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THM 350 B3 T1

INDICAÇÃO DE OPERAÇÃO DOS SISTEMAS

2.1 PRINCÍPIOS DO SISTEMA DE INDICAÇÃO


2.1.1 COR DAS LUZES INDICADORAS
2.1.2 LOCALIZAÇÃO DAS LUZES INDICADORAS – LÓGICA DO SISTEMA DE INDICAÇÃO

2.2 FUNCIONAMENTO GERAL DO SISTEMA DE INDICAÇÃO

2.3 PRINCÍPIOS FUNCIONAIS DO SISTEMA DE INDICAÇÃO

2.4 ALIMENTAÇÃO DO SISTEMA DE INDICAÇÃO

2.5 FUNÇÕES “TEST” E “DIM” DAS LUZES INDICADORAS


2.5.1 TESTES DAS LUZES DO PAINEL DE ALARME
2.5.2 COMANDO “DIM” DAS LUZES INDICADORAS DO PAINEL DE ALARME

2.6 VEMD (INDICADOR MULTIFUNÇÃO DOS PARÂMETROS DE CÉLULA E


MOTOR)
2.6.1 DESCRIÇÃO DO VEMD
2.6.2 VEMD NO MODO OPERACIONAL
2.6.3 VEMD NO MODO “CONFIG”
2.6.4 VEMD NO MODO “MAINT”
2.6.5 DIAGRAMA DO FLUXO DE DADOS
2.6.6 LOCALIZAÇÃO DOS COMPONENTES

2.7 HORÍMETRO
2.7.1 LOCALIZAÇÃO DO COMPONENTE
2.7.2 DESCRIÇÃO
2.7.3 FUNCIONAMENTO

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Página 02 ................................. Rev. 05-2011 Página 12 ................................. .Rev. 30-2010
Página 03 ................................. Rev. 30-2010 Página 13 ................................. Rev. 05-2011
Página 04 ................................. Rev. 30-2010 Página 14 ................................. Rev. 05-2011
Página 05 ................................. Ediç. 15-2010 Página 15 ................................. Rev. 05-2011
Página 06 ................................. Rev. 30-2010 Página 16 ................................. Rev. 05-2011
Página 07 ................................. Ediç. 15-2010 Página 17 ................................. Rev. 05-2011
Página 08 ................................. Rev. 39-2010 Página 18 ................................. Rev. 30-2010
Página 09 ................................. Rev. 05-2011 Página 19 ................................. Rev. 30-2010
Página 10 ................................. Rev. 05-2011 Página 20 ................................. Ediç. 15-2010

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2.1. PRINCÍPIOS DO SISTEMA DE INDICAÇÃO


Baseado na teoria de que quando tudo está Entretanto, há indicadores de operação corre-
funcionando corretamente, não há necessi- ta que são usados principalmente para testar
dade de incomodar o piloto, o sistema de alguns sistemas. Dois tipos de indicadores
indicação geralmente indica uma SITUAÇÃO são usados, indicadores visuais e alarmes
DE OPERAÇÃO ANORMAL. sonoros.
 Os indicadores visuais são luzes indi-  Os alarmes sonoros são sinais, de uma
cadoras que operam eletricamente
determinada frequência, escutado no
ICS.

Os alarmes sonoros sempre reforçam um


indicador visual e são usados apenas em
casos funcionais BEM GRAVES.

2.1.1 COR DAS LUZES INDICADORAS


 As luzes “azuis” e “verdes” indicam a opera-  As luzes “vermelhas” indicam UM SÉRIO
ção correta (por exemplo, teste do sistema PERIGO OPERACIONAL, o piloto deve rea-
conclusivo, confirmação de uma condição gir imediatamente (por exemplo, a queda da
operacional normal). pressão do óleo em um motor).

A luz azul “FUEL PUMP” se acende A pressão do óleo do motor está


para indicar que a bomba de com- muito baixa: é provável que haja uma
bustível está acoplada. pane.

