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THM 350 B3 T1

PRIMEIRO CONTATO COM O HELICÓPTERO

1.1 PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DO HELICÓPTERO

1.2 DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA


1.2.1 DOCUMENTAÇÃO DO HELICÓPTERO
1.2.2 DOCUMENTAÇÃO ELETRÔNICA
1.2.3 DOCUMENTOS DO MOTOR (MEM)
1.2.4 DOCUMENTOS DOS EQUIPAMENTOS ESPECÍFICOS

1.3 LIMITAÇÕES E OPERAÇÕES DE MANUTENÇÃO


1.3.1 GENERALIDADES
1.3.2 LIMITAÇÕES DE AERONAVEGABILIDADE (CAPÍTULO 04)
1.3.3 TEMPOS LIMITES (CAPÍTULO 05-10)
1.3.4 OPERAÇÕES DE MANUTENÇÃO (CAPÍTULO 05-20)
1.3.5 INSPEÇÕES RELACIONADAS AO VOO (CAPÍTULO 05-40)
1.3.6 INSPEÇÕES DE MANUTENÇÃO NÃO PROGRAMADA (CAPÍTULO 05-50)
1.3.7 INSPEÇÃO CALENDÁRICA DOS COMPONENTES DE TRANSMISSÃO (CAPÍTULO 05-60)
1.4 TÉCNICAS CORRENTES
1.4.1 UTILIZAÇÃO DO MTC
1.4.2 IDENTIFICAÇÃO
1.4.3 LAYOUT DO MANUAL
1.5 INSPEÇÕES DE SEGURANÇA E REGRAS GERAIS
1.5.1 UTILIZAÇÃO DO MTC
1.5.2 REGRAS GERAIS EM VIGOR
1.6 MANUTENÇÃO CORRENTE
1.6.1 LIMPEZA DA AERONAVE

1.7 DESCRIÇÃO DO HELICÓPTERO


1.8 PRINCIPAIS DIMENSÕES

1.9 PONTOS DE REFERÊNCIA DA CÉLULA


1.9.1 PLANOS DE REFERÊNCIA DO HELICÓPTERO
1.9.2 LEVANTAMENTO E NIVELAMENTO
1.9.3 PESAGEM E LOCALIZAÇÃO DO CG
1.9.4 LOCAIS DE INSPEÇÃO

1.10 CONFIGURAÇÕES ESPECIAIS DO HELICÓPTERO

1.11 POSTO DE PILOTAGEM


1.11.1 PAINEL DE INSTRUMENTOS
1.11.2 CONSOLE
1.11.3 COMANDOS NO CÍCLICO E NO COLETIVO

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Lista de Validade das Páginas

Página 01 ................................ Rev. 14-2011 Página 12................................ Rev. 23-2011


Página 02 ................................ Rev. 23-2011 Página 13................................ Rev. 23-2011
Página 03 ................................ Rev. 23-2011 Página 14................................ Rev. 14-2011
Página 04 ................................ Rev. 23-2011 Página 15................................ Rev. 14-2011
Página 05 ................................ Rev. 23-2011 Página 16................................ Rev. 14-2011
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Página 09 ................................ Rev. 23-2011 Página 20................................ Rev. 14-2011
Página 10 ................................ Rev. 23-2011 Página 21................................ Rev. 14-2011
Página 11 ................................ Rev. 23-2011 Página 22................................ Rev. 14-2011

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1.1 PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DO HELICÓPTERO

O ESQUILO MONOMOTOR É UM HELICÓPTERO LEVE, POLIVALENTE.

As seguintes versões comercializadas são descritas neste manual:


Versão Motor Rotor Peso Potência Rotação
Máx. Máx. do rotor
Decolagem Decolagem principal

AS 350 B3e ARRIEL 2D AS 355 2250 kg 641 kW 386 rpm

Os pesos máximos de decolagem e pouso permitidos (variam conforme a altitude e a


temperatura) podem ser inferiores - mas nunca superiores - ao valor nominal dado no
Manual de Voo.

