒 𝑖𝑛𝑡𝑒𝑟𝑠𝑒𝑐çõ𝑒𝑠, 𝑁 + 1 = Equação 21
𝐵
12𝑋12
𝑁+1= = 21
7
𝐷𝑖𝑛𝑡.
𝐷𝑠 = = 0,833 Equação 22
12

𝑓 𝑋 𝐺𝑠 𝑋 𝐷𝑠 𝑋 (𝑁+1)
∆𝑃𝑠 = Equação 23
5,22 𝑋 1010 𝑋 𝐷𝑒 𝑋 𝑠 𝑋 ∅𝑠

0,00023 𝑋 571569² 𝑋 0,833 𝑋 21


∆𝑃𝑠 = = 0,42 𝑝𝑠𝑖
5,22 𝑋 1010 𝑋 0,06 𝑋 1 𝑋 1

4. CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS

Neste capitulo mostram-se as características de construção do trocador de


calor.

21
FIGURA 4 – DIMENSÕES DO ESPELHO.

FONTE: AUTOR

22
FIGURA 5 – DIMENSÕES DA TAMPA

FONTE: AUTOR

23
FIGURA 6 – DIMENSÕES DO TANQUE

FONTE: AUTOR

24
FIGURA 7 – DIMENSÕES DO TROCADOR DE CALOR

FONTE: AUTOR

25
5. CONCLUSÃO

Utilizando um coeficiente global de troca térmica 𝑈𝐷 = 200 obtivemos um


fator de incrustação de 0,002903, fator este satisfatório para o trocador de calor
em questão, pois segundo o autor fatores entre 0,0002 e 0,0003 são aceitáveis
para este tipo de trocador.

A queda de pressão nos fluidos quente e frio também foi muito boa, pois
segundo o autor são aceitáveis quedas de pressão de até 10 psi. Caso seja
necessário obter um 𝑈𝐷 mais confiável pode-se calcular novamente o valor do 𝑈𝐷
1 1
pela equação = + 𝑅𝐷 somando o fator de incrustação desejado e obter
𝑈𝐷 𝑈𝐶

assim um novo coeficiente global de troca térmica e recalcular novamente todos


os passos para o fator desejado.

REFERÊNCIAS

Donald Q. Kern , Processos de Transmissão de Calor, editora Guanabara


Koogan S.A.

Howard n. Shapiro, Princípios de Termodinâmica para Engenharia, editora


LTC 4º Edição.

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