 As luzes “âmbar” indicam uma REDUÇÃO NOTAR QUE OS PERIGOS MAIS GRAVES
NAS POSSIBILIDADES DE UM SISTEMA são indicados pelo acendimento de uma luz
ESSENCIAL ou uma configuração operacio- de alarme vermelha e um alarme sonoro.
nal anormal (por exemplo, nível baixo de Este é o caso para a indicação de um incên-
combustível). Isto não é sério se a quantida- dio. A aeronave está em perigo e o piloto
de de combustível permanecer superior a 60 deve reagir imediatamente.
litros no tanque.

Nível de combustível < 48 kg ou 60 l

OBSERVAÇÕES:
- As luzes “VERMELHAS” são luzes de
ALARME (perigo operacional grave)
- As luzes “AMBAR” são luzes de atenção
(redução de possibilidades de um sistema
ou configuração operacional anormal).

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2.1.2 LOCALIZAÇÃO DAS LUZES INDICADORAS – LÓGICA DO SISTEMA DE INDICAÇÃO

Os circuitos indicadores do helicóptero e as luzes As luzes de alarme vermelhas, que monitoram


de alarme visuais são destinados a informar ao as principais funções, e as luzes de atenção
piloto sobre a operação e as falhas do helicóptero. âmbar, que monitoram os sistemas, estão a-
grupadas em um painel de alarme central em
frente ao piloto.

A pane no painel de alarme gera um alarme so-


noro “gong” assim que uma luz vermelha do pai-
nel de alarme acender.

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2.2 FUNCIONAMENTO GERAL DO SISTEMA DE INDICAÇÃO


O sistema de indicação, entre detectores e as detector e controlam a iluminação das luzes do
luzes do indicador passam por placas de circui- indicador quando suas exigências de ilumina-
to impresso de indicação (conjuntos de circui- ção são realizadas.
tos eletrônicos) que processam os sinais do

A unidade de sistemas auxiliares (ASU) ga- PBC Nº 2 (3):


rante as funções auxiliares elétricas do heli- Aquisição e processamento do sinal de NR para
cóptero. Ela processa todos os alarmes sono- o VEMD,
ros, alguns visuais e alguns sinais elétricos - detecção das bateria 1 e 2 superaquecidas
específicos. (opcional),
A ASU (1) compreende duas Placas de Circui- - filtragem e equilíbrio da tensão e corrente da
to Impresso básicas que garantem as seguin- alimentação do VEMD,
tes funções: - aquisição e equilíbrio do sinal de transporte de
PCB Nº 1 (2): carga (opcional) para o VEMD.
- processamento do painel visual “ENG FIRE” PCB Nº 3 (4): “EBCAU” (Unidade Auxiliar de
de fogo no motor, Comando de Back-up do Motor) é instalada em
- geração de alarme sonoro para NR Max. e um local reservado para PCBs opcionais na
NR min, ASU e garante as seguintes funções:
- geração do alarme sonoro de Primeiro Limite -comando de back-up do motor (modo Back
Atingido (FLI), Up),
- alarmes sonoros para o ICS. (Envia) -função “voltar ao neutro” da válvula de back up
de combustível.

NOTA: A ASU é alimentada com 28 dc a partir


(a) Localização de uma fonte de energia dupla. Ela é protegida
por fusíveis localizados nos painéis de fusíveis.

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2.3 PRINCÍPIOS FUNCIONAIS DO SISTEMA DE INDICAÇÃO

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2.4 ALIMENTAÇÃO DO SISTEMA DE INDICAÇÃO

Cada “bloco de teclas” tem seis LEDs que se Quando ocorre uma pane em um circuito im-
acedem quando o item em questão é ativado. portante (por exemplo: pressão de óleo muito
Cada LED no bloco de teclas do sistema de baixa), a luz de alarme correspondente se a-
indicação é energizado a partir de uma alimen- cende.
tação positiva, a fim de preservar o sistema de
indicação em caso de pane do sistema de ali-
mentação ou de falha de alguma lâmpada.