Equipado com os sistemas ou equipamentos adequados, este helicóptero pode


desempenhar as seguintes missões:
- Transporte de pessoal (5 passageiros),
- Transporte de alta densidade (6 ou 7 passageiros),
- Transporte VIP (4 passageiros),
- Transporte de cargas internas,
- Transporte de cargas externas no gancho (até 1.4 T),
- Busca e salvamento com instalação do guincho,
- Transporte aeromédico (2 pessoas em maca),
- Observação, treinamento, turismo, etc.

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1.2 DOCUMENTAÇÃO DE OPERAÇÃO DA AERONAVE


Pilotos e técnicos têm a seu dispor, para o desempenho - uma limitação não pode ser ultrapassada
de suas funções nas melhores condições de segurança impunemente,
e eficiência, um conjunto de manuais que reúne de - o limite de vida de uma peça não é uma questão de
forma metódica as regras e instruções de manutenção, palpite,
limitações e procedimentos estabelecidos pelo - as instruções de manutenção têm mais importância do
fabricante e que não podem ser ignorados que à primeira vista poderia parecer,
impunemente. DEVE-SE TER SEMPRE EM MENTE - e, por último, nunca esquecer que... NÃO SE DEVE
QUE: IMPROVISAR.

Na documentação técnica de manutenção, as


instruções de segurança, que alertam o operador sobre ATENÇÃO CUIDADO
os altos riscos são anotadas desta forma.

O conjunto da documentação aplicável ao helicóptero compreende:

1.2.1 DOCUMENTAÇÃO DA AERONAVE

(1) DOCUMENTAÇÃO DE OPERAÇÃO


• MANUAL DE VOO (PMV) é o documento de referência
do piloto, no qual constam as limitações, os
procedimentos normais e de emergência e os
desempenhos. O Manual de Voo é aprovado pelas
Autoridades Aeronáuticas.
• FICHA DE PESO E BALANCEAMENTO (PMC) contém
informações necessárias para calcular o peso e a
posição do Centro de Gravidade em função de cada
configuração de aeronave.
• PROGRAMA RECOMENDADO DE MANUTENÇÃO
(MSM) é indispensável para a segurança e manutenção
da aeronavegabilidade. Destina-se aos responsáveis
pela manutenção. Ele detalha os cronogramas e as
periodicidades de inspeções, intervalos de trocas e Para o piloto Para o gerente de
monitoramento de óleos e tempos limites de manutenção
funcionamento.
(2) DOCUMENTAÇÃO DE MANUTENÇÃO
• LISTA DE EQUIPAMENTOS MÍNIMOS (MMEL)
estabelece os equipamentos necessários para o voo em Destinados aos técnicos de manutenção, estes manuais
função das condições operacionais específicas. (disponíveis em papel ou em formato eletrônico) possuem
todas as informações necessárias para manter a aeronave
em condições de voo.
Nota: Todas as etapas de uma operação de manutenção
devem ser criteriosas para um voo seguro.
• A.M.M. : MANUAL DE MANUTENÇÃO DA AERONAVE
que descreve: as operações de manutenção e de
reparo mecânico, os procedimentos de pesquisa
de pane e de estocagem e as técnicas correntes.
• S.D.S. MANUAL DE DESCRIÇÃO DOS SISTEMAS

• W.D.M : MANUAL DE CIRCUITOS E ESQUEMAS

• M.T.C : MANUAL DE TÉCNICAS CORRENTES


(CAP 20)

Para os técnicos responsáveis pela manutenção


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1.2.1 DOCUMENTAÇÃO DA AERONAVE (Continuação)

( 3 ) DOCUMENTAÇÃO DE IDENTIFICAÇÃO (LETRA CÓDIGO I)

Permite aos encarregados do aprovisionamento reconhecer pelo número de


referência:
• uma peça da aeronave: I.P.C
CATÁLOGO ILUSTRADO DE FERRAMENTAS ESPECIAIS (ICO)

( 4 ) DOCUMENTAÇÃO ESPECIAL

• I.N : NOTA DE INFORMAÇÃO


• S.I.M : LISTA DE MODIFICAÇÕES APLICÁVEIS para informações gerais ou aviso.
• S.B : BOLETIM DE SERVIÇO Substitui L.S. (carta de serviço) e S.I.
para informações de manutenção específicas (informação de serviço)
• A.S.B : Boletim de Serviço Alerta • S.I.N : NOTA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA
• E.A.S.B : Boletim de Serviço Alerta de Emergência Substitui T.I (telex de informação) e A.S.I
divulgado em caso de emergência (com a borda das (informação de serviço de alerta)
páginas hachurada de vermelho)

