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UNIVERSIDADE NOVE DE JULHO - UNINOVE

GESTÃO DA QUALIDADE

São Paulo
2018-2
NOME DOS ALUNOS E RA

São Paulo
2018-2
INTRODUÇÃO
Nós podemos compreender que, todas as empresas, indústrias e organizações existentes, de qualquer
ramo, seja ele; transporte, varejo ou do ramo alimentício, por exemplo, tratam a Qualidade como um
assunto de vital importância, seja ela; a qualidade em atendimento aos clientes, a qualidade na parte
operacional ou até a qualidade na parte estratégica da empresa. Por isso, tanto a Qualidade em
atendimento quanto a qualidade Operacional fazem menção á Sete Ferramentas da Qualidade que são
essências no desenvolvimento de todas as atividades exercidas em uma empresa. Essas sete
ferramentas são as responsáveis por mensurar, comparar e analisar os processos e procedimentos das
empresas, a fim de estipular soluções eficazes para os problemas encontrados. As Ferramentas da
Qualidade possuem como um dos seus principais objetivos a medida preventiva para auxiliar as
empresas, á se anteciparem aos problemas que possam vir a ocorrem em um futuro bem próximo.
Nós podemos dizer que, desde a época de 1950, as organizações e a sociedade sempre
passaram por um profundo processo de transformação. Em nenhum momento na história a qualidade de
serviços foi tão discutida, analisada e aplicada como vem sendo feito no atual presente. Desde então,
grandes autores de renome, como por exemplo; William E. Demming, Kaoru Ishikawa, Maria E. Ballestero
Alvarez entre tanto outros foram alguns dos nomes que ajudaram a desenvolver as ferramentas da
qualidade. Essas ferramentas proporcionaram um controle muito maior sobre os processos e também
sobre a tomada de decisão, as ferramentas da qualidade ajudam a propor soluções aos problemas
identificados e estabelecer medidas de melhorias nos serviços e processos.
AS 7 FERRAMENTAS BÁSICAS DE QUALIDADE.
Conceituação;
As sete ferramentas básicas da qualidade são:
1) Fluxograma
2) Diagrama de Ishikawa ( Espinha de peixe)
3) Folha de verificação
4) Diagrama de Pareto
5) Histograma
6) Diagrama de dispersão
7) Gráfico de controle

Fluxograma

Uma das melhores ferramentas da qualidade, o fluxograma de processo ajuda na visualização da


estrutura e na representação de um processo dentro de uma empresa. Ele geralmente, utiliza de
símbolos gráficos para descrever a forma de funcionamento do processo, o seu fluxo e sua natureza.Um
dos seus principais objetivos é o de mostrar de uma maneira simples, de fácil compreensão todas as
etapas de um processo,o seu fluxo de informações e seus elementos. Muitas pessoas acabam
cometendo o erro de confundirem o fluxograma com um organograma, entretanto, ele possui uma
característica mais flexível e dinâmica, com começo, meio e fim. Os símbolos inseridos e utilizados nele
são para determinar suas etapas e situações.

Diagrama de Ishiwaka (Espinha de peixe)


Segundo,Ballestero-Alvarez (2001), sua elaboração é relativamente simples e parte da premissa
básica da participação de todos os fatores que entram na elaboração de um produto, sendo estes
fatores conhecidos como “os seis M”, que abrangem: método, mão-de-obra, meio ambiente,
materiais, máquinas e medida.
Junto com o fluxograma é uma das principais dentre as sete ferramentas da qualidade. É também muito
conhecido como grafico espinha de peixe ou diagrama de causa e efeito. Ele foi elaborado por Kaoru
Ishwaka e visa entender a reação entre um efeito, um possível problema e todas as suas causas, o
motivo pelo qual elas ocorreram e como ocorreram. É amplamente utilizado para listar os efeitos, que
estes por sua vez podem apresentar muito mais do que uma causa única e por isso podem ficar
distribuídos em mais de uma categoria. Essas categorias são divididas entre os 6MS, que por sua vez
são: o método,a Mao de obra,material,meio ambiente, a medida e a maquina.