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2.5 FUNÇÕES “TEST” E “DIM” DAS LUZES INDICADORAS

2.5.1 TESTE DAS LUZES DO PAINEL DE ALARME

O botão de teste
fornece a verifica-
ção, no solo, de
todas as luzes do
painel de alarme
(4α). Todas as luzes
vermelhas e âmbar
devem ser exibidas.

2.5.2 COMANDO “DIM” DAS LUZES INDICADORAS DO PAINEL DE ALARME

As luzes indicadoras do painel de alarme têm duas possibilidades de alimentação:


- quando o seletor “DAY/NIGHT“ estiver em “DAY”, as luzes indicadoras são energizadas com 28 V.
- quando o seletor “DAY/NIGHT“ estiver em “NIGHT“, a luminosidade das luzes indicadoras diminui.

2.6 VEMD (INDICADOR MULTIFUNÇÃO DOS PARÂMETROS DE CÉLULA E MOTOR)


O VEMD está localizado no painel de instrumentos É também incorporado funções, tais como, o Indi-
e é utilizado para exibir os parâmetros do motor e cador do Primeiro Limite Atingido (FLI), contagem
da célula. Ele substitui diversos indicadores con- de ciclo, verificação da potência do motor, cálculo
vencionais, tais como, indicadores de N1 e TOT, do desempenho.
torquímetro, liquidômetro do combustível, indica-
dores de temperatura e pressão do óleo do motor,
voltímetro e amperímetro, indicador de temperatu-
ra externa.

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2.6.1 DESCRIÇÃO DO VEMD


Módulo do processador 2
(1) Composição
O VEMD possui três módulos: 2 módulos proces-
sadores e um módulo Display de Cristal Líquido
(LCD).
Os dois processadores recebem e processam os
mesmos dados e comparam seus respectivos
resultados. Uma discrepância leva a exibição de
uma mensagem de erro. Se um dos módulos
falhar, as funções ainda estarão disponíveis no
outro módulo.

Módulo do
processador 1

(2) Comandos
Dez botões são verticalmente posicionados no
lado direito do painel frontal do VEMD.
Eles estão reunidos em 3 conjuntos:

- botões “OFF1” e “OFF2” .


Pressionando-se o botão “OFF1” (1) ou “OFF2”
(2), liga-se ou desliga-se o módulo processador e
a tela associada (tela superior para a linha 1 e
inferior para a linha 2).

- botões “SCROLL”, “RESET”, “SELECT”,


“ENTER”, “+” e “-“.

Estes botões permitem controlar o VEMD.


“SCROLL” (3) para selecionar a página desejada
“RESET” (4) para retornar à página nominal
“SELECT” (5) para selecionar um campo
“+” e “-“ (6, 7) para modificar um valor
“ENTER” (8) para validar um campo

NOTA: O comando “SCROLL” está também dis-


ponível nas alavancas do coletivo.

- Botões “BRT +” e “BRT –”


Pressionando-se estes botões a luminosidade das telas pode ser alterada de forma progressiva e simultâ-
nea.
“BRT –“ (10) para diminuir a luminosidade.
“BRT +“ (9) para aumentar a luminosidade.

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2.6.1 DESCRIÇÃO DO VEMD (Continuação)

(3) Teste Padrão

O teste padrão é utilizado para verificar as telas.


Ele só pode ser ativado no solo pressionando o botão
“W/LT” do console de comando e ocorre ao mesmo
tempo do teste das luzes do painel de alarme.
Uma página idêntica é exibida nas duas telas e inclui:
- áreas com cores diferentes
- uma área de mensagem de “referência de software”.

2.6.2 VEMD NO MODO OPERACIONAL


Conforme os parâmetros de N1 e NR, o VEMD de- Na energização e após o autoteste, o VEMD exi-
tecta três modos operacionais: corte, partida ou voo. be três parâmetros: TOT, N1 e torque na tela de
LCD superior (modo de partida).

