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INTRODUÇÃO

SEÇÃO 1

INTRODUÇÃO SEÇÃO 1

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SEÇÃO 1 - INTRODUÇÃO

04 - 2001

SEÇÃO 1 - INTRODUÇÃO

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INTRODUÇÃO

Este MANUAL DE SERVIÇOS foi elaborado e composto no Centro de Treinamento da

New Holland Latino-Americana Ltda. para atender as necessidades de treinamento do pessoal

técnico de campo e mecânicos da Rede de Distribuidores New Holland, atualizando-os com as

informações técnicas mais recentes pertinentes a linha New Holland, no Brasil, de Colheitadeiras

- Modelos TC 55, TC 57 e TC 59.

As informações contidas neste Manual encontram-se atualizadas até a data de sua

publicação. Modificações incorporadas posteriormente ao produto serão divulgadas através de

Boletins de Serviço, os quais complementam as informações aqui impressas, ou por revisões

periódicas deste mesmo Manual.

New Holland Latino-Americana Ltda.

deste mesmo Manual. New Holland Latino-Americana Ltda. A New Holland Latino-Americana Ltda. adota, para os seus

A New Holland Latino-Americana Ltda. adota, para os seus produtos, uma política de contínuo

aprimoramento, reservando-se, portanto, o direito de alterar as especificações de seus

produtos a qualquer tempo, ou mesmo descontinuá-los, sem comunicação prévia, e isenta

de obrigações ou responsabilidades de qualquer natureza.

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SEÇÃO 1 - INTRODUÇÃO

CUIDADOS COM A COLHEITADEIRA

Recomendações que devem ser passadas ao cliente, visando uma vida útil maior para a colheitadeia.

REVISÃO PÓS-SAFRA

1. SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO

• verificar as regulagens do variador de velocidade do molinete.

• verificar nivelamento molinete.

• verificar os ajustes da barra de corte e o seu funcionamento.

• verificar o nível de óleo da caixa de acionamento da barra de corte.

• verificar rotação Mínima e Máxima do ventilador.

• verificar peneiras.

5. SISTEMA DE ARMAZENAMENTO

• verificar o comprimento da mola da catraca dos elevadores.

• verificar o tensionamento das correntes transportadoras dos elevadores.

• verificar o estado das pás dos elevadores.

• verificar a distância do sem-fim e dos dedos

• verificar o ajuste da chapa reguladora da

retráteis,

em

relação

ao

fundo

da

vazão de descarga, no interior do tanque

plataforma.

graneleiro.

• verificar a distância das chapas raspadoras, em relação ao sem-fim.

• verificar deslizamento da embreagem do sem-fim alimentador.

• verificar o funcionamento do CAAP e da flutuação lateral.

• verificar a tensão da esteira alimentadora.

• verificar

de

compensação do eixo dianteiro do elevador de palha.

• verificar o ajuste da catraca do eixo traseiro do elevador de palha.

• verificar ajuste dos rolos (foguetes) nas plataformas de milho.

• verificar embreagem sem-fim milho.

a

tensão

das

molas

2. SISTEMA DA DEBULHA

• verificar o paralelismo entre côncavo e cilindro, se necessário regular.

• verificar as regulagens do variador do cilindro.

• verificar a rotação máxima e mínima do cilindro.

• verificar se as barras de debulha não tem avariasou se estão gastas; se sim, trocar.

3. SISTEMA DA SEPARAÇÃO

• bandejão deslocamento.

• verificar o paralelismo entre côncavo e “rotary separator”.

• verificar o balanceamento estático dos saca-palhas.

• verificar o ajuste das chapas do batedor em relação às barras do cilindro.

• verificar rotação do batedor.

• verificar a fixação das cristas.

• verificar as distâncias entre os saca-palhas observando também o alinhamento.

4. SISTEMA DE LIMPEZA

• verificar a folga de 1 mm entre discos do variador do ventilador.

• verificar a tensão das correias do variador do ventilador.

• verificar o posicionamento das chapas defletoras, verticais e horizontais, do ventilador.

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• verificar distância do sensor de rotação dos elevadores.

6. PICADOR DE PALHA

• verificar

o

seu

balanceamento.

funcionamento

e

• verificar a situação das facas.

• verificar o ajuste do sensor de rotação.

7. CORRENTES

• verificar o tensionamento e alinhamento das correntes.

• lubrificar as correntes com óleo New Holland NHT-90.

8. CORREIAS

• verificar o tensionamento e alinhamento das correias.

• substituir correias avariadas.

9. SISTEMA DE TRANSMISSÃO (TC 55/57)

• verficar a tensão das correias do variador de tração.

• verificar o alinhamento vertical e horizontal do variador de tração.

• verificar a folga de 1,0 mm entre os discos do variador de tração.

caixa da

• verificar o nível de transmissão.

da

• verificar

óleo da

livre

do

o

curso

pedal

embreagem.

• verificar o curso livre dos pedais dos freios.

• verificar

ajuste do freio de

o

estacionamento.

• verificar o nível do reservatório do fluido de freio e embreagem.

• verificar o nível de óleo dos redutores finais.

SISTEMA DE TRANSMISSÃO (TC 59)

caixa da

• verificar o nível de transmissão.

• verificar o curso livre dos pedais dos freios.

• verificar

ajuste do freio de

óleo da

o

estacionamento.

• verificar o nível do reservatório do fluido de freio.

• verificar o nível de óleo dos redutores finais.

SEÇÃO 1 - INTRODUÇÃO

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10. SISTEMA PNEUMÁTICO

• verificar o nível de óleo do compressor.

• verificar o nível de óleo dos lubrificadores, e o seu funcionamento.

• verificar o circuito, quanto a possíveis vaza- mentos de ar.

• drenar a água do reservatório de ar (eixo dianteiro)

11. SISTEMA HIDRÁULICO

• verificar o nível de óleo do reservatório.

• verificar o circuito, quanto a possíveis vaza- mentos.

• verificar o funcionamento da direção hidros- tática.

12. SISTEMA ELÉTRICO

• verificar o funcionamento do painel de instru- mentos.

• verificar o funcionamento dos faróis/lanter- nas.

• verificar o posicionamento dos fios elétricos. (atritos com cantos vivos)

• verificar o nível da solução eletrolítica das bateiras.

• verificar os bornes quanto a sulfatação.

13. MOTOR

A. Verificações Gerais:

• nível de óleo lubrificante.

• nível de líquido de arrefecimento do radiador.

• tampa do radiador.

• tensão da correia do alternador.

• verificar o sistema elétrico.

• examinar as conexões da tubulação de com- bustível.

• verificar e reajustar a mínima e a máxima rotação.

• reapertar parafusos, porcas, conexões e bra- çadeiras.

B. Verificações Especiais após 600 horas:

• trocar filtro externo do ar de admissão (após 6 limpezas ou 1 ano).

• ajustar folga de válvulas (com motor frio) ad- missão: 0,406 mm, escape: 0,483 mm.

• verificar a pressão de abertura dos bicos injetores (255 - 267 bar).

14. SISTEMA HIDROSTÁTICO

• verificar o nível de óleo do reservatório

• verificar o circuito, quanto à possíveis vazamentos.

ARMAZENAGEM DA COLHEITADEIRA

Siga as instruções a seguir delineadas ao final de cada safra, ou quando a máquina tiver que ficar imobilizada por um longo período de tempo. Isso garantirá que a colheitadeira seja mantida em bom estado geral e pronta para a próxima colheita.

1.

Lavar cuidadosamente o exterior e interior da máquina, removendo todas as tampas de proteção e inspeção. Em seguida, funcioná-la, colocando-a em lugar inclinado por alguns minutos, a fim de eliminar toda água que eventualmente tenha permanecido em seu interior. Feita essa lavagem, desacoplar o elevador de palha com a plataforma, verificando todos os locais em que haja possível acúmulo de material. Certificar-se de que a máquina esteja completamente seca.

2.

Remover as correntes dos elevadores de grão, palha e retrilha, limpá-las e untá-las com uma

mistura de óleo lubrificante e combustível; com

a

mesma mistura, untar a caixa dos elevadores

e

reinstalar as correntes, regulando-as à tensão

normal.

3.

Todas as partes de maior uso, tais como as peneiras e bandejão, perdem a camada de tinta que as protege, o que pode causar ferrugem; por isso, untá-las com a mesma mistura acima mencionada.

4.

Acoplar o elevador de palha e plataforma à máquina.

5.

Retocar com uma camada de tinta as parte da plataforma de corte, que devido ao uso sofre- ram danos na pintura. Isto as protegerá contra ferrugem. Desmontar a barra de corte e lubrificá- la.

6.

Desmontar e lubrificar as catracas de proteção. Ao remontá-las, assegurar-se de que todas fun- cionam nas devidas condições (observar os torques aplicados as engrenagens).

7.

Acionar várias vezes as válvulas pneumáticas com os lubrificadores abertos.

8.

Lubrificar as hastes dos cilindros hidráulicos e retraí-los completamente.

9.

Fazer uma lubrificação geral na máquina, como descrito no capítulo “Lubrificação” deste manu- al.

10.

Colocar a máquina em lugar seco e protegi- do contra intempéries, em cima de suportes para que os pneus não fiquem carregados; apoiar a plataforma sobre um suporte.

11.

Afrouxar todas as correias. Tirar as correntes, guardando-as em um recipiente contendo uma mistura de óleo e combustível. Retocar com tinta ou com produto anticorrosivo as superfíci- es das polias que estão expostas à oxidação. Finalmente montar todas as tampas de inspe- ção e proteção.

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SEÇÃO 1 - INTRODUÇÃO

12. Limpar o compartimento do motor. Trocar filtros de ar e óleo diesel.

13. Utilizar ar ou água sob pressão para limpar o radiador. Usar jato de ar ou de água a baixa pressão para limpar as aletas do condensador do ar condicionado (se equipado). Utilizar o mesmo procedimento para radiador do sistema hidrostático (não realizar a limpeza com o radi- ador quente, ao limpar com água).

14. Drenar, enxaguar e reabastecer o sistema de arrefecimento, adicionando 11 litros de aditivo NHR 2000 Revisar mangueiras.

NOTA: Não se recomenda armazenar a colhei- tadeira sem líquido de arrefecimento no sistema

15. Fazer funcionar o motor para levá-lo à tempera- tura normal de operação. Drenar o óleo e rea- bastecer com uma mistura de lubrificante e óleo anticorrosivo a 10%.