Nota: Ver SB 00.00.01 : INTRODUÇÃO p

1.2.2 DOCUMENTAÇÃO ELETRÔNICA

( 1 ) Notificação das publicações técnicas


O T.I.P.I. (Technical Information Publication Internet)
é um novo serviço que fornece em tempo real edições
das publicações técnicas, como Boletins de Serviço,
Cartas de Serviço, Cartas de Informação, etc. Cada
nova edição do documento será notificada e emitida
por e-mail em tempo real para os assinantes.

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1.2.2 DOCUMENTAÇÃO ELETRÔNICA (Continuação)


( 2 ) PUBLICAÇÃO DA DOCUMENTAÇÃO DE MANUTENÇÃO
INDOC é uma edição eletrônica dos documentos de manutenção.

1.2.3 DOCUMENTAÇÃO DO MOTOR (M.E.M)


incluindo:
- MANUAL DE MANUTENÇÃO
- CATÁLOGO ILUSTRADO DE PEÇAS E FERRAMENTAS
- BOLETINS DE SERVIÇO

1.2.4 DOCUMENTAÇÃO ESPECÍFICA DOS


EQUIPAMENTOS

• C.M.M : MANUAL DE MANUTENÇÃO DE


COMPONENTES
• E.C.M.M : MANUAL ELETRÔNICO DE
MANUTENÇÃO DOS EQUIPAMENTOS (versão em
DVD)

NOTA: O conjunto da documentação técnica atende aos requisitos gerais da especificação ATA Nº 100. Os manuais
de identificação e manutenção da aeronave são, portanto estabelecidos de acordo com a divisão CAPÍTULO -
SEÇÃO - ASSUNTO indicada na ATA Nº 100.

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1.3 OPERAÇÕES DE MANUTENÇÃO E LIMITAÇÕES


1.3.1 GENERALIDADES
Os tempos limite de operação, periodicidades e inspeções programadas são listados no Programa
Recomendado de Manutenção (MSM). Ele está dividido em diferentes capítulos.
( 1 ) LIMITAÇÕES DE AERONAVEGABILIDADE (CAPÍTULO 04)
Lista os intervalos de inspeção (CHK) e limites de vida de serviço (SLL) certificados pelas Autoridades de
Aviação Civil
( 2 ) TEMPOS LIMITES DE OPERAÇÃO (CAPÍTULO 05-10)
Descreve os limites de utilização das peças de reposição, estrutura, equipamentos ou montagens de acordo com
3 critérios:
a- Limites OTL (Operating Time Limit) definidos pelo fabricante para um certo item.
b- Limites TBO (Time Between Overhaul) definidos pelo fabricante de um conjunto entre revisões.
c- Limites de inspeção conforme o estado OC (On Condition) de acordo com critérios especificados.
( 3 ) OPERAÇÕES DE MANUTENÇÃO (CAPÍTULO 05-20)
Descreve as periodicidades de inspeções dos diferentes elementos durante a vida do helicóptero ou seus
componentes. De acordo com o tipo de utilização da aeronave, essas periodicidades podem ser em horas de
voo, ciclos ou tempo calendárico.
( 4 ) INSPEÇÕES RELACIONADAS AO VOO (CAPÍTULO 05-40)
( 5 ) Inspeções de manutenção não programada (capítulo 05-50)
( 6 ) Inspeção calendárica dos Componentes de transmissão (capítulo 05-60)

1.3.2 LIMITAÇÕES DE AERONAVEGABILIDADE (CAPÍTULO 04)


Capítulo 04-10: SLL (Limite de vida de serviço)

Capítulo 04-11: CHK (Inspeção de Aeronavegabilidade)

Tempo Limite de Vida (SLL): o componente (355A11-0030-00) deve ser retirado de serviço quando atingir o
limite indicado (20000H)
Verificação (CHK): os componentes devem ser verificados em intervalos regulares (110H) sem margem de
acordo com o AMM (C.T. 52-12-00, 6-3).