Bandeira da válvula de TOT, N1 e torque: valor digital


sangria e escala analógica

Quantidade de combustí-
vel: valor digital e escala
analógica

Temperatura externa
(OAT)

Área da mensagem de
erro ou área de Pressão e temperatura do
DADOS DA EECU óleo do motor: valor digital e
escala analógica
Valor digital de volts na
barra de distribuição
elétrica Valor digital da corren-
te de partida

Área da mensagem
de erro

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2.6.2 VEMD NO MODO OPERACIONAL (Continuação)

Quando a N1 excede 60%, o


VEMD muda automaticamente
para a tela “FLIGHT”. A tela
de LCD superior exibe todos
os dados de limitação do mo-
tor no FLI (Indicador de Pri-
meiro Limite).

Os três parâmetros primários do


motor (NG, TOT e torque) são
exibidos de uma forma sintética
fácil para monitorar a potência
do motor:
0 = sem potência
96 = PMC (Potência Máxima
Contínua).
100 = MTOP (Potência Máxima
de Decolagem).
104 = Potência Máxima Transi-
tória

 Desempenho
Ao pressionar “SCROLL” duas vezes, a página “Perfor-
mance” é exibida; o piloto, em seguida, utiliza as teclas
“+”, “-“ e “ENTER” para registrar a carga útil carregada.
O VEMD calcula o Peso Total (AUW), os pesos máximos
de decolagem em condições “dentro do efeito solo” (IGE)
ou “fora do efeito solo” (OGE).

 Verificação da potência do motor de torque /TOT e margens de torque/N1.


De acordo com o Manual de Voo, o piloto pode veri- O teste ocorre em três fases indicadas por retângu-
ficar a potência do motor selecionando “Engine Po- los na tela do VEMD. Se os parâmetros de voo não
wer Check”. Juntamente com a Unidade Eletrônica estiverem estabilizados, o teste repete a fase ante-
de Controle do Motor (EECU), o VEMD registra os rior. Ao completar o teste, que dura cerca de 30 seg,
parâmetros N1, TOT e torque e exibe as margens os resultados são mostrados na tela.

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2.6.2 VEMD NO MODO OPERACIONAL (Continuação)


 Monitoramento de parâmetros
Os parâmetros recebidos em duas
linhas do VEMD são analisados duran-
te todo o voo. Se um parâmetro estiver
fora do alcance válido ou se uma dis-
crepância for detectada entre as duas
linhas, ele não é mais exibido e seu
símbolo é mostrado em âmbar.
Se a computação do FLI não estiver
coerente se estiver faltando algum pa-
râmetro, o display alterna automatica-
mente para o modo 3 informações.
Se um parâmetro usado para computar
ΔN1 estiver incorreto, o display da es-
cala é mostrado em âmbar.

Se uma falha for detectada, uma men-


sagem de erro é exibida na área de
mensagem.
Se uma linha estiver inoperante (LCD
ou processador), os parâmetros podem
ser calculados e exibidos pela outra
linha.

Relatório de voo
No final do voo, quando N1 < 10% e NR < 70 rpm,
automaticamente a simbologia do relatório de voo é
exibida na tela inferior.
A simbologia do relatório de voo apresenta os se-
guintes dados:
- Número de voo
- Tempo de voo
- Contador de utilização – Valor máximo 200%
- Número de ciclos de N1 durante o voo e número
total de ciclos de N1
- Número de ciclos de N2 durante o voo e número
total de ciclos de N2
- Bandeira “OVERLIMIT DETECTED” se os limites
dos parâmetros forem excedidos durante o voo.
- Bandeira “FAILURE DETECTED” se, durante o
voo, uma pane for detectada nos sensores asso-
ciados do VEMD.

Todos os dados registrados podem ser acessados


no modo de manutenção.

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2.6.3 VEMD NO MODO “CONFIG.”

(1) Generalidades

O modo “CONFIG” inclui o acréscimo de opcio- Este modo pode ser ativado somente se o VEMD de-
nais, a possibilidade de modificar o sistema de tectar um estado “motor cortado”, e se as linhas esti-
unidades (SI ou UK gal) e de modificar a unidade verem operantes.
de altitude.