16. Encher o tanque de combustível com uma mis- tura de óleo diesel e óleo anticorrosivo a 10%.

17. Desligar a chave geral elétrica da máquina ao deixá-la sem funcionamento por longos perío- dos.

IMPORTANTE: As baterias devem ser carrega- das cada 8 a 10 semanas por um período de 24 horas.

18. Cada três semanas, dar partida no motor e fazê-lo funcionar a 3/4 da aceleração máxima durante 1 hora.

Acionar a máquina e todos os variadores, do mínimo ao máximo e vice-versa, para garantir uma lubrificação adequada e evitar oxidação.

ATENÇÃO: Ligar o ar condicionado, por pelo menos 15 minutos (se equipado com cabine) enquanto o motor estiver funcionando a fim de lubrificar os componentes do compressor e evitar sua oxidação.

Inspeções Periódicas reduzirão ao máximo a manutenção e reparos da sua colheitadeira, além de evitar paradas muito caras durante a colheita. Portanto, é aconselhável mandar revisar a máquina ao término de cada safra. Confie esse serviço ao seu Distribuidor/ Representante New Holland.

AQUISIÇÃO DE PEÇAS DE REPOSIÇÃO

Quando estiver preparando a colheitadeira para armazenagem, verifique cuidadosamente todas as peças que sofreram desgaste e que precisam ser substituídas.

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As peças de reposição devem ser pedidas nessa ocasião e instaladas antes do início da próxima colheita.

Ao pedir as peças de reposição, lembre-se sempre de fornecer ao seu Distribuidor/Representante NEW HOLLAND o número de série e o modelo da sua colheitadeira. Ver - IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO.

INSISTA SEMPRE EM ADQUIRIR PEÇAS ORIGINAIS - NEW HOLLAND, POIS ESTAS LHE PROPORCIONARÃO O MELHOR DESEMPENHO E SÃO COBERTAS PELA NOSSA GARANTIA.

REVISÃO ANTES DA SAFRA

Siga as instruções abaixo para assegurar-se de que a máquina encontra-se em bom estado e pronta para o trabalho:

1. Baixar a colheitadeira dos suportes. Verificar a pressão dos pneus e o aperto das porcas das rodas.

2. Lubrificar a colheitadeira conforme instruções contidas neste Manual.

3. Verificar a tensão de todas as correias e corren- tes (inclusive do elevador de palhas, elevador de grãos, e retrilha). Caso a máquina tenha ficado parada e as correias afrouxadas deve-se tensioná-las novamente conforme instrução no manual.

4. Reinstalar a navalha.

5. Remover o óleo de proteção das peneiras e instalar as peneiras na colheitadeira.

6. Verificar o nível de óleo dos seguintes compo- nentes:

• Caixa de acionamento da navalha

• Caixa de Câmbio/Redutores finais

• Reservatório do fluido do freio

• Reservatório do óleo hidráulico

• Cárter do motor

• Compressor de ar

• Lubrificadores pneumáticos

• Reservatório do óleo da transmissão hidrostática.

7. Verificar os ajustes da colheitadeira, conforme instruções contidas neste Manual.

8. Instalar a bateria.

9. Ligar o motor e fazê-lo funcionar até atingir a temperatura normal de operação e, em segui- da, drenar a mistura óleo + anticorrosivo ante- riormente instalada. Trocar o óleo e o filtro de óleo do motor.

10. Retirar a mistura de anti-corrosivo e óleo diesel.

SEÇÃO 1 - INTRODUÇÃO

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11. Operar o motor a meia aceleração, engatar a trilha e a plataforma e verificar seu funciona- mento.

12. Operar o motor em máxima aceleração, e verificar a velocidade do eixo do batedor (875 rpm).

13. Movimentar a colheitadeira verificando assim o funcionamento da transmissão hidrostática, dos freios e do equipamento hidráulico.

14. Parar a máquina, e certificar-se de que tudo está em ordem - instalar todas as tampas e coberturas que eventualmente tenham sido removidas.

15. Lubrificar mais uma vez a colheitadeira, to- mando o cuidado de não aplicar graxa em excesso.

NOTA:

É uma boa medida solicitar ao seu Distribuidor/ Representante New Holland ou a um especialista em sistemas de ar condicionado, para testar o sistema de ar condicionado da sua colheitadeira, verificando a existência de vazamentos

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SEÇÃO 1 - INTRODUÇÃO

NORMAS DE SEGURANÇA

ANTES DE FUNCIONAR A MÁQUINA

1. Verifique se todas as proteções estão montadas corretamente.

2. Verifique se a máquina está suficientemente limpa, a fim de evitar o perigo de incêndio durante o funcionamento. (Verificar a situação do extintor de incêndio)

3. Verifique se não se encontram ferramentas abandonadas (durante as regulagens anteriores).

4. Certifique-se de que ninguém se encontra perto da máquina. Tenha cuidado no caso de crianças.

5. Verifivar se a chave geral está ligada.

DANDO PARTIDA

1. Verifique se todos os comandos estão em posição neutra. Atenção especial para alavanca multi-função.

2. Ligue a chave e verifique o comportamento regular do painel de instrumentos.

3. Buzine duas vezes para avisar as pessoas que se encontram perto da máquina.

4. Dê partida ao motor e deixe-o funcionar em baixa rotação, prestando atenção a qualquer barulho estranho.

5. No caso de usar uma bateria auxiliar (ponte), evite faíscas pois os gases da bateria são explosivos.

6. Nas máquinas TC 55/57/59, ao funcionar e ao parar o motor, deixe-o em marcha lenta por um minuto.

OPERANDO A MÁQUINA

1. O operador da máquina deve ser uma pessoa treinada para este fim.

2. Não permita a presença de outras pessoas na plataforma do operador.

3. Ligue as partes de debulha e de alimentação com o motor em baixa rotação.

4. Tome o máximo cuidado estando perto de partes em movimento (em modo especial, regulando o variador do ventilador) usando roupa adequada e mangas curtas.

5. Pare completamente a máquina sempre que seja necessário fazer qualquer regulagem.

6. Nunca freie bruscamente: evitará que a máquina se incline perigosamente para a frente.

7. Nunca tire proteções com a máquina em funcionamento.

8. (TC 55/57) Verifique se o variador de tração se encontra em mínima velocidade no momento de avançar com a máquina.

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SEÇÃO 1 - INTRODUÇÃO

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SEÇÃO 1 - INTRODUÇÃO 9 ADVERTÊNCIA: Para evitar descontroles da colhei- tadeira, especialmente quando ope- rando

ADVERTÊNCIA:

Para evitar descontroles da colhei- tadeira, especialmente quando ope- rando em declividades, recomenda-se reduzir a marcha de acordo com o grau do declive, conforme indicado.

a marcha de acordo com o grau do declive, conforme indicado. Fig. 1 REBOQUE DA COLHEITADEIRA

Fig. 1

REBOQUE DA COLHEITADEIRA

Não se recomenda rebocar a colheitadeira, porém caso seja necessário, os seguintes passos devem ser observados:

1. Posicionar a alavanca de mudança de marchas em ponto neutro e rebocar à velocidade máxima de 16 km/h.

2. Providenciar adequada sinalização de alerta para indicar a outros usuários da rodovia que a colheitadeira está sendo rebocada.

TRANSPORTANDO A MÁQUINA

1. Verificar se os dois pedais de freio estão liga-

dos entre si.

2. Nunca desengrenar o câmbio em ladeiras (ban-

guelas).

3. Respeitar as normas locais de tráfego rodovi-

ário, procurando sempre ser precedido e se-

guido por um batedor com bandeirinha verme-

lha.

4. Certificar-se de que o tanque graneleiro esteja

vazio.

5. Ligar a luz de alerta.

6. Overspeed

Não utilizar o sistema hidrostático para fre-

ar a máquina.

PARANDO A MÁQUINA

1. Deixe todos os comandos na posição neutra.

Trave com freio de estacionamento.

2. Retire a chave do contato, evitando o risco de

acidentes.

3. Abaixar a plataforma.

REGULANDO A MÁQUINA

1. Use unicamente ferramentas em boas con-

dições.

2. Nunca fique com o corpo apoiado em par-

tes rodantes da máquina.

3. Desmontando qualquer peça tome todas

as providências necessárias para evitar aci-

dentes.

4. Não faça funcionar a máquina durante a

operação de ajuste.

5. Nunca confie no sistema hidráulico, use os

dispositivos de segurança ou blocos de ma-

deira.

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SEÇÃO 1 - INTRODUÇÃO

CUIDADOS ESPECIAIS

CHAVETAS

10 SEÇÃO 1 - INTRODUÇÃO CUIDADOS ESPECIAIS CHAVETAS CORREIAS Ajustar as chavetas com cabeça na superfície

CORREIAS

Ajustar as chavetas com cabeça na superfície

superior com uma lima, mantendo perfeitamente

o perfil e o ângulo.

A distância H está correta quando for igual ou

5 mm maior que a largura da chaveta.

Usar graxa ao montá-las (facilita a extração futuramente).

A vida útil das correias depende das seguintes condições:

1. Estocagem adequada.

2. Instalação correta. (Nunca montar com uma alavanca, pode danificar a correia e a polia).

3. Tensão correta

4. Alinhamento das polias.

5. O estado das polias (amassamentos em polias de chapa ou bordas quebradas em polias fundidas).

6. A limpeza das correias (livres de graxa ou óleo).

7. A limpeza das polias (terra presa nos canais, causa vibrações, ferrugem).

8. Afrouxá-las na entresafra.

CORRENTES

A vida útil das correntes depende das seguintes condições:

1. O estado das rodas dentadas (se estão gastas a corrente não encaixa perfeitamente).

2. Alinhamento das rodas dentadas.

3. Tensão correta (excesso de tensão - desgaste prematuro; pouca tensão - tende a remontar).

4. Lubrificação adequada (lavar periodicamente com óleo diesel e lubrificar com óleo).

5. Na entresafra, desmontar, lavar e guardar engraxadas ou imersas em óleo.

ROLAMENTOS

A vida útil dos rolamentos depende das seguintes condições:

1. Montagem correta com ferramentas adequadas e limpas

2. Limpeza do rolamento, do eixo e do flange.

3. Uso adequado do lubrificante recomendado

4. Alinhamento dos eixos.

5. Montagem correta dos retentores.

6. Na reposição utilizar rolamentos originais.

7. Na lubrificação evitar a contaminação com agentes estranhos.

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SEÇÃO 1 - INTRODUÇÃO

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IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO

O número do chassi da colheitadeira, das plataformas e das esteiras, e o número de série do motor podem ser encontrados nos seguintes locais:

• Colheitadeiras:

Na placa posicionada no lado direito da plataforma do operador e no lado direito da colheitadeira, acima do eixo dianteiro.