NOTA
Este quadro é dado como um exemplo e não pode substituir a documentação oficial.

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1.3.3 TEMPOS LIMITES (CAPÍTULO 05-10)

Capítulo 05-10: limitações de TBO (Tempo entre as revisões)

Capítulo 05-11: limitações de OTL (Tempo Limite de Funcionamento)

Capítulo 05-12: limitações de OC (Manutenção conforme o estado)

1.3.4 OPERAÇÕES DE MANUTENÇÃO (CAPÍTULO 05-20)


Esta seção é composta de 6 subseções que apresentam todas as operações de manutenção.

Capítulo 05-20: verificações diárias (BFF; TA; ALF)

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1.3.4 OPERAÇÕES DE MANUTENÇÃO (CAPÍTULO 05-20) (cont.)

Capítulo 05-21: inspeções de 100FH / 12 M

Capítulo 05-22: inspeções de 600FH / 24 M

Capítulo 05-23: inspeções de 1200FH / 48 M

Capítulo 05-24: inspeções de 5000FH / 144 M

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1.3.4 OPERAÇÕES DE MANUTENÇÃO (CAPÍTULO 05-20) (cont.)


Capítulo 05-25: inspeções com intervalos específicos

Capítulo 05-26: inspeções com um número limitado de tempo para serem aplicadas

1.3.5 INSPEÇÕES RELACIONADAS AO VOO (CAPÍTULO 05-40)


Consultar o capítulo “Inspeções relacionadas ao voo – Generalidades – Inspeção/ Verificação*” do capítulo 05-40-
00, tarefa 6-1 do AMM.

1.3.6 INSPEÇÕES DE MANUTENÇÃO NÃO PROGRAMADA (CAPÍTULO 05-50)


As verificações de manutenção não programadas sucedem eventos cujas ações de manutenção foram previstas
na documentação da aeronave.
Exemplo: após amerrissagem, aplicar o capítulo 05-50-00, tarefa 6-13 do AMM.

1.3.7 INSPEÇÃO CALENDÁRICA DOS COMPONENTES DE TRANSMISSÃO (CAPÍTULO 05-60)


Consultar o capítulo 05-60-00 “Conjunto CRP/CRT – Acoplamento CTP/GTM”, tarefa 6-1 do AMM.

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1.4 TÉCNICAS CORRENTES


O Manual de Técnicas Correntes (MTC) define os específico mas não tem a intenção de substituir os
procedimentos aplicáveis a diversos tipos de procedimentos descritos nestes manuais.
helicópteros para evitar a repetição da mesma
informação em cada Manual de Manutenção ou Reparo

1.4.1 UTILIZAÇÃO DO MTC AS INFORMAÇÕES GERAIS CONTIDAS


Os procedimentos especificados neste Manual são NESTE MANUAL NÃO DEVEM TER
aplicáveis quando mencionados explicitamente na PRIORIDADE SOBRE OS PROCE-
última edição dos documentos de manutenção DIMENTOS ESPECIFICADOS EM OUTROS
(Manual Reparos, Manual de Manutenção, etc.) MANUAIS.

1.4.2 IDENTIFICAÇÃO
Este manual consiste de um único capítulo identificado pelo número 20.
As seções são identificadas por um número de dois dígitos de 01 a 09 mais uma seção 60 que cobre os
procedimentos de reparo das pás do rotor principal:
01 PRODUTOS DIVERSOS USADOS NOS 07 MANUSEIO - INSTRUÇÕES DE SEGURANÇA
HELICÓPTEROS E TÉCNICAS - GIRO NO SOLO E
02 PROCEDIMENTOS GERAIS PARA VERIFICAÇÕES – CARREGAMENTO -
MANUTENÇÃO E REPARO TESTES
03 REPAROS CORRENTES 08 MONITORAMENTO PERIÓDICO E OPCIONAL
04 LIMPEZA - TRATAMENTO DE PROTEÇÃO - INSPEÇÕES SISTEMÁTICAS
– PINTURA 09 ESTOCAGEM E ACONDICIONAMENTO
05 VEDAÇÃO 60 PÁS DO ROTOR PRINCIPAL
06 METALIZAÇÃO