(2) Funcionamento

Para ter acesso a este modo:


- pressionar “OFF1” e “OFF2” para ligar as duas li-
- pressionar “OFF1” e “OFF2” para desligar as
nhas do VEMD.
duas linhas do VEMD,
A página “AIRCRAFT CONFIGURATION” (configura-
- pressionar e manter pressionados os botões ção da aeronave) é exibida.
“SELECT” e “ENTER”.

(3) Página “AIRCRAFT CONFIGURATION”


(Configuração da aeronave)

Esta página contém a lista de opcionais que influ-


enciam os aplicativos do VEMD.
São eles:
- o fluxômetro,
- o gancho,
- o arranque-gerador.

Se estes opcionais forem declarados como ‘não


instalados’, o termo “N/I” aparece, exceto para o
fluxômetro, para o qual o VEMD permite a escolha
de unidade, na linha “UNIT SYSTEM”, conforme o
sistema de unidade escolhido.

Se os opcionais forem declarados como ‘instala-


dos’, mas não estiverem presentes na aeronave,
o VEMD detecta uma falha na instalação.

(4) Lógica de modificação do conteúdo da página de configuração

Utilizar o botão “SELECT” para selecionar um Para validar o conteúdo da página configuração, sele-
campo modificável ou uma possível escolha. cionar o campo “VALID” (utilizando a tecla “SELECT”) e
O campo modificável ou possível escolha apare- pressionar “ENTER”.
ce em vídeo reverso. Isto permite que os novos valores de configuração sejam
A modificação do conteúdo de um campo sele- salvos.
cionado é obtida pelas teclas “+” e “-“. Se o conteúdo da página configuração não for salvo,
selecionar o campo “ABORT” e pressionar “ENTER”.

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2.6.4 VEMD NO MODO “MAINT”


(1) Generalidades
Este modo fornece acesso às diferentes páginas - modo de ‘duas linhas’ no caso das duas linhas do
necessárias para a manutenção do VEMD e dos VEMD estiverem disponíveis. Nesta configuração, o
aviônicos associados. Ela pode ser ativada so- menu de manutenção está em progresso na tela
mente se o VEMD detectar um status de “corte do superior.
motor”. Há 2 modos funcionais, conforme a dispo- - modo ‘uma única linha’ se uma das linhas estiver
nibilidade de módulos. com defeito.
(2) Funcionamento
DUAS LINHAS EM FUNCIONAMENTO UMA ÚNICA LINHA EM FUNCIONAMENTO
Para obter acesso ao modo de funcionamento Para obter acesso ao modo de funcionamento com
com “duas linhas”: “uma única linha”:
- Pressionar “OFF1” e “OFF2” para desligar as - Pressionar “OFF1” e “OFF2” para desligar as
duas linhas do VEMD. duas linhas do VEMD.
- Pressionar as teclas “SCROLL” e “RESET” e - Pressionar as teclas “SCROLL” e “RESET” e
mantê-las pressionadas. mantê-las pressionadas.
- Pressionar as teclas “OFF1” e “OFF2” para ligar - Pressionar as teclas “OFF1” ou “OFF2” para ligar
as duas linhas do VEMD. a linha desejada do VEMD.
Assim que as mensagens “TEST IN PROGRESS” Assim que as mensagens “TEST IN PROGRESS” e
e “RELEASE KEY” forem exibidas, soltar as teclas “RELEASE KEY” forem exibidas, soltar as teclas
“SCROLL” e “RESET”. “SCROLL” e “RESET”.
A página “MAINTENANCE MENU” é exibida. A página “MAINTENANCE MENU” é exibida.

- AS funções “ENGINE POWER CHECK” não es-


tão disponíveis no módulo 1 de linha única.

- A função “ENGINE POWER CHECK” não está


disponível no modo de duas linhas.
(3) Página “Maintenance Menu”
Esta página está disponível na tela superior em modo
“duas linhas em funcionamento”, modo somente “linha 1”
em funcionamento. E na tela inferior modo somente “linha
2” em funcionamento.