• Motor:

Na placa posicionada na tampa de válvulas.

É também estampado na face posterior do bloco de cilindros.

• Plataforma para grãos:

No canto superior direito da plataforma.

• Plataforma para milho:

Na barra superior direita da plataforma.

• Esteira (TC 55/57/59):

No lado externo dos chassis direito e esquerdo.

As figuras a seguir ilustram a localização destes números de série.

a) Colheitadeira

direito e esquerdo. As figuras a seguir ilustram a localização destes números de série. a) Colheitadeira
direito e esquerdo. As figuras a seguir ilustram a localização destes números de série. a) Colheitadeira

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SEÇÃO 1 - INTRODUÇÃO

b) Motor

12 SEÇÃO 1 - INTRODUÇÃO b) Motor c) Plataforma para grãos K9 e) Esteira Número de

c) Plataforma para grãos

K9
K9

e) Esteira

Número de série e in- dicação de lado (E/D) Esteiras c/sapatas 775 mm: Esteiras c/sapatas

Número de série e in- dicação de lado (E/D)

Esteiras c/sapatas 775 mm:

Esteiras c/sapatas 600 mm:

80001 E

80001 D

60001 E

60001 D

04 - 2001

c/sapatas 775 mm: Esteiras c/sapatas 600 mm: 80001 E 80001 D 60001 E 60001 D 04

d) Plataforma para milho

c/sapatas 775 mm: Esteiras c/sapatas 600 mm: 80001 E 80001 D 60001 E 60001 D 04

SEÇÃO 1 - INTRODUÇÃO

13

CÓDIGOS DE IDENTIFICAÇÃO DE PLATAFORMAS E ESTEIRAS - TC 55/57/59

OBS.:

ANTIGO

=

ATÉ 29/09/99

NOVO

= A PARTIR DE 30/09/99

 

MÁQUINAS

 

DESCRIÇÃO

ANTIGO

NOVO

TC55 ARROZ, MECÂNICA, PENEIRA FIXA, SEM-FIM REFORÇADO

57

1A

TC55 GRÃOS, MECÂNICA, PENEIRA FIXA, SEM-FIM STANDARD

5U

1B

TC55 GRÃOS, MECÂNICA, PENEIRA FIXA, SEM-FIM REFORÇADO

5X

1C

M

TC55 GRÃOS, MECÂNICA, PENEIRA AUTONIV., SEM-FIM STANDARD

4U

1D

Á

TC55 GRÃOS, MECÂNICA, PENEIRA AUTONIV., SEM-FIM REFORÇADO

4X

1E

TC57 ARROZ, MECÂNICA, PENEIRA FIXA, SEM-FIM REFORÇADO

77

2A

Q

TC57 GRÃOS, MECÂNICA, PENEIRA FIXA, SEM-FIM REFORÇADO

7X

2B

U

TC57 GRÃOS, MECÂNICA, PENEIRA AUTONIV., SEM-FIM REFORÇADO

6X

2C

I

TC57 GRÃOS, MECÂNICA, PENEIRA FIXA, SEM-FIM STANDARD

7U

2D

N

TC57 GRÃOS, MECÂNICA, PENEIRA AUTONIV., SEM-FIM STANDARD

6U

2E

TC57 ARROZ, HYDRO, PENEIRA FIXA, SEM-FIM REFORÇADO

8A

3A

A

TC57 GRÃOS, HYDRO, PENEIRA FIXA, SEM-FIM REFORÇADO

8B

3B

S

TC57 GRÃOS, HYDRO, PENEIRA AUTONIV., SEM-FIM REFORÇADO

8B

3C

TC57 GRÃOS, HYDRO, PENEIRA FIXA, SEM-FIM STANDARD

8B

3D

TC57 GRÃOS, HYDRO, PENEIRA AUTONIV., SEM-FIM STANDARD

8B

3E

TC59 ARROZ, HYDRO, ENEIRA FIXA, SEM-FIM REFORÇADO

9A

2G

TC59 GRÃOS, HYDRO, PENEIRA FIXA, SEM-FIM STANDARD

9U

2F

P

 

PLATAFORMAS DE CORTE

L

DESCRIÇÃO

ANTIGO

NOVO

A

PLATAFORMA 13' RÍGIDA

3R

Z6

PLATAFORMA 13' FLEX

3F

Z1

T

PLATAFORMA 15' RÍGIDA

5R

Z7

A

PLATAFORMA 15' FLEX

5F

Z2

F

PLATAFORMA 17' RÍGIDA

7R

A1

O

PLATAFORMA 17' FLEX

7F

A2

R

PLATAFORMA 19' RÍGIDA TC59

9K

Z9

M

PLATAFORMA 19' FLEX TC59

K9

Z4

A

PLATAFORMA 19' FLEX TC55/57

9F

Z3

PLATAFORMA 19' RÍGIDA TC55/57

9R

Z8

S

PLATAFORMA 23' FLEX TC59

23

Z5

P

 

PLATAFORMA DE MILHO

A

DESCRIÇÃO

   

T

ANTIGO

NOVO

.

BM 4 TC55/57 80/90/100

BM

G1

D

BM 5 TC59 80/90

K5

G4

E

BM 5 TC55/57 80/90

B5

G2

M

BM 6 TC55/57 70

 

G3

I

B6

L

BM 6 TC59 70

K6

G5

H

O

BM 6 TC59 80/90

T6

G6

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SEÇÃO 1 - INTRODUÇÃO

CÓDIGOS DE IDENTIFICAÇÃO (Cont.)

OBS.:

ANTIGO

NOVO

= ATÉ 29/09/99

= A PARTIR DE 30/09/99

   

ESTEIRAS

DESCRIÇÃO

ANTIGO

NOVO

E

ESTEIRA 6 ROLETES 600mm TC55

Y6

V5

S

ESTEIRA 6 ROLETES 600mm TC57

Y8

V6

T

ESTEIRA 6 ROLETES 775mm TC55

Y7

V7

ESTEIRA 6 ROLETES 775mm TC57

Y9

V8

E

ESTEIRA 6 ROLETES 900mm TC59

-

S1

I

ESTEIRA 7 ROLETES 600mm TC55

56

V1

R

ESTEIRA 7 ROLETES 775mm TC55

58

V2

A

ESTEIRA 7 ROLETES 600mm TC57

76

V3

ESTEIRA 7 ROLETES 775mm TC57

78

V4

S

ESTEIRA 7 ROLETES 900mm TC59

-

S2

04 - 2001

SEÇÃO 1 - INTRODUÇÃO

15

IDENTIFICAÇÃO DA COLHEITADEIRA

A identificação das colheitadeiras TC-55 e TC-57 é feita através de um código de números. Veja como é fácil interpretá-lo:

TIPO DE PRODUTO: TC-55 TC-57
TIPO DE PRODUTO:
TC-55
TC-57

4U - Peneira autonivelante para soja, trigo e milho.

5U - Peneira fixa para soja, trigo e milho.

4A - Peneira autonivelante para arroz.

5A - Peneira fixa para arroz.

57 - Arrozeira Especial (24/11/98)

TC-59
TC-59

9U - Peneira fixa para soja, trigo e milho

XX

XXXX

TC-59 9U - Peneira fixa para soja, trigo e milho XX XXXX 6U - Peneira autonivelante
TC-59 9U - Peneira fixa para soja, trigo e milho XX XXXX 6U - Peneira autonivelante
TC-59 9U - Peneira fixa para soja, trigo e milho XX XXXX 6U - Peneira autonivelante

6U - Peneira autonivelante para soja, trigo e milho.

7U - Peneira fixa para soja, trigo e milho.

6A - Peneira autonivelante para arroz.

7A - Peneira fixa para arroz.

77 - Arrozeira Especial (24/11/98)

N o de série sequencial crescente (0001 em diante)

Tipo do produto (modelo conforme acima)

EXEMPLO DE IDENTIFICAÇÃO 8040 E/OU 8055 (ATÉ 55920288)

55.

90.

0415.

A.

08.

A

8040 E/OU 8055 (ATÉ 55920288) 55. 90. 0415. A. 08. A Primeiro turno Dia da montagem

Primeiro turno Dia da montagem (08) Mês da montagem (janeiro) Número de ordem Ano de fabricação (90) Tipo de produto (8055 CBCU std)

 

TIPO DO PRODUTO:

CÓDIGO DE DATAS

DIAS

TURNO

40

- 8040 CBCU standard

MESES

   

41

- 8040 CDPP arrozeira

Janeiro

A

01 a 31

1 o A

42

- 8040 CDPG arrozeira

Fevereiro

B

55

- 8055 CBCU standard

Março

C

2 o B

56

- 8055 CDPP arrozeira

Abril

D

57

- 8055 CDPG arrozeira

Maio

E

3R - Plataforma 13' rígida

Junho

F

3F - Plataforma 13' flexível

Julho

G

5R - Plataforma 15' rígida

Agosto

H

5F - Plataforma 15' flexível

Setembro

J

8F - Plataforma 18' flexível

Outubro

K

94

- Plataforma para milho

Novembro

L

 

Dezembro

M

04 - 2001

16

SEÇÃO 1 - INTRODUÇÃO

IDENTIFICAÇÃO

PLATAFORMAS

EXEMPLO

 

CÓDIGO

 

13F 5632

13

- Largura em pés

15F 4425

15

- Largura em pés

19F 5013

19

- Largura em pés

23F 3030

23

- Largura em pés

13R 5143

13

- Largura em pés

15F 0215

15

- Largura em pés

19F 0001

19

- Largura em pés

K9 2050

K9 - 19 pés Flexível, para colheitadeira TC 59

23F4680

23F - 23 pés Flexível para Colheitadeira TC 59

1 3

F

5 6 3 2

- 23 pés Flexível para Colheitadeira TC 59 1 3 F 5 6 3 2 04
- 23 pés Flexível para Colheitadeira TC 59 1 3 F 5 6 3 2 04
- 23 pés Flexível para Colheitadeira TC 59 1 3 F 5 6 3 2 04
- 23 pés Flexível para Colheitadeira TC 59 1 3 F 5 6 3 2 04
- 23 pés Flexível para Colheitadeira TC 59 1 3 F 5 6 3 2 04
- 23 pés Flexível para Colheitadeira TC 59 1 3 F 5 6 3 2 04

04 - 2001

Indica o número do chassi

Identifica se a plataforma é rígida ou flexível

Largura em pés

SEÇÃO 1 - INTRODUÇÃO

17

TABELA DE CONVERSÃO

 

Pé (ft)

Polegada (in)

Metro (m)

1 Pé

1

12

0,3048

1 Polegada

0,0833

1

0.0254

1 Metro

3.281

39.37

1

SÍMBOLOS:

1 Pé = 1 ft

1 Polegada = 1 in

1 Metro = 1 m

1 libra = 1 lb

1 Polegada Quadrada = 1 in 2

CONVERSÕES:

1 hp

= 0.746 kW

1 kW

= 1.341 hp

1 lb/in 2

= 0.0689 bar

= 6.894 kPa

1 bar

= 14.5 lbs/in 2

1 kPa

= 0.145 lbs/in 2

1 pa

= 10 -5 bar

= 1.450 x 10-4 lbs/in 2

1 bar

= 100 kPa

1 lb/in 2

= 6.896 Pa

1kgf.m

= 9.806 Nm

1

Nm

= 0.1019 kgf.m

04 - 2001

18

SEÇÃO 1 - INTRODUÇÃO

TABELA DE TORQUES

SISTEMA MÉTRICO

   

Classe 5.8

 

Classe 8.8

   

Classe 10.9

Tamanho

Torque Nm

Torque Nm

Torque Nm

Nominal

Mín.