.
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1.4.3 LAYOUT DO MANUAL


O Manual de Técnicas Correntes (MTC) compreende um capítulo “20” dividido nas seguintes seções:

– 01
PRODUTOS DIVERSOS USADOS NOS HELICÓPTEROS
– 02
PROCEDIMENTOS GERAIS PARA MANUTENÇÃO E REPARO
– 03
REPAROS CORRENTES
– 04
LIMPEZA - TRATAMENTO DE PROTEÇÃO – PINTURA
– 05
VEDAÇÃO
– 06
METALIZAÇÃO
– 07
MANUSEIO - INSTRUÇÕES DE SEGURANÇA E TÉCNICAS - GIRO NO SOLO E VERIFICAÇÕES –
CARREGAMENTO - TESTES
– 08 MONITORAMENTO PERIÓDICO E OPCIONAL - INSPEÇÕES SISTEMÁTICAS
– 09 ESTOCAGEM E ACONDICIONAMENTO
– 60 PÁS DO ROTOR PRINCIPAL

1.5 INSPEÇÕES DE SEGURANÇA E REGRAS GERAIS

Certos acidentes ou incidentes são violação pela infração das instruções de segurança e das regras gerais em vigor
para a manutenção da aeronave.
1.5.1 UTILIZAÇÃO DO MTC
As regras de segurança pertencentes a aeronaves As regras gerais de segurança são fornecidas no Manual
personalizadas podem ser encontradas no cartão de de Técnicas Correntes (M.T.C.).
trabalho personalizado correspondente.
1.5.1.1 OS CARTÕES DE TRABALHO (AMM)

As instruções de segurança para os procedimentos de As medidas de segurança a serem tomadas na realização


manutenção estão presentes nos cartões de trabalho (ex: de uma tarefa individual são dadas de acordo com os
teste operacional do Radar Meteorológico). seguintes títulos, conforme o grau de importância:

– NOTA (após a descrição da operação)


– ATENÇÃO (diante de um risco de danificar o equipamento)
– ATENÇÃO PERIGO (diante de risco pessoal)
1.5.1.2 MANUAL DE TÉCNICAS CORRENTES (MTC)

- Aeronave em manutenção em uma oficina e no solo com o rotor


girando.

- Instruções de segurança aplicáveis para uma aeronave:


 estacionada em uma oficina, durante as operações de substituição do componente (sonda de detecção de
gelo, tanques de combustível).
 durante operações como degelo antes da decolagem e manuseio de baterias.

- Instruções técnicas aplicáveis durante as operações de manutenção e reparo.


(vazamentos de óleo, operações no sistema de fluídos, sistemas
de energização da aeronave no solo, passos a serem tomados na
aeronave após imersão, verificações após uma inspeção ou uma
intervenção, operações de degelo e anti-gelo, medidas a serem
tomadas em caso de vazamento de eletrólito e princípios gerais
para pneus).

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1.5.2 REGRAS GERAIS EM VIGOR

O cumprimento das seguintes regras gerais garante a segurança das operações de manutenção e serviços.

- Todas as operações realizadas para manter a aeronave em condições de operação devem ser verificadas por uma equipe
qualificada que não tenha participado do serviço de manutenção.

- Todas as operações realizadas para manter a aeronave em condições de operação devem ser registradas em um
documento de acompanhamento da manutenção da aeronave, a fim de que todas as operações realizadas na aeronave
possam ser verificadas.

DURANTE A DESMONTAGEM PARCIAL DE QUALQUER COMPONENTE DA


AERONAVE, UMA FITA MARCADORA VERMELHA DEVE SER INSTALADA.

ESTE MARCADOR DEVE SER COLOCADO NO LOCAL DA DESMONTAGEM.

- Todas as operações para manter uma aeronave em condição devem ser realizadas por uma equipe treinada.

- Todas as operações para manter a aeronave em condições envolvem a referência aos documentos da aeronave (MSM,
AMM, WDM, CMM) já mencionados.