O operador pode encontrar nesta página 8 funções de ma-


nutenção disponíveis conforme o modo de funcionamento.
A seleção da função é feita com a tecla “SELECT”. A esco-
lha da função selecionada (que aparece no vídeo reverso)
deve ser validada com a tecla “ENTER”.

Pressionar o botão “RESET” para retornar à página


“MAINTENANCE MENU”.
Para retornar a um outro modo (“FLIGHT” ou “CONFIG”),
desligar as duas linhas pressionando as teclas “OFF1” e
“OFF2”.

NOTA: Para exibir os parâmetros registrados pela linha 2, é necessário ter acesso ao modo “MAINT” pelo
modo de funcionamento com uma única linha.
Para exibir os parâmetros registrados pela linha 1, é necessário ter acesso ao modo “MAINT” pelos modos
de funcionamento com uma única linha ou com duas linhas.

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2.6.4 VEMD NO MODO “MAINT.” (Continuação)

(4) Função “FLIGHT REPORT”


Esta função permite que os últimos 31 relatórios de
voo sejam exibidos.
Na simbologia de localização da página, um indica-
dor alfanumérico evolui conforme as páginas.
Pressionar a tecla “+” para mudar para o relatório de
voo mais recente e a tecla “-“ para mover para aque-
les mais antigos.
Quando a função “FLIGHT REPORT” está ativada, a
página exibida corresponde ao último relatório de
voo.
As informações contidas nas páginas “FLIGHT
REPORT” do modo de “Manutenção” (MAINT) são
idênticas àquelas do modo de “Voo” (FLIGHT).
(5) Função “FAILURE”

Esta função permite acessar as 5 páginas de manutenção dos sistemas de aviônicos e do VEMD .
O VEMD pode registrar até 250 falhas. Estas falhas são registradas em uma memória, que, quando cheia,
apaga a mais antiga para poder armazenar mais recente.
As falhas e os diagnósticos são dados para cada voo.
Pressionar a teclas “+” para mover para o voo mais recente com panes detectadas e o botão “-“ para mover
para os mais antigos.

As panes são exibidas em três páginas:

A página “FAILURE DIAGNOSIS”:


- fornece o número de voos com panes (memoriza-
do)
- fornece o número de voo
- fornece o número de panes durante o voo
- permite a seleção do número de voo (“+/-“)
(Pressionar o botão “RESET” para exibir a página
“FAILURE DIAGNOSIS”).

Uma vez selecionado o voo, pressionar o botão “ENTER” para validar a seleção e exibir a página
“COMPLETE DIAGNOSIS”.
Esta página exibe:
- o número de voo selecionado na página anterior,
- o tempo passado a partir do início do voo antes da
detecção da pane selecionada,
- o número total de panes detectadas durante o voo,
- a identificação do teste que detectou a pane,
- a lista de LRU (Elemento substituível em linha) pas-
sível a erro,
- o parâmetro ilícito bem como a letra “I” (Intermiten-
te) ou “P” (Permanente) seguido por um digito cor-
respondente ao número de detecção de pane.

Um código colorido é utilizado para materializar a probabilidade de diminuição do elemento em pane.


Pressionar a tecla “ENTER” para ter acesso a uma das 3 páginas “PARAMETER” relacionadas ao elemento
em pane.

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2.6.4 VEMD NO MODO “MAINT.” (Continuação)

- Uma terceira exibe a lista de valores dos parâme-


tros quando ocorre uma pane.
O tipo de lista é de acordo com o número da pane.
Todas as panes não estão ligadas a uma lista de
parâmetros.
(Pressionar o botão “RESET” para exibir a página
“FAILURE DIAGNOSIS”).

(6) Função “OVER LIMIT”


Esta função permite a exibição das últimas 32 pági-
nas de sobrelimite.
Na simbologia de localização da página, um indica-
dor alfanumérico evolui conforme as 32 páginas.
Quando a função “OVER LIMIT” está ativada, a
página exibida corresponde aos últimos sobrelimites
registrados.