Máx.

Contra-Porca

 

Mín.

Máx.

Mín.

Máx.

M4

1,7

2,2

2,3

 

2,6

3,4

3,7

4,8

M6

5,8

7,1

7,9

8,9

12

3

17

M8

14

18

19

22

28

31

40

M10

28

36

38

43

56

61

79

M12

49

63

66

75

97

107

138

M16

121

158

164

186

240

266

344

M20

237

307

331

375

485

519

671

M24

411

531

573

648

839

897

1160

04 - 2001

SEÇÃO 1 - INTRODUÇÃO

04 - 2001

19

TC 55/57 - LADO ESQUERDO
TC 55/57 - LADO ESQUERDO

ROTAÇÕES POR MINUTO NOS EIXOS

A 386

EIXO INFERIOR ELEVADOR PALHA

J

2524

EIXO DA POLIA INTERM. P/PICADOR

B 376

EIXO SUPERIOR ELEVADOR PALHA

K

2800/1600

EIXO DO PICADOR (soja/arroz/milho)

C 875

EIXO DO CILINDRO DO BATEDOR

L

216

EIXO DO MOTOR DO REVERSOR

D 1775

EIXO DO TUBO DE DESCARGA

M

2614/1064(pneu)

EIXO DA POLIA DA CAIXA DE REDUÇÃO

E 408

EIXO ROTARY SEPARATOR (arroz/milho)-Polia Maior

2009/858(esteira)

F 766

EIXO ROTARY SEPARATOR (soja/trigo)-Polia Menor

N

320

EIXO EXCÊNTRICO DO BANDEJÃO

G 2205

EIXO DA POLIA DO MOTOR

O

2235/1426

EIXO DA POLIA DO VARIADOR

H 1718

EIXO DO COMPRESSOR DE AR

P

442

EIXO SEM FIM DO ELEVADOR

I 3227

EIXO DO COMPRESSOR DO AR CONDICIONADO

Q

442

EIXO SEM FIM DO ELEVADOR

20

SEÇÃO 1 - INTRODUÇÃO

TC 55/57 - LADO DIREITO 04 - 2001
TC 55/57 - LADO DIREITO
04 - 2001

ROTAÇÕES POR MINUTO NOS EIXOS

A

3433

EIXO DA BOMBA D’ÁGUA

H

586

EIXO SEM-FIM TANQUE GRANELEIRO

B

486

EIXO DA TELA ROTATIVA

I

1482/877

EIXO DA POLIA VARIADOR VENTILADOR

C

4828

EIXO DO ALTERNADOR

J

1150/425

EIXO DO CILINDROD E DEBULHA

D

2577

EIXO INTERMEDIÁRIO

K

212

EIXO DO SACA PALHAS

E

2205

EIXO DOMOTOR

L

1001/350

EIXO DO VENTILADOR

F

1960

EIXO DO VENTILADOR (motor)

M

320

EIXO EXCÊNTRICO DO BANDEJÃO

G

875

EIXO DO CILINDRO DO BATEDOR

   

SEÇÃO 1 - INTRODUÇÃO

04 - 2001

21

TC 59 - LADO ESQUERDO
TC 59 - LADO ESQUERDO

ROTAÇÕES POR MINUTO NOS EIXOS

A

423

EIXO INFERIOR ELEVAD. PALHA

H

320

EIXO EXCÊNTRICO BANDEJÃO

B

376

EIXO SUPERIOR ELEVAD. PALHA

I

2700

EIXO DA BOMBA HIDROSTÁTICA

C

875

EIXO DO CILINDR. DO BATEDOR

J

442

EIXO SEM FIM ELEVADORES

D

1775

EIXO DO TUBO DE DESCARGA

K

1150/425

EIXO CILINDRO DE DEBULHA

E

2100

EIXO DA POLIA DO MOTOR

L

216

EIXO DO MOTOR DO REVERSOR

F

2500

EIXO POLIA INTERM. P/ PICADOR

M

VARIÁVEL

EIXO DA CAIXA DE REDUÇÃO

G

2800/1600

EIXO DO PICADOR (Soja, arroz, milho)

N

VARIÁVEL

EIXO DO MOTOR HIDROSTÁTICO

TC 59 - LADO DIREITO

04 - 2001

22

SEÇÃO 1 - INTRODUÇÃO

TC 59 - LADO DIREITO 04 - 2001 22 SEÇÃO 1 - INTRODUÇÃO ROTAÇÕES POR MINUTO

ROTAÇÕES POR MINUTO NOS EIXOS

A

1300

EIXO DA TELA ROTATIVA

H

1363

EIXO DO COMPRESSOR DE AR

B

1813

EIXO INTERM. ACION. TELA ROT.

I

400/760

EIXO DO ROTARY SEPARATOR

C

6610

EIXO DO ALTERNADOR

J

212

EIXO DO SACA PALHAS

D

3888

EIXO DA BOMBA D’ÁGUA

K

1482/877

EIXO DA POLIA VAR. VENTILAD.

E

2100

EIXO DA POLIA DO MOTOR

L

1001/350

EIXO DO VENTILADOR

F

594

EIXO SEM FIM TANQUE GRANEL.

M

1150/425

EIXO CILINDRO DE DEBULHA

G

2123

EIXO DO COMPRESSOR DO AR CONDICIONADO

N

320

EIXO EXCÊNTRICO BANDEJÃO

ACIONAMENTOS E COMANDOS

SEÇÃO 2

ACIONAMENTOS E COMANDOS SEÇÃO 2

2

SEÇÃO 2 -

ACIONAMENTOS E COMANDOS

04 - 2001

SEÇÃO 2 -

ACIONAMENTOS E COMANDOS

3

FUNCIONAMENTO BÁSICO

As colheitadeiras New Holland executam 5

operações diferentes alimentação, debulha,

separação, limpeza e armazenamento .

Antes de ver cada uma destas partes, vamos

conhecer o funcionamento geral da máquina.

18 12 10 11 17 9 1 6 3 4 13 8 14 2 5
18
12
10
11
17
9
1
6
3
4
13
8
14
2
5
7
16
15

- Ao girar , o molinete (1 ) alinha , puxa e deita as plantas sobre a plataforma.

- A barra de corte (2) , com um movimento de vai e vem , corta os talos das plantas.

- O sem-fim da plataforma (3) leva o material cortado para a boca do elevador de palhas (4).

- Os dedos retráteis recolhem para a esteira transportadora.

- A esteira transportadora (5) leva o material até o cilindro (6) e o côncavo (7) , para ser debulhado.

- O batedor (9) auxilia a separação e transfere o material (palha + grãos) até o “rotary separator” (10), sendo o mesmo responsável por separar parte dos grãos existente na palha. A palha é lançada para o saca-palha (12) sendo a cortina (11) responsável por evitar que ela caia muito atrás do saca-palha.

-

Os saca-palhas (12) separam os grãos e expulsam

a

palha para fora da máquina.

-

Os grãos debulhados e o palhiço caem no bandejão (8) onde são estratificados. (Separados em camadas).

-

O

ventilador ( 16 ) sopra a palha deixando que

apenas os grãos caiam sobre as peneiras (13,14

e

15).

-

A peneira inferior ( 15 ) deixa passar apenas os grãos totalmente limpos.

-

Os grãos limpos são levados pelo elevador de grãos (18) até o tanque graneleiro.

-

Os grãos parcialmente debulhados são levados novamente para o cilindro pelo elevador de retrilha ( 17).

-

Os grãos armazenados no graneleiro são descarregados pelo tubo de descarga.

04 - 2001

4

SEÇÃO 2 -

ACIONAMENTOS E COMANDOS

PAINEL DE INSTRUMENTOS TC 55/57 (TRANSMISSÃO MECÂNICA)

A B C
A
B
C

A Módulo do monitor de perdas (se instalado)

B Módulo geral

C Módulo de controle

Módulo geral [B]

Instrumentos:

1 Tacômetro - Indica:

- Velocidade de deslocamento (km/h)

• Pneus - faixa amarela

• Esteira - faixa vermelha

- Velocidade do cilindro e ventilador (rpm)

• Ambos - faixa verde

2 Indicador da temperatura do líquido de arrefecimento do motor

3 Indicador do nível de combustível

4 Horímetro

04 - 2001

SEÇÃO 2 -

ACIONAMENTOS E COMANDOS

5

Interruptores

5

 
 

6

+
+

7

+
+

8

+
+

9

5   6 + 7 + 8 + 9 Seletor de indicação do tacômetro - pressionada

Seletor de indicação do tacômetro

- pressionada a parte superior

- Deslocamento - posição interme- diária

- Ventilador

- Cilindro

- pressionada a parte inferior

Variador do ventilador

Variador do cilindro

Variador do molinete

Pisca-alerta

10

11

12

13

14

CAAP (1) + Flutuação Lateral 1ª posição - desligado 2ª posição - ligado F.L. (somente) 3ª posição - ligado F.L. + C.A.A.P.do cilindro Variador do molinete Pisca-alerta 10 11 12 13 14 Acionamento da plataforma • Possui

ligado F.L. (somente) 3ª posição - ligado F.L. + C.A.A.P. Acionamento da plataforma • Possui trava
ligado F.L. (somente) 3ª posição - ligado F.L. + C.A.A.P. Acionamento da plataforma • Possui trava
ligado F.L. (somente) 3ª posição - ligado F.L. + C.A.A.P. Acionamento da plataforma • Possui trava
ligado F.L. (somente) 3ª posição - ligado F.L. + C.A.A.P. Acionamento da plataforma • Possui trava

Acionamento da plataforma

• Possui trava de segurança.