- A continuidade na execução de uma operação é essencial para a segurança dos voos. Qualquer mudança de
pessoal ou interrupção na operação é uma fonte de omissão e deve ser evitada sempre que possível.

- A regra é o rigor:
 ao observar as regulamentações,

 ao atualizar a documentação de manutenção,

 ao realizar o procedimento de manutenção e reparo,

 no uso das ferramentas,

 na utilização do Registro Individual de Controle da Aeronave (RIC),

 no monitoramento das qualificações profissionais dos funcionários.

1.6 MANUTENÇÃO CORRENTE

1.6.1 LIMPEZA DA AERONAVE

Consultar C.T. 20.04.01.102 do MTC para as instruções de uso dos diferentes produtos listados neste
cartão de trabalho.

ATENÇÃO: PARTES DA AERONAVE SÃO FABRICADAS DE MATERIAIS QUE PODEM SER


DANIFICADOS POR CERTOS PRODUTOS DE LIMPEZA OU MANUTENÇÃO. SIGA AS INSTRUÇÕES
DADAS ABAIXO PARA A LIMPEZA DA AERONAVE E MANUTENÇÃO DOS PAINÉIS
TRANSPARENTES (JANELAS E PARA-BRISAS).

 Limpeza

- Usar uma mistura de Synclair AC (nenhum outro produto) e água (20 gramas (0.044 lb) do produto
Synclair AC para 10 litros (2,642 US gal.) de água).

 Enxágue

- Enxáguar com água.

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1.7. DESCRIÇÃO DO HELICÓPTERO


CABEÇA DO ROTOR PRINCIPAL (C.R.P.)

Cabeça semi-rígida, tipo STARFLEX (estrela em


"fibra-de-vidro-resina"), sem amortecedores de
arrasto. Dispensa lubrificação. Concepção modular.
Construção do tipo "fail safe" (à prova de falhas).

PÁS DO ROTOR PRINCIPAL

Longarina em roving (mecha) de fibra de vidro


com revestimento em fibra de vidro e
enchimento em espuma rígida. Construção
tipo “fail-safe” (à prova de falhas).

MASTRO
Subconjuntos desmontáveis. Um
ponto de lubrificação. Cárter do
mastro fixado à estrutura por 4
barras de suspensão que
"sustentam" o helicóptero. Inclui os
servocomandos.

CAIXA DE TRANSMISSÃO PRINCIPAL (CTP)

Concepção modular. Fixação por suspensão


flexível bidirecional. Dois estágios de redução
(1 par de engrenagens cônicas helicoidais e 1
trem epicicloidal). Lubrificação por pressão
com circuito de arrefecimento do óleo. Inclui o
freio do rotor e o acionamento da bomba
hidráulica.

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1.7. DESCRIÇÃO DO HELICÓPTERO (Continuação)

ROTOR DE CAUDA
Bipá, tipo gangorra. Formado por
uma longarina em roving (mecha)
de fibra de vidro. Dispensa
articulações e lubrificação.
Variação de passo pela torção da
longarina. Construção do tipo "fail
safe” (a prova de falhas).

CONJUNTO MECÂNICO TRASEIRO


(CTT)

Caixa de redução angular com


engrenagens helicoidais e lubrificação
por salpico

MOTOR ARRIEL 2D

Motor com turbina livre (sem embreagem),


roda livre incorporada. Concepção modular.
Circuito de arrefecimento e reservatório de
óleo externos.

NOTA:
Os motores ARRIEL são designados por
uma letra que define a sua adaptação a
uma versão do helicóptero.

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1.8 PRINCIPAIS DIMENSÕES

PESO MÁXIMO AUTORIZADO


Ver o Manual de Voo para cada versão de
aeronave.

PESO VAZIO DO HELICÓPTERO


STANDARD
Ver a Ficha de Pesagem do helicóptero

Nota: Os valores que variam de acordo com o


peso são dados em peso máximo.

COM AS PÁS DO ROTOR PRINCIPAL DOBRADAS

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1.9 PONTOS DE REFERÊNCIA DA CÉLULA


1.9.1 PLANOS DE REFERÊNCIA DO HELICÓPTERO

As referências da aeronave são determinadas por


3 planos: X, Y e Z.