A página “OVER LIMIT” exibe:


- o número de voo em que os sobrelimites foram
registrados,
- os tempos passados no estado “over limit” para
os parâmetros TRQ, TOT, N1 e N2,
- os 5 valores máximos de sobrelimite para o parâ-
metro NR.

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(7) Função “ENGINE POWER CHECK”


Esta função permite mostrar as últimas 8 verifica-
ções da potência do motor assim como os parâme-
tros usados para a computação.
Na simbologia de localização de página, um indica-
do alfanumérico expande de acordo com as 8 pági-
nas.

Pressionar o botão “+” para mover para as verifica-


ções mais recentes e o botão “-“ para mover para as
mais antigas.
O conteúdo da página “ENGINE POWER CHECK”
do modo “MAINT” é idêntico ao da página “ENGINE
POWER CHECK RESULT” do modo “FLIGHT”.

No modo duplo ou simples na linha 1, as mensa-


gens “MODE NOT AVAILABLE” e “CHECK LANE
2” são exibidas.
(8) Função “FONCT.TIMES”

Para cada linha de cálculo, esta função exibe:


– o tempo total de horas de voo,
– o tempo total de funcionamento (energizado).

(9) Função “DECU DATA”


Esta função permite exibir os parâmetros enviados
pelo EECU na linha ARINC 429.

Exemplo:
- ASF P = “1” => Filtro antiareia energizado
- ASF P = “0” => Filtro antiareia desenergizado
- ASF M = “1” => Filtro antiareia instalado

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2.6.5 DIAGRAMA DO FLUXO DE DADOS

Se o VEMD ou o EECU é modificado no final do voo “n”, será necessário realizar 2 transmissões
“voo/solo” para recuperar um valor de ciclo do motor normal.

Caso específico de substituição do motor

Em caso de substituição do motor (ou do módulo), os contadores de ciclos do voo seguintes não
estarão exatos. Um segundo voo será necessário para recuperar uma indicação correta.

Exemplo de ciclos de N1:

No final do voo 112:


A EECU envia os seguintes ciclos: - Ciclos de N1 acumulados = 10806
O VEMD exibe: - Ciclos de N1 acumulados = 10806
- Ciclos de N1 de voo = 2,7

Se o motor é modificado por um novo: o contador de ciclos de N1 acumulados é igual a 0.

No final do voo 113 com o novo motor:


A EECU envia os seguintes ciclos: - Ciclos de N1 acumulados = 2,1
O VEMD exibe: - Ciclos de N1 acumulados = 2,1 CORRETO
- Ciclos de N1 de voo = 2,1 -10806 = -10803,9 < 0 -> 99,99
INCORRETO
No final do voo 114:
A EECU envia os seguintes ciclos: - Ciclos de N1 acumulados = 4
O VEMD exibe: - Ciclos de N1 acumulados = 4 CORRETO
- Ciclos de N1 de voo = 4 -2,1 = 1,9 CORRETO

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2.6.6 LOCALIZAÇÃO DOS COMPONENTES

2.7 HORÍMETRO (OPCIONAL)

2.7.1 LOCALIZAÇÃO DOS COMPONENTES


Disjuntor 2.5

2.7.2 DESCRIÇÃO
A instalação consiste em:
- um dosador instalado na frente do pai-
nel de instrumentos, no lado direito.
- um relé de acionamento, próximo ao
horímetro.
- uma microswitch selada em contato
mecânico com o tubo transversal trasei-
ro do trem de pouso no solo.
- um disjuntor de 2.5 A localiza-
do em uma unidade de coman-
do PP6 (31α)

2.7.3 FUNCIONAMENTO
Há duas condições para acionar o dosa- b) A microswitch no tubo transversal tra-
dor: seiro do trem de pouso, aberta no solo,
a) A chave de pressão de óleo da CTP, se fecha assim que a aeronave decolar.
fechada na posição de repouso, se abre A unidade é alimentada.
assim que a pressão correta for atingida
(luz no painel de alarme está apagada).
O relé de acionamento é desernegizado.
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