Acionamento do sistema industrial Acionar o sistema com o motor em marcha lenta.

• Possui trava de segurança.

Descarga de grãos

• Possui trava de segurança.

Reversor Ativado somente quando o interruptor do sistema industrial (12) estiver desligado.

• Possui trava de segurança.

04 - 2001

6

SEÇÃO 2 -

ACIONAMENTOS E COMANDOS

15

16

17

18

19

6 SEÇÃO 2 - ACIONAMENTOS E COMANDOS 15 16 17 18 19 Lanternas e faróis principais
6 SEÇÃO 2 - ACIONAMENTOS E COMANDOS 15 16 17 18 19 Lanternas e faróis principais
6 SEÇÃO 2 - ACIONAMENTOS E COMANDOS 15 16 17 18 19 Lanternas e faróis principais

Lanternas e faróis principais 1ª posição: desligado 2ª posição: lanternas 3ª posição: lanternas e faróis princi- pais.

20

Faróis de trabalho e Farol do tanque graneleiro 1ª posição: desligado 2ª posição: faróis de trabalho 3ª posição: faróis de trabalho e farol do tanque graneleiro.

21

Lâmpada de aviso para tráfego 1ª posição: desligado 2ª posição: soará o alarme sonoro com o enchimento do tanque grane- leiro. Acenderá também a lâmpada para tráfego. [se instalada] 3ª posição: luz de aviso para tráfego.

22

Sistema “self levelling” das peneiras (religa o sistema “self levelling” das peneiras). Incorpora lâmpada de aviso. (+ alarme sonoro) Detalhes ver capítulo entitulado “Trabalho no Campo”. [se instalado]instalada] 3ª posição: luz de aviso para tráfego. 22 Dispositivo de segurança do motor (ver o

Dispositivo de segurança do motor (ver o capítulo “Trabalho no Campo”)capítulo entitulado “Trabalho no Campo”. [se instalado] 04 - 2001 Ajuste horizontal do molinete - Para

04 - 2001

Ajuste horizontal do molinete

no Campo”) 04 - 2001 Ajuste horizontal do molinete - Para frente - Neutro - Para
no Campo”) 04 - 2001 Ajuste horizontal do molinete - Para frente - Neutro - Para

- Para frente

- Neutro

- Para trás

Chave de partida e parada do motor Condições para a partida:

- interruptor do sistema de de bulha desligado.

- interruptor do dispositivo de se- gurança do motor acionado.

Interruptor de partida.a partida: - interruptor do sistema de de bulha desligado. - interruptor do dispositivo de se-

SEÇÃO 2 -

ACIONAMENTOS E COMANDOS

7

PAINEL DE INSTRUMENTOS TC 57/59 (HIDROSTÁTICA)

COMANDOS 7 PAINEL DE INSTRUMENTOS TC 57/59 (HIDROSTÁTICA) 1 2 3 4 5 6 7 8
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12

(

1 ) TACÔMETRO Faixa Amarela (km/hora) - 0 a 28 km/h

(7)

VARIADOR DO CILINDRO

Faixa Verde

- Rotação Cilindro e Ventilador (RPM)

(8) TECLA 4WD 1 a Posição - DESLIGADO 2 a Posição - 4WD LIGADO

Faixa Vermelha - Esteira

(

2 ) TEMPERATURA ÁGUA DO MOTOR

 
 

(9)

LIGA O TUBO DE DESCARGA

(

3 ) NÍVEL DE COMBUSTÍVEL

 

(

4 ) HORÍMETRO

(10) FLUTUAÇÃO LATERAL E CAAP 1 a posição - Desligado 2 a posição - Ligado Flutuação Lateral 3 a posição - Ligado Flutuação Lateral e CAAP

(5)

SELETOR DO TACÔMETRO

 

Posições:

1 - Cilindro (RPM)

2 - Deslocamento

(11) LIGA SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO (plataforma)

3 - Ventilador (RPM)

 

(12) LIGA SISTEMA INDUSTRIAL (trilha)

(6)

VARIADOR DO VENTILADOR

04 - 2001

8

SEÇÃO 2 -

ACIONAMENTOS E COMANDOS

13 14 15 16 17 18
13
14
15
16
17
18

(13) PISCA ALERTA

(14) AJUSTE HORIZONTAL DO MOLINETE

{

19 20 – Para frente
19
20
– Para frente

– Neutro

– Para trás

(15) LANTERNAS E FARÓIS PRINCIPAIS 1 a posição - Desligado 2 a posição - Lanternas 3 a posição - Lanternas e farois principais

(16) FARÓIS DE TRABALHO E FAROL TANQUE GRANELEIRO 1 a posição - Desligado 2 a posição - Faróis de trabalho 3 a posição - Faróis de trabalho e farol do tubo de descarga.

MÓDULO DE CONTROLE (B)

01 06 11 02 07 12 03 08 13 04 09 14 05 10 15
01
06
11
02
07
12
03
08
13
04
09
14
05
10
15

04 - 2001

(17) LÂMPADA DE AVISO 1 a posição - Desligado 2 a posição - A lâmpada acenderá com enchimento do tanque graneleiro.Também soará alarme. 3 a posição - Luz de aviso para tráfego (se equipado)

(18) SELF-LEVELLING (Somente TC57)

(19) LATERAL FLOAT - MANUAL

(20) TECLA PARA ATIVAR O SISTEMA DE PARTIDA DO MOTOR Condição para funcionar :

1 a Tecla sistema industrial (11) desligado 2 a Alavanca multi-função em neutro 3 a Sistema de partida do motor reativado 4 a Chave geral ligada.

(21) CHAVE DE PARTIDA

(22) BOTÃO DE PARTIDA

SEÇÃO 2 -

ACIONAMENTOS E COMANDOS

9

Módulo de Controle [B]

Lâmpada de aviso da carga da bateria. Acende quando as baterias não estão sendo carregadas.2 - ACIONAMENTOS E COMANDOS 9 Módulo de Controle [B] Lâmpada de aviso do freio de

Lâmpada de aviso do freio de estacionamento (+ alarme sono- ro). Acende quando o freio de estacio- namento estiver aplicado.Acende quando as baterias não estão sendo carregadas. Lâmpada de aviso de baixa pressão do óleo

Lâmpada de aviso de baixa pressão do óleo da transmissão hidrostática (+ alarme sonoro).Acende quando o freio de estacio- namento estiver aplicado. Lâmpada aviso de nível do tanque graneleiro

Lâmpada aviso de nível do tanque graneleiro (+ alarme sonoro). [se instalado] Acende quando o tanque granelei- ro estiver cheio.do óleo da transmissão hidrostática (+ alarme sonoro). Observação: a lâmpada de advertência permanece ace- sa

Observação: a lâmpada de advertência permanece ace- sa enquanto o interruptor 17, estiver na posição 2.

Lâmpada de aviso da abertura do tubo de descarga. Acende quando o tubo de des- carga não está em sua posição fechada.ace- sa enquanto o interruptor 17, estiver na posição 2. Lâmpada de aviso de baixa pressão

Lâmpada de aviso de baixa pressão do óleo do motor (+ alarme sonoro) (*)o tubo de des- carga não está em sua posição fechada. Lâmpada de aviso de obstrução

Lâmpada de aviso de obstrução do filtro de ar. de baixa pressão do óleo do motor (+ alarme sonoro) (*) Lâmpada de aviso de funciona-

Lâmpada de aviso de funciona- mento do CAAP (1) [se instalado] Acende quando o sistema está acionado.(*) Lâmpada de aviso de obstrução do filtro de ar. Lâmpada de aviso de baixa velo-

Lâmpada de aviso de baixa velo- cidade no picador de palha (+ alarme sonoro) (**) [se instalado](1) [se instalado] Acende quando o sistema está acionado. Lâmpada de aviso de correta pres- são

Lâmpada de aviso de correta pres- são de ar no sistema. Enquanto a pressão não atingir 6 a 8 kgf/cm 2 o sistema industrial não funcionará. Enquanto a pressão não atingir 6 a 8 kgf/cm 2 o sistema industrial não funcionará.

Lâmpada de aviso de excesso de temperatura do líquido de arrefe- cimento (+ alarme sonoro) (*)6 a 8 kgf/cm 2 o sistema industrial não funcionará. Lâmpada de aviso de excesso de

Lâmpada de aviso de excesso de temperatura do óleo hidráu- lico (+ alarme sonoro)do líquido de arrefe- cimento (+ alarme sonoro) (*) Lâmpada de aviso de baixa ve- locidade

Lâmpada de aviso de baixa ve- locidade dos elevadores de grãos e retrilha (+ alarme sonoro) [se instalado]de temperatura do óleo hidráu- lico (+ alarme sonoro) Lâmpada de aviso de baixa velocidade do

Lâmpada de aviso de baixa velocidade do saca-palha (+ alar- me sonoro) [se instalado]de grãos e retrilha (+ alarme sonoro) [se instalado] Lâmpada de aviso de excesso de temperatura

Lâmpada de aviso de excesso de temperatura do óleo da transmis- são hidrostática. (+ alarme sonoro)velocidade do saca-palha (+ alar- me sonoro) [se instalado] (1) CAAP - Controle automático de altura

(1) CAAP - Controle automático de altura da plataforma

IMPORTANTE: (*) Nestes casos, o motor será desligado automaticamente. No caso de alguma emergência, o motor pode ser religado, por um curto período, pressionando o interruptor do dispositivo de se- gurança do motor, nº 20 e acionando o interruptor de partida, nº 22. (**) Neutraliza (desliga) o aciona- mento do sistema industrial.

04 - 2001

1 0

SEÇÃO 2 -

ACIONAMENTOS E COMANDOS

MONITOR DE PERDAS

(se instalado)

- ACIONAMENTOS E COMANDOS MONITOR DE PERDAS (se instalado) A - Interruptor liga-desliga B - Botão

A - Interruptor liga-desliga

B - Botão variador da sensibilidade do sensor das peneiras

C - Luz indicadora de perdas na peneira

D - Luz indicadora de perdas no saca-palhas

E - Botão variador da sensibilidade do sensor dos saca-palhas.