• X : Plano vertical situado a 3,40 m à frente do


centro do rotor principal, perpendicular ao
eixo da aeronave. Referência das cotas
longitudinais.
• Y : Plano vertical de simetria da aeronave.
Referências das cotas laterais.
• Z : Plano horizontal situado a 2,60 m acima
da referência do piso da cabine.
Referência das cotas verticais.

1.9.2 LEVANTAMENTO E NIVELAMENTO

O levantamento da aeronave é feito através de


macacos que se apóiam em 3 pontos de
levantamento solidários à estrutura.
O nivelamento é feito utilizando-se um clinômetro
colocado sobre uma régua que se apóia em dois
suportes posicionados no piso mecânico, nos
sentidos lateral e longitudinal.
O plano de referência Z está na horizontal
(aeronave nivelada) quando se lê no clinômetro:
0° no sentido lateral e -2° no sentido longitudinal.

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1.9.3 PESAGEM E LOCALIZAÇÃO DO CG

A pesagem da aeronave, realizada ao sair da


fábrica, deve ser realizada pelo operador após
grandes modificações.
Quando o helicóptero é nivelado, os 3 macacos
são posicionados em células de pesagem.
O peso da aeronave registrado na ficha de
pesagem é a soma dos pesos verificados em
cada ponto de levantamento.

A posição do centro de gravidade (c.g.) da


aeronave vazia é determinada pelo cálculo dos
momentos (peso x distância do ponto de
levantamento com relação às referências X, Y).
A posição do c.g. deve se situar numa faixa de
valores que permita que a aeronave permaneça
dentro dos limites dados pelo manual de Voo do
tipo, desde a decolagem até o pouso.

1.9.4 LOCAIS DE INSPEÇÃO

1 – Posto de pilotagem, Capota 5 – Estabilizador horizontal


2 – Entrada de ar, capôs 6 – Fuselagem traseira
3 – Cone de cauda 7 – Estrutura central
4 – Deriva vertical 8 – Piso da cabine

Rev. SOMENTE PARA INSTRUÇÃO


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THM 350 B3 T1

1.10 CONFIGURAÇÕES ESPECIAIS DO HELICÓPTERO

Dois tipos de rodas de manuseio no


solo são utilizados de acordo com o
tipo de terreno (ver Manual de
Manutenção) e um dispositivo próprio
para o reboque.

Peia da pá

IÇAMENTO

O helicóptero pode ser içado (ver o cartão de


trabalho) através de um anel fixado no centro da
cabeça do rotor principal.
Recomenda-se aliviar o peso da aeronave
através da:
- drenagem do combustível,
- remoção das pás do rotor principal .

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1.11. POSTO DE PILOTAGEM

1.11.1. PAINEL DE INSTRUMENTOS

1 . Chave ELT
2 . Relógio
3 . VEMD (Indicador Multifunção de Célula e Motor) O VEMD é um instrumento que exibe
4 . Velocímetro os parâmetros do motor e da célula. Ele
5 . Indicador de NR/NF substitui os indicadores convencionais
6 . Painel de alarme e apresenta informações dos comandos
7 . Giro horizonte do motor, comandos do combustível, a
10 . Altímetro geração elétrica...
11. Indicador de razão de subida/descida
12. HSI (Indicador de Situação Horizontal) Também inclui mais funções: controle
13. Garmin GNS 430 (VHF/AM-VOR/LOC/GS-GPS) da performance do motor, registro de
ciclo...

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1.11.2 CONSOLE

CONSOLE DE COMANDOS DOS SISTEMAS

Este painel de comando é mostrado com o número máximo de sistemas.

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1.11.3 COMANDOS NO CÍCLICO E NO COLETIVO

1 Botão "Abertura do gancho" (opcional)


2 Liberação do piloto automático (P.A) (opcional)
3 Disponível
4 Chave PTT Radio/ICS
5 Disponível
6 Disponível
7 Liberação de esforços artificiais P.A (opcional)
8 Botão de 4 direções do P.A (opcional)
9 Liberação do acoplador do P.A (opcional)
10 Subida/descida do guincho (opcional)
11Alijamento foguetes iluminadores/armamento
(opcional)

B3 ARRIEL 2B1/2D

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