FOLHA DE VERIFICAÇÃO
Essa ferramenta da qualidade serve para auxiliar o Gestor ou Administrador na apresentação do
histórico e do padrão de possíveis variações de um processo. É geralmente muito usada logo que se dá o
inicio ao processo, serve para juntar o Maximo de informações e dados possíveis e também para
identificar problemas que possam vir a acontecer. Essa ferramenta é basicamente composta por planilhas
e tabelas que procuram facilitar a coleta e a observação de dados recolhidos, como também, verificar se
as variações resultam em melhoria ou não resultam.

DIAGRAMA DE PARETO

É também como principio de pareto. É basicamente um recurso gráfico de ajuda na hora de visualizar de
uma forma mais eficiente um possível problema,para que assim, se possa classificá-lo colocando todos
os problemas todos os problemas existentes em ordem de importância. Trata-se de uma excelente
ferramenta, pois com o diagrama de pareto se torna muito mais fácil e rápido identificar quais são os
problemas que são realmente importantes. As maiorias das empresas que usam o diagrama de pareto o
utilizam para determinar onde seus principais esforços devem ser colocados.

HISTOGRAMA

É basicamente um gráfico de barras que auxiliar na parte de entendimentos e na parte de visualização


das variáveis de um problema. Ele também ajuda a identificar as possíveis causas desse problema,
apresentando para o Gestor sua distribuição de dados em forma de barras. Com isso, o histograma é
muito conhecido como um diagrama de freqüências, na qual a base das barras apresentadas
corresponde ao intervalo de classe e a altura delas a sua respectiva freqüência.

DIAGRAMA DE DISPERSÃO

É considerado por muitos especialistas na área como uma das mais difíceis ferramentas da qualidade.
Ele é conhecido também como gráfico de dispersão, é basicamente um método que consiste em
possibilidade a analisar e a verificar a existência de correlação entre duas variáveis da natureza
quantitativa. Em outras palavras, o diagrama de dispersão possibilita visualizar o padrão de
relacionamento de duas variáveis que posam ser medidas, tais como: a hora, a intensidade, o volume,a
velocidade, a temperatura, a pressão entre outras.

GRAFICO DE CONTROLE

Segundo Ballestero-Alvarez (2001), o gráfico de controle é uma ferramenta visual e estatística,


utilizada para avaliar a estabilidade ou as flutuações de um processo, distinguindo as variações
das causas assinaláveis ou especiais das variações casuais inerentes ao processo.
Também é muito conhecido como carta de controle ou também como controle estatístico do processo.
Essa ferramenta torna possível monitorar o quão estável é um processo, além de verificar a estabilidade
do processo, com o gráfico de controle também é possível verificar as variações desse processo,
verificando se uma atividade está sob o controle ou não. Ele é muito utilizado na apresentação do
comportamento e de tendências de um determinado período de tempo, ele se baseia na estatística para
mostrar os possíveis desvios padrões que estão acima e abaixo da média, uma vez que passando
desses limites o processo é considerado como fora do controle ou um processo instável.

VANTAGENS DE UTILIZAR AS 7 FERRAMENTAS DA QUALIDADE

As sete ferramentas da qualidade apresentadas nesse trabalho podem apresentar inúmeros


benéficos em sua utilização. Atualmente, as empresas contam com um variado acervo de
técnicas,métodos e outras ferramentas que podem até auxiliar e facilitar as atividades cotidianas,
elevar a qualidade da execução e dos dados apresentados nos serviços, produtos e projetos da
empresa. Entretanto, nós podemos afirmar com convicção que as sete ferramentas da qualidade
contribuem significativamente para diminuir os desperdícios e dos custos operacionais e além de
aumentar a agilidade na execução das atividade diárias de uma empresa.
CONCLUSÃO

Portanto, nós podemos concluir que as sete ferramentas da qualidade são extremamente úteis
em quase todas situações que possam vir a ocorrem em uma empresa além de serem
extremamente simples de se utilizar elas podem facilidade o dia a dia de uma empresa,
minimizando os custos e facilitando nos processos de uma empresa devido a sua eficácia.

REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BALLESTERO-ALVAREZ, M. E. Administração da qualidade e da produtividade . São


Paulo: Atlas, 2001.