Para ajustar o monitor de perdas da sua colheitadeira, proceder como segue:

1. Acoplar o acionamento da plataforma.

2. Engrenar a 1a. ou 2a. marcha e iniciar a colheita.

3. Ajustar a altura e a velocidade do molinete de acordo com o tipo do produto a ser colhido.

4. Ajustar a velocidade de deslocamento, utilizan- do a alavanca de controle. A velocidade de des- locamento, em km/h, pode ser observada no ta- cômetro.

5. Parar a colheitadeira após cem metros e verifi- car uma amostra dos gràos. Verificar também o retorno na retrilha. Caso os resultados não se- jam satisfatórios, proceda aos ajustes necessá- rios.

6. Selecionar a mais alta velocidade de desloca- mento que permita bons resultados.

04 - 2001

7. Consultando a Figura:

Ligar o monitor pelo interrruptor A. Ajustar o ma- nípulo B do sensor de sensibilidade das peneiras até que todas as lâmpadas (led's), verdes e uma amarela acendam na fileira de lâmpadas indica- doras C.

NOTA:

As fileiras de lâmpadas (led's) indicadoras C e D contêm quatro lâmpadas verdes em baixo, se- guidas de três amarelas e finalmente três verme- lhas em cima.

A primeira lâmpada verde fica acesa permanen- temente, mesmo que haja perda ou ajuste do mo- nitor. Com o aumento da taxa de perdas, mais lâmpadas acender-se-ão.

8. Ajustar o manípulo E do sensor de sensibilidade do saca palha até que todas as lâmpadas verdes e umaamarela acendam na fileira de lâmpadas indicadoras D.

9. Aumentar a velocidade de deslocamento até que uma das fileiras (C ou D) acenda até a zona ver- melha.

10. Parar a colheitadeira e verificar se a perda d grãos aumentou significativamente. Caso contrário, isto significa que a sensibilidade de forma que à mes- ma velocidade do item 6, apenas duas ou três lâmpadas verdes acendam.

.

Quando a taxa de perdas aumenta, mais lâm- padas acendem.

.

Quando a taxa diminui, lâmpadas apagam.

SEÇÃO 2 -

ACIONAMENTOS E COMANDOS

1 1

ALAVANCA MULTI-FUNÇÃO

Alavanca de ajuste da velocidade de deslocamento da colheitadeira.

de ajuste da velocidade de deslocamento da colheitadeira. à frente ponto neutro à ré B1 B2

à frente

ponto neutro

à ré

B1 B2 B3 B4
B1
B2
B3
B4
B1 B2 B3 B4

A - Interruptor do variador de velocidade do molinete.

- em cima: aumenta a velocidade

- embaixo: diminui a velocidade

B - Interruptor de ajuste da flutuação lateral (quando acionada a tecla nº 16) e da altura da plataforma de corte.

Posição (B1) - inclina a plataforma levantando o lado direito.

Posição (B2) - inclina a plataforma levantando o lado esquerdo.

Posição (B3) - sobe a plataforma.

Posição (B4) - desce a plataforma.

C - Interruptor para ajuste da altura do molinete. Sobe e desce o molinete.

D - Botão do acionamento do CAAP. Aciona o funcionamento do CAAP, quando a tecla nº 9 estiver acionada (3 a posição), ascendendo a lâmpada do painel, indicando sua ativação.

ATENÇÃO: A

tecla

16

deverá

estar

desativada.

E - Botão de acionamento do reversor hidráulico.

Ativado somente quando a tecla nº 10 da plataforma estiver desligada. Possue trava de segurança.

F - Botão de emergência. Desliga o funcionamento da plataforma, emergencialmente.

04 - 2001

1 2

SEÇÃO 2 -

ACIONAMENTOS E COMANDOS

CONTROLES OPERACIONAIS TC 55/57 (MECÂNICA)

CONTROLES

CONTROLES OPERACIONAIS TC 55/57 (MECÂNICA) CONTROLES A Alavanca de comando da velocidade de deslocamento. - J

A Alavanca de comando da velocidade de deslocamento.

-

J

-

Alavanca de posicionamento do tubo de descarga

B Alavanca de comando da altura da plataforma de

-

N

P

-

Válvulas de acionamento do reversor

corte e início da operação do CAAP

-

Alavanca de acionamento da flutuação lateral

C Alavanca de comando da altura do molinete

-

Q

-

Comando dos indicadores de direção e buzina

D Alavanca de câmbio

-

R

- Pedal de comando da inclinação da coluna de

E Alavanca de posicionamento do côncavo

-

direção

F Alavanca do freio de estacionamento

-

S

- Alavanca de comando da inclinação do volante

G Pedais do freio e trava para interligar os

-

U

de direção

pedais

-

Alavanca do acelerador

H - Pedal da embreagem

V

-

Reservatório fluido de freio e embreagem

X

- Lubrificador pneumático

04 - 2001

SEÇÃO 2 -

ACIONAMENTOS E COMANDOS

1 3

CONTROLES E INSTRUMENTOS TC 57 / 59 (HIDROSTÁTICA)

1 3 CONTROLES E INSTRUMENTOS TC 57 / 59 (HIDROSTÁTICA) A-Alavancamulti-função B-Acelerador

A-Alavancamulti-função B-Acelerador C-Ajustedeinclinaçãodovolante D-Comandodosindicadoresdedireçãoebuzina. E-Alavancadocâmbio. F-Alavancadeaberturadotubodedescarga.

G-Alavancadeajustedeaberturadocôncavodedebulha(14posições).

H-Freiodeestacionamento.

I-Pedaisdefreiocomtravaparaacionamentosimultâneo.

J-Travadacolunadedireção.

K-Acionamentodoavançoeretrocessodoreversor.

L-MonitordePerdas.

M-Reservatóriodofluídodefreio.

N-Lubrificadorpneumático.

04 - 2001

PLATAFORMA DE CORTE

SEÇÃO 3

PLATAFORMA DE CORTE SEÇÃO 3

2

SEÇÃO 3 - PLATAFORMA DE CORTE

04 - 2001

SEÇÃO 3 - PLATAFORMA DE CORTE

3

ACOPLAMENTO PLATAFORMA DE GRÃOS

E

BM

04 - 2001

4

SEÇÃO 3 - PLATAFORMA DE CORTE

PLATAFORMA

Acoplando a plataforma à colheitadeira

Proceder como segue:

1. Alinhar o elevador de palha da colheitadeira com

a abertura da plataforma.

2. Baixar o elevador de palha até que o guia “A” (Fig. 1) encoste na face superior da abertura da plataforma.

(Fig. 1) encoste na face superior da abertura da plataforma. Fig. 1 3. Movimentar a colheitadeira

Fig. 1

3. Movimentar a colheitadeira para posicionar o

elevador de palha contra a plataforma e levantar

o elevador de palha e a plataforma.

Caso haja dificuldades para posicionar o elevador de palha, utilizar a alavanca P de controle manual da Flutuação Lateral para facilitar o engate [se instalado].

4. Enganchar a alavanca de engate rápido “B” (Fig. 2) de maneira que os ganchos estejam em contato total com os pinos. Caso o contato não seja total, ajustá-los no rasgo.

pinos. Caso o contato não seja total, ajustá-los no rasgo. 04 - 2001 Fig. 2 5.

04 - 2001

Fig. 2

5. Ajustar a alavanca “B”, pelos parafusos “D” (Fig. 2), de maneira que seja sentida uma certa resistência quando se aplica a trava “E” sobre a alavanca “B”.

6. Conectar o acoplamento de acionamento “F” (Fig. 3) da plataforma.

7. Efetuar a conexão elétrica através do conector, específico.

8. Apenas para plataforma de grãos:

Conectar a mangueira hidráulica no engate “H” (Fig. 3) da plataforma, para ajuste de altura do molinete. Certificar-se de que as conexões estejam absolutamente limpas.

de que as conexões estejam absolutamente limpas. Fig. 3 9. Apenas para plataformas flexíveis: Conectar as

Fig. 3

9. Apenas para plataformas flexíveis:

Conectar as mangueiras pneumáticas (Fig.4), observando a coincidência dos números e a lateralidade (direita e esquerda).

as mangueiras pneumáticas (Fig.4), observando a coincidência dos números e a lateralidade (direita e esquerda). Fig.

Fig. 4

SEÇÃO 3 - PLATAFORMA DE CORTE

5

SEÇÃO 3 - PLATAFORMA DE CORTE 5 ADVERTÊNCIA: Antes de conectar as mangueiras pneumáticas, certifique-se de

ADVERTÊNCIA:

Antes de conectar as mangueiras pneumáticas, certifique-se de que os controles de Flutuação Lateral e Comando Automático de Altura da Plataforma estejam em posição neutra.

10. Apenas para plataformas com ajuste horizontal hidráulico do molinete:

Antes de conectar as mangueiras hi– dráulicas (Fig. 6), destravar os mancais do molinete.

hi– dráulicas (Fig. 6), destravar os mancais do molinete. Fig. 5 Conectar as mangueiras hidráulicas (Fig.

Fig. 5

Conectar as mangueiras hidráulicas (Fig. 5), observando a coincidência das cores dos anéis indicativos.

observando a coincidência das cores dos anéis indicativos. Fig. 6 Desacoplamento da plataforma da colheitadeira

Fig. 6

Desacoplamento da plataforma da colheitadeira

Proceder como segue:

1. Apenas para plataforma de grãos:

Posicionar o molinete em sua posição mais baixa.

2. Desconectar as seguintes peças:

- Acoplamento de acionamento da plataforma.

- Conexão elétrica.

- Mangueira(s) hidráulica(s).

- Mangueiras pneumáticas.

ADVERTÊNCIA:

Antes de desconectar as mangueiras pneumáticas, certifique-se de que os controles de Flutuação Lateral e Comando Automático de Altura da Plataforma estejam em posição neutra.

3. Instalar as capas protetoras nos engates das mangueiras hidráulicas e pneumáticas da plataforma e pendurá-las convenientemente.

4. Liberar a alavanca de engate rápido “B” (Fig.

2).

5. Posicionar a plataforma contra o solo.

6. Baixar o elevador de palha (com o motor fun- cionando em marcha lenta) para liberar os guias “A” (Fig. 1) da plataforma e mover a colheitadeira para trás.

04 - 2001

6

SEÇÃO 3 - PLATAFORMA DE CORTE

NIVELAMENTO HORIZONTAL DA PLATAFORMA

O conjunto de alimentação (elevador de palha +

plataforma) pode ser ajustado para que esteja paralelo

ao eixo dianteiro, levantando ou abaixando o suporte

(M), regulável, do lado direito, soltando os parafusos

(N) ajustando através do parafuso (P).

os parafusos (N) ajustando através do parafuso (P). Fig. 7 NOTA : Antes de fazer o

Fig. 7

NOTA: Antes de fazer o nivelamento horizontal da plataforma, observar os seguintes pontos:

• A colheitadeira deve estar sobre uma superfície nivelada e plana;

 

• Certifique-se que ambos os pneus estejam com a mesma pressão;

• Certifique-se que a plataforma esteja corretamente fixada ao elevador de palha;

• Plataforma flexível devem ser bloqueadas (rígidas), bem como a flutuação lateral fixada;

• Certifique-se que os dedos da barra de corte estão alinhados.

 

• Medir a distância entre as pontas dos dedos e o solo de ambos os lados (medir também na barra de

corte).

 

OBS: Caso haja variação, ajustar a distância conforme descrito anteriormente.

 

04 - 2001

SEÇÃO 3 - PLATAFORMA DE CORTE

7

PLATAFORMA DE CORTE

A plataforma de corte vem ajustada de fábrica, na condição rígida:

Para o sistema flexível, ajustar da seguinte forma:

• Engatar a plataforma ao elevador de palha.

• Soltar as porcas (X), retirar os parafusos (ambos os lados).

• Retirar o espaçador (R).

• Fixar (R) no suporte (Y) com os parafusos fixadores.

• Para que não haja interferência, observar que a folga (L) seja (5 mm) paralela com a frente do elevador de palha.

• Para ajustar, soltar as porcas (F), girar os tirantes (M) conforme necessário.

• Reapertar as porcas (F) (as porcas dianteiras - rosca esquerda)

Para soltar a barra de corte, proceder:

• Retirar os fixadores (C), soltando os parafusos (B), de cada sapata.

NOTA:

• Recomenda-se retirar os fixadores da direita para a

esquerda (posição do operador)

• Para fixar a barra de corte e plataforma, proceder na ordem inversa.

Y
Y

Fig. 8

do operador) • Para fixar a barra de corte e plataforma, proceder na ordem inversa. Y

Fig. 9

do operador) • Para fixar a barra de corte e plataforma, proceder na ordem inversa. Y

Fig. 10

04 - 2001

8

SEÇÃO 3 - PLATAFORMA DE CORTE

REGULAGEM DO C.A.A.P. / L.F.

(CONTROLE AUTOMÁTICO DE ALTURA DA PLATAFORMA / LATERAL FLOAT)

• Soltar a barra de corte (Flexível) como

descrito anteriormente

• Pressionar as duas ponteiras até que

encostem nas laterais da plataforma.

• Afrouxar as porcas (1), fazer coincidir

as pontas das setas (3) e (4), girando o

esticador (2).

• Apertar as porcas (1) e testar o

funcionamento do sistema.

Significados de “A”, “N” e “B”

{

AJUSTE FLUTUAÇÃO LATERAL

É a base pivotante central do elevador de palha que permite através de um sistema pneumático e hidráulico, inclinar automaticamente toda a plataforma em relação a máquina.

Para ajustarmos as válvulas (7), proceder:

04 - 2001

Para ajustarmos as válvulas (7), proceder: 04 - 2001 A - Posição para corte Alto B

A

- Posição para corte Alto

B

- Posição para corte Baixo

N

- Posição para corte Normal

para corte Baixo N - Posição para corte Normal COMPONENTES DA FLUTUAÇÃO LATERAL 1 - Compensador

COMPONENTES DA FLUTUAÇÃO LATERAL

1 - Compensador Hidropneumático

2 - Comando Hidráulico

3 - Válvula Eletropneumática

4 - Atuador pneumático

5 - Engates rápido

6 - Cilindro hidráulico atuador

7 - Válvulas pneumáticas

SEÇÃO 3 - PLATAFORMA DE CORTE

9

• Após regular o controle de altura (CAAP), desligá-lo e levantar a plataforma.

• Levantar as ponteiras (1) - elas devem descer livremente até sua posição inferior.

- elas devem descer livremente até sua posição inferior. Fig. 11 • Com a flutuação lateral

Fig. 11

• Com a flutuação lateral ligada (pressão do ar entre 6 a 8 bar), levantar a ponteira (1), de modo a escutar um

estampido. Se o mesmo não ocorrer, apertar o parafuso (2) até que o estampido apareça.

• Levantar a plataforma e incliná-la para a esquerda. Ligar CAAP e flutuação lateral. Verificar se a plataforma

baixa até ficar paralela ao solo. Repetir a operação inclinando a plataforma para a direita. Caso a barra de corte

não fique paralela ao solo deve ser apertado o parafuso (2) do lado que ficar mais afastado do solo.

• Caso ocorram oscilações contínuas da plataforma no contato da mesma com o solo, deve-se desenroscar

os parafusos (2), esquerdo e direito, gradativa e alternadamente até que as mesmas cessem.

NOTA: Testar a flutuação lateral com o "motor totalmente acelerado".

lateral com o "motor totalmente acelerado". Fig. 12 IMPORTANTE: Para que as válvulas do sistema

Fig. 12

IMPORTANTE:

Para que as válvulas do sistema pneumático funcionem normalmente, é necessário que o lubrificador esteja

regulado:

Girar o parafuso regulador, de modo que fique totalmente aberto (1 volta completa). Observando que não haja

excesso de lubrificação nas válvulas/atuadores pneumáticos.

04 - 2001

1 0

SEÇÃO 3 - PLATAFORMA DE CORTE

CAIXA ACIONADORA DA NAVA- LHA

A

caixa é acionada por correia tipo V perfil HC.

O

braço de acionamento deve estar perfeitamente

alinhado com a navalha. Isto observa-se no ponto 2, figura 13, e consegue-se retirando ou colocando calços nos pontos de fixação inferior 1.

São fornecidos calços de 0,3 e 0,6 mm.

inferior 1. São fornecidos calços de 0,3 e 0,6 mm. Fig. 13 MANUTENÇÃO DA CAIXA DE

Fig. 13

MANUTENÇÃO DA CAIXA DE ACIONAMENTO DA NAVALHA

Nível de Óleo

É aconselhável controlar periodicamente o nível de óleo

da caixa de acionamento da navalha.

Sua capacidade é de 820 ml.

Para a verificação procede-se da seguinte maneira:

• Colocar a máquina em local nivelado.

• Levantar a plataforma hidraulicamente até que a chapa traseria da plataforma de corte esteja na veritical, ou seja, perpendicular ao piso.

• Retirar o bujão E, figura 14. O óleo deverá atingir o orifício do bujão.

• Se necessário, adicionar óleo pelo bujão F, figura 14.

04 - 2001

adicionar óleo pelo bujão F, figura 14. 04 - 2001 Troca de Óleo Fig. 14 A

Troca de Óleo

Fig. 14

A

primeira troca deve ser feita com 50 horas de trabalho

e

as demais em intervalos de 400 horas.

Para drenar o óleo, abaixar a plataforma ao máximo e retirar o bujão E, figura 14.

A caixa de acionamento da navalha sai de Fábrica com

óleo AMBRA HYPOIDE 90.

SEÇÃO 3 - PLATAFORMA DE CORTE

1 1

NAVALHAS E CAIXA DE NAVALHAS

SUBSTITUIÇÃO DAS FACAS

1 1 NAVALHAS E CAIXA DE NAVALHAS SUBSTITUIÇÃO DAS FACAS Fig. 15 Remover o parafuso (A)

Fig. 15

Remover o parafuso (A) de fixação das facas. Re-mover a faca.

1. Examinar as guias da faca, verificando se se encontram perfeitamente alinhadas e, caso necessário, ajustar ou substituir as guias deformadas.

AJUSTE DA NAVALHA

Posicionar as navalhas contra a superfície de corte dos dedos e ajustar os apertadores (C). Deixar no máximo 0,4 mm entre o apertador e a navalha no ponto (A), colocando ou retirando calços debaixo do apertador no ponto (B).

ou retirando calços debaixo do apertador no ponto (B). Fig. 16 OBS. : Girar a polia

Fig. 16

OBS.: Girar a polia de acionamento da caixa de navalha (sem correia) observando que a navalha deslize suavemente e manter o alinhamento da barra de corte.

NOTA: Ao substituir as facas da navalha, aper- tar as porcas de fixação com um torque de 14 Nm.

CAIXA DE NAVALHAS

Especificações

• Rotação da caixa de navalhas: 550 rpm (Flex) 600 rpm (Rígida)

• Curso das facas: 76 mm

• Volante solidário com a polia

• Rotacionado a 90º : Eixo de saída virado para baixo

• Capacidade: 0.9 litros, óleo SAE 80 W-90 9API GL-5)

• Para verificação do nível, proceder como segue:

Colocar a máquina em local nivelado.

Levantar a plataforma até que a chapa traseira da mesma

esteja na vertical ou seja, perpendicular ao piso.

04 - 2001

1 2

SEÇÃO 3 - PLATAFORMA DE CORTE

MOLINETE

Nivelamento

O molinete é nivelado em relação à barra de corte

através da extensão A, da haste do cilindro, figura 17. Os três furos C, de fixação da extremidade superior do cilindro no suporte, permitem um afastamento maior ou menor do molinete em relação à barra de corte, figura 17.

menor do molinete em relação à barra de corte, figura 17. Sempre que for executar trabalhos

Sempre que for executar trabalhos sobre o molinete, apoiá-lo sobre as travas de segurança B, figura 17.

apoiá-lo sobre as travas de segurança B, figura 17. Fig. 17 Ajuste Horizontal O posicionamento é

Fig. 17

Ajuste Horizontal

O posicionamento é feito deslocando as travas E,

figura 18. A posição frontal é usada para culturas com palha caída e/ou comprida.

Recua-se no caso de palha curta.

A posição intermediária é a que se adapta à maioria das culturas de porte médio.

O ajuste vertical é feito diretamente da plataforma do operador da máquina, acionando a alavanca da direita dos comandos hidráulicos.

Obs.:

04 - 2001

da direita dos comandos hidráulicos. Obs.: 04 - 2001 Fig. 18 Ajuste Horizontal Hidráulico O posicionamento

Fig. 18

Ajuste Horizontal Hidráulico

O posicionamento (avanço e recuo) é efetuado por cilindros hidráulicos G, figura 19.

Os cilindros são comandados pelo interruptor H, diretamente da plataforma do operador.

pelo interruptor H, diretamente da plataforma do operador. Fig. 19 Sangria do sistema hidráulico de ajuste

Fig. 19

Sangria do sistema hidráulico de ajuste horizontal

Quando da primeira instalação da plataforma e toda vez que o sistema sofrer qualquer tipo de reparo, sangrar conforme indicado:

a

- recuar totalmente o molinete e manter acio– nado seu comando, por 5 segundos;

b

- liberar e aguardar 15 segundos;

c

- repetir a e b 4 vezes;

d

- avançar totalmente o molinete e manter acionado seu comando, por 5 segundos;

e

- liberar e aguardar 15 segundos;

f

- recuar totalmente o molinete e manter acionado seu comando, por 5 segundos;

g

- liberar e aguardar 15 segundos;

h

- repetir d a g 4 vezes;

j

- posicionar o molinete na posição desejada.

SEÇÃO 3 - PLATAFORMA DE CORTE

1 3

Posicionamento dos Dedos

A posição C, figura 20, é usada para culturas caídas,

tornando os dedos agressivos, para levantar os caules antes do corte.

A posição A é usada para culturas demasiadamente

secas ou emaranhadas, para evitar ao máximo a debulha (Posição Suave).

A posição intermediária B é usada para as demais

condições da cultura. Estes ajustes são efetuados mediante a trava J, figura 20.

Estes ajustes são efetuados mediante a trava J, figura 20. Fig. 20 IMPORTANTE: Depois de cada

Fig. 20

IMPORTANTE:

Depois de cada ajuste do molinete, verificar se na sua posição mais baixa não há interferência entre dedos do molinete, barra decorte e sem-fim.

04 - 2001

1 4

SEÇÃO 3 - PLATAFORMA DE CORTE

VARIADOR DE VELOCIDADES DO MOLINETE

ROTAÇÃO DO MOLINETE

A engrenagem dupla (A), pode ser invertida permitindo duas gamas de rotação.

Com engrenagem de acionamento de:

16

dentes - 20 a 60 (rpm)

13

dentes - 16 a 49 (rpm)

OBS.: As plataformas rígidas possuem a rotação mínima de 12 rpm.

plataformas rígidas possuem a rotação mínima de 12 rpm. Fig. 21 REGULAGEM DO VARIADOR DO MOLINETE

Fig. 21

REGULAGEM DO VARIADOR DO MOLINETE (CONFORME FIGURA NA PÁGINA SEGUINTE)

• Regular a distância de 145 mm entre suporte e polia fixa, mantendo o paralelismo com o perfil superior da plataforma.

• Regular a distância de 57 mm entre as duas polias fixas.

• Regular a dimensão da mola com a polia fixa em 140 mm.

• Regular a distância entre cabeça do parafuso e polia móvel “25 mm” (polias fechadas), isto deve ser feito nas duas polias.

• Com o braço (S) posicionado junto ao limitador, ajustar a haste (R), até fechar completamente a polia inferior.

A corrente de acionamento deve ser ajustada nos

esticadores Z, de forma que seja possível deslocá-la

lateralmente.

Girar, manualmente, o conjunto até a engrenagem superior completar uma volta verificando constantemente, durante esta volta, se a corrente permanece solta. Em nenhum momento ela pode ficar tensa ou oferecer resistência ao giro.

O tensionamento excessivo danifica os rolamentos dos

eixos, a própria corrente e gera ruído excessivo.

04 - 2001

O tensionamento excessivo danifica os rolamentos dos eixos, a própria corrente e gera ruído excessivo. 04

Fig. 22

SEÇÃO 3 - PLATAFORMA DE CORTE

1 5

SEÇÃO 3 - PLATAFORMA DE CORTE 1 5 Fig. 23 04 - 2001

Fig. 23

04 - 2001

1 6

SEÇÃO 3 - PLATAFORMA DE CORTE

SEM-FIM DE ALIMENTAÇÃO

ACIONAMENTO

A engrenagem dupla (E), pode ser invertida permitindo

duas gamas de velocidade.

Montagem de fábrica:

20 dentes:

170 rpm

Para culturas muito secas (fácil debulha)

16 dentes:

135 rpm

ESPECIFICAÇÕES:

• Folga do sem-fim ao fundo da plataforma:

15 mm (19 e 23") e 10 mm (13 e 15")

• Flutuação do sem-fim: amplitude 25 mm.

• Folga entre sem-fim e chapa de bloqueio:

1,5 - 3 mm.

• Manter o paralelismo do sem-fim em relação ao

chassi da plataforma.

• Distância mínima entre molinete e sem-fim 20 mm.

• Distância mínima entre molinete e sem-fim 20 mm. NOTA: Fig. 24 Refazer esta regulagem sempre

NOTA:

Fig. 24

Refazer esta regulagem sempre que alterar a posição do sem-fim.

esta regulagem sempre que alterar a posição do sem-fim. Fig. 25 NOTA : 1) Ao montar

Fig. 25

NOTA:

1) Ao montar o eixo pivô, observar o ponto da montagem (para evitar oscilações do eixo).

2) Refazer a regulagem dos dedos retráteis toda vez que alterar a posição do sem-fim.

04 - 2001

SEÇÃO 3 - PLATAFORMA DE CORTE

1 7

EMBREAGEM DE SEGURANÇA SEM-FIM ALIMENTADOR

DESMONTAGEM

1. Afrouxe os tensores (A) e retire a corrente (B).

2. Retire o contra pino (C) e as arruelas de encosto.

3. Retire a embreagem (D); desmontando-a através dos

três parafusos (E).

MONTAGEM DE UMA EMBREAGEM NOVA:

1. Monte as peças na ordem conforme seqüência

descrita.

2. Monte o cubo (1) o disco de fricção (2) a roda

dentada (3) o disco de fricção (4) o prato (5) as molas pratos (6) e a flange (8).

3. Monte a nova embreagem no eixo do sem-fim de

alimentação, seguindo a seqüência inversa à

desmontagem.

OBS.: Verfique o alinhamento da roda dentada (D) com relação aos tensores (A) e a engrenagem motora.

B A E D C
B
A
E
D
C

Fig. 26

tensores (A) e a engrenagem motora. B A E D C Fig. 26 Fig. 27 NOTA:

Fig. 27

NOTA: Verifique o torque da embreagem conforme a tabela correspondente a largura da plataforma.

Nesta verificação use a ferramenta especial:

NHC 0027 (Antiga)

04 - 2001

1 8

SEÇÃO 3 - PLATAFORMA DE CORTE

AJUSTE DE FLUTUAÇÃO DO SEM-FIM/ DEDOS RETRÁTEIS

• Os blocos (D) saem de fábrica na posição (E),

passando o bloco (D) para a posição (A), o sem-fim adquire uma flutuação de 25 mm. (Recomendável posição fixa quando há tendência de embuchamento do sem-fim).

OBS: A partir de setembro/98, passou a sair de fábrica na posição de flutuação (ver BS-23/98).

• Para o deslocamento do sem-fim (avançado/

recuado), soltar as porcas (F), ajustando o parafuso (G).

• Para a regulagem dos dedos retráteis, soltar as porcas (M), regulando-os pela alavanca (K).

• Para regularmos a altura do sem-fim, soltar as

porcas (A) e (B) (9,5 a 13 mm - faixa de altura), ajustando através da porca (C).

OBS: A partir da plataforma flexível nº 5708 e rígida nº 5865, o sem-fim alimentador passou a ser montado na condição flutuante.

OBS: Para evitar retorno de palha no sem-fim,

ajustar a folga entre o sem-fim e a chapa de

bloqueio (A):

1,5 a 3,0 mm

SEM-FIM DE ALIMENTAÇÃO

AJUSTE DA EMBREAGEM DE SEGURANÇA DO SEM-FIM

Localizada na extremidade do sem fim, ajusta-se

através dos parafusos (G), no ponto (F).

• Torque da embreagem de segurança:

Plataformas:

13', 15, 17', 19' e 23' => 850 a 1000 Nm

04 - 2001

Plataformas : 13', 15, 17', 19' e 23' => 850 a 1000 Nm 04 - 2001

Fig. 28

Plataformas : 13', 15, 17', 19' e 23' => 850 a 1000 Nm 04 - 2001

Fig. 29

Plataformas : 13', 15, 17', 19' e 23' => 850 a 1000 Nm 04 - 2001

Fig. 30

SEÇÃO 3 - PLATAFORMA DE CORTE

1 9

CAIXA DE ACIONAMENTO DA BARRA DE CORTE

DESMONTAGEM / MONTAGEM

04 - 2001

2 0

SEÇÃO 3 - PLATAFORMA DE CORTE

DESMONTAGEM

Remover o contra-pino, a porca-castelo (B) e a arruela (C), e remover o braço da faca (A) da extremidade estriada do eixo de saída, batendo levemente com um martelo.

OBS: No sistema novo não se usa a porca-castelo.

IMPORTANTE

Anotar as marcas de sincronização no braço e no eixo de saída. Estas marcas devem ficar alinhadas durante a montagem.

Remover a polia acionadora (D), removendo o contra-pino, a porca castelo (E) e a arruela (F), batendo levemente com um martelo, a fim de expulsar a polia da extremidade estriada do eixo. Drenar o óleo pelo bujão (G).

OBS: No sistema novo não se usa a porca-castelo.

Remover os quatro parafusos, e bater levemente com um martelo de plástico no mancal dos rolamentos (I) para expulsá-lo do eixo.

04 - 2001

com um martelo de plástico no mancal dos rolamentos (I) para expulsá-lo do eixo. 04 -

Fig. 31

com um martelo de plástico no mancal dos rolamentos (I) para expulsá-lo do eixo. 04 -

Fig. 32

com um martelo de plástico no mancal dos rolamentos (I) para expulsá-lo do eixo. 04 -

Fig. 33

SEÇÃO 3 - PLATAFORMA DE CORTE

2 1

Remover a tampa (H), retirando os seis parafusos de fixação (G), os dois pinos-guia e a chaveta.

NOTA: Marcar a posição dos parafusos de fixação da blindagem da caixa de acionamento.

Remover o mecanismo excêntrico.

Soltar os dois parafusos.

Remover os dois pinos do garfo, utilizando um extrator tipo tubo (2). Nº NHC 0033

G G
G
G